Conselho da Indústria de Tecnologia da Informação Os Princípios de Segurança Cibernética do Setor de Tecnologia da Informação para a Indústria e o

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Conselho da Indústria de Tecnologia da Informação Os Princípios de Segurança Cibernética do Setor de Tecnologia da Informação para a Indústria e o"

Transcrição

1 Conselho da Indústria de Tecnologia da Informação Os Princípios de Segurança Cibernética do Setor de Tecnologia da Informação para a Indústria e o Governo Resumo The IT Industry s Cybersecurity Principles for Industry and Government Summary

2

3 RESUMO O presente documento é um resumo de uma publicação feita pelo Information Technology Industry Council (ITI) em janeiro de A versão completa do documento apresenta informações adicionais sobre seis princípios, os quais seguem abaixo de maneira resumida. Neles, podem ser verificados alguns exemplos do que o setor privado e o governo americano já estão fazendo em relação a cada um dos temas, bem como recomendações sobre o que ainda pode ser feito pelos formuladores de política interessados em segui-los. Embora os exemplos e recomendações detalhadas sejam específicos para os EUA, os seis princípios são aplicáveis em uma perspectiva global. A versão completa do documento pode ser encontrada: Cybersecurity Principles for Industry and Government (http://bit.ly/1g7z9dd). INTRODUÇÃO A segurança cibernética é uma prioridade para os governos. A enorme expansão do espaço cibernético trouxe crescimento econômico, oportunidades e prosperidade sem precedentes na história. Entretanto, tal ambiente também apresenta a possibilidade de ameaças e delitos. Desta forma, os interesses do setor privado e dos governos, em garantir a segurança e facilitar as transações e as atividades eletrônicas, são os mesmos. Todas as empresas desejam uma infraestrutura digital segura para suas transações comerciais e com o objetivo de garantir a viabilidade contínua da infraestrutura digital assim como o crescimento do setor, as empresas de tecnologia se veem motivadas a projetar e incorporar segurança em todos os seus produtos e sistemas. Além disso, os governos também precisam de uma infraestrutura digital global segura, de modo a obter desenvolvimento econômico, prosperidade, eficiência e proteção. Visando contribuir com o debate público sobre segurança cibernética, o ITI desenvolveu um conjunto de seis princípios para a indústria e o governo. O ITI tem como membros as empresas líderes mundiais em tecnologia, que atuam tanto como produtores, quanto consumidores de produtos e serviços de segurança cibernética. Para serem eficientes, os esforços para melhoria devem refletir sobre: Aproveitar parcerias público-privadas para desenvolver iniciativas e compromissos sobre recursos existentes; A natureza sem fronteiras, interconectada e global do ambiente cibernético; Necessidade de rápida adaptação e respostas sobre ameaças, tecnologias e modelos de negócios emergentes; Gestão de riscos efetiva; Aumentar a consciência pública; e Combater os atores que tentam tirar vantagens do chamado espaço cibernético e suas ameaças. O ITI e seus membros esperam poder trabalhar com formuladores de políticas públicas com o objetivo de apoiar o desenvolvimento e facilitação de um ambiente político efetivo que aumente a segurança e, ao mesmo tempo, mantenha os benefícios proporcionados pelo espaço cibernético. The IT Industry s Cybersecurity Principles for Industry and Government 3

4 DEFININDO O CENÁRIO O espaço cibernético é fundamental para a economia global. Nas últimas décadas, o espaço cibernético tem crescido abruptamente. Trata-se de uma infraestrutura digital global interconectada, que inclui a Internet, sistemas de computadores, hardware, software, serviços e as informações digitais. Coletivamente, o espaço cibernético tem apresentado um crescimento econômico, oportunidades e prosperidade sem precedentes. Tanto que atualmente ele é considerado o sistema nervoso da atual economia mundial grande parte das instituições econômicas não funcionaria sem ele. O espaço cibernético é a plataforma que habilita o e-commerce, e-government, compartilhamento de informações e o próprio comércio exterior. Os benefícios econômicos da Internet equivalem a um valor total de US$1,5 trilhões anuais. As tecnologias da informação (TI) subjacentes no espaço cibernético, têm automatizado setores econômicos inteiros, tais como o financeiro e o manufatureiro, além de estimular a criação de novas indústrias e mercados. Tal plataforma desenvolve-se com extrema rapidez. A evolução da tecnologia, da conectividade, de dispositivos e do próprio uso de tablets, redes domésticas, medidores inteligentes, computação em nuvem e das redes sociais - têm transformado radicalmente o espaço cibernético em comparação com cinco anos atrás. Demograficamente, as jovens gerações consideram as redes sociais e a colaboração on-line como parte de seu dia a dia. Geopoliticamente, o espaço cibernético se espalha para além das fronteiras, tornando o mundo menor. Seu futuro é, ao mesmo tempo, estimulante e imprevisível. A segurança cibernética é fundamental para o espaço cibernético. A natureza interconectada, global e digital da infraestrutura cibernética também apresenta maus atores que enxergam este ambiente como uma oportunidade para realizar novos tipos de delitos. Portanto, as práticas de segurança servem para conter este tipo de iniciativa, de modo que as transações e atividades cibernéticas possam ocorrer com segurança. Nesse sentido, os interesses da indústria e do governo estão completamente alinhados. As empresas de todos os setores da indústria desejam uma infraestrutura digital segura para suas transações comerciais. As empresas de TI constroem hardwares, desenvolvem software e serviços visando permitir uma infraestrutura segura e reconhecem a necessidade de confiança em suas tecnologias e serviços. Para garantir a viabilidade contínua da infraestrutura e o crescimento de seu setor, as empresas de informática são altamente motivadas em projetar e incorporar segurança em todos os seus produtos e sistemas. Os governos precisam de uma infraestrutura digital global segura por motivos similares, tais como o crescimento econômico, prosperidade, eficiência e proteção, os quais representam um enorme valor aos negócios, aos cidadãos e às economias de suas nações. A cibersegurança avança em conjunto com o espaço cibernético. O crescimento do espaço cibernético continuará se seu desenvolvimento for guiado pela interoperabilidade, abertura, estabilidade, elasticidade, crescimento econômico e risco mitigado pela segurança. Em um ambiente político adequado, é possível incrementar a segurança enquanto se mantém os benefícios gerais do espaço cibernético. Nesse sentido, uma série de ferramentas e métodos estão disponíveis para os consumidores, empresas, governos, titulares e operadores de infraestrutura, além de uma indústria de TI pronta para enfrentar desafios e alcançar objetivos de segurança que preocupam todas as partes interessadas. Tais ferramentas incluem o compartilhamento de informações, modelos de gerenciamento de risco, tecnologias, capacitação e o desenvolvimento de 4

5 padrões, regras e melhores práticas de segurança de aceitação global. Portanto, a política pública desempenha um papel importante encourajando o uso e a melhoria destas ferramentas, assim como no auxilio em relação às expectativas e ações das partes interessadas quanto à cibersegurança. PRINCÍPIOS Existem seis princípios que regem o trabalho conjunto da indústria e do governo visando desenvolver o marco político certo para incrementar a cibersegurança: 1. Os esforços para melhoria da cibersegurança devem estimular parcerias entre o setor público e o privado de modo a estabelecer iniciativas e compromissos sobre os recursos existentes. Motivo da sua importância: É bem conhecido o fato de que o setor privado detém e opera 85% da infraestrutura crítica dos EUA, e que a indústria de TI compõe quase a totalidade da infraestrutura da rede mundial de computadores. O que não é conhecido é a multiciplidade de formas as quais a indústria de TI trabalha de forma cooperativa com os governos federais, estaduais e municipais com o objetivo de melhorar a segurança cibernética e garantir que os métodos nela utilizados sejam flexíveis e efetivos. Por mais de uma década, as empresas de TI têm oferecido especialistas, recursos técnicos e financeiros, inovação e direcionamento de modo a permitir que todas as partes interessadas gerenciem melhor e mitiguem os riscos de cibersegurança. O espaço cibernético seria muito menos seguro caso não existissem estas parcerias e iniciativas. 2. Os esforços para melhoria da segurança cibernética devem refletir a natureza sem fronteiras, interconectada e global do ambiente das redes. Motivo da sua importância: O espaço cibernético é global, um ambiente interconectado que envolve fronteiras geográficas e jurisdições nacionais. Com o fim de respaldar o crescimento, funcionamento, manutenção e segurança deste ambiente, as empresas de TI inovam continuamente e investem no desenvolvimento de produtos e serviços que possam ser implementados em uma perspectiva global. As partes interessadas pelo espaço cibernético, tais como os consumidores, empresas, governos e atores envolvidos com a infraestrutura visam uma experiência uniforme e segura no espaço cibernético. Os eforços para melhorar a segurança teriam que refletir sobre a natureza sem fronteiras do espaço cibernético e basear-se em normas, melhores práticas e garantias internacionais que possuam aceitação global. Esta abordagem tende a aperfeiçoar a segurança e reduzir os custos, já que é possível que esforços individuais não apresentem os mesmos benefícios que os processos de revisão tradicionalmente encontrados em padronizações globais, já que medidas de segurança devem se estender em toda a infraestrutura digital global. Esta abordagem também visa: Melhorar a interoperabilidade da infraestrutura digital, uma vez que as práticas de segurança e tecnologias podem ser alinhadas além das fronteiras; Permitir que sejam utilizados mais recursos do setor privado para investimentos e inovação, de modo a enfrentar futuros desafios de segurança; Aprimorar o comércio internacional em produtos e serviços de cibersegurança que The IT Industry s Cybersecurity Principles for Industry and Government 5

