Novos Caminhos. Governo do Espírito Santo. Plano Estratégico Vitória - Abril de 2011

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2 Novos Caminhos Governo do Espírito Santo Plano Estratégico Vitória - Abril de 2011

3 PLANO ESTRATÉGICO DO GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO GOVERNO DO ESTADO Renato Casagrande Governador Rodrigo Coelho Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos Givaldo Vieira Vice-Governador Paulo Ruy Carnelli Meio Ambiente e Recursos Hídricos Valésia Perozini Chefe de Gabinete Enio Bergoli Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca Robson Leite Governo Iranilson Casado Saneamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano José Eduardo de Azevedo Gestão e Recursos Humanos Frei Paulão Cultura Maurício Duque Fazenda Jadir Pela Ciência e Tecnologia Guilherme Pereira Economia e Planejamento Vandinho Leite Esportes e Lazer Rodrigo Júdice Procurador Geral do Estado Alexandre Passos Turismo Ângela Silvares Controle e Transparência Sandra Cola Superintendente Estadual de Comunicação Social Klinger Barbosa Alves Educação Marcio Félix Desenvolvimento Tadeu Marino Saúde Fábio Damasceno Transportes e Obras Públicas Henrique Herkenhoff Segurança Pública e Defesa Social Luiz Carlos Ciciliotti Casa Civil Ângelo Roncalli Justiça Helvio Andrade Casa Militar André Garcia Extraordinária de Ações Estratégicas

4 6 PLANO ESTRATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO Novos Caminhos SUMÁRIO Apresentação...9 Introdução...13 Condicionantes...17 Desafios e diretrizes gerais...21 Eixos estratégicos: políticas e programas Melhoria da gestão pública e valorização do servidor Desenvolvimento da educação, da cultura, do esporte e do lazer Produção do conhecimento, inovação e desenvolvimento Integração logística Desenvolvimento da infraestrutura urbana Empregabilidade, participação e promoção social Atenção integral à saúde Prevenção e redução da criminalidade Distribuição dos frutos do progresso Inserção nacional Implementação e gestão do plano...101

5 8 PLANO ESTRATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO APRESENTAÇÃO Durante muito tempo, aceitamos, no Brasil, a ideia de que, para realizar um bom Governo, era preciso apenas a vontade política do governante. Hoje, sabemos que não é bem assim. É claro que os compromissos, a visão de futuro e a determinação dos líderes são fundamentais para que a administração pública cumpra sua função e produza bons resultados para o povo. Mas, sem um planejamento adequado, sem uma definição clara de prioridades, condições e meios para realizar aquilo que a população deseja e merece, nenhum Governo pode aproveitar integralmente as oportunidades de que dispõe. E foi com essa ferramenta que traçamos rumos e metas para nosso período de administração. Partimos das propostas e sugestões acumuladas nos debates que orientaram a formulação do nosso Programa de Governo. Recolhemos e sistematizamos informações e dados das mais diferentes fontes e estabelecemos a base conceitual que deveria sustentar a avaliação das diferentes alternativas que o cenário político, social, econômico e institucional nos oferece. Firmamos também nossas premissas básicas ou diretrizes estratégicas, que são a redução da pobreza, a proteção ambiental, a participação popular e a transparência da administração, além do firme compromisso com o equilíbrio financeiro e fiscal.

