ANO XXVI ª SEMANA DE MARÇO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 12/2015

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1 ANO XXVI ª SEMANA DE MARÇO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 12/2015 IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA RECOLHIMENTO MENSAL OBRIGATÓRIO (CARNÊ-LEÃO) - CÁLCULO E RECOLHIMENTO ANO-CALENDÁRIO Pág. 209 IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE RENDIMENTOS DO TRABALHO ASSALARIADO FORMA DE TRIBUTAÇÃO... Pág. 215

2 IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA Sumário RECOLHIMENTO MENSAL OBRIGATÓRIO (CARNÊ-LEÃO) Cálculo e Recolhimento - Ano-Calendário Introdução 2. Contribuintes 3. Determinação da Base de Cálculo Pensão Alimentícia Rendimentos Recebidos do Exterior Rendimentos Recebidos Por Garimpeiros Rendimentos Decorrentes de Aluguéis de Imóveis Condomínios - Tratamento Tributário Dos Rendimentos Decorrentes de Locação de Partes Comuns Rendimentos de Serviços de Transporte Rendimentos de Serviços de Transporte Pagos a Partir de 1º de Janeiro de Deduções Permitidas Contribuição Previdenciária Dependentes Pensão Alimentícia Livro Caixa Formalidades na Escrituração do Livro Caixa 5. Rendimentos Recebidos Acumuladamente 6. Rendimentos Comuns Produzidos Por Bens ou Direitos 7. Rendimentos de Contribuinte Incapaz 8. Cálculo do Imposto 9. Compensação do Imposto de Renda Pago no Exterior 10. Recolhimento 11. Compensação do Imposto na Declaração de Ajuste Anual 12. Identificação do Profissional e o CPF do Tomador do Serviço 1. INTRODUÇÃO O recolhimento mensal obrigatório (carnê-leão), das pessoas físicas, relativo aos rendimentos recebidos no anocalendário 2015, de outras pessoas físicas ou de fontes situadas no Exterior, será calculado com base nos valores da tabela progressiva mensal vigente no mês do recebimento dos rendimentos. Nesse trabalho abordaremos todos os procedimentos para cálculo e apuração do imposto devido na modalidade de carnê-leão, com base nos arts. 106 a 112 do RIR/1999, arts. 53 a 57 da Instrução Normativa RFB nº 1.500/2014, Instrução Normativa RFB nº 1.531/2014, e outras fontes citadas no texto. 2. CONTRIBUINTES Está sujeita ao recolhimento mensal obrigatório - carnê-leão - a pessoa física residente ou domiciliada no País que receber qualquer um dos rendimentos abaixo: a) emolumentos e custas dos serventuários da justiça como tabeliães, notários, oficiais públicos e demais servidores quando não forem remunerados exclusivamente pelos cofres públicos; b) rendimentos recebidos em dinheiro, a título de pensão judicial, inclusive alimentos provisionais; c) comissões e corretagens pela intermediação de negócios; d) 10% (dez por cento) do rendimento auferido pelo garimpeiro em decorrência da venda, a empresas legalmente habilitadas, de metais preciosos, pedras preciosas e semipreciosas; e) aluguéis e arrendamentos de bens móveis e imóveis; f) rendimentos pagos por representações diplomáticas de países estrangeiros e por organismos internacionais localizados no Brasil; g) quaisquer rendimentos pagos por fontes situadas no Exterior, quando não sejam isentos no Brasil; h) remuneração pela prestação de serviços sem vinculação empregatícia, inclusive serviços de transporte de cargas e de passageiros e serviços prestados com trator, máquina de terraplenagem, colheitadeira e assemelhados; IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE MARÇO - 12/

3 i) que tiverem acréscimo patrimonial não justificado pelos rendimentos tributáveis, não-tributáveis, tributados exclusivamente na fonte ou submetidos à tributação definitiva. 3. DETERMINAÇÃO DA BASE DE CÁLCULO A base de cálculo do Imposto de Renda corresponde ao somatório dos rendimentos das espécies mencionadas no item 2 deste trabalho, no mês em que forem efetivamente recebidos pelo beneficiário, considerando-se como recebida a entrega dos recursos, mesmo mediante depósito em instituição financeira em favor do beneficiário (Instrução Normativa SRF nº 31/1989). Como regra geral, o rendimento a computar na base de cálculo corresponde à importância efetivamente recebida, ressalvados tratamentos especiais para algumas espécies de rendimentos, focalizados nos subitens seguintes Pensão Alimentícia Devem ser computadas, pelo beneficiário, na base de cálculo do imposto devido na forma de carnê-leão, as importâncias recebidas mensalmente a título de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família, em cumprimento de decisão ou acordo judicial, inclusive alimentos provisionais, ainda que sejam descontados em folha de pagamento e repassados ao beneficiário, por pessoa jurídica (Ato Declaratório Normativo nº 11/1993). Estão compreendidas neste rendimento e devem integrar a base de cálculo do imposto as importâncias recebidas a título de despesas médicas e com instrução, desde que fixadas em acordo ou sentença judicial Rendimentos Recebidos do Exterior De acordo com o artigo 6º da Lei nº 9.250/1995, os rendimentos recebidos de fontes situadas no Exterior, sujeitos à tributação no Brasil na forma de carnê-leão, serão convertidos em reais mediante utilização do valor do dólar dos Estados Unidos da América, pelo valor fixado para compra, pelo Banco Central do Brasil, para o último dia útil da primeira quinzena do mês anterior ao do recebimento do rendimento. Notas: 1. Os rendimentos em moeda estrangeira devem ser convertidos em dólares dos Estados Unidos da América, pelo seu valor fixado pela autoridade monetária do país de origem dos rendimentos na data do recebimento e, em seguida, em reais mediante utilização do valor do dólar fixado para compra pelo Banco Central do Brasil para o último dia útil da primeira quinzena do mês anterior ao do recebimento do rendimento. 2. Não se sujeitam ao carnê-leão os rendimentos tributados como Ganho de Capital (moeda estrangeira) na forma da Instrução Normativa SRF nº 118, de 27 de dezembro de Rendimentos Recebidos Por Garimpeiros O rendimento tributável corresponde a 10% (dez por cento), no mínimo, dos rendimentos recebidos pelos garimpeiros na venda, a empresas legalmente habilitadas, de metais preciosos, pedras preciosas e semipreciosas, por ele extraídos (Art. 48 do RIR/1999). A prova de origem dos rendimentos será feita com base na via da nota de aquisição destinada ao garimpeiro pela empresa compradora, no caso de ouro, ativo financeiro, ou outro documento fiscal emitido pela empresa compradora, nos demais casos. Ressalte-se que o valor excluído da incidência do imposto não poderá justificar acréscimo patrimonial da declaração de rendimento (Art. 20 da Lei nº 8.134/1990) Rendimentos Decorrentes de Aluguéis de Imóveis São considerados rendimentos de aluguéis, tributados na forma do carnê-leão, todas as espécies de rendimentos percebidos pela ocupação, uso, fruição ou exploração dos bens e direitos, inclusive (Art. 49 do RIR/1999 e art. 31 da IN RFB nº 1.500/2014): a) as luvas, prêmios, gratificações pagas ao locador pelo contrato celebrado; b) a indenização pela rescisão ou término antecipado do contrato; IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE MARÇO - 12/

