DESDE 1979 TRABALHANDO COM RECICLAGEM EM BENEFICIO DO PLANETA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DESDE 1979 TRABALHANDO COM RECICLAGEM EM BENEFICIO DO PLANETA"

Transcrição

1 1

2 UM PROCESSO INEDITO QUE TRANSFORMA O LIXO EM PRODUTO LUCRATIVO, ELIMINANDO ATERROS SANITARIOS ou LIXÕES. 2 NESTE PROCESSO, RECICLA-SE TODO O LIXO, INCLUSIVE TODO O MATERIAL ORGANICO, NÃO RESTANDO ABSOLUTAMENTE NADA. NESTE CONTEXTO, DEIXA DE EXISTIR O TÃO FALADO CHORUME PROJETO POR NÓS DESEVOLVIDO E PATENTEADO, NÃO GERANDO QUALQUER AGRESSÃO AO MEIO AMBIENTE. LAUDO DE CERTIFICAÇÃO TECNICA EMITIDO PELA UNESP (Universidade de São Paulo Campus de Botucatu)

3 Apresentamos ao mercado nacional e internacional, um processo que apresenta uma solução tecnicamente viável, que resolve os problemas gerados pelos Resíduos Sólidos Urbanos. O SISTEMA Este sistema consiste em uma Usina de Reciclagem de Lixo, onde se beneficiará todo o lixo coletado nas cidades, retirando-se dele todos os materiais recicláveis e dando destinação ao material orgânico. Neste ponto é que o nosso sistema difere de tudo aquilo que já se viu antes, pois, através de uma reação química, o material orgânico se transforma em um pó, que a priori, encontramos duas destinações louváveis, além da eliminação total de lixões ou aterros sanitários Pode ser usado com substituto do cimento, em fabricação de artefatos de concreto, tais como blocos, lajotas, ladrilhos, sarjetas e etc, em uma proporção de 40% de pó para 60% de cimento. Em testes efetuados com blocos de concreto, os mesmos apresentaram uma resistência mecânica maior que os blocos convencionais e temos laudos comprobatórios desta analise. Fizemos já parceria com a UNESP-São Carlos que esta estudando novas aplicações deste pó nesta mesma área de construção civil Já foi comprovado pela UNESP-Botucatu, a aplicação deste pó como corretivo de solo enriquecido, devido ao seu alto poder de reconstituição de solo. Esta mesma Universidade, através de uma parceria com o SEBRAE-SP, forneceu-nos um LAUDO DE CERTIFICAÇÃO TECNICA de que o processo é viável, podendo ser implantado em qualquer cidade. 3 Além destas aplicações mencionadas, estamos desenvolvendo outras alternativas de aplicações para este pó gerado nas usinas. Estamos estudando a implantação deste processo para tratamento de lodo de Estações de Tratamento de Esgotos (ETE). Estes resíduos normalmente são encaminhados a Aterros Sanitários sem qualquer cuidado diferenciado.

4 Para todos os casos, temos laudo laboratorial emitido por entidade credenciado pelo INMETRO e conseqüentemente aceito pela CETESB-SP, como também pela UINESP-Jaboticabal-SP e UNESP-Botucatu-SP Este sistema, devido á sua flexibilidade de projeto, pode ser implantado em qualquer cidade, pois para cada uma delas, é necessário o desenvolvimento de um projeto próprio, obedecendo as peculiaridades de cada uma destas cidades. Conseqüentemente, os seus custos de implantação e funcionamento variam de acordo com a quantidade de lixo gerado em cada uma delas. 4 Não há, neste processo, geração de chorume, pois o mesmo será tratado e se transformará também em pó. Graças a isso, não há a mínima possibilidade de contaminação do meio ambiente através dele. Todo o material liquido gerado no processo, por força da trituração dos resíduos orgânicos, é direcionado à uma caixa de recepção, onde é misturado com algum tipo de matéria orgânica seca (serragem, esterco e etc) para se transformar em uma massa que, quando saturada, será levada ao Reator para a transformação química em pó utilizável. Os projetos específicos para cada cidade são desenvolvidos por nós, como também a implantação, funcionamento, gestão e treinamento que ficará a nosso cargo, sendo que os valores referentes a estes itens, definidos dentro do projeto, obedecendo as necessidades e interesses de cada cliente Contemplaremos também, a critério do cliente, unidades de Trituração, Lavagem e Secagem de plásticos em geral, apresentando uma mais valia aos preços dos reciclados coletados, aumentando consideravelmente seu preço de venda. Da mesma forma, pode-se incluir também uma fabrica de artefatos de concreto para produzir blocos, lajotas ou ladrilhos que poderão ser consumidos em obras publicas dentro do próprio município, se for o caso. A obtenção da Licença de Implantação e da Licença de Operação, são de responsabilidade do cliente. Também é de responsabilidade de cada cliente, as obras de construção civil, hidráulica e elétrica para implantação

5 de cada projeto. Porem, este trabalho será desenvolvido paralelamente com a nossa Engenharia Mecânica, no sentido de melhor apresentar um resultado final Dispomos, em nossa fabrica, de uma maquete funcional onde podemos atestar a veracidade dos históricos apresentados, além de dispormos dos laudos laboratoriais que corroboram estas declarações. 5 BENEFICIOS AMBIENTAIS DESTE PROCESSO Não há incineração, portanto não há existência de chaminés ou poluição visual e ambiental Não há geração de gases poluentes como dioxinas ou qualquer outro material tóxico Não há desperdícios de qualquer natureza, pois todos os materiais são reaproveitáveis Não há geração de chorume Não há geração de descartes, tais como cinzas ou outro material Geração de inúmeros empregos diretos, com pessoas retiradas do trabalho informal

6 Utilizando este sistema, Todo o lixo orgânico vira pó. 6 Blocos fabricados com o pó do lixo orgânico. Resistência 50% maior que o bloco convencional