6 10 PLANO ESTRATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO Com a redução das desigualdades sociais e regionais e a geração de oportunidades para todos os capixabas claramente definidas como focos prioritários, mobilizamos nossos gestores em torno do desafio de estabelecer objetivos e metas para os projetos e programas agrupados nos 10 eixos estratégicos com os quais trabalharemos no Governo. E foi assim, com disposição para compreender o passado e dialogar com o futuro, que produzimos juntos um plano de trabalho factível, responsável e adequado às demandas e necessidades dos capixabas. Fomos responsáveis, sim, em todas as projeções e metas firmadas. Mas não nos permitimos timidez na avaliação de nossas possibilidades. Ao contrário, demos asas à saudável ousadia de quem confia no potencial do nosso Estado e na capacidade realizadora da nossa gente. Procuramos pensar grande, pois grandes são as oportunidades que acenam para nós no horizonte, assim como são grandes os desafios que teremos de enfrentar em nosso período de Governo. Também procuramos não perder de vista, nas proposições resultantes do Planejamento Estratégico, as exigências do novo modelo de gestão que estamos implantando no Estado. Distribuídos em comitês temáticos que reúnem diferentes secretarias, evitamos abordagens que considerassem apenas questões setoriais ou o interesse isolado de municípios e regiões específicas, para pensar de maneira global os novos caminhos para o futuro do Espírito Santo. Foi com essa visão e essa vontade que realizamos nosso Seminário de Planejamento Estratégico. A visão das enormes oportunidades que o futuro nos oferece, com todos os riscos e ameaças que precisamos evitar. E a vontade política para vencer as dificuldades que já antevemos e também aquelas que certamente surgirão ao longo da nossa caminhada. Registro aqui, mais uma vez, nosso agradecimento aos trabalhadores, empresários, técnicos, lideranças políticas e comunitárias, entidades de classe e demais organizações da sociedade, que contribuíram com ideias, opiniões e propostas para a elaboração deste Plano. Sentimos não poder nominá-los, dada a extensão da lista. Mas renovamos nossa gratidão pela relevante colaboração de todos na construção de um projeto que busca o aprimoramento da atuação política e da administração pública do Espírito Santo. Tenham a certeza de que, além de consolidar e sistematizar os projetos e programas que vão orientar um novo ciclo de desenvolvimento sustentável e inclusão social, este Plano Estratégico significa a renovação dos compromissos que assumimos com o povo capixaba. E é também a melhor garantia de que, nos próximos anos, toda a administração pública estadual estará integralmente voltada para a construção desse novo tempo em nosso Estado. Um tempo de oportunidades, prosperidade e paz para todos que vivem e trabalham nesta bela terra do Espírito Santo. Renato Casagrande Governador do Espírito Santo

7 12 PLANO ESTRATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO INTRODUÇÃO A grave crise política e institucional que até pouco tempo dominava o Espírito Santo tornou-se uma autêntica barreira ao desenvolvimento estadual e causou danos significativos à qualidade de vida e à autoestima da população. A ruptura com esse passado de desmandos e desorganização se deu na eleição de 2002, com a vitória da ampla aliança política e social liderada pelo ex-governador Paulo Hartung. Começava a ser implantado ali o projeto de um novo Espírito Santo, com a adoção de modelos gerenciais e práticas políticas mais adequadas a um Estado moderno. Modelos e práticas que, nos anos seguintes, levariam o Espírito Santo a se destacar no cenário econômico e institucional do Brasil. O processo eleitoral de 2002 permitiu a posse de um governante comprometido com valores distintos daqueles dominantes à época, e a missão definida para aquele período era explícita: fazer do Governo Estadual o agente central da reconstrução das instituições, direcionando-o a partir de valores éticos afirmativos e compatíveis com as demandas sociais características daquele momento da história mundial. Hoje é possível dizer que o discurso da reconstrução institucional, norteador dos últimos dois mandatos do Governo Estadual, alcançou pleno êxito. Mais do

8 14 PLANO ESTRATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO que isso, avançou na reorganização dos gastos públicos e reintroduziu o planejamento e o investimento necessários ao desenvolvimento social e econômico. Em 2010, concluído esse ciclo, novamente se estabeleceu importante arranjo de forças voltado para a consolidação do Espírito Santo como espaço de desenvolvimento e modelo de práticas políticas e gerenciais compatíveis com as demandas de uma sociedade democrática. E foi com este propósito que se organizou a Coligação Juntos para o Futuro, formada com base nos princípios da democracia e da igualdade social. Valores que subentendem e incluem a participação das comunidades na definição de prioridades para o gasto público, a defesa dos direitos do cidadão e a valorização do trabalhador, entre outras ações. Foi orientada por esses valores que a Coligação Juntos para o Futuro, tendo à frente o governador Renato Casagrande, mobilizou vasto leque de partidos e as mais diferentes organizações da sociedade para apresentar-se ao povo capixaba como candidata a liderar um novo tempo de desenvolvimento e inclusão social. Para tanto, assumiu a responsabilidade de elaborar, em debates com todos os segmentos sociais, um conjunto articulado de propostas capaz de orientar o crescimento econômico, o desenvolvimento regional e a inclusão produtiva de todos os capixabas nos anos que iniciam a segunda década do século XXI. Década que assiste a uma aceleração crescente das mudanças nos sistemas produtivos regionais e, por isso mesmo, requer a introdução de novos temas que sejam motivadores e integradores das políticas de Governo no plano estadual. A perspectiva com que trabalha o novo Governo do Espírito Santo é a de conduzir a transição da sociedade capixaba para a era do conhecimento, com justiça social e sustentabilidade. E, para alcançar esse objetivo, a formação de recursos humanos, o desenvolvimento tecnológico, a inovação e a adoção de novas tecnologias aplicadas à melhoria dos serviços públicos e ao aumento da competitividade das empresas estarão em posição central na execução das ações governamentais. Foi essa a visão que presidiu a elaboração deste Plano Estratégico para o período Em seu processo de construção, foi utilizado um conjunto de dados coletados nos bancos do IBGE e do Instituto Jones dos Santos Neves, bem como o documento ES 2025 e, principalmente, os subsídios gerados pelos seminários regionais e setoriais organizados pela Fundação Mangabeira, além de outras propostas e sugestões colhidas em reuniões com os novos gestores públicos estaduais. Com base nesse material organizou-se o Seminário de Planejamento Estratégico, que envolveu toda a equipe de Governo entre os dias 23 e 24 de fevereiro de 2011 e resultou no presente documento.

