Indicadores de confiança e de clima económico Maputo, Setembro/2015

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1 Setembro 2015

2 Instituto Nacional de Estatística Indicadores de confiança e de clima económico Brochura de publicação Mensal Reprodução autorizada, excepto para fins comerciais, com indicação da fonte bibliográfica PRESIDÊNCIA DO INE Maria Isaltina de Sales Lucas Presidente Manuel da Costa Gaspar Vice-Presidente Valeriano da Conceição Levene Vice-Presidente FICHA TÉCNICA Título Indicadores de confiança e de clima económico Maputo, Setembro/2015 Editor Instituto Nacional de Estatística Direcção de Estatísticas Sectoriais e de Empresas Av. 24 de Julho, nº1989.7ºandar, Caixa Postal 493 Maputo Telefones: /5; ; Fax: ; Mail: Direcção da obra Azarias Nhanzimo - Director de Estatísticas Sectoriais e de Empresas Produção Departamento de Estatísticas de Bens e Ambiente Alberto Cossa Ildefonso Alves Controlo de Qualidade Delfina Cumbe Chefe de Departamento Design da capa António Guimarães Difusão Instituto Nacional de Estatística Departamento de Difusão e Documentação Av. 24 de Julho, n 1989, 4 Andar Homepage: ii

3 Índice do conteúdo INTRODUÇÃO ANÁLISE AGREGADA ANÁLISE SECTORIAL Conjuntura do Sector de Alojamento, Restauração e Similares Conjuntura do Sector de Serviços de Transportes Conjuntura do Sector da produção industrial, Electricidade e de Água Conjuntura do Sector da Construção e Obras Públicas Conjuntura do Sector de Comércio Conjuntura do Sector de Outros Serviços Não Financeiros ANEXOS Resumo Estatístico dos Indicadores ( ) Nota Metodológica iii

4 INTRODUÇÃO Indicadores de Confiança e de Clima Económico constituem uma brochura mensal sobre a conjuntura económica de Moçambique, país Africano situado na costa sul-oriental. O estudo expressa opinião de agentes económicos a cerca do andamento e perspectiva da sua actividade, particularmente sobre emprego, procura, encomendas, preços, produção, vendas e limitações de actividade. A informação em alusão é compilada com base no inquérito mensal de conjuntura realizado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) às empresas do sector não financeiro convista apurar o comportamento da economia num horizonte temporal de curto prazo para proporcionar informação aos utilizadores sobre a gestão e monitoria da política económica. A informação desta publicação refere-se ao mês anterior da capa e compreende séries cronológicas que vão desde Janeiro de 2004 até ao mês de análise. Contudo, no mês seguinte ao fim de cada trimestre, a brochura reflecte análise da conjuntura económica do trimestre. Nesta edição, tem-se na primeira parte uma análise sucinta dos indicadores agregados: clima económico, perspectiva da procura, de emprego e dos preços e as limitações da actividade. Na segunda parte, há uma análise sectorial, onde basicamente, dá-se uma imagem das expectativas dos agentes económicos sobre o sector e procura-se identificar as causas que estão por detrás dum determinado comportamento económico. No final encontra-se um quadro resumo estatístico, uma nota metodológica, na qual também se explicita o modo de cálculo de alguns indicadores derivados. Salienta-se que os resultados do mês/trimestre em análise são indicativos, referindo-se às empresas respondentes e não extensivos ao universo do sector empresarial. O INE agradece às entidades informadoras e a todos que colaboraram e tornaram possível a compilação desta informação. Eventuais comentários, críticas, sugestões ou esclarecimentos poderão ser solicitados ao Instituto Nacional de Estatística, Direcção de Estatísticas Sectoriais e de Empresas (DESE), Departamento de Estatísticas de Bens e Ambiente (DEBA). Maputo, Outubro de

