Relatório Anual de Atividades

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relatório Anual de Atividades"

Transcrição

1 Relatório Anual de Atividades 2012 Fevereiro de 2013

2 Índice 1. Introdução Enquadramento Desenvolvimento e condicionantes do Plano de Atividades 5 2. Princípios de Ação Oferta de serviços Destaques por Princípio EQUASS Destaques Quadro Síntese de Indicadores Execução de objetivos Escola Especial Centro de Atividades Ocupacionais Lar de Apoio Formação Profissional Imprensa Braille Centro Professor Albuquerque e Castro Indicadores gerais Parcerias Valor Acrescentado Responsabilidade Social Projetos Especiais 41 III Congresso Ibérico de Educação Especial 41 Revistas Poliedro e Rosa dos Ventos Melhoria Contínua 43 Índice de Gráficos e Quadros Gráfico 1 Variação anual dos clientes de EE 21 Gráfico 2 Taxa de Satisfação EE 22 Gráfico 3 Taxa de Satisfação de Clientes CAO 23 Gráfico 4 Variação anual dos clientes de EE 27 Gráfico 5 Taxa de Satisfação de Clientes LA 28 Gráfico 6 Taxa de Satisfação FP 32 Gráfico 7 Taxa de Satisfação de Clientes CPAC 33 Gráfico 8 Volume comparativo de produção Revistas 34 Gráfico 9 Volume comparativo de produção Obras literárias 35 Gráfico 10 Volume de produção Outros materiais 35

3 1. Introdução 2012 foi, fundamentalmente, um ano de implementação de todo um conjunto de metodologias resultantes do processo de qualificação iniciado pelo Centro Integrado de Apoio à Deficiência (CIAD). O presente relatório visa expor, detalhada e objetivamente, aquilo que se fez, observou e analisou no CIAD, durante o ano de 2012, reunindo a informação relevante relativa à prestação de serviços, à intervenção técnica, aos processos e atividades, bem como os resultados da monitorização e medição registados. 3 Este relatório de atividades pretende comparar o real impacto do executado em relação ao planeado, averiguando se e de que modo foi alcançado o que foi proposto ser realizado. Este não é apenas um exercício formal. A reflexão sistemática e holística permite perceber a forma como este processo foi conduzido, de modo a compreendermos a sua dinâmica/eficácia e, também, conduzir a eventuais mecanismos de acerto e correção que visem sempre a otimização dos serviços prestados e, consequentemente, a satisfação do cliente. Nesta perspetiva, para além do papel de comunicação organizacional, o Relatório Anual de Atividades deve permitir, ainda, uma análise crítica sobre o trabalho realizado e a perspetivação da atividade futura, o que transcende a mera questão inspetiva ou controladora, abrangendo uma intensa reflexão que deve ser feita com todos os envolvidos no processo. Assim, o presente Relatório pretende ser um documento de análise e avaliação final do desempenho das atividades desenvolvidas, no contexto da concretização do Plano de Atividades de Deve ainda reportar as eventuais barreiras que possam ter impedido o CIAD de responder a essas mesmas necessidades, sejam estas de carácter interno e/ou externo, bem como, sempre que possível, eventuais formas de as ultrapassar, razão pela qual servirá, ainda, para identificar ações de melhoria, reportadas no respetivo plano. Pretende-se que reflita a capacidade do CIAD em continuar a responder às necessidades dos seus clientes atuais e potenciais, bem como a de promover soluções de parceria/ articulação com a comunidade para fazer face às mesmas. A premissa é de que o futuro não está, em larga margem, predeterminado e, portanto, ser moldado pela ação dos atores sociais.

4 1.1 Enquadramento A área da deficiência e incapacidade tem sido, por força das circunstâncias e necessidades, uma área social dinâmica no sentido de encontrar soluções estruturadas e integradas que minimizem os efeitos e impactos dessas mesmas deficiências e/ou incapacidades. Nos últimos anos, a preocupação das políticas sociais na área das pessoas com deficiências e incapacidades, conduziu a uma maior oferta de serviços de apoio, que viabilizam a sua integração social e profissional, bem como a criação de soluções de complementaridade ou de alternativa à situação familiar que têm contribuído, efetivamente, para a sua autonomia, valorização pessoal e desenvolvimento das suas capacidades e potenciais. 4 A Misericórdia do Porto, enquanto instituição centenária de apoio social, com tradição de mais de cento e vinte e cinco anos no trabalho direto com pessoas com deficiências e incapacidades tem estado atenta a esta realidade complexa. Para esta população, com significativas limitações da actividade e restrições na participação, decorrentes de alterações nas estruturas e funções, cuja integração socioprofissional no mercado regular de emprego ou em centros de emprego protegidos se encontra condicionado, mas que evidenciam potencial para uma integração social ativa, tem vindo a desenvolver respostas adequadas à diversidade e especificidade das suas necessidades e do seu desenvolvimento, materializando-se nas seguintes: O Centro de Atividades Ocupacionais (CAO), resposta social para clientes com idade superior a 16 anos, cujo objectivo principal passa por promover e disponibilizar condições que contribuam para uma vida com qualidade através do desempenho de Atividades socialmente úteis que proporcionem a valorização pessoal e o máximo de aproveitamento das capacidades e potenciais da pessoa no sentido da sua autonomia. No CAO realizam-se também atividades estritamente ocupacionais que visam manter a pessoa ativa e interessada, favorecendo o seu equilíbrio e bemestar físico, emocional e social. O Lar de Apoio, resposta social que disponibiliza alojamento e apoio residencial permanente ou temporário a jovens com deficiência, promovendo condições de vida e de ocupação que propiciem o bem-estar e qualidade de vida tendo sempre como princípio a adequação às necessidades e características de cada indivíduo. Esta resposta visa também implementar estratégias para aumentar a auto-estima, autonomia pessoal e social, retirando o máximo partido das suas potencialidades.

5 Escola Ensino Especial, apoia um grupo de crianças em idade escolar com multideficiência cujo objetivo passa por desenvolver competências académicas e funcionais no âmbito da escolaridade obrigatória segundo os planos educativos individualizados. Formação Profissional referente ao Programa Operacional do Potencial Humano (POPH), eixo 6.2 Qualificação de pessoas com deficiência ou incapacidade, tendo como objectivo fundamental a promoção da autonomia social, pessoal e laboral para uma integração socioprofissional das pessoas com deficiência. Centro Professor Albuquerque e Castro, tem como objectivo a produção de livros, publicações e outros materiais em Braille e tornar acessível a informação, a cultura e a literacia às pessoas cegas. 5 Todas estas respostas, socialmente úteis, foram desenvolvidas num contexto em que o paradigma assistencialista era vigente. Na última década, contudo, tem-se assistido a uma operacionalização crescente de um modelo de intervenção mais integrado e competitivo, onde as dinâmicas iniciais de cariz assistencialista dão lugar a uma intervenção mais profissionalizada. Cientes da necessidade de alterações a nível da filosofia de intervenção, com as respetivas transformações nas dinâmicas institucionais, o CIAD colocou a Certificação da Qualidade como um objetivo prioritário. A implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade enquanto objetivo de melhoria, tem conferido capacidade crítica e proatividade à atuação da instituição, orientada para uma melhoria generalizada do desempenho das pessoas e dos processos. 1.2 Desenvolvimento e condicionantes do Plano de Atividades Na sua globalidade, é possível afirmar-se que o Plano Anual de Atividades (PAA) de 2012 foi amplamente cumprido. Não são, contudo, apresentadas neste Relatório Anual de Atividades a totalidade dos indicadores que emergiram do Plano de Qualificação do CIAD uma vez que é a primeira vez que se encontram a ser apurados. Havendo resultados pontuais que ficaram aquém do esperado inicialmente (devido, fundamentalmente, a um excessivo otimismo inicial) ultrapassou-se, funcionalmente, o estipulado à partida em PAA.