4 c) a correção monetária, os juros de mora e quaisquer outras compensações pelo atraso no pagamento do aluguel; d) o valor das benfeitorias realizadas no imóvel pelo locatário, não reembolsadas pelo locador. Podem ser deduzidos da base de cálculo do imposto os seguintes encargos, desde que o ônus tenha sido exclusivamente do locador (Art. 50 do RIR/1999): a) o valor dos impostos, taxas e emolumentos incidentes sobre o bem que produzir o rendimento; b) o aluguel pago pela locação do imóvel sublocado; c) as despesas pagas para cobrança ou recebimento do rendimento; d) as despesas de condomínio. Quando o aluguel for recebido por meio de empresas imobiliárias, procurador ou por qualquer outra pessoa designada pelo locador, será considerada como data de recebimento aquela em que o locatário efetuou o pagamento, independentemente de quando o mesmo for repassado para o beneficiário ( 2º do art. 31 da Instrução Normativa RFB nº 1.500/2014). Quando o locatário depositar o valor de aluguéis em juízo, tal fato não configura a aquisição da disponibilidade econômica e jurídica da renda ou proventos para o locador, não estando este obrigado a tributar os rendimentos no mês do depósito. Neste caso, o rendimento recebido pelo locador ficará sujeito ao carnê-leão, no mês em que for liberado pela autoridade judicial Condomínios - Tratamento Tributário dos Rendimentos Decorrentes de Locação de Partes Comuns O Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 02, de 27 de março de 2007, diz que na hipótese de locação de partes comuns de condomínio edilício, será observado o seguinte: a) os rendimentos decorrentes serão considerados auferidos pelos condôminos, na proporção da parcela que for atribuída a cada um, ainda que tais rendimentos sejam utilizados na composição do fundo de receitas do condomínio, na redução da contribuição condominial ou para qualquer outro fim; b) o condômino estará sujeito ao cumprimento de todas as exigências tributárias cabíveis, relativamente aos tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal (SRF), especialmente no que tange às normas contidas na legislação do imposto sobre a renda referentes à tributação de rendimentos auferidos com a locação de imóveis. São isentos ou não se sujeitam ao imposto sobre a renda, os rendimentos recebidos pelos condomínios residenciais constituídos nos termos da Lei nº 4.591, de 16 de dezembro de 1964, limitado a R$ ,00 (vinte e quatro mil reais) por ano-calendário, e desde que sejam revertidos em benefício do condomínio para cobertura de despesas de custeio e de despesas extraordinárias, estejam previstos e autorizados na convenção condominial, não sejam distribuídos aos condôminos e decorram: (art. 11, inc. XIV, da IN RFB nº 1.500/2014) a) de uso, aluguel ou locação de partes comuns do condomínio; b) de multas e penalidades aplicadas em decorrência de inobservância das regras previstas na convenção condominial; ou c) de alienação de ativos detidos pelo condomínio Rendimentos de Serviços de Transporte O contribuinte que receber de outras pessoas físicas rendimentos da prestação de serviços de transporte, em veículo próprio, locado ou adquirido com reserva de domínio ou alienação fiduciária, deverá considerar como rendimento bruto, para efeito de recolhimento mensal (Art. 46 do RIR/1999 e art. 53 da IN RFB nº 1.500/2014): a) 60% (sessenta por cento) do rendimento total, decorrente do transporte de passageiros. Cabe lembrar ser necessário que o veículo ou a máquina utilizada seja de sua propriedade, locado ou adquirido IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE MARÇO - 12/

