Boletim da Intercoia, n* 11 J^LSi^'

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1 Boletim da Intercoia, n* 11 J^LSi^' Junho/79 Sociedade brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação - INTERCOM - Rua Augusta, São Paulo - SP - CEP: Editores: Edvaldo Pereira Lima/ Jomar José da Cos_ ta Morais/ José Marques de Melo/ J.S.Faro/ Manelo Morãn/ Rogério B.Cadengue. 1. Noticiário da Intercom ESTUDOS DE COMUNICAÇÃO NA ALEMANHA: TEM DA REUNIÃO DE 9 DE JUNHO "Situação e Tendências dos^estudos de Comunicação na Alemanha" ê o tema a ser discutido na proxima^reunião de estudos, marcada para o dia 9 de junho. A exposição será feita pelo professor Onêsimo de Oliveira Cardoso, Diretor da Faculdade de Comunicação Social e Fro fessor do Centro de Pos-Craduação do Instituto Metodista de Ensino Superior, em São Bernardo do Campo. O Prof.Onesimo Cardoso e Bacha rei em Jornalismo pela UFRJ e Doutor em Comunicação pela Universidade de Munster. tendo retornado recentemente da Alemanha, onde rer maneceu por mais de quatro anos, dedicando-se a estudos de doutora mente. O horário marcado para início da reunião e 16 horas, na se de da ABI - Rua Augusta, ASSEMBLÉIA GERAL: EDITAL DE CONVOCAÇÃO DOS SÕCIOS A Comissão Executiva da Intercom está convocando todos os seus sócios para a Assembléia Geral Ordinária, que se realizará nc dia 9 de junho, as 15 horas, na sede da ABI. É o seguinte o texto do edi^ tal de convocação: "71 Comissão Executiva da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicpção - INTERCOM - convoca seus asscciados para a Assembléia Geral Ordinária, que se realizará no dia 9 de junho de 1979, ás 15 horas, na sede da representação paulista da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Rua Augus ta, 555, sobreloja, para tratar dos seguintes assuntos: a)_ Relatório e prestação de contas da comissão executiva;^b) Eleição da pri meira diretoria ordinária - homologação do relatório do comitê ele_i toral; c) Posse da diretoria; d) Aprovação de novos sócios; e) Aumen to da anuidade; f) Instalação de um núcleo da INTERCOM em Natal^ g) Convênio com o Instituto Metodista de Ensino Superior; h) Convênio com a Editora Cortez Moraes; i) Temârio do II Ciclo de Estudos In terdisciplinares da Comunicação; j) Outros assuntos". DIRETORIA ELEITA No dia 12 de maio, reuniu-se o comitê eleitoral para apurar os votos dos associados, que elegeram a primeira diretoria ordinária da INTERCOM e que será empossada na Assembléia Geral de junho, marcada para o dia 9. Os novos dirigentes da entidade, com mandatos de 2 anos, são os seguintes: José Marques de Melo - Presidente - Carlos Eduardo Lins da Silva - Vice-Presidente - Miguel de Abreu Rocha - Secretário Geral -^Maneio Morãn - l 9 Secretário - Edvaldo Pereira Lima - 2' Secretário - J.S.Faro - Tesoureiro - Anamaria Fadul, Gaudêncio Torquato, Francisco Morei, Isaac Epstein e Antônio Escobar, integram o Conselho Fiscal. II CICLO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES DA COMUNICAÇÃO Com o tema central - MODOS DE COMUNICAÇÃO DAS CLASSES SUBALTERNAS - a INTERCOM - vai realizar de 6 a 8 de setembro o II Ciclo de^estudos Interdisciplinares da Comunicação. O locol do conclave já foi definido, será o Centro de Reuniões do Instituto Metodista, Chácara' >

2 Flora, São Paulo. 0 número de participantes c limitado a 50 vagas e as inscrições já estão abertas. Os interessados devem dirigir-se a INTERCOH - Rua Augusta, São PaulO-SP - CEP: A taxa de inscrição, com direito a refeições completas (almoço, jantar e ca fé da manhã) durante dois dias J e mais o recebimento de todos os tex tos dos documentos básicos, é de CR$ 700,00 para os sócios e CR$ ,00 para não-sócios. Paramos participantes que nao residam em São Paulo, será oferecida também a dormida. INTERDISCIFLINARIDADE EM PROJETOS EXPERIMENTAIS A última reunião da INTERCOM, dia 12 de maio, foi animada pela apre sentação de experiências levadas a efeito em Escolas de Comunicação, na busca de um ensino globalizante e de integração entre diferentes áreas de conhecimento. Assim, os sócios Jomar da Costa Morais, c ran cisco da Rocha Morei e Marisete Pires Antunes Morei, falaram sobre atividades e projetos ligados a jornal-lnboratõrio, agencia-modelo de PP e apência-experimental de RP. 0 assunto deu origem a diversos debates e^a propostas de novos estudos, inclusive de um aprofundamen to dentro da própria INTERCOM, nue pudesse ser levado as escolas, co mo forma de contribuição para o aprimoramento do ensino e das comu ções de interdisciplinaridade. PUELICAÇÕES DA INTERCOM 0 livro "Ideologia e Poder no Ensino de Comunicação", que reúne as contribuições apresentadas ao I Ciclo de Estudos Interdiscinlinares da Comunicação", realizado no ano passado, em Santos, ja esta em fa se final de impressão. A publicação (distribuição e comercialização) será feita pela Editora Cortez Moraes. Ate meados de julho, o_li vro estará circulando. Os sócios em dia com a Tesouraria receberão gratuitamente um exemplar. Os demais interessados poderão fazer pe didos diretamente para a Editora - Rua Ministro Godoy, 100 2, Sao Paulo - SP, CEP: 05015, fone: O segundo número da "Bibliografia Brasileira de Comunicação" referen te ã produção editorial de 197^ so sairá no serundo semestre. As mo vações introduzidas na publicação, de modo a reunir não apenas os títulos de livros e artigos, mas também sumários dos respectivos con teúdos, acarretaram um retardamento na preparação do volume. Cerca de uma dezena de sócios está colaborando no orojeto. A INTERCOM ja está aceitando reservas de exemplares. _ Continua saindo regularmente a "Bibliografia Corrente do Comunicação apresentando indicações dos mais recentes editoriais, nao apenas no Brasil, mas também de outros países. CRESCIMENTO DA INTERCOM Um fato auspicioso para os que fazem a INTERCOM são as cartas que têm chegado, de diversos Estados brasileiros, de professores e estu diosos da Comunicação solicitando informações de como ingressar no quadro associativo^ Mesmo em São Paulo, onde a entidade tem sua sede, vários novos sócios tem sido apresentados, sempre trazendo novas e importantes contribuições para o estudo da Comunicação. Agora mesmo o Rio Grande do Norte parte para a formação do primeiro núcleo da INTERCOM fora de São Paulo, trabalho a que esta dedicando sua atenção o associado Carlos Eduardo Lins da Silva, que atualmente leciona na Universidade Federal daquele Estado. Interessado no crescimento da Intercom, não so quantitativo, mas,^principalmente, qualitativo, o presidente José Marques de Melo esta solicitando aos associados a indicação de alguns nomes que os mesmos acreditem ter condições de participar do nosso quadro associativo

3 DIVULGAÇÃO DE MATÉRIAS DOS BOLETINS DA INTERCOM Muitas das.naterias divulgadas nos boletins da INTERCOM tem merecido atenção e divulgação era "utros noticiosos de diversas entida des e associações, fato que nos deixa satisfeitos, por^saber que estamos cumprindo com uma das nossas finalidades, que e a de forn cer informações sobre assuntos pertinentes ao estudo da Comunicação. No entanto, estamos satisfeitos, gostaríamos que estas publica ções, ao utilizarem-se de matérias publicadas nos Boletins da INTER COM, mencionassem a fonte, como manda a boa ética editorial. 2. Noticiário dos Sócios Esta seção devera ganhar uma novidade a partir do próximo numero: necessitamos não somente saber o que os sócios andam realizando em termos de desempenho profissional, mas necessitamos tambem_saber quem somos nos. Para tanto, o^boletim solicita a colaboração de todos os sócios, para o envio a sede da Intercom, aos cuidados ães_ ta seção, de um ligeiro resumo profissional, cobrindo os_topicos re referentes a formação acadêmica (graduação e Fos-Graduação), identificando campo de especialidade. Faculdade ou Universidade, orien tador responsável quando se tratar de Pós, tema e título da Disser tação ou Tese, cursos de extensão universitária ou de especialização), atividade profissional (incluindo magistério, oesquisa e estu dos, exercícios da profissão de comunicador social no seu^campo específico), cargos e postos exercidos, livros publicados, áreas de interesse no campo da comunicação social, projetos profissionais fu turos. As informações devem vir com dados precisos (identificação da escola onde leciona e das disciplinas sob sua responsabilidade, por exemplo), selecionando-se apenas os aspectos mais significativos de cada currículo. Devem ser atendidos basicamente os tópicos mencionados acima, podendo-sc incluir outros, quando relevantes de maneira especial. As informações podem ser desde jã enviadas ao nos^ so endereço-sede, a Rua Augusta, 555, CEP: Outra alternativa, ê a entrega das informações aos sócios José Marques de Melo, J.S.Fa ro ou Edvaldo Pereira Lima, por ocasião da Assembléia Geral do próximo dia 0? de junho. Vamos convidar a diretoria eleita a dar o bom exemplo e encaminhar os dados profissionais de cada membro ate o dia 09, se possível, para relação completa dos diretores jã no próximo numero do r>oletim. Por outro lado, c importante que todos os sócios se habituem a encaminhar por correio ou pessoalmente, informações contínuas sobre suas atividades, particularmente as ligadas a pesquisa, de maneira a contribuir decisivamente para a integração acadêmica dos associados. (Edvaldo Pereira Lima) e ARMANDO G.AZZARI - e EUCLgA BRUNO - foram eleitos, respectivamente. Representante Discente e Suplente da área de comunicação, junto ao Conselho de Pós-Graduação da Metodista, em São Bernardo do Campo. ERASMO DE FREITAS NUZZI - participou^do simpósio sobre ecologiae co municaçao, realizado em Manaus no início do ano, sob o patrocínio da Abepec. ISMAR DE OLIVEIRA SOARES - participou da coordenação do IV Seminário T-A-T, promovido pela Faculdade de Comunicação da Metodista - SBC. JACI MARASChIN - coordenou a pesquisa e a editoração da "Bibliogra fia Teológica", publicada recentemente pela Aste. 0 volume relacio na, numa perspectiva ecumênica, mais de três mil títulos publicados no Brasil sobre religião, no período de 1950 a

