MATERIAL PARA LINHAS AÉREAS

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1 MATERIAL PARA LINHAS AÉREAS Conectores de união de compressão Características e ensaios Elaboração: DTI/LABELEC Homologação: conforme despacho do CA de Edição: 1ª. Emissão: EDP Distribuição Energia, S.A. DTI Direção de Tecnologia e Inovação R. Camilo Castelo Branco, LISBOA Tel.: / Fax:

2 ÍNDICE 0 INTRODUÇÃO OBJETO CAMPO DE APLICAÇÃO NORMAS E DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA TERMOS E DEFINIÇÕES CARACTERÍSTICAS FUNCIONAIS Natureza dos condutores a ligar MARCAÇÃO ENSAIOS DE TIPO Inspeção visual Verificação dimensional e dos materiais Ensaio de tração Ensaio de ciclos térmicos Ensaio de resistência à corrosão Número de conectores a submeter a cada um dos ensaios de tipo ENSAIOS DE SÉRIE ENSAIOS DE RECEÇÃO EMBALAGEM APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS... 9 ANEXO A - LISTA DE PRODUTOS ESPECIFICADOS ANEXO B - INFORMAÇÃO RELATIVA AO CONECTOR DE UNIÃO DE COMPRESSÃO ANEXO C - QUADRO DE ENSAIOS DE TIPO DTI - Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 2/12

3 0 INTRODUÇÃO A elaboração do presente documento surge da necessidade de existir uma especificação sobre conectores de união de compressão, que anula e substitui o DMA-C66-800/E de Novembro de 1993, no aplicável. 1 OBJETO O presente documento destina-se a indicar as características, os ensaios e as condições para verificação da qualidade de conectores de união de compressão a utilizar em linhas aéreas nuas. 2 CAMPO DE APLICAÇÃO O presente documento aplica-se a conectores de união de compressão a utilizar na rede de distribuição. Os referidos produtos encontram-se listados no Anexo A. As características da rede de distribuição são indicadas no quadro 1. Quadro 1 Características da rede de distribuição Tensão nominal U n 60 kv 30 kv 15 kv 10 kv Tensão mais elevada (da rede trifásica) U s 72,5 kv 36 kv 17,5 kv 12 kv Regime de neutro Corrente máxima de curtocircuito fase terra (3s) Corrente máxima de curtocircuito trifásico (3s) Neutro direto à terra ou neutro impedante através de impedância limitadora de corrente de defeito (25 ka). Neutro impedante através de impedância limitadora de corrente de defeito (300 A ou 1000 A), seja por ligação direta do ponto de neutro (resistência de neutro), seja por criação de ponto artificial de neutro (reatância de neutro) 25 ka 31,5 ka 1) A A A 25 ka 12,5 ka 16 ka 16 ka 1) Para instalações próximas de pontos injetores da Rede Nacional de Transporte (RNT). 3 NORMAS E DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA O presente documento inclui disposições de outros documentos, referenciados nos locais apropriados do seu texto, os quais se encontram a seguir listados, com indicação das respetivas datas de edição. Quaisquer alterações das referidas edições só serão aplicáveis no âmbito do presente documento, se forem objeto de inclusão específica, por modificação e aditamento do mesmo. D00-C10-001/N 2013 Instalações Elétricas Condições de serviço e características gerais da rede de distribuição em AT, MT e BT DMA-C34-110/N 1987 Condutores nus para linhas aéreas Cabos de cobre Características, ensaios e condições para verificação da qualidade DMA-C34-120/E 2010 Condutores nus para linhas aéreas Cabos de alumínio com alma de aço Características e ensaios DMA-C34-125/N 2013 Condutores nus para linhas aéreas Cabos de liga de alumínio Características e ensaios DTI - Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 3/12