5 1.ANÁLISE AGREGADA Clima económico das empresas com sinais de recuperação no terceiro trimestre O indicador do clima económico (ICE) registou uma tendência ligeiramente positiva entre Julho e setembro de 2015, facto que acontece após sucessivos abrandamentos nos últimos dois trimestres. Este sinal de recuperação foi influenciado principalmente pela perspectiva futura de aumento de emprego apesar de redução ténue das previsões da procura no mesmo período de referência. O ambiente tenuemente favorável do clima económico no terceiro trimestre deveu-se, sectorialmente, à apreciação positiva da confiança nas actividades de produção industrial, de serviços de transportes e armazenagem que suplantaram assim as avaliações negativas registadas nos restantes sectores inquiridos no mesmo período em análise

6 da procura volta abrandar O indicador da perspectiva da procura sofreu uma ligeira quebra no terceiro trimestre de 2015 se comparado com o trimestre anterior, facto influenciado pela apreciação negativa do indicador nos sectores de transportes, do comércio e de outros serviços não financeiros. Todavia, os sectores produção industrial, construção e alojamento, restauração e similares previram em alta a procura futura no mesmo período de referência, o que indicia a recuperação do indicador no futuro de curto prazo. de emprego sobe substancialmente O indicador da perspectiva de emprego voltou a interromper a tendência decrescente, ao aumentar consideravelmente no terceiro trimestre, tendo o seu saldo se posicionado acima dos últimos treze trimestres da sua série temporal. Essa recuperação deveu-se à uma perspectiva positiva de emprego futuro em todos os sectores excepto em construção, alojamento, restauração e similares com previsões pessimistas no período em análise

7 Preços futuros continuaram com sinais de queda O indicador de perspectiva dos preços de bens e de serviços manteve a tendência ligeira de queda dos preços pelo segundo trimestre consecutivo, facto que se deveu principalmente às opiniões deflacionistas dos agentes económicos de sectores de comércio, alojamento, restauração e similares contrariados pelo sector de transportes que prevê aumento de preços. Os agentes económicos de sectores da produção industrial, da construção e de outros serviços vaticinaram pelo baixo ritmo de queda praticamente uma estabilidade dos preços futuros. Empresas com constrangimentos diminuem 2% Em média, 29% das empresas inquiridas enfrentou algum obstáculo no terceiro trimestre, o que correspondeu a uma redução de 2% de empresas com limitação de actividade face ao trimestre anterior. A redução de empresas com alguma dificuldade no desempenho das suas actividades esteve em linha com o sentido do indicador do clima económico, sendo influenciada pela diminuição generalizada de frequência relativa em todos sectores excepto nos outros serviços que a situação se estabilizou. Os sectores de transportes e da produção industrial continuaram com a maior frequência relativa de empresas com constrangimento apesar da redução no período de referência

8 2.ANÁLISE SECTORIAL 2.1.Conjuntura do Sector de Alojamento, Restauração e Similares Confiança da actividade hoteleira, restauração e similares estabiliza-se No terceiro trimestre, o indicador de confiança do sector de alojamento, restauração e similares estabilizou-se praticamente ao registar uma queda muito ténue depois de sinais de recuperação exibidos no trimestre anterior. A estabilização do indicador síntese da actividade deveu-se à queda substancial da procura actual mas compensada pelas apreciações positivas da perspectiva da procura e do volume de negócios no período em referência. Este facto indicia a recuperação habitual do sector nos próximos meses, um facto sazonal típico da actividade. A perspectiva de capacidade hoteleira registou uma subida se comparada com o trimestre anterior, colocando-se assim em linha com a perspectiva da procura num ambiente em que a perspectiva de preços segundo os empresários do sector foi de queda. Cerca de 28% das empresas deste sector sentiu alguma limitação de actividade no trimestre em análise, o que correspondeu a 1% de diminuição das empresas com obstáculos no seu desempenho normal das actividades. Os principais factores referidos pelos agentes económicos do sector continuaram sendo, a baixa procura, a concorrência e os outros factores não especificados