4 MANOLO MORAN - encontra-se em fase final de redação de sua Disserta çáo de Mestrado, para apresentação ã Escola de Conunicações e Artes da Universidade de São Paulo, sob a orientação da Profa. Dra. Maria Rita Eliezer Galvão. A Dissertação tem como título (provisório), "Fa tores Que Interferen No Processo Ue Comunicação Televisita". ROGÉRIO BASTOS CAUENGUE - assumiu a regência da disciplina "Sistemas de Comunicação No Brasil", turma de RP, na Faculdade de Comunicação' Social da Metodista - SBC. MARIA DO SOCORRO NÕBREGA - eleita representante dos auxiliares de en sino junto ao Conselho do Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA-USP. GAUDENCIO TORQUATO - eleito representante dos professores-assistentes doutores junto ao Conselho de Jornalismo e Editoração da ECA-USP. 3. Ensino PÔS-GRADUAÇÃO : MUDANÇAS Ã VISTA A nova equipe técnica do MEC para o ensino superior, liderada pelo ' Prof. Guilherme de La Penha, diretor do DAU, anuncia mudanças no sis tema nacional de pós-graduação. A preocupação central é a de "ordenar o crescimento da pos-graduação no país, em consonância com a real ca pacidade das instituições quanto a recursos humanos, financeiros, ma teriais, garantindo assim a qualidade do ensino e da pesquisa nos cen tros de doutorado e mestrado". Uma das primeiras providências tomadas foi o controle da abertura de novos cursos de pos-graduação, que ago ra deverão solicitar credenciamento prévio ao^cnpg (Conselho Nacional de Pos-Graduação), como condição indispensável para o posterior' reconhecimento pelo Conselho Federal Educação (CFE). Trata-se z sem' dúvidaj de medidp. saudável, no sentido de evitar a proliferação de ' cursos de mestrado em instituições universitárias, publicas ou priva das, que não dispõem dos requisitos mínimos< docentes e materiais, pa ra oferecer uma formação de bom nivela Todavia, será danoso se essa' nova política do MEC implicar na restrição ã dinamização dos estudos de pos-graduação no Brasil, assumindo portanto uma orientação elitis_ ta, uma vez que existe uma necessidade urgente de reciclar o professo rado universitário e de formar novos quadros para assumir funções aca dêmicas que a expansão da rede de ensino de 3* 9 grau vai criando.e importante que o MEC atente ^ara a^importância da pesquisa, atividade ' que conferira sentido acadêmico ã pos-graduação e levara a criação te orica, evitando que a produção dos cursos de mestrado e doutorado^se circunscreva as teses dos estudantes, como pelo menos ocorre nas áreas de ciências humanas. UNIVERSIDADE ABERTA : AZEVEDO QUER, MAS PORTELLA MUDOU DE OPINIÃO A questão da Universidade Aberta encontra-se em situação de impasse.' Pretendendo tomar a iniciativa do projeto, a Universidade de Brasília já adquiriu os direitos autorais do material didático da UA britânica e prepara-se para lançar em agosto cinco cursos de extensão, o que de pende ainda de entendimentos e apoio das cadeias de televisão e radio. Seu reitor, o capitão José Carlos de Azevedo, em artigo publicado no "Estadão" (6/5/79), lança uma série de perguntas em defesa daquela i- niciativa; "Porque os jovens desprovidos de recursos, que vivem em c^ dades sem escolas, não podem ter acesso aos ensinamentos de nível su perior? Por que pagamos impostos para assegurar essa aprendizagem a penas a uns poucos afortunados, muitos dos quais de classe abastada, que estudam de graça? 0 que assegura ser a aprendizagem tradicional ' melhor e mais eficiente do que a adotada pela UA, que oferece meios a dequados e coloca a maior parte do sucesso na maturidade e no esforço pessoal de cada estudante". E assim por diante. Na mesma edição daque le jornal, o ministro da Educação, Eduardo Potella, concede entrevista em que se confessa cético as possibilidades da UA no atual momento histérico do Brasil. -4 -

5 Dizendo ter mudado de opinião, depois o^e examinou com mais cuida do os diferentes aspectos da questão, ele chama a Universidade Aber ta "um supletivo de black-tie". E explica porque: "0 primeiro e o (Ta produção dos textos. Os textos serão fabricados fora do Brasil? Se serão, eu ja paro duas vezes para pensar se esse tipo de texto preci sa ser fabricado fora do Brasil ou se jã existe, no Brasil, um quadro técnico que nos poderíamos empregar na eventualidade de serem necessários esses textos. 0 segundo problema e que a Universidade Aberta começou a adquirir para mim um caráter de supletivo engomado. A universidade brasileira precisa se qualificar sempre mris, precisa ter um desempenho de não apenas transmitir mas de produzir conhecimento. Insisto em que nenhum país atinge um grau aceitável c conveniente de conhecimentos se ele não produz conhecimento". ENSINO DE COMUNICAÇÃO : CRESCIMENTO CONTINUA NOS USA 0 ensino de comunicação nos USA continua em crescente expansão. 0 in cremento do numero de matrículas, cujo ponto de partida foi o episódio de Watergate, quando o papel do jornalista adquiriu nova dimensão naquele país, suscitando das novas gerações, permane ascente. 0 levan tamento feito pela AEJ ( Association for Education in Journalism) r ferente ao ano letivo 19 78/19 79 indica que o total de matrículas atin giu a cifra de num total de 195 escolas, ó que significa que houve um crescimento cia ordem de 1% em relação ao ano anterior. Uma tendência interessante na composição do alunado das escolas norte-americanas de comunicação e a presença cada vez mais numerosa das mulheres, que hoje representam 53% do total de^estudantes matriculados. Talvez exatamente refletindo essa^tendencia e que a AEJ (entidade que reúne toda a comunidade universitária que atua no campo da comunicação) e dirigida presentemente por uma mulher, a Profa. Mary Gardner, a primeira a ocupar esse posto em mais de cinqüenta anos de vida daquela associação. NA GRÉCIA, AS ESCOLAS DE JORNALISMO NÃO CONSEGUEM SOBREVIVER As duas tentativas de implantação de escolas de jornalismo na Grécia, em 1959 e em 1976, revelaram-se infrutíferas. Essas iniciativas foram realizadas-por instituições particulares, o Homer Institute e a Petra School of Athens, que pretendiam oferecer cursos profissionalizantes, sem reconhecimento universitário, mas sucumbiram em face de várias di_ ficuldades. Emmanuel Paraschos (professor da Universidade de Arkansas -USA), em artigo publicado em "Journalism Education", vol. 33, n 9 4, aponta as causas desse insucesso: a falta do nível universitário; a política de contratação de pessoal nas empresas jornalísticas, que se rege menos pelo mérito e mais pelo clientelismo dos empresários; e a prõpia crise que vive a profissão de jornalismo no país, como conseqüência do período de governos autoritários e as_sequelas que produziram no cenário econômico e cultura daquela na^ão. Revela ainda o Prof. Paraschos que, durante a ditadura dos coronéis, em 1970, houve uma tentativa governamental para instalar uma escola de jornalismo de nível superior, a ser construída e mantida pela União dos Editores de Jornais de Atenas e pela União dos Jornalistas de Atenas, mas o projeto de lei era tão autoritário e implicava numa escola extremamente burocratizada que ate mesmo os escalões governamentais a consideraram inviável. Tanto assim que foi discutido o projeto durante anos e resultou em nada. ENSINO DE JORNALISMO EM CUBA : RELATO DE UM PROFESSOR NORTE-AMERICANO james W. Carty Jr., professor da escola de jornalismo do Be thany Col^ lege (USA), fez uma visita de estudos a Cuba em 1977, e recolheu alguns dados sobre o ensino de jornalismo naquele, o que deu origem a ' um artigo publicado em "Journalism Education", vol. 33, n 9 3 (outubro /1978). Segundo Aquele relato, existem em Cuba duas escolas de jorna- -5-

