Grupo de protecção de dados do artigo 29.º

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1 Grupo de protecção de dados do artigo 29.º /05/PT-rev WP /09/12 Parecer 3/2005 sobre a aplicação do Regulamento (CE) n.º 2252/2004 do Conselho, de 13 de Dezembro de 2004, que estabelece normas para os dispositivos de segurança e dados biométricos dos passaportes e documentos de viagem emitidos pelos Estados-Membros (Jornal Oficial L 385, de 29/12/2004, p. 1-6) Adoptado em 30 de Setembro de 2005 Este grupo de trabalho foi constituído ao abrigo do artigo 29.º da Directiva 95/46/CE. Trata-se de um órgão consultivo europeu independente em matéria de protecção de dados e privacidade. As suas atribuições são descritas no artigo 30.º da Directiva 95/46/CE e no artigo 15.º da Directiva 2002/58/CE. O secretariado é assegurado pela Direcção C (Justiça Civil, Direitos Fundamentais e Cidadania ) da Comissão Europeia, Direcção- Geral Justiça, Liberdade e Segurança, B-1049 Bruxelas, Bélgica, Gabinete N.ºLX-46 01/43. Sítio Web:

2 Índice 1. Introdução Questões gerais Historial e antecedentes do Regulamento (CE) n.º 2252/2004 do Conselho Parecer anterior do grupo de trabalho Resolução da Conferência Internacional sobre protecção de dados e privacidade Aplicação dos dispositivos biométricos em passaportes, outros documentos de viagem e bilhetes de identidade Considerações gerais Riscos éticos do uso de dispositivos biométricos em passaportes, outros documentos de viagem e bilhetes de identidade Aspectos legislativos da aplicação da biometria... 9 a) Reservas em relação a uma base de dados europeia ou nacional centralizada de dados biométricos... 9 b) Acesso aos dados biométricos exclusivamente para autoridades competentes Aspectos técnicos... 9 a) Implementação de uma imagem facial digitalizada b) Implementação dos dados biométricos adicionais, em especial as impressões digitais Conclusões /12

3 Parecer 3/2005 sobre a aplicação do Regulamento (CE) n.º 2252/2004 do Conselho, de 13 de Dezembro de 2004, que estabelece normas para os dispositivos de segurança e dados biométricos dos passaportes e documentos de viagem emitidos pelos Estados-Membros (Jornal Oficial L 385, de 29/12/2004, p. 1-6) O GRUPO DE PROTECÇÃO DAS PESSOAS NO QUE DIZ RESPEITO AO TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS, instituído pela Directiva 95/46/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 24 de Outubro de , Tendo em conta os artigos 29., 30., n.º 1, alínea c), e 30.º, n.º 3, da directiva supracitada, Tendo em conta o seu regulamento interno, nomeadamente os artigos 12.º e 14.º, ADOPTOU O SEGUINTE PARECER: 1. Introdução 1.1. Questões gerais No seu de "Working document on biometrics" (Documento de trabalho sobre a biometria) 2 o grupo de trabalho sublinhou que o progresso rápido das tecnologias biométricas e sua crescente aplicação nos últimos anos necessitam de ser minuciosamente examinados numa perspectiva da protecção dos dados. Uma utilização da biometria em larga escala e de forma não controlada levanta preocupações no que se refere à protecção dos direitos fundamentais e das liberdades das pessoas. Este tipo de dados é de uma natureza especial, já que se prendem com as características comportamentais e fisiológicas de cada indivíduo e podem permitir a sua identificação única. Depois destes comentários fundamentais sobre a biometria as iniciativas legislativas têm-se sucedido. O Conselho Europeu de Salónica de 19 e 20 de Junho de 2003 confirmou a necessidade de dispor na União Europeia de uma abordagem coerente quanto aos identificadores ou dados biométricos para os documentos dos nacionais dos países terceiros, para os passaportes dos cidadãos da União Europeia e para os sistemas de informação (VIS e SIS II). No Outono de 2003 a Comissão Europeia apresentou um projecto de Regulamento do Conselho para alterar os Regulamentos n.ºs 1683/95 e 1030/2002 que estabelecem, respectivamente, um modelo-tipo de visto e um modelo uniforme de título de residência para os nacionais de países terceiros. 1 Jornal Oficial L 281 de , p. 31, disponível para consulta em: 2 MARKT/10595/03/EN - WP 80, adoptado em 1 de Agosto de /12