9 16 PLANO ESTRATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO CONDICIONANTES A gestão das políticas estaduais nos próximos anos encontrará um ambiente bastante favorável para avanços significativos no desenvolvimento sustentável, aproximando as condições gerais de vida da população capixaba daquelas verificadas nas regiões mais avançadas do país. Essa assertiva apoia-se em diversas constatações que caracterizam o Espírito Santo neste início de década: Apesar dos efeitos residuais da crise internacional, o cenário macroeconômico nacional ainda é favorável à continuidade do crescimento do PIB com estabilidade política; Os investimentos previstos e em realização apontam para uma expansão dos ramos predominantes da economia local, permitindo prever importante crescimento do emprego e da renda no espaço estadual. Vale lembrar os projetos de implantação de novas siderúrgicas e campos de exploração de petróleo, bem como o esforço de integração, modernização e diversificação da agricultura e da pequena e média indústria de base local; Os investimentos anunciados na expansão e melhoria da infraestrutura, como novo aeroporto, portos (dragagem, ampliação de píer e novo porto), ferrovias e duplicação de estradas, bem como a melhoria da rede de estradas estaduais; As perspectivas de crescimento das receitas estaduais, em ambiente de contas públicas já ajustadas e que mostram capacidade de investimento bem acima dos níveis históricos realizados pelo Governo Estadual; O legado de uma estrutura de Governo que apresenta avanços importantes de modernização e de melhoria dos níveis de eficiência da administração pública, cabendo citar a carteira de projetos bem articulada a partir do planejamento de longo prazo, instituído em colaboração com vários atores sociais.

10 18 PLANO ESTRATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO Apesar desses avanços e do ambiente macroeconômico favorável, ainda há muito por fazer em áreas cruciais para o desenvolvimento sustentável ou para os padrões contemporâneos de qualidade de vida e inclusão social, com os seguintes destaques: O Espírito Santo, levando-se em conta a região em que se inclui, atrasou-se na capacitação de suas instituições e de sua população economicamente ativa. Perde, assim, oportunidades para internalizar a produção de bens de maior valor agregado, geradora de empregos com padrões salariais mais elevados e coloca em risco a estabilidade de seu crescimento futuro. É imprescindível, portanto, a realização de investimentos que deem suporte a uma trajetória de inclusão ou expansão dos segmentos característicos da economia do conhecimento, bem como a criação de mecanismos que permitam ao Estado gerar a tecnologia necessária à inovação nos segmentos já existentes; Saneamento, tratamento do lixo, gestão dos recursos hídricos e das coberturas vegetais, bem como a problemática das mudanças climáticas exigem planejamento e investimentos significativos; Parcela considerável da população ainda vive em situação de pobreza, o que exige o fortalecimento das políticas de transferência de renda e, principalmente, investimentos na inclusão produtiva das famílias que não foram alcançadas pelo processo de desenvolvimento estadual; É necessário ampliar os investimentos em capital social básico, o que inclui centros de atendimento ao cidadão, hospitais, infraestrutura para transporte e mobilidade urbana, acesso à rede mundial de computadores e centros de prevenção e tratamento do uso abusivo de álcool e drogas. Os investimentos de grande porte que escolheram o Espírito Santo como melhor localização concentraram-se no entorno de Vitória, com ligeira tendência de expansão para fora dessa microrregião, mas mantendo a ocupação no litoral central e sul. Assim, a concentração geográfica e pessoal da renda continua um problema à espera de novas políticas de Governo; Os indicadores de violência ainda se mantêm em níveis inadequados para o estágio de qualidade de vida e organização social desejável; A oferta de vagas no ensino público de nível médio e superior ainda é insuficiente para o atendimento de toda a população. Além disso, os indicadores de qualidade do ensino persistem abaixo dos padrões almejados; Em vários municípios e em várias especialidades médicas, as filas de espera para atendimento ainda se estendem por meses, situação que se revela ainda mais grave no setor hospitalar responsável pelo atendimento de alta complexidade;

