Proposta de um Sistema Integral de Informações Gerenciais (SIIG): aplicado numa indústria de alimentos

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1 RCT24.book Page 49 Thursday, January 12, :22 PM Proposta de um Sistema Integral de Informações Gerenciais (SIIG): aplicado numa indústria de alimentos Proposition of a Management Information Integral System (MIIS): applied in a food industry DÉLCIO DUQUE MORAES Universidade Presidente Antônio Carlos (Bom Despacho, Brasil) FERNANDO CELSO DE CAMPOS Universidade Metodista de Piracicaba (Santa Bárbara d Oeste, Brasil) RESUMO Este artigo objetiva apresentar a base conceitual do sistema integral de informações gerenciais (SIIG), elaborada de acordo com a metodologia da correção monetária integral, os recursos da tecnologia da informação (TI) e a estrutura do sistema de informação contábil. O SIIG utiliza como fonte interna o Banco de Dados Contábeis (hierárquico) e, como dados externos, os índices da série IGP-DI da FGV/RJ. Emprega, também, as seguintes ferramentas: ETL (Extraction, Transformation and Loading) que extrai dados de diversas fontes, em diferentes tecnologias, transforma-os em um formato legível e carrega-os no Data Warehouse (DW) para futuras utilizações; a OLAP (On-line Analytical Processing), que executa as análises dados e faz consultas ao DW; e a OLTP (On-line Transaction Processing), que processa em tempo real as operações diárias e alimenta o DW. Este estudo contempla uma aplicação piloto do SIIG em uma indústria de alimentos, cujo resultado apresenta melhoria e superioridade das informações para apoiar tomadas de decisão. O SIIG visa a: i) reconhecer os efeitos da variação de preço dos bens e serviços nas demonstrações contábeis; e ii) restabelecer o potencial informativo e preditivo das informações contábeis. Palavras-chave TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) SISTEMA DE INFORMAÇÃO CONTABILIDADE EM NÍVEL GERAL DE PREÇOS CORREÇÃO MONETÁRIA INTEGRAL. ABSTRACT This article aims to present the conceptual base of the management information integral system (MIIS), developed according to the integral monetary correction methodology, the resources of information technology (IT) and the structure of the accounting information system. The MIIS uses as internal source the hierarchic data base and as external one the IGP-DI/FGV-RJ. The MIIS also utilizes the following tools: ETL (Extraction, Transformation and Loading) that extracts data in many sources, in different technologies, turns them into legible format basis and loads them in the data warehouse (DW) for future utilizations; the OLAP (On-line Analytical Processing) that executes the analysis and makes the consultations in the DW; and the OLTP (On-line Transaction Processing) that processes in real time the daily operations and supplies the DW. This study has a pilot application on a food industry, whose result shows improvement and superiority of the quality information in order to make decisions. The management information integral system (MIIS) objectives are: i) to recognize the inflationary effects in the accounting statements; and ii) to reestablish the informative and predictive power of accounting information. Keywords INFORMATION TECHNOLOGY (IT) INFORMATION SYSTEM GENERAL PRICE LEVEL ACCOUNTING INTEGRAL MONETARY CORRECTION. REVISTA DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA V. 12, Nº 24 pp

2 RCT24.book Page 50 Thursday, January 12, :22 PM INTRODUÇÃO Acontabilidade é a principal fonte de informações patrimonial, econômica e financeira de uma empresa. Entretanto, os processos contábeis têm sido ineficientes no ambiente inflacionário, produzindo informações sem o atributo potencial preditivo. A sistemática advém do disposto no art. 4.º da Lei 9.249/ 95, que revogou a correção monetária dos balanços patrimoniais das empresas brasileiras. Com isso, as informações contábeis tornaram-se inadequadas para apoiar o processo decisório nas organizações. Szuster (1988, p. 178) acrescenta que a contabilidade tradicional que se atém à manutenção do custo histórico original, não reconhecendo as alterações do valor da moeda, não tem mais lugar nos dias de hoje. As suas informações não representam a realidade econômica e os seus resultados são totalmente defasados. Observa-se, na prática, que um dos fatores que mais interfere na qualidade da informação contábil é a constante variação de preços dos bens e serviços disponíveis no mercado. Segundo Bruneli (1987), a variação de preço é um fator que está ligado à economia e à contabilidade e é um dos aspectos mais discutidos pela classe contábil no mundo. O presente estudo apresenta uma base conceitual para o sistema integral de informações gerenciais (SIIG), com vistas a: i) reconhecer os efeitos da variação de preço dos bens e serviços nas demonstrações contábeis; e, ii) restabelecer o potencial informativo e preditivo das informações contábeis. Ele contempla: a) a base teórica; b) a configuração do SIIG; c) diagrama das funções do SIIG; d) uma aplicação do sistema SIIG numa indústria de alimentos; e e) a análise dos resultados. