MINHA VIDA DE JOÃO E MARIA: USANDO A METODOLOGIA DA ONG PROMUNDO PARA PROMOVER AULAS REFLEXIVAS

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1 MINHA VIDA DE JOÃO E MARIA: USANDO A METODOLOGIA DA ONG PROMUNDO PARA PROMOVER AULAS REFLEXIVAS Resumo VAINE, Thais Eastwood Vaine 1 - UTFPR / SME-Curitiba Grupo de Trabalho - Educação e Saúde Agência Financiadora: não contou com financiamento A discussão sobre as questões de gênero é fundamental para promover um ensino voltado à diversidade e embasar as discussões que permeiam a educação sexual. Nesse sentido, esse trabalho tem como objetivo promover um espaço de reflexão sobre a complexidade do ser humano na construção da sua identidade de gênero e as questões envolvidas nessa esfera de discussão, como o preconceito, a discriminação e a violência. Para promover discussões a respeito dessas questões, foi elaborada uma sequência de aulas com três turmas do 9º ano de uma escola municipal de Curitiba, dentro da disciplina de Ciências, planejadas com base em manuais didáticos da ONG Instituto Promundo, que visa promover a igualdade entre os gêneros e realizar ações que previnam a violência contra a mulher, crianças e jovens. Foram realizadas seis aulas no total, as quais envolviam a utilização de vídeos, registro escrito das reflexões, manifestação aberta de opiniões, debates, trabalhos escritos, busca de imagens e confecção de vídeos. Através desse trabalho percebemos uma grande dificuldade de os alunos, principalmente os meninos, em se exporem e levantarem questionamentos sobre a temática. Também verificamos que os estudantes têm a necessidade de dialogar, falar livremente e expor suas opiniões sobre as questões de gênero no ambiente escolar, pois na família nem sempre há abertura e espaço para esse assunto. Também constatamos que no entorno dos estudantes esse tema é carregado de moralismo, dificultando o diálogo e fazendo com esse assunto permaneça sem esclarecimento para eles. Esse tipo de atividade traz possibilidades reais de ressignificação e resgate do valor da escola para os adolescentes, mostrando que o processo ensino-aprendizagem pode ser algo interessante e aplicável ao seu cotidiano. Palavras-chave: Gênero. Normas de Gênero. Sexualidade. 1 Aluna regular do Programa de Pós-Graduação em Formação Científica, Educacional e Tecnológica - mestrado profissional - Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Professora da rede municipal de ensino / Secretaria Municipal de Educação de Curitiba.

2 27322 Introdução Discutir as questões de gênero dentro da escola deveria ser atividade obrigatória em todas as disciplinas, principalmente nas séries em que as diferenças fisiológicas entre meninos e meninas começam a se acentuar. Envolver os jovens nas reflexões sobre as desigualdades de gênero, convidá-los a refletir sobre como as mulheres geralmente são colocadas em posição de desvantagem, sobre os tipos de comportamentos que a sociedade de um modo geral espera tanto de homens quanto de mulheres é fundamental dentro da educação para a diversidade. A educação para a diversidade é um fator essencial para discutir a inclusão, promover a igualdade de oportunidades e enfrentar todo o tipo de preconceito, discriminação e violência. Muitos jovens observam no seu cotidiano diversas situações que envolvem o preconceito e a discriminação, nas mais diversas esferas sociais, mas poucos são convidados a refletir a respeito. Dentro da própria casa podem observar situações de violência relacionada ao preconceito, mas poucas vezes são convidados a refletir ou falar sobre o assunto. Questões relacionadas ao gênero, identidade de gênero, sexualidade e orientação sexual precisam ser articuladas com o conteúdo de sala de aula, num ambiente que propicie uma discussão saudável e enriquecedora. O problema é que ultimamente vemos que em grande parte das escolas a educação sexual resume-se a noções de anatomia e fisiologia comparada, e ignora-se toda a complexidade que envolve a construção de uma identidade como homem ou como mulher. (SECAD/MEC, 2007). Diante desse cenário considera-se a experiência escolar como fundamental para que esses conceitos se articulem e noções de corpo, gênero e sexualidade, entre outros temas, sejam socialmente construídas, através de diálogos e reflexões. A escola é um local de questionamento das relações de poder e de análise dos processos sociais de produção de diferenças e de sua tradução em desigualdades, opressão e sofrimento e como tal tem o dever de promover a cultura de reconhecimento da pluralidade das identidades e dos comportamentos relativos às diferenças (SECAD/MEC, 2007). Sabendo da importância de abrir espaço na sala de aula para promover discussões a respeito dessas questões, foi elaborada uma sequência de aulas com três turmas do 9º ano de uma escola municipal de Curitiba, dentro da disciplina de Ciências. Possibilitando a