4 DMA-C34-126/N 2013 Condutores nus para linhas aéreas Cabos cobertos para linhas aéreas de média tensão Características e ensaios IEC Overhead Lines Requirements and tests for fittings EN Environmental testing Part 2: Tests Test Ka: Salt mist (IEC :1981) NP EN Elementos das datas e formatos de intercâmbio intercâmbio da informação Representação das datas e dos tempos NP Vocabulário Electrotécnico Internacional Capitulo 461: Condutores e cabos elétricos 4 TERMOS E DEFINIÇÕES No âmbito do presente documento são aplicáveis os termos e as definições constantes da publicação IEC , a qual corresponde à norma NP no relativo à terminologia portuguesa adotada. 4.1 Conector (de cabos) Dispositivo metálico para ligar um condutor a uma parte de um equipamento ou para ligar dois ou mais condutores entre si (NP modificado). 4.2 Conector de junção (de cabos) Peça metálica para ligar os condutores de cabos, de dois comprimentos consecutivos (NP ). Nota: também se usa regularmente o termo união. 4.3 Conexão por compressão hexagonal Conexão por compressão onde o fuste é comprimido adquirindo uma forma praticamente hexagonal (NP ). 4.4 Ensaios de tipo Ensaios requeridos para serem efetuados antes dos fornecimentos dum tipo de conector obedecendo à respetiva norma, numa base comercial geral, tendo em vista a comprovação de características de desempenho satisfatórias em relação com as aplicações previstas. São ensaios de natureza tal que, após a sua realização com sucesso, não precisam de ser repetidos, a não ser que haja mudanças nas matérias-primas, na conceção ou nos processos de fabrico, que impliquem alteração nas características de desempenho do tipo de conector. 4.5 Ensaios de série Ensaios realizados durante um ciclo de realização do produto, em qualquer das suas fases, tanto na forma de ensaios individuais como na de ensaios sobre amostras, com o objetivo de verificar a conformidade com a especificação técnica respetiva, das características do produto supostas dependentes das variações de uma produção industrial. 4.6 Ensaios de receção Ensaios efetuados pelo fabricante, com a presença do cliente ou de uma terceira entidade em sua representação, com o objetivo de verificar a conformidade de um fornecimento com a especificação técnica aplicável. DTI - Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 4/12

5 5 CARACTERÍSTICAS FUNCIONAIS Os conectores de união de compressão permitem a ligação elétrica e mecânica entre dois troços de condutores através das suas extremidades. São utilizados em cabos de guarda e condutores nus em linhas aéreas de MT e AT. Os conectores de união de compressão podem ser de tensão completa, tal como ilustrado nas figuras 1 e 2, ou de reparação, tal como ilustrado na figura 3. Figura 1 União de compressão, de tensão completa, para cabos homogéneos As uniões de compressão de tensão completa a utilizar em cabos não homogéneos (alumínio-aço,,) devem possuir duas uniões, uma a aplicar à alma de aço e outra a aplicar ao conjunto, tal como ilustrado na figura 2. Figura 2 União de compressão de tensão completa para cabo de alumínio-aço O conector ilustrado na figura 3 é apresentado a título exemplificativo, admitindo-se a existência de outro tipo de conectores de união de compressão de reparação, a validar pela EDP Distribuição. Figura 3 União de compressão, de reparação As dimensões serão indicadas pelo fabricante através do preenchimento da ficha informativa constante no anexo B do presente documento. As tolerâncias aplicadas às dimensões devem assegurar que os conectores de união de compressão respeitam as exigências mecânicas e elétricas especificadas no presente documento. Os conectores objeto deste documento devem ser concebidos para aplicação em cabos de cobre, alumínio-aço, liga de alumínio e cabos cobertos, especificados respetivamente nos DMA-C34-110, DMA-C34-120, DMA-C e DMA-C DTI - Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 5/12

6 Os conectores de união de compressão devem ser projetados para serem aplicados por meio de cravação hexagonal. As matrizes de compressão devem ser adequadas às uniões, que por sua vez devem ser adequadas às secções dos condutores, sendo indicadas pelo fabricante. Os conectores de união de compressão devem ser fornecidos com as superfícies de contacto elétrico devidamente maquinadas e protegidas contra a corrosão e choques mecânicos. As superfícies internas das uniões devem ser protegidas com massa contra a corrosão. As extremidades das uniões de compressão de tensão completa devem ser devidamente tamponadas. 5.1 Natureza dos condutores a ligar O conector de união de compressão deve ser adaptado ao condutor segundo o quadro 2 e quadro 3. O conector de união de compressão de reparação é apenas aplicável em condutores que apresentem no máximo 25 % do número de fios da camada exterior danificados/partidos, conforme indicado no quadro 3. Quadro 2 Uniões de tensão completa Naturezas e secções dos condutores a ligar Condutor Secção (mm 2 ) Alumínio-aço 130 Alumínio-aço 160 Alumínio-aço 235 Alumínio-aço 325 Alumínio-aço 400 Liga de alumínio 34 Liga de alumínio 55 Liga de alumínio 117 Liga de alumínio 148 Liga de alumínio 288 Quadro 3 Uniões de reparação Naturezas, secções dos condutores a ligar e critério de aplicação Condutor Secção (mm 2 ) Nº máximo de fios danificados/partidos Alumínio-aço Alumínio-aço Alumínio-aço Alumínio-aço Alumínio-aço Cobre 25 3 DTI - Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 6/12

