Resenha de Matérias Técnicas Nº. 836, de

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Resenha de Matérias Técnicas Nº. 836, de 23 07 2015"

Transcrição

1 Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão: Resenha de Matérias Técnicas Nº. 836, de Veículos pesquisados no período de: a DOU / DOE-SP / DOC-SP / FISCOSOFT / IOB / LEFISC / EMPRESAS & NEGÓCIOS / FENACON Elaborada pela Comissão do Ciclo de Palestras A reprodução total ou parcial, bem como a reprodução a partir desta obra intelectual, de qualquer forma ou por qualquer meio eletrônico ou mecânico, inclusive através de processos xerográficos, de fotocópias e de gravação, somente poderá ocorrer com a permissão expressa do seu Autor (Lei n. 9610). CONTATO:

2 ÍNDICE LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA FEDERAL... 3 CONTABILIDADE: AJUSTES DE ADIÇÕES E EXCLUSÕES E SUA CODIFICAÇÃO PROCEDIMENTO... 3 CONTABILIDADE: TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS - RECEITA FEDERAL DIVULGA RELAÇÃO DE NORMAS CONTÁBEIS QUE NÃO CONTEMPLAM ADOÇÃO DE NOVOS MÉTODOS OU CRITÉRIOS CONTÁBEIS... 3 PER / DCOMP: PEDIDO ELETRÔNICO DE RESTITUIÇÃO OU RESSARCIMENTO E DECLARAÇÃO DE COMPENSAÇÃO - PROCEDIMENTO... 4 REGIME DE TRIBUTAÇÃO SIMPLIFICADA: ALTERA A PORTARIA MF Nº 156/1999 REQUISITOS E CONDIÇÕES PARA APLICAÇÃO DO REGIME PORT. MF Nº 454, DE 08/07/ S R F B: LEIAUTES DA e-financeira ADE COFIS Nº 54, DE 16/07/ S R F B: PROCEDIMENTOS RELATIVOS ÀS MODALIDADES DE PARCELAMENTO OU PAGAMENTO À VISTA PORT. CONJ. RFB/PGFN Nº 979, DE 14/07/ SIMPLES NACIONAL: CUSTEIO MICROEMPRESAS (ME) E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE (EPP) PROCEDIMENTO... 6 LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA ESTADUAL ICMS: ALTERAÇÃO DA PORTARIA CAT Nº 162/2008 EMISSÃO DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA NF-e E DO DOCUMENTO AUXILIAR DA NF-e DANFE CREDENCIAMENTO DE CONTRIBUINTES PORT. CAT Nº 78, DE 14/07/ ICMS: LOCAL DA OPERAÇÃO OU DA PRESTAÇÃO ESTADO DE SÃO PAULO PROCEDIMENTO LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA MUNICIPAL POLÍTICAS PÚBLICAS/SÃO PAULO: ATENDIMENTO DAS EXIGÊNCIAS DE DESTINAÇÃO DE ÁREA CONSTRUIDA EM ZEIS LEI Nº , DE 14/07/ LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA CAGED: ACI MÓDULO GERADOR PREENCHIMENTO RESCISÃO CONTRATUAL: JUSTA CAUSA PROCEDIMENTO RESCISÃO CONTRATUAL: MORTE DO EMPREGADO PROCEDIMENTO TV CRC - S P ASSISTA AO PROGRAMA: DEBATE ENCERRAMENTO DE EMPRESA MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM ARBITRAGEM NO SETOR DE FRANQUIAS ARTIGO CULTURA

3 COMO CONTRATAR FUNCIONÁRIOS COMPROMETIDOS E EFICIENTES ARTIGO ESPAÇO CIDADANIA INVESTE SÃO PAULO PRESTA ASSESSORIA AO EMPREENDEDOR INFORMATIVO ESPAÇO: PERGUNTAS & RESPOSTAS P: O QUE É O MANIFESTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS FISCAIS - MDF-e? P: AS EMPRESAS QUE AINDA NÃO ESTÃO OBRIGADAS A EMITIREM DOCUMENTOS ELETRÔNICOS PODERÃO ESCRITURAR OS DOCUMENTOS AUXILIARES SEM A CONSULTA DOS MESMOS? P: COMO FUNCIONA A CONSULTA DO CT-e NA INTERNET? P: A CONSULTA DA VALIDADE, EXISTÊNCIA E AUTORIZAÇÃO DE UM CT-e É OBRIGATÓRIO OU FACULTATIVO? TABELAS PROGRESSIVAS MENSAIS

4 LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA FEDERAL CONTABILIDADE: AJUSTES DE ADIÇÕES E EXCLUSÕES E SUA CODIFICAÇÃO PROCEDIMENTO Clique aqui para acessar esta matéria ou acesse: em Desenvolvimento Profissional / Resenha Técnica / Resenha da Semana. FONTE: LEFISC Fim de Matéria CONTABILIDADE: TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS - RECEITA FEDERAL DIVULGA RELAÇÃO DE NORMAS CONTÁBEIS QUE NÃO CONTEMPLAM ADOÇÃO DE NOVOS MÉTODOS OU CRITÉRIOS CONTÁBEIS Nos termos da norma em referência, divulgada no site da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), os documentos relacionados na tabela a seguir, emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), não contemplam modificação ou adoção de novos métodos ou critérios contábeis: Assunto Data de divulgação Revisão de Interpretações Técnicas nº Revisão de Pronunciamentos Técnicos nº Revisão de Pronunciamentos Técnicos nº Revisão de Pronunciamentos Técnicos nº Revisão de Pronunciamentos Técnicos nº Revisão de Pronunciamentos Técnicos nº OCPC 07 - Evidenciação na Divulgação dos Relatórios Contábil-Financeiros de Propósito Geral OCPC 08 - Reconhecimento de Determinados Ativos e Passivos nos Relatórios Contábil-Financeiros de Propósito Geral das Distribuidoras de Energia Elétrica ICPC 09 (R2) - Demonstrações Contábeis Individuais, Demonstrações Separadas, Demonstrações Consolidadas e Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial ICPC 19 - Tributos ICPC 20 - Limite de Ativo de Benefício Definido, Requisitos de Custeio Mínimo e sua Interação Portanto, os documentos supramencionados, caso adotados pelas pessoas jurídicas, não provocam efeitos na apuração dos tributos federais, não necessitando de ajustes para a sua aplicação. (Ato Declaratório Executivo Cosit nº 20/2015). FONTE: IOB 3

5 Fim de Matéria PER / DCOMP: PEDIDO ELETRÔNICO DE RESTITUIÇÃO OU RESSARCIMENTO E DECLARAÇÃO DE COMPENSAÇÃO - PROCEDIMENTO Clique aqui para acessar esta matéria ou acesse: em Desenvolvimento Profissional / Resenha Técnica / Resenha da Semana. FONTE: IOB Fim de Matéria REGIME DE TRIBUTAÇÃO SIMPLIFICADA: ALTERA A PORTARIA MF Nº 156/1999 REQUISITOS E CONDIÇÕES PARA APLICAÇÃO DO REGIME PORT. MF Nº 454, DE 08/07/2015 Altera a Portaria MF nº 156, de 24 de junho de 1999, que estabelece requisitos e condições para a aplicação do Regime de Tributação Simplificada instituído pelo Decreto-Lei nº 1.804, de 3 de setembro de O Ministro de Estado da Fazenda, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos II e IV do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal, e tendo em vista o disposto no Decreto-Lei nº 1.804, de 3 setembro de 1980, Resolve: Art. 1º O art. 4º da Portaria MF nº 156, de 24 de junho de 1999, passa a vigorar com a seguinte redação: " Art. 4º... 1º No caso de encomenda expressa transportada por empresa de transporte expresso internacional não se aplica o disposto no 2º do art. 1º...." (NR) Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JOAQUIM VIEIRA FERREIRA LEVY FONTE: Diário Oficial da União 13/07/2015 Fim de Matéria S R F B: LEIAUTES DA e-financeira ADE COFIS Nº 54, DE 16/07/2015 Dispõe sobre os Leiautes da e-financeira O Coordenador-Geral de Fiscalização no uso das atribuições que lhe confere o inciso III do art. 312 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, Declara: Art. 1º Ficam aprovados os Leiautes da e-financeira, de que trata o inciso I do art. 15 da Instrução Normativa RFB nº 1.571, de 02 de julho de 2015, constantes dos anexos I a X deste Ato, disponíveis para download na página da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) na Internet, no endereço <http://www1.receita.fazenda.gov.br/sistemas/efinanceira/legislacao.htm>. Art. 2º Este Ato Declaratório entra em vigor na data de sua publicação. 4

6 FLÁVIO VILELA CAMPOS FONTE: Diário Oficial da União 20/07/2015 Fim de Matéria S R F B: PROCEDIMENTOS RELATIVOS ÀS MODALIDADES DE PARCELAMENTO OU PAGAMENTO À VISTA PORT. CONJ. RFB/PGFN Nº 979, DE 14/07/2015 Dispõe sobre procedimentos relativos às modalidades de parcelamento ou pagamento à vista de que trata o art. 2º da Lei nº , de 18 de junho de 2014, nos casos em que especifica. O Secretário da Receita Federal do Brasil e o Procurador-Geral da Fazenda Nacional Substituto, no uso de suas atribuições que lhes conferem o inciso III do art. 280 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, e o art. 82 do Regimento Interno da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, aprovado pela Portaria MF nº 36, de 24 de janeiro de 2014, e tendo em vista o disposto no art. 2º da Lei nº , de 18 de junho de 2014, e na Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 13, de 30 de julho de 2014, Resolvem: CAPÍTULO I DO TRATAMENTO DAS ADESÕES EM CASOS DE EVENTOS DE INCORPORAÇÃO, FUSÃO OU CISÃO TOTAL Art. 1º Será cancelado o parcelamento ou o pagamento à vista com a utilização de créditos decorrentes de prejuízo fiscal ou de base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), de que trata o art. 2º da Lei nº , de 18 de junho de 2014, efetuado em nome de pessoa jurídica que tenha sido extinta por operação de incorporação, fusão ou cisão total, ocorrida em data anterior à adesão. Parágrafo único. Na hipótese prevista no caput, os débitos da pessoa jurídica extinta poderão ser consolidados pela pessoa jurídica sucessora por eles responsável, caso esta seja optante pelas modalidades de parcelamento ou pelo pagamento à vista de que trata a Lei nº , de Art. 2º Na hipótese de pessoa jurídica que tenha sido extinta por operação de incorporação, fusão ou cisão total, ocorrida em data posterior à adesão, seus débitos serão consolidados nas modalidades de parcelamento ou no pagamento à vista por ela requeridos, independentemente da existência de requerimento de adesão às modalidades de parcelamento ou ao pagamento à vista de que trata a Lei nº , de 2014, efetuado pela pessoa jurídica sucessora. 1º Caso a pessoa jurídica sucessora também seja optante pelas modalidades de parcelamento ou pelo pagamento à vista de que trata a Lei nº , de 2014, deverá ser realizada a consolidação dos seus débitos separadamente dos débitos da pessoa jurídica extinta. 2º Se a pessoa jurídica sucessora não for optante pelas modalidades de parcelamento ou pelo pagamento à vista de que trata a Lei nº , de 2014, a indicação dos débitos para consolidação abrangerá exclusivamente débitos de responsabilidade da pessoa jurídica extinta. CAPÍTULO II DOS EFEITOS DO CANCELAMENTO DE REQUERIMENTOS DE ADESÃO Art. 3º Na hipótese do parágrafo único do art. 1º, os pagamentos efetuados pelos optantes que tiveram cancelados o parcelamento ou o pagamento à vista de que trata a Lei nº , de 2014, poderão ser aproveitados para amortização dos débitos consolidados nas modalidades de parcelamento ou no pagamento à vista requeridos pela pessoa jurídica sucessora. Parágrafo único. Na hipótese prevista do caput, a sucessora que optar por aproveitar os 5