6 podem ser utilizados em diversos mercados; e Permitir que os países cumpram seus compromissos internacionais, tais como o Acordo sobre Barreiras Técnicas ao Comércio da Organização Mundial do Comércio (OMC), que convoca a não discriminação na elaboração, adoção e aplicação de regulamentos técnicos, padrões e procedimentos de avaliação de conformidade; a não criação de obstáculos desnecessários para o comércio; a harmonização de especificações e procedimentos com padrões internacionais de cumprimento voluntário na medida do possível; e a transparência destas medidas. 3. Os esforços para melhoria da cibersegurança devem ser adaptados para rapidamente lidar com ameaças à segurança, tecnologias e modelos de negócios emergentes. Motivo da sua importância: TI é uma indústria inovadora e dinâmica e as relações existentes no espaço cibernético evoluem continuamente. Portanto, as tecnologias do espaço cibernético mudam constantemente, quer seja na Internet, nos sistemas de computadores, hardware, software e serviços, dispositivos ubíquos e nas informações digitais. Para que os dispositivos como os utilizados nas residências em rede e tablets, se conectem à rede, eles devem ser atualizados constantemente. Novos negócios e modelos de prestação de serviços, como os aplicativos móveis, as redes sociais e a computação em nuvem estão despontando. Os maus atores estão modificando e adaptando suas técnicas constantemente. As melhorias de cibersegurança devem ser flexíveis para que possam aproveitar, de maneira efetiva, as novas tecnologias e modelos de negócios, de modo a enfrentar diariamente a dinâmica de ameaças assim como gerenciar novos riscos e vulnerabilidades. Os esforços de melhoria na segurança cibernética também devem considerar a tecnologia, as pessoas e os processos. 4. Os esforços para melhoria da cibersegurança devem basear-se na gestão do risco. Motivo da sua importância: Segurança não é um estado definitivo. É um meio para garantir que os benefícios da infraestrutura digital continuem crescendo. Não há setor algum na economia, seja online ou offline, que é ou será cem por cento seguro e sem risco inerente. Nunca estaremos totalmente isentos de desastres naturais, crimes, espionagem, guerra, acidentes aéreos ou automobilísticos, de falhas de projetos, riscos creditícios, de ameaças à saúde pública ou mesmo de terroristas. Todavia, em todos estes cenários, existem aqueles que atuam e utilizam a gestão de riscos visando a identificação, avaliação e tomada das devidas providências para gerenciá-los em um alto nível. As estratégias de gestão de risco incluem evitá-lo, reduzir seu efeito negativo e trabalhar para gerenciar algumas ou todas as consequências de um risco em particular. A cibersegurança deve ser parte de um ambiente de gestão de risco geral, incorporando a tecnologia, as pessoas e os processos. 5. Os esforços de melhoria da cibersegurança devem focar em conscientização. Motivo da sua importância: A gama de atores existentes no espaço cibernético consumidores, empresas, governos e atores envolvidos na infraestrutura precisam saber como reduzir o risco para seus bens, reputação e operações. Contudo, muitos participantes não estão conscientes disso e, portanto, não utilizam as ferramentas disponíveis de forma adequada, tais como 6

7 compartilhamento de informações, modelos de gerenciamento de risco, tecnologias disponíveis, capacitação, assim como os padrões de segurança, guias e melhores práticas de aceitação mundial. A conscientização para que todos utilizem as ferramentas e procedimentos adequados é crítica para a melhoria da segurança cibernética. 6. Os esforços de melhoria da cibersegurança devem focar nos maus atores e suas ameaças. Motivo da sua importância: Cibersegurança significa a compreensão e a mitigação de ameaças, além das vulnerabilidades e consequências. Frequentemente minimizamos a importância de gerenciamento de ameaças e não damos a devida atenção por se tratar de um desafio complexo. O Espaço cibernético, com sua conectividade global, apresenta desafios consideráveis para aqueles que têm de protegê-lo. A amplitude das atividades delituosas e a quantidade de maus atores tornam a elaboração de respostas aos incidentes difíceis. Ao mesmo tempo, devemos tomar conhecimento das analogias entre os mundos online e offline. Tratam-se de atores e delitos tradicionais as diferenças são os meios de atuação e as leis e organismos governamentais tradicionais foram encarregados de enfrentá-los há muito tempo. About the Information Technology Industry Council (ITI) ITI s mission is to shape policy issues and drive standards that create a global competitive business environment. ITI is widely recognized as the tech sector s most effective advocacy organization in Washington D.C., and in various foreign capitals around the world. Our members are global leaders in innovation from all areas of the ICT sector including hardware, services, and software the products our members create are the face of global economic growth and the heart of improving peoples lives. ITI is dedicated to advocating for its member companies through three main divisions: Environment and Sustainability, Global Policy, and U.S. Federal Government Relations. In these divisions ITI engages in a broad range of issues around tax, trade, talent, telecommunications, cybersecurity, accessibility and sustainability. To help its member companies achieve their policy objectives, ITI maintains relationships with Members of Congress, Administration officials, and state and foreign governments; organizes industry-wide consensus on policy issues; and works to enact innovationfriendly government policies. ITI has served the high-tech industry longer than any other trade association in the United States. Founded in 1916 in Chicago, Illinois, ITI has changed and adapted with the industry as it has evolved. To learn more, please visit The IT Industry s Cybersecurity Principles for Industry and Government 7

8 Foreword This summary is excerpted from a longer original document that ITI published in English in January 2011 and shared widely with U.S. Government policymakers in both the U.S. Congress and Administration. In addition to the text below, the English document includes additional information related to each of the six principles: a short (1-2 sentence) summary of each principle; some examples of what U.S. industry and the U.S. Government are already doing related to each principle; and recommendations about what more policymakers (including Congress and the Administration) can do to support each principle. Although these more detailed examples and recommendations are U.S.-specific, the six principles themselves are globally applicable. The English version of the original document can be found here: Cybersecurity Principles for Industry and Government (http://bit.ly/1g7z9dd). Introduction Cybersecurity is rightly a critical priority for governments. The phenomenal expansion of cyberspace has brought unprecedented economic growth, opportunity, and prosperity. It also, however, presents bad actors with completely new threat and crime opportunities. The interests of industry and governments in securing and facilitating cyber-based transactions and activities are fundamentally aligned. All companies want a secure digital infrastructure for commercial transactions. To ensure the continued viability of the infrastructure and growth of their sector, technology companies are highly motivated to design and build security into the DNA of their products and systems. Governments need a secure global digital infrastructure for economic growth, prosperity, efficiency, and protection. To better inform the public cybersecurity discussion, the Information Technology Industry Council (ITI) has developed a comprehensive set of six cybersecurity principles for industry and government. ITI comprises the world s leading technology companies, both producers and consumers of cybersecurity products and service. The outcome of extensive discussions among ITI members, the six principles aim to provide a useful and important lens through which any efforts to improve cybersecurity should be viewed. To be effective, efforts to enhance cybersecurity must: Leverage public-private partnerships and build upon existing initiatives and resource commitments; Reflect the borderless, interconnected, and global nature of today s cyber environment; Be able to adapt rapidly to emerging threats, technologies, and business models; Be based on effective risk management; Focus on raising public awareness; and More directly focus on bad actors and their threats. ITI and its members look forward to working with policymakers to develop and facilitate an effective public policy framework that enhances security while maintaining the overall benefits of cyberspace. 8

