CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES. Por Caio Fiuza

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES. Por Caio Fiuza"

Transcrição

1 CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES Por Caio Fiuza

2 Nos últimos 10 anos, a gestão das áreas de apoio nas grandes organizações brasileiras vem passando por importantes transformações. A principal delas é a estruturação, cada vez mais comum, de centros de serviços compartilhados. Com os centros, as empresas buscam consolidar atividades transacionais das unidades de negócio em uma estrutura central visando reduções de gastos em decorrência das eliminação da duplicidade de funções, da padronização dos processos e dos ganhos de escala. Em resumo, uma estrutura de CSC opera processos transacionais padronizáveis e comuns a várias unidades de negócio e tem como principal objetivo a garantia da qualidade ao menor custo na execução das transações. Apesar dos ganhos experimentados e divulgados, surge o seguinte questionamento: será que o modelo de operação dos centros atuais permite a obtenção de todos os benefícios esperados? MODELO BENCHMARK DE SERVIÇOS COMPARTILHADOS Antes de responder a essa pergunta, é preciso apresentar o modelo benchmark de serviços compartilhados que propõe o desenvolvimento de um CSC em três ondas, com ganhos consecutivos de escala, eficiência e nível de atendimento.

3 A primeira onda é caracterizada pela centralização das atividades e é focada na obtenção de ganhos de escala e sinergias entre funções. Em geral, os primeiros processos a serem absorvidos referem-se aos serviços financeiros, notadamente contas a pagar e contas a receber, e aos processos relacionados a suprimentos. A segunda onda consiste na estruturação de mecanismos formais de prestação de serviço visando a otimização dos processos. Nesta onda, o trabalho desenvolvido pode ser dividido em dois estágios: criação de um catálogo de serviços, com respectivo custeio, e criação de mecanismos de atendimento aos clientes internos. Um catálogo de serviços é um desdobramento do mapeamento de processos, no qual se define o escopo de prestação de serviços do CSC para os clientes internos. Para cada serviço incorporado ao catálogo devem ser definidos SLAs (acordos de nível de serviço) e SLAs Reversos. Definidos os serviços e os níveis de atendimento parte-se para o custeio que é a definição da forma de apuração dos custos para o conjunto de serviços prestados pelo CSC e a definição do modelo de repasse de custos para os serviços prestados para as unidades de negócio. Os modelos mais comuns de custeio são o rateio simples e o de custos por serviço, que requer o uso de métodos mais sofisticados como o custeio baseado em atividades. Nos CSCs com maior maturidade os serviços do catálogo são oferecidos em mais de uma modalidade, como no exemplo abaixo, fato que proporciona maior autonomia aos clientes internos no momento da escolha do nível de serviço mais adequado.

4 Após a criação do catálogo são desenvolvidos os mecanismos de atendimento ao cliente interno que, na maioria dos casos, estão baseados em 3 canais de comunicação: portal de auto-atendimento, central de atendimento e key accounts. Portal de auto-atendimento: interface web do cliente interno com o CSC para levantamento de informações e solicitações de alguns processos de suporte on-line. Central de atendimento: interface de atendimento telefônico para resolução de demandas de baixa complexidade e registro e encaminhamento de solicitações referentes aos serviços prestados. Key accounts: responsáveis por implementar e executar o modelo que estabelece as regras de relacionamento do CSC com as unidades de negócio, bem como o processo de acompanhamento e divulgação dos resultados para os mesmos. A terceira onda tem foco na educação da demanda. Os clientes são estimulados a planejarem de forma mais acurada o consumo dos serviços e, com isso, reduzir o número de chamados e a proporção de solicitações em modalidade emergencial. Em empresas que usam como base para os repasses de custos o custeio baseado em atividades é possível obter ganhos financeiros da ordem de 20% em função da educação da demanda. Ao longo do desenvolvimento das ondas, a implantação de um centro de serviços compartilhados é complexa. Esta requer conhecimento específico dos processos de negócio das organizações e habilidades para gestão de mudanças. Os CSCs mais maduros desenvolvem grande habilidade para racionalização de processos e estruturação de relacionamentos com clientes das unidades de negócio. Entretanto, os ganhos auferidos nas três ondas denunciam o foco prioritariamente operacional da atuação dos CSCs. Na primeira onda, são reduzidos custos aproveitando a escala proporcionada pela centralização dos processos. Na sequência, a empresa gera savings por operar os processos de forma racionalizada. Por fim, na terceira onda, os ganhos são oriundos da conscientização dos clientes internos quanto à necessidade de maior planejamento para melhor uso dos orçamentos de suas respectivas áreas.