7 pagamentos efetuados deverá: I - caso possua certificado digital, efetuar pedido de retificação do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), por meio do aplicativo RedarfNet, disponível na página da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) na Internet <http://www.receita.fazenda.gov.br>; ou II - caso não possua certificado digital, apresentar pedido de retificação de Darf nos termos da Instrução Normativa SRF nº 672, de 30 de agosto de CAPÍTULO III DAS ADESÕES EFETUADAS POR ÓRGÃOS PÚBLICOS Art. 4º Na hipótese de adesão às modalidades de parcelamento ou ao pagamento à vista de que trata a Lei nº , de 2014, efetuada por órgão público dos Poderes Executivo, Legislativo ou Judiciário da União, dos Estados e do Distrito Federal e dos Poderes Executivo e Legislativo dos Municípios, a prestação das informações necessárias à consolidação dos débitos será realizada separadamente para cada órgão público optante. Parágrafo único. A prestação das informações de que trata o caput também será realizada separadamente para cada autarquia e fundação da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, desde que tenham efetuado adesão própria às modalidades de parcelamento ou ao pagamento à vista de que trata a Lei nº , de Art. 5º Esta Portaria Conjunta entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. JORGE ANTONIO DEHER RACHID Secretário da Receita Federal do Brasil FABRÍCIO DA SOLLER Procurador-Geral da Fazenda Nacional Substituto FONTE: Diário Oficial da União 15/07/2015 Fim de Matéria SIMPLES NACIONAL: CUSTEIO MICROEMPRESAS (ME) E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE (EPP) PROCEDIMENTO Resumo: Este procedimento trata dos aspectos previdenciários das empresas optantes pelo Simples Nacional. Sumário 1. Introdução 2. Caracterização das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte perante o Simples Nacional 3. Unificação de tributos e contribuições 3.1 Contribuições não abrangidas na unificação 3.2 Declaração única 4. Vedações ao ingresso no Simples Nacional 4.1 Outros serviços 5. Opção pelo Simples Nacional 5.1 Agendamento da opção - Condições Confirmação do agendamento - Opção pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos Abrangidos pelo Simples Nacional (Simei) - Não implicação Agendamento rejeitado - Contencioso administrativo - Inocorrência Agendamento confirmado - Cancelamento 6. Contribuição previdenciária das empresas optantes pelo Simples Nacional 6

8 6.1 Forma - Substituição Contribuições sociais do art. 22 da Lei nº 8.212/ Forma de tributação Contribuições incidentes sobre a remuneração dos trabalhadores que se dedicam ao exercício concomitante de atividades 6.2 Responsabilidade 6.3 Empresas optantes que prestam serviço mediante cessão de mão-de-obra ou empreitada 6.4 Conceitos para fins de tributação 6.5 Discriminação mensal da receita bruta 6.6 Elaboração mensal da folha de pagamento da remuneração paga 6.7 Informação mensal em GFIP - CBO e CNAE Informação nos campos do Sefip 7. Efeitos da exclusão do Simples Nacional 8. Critérios de tributação - Contribuição previdenciária patronal de 15% sobre o valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços, relativamente a serviços que lhe são prestados por cooperados por intermédio de cooperativas de trabalho - Aplicação 9. ME e EPP - Simples Nacional - Aspectos trabalhistas 10. Microempreendedor Individual (MEI) 1. Introdução Por intermédio da Lei Complementar nº 123/2006, publicada no Diário Oficial da União (DOU 1) de e republicada no de , foram estabelecidas as normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às Microempresas (MEs) e às Empresas de Pequeno Porte (EPPs) no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, instituindo-se assim o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Lembramos que os aspectos técnicos abordados nesse texto procedimental têm por objetivo primordial tratar do critério de incidência previdenciária das empresas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional). Assim, as questões no texto que dizem respeito às remissões sobre receita bruta e tipos de atividades empresariais, bem como sobre o critério de cálculo e recolhimento de outros impostos ou contribuições não tratados no assunto, deverão ser esclarecidos perante a respectiva Consultoria Tributária da IOB. Destacamos ainda que o texto adiante traz os aspectos técnicos principais da contribuição previdenciária das empresas inscritas no Simples Nacional, sendo necessário que o Cliente também verifique as demais condições legais previstas nas LC nº 123/2006 e em suas alterações pela LC nº 127/2007, LC nº 128/2008, LC nº 133/2009, LC nº 139/2011, e LC nº 147/2014, além dos atos legais emanados da Secretaria da Receita Federal do Brasil e do Comitê Gestor do Simples Nacional que disciplinam o assunto. Eventuais divergências sobre os procedimentos legais a serem adotados pelas MEs e pelas EPPs em relação ao Simples Nacional poderão ser sanadas, mediante consulta prévia, diretamente, no órgão regional da Receita Federal do Brasil. 2. Caracterização das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte perante o Simples Nacional Nos termos do novo estatuto e da Resolução CGSN nº 94/2011, são consideradas MEs e EPPs a sociedade empresária, a sociedade simples e o empresário a que se refere o art. 966 da Lei nº /2002 (Código Civil), devidamente registrados no Registro de Empresas Mercantis ou no Registro Civil de Pessoas Jurídicas, conforme o caso (vide nota 4 a seguir), observadas as exclusões legais, desde que: a) no caso das MEs, o empresário, a pessoa jurídica, ou a ela equiparada, aufira, em 7

9 cada ano-calendário, receita bruta igual ou inferior a R$ ,00; b) no caso das EPPs, o empresário, a pessoa jurídica, ou a ela equiparada, aufira, em cada ano-calendário, receita bruta superior a R$ ,00 e igual ou inferior a R$ ,00. Notas (1) Aplica-se ao produtor rural pessoa física e ao agricultor familiar conceituado na Lei nº /2006, com situação regular na Previdência Social e no Município que tenham auferido receita bruta anual até o limite de que trata a letra "b" o disposto nos arts. 6º e 7º, nos Capítulos V a X, na Seção IV do Capítulo XI e no Capítulo XII da Lei Complementar nº 123/2006, ressalvadas as disposições da Lei nº /2008. (2) A equiparação de que trata a nota 1 não se aplica às disposições do Capítulo IV da Lei Complementar nº 123/2006. (3) Os dispositivos da Lei Complementar nº 123/2006, com exceção dos dispostos no Capítulo IV, são aplicáveis a todas as microempresas e empresas de pequeno porte, assim definidas pelas letras "a" e "b" deste item e 4º do art. 3º da Lei Complementar nº 123/2006, ainda que não enquadradas no regime tributário do Simples Nacional, por vedação ou por opção. (4) O art. 966 do Código Civil estabelece: "Art Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços. Parágrafo único - Não se considera empresário quem exerce profissão intelectual, de natureza científica, literária ou artística, ainda com o concurso de auxiliares ou colaboradores, salvo se o exercício da profissão constituir elemento de empresa." (5) A Resolução CGSN nº 117/2011, em vigor a contar de 1º , acrescentou ao conceito de ME e EPP "a sociedade de advogados registrada na forma do art. 15 da Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994". Para fins do acima disposto, considera-se receita bruta o produto da venda de bens e serviços nas operações de conta própria, o preço dos serviços prestados e o resultado nas operações em conta alheia, não incluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos. 3. Unificação de tributos e contribuições O Simples Nacional, instituído pela citada LC nº 123/2006, publicada no Diário Oficial da União (DOU 1) de , republicada no de , alterada pela LC nº 133/2009, e pela LC nº 139/201, republicada no DOU de e alterada pela LC nº 147/2014, implica o recolhimento mensal, mediante documento único de arrecadação, entre outros, da Contribuição Patronal Previdenciária (CPP) para a Seguridade Social, a cargo da pessoa jurídica, de que trata o art. 22 da Lei nº 8.212/1991, exceto no caso da ME e EPP que se dediquem às seguintes atividades de prestação de serviços: a) construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreitada, execução de projetos e serviços de paisagismo, bem como decoração de interiores; b) serviço de vigilância, limpeza ou conservação; c) serviços advocatícios. Nota O art. 22 da Lei nº 8.212/1991, dispõe: "Art A contribuição a cargo da empresa, destinada à Seguridade Social, além do disposto no art. 23, é de: 8

10 I - vinte por cento sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas a qualquer título, durante o mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços, destinadas a retribuir o trabalho, qualquer que seja a sua forma, inclusive as gorjetas, os ganhos habituais sob a forma de utilidades e os adiantamentos decorrentes de reajuste salarial, quer pelos serviços efetivamente prestados, quer pelo tempo à disposição do empregador ou tomador de serviços, nos termos da lei ou do contrato ou, ainda, de convenção ou acordo coletivo de trabalho ou sentença normativa. II - para o financiamento do benefício previsto nos arts. 57 e 58 da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, e daqueles concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos riscos ambientais do trabalho, sobre o total das remunerações pagas ou creditadas, no decorrer do mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos: a) 1% (um por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante o risco de acidentes do trabalho seja considerado leve; b) 2% (dois por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante esse risco seja considerado médio; c) 3% (três por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante esse risco seja considerado grave. III - vinte por cento sobre o total das remunerações pagas ou creditadas a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados contribuintes individuais que lhe prestem serviços; IV - quinze por cento sobre o valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços, relativamente a serviços que lhe são prestados por cooperados por intermédio de cooperativas de trabalho. 1º - No caso de bancos comerciais, bancos de investimentos, bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de crédito, financiamento e investimento, sociedades de crédito imobiliário, sociedades corretoras, distribuidoras de títulos e valores mobiliários, empresas de arrendamento mercantil, cooperativas de crédito, empresas de seguros privados e de capitalização, agentes autônomos de seguros privados e de crédito e entidades de previdência privada abertas e fechadas, além das contribuições referidas neste artigo e no art. 23, é devida a contribuição adicional de dois vírgula cinco por cento sobre a base de cálculo definida nos incisos I e III deste artigo. 2º - Não integram a remuneração as parcelas de que trata o 9º do art º - O Ministério do Trabalho e da Previdência Social poderá alterar, com base nas estatísticas de acidentes do trabalho, apuradas em inspeção, o enquadramento de empresas para efeito da contribuição a que se refere o inciso II deste artigo, a fim de estimular investimentos em prevenção de acidentes. 4º - O Poder Executivo estabelecerá, na forma da lei, ouvido o Conselho Nacional da Seguridade Social, mecanismos de estímulo às empresas que se utilizem de empregados portadores de deficiências física, sensorial e/ou mental com desvio do padrão médio. 5º - (Revogado pela Lei nº , de 2001). 6º - A contribuição empresarial da associação desportiva que mantém equipe de futebol profissional destinada à Seguridade Social, em substituição à prevista nos incisos I e II deste artigo, corresponde a cinco por cento da receita bruta, decorrente dos espetáculos desportivos de que participem em todo território nacional em qualquer modalidade desportiva, inclusive jogos internacionais, e de qualquer forma de patrocínio, licenciamento de uso de marcas e símbolos, publicidade, propaganda e de transmissão de espetáculos desportivos. 7º - Caberá à entidade promotora do espetáculo a responsabilidade de efetuar o desconto de cinco por cento da receita bruta decorrente dos espetáculos desportivos e o respectivo recolhimento ao Instituto Nacional do Seguro Social, no prazo de até dois dias úteis após a realização do evento. 8º - Caberá à associação desportiva que mantém equipe de futebol profissional informar à entidade promotora do espetáculo desportivo todas as receitas auferidas no evento, 9