9 2.2.Conjuntura do Sector de Serviços de Transportes e armazenagem Aumento de volume de negócios recupera confiança na actividade de transportes No terceiro trimestre, o indicador de confiança do sector de serviços de transportes que inclui além dos serviços de transportes, as actividades de manuseamento, agentes transitários e aduaneiros, armazenagem e de correios registou uma ligeira recuperação se comparada com o trimestre anterior. Esta conjuntura favorável do sector de transportes contou com os contributos substanciais positivos do volume de negócios que aumentou extraordinariamente, bem como da subida das perspectivas de emprego num horizonte de curto prazo, suplantando assim a previsão negativa das vendas futuramente (perspectiva de volume de negócios). Em linha com o indicador síntese do sector, a carteira de encomendas registou uma subida num ambiente caracterizado pelo aumento das tarifas actuais e futuras (perspectiva de tarifas) no período em análise. Apesar de melhoria do ambiente de negócios do sector, cerca de 36% das empresas inquiridas desta actividade enfrentou algum obstáculo no período em análise, facto que representou 4% de variação negativa da frequência relativa de empresas em dificuldades face ao trimestre anterior. No entanto, os elevados custos operacionais, a concorrência, a baixa procura, bem como os outros factores não especificados continuaram como obstáculos que mais influenciaram negativamente o desempenho do sector

10 2.3.Conjuntura do Sector da produção industrial, Electricidade e de Água positiva de emprego recupera a confiança no sector industrial No terceiro trimestre, o indicador de confiança do sector de produção industrial que inclui também a produção das indústrias extractivas, a distribuição de electricidade e de Água, registou uma melhoria substancial após uma ligeira queda no trimestre anterior, tendo o seu nível se situado acima dos últimos três trimestres da sua série cronológica. Esse momento favorável da confiança resultou da apreciação positiva de todas variáveis do indicador síntese do sector, com maior destaque para a subida extraordinária das perspectivas de emprego, seguida da actividade actual no mesmo período de análise. Em linha com o indicador síntese do sector, o volume de negócios da actividade em análise aumentou também extraordinariamente, levando a diminuição dos stocks nos armazéns industriais. Os preços futuros, vistos pelo sector, continuaram com a tendência de queda ligeira no período de referência. Cerca de 32% das empresas deste sector registou constrangimentos no período em análise, o que representou 1% de diminuição de empresas com constrangimentos face ao período anterior. Vários factores continuaram a afectar o sector industrial, de electricidade e água, destacando-se a concorrência, a falta de matéria-prima, existência de equipamento obsoleto e os outros factores não especificados, como obstáculos mais importantes

11 2.4.Conjuntura do Sector da Construção e Obras Públicas de emprego agrava a confiança no sector de construção Entre Julho e Setembro, o indicador de confiança empresarial do sector da construção agravou a quebra, ainda que ténue, que vem registando desde o segundo trimestre. O agravamento da confiança no sector foi influenciado pela queda consecutiva das perspectivas de emprego apesar do aumento da carteira de encomendas (adjudicação de obras) e da perspectiva do volume de negócios no mesmo período de referência. Paradoxalmente, a actividade actual do sector consolidou a trajectória positiva que vem registando desde segundo trimestre facto que aconteceu num clima de ligeira redução das perspectivas de preços no trimestre em análise. Cerca de 29% de empresas do sector sofreu alguma limitação no desempenho normal da sua actividade no período em análise, o que correspondeu a 4% de variação negativa da frequência relativa de empresas em dificuldades face ao anterior. A baixa procura, a falta de crédito e os outros factores não especificados continuaram sendo referidos, como factores perturbadores da actividade do sector no período em análise

