PEDRO SENA TANAKA IMPLEMENTAÇÃO DE EXTENSÃO DE MÉTODO DE ACESSO PARA INDEXAÇÃO DE DADOS ESPAÇO-TEMPORAIS NO POSTGRESQL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PEDRO SENA TANAKA IMPLEMENTAÇÃO DE EXTENSÃO DE MÉTODO DE ACESSO PARA INDEXAÇÃO DE DADOS ESPAÇO-TEMPORAIS NO POSTGRESQL"

Transcrição

1 PEDRO SENA TANAKA IMPLEMENTAÇÃO DE EXTENSÃO DE MÉTODO DE ACESSO PARA INDEXAÇÃO DE DADOS ESPAÇO-TEMPORAIS NO POSTGRESQL LONDRINA PR 2013

2

3 PEDRO SENA TANAKA IMPLEMENTAÇÃO DE EXTENSÃO DE MÉTODO DE ACESSO PARA INDEXAÇÃO DE DADOS ESPAÇO-TEMPORAIS NO POSTGRESQL Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso de Bacharelado em Ciência da Computação da Universidade Estadual de Londrina para obtenção do título de Bacharel em Ciência da Computação Orientador: Prof. Dr. Daniel Dos Santos Kaster LONDRINA PR 2013

4 Pedro Sena Tanaka Implementação de extensão de método de acesso para indexação de dados espaço-temporais no PostgreSQL/ Pedro Sena Tanaka. Londrina PR, p. : il. (algumas color.) ; 30 cm. Orientador: Prof. Dr. Daniel Dos Santos Kaster Universidade Estadual de Londrina, OLAP. 2. rtree. 3. índice. 4. métodos acesso. 5. indexação. 6. postgres. 7. postgresql. I. Daniel Dos Santos Kaster. II. Universidade Estadual De Londrina. IV. Implementação de extensão de método de acesso para indexação de dados espaço-temporais no PostgreSQL CDU 02:141:005.7

5 PEDRO SENA TANAKA IMPLEMENTAÇÃO DE EXTENSÃO DE MÉTODO DE ACESSO PARA INDEXAÇÃO DE DADOS ESPAÇO-TEMPORAIS NO POSTGRESQL Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso de Bacharelado em Ciência da Computação da Universidade Estadual de Londrina para obtenção do título de Bacharel em Ciência da Computação BANCA EXAMINADORA Prof. Dr. Daniel Dos Santos Kaster Universidade Estadual de Londrina Orientador Londrina PR, 24 de novembrode 2013 LONDRINA PR 2013

6

7 Deus. Pai, tias, mãe. AGRADECIMENTOS

8

9 I am enough of an artist to draw freely upon my imagination. Imagination is more important than knowledge. Knowledge is limited. Imagination encircles the world. (Albert Einstein)

10

11 TANAKA, P. S.. Implementação de extensão de método de acesso para indexação de dados espaço-temporais no PostgreSQL. 44 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação). Bacharelado em Ciência da Computação Universidade Estadual de Londrina, RESUMO Resumo aqui! Palavras-chave: OLAP. rtree. índice. métodos acesso. indexação. postgres. postgresql.

12

13 TANAKA, P. S.. Indexing spatio-temporal data with an access method extension implementation to PostgreSQL. 44 p. Final Project (Undergraduation). Bachelor of Science in Computer Science State University of Londrina, ABSTRACT Abstract Here. Keywords: OLAP. rtree. index. access method. indexing. postgres. postgresql.

14

15 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 Exemplo de cubo OLAP Figura 2 Exemplo de esquema estrela Figura 3 Exemplo de um banco de dados Figura 4 Exemplo de consulta utilizando retângulo

16

17 LISTA DE TABELAS

18

19 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS SGBD OLAP SAM MBR RC Sistema Gerenciador de Banco de Dados OnLine Analitycal Processing Método de acesso espacial Minimum Bouding Rectangle Região de consulta

20

21 LISTA DE SÍMBOLOS Operação de Junção Produto cartesiano

22

23 SUMÁRIO Introdução Conceitos fundamentais Marketing Geomarketing Processamento analítico em sistemas gerenciadores de banco de dados OLAP PostgreSQL PostgreSQL e Processamento Geo-espacial com PostGIS PostgreSQL e OLAP Espacial Métodos de acesso e indexação em banco de dados R-tree Estrutura Revisão da literatura Papadias et al Pedersen et al PostGIS Proposta de implementação Indexar os dados geográficos (construção da R-tree) Inserindo referências da R-tree no PostgreSQL Consultando os dados geográficos Resultados Referências

24

25 23 INTRODUÇÃO A utilização de data warehousing em conjunto com OLAP se tornou muito comum, uma vez que a acumulação de grande massas de dados nos sistemas de banco tradicionais tem se tornado uma realidade comum. Devido a esse tipo de situação muitos estudos vem sido desenvolvidos em data warehouses espaço-temporais nos últimos anos. Os estudos desenvolvidos se focam área de métodos de acesso e construções de índices para a otimização de consultas em bancos com este caráter de dados[1]. Outros ainda utilizam tabelas para guardar resultados de operações realizadas previamente de agregação sobre os dados espaciais e guardam estes em tabelas separadas dos dados comuns[2]. Neste contexto este trabalho propõe uma estratégia de armazenamento de dados espaço-temporais através de uma estrutura de dado conhecida, R-Tree, com o auxílio do banco de dados, ou seja uma estratégia híbrida composta pelos trabalhos mais conhecidos na área. No capítulo 1 serão apresentados os fundamentos/conceitos teóricos necessários ao melhor entendimento deste trabalho, o capítulo 2 traz os artigos e trabalhos que ou serviram como base para este trabalho ou que resolveram problemas semelhantes ao problema discutido neste trabalho, no capítulo 3 são apresentados os passos e processos pelo qual a solução proposta passou para ser construída, por fim no capítulo 4 são apresentados os resultados obtidos através da implementação da solução proposta neste trabalho.

26

27 25 1 CONCEITOS FUNDAMENTAIS 1.1 MARKETING O marketing é muito difundido hoje e teve seus primeiros passos no início do século XX quando vieram à tona os seus primeiros conceitos básicos. Ainda no seu começo, a noção de marketing se difundia, aproveitando o pensamento orientado a produção que era dominante nesta mesma década [3]. Em meados de 1960 seus conceitos fundamentais já haviam sido muito discutidos e passavam por revisões sob a luz de princípios mais sociais como o gerencialismo, que é a ideia que as sociedades são equivalentes a soma das transações feitas pela gerência de uma certa organização [3]. Hoje o marketing se tornou uma ferramenta praticamente obrigatória nas empresas, independentemente do ramo em que elas atuam, devido à concorrência acirrada no mercado. Entre as formas de buscar atendimento dos profissionais de marketing está a assessoria de marketing, a qual ajuda as empresas a escoar de forma mais fácil sua produção, ainda que o papel do profissional da área de marketing não seja só esse [4]. O marketing tem como propósito e base o gerenciamento de logística das organizações. Para tanto, necessita de informações sobre o escoamento da produção ou da distribuição de consumo do produto/serviço da organização ao longo do tempo [4]. O gerenciamento de logística envolve várias decisões, tais como obtenções/compras, programação de produtos e sistemas de informação [4]. Decisões desse tipo se tornam mais fáceis de se tomar quando se tem algum tipo de dado geográfico associado aos dados de vendas da organização, pois isso permite realizar análises sensíveis à localização dos clientes por meio de visualização cartográfica dos dados, por exemplo, usando mapas. Por exemplo, há vários trabalhos na literatura que utilizam dados geográficos para definir onde estabelecer a localização de um novo ponto de venda, ou de um novo escritório [5, 6, 7]. Essa prática se tornou tão comum que com o passar do tempo o marketing tradicional se segmentou de forma a criar o marketing espacial ou geomarketing, o qual se utiliza de dados geográficos para fazer as pesquisas de marketing e é discutido na próxima seção. 1.2 GEOMARKETING O Geomarketing pode ser definido como uma coleção de técnicas que possibilitam a manipulação de dados georreferenciados em tarefas de marketing e está muito mais próximo do processo de análise do que de concepção de estratégias [7]. Dentre as áreas em que técnicas de geomarketing têm sido aplicadas, pode-se citar:

28 26 Capítulo 1. Conceitos fundamentais Comportamento da clientela; Escolha de local para unidades de varejo; Gerenciamento de ações de marketing; Este trabalho abordará as áreas de comportamento de clientes e de gerenciamento de marketing, excluindo a área de escolha de locais. Para facilitar a análise é desejável que se sumarize os dados por tempo em relação ao atributo espacial, que vai do macro ao micro (país, estado, cidade, bairro ou setor, coordenada geográfica), ou vice-versa [7]. Aliado aos dados provenientes da organização que faz a pesquisa de marketing estão os dados sócio-demográficos que ajudam a entender de forma mais fácil o comportamento de clientes. Mesmo depois de os dados terem sido coletados e devidamente georreferenciados, o labor envolvido em análises manuais é muito maior se comparado a análises com o suporte de um software como ferramenta de automação e visualização de dados [8]. Entre este softwares auxiliares estão os softwares categorizados como Sistemas de Informação Geográfica (SIG), que contam com interfaces onde são mostrados mapas e recursos para tratamento e análise de dados georreferenciados [9]. Estes sistemas são de grande importância em geomarketing, para gerenciar bases de dados sócio-demográficos georreferenciados e construir mapas com diferentes camadas de visualização [7]. Para gerenciar todos estes dados os softwares contam com sistemas gerenciadores de banco de dados que realizam tarefas complexas de sumarização e filtragem de dados. Estas tarefas são realizadas por funções chamadas analíticas que processam os dados e os classificam por tempo ou por alguma outra dimensão escolhida [10, 11]. 1.3 PROCESSAMENTO ANALÍTICO EM SISTEMAS GEREN- CIADORES DE BANCO DE DADOS Organizações tendem a acumular uma massa de dados muito grande durante a sua existência. Estes dados variam de acordo com a natureza da organização. Podem ser provenientes de pesquisas, cadastros de clientes ou registros de entradas e saídas (controle comercial). À medida que o volume de dados cresce, aumenta o tempo e o custo do processo de análise, demandando mais recursos [12, 8]. Para melhorar esta situação é que surgiu, em meados de 1994, a noção de processamento analítico online (OnLine Analytical Processing OLAP) [10].

29 1.3. Processamento analítico em sistemas gerenciadores de banco de dados OLAP Segundo [13], OnLine Analytical Processing é uma abordagem para responder a consultas que são naturalmente multidimensionais de forma mais rápida e que engloba conceitos de data warehousing como ETL (Extract, Transform and Load extração, transformação e carga de dados) além de relatórios relacionais e mineração de dados. Ainda segundo [13], OLAP pode ser definido como Análise Rápida de Informação Multidimensional Distribuída devido ao funcionamento das consultas OLAP, uma vez que estas consultas são rápidas, pois elas não devem demorar mais que 5 segundos. Outra característica é que são consultas de análise, pois tem como objetivo cooperar com os sistemas que as usam para apresentar somente dados de análise estatística que são fáceis o suficiente para o usuário final entender. E como caráter final as consultas são distribuídas, pois implementa todos os requerimentos de segurança e de trava de acesso. Uma consulta OLAP gera um snapshot, de um conjunto de dados do banco e o sistema usa este snapshot para gerar um cubo de dados multidimensional, chamado de cubo OLAP. As consultas então são executadas sobre este cubo. Há uma infinidade de consultas que podem ser realizadas, mas elas se dividem em categorias que incluem as seguintes. Consultas de fatiamento (slice/dice) São consultas que reduzem o cubo considerando somente uma parte dele. Consultas de detalhamento/generalização (roll-up/drill-down) São consultas que usam uma dimensão para agregar os dados. Consultas de detalhamento combinado Usam cubos que tem uma ou mais dimensões em comum. Em termos de bancos de dados relacionais, este tipo de consulta faz uma junção ( ). Consultas de classificação São consultas que retornam um limiar superior ou inferior do conjunto de dados. Consultas utilizando rotação São consultas que provêm uma visão alternativa dos dados, rotacionando o cubo com base em alguma dimensão. As operações básicas supracitadas podem ser combinadas, por exemplo, pode-se combinar uma operação de roll-up com uma de drill-down [14, 15]. A Figura 1 mostra um cubo formado por dados de faturamento de lojas no decorrer do tempo e a consulta indicada ( Para as lojas qual foi o faturamento durante uma faixa do tempo ) é representada na figura pelo plano F aturamento Lojas no instante de tempo t escolhido. Uma das formas mais comuns para se definir um cubo OLAP é o esquema estrela, onde as tabelas que estão na periferia do esquema são as tabelas de dimensões e guardam

30 28 Capítulo 1. Conceitos fundamentais Figura 1 Exemplo de cubo OLAP. os dados que ajudam a definir como os dados podem ser agregados. No centro fica a tabela de fatos que guarda os dados que são o alvo da análise [13, 15]. A figura 2 mostra o esquema estrela para o cubo da figura 1. É possível ver que os dados de todos os níveis são guardados em uma dimensão como o nome das lojas e a localização das mesmas. Figura 2 Exemplo de esquema estrela. A abordagem de OLAP pode ser feita de duas formas distintas, sendo elas: rela-

31 1.4. PostgreSQL 29 cional e puramente multidimensional. Partindo pela prática multidimensional, os dados são armazenados em bancos puramente multidimensionais, ou seja banco de dados que já tem seus dados inseridos respeitando as dimensões de tempo, ou espaço, etc. Nestes, não é necessário modificações para se aplicar técnicas OLAP, porém é mais difícil de se encontrar aplicações que tem sua base de dados armazenada somente em bancos multidimensionais se comparado a quantidade de aplicações que utilizam bancos relacionais. O funcionamento de OLAP em bancos relacionais segue o mesmo princípio já apresentado nesta subseção, porém nestes tipos de banco de dados é necessário fazer alterações em algumas estruturas de armazenamento e por vezes criar novas relações para guardar dados do cubo de dados [14, 10, 13]. 1.4 POSTGRESQL O PostgreSQL se destaca dentre os sistemas gerenciadores de banco de dados de código aberto, sendo considerado até como o melhor SGBD de código aberto disponível [16]. O PostgreSQL tem origem do projeto Ingres que foi desenvolvido por várias pessoas, dentre elas um grupo de pesquisadores da UC Berkeley. E tem Michael Stonebreaker como um dos seus principais desenvolvedores, sendo considerado inclusive como o pai do mesmo [16]. Em meados de 1986 Michael liderou um time de desenvolvedores, levandoos a programar um SGBD que recebeu o nome de Postgres. Mais tarde dois alunos de Berkeley adicionaram funcionalidades SQL ao Postgres e então o chamaram de Postgres95 [17]. Porém o PostgreSQL não se limita a um SGBD comum, ele é um SGBD Objetorelacional, o que confere a ele a capacidade de armazenar dados mais complexos em suas colunas relacionais, além de permitir a criação de novos tipos de dados, funções e operadores definidos pelo seu usuário [16] PostgreSQL e Processamento Geo-espacial com PostGIS A combinação da característica de extensibilidade e facilidade do PostgreSQL e o fato de ser um software mantido por comunidade gera uma quantidade de contribuições elevadas e entre elas estão funções de agregação novas, funcionalidades novas como a materialização de visões (ainda em desenvolvimento) entre outras. Dentre estas contribuições, uma que é importante no tocante de processamento de dados espaciais é a extensão geográfica do PostgreSQL, chamada de PostGIS. O PostGIS possui capacidade de lidar com dados geográficos de vários tipos entre eles, os mais importantes são:

32 30 Capítulo 1. Conceitos fundamentais Ponto Modela uma localização no plano ou no globo. O PostGIS ainda oferece suporte a pontos em sistemas de coordenadas de 3 ou mais dimensões. Polilinha Modela uma série de pontos, podendo representar desde uma trajetória até uma rua ou avenida. Polígono Modela uma região fechada, podendo representar a área de uma cidade, cobertura de sinal de célula de comunicação móvel, etc. Com base nestes dados e através das funções espaciais definidas no PostGIS é possível executar consultas com dados agregados levando em conta a componente geográfica. Um exemplo de consulta seria a consulta para responder a uma pergunta do tipo: Quais são as cidades que mais possuem estações de metrô no estado de São Paulo? Se as cidades fossem representadas por polígonos devidamente inseridos no PostGIS e as estações fossem representadas por pontos uma consulta que responderia a pergunta seria a seguinte: SELECT csp.cidade, SUM(esp.id_estacao) FROM cidades_sp csp JOIN estacoes_sp esp ON ST_Contains(csp.cidade_area, esp.estacao_localizacao) GROUP BY cidade; onde cidades_sp e estacoes_sp são tabelas no banco de dados do PostgreSQL representando as cidades e as estações de metro no estado de São Paulo, respectivamente; Os atributos cidade_area e estacao_localizacao são objetos do PostGIS sendo cidade_area um objeto do tipo polígono e estacao_localizacao um objeto do tipo ponto. Nesta consulta é feita uma junção chamada espacial, ou seja, onde a condição de junção é a resposta de uma relação espaciais entre dois tipos de dados geográficos. Neste caso a condição de junção é a relação espacial de contenção. Este é apenas um exemplo de uso do PostGIS, porém as aplicações deste tipo de funções geográficas e dos objetos contidos nesta extensão são muito grandes [16]. Integrado a sistemas de Business Intelligence é possível agregar dados não espaciais em função de hierarquias de geográficas para se obter relatórios detalhados de cidades, estados e regiões de interesse utilizando a gama de funções de processamento e de relação geográfico.