3 27323 preparação dos estudantes para a compreensão das questões de gênero, normas de gênero e construção da identidade sexual, esse conjunto de aulas permitiu que os jovens compreendessem que a educação sexual não abrange somente a saúde sexual e reprodutiva, mas diversas outras questões que exigem uma reflexão. Essas aulas foram elaboradas com base em manuais didáticos do Instituto Promundo (2006, 2007, 2008a, 2008b): Trabalhando com Mulheres Jovens: Empoderamento, Cidadania e Saúde (2008a) e Envolvendo rapazes e Homens na Transformação das Relações de Gênero: Manual de Atividades Educativas (2008b). O Instituto Promundo é uma ONG brasileira, fundada em 1997, que tem como missão promover a igualdade entre os gêneros e realizar ações que previnam a violência contra a mulher, crianças e jovens. A intenção é desenvolver dentro das aulas de Ciências momentos que propiciem que a educação sexual seja construída de maneira reflexiva e através de problematizações, mostrando toda a complexidade que rodeia o ser humano. Assim, procuramos atender às orientações propostas pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (SECAD/MEC), que sugere o desenvolvimento de algumas etapas antes de se falar sobre a educação sexual em si, como a proposição de discussões a respeito de questões relativas a gênero, orientação sexual e sexualidade no terreno da ética e dos direitos humanos, evitando discursos que simplesmente relacionam tais questões a doenças ou ameaças a uma suposta normalidade. Desta forma, o presente trabalho tem como objetivo promover um espaço de reflexão sobre a complexidade do ser humano na construção da sua identidade de gênero e as questões envolvidas nessa esfera de discussão, como o preconceito, a discriminação e a violência. Metodologia Para tentar satisfazer o objetivo desse trabalho, numa perspectiva de prevenção à discriminação, e também com o intuito de promover uma aproximação com os alunos, desenvolvendo um ambiente favorável ao diálogo e que estimule o pensamento crítico e a tomada de decisões conscientes, foram realizadas 6 aulas, as quais foram ministradas em 3 turmas do 9º ano, totalizando 87 alunos entre 13 e 19 anos, de uma escola municipal de Curitiba dentro da disciplina de Ciências.