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) NA PRODUÇÃO E GERENCIAMENTO DA INFORMAÇÃO A incorporação da Tecnologia da Informação (TI) pela contabilidade é um assunto não só instigante, mas, sobretudo, uma necessidade emergente demandada pela globalização, competitividade e velocidade com que os negócios são realizados e, principalmente, considerando-se a recuperação da capacidade informativa e preditiva da informação contábil. No âmbito empresarial, as decisões devem ser tomadas com informações atualizadas, precisas e tempestivas. A contabilidade somente agregará esses atributos às informações com a ajuda de uma poderosa ferramenta de TI na produção e gestão da informação. Nesse sentido, Beuren (2000, p. 22) explicita que (...) a precisão e a fidedignidade dos padrões de mensuração são de fundamental importância no processo de fazer mensurações e comparações exatas, a fim de prover informações válidas, confiáveis, apropriadas e econômicas, para cada tipo de decisão a ser tomada. Válidas por representar os verdadeiros atributos dos objetos ou eventos-alvo. Confiáveis diz respeito à não-existência de erro no processo de mensuração. Apropriadas está relacionado à pertinência e necessidade da informação para a tomada de decisões. Econômicas, em termos da relação custo x benefício que a informação proporciona. Além desses aspectos, há também um outro muito importante para o processo decisório: o gerenciamento da informação. Para Beuren (2000, p. 64), o gerenciamento da informação é, atualmente, tanto do ponto de vista acadêmico como de suas aplicações no mundo dos negócios, um assunto da maior relevância. No contexto econômico, essa função é considerada como uma das responsáveis pelo sucesso das organizações, seja em nível de sobrevivência ou no estabelecimento de maior competitividade. Para o gerenciamento da informação é necessário um conjunto de elementos tecnológicos e humanos. Beuren esclarece ainda que (...) não existe um procedimento padrão nas organizações, no que concerne à divisão das funções do gerenciamento da informação na fase de execução da estratégia. Entretanto, alguns elementos são comuns no processo de gestão da informação apesar das diferentes terminologias que a eles são aplicadas, a saber: banco de dados, profissionais responsáveis pela criação e manutenção do banco de dados e pela tecnologia de informática, áreas usuárias da informação e rede informal de informações. (2000, p. 60) 50 jul./dez. 2004

3 RCT24.book Page 51 Thursday, January 12, :22 PM Rezende & Abreu (2001) destacam que, dentre as tecnologias aplicadas aos sistemas de informação empresariais, existem três ferramentas importantes: a) Data Warehouse (DW); b) ferramentas OLAP (On-line Analytical Processing); e c) OLTP (On-line Transaction Processing). Inmom (2001) conceitua Data Warehouse como sendo: um conjunto de dados orientados por assunto, integrado, variável com o tempo e não-volátil, que fornece suporte ao processo de tomada de decisão de negócio. O (DW), de acordo com a definição de Rezende & Abreu (2001), é um grande banco de dados que armazena dados de diversas fontes para futura geração de informações integradas, com base nos dados do funcionamento das funções empresariais operacionais de uma organização inteira. Ressalta-se, entretanto, que o DW não substitui o sistema contábil. Ele é um banco complementar de dados agregados, com acesso facilitado às informações e/ou indicadores de desempenho da empresa, por meio das ferramentas OLAP e OLTP. Tais ferramentas constituem recente abordagem do que se pode fazer com relação aos sistemas de informação como suporte à tomada de decisão. O recurso OLTP executa as operações cotidianas dos negócios empresariais pelo processamento operacional em tempo real e tem a função de alimentar a base de dados. Por outro lado, o OLAP suporta a análise de tendência, de cenários e as projeções de negócios, como instrumento de apoio às decisões gerenciais estratégicas. Normalmente, o OLAP opera cinco funções básicas: interface, consulta, processo, formato e exibição (Carvalho et al., 