7 Condutor Secção (mm 2 ) Nº máximo de fios danificados/partidos Cobre 35 3 Cobre 50 3 Cobre 95 3 Liga de alumínio 34 1 Liga de alumínio 55 1 Liga de alumínio Liga de alumínio Liga de alumínio MARCAÇÃO Os conectores devem ser marcados, de forma indelével e percetível, pelo menos com as seguintes indicações: nome ou marca do fabricante; referência do fabricante; secção do condutor a ligar; pontos de compressão; matriz de compressão; referência de rastreabilidade, que deverá incluir semana e ano de fabrico. 7 ENSAIOS DE TIPO 7.1 Inspeção visual Para cada conector ensaiado deve ser verificado: a forma, o revestimento e estado do acabamento; a conformidade da marcação com o estipulado em Verificação dimensional e dos materiais O ensaio de verificação dimensional e dos materiais deve ser realizado de acordo com o disposto na secção 8 da Norma IEC Para cada conector ensaiado deve ser averiguado se as suas dimensões e materiais estão em conformidade com a informação indicada na ficha informativa (anexo B). 7.3 Ensaio de tração O ensaio de tração deve ser realizado sobre o conector, com todos os elementos montados e com as condições de ensaio o mais próximo possível daquelas que o conector é solicitado em serviço. O ensaio deve ser efetuado de acordo com o disposto na secção e da Norma IEC 61284, respetivamente para o conector de união de compressão de tensão completa e de reparação. Neste último tipo de conector o ensaio deve ser realizado com um condutor com o número de fios partidos de acordo com o indicado no quadro 3 do presente documento. DTI - Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 7/12

8 O ensaio deve prosseguir de acordo com as indicações descritas no ponto a) da secção da Norma IEC Mediante acordo entre a EDP Distribuição e o fabricante pode ser adotada a metodologia de aumentar gradualmente o esforço de tração até ocorrer a rotura do conector ou do cabo, e registado esse valor a titulo meramente informativo. O conector deve possuir uma carga de rotura mínima não inferior à 95% da carga de rotura nominal dos condutores a que se destina. O conector deve suportar os esforços de tração, com valor de carga inferior ou igual ao valor de rutura mínima do conector, sem apresentar rotura do condutor ou conector, rachamentos, e deslizamentos do condutor em relação ao conector. 7.4 Ensaio de ciclos térmicos Neste ensaio devem ser medidos os valores de resistência da ligação elétrica dos conectores, e a temperatura dos conectores durante os períodos de passagem de corrente, de acordo com o disposto na secção 13 da Norma IEC Segundo a classificação para ensaios definida na secção da referida Norma, os conectores de união de compressão são de classe A. Para cada um dos tipos de conectores, o ensaio deve ser realizado com os cabos especificados pela EDP Distribuição mencionados na secção 5 do presente documento ou de construção semelhante e equivalente, desde que aprovados pela EDP Distribuição. 7.5 Ensaio de resistência à corrosão O ensaio de resistência à corrosão deve ser realizado de acordo com a Norma EN O ensaio terá a duração de 672 horas (quatro semanas). 7.6 Número de conectores a submeter a cada um dos ensaios de tipo A inspeção visual, verificação dimensional e dos materiais, e ensaio de tração devem ser realizados sobre três conectores de cada tipo. O ensaio de ciclos térmicos e de resistência à corrosão devem ser realizados sobre quatro conectores de cada tipo. Todos os conectores devem obter resultados conformes. 8 ENSAIOS DE SÉRIE Os ensaios de série a realizar pelo fabricante devem estar de acordo com a secção 6.3 da Norma IEC 61284, e devem ser os seguintes: inspeção visual; verificação dimensional e dos materiais. 9 ENSAIOS DE RECEÇÃO Os ensaios de receção devem corresponder aos ensaios de série, salvo a existência de outro plano de ensaios que tenha sido objeto de acordo entre a EDP Distribuição e o fornecedor. DTI - Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 8/12