5 Os benefícios listados acima são inegáveis. Porém, as empresas pioneiras, que já percorreram as três ondas já buscam novos desafios para seus centros de serviços. Isso fica explícito ao analisar a área de finanças. Tradicionalmente, os centros de serviços financeiros, também chamados CSCFinance, desempenham papel importante, principalmente na operação dos processos de contas a pagar e contas a receber, que geralmente são transferidos das áreas de negócio. Mas, será que estas unidades atuam de forma decisiva para as prioridades dos diretores financeiros? SUPPLY CHAIN FINANCE: NOVAS PERSPECTIVAS PARA OS CENTROS DE SERVIÇOS FINANCEIROS Pesquisa recente do Instituto de Engenharia de Gestão IEG com 67 executivos financeiros de empresas industriais e de serviços pertencentes a 15 setores da economia mostrou que suas prioridades estão voltadas para a redução de custos de produção e para a melhoria na utilização de capital de giro.

6 Apesar dos dois itens destacados ocuparem o topo da lista de prioridades, a efetiva obtenção dos resultados positivos relacionados não depende exclusivamente de ações dos gestores financeiros. Para uma empresa reduzir seus custos de produção, por exemplo, necessita de melhores processos de planejamento, de melhores compras, de uma operação mais enxuta e de melhor relacionamento junto ao fornecedores. Dos quatro itens citados, apenas o último está sob responsabilidade da área financeira. Adicionalmente, para a melhoria da utilização do capital de giro é necessário um bom trabalho de planejamento de estoques além de processos ágeis e transparentes e bom relacionamento com clientes e fornecedores. Com isso, e considerando apenas o que está sob responsabilidade da área financeira, a nova lista de prioridades pode ser dividida em três grupos: processos, relacionamentos e integração financeira na cadeia de suprimentos, ou seja, com fornecedores, clientes e bancos. Diante dos desdobramentos das prioridades dos diretores financeiros conclui-se que um passo importante para os CSCs mais maduros será, a partir de suas vocações naturais, expandir sua atuação e apoiar a empresa na implantação do conceito de Supply Chain Finance (SCF).

7 Derivado do Supply Chain Management (SCM), o SCF visa elevar a eficiência financeira de cadeias de suprimento resultando na otimização do capital de giro através de instrumentos de financiamento a fornecedores e clientes. Este financiamento pode ser fruto de um produto bancário ou de alternativas relacionadas ao mercado de capitais. Além da otimização de capital de giro, as práticas de SCF podem contribuir para o aumento da visibilidade e transparência do fluxo financeiro, permitindo uma maior liquidez nas transações comerciais, melhorando a previsão do fluxo de caixa e mitigando riscos para os envolvidos na cadeia. Petrobras e FIAT são duas empresas que já começaram a praticar o SCF. A primeira iniciou em 2009 a distribuição pública de cotas seniores da primeira série de emissão do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) de fornecedores da empresa. Atualmente, a empresa tem aproximadamente R$ 600 milhões em créditos concedidos a seus fornecedores visando o desenvolvimento dos mesmos. Já a FIAT, em conjunto com o BDMG, apresentou em 2011 a primeira tranche de R$110 milhões do Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios Cadeias Produtivas de Minas Gerais (FIDC CPMG). Esta modalidade de financiamento vai facilitar o acesso da cadeia de fornecedores ao capital de giro a custos mais competitivos aumentando a força financeira e a performance dos mesmos. Ao todo, mil fornecedores poderão ser beneficiados e a expectativa é de que seja elevada a qualidade nos produtos e que melhores prazos e preços sejam praticados. Apesar dos casos apresentados acima, a adoção de mecanismos como o FIDC ainda é incipiente no Brasil. Entretanto, a comparação abaixo mostra que as empresas com CSC Finance estão mais avançadas na implantação do conceito de SCF.

8 O QUE MUDA NA ATUAÇÃO DO CSC 4.0 E COMO FICAM OS GANHOS? Diferentemente da forma de atuação vista nas ondas anteriores, o CSC 4.0 pressupõe uma participação mais propositiva e envolvidas com os grandes desafios financeiros das unidades de negócio. Em um primeiro momento, espera-se que, de forma proativa, o CSC identifique oportunidades de ganho e fomente o conceito de SCF. Identificadas as oportunidades, o papel do CSC é estruturar o relacionamento dos negócios com fornecedores, clientes e instituições financeiras. A pesquisa do IEG constatou que, na maioria dos casos, as empresas promovem o compartilhamento de informações com clientes e fornecedores. Entretanto, este se dá informalmente, ou seja, nem sempre há o registro do conteúdo compartilhado e a periodicidade da comunicação é irregular. Por fim, aproveitando a habilidade de racionalizar processos, os centros podem eliminar a principal dificuldade declarada pelos gestores financeiros: ter informações em tempo hábil para o planejamento do fluxo de caixa. De acordo com a

9 pesquisa de IEG, as informações mais ausentes estão relacionadas às políticas de crédito a clientes e fornecedores. Apesar de presente no escopo das áreas financeiras, a definição dos limites de crédito raramente está no escopo do CSCFinance, como apresentado na Figura 3. Absorver este processo é uma oportunidade. Com isso, o CSC 4.0 passa a atuar em nível tático e estratégico na organização. Tomando como exemplo a área financeira, o CSCFinance torna-se peça fundamental para a redução de custos operacionais e da necessidade de capital de giro que podem ser traduzidos em ganhos financeiros e não-financeiros não associados aos custos por transação. A tabela abaixo apresenta um resumo da atuação e dos ganhos gerados pelo CSCFinance em cada onda.