2000, apud Rezende & Abreu, 2001). Segundo Rezende (2001), a gestão do conhecimento (Knowledge Management-KM) e a inteligência de negócios (Business Intelligence-BI), aplicados com os recursos dos sistemas de informação e da Tecnologia da Informação (TI) também, podem facilitar a geração de informações oportunas para os tomadores de decisões estratégicas. Cabe lembrar que esses recursos devem estar alinhados com os objetivos estratégicos da organização, de maneira formal, competente e contextualizado com as inovações tecnológicas. A produção de informação é fundamental para dar respaldo ao processo decisório, todavia, Mason Jr., apud Beuren, registra que (...) o sistema de informações gerenciais deve fornecer informações básicas de que os gestores necessitam em suas tomadas de decisão. Assim, quanto maior for a sintonia entre a informação fornecida e as necessidades informativas dos gestores, melhores decisões poderão ser tomadas. Isto é, ao projetar um sistema de informações, faz-se necessário analisar cuidadosamente o processo de decisão e o fluxo de informações existentes. Esses dois fatores são essenciais e inseparáveis no desenho e arquitetura de um sistema de informações gerenciais. (2000, p. 28) Acrescente-se que, igualmente importante à análise do processo de decisão e o fluxo de informações existentes, para o desenho e arquitetura de um sistema de informações gerenciais, estão as etapas do processo de gerenciamento da informação. A propósito, Beuren afirma que (...) para assegurar o valor estratégico da informação, na fase de execução dos planos organizacionais, precisa haver um processo coordenado de todas as etapas do gerenciamento da informação. Um aspecto de extrema importância, para a manutenção desse propósito, consiste em uma compreensão ampla da seqüência das tarefas do processo de gestão da informação, a saber: identificação de necessidades e requisitos de informação, coleta/entrada de informação, classificação e armazenamento da informação, tratamento e apresentação da informação, desenvolvimento de produtos e serviços de informação, distribuição e disseminação de informação, análise e uso da informação. (2000, p ) Portanto, a administração do processo de gestão da informação exige um gestor que compreenda o cenário atual do gerenciamento da informação, a amplitude e profundidade das tarefas que integram esse processo, para que se possa delinear um arcabouço básico no plano teórico e transformá-lo em uma função estruturada (a fig. 1 apresenta uma orientação do processo de gerenciamento da informação). Diante das dificuldades que a contabilidade tem de alcançar seus objetivos atualmente, entende-se que a área contábil pode desenvolver, com o auxílio do processo de gerenciamento da informação e os recursos REVISTA DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA V. 12, Nº 24 pp

4 RCT24.book Page 52 Thursday, January 12, :22 PM da TI, um painel de informações estruturadas capaz de atender eficiente e eficazmente o processo decisório nas organizações. Fig. 1. Tarefas do processo de gerenciamento de informações (McGee, J. & Prusak, L., 1994, apud Beuren, 2000, p. 67). BASE CONCEITUAL DA CORREÇÃO MONETÁRIA INTEGRAL Para aplicação do sistema SIIG é necessário que os dados contábeis estejam devidamente alinhados com a Contabilidade em Nível Geral de Preços, uma das técnicas de reconhecimento dos efeitos da variação do poder aquisitivo da moeda nas demonstrações contábeis. Segundo Kirkman (1975), o principal objetivo da correção monetária integral é traduzir as unidades monetárias de diferentes épocas à outra de poder aquisitivo uniforme e geral. Essa metodologia exige, para fins de modelagem e operacionalização do sistema de informação SIIG, a conceituação e a identificação de todos os elementos que compõem o patrimônio de uma empresa, conforme segue: a) Itens Monetários de acordo com Iudícibus, são classificados e definidos como (...) ativos monetários são contas cujos valores estão expressos em uma quantidade fixa de unidades monetárias que representam poder aquisitivo geral. (...) Por outro lado, passivos monetários referem-se a obrigações de pagar montantes fixos de reais em alguma data futura, sem considerar as flutuações do poder aquisitivo médio da moeda. (1997, p. 238) Mantendo a mesma linha de pensamento, Horngren apresenta a seguinte definição: um item monetário é um valor a receber ou a pagar, que permanece inalterado independentemente da variação nos níveis específico ou geral de preços (1985, p. 24). b) Itens Monetários Pós-fixados segundo a Fipecafi (1995), são aplicações financeiras, empréstimos, financiamentos, contratos de mútuos, impostos e outros ativos e passivos são monetários porque estão para serem recebidos ou pagos em dinheiro. Porém, por força de contrato, lei ou outra disposição, estão sujeitas às 52 jul./dez. 2004