4 1.2. Historial e antecedentes do Regulamento (CE) n.º 2252/2004 do Conselho Em 18 de Fevereiro de 2004, a Comissão Europeia apresentou um projecto de regulamento relativo a normas para os dispositivos de segurança e dados biométricos dos passaportes dos cidadãos da União Europeia 3. A proposta tinha por objectivo tornar os passaportes mais seguros através de um instrumento juridicamente vinculativo relativo a normas em matéria de dispositivos de segurança harmonizados e, simultaneamente, estabelecer um nexo fiável entre o documento e o seu verdadeiro titular graças à inserção de identificadores biométricos. Além disso, permitiria igualmente aos Estados-Membros da UE respeitar as condições impostas pelo programa americano de isenção de vistos em conformidade com as normas internacionais. Neste projecto a Comissão Europeia propôs que passaportes e outros documentos de viagem incluíssem obrigatoriamente um suporte de armazenamento integrando uma imagem facial. Aos Estados-Membros era-lhes permitido pelo direito nacional incluir impressões digitais nos passaportes. Além disso, a Comissão Europeia propôs que o identificador biométrico fosse armazenado num suporte de armazenamento com capacidade suficiente. Poderia ser um chip sem contacto, mas poderia ser igualmente outro suporte de armazenamento com a capacidade necessária, cabendo aos peritos técnicos do comité competente a definição concreta. O projecto de regulamento previa igualmente a possibilidade de armazenar as impressões digitais numa base de dados nacional tendo em vista a criação de um futuro registo europeu de documentos emitidos. No Verão de 2004 a proposta foi discutida no grupo de trabalho dos vistos. Em 6 de Outubro de 2004, o CEIFA (Comité Estratégico da Imigração, Fronteiras e Asilo) discutiu finalmente a proposta e submeteu-a ao Parlamento Europeu. A proposta final contemplava, assim, a imagem facial digital como a primeira característica biométrica, de carácter obrigatório, e as impressões digitais como segunda característica biométrica, de carácter facultativo. Na sequência do Conselho JAI (Justiça e Assuntos Internos) de de Outubro de 2004, o texto da proposta foi alterado para contemplar o carácter obrigatório de ambas os dados biométricos 4. A resolução legislativa não vinculativa do Parlamento Europeu sobre a proposta de regulamento do Conselho que estabelece normas para os dispositivos de segurança e dados biométricos dos passaportes dos cidadãos da União Europeia, de 2 de Dezembro de , foi adoptada por 471 votos a favor, 118 contra e 6 abstenções. O parlamento apoiou a introdução de passaportes com uma imagem facial com base no facto de este elemento biométrico tornar mais difícil a falsificação dos passaportes. Os dados biométricos, em sua opinião, assegurarão que a pessoa que apresenta um passaporte seja de facto a pessoa a quem o passaporte foi originalmente emitido. Defendendo que a aplicação dos elementos biométricos não deve infringir os direitos de privacidade e de protecção dos dados, rejeitou a inclusão obrigatória das impressões digitais e a criação de uma base de dados central de passaportes e documentos de viagem da UE. A resolução legislativa de 2 de Dezembro de 2004 declara que os dados biométricos dos passaportes serão utilizados apenas para verificar a autenticidade do documento e a identidade do titular do passaporte e que devem ser armazenados "num suporte Documento COM(2004) 116 final, referido no Jornal Oficial n.º C 98 de 23 de Abril de 2004, p.39. Documento do Conselho 15139/2004. Resolução legislativa do Parlamento Europeu sobre uma proposta de regulamento do Conselho que estabelece normas para os dispositivos de segurança e dados biométricos dos passaportes dos cidadãos da União Europeia (COM(2004) 116 C5-0101/ /0039(CNS)), //EP//TEXT+TA+P6-TA DOC+XML+V0//PT 4/12