10 CONTATO Avenida Nilo Peçanha, 50 - Centro Rio de Janeiro - RJ CEP: /2895

Um olhar sobre a implantação do conceito de integração financeira na cadeia de suprimentos das organizações.

Um olhar sobre a implantação do conceito de integração financeira na cadeia de suprimentos das organizações. Supply Chain Finance 2011 Supply Chain Finance 2011 3 Supply Chain Finance 2011 Um olhar sobre a implantação do conceito de integração financeira na cadeia de suprimentos das organizações. Autor: Vanessa

Leia mais

COMO UM CSC PODE ALAVANCAR FUSÕES E AQUISIÇÕES. Vanessa Saavedra, Manuela Dantas, Maurício Cavalieri e Rafael Pinheiro

COMO UM CSC PODE ALAVANCAR FUSÕES E AQUISIÇÕES. Vanessa Saavedra, Manuela Dantas, Maurício Cavalieri e Rafael Pinheiro COMO UM CSC PODE ALAVANCAR FUSÕES E AQUISIÇÕES Vanessa Saavedra, Manuela Dantas, Maurício Cavalieri e Rafael Pinheiro Fusão e aquisição (F&A) são termos, por vezes, tratados como sinônimos. Entretanto,

Leia mais

Como um CSC pode alavancar Fusões e Aquisições

Como um CSC pode alavancar Fusões e Aquisições Como um CSC pode alavancar Fusões e Aquisições Supply Chain Finance 2011 3 Como um CSC pode alavancar Fusões e Aquisições Autores: Vanessa Saavedra/ Manuela Dantas/ Maurício Cavalieri/ Rafael Pinheiro

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

Política de Logística de Suprimento

Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

COMO EXPLORAR OS BENEFÍCIOS DOS INDICADORES DE DESEMPENHO NA GESTÃO DE UM CSC. Lara Pessanha e Vanessa Saavedra

COMO EXPLORAR OS BENEFÍCIOS DOS INDICADORES DE DESEMPENHO NA GESTÃO DE UM CSC. Lara Pessanha e Vanessa Saavedra COMO EXPLORAR OS BENEFÍCIOS DOS INDICADORES DE DESEMPENHO NA GESTÃO DE UM CSC Lara Pessanha e Vanessa Saavedra A utilização de indicadores de desempenho é uma prática benéfica para todo e qualquer tipo

Leia mais

BPM e o Modelo de Gestão NeoGrid. Out/2013

BPM e o Modelo de Gestão NeoGrid. Out/2013 BPM e o Modelo de Gestão NeoGrid Out/2013 QUEM SOMOS? Uma multinacional brasileira presente em cinco continentes, provendo soluções para a sincronização da cadeia de suprimentos São mais de empresas gerenciando

Leia mais

Maximize o desempenho das suas instalações. Gerenciamento Integrado de Facilities - Brasil

Maximize o desempenho das suas instalações. Gerenciamento Integrado de Facilities - Brasil Maximize o desempenho das suas instalações Gerenciamento Integrado de Facilities - Brasil Sua empresa oferece um ambiente de trabalho com instalações eficientes e de qualidade? Como você consegue otimizar

Leia mais

As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012

As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012 As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012 Universo TOTVS Fundada em 1983 6ª maior empresa de software (ERP) do mundo Líder em Software no Brasil e

Leia mais

Gestão estratégica em finanças

Gestão estratégica em finanças Gestão estratégica em finanças Resulta Consultoria Empresarial Gestão de custos e maximização de resultados A nova realidade do mercado tem feito com que as empresas contratem serviços especializados pelo

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TI ITIL v2 Módulo 1 Conceitos básicos

Gerenciamento de Serviços de TI ITIL v2 Módulo 1 Conceitos básicos Gerenciamento de Serviços de TI ITIL v2 Módulo 1 Conceitos básicos Referência: An Introductory Overview of ITIL v2 Livros ITIL v2 Cenário de TI nas organizações Aumento da dependência da TI para alcance

Leia mais

Planejamento Integrado da Cadeia de Cimento

Planejamento Integrado da Cadeia de Cimento 01 SISTEMA ANALÍTICO DE PLANEJAMENTO QUE PERMITE OTIMIZAR O ATENDIMENTO DAS DEMANDAS, A PRODUÇÃO DE CIMENTO E SUPRIMENTO DE INSUMOS, MAXIMIZANDO A MARGEM DE CONTRI- BUIÇÃO DA OPERAÇÃO O CILO É uma ferramenta

Leia mais

MECANISMOS PARA GOVERNANÇA DE T.I. IMPLEMENTAÇÃO DA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

MECANISMOS PARA GOVERNANÇA DE T.I. IMPLEMENTAÇÃO DA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza MECANISMOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DA GOVERNANÇA DE T.I. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza CICLO DA GOVERNANÇA DE TI O CICLO DA GOVERNANÇA DE TI O Ciclo da Governança de T.I. ALINHAMENTO