7 7 LAJOTAS SEXTAVADAS DE CONCRETO, FABRICADAS COM PÓ DO LIXO. Veja nosso vídeo

8 FLUXOGRAMA DO PROCESSO 8

9 MEMORIAL DESCRITIVO DE MAQUINAS 1. MOEGA RECEPTORA: Recipiente metálico, fabricado em aço carbono, com chapas e perfis devidamente dimensionados para suportar a ação a que se propõe, a qual possui uma esteira metálica (redler) em seu fundo e outra em inclinação, que serve para transportar o lixo coletado e descarregado pelos caminhões de uma extremidade à outra da moega, movido por moto-redutor acoplado a inversor de freqüência; 2. GUINCHO HIDRAULICO: Instalado ao lado da moega, na parte central da mesma, com garras sucateiras, que serve para retirada de algum objeto impróprio ou para soltar o lixo que estiver muito compactado, acionado por motor trifásico; 3. DESAGREGADOR DE LIXO: Cilindro metálico sextavado, fabricado em aço carbono, com chapas e perfis devidamente dimensionados para suportar a ação a que se propõe, que serve para soltar o lixo coletado pelos caminhões, deixando-os separados para facilitar a posterior separação na esteira de seleção. Assentado sobre rodas com pneus de borracha e acionado por moto redutor acoplado a inversor de freqüência; 4. ESTEIRA DE SELEÇÃO: Esteira de seleção de materiais, onde serão retirados todos os materiais recicláveis, dando o destino adequado a cada um, de acordo com sua característica; assentada sobre plataforma metálica com guarda corpo de operador e dotada de tubos receptores de reciclados ao lado de cada operador, com passadeira de material apropriado a lixo de uma maneira geral e movida por moto redutor acoplado a inversor de freqüência. Dispõe também de um rolete magnético em sua extremidade para impedir a passagem de componentes metálicos que porventura não tenham sido observados na seleção. 5. MOINHO TRITURADOR: Maquina própria para moer o material orgânico que sobrou na esteira de seleção, preparando-o apropriadamente para receber a reação química posteriormente. Acionado por moto redutor com sistema de reversão para destravamento 9

10 6. ESTEIRA OU ROSCA ALIMENTADORA: Maquina utilizada para receber o composto orgânico do moinho triturador e transportá-lo até ao REATOR; 7. ESTEIRA DE TRANSFERENCIA: Esteira que controla a alimentação dos Reatores, de acordo com o peso inserido em cada um deles 8. REATOR: Maquina por nós desenvolvida e com patente solicitada, que serve para misturar e homogeneizar os produtos químicos com o material orgânico. Com fechamentos hidro-pneumaticos e automatizados. Nele se processa a reação isotérmica, com natural elevação de temperatura. Totalmente blindada. Acionada por motos redutores. No processo são colocadas tantas maquinas quanto sejam necessárias ao bom andamento da usina. Dispõe também de células de peso para controlar a quantidade de orgânico a ser inserida na maquina. 9. ESTEIRA OU ROSCA ALIMENTADORA: Maquina utilizada para receber o composto orgânico já processado no REATOR e transportálo até às caçambas de transporte; 10. SILOS METALICOS: Recipientes para receber e distribuir os produtos químicos aos REATORES 11. ESTEIRA OU ROSCA ALIMENTADORA: Maquina utilizada para transportar o composto orgânico já processado e seco ao MICRONIZADOS transformando-o em pó; 12. PENEIRA VIBRATORIA: Apropriada na preparação do pó, deixando-o livre de qualquer partícula indesejável. 13. PRENSA ENFARDADEIRA VERTICAL: Utilizada na preparação comercial dos papeis e plásticos para enfardamento 14. PRENSA ENFARDADEIRA HORIZONTAL: Utilizada na preparação comercial dos metais ferrosos ou não para enfardamento 15. TRITURADOR DE VIDROS: Maquina utilizada para redução e adequação de vidros para atender as necessidades comerciais 10 OPCIONAIS 1. Sistema de Trituração, Lavagem e Secagem de plásticos, tais como PET, PVC, PP ou PE 2. Fabrica de artefatos de concreto utilizando o pó produzido

11 Para qualquer outra informação que se tornar necessária, estamos a inteira disposição dos interessados. Jerônimo Flausino de Paula Diretor Tecnico Cel

SEPARAÇÃO E PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS

SEPARAÇÃO E PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS SEPARAÇÃO E PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS Planejamento e Gestão de Resíduos Especificações para reuso USO/APLICAÇÃO Reuso Direto Matéria prima para remanufatura reprocessamento e EXEMPLOS Tábuas, pranchas

Leia mais

SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E MONTAGENS DE EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS

SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E MONTAGENS DE EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E MONTAGENS DE EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS A garante a qualidade máxima do produto que fabrica garantido pelas normas internacionais. Oferece, além disso, uma equipe de profissionais

Leia mais

GERENCIAMENTO DO RESÍDUO DE PVC

GERENCIAMENTO DO RESÍDUO DE PVC GERENCIAMENTO DO RESÍDUO DE PVC 4.1 - O Que é Gerenciamento de Resíduo? Gerenciamento de Resíduo é um conjunto integrado de ações operacionais e de planejamento que envolvem custo. Gerenciar um resíduo

Leia mais

COLETA SELETIVA VIDRO

COLETA SELETIVA VIDRO PROJETO COLETA SELETIVA VIDRO Florianópolis, 29 de abril de 2013 Assessoria Técnica - ASTE Departamento Técnico DPTE 2 1. CONTEXTUALIZAÇÃO As obrigações impostas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos

Leia mais

Introdução. Sistemas. Tecnologia. Produtos e Serviços

Introdução. Sistemas. Tecnologia. Produtos e Serviços Introdução Apresentamos nosso catálogo técnico geral. Nele inserimos nossa linha de produtos que podem ser padronizados ou de projetos desenvolvidos para casos específicos. Pedimos a gentileza de nos contatar

Leia mais

"PANORAMA DA COLETA SELETIVA DE LIXO NO BRASIL"

PANORAMA DA COLETA SELETIVA DE LIXO NO BRASIL Reciclagem e Valorizaçã ção o de Resíduos Sólidos S - Meio Ambiente UNIVERSIDADE DE SÃO S O PAULO "PANORAMA DA COLETA SELETIVA DE LIXO NO BRASIL" Associação sem fins lucrativos, o CEMPRE se dedica à promoção

Leia mais

CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA A GESTÃO DOS MUNICÍPIOS. Marcos Vieira Analista Ambiental GELSAR/INEA

CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA A GESTÃO DOS MUNICÍPIOS. Marcos Vieira Analista Ambiental GELSAR/INEA CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA A GESTÃO DOS MUNICÍPIOS Marcos Vieira Analista Ambiental GELSAR/INEA Março/2012 Gerência ESTRUTURA GELSAR 1 Gerente SERURB SERVIÇO DE RESÍDUOS URBANOS 1 Chefe de Serviço, 5 analistas