5 de armazenamento com suficiente capacidade e um elevado nível de segurança e a capacidade de salvaguardar a integridade, autenticidade e confidencialidade dos dados armazenados". A resolução indica igualmente que apenas as autoridades dos Estados-Membros competentes para ler, armazenar, alterar e apagar os dados biométricos podem ter acesso a esses dados. Além disso, o Parlamento introduziu uma alteração ao texto do projecto de regulamento que determina especificamente que "não será criada nenhuma base de dados central de passaportes e documentos de viagem da União Europeia contendo os dados biométricos e outros de todos os titulares de passaportes da UE". De acordo com o relatório da Comissão das Liberdades Cívicas, da Justiça e dos Assuntos Internos de 25 de Outubro de 2004, "a criação de uma base de dados centralizada violaria a finalidade e o princípio da proporcionalidade. Além disso, aumentaria o risco de abusos e de "desvirtuação da função" ("function creep"). Finalmente, também aumentaria o risco de utilização de identificadores biométricos como "chaves de acesso" a diversas bases de dados para, desta forma, interligar conjuntos de dados." O Conselho adoptou, em 13 de Dezembro de 2004, o Regulamento (CE) n.º 2252/2004 que estabelece normas para os dispositivos de segurança e dados biométricos dos passaportes e documentos de viagem emitidos pelos Estados-Membros com base no projecto do Conselho JAI de de Outubro de O Conselho contempla a imagem facial digital como a primeira característica biométrica, de carácter obrigatório, e as impressões digitais como segunda característica biométrica, também de carácter obrigatório. O Conselho não atendeu as sugestões e os pedidos de alteração apresentados pelo Parlamento. Nos termos do seu artigo 6., o regulamento entrou em vigor em 18 de Janeiro de Nesse mesmo artigo 6.º, o regulamento determina que os Estados-Membros o aplicarão: "a) No que respeita à imagem facial: o mais tardar 18 meses; b) No que respeita às impressões digitais: o mais tardar 36 meses, após a adopção das medidas referidas no artigo 2.." Em 28 de Fevereiro de 2005, a Comissão Europeia adoptou a "Decisão que estabelece as especificações técnicas relativas às normas para os dispositivos de segurança e dados biométricos dos passaportes e documentos de viagem emitidos pelos Estados-Membros" 7 a qual remete para o artigo 2.º do Regulamento (CE) n.º 2252/2004 do Conselho Parecer anterior do grupo de trabalho O presidente do grupo de trabalho do artigo 29.º enviou, em 18 de Agosto de 2004, uma carta ao Presidente do Parlamento Europeu, ao Presidente da Comissão LIBE, ao Secretário-Geral do Conselho da União Europeia, ao Presidente da Comissão Europeia, ao Director-Geral da DG Empresa e ao Director-Geral da DG Justiça e Assuntos Internos. Nela apontava para as seguintes propostas concretas Jornal Oficial n.º L 385, p.1-6, publicado em 29 de Dezembro de C(2005) 409 final (ainda não publicado no Jornal Oficial). Carta do presidente do grupo de trabalho do artigo 29.º ao Presidente do Parlamento Europeu, ao Presidente da Comissão LIBE, ao Secretário-Geral do Conselho da União Europeia, ao Presidente da Comissão Europeia, ao Director-Geral da DG Empresa e ao Director-Geral da DG Justiça e Assuntos Internos, de 18 de Agosto de 2004 (não publicada). 5/12

6 1. O grupo de trabalho opõe-se frontalmente ao armazenamento dos dados biométricos e outros de todos os titulares de passaportes da UE numa base de dados centralizada de passaportes e documentos de viagem europeus. 2. A finalidade da introdução de dados biométricos nos passaportes e documentos de viagem, tal como prevê o regulamento, dever ser explícita, apropriada, proporcional e clara. 3. Os Estados-Membros devem garantir de uma forma tecnicamente sólida que os passaportes incluam um suporte de armazenamento com capacidade suficiente e a faculdade de garantir a integridade, a autenticidade e a confidencialidade dos dados. 4. O regulamento deveria definir quem pode ter acesso ao suporte de armazenamento e para que fins (leitura, armazenamento, alteração ou apagamento dos dados). 