Leia mais

Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás. Projeto IV.11

Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás. Projeto IV.11 Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás Projeto IV.11 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas do Sistema Eletrobrás, através da integração da logística de suprimento

Leia mais

Diretoria de Informática TCE/RN 2012 PDTI PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Brivaldo Marinho - Consultor. Versão 1.0

Diretoria de Informática TCE/RN 2012 PDTI PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Brivaldo Marinho - Consultor. Versão 1.0 TCE/RN 2012 PDTI PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Brivaldo Marinho - Consultor Versão 1.0 CONTROLE DA DOCUMENTAÇÃO Elaboração Consultor Aprovação Diretoria de Informática Referência do Produto

Leia mais

Visão estratégica para compras

Visão estratégica para compras Visão estratégica para compras FogStock?Thinkstock 40 KPMG Business Magazine Mudanças de cenário exigem reposicionamento do setor de suprimentos O perfil do departamento de suprimentos das empresas não

Leia mais

Aula 2º bim. GEBD dia16/10

Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Compras e Manufatura (produção) O ciclo de compras liga uma organização a seus fornecedores. O ciclo de manufatura envolve a logística de apoio à produção. O ciclo de atendimento

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial. Prof. Dr. Adilson de Oliveira Computer Engineering Ph.D Project Management Professional (PMP)

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial. Prof. Dr. Adilson de Oliveira Computer Engineering Ph.D Project Management Professional (PMP) Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Prof. Dr. Adilson de Oliveira Computer Engineering Ph.D Project Management Professional (PMP) Evolução da TI nas Organizações Estágios de Evolução da TI nas Organizações

Leia mais

Utilizando o CobiT e o Balanced Scorecard como instrumentos para o. Gerenciamento de Níveis de Serviço

Utilizando o CobiT e o Balanced Scorecard como instrumentos para o. Gerenciamento de Níveis de Serviço Utilizando o CobiT e o Balanced Scorecard como instrumentos para o Gerenciamento de Níveis de Serviço Win Van Grembergen, http://www/isaca.org Tradução de Fátima Pires (fatima@ccuec.unicamp.br) Na economia

Leia mais

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014 Resumo Introdução O Comércio Eletrônico é um dos aspectos relevantes no ambiente empresarial atual e tem recebido atenção especial das empresas nos últimos anos, primeiro por ser considerado como uma grande

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

Sistemas de Produção. Administração de Compras. José Roberto de Barros Filho

Sistemas de Produção. Administração de Compras. José Roberto de Barros Filho Sistemas de Produção Administração de Compras José Roberto de Barros Filho Compras e o Planejamento e Controle da Produção Planejamento da Produção nos 3 níveis Planejamento Estratégico da Produção Departamento

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

MBA em Gestão Integrada de Marketing, Operações e Logística

MBA em Gestão Integrada de Marketing, Operações e Logística MBA em Gestão Integrada de Marketing, Operações e Logística Público - alvo Indicado para profissionais que atuam nas áreas de operações, logística e marketing e que precisem desenvolver atuação integrada

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão da Produção e Logística tem por objetivo fornecer

Leia mais

Tecnologia da Informac aõ como aliada. PETRUS, Abril 2014

Tecnologia da Informac aõ como aliada. PETRUS, Abril 2014 Tecnologia da Informac aõ como aliada PETRUS, Abril 2014 Evolução da TI 60 70 80 90 A Era do Processamento de Dados A Era dos Sistemas de Informações A Era da Inovação e Vantagem Competitiva A Era da Integração

Leia mais

Centros de Serviços Compartilhados

Centros de Serviços Compartilhados Centros de Serviços Compartilhados Tendências em um modelo de gestão cada vez mais comum nas organizações Uma pesquisa inédita com empresas que atuam no Brasil Os desafios de compartilhar A competitividade

Leia mais

O Supply Chain Evoluiu?

O Supply Chain Evoluiu? O Supply Chain Evoluiu? Apresentação - 24º Simpósio de Supply Chain & Logística 0 A percepção de estagnação do Supply Chain influenciada pela volatilidade do ambiente econômico nos motivou a entender sua

Leia mais

Logística empresarial

Logística empresarial 1 Logística empresarial 2 Logística é um conceito relativamente novo, apesar de que todas as empresas sempre desenvolveram atividades de suprimento, transporte, estocagem e distribuição de produtos. melhor

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

ITIL na Prática. Quais são os fatores críticos de sucesso para obter valor a partir de um Service Desk? Conhecimento em Tecnologia da Informação

ITIL na Prática. Quais são os fatores críticos de sucesso para obter valor a partir de um Service Desk? Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação ITIL na Prática Quais são os fatores críticos de sucesso para obter valor a partir de um Service Desk? Conhecimento em Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

Gestão de Fornecedores

Gestão de Fornecedores Treinamento Presencial: Gestão de Fornecedores Data: 20 de Maio de 2015 Carga horária: 8 horas Local: São Paulo/ SP Procurement Business School Quem somos: Procurement Business School é a mais completa