6 lismo, uma na Universidade de Havana e outra na Universidade do Ori ente, em Santiago, contando com cerca de mil estudantes, dos quais" 1 " metade e formada por estudantes regulares, que se iniciam na atividja de jornalística, e metade par:: completar sua formação acadêmica. 0 ' curso de jornalismo tem duração de quatro anos e meio. Do total de a tividades acadêmicas, 441 e ocupado com matérias especificante jorna lísticas e o restante ê dedicado as disciplinas humanísticas. Os alu nos têm uma maior carga horária semanal no início do curso (cerca de 36) e uma menor carga-horaria no fim do curso (cerca de 14 horas),' tem a obrigação de trabalhar meio período como trabalhadores manuais, ou participando de uma cooperativa agrícola ou integrando^uma brigada de construção civil. As escolas não contam com laboratórios ou er quipamentos técnicos, mas os alunos encontram onortunidades para pra ticar e estagiar nos jcrnais e rádios estatais, bem como nos jornais e rádios estatais, bem como nos jornais e revistas dirigidos ao publico universitário. As diretrizes da formação jornalística^são bas adas nos princípios leninistas, e, per isso, há uma grande ênfase nas disciplinas que permitem o conhecimento da teoria marxista^ da histo ria do movimento operário internacional e da analise da própria revo lução cubara. No que se refere as disciplinas técnicas, há uma preocupação cor: f praxis do jornalismo comunista mas também se dedica a- tenção ao jornalismo burguês. Uma das instruções dadas quanto ao estudo do jornalismo burguês e a seguinte: "Você pode discordar da teo ria da imptensa capitalista, mas seus princípios podem ter algum inte resse oü valoir para você". No momento, as escolas cubanas de jornalis^ mo preparam-se para atuar como centros internacionais de estudos} a.-^ brindo suas portas para estudantes de outros países do Caribe, da Am rica Central e do Sul. Essa iniciativa conta com o apoio da Federação Latino-Americano do Jornalistas. CHINA: INSTITUTO DE JORNALISMO COMEÇA A FUNCIONAR EM PEQUIM Desde o ano passado, esta funcionando em Pequim um Instituto de Jorna lismo, criado pela Academia Chinesa de Ciências Sociais e que recebe^ anualmente quarenta candidatos para estudos põs-graduados. A idade ma xima limite para ingresso naquela instituição^de pesquisa e 40 anos. A- lém disso, os interessados devem ter experiência profissional e conhe cas de jornalismo; historia do jornalismo chinês; historia da imprensa do Partido Comunista Chinês; redação jornalística em língua inglesa. 4. Pesquisa TESE SOBRE INDUSTRIA CULTURAL EM SALVADOR A INTERCOM recebeu do Prof. Antônio Albino C. Rodim um de sua disser_ tação de mestrado em Ciências Sociais na Universidade Federal da Bahl a. Título: "Sobre Indústria Cultural", fi um estudo contextual, onde, através da relação com a infra e supraestrutura capitalista e com a' consciência burguesa, procura delimitar e caracterizar a comunicação/_ cultura nas sociedades capitalistas desenvolvidas, utilizando o conceji to de Indústria Cultural. A tese ê desenvolvida em quatro capítulos: l 9 Comunicação e Soei edade: o espaço da comunicação. 2' Sociedade capitalista, comunicação e consciência burguesa. S 9 Historia e comunicação no capitalismo. A ' contextualização da comunicação na história do capitalismo^aponta a' gênese e formação da Indústria Cultural e^as relações econômicas en-_ tre a _ sociedade e a comunicação contemporâneas, via publicidade^ Deli^ neadas estas articulações econômicas, e preciso buscas as relações i- deológicas, justamente um dos objetivos do cap. 4 9 : Consciência burguesa e industria cultural. Para isto, o autor volta a problemática -6-

7 da ccnsciência burguesa e de suas espressões contemporâneas, procurando compreender as relações (determinações) superestruturais e, ' num segundo momento, propor a Industria Cultural como síntese do d_e_ terminações infra e supraestruturais, que tornam-se "internas" às prõt?rias mensagens da Industria Cultural. TALCOTT PARSONS FALECEU, AOS 76 ANOS Morreu no mês de maio o sociólogo norte/americano Talcott Parsons, ' aos 76 anosi Um dos nomes mais importantes da escola sociológica no_r te/americana - criador de uma sociologia da ação social e de suas ' motivações - e principal figura da sociologia sistemática,parsons dei_ xoa extensa bra, baseada na teoria geração da ação.. Seus estudos se aprofundaram em Weber, Pareto, Marshall e, principalmente, Durkheim. Adepto de uma sociedade - status, papel, norma, valor, expectativa de comportamento -, independente das variações cia sociedade, Parsons e- xerceu, na década de 60, uma grande influência nos Estado.? Unidos. No Brasil, a sociologia sistemática, nunca chegou a ter muita importância e a influencia de Parsons e recente. Entrevistado a respeito, o' sociólogo Florestan Fernandes disse: "num certo sentido, Parsons foi a figura dominante da sociedade norte/americana nos ultimo- 20, 25 anos". Para Florestan trata-se de um dos poucos sociólogos que se de dicaram â filosofia da ciência. Ligado aos setores mais conservadores Parsons foi violentamente contestado por Wright Mills em "A Imaginação Sociológica". Ja para Ruy Galvão de Andrada Coelho, Parsons foi um dos promotores de uma transformarão de perspectivas na sociologia, alem de procurar ligar a sociedade a psicologia social, ã psicologia do comportamento e a psicanálise. GUSTAVO QUESADA: ESTUDOS SOBRE DIFUSÃO DE INOVAÇÕES 0 Prof.Gustavo Quesada, que durante vários anos trabalhou em^universi^ dades norte-americanas (Michiga.,!, Texasj etc), encontra-se ha mais de dois anos integrando a equige docente da Universidade^Federal de Santa Maria, área de comunicação rural* PhD em Comunicação, Gustavo Quesada esta presentetiente realizando estudos sobre difusão de inovações entre as quais: "Sistemas e difusão de inovações" (em colaboração com G.Grahl), "Papel do rádio na difusão de tecnologia no Rio Grande do Sul" (em colaboração com P.Mucenecki), "Programa de Capacitação _ de recursos humanos para o meio rural" (em colaboração com B.Giuliani) e "Familiarismo, etnia e utilização de serviços no Brasil, México e USA (em colaboração com P.Heller). 5. Veículos 0 FASCrNIO DE SARTRE PELA TELEVISÃO N Na longa entrevista que concedeu ã revista Obljque, cuia circulação em 3m Paris ocorreu no fim de abril, o filosofo Jean-Paul Sartre revelou algurs aspectos da sua atividade intelectual, hoje. Impossibili dade de escrever pela cegueira que o molesta ha cinco anos,_sartre oro cura, através do gravador, prosseguir seu trabalho de criação, produ zindo um ensaio sobre "poder e liberdade", enveredando assim por uma nova linguagem literária. Na mesma entrevista, Sartre confessa o seu fascínio pela TV, embora critique as estruturas que determinam o seu funcionamento desse meio de comunicação, hoje._éle considera sobretudo as possibilidades de expressão e comunicação, independentemen te das estruturas burocráticas, das intervenções governamenta3.s e da censura, que a TV oferece, quando comparada com o cinema, "A TV ê muito diferente do cinema. Primeiro, trata-se de falar ao povo, ^ a milhões de homens ao mesmo tempo. Segundo o que se fala esta ligado ã Historia, bem ou mal, e rempre com uma relação de testemunho - 7 -

8 ,dos fatos contemporâneos nos quais o acontecimento esta inserido. Na televisão, quando falam o medico, o literato, o ministro, vemos _as imagens do que ele diz, e aos mesmo tempo nos o vemos. Esta ligação poderia ter sido o caminho do cinema, mas cr-te foi orientado para ou tra direção, voltou-se para as produções dramáticas. A televisão e, antes de tudo, uma certa relação do subjetivo com o objetivo, o que ê apaixonante. 0 que eu vejo de essencial na televisão e o fato de ela poder abarcar todo um acontecimento". DESAPARECEM OS "CADERNOS DE COMUNICAÇÃO PROAL" Em carta dirigida aos assinantes, a PROAL informa que esta suspenden do a edição dos seus "Cadernos de Comunicação Proaí", em vista da elevação dos custos industriais. Chegaram a ser publicados quatro nu meros da revista, dois dos quais inteiramente dedicados ao tema - TV e criança. Essa fase representou a segunda vida daquela revista, poia seu início ocorreu em 1971, quando circulou sob o título "Cadernos Proal", estando dedicada exclusivamente ao estudo do jornalismo empresarial. Dessa primeira fase foram publicados quatro números, com circulação restrita. A segunda fase caracterizou-se não apenas pela ampliação do conteúdo da revista, mas pela sua acessibilidade a maior numero de leitores, jã que foi distribuída em bancas e livrarias. MAS APARECE "BRASIL REPORTAGEM" Esta nas bancas uma nova revista - "Brasil Reportagem", dedicada a temas específicos era cada numero. 0 n 9 0 tratou da crise da medicina e o n 9 1 foi dedicado a luta dos trabalhadores por melhores condições de vida. Igreja e libertação e o tema da edição que esta circulando, contendo uma analise em profundidade das transformações que a Igreja Católica experimenta no país, principalmente em São Paulo. A revista esta sendo editada por um grupo de jornalistas e professores egressos do Departamento de Jornalismo da ECA-USP, que põem em pratica algumas teses sobre jornalismo interpretativo que formularam e debateram naquela escola. 0 editor responsável ê o jornalista Sinval Medina. DOZE MILHÕES DE PESSOAS PARTICIPAM DE "ABERTURA" NA TUPI 0 progi ama"abertura" > segundo seu idealizador o jornalista Fernando Barbosa Lima, "foi elaborado para quem assite TV as onze da noite, ou seja, as classes A e B. Por isso, imaginava-se que teria pou ca audiência. Hoje esta atingindo 12 milhões de pessoas, o que mostra que minhas deduções estavam erradas. Não sao sõ as classes A e B que vêem "Abertura", pois, infelizmente, o Brasil não tem tanta gen te nesse nível social. Isso significa que as classes menos favoreci_ das, também estão vendo o programa e se interessam por política".fer nando acha que o programa"abertura" esta despertando o jornalismo na TV. "0 pais está mudando e acredito que a TV va mudar junto com ele. Dentro de algum tempo, teremos uma televisão mais participante, e não apenas meramente informativa". "0 programa- conclui Barbosa Li ma" - não e da direita nem da esquerda. Muitos dos entrevistados irritam profundamente as pessoas da direita e vice-versa. Por exemplo, muita gente critica o fato de ouvirmos o governo. As pessoas da esquerda ficam profundamente irritadas com isso. Mas porjqve iríamos isolar o governo ou sõ malhá-lo? Acho^que o programa não_deve afastar as pessoas do governo. Pelo contrário, tem a obrigação de ouvilas. Se não, não se chamaria "Abertura"