5. Os Estados-Membros devem criar um registo das autoridades competentes." O presidente sublinhou que os dispositivos de segurança dos passaportes e documentos de viagem devem ser válidos e garantidos para todo o período de validade do documento. As entidades emissoras são responsáveis pelas normas de segurança e pela infra-estrutura necessária. Os cidadãos não podem ser responsabilizados por quaisquer lapsos neste domínio que ocorram no processo de edição e emissão do documento durante o seu período de validade. Finalmente, chamou a atenção para o Parecer sobre a biometria (WP 80), adoptado pelo grupo de trabalho em 1 de Agosto de , e para o Parecer sobre os dispositivos biométricos nos vistos e autorizações de residência (WP 96), adoptado em 11 de Agosto de Noutra carta, de 30 de Novembro de 2004, dirigida ao Presidente da Comissão LIBE e ao Presidente do Conselho da União Europeia, o presidente do grupo de trabalho do artigo 29 argumentou contra um segundo dispositivo biométrico obrigatório. O presidente sublinhou que a introdução de um dispositivo biométrico adicional torna ainda mais necessária a criação de um sistema seguro e impermeável que assegure que o direito fundamental da privacidade não seja colocado em perigo. Neste aspecto, deve ser igualmente tomado em consideração o recente parecer do Grupo de trabalho do artigo 29.º (WP110) de 23 de Junho de 2005 sobre a Proposta de Regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho relativo ao Sistema de Informação sobre Vistos (VIS) e ao intercâmbio de dados entre os Estados Membros sobre os vistos de curta duração (COM (2004) 835 final) 11. Este parecer recorda a posição Grupo de trabalho do artigo 29.º sobre a biometria e os pedidos de criação de garantias apropriadas para o processamento dos dados biométricos no VIS Resolução da Conferência Internacional sobre protecção de dados e privacidade Em 16 de Setembro de 2005, a 27.ª Conferência Internacional sobre protecção de dados e privacidade, que decorreu em Montreux, adoptou a Resolução sobre a utilização da MARKT/10595/03/EN - WP 80, adoptado em 1 de Agosto de MARKT/11224/04/EN - WP 96, adoptado em 11 de Agosto de MARKT/1022/05/EN. 6/12

7 biometria em passaportes, bilhetes de identidade e documentos de viagem 12. Nesta resolução, a conferência internacional chama a atenção para o facto de a utilização generalizada da biometria ir ter um impacto profundo na sociedade global, pelo que deve ser objecto de um debate mundial aberto. A conferência internacional apela para: 1. garantias eficazes a aplicar numa fase inicial para limitar os riscos inerentes à natureza da biometria, 2. uma distinção rigorosa entre dados biométricos recolhidos e armazenados para fins públicos (por exemplo controlo fronteiriço), com base nas obrigações legais, e para fins contratuais, com base no consentimento, 3. a restrição técnica da utilização da biometria em passaportes e bilhetes de identidade para efeitos de verificação em que se comparam os dados no documento com os dados apresentados pelo titular quando apresenta o documento. 2. Aplicação dos dispositivos biométricos em passaportes, outros documentos de viagem e bilhetes de identidade O n.º 1 do artigo 2.º do Regulamento (CE) n.º 2252/2004 determina a inclusão obrigatória de uma imagem facial digitalizada e de impressões digitais enquanto dispositivos biométricos nos passaportes dos cidadãos da UE. Nos termos do artigo 6.º do regulamento e de acordo com a Decisão da Comissão Europeia C (2005) 409, de 28 de Fevereiro de 2005, os Estados- Membros devem aplicar a imagem facial digitalizada nos passaportes dos respectivos cidadãos até 28 de Agosto de 2006 e as impressões digitais até 28 de Fevereiro de Os primeiros Estados-Membros começarão a emitir os chamados ciberpassaportes (epassports) com uma imagem facial digitalizada armazenada num chip-rfid no Outono de Nos Estados-Membros que emitem bilhetes de identidade há ideias para lhes introduzir dados biométricos Considerações gerais A introdução de dispositivos biométricos nos passaportes terá consequências muito importantes para os titulares dos passaportes. Daí que isso não possa ser feito sem uma devida avaliação dos diferentes impactos na privacidade. Até agora era adequado ter uma descrição de alguns dos dados biométricos nos passaportes, ou noutros documentos de viagem, tais como uma fotografia, a indicação do sexo, da altura, ou da cor dos olhos. Após a aplicação do Regulamento (CE) n.º 2252/2004 do Conselho os cidadãos europeus terão de fornecer dados biométricos num formato digital. Estes dados podem ser armazenados em bases de dados e podem ser disponibilizados para uma série de objectivos não previsíveis Riscos éticos do uso de dispositivos biométricos em passaportes, outros documentos de viagem e bilhetes de identidade Há muitos riscos éticos no que respeita à aplicação dos dispositivos biométricos em passaportes, outros documentos de viagem e bilhetes de identidade. Financiado pela CE no âmbito do 6.º Programa-Quadro de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico (PQ6), o projecto BITE (Biometric Identification Technology Ethics - Ética na tecnologia de 12 (ainda não publicada). 7/12