6 Um aspeto que nos parece digno de registo inicial, e dos quais é difícil obter-se dados mensuráveis, prende-se com o facto de, em 2012, se ter percebido que a larga maioria dos colaboradores do CIAD se envolveram ativamente no processo de qualificação. Este envolvimento traduziu-se em múltiplos aspetos como: diferentes sugestões metodológicas e/ou funcionais (alguns dos instrumentos de registo foram alterados de acordo com sugestões apresentadas pelos colaboradores, aumentando a funcionalidade dos mesmos), em cuidados proativos de devolução de vontades e responsabilidades aos clientes (a questionação permanente sobre vontades e necessidades tornou-se ainda mais visível), e em discussões mais orientadas (operacionalizadas em reuniões formais e informais em que, num clima de abertura e clareza comunicacional se foram expondo diferentes questões-problema). 6 Tendo-se assumido como um cuidado de fundo, ao longo do ano o CIAD deu continuidade ao envolvimento crescente dos seus clientes, internos e externos, na dinâmica da instituição, de modo a efetuar os reajustes possíveis das suas respostas, aproximando o CIAD, enquanto fornecedor de serviços, aos seus clientes, sujeitos ativos de necessidades, expectativas e vontades. O ano de 2012 foi palco de um conjunto significativo de alterações relativas a novas formas de comunicação, quer interna (com o reforço da identidade PRISMA, enquanto projeto comunicacional aglutinador de um processo de qualificação para todos os agentes ativos do CIAD; bem como de novos modos de distribuição de informação que implicaram uma proatividade por parte dos colaboradores, clientes e stakeholders, remetendo-os para informações distribuídas, complementarmente, em formato físico e em formato digital), quer externa (o recurso aos s institucionais foram reforçados; criaram-se plataformas centralizadas para a recolha de informação diversa no exterior auscultação de informações/opiniões; disponibilizaram-se na página web institucional novos instrumentos de consulta como o Catálogo de Publicações do Centro Professor Albuquerque e Castro; criou-se e disseminou-se a Agenda 2013 do CIAD como instrumento comunicacional; reestruturou-se profundamente o principal produto deste centro as revistas Poliedro e Rosa dos Ventos). Como resultado, fortaleceu-se a imagem institucional reveladora de um crescente cuidado com a qualidade e uma centração no cliente final. Este trabalho comunicacional permitiu, ainda, uma mais eficiente transmissão dos valores e princípios orientadores relativos ao CIAD e à gestão da qualidade, fomentando uma coesão institucional em torno de um objetivo cada vez mais abrangente.

7 2012 foi, igualmente, um ano de profunda reestruturação de espaços e funcionalidades no CIAD. A funcionalidade foi uma preocupação de fundo. Com o objetivo de evitar que os clientes se encontrassem dispersos no espaço amplo do CIAD, foram reorganizados ateliês e ampliada a sala de referência. Atualmente, com exceção dos serviços de refeitório e dormitório, a vida ativa da instituição é centrada, fundamentalmente, no rés-do-chão (excetuam-se as valências Escola Especial e Formação Profissional, não tão limitadas pelas questões de mobilidade). Esta reorganização permitiu. Igualmente, uma libertação e otimização de recursos humanos afetos ao CIAD, tendo sido sinalizado ao departamento competente esta libertação de ativos que poderão ser recolocados e otimizados noutras valências da Santa Casa da Misericórdia do Porto. 7 A nível de condicionantes da atuação, e a nível de recursos humanos, foi sentido, durante uma parte significativa de 2012, a falta de um técnico de psicologia, situação que já se encontra colmatada. Também a este nível, o CIAD beneficiaria com a reintrodução de um profissional ligado à música, podendo, alargar as suas respostas terapêuticas/ocupacionais e desta forma, rentabilizar todo o investimento em equipamento que a Misericórdia do Porto realizou ao longo dos últimos anos. A nível funcional, o sistema de gestão centralizado de compras que, na globalidade se revela uma ferramenta preciosa no processo de gestão quotidiano, apresenta dificuldades de resposta com pedidos mais específicos. Tal ocorreu com a aquisição de papel para a Imprensa Braille. Este papel apresenta características muito específicas a nível de gramagem e textura, em que qualquer alteração produz alterações/deturpações na leitura Braille. Atendendo a esta especificidade não foi possível a aquisição de papel para impressão de livros em Braille, tendo havido um hiato na produção entre Julho de 2011 e Março de O papel que o CIAD manteve em stock teve de ser racionalizado e priorizado em termos de pedidos que foram avaliados como mais urgentes. Inevitavelmente acabou por haver interferência no processo produtivo. Com a inclusão destes pedidos mais específicos no processo de aquisição centralizado de material, contudo, estas situações tenderão a ser resolvidas.

8 2. Princípios de Ação As Políticas podem ser consultadas na íntegra em CIAD Documentos Estruturantes. Missão Promover a cidadania e a qualidade de vida a pessoas com necessidades específicas advindas de deficiências ou incapacidades, tendo em vista uma sociedade equitativa. 8 Visão 1. Ser uma instituição reconhecida na comunidade pela promoção de serviços e intervenções integradas, globais e de qualidade. 2. Consolidar e diversificar o trabalho com todos os parceiros de vizinhança, sociais, educacionais, económicos, culturais e políticos para, em conjunto, serem partilhadas necessidades, vontades, desejos, num caminho, nunca terminado, de respeito pelos direitos humanos rumo a uma sociedade de todos e para todos. Valores e Princípios Orientadores Cooperação - Atitude de permanente entreajuda, clara, responsável e transparente, visando o cumprimento dos desígnios institucionais, contribuindo para a satisfação do cliente. Ética - Respeito pelos princípios, valores e modos de atuação que visam orientar a conduta profissional e pessoal, garantindo a integridade, sigilo, respeito e cooperação entre todos os agentes do CIAD. Competência - Conjunto de conhecimentos e saberes, pessoais e técnicos, que visam assegurar a prestação de serviços com profissionalismo, responsabilidade e eficiência. Inclusão - Comportamentos e atitudes, pessoais e institucionais que visam o reconhecimento e respeito pela diferença e a criação de um ambiente propício à equidade e igualdade de oportunidades em todos os contextos, com especial enfoque na interação com a comunidade. Inovação - Procura ativa de novos modos de atuação que facilitem uma maior e melhor satisfação de necessidades institucionais e/ou individuais identificadas.

9 Pessoas - Elementos fundamentais de e para a instituição, de cujo crescimento, desenvolvimento e atualização dependem a qualidade e melhoria dos serviços prestados. Privacidade - Direito fundamental que os diferentes agentes do CIAD (clientes, significativos, colaboradores) têm em ver respeitada e preservada a sua intimidade. Responsabilidade - Capacidade de assumir e responder pelas próprias ações e efeitos gerados, no compromisso e empenho continuados por um serviço de excelência. 9 Transparência - Independência, assertividade, partilha, coerência e objetividade na comunicação e na ação entre os diferentes agentes do CIAD Qualidade de Vida - Objetivo máximo da intervenção institucional que visa a satisfação das necessidades e expetativas de cada cliente e a maximização das suas potencialidades, num esforço conjunto de promoção do exercício pleno da sua cidadania. Políticas A política de Ética - A Política de Ética do CIAD reflete o compromisso da Administração da SCMP, Direção do CIAD e de todos os colaboradores em geral, com o cumprimento dos princípios éticos da Misericórdia do Porto que refletem, além dos princípios da Doutrina Social da Igreja, os ideais subjacentes aos documentos internacionais de defesa e promoção dos direitos das pessoas Declaração Universal dos Direitos do Ser Humano ; Convenção sobre os Direitos das Crianças e Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, enquadrando estes os princípios fundamentais de conduta da organização. A política de Qualidade - A política da Qualidade do CIAD reflete o compromisso da Administração da SCMP, Direção do CIAD e de todos os colaboradores em geral, com o cumprimento dos Princípios da Qualidade, de acordo com os referenciais aplicáveis, constituindo-se no documento de referência quer para uso interno, quer nas relações da CIAD com os seus Clientes e outras partes interessadas (Fornecedores, Entidades Financiadoras e outros Stakeholders). A política de Confidencialidade - A política de Confidencialidade do CIAD reflete o compromisso da Administração da SCMP, Direção do CIAD e de todos os colaboradores em geral, com o cumprimento dos princípios legais relativos à confidencialidade de dados, bem como com as orientações éticas, expressas no Código de Ética da SCMP e nos Manuais de Boas Práticas da Tutela, relativos ao sigilo e resguardo das informações e factos da vida da instituição e das