9 SETTING THE STAGE Cyberspace is Fundamental to the Modern Global Economy. In recent decades, cyberspace has grown phenomenally. An interconnected global digital infrastructure, cyberspace includes the Internet, computer systems, hardware, software and services, and digital information. Collectively, cyberspace has brought unprecedented economic growth, opportunity, and prosperity. It is the nervous system of today s economy most of our major economic institutions would not operate without it. It enables e-commerce, e-government, information sharing, and trade. In fact, the annual global economic benefits of the commercial Internet equal $1.5 trillion. 1 Cyberspace s underlying information technologies (IT) have automated entire economic sectors such as finance and manufacturing and continue to create whole new industries and markets. Cyberspace also evolves quickly. Evolving technology, connectivity, devices, and uses computing tablets, home networks, smart meters, cloud computing, social networks have made cyberspace of today radically different from that of five years ago. Demographically, young generations view social networking and online collaboration as parts of their daily lives. Geopolitically, cyberspace is expanding across borders, making our world smaller. We can be sure that cyberspace will continue to evolve. Its future is both exciting and in many ways unpredictable. Cybersecurity is Fundamental to Cyberspace. The interconnected, global, and digital nature of the cyber infrastructure unfortunately also has presented bad actors with completely new crime opportunities. Security practices serve to counter these opportunities and allow cyberbased transactions and activities to occur safely. In this area, the interests of industry and governments are fundamentally aligned. Companies across all industry sectors want a secure digital infrastructure for commercial transactions. IT companies build the hardware, software, and services to enable a secure infrastructure and recognize the need for trust in their technologies and services. To ensure the continued viability of the infrastructure and growth of their sector, IT companies are highly motivated to design and build security into the DNA of their products and systems. Governments need a secure global digital infrastructure for similar reasons such as economic growth, prosperity, efficiency, and protection all of which provide tremendous value to their nations businesses, citizens, and economies. Cybersecurity is Advancing in Tandem with Cyberspace. The growth of cyberspace will continue to advance if its development is guided by interoperability, openness, stability, resiliency, economic growth, and risk mitigated by security. In the right policy environment, we can increase security while maintaining cyberspace s overall benefits. A host of tools and approaches are available to consumers, businesses, governments, infrastructure owners and operators, and an IT industry ready to meet our shared security challenges and goals. These evolving tools include information sharing, risk management models, technology, training, and the development of globally accepted security standards, guidelines, and best practices. Public policy will play an important role in encouraging the use and improvement of these tools and helping to shape the expectations and actions of stakeholders in regard to cybersecurity. 1 The Internet Economy 25 Years After.Com: Transforming Life and Commerce, Information Technology and Innovation Foundation (ITIF), March The IT Industry s Cybersecurity Principles for Industry and Government 9

10 PRINCIPLES As industry and governments work together to develop the right policy framework to enhance cybersecurity, there are six guiding principles to follow: 1. Efforts to improve cybersecurity must leverage public-private partnerships and build upon existing initiatives and resource commitments. Why is this important? It is well-known that the private sector owns and operates 85 percent of critical infrastructure in the United States, and that the IT industry creates nearly the entire cyberspace infrastructure. What is not known is the multitude of ways in which the IT industry works cooperatively with federal, state, and local governments to improve cybersecurity and ensure that approaches to cybersecurity are adaptive and effective. For well over a decade, IT companies have provided leadership, subject-matter experts, technical and monetary resources, innovation, and stewardship to enable all stakeholders to better manage and mitigate cybersecurity risk. Cyberspace would be much less secure in the absence of these partnerships and initiatives. 2. Efforts to improve cybersecurity must reflect the borderless, interconnected, and global nature of today s cyber environment. Why is this important? Cyberspace is a global, interconnected domain that spans geographic borders and national jurisdictions. To support the growth, operation, maintenance, and security of this domain, IT companies continually innovate and invest in the development of globally deployable products and services. Cyberspace s stakeholders consumers, businesses, governments, and infrastructure owners and operators seek a consistent, secure experience in cyberspace. Efforts to improve cybersecurity should reflect cyberspace s borderless nature and be based on globally accepted standards, best practices, and international assurance programs. This approach will improve security, because nationally focused efforts may not have the benefit of the best peer review processes traditionally found in global standards bodies, because proven and effective security measures must be deployed across the entire global digital infrastructure, and because the need to meet multiple, conflicting security requirements in multiple jurisdictions raises enterprises costs, demanding valuable security resources. This approach will also: Improve interoperability of the digital infrastructure, because security practices and technologies can be better aligned across borders; Permit more private sector resources to be used for investment and innovation to address future security challenges; Increase international trade in cybersecurity products and services that can be sold in multiple markets; and Allow countries to comply with their international commitments, such as the World Trade Organization (WTO) s Technical Barriers to Trade Agreement (TBT), which calls for non- discrimination in the preparation, adoption, and application of technical regulations, standards, and conformity assessment procedures; avoidance of unnecessary obstacles to trade; harmonization of specifications and procedures with international standards as far as possible; and the transparency of these measures. 10

11 3. Efforts to improve cybersecurity must be able to adapt rapidly to emerging threats, technologies, and business models. Why is this important? IT is an innovative and dynamic industry, and cyberspace relationships evolve continuously among its stakeholders. Cyberspace s technologies change constantly, whether they are the Internet, computer systems, hardware, software, and services, ubiquitous devices, and digital information. Devices to connect to cyberspace, such as networked home devices and computing tablets, are constantly updated and upgraded. New business and service delivery models such as mobile applications, social networking, and cloud computing are emerging. Criminals or other bad actors are constantly modifying and adapting their techniques. Cybersecurity efforts must be flexible so that they can effectively leverage new technologies and business models, address constantly changing threat dynamics, and manage new risks and vulnerabilities. Cybersecurity efforts also must use technologies, people, and processes. 4. Efforts to improve cybersecurity must be based on risk management. Why is this important? Security is not an end state. It is a means of ensuring that the benefits from the digital infrastructure continue to grow. No sector of the economy, whether offline or online, is or can ever be 100 percent secure and without some inherent risk. We will never be completely free from natural disasters, crime, espionage, war, airplane or automobile accidents, project failures, credit risks, threats to public health, or terrorists. In all of these scenarios, however, practitioners use risk management to identify risk, assess risk, and take steps to manage risk to an acceptable level. Strategies to manage risk include, avoiding the risk, reducing the negative effect of the risk, and accepting some or all of the consequences of a particular risk. Cybersecurity must be part of an overall risk management framework, incorporating technology, people, and processes. 5. Efforts to improve cybersecurity must focus on awareness. Why is this important? The range of cyberspace s stakeholders consumers, businesses, governments, and infrastructure owners and operators needs to know how to reduce risks to their property, reputations, and operations. Yet many stakeholders are not aware of and also do not adequately utilize the array of tools available to them to do so, such as information sharing, risk management models, technology, training, and globally accepted security standards, guidelines and best practices. Raising awareness so that cyberspace s stakeholders can use these tools is critical to improving cybersecurity. 6. Efforts to improve cybersecurity must more directly focus on bad actors and their threats. Why is this important? Cybersecurity means understanding and mitigating threats in addition to vulnerabilities and consequences. Too often we downplay the importance of managing threats, and do not pay it the attention it needs, because it is a formidable and complex challenge. Cyberspace, with its global connectivity, poses considerable challenges to those tasked with protecting it. The breadth of criminal activity and number of bad actors make getting ahead of the actors and crafting responses to incidents difficult. At the same time, we must acknowledge the analogies between the off-line and on-line worlds. These are often traditional actors and crimes the difference is the medium and there are traditional laws and government bodies that have long been tasked with dealing with them. The IT Industry s Cybersecurity Principles for Industry and Government 11

12 Information Technology Industry Council (ITI) 1101 K Street, N.W. Suite 610 Washington, D.C T: Version 4.0

The Brazil United States Consumer Product Safety Conference Brazil United States Joint Press Statement June 10, 2011 Rio de Janeiro, Brazil Common Interests Ensuring a high level of consumer product safety

Leia mais

ACFES MAIORES DE 23 ANOS INGLÊS. Prova-modelo. Instruções. Verifique se o exemplar da prova está completo, isto é, se termina com a palavra FIM.