11 discriminando-as detalhadamente. 9º - No caso de a associação desportiva que mantém equipe de futebol profissional receber recursos de empresa ou entidade, a título de patrocínio, licenciamento de uso de marcas e símbolos, publicidade, propaganda e transmissão de espetáculos, esta última ficará com a responsabilidade de reter e recolher o percentual de cinco por cento da receita bruta decorrente do evento, inadmitida qualquer dedução, no prazo estabelecido na alínea "b", inciso I, do art. 30 desta Lei Não se aplica o disposto nos 6º ao 9º às demais associações desportivas, que devem contribuir na forma dos incisos I e II deste artigo e do art. 23 desta Lei O disposto nos 6º ao 9º deste artigo aplica-se à associação desportiva que mantenha equipe de futebol profissional e atividade econômica organizada para a produção e circulação de bens e serviços e que se organize regularmente, segundo um dos tipos regulados nos arts a da Lei nº , de 10 de janeiro de Código Civil. 11-A - O disposto no 11 deste artigo aplica-se apenas às atividades diretamente relacionadas com a manutenção e administração de equipe profissional de futebol, não se estendendo às outras atividades econômicas exercidas pelas referidas sociedades empresariais beneficiárias (VETADO) 13 - Não se considera como remuneração direta ou indireta, para os efeitos desta Lei, os valores despendidos pelas entidades religiosas e instituições de ensino vocacional com ministro de confissão religiosa, membros de instituto de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa em face do seu mister religioso ou para sua subsistência desde que fornecidos em condições que independam da natureza e da quantidade do trabalho executado Para efeito de interpretação do 13 deste artigo: I - os critérios informadores dos valores despendidos pelas entidades religiosas e instituições de ensino vocacional aos ministros de confissão religiosa, membros de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa não são taxativos e sim exemplificativos; II - os valores despendidos, ainda que pagos de forma e montante diferenciados, em pecúnia ou a título de ajuda de custo de moradia, transporte, formação educacional, vinculados exclusivamente à atividade religiosa não configuram remuneração direta ou indireta." Não obstante a transcrição acima do art. 22, observar que, nos termos do art. 7º da Medida Provisória nº 680/2015, foi alterada a redação do inciso I do caput do art. 22 da Lei nº 8.212/1991, para determinar que, a contribuição a cargo da empresa, destinada à Seguridade Social é de "vinte por cento sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas a qualquer título, durante o mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços, destinadas a retribuir o trabalho, qualquer que seja a sua forma, inclusive as gorjetas, o valor da compensação pecuniária a ser paga no âmbito do Programa de Proteção ao Emprego - PPE, os ganhos habituais sob a forma de utilidades e os adiantamentos decorrentes de reajuste salarial, quer pelos serviços efetivamente prestados, quer pelo tempo à disposição do empregador ou tomador de serviços, nos termos da lei ou do contrato ou, ainda, de convenção ou acordo coletivo de trabalho ou sentença normativa.". Contudo, o art. 9º da mencionada Medida Provisória nº 680/2015, determina que a alteração acima promovida no inciso I do caput do art. 22 da Lei nº 8.212/1991, entrará em vigor no 1º dia do 4º mês subsequente ao da publicação da Medida Provisória em comento, que se deu em Assim, a nova redação acima terá início de vigência a contar de 1º Contribuições não abrangidas na unificação O recolhimento na forma do item 3 não exclui a incidência, entre outros, das seguintes contribuições, devidas na qualidade de contribuinte ou responsável, em relação aos quais será observada a legislação aplicável às demais pessoas jurídicas: 10

12 a) para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); b) para manutenção da Seguridade Social, relativa ao trabalhador; c) para a Seguridade Social, relativa à pessoa do empresário, na qualidade de contribuinte individual; As MEs e EPPs optantes pelo Simples Nacional ficam dispensadas do pagamento das demais contribuições instituídas pela União, inclusive as contribuições para as entidades privadas de serviço social e de formação profissional vinculadas ao sistema sindical, de que trata o art. 240 da Constituição Federal, e demais entidades de serviço social autônomo. Nota O art. 240 da Constituição Federal (CF/1988) estabelece: "Art Ficam ressalvadas do disposto no art. 195 as atuais contribuições compulsórias dos empregadores sobre a folha de salários, destinadas às entidades privadas de serviço social e de formação profissional vinculadas ao sistema sindical." 3.2 Declaração única O CGSN poderá determinar, com relação à microempresa e à empresa de pequeno porte optante pelo Simples Nacional, a forma, a periodicidade e o prazo: a) de entrega à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) de uma única declaração com dados relacionados a fatos geradores, base de cálculo e valores da contribuição para a Seguridade Social devida sobre a remuneração do trabalho, inclusive a descontada dos trabalhadores a serviço da empresa, do FGTS e outras informações de interesse do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do Conselho Curador do FGTS; b) do recolhimento das contribuições descritas na letra "a" e do FGTS. O recolhimento de que trata a letra "b" poderá se dar de forma unificada relativamente aos tributos apurados na forma do Simples Nacional. A entrega da declaração de que trata a letra "a" substituirá, na forma regulamentada pelo CGSN, a obrigatoriedade de entrega de todas as informações, formulários e declarações a que estão sujeitas as demais empresas ou equiparados que contratam trabalhadores, inclusive relativamente ao recolhimento do FGTS, à Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Na hipótese de recolhimento do FGTS na forma da letra "b", deve-se assegurar a transferência dos recursos e dos elementos identificadores do recolhimento ao gestor desse fundo para crédito na conta vinculada do trabalhador. O documento de que trata a letra "a" tem caráter declaratório, constituindo instrumento hábil e suficiente para a exigência dos tributos, contribuições e dos débitos fundiários que não tenham sido recolhidos resultantes das informações nele prestadas. 4. Vedações ao ingresso no Simples Nacional Entre outras situações, não poderão recolher os impostos e contribuições na forma do Simples Nacional a microempresa ou a empresa de pequeno porte: a) que explore atividade de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, gerenciamento de ativos (asset management), compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring); b) que tenha sócio domiciliado no exterior; c) de cujo capital participe entidade da administração pública, direta ou indireta, federal, estadual ou municipal; d) que possua débito com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa; 11

13 e) que preste serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros, exceto quando na modalidade fluvial ou quando possuir características de transporte urbano ou metropolitano ou realizar-se sob fretamento contínuo em área metropolitana para o transporte de estudantes ou trabalhadores; Nota A contar de 1º , em virtude da Resolução CGSN nº 117/2014, o art. 15 da Resolução CGSN nº 94/2011, entre outras alterações, passa vigorar com a seguinte redação: "Art. 15. Não poderá recolher os tributos na forma do Simples Nacional a ME ou EPP: (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 17, caput) (caput transcrito apenas para melhor compreensão)... XVI - que preste serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros, exceto: (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 17, inciso VI) a) na modalidade fluvial; ou b) nas demais modalidades, quando: 1. possuir características de transporte urbano ou metropolitano; ou 2. realizar-se sob fretamento contínuo em área metropolitana para o transporte de estudantes ou trabalhadores;... 5º Enquadram-se na situação prevista no item 1 da alínea "b" do inciso XVI do caput o transporte intermunicipal ou interestadual que, cumulativamente: (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 2º, inciso I e 6º; art. 17, inciso VI) I - for realizado entre municípios limítrofes, ainda que de diferentes estados, ou obedeça a trajetos que compreendam regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões, constituídas por agrupamentos de municípios, instituídas por legislação estadual, podendo, no caso de transporte metropolitano, ser intercalado por áreas rurais; II - possuir caráter público coletivo de passageiros entre municípios, assim considerado aquele realizado por veículo com especificações apropriadas, acessível a toda a população mediante pagamento individualizado, com itinerários e horários previamente estabelecidos, viagens intermitentes e preços fixados pelo Poder Público. 6º Enquadram-se na situação prevista no item 2 da alínea "b" do inciso XVI do caput o transporte intermunicipal ou interestadual de estudantes ou trabalhadores que, cumulativamente: (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 2º, inciso I e 6º; art. 17, inciso VI) I - for realizado sob a forma de fretamento contínuo, assim considerado aquele prestado a pessoa física ou jurídica, mediante contrato escrito e emissão de documento fiscal, para a realização de um número determinado de viagens, com destino único e usuários definidos; II - obedecer a trajetos que compreendam regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões, constituídas por agrupamentos de municípios limítrofes, instituídas por legislação estadual.". f) que seja geradora, transmissora, distribuidora ou comercializadora de energia elétrica; g) que exerça atividade de importação ou fabricação de automóveis e motocicletas; h) que exerça atividade de importação de combustíveis; i) que exerça atividade de produção ou venda no atacado de; - cigarros, cigarrilhas, charutos, filtros para cigarros, armas de fogo, munições e pólvoras, explosivos e detonantes; - bebidas a seguir descritas: - alcoólicas; j) que realize cessão ou locação de mão-de-obra; Nota: 12

14 Por meio do Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 7/2015, ficou definido que é vedada a opção ao Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições Devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional) pelas pessoas jurídicas que prestem serviço de portaria por cessão de mão de obra. O serviço de portaria não se confunde com os serviços de vigilância, limpeza e conservação, portanto não se enquadra na exceção prevista no inciso VI do 5º-C do art. 18 da Lei Complementar nº 123/2006, e sim na regra prevista no inciso XII do caput do art. 17 dessa mesma Lei. Ficam modificadas as conclusões em contrário constantes em soluções de consulta ou em soluções de divergência emitidas antes da publicação deste ato, independentemente de comunicação aos consulentes. k) que se dedique ao loteamento e à incorporação de imóveis; l) que realize atividade de locação de imóveis próprios, exceto quando se referir a prestação de serviços tributados pelo ISS; m) com ausência de inscrição ou com irregularidade em cadastro fiscal federal, municipal ou estadual, quando exigível, observadas as disposições específicas relativas ao MEI. Nota Em virtude da publicação da Lei Complementar nº 147/2014, a partir de 1º , as seguintes atividades de prestação de serviços serão tributadas na forma do Anexo VI da Lei Complementar nº 123/2006 : I - medicina, inclusive laboratorial e enfermagem; II - medicina veterinária; III - odontologia; IV - psicologia, psicanálise, terapia ocupacional, acupuntura, podologia, fonoaudiologia, clínicas de nutrição e de vacinação e bancos de leite; V - serviços de comissaria, de despachantes, de tradução e de interpretação; VI - arquitetura, engenharia, medição, cartografia, topografia, geologia, geodésia, testes, suporte e análises técnicas e tecnológicas, pesquisa, design, desenho e agronomia; VII - representação comercial e demais atividades de intermediação de negócios e serviços de terceiros; VIII - perícia, leilão e avaliação; IX - auditoria, economia, consultoria, gestão, organização, controle e administração; X - jornalismo e publicidade; XI - agenciamento, exceto de mão de obra; XII - outras atividades do setor de serviços que tenham por finalidade a prestação de serviços decorrentes do exercício de atividade intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural, que constitua profissão regulamentada ou não, desde que não sujeitas à tributação na forma dos Anexos III, IV ou V desta Lei Complementar. 4.1 Outros serviços Também poderá optar pelo Simples Nacional a ME ou EPP que se dedique à prestação de outros serviços que não tenham sido objeto de vedação expressa no item 4 desde que não incorra em nenhuma das hipóteses de vedação previstas na LC nº 123/ Opção pelo Simples Nacional A opção pelo Simples Nacional dar-se-á por meio do Portal do Simples Nacional na Internet, sendo irretratável para todo o ano-calendário e deve ser realizada no mês de janeiro, até seu último dia útil, produzindo efeitos a partir do primeiro dia do ano-calendário da opção. Enquanto não vencido o prazo para solicitação da opção o contribuinte poderá: a) regularizar eventuais pendências impeditivas ao ingresso no Simples Nacional, 13