9 -COMEÇA A LUTA DO SERIADO NACIONAL CONTRA O ENLATADO ESTRANGEIRO Vários Veícuiüs destacam a importância da implantação do novo horário das 10 da noite pela Rede Glob -. Dentre eles, a revista VEJA n e O ESTADO DE SÃO PAULO, edição de 20/05/79. Em apenas três meses a Rede Globo investira. 36 milhões de cruzeiros nos seriados "Carga Pesada", "Malu Mulher" e "Plantão de Polícia", com 13 aventuras para cada um. Ao final, O Ibope decidirá a sobrevivência ou não deles por mais 23 semanas. Também foi lançado o progiama"aplauso", uma mistura de teleteatro e dos casos especiais, que exigiu uma despesa de 12 milhões de primeiro lugar o público quis um policial, protagonizado por um detetive» repórter ou por um conjunto de policiais (tipo "Swat"). Em segundo lugar k a figura mais vetada foi una mulher na faixa dos 30_ anos, com grofissao liberal. Em terceiro, uma aventura rural, que tivesse historias sobre cangaço, camioneiros, vaqueiros e peões. A figura de um medico ficou em quarto lugar. Dezesseis autores, dez diretores e um elenco fixo de atores, além dos convidados - cerca de quarenta por semana - as "Séries"significam um campo de trabalho que se abre. Visam fundamentalmente enfrentar o enlatado estrangeiro. 0 publico brasileiro não sabe o que é "breakfast", não sabe o que e 45 ou 46 (ruas de N.York). Um problema importante apontado por vários críticos e intelectuais e o da repetição dentro do^país do modelo de dominação cultural que importamos das grandes metrópoles - O grande problema - adverte Sérgio Miceli - e que se monta internamente um sis tema de distribuição onde existem centros que agem como metrópoles, com satélites meramente receptores em volta. Isto_pode silenciar to das as expressões regionais ou repor toda a produção^regional de uma forma normalizada, simplificada. Então você pega cerâmica de Aplaine vende em butiques de Sao Paulo. Traz o produto regional, mas ele so pode ser consumido, num primeiro momento por uma fração da sociedade que tem acesso aos bens culturais. Nüm segundo momento, para as arestas rústicas dessa cerâmica e a molda, de maneira a set aceita pe los padrões industriais de qualidade. Para Liane Alves, critica de televisão de 0 Estado de São Paulo, "é apavorante se pensar que o homem do Brasil rural, o homem oue luta contra as febres, as enchentes, a fome, o analfabetismo, que este homem seja envolvido por uma realidade urbana selvagem e consumista. que tonta impor-se como sua realidade, como seu mundo. É ince ncebível ver o Brasil interior mirar-se nas ãguas de São Paulo e Pio e ver o próprio rosto. Ao mesmo tempo i a regionalização da programação através de outros centros geradores e economicamente inviável, pelo menos por enquanto". A IMPRENSA NA AMCRICA LATINA VISTA POR MAURO SALLES Mauro Salles, numa palestra sobre "Desafios e oportunidades da midia imprensa na América Latina", destacou que a América Latina tem hoje um'público leitor de 80, milhões de pessoas, atingidas por 750 jornais diários, dos quais 280 brasileiros. Em um domingo típico, a tiragem global dos jornais latino-americanos alcança de 22 a 25 milhões de exemplares, com uma média de 3 leitores por jornal, enquanto no Japão, com uma população semelhante a do Brasil de hoje, 115 milhões, a tiragem diária dos jornais é de 66 milhões, ou seja, um jor nal para cada dois habitantes. Acredita Mauro Salles que a imprensa, no Brasil e na América Latina, participara decididamente para as uniões em grupos, sindicatos e cadeias, apoiadas ou não por esquemas acionários, buscando reduzir custos e ampliar o alcance dos esforços editorias. Analisando o comportamento da imprensa brasileira, destacou que "em São Paulo, o grupo Folhas realizou de forma diversa a sua proposta de economia de escala e maximiza os seus recursos de redação e produção criando e produzindo além da "Folha" mais sete jor nais diários. Com isso, consegue a posição ímpar de dominar 60% do - 9 -

10 mercado dos jornais vendidos em banca na Grande São Paulo".A palestra de Mauro Salles foi proferida no dia 31/05, no Rio de Janeiro, na abertura da Convenção da Associação para a Promoção e a Circula ção Internacional da Imprensa. LATIN: 10 ANOS DE EXISTÊNCIA A Agencia Latino/americana de informação - LATIN - comemorou dez anos de existência no último mês de maio. Formada com capitais de diários tradicionais do continente - do Brasil participam "O Esta do", "JB", "Globo", '_ Diario Popular" - a agência e vista por seus fundadores como um "órgão independente, de alto nível profissional e que reflete com precisão as necessidades latino/americanas em termos de informação". Seu êxito, segundo seu presidente, o peruano Manuel Ulloa, deve-se ao fato do serviço ser produzido por jornalis^ tas de nossos países e dos fundadores serem os principais órgãos dê" imprensa do continente, que realizaram um grande esforço cooperativo'.', A agência foi criada em junho de 1969, com sede de operações na Argentina, mantendo direitos exclusivos da distribuição na Ameri ca Latina do noticiário da Reuters. Iniciado efetivamente em 1971 e produzido por correspondentes distribuídos em todo continente, o ser viço e transmitido ininterruptamente para cerca de 200 assinantes, através do sistema de satélite c de microondas. CÕDIGO INGLÊS COÍBE VIOLÊNCIA NA TV O diretor de Radio-Televisão de Munique, que participou recentemente em São Paulo do simpósio "Limites da TV como meio Educacional", promovido pelo Museu da Imagem e do Som, disse que os profissionais da BBC de Londres estão preparando uma espécie de código de ética para coibir a^violência na^televisão. Segundo o professor Flemmer, na Alemanha jã existe um código semelhante, embora não tão abrangen te como o que os ingleses tem em estudo. Além disso, Flemmer adiantou que o código determina que os responsáveis pelos programas de te levisão - editores, diretores^ produtores - observem com cuidado <*_ mensagens que transmitem violência pela violência, ou seja, gratuitamepte. "A violência - para o professor alemão - não deve ser totalmente banida dos programas da TV. Isso seria incorrer num outro erro, porque o mundo não é um paraíso perfeito. 0 que deve ser eliminado é a falta de sentido da violência gratuita, utilizada as vezes como elemento para fixar a atenção do público". Perguntando sobre os caminhos da televisão, Flemmer disse: "As sociedades em desenvolvimento precisam consumir se querem de industrializar, promover melhores condições de vida a seus membros, fi preciso pensar, no entanto, se no futuro não terão que renunciar a isso e pensar então, agora, no estabelecimento de um limite. Isso é claro, para todo o mundo". 6. Profissões JOÃO DO RIO: CONTINUA OBSCURA SUA ATUAÇÃO COMO JORNALISTA Comentando as duas obras recentemente lançadas sobre João do Rio (R.Magalhães Júnior. A vida vertiginosa de João do Rio, Rio: Civ. Brás., 19 78; e Carmen Lúcia Tindo Secco. Morte e Prazer em João do Rio, Rio: Francisco Alves,1978), o crítico Wilson Martins, em sua secção semanal no "Jornal do Brasil" (12/05/79) afirma que "João do Rio continua relegado as fugitivas e^ouase sempre constrangidas referências de fim de capítulo nas historias literárias". A respeito do segundo trabalho diz que a tese de mestrado de Carmen Secco pode ser definida "como o e>ercício paradigmático, previsível e submisso do estudante esforçado sob a direção do professor muito a par das doutrinas em moda, isto é repetindo um vocabulário que não compreende e fazendo, se não o oposto, pelo menos coisa completamente