33 1.5. Métodos de acesso e indexação em banco de dados PostgreSQL e OLAP Espacial Segundo [18] OLAP espacial ou ainda SOLAP é uma plataforma visual especialmente construída para permitir a análise espaço-temporal rápida e fácil além da exploração de dados seguindo uma abordagem multidimensional composta por agregação de níveis disponíveis em dispositivos de exibição cartográfica assim como em diagramas e tabelas. Para prover tal capacidade de processamento de dados espaço-temporais é necessário ter um bom sistema para fazer a gerência de dados, para este papel alguns sistemas que se auto-intitulam como SOLAP utilizam a combinação do PostGIS com o PostgreSQL que apresenta uma performance razoável, sendo utilizado até em sistemas comerciais. Um exemplo da aplicação desta combinação, PostGIS + PostgreSQL, é a aplicação desenvolvida por Bédard [19] onde ele propõe uma ferramenta da SOLAP e business intelligence construída a partir de ferramentas de código aberto e/ou livres. Na aplicação os pesquisadores utilizam a combinação das duas ferramentas para servir como a camada de data warehousing e esta se comunica com os outros componentes como a camada de visualização dos resultados. Outro exemplo de uso do PostGIS como base para SOLAP é o trabalho de Siqueira [20], onde o mesmo investiga o impacto de redundância de dados espaciais no tempo de resposta de consultas OLAP. Neste trabalho ele utiliza o PostGIS como repositório de dados e realiza testes para fim de simulação na ferramenta. 1.5 MÉTODOS DE ACESSO E INDEXAÇÃO EM BANCO DE DADOS R-tree O método de indexação R-Tree é o método de acesso espacial (SAM) mais importante entre os que aplicam o conceito de MBR (Minimum Bounding Rectangle, ou retângulo de limite mínimo). Consiste basicamente de um SAM que faz decomposição espacial irregular recursiva, organizada em diretórios hierárquicos [21] Estrutura A R-Tree é uma árvore balanceada em função da altura, sendo que as folhas contém ponteiros para os atributos não espaciais dos objetos. Os nós correspondem a páginas de disco, com as seguintes características: cada folha contém entradas do tipo (I, Tid), em que Tid se refere (pode ser um

34 32 Capítulo 1. Conceitos fundamentais ponteiro) a uma tupla na base de dados, contendo os atributos não espaciais do objeto. E I corresponde ao MBR deste objeto; cada nó interno contém entradas do tipo (I, Cid), em que Cid é um ponteiro para algum filho. Ao passo que I corresponde ao MBR que cobre todas as regiões descritas pelos MBR dos nós inferiores;

35 33 2 REVISÃO DA LITERATURA Embora os avanços na tecnologia envolvendo consultas OLAP tenham ajudado a construir sistemas de suporte a decisão eficientes, a integração de dados georreferenciados em data warehouse para permitir consultas do tipo SOLAP só apareceu como tópico de pesquisa ativo recentemente. Nas seções seguintes são discutidas pesquisas que se assemelham com a proposta deste trabalho e que contribuíram para a área de otimização de consultas SOLAP. 2.1 PAPADIAS ET AL. Em [1] são descritos vários métodos de acesso para indexação de dados espaçotemporais utilizando combinação de vários tipos de estruturas, por vezes combinadas. O exemplo mais relevante para o trabalho é o método denominado arb-tree onde o autor combina conceitos da R-tree com a B-tree da seguinte forma: as regiões que constituem uma hierarquia especial são guardadas apenas uma vez e indexadas usando a R-tree. Para cada entrada da R-tree (incluindo os níveis intermediários), existem um ponteiro para um nó de uma B-tree que guarda dados pré-agregados sobre aquela entrada. Usando este tipo de abordagem o autor tentava provar que as estruturas propostas no framework dele poderiam substituir a construção de cubos para a resposta de consultas OLAP, uma vez que os métodos de acesso criado por ele tinham complexidade temporal e espacial menor do que as dos métodos tradicionais para montagem de cubos. 2.2 PEDERSEN ET AL. Em [22] é apresentada uma técnica para a pré-agregação de dados georreferenciados onde o autor considera o artigo a ser o primeiro a tratar sobre pré-agregação de dados espaciais, além de tratar problemas de sobreposição parcial de áreas para a pré-agregação de dados espacias. Na técnica o autor calcula os dados derivados sobre cada área do conjunto de dados, o da seguinte forma: Cálculo das partes disjuntas Para alcançar resultados corretos na pré-agregação, separase as áreas que tem sobreposição parcial e se calcula os dados agregados das disjuntas. Organização das hierarquias espacias Para reaproveitar os resultados de agregações feitas se estabelece a relação entre áreas, onde as áreas que contêm outras regiões

36 34 Capítulo 2. Revisão da literatura são colocadas em um nível acima destas. Pré-agregação Com as áreas separadas é possível calcular as agregações de cada uma delas e assim responder as consultas reaproveitando os resultados das agregações em níveis mais baixos. 2.3 POSTGIS Como já explicado na seção do capítulo 1 o PostGIS é uma extensão geográfica e pela sua própria natureza consegue responder todo tipo de consulta geográfica de forma razoavelmente rápida para uma massa de dados de por exemplo 2 milhões de objetos espaciais com dados comuns associados a eles [16]. Para alcançar tal velocidade na resposta de consultas o PostGIS utiliza os índices disponibilizados pelo PostgreSQL para realizar as mesmas. O PostgreSQL possui uma gama grande de índices, porém o recomendado pelo PostGIS é o índice do tipo GiST (Árvore de busca generalizada), pois são índices que se comportam bem para quase todo tipo de dado e ainda implementa o índice com uma R-tree que tem ótimo desempenho para consultas espaciais.

37 35 3 PROPOSTA DE IMPLEMENTAÇÃO A indexação de dados espaciais não é simples e precisa ser tratada de forma diferenciada, por isso para alcançar resultados satisfatórios este trabalho propõe uma abordagem diferente das discutidas em outros artigos. Em [1] é proposto um novo método de acesso chamado arb-tree que é uma R-tree modificada para guardar resultados de agregações sobre regiões espaciais usada em conjunto com uma B-tree. Já em [2] é proposto um método de pré-agregação onde os dados calculados são guardados em visões materializadas, separando os dados espaciais dos não espaciais. Este trabalho propõe uma solução híbrida para o aumento de performance de consultas geográficas no SGBD PostgreSQL. A solução tem como estratégia indexar os objetos geográficos em uma R-tree e guardar os resultados das agregações nas tabelas do banco de dados. Os passos mais detalhados da solução são apresentados nas seções a seguir. 3.1 INDEXAR OS DADOS GEOGRÁFICOS (CONSTRUÇÃO DA R-TREE) A primeira etapa é a indexação dos dados geográficos da base de dados usando a R-tree. Na fig. 3 é apresentado a estrutura de um banco, através de um diagrama Entidade Relacionamento que irá servir de exemplo e será citado durante este capítulo. Figura 3 Exemplo de um banco de dados. Tomando esta base de dados como exemplo poderíamos indexar o campo localizao da relação clientes usando a R-tree. Depois de ter a estrutura da R-tree completa com os dados indexados o próximo passo é a inserção das informações não geográficas nas visões (tabelas) do SGBD PostgreSQL.