11 20 PLANO ESTRATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO DESAFIOS E DIRETRIZES GERAIS Promover a melhoria consistente e continuada da qualidade de vida da população capixaba, com responsabilidade ambiental, esta é a meta síntese das ações governamentais para o período definida no Planejamento Estratégico. Meta que foi traduzida para uma visão de futuro na frase um Estado próspero, sustentável e seguro, com oportunidades para todos. Assim, o primeiro e grande desafio será trabalhar para que as ações públicas cada vez mais articuladas e conjugadas entre União, estados e municípios sejam conduzidas para garantir que a prosperidade econômica sustentável alcance de modo equilibrado todas as regiões do Estado, incorporando progressivamente parcelas da população ao trabalho produtivo e a condições dignas de existência. Outra premissa fundamental para os agentes comprometidos com este Plano refere-se à transparência dos atos dos gestores públicos e à gestão democrática das ações de Governo. Investimentos em mecanismos que garantam o acesso, por parte da população, aos atos governamentais, e a constituição de espaços democráticos para sugestões e críticas serão considerados prioritários para todos os órgãos e setores da administração estadual. Por último, mas não menos importante, o compromisso permanente com o equilíbrio das finanças públicas. Completa este painel de princípios fundadores do Plano a orientação para dois focos prioritários: o atendimento aos extratos mais vulneráveis da população e a correção das desigualdades regionais. Os subsídios colhidos nos documentos existentes, nos seminários regionais realizados pela Fundação Mangabeira e no Planejamento Estratégico,

12 22 PLANO ESTRATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO compulsados na perspectiva de alcançar a prosperidade com justiça social e maior equilíbrio regional, orientaram a elaboração do mapa estratégico que deverá organizar a proposição de políticas, programas e projetos. Plano de Governo Mapa Estratégico Espírito Santo: um estado próspero, sustentável e seguro, com oportunidades para todos. Visão de Futuro 2014 Desenvolvimento regionalmente equilibrado Focos Prioritários Atendimento aos segmentos mais vulneráveis Distribuição dos Frutos do Progresso Inserção Nacional Eixos Estratégicos Atenção Integral à Saúde Prevenção e Redução da Criminalidade Integração Logística Empregabilidade, Participação e Proteção Social Desenvolvimento da Infraestrutura Urbana Produção do Conhecimento, Inovação e Desenvolvimento Desenvolvimento da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer Melhoria da Gestão Pública e Valorização do Servidor Responsabilidade Fiscal Premissas Gestão Transparente Governança Democrática Responsabilidade Ambiental

13 24 PLANO ESTRATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO EIXOS ESTRATÉGICOS: POLÍTICAS E PROGRAMAS As políticas, programas, ações e projetos das diversas áreas de atuação se organizarão sob o comando das diretrizes gerais já explicitadas. Os próximos capítulos apresentam de forma concisa os resultados dos debates anteriores que indicaram desafios, estratégias de enfrentamento e alternativas de execução em cada tema. Neste último ponto, pode-se dizer que foi realizado grande esforço para expressar o que deve ser feito em termos de entregas à população dos serviços, obras e projetos previstos. Tais entregas deverão ser revistas anualmente e consolidadas nos processos de elaboração do Plano Plurianual e do Orçamento para cada exercício, quando serão realizados encontros regionalizados com a sociedade.