9 10 EMBALAGEM Preferencialmente, os conectores de união de compressão devem ser fornecidos em caixas de cartão com o máximo de 40 unidades. Cada conector deve ser embalado individualmente, juntamente com as instruções de montagem, em língua portuguesa. Na parte exterior da caixa deve existir uma etiqueta onde devem constar as seguintes indicações bem visíveis: nome ou marca do fabricante; tipo de conector; referência do fabricante; número de unidades embaladas; código SAP. 11 APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS Os proponentes devem incluir, nas propostas apresentadas: as instruções de montagem, em língua portuguesa; os desenhos dos conectores, devidamente cotados; informação suficiente para que todos os conectores possam ser desfeitos ou reciclados de acordo com a legislação internacional e nacional em vigor. Os proponentes devem preencher para cada conector proposto a ficha de características que consta no anexo B e fornecida em ficheiro anexo ao presente documento. Para além disso, os proponentes devem apresentar toda a informação que evidencie a conformidade dos produtos propostos com a presente especificação. Devem preencher, para cada conector proposto, o quadro de ensaios de tipo que constam no anexo C, fornecido em ficheiro anexo ao presente documento. DTI - Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 9/12

10 ANEXO A LISTA DE PRODUTOS ESPECIFICADOS Família Código Produto (SAP) Texto breve EDP do material UNIAO COMP TENSAO COMPL AL/ACO UNIAO COMP TENSAO COMPL AL/ACO UNIAO COMP TENSAO COMPL AL/ACO UNIAO COMP TENSAO COMPL AL/ACO UNIAO COMP TENSAO COMPL AL/ACO UNIAO COMP TENSAO COMPL ASTER UNIAO COMP TENSAO COMPL ASTER UNIAO COMP TENSAO COMPL ASTER UNIAO COMP TENSAO COMPL ASTER UNIAO COMP TENSAO COMPL ASTER UNIAO COMP REPARACAO AL/ACO 130 Conectores de união de compressão UNIAO COMP REPARACAO AL/ACO UNIAO COMP REPARACAO AL/ACO UNIAO COMP REPARACAO AL/ACO UNIAO COMP REPARACAO AL/ACO UNIAO COMP REPARACAO CU UNIAO COMP REPARACAO CU UNIAO COMP REPARACAO CU UNIAO COMP REPARACAO CU UNIAO COMP REPARACAO ASTER UNIAO COMP REPARACAO ASTER UNIAO COMP REPARACAO ASTER UNIAO COMP REPARACAO ASTER UNIAO COMP REPARACAO ASTER 288 DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 10/12

11 ANEXO B INFORMAÇÃO RELATIVA AO CONECTOR DE UNIÃO DE COMPRESSÃO Designação EDP: Conector de união de compressão Fornecedor: Fabricante do conector: Referência do fabricante: QUADRO B.1 Característica Característica estipulada DMA-C Característica do produto Conformidade Documento comprovativo Observações Dimensões e tolerâncias - Marcação Secção 6 Materiais Secção 7.2 Gama de aplicação natureza do condutor e secção (mm 2 ) - Pontos de compressão - Carga de rutura do conector - Matriz de compressão - Embalagem Secção 10 DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 11/12

12 ANEXO C QUADRO DE ENSAIOS DE TIPO Designação EDP: Conector de união de compressão Fornecedor: Fabricante do conector: Designação do cabo de ensaio (1) : (1) O candidato deve apresentar, em folha anexa, a ficha técnica do cabo de ensaio. Referência do fabricante: QUADRO C.1 Ensaio Normalização de referência Resultado Laboratório Referência do relatório de ensaios Pág. do relatório de ensaios Observações Inspeção visual Secção DMA-C66-805/N Verificação dimensional e dos materiais Secção 8 IEC 61284:1997 Tração Secção IEC 61284:1997 Ciclos térmicos Secção 13 IEC 61284:1997 Resistência à corrosão EN : 1999 DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 12/12

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