38 36 Capítulo 3. Proposta de implementação 3.2 INSERINDO REFERÊNCIAS DA R-TREE NO POSTGRESQL Depois de indexar os dados usando a R-tree, deve-se percorrer as folhas da estrutura para realizar a pré-agregação dos dados de acordo com o desejado, ou seja, selecionando os atributos os quais são interessantes para análise e portanto devem ser calculados com antecedência. Depois de calculado os valores agregados para cada elemento dos nós folhas é guardado a soma dos valores agregados para aquele nó e assim recursivamente. Para exemplificar, na figura 4 os elementos P 8...P 21 teriam seus valores de interesse somados e guardados em seus respectivos nós pais, por exemplo, o valor da soma dos elementos de P 8...P 10 seriam guardados no nó de id CONSULTANDO OS DADOS GEOGRÁFICOS Depois de construída toda estrutura é possível realizar consultas passando como parâmetro uma região de filtro, ou região de consulta(rc). Usando a R-tree filtra-se os nós contidos propriamente na RC, se o nó num nível mais acima tem um MBR que não está propriamente contido na região de consulta deve-se aprofundar no nível da árvore até chegar na situação onde o MBR do nó está contido na RC. A situação é exemplificada na figura 4. Neste caso, para esta RC os id de nós retornados seriam os ID s R5eR7.

39 3.3. Consultando os dados geográficos 37 R1 R3 R4 P9 P11 R5 P14 RC P8 P10 R2 R7 P19 P15 P13 P21 P12 P20 R6 P16 R1 R R3 R4 R5 R6 R P8 P9 P10 P11 P12 P13 P14 P16 P17 P18 P19 P20 P21 Figura 4 Exemplo de consulta utilizando retângulo

40

41 39 4 RESULTADOS É preciso implementar a modificação da R-tree já implementada em [23] para então medir a performance do método discutido neste trabalho, mas espera-se que a técnica de busca empregada seja mais eficiente por não pesquisar nos nós folhas da estrutura sempre.

42

43 CONCLUSÃO 41

44

45 43 REFERÊNCIAS 1 PAPADIAS, D.; TAO, Y. Indexing spatio-temporal data warehouses. Data Engineering, 2002, ZHANG, L. et al. An approach to enabling spatial OLAP by aggregating on spatial hierarchy. Data Warehousing and..., JONES, D.; SHAW, E. A history of marketing thought. Handbook of marketing, PERREAULT, W.; MCCARTHY, E. Basic marketing: a global-managerial approach WOOD, S.; BROWNE, S. Convenience store location planning and forecasting a practical research agenda. International Journal of Retail & Distribution Management, v. 35, n. 4, p , ISSN BENOIT, D.; CLARKE, G. Assessing GIS for retail location planning. Journal of Retailing and Consumer Services, v. 4, n. 4, p , out ISSN CLIQUET, G. Geomarketing: Methods and strategies in spatial marketing. [S.l.]: iste, ISBN LILIEN, G. L.; RANGASWAMY, A. Marketing Engineering: Computer-assisted Marketing Analysis and Planning. [S.l.]: DecisionPro, ISBN ESRI. GIS and Business Intelligence THOMSEN, E. OLAP solutions: building multidimensional information systems. 2nd. ed. [S.l.]: John Wiley & Sons, ISBN PAPADIAS, D. et al. Efficient OLAP operations in spatial data warehouses.... Spatial and Temporal Databases, BERRY, M.; LINOFF, G. Data mining techniques. 2nd. ed. [S.l.]: WILEY, p. ISBN PAREEK, D. Business Intelligence for Telecommunications. [S.l.]: CRC Press, p. ISBN JENSEN, T. B. P. C. S. Multidimensional Database Technology VASSILIADIS, P. Modeling multidimensional databases, cubes and cube operations. Scientific and Statistical Database Management,..., OBE, R.; HSU, L. PostGIS in action. [s.n.], Disponível em: <http://dl.acm-.org/citation.cfm?id= >. 17 MOMJIAN, B. PostgreSQL: introduction and concepts

46 44 Referências 18 RIVEST, S.; BéDARD, Y. SOLAP: a new type of user interface to support spatio-temporal multidimensional data exploration and analysis. Proceedings of the..., Disponível em: <http://yvanbedard.scg.ulaval.ca/wp-content/documents- /publications/344.pdf>. 19 DUBé, E.; BADARD, T.; BéDARD, Y. Building Geospatial Business Intelligence Solutions with Free and Open Source Components Disponível em: <http:/- /yvanbedard.scg.ulaval.ca/wp-content/documents/slideshow/publication/613.pdf>. 20 SIQUEIRA, T.; CIFERRI, C. The impact of spatial data redundancy on SOLAP query performance. Journal of the Brazilian..., GUTTMAN, A. R-trees: A dynamic index structure for spatial searching Disponível em: <http://dl.acm.org/citation.cfm?id=602266>. 22 PEDERSEN, T.; TRYFONA, N. Pre-aggregation in spatial data warehouses. Advances in Spatial and Temporal Databases, JR., C. T. F. J. T. C. M. R. V. A. S. A. Arboretum GBDI Libs Disponível em: <http://www.gbdi.icmc.usp.br/old/arboretum/>.

Primitivas de funções analíticas para suporte à análise de dados comerciais

Primitivas de funções analíticas para suporte à análise de dados comerciais Primitivas de funções analíticas para suporte à análise de dados comerciais Pedro Sena Tanaka 1, Daniel Dos Santos Kaster 1 1 Departamento de Computação Universidade Estadual de Londrina (UEL) Caixa Postal

Leia mais

Uma análise multidimensional dos dados estratégicos da empresa usando o recurso OLAP do Microsoft Excel

Uma análise multidimensional dos dados estratégicos da empresa usando o recurso OLAP do Microsoft Excel Uma análise multidimensional dos dados estratégicos da empresa usando o recurso OLAP do Microsoft Excel Carlos Alberto Ferreira Bispo (AFA) cafbispo@siteplanet.com.br Daniela Gibertoni (FATECTQ) daniela@fatectq.com.br

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI Noções de sistemas de informação Turma: 01º semestre Prof. Esp. Marcos Morais

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Lembrando... Aula 4 1 Lembrando... Aula 4 Sistemas de apoio

Leia mais

Palavras-chave: On-line Analytical Processing, Data Warehouse, Web mining.

Palavras-chave: On-line Analytical Processing, Data Warehouse, Web mining. BUSINESS INTELLIGENCE COM DADOS EXTRAÍDOS DO FACEBOOK UTILIZANDO A SUÍTE PENTAHO Francy H. Silva de Almeida 1 ; Maycon Henrique Trindade 2 ; Everton Castelão Tetila 3 UFGD/FACET Caixa Postal 364, 79.804-970

Leia mais

Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) - Senado

Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) - Senado Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) - Senado DW OLAP BI Ilka Kawashita Material preparado :Prof. Marcio Vitorino Sumário OLAP Data Warehouse (DW/ETL) Modelagem Multidimensional Data Mining BI - Business

Leia mais

Data Warehousing. Leonardo da Silva Leandro. CIn.ufpe.br

Data Warehousing. Leonardo da Silva Leandro. CIn.ufpe.br Data Warehousing Leonardo da Silva Leandro Agenda Conceito Elementos básicos de um DW Arquitetura do DW Top-Down Bottom-Up Distribuído Modelo de Dados Estrela Snowflake Aplicação Conceito Em português:

Leia mais

DATA WAREHOUSE. Rafael Ervin Hass Raphael Laércio Zago

DATA WAREHOUSE. Rafael Ervin Hass Raphael Laércio Zago DATA WAREHOUSE Rafael Ervin Hass Raphael Laércio Zago Roteiro Introdução Aplicações Arquitetura Características Desenvolvimento Estudo de Caso Conclusão Introdução O conceito de "data warehousing" data

Leia mais

Tópicos Avançados Business Intelligence. Banco de Dados Prof. Otacílio José Pereira. Unidade 10 Tópicos Avançados Business Inteligence.

Tópicos Avançados Business Intelligence. Banco de Dados Prof. Otacílio José Pereira. Unidade 10 Tópicos Avançados Business Inteligence. Tópicos Avançados Business Intelligence Banco de Dados Prof. Otacílio José Pereira Unidade 10 Tópicos Avançados Business Inteligence Roteiro Introdução Níveis organizacionais na empresa Visão Geral das

Leia mais

Chapter 3. Análise de Negócios e Visualização de Dados

Chapter 3. Análise de Negócios e Visualização de Dados Chapter 3 Análise de Negócios e Visualização de Dados Objetivos de Aprendizado Descrever a análise de negócios (BA) e sua importância par as organizações Listar e descrever brevemente os principais métodos

Leia mais

Modelo de dados do Data Warehouse

Modelo de dados do Data Warehouse Modelo de dados do Data Warehouse Ricardo Andreatto O modelo de dados tem um papel fundamental para o desenvolvimento interativo do data warehouse. Quando os esforços de desenvolvimentos são baseados em

Leia mais

Aplicação A. Aplicação B. Aplicação C. Aplicação D. Aplicação E. Aplicação F. Aplicação A REL 1 REL 2. Aplicação B REL 3.