12 2.5.Conjuntura do Sector de Comércio Confiança no sector do comércio volta abrandar No terceiro trimestre, o indicador de confiança do sector do comércio (que abrange o comércio por grosso e a retalho, manutenção e reparação de veículos automóveis) registou uma diminuição ligeira face ao trimestre anterior, tendo o respectivo nível se situado abaixo do registado no período homólogo de A contracção da confiança no sector do comércio deveu-se à avaliação desfavorável de todas variáveis componentes do indicador síntese do sector entre julho e Agosto mas com maior magnitude para a procura actual que no mesmo período de referência registou uma queda drástica. Em linha com o indicador síntese do sector, o volume de negócios registou também uma redução drástica no período de referência, facto acompanhado pela apreciação negativa da perspectiva de volume de negócios. No entanto, a perspectiva dos preços foi de subida extraordinária no período de referência. Cerca de 27% das empresas do comércio enfrentou algumas dificuldades no desempenho da actividade entre Julho e Setembro, o que correspondeu a 2% diminuição de empresas do sector com limitação de actividade face ao anterior. O principal factor que afetou o desempenho do sector continuou sendo a concorrência, sendo a baixa procura e os outros factores não especificados atuado como outros factores de dimensão importante no desempenho do sector

13 2.6.Conjuntura do Sector de Outros Serviços Não Financeiros Confiança no sector de outros serviços em abrandamento No terceiro trimestre, o indicador de confiança do sector de outros serviços não financeiros voltou a cair em baixo ritmo, depois de uma ligeira recuperação no trimestre anterior, tendo o seu respectivo saldo se situado ligeiramente abaixo da média da sua série temporal. Essa diminuição da confiança do sector deveu-se à queda substancial da actividade actual e da previsão ligeiramente baixa da procura apesar das perspectivas positivas de volume de negócios pelo segundo trimestre consecutivo no mesmo período de análise. Em linha com o indicador síntese do sector, a procura actual diminuiu suavemente, o que contrariou o volume de negócios que recuperou no mesmo período de análise, situação que aconteceu numa conjuntura também de diminuição de perspectiva de preços. Cerca de 23% das empresas deste sector foi afectado por algum factor negativo no período de referência, o que representou uma estabilização de empresas do sector com alguma limitação de actividade face ao trimestre anterior. O desempenho do sector foi afectado principalmente pela concorrência (que se presume que seja desleal), pela baixa procura e por outros factores não especificados em ordem de importância

14 3.ANEXOS 3.1. Resumo Estatístico dos Indicadores ( ) Indicadores diversos Saldo do mês (Setembro- 2015) Saldo Máximo Saldo Mínimo Valor Mês Valor Mês Saldo Médio Saldo Desvio padrão Indicadores agregados Indicador do Clima Económico Fev/ Jan/ Indicador de Expectativas de Emprego Dez/ Jan/ Indicador do emprego actual Dec Oct Indicador de Expectativas de Procura Dez/ Jan/ Indicador de Expectativas de Preços Jan/ Fev/ Indicador de Confiança por sector Alojamento, Restauração e Similares Dez/ Jun/ Volume de Negócios Ago/ Fev/ Procura Actual Fev/ Apr de Procura Jan/ Nov/ Transportes Dez/ Mai/ Volume de Negócios Jan/ Dez/ Emprego Out/ Set/ Volume de Negócios Out/ Set/ Produção Industrial Dez/ Jan/ Actividade Actual Fev/ Jan/ Emprego Mai/ Abr/ Procura Set/ Fev/ Construção Ago/ Jan/ Encomenda Ago/ Set/ Emprego Ago/ Set/ Volume de Negócios Jul/ Fev/ Comércio Dez/ Abr/ Actividade Actual Set/ Abr/ Procura actual Ago/ Jul/ Procura Nov/ Jul/ Outros Serviços Abr/ Jun/ Actividade Actual Set/ Dez/ Procura Nov/ Abr/ s Volume de Negócios Set/ Dez/ Fonte: INE/Inquéritos Mensais de Conjuntura

