Comil apresenta seu modelo DD

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1 Internacional Volvo apresenta seu protótipo do futuro Transporte urbano O Routemaster geração século 21 Brasil terá novos ônibus a hidrogênio Ano 2 - número 10 - janeiro/fevereiro Comil apresenta seu modelo DD Pássaro Marron renova a frota e a identidade visual em sua nova fase Rio de Janeiro adota de forma positiva as faixas exclusivas para ônibus Transporte paulistano Programa Ecofrota recebe ônibus Encarroçadora NeoStar fará ônibus completos

2 Integrando Soluções Inteligentes em Sistemas de Tração Elétrica no Transporte de Passageiros A Iluminatti Tecnologia é uma empresa genuinamente brasileira com foco em Integração de sistemas de tração elétrica para o transporte de passageiros. Nossos projetos e integrações garantem um transporte sem emissões de poluentes, confortável, economicamente viável e confiável. Trabalhamos para atender a qualquer demanda de transporte de passageiros para grandes, médias e pequenas cidades com sistemas de : Trólebus Convencionais; Trólebus Autônomo que dispensa a rede aérea; Ônibus Híbridos (Diesel/Elétrico ou Etanol/Elétrico) Atendemos também o sistema metro-ferroviário com projetos e montagens de equipamentos elétricos especiais como conversores para alimentação dos sistemas auxiliares de trens. Executa-se também serviços de elétrica e eletrônica em carrocerias para ônibus rodoviário. Serviço autorizado Marcopolo. Para mais detalhes de toda grade de nossos serviços visite o nosso site: Iluminatti Tecnologia Novo endereço - Av. Teresa Cristina, 134 Vila Monumento - São Paulo - SP CEP Fone/Fax:

3 Opinião 3 O exemplo do Rio O tratamento prioritário dado aos ônibus urbanos pelo Governo Municipal do Rio de Janeiro tem surtido efeito positivo para a mobilidade coletiva da Cidade Maravilhosa. Caracterizada por uma diversidade topográfica em que os morros ladeiam a faixa plana (e espremem-na em direção ao mar) onde está localizada a maior parte de sua infraestrutura urbana, as condições bem peculiares não lhe permitem mais implantar grandes corredores de transportes sem que haja uma ampla transformação e altere totalmente a vida dos cariocas. Enquanto isso não acontece e em defesa da busca por soluções que resolvam um dos principais problemas que afetam as grandes cidades brasileiras a deficiência da mobilidade a cidade utilizou de um atributo que já era conhecido no meio do transporte, porém com operacionalidade questionada em muitos lugares a faixa exclusiva para os ônibus. A municipalidade carioca lançou mão de medidas simples em ações de engenharia de tráfego (com baixo impacto na estrutura e com investimento bem aquém de sistemas mais complexos), com a implantação de faixas exclusivas para os ônibus no fluxo junto às calçadas, o que beneficiou a maior fluidez do transporte coletivo. Tal medida gerou resultado rápido em função da fiscalização ostensiva e a participação importante do empresariado que entendeu a necessidade e logo sentiu os efeitos positivos na operação. A tendência, que recebeu o nome de BRS (Bus Rapid Service), teve início em fevereiro de 2011 na região do bairro de Copacabana e racionalizou o número de linhas, reduziu a frota circulante e conseqüentemente a poluição local, permitiu um ganho na velocidade comercial dos ônibus (o que reduziu o tempo das viagens), promoveu maior informação ao sistema e layout próprio à operação e aos poucos está trocando o perfil dos veículos utilizados nesse tipo de sistema, com a adoção de modelos com maior modernidade embarcada (motorização traseira, piso baixo e suspensão pneumática). Hoje, as faixas exclusivas alcançam uma extensão que ultrapassa os 21 km e outras regiões da cidade, com impactos positivos e desempenho satisfatório em toda a operação, aos usuários dos serviços de transporte e moradores do entorno. O exemplo do Rio cabe muito bem às grandes manchas urbanas do Brasil. Vontade política e continuidade nas operações dos BRS são fundamentais. Resta-nos saber se essa inteligente medida terá sua contínua evolução ao longo dos anos. Antonio Ferro Editor Número 10 Ano 2 Redação Editor - Antonio Ferro Jornalista responsável: Luiz Neto MTB /134/59-SP Contato Rua José Ignácio, 126 centro Atibaia SP CEP Telefones Administração web FrameSet Inteligência Online Circulação eletrônica - Fevereiro / 2012

4 Índice 4 Comil entra no segmento de carroçarias com dois pavimentos 08 Comil apresenta seu modelo DD 08 Neobus se associa com a Navistar 11 Pássaro Marron em nova fase 12 Um ano do BRS carioca 14 Ecofrota recebe novos ônibus 18 Novos ônibus a hidrogênio 22 Volvo mostra seu ônibus do amanhã 24 O Routemaster do século Nostalgia - ônibus articulados 29 Seções Expediente - 03 Rápidas - 05 Ponto de vista - 17 Fotos Capa - Divulgação / Comil Ônibus e Arquivo Revista AutoBus

5 Divulgação / Busscar Divulgação Foto - Divulgação / Mercedes-Benz Foto - Divulgação / Volvo LA Rápidas 5 Transoeste carioca escolhe seus ônibus articulados O primeiro corredor exclusivo para ônibus do Rio de Janeiro já escolheu os primeiros veículos que irão rodar por ele. Os chassis serão da marca Mercedes-Benz, modelo O500 MA, adquiridos pela Auto Viação Jabour e Expresso Pégaso (47 e 40 unidades respectivamente), futuras operadoras no corredor. Os novos veículos contam com transmissão automática ZF e 47 deles terão carroçarias Marcopolo. A fabricante dos chassis informou estar apoiando os clientes para a utilização dos seus modelos articulados 2012 na operação do BRT. Em sua unidade de Campinas (SP), foram feitas uma série de apresentações sobre os chassis, que virão dotados da tecnologia BlueTec 5, para os profissionais de condução e manutenção das empresas que serão responsáveis pela operação no corredor. O objetivo é prestar assistência e promover a familiarização dos ônibus para quem tem a rotina diária dos serviços, ou seja, os motoristas e o pessoal da manutenção, assegurando confiabilidade e desempenho. Volvo comemora 10 anos de Powertrian A Volvo do Brasil está celebrando 10 anos de sua divisão de Powertrain no Brasil. O setor engloba toda a cadeia produtiva, desde o desenvolvimento até o controle de qualidade dos produtos fabricados no País (componentes vitais para os caminhões e ônibus, como o motor e as caixas de câmbio, itens responsáveis por garantir a eficiência do veículo). Segundo a montadora, sua unidade brasileira foi a primeira do Grupo Volvo em todo o mundo a alcançar a certificação internacional de excelência operacional. Em 2009, a divisão conquistou o nível bronze da WCMA (World Class Manufacturing Association). Em Curitiba trabalham 450 colaboradores na linha de produção de Powertrain. Atualmente, a planta é independente e atua como um player mundial, produzindo motores para as linhas F e VM de caminhões e para toda a linha de ônibus da marca e ainda a transmissão automatizada I- Shift. Mobilidade TV é o novo meio de comunicação da Fetranspor Com um projeto que visa proporcionar o que há de mais moderno e atual em termos de conteúdo, com um leque bem variado em notícias direcionadas ao mundo do transporte, a Fetranspor apresentou recentemente o seu canal de TV via internet Mobilidade TV. Com programação 24 horas no ar distribuída em três canais - Institucional, Sindicatos e Empresas e Ações Educacionais - o novo canal quer levar conhecimento e informações relacionados às principais ações desenvolvidas e praticadas para um melhor sistema de transporte coletivo feito pelo ônibus. P a r a m a i o r e s d e t a l h e s, a c e s s e Busscar entrega Double Decker A Auto Viação Venâncio Aires (VIASUL), da cidade gaúcha de Venâncio Aires, recebeu recentemente seu mais novo ônibus rodoviário com dois pavimentos. Produzido pela encarroçadora catarinense Busscar, o modelo Panorâmico DD com 14 metros de comprimento, sobre chassi Scania K380 (8x2). O novo veículo tem 44 poltronas leito turismo no piso superior e nove leito Super Pullman no inferior, sistema de som e vídeo, quatro monitores de LCD de 15 polegadas, bar, geladeira e cafeteira, além de calefação e ar-condicionado incorporados ao serviço Double Confort.