15 sujeitando-se ao indeferimento da opção caso não as regularize até o término desse prazo; b) efetuar o cancelamento da solicitação de opção, salvo se o pedido já houver sido deferido. O disposto no parágrafo anterior não se aplica às empresas em início de atividade. No momento da opção, o contribuinte deverá prestar declaração quanto ao não enquadramento nas vedações previstas no art. 15 da Resolução CGSN nº 94/2011, independentemente das verificações efetuadas pelos entes federados. No caso de início de atividade da ME ou EPP no ano-calendário da opção, deverá ser observado o seguinte: a) a ME ou EPP, após efetuar a inscrição no CNPJ, bem como obter a sua inscrição municipal e, caso exigível, a estadual, terá o prazo de até 30 dias, contados do último deferimento de inscrição, para efetuar a opção pelo Simples Nacional; b) após a formalização da opção, a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) disponibilizará aos Estados, Distrito Federal e Municípios a relação dos contribuintes para verificação da regularidade da inscrição municipal ou, quando exigível, da estadual; c) os entes federados deverão efetuar a comunicação à RFB sobre a regularidade na inscrição municipal ou, quando exigível, na estadual: c.1) até o dia 5 de cada mês, relativamente às informações disponibilizadas pela RFB do dia 20 ao dia 31 do mês anterior; c.2) até o dia 15 de cada mês, relativamente às informações disponibilizadas pela RFB do dia 1º ao dia 9 do mesmo mês; c.3) até o dia 25 de cada mês, relativamente às informações disponibilizadas pela RFB do dia 10 ao dia 19 do mesmo mês; d) confirmada a regularidade na inscrição municipal ou, quando exigível, na estadual, ou ultrapassado o prazo a que se refere a letra "c", sem manifestação por parte do ente federado, a opção será deferida, observadas as demais disposições relativas à vedação para ingresso no Simples Nacional e o disposto no 7º do art. 6º da Resolução CGSN nº 94/2011 ; e) a opção produzirá efeitos desde a respectiva data de abertura constante do CNPJ, salvo se o ente federado considerar inválidas as informações prestadas pela ME ou EPP nos cadastros estadual e municipal, hipótese em que a opção será indeferida. A RFB disponibilizará aos Estados, Distrito Federal e Municípios relação dos contribuintes referidos neste artigo para verificação quanto à regularidade para a opção pelo Simples Nacional, e, posteriormente, a relação dos contribuintes que tiveram a sua opção deferida. A ME ou EPP não poderá efetuar a opção pelo Simples Nacional na condição de empresa em início de atividade depois de decorridos 180 dias da data de abertura constante do CNPJ, observados os demais requisitos previstos na letra "a". A opção pelo Simples Nacional, por escritórios de serviços contábeis, implica em que, individualmente ou por meio de suas entidades representativas de classe, devam: a) promover atendimento gratuito relativo à inscrição, à opção de que trata o art. 93 da Resolução CGSN nº 94/2011 e à primeira declaração anual simplificada do Microempreendedor Individual (MEI), podendo, para tanto, por meio de suas entidades representativas de classe, firmar convênios e acordos com a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, por intermédio dos seus órgãos vinculados; b) fornecer, por solicitação do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), resultados de pesquisas quantitativas e qualitativas relativas às ME e EPP optantes pelo Simples Nacional por eles atendidas; c) promover eventos de orientação fiscal, contábil e tributária para as ME e EPP optantes pelo Simples Nacional por eles atendidas. 5.1 Agendamento da opção - Condições A ME ou EPP poderá efetuar agendamento da opção de que trata o item 5 deste texto, 14

16 observadas as seguintes disposições: a) estará disponível, em aplicativo específico no Portal do Simples Nacional, entre o primeiro dia útil de novembro e o penúltimo dia útil de dezembro do ano anterior ao da opção; b) sujeitar-se-á ao disposto nos 4º e 6º do art. 6º da Resolução CGSN nº 94/2011 ; c) na hipótese de serem identificadas pendências impeditivas ao ingresso no Simples Nacional, o agendamento será rejeitado, podendo a empresa: c.1) solicitar novo agendamento após a regularização das pendências, observado o prazo previsto na letra "a"; ou c.2) realizar a opção no prazo e condições previstos no item 5 deste texto; d) inexistindo pendências, o agendamento será confirmado, gerando para a ME ou EPP opção válida com efeitos a partir do primeiro dia do ano-calendário subsequente; e) o agendamento: e.1) não se aplica à opção para ME ou EPP em início de atividade; e.2) poderá ser cancelado até o final do prazo previsto na letra "a" Confirmação do agendamento - Opção pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos Abrangidos pelo Simples Nacional (Simei) - Não implicação A confirmação do agendamento não implica opção pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos Abrangidos pelo Simples Nacional (Simei), que deverá ser efetuado no prazo previsto no inciso II do art. 93 da Resolução CGSN nº 94/ Agendamento rejeitado - Contencioso administrativo - Inocorrência Não haverá contencioso administrativo na hipótese de o agendamento ser rejeitado Agendamento confirmado - Cancelamento O agendamento confirmado poderá ser cancelado, até o final do prazo previsto na letra "a" do subitem 5.1, independentemente de notificação, caso tenha ocorrido erro no processamento das informações tempestivamente transmitidas pelos entes federados, sendo a informação do cancelamento divulgada no Portal do Simples Nacional, devendo a empresa proceder na forma da letra "c" do subitem Contribuição previdenciária das empresas optantes pelo Simples Nacional 6.1 Forma - Substituição A ME e a EPP optantes pelo Simples Nacional contribuem na forma estabelecida nos arts. 13 e 18 da Lei Complementar nº 123/2006, em substituição às contribuições de que tratam os arts. 22 e 22-A da Lei nº 8.212/1991, o 6º do art. 57 da Lei nº 8.213/1991, o art. 25 da Lei nº 8.870/1994, e o 1º do art. 1º da Lei nº /2003. A substituição acima referida não se aplica às seguintes hipóteses: a) para fatos geradores ocorridos até , às pessoas jurídicas que se dediquem às atividades de prestação de serviços previstas nos incisos I a VI do 5º-C e nos incisos I a XIV do 5º-D do art. 18 da Lei Complementar nº 123/2006 ; Nota Lembrar que a LC nº 147/2014 acresceu ao mencionado 5ºC o item VII relativo a serviços advocatícios. b) para fatos geradores ocorridos a partir de 1º , às pessoas jurídicas que se dediquem às atividades de prestação de serviços previstas nos incisos I a VI do 5º-C do art. 18 da Lei Complementar nº 123/

17 Nota Veja nota anterior. Nos casos das letras "a" e "b" acima transcritas, as contribuições referidas no art. 22 da Lei nº 8.212/1991, serão recolhidas segundo a legislação aplicável aos demais contribuintes ou responsáveis. Notas (1) A Resolução CGSN nº 109/2013, acresceu o art. 133-A à Resolução CGSN nº 94/2011 para determinar que, na hipótese de a base de cálculo da CPP ser estabelecida, total ou parcialmente, na forma prevista nos arts. 7º e 8º da Lei nº /2011 (desoneração da folha de pagamento), a RFB poderá determinar que o recolhimento correspondente seja efetuado por meio de DAS gerado pelo PGDAS-D, até o dia 20 do mês subsequente àquele em que houver sido auferida a receita bruta. No caso de a empresa exercer atividades mistas, o mencionado recolhimento não poderá afetar a base de cálculo e os percentuais da CPP devida no Simples Nacional. Sobre o assunto, veja, se necessário, o procedimento "Previdenciária - Custeio - Desoneração da folha de pagamento - Plano Brasil Maior. (2) A Medida Provisória nº 669/2015, cujos efeitos no que se refere à desoneração da folha de pagamento seriam observados a partir de 1º , foi expressamente revogada pela Medida Provisória nº 671/2015. Referida MP já revogada, entre outras disposições, previa alterações nas alíquotas de contribuição sobre a receita bruta. As ME e EPP optantes pelo Simples Nacional ficam dispensadas, na forma do 3º do art. 13 da Lei Complementar nº 123/2006, do pagamento das demais contribuições instituídas pela União, inclusive as contribuições para as entidades privadas de serviço social e de formação profissional vinculadas ao sistema sindical, de que trata o art. 240 da CF/1988, e demais entidades de serviço social autônomo. Nota Veja a transcrição do art. 22 da Lei nº 8.212/1991 na "Nota" inserida no item 3 deste texto. Lembra-se que a citada contribuição previdenciária unificada, não exclui a obrigatoriedade de arrecadação das contribuições descritas nas letras "a", "b" e "c" do subitem 3.1. No que concerne ao art. 18 da LC nº 123/2006, basicamente, o critério de cálculo do valor devido mensalmente pela microempresa e empresa de pequeno porte, optante do Simples Nacional, será determinado mediante aplicação das tabelas específicas constantes da citada LC e da Resolução CGSN nº 94/2011, observadas as alterações posteriores Contribuições sociais do art. 22 da Lei nº 8.212/ Forma de tributação As ME e EPP optantes pelo Simples Nacional, no que se refere às contribuições sociais previstas no art. 22 da Lei nº 8.212/1991, serão tributadas da seguinte forma: a) as contribuições incidentes sobre a remuneração dos trabalhadores referidos no inciso I do art. 195 da Instrução Normativa RFB nº 971/2009 serão substituídas pelo regime do Simples Nacional; b) as contribuições incidentes sobre a remuneração dos trabalhadores referidos no inciso II do art. 195 da Instrução Normativa RFB nº 971/2009 serão recolhidas segundo a legislação aplicável aos demais contribuintes e responsáveis; Nota 16