Aplicação A. Aplicação B. Aplicação C. Aplicação D. Aplicação E. Aplicação F. Aplicação A REL 1 REL 2. Aplicação B REL 3. Sumário Data Warehouse Modelagem Multidimensional. Data Mining BI - Business Inteligence. 1 2 Introdução Aplicações do negócio: constituem as aplicações que dão suporte ao dia a dia do negócio da empresa,

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE PLUG-INS KETTLE PARA GERAÇÃO DE MONDRIAN SCHEMA A PARTIR DE BASES RELACIONAIS, UTILIZANDO A METODOLOGIA AGILE ROLAP.

DESENVOLVIMENTO DE PLUG-INS KETTLE PARA GERAÇÃO DE MONDRIAN SCHEMA A PARTIR DE BASES RELACIONAIS, UTILIZANDO A METODOLOGIA AGILE ROLAP. DESENVOLVIMENTO DE PLUG-INS KETTLE PARA GERAÇÃO DE MONDRIAN SCHEMA A PARTIR DE BASES RELACIONAIS, UTILIZANDO A METODOLOGIA AGILE ROLAP. Eduardo Cristovo de Freitas Aguiar (PIBIC/CNPq), André Luís Andrade

Leia mais

Prova INSS RJ - 2007 cargo: Fiscal de Rendas

Prova INSS RJ - 2007 cargo: Fiscal de Rendas Prova INSS RJ - 2007 cargo: Fiscal de Rendas Material de Apoio de Informática - Prof(a) Ana Lucia 53. Uma rede de microcomputadores acessa os recursos da Internet e utiliza o endereço IP 138.159.0.0/16,

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani Data Warehouse - Conceitos Hoje em dia uma organização precisa utilizar toda informação disponível para criar e manter vantagem competitiva. Sai na

Leia mais

Decisão Suporte: Warehousing, OLAP e Data Mining

Decisão Suporte: Warehousing, OLAP e Data Mining Decisão Suporte: Warehousing, OLAP e Data Mining 7-1 Introdução Cada vez mais, organizações estão analizando dados correntes e históricos para identificar padrões úteis e suporte a estratégias de negócios.

Leia mais

Decisão Suporte: Warehousing, OLAP e Data Mining

Decisão Suporte: Warehousing, OLAP e Data Mining Decisão Suporte: Warehousing, OLAP e Data Mining 7-1 Introdução Cada vez mais, organizações estão analizando dados correntes e históricos para identificar padrões úteis e suporte a estratégias de negócios.

Leia mais

Adriano Maranhão BUSINESS INTELLIGENCE (BI),

Adriano Maranhão BUSINESS INTELLIGENCE (BI), Adriano Maranhão BUSINESS INTELLIGENCE (BI), BUSINESS INTELLIGENCE (BI) O termo Business Intelligence (BI), popularizado por Howard Dresner do Gartner Group, é utilizado para definir sistemas orientados

Leia mais

Uma estrutura (framework) para o Business Intelligence (BI)

Uma estrutura (framework) para o Business Intelligence (BI) Uma estrutura conceitural para suporteà decisão que combina arquitetura, bancos de dados (ou data warehouse), ferramentas analíticas e aplicações Principais objetivos: Permitir o acesso interativo aos

Leia mais

Uma Ferramenta Web para BI focada no Gestor de Informação

Uma Ferramenta Web para BI focada no Gestor de Informação Uma Ferramenta Web para BI focada no Gestor de Informação Mikael de Souza Fernandes 1, Gustavo Zanini Kantorski 12 mikael@cpd.ufsm.br, gustavoz@cpd.ufsm.br 1 Curso de Sistemas de Informação, Universidade

Leia mais

ATENÇÃO: ESTE ARTIGO NÃO PODERÁ SER UTILIZADO PARA FINS COMERCIAIS. DEVERÁ OBRIGATORIAMENTE SER REFERENCIADO COMO:

ATENÇÃO: ESTE ARTIGO NÃO PODERÁ SER UTILIZADO PARA FINS COMERCIAIS. DEVERÁ OBRIGATORIAMENTE SER REFERENCIADO COMO: ATENÇÃO: ESTE ARTIGO NÃO PODERÁ SER UTILIZADO PARA FINS COMERCIAIS. DEVERÁ OBRIGATORIAMENTE SER REFERENCIADO COMO: Fabre, Jorge Leandro; Carvalho, José Oscar Fontanini de. (2004). Uma Taxonomia para Informações

Leia mais

TÓPICOS AVANÇADOS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE

TÓPICOS AVANÇADOS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE TÓPICOS AVANÇADOS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE Engenharia de Computação Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto OLPT x OLAP Roteiro OLTP Datawarehouse OLAP Operações OLAP Exemplo com Mondrian e Jpivot

Leia mais

Data Warehouses. Alunos: Diego Antônio Cotta Silveira Filipe Augusto Rodrigues Nepomuceno Marcos Bastos Silva Roger Rezende Ribeiro Santos

Data Warehouses. Alunos: Diego Antônio Cotta Silveira Filipe Augusto Rodrigues Nepomuceno Marcos Bastos Silva Roger Rezende Ribeiro Santos Data Warehouses Alunos: Diego Antônio Cotta Silveira Filipe Augusto Rodrigues Nepomuceno Marcos Bastos Silva Roger Rezende Ribeiro Santos Conceitos Básicos Data Warehouse(DW) Banco de Dados voltado para

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Tipos de SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução 2 n As organizações modernas competem entre si para satisfazer as necessidades dos seus clientes de um modo

Leia mais

Diferenças entre Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados para GIS - SGBDs

Diferenças entre Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados para GIS - SGBDs Diferenças entre Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados para GIS - SGBDs O objetivo deste documento é fazer uma revisão bibliográfica para elucidar as principais diferenças entre os SGBDs, apontando

Leia mais

Thiago Locatelli de OLIVEIRA, Thaynara de Assis Machado de JESUS; Fernando José BRAZ Bolsistas CNPq; Orientador IFC Campus Araquari

Thiago Locatelli de OLIVEIRA, Thaynara de Assis Machado de JESUS; Fernando José BRAZ Bolsistas CNPq; Orientador IFC Campus Araquari DESENVOLVIMENTO DE AMBIENTE PARA A GESTÃO DO CONHECIMENTO RELACIONADO AOS DADOS PRODUZIDOS PELO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE TRANSITO DA CIDADE DE JOINVILLE/SC PARTE I Thiago Locatelli de OLIVEIRA, Thaynara

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

Gerenciamento de Dados e Gestão do Conhecimento

Gerenciamento de Dados e Gestão do Conhecimento ELC1075 Introdução a Sistemas de Informação Gerenciamento de Dados e Gestão do Conhecimento Raul Ceretta Nunes CSI/UFSM Introdução Gerenciando dados A abordagem de banco de dados Sistemas de gerenciamento

Leia mais

Data Warehouse Processos e Arquitetura

Data Warehouse Processos e Arquitetura Data Warehouse - definições: Coleção de dados orientada a assunto, integrada, não volátil e variável em relação ao tempo, que tem por objetivo dar apoio aos processos de tomada de decisão (Inmon, 1997)

Leia mais

Interatividade aliada a Análise de Negócios

Interatividade aliada a Análise de Negócios Interatividade aliada a Análise de Negócios Na era digital, a quase totalidade das organizações necessita da análise de seus negócios de forma ágil e segura - relatórios interativos, análise de gráficos,

Leia mais

Data Warehouses Uma Introdução

Data Warehouses Uma Introdução Data Warehouses Uma Introdução Alex dos Santos Vieira, Renaldy Pereira Sousa, Ronaldo Ribeiro Goldschmidt 1. Motivação e Conceitos Básicos Com o advento da globalização, a competitividade entre as empresas

Leia mais

Roteiro. Arquitetura. Tipos de Arquitetura. Questionário. Centralizado Descentralizado Hibrido