4 27324 Essa disciplina possui três aulas semanais de 50 minutos cada, sendo que uma aula por semana foi destinada a esse trabalho mais especificamente, enquanto que as outras duas aulas semanais seguiram com o desenvolvimento do currículo programático referente ao 9º ano. Essa divisão não teve como objetivo a segmentação em etapas estanques do trabalho com a temática, mas sim garantir intervalos que possibilitassem o amadurecimento de ideias que surgiam a partir das discussões em sala, de modo a ser um trabalho construído com a turma e não um projeto pontual, dando tempo para a reflexão, e também para não afetar o desenvolvimento do conteúdo curricular tradicional sugerido pelas Diretrizes Curriculares para a Educação Municipal de Curitiba (2006). Conforme foi citado no item Introdução, a maior parte dessas aulas foi elaborada com base em manuais didáticos do Instituto Promundo: Trabalhando com Mulheres Jovens: Empoderamento, Cidadania e Saúde (2008a) e Envolvendo rapazes e Homens na Transformação das Relações de Gênero: Manual de Atividades Educativas (2008b). A seguir, será apresentado o modo como foram desenvolvidas as aulas desse projeto: 1ª aula: Reflexão sobre os tipos de comportamentos esperados de homens e mulheres Para problematizar essa aula foram passados dois vídeos: Era uma vez outra Maria e a primeira parte do Minha vida de João, ambos disponíveis no site do Instituto Promundo (http://www.promundo.org.br/en/for-youngers/). Os dois vídeos são desenhos animados sem falas. O primeiro conta a história de uma garota que começa a questionar o sim e o não do mundo ao seu redor e como eles influenciam seu modo de pensar e agir. E o segundo apresenta a história de João, um garoto que como tantos outros vive numa sociedade machista, que se pauta em padrões rígidos de gênero. Após assistirem aos vídeos, houve uma explicação a respeito do conceito de gênero para que melhor entendessem as questões que viriam a seguir. Em seguida houve uma breve discussão sobre os aspectos que mais chamaram a atenção nos dois filmes, momento em que os estudantes puderam esclarecer algumas dúvidas a respeito do que assistiram. Então foi solicitado que respondessem numa folha separada as seguintes perguntas e depois a entregasse à professora: para você, o que o lápis representava nos filmes? as suas percepções sobre os papéis de homens e mulheres são afetadas pelo que sua família e seus amigos pensam? Por que?

5 27325 a mídia exerce alguma influência sobre as normas de gênero? De que forma? Como ela retrata as mulheres? E os homens? como você pode desafiar as diferentes expectativas de comportamento? 2ª aula: Aja como homem / Aja como mulher Num primeiro momento os alunos receberam a folha que entregaram na última aula e foi realizada uma discussão sobre o conjunto das respostas. Em nenhum momento houve identificação durante a discussão, a professora apenas relatou o que encontrou como resposta para as perguntas e incentivou a manifestação dos estudantes a respeito. Em seguida foram distribuídas algumas folhas que continham questões convidando os estudantes a refletir sobre as normas de gênero. Os alunos deveriam listar comportamentos esperados por uma pessoa que escuta Aja como homem (no caso dos garotos) ou Aja como mulher (no caso das garotas). E depois o comportamento para os dois sexos transformados, ou seja, que agem conforme os próprios princípios e não de acordo com o que é imposto pela sociedade. Também deveriam refletir a respeito de como essas expectativas podem forçar comportamentos nocivos/prejudiciais à saúde. 3ª aula: Analisando as nossas atitudes Antes do início dessa aula foram recolhidas as folhas da aula anterior para análise e posterior discussão. Nessa aula foram preparados três cartazes com os dizeres Concordo totalmente, Discordo totalmente e concordo/discordo parcialmente, sendo que cada um foi colado numa parede da sala (laterais e fundo). Inicialmente foi explicado aos estudantes que essa atividade foi elaborada para lhes dar uma compreensão geral das suas próprias atitudes e valores, bem como das dos outros colegas, em relação às questões de gênero. Também é importante para desafiar suas ideias atuais sobre essas questões e ajudá-los a esclarecer algumas inquietações. Também foi lembrado que todos têm direito a ter sua opinião e a opinião de todos deve ser respeitada. Então foram selecionadas diversas frases polêmicas anteriormente, porém como houve muita discussão, somente duas frases foram debatidas em sala: É mais fácil ser homem do