Leia mais

Gestão dos Resíduos em Florianópolis - COMCAP. Florianópolis, 03 setembro de 2011

Gestão dos Resíduos em Florianópolis - COMCAP. Florianópolis, 03 setembro de 2011 Gestão dos Resíduos em Florianópolis - COMCAP Florianópolis, 03 setembro de 2011 Missão Prestar serviços públicos p de saneamento ambiental com eficiência, qualidade e responsabilidade social. COMCAP

Leia mais

PROGRAMA DE COLETA SELETIVA

PROGRAMA DE COLETA SELETIVA PROGRAMA DE COLETA SELETIVA PROGRAMA DE COLETA SELETIVA Usando Bem Ninguém Fica Sem. PROGRAMA DE COLETA SELETIVA 1. O QUE É COLETA SELETIVA 2. DESTINO FINAL DO LIXO DE SÃO PAULO 3. COMPOSIÇÃO DO LIXO SELETIVO

Leia mais

Do lixo ao valor. O caminho da Logística Reversa

Do lixo ao valor. O caminho da Logística Reversa Do lixo ao valor O caminho da Logística Reversa O problema do lixo A sociedade, hoje, vive com um grande desafio: o lixo. Calcula-se que, por dia, no Brasil, são gerados 1 Kg de resíduos por habitante.

Leia mais

Projeto Oficina Verde

Projeto Oficina Verde 2009 Projeto Oficina Verde PROJETO OFICINA VERDE Responsáveis: Daniel Filipe, Glauber Franco e Alexandre Xavier Centro de Experimentação e Segurança Viária CESVI BRASIL S/A I.Q.A Instituto de Qualidade

Leia mais

"PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL"

PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL "PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL" Associação sem fins lucrativos, fundado em 1992, o CEMPRE se dedica à promoção da reciclagem dentro do conceito de gerenciamento integrado do lixo.

Leia mais

SOLUÇÕES SÓCIO AMBIENTAIS TRATAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS

SOLUÇÕES SÓCIO AMBIENTAIS TRATAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS SOLUÇÕES SÓCIO AMBIENTAIS TRATAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS AGENDA GESTÃO INTEGRAL DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) CARACTERÍSTICAS DA SOLUÇÃO EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL COM SOLUÇÃO INTEGRADA BENEFÍCIOS

Leia mais

Ideal Qualificação Profissional

Ideal Qualificação Profissional 2 0 1 1 Finalista Estadual - SP Categoria Serviços de Educação 2 0 1 2 Vencedora Estadual - SP Categoria Serviços de Educação 2 0 1 2 Finalista Nacional Categoria Serviços de Educação Apresentação O desenvolvimento

Leia mais

Tecnologias de Tratamento e Disposição Final de Resíduos de Serviços de Saúde

Tecnologias de Tratamento e Disposição Final de Resíduos de Serviços de Saúde SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE DO ESTADO DE SÃO PAULO Tecnologias de Tratamento e Disposição Final de Resíduos de Serviços de Saúde Eng. M.Sc Cristiano Kenji Iwai Colômbia - 2009 Formas de Tratamento ETD

Leia mais

ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102

ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102 Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br INTRODUÇÃO: Nem sempre as unidades geradoras

Leia mais

Textos de apoio. Ciências. Ensino Fundamental I

Textos de apoio. Ciências. Ensino Fundamental I Textos de apoio Ciências Ensino Fundamental I 1 Latas de aço O mercado para reciclagem No Brasil, assim como no resto do mundo, o mercado de sucata de aço é bastante sólido, pois as indústrias siderúrgicas

Leia mais

A MAVI Consultoria e projetos mecânicos atual no mercado de projetos e elaboração de equipamentos para as mais variadas necessidades, desde de

A MAVI Consultoria e projetos mecânicos atual no mercado de projetos e elaboração de equipamentos para as mais variadas necessidades, desde de A MAVI Consultoria e projetos mecânicos atual no mercado de projetos e elaboração de equipamentos para as mais variadas necessidades, desde de trituração, descaracterização ou ate moagem de produtos diversos

Leia mais

Hospedagem Sustentável. www.hotelbuhler.com.br

Hospedagem Sustentável. www.hotelbuhler.com.br Hospedagem Sustentável www.hotelbuhler.com.br Lixo Mínimo Alternativas simples, de baixo custo e grande eficácia para administrar e gerenciar a produção e o manejo de resíduos sólidos. Lixo.S. m. 1. Aquilo

Leia mais

ATIVIDADES RECUPERAÇÃO PARALELA

ATIVIDADES RECUPERAÇÃO PARALELA ATIVIDADES RECUPERAÇÃO PARALELA Nome: Nº Ano: 6º Data: 14/11/2012 Bimestre: 4 Professor: Vanildo Disciplina: Química Orientações para estudo: Esta atividade deverá ser entregue no dia da avaliação de recuperação,

Leia mais

COMPLEXO AMBIENTAL DIRETORIA INDUSTRIAL AMÉRICA LATINA ENGENHARIA AMBIENTAL E ENERGIA

COMPLEXO AMBIENTAL DIRETORIA INDUSTRIAL AMÉRICA LATINA ENGENHARIA AMBIENTAL E ENERGIA COMPLEXO AMBIENTAL FIAT DIRETORIA INDUSTRIAL AMÉRICA LATINA ENGENHARIA AMBIENTAL E ENERGIA VALORES EQUIPE DA GESTÃO AMBIENTAL ALTA ADMINISTRAÇÃO ENGENHARIA AMBIENTAL e ENERGIA U. OP. PRENSAS U. OP. FUNILARIA

Leia mais

AVALIAÇÃO AMBIENTAL EM UMA COOPERATIVA DE MATERIAIS RECICLÁVEIS

AVALIAÇÃO AMBIENTAL EM UMA COOPERATIVA DE MATERIAIS RECICLÁVEIS 182 AVALIAÇÃO AMBIENTAL EM UMA COOPERATIVA DE MATERIAIS RECICLÁVEIS Nagiélie Muara SILVA 1* ; Camilla Stheffani Oliveira Machado 2 ; Maria Cristina Rizk 3 1,2 Discente em Engenharia Ambiental pela Universidade