15 3.2.Nota Metodológica A. Objectivo e Importância dos Inquéritos Qualitativos de Conjuntura Os inquéritos de conjuntura são instrumentos de análise e interpretação da evolução da actividade económica no curto prazo. Visam enriquecer o instrumental de análise da conjuntura interna, no que diz respeito ao sector real, e contribuir para a tomada de decisões de políticas mais acertadas e com a oportunidade desejada. As perguntas deste tipo de inquéritos são de carácter qualitativo, refletindo as opiniões dos empresários sobre a situação geral das suas empresas, sobre o comportamento de algumas variáveis significativas no presente e também sobre as suas perspectivas no futuro imediato. B. Actividades económicas abrangidas De acordo com a Classificação de actividades económicas (CAE.Rev1.) as áreas actualmente cobertas por estes inquéritos são: 1. Alojamento e Restauração (CAE:55111 a 55999) 2. Transportes (CAE: ; ) 3. Produção Industrial (CAE: ) 4. Construção (CAE:45100 a 45599) 5. Comércio (CAE: a 52604) 6. Outros Serviços (CAE: ; ; ; ). O sector de Alojamento e Restauração abrange o sector hoteleiro incluindo pensões, lodjes, pousadas, estalagens; e ainda restaurantes, estabelecimentos de bebidas e de diversão, cantinas e catering. O Sector de Transportes compreende actividades de transporte regular e ocasional de passageiros e mercadoria via marítima, fluvial, aérea e terrestre (inclui gasodutos), bem como aos serviços relacionados, casos de manuseamento de carga, armazenagem, assistência de navios e aeronaves nos aeroportos, portos, gestão de terminais; acostagem de navios etc. O sector de Construção abrange actividades de construção civil, obras de engenharia, acabamentos, demolições, instalações e preparação dos locais para construir. O Sector da produção industrial inclui toda indústria extractiva e transformadora; actividades de produção e distribuição de água, gás e de electricidade. O sector de Comércio inclui a venda de mercadorias por grosso e a retalho, comércio de veículos automóveis e combustíveis; manutenção e reparação de veículos automóveis, bens de uso doméstico e pessoal. O sector de Outros Serviços abrange actividades de consultoria, contabilidade e auditoria; de assistência jurídica; de vigilância e Segurança; aluguer e actividades imobiliárias; tecnologias de comunicação e informação; agência de viagens e turismo, clínicas privadas de saúde humana e animal, creches privadas; Ensino técnico, superior e profissionais privados; despacho aduaneiro; Serviços Sociais, colectivos, culturais, desportivo e artísticos, entre outros não especificados mas virados param fins lucrativos. C. Calculo dos Indicadores de confiança e Indicador de clima económico das empresas C1. Indicador de Confiança: grau qualitativo de otimismo sobre o estado da economia que as unidades estatísticas expressam sobre as suas actividades de produção e de prestação de serviços. O cálculo deste Indicador depende do ramo de actividade, e é obtido calculando a média aritmética simples dos saldos de respostas extremas (S.R.E) das variáveis especificadas abaixo para cada subsector da economia, aplicando a média móvel dos três termos (Quadro abaixo):

16 Metodologia do Cálculo dos Indicadores de Confiança Por sector Alojamento e Restauração Transportes Produção Industrial Construção Comércio Volume Volume Actividade Negócios Negócios Encomenda Actual Procura Actual Procura Volume Negócios Emprego Volume Negócios Actividade Actual Emprego Emprego Volume Negócios Procura actual Procura Outros Serviços Actividade Actual Procura Volume Negócios C.2. Indicador de clima económico das empresas (ICE): É uma medida qualitativa de avaliação agregada das perspectivas dos agentes económicos sobre a evolução da economia no curto prazo. Este indicador é resultado da média aritmética simples dos saldos de resposta extremo (SER) das mesmas variáveis que compõem os diferentes sectores após a sua normalização e aplicada a média móvel (vide Quadro 1). C3. Indicador de perspectivas de emprego (IEE) e do emprego actual; de perspectivas de procura e de preços: O indicador de perspectivas de emprego expressa o otimismo empresarial qualitativo sobre o emprego no horizonte de curto prazo. Este indicador é resultado da média aritmética simples após a normalização das séries e aplicada a média móvel. Essa metodologia é aplicada analogamente para indicadores de perspectivas de procura, e de preços. O indicador do emprego actual é calculado da mesma maneira mas com a diferença de que uma vez que o sector de construção não tem esta variável, utiliza-se a actividade actual como proxy do emprego actual

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