ACFES MAIORES DE 23 ANOS INGLÊS. Prova-modelo. Instruções. Verifique se o exemplar da prova está completo, isto é, se termina com a palavra FIM. ACFES MAIORES DE 23 ANOS INGLÊS Prova-modelo Instruções Verifique se o exemplar da prova está completo, isto é, se termina com a palavra FIM. A prova é avaliada em 20 valores (200 pontos). A prova é composta

Leia mais

Melhorando o ambiente de negócios por meio da transparência no Estado de São Paulo Dentro do MoU (Memorando de Entendimento) que o Governo do Estado tem com o Reino Unido estão sendo promovidos vários

Leia mais

Interoperability through Web Services: Evaluating OGC Standards in Client Development for Spatial Data Infrastructures

Interoperability through Web Services: Evaluating OGC Standards in Client Development for Spatial Data Infrastructures GeoInfo - 2006 Interoperability through Web Services: Evaluating OGC Standards in Client Development for Spatial Data Infrastructures Leonardo Lacerda Alves Clodoveu A. Davis Jr. Information Systems Lab

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO METROPOLITANO DE SÃO PAULO CURSO ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS

CENTRO UNIVERSITÁRIO METROPOLITANO DE SÃO PAULO CURSO ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS CENTRO UNIVERSITÁRIO METROPOLITANO DE SÃO PAULO CURSO ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS UMA VANTAGEM COMPETITIVA COM A TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS AMANDA ZADRES DANIELA LILIANE ELIANE NUNES ELISANGELA MENDES Guarulhos

Leia mais

SEGURANÇA DE INFRAESTRUTURAS CRÍTICAS NA PERSPETIVA DA RESILIÊNCIA E CONTINUIDADE DE NEGÓCIO

SEGURANÇA DE INFRAESTRUTURAS CRÍTICAS NA PERSPETIVA DA RESILIÊNCIA E CONTINUIDADE DE NEGÓCIO SEGURANÇA DE INFRAESTRUTURAS CRÍTICAS NA PERSPETIVA DA RESILIÊNCIA E CONTINUIDADE DE NEGÓCIO Cristina Alberto KPMG Advisory Consultores de Gestão, SA Agenda 1. Riscos Globais do Século XXI 2. Proteção

Leia mais

Analysis, development and monitoring of business processes in Corporate environment

Analysis, development and monitoring of business processes in Corporate environment Analysis, development and monitoring of business processes in Corporate environment SAFIRA is an IT consulting boutique known for transforming the way organizations do business, or fulfil their missions,

Leia mais

OFFICE. Office Background

OFFICE. Office Background OFFICE Office Background Since it was founded in 2001, steady growth has been registered by the office in the Brazilian market of corporate law, a field in which our services are exemplary. The consolidation

Leia mais

Treinamento para Pais Cidadania digital No Nível Fundamental. Parent Academy Digital Citizenship. At Elementary Level

Treinamento para Pais Cidadania digital No Nível Fundamental. Parent Academy Digital Citizenship. At Elementary Level Parent Academy Digital Citizenship At Elementary Level Treinamento para Pais Cidadania digital No Nível Fundamental Pan American School of Bahia March 18 and 29, 2016 Digital Citizenship Modules Cyberbullying

Leia mais

Global Logistics Solutions Soluções Logísticas Globais

Global Logistics Solutions Soluções Logísticas Globais BEM VINDO AO MUNDO RANGEL WELCOME TO RANGEL WORLD Atividade Aduaneira Customs Broker Transporte Marítimo Sea Freight ESPANHA SPAIN Transporte Aéreo Air Freight Expresso Internacional FedEx International

Leia mais

Local & Regional Development. Expanding the positive impacts of mining projects

Local & Regional Development. Expanding the positive impacts of mining projects Local & Regional Development Expanding the positive impacts of mining projects Defining local and regional development Factors: Economic Social Specific to communities Need for ongoing consultations Link

Leia mais

Global Logistics Solutions Soluções Logísticas Globais

Global Logistics Solutions Soluções Logísticas Globais Global Logistics Solutions Soluções Logísticas Globais BEM VINDO AO MUNDO RANGEL WELCOME TO RANGEL WORLD Toda uma organização ao seu serviço! Constituídos em 1980 por Eduardo Rangel, rapidamente marcámos

Leia mais

Acelerar o desenvolvimento das cidades inteligentes em Portugal. Concurso Cidades Analíticas 2015 Urban Analytics Award 2015

Acelerar o desenvolvimento das cidades inteligentes em Portugal. Concurso Cidades Analíticas 2015 Urban Analytics Award 2015 Cidades Analíticas Acelerar o desenvolvimento das cidades inteligentes em Portugal Concurso Cidades Analíticas 2015 Urban Analytics Award 2015 Apresentação da candidatura: Candidato Luis Maia Oliveira

Leia mais

Online Collaborative Learning Design

Online Collaborative Learning Design "Online Collaborative Learning Design" Course to be offered by Charlotte N. Lani Gunawardena, Ph.D. Regents Professor University of New Mexico, Albuquerque, New Mexico, USA July 7- August 14, 2014 Course

Leia mais

Governancia da Água. Contributo de Portugal e da PPA para o Plano Estratégico de Implementação da Parceria Europeia para a Inovação no Domínio da Água

Governancia da Água. Contributo de Portugal e da PPA para o Plano Estratégico de Implementação da Parceria Europeia para a Inovação no Domínio da Água A Água e o Programa Horizonte 2020 (8ºPQ) Contributo de Portugal e da PPA para o Plano Estratégico de Implementação da Parceria Europeia para a Inovação no Domínio da Água Governancia da Água Francisco

Leia mais

Gerenciando a Cadeia de Suprimentos (Managing the Supply Chain) A Experiência Cargill ( Cargill s Experience)

Gerenciando a Cadeia de Suprimentos (Managing the Supply Chain) A Experiência Cargill ( Cargill s Experience) Gerenciando a Cadeia de Suprimentos (Managing the Supply Chain) A Experiência Cargill ( Cargill s Experience) 1 Jose de Ribamar, Ger Qualidade e Food Safety Cargill Amidos e Adoçantes América do Sul jose_ribamar@cargill.com

Leia mais

MIT Portugal Program Engineering systems in action

MIT Portugal Program Engineering systems in action MIT Portugal Program Engineering systems in action Paulo Ferrão, MPP Director in Portugal Engineering Systems: Achievements and Challenges MIT, June 15-17, 2009 Our knowledge-creation model An Engineering

Leia mais

METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DAS STARTUPS DO MIDI TECNOLÓGICO

METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DAS STARTUPS DO MIDI TECNOLÓGICO METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DAS STARTUPS DO MIDI TECNOLÓGICO RESUMO As incubadoras de empresas são ambientes dotados de competência gerencial, técnica e administrativa que impulsionam a promoção do nascimento

Leia mais

Project Management Activities

Project Management Activities Id Name Duração Início Término Predecessoras 1 Project Management Activities 36 dias Sex 05/10/12 Sex 23/11/12 2 Plan the Project 36 dias Sex 05/10/12 Sex 23/11/12 3 Define the work 15 dias Sex 05/10/12

Leia mais

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO NBR ISO/IEC 27002: 2005 (antiga NBR ISO/IEC 17799) NBR ISO/IEC 27002:2005 (Antiga NBR ISO/IEC 17799); 27002:2013. Metodologias e Melhores Práticas em SI CobiT; Prof. Me. Marcel

Leia mais

User interface evaluation experiences: A brief comparison between usability and communicability testing

User interface evaluation experiences: A brief comparison between usability and communicability testing User interface evaluation experiences: A brief comparison between usability and communicability testing Kern, Bryan; B.S.; The State University of New York at Oswego kern@oswego.edu Tavares, Tatiana; PhD;

Leia mais

Integração de Imigrantes

Integração de Imigrantes Integração de Imigrantes ODEMIRA INTEGRA It is a project born from the need to improve and increase support measures, reception and integration of immigrants. 47% of immigrants registered in the district

Leia mais

egovernment The Endless Frontier

egovernment The Endless Frontier CENTRO DE GESTÃO DA REDE INFORMÁTICA DO GOVERNO (Management Center for the Electronic Government Network) egovernment The Endless Frontier Alexandre Caldas 29 th June 2010 Summary VISION AND LEADERSHIP