11 diversa uo que imaginava e propõe". A respeito do livro de Magalhães Júnior, faz o seguinte reparo: M É curioso* que R.Magalhães Júnior de_i xe afinal de contas, sem resposta a questão essencial no que se refere João do Rio, quero dizer, a parte de verdade existente nas acusações que o apontaram a vida inteira como jornalista corrupto (vendido ao escudo português, pois aindn não estava em moda ser vendido ao dõlar americano ou ao ouro de Moscou); era ponto a averiguar,tanto mais que os ataques partiam com freqüência de outros jornalistas cuja própria moralidade não estaria, com certeza, acima de toda suspeita". TRISTÃO DE ATAtDE DEMITE-SE DO "JORNAL DO BRASIL" Alceu de Amoroso Lima, pensador católico que usa o pseudônimo de Tristão de Ataíde, ê colaborador permanente do "Jornal do Brasil" há mais de cinqüenta anos. No mês passado, ele abandonou aquela publicação, em sinal de protesto contra a censura que lhe foi imposta pela direção do matutino, vetando a publicação de um_artigo sobre o ultimo íivro de Alberto Dines. Nesse artigo, Tristão de Ataíde" chama Dines de "0 príncipe dos jornalistas brasileiros" e elogia seu trabalho de ficção política. "E por que não eu?", lançado pela editora Codecri. 0 veto da direção do JB prende-sc a animosidade que persistiu entre Alberto Dines e a direção naquele jornal, desde que o jornalista foi afastado do cargo de editor, hã cerca de 5 anos. Explicou Tristão que não poderia aceitar o veto, pois "a regra e a de que quem assina na pagina de opinião, o faz sob responsabilidade individual, e o jornaí tem direito a contestar essa opinião em sua página editorial". Atualmente, Alceu de^amoroso Lima colabora na "Folha de São Paulo". Comentando o episódio, Alberto Di_ nes, pivô da questão, atribui a responsabilidade a fatos dessa natureza aos próprios editores dos jornais, que se amesquinham diante das imposições dos donos de jornais. "0 veto ao artigo de Televisão de Tristão de Ataíde e o seu corajoso gesto de protesto abandonando uma posição da qual obtém os recursos para viver, escancaram os pro blemas de uma imprensa dominada pelo ^não-me-importismo'.hoje esta escastelado na maioria dos grandes veículos nacionais um punhado de homens desfibrados e indiferentes, que aceitaram a tarefa de policiar a abertura. São os pequenos Hitlers, como alguém já os_classificou, impostos para controlar os processos de Nuremberr. Não e por acaso que Tristão de Athayde foi recentemente vítima da perfídia de uma reportagem sobre 'patrulha ideológica', sem que nenhuma voz se levantasse para defendê-lo. Não será surpresa se a resistência deste bravo lutador ao arbítrio dos donos do poder ficar nas páginas que deveriam abrir-se para apoiá-lo. Está em marcha uma 'conspiração do silêncio, orquestrada ou espontânea, mas sempre eficiente, visando acolchoar os conflitos cruciais da sociedade brasileira e que transcendem a pendência entre militares e ':ivis". BACHARÉIS EM RP: ASSOCIAÇÃO PAULISTA TEM NOVA DIRETORIA Em assembléia geral realizada no dia 5 de maio, a Associação Paulista dos Bacharéis em Relações Públicas elegeu sua nova direto ria, assim constituída: Flávio R.Lotufo (gresidente), Ernesto LTno (vice), Leonor Ferreira (l 9 sec), Renée Mostaço (2 9 sec), Ademir Rodrigues (l 9 tes. e Elias F.de Carvalho (2 9 tes.). SEMINÁRIO DA UNESCO PEDE MAIOR PROTEÇÃO AOS JORNALISTAS Em seminário realizado a portas fechadas em Paris, no mês de maio, o Grupo Mac Bride, organismo internacional criado pela UNESCO para o estudo dos problemas de comunicação, decidiu que os jornalistas devem ter direitos especiais capazes de protegerem e assegu ram s"a integridade profissional. Os delegados presentes ao

12 seminário conccrdaran que os direitos do jornalista não devem ser anulados mesmo se o profissional for culpado de informar de forma injusta ou destorcida ou se net^ar a cumprir as rcrras de conduta; que os repórteres e corresponientes trabalhando em situações peri gosas precisam de proteção especial; e que a integridade profisst onal dos jornalistas deve ser salvaguardada e nem os governos nem os empregadores devem intervir na integridade profissional. ADI DEFENDE LIVRE EXPRESSÃO A Comissão Permanente da Luta pela Liberdade de Expressão promoveu entre os dias 18 e 20 de maio» no Rio, o I Encontro Nacional pela Liberdade de Expressão, com o objetivo de reunir diversos setores da atividade intelectual e artística contra a censura. O temãrio' do encontro foi dividido em três grupos principais de assuntos: ' 1) a conjuntura nacional, que discutiu "A Ideologia da Segurança' Nacional"; "As Reformas Políticas e suas Contradições" e "Liberda de de Expressão e Democracia"; 2) Organização, debatendo a situação da Comissão e a conjuntura nacional; 3) o desdobramento da lu ta pela liberdade de expressão e organização dia luta contra a cen sura em todo o País; 3) cultura brasileira, discutindo "A Produção Artístico-Cultural"; "Mercado de Trabalho" e Legislação Atual e as Brechas Legais". Desde o mês de abril a Comissão edita o jornal ' "Palavra Livre" para divulgar, analisar e debater a ação da censura na literatura, nos cine-clubes, nas artes plásticas, na imprensa e no teatro. 7. Serviço CONCURSO DE MONOGRAFIAS A FUNARTE está promovendo um concurso de monografias sobre a vida e a obra do artista plástico pernambucano Vicente do Rego Monteiro. O prêmio é de Cr$ ,00 e as inscrições vão ate o dia 31 de ou tubro. Informações: Rua Araújo Porto Alegre, 80 - Rio de Janeiro - RJ. CADASTRO DE FOTÕGRAFOS Através do seu Centro de Documentação e Pesquisa, a FUNARTE está ' preparando uma galeria permanente (a ser inaugurada em julho) dedj^ cada a fotografia brasileira e sul-americana. No momento, o CEDOP esta cadastrando os fotógrafos brasileiros, com vistas a seleção' de obras para aquela exposição e também para a futura inclusão de trabalhos fotográficos em edições que a FUNARTE pretende publicar. Os pedidos de formulários devem ser feitos a: Rua Araújo Porto Ale gre, 80 - Rio de Janeiro - RJ. FINANCIAMENTO DE TESES SOBRE ADMINISTRAÇÃO RURAL 0 Programa Paranaense de Treinamento de Executivos - PPTE esta a- nunciando um programa de apoio a teses que tratem de assuntos relacionados com administração rural paranaense, 0 apoio é da ordem de Cr$ ,00, sendo que a libertação dos recursos se farã em' quatro parcelas, a última das quais devera coincidir com o término do trabalho. A duração do programa é de um ano. As inscrições' devem ser feitas até o dia 30 de junho deste ano. Endereço: PPTE' - Av. Jaime Reis, Fone: , Curitiba - Paraná, CEP: ' PROJETO DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DO ENSINO SUPERIOR 0 PADES - Projeto de Apoio ao Jesenvolvimento do Ensino Superior - vem sendo mantido pela CAPES desde 1977, cor. o objetivo de incenti^ -12-

13 var: a) aperfeiçoainento da instrução; b) aperfeiçoamento da insti tuição como estrutura de ação organizada; c) aperfeiçoamento do T docente como profissional e como pessoa. Mais de uma dezena de ins_ tituições universitárias participa do projeto, realizando experiências no setor ue metodologia de ensino e promovendo cursos e seminários para o aperfeiçoamento do seu corpo docente. A coordenação geral funciona em Brasília, nc seguinte endereço: SAS-Quadra 6, lo^ te 4, bloco L, edifício ASCB - 6 Ç and. Informações telefônicas podem ser obtidas discando para: (061) , r: 27 e 29 ou (061) Eventos IX CONGRESSO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS - em Londres, no período ' de 15 a 19 de setembro"he 19 80, Promovido pelo Conselho Internaci onal de Arc;uivOs. Um dos temas a serem tratados será "Os arquivos e os meios de comunicação", coordenado por V. V. Khmelova (URSS). Informações: Arquivo Nacional - Praça da República, 26 - Rio de ' Janeiro - RJ. XI CONGRESSO DE LÍNGUA LITERATURA - no Rio Je Janeiro, no Perío do de 16 a 20 de ju?.ho de Informações: Rua Miguel Couto, 40, Rio.. I PAINEL DA COMUNICAÇÃO COM A INFÂNCIA BRASILEIRA - no Rio do Janeiro," no s~3tãs 3T~d.-? maio e 1 de junho, promoção da Editora Primor. O certame debatera literatura, cinema, teatro, música, televisão e historias em quadrinhos. Informações: Ed. Primor - Rua do Bispo, 71 - Rio de Janeiro, RJ, CEP: VI SALÃO DE HUMOR DE PIRACICABA - em Piracicaba (SP), no período ' de 18 de "gosto a 3 de setembro. Promoção da AGRAF e da Prefeitura Municipal de Piracicaba. Informações: AGRAF - Rua Augusta, São Paulo - SP. ENCONTRO LATINO-AMERICANO DE PUBLICIDADE - em Gramado (RS), no pe riodo de 20 a 2 2 de junho. Paralelamente, será realizado o Semiha rio de Propaganda/79. Informações: rua Cristóvão Colombo, 22 - P. Alegre - fone: gCONGRESSO DA UNIÃO INTERNACIONAL DE EDITORES - em Estocolmo, '. na Suécia, no período de 18 a' 22 de maio'de 19'.íO. A Câmara Brasileira do Livro vai participar do cortame, relatando o tema: "As ' grandes empresas estrangeiras como competidoras locais: problemas econômicos e preocupações culturais". III ENCONTRO PAULINO LATINO-AMERICANO - em Sãc Paulo,^no Período ' de 13 a 2 2 de julno de Toma central: Análise Crítica da Situação dos Meios de Comunicação Social. Informações: Pia Sociedade das Filhas de São Paulo - Rua Domingos de Morais, ' São Paulo - SP. SEMANA CULTURAL DA FACULDADE DE COMUNICAÇÃO - em São Bernardo do' Campo, no período de 27 a-31 de agosto de Trata-se de uma ' promoção anual da Faculdade de Comunicação do Instituto Metodista de Ensino Superior, destinada aos seus alunos e professores, mas' aberta também a participantes de instituições congêneres. Informa ções: Fac. de Comunicação de Metodista - Av. Sacramento, Rud ge Ramos, São Bernardo do Campo, SP, CEP:

14 9. Artes REVISTA FAZ BALANÇO DOS ANOS 60 Já esta circulando c primeiro numero de "Arte em Revista", editada pelo Centro de Estudos de Arte Contemporânea.Trata-se de uma^' publicação voltada para a analise das principais tendências artis ticas contemporâneas cujo primeiro numero publica importantes documentos que marcaram a cultura brasileira nos anos 60. Alem de_' artigos ja conhecidos de Paulo Emilio Salles Gomes ("Uma Situação Colonial") e de Glauber Rocha ("Uma Estética da Fome") a revista^pu blica uma espécie de balanço da literatura brasileira no inicio dos anos 70 de autoria de Antônio Cândido, textos de Anatol Rosen feld, Paulo Pontes, Oduvaldo Vianna Filho e Augusto Roal sobre tea tro e o "Anteprojeto do manifesto do CPC" õe Carlos Estevem^Martins. O exemplar de lançamento da revista e de fundamental importância para o entendimento do período que jã foi classificado como o mais rico em todos os setores de nossas manifestações culturais. Preço: Cr$ 130,00. NIEMEYER : ARQUITETURA PARA O POVO Alguns trechos da entrevista que o arquiteto Oscar Niemeyer deu ao jornal "0 Estado de São Paulo" (: publicado em 6/5) "Sou favorável a uma formação mais humanistica. Lendo, mesmo roman ces, se aprende muita coisa. Foi lendo Freud, Jacques Monod e Fran çois Jacob que comecei a dar mais valor a informação genética e a me fazer tolerante diante dos homens, certo de que muita coisa, boa e ruim, não são responsáveis. So tomando contato com o mundo em que vivemos, com a miséria e a discriminação, e que o arquiteto pode ^ sentir como ê importante sua tarefa. E isso leva-o a uma posição mais participante, consciente de que das reformas sociais depende^o conteúdo da sua profissão. Infelizmente nem sempre isso acontece. Preocupados apenas com a arquitetura, alguns ficam a margem da vida, alheios aos problemas que tanto interferem no seu trabalho^ Se você perguntar a 10 arquitetos o que pensam das favelas, 5 dirao^ com certeza que a solução é substituí-las por casas modernas, prefabricadas, extensíveis, etc. Esquecem-se de tratar do problema so ciai, do homem do campo que cansado de tanta exploração mvaue as cidades, nelas construindo perto do local de trabalho, o seu_peque no barraco. Não sabem que a idéia de casa operaria sempre foi tida como solução paternalista que procura parecer revolucionaria, e que todas as medidas protelatórias, parques operários, etc, visam apenas conter a revolta inevitável..." "Não digo que (a moderna arquitetura brasileira) nasce na Pampulhaj mas foi na Pampulha que ela se fez mais livre^e desenvolta,. como até hoje se apresenta. 0 importante para mim e que a Pampulha íoi ( a primeira contestação ao funcionalismo: o funcionalismo ortodoxo que imperava, impedindo qualquer concessão ou fantasia. (...) Duran te os tempos da Pampulha, ate Brasília, fui obrigado a dar explicações que detestava. Combatia o funcionalismo, mas sempre explicando que a liberdade plástica não excluía o bom funcionamento da arquitetura. E dava exemplos, explicando que as curvas de marquise do restaurante popular da Pampulha obrigavam as mesas ao ar livre e de pois, muito depois, que as cúpulas do Congresso da Nova Capital se adaptavam as conveniências internas de visibilidade, etc. Um dia re solvi assumir-me, como se diz por aí, e como o assunto me interessava nele mo detive um POUCO mais, escrevendo um pequeno livro 'A forma na arquitetura". Nele (...) deixo claro meu pensamento_que. se resume nesta frase: "Toda forma que cria beleza tem uma função" -14-

15 "Arquitetura feita para o povo não existe num país onde ao pobre ' falta dinheiro até para comer. Arquitetura popular, arquitetura so ciai, etc, são frases que aqui ninruem pode levar a serio. Nas cicla des brasileiras o pobre so tem uma alternativa: construir na favela o se barraco. E depois lutar para ficar, porque os parques proletários são muito piores. São horríveis. E repito: se algum arquiteto se comover com a miséria, a solução não esta na prancheta, mas nos movimentos progressistas capazes de modificar a sociedade. A burgue sia não está interessada nos problemas da classe operária." "Um dia escrevi este pequeno texto: "Não e a linha reta que me a - trai, dura, inflexível, criada pelo homem. 0 que me atrai e a curva leve e sensual, a curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas nuvens do ceu, no corpo da mulher amada. De curvas e feito todo o universo. 0 universo^curvo^de Einstein. (...) A curva não é uma obsessão. Muitas vezes é o próprio concreto que as insinua. Se você tem um espaço grande a vencer, a curva ê o caminho indicado, e ela permite uma forma mais^le ve, como que solta no ar. Por que temer a curva, se o universo ê T todo feito de curvas? Se a sabemos criar, estruturando-a, esbelta, feita de curvas e retas? Mas nem^todos sabem lidar com a curva e a fazer vulgar e desfibrada. Como é difícil a arquitetura mais leve' que preferimos I " PRAÇA DA, PRAÇA DAS ESCULTURAS É o antigo e generalizado anseio de integração das artes no esuaço urbano: a Prefeitura Municipal de São Paulo montou uma exposição permanente de esculturas contemporâneas na Praça da Se - estação do metrô e marco zero da cidade que comemorou 425 anos. As peças,' fixadas estrategicamente, formam o Passeio das Artes - um museu em praça publica, de caráter permanente e fixo, que enseja uma também permanente e viva polêmica entre a arte e a sociedade. Para executar o projeto, uma comissão de arquitetos e críticos de arte - a mesma que escolheu as obras e os artistas - concebeu o espaço da ' Sé como um suporte plástico em que as obras de arte nele inseridas não deveriam entrar em atrito com o conjunto. PORTELLA : BRASÍLIA DEVE SER UM CENTRO CULTURAL Em fevereiro, a imprensa divulgava que o Ministro da Educação e ' Cultura queria fazer de Brasília um centro cultural. A possibilidade de que isso se transforme em realidade não ê absurda. Pela primeira vez, depois de 15 anos, esse^ministêrio, que já teve um' Capanema e um Darcy Ribeiro, possui, a sua frente, um intelectual. Na época desse último, que dirigia a Fundação Cultural de Brasília era um poeta, Ferreira Gullar. Eduardo Portella tem uma formação literária e filosófica. A Função de um Ministro e de sua assessoria não é correlata aos textos que' escrevem nem aos livros que lêem. Mas, ao menos, a expectativa em' Brasília é que algo mude e, consequentemente, a Capital Federal po sa, no nível das artes plásticas, acompanhar o desejo modernizante que é a marca da cidade. 10. Comunicação Popular "CULTURA DE BOCA-A-BOCA" : FENÔMENO TÍPICO DE SÃO BERNARDO DO CAMPO? Na edição n» 125 da revista "Isto c" (16/5/79), Ricardo Kotscho, ' prêmio esse de reportagem pelo seu trabalho sobre as mordomias em' Brasília, publica uma matéria sobre os tra^osculturais se São Bernardo do Campo. De cidadezinha agrícola, Sao Bernardo transformou- -se em poucos anos gigantesca p Io industrial. Sua população, antes constituída predominantemente por descendentes de italianos, hoje e -15-