Leia mais

Preenchendo a lacuna entre o autoatendimento e o atendimento assistido

Preenchendo a lacuna entre o autoatendimento e o atendimento assistido Folheto do produto Genesys Chat Preenchendo a lacuna entre o autoatendimento e o atendimento assistido Hoje os clientes querem e esperam opções de autoatendimento quando participam de vendas on-line e

Leia mais

Artigo publicado. na edição 17. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. julho e agosto de 2010

Artigo publicado. na edição 17. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. julho e agosto de 2010 Artigo publicado na edição 17 Assine a revista através do nosso site julho e agosto de 2010 www.revistamundologistica.com.br :: artigo 2010 Práticas Logísticas Um olhar sobre as principais práticas logísticas

Leia mais

agility made possible

agility made possible RESUMO DA SOLUÇÃO DO PARCEIRO Soluções de garantia do serviço da CA Technologies você está ajudando seus clientes a desenvolver soluções de gerenciamento da TI para garantir a qualidade do serviço e a

Leia mais

E-business - como as empresas usam os sistemas de informação. Administração de Sistema de Informação I

E-business - como as empresas usam os sistemas de informação. Administração de Sistema de Informação I E-business - como as empresas usam os sistemas de informação Administração de Sistema de Informação I Supply Chain Management - Cadeia de suprimento Sistemas de Gerenciamento de Cadeia de Suprimentos Os

Leia mais

SOLMIX Consultoria Empresarial - Fone: 011 99487 7751

SOLMIX Consultoria Empresarial - Fone: 011 99487 7751 Objetivos Nosso Objetivo é Colocar a disposição das empresas, toda nossa Experiência Profissional e metodologia moderna, dinâmica e participativa, para detectar as causas sintomáticas e seus efeitos. Realizar

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1

Introdução e Planejamento Cap. 1 BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@fae.br L

Leia mais

Gestão em Nó de Rede Logística

Gestão em Nó de Rede Logística Gestão em Nó de Rede Logística Armando Oscar Cavanha Filho Com o crescimento das atividades de uma empresa e a sua multiplicação horizontal, ou seja, a repetição de processos semelhantes em diversos pontos

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

Objetivo. Utilidade Lugar. Utilidade Momento. Satisfação do Cliente. Utilidade Posse

Objetivo. Utilidade Lugar. Utilidade Momento. Satisfação do Cliente. Utilidade Posse Supply chain- cadeia de suprimentos ou de abastecimentos Professor: Nei Muchuelo Objetivo Utilidade Lugar Utilidade Momento Satisfação do Cliente Utilidade Posse Satisfação do Cliente Satisfação do Cliente

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS IS/TI

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS IS/TI COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS IS/TI DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência se necessário.

Leia mais

Habilitando um Centro de Serviços Compartilhados através do SAP NetWeaver BPM

Habilitando um Centro de Serviços Compartilhados através do SAP NetWeaver BPM Habilitando um Centro de Serviços Compartilhados através do SAP NetWeaver BPM SAP FORUM BRASIL GRUPO ARG Daniel Brito Faria Maciel daniel.maciel@grupoarg.com Antônio de Pádua Pereira antonio.pereira@grupoarg.com

Leia mais

Planejamento Econômico-Financeiro

Planejamento Econômico-Financeiro Planejamento Econômico-Financeiro São Paulo, Junho de 2011 Esse documento é de autoria da E Cunha Consultoria. A reprodução deste documento é permitida desde que citadas as fontes e a autoria do estudo.

Leia mais

Antes de começar... Perguntas no final da apresentação. Tempo de duração: 30' Celular no modo silencioso

Antes de começar... Perguntas no final da apresentação. Tempo de duração: 30' Celular no modo silencioso Antes de começar... Celular no modo silencioso Tempo de duração: 30' Perguntas no final da apresentação Jornada Excelência e Eficiência Operacional Seja Lean: diga não ao desperdício Planejament o preciso:

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE MATURIDADE

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE MATURIDADE MMGP Darci Prado QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DE MATURIDADE Extraído do Livro "Maturidade em Gerenciamento de Projetos" - 1ª Edição Versão do Modelo 1..0-01/Fev/008 - Editora INDG-Tecs - 008 WWW.MATURITYRESEARCH.COM

Leia mais

CEA439 - Gestão da Tecnologia da Informação

CEA439 - Gestão da Tecnologia da Informação CEA439 - Gestão da Tecnologia da Informação Janniele Aparecida Como uma empresa consegue administrar toda a informação presente nesses sistemas? Não fica caro manter tantos sistemas diferentes? Como os

Leia mais

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Conceitos de Governança de TI Fatores motivadores das mudanças Evolução da Gestão de TI Ciclo da Governança

Leia mais

Rede. Rede. Informação. Infraestrutura. Gerenciamento. Controle. Visão. Ação. Confiabilidade. Informação. Expertise. Rede. Visão. Rede.