6 Volgren Secretaria Municipal de Obras / RJ Metrobús Rápidas 6 Neobus expande seus mercados A carroçaria urbana Mega BRT, produzida pela encarroçadora Neobus, teve o seu primeiro reconhecimento internacional com o envio de 50 unidades do modelo, com chassis Volvo 290R, para o Transantiago, sistema de transporte coletivo da capital chilena. Adquiridos pelo Grupo Veolia, os novos ônibus possuem 12,8 metros de comprimento, piso baixo e irão operar em seis comunidade da região norte de Santiago, beneficiando mais de 166 mil passageiros por dia. A modernidade das linhas externas da carroçaria e a tecnologia aplicada, através do Multiplex, chamaram a atenção dos gestores e transportadores daquele sistema. Produzido pela empresa gaúcha Dimelthoz, o sistema Multiplex é uma ferramenta eletrônica de controle de várias funções da carroçaria, proporcionando muitos benefícios operacionais, como a redução do cabeamento (em até 80% dependendo do projeto e configuração); auto diagnóstico de falhas; proteção e integração dos principais sistemas do veículo e a presença do computador de bordo que monitora a rotação do motor, a velocidade do ônibus, o tempo e os registros da força G lateral, longitudinal e vertical. Outro detalhe do computador de bordo é que ele possui o anunciador de voz, alertando o motorista, via alto-falante, sobre sua condução inadequada (como manobras bruscas, aceleração excessiva), além de informar aos passageiros sobre as paradas instaladas ao longo do trajeto das linhas urbanas e o controle dos itinerários eletrônicos. Metrobús fatura com seu sistema A venda de créditos de carbono, enquadrada no regime do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (dispositivo criado pelo Protocolo de Kioto), tem sido uma ferramenta muito interessante ao sistema de ônibus Bus Rapid Transit da Cidade do México. Desde 2005, o Metrobús tem atraído recursos internacionais com as vendas de tais créditos, fato que já lhe rendeu mais de 845 mil Euros - até obtidos do Fundo Espanhol de Carbono através do Banco Mundial. Outro detalhe é que o sistema contribuiu com uma redução de mais de 200 mil toneladas nas emissões de CO2 no ambiente da capital mexicana. Seus três corredores (um quarto está sendo construído) são responsáveis pelo transporte de 620 mil pessoas diariamente em uma rede com 67 quilômetros de cobertura. Sua frota de ônibus é composta por modelos articulados e biarticulados (com propulsores Euro 3, 4 e 5), o que garante maior capacidade no transporte coletivo da cidade. Todo o valor recebido com a comercialização dos créditos é aplicado no desenvolvimento de projetos limpos dentro do sistema. Marcopolo na Austrália Ampliando sua atuação mundial, a Marcopolo adquiriu 75% de participação da Volgren Australia Pty. Limited, fabricante de ônibus sediada na cidade de Melbourne. O negócio com a empresa australiana envolveu um desembolso de A$ 52 milhões de dólares australianos (R$ 96 milhões) e ajustes relativos ao desempenho da companhia com base no EBITDA dos próximos três anos. A Volgren é a maior encarroçadora de ônibus naquele país, produzindo 698 unidades entre junho de 2010 e julho de Possui mais de 560 funcionários e é especializada na produção de ônibus urbano, detendo a tecnologia de produção de carrocerias integrais em alumínio, o que proporciona a redução de peso e é totalmente reciclável.

7 Viação Garcia Jorge dos Santos / Fetranspor Rápidas 7 Cariocas escolhem Ligeirão para os BRT`s Ligeirão foi o nome adotado para batizar oficialmente os veículos que irão operar nos corredores exclusivos de ônibus (BRT - Bus Rapid Transit) em construção na cidade do Rio de Janeiro. O nome escolhido, após uma consulta popular feita pelo jornal carioca Extra (onde recebeu mais de 60 mil votos), veio a substituir o termo Expresso Carioca que liderava o certame, mas que não pode ser aproveitado em virtude de uma similaridade adotada por uma empresa mineira. No batidão do funk carioca que viu com bons olhos a preferência pelo cognome, a designação Ligeirão não é uma originalidade no setor de transporte público. Curitiba (PR) já havia optado pelo apelido desde o ano passado para seus modelos biarticulados azuis que rodam nas canaletas exclusivas. Os ônibus articulados que rodarão pelo primeiro corredor do Rio de Janeiro, o Transoeste, terão características singulares, como telas de TV LCD, rádio, sistema de monitoramento por cãmeras do salão de passageiros, transmissão automática e computador de bordo. Novos ônibus e conscientização A Viação Garcia, de Londrina (PR), colocou em operação uma nova frota de ônibus para atender a alta demanda de passageiros no período que compreende as festas de final de ano e as férias de janeiro. São 241 novos ônibus que transportaram quase 21 mil passageiros entre os dias 23 de dezembro e 2 de janeiro (com 300 viagens extras por dia). Os veículos possuem carroçarias Marcopolo, modelos Paradiso LD e DD e estão sobre chassis Volvo e Scania dotados de equipamentos que promovem maior segurança nas viagens, como o sistema antitombamento, ABS e freios a disco. Além das unidades rodoviárias, a Garcia também adquiriu ônibus (com motorização dianteira) para o serviço metropolitano. O total investido com os novos veículos ultrapassa os R$ 98,5 milhões. O número de passageiros transportados mensalmente é de 1,2 milhão. Além da modernização da frota, a empresa paranaense foca suas ações na conscientização sobre a saúde humana. Há pouco tempo, a Garcia apresentou dois ônibus (modelo LD) na cor rosa para divulgar a importância sobre a prevenção ao câncer de mama. Agora chegaram mais duas unidades (versão DD) para reforçar a campanha. Além das mulheres, os homens também são alvos de uma campanha própria. Dois veículos DD estão pintados na cor azul para chamar a atenção sobre a necessidade de exames periódicos para diagnosticar o câncer de próstata. E para celebrar os seus 77 anos, a Viação Garcia ainda adquiriu duas carroçarias Paradiso DD sobre chassis Scania especialmente pintadas na cor preta, com detalhes em prata e dourado, portando um selo comemorativo que reproduz os retrovisores e o perfil frontal das carroçarias posicionadas em fila na forma de dois 7.