14 26 PLANO ESTRATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO MELHORIA DA GESTÃO PÚBLICA E VALORIZAÇÃO DO SERVIDOR Entre as conquistas do Governo Estadual, nos últimos anos, destaca-se a mobilização para reconstrução das instituições públicas, com o revigoramento de princípios éticos na condução das ações pertinentes ao setor público. Esse comportamento deve ser mantido e preservado para consolidar uma cultura marcada pela visão do público como bem coletivo e não como instrumento para benefícios e interesses privados ou individuais. Mesmo com os avanços obtidos nos últimos anos, a busca pela eficiência na administração pública deve ser uma constante e a transição da cultura do controle burocrático para o monitoramento de resultados ainda está longe de ser concluída. Por isso, o aperfeiçoamento dos gastos com custeio e a adaptação da estrutura administrativa a este Plano serão fundamentais para que o Estado possa cumprir o papel de gestor de um volume considerável de investimentos. E estes investimentos serão indispensáveis para viabilizar as previsões de crescimento e atender às demandas sociais para os próximos anos. Tais pretensões requerem um amplo programa de profissionalização da gestão pública e valorização dos servidores, mediante capacitação, definição de carreiras e remuneração compatível com a praticada pelo mercado. Também se inserem neste subconjunto programático os projetos voltados para explorar os mecanismos de mídias eletrônicas e tradicionais, fóruns setoriais e outros espaços que estimulem o debate democrático, com o objetivo de oferecer o máximo de transparência para os atos da administração. A organização e a simplificação dos serviços relacionados ao controle e à transparência social completarão o conjunto de projetos destinados a facilitar o acompanhamento dos atos de Governo pela população. Um longo período de baixos investimentos por parte do Governo Estadual ocasionou deficiências em vários setores.

15 28 PLANO ESTRATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO Desafio - Melhorar a eficiência das ações de Governo Tais deficiências ainda não foram totalmente superadas, mesmo com a recuperação econômica e financeira do Estado, a partir de Além disso, é preciso considerar as demandas necessárias para alcançar a taxa de crescimento requerida para a redução das diferenças regionais e sociais hoje existentes. Os ajustes já realizados nas finanças estaduais, ao lado da estabilidade macroeconômica (com previsão de continuidade no Brasil) permitem estabelecer uma meta mínima de investimentos a serem realizados pelo gestor público estadual, a partir de 2011, na casa de R$1 bilhão. Mas, considerando que a capacidade de investimento está diretamente relacionada à possibilidade de realizar poupança, essa meta pressupõe o firme compromisso com a austeridade no custeio da máquina pública. Por isso, o Governo deve estar comprometido com a eficiência, tanto no que diz respeito à qualidade dos gastos correntes quanto à construção de mecanismos executivos mais ágeis, que permitam realizar nos prazos estipulados o volume de investimentos necessários para realizar as melhorias projetadas. No tocante à receita, é necessário manter adequadamente equipada a máquina de arrecadação, de modo a impedir sonegações, além de garantir seu constante incremento de forma compatível com o crescimento do PIB, para evitar o indesejado aumento da carga tributária. É assim que o Estado intensificará seus esforços de ampliação da capacidade de investimento, para elevar a novos patamares de abrangência e qualidade os serviços públicos ofertados. Ampliar e modernizar o atendimento ao cidadão Ampliar a formação, a profissionalização e a valorização do servidor público Desenvolver a Gestão Orientada para Resultados Ampliar o uso da tecnologia da informação e dos Sistemas Corporativos Ampliação da Rede Faça Fácil Formulação e implantação da Política de Gestão de Pessoas Capacitação do Servidor Público Definição e implementação do Modelo de Gestão para Resultados alinhado com a Gestão Orçamentária Implantação do Sistema Integrado de Gestão Administrativa (SIGA) e sua integração aos Sistemas Corporativos do Governo Implantação do Sistema Integrado de Planejamento, Orçamento, Contabilidade e Finanças integrado aos demais sistemas corporativos do Governo ES Implantação do Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação Modelo de Expansão definido Política de Gestão de Pessoas reformulada Plano, Estrutura e Modelagem do Sistema de Capacitação do Servidor Público elaborados ( servidores capacitados) Modelo de Gestão para Resultados formulado SIGA implantado em cinco Secretarias e integrado ao SEP, DIO e SIARHES Sistema Integrado de Planejamento, Orçamento, Contabilidade e Finanças contratado Três unidades fixas Faça Fácil implantadas Política de Gestão de Pessoas implementada Sistema de Capacitação do Servidor Público implementado ( servidores capacitados) Modelo de Gestão para Resultados implementado SIGA implantado na administração direta e autárquica e integrado ao Sistema de Planejamento, Orçamento, Contabilidade e Finanças Sistema Integrado de Planejamento, Orçamento, Contabilidade e Finanças implantado Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação implementado Implantação do Sistema de Gestão Previdenciária Sistema de Gestão Previdenciária implantado e em funcionamento Expansão da Metro ES para a RMGV Metro ES expandida para a RMGV Implantação da Rede ES Serviço e Infraestrutura Rede ES Serviço e Infraestrutura implantada