5 RCT24.book Page 53 Thursday, January 12, :22 PM atualizações monetárias com base em algum índice de preços ou de variação de moeda estrangeira, afora a possibilidade de ainda incluir juros adicionais. c) Itens Monetários Prefixados ainda de acordo com a Fipecafi (1995), existem ativos e passivos monetários que também são nominais e aparentemente fixos no tempo, mas que tiveram o seu valor negociado para liquidação futura. Nesse caso, embutiram nos valores negociados dois componentes: expectativa de inflação e juros reais pelo prazo negociado. Os efeitos comerciais representam os melhores exemplos: duplicatas a receber e duplicatas a pagar. Ativos e passivos monetários geram perdas/ganhos reais, respectivamente. Por isso, esses efeitos devem ser calculados e reconhecidos nas demonstrações de resultado dos exercícios sociais das empresas. d) Itens Não Monetários: também se classificam em: ativos e passivos não monetários. Hendriksen afirma que (...) ativos não monetários incluem os itens cujos preços, em termos da unidade monetária, podem variar com o passar do tempo, ou são direitos a uma quantidade variável de unidades monetárias, representando um nível predeterminado de poder aquisitivo. (...) Passivos não monetários incluem a obrigação de fornecer quantidades predeterminadas de bens e serviços ou um nível equivalente de poder aquisitivo, muito embora o pagamento possa ser em dinheiro. (1999, p. 260) Assim sendo, os passivos não monetários podem incluir as obrigações a pagar em dinheiro, ao valor equivalente de bens ou serviços de poder aquisitivo da data do vencimento, ou seja, as obrigações com correção monetária plena (indexadas). Portanto, os ativos e passivos não monetários não geram perdas ou ganhos inflacionários e seus valores originais devem ser corrigidos sistematicamente por um índice de variação do nível geral de preços para que fiquem representados ou avaliados em termos de poder aquisitivo da moeda na data do balanço patrimonial da empresa. Padoveze (2000) esclarece que a apresentação das demonstrações contábeis pelo método da correção integral tem sido de grande utilidade para os usuários externos. Todavia, como as demonstrações contábeis são expressas em moeda corrente de uma determinada data, essas expressões desvalorizam-se com a inflação e já não serão válidas para datas posteriores, necessitando-se continuadamente de correção ou atualização de seus valores. Nesse sentido, destaca-se que uma das funções básicas do SIIG é manter atualizadas as expressões monetárias dos balanços patrimoniais por meio dos recursos da tecnologia da informação (TI). CONFIGURAÇÃO DO SIIG No desenvolvimento de qualquer sistema de informação não se pode perder de vista a necessidade do maior interessado o usuário. Os profissionais da área procuram fornecer informações mais abrangentes e significativas, de forma mais estruturada e em consonância com as necessidades das diversas áreas da organização: estratégica, tática e operacional. De acordo com De Sordi (2003), as metodologias empregadas pelas grandes empresas de consultoria na implementação de determinados sistemas de informação são bastante detalhadas e amplas, e permitem atender à diversidade de porte, cultura organizacional e segmentos das empresas. As principais fases que ocorrem com maior freqüência nos projetos de implementação de sistemas são as relacionadas à estruturação de processos, aos fatores humanos e organizacionais e à tecnologia da informação (TI). Estruturação de Processos O bloco metodológico relacionado à estruturação de processos tem como principais fases: entendimento da situação atual do processo, a discussão da visão futura desejada e definição da visão futura [destaque acrescido]. A fase de entendimento da situação atual, também denominada como as-is, engloba o levantamento de dados do processo atual através de técnicas de observação de campo, aplicação de questionários, leitura de documentos e relatórios, utilização de softwares e entrevistas. Essa fase objetiva levantar os seguintes dados dos processos atuais: fluxo de atividades; custos; estrutura organizacional envolvida; clientes; problemas; oportunidades; inputs ou insumos; produtos e serviços; tecnologias empregadas; informações manipu- REVISTA DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA V. 12, Nº 24 pp