6 27326 que ser mulher e Mulheres que usam roupas sensuais tem uma parcela de culpa se são assediadas ou estupradas. O procedimento ocorreu da seguinte maneira: a professora lia a frase em voz alta e pedia aos estudantes que se dirigissem à parede que tivesse o cartaz que expressasse o que eles pensam sobre a frase dita. Depois de eles terem se dirigido ao ponto escolhido, era pedido que um ou dois participantes explicassem a razão de terem escolhido aquele cartaz, que dissessem porque se sentem assim em relação à frase lida. Depois de alguns participantes terem falado sobre as suas atitudes em relação à frase, perguntava-se se alguém queria mudar de ideia e dirigir-se para outro cartaz. Então, reunia-se a turma novamente no centro da sala e o processo era repetido com a outra frase. 4ª aula: O que eu sinto sobre as diferenças de gênero Nessa aula, primeiramente ocorreu a continuação das discussões da aula anterior e a retomada das respostas da folha entregue na aula Aja como homem / Aja como mulher. Depois das discussões os estudantes foram solicitados a escreverem uma frase ou um pequeno texto ou uma poesia que retratasse o que eles entenderam e a sua opinião sobre as questões de gênero e desigualdade. Também foram solicitados a tirarem uma foto ou fazerem um desenho que ilustre essas questões. 5ª aula: Trabalho de reflexão sobre o gênero Diante das discussões geradas a partir das aulas anteriores, os estudantes foram convidados a registrar de forma escrita uma reflexão sobre o gênero orientada pelas seguintes perguntas: Para os garotos: o Qual é a parte mais difícil de ser um garoto em seu país? o O que você gostaria de dizer às mulheres para ajuda-las a compreender melhor os homens? o O que você acha difícil de entender nas mulheres? o Como os homens podem apoiar e estimular a autonomia das mulheres?

7 27327 o Quem toma as decisões normalmente em sua casa? Qual é a sensação de ver essa pessoa tomar todas as decisões? o O que você nunca gostaria de ouvir sobre os homens? o Que direitos são mais difíceis de conseguir para os homens em seu país? o Como é crescer como um garoto em seu país? O que você gosta em ser um garoto? O que não gosta? Para as garotas: o Qual é a parte mais difícil de ser uma garota em seu país? o O que você gostaria de dizer aos homens para ajuda-los a compreender melhor as mulheres? o O que você acha difícil de entender nos homens? o Como os homens podem apoiar e estimular a autonomia das mulheres? o Quem toma as decisões normalmente em sua casa? Qual é a sensação de ver essa pessoa tomar todas as decisões? o O que você nunca gostaria de ouvir sobre as mulheres? o Que direitos são mais difíceis de conseguir para as mulheres em seu país? o Como é crescer como uma garota em seu país? O que você gosta em ser uma garota? O que não gosta? 6ª aula: Valores e virtudes Para finalizar esse grupo de discussões, foi realizada uma aula expositiva/dialogada sobre o tema Valores e Virtudes e como a sua adoção na vida pode contribuir para uma adolescência saudável. Foram mostrados vídeos a respeito e os alunos foram solicitados a produzir um vídeo sobre o tema, o qual seria incluído no projeto Protagonismo Juvenil da Prefeitura Municipal de Curitiba.

8 27328 Resultados e discussões Pode-se perceber diante das reflexões dos estudantes que muitos se dizem num primeiro momento livres da influência das normas de gênero, e em outras discussões reconhecem como são forçados a se encaixar num molde imposto pela sociedade. Também é possível perceber que recriminam veemente o preconceito exercido pelas outras pessoas, mas em outros momentos eles próprios manifestam opiniões preconceituosas (como aconteceu na 3ª aula). Sobre os questionamentos realizados na primeira aula, a maioria dos estudantes reconheceu o lápis como a pressão da sociedade para nos encaixar nas normas de gênero. Quando questionados se o seu comportamento era influenciado pela família e pelos amigos, ficaram um tanto divididos. Um pouco mais da metade dos estudantes considera que não é influenciada, com respostas do tipo ninguém manda na minha vida. A outra metade reconheceu uma certa influência, principalmente dos amigos. Sobre a influência da mídia, quase a totalidade reconheceu que ela acontece, retratando as mulheres como um objeto sexual e os homens como profissionais de sucesso, os chefes. Em relação à forma como podem desafiar as expectativas, a maioria respondeu agir diferentemente do que esperam de nós. Porém, não detalharam a resposta. A segunda aula, Aja como homem / Aja como mulher, forneceu respostas bastante homogêneas. Quando questionados sobre o comportamento esperado de um garoto que escuta a frase aja como homem, a maioria dos estudantes listou atitudes como: ser durão, agir com violência, impor respeito, não chorar, ter várias parceiras e xingar. Já em relação às mulheres, foram listados: ser passiva, cuidar da casa, não usar roupa curta, ser frágil e delicada, limpar a casa, dar prazer ao homem, não ficar com vários homens, ter um namorado, ser sensível e demonstrar sentimentos. Sobre os comportamentos nocivos, foram listados para os homens o uso da violência e ter várias parceiras e para as mulheres a passividade. Em relação ao que acontece com quem não se encaixa no modelo, houve unanimidade sobre os homens: serão taxados de homossexuais. E para as mulheres a maioria respondeu que seriam vistas como mulheres fáceis ou homossexuais. A terceira aula, em que ocorria uma reflexão sobre uma frase, houve bastante polêmica. Na primeira frase é mais fácil ser homem do que ser mulher, as turmas ficaram