5 com reserva de domínio ou mediante alienação fiduciária em garantia e conduzido exclusivamente pelo declarante. O valor excluído da incidência do imposto não poderá justificar acréscimo patrimonial na declaração de bens Rendimentos de Serviços de Transporte Pagos a Partir de 1º de Janeiro de 2013 De acordo com o art. 9º, inc. I da Lei nº 7.713/1988, com a redação dada pelo o art. 18 da lei nº /2013, a partir de 1º de janeiro de 2013, quando o contribuinte auferir rendimentos da prestação de serviços de transporte, em veículo próprio locado, ou adquirido com reservas de domínio ou alienação fiduciária, o imposto de renda incidirá sobre: a) dez por cento do rendimento bruto, decorrente do transporte de carga; O percentual referido na letra a acima aplica-se também sobre o rendimento bruto da prestação de serviços com trator, máquina de terraplenagem, colheitadeira e assemelhados. 4. DEDUÇÕES PERMITIDAS Para determinação da base de cálculo do imposto devido na forma de carnê-leão, poderão ser deduzidos do rendimento bruto os valores abaixo relacionados, desde que esses valores não tenham sido utilizados como dedução de outros rendimentos sujeitos à tributação na fonte (Arts. 74 a 79 do RIR/1999) Contribuição Previdenciária Serão admitidas como deduções as contribuições pagas para a Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, cujo ônus tenha sido do próprio contribuinte e desde que destinadas a seu próprio benefício, e desde que tais valores não tenham sido escriturados como despesa no Livro Caixa. 4.2 Dependentes Na determinação da base de cálculo do carnê-leão no ano-calendário 2015, poderá ser deduzida do rendimento tributável a quantia equivalente a: a) de janeiro de 2015 a março de 2015: R$ 179,71 (cento e setenta e nove reais e setenta e um centavos), por dependente; b) a partir de abril de 2015: R$ 189,59 (cento e oitenta e nove reais e cinquenta e nove centavos). É vedada a dedução concomitante de um mesmo dependente por mais de um contribuinte Pensão Alimentícia Poderão ser deduzidas as importâncias pagas a título de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família, quando em cumprimento de decisão judicial ou do acordo homologado judicialmente, inclusive a prestação de alimentos provisionais, devendo-se observar o seguinte: a) a partir do mês em que se iniciar a dedução desses valores, é vedada a dedução relativa ao dependente mencionado no subitem 4.2, beneficiário da pensão; b) o valor da pensão judicial não utilizado como dedução no próprio mês de seu pagamento poderá ser deduzido nos meses subsequentes; c) o valor relativo à pensão ou alimentos abrange as importâncias pagas a título de despesas com instrução e médicas, desde que fixadas em acordo ou sentença judicial e devidamente comprovadas Livro Caixa O contribuinte que receber rendimentos do trabalho não-assalariado, profissionais liberais e autônomos, inclusive o titular de serviços notariais e de registro e o leiloeiro poderá deduzir, da receita decorrente do exercício da respectiva atividade, as despesas pagas no mês e escrituradas em Livro Caixa. Assim, poderão ser deduzidos os seguintes valores (Art. 104 da Instrução Normativa RFB nº 1.500/2014): IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE MARÇO - 12/

6 a) a remuneração paga a terceiros, desde que com vínculo empregatício, e os respectivos encargos trabalhistas e previdenciários; b) os emolumentos pagos a terceiros, assim considerados os valores referentes à retribuição pela execução, pelos serventuários públicos, de atos cartorários, judiciais e extrajudiciais; c) as despesas de custeio pagas, necessárias à percepção da receita e à manutenção da fonte produtora. Por outro lado, não poderão ser deduzidos os valores relativos a: a) a quotas de depreciação de instalações, máquinas e equipamentos, bem como a despesas de arrendamento; b) a despesas de locomoção e transporte, salvo, no caso de representante comercial autônomo, quando o ônus tenha sido deste; c) em relação aos rendimentos da prestação de serviços de transporte em veículo próprio, locado, arrendado ou adquirido com reserva de domínio ou alienação fiduciária; d) ao rendimento bruto percebido por garimpeiros na venda, a empresas legalmente habilitadas, de metais preciosos, pedras preciosas e semipreciosas por eles extraídos. O contribuinte deve comprovar a veracidade das receitas e despesas mediante documentação idônea, escrituradas em livro Caixa, que será mantida em seu poder, à disposição da fiscalização, enquanto não ocorrer a prescrição ou decadência. O excesso de deduções apurado no mês pode ser compensado nos meses seguintes, até dezembro, não podendo ser transposto para o ano seguinte. O livro Caixa independe de registro Formalidades na Escrituração do Livro Caixa Em relação ao Livro Caixa, deverão ser observadas as seguintes formalidades: a) as despesas escrituradas em Livro Caixa somente poderão ser deduzidas da receita da respectiva atividade; b) o Livro Caixa não precisa ser autenticado em órgão público; c) o contribuinte deverá comprovar a veracidade das receitas e despesas mediante documentação idônea, que será mantida em seu poder, à disposição da fiscalização, enquanto não ocorrer a decadência ou a prescrição; d) o Livro Caixa pode ser escriturado pelo sistema de processamento de dados, devendo ser encadernado em forma de livro e lavrados os termos de abertura e encerramento; e) quando o valor das despesas superar o valor das receitas escrituradas no Livro Caixa, o excedente poderá ser deduzido nos meses subsequentes, até o mês de dezembro, mas o excedente apurado no final do ano-calendário não poderá ser aproveitado no ano seguinte. 5. RENDIMENTOS RECEBIDOS ACUMULADAMENTE Os RRA, a partir de 28 de julho de 2010, relativos a anos-calendário anteriores ao do recebimento, serão tributados exclusivamente na fonte, no mês do recebimento ou crédito, em separado dos demais rendimentos recebidos no mês, quando decorrentes de (arts. 36 e 38 da IN RFB nº 1.500/2014): a) aposentadoria, pensão, transferência para a reserva remunerada ou reforma, pagos pela Previdência Social da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios; e b) rendimentos do trabalho. Poderão ser excluídas despesas, relativas aos rendimentos tributáveis, com ação judicial necessária ao seu recebimento, inclusive de advogados, se tiverem sido pagas pelo contribuinte, sem indenização. IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE MARÇO - 12/