10 pessoas que dela usufruem ou nela trabalham. Este respeito mantém-se mesmo para além da cessação do vínculo contratual. Política de Participação e Envolvimento de Clientes e Partes Interessadas - A política de Participação e Envolvimento de Clientes e Partes Interessadas do CIAD reflete o compromisso da Administração da SCMP, Direção do CIAD e de todos os colaboradores em geral, com o cumprimento dos princípios legais relativos à participação e reclamação, bem como com as orientações éticas, expressas no Código de Ética da SCMP, Regulamentação específica e nos Manuais de Boas Práticas da Tutela, sempre que aplicável, relativos à participação e envolvimento de clientes e de outras partes interessadas. 10 Política de Recrutamento, Retenção e Reconhecimento dos Colaboradores - A Política de Recrutamento, Retenção e Reconhecimento do CIAD reflete o compromisso da Administração da SCMP, Direção do CIAD e de todos os colaboradores em geral, com o cumprimento dos princípios legais relativos ao recrutamento, retenção e reconhecimento dos recursos humanos e é definido numa relação direta com a Visão, Missão e Valores do CIAD no sentido de garantir a existência de um conjunto de instrumentos que contribuam diretamente para a melhoria dos processos e nos permita alcançar os objetivos do Sistema de Gestão da Qualidade, assegurando o envolvimento de todos os colaboradores. A estratégia da SCMP para o CIAD passa por atrair profissionais com boa formação humana, emocional, profissional e académica, vontade de aprender e potenciar as suas capacidades, condição essencial ao desenvolvimento pessoal e profissional, rumo à atualização de conhecimentos e melhoria das práticas e interações com o outro. Política de Prevenção do Abuso Físico, Mental e Financeiro dos Clientes - A política de Prevenção do Abuso Físico, Mental e Financeiro dos Clientes do CIAD reflete o compromisso da Administração da SCMP, Direção do CIAD e de todos os colaboradores em geral, com o cumprimento dos princípios morais, éticos e legais relativos à prevenção do abuso físico, mental e financeiro dos clientes, nomeadamente os Princípios das Nações Unidas para a Proteção de Pessoas com Enfermidade Mental e para a Melhoria da Atenção à Saúde Mental (1991), as Regras Gerais sobre a Igualdade de Oportunidades para Pessoas com Deficiências (1993), com a legislação aplicável, bem como com as orientações éticas, expressas no Código de Ética da SCMP e nos Manuais de Boas Práticas da Tutela, relativos à conduta e direitos humanos.

11 3. Oferta de serviços O CIAD disponibilizou aos seus clientes os seguintes serviços: Atividades Ocupacionais - As Atividades Ocupacionais destinam-se a pessoas com deficiência grave, com idade igual ou superior a 16 anos, cujas capacidades não permitam, temporária ou 11 permanentemente, o exercício de uma atividade produtiva. No CIAD são disponibilizadas as áreas de Bem-Estar e Cuidados Básicos; Lavores e Tecelagem; Madeiras, Olaria e Reciclagem e Expressão Plástica. Lar de Apoio - O Lar de Apoio é uma resposta social desenvolvida em equipamento, destinada a acolher crianças e jovens entre os 6 e os 18 anos, com necessidades educativas específicas, que necessitem de frequentar estruturas de apoio situadas longe dos locais da sua residência habitual. Destinam-se, ainda, a apoiar situações que, por comprovadas necessidades familiares, precisem, temporariamente, de resposta substitutiva da família. Escola de Ensino Especial - Destina-se a alunos com necessidades educativas especiais, dos 6 aos 18 anos, e visa a promoção do desenvolvimento integral e harmonioso dos alunos e a sua inserção social. Presta apoio individualizado e personalizado, de acordo com as suas capacidades e características específicas, proporcionando experiências diversificadas e enriquecedoras, abrangendo as seguintes áreas de desenvolvimento: Independência Pessoal, Comunicação, Motricidade, Socialização, Académica, Tempos Livres e lazer, Vocacional/Ocupacional. Imprensa Braille O Centro Professor Albuquerque e Castro tem como objetivo a produção em Braille de materiais diversos, que possam contribuir para uma integração do cidadão cego, visando uma cidadania plena. Formação Profissional A Formação Profissional do CIAD é vocacionada para o desenvolvimento de cursos de Formação especialmente destinados a pessoas com deficiência e incapacidades ou outros problemas no domínio da inserção socioprofissional, a partir dos 16 anos. Em 2012 ministrou-se o curso de Jardinagem e iniciou-se o curso de Atividades de Vida Hoteleira.

12 4. Destaques por Princípio EQUASS Destaques Numa perspetiva de prossecução dos objetivos definidos e tendo por referência os Princípios da Qualidade do Referencial EQUASS, foi propósito do CIAD intervir nos seguintes domínios: 12 Princípio da Liderança Referente à boa governação da organização, imagem positiva e utilização eficiente de recursos, contribuindo para uma sociedade mais inclusiva. Executado: Ampliação e consolidação do trabalho de implementação do Sistema de Qualidade EQUASS Assurance; Aprovação da Visão, Missão, Valores do CIAD pela Mesa Administrativa; Aprovação das Políticas do CIAD pela Mesa Administrativa; Realização do III Congresso Ibérico de Educação Especial; Participação ativa nas edições da Revista Misericórdia do Porto; Participação ativa nas edições do Boletim Fons Vitae, dando a conhecer alguns dos aspetos de inovação implementados no CIAD; Aperfeiçoamento de um sistema similar a Intranet - plataforma de comunicação colaborativa, desenvolvida para a equipa técnica do CIAD, com o objetivo de sistematizar, agilizar, simplificar e armazenar os fluxos de informação interna; Criação de ferramentas digitais de articulação com o exterior e centralização de respostas a auscultações diversas; Atualização de informação no sítio da internet da SCMP; Revisão e reestrutação das revistas tiflológicas Poliedro e Rosa dos Ventos; Criação de novas metodologias de articulação Significativos/CIAD (Caderno de comunicação com a família e significativos) Actualização da Carta Social 2011; Candidatura e aprovação a Formação Profissional no âmbito do POPH (Cursos de Atividades de Vida Hoteleira e Assistente de Massagista); Atividades de S. João CIAD e a Comunidade Envolvente; Representação do CIAD/CPAC no Seminário Internacional Autorepresentação das pessoas com deficiência visual no século XXI. Que perspetivas, desafios e soluções?, na Assembleia da República;

13 Apresentação e Aprovação em Assembleia Geral do Plano de Atividades e Orçamento para 2012; Representação do CIAD Conselho local de Ação Social - Rede Social. Princípio dos Recursos Humanos Supõe o recrutamento, a liderança e a gestão dos colaboradores e do respetivo desempenho, a sua qualificação e competência, as condições ambientais e de trabalho e o envolvimento com a gestão e a organização em geral, de forma a alcançar os objetivos organizacionais e assegurar uma prestação de serviços centrada no cliente/utilizador. 13 Executado: Realização da análise de satisfação organizacional dos colaboradores através da aplicação de questionários; Conceção e aplicação de questionários de satisfação dos colaboradores em relação às estratégias de empoderamento; Avaliação do Desempenho dos colaboradores, relativa ao ano de 2011 (Março); Realização de reuniões departamentais; Acolhimento de uma voluntária durante a época balnear; Formação de Ativos: o Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho Noções Básicas; o Brigada de Incêndios; o Simulacro de Incêndio; o Ergonomia; o Higiene e Segurança Alimentar; o Saúde Oral; o Trissomia 21; o Paralisia Cerebral; o Deficiência Mental. Participação da Terapeuta Ocupacional no curso INICO/FORMEM: Vias de acesso ao emprego e planeamento centrado na pessoa. O acesso à vida adulta para pessoas com deficiência. Workshop no Domínio da Prevenção de Abuso Físico, Mental e Financeiro;

14 Princípio dos Direitos - Pressupõe o compromisso da organização na defesa dos direitos dos clientes, em termos de igualdade de tratamento, de oportunidades de participação, de liberdade de escolha e de autodeterminação. Executado: 14 Realização de uma Conferência Aberta sobre Direitos das Pessoas com Deficiência, dinamizada pelo Dr. Laborinho Lúcio e Dr. Armando Leandro; Desenvolvimento da Carta Acessível de Direitos dos Clientes do CIAD; Desenvolvimento com os clientes do Painel de Azulejo de Direitos; Publicação do dossiê Documentos Estruturantes em braille; Criação do sistema de Sugestões/Reclamações; Criação de mecanismos de devolução de informação às diferentes partes interessadas; Reuniões de trabalho específicas de discussão sobre direitos e deveres de clientes e instituição; Implementação do Processo de Registo Plano Individual (PI), garante fundamental de uma intervenção centrada nas necessidades, expetativas e potencialidades dos clientes; Princípio da Ética - Assenta no compromisso da organização no respeito pela dignidade do cliente e significativos, protegendo-os de riscos indevidos, especificando competências profissionais, regulando comportamentos e promovendo a justiça social. Executado: Início do levantamento de acessibilidades nas imediações do CIAD, com o objetivo de articulação funcional com a Provedora Municipal dos Cidadãos com Deficiência; Acompanhamento em processos de Interdição e Tutelas. Princípio da Parcerias - Preconiza o trabalho da organização em conjunto com outras entidades no sentido de assegurar os resultados e continuidade ao nível da prestação dos serviços. As parcerias na prestação de serviços devem contribuir para um maior valor acrescentado em termos de resultados.