8 Lançamento 8 Comil embarca no andar de cima Encarroçadora de Erechim, RS, é a terceira fabricante brasileira a fazer parte de um seleto grupo que produz carroçarias Double Decker. A meta é explorar os mercados brasileiro e latino-americano nos segmentos de turismo e em linhas regulares, com versões requintadas para serviços de alto padrão. A principal virtude de uma carroçaria rodoviária com dois pisos, chamada no mercado de Double Decker, é ter a opção de poder combinar duas classes de serviços (leito e executivo) sem perder o padrão de qualidade ou então disponibilizar um ambiente extra, como uma sala de reunião ou um pequeno bar (instalados no piso inferior), para distrair os passageiros nas viagens estradeiras. Entretanto, outros layouts também podem ser configurados, a gosto da necessidade do cliente. Nesse sentido, a Comil Ônibus, localizada na serra gaúcha, no município de Erechim, também resolveu explorar um mercado que ultrapassou as marca das 800 unidades em O seu mais novo desenvolvimento recebeu o nome de Campione DD, completando a reformulada família de produtos rodoviários apresentada em A nova carroçaria incorpora traços marcantes, como a privilegiada aerodinâmica em sua linha frontal, além de uma generosa área envidraçada que proporciona visão panorâmica aos passageiros das primeiras poltronas no andar superior. Além do design, posso destacar que o modelo com dois pavimentos foi desenvolvido calcado nos quesitos conforto, segurança e custo benefício adequado aos nossos clientes, disse Dario Ferreira, Diretor Comercial da Comil Ônibus. Na questão do desenho externo da carroçaria, a Comil informou

9 Fotos - Comil Ônibus Lançamento 9 que realizou estudos biodinâmicos para reduzir o consumo de combustível e o desgaste dos pneus. Quanto aos resultados, Ferreira não quis revelar em decorrência das variadas configurações existentes, tanto em chassis (no caso três marcas presentes no mercado brasileiro), como nos layouts internos, o que podem demandar em diferentes ganhos. Como existe uma grande variabilidade nos aspectos construtivos de cada chassis e também na diversidade das configurações internas adotadas, o resultado para cada versão tende a ser diferente, o que impossibilita divulgar um índice exato, explicou o executivo. Já em do conforto, a preocupação da Comil foi estabelecer um alto padrão ao passageiro, disponibilizando novos tipos de poltronas (leito, semi-leito e soft executiva) e itens que se traduzem em uma maior comodidade nas viagens, como os equipamentos eletrônicos instalados, melhor vedação interna, os materiais utilizados no revestimento das poltronas e do salão, porta-pacotes mais compacto, sistema de iluminação em LED (com sistema fade in/fade out, que liga e desliga as luzes lentamente) e na aplicação de materiais para garantir maior higienização dos WC s (PMMA - Polimetil Meta Acrilato) com aditivos antimicrobianos, possuindo um desenho com cantos arredondados e superfícies lisas. O posto do motorista foi desenhado seguindo o moderno conceito de ergonomia, garantindo facilidade no manuseio e no alcance aos instrumentos do painel, conforto proporcionado pela correta postura que a poltrona oferece e segurança com a visibilidade de todo o campo exterior. Em relação ao custo benefício promovido pelo Campione DD, Ferreira comentou que esse item é mais que um slogan adotado pela Comil ao viabilizar no mercado carroçarias que se adéqüem às particularidades de cada operador. Levamos em consideração no projeto do novo DD a facilidade de manutenção e o custo reduzido da mesma, o uso de materiais inovadores e recicláveis e a disposição de peças no mercado, revelou. O sistema de pós-venda da encarroçadora conta com uma rede de 43 pontos credenciados no Brasil, além de uma ampla rede de distribuição de peças. O mercado latinoamericano também conta com o respaldo da encarroçadora, onde os representantes da marca promovem uma larga cobertura, atuando nas vendas das carroçarias e abastecendo o mercado de reposição. Se determinada peça não se encontra em estoque, o prazo de entrega gira entre 24 horas e 48 horas. Para diminuir o peso da nova carroçaria, o departamento de engenharia da Comil empregou na estrutura aços de alta resistência e baixa densidade (microligados) que alcançam elevados valores de proprieda- A Comil realizou pesquisas no mercado nacional e principalmente no latino-americano, com ênfase à Argentina, país que utiliza muito o modelo DD. Os resultados ajudaram a encarroçadora na configuração de itens como visibilidade de espelhos retrovisores, ergonomia de escadas, pega-mãos visando população mais idosa e acessos à manutenção.