Roteiro. Arquitetura. Tipos de Arquitetura. Questionário. Centralizado Descentralizado Hibrido Arquitetura Roteiro Arquitetura Tipos de Arquitetura Centralizado Descentralizado Hibrido Questionário 2 Arquitetura Figura 1: Planta baixa de uma casa 3 Arquitetura Engenharia de Software A arquitetura

Leia mais

Fundamentos da inteligência de negócios: gestão da informação e de bancos de dados

Fundamentos da inteligência de negócios: gestão da informação e de bancos de dados Fundamentos da inteligência de negócios: gestão da informação e de bancos de dados slide 1 1 Copyright 2011 Pearson Education, Inc. publishing as Prentice Hall Objetivos de estudo Como um banco de dados

Leia mais

Criação e uso da Inteligência e Governança do BI

Criação e uso da Inteligência e Governança do BI Criação e uso da Inteligência e Governança do BI Criação e uso da Inteligência e Governança do BI Governança do BI O processo geral de criação de inteligência começa pela identificação e priorização de

Leia mais

Administração de Banco de Dados

Administração de Banco de Dados Administração de Banco de Dados Professora conteudista: Cida Atum Sumário Administração de Banco de Dados Unidade I 1 INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS...1 1.1 Histórico...1 1.2 Definições...2 1.3 Importância

Leia mais

Banco de Dados, Integração e Qualidade de Dados. Ceça Moraes cecafac@gmail.com

Banco de Dados, Integração e Qualidade de Dados. Ceça Moraes cecafac@gmail.com Banco de Dados, Integração e Qualidade de Dados Ceça Moraes cecafac@gmail.com Sobre a professora CeçaMoraes Doutora em Computação (UFPE) Áreas de atuação Desenvolvimento de Software e Banco de Dados Experiência

Leia mais

SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 2 2. O QUE É DATA WAREHOUSE?... 2 3. O QUE DATA WAREHOUSE NÃO É... 4 4. IMPORTANTE SABER SOBRE DATA WAREHOUSE... 5 4.

SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 2 2. O QUE É DATA WAREHOUSE?... 2 3. O QUE DATA WAREHOUSE NÃO É... 4 4. IMPORTANTE SABER SOBRE DATA WAREHOUSE... 5 4. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 2 2. O QUE É DATA WAREHOUSE?... 2 3. O QUE DATA WAREHOUSE NÃO É... 4 4. IMPORTANTE SABER SOBRE DATA WAREHOUSE... 5 4.1 Armazenamento... 5 4.2 Modelagem... 6 4.3 Metadado... 6 4.4

Leia mais

José Benedito Lopes Junior ¹, Marcello Erick Bonfim 2

José Benedito Lopes Junior ¹, Marcello Erick Bonfim 2 ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 Definição de uma tecnologia de implementação e do repositório de dados para a criação da ferramenta

Leia mais

Banco de Dados - Senado

Banco de Dados - Senado Banco de Dados - Senado Exercícios OLAP - CESPE Material preparado: Prof. Marcio Vitorino OLAP Material preparado: Prof. Marcio Vitorino Soluções MOLAP promovem maior independência de fornecedores de SGBDs

Leia mais

Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri. Banco de Dados Processamento e Otimização de Consultas

Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri. Banco de Dados Processamento e Otimização de Consultas Processamento e Otimização de Consultas Banco de Dados Motivação Consulta pode ter sua resposta computada por uma variedade de métodos (geralmente) Usuário (programador) sugere uma estratégia para achar

Leia mais

Banco de Dados. Prof. Dr. Rogério Galante Negri

Banco de Dados. Prof. Dr. Rogério Galante Negri Banco de Dados Prof Dr Rogério Galante Negri Tradicionalmente O armazenamento dos dados utilizava arquivos individuais, sem nenhum relacionamento Cada programa utilizava seu próprio sistema de arquivo

Leia mais

Uma Arquitetura de Gestão de Dados em Ambiente Data Warehouse

Uma Arquitetura de Gestão de Dados em Ambiente Data Warehouse Uma Arquitetura de Gestão de Dados em Ambiente Data Warehouse Alcione Benacchio (UFPR) E mail: alcione@inf.ufpr.br Maria Salete Marcon Gomes Vaz (UEPG, UFPR) E mail: salete@uepg.br Resumo: O ambiente de

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais

Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais Prof. Marcos Francisco Pereira da Silva Especialista em Engenharia de Software Jogos Digitais - Computação Gráfica 1 Agenda Vantagens de usar a abordagem

Leia mais

Uso de interfaces amigáveis para elaboração de consultas a sistemas OLAP

Uso de interfaces amigáveis para elaboração de consultas a sistemas OLAP Uso de interfaces amigáveis para elaboração de consultas a sistemas OLAP Mariana Duprat, Esdi/Uerj/Andre Monat, Esdi/Uerj Palavras-Chave: OLAP interface MDX Resumo Esse artigo elabora a proposta de um

Leia mais

srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo

srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo CBSI Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação BI Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira srbo@ufpa.br www.ufpa.br/srbo Tópicos Especiais em Sistemas de Informação Faculdade de Computação Instituto

Leia mais

Data Warehouse. Diogo Matos da Silva 1. Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, Brasil. Banco de Dados II

Data Warehouse. Diogo Matos da Silva 1. Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, Brasil. Banco de Dados II Data Warehouse Diogo Matos da Silva 1 1 Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, Brasil Banco de Dados II Diogo Matos (DECOM - UFOP) Banco de Dados II Jun 2013 1 /

Leia mais

Uma Ferramenta WEB para apoio à Decisão em Ambiente Hospitalar

Uma Ferramenta WEB para apoio à Decisão em Ambiente Hospitalar Uma Ferramenta WEB para apoio à Decisão em Ambiente Hospitalar Mikael de Souza Fernandes 1, Gustavo Zanini Kantorski 12 mikael@cpd.ufsm.br, gustavoz@cpd.ufsm.br 1 Curso de Sistemas de Informação, Universidade

Leia mais

AGILE ROLAP - UMA METODOLOGIA ÁGIL PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AMBIENTES DE NEGÓCIOS BASEADO EM SERVIDORES OLAP.

AGILE ROLAP - UMA METODOLOGIA ÁGIL PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AMBIENTES DE NEGÓCIOS BASEADO EM SERVIDORES OLAP. AGILE ROLAP - UMA METODOLOGIA ÁGIL PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AMBIENTES DE NEGÓCIOS BASEADO EM SERVIDORES OLAP. Luan de Souza Melo (Fundação Araucária), André Luís Andrade Menolli (Orientador), Ricardo G. Coelho

Leia mais

Resumo dos principais conceitos. Resumo dos principais conceitos. Business Intelligence. Business Intelligence

Resumo dos principais conceitos. Resumo dos principais conceitos. Business Intelligence. Business Intelligence É um conjunto de conceitos e metodologias que, fazem uso de acontecimentos e sistemas e apoiam a tomada de decisões. Utilização de várias fontes de informação para se definir estratégias de competividade

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS Capítulo 7 ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE DADOS 7.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Por que as empresas sentem dificuldades para descobrir que tipo de informação precisam ter em seus sistemas de informação?

Leia mais

Sistemas de Informações Geográficas. Unidade 4: Arquitetura de SIG Prof. Cláudio Baptista 2004.2

Sistemas de Informações Geográficas. Unidade 4: Arquitetura de SIG Prof. Cláudio Baptista 2004.2 Sistemas de Informações Geográficas Unidade 4: Arquitetura de SIG Prof. Cláudio Baptista 2004.2 Arquitetura em Camadas Separar as camadas de Armazenamento Manipulação Visualização Arquitetura em Camadas

Leia mais

Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc.

Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc. Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc. SUMÁRIO Apresentação da ementa Introdução Conceitos Básicos de Geoinformação Arquitetura de SIGs Referências Bibliográficas APRESENTAÇÃO

Leia mais

A Grande Importância da Mineração de Dados nas Organizações

A Grande Importância da Mineração de Dados nas Organizações A Grande Importância da Mineração de Dados nas Organizações Amarildo Aparecido Ferreira Junior¹, Késsia Rita da Costa Marchi¹, Jaime Willian Dias¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil

Leia mais

Data Warehousing Visão Geral do Processo

Data Warehousing Visão Geral do Processo Data Warehousing Visão Geral do Processo Organizações continuamente coletam dados, informações e conhecimento em níveis cada vez maiores,, e os armazenam em sistemas informatizados O número de usuários

Leia mais

GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR

GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR Curso Engenharia Informática Ano letivo 2012/13 Unidade Curricular Bases de Dados II ECTS 6 Regime Obrigatório Ano 2º Semestre 1º sem Horas de trabalho globais Docente (s) José Carlos Fonseca Total 168

Leia mais

Módulo 4. Construindo uma solução OLAP

Módulo 4. Construindo uma solução OLAP Módulo 4. Construindo uma solução OLAP Objetivos Diferenciar as diversas formas de armazenamento Compreender o que é e como definir a porcentagem de agregação Conhecer a possibilidade da utilização de

Leia mais

Ferramentas Livres de Armazenamento e Mineração de Dados

Ferramentas Livres de Armazenamento e Mineração de Dados Ferramentas Livres de Armazenamento e Mineração de Dados JasperBI, Pentaho, Weka 09/2009 Eng. Pablo Jorge Madril pmadril@summa.com.br Summa Technologies www.summa.com.br Eng. Pablo Jorge Madril pmadril@summa.com.br

Leia mais

Uma análise de ferramentas de modelagem e gerência de metadados aplicadas ao projeto de BI/DW-UFBA

Uma análise de ferramentas de modelagem e gerência de metadados aplicadas ao projeto de BI/DW-UFBA Universidade Federal da Bahia Instituto de Matemática Departamento de Ciência da Computação MATA67 Projeto Final II Uma análise de ferramentas de modelagem e gerência de metadados aplicadas ao projeto

Leia mais

GEOPROCESSAMENTO. Herondino Filho

GEOPROCESSAMENTO. Herondino Filho GEOPROCESSAMENTO Herondino Filho Sumário 1. Introdução 1.1 Orientações Avaliação Referência 1.2 Dados Espaciais 1.2.1 Exemplo de Dados Espaciais 1.2.2 Aplicações sobre os Dados Espaciais 1.3 Categoria

Leia mais

No mundo atual, globalizado e competitivo, as organizações têm buscado cada vez mais, meios de se destacar no mercado. Uma estratégia para o

No mundo atual, globalizado e competitivo, as organizações têm buscado cada vez mais, meios de se destacar no mercado. Uma estratégia para o DATABASE MARKETING No mundo atual, globalizado e competitivo, as organizações têm buscado cada vez mais, meios de se destacar no mercado. Uma estratégia para o empresário obter sucesso em seu negócio é

Leia mais

Extração de Árvores de Decisão com a Ferramenta de Data Mining Weka

Extração de Árvores de Decisão com a Ferramenta de Data Mining Weka Extração de Árvores de Decisão com a Ferramenta de Data Mining Weka 1 Introdução A mineração de dados (data mining) pode ser definida como o processo automático de descoberta de conhecimento em bases de

Leia mais

Identificar as mudanças que acontecem na forma e no uso de apoio à decisão em empreendimentos de e-business. Identificar o papel e alternativas de

Identificar as mudanças que acontecem na forma e no uso de apoio à decisão em empreendimentos de e-business. Identificar o papel e alternativas de 1 Identificar as mudanças que acontecem na forma e no uso de apoio à decisão em empreendimentos de e-business. Identificar o papel e alternativas de relatórios dos sistemas de informação gerencial. Descrever

Leia mais

Revisão de Banco de Dados

Revisão de Banco de Dados Revisão de Banco de Dados Fabiano Baldo 1 Sistema de Processamento de Arquivos Antes da concepção dos BDs o registro das informações eram feitos através de arquivos. Desvantagens: Redundância e Inconsistência

Leia mais

Banco de Dados I 2007. Módulo V: Indexação em Banco de Dados. (Aulas 4) Clodis Boscarioli

Banco de Dados I 2007. Módulo V: Indexação em Banco de Dados. (Aulas 4) Clodis Boscarioli Banco de Dados I 2007 Módulo V: Indexação em Banco de Dados (Aulas 4) Clodis Boscarioli Agenda: Indexação em SQL; Vantagens e Custo dos Índices; Indexação no PostgreSQL; Dicas Práticas. Índice em SQL Sintaxe:

Leia mais

Capítulo 5. 5.1 Laudon, Cap. 5

Capítulo 5. 5.1 Laudon, Cap. 5 Capítulo 5 Fundamentos da Inteligência de Negócios: Gerenciamento da Informação e de Bancos de Dados 5.1 Laudon, Cap. 5 OBJETIVOS DE ESTUDO Descrever como um banco de dados relacional organiza os dados

Leia mais

OLAP. Introdução. Cristina C. Vieira Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática

OLAP. Introdução. Cristina C. Vieira Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática OLAP Introdução Cristina C. Vieira Departamento de Engenharia Eletrónica e Informática OLAP Online analytical processing Existem dois tipos distintos de processamento sobre bases de dados: OLTP Online

Leia mais

Sistemas de Informação Gerenciais (SIG)

Sistemas de Informação Gerenciais (SIG) Faculdade de Engenharia - Campus de Guaratinguetá Sistemas de Informação Gerenciais (SIG) Prof. José Roberto Dale Luche Unesp Um SISTEMA DE INFORMAÇÃO é um conjunto de componentes inter-relacionados, desenvolvidos

Leia mais

Etapas da evolução rumo a tomada de decisão: Aplicações Isoladas: dados duplicados, dados inconsistentes, processos duplicados.

Etapas da evolução rumo a tomada de decisão: Aplicações Isoladas: dados duplicados, dados inconsistentes, processos duplicados. Histórico Etapas da evolução rumo a tomada de decisão: Aplicações Isoladas: dados duplicados, dados inconsistentes, processos duplicados. Sistemas Integrados: racionalização de processos, manutenção dos

Leia mais

Data Warehouse. Debora Marrach Renata Miwa Tsuruda

Data Warehouse. Debora Marrach Renata Miwa Tsuruda Debora Marrach Renata Miwa Tsuruda Agenda Introdução Contexto corporativo Agenda Introdução Contexto corporativo Introdução O conceito de Data Warehouse surgiu da necessidade de integrar dados corporativos

Leia mais

Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence

Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence. Business Intelligence Juntamente com o desenvolvimento desses aplicativos surgiram os problemas: & Data Warehouse July Any Rizzo Oswaldo Filho Década de 70: alguns produtos de BI Intensa e exaustiva programação Informação em

Leia mais

Data Mining: Conceitos e Técnicas

Data Mining: Conceitos e Técnicas Data Mining: Conceitos e Técnicas DM, DW e OLAP Data Warehousing e OLAP para Data Mining O que é data warehouse? De data warehousing para data mining Data Warehousing e OLAP para Data Mining Data Warehouse:

Leia mais

Estratégia de execução de consultas em um Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados Geográfico

Estratégia de execução de consultas em um Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados Geográfico Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação Estratégia de execução de consultas em um Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

O Termo SIG é aplicado para sistemas que realizam o tratamento computacional de dados geográficos

O Termo SIG é aplicado para sistemas que realizam o tratamento computacional de dados geográficos Prof. Herondino O Termo SIG é aplicado para sistemas que realizam o tratamento computacional de dados geográficos Inserir e integrar, numa única base de dados informações espaciais provenientes de: meio

Leia mais

PLATAFORMA URBANMOB Aplicativo para captura de trajetórias urbanas de objetos móveis

PLATAFORMA URBANMOB Aplicativo para captura de trajetórias urbanas de objetos móveis PLATAFORMA URBANMOB Aplicativo para captura de trajetórias urbanas de objetos móveis Gabriel Galvão da Gama 1 ; Reginaldo Rubens da Silva 2 ; Angelo Augusto Frozza 3 RESUMO Este artigo descreve um projeto

Leia mais

Banco de Dados. Aula 1 - Prof. Bruno Moreno 16/08/2011

Banco de Dados. Aula 1 - Prof. Bruno Moreno 16/08/2011 Banco de Dados Aula 1 - Prof. Bruno Moreno 16/08/2011 Roteiro Apresentação do professor e disciplina Definição de Banco de Dados Sistema de BD vs Tradicional Principais características de BD Natureza autodescritiva

Leia mais

Business Intelligence e ferramentas de suporte

Business Intelligence e ferramentas de suporte O modelo apresentado na figura procura enfatizar dois aspectos: o primeiro é sobre os aplicativos que cobrem os sistemas que são executados baseados no conhecimento do negócio; sendo assim, o SCM faz o

Leia mais

Disciplina de Banco de Dados Introdução

Disciplina de Banco de Dados Introdução Disciplina de Banco de Dados Introdução Prof. Elisa Maria Pivetta CAFW - UFSM Banco de Dados: Conceitos A empresa JJ. Gomes tem uma lista com mais ou menos 4.000 nomes de clientes bem como seus dados pessoais.