15 Início da uma nova dinâmica de trabalho em parceria com a Fundação de Serralves; Estabelecimento de uma parceria com a fundação Blind Eye Organization do Egipto; Manutenção das parcerias com o grupo Empresa de modo a assegurar a manutenção das publicações periódicas Activa; Visão; Visão Jr.; Manutenção da parceria com o Jornal de Notícias de modo a assegurar a manutenção da publicação bimensal Jornal de Notícias Edição Braille; Orientação de dois estágios de Auxiliar de Ação Educativa do Centro de Formação LNE Participações em conferências e seminários. Reuniões de trabalho com as Comissões de Proteção de Crianças e Jovens de Aveiro, Vila Nova de Gaia, Rezende e Penafiel; Reuniões de trabalho com a equipa técnica do Hospital de S. Lázaro; Reuniões de trabalho com as diferentes escolas nas quais estão integrados alguns dos clientes do CIAD; Reuniões de acompanhamento com a Segurança Social; Reuniões de trabalho com as equipas do CAO da Associação Portuguesa de Deficientes (Cerco do Porto). Reuniões de trabalho com a equipa técnica da Casa do Vale; Reuniões de trabalho com a equipa técnica do Lar de S. Miguel; Participação e envolvimento nas avaliações dos sistemas de posicionamento e cadeiras de rodas em parceria com o Centro de Paralisia Cerebral do Porto (APPC); Acolhimento de visitas de estudo das seguintes instituições: Centro de Reabilitação Profissional da Areosa Escola EB2,3 de alfena Escola Profissional de Comércio do Porto Escola profissional Raúl Dória Escola Secundária D. Manuel Laranjeira (Espinho) Escola Secundária da senhora da Hora Escola Secundária de Mondim de Basto Escola Secundária Rodrigues de Freitas Escola Superior de Educação Jean Piaget (Vila Nova de Gaia) Faculdade de Medicina do Porto Faculdade de Medicina do Porto Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar 15

16 Princípio da Participação - Remete para a participação e inclusão dos clientes a todos os níveis da organização. Em colaboração com outras entidades, envolve-se na defesa dos direitos dos clientes, na eliminação das barreiras, na sensibilização da sociedade e na promoção da igualdade de oportunidades. Executado 16 Avaliação de Satisfação de Clientes, Famílias e Significativos, com taxa de satisfação de 95% e 99,48% respectivamente; Avaliação de satisfação dos clientes das revistas Poliedro e Rosa dos ventos, com uma taxa de satisfação de 90,77%; Participação ativa dos clientes no desenho e decoração das novas salas do CAO; Participação ativa na definição das tarefas e atividades relativas à época balnear; Dinamização de ação de Sensibilização sobre o sistema Braille no âmbito do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, no Conservatório de Música do Porto. Elaboração do Jornal de Parede Palavras Soltas Realização do dia da Comunidade no Centro de Atividades Ocupacionais; Comemoração do Dia da Bengala Branca; Participação nas comemorações do Senhor de Matosinhos; Comemoração do Dia Mundial do Braille; Comemoração do Dia Mundial do Teatro; Comemoração do Dia Mundial do Livro; Comemoração do Dia Mundial da Dança; Comemoração do Dia Mundial da Língua Gestual; Comemoração do Carnaval; Comemoração do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência; Elaboração pelos clientes e respetiva participação em atividades lúdicas relativas às Estações do Ano; Elaboração pelos clientes e respetiva participação das diferentes efemérides religiosas (Natal, Páscoa, S, João); Realização de almoço de Natal do CIAD; Participação de alguns clientes do CIAD de atividade de final do ano do Espaço t. Participação no trabalho desenvolvido no Conselho Social de Ação Social do Porto na área da deficiência e incapacidade;

17 Reportagem multimédia sobre o CPAC, disponível no sítio eletrónico do Jornal de Notícias (http://www.jn.pt/reportagens/interior970.aspx?content_id= ); Princípio da Abrangência - Remete para a necessidade de assegurar um contínuo integrado de serviços aos clientes, a adoção de uma visão holística das intervenções e do trabalho em parceria. 17 Executado: Elaboração e apresentação de candidatura à medida 6.2 do POPH Qualificação de Pessoas com Deficiência ou Incapacidade Atividades de Vida Hoteleira, aprovada em sede de candidatura. Elaboração e apresentação de candidatura à medida 6.2 do POPH Qualificação de Pessoas com Deficiência ou Incapacidade Assistente de Massagistas, aprovada em sede de candidatura. Candidatura ao programa Querido Mudei a Casa, para reestruturação de um espaço comum do CIAD. Candidatura ao projeto SIC Esperança, para reestruturação da Sala de Convívio do CIAD. Participação dos clientes em atividades artísticas e lúdicas em estruturas externas: espaço t; Fundação de Serralves; Princípio da Orientação para o Cliente Remete para a necessidade de assegurar os processos de trabalho implementados, orientados pelas necessidades dos clientes, atuais e potenciais, com o objetivo de promover a sua qualidade de vida. Executado: Desenvolvimento e início da implementação dos Planos Individuais; Desenvolvimento de novos espaços ocupacionais para os clientes (e.g.: Ateliê de Culinária); Desenvolvimento de novas atividades ocupacionais para os clientes (e.g.: Jornal de parede);

18 Implementação e avaliação dos Planos Individuais, Planos Individuais de Transição e Currículos Específicos Individuais dos alunos de Escola Especial; Elaboração dos Processos Chave e revisão dos Impressos associados; Implementação de um novo sistema de aquecimento para o CIAD; Reestruturação de espaços afetos ao CAO e LA de modo a permitir uma maior funcionalidade e conforto dos mesmos, bem como uma rentabilização dos recursos humanos e materiais afetos a estas respostas; Conclusão da instalação de rede wireless de acesso livre para os clientes do CIAD; Disponibilização de novos equipamentos informáticos nas salas de CAO e Sala de Estudo para utilização por parte dos clientes; Aquisição de equipamento específico para o CPAC que permite a produção de novos materiais. 18 Princípio da Orientação para os Resultados - Relaciona-se com a necessidade de estabelecer objetivos de trabalho percecionáveis e mensuráveis em termos de execução, significando benefícios efetivos para os clientes e restantes partes interessadas. Executado: Visita de Acompanhamento e Avaliação às Respostas Sociais CAO e Lar de Apoio, pelo Instituto de Segurança Social I.P. Centro Distrital do Porto. Na sequência desta visita foi elaborado um relatório, não havendo irregularidades a nível de CAO mas com algumas inconformidades a nível da arquitetura do edifício, espaços e idades dos clientes acolhidos. Análise mensal da situação financeira. Elaboração e envio de Relatórios Psicopedagógicos para a Direção Regional de Educação do Norte. Aplicação de Inquéritos de Avaliação da Satisfação aos Stakeholders. Princípio da Melhoria Contínua - Relaciona-se com a necessidade de atuar em permanência sobre os fatores suscetíveis de gerar um desempenho e resultados mais favoráveis para a organização e todas as partes interessadas.

19 Executado: Assembleia-Geral Ordinária de Apresentação, Discussão e Aprovação do Relatório de Atividades e Contas relativo ao Exercício de 2011; Criação e/ou reformulação de processos e procedimentos, metodologias e Impressos em vigor na instituição; Consolidação da implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade, como forma de capacitação da Instituição e garantia na prestação dos Serviços de qualidade a todos os clientes e com o objetivo de obter a Certificação da Qualidade pelo referencial EQUASS Assurance. 19

20 5. Quadro Síntese de Indicadores Indicadores Realizado Total de Clientes 712 Nº de clientes EEE 5 N.º de clientes CAO 30 N. º de clientes LA 27 N. º de clientes CPAC (revistas) 650 Total de Colaboradores 60 Índice Global de Satisfação 89.80% Índice de Satisfação colaboradores 79,76% Índice de Satisfação clientes 95,14% Índice de Satisfação famílias/ significativos 97,35% Índice de Satisfação de Stakeholders 86.96% Tipologias de Responsabilidades Social 3 Nº de destinatários das acções de RS 12 Total de Parcerias 31 N.º de parceiros 22 Nº de clientes envolvidos nas parcerias 302 Taxa de clientes envolvidos nas parcerias 100% Taxa de execução do Plano Anual de Formação 80% Volume de formação realizado (H) Nº de colaboradores envolvidos na formação H Nº de horas de formação/ colaborador 11,3H Total de Reclamações 1 Nº de reclamações com fundamento 1 Nº de ações corretivas/ melhoria 1 Total de Sugestões 3 Nº de sugestões com fundamento 2 N.º Ações de corretivas/ melhoria 2 N.º de Projetos de inovação decorrentes das necessidades de clientes Taxa de execução do Plano de Melhoria (PDQ) 76,36% Taxa de sucesso do Plano de Atividades 87% Taxa de execução do Plano de Atividades 92% 2 20