10 Lançamento 10 des mecânicas, além da utilização de fibras de vidro e plástico de engenharia. Em nossos projetos estamos atentos com a aplicação de novos materiais que avancem na facilidade de manutenção e que sejam recicláveis, observou o executivo. E quanto a mercado, Dario Ferreira afirmou que o novo Campione DD terá uma grande importância nas exportações da Comil. Segundo ele, países sulamericanos tendem a absorver uma grande parcela da produção nesse primeiro momento. Já comercializamos cerca de 50 unidades, com 90% destinadas para o mercado externo. As primeiras entregas serão para empresas da Argentina, Paraguai e Peru, adiantou. Quanto aos clientes brasileiros, a operadora turística Spazzini Turismo, de Erechim, cidade sede da encarroçadora, será o primeiro cliente nacional a ter a novidade. O Campione DD está sendo encarroçado em chassi Euro 5 (Brasil) e também Euro 3 em virtude da legislação local (Brasil) e dos países vizinhos que ainda não adotaram a evolução dos limites máximos de emissões poluentes em veículos comerciais. A previsão para 2012 é produzir 150 unidades, incluindo o modelo Campione HD 4.05 (veja Box), nas versões 6x2 e 8x2. Ao falar em valores de aquisição, Ferreira não quis detalhar sobre quanto custa o novo DD por uma razão voltada à sua configuração muito complexa, onde a variabilidade de layouts (internos e externos comprimento, pinturas, etc) influencia diretamente no preço final do produto. Fica difícil falar de valores em virtude de um nível de configuração completamente diferente de cliente para cliente, onde os vários itens solicitados alteram seu custo final, concluiu. A Comil investiu R$ 8 milhões no desenvolvimento da nova carroçaria e na renovação do modelo Campione HD. Modelo High Deck reformulado Além do novo Campione DD, a Comil Ônibus apresentou a reformulação de seu modelo piso alto HD 4.05 (Low Driver, posto do motorista abaixo do salão de passageiros), produto que já fazia parte de sua gama de carroçarias. O modelo também incorpora todos os traços de design e acabamento interno presentes no DD, trazendo como diferencial o amplo bagageiro, com área de 20 metros cúbicos. Assim como a versão com dois pavimentos, ele pode receber chassis nas versões 6x2 e 8x2. Aspectos internos, como o salão de passageiros e o WC, favorecem um maior conforto aos passageiros nas viagens rodoviárias de longas distâncias. O comprimento máximo de ambos modelos é de 14 metros. Já as alturas externas variam - no DD é de 4,10 metros, enquanto que o HD é cinco centímetros mais baixo.

11 Foto - Divulgação / Neobus Encarroçadora 11 NeoStar uma nova marca de ônibus na América Joint venture entre a encarroçadora brasileira Neobus e a montadora norteamericana de chassis Navistar cria a NeoStar, onde em um primeiro momento, um ônibus de pequeno porte dará início ao portfólio de sua produção. A indústria brasileira de ônibus tem, dentre suas peculiaridades, um potencial muito grande para fazer negócios com o intuito de atender às mais variadas segmentações, onde seus produtos se adéquam conforme as solicitações dos clientes, nacionais e internacionais, que exploram os nichos do transporte regular ou em serviços turísticos / receptivos. Prova dessa virtude pode ser vista com o recente anúncio de uma joint venture entre a empresa San Marino, detentora da marca gaúcha Neobus, e a Navistar, uma das mais expressivas montadoras de caminhões e ônibus escolares (através da IC Bus) dos Estados Unidos. Com isso, a montadora norte-americana passa fazer parte do quadro societário da Neobus, porém com a manutenção da liderança do sócio majoritário Edson Tomiello, presidente da encarroçadora brasileira. Esta nova aliança é muito oportuna e vem de encontro com o nosso objetivo de ampliarmos o processo de internacionalização da Neobus, oferecendo produtos apropriados para os mais diversos mercados, enfatizou o executivo. A NeoStar terá a responsabilidade de desenvolver veículos completos, começando por um modelo na faixa de 10 toneladas, com motorização frontal. Sua configuração utilizará a carroçaria Thunder +, com nove metros de comprimento e capacidade para até 30 passageiros. Já o chassi Navistar virá com propulsão MWM International, marca pertencente ao grupo norte-americano. Será um produto conveniente para operações de turismo, no translado VIP e ainda no transporte urbano regular, com todas as características de robustez, conforto e segurança, afirmou Tomiello. Toda a escala de produção desse novo veículo se dará na planta da encarroçadora, localizada em Caxias do Sul, RS. Os mercados latino-americano, mexicano e dos EUA serão contemplados com a novidade e a expectativa de comercialização é de 450 unidades neste primeiro ano. Ávido pelo trabalho, na excelência de seus produtos e por um crescimento promissor de sua marca no segmento fabricante de ônibus, Edson Tomiello é um incansável batalhador que busca se posicionar em um patamar cada vez mais alto. Ex funcionário da Marcopolo (sua atual concorrente e ao mesmo tempo sócia nos negócios), tem determinação por fortalecer a marca Neobus dentro e fora do Brasil. Além da associação com a Navistar, pretende apresentar ao mercado rodoviário, ainda neste semestre, uma nova geração de carroçarias, o que promete ser um fator importante na concorrência pelo nicho. Nossos clientes querem produtos com qualidade e custo operacional otimizado. Nisso posso dizer que nos destacamos, explicou. Outro aspecto é que a Neobus estará ampliando sua linha de produção, com a construção de uma nova planta na cidade fluminense de Três Rios para a montagem de modelos urbanos e microônibus, com investimento de R$ 90 milhões. A expansão dos negócios permitirá que alcancemos nos próximos anos um faturamento anual na casa de R$ 1 bilhão, disse. Tomiello também destacou a preparação para as demandas provocadas pela Copa do Mundo e pelas Olimpíadas. O Rio de Janeiro é nosso principal mercado. A Neobus encerrou 2011 com unidades produzidas (quarta posição), sendo carroçarias urbanas e de micro-ônibus. Dentre as novidades do ano passado, destaque para o seu modelo Mega BRT com seu design de vanguarda e que foi escolhido por expressivos sistemas de transporte urbano no Brasil, como Curitiba, Goiânia e Rio de Janeiro. Aliás, para a capital fluminense, a encarroçadora está desenvolvendo uma versão de seu veículo Mega com um layout interno diferenciado para o transporte executivo nos corredores BRS. Tomiello - Expansão dos negócios levarão a um faturamento de R$ 1 bilhão