Leia mais

ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 versão DIS Principais alterações

ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 versão DIS Principais alterações ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 versão DIS Principais alterações Raquel Silva 02 Outubro 2014 ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 PUBLICAÇÃO DIS: - Draft International Standard

Leia mais

Sustainability issues in the Brazilian automotive industry: electric cars and end-of-life vehicles

Sustainability issues in the Brazilian automotive industry: electric cars and end-of-life vehicles Sustainability issues in the Brazilian automotive industry: electric cars and end-of-life vehicles Adcley Souza (adcley.souza@hotmail.com) Sustainability issues in the Brazilian automotive industry: electric

Leia mais

Cloud para o Brasil Cloud Services

Cloud para o Brasil Cloud Services Cloud para o Brasil Como as ofertas da Capgemini endereçam os principais pontos levantados pela pesquisa exclusiva We orchestrate your Cloud Services Current Market Situation with Cloud 2 Current Market

Leia mais

Soluções para SMART CITIES. Nuno Alves

Soluções para SMART CITIES. Nuno Alves Soluções para SMART CITIES Nuno Alves Agenda Contexto Organizacional Conceito e Objetivos Intergraph Smart Cities 12/7/2014 2014 Intergraph Corporation 2 Intergraph Corporation Intergraph Intergraph helps

Leia mais

Enhancing opportunities

Enhancing opportunities www.pwc.com/pt Enhancing opportunities Tourism, Hospitality and Leisure in Portugal and Cape Verde 2 PwC Qualquer que seja o seu posicionamento e objectivos no sector do Turismo e Lazer, estamos habilitados

Leia mais

A Modernização Tecnológica no Setor Público: a experiência de cooperação

A Modernização Tecnológica no Setor Público: a experiência de cooperação A Modernização Tecnológica no Setor Público: a experiência de cooperação Clarice Stella Porciuncula 1 Analista de Sistemas da PUC-RS Especialista em Sistemas de Informação e Telemática na UFRGS Analista

Leia mais

Tendências das ameaças. Baldwin, Alan, Palfreyman, John, Cyber Defense: Understanding and combating the threat, IBM Corporation, January 2010

Tendências das ameaças. Baldwin, Alan, Palfreyman, John, Cyber Defense: Understanding and combating the threat, IBM Corporation, January 2010 Tendências das ameaças as Crescimento exponencial de IDs Desafios crescentes na gestão de ID e de acessos Malware mais sofisticado N.º de Identificadores Internet B2E Mobility B2C B2B mainframe Pre-1980s

Leia mais

INFORMATION SECURITY IN ORGANIZATIONS

INFORMATION SECURITY IN ORGANIZATIONS INFORMATION SECURITY IN ORGANIZATIONS Ana Helena da Silva, MCI12017 Cristiana Coelho, MCI12013 2 SUMMARY 1. Introduction 2. The importance of IT in Organizations 3. Principles of Security 4. Information

Leia mais

CMDB no ITIL v3. Miguel Mira da Silva. mms@ist.utl.pt 919.671.425

CMDB no ITIL v3. Miguel Mira da Silva. mms@ist.utl.pt 919.671.425 CMDB no ITIL v3 Miguel Mira da Silva mms@ist.utl.pt 919.671.425 1 CMDB v2 Configuration Management IT components and the services provided with them are known as CI (Configuration Items) Hardware, software,

Leia mais

PAINEL: Visões e Perspectivas Gabriel Antonio Marão

PAINEL: Visões e Perspectivas Gabriel Antonio Marão SEMINÁRIO: INTERNET DAS COISAS: OPORTUNIDADES E PERSPECTIVAS DA NOVA REVOLUÇÃO DIGITAL PARA O BRASIL Agenda 1 2 3 4 5 O QUE É IOT IOT NO MUNDO IOT NO BRASIL FÓRUM BRASILEIRO DE IoT ATIVIDADES VISÕES E

Leia mais

APRESENTAÇÃO. ABNT CB-3 Comitê Brasileiro de Eletricidade Comissão de Estudo CE 03:064.01 Instalações Elétricas de Baixa Tensão NBR 5410

APRESENTAÇÃO. ABNT CB-3 Comitê Brasileiro de Eletricidade Comissão de Estudo CE 03:064.01 Instalações Elétricas de Baixa Tensão NBR 5410 APRESENTAÇÃO ABNT CB-3 Comitê Brasileiro de Eletricidade Comissão de Estudo CE 03:064.01 Instalações Elétricas de Baixa Tensão NBR 5410 Instalações elétricas de baixa tensão NBR 5410:1997 NBR 5410:2004

Leia mais

GUIÃO A. Ano: 9º Domínio de Referência: O Mundo do Trabalho. 1º Momento. Intervenientes e Tempos. Descrição das actividades

GUIÃO A. Ano: 9º Domínio de Referência: O Mundo do Trabalho. 1º Momento. Intervenientes e Tempos. Descrição das actividades Ano: 9º Domínio de Referência: O Mundo do Trabalho GUIÃO A 1º Momento Intervenientes e Tempos Descrição das actividades Good morning / afternoon / evening, A and B. For about three minutes, I would like

Leia mais

Iniciação ao software SIG Open Source WinGRASS 6.4 7-9 Maio 2010 Lisboa Cristina Catita, FCUL

Iniciação ao software SIG Open Source WinGRASS 6.4 7-9 Maio 2010 Lisboa Cristina Catita, FCUL Iniciação ao software SIG Open Source WinGRASS 6.4 7-9 Maio 2010 Lisboa Cristina Catita, FCUL Objectivos O objectivo deste curso é familiarizar os formandos com a utilização do software Geographic Resources

Leia mais

Erasmus Student Work Placement

Erasmus Student Work Placement Erasmus Student Work Placement EMPLOYER INFORMATION Name of organisation Address Post code Country SPORT LISBOA E BENFICA AV. GENERAL NORTON DE MATOS, 1500-313 LISBOA PORTUGAL Telephone 21 721 95 09 Fax

Leia mais

Overview of the GHG Protocol. - Rachel Biderman

Overview of the GHG Protocol. - Rachel Biderman Overview of the GHG Protocol - Rachel Biderman O Greenhouse Gas Protocol O GHG Protocol foi lançado em 1998 por Parceria multi-stakeholder entre empresários, ONGs, governos e outros Objetivos Simplificar

Leia mais

Salud Brasil SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE

Salud Brasil SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Salud Brasil SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE IV EXPOEPI International Perspectives on Air Quality: Risk Management Principles for Oficina de Trabalho: Os Desafios e Perspectivas da Vigilância Ambiental

Leia mais

Mainstreaming Sustainable Tourism

Mainstreaming Sustainable Tourism 8. Se sim, quais os meios mais apropriados para tanto? Não aplicável Em estudo Em implementação Implementado Divulgação de informações sobre as práticas de sustentabilidade realizadas ou apoiadas pelo

Leia mais

Tecnologia da Informação em Saúde. Consulado Americano no Brasil. Altino Ribeiro Leitão Gerente-geral de Informação e Sistemas 17 de Setembro de 2014

Tecnologia da Informação em Saúde. Consulado Americano no Brasil. Altino Ribeiro Leitão Gerente-geral de Informação e Sistemas 17 de Setembro de 2014 Tecnologia da Informação em Saúde Consulado Americano no Brasil Altino Ribeiro Leitão Gerente-geral de Informação e Sistemas 17 de Setembro de 2014 Missão Institucional da ANS Promover a defesa do interesse

Leia mais

IBM MobileFirst: Identificando e Capturando novas oportunidades de negócio

IBM MobileFirst: Identificando e Capturando novas oportunidades de negócio IBM MobileFirst: Identificando e Capturando novas oportunidades de negócio Eduardo Macedo Curro Gerente de Soluções de Mobilidade 2014 IBM Corporation 1 Quais são as principais tendências do mercado de

Leia mais

MATHEUS DE ALMEIDA GOMES NATHAN DANIEL GOMES SANTOS RENAN HENRIQUE SANTOS DA SILVA ITIL/COBIT

MATHEUS DE ALMEIDA GOMES NATHAN DANIEL GOMES SANTOS RENAN HENRIQUE SANTOS DA SILVA ITIL/COBIT MATHEUS DE ALMEIDA GOMES NATHAN DANIEL GOMES SANTOS RENAN HENRIQUE SANTOS DA SILVA ITIL/COBIT São Paulo 2015 Faculdade de Tecnologia de São Caetano do Sul ITIL/COBIT Monografia submetida como exigência