21 6. Execução de objetivos 6.1 Escola Especial Área Objetivo Meta Resultado Concretização Socioeducativo (Escola Especial) Justificação Dar resposta aos encaminhamentos realizados pela DREN, dentro dos limites protocolados entre as instituições. 90% da Ocupação 92,72% da Ocupação Concretizado 21 Apesar da ocupação máxima acordada estar definida em cinco alunos, a gestão e encaminhamento para esta resposta é feita pela Direção Regional de educação do Norte (DREN). Ao longo de 2012, não houve novos encaminhamentos por parte da Direção Regional. Esta situação parece dever-se ao facto do Ministério da Educação querer, ao longo de 2013, incluir no Ensino regular os alunos que se encontram abrangidos por este subsistema. Em 2012, pelo facto de ter atingido a idade limite, foi encaminhado para a área de residência um dos alunos de Escola Especial, estando a usufruir de apoio por parte de uma associação local, pelo que foi salvaguardado a continuidade de serviços Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Gráfico 1 Variação anual dos clientes de EE Área Objetivo Meta Resultado Concretização Socioeducativo (Escola Especial) Justificação Avaliar o grau de satisfação de clientes, significativos e parceiros sociais no final do ano letivo 90% 94.35% Concretizado A Escola Especial apresenta os seguintes índices de satisfação: Taxa Clientes Satisfeitos: 96,10% (entrevistados os dois clientes que apresentam capacidade para se poderem pronunciar perante o questionário de satisfação) Taxa de Significativos Satisfeitos: 100% (três familiares de cinco possíveis)

22 Taxa de Stakeholders Satisfeitos: 86,96% Taxa Global de Satisfação: 94,35% Gráfico 2 Taxa de Satisfação EE Área Objetivo Meta Resultado Concretização Socioeducativo (Escola Especial) Justificação Rever e implementar novos mecanismos de execução e controlo do CEI, no prazo de um ano, para todos os clientes de EE 100% 100% Concretizado Foram revistos todos, dentro dos prazos estipulados, todos os documentos de apoio necessários para implementação do Currículo Específico Individual a todos os clientes, bem como do Plano Individual de Transição e Plano Educativo Individual. Quadro Resumo Escola Especial Indicadores Meta Realizado Taxa de (média) Execução Status N.º de alunos 5 4,63 92,6% N.º de alunos com PEI % N.º de alunos com CEI % Nº de clientes com continuidade interna % Nº de clientes encaminhados para a comunidade Nº de clientes sem resposta interna/ comunidade % Terapia Ocupacional (nº de horas) -- 60h - -- Taxa de execução das actividades da Escola Especial 100% - 96,4% Análise dos Indicadores O trabalho de reestruturação dos documentos-base de cada uma das valências ocorreu ao longo de A sua aplicação, por motivos de funcionalidade, foi agendada para Setembro de 2012, aquando do início do novo ano letivo. Desta forma, o processo de mensuração de indi-

23 cadores específicos iniciou-se em Setembro de 2012, aquando da implementação destas novas metodologias de controlo e avaliação. Assim, não é possível, ainda, contabilizar o Grau de Implementação, execução das ações e Plano de Desenvolvimento Individual do PEI, assim como o Grau médio de cumprimento do PIT Taxa de concretização das Atividades Letivas, estando 23 prevista esta avaliação para o primeiro semestre de Contudo, todas as atividades propostas encontram-se a decorrer como planificado. 6.2 Centro de Atividades Ocupacionais Área Objetivo Meta Resultado Concretização Centro de Atividades Ocupacionais Justificação Avaliar o grau de satisfação de clientes, significativos e parceiros sociais no final do ano 90% 92,39% Concretizado O Centro de Atividades Ocupacionais apresenta as seguintes taxas de clientes satisfeitos: Taxa de Clientes Satisfeitos: 91,78% (entrevistados os seis que apresentam capacidade para se poderem pronunciar perante o questionário de satisfação) Taxa de Significativos Satisfeitos: 98,44% (auscultados todos os familiares/significativos tendo apenas 15 submetido/enviado a informação. A alteração dos mecanismos comunicacionais com a família, enquanto geradores de maior envolvimento e participação na vida do CIAD, assume-se como um aspeto fundamental a integrar o Plano de Melhoria para Taxa de Stakeholders Satisfeitos: 86,96% Taxa Global de Satisfação: 92,39% Gráfico 3 Taxa de Satisfação de Clientes CAO

24 Área Objetivo Meta Resultado Concretização Centro de Atividades Ocupacionais Justificação Rever e implementar novos mecanismos de execução e controlo do PDI, no prazo de um ano, para todos os clientes de CAO 100% 85% Concretizado 24 Foi revisto, de acordo com as datas estipuladas, toda a documentação de apoio, bem como os processos, procedimentos e metodologias estruturantes dos Planos Individuais (PI). Todos os clientes do CAO têm um Plano Individual que se encontra em fase inicial de implementação. Contudo, a documentação de suporte ao mesmo não se encontra formalizada para todos os clientes. Esta situação prende-se com a permanente indisponibilidade de alguns significativos em se deslocarem ao CIAD para discussão do plano de intervenção. Prevê-se que, excecionalmente, haja duas avaliações do PI ao longo de 2013, ocorrendo a primeira durante o primeiro semestre. Área Objetivo Meta Resultado Concretização Centro de Atividades Ocupacionais Justificação Desenvolver, durante o mês de Janeiro de 2012, um plano anual de celebrações e efemérides, tendo por base os interesses e expectativas dos clientes e significativos. 90% 96,43% Concretizado O Plano de Efemérides foi realizado de acordo com o estipulado, sendo realizadas atividades em contexto de sala e na/com a comunidade. A taxa de satisfação dos clientes relativamente às dimensões atividades (cinco primeiras questões da dimensão 4) é de 96,43%

25 Quadros Resumo CAO Indicadores Meta Realizado Taxa de (média) Execução Status N.º de clientes % Nº de candidatos encaminhados para a comunidade Nº total de candidatos saídos Nº candidatos admissíveis N.º de rescisão de contratos % Nº de contratos estabelecidos Nº de candidatos em lista de espera (31/12/2013) N.º total de novas admissões N.º de clientes com PI Atividades executadas Trabalhos Manuais h -- Atividades executadas Expressão Plástica h -- Atividades executadas Atividades Manuais h -- Atividades executadas Culinária h -- Terapia Ocupacional h -- Atividades na Comunidade -- 57h -- Fisioterapia -- 80h Atividades do Plano de Efemérides -- 27h Taxa de execução do Plano de Efemérides 100% 91 91% Taxa de execução das actividades do CAO 100% - 97% 25 Análise dos Indicadores A análise dos indicadores evidencia que os resultados alcançados estiveram em conformidade com os previstos. O Número de vagas tem sido continuamente preenchida e tem sido dada resposta às situações de encaminhamento para a comunidade. O trabalho de reestruturação dos documentos-base de cada uma das valências ocorreu ao longo de A sua aplicação, por motivos de funcionalidade, foi agendada para Setembro de 2012, coincidente com o início do ano letivo mas, igualmente, com o reinício de trabalho do CIAD, após o mês Agosto que se refere a um mês de interrupção de serviços. Desta forma, o processo de mensuração de indicadores específicos iniciou-se em Setembro de 2012, aquando da implementação destas novas metodologias de controlo e avaliação. Esta é uma situação de exceção, sendo que a calendarização de implementação e avaliação dos PI irá orientar-se pelo calendário civil. Pelo exposto, não é possível, ainda, contabilizar todos os indicadores considerados nos processos e procedimentos, contudo, a análise dos indicadores evidencia que todas as Atividades propostas no PI encontram-se a decorrer como planificado.