Leia mais

Projeto Piloto Gerenciamento de Resíduos Sólidos ( Sairé)

Projeto Piloto Gerenciamento de Resíduos Sólidos ( Sairé) Projeto Piloto Gerenciamento de Resíduos Sólidos ( Sairé) Objetivo do Projeto: Promover o correto gerenciamento integrado dos resíduos sólidos urbanos nas Cidades de pequeno e médio porte. ( população

Leia mais

Lixo. A vida é repleta de Química, Física, História e todas outras ciências que estudamos. Da mesma maneira, o ENEM, aborda os conteúdos que

Lixo. A vida é repleta de Química, Física, História e todas outras ciências que estudamos. Da mesma maneira, o ENEM, aborda os conteúdos que Lixo 1 A vida é repleta de Química, Física, História e todas outras ciências que estudamos. Da mesma maneira, o ENEM, aborda os conteúdos que estudamos em temáticas que rementem ao nosso cotidiano. Dessa

Leia mais

GESTÃO INTEGRAL DE RESÍDUOS MUNICIPAIS INDUSTRIALIZAÇÃO SUSTENTÁVEL DE RESÍDUOS

GESTÃO INTEGRAL DE RESÍDUOS MUNICIPAIS INDUSTRIALIZAÇÃO SUSTENTÁVEL DE RESÍDUOS GESTÃO INTEGRAL DE RESÍDUOS MUNICIPAIS INDUSTRIALIZAÇÃO SUSTENTÁVEL DE RESÍDUOS O Instituto Brasil Ambiente apresenta uma proposta de Gestão Integral de Resíduos Municipais desenvolvida pelo Prof. Dr.

Leia mais

2. Resíduos sólidos: definição e características

2. Resíduos sólidos: definição e características 2. Resíduos sólidos: definição e características Definição e tipologia Lixo é, basicamente, todo e qualquer resíduo sólido proveniente das atividades humanas ou gerado pela natureza em aglomerações urbanas,

Leia mais

Eloisa Maria Wistuba Dezembro/2014

Eloisa Maria Wistuba Dezembro/2014 Eloisa Maria Wistuba Dezembro/2014 1. Marcos legais no município 2. Resoluções Conselho Nacional do Meio Ambiente 3. Classificação dos resíduos de construção civil 4. Plano Integrado de Gerenciamento de

Leia mais

Geração de Energia a partir do lixo urbano. Uma iniciativa iluminada da Plastivida.

Geração de Energia a partir do lixo urbano. Uma iniciativa iluminada da Plastivida. Geração de Energia a partir do lixo urbano. Uma iniciativa iluminada da Plastivida. Plástico é Energia Esta cidade que você está vendo aí de cima tem uma população aproximada de 70.000 mil habitantes e

Leia mais

Dobramento. e curvamento

Dobramento. e curvamento Dobramento e curvamento A UU L AL A Nesta aula você vai conhecer um pouco do processo pelo qual são produzidos objetos dobrados de aspecto cilíndrico, cônico ou em forma prismática a partir de chapas de

Leia mais

DESTINO FINAL AMBIENTALMENTE CORRETO DAS EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS

DESTINO FINAL AMBIENTALMENTE CORRETO DAS EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 DESTINO FINAL AMBIENTALMENTE CORRETO DAS EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS Raquel Ströher 1, Ana Paula Ströher 2, João Walker Damasceno 3 RESUMO: No Brasil,

Leia mais

Infinity Tower características de projeto e tecnologia de sistemas prediais para a sustentabilidade.

Infinity Tower características de projeto e tecnologia de sistemas prediais para a sustentabilidade. Realização: Parceiro: Infinity Tower características de projeto e tecnologia de sistemas prediais para a sustentabilidade. Cesar Ramos - Gerente de projetos da Yuny Incorporadora Daniel Gallo - Gerente

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL (PGRCC)

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL (PGRCC) TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL (PGRCC) 1 JUSTIFICATIVA Este Termo de Referência tem como finalidade orientar os grandes e pequenos geradores

Leia mais

Depuração das aguas residuais provenientes da plantas de tratamento das superficies. Gianfranco Verona

Depuração das aguas residuais provenientes da plantas de tratamento das superficies. Gianfranco Verona Depuração das aguas residuais provenientes da plantas de tratamento das superficies Gianfranco Verona DESCARTE ZERO NUMA CABINE DE PINTURA SKIMMERFLOT Para o tratamento e a reutilização de águas provenientes

Leia mais

PÓRTICO LIMPA GRADES E CARRO LIMPAS GRADES. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DISPOSITIVO LIMPA GRADES E CARRO LIMPA GRADE.

PÓRTICO LIMPA GRADES E CARRO LIMPAS GRADES. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DISPOSITIVO LIMPA GRADES E CARRO LIMPA GRADE. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DISPOSITIVO LIMPA GRADES E CARRO LIMPA GRADE. DESCRIÇÃO. Existem inúmeros tipos e modelos de equipamentos limpa grades no mercado, para que o cliente possa escolher. Mas é verdade

Leia mais

SISTEMA DE TRATAMENTO DE ÁGUA DE FULIGEM

SISTEMA DE TRATAMENTO DE ÁGUA DE FULIGEM SISTEMA DE TRATAMENTO DE ÁGUA DE FULIGEM Para atender às regulamentações ambientais de hoje, os gases emitidos por caldeiras que utilizam bagaço de cana e outros tipos de biomassa similares devem, obrigatoriamente,

Leia mais

GB ECO Solutions. especialista em soluções ambientais para um PLANETA SUSTENTÁVEL. Reuso e Aproveitamento de Água da Chuva

GB ECO Solutions. especialista em soluções ambientais para um PLANETA SUSTENTÁVEL. Reuso e Aproveitamento de Água da Chuva GB ECO Solutions especialista em soluções ambientais para um PLANETA SUSTENTÁVEL GB ECO Solutions www.gb-ecosolutions.com.br info@gb-ecosolutions.com.br + 55 11 4702-4619 Cotia/SP Sistemas de Remediação

Leia mais

Secretaria Municipal de meio Ambiente

Secretaria Municipal de meio Ambiente PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL O presente Programa é um instrumento que visa à minimização de resíduos sólidos, tendo como escopo para tanto a educação ambiental voltada