Leia mais

Software product lines. Paulo Borba Informatics Center Federal University of Pernambuco

Software product lines. Paulo Borba Informatics Center Federal University of Pernambuco Software product lines Paulo Borba Informatics Center Federal University of Pernambuco Software product lines basic concepts Paulo Borba Informatics Center Federal University of Pernambuco Um produto www.usm.maine.edu

Leia mais

Consórcio do Politecnico di Milano. Fevereiro 2013

Consórcio do Politecnico di Milano. Fevereiro 2013 Consórcio do Politecnico di Milano Fevereiro 2013 DESIGN DEFINITIONS SENAI & POLI.design Fevereiro 2013 Design como uma atividade específica no processo de P&D que visa a projetação dos aspectos funcionais

Leia mais

Organização Sete de Setembro de Cultura e Ensino - LTDA Faculdade Sete de Setembro FASETE Bacharelado em Administração

Organização Sete de Setembro de Cultura e Ensino - LTDA Faculdade Sete de Setembro FASETE Bacharelado em Administração Organização Sete de Setembro de Cultura e Ensino - LTDA Faculdade Sete de Setembro FASETE Bacharelado em Administração VICTOR HUGO SANTANA ARAÚJO ANÁLISE DAS FORÇAS DE PORTER NUMA EMPRESA DO RAMO FARMACÊUTICO:

Leia mais

A tangibilidade de um serviço de manutenção de elevadores

A tangibilidade de um serviço de manutenção de elevadores A tangibilidade de um serviço de manutenção de elevadores Tese de Mestrado em Gestão Integrada de Qualidade, Ambiente e Segurança Carlos Fernando Lopes Gomes INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS Fevereiro

Leia mais

EuroCloud Portugal If it's not simple, it's not Cloud! Paulo Calçada / IPP pcalcada@eurocloud.pt

EuroCloud Portugal If it's not simple, it's not Cloud! Paulo Calçada / IPP pcalcada@eurocloud.pt EuroCloud Portugal If it's not simple, it's not Cloud! Paulo Calçada / IPP pcalcada@eurocloud.pt Desafios das TIC... Desafios das TIC... Cloud Computing? Cloud Computing? Do complexo ao simples... Como

Leia mais

PRINCE2 FOUNDATION AND PRACTITIONER INNOVATIVE LEARNING SOLUTIONS WWW.PYLCROW.COM PORTUGAL - BRAZIL - MOZAMBIQUE

PRINCE2 FOUNDATION AND PRACTITIONER INNOVATIVE LEARNING SOLUTIONS WWW.PYLCROW.COM PORTUGAL - BRAZIL - MOZAMBIQUE PYLCROW Portugal LISBOA Email: info.pt@pylcrow.com Telefone: +351 21 247 46 00 http://www.pylcrow.com/portugal WWW.PYLCROW.COM PORTUGAL - BRAZIL - MOZAMBIQUE FOUNDATION AND PRACTITIONER INNOVATIVE LEARNING

Leia mais

PPP Operating the Government of the State of Bahia. Priscila Romano Pinheiro November de 2015 Barcelona

PPP Operating the Government of the State of Bahia. Priscila Romano Pinheiro November de 2015 Barcelona PPP Operating the Government of the State of Bahia Priscila Romano Pinheiro November de 2015 Barcelona PPP Hospital do Subúrbio PPP Suburb Hospital Internationally Awarded 4 times Award of the United Nations

Leia mais

Criando diferenciais competitivos e minimizando riscos com uma boa. Claudio Yamashita Country Manager Intralinks Brasil

Criando diferenciais competitivos e minimizando riscos com uma boa. Claudio Yamashita Country Manager Intralinks Brasil Criando diferenciais competitivos e Informação minimizando riscos com uma boa Governança da Claudio Yamashita Country Manager Intralinks Brasil PESQUISA GLOBAL DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 2014 - EY Pensando

Leia mais

CARTA DE RECOMENDAÇÃO E PRINCÍPIOS DO FORUM EMPRESARIAL RIO+20 PARA A UNCSD-2012

CARTA DE RECOMENDAÇÃO E PRINCÍPIOS DO FORUM EMPRESARIAL RIO+20 PARA A UNCSD-2012 CARTA DE RECOMENDAÇÃO E PRINCÍPIOS DO FORUM EMPRESARIAL RIO+20 PARA A UNCSD-2012 (CHARTER OF RECOMMENDATION AND PRINCIPLES OF FORUM EMPRESARIAL RIO+20 TO UNCSD-2012) Nós, membros participantes do FÓRUM

Leia mais

PRESS RELEASE. Mecanismos fiscais aos Business Angels sucedem-se um pouco por todo o mundo

PRESS RELEASE. Mecanismos fiscais aos Business Angels sucedem-se um pouco por todo o mundo PRESS RELEASE 8 de Dezembro de 2009 Mecanismos fiscais aos Business Angels sucedem-se um pouco por todo o mundo FNABA representou Portugal, em Pequim (China), na First Global Conference da World Business

Leia mais

Uma arquitetura baseada em agentes de software para a automação de processos de gerênciadefalhasemredesde telecomunicações

Uma arquitetura baseada em agentes de software para a automação de processos de gerênciadefalhasemredesde telecomunicações Adolfo Guilherme Silva Correia Uma arquitetura baseada em agentes de software para a automação de processos de gerênciadefalhasemredesde telecomunicações Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada

Leia mais

Prova de Seleção Mestrado LINGUA INGLESA 15/02/2016

Prova de Seleção Mestrado LINGUA INGLESA 15/02/2016 Prova de Seleção Mestrado LINGUA INGLESA 15/02/2016 Instruções aos candidatos: (1) Preencher somente o número de inscrição em todas as folhas. (2) Usar caneta preta ou azul. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

Leia mais

João Matias. Managing Director Oracle Portugal

João Matias. Managing Director Oracle Portugal João Matias Managing Director Oracle Portugal Pontos de Partida. Para onde Vamos? Evolução. Estratégia. Desafios. A vida começa aos quarenta... Evolução O passado recente dos ambientes de IT Best of Breed

Leia mais

Modelamento Banco de Dados e modelos de tendencia

Modelamento Banco de Dados e modelos de tendencia Modelamento Banco de Dados e modelos de tendencia NOTA: Cada barra representa o grau de partidas de uma determinada origem de um conhecido percurso. Por exemplo, em Dezembro o fator sazonal para Chicago

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE COIMBRA Coimbra, May 2013. Carlos Souza & Cristina Silva

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE COIMBRA Coimbra, May 2013. Carlos Souza & Cristina Silva ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE COIMBRA Coimbra, May 2013 Carlos Souza & Cristina Silva Population: 10,6 million. According to INE (National Institute of Statistics) it is estimated that more than 2 million

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO-MG PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO - EDITAL

PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO-MG PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO - EDITAL CADERNO DE PROVAS 1 A prova terá a duração de duas horas, incluindo o tempo necessário para o preenchimento do gabarito. 2 Marque as respostas no caderno de provas, deixe para preencher o gabarito depois

Leia mais

ROBSON FUMIO FUJII GOVERNANÇA DE TIC: UM ESTUDO SOBRE OS FRAMEWORKS ITIL E COBIT

ROBSON FUMIO FUJII GOVERNANÇA DE TIC: UM ESTUDO SOBRE OS FRAMEWORKS ITIL E COBIT ROBSON FUMIO FUJII GOVERNANÇA DE TIC: UM ESTUDO SOBRE OS FRAMEWORKS ITIL E COBIT LONDRINA - PR 2015 ROBSON FUMIO FUJII GOVERNANÇA DE TIC: UM ESTUDO SOBRE OS FRAMEWORKS ITIL E COBIT Trabalho de Conclusão

Leia mais

Ameaças e Riscos Formas de Proteção Investigação Forense. Sérgio Sá Security Practice Director

Ameaças e Riscos Formas de Proteção Investigação Forense. Sérgio Sá Security Practice Director Ameaças e Riscos Formas de Proteção Investigação Forense Sérgio Sá Security Practice Director Riscos Cibernéticos e Informáticos na Internacionalização Porto, 5 Março 2015 Sobre a Unisys A Unisys é uma