18 Veja a "Nota" constante do subitem 6.1. c) as contribuições incidentes sobre a remuneração dos trabalhadores referidos no inciso III do art. 195 da Instrução Normativa RFB nº 971/2009 serão proporcionais à parcela da receita bruta auferida nas atividades enquadradas no anexo IV da Lei Complementar nº 123/2006, alterada pela Lei Complementar nº 139/2011, em relação à receita bruta total auferida pela empresa Contribuições incidentes sobre a remuneração dos trabalhadores que se dedicam ao exercício concomitante de atividades A contribuição a ser recolhida na forma da letra "c" anteriormente descrita no subitem corresponderá ao resultado da multiplicação do valor da contribuição calculada conforme o disposto no art. 22 da Lei nº 8.212/1991, pela fração, cujo numerador é a receita bruta auferida nas atividades enquadradas no anexo IV da Lei Complementar nº 123/2006, alterada pela Lei Complementar nº 139/2011, e o denominador é a receita bruta total auferida pela empresa. A contribuição devida na forma da letra "c" anteriormente descrita no subitem incidente sobre o 13º salário corresponderá ao resultado da multiplicação do valor da contribuição calculada conforme o disposto no art. 22 da Lei nº 8.212/1991, pela fração, cujo numerador é o valor anual acumulado, nas competências de janeiro a dezembro, da receita bruta auferida nas atividades enquadradas no anexo IV da Lei Complementar nº 123/2006, alterada pela Lei Complementar nº 139/2011, e o denominador é o valor anual acumulado, nas competências de janeiro a dezembro, relativo à receita bruta total auferida pela empresa, observando-se o seguinte: a) para o pagamento da contribuição em 20 de dezembro ou dia útil imediatamente anterior se não houver expediente bancário naquele dia, o cálculo do valor acumulado das receitas brutas abrangerá as competências janeiro a novembro; b) para o pagamento da contribuição quando da rescisão de contrato de trabalho, o cálculo do valor acumulado das receitas brutas abrangerá os meses de janeiro até o mês da rescisão; e c) na competência janeiro, uma vez apurada a receita bruta referente à competência dezembro do ano anterior, a ME ou a EPP deverá efetuar o cálculo do valor devido da contribuição na forma do enunciado do parágrafo imediatamente anterior a letra "a" acima, comparando-o com o recolhimento efetuado na forma da letra "a" imediatamente anterior, descontado o valor relativo aos acréscimos legais, e recolher o valor encontrado das possíveis diferenças da contribuição devida ou compensá-las. 6.2 Responsabilidade As empresas optantes pelo Simples Nacional são obrigadas a arrecadar e recolher, mediante desconto ou retenção, as contribuições devidas: a) pelo segurado empregado, podendo deduzir, no ato do recolhimento, os valores pagos a título de salário-família e salário-maternidade; b) pelo contribuinte individual, a partir de abril/2003; c) pelo segurado, destinadas ao Serviço Social do Transporte (Sest) e ao Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat), no caso de contratação de contribuinte individual transportador rodoviário autônomo; d) pelo produtor rural pessoa física ou pelo segurado especial, incidentes sobre o valor bruto da comercialização de produto rural, na condição de sub-rogadas; e) pela associação desportiva, incidente sobre a receita bruta decorrente de contrato de patrocínio, de licenciamento de uso de marcas e símbolos, de publicidade, de propaganda e de transmissão de espetáculos desportivos, quando forem as patrocinadoras; e f) pela empresa contratada, incidentes sobre o valor bruto da nota fiscal, da fatura, ou do 17

19 recibo de prestação de serviço mediante cessão de mão-de-obra ou empreitada. 6.3 Empresas optantes que prestam serviço mediante cessão de mão-de-obra ou empreitada As MEs e EPPs optantes pelo Simples Nacional que prestarem serviços mediante cessão de mão de obra ou empreitada não estão sujeitas à retenção previdenciária referida no art. 31 da Lei nº 8.212/1991, sobre o valor bruto da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços emitidos, excetuada: a) a ME ou a EPP tributada na forma dos Anexos IV e V da Lei Complementar nº 123/2006, alterada pela Lei Complementar nº 139/2011, para os fatos geradores ocorridos até ; e b) a ME ou a EPP tributada na forma do Anexo IV da Lei Complementar nº 123/2006, alterada pela Lei Complementar nº 139/2011, para os fatos geradores ocorridos a partir de 1º A aplicação do disposto nas letras "a" e "b" acima descritas se restringe às atividades elencadas nos 2º e 3º do art. 219 do RPS, e, no que couberem, às disposições do Capítulo IX do Título II da Instrução Normativa RFB nº 971/2009. A ME ou a EPP que exerça atividades tributadas na forma do anexo III, até , e tributadas na forma dos anexos III e V, a partir de 1º , todos da Lei Complementar nº 123/2006, alterada pela Lei Complementar nº 139/2011, estará sujeita à exclusão do Simples Nacional na hipótese de prestação de serviços mediante cessão ou locação de mão de obra, em face do disposto no inciso XII do art. 17 e no 5º-H do art. 18 da referida Lei Complementar. Recorda-se que o art. 31 da citada Lei nº 8.212/1991, basicamente, prevê que as empresas que contratam serviços prestados mediante cessão de mão-de-obra ou empreitada, sujeitos à retenção previdenciária, devem reter, geralmente, a quantia equivalente a 11% do valor bruto dos serviços e efetuar o respectivo recolhimento à Previdência Social, e a empresa contratada, por sua vez, deve destacar o valor retido em nota fiscal, fatura ou recibo de prestação de serviços. 6.4 Conceitos para fins de tributação Para fins de tributação previdenciária entende-se por: a) exercício exclusivo de atividade, aquele realizado por trabalhador cuja mão de obra é empregada somente em atividades que se enquadrem nos anexos I a III e V ou, somente em atividades que se enquadrem no anexo IV, da Lei Complementar nº 123/2006, alterada pela Lei Complementar nº 139/2011 ; e b) exercício concomitante de atividades, aquele realizado por trabalhador cuja mão de obra é empregada de forma simultânea em atividade enquadrada no anexo IV em conjunto com outra atividade enquadrada em um dos anexos de I a III e V, da Lei Complementar nº 123/2006, alterada pela Lei Complementar nº 139/2011. Nota Lembrar que, conforme determina a LC nº 147/2014, a partir de 1º , a LC nº 123/2006 será acrescida do Anexo VI. 6.5 Discriminação mensal da receita bruta As empresas optantes deverão discriminar mensalmente a receita bruta, destacada por estabelecimento e por atividade enquadrada nos anexos I a V da Lei Complementar nº 18

20 123/2006, alterada pela Lei Complementar nº 139/2011, na forma do art. 18 da LC nº 123/2006 e da Resolução CGSN nº 94/ Elaboração mensal da folha de pagamento da remuneração paga As MEs e EPPs optantes pelo Simples Nacional deverão elaborar folha de pagamento mensal da remuneração paga, devida ou creditada a todos os segurados a seu serviço, de forma coletiva por estabelecimento, por obra de construção civil e por tomador de serviços, com a correspondente totalização e resumo geral, discriminando: o nome de cada segurado e respectivo cargo, função ou serviço prestado; os segurados empregado, trabalhador avulso e contribuinte individual, agrupados por categoria; os nomes das seguradas em gozo de saláriomaternidade; as parcelas integrantes e as não-integrantes da remuneração e os descontos legais; o número de cotas de salário-família atribuídas a cada segurado empregado ou trabalhador avulso, bem como destacar a remuneração dos trabalhadores que se dediquem: a) exclusivamente, a atividade enquadrada nos anexos I a III e V da Lei Complementar nº 123/2006, alterada pela Lei Complementar nº 139/2011 ; b) exclusivamente, a atividade enquadrada no anexo IV da Lei Complementar nº 123/2006, alterada pela Lei Complementar nº 139/2011 ; e c) ao exercício concomitante de atividades, ou seja, aquele realizado por trabalhador cuja mão-de-obra é empregada de forma simultânea em atividade enquadrada no anexo IV em conjunto com outra atividade enquadrada em um dos anexos de I a III e V, da Lei Complementar nº 123/2006, alterada pela Lei Complementar nº 139/2011. Nota Lembrar que, conforme determina a LC nº 147/2014, a partir de 1º , a LC nº 123/2006 será acrescida do Anexo VI. 6.7 Informação mensal em GFIP - CBO e CNAE As empresas optantes deverão informar mensalmente, em Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social (GFIP), a remuneração dos trabalhadores, destacando-a por estabelecimento, na forma descrita nas letras "a", "b" e "c" do subitem 6.6, de acordo com as regras estabelecidas no Manual da GFIP. Nota A Lei Complementar nº 147/2014 acrescentou o parágrafo 9º ao art. 2º da Lei Complementar nº 123/2006, para determinar, entre outros, que o CGSN poderá determinar, com relação à microempresa e à empresa de pequeno porte optante pelo Simples Nacional, a forma, a periodicidade e o prazo: a) de entrega à RFB de uma única declaração com dados relacionados a fatos geradores, base de cálculo e valores da contribuição para a Seguridade Social devida sobre a remuneração do trabalho, inclusive a descontada dos trabalhadores a serviço da empresa, do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e outras informações de interesse do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do Conselho Curador do FGTS; e b) a entrega da declaração substituirá, na forma regulamentada pelo CGSN, a obrigatoriedade de entrega de todas as informações, formulários e declarações a que estão sujeitas as demais empresas ou equiparados que contratam trabalhadores, inclusive relativamente ao recolhimento do FGTS, à Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O Código de Classificação Brasileira de Ocupação (CBO) atribuído ao trabalhador pelo sujeito passivo deverá ser compatível com a Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE) 19

MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL Conheça as condições para recolhimento do Simples Nacional em valores fixos mensais Visando retirar da informalidade os trabalhadores autônomos caracterizados como pequenos

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Tributos Microempreendedor Individual (MEI)

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Tributos Microempreendedor Individual (MEI) 04/09/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 3.1 Contratação de Empregado... 7 3.2 Cessão ou Locação de Mão-de-Obra... 7

Leia mais

SIMPLES NACIONAL 1. NOÇÕES GERAIS

SIMPLES NACIONAL 1. NOÇÕES GERAIS SIMPLES NACIONAL 1. NOÇÕES GERAIS SIMPLES NACIONAL 1.1. O que é O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado, simplificado e favorecido previsto na Lei Complementar nº 123, de 2006, aplicável

Leia mais

O SUPER SIMPLES E AS EMPRESAS DO RAMO DE SAÚDE José Alberto C. Muricy e. Colaboração: Daniel Queiroz Filho Outubro/2014

O SUPER SIMPLES E AS EMPRESAS DO RAMO DE SAÚDE José Alberto C. Muricy e. Colaboração: Daniel Queiroz Filho Outubro/2014 O SUPER SIMPLES E AS EMPRESAS DO RAMO DE SAÚDE José Alberto C. Muricy e Jorge Pereira de Souza Colaboração: Daniel Queiroz Filho Outubro/2014 PROGRAMA A INTRODUÇÃO DO SUPER SIMPLES PARA OS SERVIÇOS DE

Leia mais

Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. 1 - INTRODUÇÃO. nº 123/2006, com a redação dada pela Lei Complementar nº 128/2008.

Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. 1 - INTRODUÇÃO. nº 123/2006, com a redação dada pela Lei Complementar nº 128/2008. Trabalhistas MICROEMPREENDEDOR - Alterações INDIVIDUAL - MEI - Aspectos Previdenciários e Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. Sumário: 12 Conceito Introdução 3.1 - Tributação

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 127, DE 14 DE AGOSTO DE 2007 Mensagem de veto Altera a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006. O PRESIDENTE

Leia mais

SIMPLES NACIONAL. A partir de 01/07/2007 deixa de existir o Simples que conhecemos atualmente (Lei 9.317/96) e passa a Existir o Simples Nacional.

SIMPLES NACIONAL. A partir de 01/07/2007 deixa de existir o Simples que conhecemos atualmente (Lei 9.317/96) e passa a Existir o Simples Nacional. SIMPLES NACIONAL Visando um esclarecimento a todos os nossos clientes, elaboramos a presente cartilha com o máximo de informações para auxiliar no entendimento do novo sistema de recolhimento de impostos.

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Divergência nº 21 - Data 17 de setembro de 2013 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: SIMPLES NACIONAL SIMPLES NACIONAL. JORNAL. FORMA DE TRIBUTAÇÃO.