Leia mais

Greene Soluções Ambientais

Greene Soluções Ambientais Greene Soluções Ambientais Geradora de Energia Elétrica Sociedade Ltda Greene Energias GESTÃO E TECNOLOGIA DE APROVEITAMENTO ENERGÉTICO Biomassa RSU e RSI Quem Somos Energias A Greene Soluções Ambientais

Leia mais

JATEAMENTO - INTRODUÇÃO APLICAÇÃO

JATEAMENTO - INTRODUÇÃO APLICAÇÃO www.sinto.com.br JATEAMENTO - INTRODUÇÃO APLICAÇÃO O Jateamento com abrasivo é um método de trabalho a frio que consiste no arremesso de partículas contra uma determinada superfície, a elevadas velocidades,

Leia mais

Segurança, Meio Ambiente e Saúde QHSE

Segurança, Meio Ambiente e Saúde QHSE Segurança, Meio Ambiente e Saúde QHSE Preservação e Conservação A preservação é o esforço para proteger um ecossistema e evitar que ele seja modificado. Depende também da presença e ação do homem sobre

Leia mais

Reciclagem polímeros

Reciclagem polímeros Reciclagem polímeros Reciclagem Química A reciclagem química reprocessa plásticos transformando-os em petroquímicos básicos: monômeros ou misturas de hidrocarbonetos que servem como matéria-prima, em refinarias

Leia mais

Shopping Iguatemi Campinas Reciclagem

Shopping Iguatemi Campinas Reciclagem Shopping Iguatemi Campinas Reciclagem 1) COMO FUNCIONA? O PROBLEMA OU SITUAÇÃO ANTERIOR Anteriormente, todos os resíduos recicláveis ou não (com exceção do papelão), ou seja, papel, plásticos, vidros,

Leia mais

Atuando no mercado brasileiro, fabricando equipamentos nas áreas de caldeiraria e serralheria industrial.

Atuando no mercado brasileiro, fabricando equipamentos nas áreas de caldeiraria e serralheria industrial. Atuando no mercado brasileiro, fabricando equipamentos nas áreas de caldeiraria e serralheria industrial. A trabalha dentro de normas. Como: NBR, ASME, DIN, API e etc. Nosso galpão industrial comporta

Leia mais

REUTILIZAÇÃO 100% Engenheiro Químico Celso Luís Quaglia Giampá

REUTILIZAÇÃO 100% Engenheiro Químico Celso Luís Quaglia Giampá REUTILIZAÇÃO 100% Engenheiro Químico Celso Luís Quaglia Giampá PROJETO FÊNIX IMPLANTANDO SOLUÇÃO GERENCIAMENTO DOS RSU EDUCAÇÃO AMBIENTAL CONTINUADA NA POPULAÇÃO COLETA SELETIVA PARA RESÍDUOS SECOS E ÚMIDOS

Leia mais

22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental

22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro 2003 - Joinville - Santa Catarina III-021 - ESTAÇÃO BOTA-FORA Evandro Alceu Braga Engenheiro Mecânico pela Universidade

Leia mais

MÓDULO I: Universalização da coleta seletiva

MÓDULO I: Universalização da coleta seletiva PROJETO LIXO LIMPO: MÓDULO I MÓDULO I: Universalização da coleta seletiva VANTAGENS PARA TODA A COMUNIDADE O primeiro módulo visa a Universalização da Coleta Seletiva, promove a consciência ambiental e

Leia mais

DESCRITIVO TÉCNICO. 1 Alimentador

DESCRITIVO TÉCNICO. 1 Alimentador DESCRITIVO TÉCNICO Nome Equipamento: Máquina automática para corte de silício 45º e perna central até 400 mm largura Código: MQ-0039-NEP Código Finame: *** Classificação Fiscal: 8462.39.0101 1 Alimentador

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS E EFLUENTES NA INDÚSTRIA DE COSMÉTICOS

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS E EFLUENTES NA INDÚSTRIA DE COSMÉTICOS GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS E EFLUENTES NA INDÚSTRIA DE COSMÉTICOS No momento em que se decide ter uma Indústria Cosmética um dos fatores preponderantes é providenciar as diversas licenças requeridas que

Leia mais

Conheça nossa empresa

Conheça nossa empresa Conheça nossa empresa Empresa Damaeq Integridade, Vontade de Superar-se, Satisfação do Cliente. MINI 4m³ e 5m³ Caminhão Coletor Compactador de Lixo MODELO MINI 2015 Coletor Satélite para resíduos sólidos

Leia mais

BLOCOS DE VEDAÇÃO COM ENTULHO

BLOCOS DE VEDAÇÃO COM ENTULHO BLOCOS DE VEDAÇÃO COM ENTULHO 2 nd International Workshop on Advances in Cleaner Production Orientadora: Profª.Dra. Ana Elena Salvi Abreu, Ricardo M. a ; Lopes, Ricardo W. b ; Azrak, Roberto c a. Universidade

Leia mais

ANEXO 5. Detalhamento dos serviços sob responsabilidade da Concessionária

ANEXO 5. Detalhamento dos serviços sob responsabilidade da Concessionária ANEXO 5 Detalhamento dos serviços sob responsabilidade da Concessionária 1 Os SERVIÇOS de que trata este Anexo deverão ser prestados no âmbito do SETOR OPERACIONAL DAS ESTAÇÕES e dos EMPREENDIMENTOS ASSOCIADOS.

Leia mais

CORREIA TRANSPORTADORA FACULDADE CAMPO REAL ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 4º SEMESTRE

CORREIA TRANSPORTADORA FACULDADE CAMPO REAL ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 4º SEMESTRE CORREIA TRANSPORTADORA FACULDADE CAMPO REAL ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 4º SEMESTRE ACADÊMICOS: ANDERSON GOMES EVERSON SCHWAB JOSÉ OSMAR GERSON NESTOR DE SOUZA Dados Históricos Data do século 17, utilizadas

Leia mais

Processo de fundição: Tixofundição

Processo de fundição: Tixofundição Processo de fundição: Tixofundição Disciplina: Processos de Fabricação. Professor Marcelo Carvalho. Aluno: Gabriel Morales 10/44940. Introdução O processo de fabricação conhecido como fundição pode ser

Leia mais

ACONTECENDO? O QUE ESTÁ O QUE PODEMOS FAZER?