8 identificação biométrica) começou em Outubro de Os objectivos de BITE são suscitar a investigação e lançar o debate público sobre a bioética da tecnologia biométrica. Será lançada uma consulta pública em Junho de Outro projecto apoiado pela União Europeia no âmbito do PQ6 é o FIDIS 14 (Future of Identity in the Information Society - Futuro da identidade na sociedade da informação), levado a efeito por um consórcio de universidades e empresas europeias e ainda outras entidades públicas e privadas. O objectivo de FIDIS consiste em dar forma aos requisitos para a gestão da identidade na sociedade da informação europeia no futuro e contribuir para as tecnologias e infra-estruturas necessárias 15. De acordo com um estudo prospectivo 16 encomendado pela Comissão LIBE do Parlamento Europeu, deveria existir procedimentos de reserva para oferecer as garantias essenciais para a introdução da biometria, já que esta não está acessível a todos nem é absolutamente exacta. Tais procedimentos deveriam ser aplicados e utilizados para respeitar a dignidade das pessoas que não podem seguir devidamente o processo de inscrição e evitar que se transfira para essas pessoas o ónus das imperfeições do sistema 17. Um dos aspectos do debate é que as instituições governamentais e outras entidades públicas poderão recolher e armazenar um número elevado de informações sensíveis sobre os seus cidadãos. Neste contexto, deve ser especialmente referido que a recolha de dados biométricos significa recolher dados do corpo de uma pessoa. Outro aspecto é que até agora os dados biométricos, nomeadamente as impressões digitais, têm sido recolhidas, na sua maior parte, em casos de criminalidade. A questão é: Estão os cidadãos europeus preparados para dar as suas impressões digitais para outros fins? Outras preocupações são de uma natureza diversa: As pessoas a quem possa ser mais difícil provar a sua identidade, nomeadamente os imigrantes, podem ser visadas injustamente no âmbito de tal sistema; pessoas com deficiência que não possam efectuar testes de biometria podem ser estigmatizadas; e informação médica sensível pode ficar exposta. A nível prático, as leis sobre privacidade diferem de um país para outro, o que terá implicações para a partilha de dados e a interrelação das bases de dados. No caso do armazenamento de impressões digitais, terá de ser prestada atenção ao facto de se discutirem várias correlações entre certos padrões papilares e determinadas doenças. Como, por exemplo, o facto de se afirmar que certos padrões papilares dependeriam da alimentação da mãe (e do feto) durante o 3.º mês da gravidez 18. A leucemia e o cancro da mama também parecem estar estatisticamente correlacionados com certos padrões papilares. Embora não se Dois outros projectos, BIOSEC e BIOSECURE, igualmente financiados pelo PQ6, também exploram até certo ponto esta questão. Biometrics at the frontiers: assessing the impact on Society (A biometria nas fronteiras: avaliação do impacto na sociedade), Fevereiro de 2005, Instituto de Estudos de Prospectiva Tecnológica, DG Centro Comum de Investigação, Comissão Europeia. Progress report on the application of the principles of Convention 108 to the collection and processing of biometric data (Relatório intercalar sobre a aplicação dos princípios da Convenção 108 à recolha e tratamento de dados biométricos), Conselho da Europa, 2005, página 11. FIDIS, Study on PKI and biometrics (Estudo sobre PKI e biometria), p /12