Leia mais

ESTRUTURA DE CAPITAL: UMA ANÁLISE EM EMPRESAS SEGURADORAS

ESTRUTURA DE CAPITAL: UMA ANÁLISE EM EMPRESAS SEGURADORAS ESTRUTURA DE CAPITAL: UMA ANÁLISE EM EMPRESAS SEGURADORAS THE CAPITAL STRUCTURE: AN ANALYSE ON INSURANCE COMPANIES FREDERIKE MONIKA BUDINER METTE MARCO ANTÔNIO DOS SANTOS MARTINS PAULA FERNANDA BUTZEN

Leia mais

GUIÃO Domínio de Referência: CIDADANIA E MULTICULTURALISMO

GUIÃO Domínio de Referência: CIDADANIA E MULTICULTURALISMO PROJECTO PROVAS EXPERIMENTAIS DE EXPRESSÃO ORAL DE LÍNGUA ESTRANGEIRA - 2005-2006 Ensino Secundário - Inglês, 12º ano - Nível de Continuação 1 1º Momento GUIÃO Domínio de Referência: CIDADANIA E MULTICULTURALISMO

Leia mais

The Secure Cloud. Gerir o risco e entregar valor num mundo virtual. C l o u d C o m p u t i n g F ó r u m 2 0 11 S e t e m b r o 2 0 11

The Secure Cloud. Gerir o risco e entregar valor num mundo virtual. C l o u d C o m p u t i n g F ó r u m 2 0 11 S e t e m b r o 2 0 11 The Secure Cloud Gerir o risco e entregar valor num mundo virtual C l o u d C o m p u t i n g F ó r u m 2 0 11 S e t e m b r o 2 0 11 Agenda Novas dimensões de governo e gestão do SI Entender e endereçar

Leia mais

ATUADORES e TRAVAS TECNOLOGIA EUROPÉIA DRIFT BRASIL CATÁLOGO DE PEÇAS REPOSIÇÃO AUTOMOTIVA 2014 / 2015

ATUADORES e TRAVAS TECNOLOGIA EUROPÉIA DRIFT BRASIL CATÁLOGO DE PEÇAS REPOSIÇÃO AUTOMOTIVA 2014 / 2015 ATUADORES e TRAVAS 2015 TECNOLOGIA EUROPÉIA DRIFT BRASIL Atuante no setor de mobilidade, orientando-se pela tecnologia, inovação e sustentabilidade, a Drift Brasil desenvolve soluções para o segmento automotivo

Leia mais

Symantec & Jogos Olímpicos Rio 2016. Julho de 2015

Symantec & Jogos Olímpicos Rio 2016. Julho de 2015 Symantec & Jogos Olímpicos Rio 2016 Julho de 2015 JOGOS OLÍMPICOS 5-21 de agosto 10.500 ATLETAS DE PAÍSES 45.000 204 VOLUNTÁRIOS 25.100 PROFISSIONAIS DE MÍDIA CREDENCIADOS 6.700 INTEGRANTES DAS DELEGAÇÕES

Leia mais

Governança: Base para Agilidade no. Rodolpho Ugolini Neto rugolini@br.ibm.com

Governança: Base para Agilidade no. Rodolpho Ugolini Neto rugolini@br.ibm.com Governança: Base para Agilidade no Desenvolvimento de Software Rodolpho Ugolini Neto rugolini@br.ibm.com O que é governança? Estabelece a cadeia de responsabilidades, d autoridade e comunicação para empossar

Leia mais

Segurança de Documentos na Governação Electrónica

Segurança de Documentos na Governação Electrónica Segurança de Documentos na Governação Electrónica Alexandre Caldas 26th of November 2010 Sumário Modelo de Política Segurança da Informação Segurança e Infra Estruturas Críticas Comunicações Integradas

Leia mais

Session 8 The Economy of Information and Information Strategy for e-business

Session 8 The Economy of Information and Information Strategy for e-business Session 8 The Economy of Information and Information Strategy for e-business Information economics Internet strategic positioning Price discrimination Versioning Price matching The future of B2C InformationManagement

Leia mais

ELEnA European Local ENergy Assistance

ELEnA European Local ENergy Assistance ECO.AP Programa de Eficiência Energética na Administração Pública ELEnA European Local ENergy Assistance Lisboa, 6/03/2015 Desafios 1 Conhecimento: a) Edifícios/equipamentos; b) Capacidade técnica; c)

Leia mais

CONTRIBUTO DO DESIGN PARA A MODERNIZAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS PORTUGUESES. SEMINÁRIO INTERNACIONAL Lisboa, 19 de Junho de 2015

CONTRIBUTO DO DESIGN PARA A MODERNIZAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS PORTUGUESES. SEMINÁRIO INTERNACIONAL Lisboa, 19 de Junho de 2015 CONTRIBUTO DO DESIGN PARA A MODERNIZAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS PORTUGUESES SEMINÁRIO INTERNACIONAL Lisboa, 19 de Junho de 2015 Introdução (I) Apesar de em Portugal até ao momento não existirem exemplos

Leia mais

DevOps. Carlos Eduardo Buzeto (@_buzeto) IT Specialist IBM Software, Rational Agosto 2013. Accelerating Product and Service Innovation

DevOps. Carlos Eduardo Buzeto (@_buzeto) IT Specialist IBM Software, Rational Agosto 2013. Accelerating Product and Service Innovation DevOps Carlos Eduardo Buzeto (@_buzeto) IT Specialist IBM Software, Rational Agosto 2013 1 O desenvolvedor O mundo mágico de operações Como o desenvolvedor vê operações Como operações vê uma nova release

Leia mais

CoP COMUNIDADES DE PRÁTICA

CoP COMUNIDADES DE PRÁTICA CoP COMUNIDADES DE PRÁTICA MOTIVAÇÃO PARA AS EMPRESAS Lucro/ Despesas com intangíveis Em qual empresa você investiria? A ou B? A } BSC BSC ERP }P&D B BSC ERP P&D Design }CRM BSC ERP P&D Design CRM Mkt

Leia mais

Federal Court of Accounts Brazil (TCU) Auditing Climate Change Policies

Federal Court of Accounts Brazil (TCU) Auditing Climate Change Policies Federal Court of Accounts Brazil (TCU) Auditing Climate Change Policies JUNNIUS MARQUES ARIFA Head of Department of Agriculture and Environmental Audit TCU s mandate and jurisdiction 1. Role of Supreme

Leia mais

Serviços: API REST. URL - Recurso

Serviços: API REST. URL - Recurso Serviços: API REST URL - Recurso URLs reflectem recursos Cada entidade principal deve corresponder a um recurso Cada recurso deve ter um único URL Os URLs referem em geral substantivos URLs podem reflectir

Leia mais

Institutional Skills. Sessão informativa INSTITUTIONAL SKILLS. Passo a passo. www.britishcouncil.org.br

Institutional Skills. Sessão informativa INSTITUTIONAL SKILLS. Passo a passo. www.britishcouncil.org.br Institutional Skills Sessão informativa INSTITUTIONAL SKILLS Passo a passo 2 2 British Council e Newton Fund O British Council é a organização internacional do Reino Unido para relações culturais e oportunidades

Leia mais

design para a inovação social

design para a inovação social design para a inovação social mestrado em design - 15 16 universidade de aveiro gonçalo gomes março de 2016 s.1 ergonomia ergonomia > definição Ergonomia A ergonomia (do grego "ergon": trabalho; e "nomos":

Leia mais

Educação Vocacional e Técnica nos Estados Unidos. Érica Amorim Simon Schwartzman IETS

Educação Vocacional e Técnica nos Estados Unidos. Érica Amorim Simon Schwartzman IETS Educação Vocacional e Técnica nos Estados Unidos Érica Amorim Simon Schwartzman IETS Os principais modelos Modelo europeu tradicional: diferenciação no secundário entre vertentes acadêmicas e técnico-profissionais

Leia mais

DE LINGAS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS PARA ELEVAÇÃO DE CARGA

DE LINGAS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS PARA ELEVAÇÃO DE CARGA Inovando com qualidade e segurança FABRICAÇÃO E RECERTIFICAÇÃO DE LINGAS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS PARA ELEVAÇÃO DE CARGA SLINGS MANUFACTURING AND RECERTIFICATION MATERIALS AND EQUIPMENT FOR LIFTING AND

Leia mais

O PROJECTO FP7 SFERA: Incentivar o desenvolvimento regional através dos fundos estruturais e da expansão da banda larga. Andreia Moreira Julián Seseña