ACONTECENDO? O QUE ESTÁ O QUE PODEMOS FAZER? O QUE ESTÁ ACONTECENDO? O futuro é uma incógnita. As tendências são preocupantes, mas uma coisa é certa: cada um tem de fazer sua parte. Todos somos responsáveis. A atual forma de relacionamento da humanidade

Leia mais

RESUMOS DE PROJETOS... 187 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 190

RESUMOS DE PROJETOS... 187 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 190 186 RESUMOS DE PROJETOS... 187 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 190 RESUMOS DE PROJETOS 187 ANÁLISE DAS PROPRIEDADES E VIABILIDADE ECONÔMICA DA CERÂMICA VERMELHA UTILIZADA COMO AGREGADO RECICLADO MIÚDO PARA

Leia mais

Compromisso com o Mundo Sustentável

Compromisso com o Mundo Sustentável Compromisso com o Mundo Sustentável Está em nossa Visão Ser um empresa global e sustentável até 2012. Para nossa empresa ser sustentável, é fundamental a busca de resultados financeiros e o comprometimento

Leia mais

O LIXO NAS RUAS. É preciso conscientizar as pessoas sobre os riscos que a falta de cuidado com o lixo pode trazer à sociedade.

O LIXO NAS RUAS. É preciso conscientizar as pessoas sobre os riscos que a falta de cuidado com o lixo pode trazer à sociedade. O LIXO NAS RUAS É preciso conscientizar as pessoas sobre os riscos que a falta de cuidado com o lixo pode trazer à sociedade. Por Maria Alice Luna Sampaio Hoje em dia, não podemos dar um passo fora de

Leia mais

Gestão de Resíduos, Produtos para a Construção, Demolição & Reciclagem

Gestão de Resíduos, Produtos para a Construção, Demolição & Reciclagem 1. GESTÃO DE RESÍDUOS (Alvarás n.º 43/2010/CCDRC e n.º 52/2010/CCDRC) 1.1 Resíduos admissíveis nas Unidades de Gestão de Resíduos Resíduos não perigosos (estado sólido ou pastoso) Betão, Argamassas, Telhas,

Leia mais

PRODUTOS ELABORADOS MADEIRA PLÁSTICA

PRODUTOS ELABORADOS MADEIRA PLÁSTICA MADEIRA PLÁSTICA A Madeira Plástica é uma opção sustentável para quem se preocupa com a causa ambiental. O grande diferencial deste produto é que sua fabricação dá-se a partir da reciclagem de toneladas

Leia mais

Rexnord Visão Geral & Mercado Brasileiro

Rexnord Visão Geral & Mercado Brasileiro Rexnord Visão Geral & Mercado Brasileiro 2014 Rexnord - Visão Geral e Mercado Brasileiro Rexnord num relance Vendas Líquidas FY 13: $2.0 billion Processo & Control de Movimento (PMC) FY 13 Vendas Líquidas:

Leia mais

MÁQUINA CORTADORA / ABRIDORA PARA FILTROS AUTOMOTIVOS DEMONSTRATIVO DO EQUIPAMENTO RETORNO DO INVESTIMENTO DESCRITIVO TÉCNICO

MÁQUINA CORTADORA / ABRIDORA PARA FILTROS AUTOMOTIVOS DEMONSTRATIVO DO EQUIPAMENTO RETORNO DO INVESTIMENTO DESCRITIVO TÉCNICO MÁQUINA CORTADORA / ABRIDORA PARA FILTROS AUTOMOTIVOS DEMONSTRATIVO DO EQUIPAMENTO RETORNO DO INVESTIMENTO DESCRITIVO TÉCNICO FUNCIONAMENTO E OPERAÇÃO DA MÁQUINA. Projeto e fabricação Aprovado de acordo

Leia mais

Agostinho Paim Cota NIF: 128 659 823

Agostinho Paim Cota NIF: 128 659 823 LISTA DE OPERADORES DE GESTÃO DE RESÍDUOS LICENCIADOS EM SÃO JORGE ATUALIZADA A 31.07.2012 Agostinho Paim Cota NIF: 128 659 823 - Armazenagem dos seguintes resíduos: LER Alvará n.º 5/DRA/2012 (validade:

Leia mais

Eco Dicas - Construir ou Reformar

Eco Dicas - Construir ou Reformar Eco Dicas - Construir ou Reformar São dicas de como preservar e economizar os recursos naturais quando se pensa em obras. Praticando-as, nosso bolso também agradece. É bom saber que: a fabricação de PVC

Leia mais

APLICAÇÃO DE TUBOS CERÂMICOS NA COLETA E TRANSPORTE DE ESGOTOS SANITÁRIOS"

APLICAÇÃO DE TUBOS CERÂMICOS NA COLETA E TRANSPORTE DE ESGOTOS SANITÁRIOS APLICAÇÃO DE TUBOS CERÂMICOS NA COLETA E TRANSPORTE DE ESGOTOS SANITÁRIOS" PALESTRANTE: Eng o Civil Antonio Livio Abraços Jorge 28 de Março de 2008 Marcos na História do Saneamento Tubos cerâmicos são

Leia mais

Parede de Garrafa Pet

Parede de Garrafa Pet CONCEITO As paredes feitas com garrafas pet são uma possibilidade de gerar casas pré fabricadas através da reciclagem e é uma solução barata e sustentável. As garrafas pet são utilizadas no lugar dos tijolos

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS E GESTÃO AMBIENTAL NO CANTEIRO DE OBRAS

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS E GESTÃO AMBIENTAL NO CANTEIRO DE OBRAS GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS E GESTÃO AMBIENTAL NO CANTEIRO DE OBRAS Conheça os personagens: Qualimestre: Ele está atento a tudo, sempre disposto a ensinar. Cuida do Canteiro de obras como fosse sua casa.