9 conheçam quaisquer correlações directas ou precisas de casos deste tipo, encontra-se em curso um debate científico que não pode ser ignorado Aspectos legislativos da aplicação da biometria a) Reservas em relação a uma base de dados europeia ou nacional centralizada de dados biométricos Na resolução legislativa de 2 de Dezembro de 2004 o Parlamento Europeu solicitou a proibição de uma base de dados central de passaportes e documentos de viagem da União Europeia contendo os dados biométricos e outros de todos os titulares de passaportes da UE. O grupo de trabalho apoia esta posição e declara que as objecções a uma base de dados central europeia de passaportes e documentos de viagem da União Europeia são as mesmas objecções que se colocam às bases de dados centrais de passaportes e documentos de viagem nacionais e às bases de dados centrais de bilhetes de identidade. Há o risco de a criação de uma base de dados centralizada contendo dados pessoais e, em especial, dados biométricos de todos os cidadãos (europeus) poder infringir o princípio básico da proporcionalidade. Qualquer base de dados central aumentaria os riscos de má utilização e utilização abusiva. Além disso, aumentariam os perigos de abusos e de "desvirtuação da função" ("function creep"). Finalmente, também aumentaria as possibilidades de utilização de identificadores biométricos como "chaves de acesso" a diversas bases de dados para, desta forma, interligar conjuntos de dados. b) Acesso aos dados biométricos exclusivamente para autoridades competentes Os dispositivos biométricos nos passaportes, em quaisquer outros documentos de viagem ou nos bilhetes de identidade são questões muito sensíveis. Por isso, tem de haver a garantia de que apenas as autoridades competentes podem ter acesso aos dados armazenados no chip. Qualquer acesso não autorizado não será aceitável. Neste sentido, o grupo de trabalho apoia os pedidos do Parlamento Europeu para que cada Estado-Membro mantenha um registo das autoridades competentes e entidades autorizadas a que se refere o artigo 3. do Regulamento (CE) 2252/2004. Os Estados-Membros devem comunicar este registo - e, se necessário, as actualizações periódicas - à Comissão, a qual manterá um registo em linha actualizado e publicará anualmente uma compilação dos registos nacionais. Em caso de rejeição nos controlos fronteiriços ou noutros controlos efectuados pelas autoridades competentes, as pessoas em causa devem ser informadas das razões da rejeição, dos meios pelos quais podem fazer valer os seus próprios pontos de vista e das autoridades competentes para recurso Aspectos técnicos Os riscos técnicos são de diversos tipos. Os riscos dizem respeito à utilização de um chip sem contacto (chip-rfid) e dos dados biométricos nele contidos. Na resolução legislativa de 2 de Dezembro de 2004, o Parlamento Europeu solicitou que o passaporte incluísse um suporte de armazenamento altamente seguro com capacidade suficiente e a faculdade de garantir a integridade, a autenticidade e a confidencialidade dos 9/12

10 dados armazenados. O grupo de trabalho apoiou este pedido 19, mas o mesmo não foi atendido pelo Conselho. O chip-rfid, que cumpre a norma ISO 14443, previsto pelo regulamento de 13 de Dezembro de 2004, cria muitos riscos para o direito à privacidade dos cidadãos europeus. A decisão da Comissão de 28 de Fevereiro de não é adequada para salvaguardar os direitos dos cidadãos, uma vez que o contacto entre o chip-rfid e o fluxo de dados para o leitor pode ser interceptado e a informação pode ser observada. Os riscos que decorrem da aplicação de chips-rfid nos passaportes, noutros documentos de viagem ou nos bilhetes de identidade, assim como os riscos que derivam da implementação dos dados biométricos no chip tornam necessária uma arquitectura de segurança destinada a fornecer um nível de confiança mais elevado em relação à informação a trocar. Plenamente consciente dos problemas inerentes, o grupo de trabalho vê assim a necessidade de uma infraestrutura de chave pública global (PKI). Os certificados de chave pública contêm informação sobre o titular. Cada certificado digital pode ser rastreado até à pessoa a quem foi emitido. Os certificados digitais são tão únicos quanto os números da segurança social, os números dos cartões de crédito ou os números de inscrição nos serviços de saúde. Mas os certificados digitais podem ser usados indevidamente para negar a um titular de um certificado o acesso aos serviços. Para além disso, os dados gerados pelas transacções realizadas com certificadosalvo podem ser filtrados por ferramentas de vigilância e expedidos electronicamente a terceiros, ou à polícia ou a outras autoridades. Para estes riscos é obrigatório criar um perfil de protecção (PP) de acordo com os critérios comuns para a avaliação da segurança das tecnologias da informação (critérios comuns - CC) vers. 2.1 (norma ISO 15408). Estes critérios oferecem uma solução geralmente aceite para problemas de segurança informática. O perfil de protecção descreve um conceito de segurança informática que tem de ser completo, consistente e coerente. O perfil de protecção deve ser apresentado pelo comité instituído pelo artigo 5º do Regulamento (CEE) n.