Leia mais

CÓPIA. Relatório. 27 Cosit SRRF06/DISIT

CÓPIA. Relatório. 27 Cosit SRRF06/DISIT Fl. 11 Fls. 1 nfls txtfls Solução de Consulta Interna nº MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL COORDENAÇÃO GERAL DE TRIBUTAÇÃO 27 Data 13 de setembro de 2013 Origem SRRF06/DISIT

Leia mais

Receita Federal do Brasil. Lei Complementar 128. Alterações na Legislação Previdenciária

Receita Federal do Brasil. Lei Complementar 128. Alterações na Legislação Previdenciária Lei Complementar 128 Alterações na Legislação Previdenciária Microempreendedor Individual MEI Conceito: É o empresário individual, referido no art. 966 do Novo Código Civil, que tenha auferido receita

Leia mais

MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI - Aspectos Previdenciários e Trabalhistas - Alterações

MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI - Aspectos Previdenciários e Trabalhistas - Alterações MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI - Aspectos Previdenciários e Trabalhistas - Alterações Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 20/08/2014. Sumário: 1 - Introdução 2 - Conceito 3 - Opção

Leia mais

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA AGOSTO DE 2014. c) multa ou qualquer vantagem por rescisão de contratos.

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA AGOSTO DE 2014. c) multa ou qualquer vantagem por rescisão de contratos. Até dia Obrigação AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA AGOSTO DE 2014 Histórico ocorridos no período de 21 a 31.07.2014, incidente sobre rendimentos de (art. 70, I, letra "b", da Lei nº 11.196/2005 ): 5

Leia mais

SIMPLES NACIONAL. Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte.

SIMPLES NACIONAL. Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. SIMPLES NACIONAL Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno

Leia mais

CURSO ON-LINE - PROFESSOR: FÁBIO ZAMBITE

CURSO ON-LINE - PROFESSOR: FÁBIO ZAMBITE NOVAS MUDANÇAS COM A LC N 128/08 Dentro da avalanche de modificações na legislação previdenciária no final de 2008, temos verdadeira chave de ouro com a edição da LC nº 128/08. As alterações, na maior

Leia mais

Relatório Trabalhista

Relatório Trabalhista Rotinas de Pessoal & Recursos Humanos www.sato.adm.br - sato@sato.adm.br - fone/fax (11) 4742-6674 Desde 1987 Legislação Consultoria Assessoria Informativos Treinamento Auditoria Pesquisa Qualidade Relatório

Leia mais

Estatuto Nacional da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte Lei Complementar n.º 123/2006

Estatuto Nacional da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte Lei Complementar n.º 123/2006 Estatuto Nacional da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte Lei Complementar n.º 123/2006 Baião & Filippin Advogados Associados Adv.: João Paulo de Mello Filippin Lei Complementar n.º 123/2006 Desburocratização;

Leia mais

Lei Complementar 123/2006

Lei Complementar 123/2006 Lei Complementar 123/2006 Art. 18-A. O Microempreendedor Individual - MEI poderá optar pelo recolhimento dos impostos e contribuições abrangidos pelo Simples Nacional em valores fixos mensais, independentemente

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB Nº. 761 DE 30.07.2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB Nº. 761 DE 30.07.2007 INSTRUÇÃO NORMATIVA RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB Nº. 761 DE 30.07.2007 D.O.U.: 01.08.2007 Altera a Instrução Normativa MPS/SRP nº. 3, de 14 de julho de 2005, que dispõe sobre normas gerais de tributação

Leia mais

Objetivo SIMPLES NACIONAL 2015. Lucro Real. Outros Modelos de Tributação. Compreender como funciona o SIMPLES

Objetivo SIMPLES NACIONAL 2015. Lucro Real. Outros Modelos de Tributação. Compreender como funciona o SIMPLES Objetivo SIMPLES NACIONAL 2015 Vicente Sevilha Junior setembro/2014 Compreender como funciona o SIMPLES Entender quais atividades podem ou não optar pelo SIMPLES Analisar as tabelas e percentuais do SIMPLES

Leia mais

SIMPLES NACIONAL: DISPOSIÇÕES DO COMITÊ GESTOR APLICÁVEIS A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2012

SIMPLES NACIONAL: DISPOSIÇÕES DO COMITÊ GESTOR APLICÁVEIS A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2012 IMPOSTO DE RENDA CADERNO nº 1 SIMPLES NACIONAL: DISPOSIÇÕES DO COMITÊ GESTOR APLICÁVEIS A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2012 RESOLUÇÃO CGSN Nº 94, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2011 O COMITÊ GESTOR DO SIMPLES NACIONAL

Leia mais

DESONERAÇÃO DA FOLHA - CPRB - ATIVIDADES DO ART. 7º DA LEI Nº 12.546/11, ALTERADA PELA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 601/12

DESONERAÇÃO DA FOLHA - CPRB - ATIVIDADES DO ART. 7º DA LEI Nº 12.546/11, ALTERADA PELA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 601/12 DESONERAÇÃO DA FOLHA - CPRB - ATIVIDADES DO ART. 7º DA LEI Nº 12.546/11, ALTERADA PELA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 601/12 Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 16/01/2013. Sumário: 1 - Introdução

Leia mais

Cape contabilidade LUCRO REAL

Cape contabilidade LUCRO REAL 1. CONCEITO LUCRO REAL No regime do lucro real o Imposto de Renda devido pela pessoa jurídica é calculado sobre o valor do lucro líquido contábil ajustado pelas adições, exclusões e compensações prescritas

Leia mais

SIMPLES NACIONAL LC 128/08 VALDIR DONIZETE SEGATO

SIMPLES NACIONAL LC 128/08 VALDIR DONIZETE SEGATO SIMPLES NACIONAL LC 128/08 VALDIR DONIZETE SEGATO 1 Empresário Contábil, MBA em Contabilidade Empresarial pela PUC-SP, Delegado Regional do CRC-SP em Jundiai, Professor Universitário e de Pós-Graduação.

Leia mais

SIMPLES - Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte

SIMPLES - Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte SIMPLES - Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte Definição 1. O SIMPLES está em vigor desde 1.º de janeiro de 1997. Consiste no pagamento

Leia mais

Lei Complementar 123, de 14 de Dezembro de 2006. Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. DRF/Cuiabá/MT

Lei Complementar 123, de 14 de Dezembro de 2006. Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. DRF/Cuiabá/MT Lei Complementar 123, de 14 de Dezembro de 2006. Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte DRF/Cuiabá/MT Características principais do Regime do Simples Nacional: 1. Abrange a participação

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 27 DE MARÇO DE 2003

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 27 DE MARÇO DE 2003 Ministério da Previdência Social Instituto Nacional do Seguro Social Diretoria Colegiada INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 27 DE MARÇO DE 2003 Dispõe sobre a contribuição para o financiamento da aposentadoria

Leia mais

DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP E COFINS

DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP E COFINS O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, LEI Nº 9.718, DE 27 DE NOVEMBRO DE 1998. Altera a Legislação Tributária Federal. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Esta Lei aplica-se

Leia mais

*Lei Complementar 374/2009: CAPÍTULO I DA INSCRIÇÃO, LEGALIZAÇÃO E BAIXA

*Lei Complementar 374/2009: CAPÍTULO I DA INSCRIÇÃO, LEGALIZAÇÃO E BAIXA *Lei Complementar 374/2009: LEI COMPLEMENTAR Nº 374, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. REGULAMENTA O TRATAMENTO DIFERENCIADO E FAVORECIDO ÀS MICROEMPRESAS, ÀS EMPRESAS DE PEQUENO PORTE E AOS MICROEMPRESÁRIOS

Leia mais

b) agrupados, por categoria, os segurados empregado, trabalhador avulso e contribuinte individual;

b) agrupados, por categoria, os segurados empregado, trabalhador avulso e contribuinte individual; Instrução Normativa RFB nº 971, de 13 de novembro de 2009 DOU de 17.11.2009 O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 261 do Regimento Interno

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011 Orientações Básicas INFORMAÇÕES GERAIS PESSOA JURÍDICA 1) DCTF : (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) ATENÇÃO! Apresentação MENSAL obrigatória pelas Pessoas

Leia mais

Resolução Comitê Gestor do Simples Nacional nº 94, de 29 de novembro de 2011 DOU de 1º.12.2011

Resolução Comitê Gestor do Simples Nacional nº 94, de 29 de novembro de 2011 DOU de 1º.12.2011 Resolução Comitê Gestor do Simples Nacional nº 94, de 29 de novembro de 2011 DOU de 1º.12.2011 Dispõe sobre o Simples Nacional e dá outras providências. O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), no uso

Leia mais

MATERIAL EXTRAIDO DA REVISTA SEMANA COAD Nº 19 PG. 285 / 2009

MATERIAL EXTRAIDO DA REVISTA SEMANA COAD Nº 19 PG. 285 / 2009 MATERIAL EXTRAIDO DA REVISTA SEMANA COAD Nº 19 PG. 285 / 2009 Informativo 19 - Página 285 - Ano 2009 ORIENTAÇÃO MEI MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL Opção pelo SIMEI Conheça as condições para recolhimento

Leia mais

Direito Previdenciário. rio. Prof. Gláucio Diniz de Souza (Aula 3 e 4)

Direito Previdenciário. rio. Prof. Gláucio Diniz de Souza (Aula 3 e 4) Direito Previdenciário rio Prof. Gláucio Diniz de Souza (Aula 3 e 4) Financiamento da Previdência Social Empregado, Trabalhador Avulso e Empregado Doméstico Contribuição Progressiva Salário rio-de-contribuição

Leia mais

Regime Tributário Unificado e Simplificado

Regime Tributário Unificado e Simplificado SUPER SIMPLES, uma abordagem para escolas de idiomas A partir de 1/7/07, estará em funcionamento o regime único de tributação, instituído pela Lei Complementar nº123, conhecida também como Super Simples

Leia mais

A DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTOS ( INSS PATRONAL ) 1. O CONTEXTO LEGISLATIVO

A DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTOS ( INSS PATRONAL ) 1. O CONTEXTO LEGISLATIVO A DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTOS ( INSS PATRONAL ) Fonte: elaboração própria abril de 2013 EMENTA: CONTEXTO LEGISLATIVO. OS PRINCIPAIS SETORES. CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS SUBSTITUÍDAS. CRITÉRIO

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005

Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005 Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005 DOU de 26.12.2005 Dispõe sobre a tributação dos planos de benefício de caráter previdenciário, Fapi e seguros de vida com cláusula de cobertura

Leia mais

ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE A DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO (LEI 12.546/2011)

ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE A DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO (LEI 12.546/2011) ALGUNS ESCLARECIMENTOS SOBRE A DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO (LEI 12.546/2011) A DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO consiste na substituição, total ou parcial, do cálculo da contribuição previdenciária

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 DOU de 17.9.2013 Dispõe sobre o Regime Tributário de Transição (RTT) instituído pelo art. 15 da Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009. O SECRETÁRIO

Leia mais

ANO XXVII - 2016-1ª SEMANA DE FEVEREIRO DE 2016 BOLETIM INFORMARE Nº 05/2016

ANO XXVII - 2016-1ª SEMANA DE FEVEREIRO DE 2016 BOLETIM INFORMARE Nº 05/2016 ANO XXVII - 2016-1ª SEMANA DE FEVEREIRO DE 2016 BOLETIM INFORMARE Nº 05/2016 ASSUNTOS PREVIDENCIÁRIOS RECOLHIMENTO EM ATRASO - TABELA FEVEREIRO/2016... Pág. 140 SIMPLES NACIONAL - ASPECTOS PREVIDENCIÁRIOS

Leia mais

INFORMATIVO 09/2014 IRPJ - LUCRO PRESUMIDO: PERMUTA DE IMÓVEIS

INFORMATIVO 09/2014 IRPJ - LUCRO PRESUMIDO: PERMUTA DE IMÓVEIS Novo Hamburgo, 09 de setembro de 2014. INFORMATIVO 09/2014 IRPJ - LUCRO PRESUMIDO: PERMUTA DE IMÓVEIS Com a publicação do Parecer Normativo nº 9, de 2014 (DOU de 5.9.2014), a Receita Federal consolidou

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 Orientações Básicas INFORMAÇÕES GERAIS PESSOA JURÍDICA 1) DCTF : (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) ATENÇÃO! Apresentação MENSAL obrigatória pelas Pessoas

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº, de 2014.