16 formada por migrantes nordestinos, atraídos pelas oportunidades ' ocupacionais da industria automobilística ali implantada. As aten ções nacionais estiveram voltadas para aquela cidade durante os ul^ timos episódios das greves âos metalúrgicos, havendo uma indagação sobre as peculiaridades de São Bernardo e sobre as condições que ' forjaram o pujante movimento operário ali emergente. Kotscho aponta um fenômeno cultural típico, que ali se^dèlineia, a "cultura de boca-aboca", talvez um embrião de uma 'possível cultura operaria ' com matizes efetivamente brasileiros. Eis o seu relato sobre a ' questão: "Que diabo ê essa São Bernardo encravada no Brasil, ao sul de São Paulo, tão diferente de todos os padrões vigentes, que faz' suas próprias leis - devem-se perguntar os senhores do governo de' Brasília. Desde a sua posse, alias, eles não devem ter^feito outra coisa. Tenho ido a São Bernardo quase diariamente nos ultimes três meses e cada vez sinto maior dificuldade para entendê-la. Imagino, então, qual não serã a dificuldade para administrar as suas crises a partir de Brasília - jâ nem falo do governo de São Paulo, que sim^ plesmente inexiste para São Bernardo. Dono de circo, por exemplo, ja sabe que nem adianta ir lã. São Bernardo, essa São Bernardo industrial de pos-guerra, nunca deu publico para circo. Não ha palhaço^ que os faça achar graça, esses peões que so gostam de rodeio. Time' de futebol não tem jeito de emplacar, nunca conseguiram colocar um na divisão especial do campeonato paulista. (4..) Não e^so com ps 1 times de futebol que acontece isso. São Bernardo tem três jornais^ (FOLHA, GAZETA e A VANGUARDA), com uma esquálida tiragem, e uma radio (Diário do Grande ABCJ que quase ninguem^na cidade ouve. E que os temas locais, a briga dos vereadores na Câmara, os almoços, ani versârios e bodas de prata, tudo isso parece fora de tempo^para Sao Bernardo. 0 que mais se lê mesmo e a Tribuna Metalúrgica (órgão ofi ciai do sindicato e, por isso, temporariamente suspenso e substitui do pelo ABCD Jornal). Mas, se os jornais de fora não vendem mais a- qui do que em outros lugares, se-'à imprensa: local e inexpressiva e a televisão que se vê e a mesma TV Globo do resto do pais, como ex plicar então o incrível grau de conscientização desta classe operaria de São Bernardo do Campo? Se alguém se der ao trabalho de sair ã noite pele bairro de Puliceia, Taboão, Vila Vivaldi, Baeta Neves, ou mesmo andar pela Praça Lauro Gomes, no centro, vera, em primeiro lugar, que em Sao Bernardo há foüting> Sim, e daí? Isso prova alguma coisa? Bem,as pessoas também nao estão nos cinemas, cada vez mais vazios e decadentes, nem mesmo no parque de diversões da Avenida Faria Lima. Os bares fecham cedo suas portas. Onde estarão todos escon didos? Ha luzes acesas nos salões paroquiais, em alguns barracões de favela, nos clubes, nas sociedades amigos de bairro. E ha gente lã dentre. As pessoas estão^ali dentro discutindo seus problemas: condições de trabalho nas fábricas, falta d'água na rua, custo de vida, coleta de lixo, briga de vizinhos, salários, educação dos fi-^ lhos. 0 tal do diálogo como remédio para todos os males^nacionais há muito que vem sendo empregado aqui. Geralmente ligados a Igreja (pa toralde periferia, pastoral operária), essas as ociações de moradores constituem na verdade a base dos sindicatos e o núcleo da "cultura boca-a-boca", que leva a essa misteriosa conscientização dos operários do ABC (...). Na saída dos operários da Ford, as cinco da tarde de quarta-feira, um repórter de televisão quis saber como tinha começado a greve branca, que paralisou a fábrica as dez da manhã. 0 operário, mulato forte, com os cadernos da escola noturna debaixo do braço, deu um sorriso - Olha,moço, para di zer a verdade começou já faz uns cinco meses, com as nossas reuniões no bairro, depois o sindicato... Hoje eles descontaram os dias parados da greve e nos desligamos as máquinas. 0 que c que nos ficamos fazendo? Na da, ficamos conversando sobre o que pode acontecer no país agora "

17 CORDEL: MEIO DE COMUNICAÇÃO NO NORDESTE A "Revista do Arquivo Municipal" de São Paulo, no volume 188, referente a jan-dez de e qu circulou em inz de 1977, publica in tecralmente a tese cie pós-graduação que Maria Marta Guerra HusseinT defendeu no Instituto Francês de Ciências da Informação (antigo Ins tituto Francês de Imprensa), vinculado ã Universidade de Paris. Com esse trabalho, cujo título e "Literatura de cordel enquantc meio de comunicação no Nordeste", a autora concorreu e ganhou o orimeiro lu gar do concurso Mario de Andrade, instituído,'ela Prefeitura paulis_ tana. LITERATURA DE CORDEL F SOCIEDADE DE MASSA A expressão "literatura de cordel" e contestada pelo sociólogo Seba tião Vila Nova, em trabalho apresentado na revista Folclore, edita " da pelo Instituto Joaquim Nabucc de Pesquisas Sociais, Partindo de uma analise histórica da expressão, que segundo os dicionários da lingua portuguesa significa "de pouco ou nenhum valor literário, como o das brochuras penduradas em cordel nas bancas dos jornaleiros" (Prado e Silva, Adalberto - Novo Picionãrio Brasileiro Melhoramentos" vols.3 ed.revista. Melhoramentos, São Paulo), Vila Nova procura mostrar que o valor do "folheto", como os seus habituais leitores preferem chamar, ê menosprezado e relegado a segundo plano, por aqueles que sõ se preocupam com a chamada literatura eli_ tista, ou seja a literatura de livros e livrarias, onde os mesmos ostentariam uma posição superior. No entanto, e ainda Sebastião Vila Nova quem fala, a atual situação, com modificações nos valores e nos costumes, esta levando a sociedade de massas a um novo tipo de consumo e o livro tradicional esta assumindo o papel antes reser vado a literatura popular, ao "folheto" sendo consumida come material de farmácias, supermercados e expostas em cordel, deixando a afirmação que em todas as épocas, a literatura da não elite, sempre foi considerada uma literatura inferior pelas classes dominan tes, que hoje também criticam os "best-seller". as revistas em quadrinhos ou o romance policial. MUSICA: CULTURA DO POVO COMO FATOR DE LIBERTAÇÃO EM MOÇAMBIQUE A cultura popular, a manutenção das tradições populares e, principalmente, a música, -são analisadas por José Celso Martinez Correia em depoimento ao Jornal Movimento (n? 202, maio/79), quando relata a sua experiência em Moçambique, como os povos se preparam para vencer o dominador português e da importância da música, utilizada para transformar o comportamento e como veículo de comunicação, jã que o país não dispunha de emissoras de radie que cobrissem seu território e grande parte da população era composta de analfabetos. Ze Ce^L so aproveita para criticar a falta de apoio ã cultura popular no Dra sil, citando exemplos dos custos para montagem de óperas e a falta de verbas para o teatro do povo. Também a televisão mereceu críticas do diretor de "2 5", que mostrou existirem outros interesses, que impedem o acesso do povo brasileiro a sua real cultura. 11. Tecnologia TV BIREDICIONAL NO JAPÃO 0 governo japonês está patrocinando um programa experimental para a viabilização de um sistema biredicional de TV, que oermita aos telespectadores comunicarem-se diretamente com os estúdios. Essa tentativa_visa reimplantar no japão o senso comunitário que foi uma das tradições nacionais. O funcionamento do sistema c operacionalizado

18 através da ligação entre o receptor de TV e um computador localiza do no estúdio, através de um cabo coaxial* 0 telespectador, aperta um botão no seu aparelho e obtém imediatamente a exibição cie programas da sua preferencia. Esse sistjma atribui ênfase aos rrorramas oue valorizam as atividades locaisi CORREIO ELETRÔNICO Uma empresa eletrônica de Stuttgart, na Alemanha, esta avaliando a possibilidade de comercializar um sistema de correio eletrônico. Es^ se sistema consiste na transmissão eletrônica de cartas, notas ou quaisquer outros dados, combinando a eficiência de uma fotocópia dora com a^rapidez do telex4 Para tornar viável o sistema ê -oreciso que os usuários disponham de aparelhos transmissores e receptores. Inicialmente serã tentada a implantação em firmas comerciais, que contam com grande volume de correspondência. Mas a meta final ê conseguir desenvolver instrumentos que permitam a sua pcrmlarização, sendo colocados ao alcance do cidadão comum, como jã ocorre com o telefone. 12. Noticiário Geral PENSAMENTO PIRATA: TENDÊNCIA DA PRODUÇÃO INTELECTUAL CONTEMPORÂNEA Um dos livros que provocando grande repercussão na França - La Second Main ou Le Travai 1 de Ia Citation, escrito pelo engenheiro Antoine Compagnont diz que citar ou plagiar ê uma tendência verificada no intelectual moderno. Esse fenômeno ele rotula de "pensamento pirata" e esclarece que e "filho legítimo da universidade". Escrever hoje ê reescrever. Ê colocíír entre aspas afirmações ou pensamentos de autoridades respeitáveis. As teses universitárias, desenvolvidas a partir de uma idéia de outra pessoa, deixam de ser criações originais". Esboçando uma teoria da citação como fundamen to e pratica de toda a literatura, Compagnon esclarece c]ue esse fato deriva da necessidade de o escritor se abrigar atras de uma autoridade, utilizando-se da citação como de um guarda-chuva. LIMITAÇÕES AO TRABALHO DOS JORNALISTAS ESTRANGEIROS NA ALEMANHA ORIENTAL A partir do domingo de Páscoa, os jornalistas estrangeiros que trabalham na Republica Democrática da Alemanha^ terão que seguir novos regulamentos, que impõem varias limitações ao exercício profissional. As principais restrições são as seguintes: todo jornalista estrangeiro que quiser viajar dentro do país terã que pecir permissão especial, com 24 horas de antecedência. Também é necessário pe dir permissão especial para realizar entrevistas de rua. Segundo Assis Mendonça, repórter especial de "0 Estado de São Paulo' :, em comentário publicado em 29/04/79, os jornalistas mais visados são principalmente os das televisões da Alemanha Ocidental, que têm gran de audiência na Alemanha Oriental. As enquetes de ruas, por exemplo, são encaradas pelas autoridades orientais como tentativas de estimu lar vozes discordantes, utilizando a televisão^ A saída a que recorrerão os correspondentes estrangeiros será, sem dúvida alguma, a busca de contactos sigilosos e muitas vezes anônimos, contra os quais não existem medidas eficazes. COMUNICAÇÃO NO SÉCULO XX: CONGRESSO NOS USA Um importante congresso sobre comunicação acaba de se realizar na Universidade de Ohio, nos USA. Trata-se do certame mundial sobre "Comunicação no Século XXI", que ocorreu no período de 28 de abril