Leia mais

SAD orientado a DADOS

SAD orientado a DADOS Universidade do Contestado Campus Concórdia Curso de Sistemas de Informação Prof.: Maico Petry SAD orientado a DADOS DISCIPLINA: Sistemas de Apoio a Decisão SAD orientado a dados Utilizam grandes repositórios

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani BI Business Intelligence A inteligência Empresarial, ou Business Intelligence, é um termo do Gartner Group. O conceito surgiu na década de 80 e descreve

Leia mais

TECNOLOGIAS E FRAMEWORKS UTILIZADAS NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS GERENCIAIS

TECNOLOGIAS E FRAMEWORKS UTILIZADAS NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS GERENCIAIS TECNOLOGIAS E FRAMEWORKS UTILIZADAS NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS GERENCIAIS Janderson Fernandes Barros ¹, Igor dos Passos Granado¹, Jaime William Dias ¹, ² ¹ Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí

Leia mais

INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL

INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL Engenharia de Computação Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Dados pessoais Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto MSc. em ciência da computação (UFPE) rosalvo.oliveira@univasf.edu.br

Leia mais

Palavras chave Sistema de Informações Geográficas, Banco de Dados, Geoprocessamento

Palavras chave Sistema de Informações Geográficas, Banco de Dados, Geoprocessamento IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS PARA O MUNICÍPIO DE TERESÓPOLIS, EM LABORATÓRIO DO UNIFESO José Roberto de C. Andrade Professor do Centro de Ciências e Tecnologia, UNIFESO Sergio Santrovitsch

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Pólo de Viseu Instituto Universitário de Desenvolvimento e Promoção Social

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Pólo de Viseu Instituto Universitário de Desenvolvimento e Promoção Social UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Pólo de Viseu Instituto Universitário de Desenvolvimento e Promoção Social DISCIPLINA Controlo Informático da Gestão LICENCIATURA Informática

Leia mais

Introdução à Banco de Dados. Definição

Introdução à Banco de Dados. Definição Universidade Federal da Bahia Departamento de Ciência da Computação (DCC) Disciplina: Banco de Dados Profª. Daniela Barreiro Claro Introdução à Banco de Dados Definição Um banco de dados é uma coleção

Leia mais

Sistemas de Gerência de Bancos de Dados

Sistemas de Gerência de Bancos de Dados Sistemas de Gerência de Bancos de Dados - Módulo 8a - Armazenamento e Recuperação de Dados Geográficos modulo8a.prz 1 29/0 Tópicos Motivação Indexação Espacial Grid files Árvores-R e variantes Armazenamento

Leia mais

Objetos Móveis. Clodoveu Davis

Objetos Móveis. Clodoveu Davis Objetos Móveis Clodoveu Davis Objetos Móveis em SIET Referências fundamentais Güting, R. H., Böhlen, M. H., Erwig, M., Jensen, C. S., Lorentzos, N., Nardelli, E., Schneider, M., Viqueira, J. R. R. Spatio-temporal

Leia mais

Aplicação de Data Warehousing no Cadastro de Ficha Limpa do TSE

Aplicação de Data Warehousing no Cadastro de Ficha Limpa do TSE Aplicação de Data Warehousing no Cadastro de Ficha Limpa do TSE Mateus Ferreira Silva, Luís Gustavo Corrêa Lira, Marcelo Fernandes Antunes, Tatiana Escovedo, Rubens N. Melo mateusferreiras@gmail.com, gustavolira@ymail.com,

Leia mais

Conversão de Base de Dados Relacional para Dimensional para Business Intelligence Utilizando Banco de Dados Mysql

Conversão de Base de Dados Relacional para Dimensional para Business Intelligence Utilizando Banco de Dados Mysql Conversão de Base de Dados Relacional para Dimensional para Business Intelligence Utilizando Banco de Dados Mysql Carlos H. Cardoso 1, Roberto D Nebo 1, Luis A. da Silva 1 1 Curso de Tecnologia em Banco

Leia mais

Curso de Engenharia de Sistemas e Informática - 5º Ano. Ficha T. Prática n.º 1

Curso de Engenharia de Sistemas e Informática - 5º Ano. Ficha T. Prática n.º 1 Análise Inteligente de Dados Objectivo: Curso de Engenharia de Sistemas e Informática - 5º Ano Ficha T. Prática n.º 1 Estudo do paradigma multidimensional com introdução de uma extensão ao diagrama E/R

Leia mais

Gerência de Redes: Consulta e Análise de Registros de Alarme Usando OLAP

Gerência de Redes: Consulta e Análise de Registros de Alarme Usando OLAP Gerência de Redes: Consulta e Análise de Registros de Alarme Usando OLAP Este tutorial apresenta o uso de OLAP (On-Line Analytical Processing) para análise de grandes bases de dados com a finalidade de

Leia mais

Universidade Federal do Ma Pós-Graduação em Eng. Elétrica

Universidade Federal do Ma Pós-Graduação em Eng. Elétrica Universidade Federal do Ma Pós-Graduação em Eng. Elétrica Computação Gráfica II Sistemas de Informação Geográfica Prof. Anselmo C. de Paiva Depto de Informática Introdução aos Sistemas de Informação Geografica

Leia mais

Business Intelligence para Computação TítuloForense. Tiago Schettini Batista

Business Intelligence para Computação TítuloForense. Tiago Schettini Batista Business Intelligence para Computação TítuloForense Tiago Schettini Batista Agenda Empresa; Crescimento de Dados; Business Intelligence; Exemplos (CGU, B2T) A empresa Empresa fundada em 2003 especializada

Leia mais

ROBSON FUMIO FUJII GOVERNANÇA DE TIC: UM ESTUDO SOBRE OS FRAMEWORKS ITIL E COBIT

ROBSON FUMIO FUJII GOVERNANÇA DE TIC: UM ESTUDO SOBRE OS FRAMEWORKS ITIL E COBIT ROBSON FUMIO FUJII GOVERNANÇA DE TIC: UM ESTUDO SOBRE OS FRAMEWORKS ITIL E COBIT LONDRINA - PR 2015 ROBSON FUMIO FUJII GOVERNANÇA DE TIC: UM ESTUDO SOBRE OS FRAMEWORKS ITIL E COBIT Trabalho de Conclusão

Leia mais

Modelagem de Banco de Dados Geográficos

Modelagem de Banco de Dados Geográficos CBG 2013 Modelagem Conceitual de Dados Espaciais Modelagem de Banco de Dados Geográficos Paulo José de Alcantara Gimenez paulo.gimenez@ibge.gov.br Diretoria de Geociências Coordenação de Cartografia 1

Leia mais

Geoprocessamento com Software Livre. Anderson Maciel Lima de Medeiros Consultor em Geotecnologias

Geoprocessamento com Software Livre. Anderson Maciel Lima de Medeiros Consultor em Geotecnologias Geoprocessamento com Software Livre Anderson Maciel Lima de Medeiros Consultor em Geotecnologias SUMÁRIO O que é Software Livre? A GLP GNU Geoprocessamento Algumas Geotecnologias Geotecnologias Livres

Leia mais

Esri Maps para Inteligência de Negócios Conceitos e Produtos Esri. Rodrigo Barrionuevo

Esri Maps para Inteligência de Negócios Conceitos e Produtos Esri. Rodrigo Barrionuevo Esri Maps para Inteligência de Negócios Conceitos e Produtos Esri Rodrigo Barrionuevo O que é Business Intelligence? Plataforma apoio a decisão Online Analytic Process OLAP Reporting & Ad Hoc Query Business

Leia mais

4. Que tipos de padrões podem ser minerados. 5. Critérios de classificação de sistemas de Data Mining. 6. Tópicos importantes de estudo em Data Mining

4. Que tipos de padrões podem ser minerados. 5. Critérios de classificação de sistemas de Data Mining. 6. Tópicos importantes de estudo em Data Mining Curso de Data Mining - Aula 1 1. Como surgiu 2. O que é 3. Em que tipo de dados pode ser aplicado 4. Que tipos de padrões podem ser minerados 5. Critérios de classificação de sistemas de Data Mining 6.

Leia mais