6 RCT24.book Page 54 Thursday, January 12, :22 PM ladas; recursos humanos envolvidos (quantitativo e qualitativo). A fase de discussão da visão futura, também denominada to-be, trabalha muito com a técnica de condução de trabalhos em grupo (workshops) (...). Ao término dos trabalhos dessa fase, espera-se ter definida a visão futura do processo, composto por: encadeamento de atividades apropriado para o processo; produtos e serviços a serem gerados; clientes do processo; principais habilitadores tecnológicos, humanos e organizacionais a serem empregados; indicadores de performance a serem utilizados na medição do processo; padrão de qualidade a ser alcançado; custos estimados; estratégia operacional. (De Sordi, 2003, p. 88) Fatores Humanos e Organizacionais Os fatores humanos e organizacionais são tratados pela metodologia de implementação de sistemas de informação através das fases de: comunicação organizacional, capacitação de recursos no uso da solução, integração e motivação da equipe de projeto e reestruturação de áreas organizacionais. A comunicação organizacional implica informar os diversos níveis da empresa, desde o comitê diretivo até o pessoal operacional, visando envolver as pessoas necessárias para condução das atividades e evitar fontes de resistências para o projeto. (...) Conhecendo o desenho do novo projeto, analisa-se o impacto na organização, para identificar as reestruturações de áreas organizacionais em termos: quantitativos dos recursos humanos, ou seja, quantas pessoas para desempenhar determinada atividade; qualitativos de recursos humanos, o perfil e competências técnicas necessárias para cada atividade; de identificação na estrutura organizacional de quem executa, apóia, monitora e gerencia cada processo; e de revisão da cadeia de comando. (De Sordi, 2003, p. 91) Tecnologia da Informação (TI). Os principais componentes tecnológicos envolvidos nos projetos de implementação de sistemas de informação são: processadores de dados ou computadores: geralmente englobam centenas de computadores pessoais, denominados máquinas-clientes, e algumas unidades de computadores de grande porte, denominadas máquinas-servidoras; softwares: além do próprio sistema de informação a ser implementado, há diversos outros utilizados ao longo do projeto, como sistema gerenciador de banco de dados, sistemas operacionais, sistema para documentação do projeto, sistema de disponibilização da metodologia, sistemas legados com os quais o novo sistema necessita trocar dados, sistema de comunicação da equipe de projeto (Internet e gerenciadores de ), sistema de segurança do ambiente, sistema de cópia de segurança (backup recovery), entres outros; periféricos: os mais comuns são as impressoras, mas pode haver necessidades bastante variadas, como monitores de alta resolução gráfica, unidades independentes de leitura e gravação, entre outros periféricos; linhas de comunicação: visam atender a toda necessidade de comunicação entre as entidades envolvidas para implementação e operação do sistema de informação. Durante a implementação, pode-se, por exemplo, ter a necessidade de conexão com a equipe técnica da software house que está localizada na Holanda. Para a operação do sistema, pode-se requerer canal de comunicação diária com a sede da empresa localizada nos EUA; rede de comunicação: softwares para operação e gerenciamento da rede além do hardware necessário, como hubs, switches, antenas e cabos. (De Sordi, 2003, p ) A propósito, Guerreiro destaca que na integração do sistema de informação com o sistema organizacional dois aspectos devem ser observados: O Sistema de Informação procura atender às necessidades das várias unidades que compõem a organização, atravessando as fronteiras departamentais e inter-relacionando essas diversas áreas do fluxo de informações. O Sistema de Informação deve estar devidamente compatibilizado com a estrutura de autoridade, de decisões e de responsabilidade pela execução de atividades estabelecidas pela organização de tal forma que as 54 jul./dez. 2004