Leia mais

Viagem Técnica Ecocitrus

Viagem Técnica Ecocitrus Resíduos INTERESSE ALTO Viagem Técnica Ecocitrus Central de tratamento de resíduos Compostagem e Biogás Objeto: Conhecer a central de tratamento de resíduos e o modelo de produção de biometano da Cooperativa

Leia mais

CONHEÇA O SISTEMA HIDRÁULICO DE UMA PISCINA

CONHEÇA O SISTEMA HIDRÁULICO DE UMA PISCINA TRATAMENTO FÍSICO Consiste na remoção de todas impurezas físicas visíveis na água ou depositadas nas superfícies internas das piscinas, como por exemplo, as folhas, os insetos, poeiras, argila, minerais

Leia mais

13-09-2010 MATERIAIS RECICLÁVEIS, PROCESSO DE RECICLAGEM

13-09-2010 MATERIAIS RECICLÁVEIS, PROCESSO DE RECICLAGEM MATERIAIS RECICLÁVEIS, PROCESSO DE RECICLAGEM 1 2 Introdução História da limpeza; Educação Ambiental; Campanhas de Sensibilização, Publicidade; Reciclagem antigamente; Materiais reutilizáveis; Processos

Leia mais

PROJETO EXECUTIVO MEMORIAL DESCRITIVO

PROJETO EXECUTIVO MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO EXECUTIVO MEMORIAL DESCRITIVO DAS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS DO RESTAURANTE E VESTIÁRIOS Rev. 0: 09/01/13 1. INTRODUÇÃO Este memorial visa descrever os serviços e especificar os materiais do projeto

Leia mais

REVISÃO 2º BIMESTRE LIXO E SEU DESTINO

REVISÃO 2º BIMESTRE LIXO E SEU DESTINO REVISÃO 2º BIMESTRE LIXO E SEU DESTINO 1) Analise as alternativas sobre aspectos relacionados ao lixo e marque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas. ( ) O lixo é caracterizado como tudo aquilo

Leia mais

Guia de sustentabilidade para plásticos

Guia de sustentabilidade para plásticos Guia de sustentabilidade para plásticos Maio 2014 1 2 3 4 5 6 7 8 Introdução... 4 Contextualização dos plásticos... 6 Composição dos móveis e utensílios de plásticos...7 Requerimentos para materiais que

Leia mais

Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos. 6 Armazenamento e Coleta. Professor: Sandro Donnini Mancini. Sorocaba, Março de 2015

Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos. 6 Armazenamento e Coleta. Professor: Sandro Donnini Mancini. Sorocaba, Março de 2015 Campus Experimental de Sorocaba Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos Graduação em Engenharia Ambiental 6 Armazenamento e Coleta Professor: Sandro Donnini Mancini Sorocaba, Março

Leia mais

NÚCLEO DE GESTÃO AMBIENTAL NGA IFC - CÂMPUS VIDEIRA USO RACIONAL DE RECURSOS NATURAIS E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

NÚCLEO DE GESTÃO AMBIENTAL NGA IFC - CÂMPUS VIDEIRA USO RACIONAL DE RECURSOS NATURAIS E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL NÚCLEO DE GESTÃO AMBIENTAL NGA IFC - CÂMPUS VIDEIRA USO RACIONAL DE RECURSOS NATURAIS E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL USO CONSCIENTE DO APARELHO DE AR CONDICIONADO COM OBJETIVO DE ECONOMIZAR ENERGIA ELÉTRICA Desligá-lo

Leia mais

Aula 3: Forjamento e Estampagem Conceitos de Forjamento Conceitos de Estampagem

Aula 3: Forjamento e Estampagem Conceitos de Forjamento Conceitos de Estampagem Aula 3: Forjamento e Estampagem Conceitos de Forjamento Conceitos de Estampagem Este processo é empregado para produzir peças de diferentes tamanhos e formas, constituído de materiais variados (ferrosos

Leia mais

I N S T A L A Ç Õ E S I N D U S T R I A I S C A L D E I R A R I A E Q U I P A M E N T O S

I N S T A L A Ç Õ E S I N D U S T R I A I S C A L D E I R A R I A E Q U I P A M E N T O S I N S T A L A Ç Õ E S I N D U S T R I A I S C A L D E I R A R I A E Q U I P A M E N T O S WWW.MONTEX.COM.BR Publicação: MONTEX Montagem Industrial Ltda. CNPJ: 44.700.375/0001-30 Endereço: Rua das Tulipas,

Leia mais

International Paper do Brasil Ltda

International Paper do Brasil Ltda International Paper do Brasil Ltda Autor do Doc.: Editores: Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Título: Tipo do Documento: SubTipo: Serviços de Limpeza e Disposição

Leia mais

SUSTENTABILIDADE 2014

SUSTENTABILIDADE 2014 SUSTENTABILIDADE 2014 Rutivo de no CONSTRUIR, PLANTAR E TRANSFORMAR Nosso objetivo vai além de ser responsável pelo processo construtivo de nossas obras, procuramos estimular e disseminar o conceito de

Leia mais

Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo

Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Portaria nº 70, de 08 de maio de 1996 O Presidente do Instituto Nacional

Leia mais

4. O Ciclo das Substancias na Termoelétrica Convencional De uma maneira geral todas as substâncias envolvidas na execução do trabalho são o

4. O Ciclo das Substancias na Termoelétrica Convencional De uma maneira geral todas as substâncias envolvidas na execução do trabalho são o 1.Introdução O fenômeno da corrente elétrica é algo conhecido pelo homem desde que viu um raio no céu e não se deu conta do que era aquilo. Os efeitos de uma descarga elétrica podem ser devastadores. Há

Leia mais

TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) Profa. Margarita María Dueñas Orozco margarita.unir@gmail.com

TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) Profa. Margarita María Dueñas Orozco margarita.unir@gmail.com TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS (RSU) Profa. Margarita María Dueñas Orozco margarita.unir@gmail.com TRATAMENTO Série de procedimentos destinados a reduzir a quantidade ou o potencial poluidor dos

Leia mais

Autoclave Compacta. 1 m de diâmetro x 7 m de comprimento

Autoclave Compacta. 1 m de diâmetro x 7 m de comprimento engenharia aplicada à valorização da madeira www.envalma.com Autoclave Compacta para tratamento de madeira 1 m de diâmetro x 7 m de comprimento Quem está começando no tratamento de preservação de madeira

Leia mais

C a m p a n h a I n s t I t u C I o n a l

C a m p a n h a I n s t I t u C I o n a l Viva Melhor! Campanha Institucional CAMPANHA VIVA MELHOR! Camisetas garrafa squeeze saco lixo para carro FOLHETO PROMOCIONAL CAMPANHA Viva Melhor! JUNTOS, PODEMOS CONSTRUIR UM CAMINHO MAIS SOLIDÁRIO E

Leia mais

Trasix Soluções Ambientais

Trasix Soluções Ambientais A Empresa A Empresa A Trasix Soluções Ambientais surge da união de grandes expertises das empresas Trimap Business Management, especializada em representação de marcas estrangeiras para a comercialização

Leia mais

www.keelautomacao.com.br Linha KSDX Solução em processamento CNC

www.keelautomacao.com.br Linha KSDX Solução em processamento CNC Linha KSDX Solução em processamento CNC Automatize a produção de sua empresa Instalada em Tubarão, SC, a KEEL atua na fabricação de equipamentos para Corte, Solda e Sistemas (CNC). Fundada em 2002, a empresa

Leia mais

Aula 23.2 Conteúdo Compostagem, reciclagem.