Rede. Rede. Informação. Infraestrutura. Gerenciamento. Controle. Visão. Ação. Confiabilidade. Informação. Expertise. Rede. Visão. Rede. Gerenciamento Expertise Expertise Expertise Expertise A OpServices é uma empresa focada no desenvolvimento de soluções de governança de TI, monitoração de processos de negócios e de infraestrutura de TI.

Leia mais

A TCI BPO. Nossos diferenciais competitivos:

A TCI BPO. Nossos diferenciais competitivos: Recursos Naturais A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores competências e

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Leia mais

Gestão de Contextos Visão Calandra Soluções sobre Gestão da Informação em Contextos White Paper

Gestão de Contextos Visão Calandra Soluções sobre Gestão da Informação em Contextos White Paper Gestão de Contextos Visão Calandra Soluções sobre Gestão da Informação em Contextos White Paper ÍNDICE ÍNDICE...2 RESUMO EXECUTIVO...3 O PROBLEMA...4 ILHAS DE INFORMAÇÃO...4 ESTRUTURA FRAGMENTADA VS. ESTRUTURA

Leia mais

a WZ é uma empresa de consultoria em logística que surgiu para melhorar e oferecer soluções simples e inteligentes.

a WZ é uma empresa de consultoria em logística que surgiu para melhorar e oferecer soluções simples e inteligentes. EMPRESA CRIADA EM 2007, a WZ é uma empresa de consultoria em logística que surgiu para melhorar e oferecer soluções simples e inteligentes. Além de fazer um diagnóstico e sugerir recomendações, a WZ acredita

Leia mais

MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA.

MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA. MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA. SANKHYA. A nova geração de ERP Inteligente. Atuando no mercado brasileiro desde 1989 e alicerçada pelos seus valores e princípios,

Leia mais

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa ACESSE Informações corporativas a partir de qualquer ponto de Internet baseado na configuração

Leia mais

agility made possible

agility made possible RESUMO DA SOLUÇÃO Gerenciamento da infraestrutura convergente da CA Technologies Como posso fornecer serviços inovadores ao cliente com uma infraestrutura cada vez mais complexa e convergente? E com gerenciamento

Leia mais

Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA. Levantamento da Gestão de TIC

Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA. Levantamento da Gestão de TIC Relatório de Consultoria PD.33.10.83A.0080A/RT-05-AA Levantamento da Gestão de TIC Cotação: 23424/09 Cliente: PRODABEL Contato: Carlos Bizzoto E-mail: cbizz@pbh.gov.br Endereço: Avenida Presidente Carlos

Leia mais

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza Prova 1 09 de Maio de 2013 Nome: 1ª QUESTÃO (1,0) Segundo os dados divulgados pela ood and Agriculture Organization (AO, 2011) sobre as exportações brasileiras, em

Leia mais

Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília Fortaleza

Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília Fortaleza Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília Fortaleza Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília Fortaleza EVOLUÇÃO NO MODELO DE GESTÃO ATRAVÉS DA VISÃO POR PROCESSOS NA COMPANHIA SIDERÚRGICA

Leia mais

15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor

15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor Gestão e Governança de TI Modelo de Governança em TI Prof. Marcel Santos Silva PMI (2013), a gestão de portfólio é: uma coleção de projetos e/ou programas e outros trabalhos que são agrupados para facilitar

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Coordenação Acadêmica: Prof. Jamil Moysés Filho OBJETIVO: Ao final do Curso, o aluno será capaz de: Conhecer

Leia mais

Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação. Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região

Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação. Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região Plano Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicação Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região Dezembro/2010 2 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Missão: Prover soluções efetivas de tecnologia

Leia mais

Pesquisa sobre: Panorama da Gestão de Estoques

Pesquisa sobre: Panorama da Gestão de Estoques Pesquisa sobre: Panorama da Gestão de Estoques Uma boa gestão de estoques comprova sua importância independente do segmento em questão. Seja ele comércio, indústria ou serviços, o profissional que gerencia

Leia mais

A WZ É UMA EMPRESA EMPRESA

A WZ É UMA EMPRESA EMPRESA EMPRESA A WZ É UMA EMPRESA de consultoria em logística formada por profissionais com ampla experiência de mercado e oriundos de empresas dos setores varejista, atacadista, distribuidores e industrias.

Leia mais

Itaú BBA protege operações e transações financeiras com soluções CA Service Assurance

Itaú BBA protege operações e transações financeiras com soluções CA Service Assurance CUSTOMER SUCCESS STORY Itaú BBA protege operações e transações financeiras com soluções CA Service Assurance PERFIL DO CLIENTE Indústria: Serviços Financeiros Companhia: Itaú BBA Grupo Itaú Unibanco Empregados:

Leia mais

Project and Portfolio Management [PPM] Sustainable value creation.