16 30 PLANO ESTRATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO Desafio - Ampliar o diálogo entre o Governo e a sociedade Desafio - Ampliar a capacidade de investimento do setor público Aprimorar os mecanismos para promover maior transparência e participação social Implantação do Novo Portal da Transparência integrado com a Ouvidoria Implantação dos Conselhos Regionais de Desenvolvimento Econômico-Social Novo Portal da Transparência integrado com a Ouvidoria implantado Conselhos Regionais de Desenvolvimento Econômico-Social implantados Melhorar a arrecadação, a recuperação de crédito e o acompanhamento da dívida pública Modernização do Sistema de Informação da Receita Estadual Recuperação de créditos tributários e previdenciários Diagnóstico e auditoria dos processos existentes realizados Sistema de Informação da Receita Estadual implantado e em funcionamento Recuperação de valores auditados Articular investimentos para o Espírito Santo Ampliação da captação de recursos Estrutura de captação de recursos fortalecida Recursos e investimentos do Governo Federal incrementados no Estado

17 32 PLANO ESTRATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO, DA CULTURA, DO ESPORTE E DO LAZER A inserção do Espírito Santo na economia do conhecimento exige grande esforço de ampliação da oferta de vagas nos níveis formais do sistema educacional, além de novo modelo de gestão para a melhoria da qualidade do ensino. Assim, a área de educação merecerá atenção especial, não somente por sua importância na promoção do desenvolvimento sustentável, mas também por sua função como instrumento de valorização das pessoas e consequente inclusão social. O Brasil ainda apresenta enormes diferenças negativas, quando comparado com outros países, nos indicadores que medem qualidade e taxas de matrícula em relação à população alvo. Este é um fato registrado em todos os níveis de ensino, especialmente no nível universitário, embora haja avanços recentes na cobertura de matrícula, particularmente nos níveis fundamental e médio. Os indicadores mostram o Espírito Santo próximo da média brasileira, ou, lamentavelmente, abaixo dos estados mais avançados, sobretudo quando se comparam dados relativos à oferta de ensino profissional de nível médio e superior. Portanto, a ação do Governo nesse campo ainda requer pesados investimentos e enorme competência criativa para a construção de projetos inovadores e capazes de superar, em prazo não muito longo, as deficiências acumuladas. Para isso, a educação deve ser trabalhada de forma sistêmica, com ações combinadas de expansão da oferta e melhoria da qualidade em todos os níveis. A importância da educação para o crescimento econômico e redução da desigualdade na distribuição de renda já foi enfatizada e demonstrada por diversos autores. No caso do Brasil, cerca de 25% do crescimento econômico verificado ao longo dos anos 70 deveu-se à expansão educacional. A eliminação do atraso nesse setor contribui ainda para reduzir o crescimento populacional e a mortalidade, além de melhorar a coesão social.