º 2252/2004. Em conformidade com os pedidos apresentados pelo Parlamento Europeu no que respeita às alterações constantes da sua resolução legislativa de 2 de Dezembro de 2004, o grupo de trabalho sugere que o comité seja assistido por peritos nomeados pelo grupo de trabalho. a) Implementação de uma imagem facial digitalizada De acordo com a decisão da Comissão Europeia de 28 de Fevereiro de 2005, os Estados- Membros devem começar a introduzir uma imagem facial digitalizada nos passaportes dos seus cidadãos até 28 de Agosto de Nos termos do artigo 1.º e do ponto 5.2 do apêndice da decisão, os Estados-Membros têm de tornar seguro o acesso aos dados no chip através de um dispositivo de segurança chamado controlo de acesso básico (BAC - Basic Access Control). O BAC é uma recomendação da Organização Internacional da Aviação Civil (OIAC), mas não é obrigatório 21. O objectivo do mecanismo do BAC é impedir o acesso indevido e a intercepção. Este mecanismo garante que o acesso aos dados, e aos dados biométricos em especial, só é possível quando antes da leitura dos dados do chip tenha sido Carta do presidente do grupo de trabalho do artigo 29.º ao Presidente do Parlamento Europeu, ao Presidente da Comissão LIBE, ao Secretário-Geral do Conselho da União Europeia, ao Presidente da Comissão Europeia, ao Director-Geral da DG Empresa e ao Director-Geral da DG Justiça e Assuntos Internos, de 18 de Agosto de 2004 (não publicada). C(2005) 409 final. Relatório técnico da OIAC: PKI for Machine Readable Travel Documents offering ICC Read-Only Access (PKI para documentos de viagem de leitura automática que oferecem acesso ICC apenas em leitura, versão 1.1, publicado em 1 de Outubro de 2004, página /12

11 constituída uma chave de acesso básico ao documento a partir da zona de leitura automática (MRZ - Machine Readable Zone) do passaporte por um contacto óptico entre o passaporte e o leitor. A chave de acesso básico ao documento é calculada a partir do número do passaporte, da data de nascimento e da data de validade. Após a constituição da chave de acesso básico ao documento o leitor está em condições de ler os dados que estão armazenados no chip-rfid. Por razões de segurança, a transmissão dos dados é feita com encriptação. O que implica um chip de segurança certificado com um co-processador encriptado. 22 No entanto, o BAC não representa um dispositivo de segurança adequado. Baseia-se na zona de leitura automática (MRZ) do passaporte. Mas os dados na MRZ não são manipulados de uma maneira estritamente confidencial. Por exemplo, se um cidadão europeu quiser obter um bilhete para um evento de grande importância como o "Campeonato do Mundo da FIFA de 2006", na Alemanha, ou o "Euro 2008 da UEFA", na Áustria e na Suíça, o cidadão tem de revelar o nome, a data de nascimento, o número do passaporte ou do bilhete de identidade assim como a data de emissão do documento num formulário da Internet. Estes procedimentos para obter um bilhete já foram utilizados para o "Euro 2004 da UEFA" em Portugal. Serão aplicados, além disso, noutros eventos, como concertos ou outras grandes manifestações desportivas, como os Jogos Olímpicos ou os campeonatos mundiais de atletismo. Como em alguns Estados-Membros as empresas privadas estão a copiar passaportes ou bilhetes de identidade para garantir dívidas pendentes, as partes constituintes da chave de acesso básico ao documento não são secretas e teme-se que o algoritmo do BAC possa vir a estar disponível na Internet. b) Implementação dos dados biométricos adicionais, em especial as impressões digitais As circunstâncias em que as impressões digitais são recolhidas terão de garantir uma fiabilidade