26 Todas as Atividades executadas, no que diz respeito aos ateliês foram sempre asseguradas mesmo na ausência do responsável, não ficando por isso nenhuma actividade por realizar. Nas saídas à comunidade estão comtempladas as Atividades no Espaço t, Fundação de Serralves e todas as outras que envolvem um planeamento prévio tendo em conta os objectivos específicos de cada PI, tanto a nível lúdico como a nível de desenvolvimento pessoal e social. 26 A intervenção da Terapia Ocupacional em contexto de Centro de Atividades Ocupacionais tem sido crescente nos recentes anos e tem sido objeto de uma constante evolução, preconizada por uma transição paradigmática do modelo médico para o modelo Biopsicossocial. As atividades espelhadas em PI refletem esta alteração de base, centrando-se num processo de potenciação de competências e capacidade do cliente. Com a supervisão da terapia ocupacional, a equipa de intervenção direta tem vindo a implementar uma intervenção top-down, enfatizando as influências do contexto sobre o desempenho ocupacional dos clientes. A adoção desta abordagem visa uma intervenção com vista a alcançar o mais alto nível de funcionamento e promoção da participação dos clientes ao nível das atividades da vida diária e instrumentais, em todos os contextos, ou seja, privilegia o desenvolvimento de atividades de cariz funcional centradas no contexto de vida, na rotina do cliente, privilegiando o recurso aos diferentes espaços do CIAD (refeitório, salas, casa de banho, comunidade, entre outros) em detrimento dos diferentes trabalhos de gabinete.

27 6.3 Lar de Apoio Área Objetivo Meta Resultado Concretização Lar de Apoio Justificação Aumentar a taxa de ocupação da capacidade estabelecida em acordo, durante o ano de % da Ocupação 91,81% da Ocupação Concretizado 27 O Lar de Apoio do CIAD destinava-se, inicialmente, a uma população com deficiência ou incapacidade que se via forçada a frequentar as Escolas de Referência, encontrando-se deslocados da sua área de residência. Estas situações têm vindo a diminuir significativamente devido a uma crescente resposta das escolas nas diferentes áreas geográficas, o que tem levado a uma diminuição na procura desta resposta. A Segurança Social, contudo, tem permitido que o Lar de Apoio seja rentabilizado para uma população com características semelhantes mas que, de acordo com os normativos orientadores, não deveriam beneficiar deste tipo de estruturas. No início de 2012, era pretensão do CIAD poder preencher as vagas com jovens em idade escolar. Esta procura, contudo, não ocorreu. Tem-se verificado que a procura a nível de estrutura residencial é para uma população condicente com Lar Residencial Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Gráfico 4 Variação anual dos clientes de EE Área Objetivo Meta Resultado Concretização Lar de Apoio Justificação Rever e implementar novos mecanismos de execução e controlo do PDI, no prazo de um ano, para todos os clientes de Lar de Apoio 100% 85% Concretizado Foi revisto, de acordo com as datas estipuladas, toda a documentação de apoio, bem como os processos, procedimentos e metodologias estruturantes dos Planos Individuais (PI). Todos os clientes de LA têm um Plano Individual que se encontra em fase de implementação. Contudo, a documentação de suporte ao mesmo não se encontra formalizada para todos os clientes. Esta situação

28 prende-se com a permanente indisponibilidade de alguns significativos em se deslocarem ao CIAD para discussão do plano de intervenção. Prevê-se que, excecionalmente, haja duas avaliações do PI ao longo de 2013, ocorrendo a primeira durante o primeiro semestre. Área Objetivo Meta Resultado Concretização 28 Lar de Apoio Justificação Avaliar o grau de satisfação de clientes, significativos e parceiros sociais no final do ano 90% 95,25% Concretizado O Lar de Apoio apresenta as seguintes taxas de clientes satisfeitos: Taxa de Clientes Satisfeitos: 98.81% (entrevistados os nove clientes que apresentam capacidade para se poderem pronunciar perante o questionário de satisfação) Taxa de Significativos Satisfeitos: 100% (auscultados todos os familiares/significativos tendo apenas 10 submetido/enviado a informação. A alteração dos mecanismos comunicacionais com a família, enquanto geradores de maior envolvimento e participação na vida do CIAD, assume-se como um aspeto fundamental a integrar o Plano de Melhoria para Taxa de Stakeholders satisfeitos: 86,96% Taxa Global de Satisfação: 95,25% Gráfico 5 Taxa de Satisfação de Clientes LA

29 Área Objetivo Meta Resultado Concretização Lar de Apoio Justificação Desenvolver, durante o mês de Janeiro de 2012, um plano anual de celebrações e efemérides, tendo por base os interesses e expectativas dos clientes e significativos. 90% 100% Concretizado 29 O Plano de Efemérides foi realizado de acordo com o estipulado. Os clientes de Lar de Apoio, por só se encontrarem no CIAD em horário pós-laboral, beneficiam de um menor número de celebrações e efemérides. Contudo, da auscultação realizada, a taxa de satisfação dos clientes relativamente às dimensões atividades (segunda questão da dimensão 4) é de 100% Quadros Resumo Lar de Apoio Indicadores Meta Realizado Taxa de (média) Execução Status N.º de clientes % Nº de candidatos encaminhados para a comunidade Nº total de candidatos saídos Nº candidatos admissíveis N.º de rescisão de contratos % Nº de contratos estabelecidos Nº de candidatos em lista de espera N.º total de novas admissões N.º de clientes com PI ,3% Atividades na Comunidade -- 10h Psicologia Atividades do Plano de Efemérides -- 15h Taxa de execução do Plano de Efemérides 100% % Taxa de execução das actividades do LA 100% - 93% Análise dos Indicadores O trabalho de reestruturação dos documentos-base de cada uma das valências ocorreu ao longo de A sua aplicação, por motivos de funcionalidade, foi agendada para Setembro de 2012, coincidente com o início do ano letivo mas, igualmente, com o reinício de trabalho do CIAD, após o mês Agosto que se refere a um mês de interrupção de serviços. Desta forma, o processo de mensuração de indicadores específicos iniciou-se em Setembro de 2012, aquando da implementação destas novas metodologias de controlo e avaliação. Esta é uma situação de

30 exceção, sendo que a calendarização de implementação e avaliação dos PI irá orientar-se pelo calendário civil. A nível de vagas, a análise dos indicadores evidencia que os resultados alcançados não estiveram em conformidade com os previstos. O Número de vagas preenchidas tem vindo a diminuir devido a uma crescente resposta das escolas nas diferentes áreas geográficas, o que tem levado a uma diminuição na procura deste equipamento social. 30 Em relação às atividades do Plano de Efemérides os clientes de Lar de Apoio, por só se encontrarem no CIAD em horário pós-laboral, beneficiam de um menor número de celebrações, pelo que a taca de execução foi superior à de CAO.

31 6.4 Formação Profissional Área Objetivo Meta Resultado Concretização Formação Profissional Rever e implementar novos mecanismos de planificação e acompanhamento individualizados para todos os formandos 100% 66% Parcialmente concretizado 31 Justificação 2012 foi um ano de profundo trabalho de reestruturação. Atendendo às alterações nas equipa técnica relacionada com a Formação Profissional, verificou-se algum atraso na prossecução deste objetivo. Contudo, e de acordo com as datas estipuladas, toda a documentação de apoio, bem como os processos, procedimentos e metodologias estruturantes dos Planos Individuais (PI) foram revistos, estando implementados quatro. Área Objetivo Meta Resultado Concretização Formação Profissional Justificação Garantir a taxa mínima de ocupação por curso 8 formandos por turma 90% Concretizado Foi garantido, para o curso de Operador de Jardinagem, o número mínimo de formandos, de modo a possibilitar o términus do curso. Não houve formandos suficientes para reiniciar uma nova turma. Esta situação prende-se com o facto de haver uma maior oferta de formação em contexto regular de ensino, bem como o facto da formação oferecida pelo CIAD ser leccionada nas próprias instalações, o que, para vários formandos/famílias é um elemento de rotulagem desmotivador. Apesar destes condicionalismos, iniciou-se um novo curso Atividades de Vida Hoteleira. Área Objetivo Meta Resultado Concretização Formação Profissional Justificação Garantir a continuidade dos cursos 100% 100% Concretizado Foi garantida a aprovação dos cursos de formação profissional de continuidade. Foram, inclusivamente, aprovados dois novos cursos Assistente de Massagista e Atividades de Vida Hoteleira.

32 Área Objetivo Meta Resultado Concretização Formação Profissional Justificação Avaliar o grau de satisfação dos formandos e equipa pedagógica A Formação Profissional apresenta os seguintes índices de satisfação: 90% 100% Concretizado 32 Taxa Formandos Satisfeitos: 94,68% (obtidas seis respostas em oito possíveis) Taxa de Formadores Satisfeitos: 89,6% Taxa Global de Satisfação: 92,14% Formandos Formadores Gráfico 6 Taxa de Satisfação FP Quadros Resumo Formação Profissional Indicadores Meta Realizado Taxa de (média) Execução Status N.º de clientes (Jardinagem) % N.º Horas formação N.º Clientes com PI % N.º Horas FCT N.º de clientes (Atividades de Vida Hoteleira) % N.º Horas formação Taxa de execução das actividades da FP 100% - 84% Análise dos Indicadores Atendendo a que o curso de Operador de Jardinagem já se encontrava em funcionamento quando este processo de qualificação se iniciou, foi decidido que se iniciaria o trabalho de revisão funcional da Formação Profissional pela parte de diagnóstico, tendo-se revisto toda a metodologia de avaliação inicial. Atendendo às alterações na equipa técnica da Formação Profissional, não foi possível cumprir-se na íntegra todos os objetivos.