18 34 PLANO ESTRATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO A escolaridade média dos capixabas adultos está muito próxima à média do Brasil (7,2 anos, em 2009), valor inferior ao número de anos obtidos com a conclusão do ensino fundamental. Se todos os capixabas tivessem o ensino médio completo, deveríamos registrar uma escolaridade de 12 anos, pelo menos. Além disso, apenas 20,6% das crianças capixabas com idade de zero a três anos frequentam creches, e 83,7% de quatro a seis anos têm acesso à pré-escola. A frequência média, de zero a seis, encontra-se em 50%, e, como já atestado por vários campos da ciência, a qualidade do desenvolvimento infantil nessa faixa de idade é crucial para o desenvolvimento futuro dos indivíduos, nos planos cognitivo, emocional, físico e social. Há também o problema da elevada distorção idade-série, que redunda numa das principais causas da evasão escolar. Ao longo do ensino fundamental e médio, o abandono alcança percentuais de 35%, no 7º ano do ensino fundamental, e de 29%, no 1º ano no ensino médio. Dentro deste grupo, somente 5% dos estudantes pobres concluem o ensino médio. A taxa de retenção total, neste nível, chega a 62%, o que representa o contingente de estudantes que desiste de avançar para o ensino superior. Frequência escolar por faixa de idade, Brasil, região Sudeste e Espírito Santo, Fonte: PNAD/IBGE Elaboração: IJSN /Economia do Setor Público e do Bem-Estar Fica claro, portanto, que investir na qualidade da educação, e não mais somente na quantidade de escolaridade, é a melhor alternativa para elevar o nível de desenvolvimento. Mas, para garantir maior efetividade ao sistema educacional, é crucial o reconhecimento da importância do papel do professor, de sua capacitação e aperfeiçoamento. Por isso, ganham relevo os investimentos em formação e qualificação contínua dos educadores, associados a um bom desenho do plano pedagógico. Assim, para que os capixabas possam acelerar o ritmo das conquistas sociais recentes e o próprio desenvolvimento econômico estadual, é preciso aumentar sua escolaridade e melhorar seu aproveitamento educacional. O que se prevê é a realização de um esforço conjunto, do Governo e das famílias, para assegurar a todos uma formação ética e solidária, que os torne capazes de selecionar e processar informações com autonomia e raciocínio crítico. Outra vertente deste eixo envolve as ações relacionadas à promoção e à valorização da cultura, para criar oportunidades de reconhecimento das diversidades populacionais e também gerar emprego e renda para as famílias. Alguns exemplos de ações utilizadas para enfrentar os desafios aqui vislumbrados são a proteção do patrimônio histórico e cultural, a afirmação da cultura como elemento de identidade social e o fomento à produção artístico-cultural, em todas as suas manifestações. A terceira frente deste eixo estratégico diz respeito à promoção de atividades esportivas, considerando seus inegáveis benefícios na formação do cidadão e na promoção da saúde e do lazer. Interessante, também, apontar os investimentos no esporte e no lazer como forma de oferecer ocupação aos jovens e, consequentemente, reduzir sua exposição a degradações sociais e situações de risco, como o consumo de drogas e o precoce abandono do lar. Vale destacar que, com a realização das Olimpíadas de 2016 na cidade do Rio de Janeiro, há possibilidade de se formar e apoiar atletas que se tornem referência em diversas modalidades esportivas no Estado, com investimentos, ações e projetos realizados ao longo dos próximos anos.

19 36 PLANO ESTRATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO Desafio - Elevar a eficiência do Sistema Educacional Desafio - Universalizar a Educação Básica Ampliação do quadro de servidores efetivos da educação profissionais da educação contratados por concurso público profissionais da educação contratados por concurso público Ampliação da oferta da Educação de Jovens e Adultos Nova proposta de oferta da educação de jovens e adultos definida e 50 mil matrículas ofertadas na modalidade presencial 68 mil novas vagas ofertadas na educação de jovens e adultos, presencial ou à distância, nos 78 municípios Formar e valorizar os profissionais da Educação Reduzir indicadores de evasão, repetência e distorção idade-série Capacitação do quadro de servidores efetivos da educação Implantação do Centro de Formação do Magistério Implantação de ações para redução da evasão, repetência e distorção idade-série profissionais da educação capacitados estudantes inseridos em projetos de correção de distorção idade-série profissionais da educação capacitados Centro de Formação do Magistério implantado Sistema de visita às famílias de estudantes com baixo desempenho e índice de frequência em funcionamento e estudantes inseridos em projetos de correção de distorção idade-série Ampliar o atendimento aos segmentos mais vulneráveis Ações para redução do analfabetismo Expansão da oferta da educação, cultura, esporte e lazer em prisões Expansão da oferta da educação, cultura, esporte e lazer em unidade de medidas socioeducativas Apoio às comunidades quilombolas na oferta educacional Apoio às comunidades indígenas na oferta educacional adultos analfabetos atendidos internos atendidos na educação 730 adolescentes atendidos em seis unidades do IASES Estudo sobre necessidade de intervenções físicas realizado em escolas municipais, localizadas em quilombos Sete aldeias indígenas atendidas com suas especificidades adultos analfabetos atendidos 100% das unidades prisionais atendidas na educação, cultura e esporte 100% das unidades de medidas socioeducativas atendidas na educação, cultura e esporte 13 escolas municipais, localizadas em quilombos, apoiadas com obras de infraestrutura Duas novas escolas de ensino médio integrado à educação profissional implantada em comunidades indígenas Desafio - Melhorar a Qualidade da Aprendizagem da Educação Básica Ampliar o tempo de permanência do estudante na escola Melhorar o processo de ensinoaprendizagem na rede estadual Aumento da oferta de educação em jornada ampliada Desenvolvimento Integrado de Fomento ao esporte, à cultura, à iniciação científica e à educação ambiental nas escolas Estudo de oferta de educação com jornada ampliada realizado estudantes mobilizados nas ações de esporte e cultura e projeto de incentivo à educação ambiental, com foco na realidade das diversas regiões capixabas implantado 30 escolas estaduais, localizadas em regiões vulneráveis, com oferta de educação em tempo integral estudantes mobilizados nas ações de esporte e cultura e 100% dos estudantes da rede estadual beneficiados pelo projeto de incentivo à educação ambiental Ampliar o atendimento do ensino médio Apoiar a ampliação da oferta de vagas na pré-escola e no ensino fundamental Melhoria da infraestrutura escolar em assentamentos Atendimento às comunidades campesinas com oferta educacional adequada a sua realidade Melhoria da educação inclusiva Oito escolas em assentamento reconstruídas 800 novas vagas ofertadas a jovens dos campo, na educação de jovens e adultos com qualificação profissional e bolsa permanência 124 escolas estaduais uni/pluridocentes com diagnóstico realizado sobre seu funcionamento, com proposição de melhorias 19 escolas em assentamento reconstruídas Mais 800 novas vagas ofertadas a jovens dos campo, na educação de jovens e adultos com qualificação profissional e bolsa permanência Plano de melhoria das escolas uni/pluridocentes implementado Construção de escolas Seis escolas construídas 14 escolas construídas Ampliação e modernização das escolas Cooperação técnica e financeira aos municípios para ampliar e melhorar o atendimento na préescola e no ensino fundamental 44 escolas ampliadas e equipadas Seis unidades de educação infantil e fundamental apoiadas com obras de infraestrutura 96 escolas ampliadas e equipadas 68 unidades de educação infantil apoiadas com obras de infraestrutura