7 6. RENDIMENTOS COMUNS PRODUZIDOS POR BENS OU DIREITOS Os rendimentos comuns produzidos por bens ou direitos deverão ser tributados da seguinte forma (Arts. 6º a 8º do RIR/1999): a) proporcionalmente à parte que cada um detiver, no caso de propriedade em condomínio; b) proporcionalmente à parte que cada um detiver, opcionalmente, em conjunto, em nome de um dos cônjuges, quando decorrentes da sociedade conjugal. 7. RENDIMENTOS DE CONTRIBUINTE INCAPAZ Os rendimentos percebidos pelo contribuinte incapaz serão tributados em seu nome, pelo tutor, curador, pais ou responsável, usando o CPF do incapaz (Art. 4º do RIR/1999). 8. CÁLCULO DO IMPOSTO O Imposto de Renda será determinado mediante aplicação da tabela progressiva vigente no mês em que os rendimentos forem efetivamente recebidos, sobre a base de cálculo (rendimentos brutos recebidos no mês menos as deduções cabíveis), conforme exposto anteriormente. A partir do ano-calendário 2015, a tabela progressiva mensal vigente é a seguinte: VALIDADE PARA O ANO-CALENDÁRIO 2015 (JANEIRO A MARÇO) Base de Cálculo (R$) Alíquota (%) Parcela a Deduzir do IR (R$) Até 1.787, De 1.787,78 até 2.679,29 7,5 134,08 De 2.679,30 até 3.572, ,03 De 3.572,44 até 4.463,81 22,5 602,96 Acima de 4.463,81 27,5 826,15 VALIDADE PARA O ANO-CALENDÁRIO 2015 (ABRIL A DEZEMBRO) Base de Cálculo (R$) Alíquota (%) Parcela a Deduzir do IR (R$) Até 1.903, De 1.903,99 até 2.826,65 7,5 142,80 De 2.826,66 até 3.751, ,80 De 3.751,06 até 4.664,68 22,5 636,13 Acima de 4.664,68 27,5 869,36 9. COMPENSAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA PAGO NO EXTERIOR A pessoa física que receber rendimentos de fontes situadas no Exterior, e incluir estes rendimentos no cálculo do carnê-leão, poderá compensar o imposto cobrado pela nação de origem daqueles rendimentos, desde que (Art. 103 do RIR/1999): a) em conformidade com o previsto no acordo ou convenção internacional fixado com o país de origem dos rendimentos, quando não tenha sido compensado ou restituído naquele país; b) haja reciprocidade de tratamento em relação aos rendimentos produzidos no Brasil, no caso de rendimentos provenientes de país com o qual o Brasil tenha firmado acordo ou convenção internacional; c) o valor compensado não poderá exceder à diferença entre o imposto calculado sem a inclusão daqueles rendimentos e o imposto devido com a inclusão dos mesmos rendimentos; d) o valor do imposto a ser compensado deverá ser convertido em reais com base na taxa de compra do dólar dos Estados Unidos da América, fixada para o último dia útil da primeira quinzena do mês anterior ao do recebimento dos rendimentos. 10. RECOLHIMENTO IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE MARÇO - 12/

8 Quanto ao prazo e forma de recolhimento do Imposto de Renda, na forma de carnê-leão, deve ser observado o seguinte: a) o Imposto de Renda apurado deverá ser pago até o último dia útil do mês subsequente ao da percepção dos rendimentos, em qualquer agência bancária da rede arrecadadora de receitas federais; b) o imposto será recolhido atráves do DARF preenchido em 2 (duas) vias, utilizando-se o código 0190; c) o recolhimento do imposto com atraso será acrescido de juros e multa de mora; d) o pagamento do carnê-leão após o vencimento, sem a inclusão de juros e multa de mora, implica na obrigatoriedade do recolhimento desses encargos, em DARF separado, utilizando-se o código COMPENSAÇÃO DO IMPOSTO NA DECLARAÇÃO DE AJUSTE ANUAL O imposto recolhido mensalmente no regime do carnê-leão será compensado com o imposto devido apurado na declaração de ajuste anual. 12. IDENTIFICAÇÃO DO PROFISSIONAL E O CPF DO TOMADOR DO SERVIÇO A partir do ano-calendário de 2015, para fins de utilização do programa multiplataforma Recolhimento Mensal Obrigatório (Carnê-Leão) relativo ao Imposto sobre a Renda da Pessoa Física, deverá ser informado o número do registro profissional dos contribuintes relacionados no Anexo Único abaixo por Código de Ocupação Principal, bem como identificado, pelo número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), cada titular do pagamento pelos serviços por eles prestados, observado o seguinte: (IN RFB nº 1.531/2014) a) as informações relacionadas acima, quando não utilizado o programa multiplataforma Recolhimento Mensal Obrigatório (Carnê-Leão), deverão ser prestadas nas Declarações de Ajuste Anual do ano-calendário a que se referirem; b) os contribuintes mencionados no item 3, nas prestações de serviço efetuadas a partir de 1º de janeiro de 2015, deverão atentar para a necessária identificação do CPF dos titulares do pagamento de cada um desses serviços, para fins do disposto nesta Instrução Normativa. ANEXO ÚNICO Código Ocupação Principal do Contribuinte 225 Médico 226 Odontólogo 229 Fonoaudiólogo, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional 241 Advogado 255 Psicólogo e psicanalista Fundamentos Legais: Os citados no texto. IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE Sumário RENDIMENTOS DO TRABALHO ASSALARIADO Forma de Tributação 1. Contribuintes 2. Rendimentos Alcançados 3. Rendimentos de Férias 4. 13º Salário 5. Rendimentos Isentos 6. Deduções da Base de Cálculo Pensão Alimentícia Dependentes Contribuição Previdenciária Parcela Isenta Dos Rendimentos Provenientes de Aposentadoria e Pensão 7. Tabela Progressiva Mensal - Validade Para o Ano-Calendário Determinação do Imposto IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE MARÇO - 12/