Aula 23.2 Conteúdo Compostagem, reciclagem. Aula 23.2 Conteúdo Compostagem, reciclagem. Habilidades Verificar a importância do correto descarte através do reaproveitamento, reciclagem e reutilização de bens de consumo. 1 Reaproveitamento do Lixo

Leia mais

TRANSFORMADOR A SECO Geafol de 75 a 25.000 kva

TRANSFORMADOR A SECO Geafol de 75 a 25.000 kva Com a linha Geafol, obteve-se um transformador com excelentes características elétricas, mecânicas e térmicas que, adicionalmente, ainda é ecológico. São produzidos sob certificação DQS, ISO 9001 e ISO

Leia mais

UFCD 5811 - Sistemas de transporte e elevação de carga

UFCD 5811 - Sistemas de transporte e elevação de carga CENTRO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE ÉVORA UFCD 5811 - Sistemas de transporte e elevação de carga 16 Valores Introdução No âmbito da ufcd 5811 Sistemas de transporte e elevação de cargas, foi-nos

Leia mais

Resíduo Zero e alternativas à incineração. TATIANA BARRETO SERRA Promotora de Justiça

Resíduo Zero e alternativas à incineração. TATIANA BARRETO SERRA Promotora de Justiça Resíduo Zero e alternativas à incineração TATIANA BARRETO SERRA Promotora de Justiça SÃO PAULO 28/05/2015 Desequilíbrio: padrões de produção e consumo dos séculos XX e XXI Necessidades do consumidor Melhorias

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM COLETOR DE COPOS PLÁSTICOS DESCARTÁVEIS VISANDO A MINIMIZAÇÃO DE VOLUME

DESENVOLVIMENTO DE UM COLETOR DE COPOS PLÁSTICOS DESCARTÁVEIS VISANDO A MINIMIZAÇÃO DE VOLUME DESENVOLVIMENTO DE UM COLETOR DE COPOS PLÁSTICOS DESCARTÁVEIS VISANDO A MINIMIZAÇÃO DE VOLUME Maria Zanin (1) Professora do Departamento de Engenharia de Materiais da Universidade Federal de São Carlos

Leia mais

Tratamento Descentralizado de Efluentes HUBER BioMem

Tratamento Descentralizado de Efluentes HUBER BioMem WASTE WATER Solutions Tratamento Descentralizado de Efluentes HUBER BioMem Solução HUBER para Tratamento Decentralizado de Efluentes Unidades móveis e fixas Uma variedade de opções de reutilização de efluentes

Leia mais

Papel. Etapa 6- Esta etapa trata-se do papel sendo utilizado por seus consumidores em diversas formas, como em livros, cartas, jornais, etc.

Papel. Etapa 6- Esta etapa trata-se do papel sendo utilizado por seus consumidores em diversas formas, como em livros, cartas, jornais, etc. Ciclo de Vida Papel Há divergência quanto ao período de surgimento do papel, pois foi um processo que foi sendo desenvolvido ao longo dos anos, porém há registros deste sendo utilizado primeiramente pelos

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS 1. JUSTIFICATIVA O presente Termo de Referência tem por fim orientar a elaboração do PGRS conforme previsto no

Leia mais

Página 1 de 8-01/04/2014-5:59

Página 1 de 8-01/04/2014-5:59 PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS BANCO DE QUESTÕES - LÍNGUA PORTUGUESA - 4 ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ========================================================================== Texto 1 LIXO NO LIXO Dá para

Leia mais

IPT. Pesquisadores do IPT

IPT. Pesquisadores do IPT GESTÃO AMBIENTAL DE PNEUS INSERVÍVEIS NO BRASIL: IDENTIFICAÇÃO DE FLUXOS E CONTRIBUIÇÃO PARA POLÍTICAS PÚBLICAS DE DESTINAÇÃO AUTORES: Neusa Serra Carlos Alberto G. Leite Pesquisadores do Instituto de

Leia mais

TERRAPLENAGEM KOHLER LTDA. Plano de Gestão do Canteiro de Obras do Novo Campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) na cidade de Joinville

TERRAPLENAGEM KOHLER LTDA. Plano de Gestão do Canteiro de Obras do Novo Campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) na cidade de Joinville Plano de Gestão do Canteiro de Obras do Novo Campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) na cidade de Joinville Guabiruba/SC, Junho de 2010 Índice Índice página 02 Layout do canteiro página

Leia mais

Resíduos Sólidos. Diagnóstico Regional Resíduos Sólidos Urbanos

Resíduos Sólidos. Diagnóstico Regional Resíduos Sólidos Urbanos Diagnóstico Regional Resíduos Sólidos Urbanos 1 Diagnóstico regional Geração média resíduos na região: 1,0 kg/hab/dia Média nacional: 1,1 kg/hab/dia Alta temporada: acréscimo estimado em 54% do total gerado

Leia mais

Ministério do Meio Ambiente CICLO DE VIDA DOS PNEUS

Ministério do Meio Ambiente CICLO DE VIDA DOS PNEUS Ministério do Meio Ambiente CICLO DE VIDA DOS PNEUS Zilda Maria Faria Veloso Gerente de Resíduos Perigosos Departamento de Qualidade Ambiental na Indústria Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade

Leia mais

RECICLAGEM MECÂNICA: CONCEITOS E TÉCNICAS

RECICLAGEM MECÂNICA: CONCEITOS E TÉCNICAS RECICLAGEM MECÂNICA: CONCEITOS E TÉCNICAS 2.1 - Algumas Definições A idéia de se aproveitar resíduos não é nova; ela tem, contudo, se estabelecido de forma expressiva, não só por razões econômicas, mas

Leia mais