20 38 PLANO ESTRATÉGICO PLANO ESTRATÉGICO Desafio - Fomentar a produção e ampliar o acesso aos bens e serviços culturais Ampliar o acesso aos produtos culturais e incentivar a prática de atividades artísticas Ampliar o número de espaços culturais Ampliação da Educação Patrimonial Desenvolvimento de ações integradas para a preservação, revitalização e uso público dos sítios históricos Fortalecimento da Rede Cultura Jovem, em parceria com as redes de ensino e outros órgãos Apoio à elaboração de projetos, construção, melhoria e adequação de espaços culturais e construção de unidades multiuso Conclusão da construção do Cais das Artes 500 multiplicadores de educação patrimonial formados Cinco ações integradas para a preservação, revitalização e uso público dos sítios históricos realizadas acessos/ mês no Portal Yah registrados Apoio concedido para construção, melhoria e adequação de 12 espaços culturais Plano de Gestão do Cais da Artes concluído multiplicadores de educação patrimonial formados 30 ações integradas para a preservação, revitalização e uso público dos sítios históricos realizadas acessos/ mês no Portal Yah registrados 20 unidades culturais multiuso construídas Cais das Artes em funcionamento Desafio - Tornar o Espírito Santo referência nacional e internacional em modalidades esportivas específicas Desenvolver atletas capixabas de alto rendimento esportivo Divulgar e incentivar o esporte capixaba Promover inclusão social por meio de atividades esportivas e de lazer nas áreas mais vulneráveis Ampliação do Bolsa Atleta Fortalecimento do Compete-ES Apoio para realização de competições esportivas nacionais e internacionais no Espírito Santo Expansão e melhoria da infraestrutura esportiva Conclusão da construção do Estádio Kleber Andrade Ampliação do Campeões de Futuro Implantação do Segundo Tempo Implantação do Esporte pela Paz 100 Bolsas Atleta concedidas passagens aéreas emitidas no Compete-ES 15 competições esportivas nacionais e internacionais apoiadas e realizadas no Espírito Santo Plano de Gestão do Estádio Kleber Andrade concluído crianças e adolescentes atendidas pelo Campeões de Futuro crianças e adolescentes atendidos pelo Segundo Tempo pessoas atendidas pelo Esporte pela Paz na RMGV 450 Bolsas Atleta concedidas passagens aéreas emitidas no Compete-ES 60 competições esportivas nacionais e internacionais apoiadas e realizadas no Espírito Santo Centro de Treinamento Jayme Navarro de Carvalho e dois Centros Esportivos (Norte e Sul) concluídos Estádio Kleber Andrade em funcionamento crianças e adolescentes atendidas pelo Campeões de Futuro crianças e adolescentes atendidos pelo Segundo Tempo pessoas atendidas pelo Esporte pela Paz na RMGV

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