Project and Portfolio Management [PPM] Sustainable value creation. Project and Portfolio Management [PPM] Sustainable value creation. O SoftExpert PPM Suite é a solução mais robusta, funcional e fácil para priorizar, planejar, gerenciar e executar projetos, portfólios

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Introdução histórica a Administração de Materiais. Prof. Vianir André Behnem

Introdução histórica a Administração de Materiais. Prof. Vianir André Behnem Introdução histórica a Administração de Materiais Prof. Vianir André Behnem Origem - A origem da logística surge cerca de 10.000 AC; - Cerca de 6.000 anos, as civilizações da Mesopotâmia e do Egito já

Leia mais

Inteligência Estratégica em Compras Pesquisa Exploratória - 2010

Inteligência Estratégica em Compras Pesquisa Exploratória - 2010 Inteligência Estratégica em Compras Pesquisa Exploratória - 2010 Arlete Nogueira de Almeida Administradora habilitada em Comércio Exterior Especialização em Processos de Gestão da Informação Compras e

Leia mais

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5.1 Conceitos e definições do supply chain management O conceito ou definição do SCM é algo recente na literatura especializada, datado mais precisamente da metade

Leia mais

4. As novas tecnologias

4. As novas tecnologias 4. As novas tecnologias É evidente que estamos em uma nova fase do desenvolvimento humano, que deve ser chamada Era da Informação. Não porque nas eras anteriores a informação deixasse de desempenhar seu

Leia mais

IBM Software IBM Business Process Manager Simples e Poderoso

IBM Software IBM Business Process Manager Simples e Poderoso IBM Software IBM Business Process Manager Simples e Poderoso Uma única plataforma BPM que oferece total visibilidade e gerenciamento de seus processos de negócios 2 IBM Business Process Manager Simples

Leia mais

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes.

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes. Logística Empresarial Aula 6 Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II Prof. Me. John Jackson Buettgen Contextualização Conceitos Importantes Fluxos logísticos É o movimento ou

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DO SUPRIMENTO E O IMPACTO NO DESEMPENHO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS CENTRO DE SERVIÇOS COMPARTILHADOS: PRINCIPAIS CONCEITOS E PRÁTICAS

GESTÃO ESTRATÉGICA DO SUPRIMENTO E O IMPACTO NO DESEMPENHO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS CENTRO DE SERVIÇOS COMPARTILHADOS: PRINCIPAIS CONCEITOS E PRÁTICAS GESTÃO ESTRATÉGICA DO SUPRIMENTO E O IMPACTO NO DESEMPENHO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS CENTRO DE SERVIÇOS COMPARTILHADOS: PRINCIPAIS CONCEITOS E PRÁTICAS Samir Lótfi, Maria Clara Castro, Victor Vianna Gomes

Leia mais

DIMENSÃO MUDANÇAS CLIMÁTICAS

DIMENSÃO MUDANÇAS CLIMÁTICAS DIMENSÃO MUDANÇAS CLIMÁTICAS CONTEÚDO CRITÉRIO I - POLÍTICA... 2 INDICADOR 1: COMPROMISSO, ABRANGÊNCIA E DIVULGAÇÃO... 2 CRITÉRIO II GESTÃO... 3 INDICADOR 2: RESPONSABILIDADES... 3 INDICADOR 3: PLANEJAMENTO/GESTÃO

Leia mais

PANORAMA DA GESTÃO DE COMPRAS E SUPRIMENTOS NAS EMPRESAS INDUSTRIAIS BRASILEIRAS

PANORAMA DA GESTÃO DE COMPRAS E SUPRIMENTOS NAS EMPRESAS INDUSTRIAIS BRASILEIRAS PANORAMA DA GESTÃO DE COMPRAS E SUPRIMENTOS NAS EMPRESAS INDUSTRIAIS BRASILEIRAS A década de 90 experimentou o emergir da importância do conceito de Supply Chain Management (SCM) ou Gerenciamento da Cadeia

Leia mais

STINAÇÃO DA FERRAMENTA YOU 24H E SEUS SERVIÇOS E/OU PRODUTOS

STINAÇÃO DA FERRAMENTA YOU 24H E SEUS SERVIÇOS E/OU PRODUTOS A FERRAMENTA/WEBSITE YOU 24h é composta por várias páginas web, em HTML e outras codificações, operadas por YOU 24h Tecnologia Ltda., pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ sob o nº 14.994.971/0001-09,

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Uma visão abrangente dos negócios. Solução para superar barreiras e otimizar recursos na sua empresa

Uma visão abrangente dos negócios. Solução para superar barreiras e otimizar recursos na sua empresa Uma visão abrangente dos negócios Solução para superar barreiras e otimizar recursos na sua empresa Negócios sem barreiras O fenômeno da globalização tornou o mercado mais interconectado e rico em oportunidades.