9 9. Adiantamento de Rendimentos 10. Participação Nos Lucros a Partir de 1º de Janeiro de Rendimentos Recebidos em Moeda Estrangeira 12. Rendimentos Recebidos Acumuladamente 13. Código do DARF e Recolhimento do Imposto 14. Dispensa de Retenção de Valor Igual ou Inferior a R$ 10,00 (Dez Reais) 1. CONTRIBUINTES São contribuintes do Imposto de Renda as pessoas físicas domiciliadas ou residentes no Brasil ou no Exterior, que receberem rendimentos do trabalho assalariado pagos por pessoa física ou jurídica, sem distinção de nacionalidade, sexo, idade, estado civil ou profissão. 2. RENDIMENTOS ALCANÇADOS Além das importâncias recebidas em dinheiro, compõem o salário para fins de tributação (Art. 22 da Instrução Normativa RFB nº 1.500/2014): a) os valores diversos pagos ou ressarcidos pela empresa, tais como auxílio-creche, complementação de benefícios, salário-educação e adiantamento de benefício pecuniário do INSS; b) o valor do reembolso de quilometragem; c) os valores recebidos a título de bolsas de estudos para proceder a estudos ou pesquisas que importem em contraprestação de serviços, ou que, de alguma forma, representem vantagem para o doador em função dos resultados obtidos na pesquisa, são considerados rendimentos tributáveis e estão sujeitos à retenção de imposto na fonte e ao ajuste anual, ainda que o concedente desenvolva atividades sem fins lucrativos; d) os valores adicionais pagos em virtude de dissídio coletivo por motivo de rescisão contratual; e) a indenização adicional paga pela empresa em virtude de acidente de trabalho; f) os pagamentos a estagiários; g) os prêmios distribuídos a título de incentivo à produtividade; h) o reembolso de despesas pessoais dos empregados; i) as vantagens com uso de cartões de crédito pelos empregados; j) os salários indiretos; k) as passagens de cortesia em troca de serviços; l) os valores dos pagamentos de aluguéis de imóveis destinados à residência de sócios, diretores ou administradores da pessoa jurídica; m) as gratificações e as remunerações por serviços extraordinários; n) as despesas ou encargos, cujo ônus seja do empregado, pagos pelos empregadores em favor daquele, tais como aluguel, contribuição previdenciária, Imposto de Renda, seguro de vida; o) 25% (vinte e cinco por cento) dos rendimentos do trabalho assalariado recebidos em moeda estrangeira, por servidores de autarquias ou repartições do Governo Brasileiro no Exterior. p) outros casos, conforme venham a ser previstos na legislação pertinente. 3. RENDIMENTOS DE FÉRIAS De acordo com o artigo 625 do RIR/1999, o cálculo do Imposto de Renda na Fonte relativo a férias de empregados será efetuado separadamente dos demais rendimentos pagos aos beneficiários, no mês, com base na tabela progressiva. A base de cálculo do imposto corresponderá ao valor das férias pago ao empregado, acrescido dos abonos previstos no art. 7º, inciso XVII, da Constituição e no art. 143 da CLT. IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE MARÇO - 12/

10 Os valores pagos a pessoa física a título de abono pecuniário de férias de que trata o art. 143 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, não serão tributados pelo Imposto de Renda na Fonte e nem na Declaração de Ajuste Anual (Instrução Normativa RFB nº 936/2009 e inciso IX do art. 62 da IN RFB nº 1.500/2014). O art. 62 da IN RFB nº 1.500/2014, prevê as seguintes hipóteses de não tributação de IRRF sobre férias: a) férias não gozadas por necessidade do serviço, pagas a servidor público em pecúnia (Ato Declaratório PGFN nº 4, de 12 de agosto de 2002); b) licença-prêmio não gozada por necessidade do serviço, paga a servidor público em pecúnia (Ato Declaratório PGFN nº 8, de 12 de agosto de 2002); c) férias e licença-prêmio não gozadas por necessidade do serviço, pagas em pecúnia, na hipótese de o empregado não ser servidor público (Ato Declaratório PGFN nº 1, de 18 de fevereiro de 2005); d) férias proporcionais convertidas em pecúnia (Ato Declaratório PGFN nº 5, de 16 de novembro de 2006); e) abono pecuniário de férias de que trata o art. 143 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943 (Ato Declaratório PGFN nº 6, de 16 de novembro de 2006); f) férias em dobro ao empregado na rescisão contratual (Ato Declaratório PGFN nº 14, de 2 de dezembro de 2008); g) adicional de 1/3 (um terço) previsto no inciso XVII do art. 7º da Constituição Federal, quando agregado a pagamento de férias - simples ou proporcionais - vencidas e não gozadas, convertidas em pecúnia, em razão de rescisão do contrato de trabalho (Ato Declaratório PGFN nº 6, de 1º de dezembro de 2008) º SALÁRIO Os rendimentos pagos a título de décimo terceiro salário estão sujeitos à incidência do Imposto de Renda na Fonte com base na tabela progressiva, observadas as seguintes normas (Art. 638 do RIR/1999, e o art. 13 da IN RFB nº 1.500/2014): a) não haverá retenção na fonte pelo pagamento de antecipações; b) será devido, sobre o valor integral, no mês de sua quitação; c) a tributação ocorrerá exclusivamente na fonte e separadamente dos demais rendimentos do beneficiário. Nota: Sobre as normas de cálculo do Imposto de Renda sobre o 13º salário, vide matéria publicada no Bol. INFORMARE nº 47/2013, deste caderno. 5. RENDIMENTOS ISENTOS Não entrarão no cômputo do rendimento bruto (Art. 5º da Instrução Normativa RFB nº 1.500/2014): a) alimentação, inclusive in natura, transporte, vale-transporte e uniformes ou vestimentas especiais de trabalho, fornecidos gratuitamente pelo empregador a seus empregados, ou a diferença entre o preço cobrado e o valor de mercado; b) auxílio-alimentação pago em pecúnia aos servidores públicos federais civis ativos da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional; c) valor recebido de pessoa jurídica de direito público a título de auxílio-moradia, não integrante da remuneração dos beneficiários, em substituição ao direito de uso de imóvel funcional; d) auxílio-transporte em pecúnia, pago pela União, destinado ao custeio parcial das despesas realizadas com transporte coletivo municipal, intermunicipal ou interestadual pelos militares, servidores e empregados públicos da Administração Federal direta, autárquica e fundacional da União, nos deslocamentos de suas residências para os locais de trabalho e vice-versa; IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE MARÇO - 12/