O PROJECTO FP7 SFERA: Incentivar o desenvolvimento regional através dos fundos estruturais e da expansão da banda larga. Andreia Moreira Julián Seseña As TIC como forma de acelerar a recuperação económica: promover o desenvolvimento regional e optimizar a utilização dos fundos estruturais O PROJECTO FP7 SFERA: Conferência SFERA, Algarve 2009 Incentivar

Leia mais

IT Governance e ISO/IEC 20000. Susana Velez

IT Governance e ISO/IEC 20000. Susana Velez IT Governance e ISO/IEC 20000 Susana Velez Desafios de TI Manter TI disponível Entregar valor aos clientes Gerir os custos de TI Gerir a complexidade Alinhar TI com o negócio Garantir conformidade com

Leia mais

KUDELSKI SECURITY DEFENSE. www.kudelskisecurity.com

KUDELSKI SECURITY DEFENSE. www.kudelskisecurity.com KUDELSKI SECURITY DEFENSE Cyber Defense Center connection for remote information exchange with local monitoring consoles Satellite link Secure Data Sharing, a data-centric solution protecting documents

Leia mais

WWW.ADINOEL.COM Adinoél Sebastião /// Inglês Tradução Livre 75/2013

WWW.ADINOEL.COM Adinoél Sebastião /// Inglês Tradução Livre 75/2013 PASSO A PASSO DO DYNO Ao final desse passo a passo você terá o texto quase todo traduzido. Passo 1 Marque no texto as palavras abaixo. (decore essas palavras, pois elas aparecem com muita frequência nos

Leia mais

Relacionamento Investidores Anjos e Fundos de Investimento

Relacionamento Investidores Anjos e Fundos de Investimento Relacionamento Investidores Anjos e Fundos de Investimento Cate Ambrose Presidente e Diretora Executiva Latin American Private Equity & Venture Capital Association Congresso da Anjos do Brasil 2013 LAVCA

Leia mais

O Banco do Futuro. Richard D. Chaves Gerente de Novas Tecnologias - Microsoft rchaves@microsoft.com http://blogs.msdn.com/rchaves

O Banco do Futuro. Richard D. Chaves Gerente de Novas Tecnologias - Microsoft rchaves@microsoft.com http://blogs.msdn.com/rchaves O Banco do Futuro Richard D. Chaves Gerente de Novas Tecnologias - Microsoft rchaves@microsoft.com http://blogs.msdn.com/rchaves Para falar de Futuro Objetivos desta sessão Apresentar a visão da Microsoft

Leia mais

PROJECTO ÂNCORA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO NO SECTOR DAS TICE. Qualificação e Certificação em Gestão de Serviços de TI

PROJECTO ÂNCORA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO NO SECTOR DAS TICE. Qualificação e Certificação em Gestão de Serviços de TI Pólo de Competitividade das Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica TICE.PT PROJECTO ÂNCORA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO NO SECTOR DAS TICE Qualificação e Certificação em Gestão de Serviços

Leia mais

Intellectual Property. IFAC Formatting Guidelines. Translated Handbooks

Intellectual Property. IFAC Formatting Guidelines. Translated Handbooks Intellectual Property IFAC Formatting Guidelines Translated Handbooks AUTHORIZED TRANSLATIONS OF HANDBOOKS PUBLISHED BY IFAC Formatting Guidelines for Use of Trademarks/Logos and Related Acknowledgements

Leia mais

The Challenges of Global Food Supply Chains Os Desafios da Cadeia Global de Alimentos. David Acheson, MD Leavitt Partners LLC

The Challenges of Global Food Supply Chains Os Desafios da Cadeia Global de Alimentos. David Acheson, MD Leavitt Partners LLC The Challenges of Global Food Supply Chains Os Desafios da Cadeia Global de Alimentos David Acheson, MD Leavitt Partners LLC Outline Esboço Factors Driving Changes Fatores que impulsionam as mudanças Challenges

Leia mais

Guião A. Descrição das actividades

Guião A. Descrição das actividades Proposta de Guião para uma Prova Grupo: Ponto de Encontro Disciplina: Inglês, Nível de Continuação, 11.º ano Domínio de Referência: Um Mundo de Muitas Culturas Duração da prova: 15 a 20 minutos 1.º MOMENTO

Leia mais

Gerenciamento de Segurança de Processos baseada na Confiança, Descentralização e Delegação Planejada

Gerenciamento de Segurança de Processos baseada na Confiança, Descentralização e Delegação Planejada Gerenciamento de Segurança de Processos baseada na Confiança, Descentralização e Delegação Planejada Américo Diniz Carvalho Neto Braskem S/A americo.neto@braskem.com.br Líder Corporativo de PSM ABSTRACTS

Leia mais

2012 State of the Industry Survey

2012 State of the Industry Survey 2012 State of the Industry Survey Contact Information Por favor, preencha suas informações de contato (* indicates required information) Nome * Título * Title Razão Social completa da Empresa/Organização

Leia mais

Tecnologia e Inovação na era da Informação

Tecnologia e Inovação na era da Informação Tecnologia e Inovação na era da Informação Cezar Taurion Executivo de Novas Tecnologias Chief Evangelist ctaurion@br.ibm.com TUDO EM TEMPO REAL TECNOLOGIA PERVASIVA E COMPUTAÇÃO SOCIAL A SOCIEDADE HIPERCONECTADA

Leia mais

Software reliability analysis by considering fault dependency and debugging time lag Autores

Software reliability analysis by considering fault dependency and debugging time lag Autores Campos extraídos diretamente Título Software reliability analysis by considering fault dependency and debugging time lag Autores Huang, Chin-Yu and Lin, Chu-Ti Ano de publicação 2006 Fonte de publicação

Leia mais

Desenvolvimento Ágil 1

Desenvolvimento Ágil 1 Desenvolvimento Ágil 1 Just-in-Time Custo = Espaço + Publicidade + Pessoal De que forma poderiamos bater a concorrência se um destes factores fosse zero? 2 Just-in-time Inventory is waste. Custo de armazenamento

Leia mais

Certificação de software Precisa-se se de uma Política... Manuel Lousada MDIC/STI

Certificação de software Precisa-se se de uma Política... Manuel Lousada MDIC/STI Certificação de software Precisa-se se de uma Política... Manuel Lousada MDIC/STI Imagino que outros já tenham mostrado o panorama internacional... Mas pode ser interessante olhar dados recentes Recomendo

Leia mais

Tese / Thesis Work Análise de desempenho de sistemas distribuídos de grande porte na plataforma Java

Tese / Thesis Work Análise de desempenho de sistemas distribuídos de grande porte na plataforma Java Licenciatura em Engenharia Informática Degree in Computer Science Engineering Análise de desempenho de sistemas distribuídos de grande porte na plataforma Java Performance analysis of large distributed

Leia mais

Interface between IP limitations and contracts

Interface between IP limitations and contracts Interface between IP limitations and contracts Global Congress on Intellectual Property and the Public Interest Copyright Exceptions Workshop December 16, 9-12:30 Denis Borges Barbosa The issue Clause

Leia mais

Information technology specialist (systems integration) Especialista em tecnologia da informação (integração de sistemas)

Information technology specialist (systems integration) Especialista em tecnologia da informação (integração de sistemas) Information technology specialist (systems integration) Especialista em tecnologia da informação (integração de sistemas) Professional activities/tasks Design and produce complex ICT systems by integrating

Leia mais

Lean manufacturing, é uma filosofia de gestão focada na redução de desperdícios;

Lean manufacturing, é uma filosofia de gestão focada na redução de desperdícios; AGENDA 1. LEAN MANUFACTURING 2. TOYOTA WAY 3. O QUE É STARTUP? 4. LEAN STARTUP 5. LEAN STARTUP X LEAN MANUFACTURING 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS LEAN MANUFACTURING Lean manufacturing,

Leia mais

Cloud Computing. Provendo valor ao negócio através da Gerência de Serviços Automatizada. Gerson Sakamoto gsakamoto@br.ibm.com

Cloud Computing. Provendo valor ao negócio através da Gerência de Serviços Automatizada. Gerson Sakamoto gsakamoto@br.ibm.com Cloud Computing Provendo valor ao negócio através da Gerência de Serviços Automatizada Gerson Sakamoto gsakamoto@br.ibm.com 1 Definição de Computação em Nuvem Computação em Nuvem é um novo modelo de aquisição

Leia mais