9 27329 bastante divididas ao manifestarem suas opiniões. Uma pequena parcela resolveu opinar concordo/discordo parcialmente. Os problemas levantados pelas garotas em relação à dificuldade eram os rótulos de prostituta, a falta de liberdade em casa quando comparadas aos irmãos e ter de trabalhar em casa. Poucos garotos defenderam a dificuldade de ser homem, alegando problemas em poder manifestar suas emoções e sentimentos sem receber o rótulo de homossexual. A segunda frase mulheres que usam roupas sensuais tem uma parcela de culpa se são assediadas ou estupradas, provocou muitas controvérsias. Nas três turmas a maioria dos estudantes concordou totalmente com a frase. Uma parcela um pouco menor concordou/discordou parcialmente e a minoria discordou totalmente. Uma discussão mais detalhada sobre esse posicionamento será realizada no item Considerações Finais. O trabalho solicitado na quarta aula trouxe aspectos bastante interessantes sobre o entendimento dos estudantes a respeito das questões de gênero. Alguns se confundiram e misturaram a desigualdade social na discussão. A maioria das garotas critica a falta de liberdade que possuem e o rótulo de prostitutas que recebem quando resolvem desafiar os moldes. Já os garotos, alguns falaram sobre o preconceito que as mulheres sofrem e outros falaram sobre o preconceito que eles próprios sofrem, quando não podem manifestar seus sentimentos ou são rotulados como todos não prestam. Nesse sentido, o trabalho solicitado na quinta aula foi mais enriquecedor. Com perguntas bem direcionadas, as posições acima colocadas foram mantidas e mais detalhadas. Os garotos realmente não gostam de serem taxados de todos iguais. A atividade proposta durante a sexta aula trouxe ótimos resultados, considerando a dificuldade em manipular softwares de edição de vídeo. Vários vídeos abordaram a importância do respeito, da solidariedade e da honestidade. Considerações finais Através dos dados obtidos nos trabalhos, percebe-se que os jovens participantes tem sede de liberdade. Demonstram extremo descontentamento diante de desigualdades de tratamento. No entanto, são contraditórios, pois ao mesmo tempo em que manifestam a necessidade de liberdade de pensamento e identidade, julgam de forma fechada o comportamento de terceiros. Isso pode ser constatado quando foram convidados a opinar a respeito da frase mulheres que usam roupas sensuais tem uma parcela de culpa se são