33 6.5 Imprensa Braille Centro Professor Albuquerque e Castro Área Objetivo Meta Resultado Concretização CPAC Justificação Avaliar o grau de satisfação de clientes e parceiros sociais 90% 90,77% Concretizado 33 Foram inquiridos os leitores das revistas Poliedro e Rosa dos Ventos, tendo-se obtido as seguintes taxas: POLIEDRO Taxa de Clientes Satisfeitos: 92,58% (24 respostas obtidas) Taxa de Stakeholders Satisfeitos: 86,96% Taxa Global de Satisfação: 89.77% ROSA DOS VENTOS Taxa de Clientes Satisfeitos: 96,58% (9 respostas obtidas) Taxa de Stakeholders Satisfeitos: 86,96% Taxa Global de Satisfação: 91,77% Taxa Global de Satisfação de ambas as revistas: 90,77% Clientes Poliedro Stakeholders Rosa dos Ventos Gráfico 7 Taxa de Satisfação de Clientes CPAC

34 Área Objetivo Meta Resultado Concretização CPAC Aumentar em 5%, no prazo de um ano, a transcrição e impressão de material em Braille (livros e revistas) +5% -- Não Concretizado 34 Justificação Gráfico 8 Volume comparativo de produção Revistas Numa análise transversal verifica-se que a produção das revistas do CIAD (Poliedro e Rosa dos Ventos) tem vindo a decrescer. Tal facto deve-se à implementação de uma taxa simbólica aplicada ao cliente final, em finais de 2011, de modo a aumentar o envolvimento e responsabilização, bem como atenuar os custos elevados de produção das revistas. Complementarmente, em 2012, atualizou-se a base de dados dos assinantes, eliminando as inúmeras situação de devolução que ocorriam (por morte, alteração de morada, ). Importa ressalvar que esta diminuição implicou uma poupança de recursos matérias e humanos. Ao longo de 2012 e, previsivelmente, em 2013, ir-se-á continuar a atualizar esta base de dados, podendo haver um ligeiro aumento da mesma, resultante de acertos eventuais. Relativamente às revistas para as quais o CIAD é contratado para produção em Braille (JN, Visão, Visão Jr., Activa e Com(t)acto), houve uma recuperação em duas, resultado de uma política de aproximação com os clientes institucionais. Estes volumes de produção, contudo, são fáceis de oscilar pois dependem de factores que não se encontram sob a alçada do CIAD. Exemplo desta constatação foi a eliminação da revista do espaço t Com(t)acto, resultante de fortes cortes orçamentais naquela instituição.

35 Obras Volumes Gráfico 9 Volume comparativo de produção Obras literárias Verifica-se, aquando da análise de produção, que tem havido um decréscimo significativo na produção de livros em Braille ao longo dos últimos três anos. Esta situação parece dever-se a uma dupla justificação: O facto das escolas não se encontrarem a investir em materiais em Braille, diminuindo significativamente os pedidos que realizam, bem como uma utilização crescente de meios alternativos, como o recurso a áudio-livros por parte da população cega, particularmente os jovens cegos. Desta forma, o objetivo inicial não foi atingido, tendo sido claramente otimista a previsão de que uma aproximação às Escolas de Referência (como aquela que ocorreu ao longo de 2012) seria um elemento catalisador para inverter esta tendência. De referir, complementarmente, que o problema de aquisição de papel, já referido no ponto 1.2 contribui, igualmente, para esta quebra em Nota: Para uma mais fácil leitura devemos esclarecer que um livro (obra) se pode multiplicar em vários volumes transcritos a Braille Área Objetivo Meta Resultado Concretização Aumentar em 5% no prazo de um ano CPAC a produção e divulgação de material, utilizando os meios informáticos +5% -- Não Concretizado Justificação Gráfico 10 Volume de produção Outros materiais

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar

Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Questionário do Pessoal Docente do Pré-escolar Liderança 1.1 1.2 1.3 1.4 1. As decisões tomadas pelo Conselho Pedagógico, pela Direção e pelo Conselho Geral são disponibilizadas atempadamente. 2. Os vários

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES SERVIÇO SÓCIO-EDUCATIVO. outubro 2014 a agosto 2015. Realizado em: 02.10.2014. Aprovado pela Direção em: 09.10.

PLANO DE ATIVIDADES SERVIÇO SÓCIO-EDUCATIVO. outubro 2014 a agosto 2015. Realizado em: 02.10.2014. Aprovado pela Direção em: 09.10. PLANO DE ATIVIDADES SERVIÇO SÓCIO-EDUCATIVO outubro 2014 a agosto 2015 Realizado em: 02.10.2014 Aprovado pela Direção em: 09.10.14 Índice Introdução... 3 Linhas orientadoras... 3 Objetivos estratégicos...

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO FUNDÃO + ESCOLA + PESSOA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA 2013-2017 Agrupamento de Escolas do Fundão Página 1 Perante o diagnóstico realizado, o Agrupamento assume um conjunto de prioridades

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA

ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA 2012-2015 PLANO DE MELHORIA (2012-2015) 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROCESSO Decorreu em finais de 2011 o novo processo de Avaliação Externa

Leia mais

Agrupamento de Escolas da Moita. Plano de Melhoria. P r o v i s ó r i o P p P r o. Ano letivo 2013-14

Agrupamento de Escolas da Moita. Plano de Melhoria. P r o v i s ó r i o P p P r o. Ano letivo 2013-14 Agrupamento de Escolas da Moita Plano de Melhoria P r o v i s ó r i o P p P r o Ano letivo 2013-14 Moita, 22 de abril de 2015 A COMISSÃO DE AUTOAVALIAÇÃO o Célia Romão o Hélder Fernandes o Ana Bela Rodrigues

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

Política de Responsabilidade Social

Política de Responsabilidade Social Política de Responsabilidade Social e Programa 2015 I. ENQUADRAMENTO A criação da Fábrica do Chocolate materializa por si só o sentido de responsabilidade social da empresa e das pessoas envolvidas na

Leia mais

Como sempre, e de acordo com a nossa missão, continuaremos a dar a conhecer a Síndrome de Asperger e a APSA à sociedade em geral.

Como sempre, e de acordo com a nossa missão, continuaremos a dar a conhecer a Síndrome de Asperger e a APSA à sociedade em geral. Plano de Atividades 2016 INTRODUÇÃO O Plano de Atividades para 2016 agora apresentado tem como mote central DAR SENTIDO. Dar Sentido a tudo o que fazemos, o que nos envolve e o que envolve os outros. Centrarse-á

Leia mais

Educação Especial. 2. Procedimentos de Referenciação e Avaliação e Elaboração do Programa Educativo Individual

Educação Especial. 2. Procedimentos de Referenciação e Avaliação e Elaboração do Programa Educativo Individual Educação Especial O Grupo da Educação Especial tem como missão fundamental colaborar na gestão da diversidade, na procura de diferentes tipos de estratégias que permitam responder às necessidades educativas

Leia mais

Políticas 2013. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão de Processos e Documentos. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão de Processos e Documentos

Políticas 2013. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão de Processos e Documentos. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão de Processos e Documentos Sistema de Gestão da Qualidade Políticas 2013 1 Índice 1. Enquadramento 2. Visão, Missão e Políticas 3. Posicionamento Estratégico 4. Políticas 5. Mapa de controlo das alterações efetuadas 2 1. Enquadramento

Leia mais

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO PLANO DE MELHORIA DO 2015-2017 Conservatório de Música do Porto, 30 de outubro de 2015 1. Introdução... 3 2. Relatório de Avaliação Externa... 5 Pontos Fortes... 5 Áreas de Melhoria... 6 3. Áreas Prioritárias...