7 RCT24.book Page 55 Thursday, January 12, :22 PM informações destinadas a formular plano, executar as funções e avaliar o desempenho sejam estruturadas conteúdo, forma, periodicidade, grau de detalhe, de acordo com os objetivos das unidades organizacionais e comunicadas em tempo hábil às pessoas certas. (1989, p. 291, apud Beuren, 2000) De Sordi (2003) afirma que a armazenagem de dados em estruturas hierárquicas por meio de arquivos acarreta diversos problemas, como: redundância de dados, dependência entre programas e dados, perda de flexibilidade, falta de segurança e perda em compartilhamento e disponibilidade. Essas limitações são extremamente críticas às soluções de análise e interpretação de dados. Por essa razão, deve-se empregar exclusivamente a tecnologia de gerenciamento de base de dados relacional. Apresenta-se para essa tecnologia as seguintes definições: Banco de dados é uma coleção de dados organizada para atender a múltiplas aplicações ao mesmo tempo, armazenando e gerenciando dados como se estivessem num mesmo local; Sistema gerenciador de banco de dados é um software que permite às organizações centralizarem seus dados, gerenciando-os eficazmente e provendo acesso dos programas aos dados armazenados, isso, sem a necessidade de os programas especificarem estruturas de dados. Também é conhecido como Database Management Systems (DBMS); Structured query language (SQL) é a linguagem padrão para manipulação de dados em ambiente relacional. (De Sordi, 2003, p. 101) Ainda existem empresas que possuem sistemas legados, cujas estruturas utilizam meios de armazenamento hierárquicos, o que as obriga a transpor esses dados a bases de dados relacionais, para poder realizar análises e interpretações mais amplas. Existem diversas soluções com essa finalidade, mas a ferramenta ETL (Extraction, Transformation and Loading) é um dos conjuntos mais abrangentes e apropriados. De acordo com De Sordi (2003), a ferramenta ETL tem como objetivo tornar os dados de seus clientes disponíveis, na forma desejável, em curto espaço de tempo e com pouco esforço. Tem sido utilizada para carregar dados dos sistemas legados nas soluções de BI (Business Intelligence), como o data warehouse, data mart e data mining. Dessa forma, a ETL extrae dados de diversas fontes, em diferentes tecnologias, transforma-os em um formato legível para base de dados do destino e carrega-os no DW, disponibilizando-os para futuras análises. Partindo-se da base teórica que apontou a relevância da gestão da informação e o papel das informações contábeis na gestão empresarial, aliada à gama de recursos e possibilidades oferecidas pela TI, é possível construir uma proposição de um sistema integral de informações gerenciais. Essa proposta (SIIG), explorando toda a conceituação apresentada anteriormente, tem a seguinte configuração: fontes internas: Balanços Patrimoniais pela Legislação Societária; fontes externas: Indicadores Econômicos: IGP-DI; BDC: Banco de Dados Contábeis; ETL: Extraction, Transformation and Loading; DW: Data Warehouse; SIIG: Sistema Integral de Informações gerenciais; OLAP: On-line Analytical Processing; OLTP: On-line Transaction Processing. REVISTA DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA V. 12, Nº 24 pp

8 RCT24.book Page 56 Thursday, January 12, :22 PM Fig. 2. Configuração do SIIG (adaptado de De Sordi, 2003, p. 103). Os dados que alimentam o SIIG vêm de fontes internas e externas, ficando armazenados no Banco de Dados Contábeis (BDC). As fontes internas fornecem os dados das demonstrações contábeis pela legislação societária e as fontes externas fornecem os indicadores econômicos (IGP-DI, FGV/RJ), que servem como elemento de correção dos dados históricos originais. A ferramenta ETL propicia um tratamento diferenciado sobre os dados armazenados no BDC, gerando, a partir da filtragem esquematizada pela ferramenta OLTP, um novo banco de dados data warehouse (DW), que pode ser consultado pela ferramenta OLAP. No sistema SIIG, a ferramenta OLAP pode ser utilizada para: apurar perdas e ganhos nos itens monetários puros; apurar as perdas e ganhos nos itens monetários com rendimentos ou com encargos; ajustar a valor presente os itens monetários prefixados; apurar o resultado dos itens monetários pós-fixados; e, atualizar os itens não monetários. Apresenta-se, nas figuras 3.A e 3.B, os diagramas das funções do SIIG, com maior detalhamento. 56 jul./dez. 2004

9 RCT24.book Page 57 Thursday, January 12, :22 PM Fig. 3a. Diagrama de Funções do SIIG (contas ativas). REVISTA DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA V. 12, Nº 24 pp