10 27330 assediadas ou estupradas. Nesse caso, o grande espanto surgiu não só porque a maioria dos estudantes concordava totalmente ou em parte com a frase, mas porque entre eles havia uma grande quantidade de garotas, as mesmas que exigiam igualdade de tratamento e não gostavam do rótulo de prostitutas. Apesar das dificuldades enfrentadas na realização desse trabalho, por ser a primeira experiência da professora envolvida, bem como dos alunos, com as atividades propostas pelo Instituto Promundo, consideramos os resultados alcançados satisfatórios. O tema escolhido é de fundamental importância para esse sucesso, pois é de grande interesse do público envolvido. Porém, ao mesmo tempo é carregado de moralismo e tabus, que tornam complexos os diálogos entre os atores envolvidos. Foi percebida uma grande dificuldade dos alunos, principalmente os meninos, se exporem e levantarem questionamentos sobre a temática. Dessa forma, verificou-se que os educandos têm a necessidade de dialogar, falar livremente e expor suas opiniões sobre as questões de gênero no ambiente escolar, pois, como foi possível perceber na fala de muitos, na família nem sempre há abertura e espaço para esse assunto. Também foi constatado que no entorno dos estudantes esse tema é carregado de moralismo, dificultando o diálogo e fazendo com que o tema permaneça sem esclarecimento para eles. Nesse projeto o tema Questões de Gêneros foi trabalhado enquanto um fenômeno complexo, influenciado por diversas variáveis, com aspectos culturais, interpessoais, psicológicos e biológicos. Tendo em vista a magnitude da temática na constituição da identidade dos jovens, é de suma importância a convocação de professores de outras áreas do saber, que não apenas de Ciências, a tomarem o tema como assunto de suas aulas, de forma a democratizar o acesso à informação confiável e a possibilitar a ampliação de espaços de discussão e reflexão. Percebe-se que há possibilidades reais de ressignificação e resgate do valor da escola para os adolescentes, mostrando que o processo ensino-aprendizagem pode ser algo interessante e que os alunos podem ser sujeitos nesse processo. Através de aulas diferenciadas, baseadas nos guias didáticos do Instituto Promundo (2006, 2007, 2008a, 2008b), os alunos conseguem se apropriar do conteúdo relacionado à temática trabalhada de maneira crítica e reflexiva, se mostrando preocupados e capazes de melhorar a sua realidade e a de seus colegas, assim como demonstraram o desenvolvimento de uma percepção do impacto de suas atitudes e seus julgamentos no outro e a importância em refletir sobre suas próprias atitudes.

11 27331 REFERÊNCIAS CADERNOS SECAD/MEC. Gênero e Diversidade Sexual na Escola: reconhecer diferenças e superar preconceito. Brasília, Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/escola_protege/caderno5.pdf.>. Acesso em: 10 mai DIRETRIZES CURRICULARES PARA A EDUCAÇÃO MUNICIPAL DE CURITIBA. Ensino Fundamental. Vol. 3. Curitiba, Disponível em: <http://www.cidadedoconhecimento.org.br/cidadedoconhecimento/downloads/arquivos/3010/ download3010.pdf.>. Acesso em: 23 jun INSTITUTO PROMUNDO. Guia De Discussão: Minha Vida de João. Rio de Janeiro, Disponível em: <http://www.promundo.org.br/wp-content/uploads/2010/03/h-guia- Joao-PORT.pdf.>. Acesso em: 10 mai INSTITUTO PROMUNDO. Guia De Discussão: Era uma vez uma Família. Rio de Janeiro, Disponível em: <http://www.promundo.org.br/wpcontent/uploads/2010/03/dvd_fam%c3%adlia_guia_port.pdf.>. Acesso em: 10 mai INSTITUTO PROMUNDO. Guia De Discussão: Trabalhando com Mulheres Jovens: Empoderamento, Cidadania e Saúde. Rio de Janeiro, 2008a. Disponível em: <http://www.promundo.org.br/wp-content/uploads/2010/03/trabalhando-com-mulheresjovens.pdf.>. Acesso em: 10 mai INSTITUTO PROMUNDO. Envolvendo Rapazes e Homens na Transformação das Relações de Género: Manual de Actividades Educativas. Rio de Janeiro, 2008b. Disponível em: <http://www.promundo.org.br/en/wp-content/uploads/2010/07/manual- Atividades-Educativas.pdf.>. Acesso em: 10 mai

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