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº, de 2014. PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº, de 2014. (do Sr. Guilherme Campos e outros) Altera a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006 para reorganizar e simplificar a metodologia de apuração do imposto

Leia mais

001) Quais serão os novos limites de enquadramento como ME ou EPP?

001) Quais serão os novos limites de enquadramento como ME ou EPP? 001) Quais serão os novos limites de enquadramento como ME ou EPP? Resposta: Microempresa - Será ME desde que aufira, em cada ano-calendário, receita bruta igual ou inferior a 360.000,00 (trezentos e sessenta

Leia mais

CÓPIA. Coordenação Geral de Tributação. Relatório RJ RIO DE JANEIRO SRRF07

CÓPIA. Coordenação Geral de Tributação. Relatório RJ RIO DE JANEIRO SRRF07 Fl. 15 Fls. 1 0 Coordenação Geral de Tributação Solução de Consulta nº 40 Data 2 de dezembro de 2013 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS CONTRIBUIÇÃO SUBSTITUTIVA.

Leia mais

Pergunte à CPA Serviço de transporte considerações gerais 28/04/2014

Pergunte à CPA Serviço de transporte considerações gerais 28/04/2014 Pergunte à CPA Serviço de transporte considerações gerais 28/04/2014 Apresentador: José Alves F. Neto Transporte - conceito ICMS X ISS Como determinar a competência Fato gerador RICMS/SP Artigo 2º - Ocorre

Leia mais

Referência: Resolução CGSN nº 122/15 - Simples Nacional - esocial, supressão de atividades permitidas, ativos intangíveis Alterações.

Referência: Resolução CGSN nº 122/15 - Simples Nacional - esocial, supressão de atividades permitidas, ativos intangíveis Alterações. Of. Circ. Nº 269/15 Rio de Janeiro, 02 de setembro de 2015. Referência: Resolução CGSN nº 122/15 - Simples Nacional - esocial, supressão de atividades permitidas, ativos intangíveis Alterações. Senhor(a)

Leia mais

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA DEZEMBRO DE 2014

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA DEZEMBRO DE 2014 AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA DEZEMBRO DE 2014 Até dia Obrigação 3 IRRF Histórico Recolhimento do Imposto de Renda Retido na Fonte correspondente a fatos geradores ocorridos no período de 21 a 31.11.2014,

Leia mais

Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 2, de 3 de fevereiro de 2011

Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 2, de 3 de fevereiro de 2011 Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 2, de 3 de fevereiro de 2011 DOU de 4.2.2011 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelo sujeito passivo para a consolidação dos débitos nas modalidades de pagamento

Leia mais

ANO XXVI - 2015-2ª SEMANA DE JANEIRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 02/2015

ANO XXVI - 2015-2ª SEMANA DE JANEIRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 02/2015 ANO XXVI - 2015-2ª SEMANA DE JANEIRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 02/2015 ASSUNTOS PREVIDENCIÁRIOS RECOLHIMENTO EM ATRASO - TABELA JANEIRO/2015... Pág. 49 ASSUNTOS TRABALHISTAS MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

Leia mais

ATUALIZADO EM 01.07.14 DECRETO Nº 35.123/14, DE 27.06.14 PUBLICADO NO DOE DE 28.06.14

ATUALIZADO EM 01.07.14 DECRETO Nº 35.123/14, DE 27.06.14 PUBLICADO NO DOE DE 28.06.14 ESTADO DA PARAÍBA SECRETARIA DE ESTADO DA RECEITA 28576_ ATUALIZADO EM 01.07.14 DECRETO Nº 35.123/14, DE 27.06.14 PUBLICADO NO DOE DE 28.06.14 DECRETO Nº 28.576, DE 14 DE SETEMBRO DE 2007. PUBLICADO NO

Leia mais

COMITÊ GESTOR PROROGA PRAZO DA COMPETÊNCIA 12/2008 E REGULAMENTA DISPOSITIVOS DA LEI COMPLEMENTAR Nº 128/2008

COMITÊ GESTOR PROROGA PRAZO DA COMPETÊNCIA 12/2008 E REGULAMENTA DISPOSITIVOS DA LEI COMPLEMENTAR Nº 128/2008 COMITÊ GESTOR PROROGA PRAZO DA COMPETÊNCIA 12/2008 E REGULAMENTA DISPOSITIVOS DA LEI COMPLEMENTAR Nº 128/2008 O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) publicou resoluções que prorrogam o prazo da competência

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

MINISTÉRIO DA FAZENDA PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL MINISTÉRIO DA FAZENDA PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL PORTARIA CONJUNTA PGFN/RFB Nº 15, DE 22 DE AGOSTO DE 2014. Regulamenta o art. 33 da Medida Provisória

Leia mais

1. Qual o significado da sigla MEI? 2. Qual é a definição de MEI? 3. Quem pode se enquadrar como MEI?

1. Qual o significado da sigla MEI? 2. Qual é a definição de MEI? 3. Quem pode se enquadrar como MEI? FAQ -MEI 1. Qual o significado da sigla MEI? R: MEI é a sigla utilizada para Micro Empreendedor Individual 2. Qual é a definição de MEI? R: O MEI é o empresário individual a que se refere o art. 966 do

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAMBUÍ Praça Mozart Torres, 68 Bairro Centro Cep.: 38.900-000 BAMBUÍ - MG CNPJ: 20.920.567/0001-93

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAMBUÍ Praça Mozart Torres, 68 Bairro Centro Cep.: 38.900-000 BAMBUÍ - MG CNPJ: 20.920.567/0001-93 . DECRETO Nº 1.763 DE 18 DE MARÇO DE 2014. PREFEITO MUNICIPAL DE BAMBUÍ, em vigor, Estado de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais, DECRETA: CAPÍTULO I DO SISTEMA ELETRÔNICO DE GESTÃO DO ISSQN

Leia mais

esocial esocial Diminuir o custo de produção, o controle e disponibilização das informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais;

esocial esocial Diminuir o custo de produção, o controle e disponibilização das informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais; Ref.: nº 26/2015 esocial 1. Conceito O esocial é um projeto do Governo Federal que vai coletar as informações descritas em seu objeto, armazenando-as em Ambiente Nacional, possibilitando aos órgãos participantes,

Leia mais

Lucro Presumido. SECAT/DRF Florianópolis Contadoria Judicial da JFSC Florianópolis, 15.10.2013.

Lucro Presumido. SECAT/DRF Florianópolis Contadoria Judicial da JFSC Florianópolis, 15.10.2013. Lucro Presumido SECAT/DRF Florianópolis Contadoria Judicial da JFSC Florianópolis, 15.10.2013. IRPJ CF/88, artigo 153 Compete à União instituir impostos sobre: III - renda e proventos de qualquer natureza

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PINHEIRO PRETO DECRETO Nº 4.042, DE 22 DE JULHO DE 2014.

ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PINHEIRO PRETO DECRETO Nº 4.042, DE 22 DE JULHO DE 2014. DECRETO Nº 4.042, DE 22 DE JULHO DE 2014. Regulamenta a Lei nº 1.775, de 10 de junho de 2014, dispondo sobre o modelo, requisitos, emissão e cancelamento da Nota Fiscal de Serviços Eletrônica NFS-e, institui

Leia mais

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.218, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2011 Altera a Instrução Normativa RFB nº1.052, de 5 de julho de 2010, que institui a Escrituração Fiscal Digital

Leia mais

TABELAS DE ALÍQUOTAS A PARTIR DE 2015 ANEXO I DA LEI COMPLEMENTAR 123, DE 14 12 2006. Até 180.000,00 4,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 2,75% 1,25%

TABELAS DE ALÍQUOTAS A PARTIR DE 2015 ANEXO I DA LEI COMPLEMENTAR 123, DE 14 12 2006. Até 180.000,00 4,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 2,75% 1,25% ... Informativo 0 Página 0 Ano 2015 TABELAS DE ALÍQUOTAS A PARTIR DE 2015 ANEXO I DA LEI COMPLEMENTAR 123, DE 14 12 2006 Alíquotas e Partilha do Simples Nacional Comércio Receita Bruta em 12 meses (em

Leia mais

Opção pelo Simples Nacional 2015-26/12/2014. Confira abaixo as principais informações sobre o processo de Opção pelo Simples Nacional.

Opção pelo Simples Nacional 2015-26/12/2014. Confira abaixo as principais informações sobre o processo de Opção pelo Simples Nacional. Opção pelo Simples Nacional 2015-26/12/2014 Confira abaixo as principais informações sobre o processo de Opção pelo Simples Nacional. Solicitação de Opção pelo Simples Nacional Podem optar pelo Simples

Leia mais

Simples Nacional. Repercussão jurídico-econômica de sua adesão frente às novas categorias/atividades incluídas e a tributação pelo lucro presumido

Simples Nacional. Repercussão jurídico-econômica de sua adesão frente às novas categorias/atividades incluídas e a tributação pelo lucro presumido Simples Nacional Repercussão jurídico-econômica de sua adesão frente às novas categorias/atividades incluídas e a tributação pelo lucro presumido Gramado RS 27 de junho de 2015 O SIMPLES Nacional é um

Leia mais

Relatório. Data 17 de dezembro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF

Relatório. Data 17 de dezembro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 351 - Cosit Data 17 de dezembro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: SIMPLES NACIONAL Não pode optar pelo Simples Nacional ou nele permanecer

Leia mais

LEI GERAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA LC 123/2006 SIMPLES NACIONAL (SUPER SIMPLES)

LEI GERAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA LC 123/2006 SIMPLES NACIONAL (SUPER SIMPLES) A s s e s s o r i a C o n t á b i l Av. Maruípe, 2.260, 2º andar - Itararé - Vitória/ES. Cep: 29.047-475 Em frente ao Supermercado Pontes Telefax: (27) 3315-1599 - e-mail: adrianofigueiredo@terra.com.br

Leia mais

INFORMATIVO CONTÁBIL/FISCAL OCB/ES Nº 02/2015

INFORMATIVO CONTÁBIL/FISCAL OCB/ES Nº 02/2015 INFORMATIVO CONTÁBIL/FISCAL OCB/ES Nº 02/2015 (27 de Fevereiro de 2015) 01. MEDIDA PROVISÓRIA Nº 669, DE 26.02.2015 - DOU DE 27.02.2015 Ementa: Previdenciária - Aumentadas as alíquotas de contribuição

Leia mais

AULA 11 MICROEMPRESA - CARACTERÍSTICAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE NO BRASIL

AULA 11 MICROEMPRESA - CARACTERÍSTICAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE NO BRASIL AULA 11 MICROEMPRESA - CARACTERÍSTICAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE NO BRASIL A Lei Complementar 123/2006 estabelece normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado

Leia mais

Planejamento Tributário Simples Nacional. Fabricio Oenning Pensamento Contábil

Planejamento Tributário Simples Nacional. Fabricio Oenning Pensamento Contábil Planejamento Tributário Simples Nacional Fabricio Oenning Composição: Este treinamento está composto pelas seguintes aulas: Aula 1 Simples Nacional Aula 2 Lucro Real Aula 3 Lucro Presumido Nossa Agenda