11 e) indenização de transporte a servidor público da União que realizar despesas com a utilização de meio próprio de locomoção para a execução de serviços externos por força das atribuições próprias do cargo; f) diárias destinadas, exclusivamente, ao pagamento de despesas de alimentação e pousada, por serviço eventual realizado em município diferente do da sede de trabalho, inclusive no exterior; g) valor do salário-família; h) ajuda de custo destinada a atender às despesas com transporte, frete e locomoção do beneficiado e seus familiares, em caso de remoção de um município para outro, sujeita à comprovação posterior pelo contribuinte; i) valor dos serviços médicos, hospitalares e dentários mantidos, ressarcidos ou pagos pelo empregador em benefício de seus empregados; j) contribuições para Plano de Poupança e Investimento (Pait), cujo ônus tenha sido do empregador, em favor do participante; k) contribuições pagas pelos empregadores relativas a programas de previdência complementar em favor de seus empregados e dirigentes; l) contribuições pagas pelos empregadores relativas ao Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi), destinadas a seus empregados e administradores, a que se refere a Lei nº 9.477, de 24 de julho de 1997; m) incentivo pago em pecúnia ao servidor licenciado, nos termos do art. 18 da Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 2001, observado o disposto no art. 26 e no inciso II do art. 27 da Medida Provisória nº 632, de 24 de dezembro de 2013; n) incentivo pago em pecúnia ao servidor licenciado, nos termos do art. 18 da Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 2001, observado o disposto no art. 25 e no inciso II do art. 44 da Lei nº , de 18 de junho de 2014; o) montante dos depósitos, juros, correção monetária e quotas-partes creditados em contas individuais pelo Programa de Integração Social (PIS) e pelo Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP); p) rendimentos pagos a pessoa física não residente no Brasil, por autarquias ou repartições do Governo brasileiro situadas fora do território nacional e que correspondam a serviços prestados a esses órgãos; q) 75% (setenta e cinco por cento) dos rendimentos do trabalho assalariado recebidos, em moeda estrangeira, por servidores de autarquias ou repartições do Governo brasileiro no exterior; r) até 90% (noventa por cento) dos rendimentos de transporte de carga e serviços com trator, máquina de terraplenagem, colheitadeira e assemelhados; s) até 40% (quarenta por cento) dos rendimentos de transporte de passageiros; e t) até 90% (noventa por cento) do rendimento bruto auferido pelos garimpeiros na venda a empresas legalmente habilitadas de metais preciosos, pedras preciosas e semipreciosas por eles extraídos. u) outros casos, conforme venham a ser previstos na legislação pertinente. 6. DEDUÇÕES DA BASE DE CÁLCULO Pensão Alimentícia Na determinação da base de cálculo sujeita à incidência do Imposto de Renda, poderão ser deduzidas as importâncias pagas a título de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família, quando em cumprimento de decisão ou acordo judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais, acordo homologado judicialmente, ou escritura pública, observando-se o seguinte (Arts. 101 a 103 da Instrução Normativa RFB nº 1.500/2014): a) é vedada a dedução cumulativa dos valores correspondentes à pensão alimentícia e a de dependente, quando se referirem à mesma pessoa, exceto na hipótese de mudança na relação de dependência no decorrer do ano-calendário; b) quando a fonte pagadora não for responsável pelo desconto da pensão, o valor mensal pago pode ser considerado para fins de determinação da base de cálculo sujeita ao imposto na fonte, desde que o alimentante forneça à fonte pagadora o comprovante do pagamento; IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE MARÇO - 12/

12 c) o valor da pensão alimentícia não utilizado como dedução, no próprio mês de seu pagamento, poderá ser deduzido no mês subseqüente; O disposto neste item não alcança o provimento de alimentos decorrente de sentença arbitral de que trata a Lei nº 9.307, de 23 de setembro de Dependentes Poderá ser deduzido por dependente para fins de rendimentos do trabalho assalariado a quantia equivalente a (Lei nº /2011 alterada pela MP nº 670/2015): a) de janeiro de 2015 a março de 2015: R$ 179,71 (cento e setenta e nove reais e setenta e um centavos), por dependente; b) a partir de abril de 2015: R$ 189,59 (cento e oitenta e nove reais e cinquenta e nove centavos), por dependente. Podem ser considerados como dependentes, para efeito do Imposto de Renda, de acordo com o art. 35 da Lei nº 9.250/1995: a) o cônjuge; b) o companheiro ou a companheira, desde que haja vida em comum por mais de 5 (cinco) anos ou por período menor se da união resultou filho; Nota: a Receita Federal do Brasil, através da pergunta 323 do Perguntas e Respostas do IRPF 2015, prevê que o contribuinte pode incluir o companheiro, abrangendo também as relações homoafetivas, como dependente para efeito de dedução do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física, desde que tenha vida em comum por mais de 5 (cinco) anos, ou por período menor se da união resultou filho (Parecer PGFN/CAT nº 1.503/2010, de 19 de julho de 2010, aprovado pelo Ministro de Estado da Fazenda em 26 de julho de 2010). c) a filha, o filho, a enteada ou o enteado: c.1) até 21 (vinte e um) anos; c.2) de qualquer idade quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; ou c.3) maior, até 24 (vinte e quatro) anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau; d) o irmão, o neto ou o bisneto, sem arrimo dos pais: d.1) até 21 (vinte e um) anos; d.2) de qualquer idade quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; ou d.3) maior, até 24 (vinte e quatro) anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau; e) o menor pobre, até 21 (vinte e um) anos, que o contribuinte crie e eduque e do qual detenha a guarda judicial; f) os pais, avós ou os bisavós, desde que os rendimentos tributáveis ou não auferidos no ano-base pelos mesmos não ultrapassem a R$ 1.787,77 (mil, setecentos e oitenta e sete reais e setenta e sete centavos), por mês, a partir do ano-calendário de 2014; (Lei nº /2011); g) o absolutamente incapaz (louco, surdo-mudo e pródigo, assim declarado judicialmente), do qual o contribuinte seja tutor ou curador. No caso de pais separados, o contribuinte poderá considerar, como dependentes, os que ficarem sob sua guarda em cumprimento de decisão judicial ou acordo homologado judicialmente, sendo vedada a dedução concomitante de um mesmo dependente na determinação da base de cálculo de mais de um contribuinte Contribuição Previdenciária IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE MARÇO - 12/