12 Fotos - Revista AutoBus Operadora 12 O novo voo do pássaro do Vale Uma das mais representativas empresas do transporte rodoviário de passageiros de São Paulo muda de mãos objetivando metas de constante melhoramento operacional e na qualidade dos serviços. F igura constante nas paisagens de uma das mais expressivas regiões do Estado de São Paulo, a empresa de ônibus Pássaro Marron (sim, a grafia adota a letra N no lugar do M ) trocou de comando no final do ano passado. O grupo CMP Participações, com larga experiência no transporte de passageiros vide as operações em Caxias do Sul, Maringá, Londrina, Campo Grande, Bauru, dentre outras cidades pelo Brasil) assumiu o controle visando manter o padrão de qualidade impresso nos serviços da transportadora e ao mesmo tempo aplicar uma nova filosofia de trabalho que impulsione ainda mais o atendimento das 50 cidades servidas. De acordo com Rodrigo Bongiovanni, diretor da Pássaro Marron, antes mesmo de assumir o controle, a CMP Participações avaliou detalhadamente as condições operacionais e financeiras da transportadora para concluir o negócio. Já sabíamos do histórico da operadora. É uma empresa tradicional, com uma trajetória muito positiva no cenário do transporte de passageiros em uma rica região, comentou o executivo. A preocupação da nova diretoria é continuar os procedimentos de seleção do pessoal ligado diretamente ao usuário/cliente da Marron, como os colaboradores dos guichês de passagens e motoristas. Priorizar o contato humano é essencial para nós, sintetizou Bongiovanni. Nesse sentido, o RH da empresa proporciona treinamento constante e reciclagem de forma que as funções em cada setor possam ser realizadas dentro dos mais modernos conceitos administrativos e dos padrões de segurança. Um detalhe interessante é que não foi encontrado nenhuma deficiência operacional relevante em cada departamento, não necessitando por parte da nova controladora nenhuma alteração na estrutura de serviços. E olha que o número do departamento pessoal envolve funcionários entre motoristas, cobradores, vendas, manutenção, operação e administração. Nesse primeiro momento vamos manter o que já estava sendo empregado em métodos administrativos, mas com a constante busca pelo aperfeiçoamento de processos e das equipes de trabalho, disse Bongiovanni. Para se candidatar à uma vaga de motorista na empresa, o profissional tem que possuir a carteira D e no mínimo cinco anos de experiência com ônibus. Desde o final de 2011, 40 novos condutores entraram no quadro de colabora-

13 Operadora 13 Além da Pássaro Marron, a Litorânea também ganhou um novo padrão de pintura. dores da Marron. Atuando em uma próspera região, o Vale do Paraíba, e com extensões até o Litoral Norte de São Paulo, a Pássaro Marron transporta dois milhões de passageiros ao mês em seus 440 ônibus, percorrendo mensalmente mais de quatro milhões de quilômetros. É impossível percorrer a Rodovia Presidente Dutra entre a capital paulista e a divisa com o Estado do Rio de Janeiro e não visualizar um ônibus da empresa. Descendo a Serra do Mar e chegando ao Atlântico, em direção às cidades de Ubatuba, Caraguatatuba e São Sebastião, pode-se contar com a presença da empresa Litorânea, subsidiária da transportadora paulista que também foi envolvida no negócio. No quesito serviços diferenciados ao cliente, a Pássaro Marron disponibiliza um guichê especial no Terminal Rodoviário do Tietê (SP) para as compras de passagens realizadas pela internet. O local possui um design moderno que favorece todo o bom atendimento. Além disso, distribui jornal em suas principais linhas. Para o futuro, a diretoria pretende, através de um projeto piloto, viabilizar o acesso à internet via conexão Wi Fi em seus ônibus. Os testes para a verificação de sinal estão sendo monitorados. E a tendência de inovar dos novos donos já pode ser percebida pela ampliação e renovação da frota, com a chegada de 70 novos ônibus, distribuídos para as duas operadoras (30 rodoviários para a Marron, 20 com a mesmo configuração para a Litorânea e 20 unidades suburbanas para as ligações entre São Sebastião e Ubatuba). Os veículos receberam carroçarias rodoviárias Marcopolo Paradiso 1050, com 46 poltronas, WC e arcondicionado, e urbanas Torino com três portas. Todas estão equipadas com chassis Mercedes- Benz. E é nesse item que a direção da empresa promoveu o uso de versões diferenciais. Para as operações entre as cidades que margeiam a Dutra e a capital paulista, escolhemos o modelo O500 R e para os trajetos de serra a versão O500 RS. São ônibus certos para os lugares certos, sem perder qualidade e desempenho, enfatizou Bongiovanni. No caso das ligações suburbanas no litoral, o chassi escolhido foi o OF Para 2012, entre 60 e 70 novos ônibus deverão entrar na frota. E como a evolução dos ônibus não para, o diretor explicou que é fundamental que motoristas e mecânicos conheçam toda a tecnologia aplicada nos veículos. Toda a nossa equipe de motorista e da área de manutenção recebe continuas informações em como proceder com os novos veículos. A partir deste ano, com a entrada dos ônibus Euro 5, as orientações serão ainda maiores. Junto aos novos veículos veio a renovação das imagens de ambas empresas, acompanhando o momento atual, que é de modernização. Sai a faixa triangular em vermelho da atual pintura da Marron e adota-se um novo padrão com uma estética totalmente diferente em que se sobressai o pássaro estilizado acompanhando as cores vermelho Modena, prata metálico, grafite e preto, porém sem deixar de lado o símbolo circular entrecortado, característico nos veículos. Para a Litorânea, o que predominou foi a expressão dada ao sol e ao azul do Atlântico, aspectos presentes em uma das mais belas paisagens do litoral brasileiro. O desenvolvimento das novas pinturas ficou a cargo do escritório de design Gandolfo. As origens em azul O histórico da Pássaro Marron tem um começo que desperta a atenção. A empresa foi criada como Pássaro Azul em 1935 por Afonso Teixeira para ligar São Paulo á Aparecida. E como Foto - Arquiivo / Charles Machado naquela época as estradas ainda não incorporavam qualquer tipo de pavimentação, a poeira e o barro acabavam escondendo a cor azul, dominando em sua pintura e na lataria dos veículos o marrom, motivação que influenciou na mudança do nome, em uso até hoje. A partir daquele ano começa a conexão entre as principais cidades do Vale do Paraíba com a capital paulista. A Pássaro Marron também foi pioneira em promover o primeiro serviço em linha regular do transporte de passageiros sobre pneus entre as maiores cidades brasileiras São Paulo e Rio de Janeiro ainda em 1939 (três viagens diárias). As viagens eram feitas pela antiga estrada Rio - São Paulo com ônibus International-Harvester, Volvo e carroçarias Grassi, em um percurso que era realizado em 12 horas entrecortando as mais variadas e belas paisagens do Vale do Paraíba histórico. O final das operações aconteceu com a inauguração da rodovia Presidente Dutra, em 1951, quando outras empresas assumiram a concessão das linhas na principal ligação rodoviária do Brasil. Entretanto, o nome Pássaro Marron expandiu sua atuação e hoje é considerada uma das mais importantes empresas de ônibus a nível nacional.