19 a 4 de maio. Os principais temas analisados foram: liberdade de imprensa e cobertura dos eventos mundiais; novas estratégias e estruturas para a projeção dos USA e sua política externa no mundo^efeitos da nova tecnologia no fluxc das comunicações globais; tendências da legislação internacional de comunicação; controle da transferência de cultura através da informação e do intercâmbio cultural. Os interes^ sados em obter documentos e informações do congresso podem se dirigir ao Dr. Drew hcdaniel - General Chairman, Communication Week, College' of Communication, Ohio University, Athens, Ohio , USA. Outro con gresso, tratando de problemática bem próxima, foi realizado no períoclo de 22 a 24 de março, em Fhiladelphia. Tratou-se da "Terceira Conferên cia sobre Cultura e Comunicação", promovida pelo Departamento de Antro pologia da Temple Universityl Esse encontre teve como tena central a análise das relações entre a comunicação de massa e os sistemas e estruturas sociais. Os sub-temas incluídos na pauta da reunião foram: ' Meios de Comunicação Intercultural; Os Media e a Interação Interpesso ai; Tecnologia e Sociedade; Instituições; Industria c Conteudo^dos Me dia; Teoria; Ensino e Peáquisa; Para obter tnaterial referente a confe rência, os interessados podem escrever para: Dri Richard Chalfen - De pt. of Anthropology, Temple University, Philadelphia, Pa , USA. 3EDE DIAEO, TEMA DE LIVRO O jornalista Antônio Paulo Pavone acredita que oj'bebê Diabo" (criação jornalística do Diario"Notícias Populares") não e apenas um recurso da imprensa sensacionalista, mas "um demônio do subdesenvolvimento". Para provar isso, lançou recentemente pela Editora Soma um estudo, com o ttulo do fenômeno, onde pretende analisar as origens dessa manifestação, suas raízes econômicas e políticas. Em sua opinião, a criação do "Bebê Diabo" está antes ligada as necessidades de uma população caren te e crédula, com fê em fenômenos para-normais. NÃO SE ENSINA LÍNGUA ESTRANGEIRA PELA TV Esteve em São Paulo, cm maio, o diretor da Radio-Televisão de Munique (na Alemanha). Walte^- Flemmer, que ministrou uma serie de palestras ' sobre s possibilidades e limites da educação e instrução pela TV. Um do s aspectos analisados pelo comunicador alemão foi o ensino de línguas estrangeiras pela televisão. Na sua opinião, a TV serve^apenas como.' instrumento complementar para o aprendizado formal de língua estrangei^ ra, mostrando o país do qual pertence o idioma e criando uma situação tão viva que manterá desperto o interesse do aluno. Alem disso, a TV pode estimular o aprendizado da língua, através das letras de canções apresentadas, o que transforma o processe de aprendizagem num agradável entretenimento. PATRULHAS IDEOLÓGICAS OU NOSTÁLGICA INQUISITORIAL? Em comenl ner most: s a de uma Gilberto Freyre, por exemplo, reclamava da sabotagem que sofria nos jornais da cadeia associada, acusando os "comunistas que lá estavam infiltrados". Diz Weiner: "Como se vê, a hoje dominante presença de 'patrulhas ideológicas' na imprensa brasileira e a coisa muito antiga. Uns são por ela afetados, outros não. Faça-se honra neste sentido ao sr. Roberto Marinho, dono de O Globo, o mais insuspeito dos homens de direita no Brasil. Roberto nunca permitiu que em seu jornal prevalescesse outro critério senão o profissional. Em 1945,, pouco depois da a nistia, ele reconduzia ao lugar de redator-chefe de O Globo o jornalts ta Pedro Mota Lima, Importante líder comunista, mais tarde tragicamen te morto num desastre de avião na Bulgária. Roberto sempre resistiu a todas as pressões, o cue fez qu, constituísse uma das mais fieis equi pes que um jornal já formara no Brasil. Esses dois episódios podemser vir de advertência ao? profissionais que se deixaram envolver passionalmente pelo debate nascido da já famosa denúncia de Caca Diegues. Este comentarista, que conhece o grande cineasta brasileiro desde sua -19-

20 adolescência, tem certeza de que sua frase não tinha intenções prove) cativas. (...) Infelizmente, entretanto, a expressão de Caca, 'patru lhas ideológicas', acabou por tomar proporções certamente acima das intenções do autor da crase. L eis que caímos numa espécie de macartismo de face dupla: a esquerda, como ã direita, o patrulhismo começou a servir a vinganças pessoais, frustrações profissionais, e até' mesmo chantagens. Sem falar no aventurismo de alguns pobres diabos ' que, de posse de um pequeno espaço em qualquer jornal, origiram-se ' em juizes do mundo". MEC ALTERA NORMAS PARA CONTRATAÇÃO DE PROFESSORES A polícia de contratação de professores para as universidades devera, nagestão^do ministro Eduardo Portella, sofrer uma alteração significa tiva: a ênfase, segundo os porta-vozes oficiais, devera recair doravante no desempenho profissional e não mais nos diplomas e títulos va riados que porventura o candidato possuir. Para o ministro, o perfil profissional do professor deve predominar sobre a titulação porque ' houve uma proliferação real de títulos e diplomas por todo o Brasil, o que gerou uma pressão no mercado de trabalho ouo se processou, justamente, "via diploma e não via desempenho". 0 ministro explicou que~ o MEC poderá contratar professores que não tenham título PHD mas que* revelam um excelente desempenho profissional. E criticou os "duvidosos" PHD: o título passou a dirigir mitologicamente a universidade ' brasileira, As universidades estrangeiras não conseguiram uniformizar todos os títulos de põs-graduação, e isso provocou diferenças que, em último caso, diferenciam os títulos: "Temos, nos Estados Unidos, universidades que ministra uma põs-graduação indiscutível, como a Harvard, enquanto outras ministram uma põs-graduação sofrível, como a nos_ sa incipiente põs-graduação". Contratar apenas pelo título foi, para ó Ministro, um gerador da queda de qualidade do ensino Comentário A UNESCO E AS POLÍTICAS DE COMUNICAÇÃO Apesar da intensa oposição das empresas jornalísticas e de algumas ' entidades norte/americanas e cada vez mais abrangente o movimento dos países do terceiro mundo em torno da criação de uma política nacional de comunicação voltada para seus interesses e suas realidades e da ' criação de agências noticiosas que, com a mesma finalidade, rompem o verdadeiro monopólio estabelecido pelas apências particulares interna cionais (UPI, AFP, FP, etc). Três notícias a esse respeito, surgidas com muito pouco destaque na imprensa paulista recentemente, dão uma i deia de amplitude do fenômeno: depois de 13 anos de desentendimentos, no ultimo dia 8 de maio,, representantes dos países africanos reunidos em Addis Abeba decidiram pela criação de uma^agência de Notícias Pan- Africana (ANPA), cujo principal objetivo serã o de "por fim ao monopólio estrangeiro das notícias provenientes da África", ao mesmo tempo, duas organizações jornalísticas norte/americanas criticavam um re latorio provisório elaborado por uma comissão da UNESCO sobre o modo pelo qual as nações recebem e transmitem notícias. 0 relatório, fruto do trabalho de uma comissão criada pela entidade em 1976 para estu. dar os problemas mundiais de comunicação, acabou por propor a criação de "uma nova ordem de informação mundial" para a qual, em defesa de' um maior equilíbrio de informações, órgãos governamentais ou intergovernamentais, assumiram o controle da imprensa através de conselhos ' ou códigos que garantissem os interesses dos países do terceiro mundo no fluxo internacional de informações; por outro lado, e^ã semelhança do que já afirmou o jornal "0 Estado de São Paulo", o^diario_argentino "La Nacion" manifestou-se radicalmente contrário a criação da "Agência Latino/Americana de Serviços Especiais de Informação" patrocinada pela UNESCO, atribuindo a iniciativa a "ideologia marxistoide"^' da entidade que nada mais seria do que um fator de penetração ideológica no mundo ocidental

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