13 Serão admitidas como deduções as contribuições cujo ônus tenha sido do próprio contribuinte e desde que destinadas a seu próprio benefício (Art. 86 da Instrução Normativa RFB nº 1.500/2014): a) para a Previdência Social da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios; b) para as entidades de previdência complementar domiciliadas no Brasil e as contribuições para o Fapi, cujo ônus tenha sido do contribuinte, destinadas a custear benefícios complementares assemelhados aos da Previdência Social; c) para as entidades de previdência complementar de que trata a Lei nº , de A dedução mensal das contribuições para as entidades de previdência complementar aplica-se, exclusivamente, à base de cálculo relativa a rendimentos do trabalho com vínculo empregatício, bem como de administradores, de aposentados, de pensionistas, quando a fonte pagadora for responsável pelo desconto e respectivo pagamento das contribuições previdenciárias. Quando a fonte pagadora não for responsável pelo desconto da contribuição previdenciária, o valor pago a esse título pode ser considerado para fins de dedução da base de cálculo sujeita ao imposto mensal, desde que haja anuência da fonte pagadora e que o beneficiário lhe forneça o original do comprovante de pagamento Parcela Isenta dos Rendimentos Provenientes de Aposentadoria e Pensão Poderá ser deduzida a quantia, correspondente à parcela isenta dos rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão, transferência para a reserva remunerada ou reforma, pagos pela Previdência Social da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, por qualquer pessoa jurídica de direito público interno ou por entidade de previdência complementar, a partir do mês em que o contribuinte completar 65 (sessenta e cinco) anos de idade, até o valor mensal de: a) R$ 1.787,77 (mil, setecentos e oitenta e sete reais e setenta e sete centavos), por mês, para o ano-calendário de 2014 e nos meses de janeiro a março do ano-calendário de 2015; e b) R$ 1.903,98 (mil, novecentos e três reais e noventa e oito centavos), por mês, a partir do mês de abril do anocalendário de 2015 Todavia, salientamos que a isenção de que trata este item é exclusiva para proventos de aposentadorias e pensões pagos pela Previdência Social ou por entidade de previdência privada. Isto quer dizer que, se o aposentado auferir rendimentos de outra espécie, sujeitos à tabela progressiva, o cálculo do imposto sobre esses outros rendimentos efetuar-se-á utilizando-se exclusivamente o limite de isenção da tabela progressiva, ou seja, aplicando-se simplesmente a tabela, sem considerar a parcela extra de isenção. No caso de recebimento de mais de uma aposentadoria e/ou pensão da Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios de qualquer pessoa jurídica de direito público interno, ou de entidade de previdência privada, a parcela isenta fica limitada ao valor das letras a e b acima, por mês, a partir do ano-calendário de 2015, (Ato Declaratório Normativo CST nº 26/1994). 7. TABELA PROGRESSIVA MENSAL - VALIDADE PARA O ANO-CALENDÁRIO 2015 O valor do Imposto de Renda a ser retido será determinado mediante aplicação da tabela progressiva abaixo, sobre a base de cálculo apurada (Lei nº /2011 alterada pela MP nº 670/2015): VALIDADE PARA O ANO-CALENDÁRIO 2015 (JANEIRO A MARÇO) Base de Cálculo (R$) Alíquota (%) Parcela a Deduzir do IR (R$) Até 1.787, De 1.787,78 até 2.679,29 7,5 134,08 De 2.679,30 até 3.572, ,03 De 3.572,44 até 4.463,81 22,5 602,96 Acima de 4.463,81 27,5 826,15 VALIDADE PARA O ANO-CALENDÁRIO 2015 (ABRIL A DEZEMBRO) Base de Cálculo (R$) Alíquota (%) Parcela a Deduzir do IR (R$) Até 1.903, IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE MARÇO - 12/