14 Foto - Divulgação/Scania Transporte urbano 14 O Rio abraça o BRS A capital fluminense celebra o primeiro ano de operação de uma ação simples de engenharia de tráfego onde a prioridade ao fluxo do ônibus é o principal mote do projeto. H á um ano, o Rio de Janeiro começou a modificar seu sistema de transporte coletivo realizado por ônibus para superar um problema muito comum nas grandes cidades brasileiras o trânsito. E para isso a municipalidade carioca, através da Secretaria de Transportes, em conjunto com a Fetranspor (Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Rio de Janeiro), lançou mão de uma medida simples e que não exigiu grandes alterações no viário as faixas exclusivas em alguns dos principais corredores da cidade, conhecidas por BRS (Bus Rapid Service). O tratamento prioritário à circulação dos ônibus reordenou todo o sistema de transporte, como a redução da frota e a operação em duas faixas destinadas ao fluxo dos veículos. O que começou no bairro de Copacabana, pela Avenida Nossa Senhora de Copacabana, promovendo uma nova ordem à mobilidade, se estendeu até o centro da cidade com o objetivo de readequar o número de ônibus em circulação, da diminuição da poluição emitida, do tempo das viagens e dos congestionamentos no trânsito, com reflexos positivos aos operadores e ainda aos deslocamentos individuais. A viabilidade positiva desse primeiro trecho, que possuía o maior fluxo de ônibus dentre o sistema carioca, permitiu a ampliação do conceito às outras regiões Ipanema/ Leblon, Leme e parte de Botafogo e o Centro. O BRS é nada mais que uma faixa horizontal a- plicada no viário para que haja exclusividade ao ônibus. A medida não é considerada uma ideia nova, pois há outros exemplos em sua utilização em algumas cidades brasileiras. Porém, a diferenciação no projeto carioca foi promover a racionalização dos serviços como ponto fundamental para que houvesse sucesso. Nossa meta foi dar às vias da cidade um uso racional e isso significa dizer que temos que priorizar o transporte coletivo público, permitindo que o ônibus tenha uma maior velocidade e que seja atrativo para as pessoas que utilizem apenas dos automóveis em seus deslocamentos, afirmou Alexandre Sansão, Secretário Municipal de Transportes. Ao se pensar em um planejamento voltado à implantação de um sistema de transporte, o envolvimento com questões, como custo e tempo, são imperativos e muitas vezes desestimulantes aos projetos. Mas o BRS tem a vantagem de ser

15 Foto - Divulgação/Scania Transporte urbano 15 barato e rápido, pois não exige alterações significativas na rede do transporte. Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), o investimento foi mínimo, direcionado à sinalização horizontal, custo presente no orçamento da prefeitura para a manutenção do viário da cidade, na implantação e remanejamento dos abrigos (pontos de paradas) e ainda na instalação de equipamentos eletrônicos para a fiscalização operacional, condição tecnológica que talvez tenha apresentado o maior custo na realização das ações. Para a opinião de especialistas em transportes e do poder público, nada mais salutar que adotar soluções com baixo custo e que tenham rapidez em sua execução. Fiscalização Para oferecer eficiência nos serviços dedicados aos ônibus, o conceito BRS, que não possui qualquer tipo de barreira física ao longo de seu trajeto, dispõe de fiscalização eletrônica (os famosos pardais) para detectar a presença de veículos particulares, caminhões e táxis vazios rodando em sua via. A permissão para a utilização dos espaços exclusivos ao transporte coletivo se dá apenas ao condutor que queira virar a direita em uma via de seu fluxo. Caso ele seja fotografado duas vezes ocupando as faixas seletivas sem realizar a conversão necessária é multado. A eficácia é uma atratividade aos corredores nas situações onde as vias não exclusivas vivem com altos volumes de automóveis, enquanto no BRS, a fluidez dos ônibus tende a instigar o motorista pela troca a um transporte mais rápido. Além da fiscalização, outro detalhe importante empregado com o BRS foi a promoção de ampla divulgação dos serviços, disponibilizando informações nos pontos de paradas (que possuem um layout distinto) sobre os itinerários, os números das linhas e a frequência de horários. Campanhas de esclarecimento (através da distribuição de material didático), a cada implantação de um novo corredor, são fartamente proliferadas com o intuito de informar a população sobre o remanejamento das linhas e trajetos. Há ainda uma fundamental preocupação em promover treinamento específico aos motoristas e as equipes operacionais para que possam atender com maior qualidade a demanda de passageiros. A marca BRS foi criada como uma identificação própria capaz de seduzir novos clientes e que representa um sistema com linhas comuns que acaba tendo status de um modelo mais complexo, sendo ainda confiável e valorizada. Tendência para ônibus mais modernos A quebra de paradigma na versão de ônibus utilizada com os novos corredores foi outro diferencial apresentado no sistema carioca. Por muitos a- nos, os veículos comuns, aqueles dotados com motorização dianteira e suspensão metálica, dominaram a cena da cidade. Porém, a partir do final de 2011, um novo padrão de ônibus passou a figurar em meio aos tradicionais modelos utilizados. De acordo com a SMTR, uma resolução determinou que a frota operante nos BRS deve ter uma qualidade superior nas especificações de segurança e conforto. E o que se viu foi uma mudança bem expressiva, onde 200 novos ônibus configurados com piso baixo, suspensão pneumática, motorização traseira e transmissão semi-automática são exemplos na modernização dos serviços. Com carroçarias do tipo Mega, produzidas pela marca gaúcha Neobus, e chassis Scania K230, os veículos foram adquiridos pela empresa Breda Rio. Para o futuro, a SMTR estabeleceu uma renovação da frota que opera nos BRS na ordem de 20% ao ano, seguindo o mesmo padrão técnico definido, mas com a livre escolha de chassis e carroçarias por parte do operador. Ônibus dotados de um conceito moderno (piso baixo, motorização traseira e câmbio semi-automático) - grande novidade que mudou a face do transporte coletivo carioca Desempenho positivo Cabe lembrar que na implantação do primeiro projeto do BRS carioca, confusões e reclamações não faltaram com a mudança de um sistema tradicional e que já estava estabelecido há muito tempo, gerando de início certa desconfiança por parte dos usuários e moradores. Mas isso mudou após muito esclarecimento e orientação. Hoje, na avaliação dos corredores BRS, os resultados positivos já podem ser vistos, tanto pelo número reduzido de ônibus em circulação (com conseqüências positivas na diminuição da poluição local) e no aumento da rapidez das viagens, como na aprovação dos usuários e moradores do entorno onde foram implantados. No quesito da velocidade operacional, a média