Leia mais

Classificações dos SIs

Classificações dos SIs Classificações dos SIs Sandro da Silva dos Santos sandro.silva@sociesc.com.br Classificações dos SIs Classificações dos sistemas de informação Diversos tipo de classificações Por amplitude de suporte Por

Leia mais

Sistemas de Informações

Sistemas de Informações Sistemas de Informações Prof. Marco Pozam- mpozam@gmail.com A U L A 0 5 Ementa da disciplina Sistemas de Informações Gerenciais: Conceitos e Operacionalização. Suporte ao processo decisório. ERP Sistemas

Leia mais

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting Soluções personalizadas para acelerar o crescimento do seu negócio Estratégia Operacional Projeto e Otimização de Redes Processos de Integração Eficácia

Leia mais

Organização Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística

Organização Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística Organização Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística - TLO 2005/1 Organização Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Logística 1 DADOS LEGAIS: Reconhecido pela Portaria MEC 134 de

Leia mais

Divulgações sobre o envolvimento em entidades estruturadas

Divulgações sobre o envolvimento em entidades estruturadas CONTABILIDADE EM DESTAQUE Outubro de 2015 Edição: 001/15 Divulgações sobre o envolvimento em entidades estruturadas Esta edição da Contabilidade em Destaque tem como objetivo explicar mais profundamente

Leia mais

Projetos Seis Sigma em áreas Transacionais e Empresas Prestadoras de Serviços

Projetos Seis Sigma em áreas Transacionais e Empresas Prestadoras de Serviços Projetos Seis Sigma em áreas Transacionais e Empresas Prestadoras de Serviços Alberto Pezeiro pezeiro@setadg.com.br F. (19) 3707-1535 M. (11) 9939-4079 1 Agosto de 2007 Objetivo : Apresentar aos participantes

Leia mais

Como e quando o CSC deve adotar o BPO. Equipe IEG/GESC

Como e quando o CSC deve adotar o BPO. Equipe IEG/GESC Como e quando o CSC deve adotar o BPO Equipe IEG/GESC O crescente número de empresas com Centro de Serviços Compartilhados (CSCs) no Brasil vem permitindo a criação de grupos de discussão com foco na troca

Leia mais

Diretoria de Cartões CARTÃO DE PAGAMENTO DEFESA CIVIL

Diretoria de Cartões CARTÃO DE PAGAMENTO DEFESA CIVIL CARTÃO DE PAGAMENTO DEFESA CIVIL CARTÃO DE PAGAMENTO DE DEFESA CIVIL Por meio do Cartão de Pagamento de Defesa Civil, o Governo Federal repassa os recursos para os estados e municípios de forma ágil, segura

Leia mais

Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas de ERP Enterprise Resource Planning Pacote de ferramentas que integram toda a empresa, a grande vantagem é que os dados

Leia mais

Como navegar no ciclo das Commodities de Petróleo. 10 Ações Estratégicas para Companhias Nacionais de Petróleo

Como navegar no ciclo das Commodities de Petróleo. 10 Ações Estratégicas para Companhias Nacionais de Petróleo Como navegar no ciclo das Commodities de Petróleo 10 Ações Estratégicas para Companhias Nacionais de Petróleo 10 Ações para Companhias Nacionais de Petróleo As Companhias Nacionais de Petróleo (NOCs) têm

Leia mais

GESTÃO DE T.I. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com

GESTÃO DE T.I. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com GESTÃO DE T.I. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com Conceito Com base nas definições podemos concluir que: Governança de de TI TI busca o compartilhamento de de decisões de de TI TI com os os demais dirigentes

Leia mais

Tecnologia da Informação: Otimizando Produtividade e Manutenção Industrial

Tecnologia da Informação: Otimizando Produtividade e Manutenção Industrial Tecnologia da Informação: Otimizando Produtividade e Manutenção Industrial Por Christian Vieira, engenheiro de aplicações para a América Latina da GE Fanuc Intelligent Platforms, unidade da GE Enterprise

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu. Gestão e Tecnologia da Informação

PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu. Gestão e Tecnologia da Informação IETEC - INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu Gestão e Tecnologia da Informação BAM: Analisando Negócios e Serviços em Tempo Real Daniel Leôncio Domingos Fernando Silva Guimarães Resumo

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DE AQUISIÇÕES (SIGA): TRANSFORMAÇÃO DA LOGÍSTICA DE

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DE AQUISIÇÕES (SIGA): TRANSFORMAÇÃO DA LOGÍSTICA DE III Congresso Consad de Gestão Pública SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DE AQUISIÇÕES (SIGA): TRANSFORMAÇÃO DA LOGÍSTICA DE SUPRIMENTOS NO GOVERNO DO RIO DE JANEIRO Marcel Pacano Marco Tulio Marçal Pinto Fabio

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Função: Operação da Cadeia de materiais. 1.1 Identificar princípios da organização da área de materiais.

Função: Operação da Cadeia de materiais. 1.1 Identificar princípios da organização da área de materiais. MÓDULO II Qualificação Técnica de Nível Médio ASSISTENTE DE LOGÍSTICA II.1 Gestão de Recursos e Materiais Função: Operação da Cadeia de materiais 1. Contextualizar a importância da Administração de materiais

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS ...

ORIENTAÇÕES GERAIS ... ORIENTAÇÕES GERAIS O Projeto de viabilidade econômico-financeira será solicitado, a critério do Banco, de acordo com as características do investimento, finalidade do projeto, tipo de segmento de mercado,

Leia mais

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Janeiro 2011 Exclusivamente para empresas de médio porte Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Relatório para o Brasil Panorama global: Pesquisa com 2.112 líderes do mercado de

Leia mais