10 RCT24.book Page 58 Thursday, January 12, :22 PM Fig. 3b. Diagrama das funções do SIIG (contas passivas). A nova base de dados (DW) armazena as informações para futuras utilizações, já apuradas as perdas e ganhos nos itens monetários puros, os ajustes a valor presente dos itens monetários prefixados, o resultado dos itens monetários pós-fixados e atualizados os itens não monetários. A ferramenta OLAP realiza as análises e projeções desejadas, de acordo com a demanda e programação. RESULTADO DA APLICAÇÃO DO SISTEMA SIIG No presente estudo, utilizou-se a variação do IGP-DI para calcular as perdas e os ganhos monetários, os ajustes a valor presente dos itens monetários prefixados, o resultado dos itens monetários pós-fixados e a atualização dos itens não monetários. A variação do IGP-DI em 2001 foi de 10,40%; em 2002, de 26,41%; e, em 2003, de 7,67%. Esses resultados podem ser visualizados pela ferramenta OLAP no DW, na qual os principais indicadores são avaliados pelo viés da Legislação Societária (LS) e pela Correção Monetária Integral (CMI), no período de 2001 a Salienta-se, entretanto, que a aplicação do SIIG foi realizada com recursos de Planilha Eletrônica (MS- Excell) para fins de ilustração, mas, para a sua implementação definitiva, deve-se contar com os recursos da TI, mencionados anteriormente, ou utilizar soluções disponíveis no mercado de software (os indicadores analisados constam da fig. 4). 58 jul./dez. 2004

11 RCT24.book Page 59 Thursday, January 12, :22 PM Fig. 4. Indicadores econômico-financeiros. EXERCÍCIOS T T Em moeda de: Indicadores de Estrutura: (índice) LS LS LS CMI CMI CMI 1.1 Participação Capitais de Terceiros - (PCT) 1,61 2,68 2,41 D 1,40 2,68 2,50 D 1.2 Composição das Exigibilidades - (CE) 0,49 0,59 0,53 D 0,49 0,59 0,53 D 1.3 Imobilização do Patrimônio Líquido (IPL) 1,20 1,05 1,09 C 1,14 1,05 1,18 C 1.4 Endividamento Geral (EG) 0,62 0,73 0,71 D 0,59 0,73 0,67 D Passivo Oneroso sobre Ativo Total (POSA) 0,44 0,39 0,45 C 0,46 0,63 0,58 D 02 Indicadores de Rentabilidade: (%) LS LS LS CMI CMI CMI 2.1 Giro ou Rotação do Ativo = (GA) 1,18 1,06 1,04 D 1,21 1,04 1,03 D Margem Líquida sobre as Operações = (ML) 6,18 5,90 8,96 C 7,64 2,46 9,61 C 2.3 Margem Operacional de Lucro = (MOL) 8,28 5,53 11,85 C 9,74 2,09 12,51 C 2.4 Rentabilidade do Investimento Total = (RI) 9,73 5,85 12,27 C 5,89 1,09 6,46 C 2.5 Rentabilidade Patrimônio Líquido = (RPL) 19,58 19,80 32,80 C 11,86 3,94 16,04 C 2.6- Grau de Alavancagem Financeira = (GAF) 1,23 1,66 2,77 C 2,14 2,10 3,95 C 03 Indicadores Financeiros (índice) LS LS LS CMI CMI CMI 3.1 Índice de Liquidez Imediata = (LI) 0,49 0,73 0,80 C 0,49 0,73 0,80 C 3.2 Índice de Liquidez Seca =(LS) 0,93 0,95 1,13 C 0,92 0,94 1,12 C 3.3 Índice de Liquidez Corrente = (LC) 1,50 1,38 1,59 C 1,55 1,45 1,61 C 3.4 Índice de Liquidez Geral = (LG) 0,87 0,98 0,96 D 0,89 1,02 0,98 D 04 Prazos Médios: (em dias) LS LS LS CMI CMI CMI Ciclo Financeiro = (CF) C C Legenda: T = Tendência; C = Crescente; D = Decrescente. Os indicadores de estrutura avaliam o grau de segurança oferecido pela empresa aos credores e revelam a política de obtenção de recursos e sua alocação no ativo. A maioria dos indicadores apresenta a mesma tendência, exceto o POSA, que se apresenta crescente pela LS e decrescente pela CMI. No último exercício, os índices da PCT, IPL e o POSA são inferiores pela LS aos da CMI. Por outro lado, o EG é superior e a CE é inferior pela LS aos índices da CMI. Infere-se, a partir dessa análise comparativa, que a participação de capitais de terceiros é 4% superior ao divulgado pela empresa (LS). Além disso, o passivo oneroso real (CMI) é 29% maior que o apresentado pela Contabilidade Tradicional (LS). Os indicadores de rentabilidade avaliam o desempenho global da empresa, em termos de capacidade de gerar lucros. Os indicadores apresentam mesma tendência. As rentabilidades do investimento e do patrimônio líquido são significativamente maiores pela LS, não obstante apresentarem margem operacional e de lucro inferior ao obtido pela CMI. Destaca-se que a alavancagem financeira obtida pela CMI é superior à da LS. Todavia, a resultante causa grandes impactos na situação econômica da empresa; um deles, é a apuração de um lucro muito maior e irreal pela legislação societária. Os indicadores de liquidez medem a posição financeira da empresa e sua capacidade de pagamento. Não há grandes divergências entre esses índices, devido à simplificação dos ajustes contábeis realizados neste estudo. Os prazos médios revelam a política de compra, estocagem e venda da empresa. A tendência, pela LS, apresenta-se estagnada e, pela CMI, crescente. Por isso, o Ciclo Financeiro (CF) pela CMI está evoluindo mais rapidamente, o que representa contínuo aumento da Necessidade de Capital de Giro (NCG). As variáveis dinâmicas Saldo de Tesouraria (ST), Necessidade de Capital de Giro (NCG) e Capital de Giro (CDG) permitem uma avaliação mais aprofundada da situação financeira da empresa, identificando as REVISTA DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA V. 12, Nº 24 pp