16 Transporte urbano 16 O conceito BRS Na reordenação dos serviços de ônibus, alguns pontos foram remanejados e todos ganharam informações sobre os trajetos e as linhas que operam nos corredores aumentou de 13 km/h para 25 km/h. O tempo de viagem, somente na travessia dos corredores de Copacabana, caiu de 24 minutos para 13 minutos. A redução das emissões poluentes foi estimada em 800 kg de CO2 por hora. No deslocamento nas vias de Ipanema e Leblon, o tempo passou de 25 minutos para 16 minutos. A frota de ônibus também diminuiu entre 15% a 20%, dependendo da região. Entretanto, o número de passageiros transportados se adequou ao ajuste do número de veículos, sem perda de qualidade nos serviços. De acordo com a assessoria de imprensa da SMTR, a zona sul carioca apresentava um número expressivo de veículos operando com baixo volume de passageiros e com o BRS houve um aumentou em média de 30% na ocupação dos ônibus sem causar prejuízos na operação. Uma das prioridades do sistema é a organização do tráfego, gerando mais fluidez ao trânsito e mais comodidade para os usuários. Com melhores condições de circulação aos veículos, o bairro, seus moradores e o meio ambiente saem ganhando. Valorizar os aspectos turísticos e culturais de cada região atendida é outro ponto fundamental. Para isso os abrigos e totens nos pontos trazem informações de pontos de interesse nos mapas de localização. Até o momento, os bairros de Copacabana, Ipanema, Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro, e a região central da cidade (Avenidas Rio Branco e Antonio Carlos e a Rua Primeiro de Março) já contam com os corredores BRS, totalizando metros de faixas exclusivas aos ônibus. A próxima via a receber o conceito será a Avenida Presidente Vargas, também no centro, com metros de extensão. Fonte - Fetranspor O tempo é fundamental para a sociedade. Permitir que os usuários gastem menos tempo por dia nos ônibus e ao mesmo possam empregá-lo em outras coisas é dar qualidade de vida para as pessoas, comentou Sansão. O sistema de corredores BRS privilegiam as operações dos ônibus em detrimento ao transporte individual. O exemplo carioca pode ser uma solução eficaz em outras grandes cidades brasileiras que enfrentam o problema da mobilidade urbana. Foto - Jorge dos Santos/Fetranspor

17 Ponto de vista 17 Escolha de matriz energética para os ônibus urbanos Edson Corbo Sócio Diretor Iluminatti Tecnologia A lém de estudar e resolver os problemas atuais do transporte urbano de passageiros para atender os anseios da população, haja vista a recente pesquisa realizada pela ANTP onde o índice de satisfação da população paulistana perante o sistema caiu para 40%, ou seja, 60% reprovam o sistema atual, a prefeitura de São Paulo precisa ainda de definições que diz respeito a qual matriz energética deve ser utilizada no transporte público de passageiros. Em São Paulo, sabemos que mais de 90% da frota é movida a Diesel, um combustível fóssil que não atende à lei municipal Nº 14933, de 5/06/2009 que institui a Política de Mudança de Clima no Município. Essa lei tem como meta, a partir de 2009, a redução progressiva do uso de combustíveis fósseis em pelo menos 10% a cada ano para os ônibus do sistema de transporte público, e a utilização, em 2018, de recursos energéticos renováveis em todos os ônibus do sistema. Diante desta situação, qual é o melhor combustível para se utilizar em uma frota de ônibus no transporte coletivo das cidades brasileiras? Deve-se levar em consideração, além do balanço econômico do sistema, atender as leis vigentes sobre o controle de emissões e principalmente propiciar o bem estar da população em poder viver em uma cidade com o ar mais limpo. São Paulo, assim como outras grandes cidades mundiais, está longe de tê-lo, caso algo não seja feito com rapidez. Acredito que não existirá uma única solução tecnológica que atenda o sistema de transporte público de passageiros e seja ecologicamente correto. Hoje temos as tecnologias de tração híbrida (diesel/ elétrico), que também deverá ser alterada para o conceito etanol/elétrico, senão, não atenderá a lei de São Paulo; os veículos movidos 100% a Etanol (com aditivos); a proporção de 20% de biodiesel e os que têm emissão ZERO de poluentes, que são os trólebus movidos 100% com energia elétrica. Fazendo uma análise do que as cidades precisam para um sistema adequado de transporte de passageiros, logo vêm o metrô e os trens. Mas por que eles são adequados e possuem melhor avaliação pela população entre todos os modais de transporte existentes? São vários os itens a favor, mas destaco os três principais: - Rodam sob trilhos em uma via segregada do trânsito local. - Possuem alto índice de cumprimento operacional. - São movidos a energia elétrica, ou seja, não poluem. Pois bem, se levarmos estes mesmos conceitos para o sistema de transporte por ônibus, teremos um sistema de BRT, onde se tem um custo de implantação muito inferior ao modal metro-ferroviário, que complementará, mas não plenamente, o sistema de transporte da cidade. Não complementam plenamente porque ainda precisamos dos sistemas alimentadores dos corredores de BRT e sistema sobre trilhos. Aí é que entram os demais ônibus com sistemas de tração dotados pelas demais tecnologias existentes: híbridas, etanol, biodiesel, diesel da cana-de-açúcar e também elétricos com baterias ou supercapacitores, conhecimentos que atendem a nova lei de São Paulo. Outro dado importante refere-se aos ônibus com tração puramente elétrica como os trólebus rodando em corredores segregados, onde teremos um ótimo desempenho operacional (livre de trânsito) com a vantagem da ausência dos poluentes. A eficiência energética da tração elétrica supera os 95% contra no máximo 40% da tração convencional (aquela que utiliza um motor de combustão interna). Os corredores de hoje são um dos grandes vilões da saúde, pois os ônibus que neles circulam são movidos a diesel e emitem quantidades elevadas de gases nocivos a saúde e que ainda provocam o efeito estufa. Basta olhar as medições das emissões poluentes na capital paulista e verificar qual é o maior emissor no transporte: ônibus (principalmente os que circulam nos corredores). O Brasil desde o final de década de1970 possui tecnologia suficiente para produzir ônibus elétricos de altíssima qualidade capaz de eliminar 100% os problemas atuais dos corredores. Outro assunto de extrema importância é que nosso País, e mais especificamente a cidade de São Paulo, há um grande potencial de fornecimento tradicional (hidroelétricas) de energia suficiente para alimentar um sistema com ônibus elétricos, o que não impede de poder direcionar a produção alternativa de energia para este sistema. Neste exemplo, é possível aplicar uma solução técnica que resolveria também um problema crítico da cidade, o lixo. A geração de energia através da queima do lixo produzido em São Paulo que está em torno de toneladas por dia. Ou seja, um problema chamado lixo, que não tem mais lugar suficiente para sua destinação, pode-se tornar um produto valioso quando transformado em energia e esta pode ser utilizada no sistema de ônibus elétricos da cidade. Tecnologia de ponta já existente e de implantação viável, com balanço energético positivo e que atende também às normas internacionais sobre emissões. Portanto, tendo uma política correta de investimentos para implantação destes sistemas, assim como é feito com o sistema metro-ferroviário, onde o custo de implantação tem investimentos do governo para não afetar o preço da passagem e nem repassar estes custos para os operadores de ônibus pelo mesmo motivo, temos plenas condições de se adotar medidas para implantar um sistema de transporte de passageiros com o uso de tecnologias de ponta não poluentes para os corredores de ônibus e outras de baixa emissão para as linhas do sistema alimentador para não só atender uma determinação por lei, mas para propor mais qualidade de vida para a população de São Paulo e qualquer outra cidade do Brasil. E o mais importante, com tecnologia brasileira.