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Divergência nº 35 - Data 29 de novembro de 2013 Processo Interessado CNPJ/CPF SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO, MANUTENÇÃO E REPARAÇÃO ELÉTRICA. TRIBUTAÇÃO. ANEXO

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*)

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) DOU de 24.5.2005 Dispõe sobre o Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon) relativo a fatos geradores ocorridos no ano-calendário

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 158 - Data 24 de junho de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS As pessoas jurídicas da Igreja

Leia mais

Art. 1º O art. 1º da Resolução CGSN nº 3, de 28 de maio de 2007, passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 1º O art. 1º da Resolução CGSN nº 3, de 28 de maio de 2007, passa a vigorar com a seguinte redação: RESOLUÇÃO CGSN Nº 115, DE 4 DE SETEMBRO DE 2014 DOU de 08/09/2014 Publicação: 08/09/2014 Altera a Resolução CGSN nº 3, de 28 de maio de 2007, que dispõe sobre a composição da Secretaria Executiva do Comitê

Leia mais

http://www.merchant.com.br

http://www.merchant.com.br DOU de 29.10.2004 Dispõe sobre a retenção de tributos e contribuições nos pagamentos efetuados pelas pessoas jurídicas de direito privado a outras pessoas jurídicas pela prestação de serviços. O SECRETÁRIO

Leia mais

SIMPLES NACIONAL - PROCEDIMENTOS PÓS-EXCLUSÃO. atualizado em 27/05/2016 alterados os itens 1.1, 2.2.2, 3.1 e 3.2, 3.3

SIMPLES NACIONAL - PROCEDIMENTOS PÓS-EXCLUSÃO. atualizado em 27/05/2016 alterados os itens 1.1, 2.2.2, 3.1 e 3.2, 3.3 SIMPLES NACIONAL - PROCEDIMENTOS PÓS-EXCLUSÃO atualizado em 27/05/2016 alterados os itens 1.1, 2.2.2, 3.1 e 3.2, 3.3 HISTÓRICO DE ATUALIZAÇÕES DATA ATUALIZAÇÃO ITENS ALTERADOS 01/04/2016 alterado: 3.1

Leia mais

SIMPLES NACIONAL PARA CORRETORES DE IMÓVEIS

SIMPLES NACIONAL PARA CORRETORES DE IMÓVEIS SIMPLES NACIONAL PARA CORRETORES DE IMÓVEIS APRESENTAÇÃO: SESCON BLUMENAU Leila P. Franke SESCON BLUMENAU Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações

Leia mais

e CNPJ Benefícios do e-cnpj

e CNPJ Benefícios do e-cnpj São Paulo, Julho de 2009 e CNPJ O e-cnpj é um documento eletrônico em forma de certificado digital, que garante a autenticidade e a integridade na comunicação entre pessoas jurídicas e a Receita Federal

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 0 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 186 - Data 25 de junho de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS SERVIÇOS DE CONTROLE DE VETORES

Leia mais

Empresas optantes pelo SIMPLES NACIONAL não estão obrigadas apresentar DCTF

Empresas optantes pelo SIMPLES NACIONAL não estão obrigadas apresentar DCTF Empresas optantes pelo SIMPLES NACIONAL não estão obrigadas apresentar DCTF A seguir apresentamos um resumo sobre a obrigatoriedade e a não obrigatoriedade de apresentar a DCTF. QUEM ESTÁ OBRIGADO APRESENTAR

Leia mais

DECRETO Nº 11.560 D E C R E T A:

DECRETO Nº 11.560 D E C R E T A: DECRETO Nº 11.560 Estabelece normas para o tratamento diferenciado e favorecido às Microempresas, Empresas de Pequeno Porte e Empreendedor Individual nos termos da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro

Leia mais

Retenção de Impostos e Contribuições

Retenção de Impostos e Contribuições Retenção de Impostos e Contribuições COMO A FONTE PAGADORA DEVE DESCONTAR: IR PIS/PASEP COFINS CSLL ISS INSS Resumo do conteúdo: IR Fonte Assalariados / Pro Labore IR Fonte Terceiros e Não Assalariados

Leia mais

ÍNDICE. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 971/2009, (Atualizada em Janeiro/2012)

ÍNDICE. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 971/2009, (Atualizada em Janeiro/2012) ÍNDICE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 971/2009, (Atualizada em Janeiro/2012) TÍTULO I DAS OBRIGAÇÕES PREVIDENCIÁRIAS CAPÍTULO I DOS CONTRIBUINTES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Seção II Dos Segurados Contribuintes Obrigatórios

Leia mais

TÍTULO II DAS CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS CAPÍTULO I DAS CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS. Seção I. Do Fato Gerador das Contribuições

TÍTULO II DAS CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS CAPÍTULO I DAS CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS. Seção I. Do Fato Gerador das Contribuições TÍTULO II DAS CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS CAPÍTULO I DAS CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS Seção I Do Fato Gerador das Contribuições Art. 51. Constitui fato gerador da obrigação previdenciária principal:

Leia mais

REONERAÇÃO PREVIDENCIÁRIA ASPÉCTOS JURÍDICOS

REONERAÇÃO PREVIDENCIÁRIA ASPÉCTOS JURÍDICOS INTRODUÇÃO NORMAS LEI N. 12.546, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011, alterada pela Lei 12.715/2013 MEDIDA PROVISÓRIA N. 601, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2012 (vigência encerrada no dia 3 de junho de 2013) MEDIDA PROVISÓRIA

Leia mais

pelo art. 1º da Lei nº 12.470 -

pelo art. 1º da Lei nº 12.470 - 180 PREVIDÊNCIA 2º - Os recursos oriundos da majoração das contribuições previstas nesta Lei ou da criação de novas contribuições destinadas à Seguridade Social somente poderão ser utilizados para atender

Leia mais

MANUAL DE PREENCHIMENTO DO TERMO DE EXCLUSÃO DO SIMPLES NACIONAL

MANUAL DE PREENCHIMENTO DO TERMO DE EXCLUSÃO DO SIMPLES NACIONAL MANUAL DE PREENCHIMENTO DO TERMO DE EXCLUSÃO DO SIMPLES NACIONAL A pessoa jurídica, optante pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Desoneração da Folha - Call Center - Atividade Concomitante

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Desoneração da Folha - Call Center - Atividade Concomitante Desoneração da Folha - Call Center - Atividade 17/12/2013 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 5 3.1 Empresas que exercem atividades

Leia mais

CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES MENSAIS

CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES MENSAIS Data Vencimento 07 (quinta-feira) 15 Obrigação Salário- Maternidade Salário-Família Folha de Pagamento Código Receita 1007 1163 Fato Gerador e Fundamento Legal Parto e aborto espontâneo, conforme certidão

Leia mais

DECRETO Nº 659 DE 26 DE MAIO DE 2014. O PREFEITO MUNICIPAL DE TUPANDI, no uso de suas atribuições legais, D E C R E T A

DECRETO Nº 659 DE 26 DE MAIO DE 2014. O PREFEITO MUNICIPAL DE TUPANDI, no uso de suas atribuições legais, D E C R E T A DECRETO Nº 659 DE 26 DE MAIO DE 2014. REGULAMENTA A LEI MUNICIPAL N.º 1.209, DE 02 DE MAIO DE 2014, QUE INSTITUI A NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇOS, A DECLARAÇÃO ELETRÔNICA DE SERVIÇOS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Divergência nº 36 - Data 4 de dezembro de 2013 Processo Interessado CNPJ/CPF INSTALAÇÃO, MANUTENÇÃO E REPARAÇÃO HIDRÁULICA, ELÉTRICA, SANITÁRIA, DE GÁS

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005) Dispõe sobre plano de benefício de caráter previdenciário, Fapi e seguro de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência e dá outras

Leia mais

Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão: 2014-2015

Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão: 2014-2015 Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão: 2014-2015 Resenha de Matérias Técnicas Nº. 844, de 17 09 2015 Matéria Especial: CONSOLIDAÇÃO

Leia mais

CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES FISCAIS. Período de 01.01 a 31.01.2016

CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES FISCAIS. Período de 01.01 a 31.01.2016 033 18/12/2015 1 de 14 DIA 04 1.ICMS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Recolhimento do ICMS/ Substituição Tributária correspondente a fatos geradores ocorridos no mês de outubro/2015 pelas empresas cujas autopeças,

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Município de Venâncio Aires

Estado do Rio Grande do Sul Município de Venâncio Aires DECRETO Nº 5.204, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2012 Regulamenta a Lei Municipal nº 2533/1998 Código Tributário Municipal e Leis que a complementam, no que diz respeito à escrituração fiscal e ao registro de serviços

Leia mais

A conquista que gera crescimento para o Brasil

A conquista que gera crescimento para o Brasil ÍNDICE 01 - Mensagem do presidente... 03 02 - Apresentação... 04 03 - O que é o Simples Nacional... 05 04 - Conceitos de ME e EPP... 06 05 - Quem pode e como fazer a opção pelo Simples... 07 06 - Como

Leia mais

Rogério Gandra Martins

Rogério Gandra Martins LUCRO PRESUMIDO. ATIVIDADES DIVERSIFICADAS. ALÍQUOTAS FIXADAS DE ACORDO COM A ATIVIDADE EXPLORADA E NÃO CONFORME O FATURAMENTO OU CLASSIFICAÇÃO DE CADA UMA. DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO. LEI Nº 13.043/2014

Leia mais

Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF

Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF Fls. 1 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF Solução de Consulta Interna nº 1 Data 15 de junho de 2012 Origem DIFIS/SRRF01 (e processo nº 10166.725012/2012 53) Assunto: Contribuições

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER CORAG/SEORI/AUDIN-MPU Nº 0819/2014

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER CORAG/SEORI/AUDIN-MPU Nº 0819/2014 MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER CORAG/SEORI/AUDIN-MPU Nº 0819/2014 Referência : Correio eletrônico de 13/3/2014. Protocolo AUDIN-MPU nº 453/2014.

Leia mais

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual

Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Orientações sobre Micro Empreendedor Individual Micro Empreendedor individual Definição Microempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário.

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Divergência nº 32 - Data 29 de novembro de 2013 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: SIMPLES NACIONAL SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO, MANUTENÇÃO E REPARAÇÃO

Leia mais

1 de 9 26/11/2014 11:13

1 de 9 26/11/2014 11:13 1 de 9 26/11/2014 11:13 Normas - Sistema Gestão da Informação Visão Anotada INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1238, DE 11 DE JANEIRO DE 2012 (Publicado(a) no DOU de 12/01/2012, seção, pág. 29) Altera a Instrução

Leia mais

AGENDA DE OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS OBRIGAÇÕES MENSAIS SALÁRIOS CAGED INSS

AGENDA DE OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS OBRIGAÇÕES MENSAIS SALÁRIOS CAGED INSS AGENDA DE OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS OBRIGAÇÕES MENSAIS SALÁRIOS O empregador deve efetuar o pagamento de salários aos empregados até o 5º (quinto) dia útil do mês subsequente ao vencido.

Leia mais

III - de cujo capital participe entidade da administração pública, direta ou indireta, federal, estadual ou municipal;

III - de cujo capital participe entidade da administração pública, direta ou indireta, federal, estadual ou municipal; Guia do Supersimples ENQUADRAMENTO E RESTRIÇÕES I - Enquadramento e Restrições OSupersimples ou Simples Nacional, instituído pela Lei Complementar 123/06, que entrou em vigor no dia 1º de julho de 2007,

Leia mais