12 RCT24.book Page 60 Thursday, January 12, :22 PM origens e as aplicações dos recursos na estrutura patrimonial. Nessa análise, as divergências são relevantes e com grande impacto sobre a empresa (os resultados estão contidos na fig. 5). Fig. 5. Variáveis dinâmicas do capital de giro. 05 Variáveis Dinâmicas: LS LS LS CMI CMI CMI 5.1 Saldo detesouraria = (ST) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 5.2 Nec. Capital Giro = (NCG) Capital de Giro = (CDG) Observe-se que as maiores divergências detectadas foram em 2002, quando a NCG teve crescimento de 17,85% pela LS e redução de 20,00% pela CMI, apurando-se resultados conflitantes. O CDG aumentou 68,75% pela LS e 2,45% pela CMI. Essas divergências causam impactos negativos na administração financeira (tesouraria) e no resultado da empresa. Outras informações relevantes pagamento de dividendos: a figura 6 demonstra uma distribuição irregular, em termos de valor, de dividendos. Fig. 6. Evolução dos dividendos. 06. Evolução dos dividendos/lotes % 2002 % 2003 % Dividendos pela Legislação Societária 296, ,87 1,17 662,80 2,23 Dividendos pela Correção Monetária Integral 387, ,25 0,39 749,57 1,94 Relação percentual (%) = LS / CMI 76,63 % 227,17 % 88,42 % Em 2001 e 2003, a empresa distribuiu 76% e 88%, respectivamente, do dividendo devido. Entretanto, em 2002, ela pagou mais do dobro (227,17%). Esse tipo de evento, além de descapitalizar a empresa, pode também afetar sua situação financeira, com reflexo negativo na tesouraria. Esses resultados não se referem a gerenciamento de resultados, mas a uma conseqüência do método legal vigente. CONCLUSÃO O objetivo dessa aplicação é avaliar a qualidade das informações geradas pelo sistema proposto SIIG para fins de tomada de decisões. As melhorias obtidas nas informações são evidentes, tendo em vista os atributos agregados às informações pelo sistema, como maior confiabilidade (precisão, fidedignidade), tempestividade (disponibilidade em tempo hábil), compreensibilidade (clareza e objetividade), comparabilidade (moeda de poder aquisitivo constante). Esses atributos podem aumentar o potencial informativo e preditivo da informação contábil, e, por conseqüência, melhorar as projeções, previsões e decisões. Finalmente, conclui-se do estudo que as informações produzidas pelo SIIG são potencialmente melhores para apoiar o processo de tomada de decisões, tendo-se em mente que são filtradas, depuradas e isentas dos efeitos inflacionários que mascaram os resultados. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BEUREN, I.M. Gerenciamento da informação: um recurso estratégico no processo de gestão empresarial. São Paulo: Atlas, BRUNÉLI, T. C. Os bancos comerciais sob efeito da inflação. Dissertação (Mestrado), Rio de Janeiro: ISEC/FGV/RJ, DE SORDI, J. O. Tecnologia da informação aplicada aos negócios. São Paulo: Atlas, FIPECAFI. Aprendendo contabilidade em moeda constante. São Paulo: Atlas, HENDRIKSEN, E.S. Accounting Theory. Homewood: Richard D. Irwin, HORNGREN, C. T. Introdução à contabilidade gerencial. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, jul./dez. 2004

13 RCT24.book Page 61 Thursday, January 12, :22 PM INMOM, W.H. et al. Data Warehousing: Como transformar informações em oportunidades de negócios. São Paulo: Berkeley, IUDICIBUS, S. de. Teoria da contabilidade. São Paulo: Atlas, KIRKMAN, P. R.A. Contabilidad de inflacion. Buenos Aires: Libreria El Ateneo Editorial, PADOVEZE, C.L. Contabilidade gerencial: um enfoque em sistema de informação contábil. São Paulo: Atlas, REZENDE, D.A. Tecnologia da informação: integrada à inteligência empresarial. São Paulo: Atlas, REZENDE, D.A. & ABREU, A. F. Tecnologia da informação: aplicada a sistemas de informação empresariais. São Paulo: Atlas, STEWART, B. A contabilidade não funciona. São Paulo: Exame, 2003, SZUSTER, N., In: BRAGA, H. R. Demonstrações financeiras: estrutura, análise e interpretação. São Paulo: Atlas, Dados dos Autores DÉLCIO DUQUE MORAES Bacharel em ciências contábeis, administração de empresas e ciências econômicas (PUC-MG). Mestre em ciências contábeis (FGV- RJ) e doutorando em engenharia da produção (UNIMEP-SBO/SP). Coordenador do Curso de Ciências Contábeis da Universidade Presidente Antônio Carlos Bom Despacho/MG. FERNANDO CELSO DE CAMPOS Doutor em engenharia mecânica pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/SP), professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção (PPGEP) da Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP-SBO/SP). Recebimento do artigo: 17/maio/05 Aprovado: 4/nov./05 REVISTA DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA V. 12, Nº 24 pp

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