18 Foto - Elisa Rodrigues/SMT Ecofrota 18 Foto - Fábio Arantes / Secom - SMTR Ecofrota apresenta novos ônibus Novos trólebus e ônibus a etanol chegam para reforçar a Ecofrota

19 Divulgação / Scania Ecofrota 19 Programa paulistano que visa substituir os combustíveis fósseis por alternativas renováveis na matriz energética dos ônibus urbanos recebe mais veículos ambientalmente amigáveis. D esde fevereiro de 2011, São Paulo tomou uma medida para combater as e- missões poluentes geradas pelos ônibus de seu transporte público. A prefeitura paulistana instituiu a Lei Municipal de número /2009 que determina a troca dos combustíveis de origem fóssil por alternativas renováveis, com baixo ou nenhum impacto ao meio ambiente, na matriz energética dos ônibus até Surgia então o programa Ecofrota, com definições na utilização progressiva de um modelo limpo na tração dos veículos. O programa Ecofrota é um processo de extrema importância, não só para São Paulo, mas para o Brasil com um todo, no sentido de alavancar tecnologias que reduzam as conseqüências negativas ocasionadas pela poluição do transporte, disse Marcio Schettino, assessor de assuntos ambientais da Secretaria Municipal de Transportes (SMT). Para o executivo, o programa paulistano é a concretização de um trabalho que já dura 10 anos, começando com o etanol, onde pesquisas e estudos objetivam soluções viáveis técnica e economicamente para um transporte coletivo mais limpo na cidade. Dentre as variáveis de alternativas em uso na tração de alguns casos na frota de ônibus, estão o biodiesel B20, etanol, diesel de cana-deaçúcar, híbridos e trólebus. Temos que lembrar ainda que a frota de ônibus já utiliza desde 2009 o diesel S50 com baixo teor de enxofre, além de uma porcentagem de 5% de biodiesel comum ao diesel convencional, lembrou Schettino. Hoje, dentre uma frota com 15 mil veículos, cerca de 10% utilizam um combustível ou uma tração alternativa, como as unidades que operam com a mistura de 20% de biodiesel, outros 160 ônibus que são a- bastecidos com 10% do diesel feito a partir da cana-de-açúcar, 60 movidos totalmente a etanol e 190 trólebus. E os custos operacionais de cada modalidade se mostram diferentes em comparação a um veículo movido apenas a diesel. É necessário dizer que a Prefeitura de São Paulo possui um fundo especial do Meio Ambiente para auxiliar no desenvolvimento de novos projetos de tecnologias em tração. Quanto a cobrir os custos de operação com os combustíveis renováveis, subsídios são fundamentais para equilibrar a operação, como é o caso do etanol, por exemplo, com a Única fornecendo o combustível a um preço de 70% em relação ao diesel, explicou. Desde o início do programa Ecofrota, até dezembro do ano passado, Márcio Schettino ainda destacou a redução das emissões poluentes no período em torno de 14%. Cabe lembrar que a renovação da frota de ônibus por veículos de 15 metros e articulados contribuiu com esse índice e que ainda promoveu aumento da capacidade de transporte. De janeiro de 2005 até dezembro de 2011, foram renovados cerca de 12 mil ônibus, o que representa 80% da frota paulistana. Participação do etanol aumenta Dando continuidade ao seu programa de ônibus movidos a etanol, a capital paulista recebeu 10 novas unidades Scania para serem operadas no consórcio Unisul pela operadora Tupi Transportes. Com mais esses veículos, a frota municipal passa a contar com 60 ônibus abastecidos com o combustível verde. Acreditamos que a matriz energética de combustíveis para os ônibus urbanos de São Paulo não terá uma única solução e sim será uma composição de soluções. E dentre elas, o etanol é uma opção viável, informou Paulo Eduardo Zampol Pavani, diretor da Tupi Transportes, ao explicar sobre a escolha de adquirir esse tipo de A Scania é a única montadora brasileira que tem experiência com o uso do etanol em chassis para ônibus. A iniciativa reduz em muito as emissões poluentes.

20 Divulgação / Ex-Libris Comunicação Ecofrota 20 veículo. Segundo ele, o que também motivou pela opção do etanol foi o comprometimento de todas as partes envolvidas no projeto etanol Scania, Prefeitura de São Paulo e a Única capitaneadas pela Viação Metropolitana (a primeira operadora brasileira de ônibus a utilizar o combustível comercialmente). Há, por parte do poder público e do fornecedor do etanol, um esforço em conjunto para que proporcione ao produto a viabilidade comercial que compense seu custo operacional maior, afirmou Pavani. Na visão do diretor, é importante a participação governamental, nas esferas estadual e federal, para que haja desoneração dos combustíveis renováveis e das tecnologias disponíveis (veículos) para que se alcance maior escala na operação de veículos menos poluentes. Estudos divulgados demonstram o quanto se economiza na saúde pública ao adotar uma propulsão limpa no transporte que reduza a poluição emitida. A conta, na realidade, é uma troca de mãos ao se gastar o dinheiro, investe-se mais em tecnologias para uma tendência de reduzir os gastos com os tratamentos das doenças causadas pela inalação dos gases tóxicos. Para Pavani, toda inovação em tecnologia que seja ambientalmente limpa tem seu custo, mais alto que os modelos tradicionais, o que para isso seja essencial uma ação conjunta para que projetos alternativos tenham sucesso. Os 10 chassis K270 6x2*4 (terceiro eixo direcional) possuem 15 metros de comprimento e foram encarroçados com a carroçaria modelo Millennium III, da Caio. De acordo com o executivo da Tupi Transportes, a opção pelo modelo se deu pela á- rea de atuação da concessionária, com grande demanda de passageiros. Com o modelo de 15 metros compreendemos que ele tem uma configuração muito interessante em relação a versão articulada, disponibilizando uma maior capacidade de transporte em um veículo rígido. Além disso, os ônibus agregam piso baixo, o que representa embarques e desembarques mais rápidos. Com isso podemos ofertar maior qualidade aos serviços, disse Pavani. O projeto piloto da empresa Tupi com o etanol será avaliado durante todo o período de Paulo Pavani observou que o correto seria um processo de análise de desempenho dos veículos por no mínimo 18 meses, entretanto serão apenas 11 meses para se conhecer o histórico de operação com o combustível. O que posso adiantar é que já busco informações sobre o modelo com a Viação Metropolitana e com a própria montadora so- A nova geração de trólebus compreende veículos mais modernos, dotados de piso baixo e com uma novidade, a versão com 15 metros de comprimento. Até o final do ano, outras novas unidades estarão pelas ruas da capital paulista.

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