absoluta. Enquanto a OIAC considera uma imagem facial digitalizada como não sensível - porque já existe uma fotografia do titular no passaporte reconhece que a introdução de impressões digitais e de outros dados biométricos adicionais no passaporte é de uma natureza altamente sensível. Daí que a OIAC recomende um mecanismo de segurança especial chamado controlo de acesso alargado (Extended Access Control) 23. O mecanismo de controlo de acesso alargado funciona de uma forma semelhante ao mecanismo BAC descrito acima. Contudo, para o controlo de acesso alargado é usada uma "chave de acesso alargado ao documento" em vez das chaves de acesso básico ao documento". A definição da chave de acesso alargado ao documento (individual para cada chip) compete ao Estado de aplicação. A "chave de acesso alargado ao documento" pode consistir em chaves simétricas, por exemplo derivadas da MRZ e uma "chave-mestra nacional", ou num par de chaves assimétrico com um certificado de cartão correspondente. Mas muitos detalhes destes mecanismos de segurança não são ainda claros Para a transmissão segura o chamado grupo de Essen desenvolveu um software especial com o nome de Golden Reader Tool. O grupo da Essen é composto por entidades públicas, empresas de segurança informática e empresas que produzem documentos de viagem da Alemanha, dos Países Baixos e do Reino Unido. Relatório técnico da OIAC: PKI for Machine Readable Travel Documents offering ICC Read-Only Access (PKI para documentos de viagem de leitura automática que oferecem acesso ICC apenas em leitura), versão 1.1, publicado em 1 de Outubro de 2004, página /12

12 O controlo de acesso alargado representa um progresso no que respeita às medidas de segurança, mas este mecanismo de segurança é apenas opcional, tal como o é o BAC 24. A isto deve acrescentar-se a incerteza quanto à utilização do controlo de acesso alargado pelos Estados não-membros. A Comissão Europeia e os Estados-Membros deveriam garantir que os passaportes dos cidadãos europeus que incluem dados de impressões digitais não possam ser lidos por leitores que não suportem o controlo de acesso alargado. 3. Conclusões A implementação de dados biométricos em passaportes, outros documentos de viagem e bilhetes de identidade levanta muitas questões éticas, legais e técnicas. Assim, o grupo de trabalho chama a atenção para os seguintes aspectos: 1. Antes de implementar os dados biométricos em passaportes, outros documentos de viagem ou bilhetes de identidade deve haver uma discussão exaustiva na sociedade. Para isso, é necessário esperar pelos resultados do projecto BITE. 2. Para limitar os riscos inerentes à natureza da biometria é necessário aplicar garantias eficazes numa fase inicial. Para este efeito, o comité instituído pelo artigo 5 do Regulamento (CE) n.º 2252/2004, que deverá ser assistido por peritos nomeados pelo grupo de trabalho do artigo 29, deverá apresentar um perfil de protecção. 3. Deve ser garantida uma distinção rigorosa entre dados biométricos recolhidos e armazenados para fins públicos (por exemplo controlo fronteiriço), com base nas obrigações legais, por um lado, e para fins contratuais, com base no consentimento, por outro. 4. A utilização da biometria em passaportes e bilhetes de identidade tem de ser tecnicamente restringida à verificação em que se comparam os dados no documento com os dados apresentados pelo titular quando apresenta o documento. 5. A Comissão Europeia e os Estados-Membros devem garantir que os passaportes dos cidadãos europeus que incluam dados de impressões digitais não possam ser lidos por leitores que não suportem o controlo de acesso alargado. 6. Deve garantir-se que apenas as autoridades competentes possam ter acesso aos dados armazenados no chip. Os Estados-Membros devem criar um registo das autoridades competentes. Feito em Bruxelas, em 30 de Setembro de 2005 Pelo Grupo de trabalho O Presidente Peter Schaar 24 Relatório técnico da OIAC: PKI for Machine Readable Travel Documents offering ICC Read-Only Access (PKI para documentos de viagem de leitura automática que oferecem acesso ICC apenas em leitura), versão 1.1, publicado em 1 de Outubro de 2004, páginas 17, 21 e /12

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