14 De 1.903,99 até 2.826,65 7,5 142,80 De 2.826,66 até 3.751, ,80 De 3.751,06 até 4.664,68 22,5 636,13 Acima de 4.664,68 27,5 869,36 TABELA DE DEDUÇÃO POR DEPENDENTE NA DETERMINAÇÃO DA BASE DE CÁLCULO DO IRRF 8. DETERMINAÇÃO DO IMPOSTO Ano-calendário Quantia a deduzir, por dependente, em R$ janeiro a março 179,71 (cento e setenta e nove reais e setenta e um centavos) 2015 a partir de abril ,59 (cento e oitenta e nove reais e cinquenta e nove centavos) Considerando-se que um empregado tenha trabalhado durante o mês de janeiro/2015 recebendo o salário no quinto dia útil de fevereiro/2015. Supondo-se, ainda, que o salário bruto desse empregado seja de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) e que o mesmo tenha 2 (dois) dependentes, o cálculo do Imposto de Renda na Fonte será efetuado da seguinte forma: Rendimento mensal R$ 5.000,00 (-) Dependentes 2 x R$ 179,71 R$359,42 (-) INSS (11% DE 4.390,24) R$ 482,93 (=) Base de cálculo do imposto R$ 4.157,65 (X) 22,5% de R$ 4.157,65 R$ 935,47 (-) Parcela a deduzir R$ 602,96 (=) Imposto de Renda Retido na Fonte R$ 332,51 9. ADIANTAMENTO DE RENDIMENTOS O adiantamento de rendimentos ou vales correspondentes a determinado mês não estarão sujeitos à retenção do Imposto de Renda na Fonte, desde que os rendimentos sejam integralmente pagos no próprio mês a que se referirem, momento em que serão efetuados o cálculo e a retenção do imposto sobre o total dos rendimentos pagos no mês (Art. 63 da Instrução Normativa RFB nº 1.500/2014), observando-se o seguinte: a) se o adiantamento referir-se a rendimentos que não sejam integralmente pagos no próprio mês, o imposto será calculado de imediato sobre esse adiantamento. A única exceção à regra refere-se ao adiantamento correspondente ao 13º salário, que será oferecido à tributação somente por ocasião de sua quitação integral; b) a tributação incidirá sobre quaisquer valores ou adiantamentos fornecidos ao beneficiário, mesmo a título de empréstimo, quando não haja previsão cumulativa de cobrança de encargos financeiros, forma e prazo de pagamento. Desta forma, se o empregador faz adiantamentos ou vales no decorrer do mês, e quita o salário dentro do próprio mês trabalhado, não haverá tributação por ocasião dos adiantamentos. Por outro lado, se o empregador efetua adiantamentos no mês trabalhado e quita a folha de pagamento somente no mês seguinte, o Imposto de Renda na Fonte incidirá sobre o somatório dos valores dos adiantamentos e dos demais pagamentos efetuados dentro do mês. Exemplo: Dia 05 - pagamento da folha do mês anterior R$ 2.500,00 Dia 20 - adiantamento de 30% do mês corrente R$ 750,00 No dia 20 (vinte), por ocasião da entrega do adiantamento, para fins de retenção, a fonte pagadora deverá considerar o somatório dos valores de R$ 2.500,00 e de R$ 750,00 para a aplicação da tabela progressiva. O Imposto de Renda retido sobre o pagamento do dia 5 (cinco) será compensado com o imposto apurado no dia 20 (vinte), e o saldo deverá ser recolhido até o último dia útil do segundo decêndio do mês subsequente ao do fato gerador. IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE MARÇO - 12/

15 10. PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2015 As participações nos lucros ou resultados da empresa convencionadas com seus empregados por meio de comissão por eles escolhida será tributada pelo imposto sobre a renda exclusivamente na fonte, em separado dos demais rendimentos recebidos, no ano do recebimento ou crédito, com base na tabela progressiva anual relativa à tributação do imposto sobre a renda incidente sobre o valor da participação dos trabalhadores nos lucros ou resultados da empresa (PLR), de que trata o 11 do art. 3º da Lei nº , de 19 de dezembro de 2000 e art. 17 da IN RFB nº 1.500/2014, a partir do ano-calendário de TABELA PROGRESSIVA ANUAL RELATIVA À TRIBUTAÇÃO DO IR INCIDENTE SOBRE O VALOR DA PARTICIPAÇÃO DOS TRABALHADORES NOS LUCROS OU RESULTADOS DA EMPRESA (PLR), A PARTIR DO ANO-CALENDÁRIO DE 2014 Valor da PLR Anual (R$) Alíquota (%) Parcela a Deduzir do IR (R$) Até 0,00 a 6.270, De 6.270,01 até 9.405,00 7,5 470,25 De 9.405,01 até , ,63 De ,01 até ,00 22, ,13 Acima de ,00 27, ,88 Fonte: Anexo III da Instrução Normativa RFB 1.500/ RENDIMENTOS RECEBIDOS EM MOEDA ESTRANGEIRA Os rendimentos do trabalho assalariado recebidos, em moeda estrangeira, por residentes ou domiciliados no Brasil, de autarquias ou repartições do Governo Brasileiro situadas no Exterior, estão sujeitos ao Imposto de Renda na Fonte, mediante a utilização da tabela progressiva (Lei nº 9.250/1995, art. 5º). Os rendimentos em moeda estrangeira serão convertidos em reais, mediante utilização da taxa do dólar dos Estados Unidos da América, fixado para compra pelo Banco Central do Brasil para o último dia útil da primeira quinzena do mês anterior ao do recebimento do rendimento (Lei nº 9.250/1995, art. 5º, 1º). As deduções referentes ao pagamento de pensão alimentícia e contribuições para a previdência social oficial e para entidades de previdência privada serão convertidas em reais, mediante utilização do valor do dólar dos Estados Unidos da América fixado para venda pelo Banco Central do Brasil para o último dia útil da primeira quinzena do mês anterior ao pagamento do rendimento (Lei nº 9.250/1995, art. 5º, 2º). Serão computados na determinação da base de cálculo do Imposto de Renda na Fonte e na declaração 25% (vinte e cinco por cento) do total dos rendimentos do trabalho assalariado recebidos nas condições mencionadas acima. 12. RENDIMENTOS RECEBIDOS ACUMULADAMENTE Os rendimentos do trabalho, quando correspondentes a anos-calendário anteriores ao do recebimento, serão tributados exclusivamente na fonte, no mês do recebimento ou crédito, em separado dos demais rendimentos recebidos no mês (Art. 12-A da Lei nº 7.713/1988 alterado pela MP nº 670/2015, e Instrução Normativa RFB nº 1.500/2014). 13. CÓDIGO DO DARF E RECOLHIMENTO DO IMPOSTO O Imposto de Renda Retido na Fonte deverá ser pago até o último dia útil do segundo decêndio do mês subsequente ao do pagamento dos rendimentos, mediante utilização do código 0561 no campo 04 do DARF (Art. 70, inc. I, alínea d, da Lei nº /2005). 14. DISPENSA DE RETENÇÃO DE VALOR IGUAL OU INFERIOR A R$ 10,00 (DEZ REAIS) De acordo com o art. 67 da Lei nº 9.430/1996 e a Instrução Normativa SRF nº 85/1996, está dispensada a retenção de Imposto de Renda na Fonte de valor igual ou inferior a R$ 10,00 (dez reais), incidente sobre rendimentos que devam integrar a base de cálculo do imposto devido na Declaração de Ajuste Anual do beneficiário. Fundamentos Legais: Os citados no texto. IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE MARÇO - 12/

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