Leia mais

DEPARTAMENTO DA QUALIDADE

DEPARTAMENTO DA QUALIDADE DEPARTAMENTO DA QUALIDADE PLANO DE MELHORIA ESA 2013-2016 Objetivos gerais do Plano de Melhoria 1. Promover o sucesso educativo e melhorar a sua qualidade 2. Melhorar os processos e resultados pedagógicos

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

Plano de Atividades 2015

Plano de Atividades 2015 Plano de Atividades 2015 ÍNDICE Introdução 1. Princípios orientadores do Plano Plurianual. Desempenho e qualidade da Educação. Aprendizagens, equidade e coesão social. Conhecimento, inovação e cultura

Leia mais

Carta de Compromisso - Centro para a Qualificação Profissional e o Ensino Profissional

Carta de Compromisso - Centro para a Qualificação Profissional e o Ensino Profissional Carta de Compromisso - Centro para a Qualificação Profissional e o Ensino Profissional 1024036 - PROFIFORMA, GABINETE DE CONSULTADORIA E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, LDA Missão É missão do CQEP Profiforma: -

Leia mais

Projeto de Ações de Melhoria

Projeto de Ações de Melhoria DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALVES REDOL, VILA FRANCA DE XIRA- 170 770 SEDE: ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALVES REDOL 400 014 Projeto de Ações de Melhoria 2012/2013

Leia mais

A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE NA CERCIMARCO. Dra. Paula Lima

A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE NA CERCIMARCO. Dra. Paula Lima A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE NA CERCIMARCO Dra. Paula Lima Breve apresentação da CERCIMARCO MISSÃO Desenvolver respostas ajustadas às necessidades das pessoas com deficiência ou com problemas de inserção

Leia mais

REGULAMENTO FORMAÇÃO EM CONTEXTO TRABALHO

REGULAMENTO FORMAÇÃO EM CONTEXTO TRABALHO REGULAMENTO FORMAÇÃO EM CONTEXTO TRABALHO FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO REGULAMENTO Artigo 1º Âmbito 1. A Formação em Contexto de Trabalho (FCT) faz parte integrante do Plano Curricular de qualquer

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO

REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO INTRODUÇÃO A cultura Comunitária é a expressão concreta de tentar proporcionar aqueles que mais precisam a ajuda necessária para começar de novo a viver. O Centro

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

1.1. PROMOVER A IMPLEMENTAÇÃO DE SERVIÇO EM RESPOSTA ÀS NECESSIDADES IDENTIFICADAS

1.1. PROMOVER A IMPLEMENTAÇÃO DE SERVIÇO EM RESPOSTA ÀS NECESSIDADES IDENTIFICADAS EIXO 1- ORIENTAÇÃO PARA O CLIENTE 1.1. PROMOVER A IMPLEMENTAÇÃO DE SERVIÇO EM RESPOSTA ÀS NECESSIDADES IDENTIFICADAS 1.1.1. Prestar apoio sócio ocupacional Alargamento da resposta social (CAO) CAO Lra

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA. Março de 2015 4ª Edição

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA. Março de 2015 4ª Edição REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA Março de 2015 4ª Edição Índice 1 O DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO... 3 1.1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA... 3 1.2. ESTRUTURA... 3 2 CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO DA

Leia mais

PLANO DE AÇÃO E MELHORIA DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALPENDORADA 1. INTRODUÇÃO

PLANO DE AÇÃO E MELHORIA DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALPENDORADA 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO A Lei nº 31/2012, de 20 de Dezembro, veio aprovar o sistema de avaliação dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, definindo orientações para a autoavaliação

Leia mais

Políticas Organizacionais

Políticas Organizacionais Políticas Organizacionais Manual de Políticas da CERCI Elaborado por/data Departamento de Gestão da Qualidade/Março 2013 Aprovado por/data Direção/18.03.2013 Revisto por/data Índice 1. Política e Objetivos

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO O presente Regulamento pretende enquadrar as principais regras e linhas de orientação pelas quais se rege a atividade formativa da LEXSEGUR, de forma a garantir

Leia mais

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA

DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015/2016 PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015-2016 POR UM AGRUPAMENTO DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA JI Fojo EB 1/JI Major David Neto EB 2,3 Prof. José Buísel E.S. Manuel Teixeira Gomes

Leia mais

CET. Gestão Administrativa de Recursos Humanos Secretariado de Direção e Comunicação Empresarial Técnicas de Turismo Ambiental Gestão Comercial

CET. Gestão Administrativa de Recursos Humanos Secretariado de Direção e Comunicação Empresarial Técnicas de Turismo Ambiental Gestão Comercial CET Cursos de Especialização Tecnológica Gestão Administrativa de Recursos Humanos Secretariado de Direção e Comunicação Empresarial Técnicas de Turismo Ambiental Gestão Comercial GESTÃO ADMINISTRATIVA

Leia mais

FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016

FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016 FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016 QUEM SOMOS A APF Associação para o Planeamento da Família, é uma Organização Não Governamental com estatuto de IPSS (Instituição Particular de Solidariedade

Leia mais

CURSOS VOCACIONAIS PRÁTICA SIMULADA REGULAMENTO ESPECÍFICO

CURSOS VOCACIONAIS PRÁTICA SIMULADA REGULAMENTO ESPECÍFICO REGULAMENTO ESPECÍFICO MARÇO DE 2014 ÍNDICE ENQUADRAMENTO NORMATIVO... 1 ÂMBITO E DEFINIÇÃO 1 CONDIÇÕES DE ACESSO 1 OBJETIVOS 1 COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER 2 ESTRUTURA E DESENVOLVIMENTO DE PS 2 AVALIAÇÃO

Leia mais

Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social

Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social Janeiro/2004 INTRODUÇÃO A experiência da acção social no âmbito da intervenção e acompanhamento das famílias em situação de grande vulnerabilidade social,

Leia mais

ANO: 2015. Taxa de Reprodução da visão, missão e valores da. 90.00 organização. Taxa de Reprodução das políticas da organização 60.

ANO: 2015. Taxa de Reprodução da visão, missão e valores da. 90.00 organização. Taxa de Reprodução das políticas da organização 60. Casa Santa Isabel POLÍTICAS ANO: 2015 Política da ética A organização define, implementa e controla o seu compromisso relativo a valores morais fundamentais, orientados para a prevenção de riscos desnecessários

Leia mais

Santa Casa da Misericórdia de Lisboa

Santa Casa da Misericórdia de Lisboa Santa Casa da Misericórdia de Lisboa Gabinete de Promoção do Voluntariado Diretora Luísa Godinho EVOLUÇÃO HISTÓRICA VOLUNTARIADO na SCML 1498 Fundação Compromisso assumido por 100 homens bons 1998 Publicação

Leia mais

Tipologia de Intervenção 6.4

Tipologia de Intervenção 6.4 Documento Enquadrador Tipologia de Intervenção 6.4 Qualidade dos Serviços e Organizações Acções de consultoria inseridas no processo que visa conferir uma certificação de qualidade às organizações que

Leia mais

Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE)

Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE) Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE) 1. Título alusivo à iniciativa Programa de Apoio à Qualidade nas Escolas (PAQUE). 2. Entidades parceiras Identificação das organizações (Organismo público,

Leia mais

Município de Vieira do Minho

Município de Vieira do Minho REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO Preâmbulo O Associativismo constitui um esteio importante e singular de intervenção da sociedade civil na realização e prática de atividades de índole cultural,

Leia mais

Índice: Introdução 3. Princípios Orientadores 3. Definição do projecto 4. Considerações Finais 8. Actividades a desenvolver 9.

Índice: Introdução 3. Princípios Orientadores 3. Definição do projecto 4. Considerações Finais 8. Actividades a desenvolver 9. Índice: Introdução 3 Princípios Orientadores 3 Definição do projecto 4 Objectivos a alcançar 5 Implementação do projecto 5 Recursos necessários 6 Avaliação do projecto 7 Divulgação Final do Projecto 7

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

Plano de Atividades 2014

Plano de Atividades 2014 Ilustração de Antónia Tinturé Associação Zoófila Portuguesa, março de 2014 1 Índice Enquadramento... 2 Qualidade dos Serviços e gestão internaerro! Marcador não definido. Abrangência e divulgação... 7

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS INSPEÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA PROGRAMA ACOMPANHAMENTO EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS RELATÓRIO Agrupamento de Escolas Levante da Maia 2014-2015 RELATÓRIO DE ESCOLA Agrupamento de Escolas

Leia mais

RELATO RIO DE EXECUÇA O/2014 PLANO DE AÇA O/2015

RELATO RIO DE EXECUÇA O/2014 PLANO DE AÇA O/2015 RELATO RIO DE EXECUÇA O/2014 PLANO DE AÇA O/2015 Elaborado por: Rede Social de 0 Índice Sumário Executivo... 2 Capítulo I - Avaliação do Plano de Ação/2014... 4 Capítulo II - Plano de Ação de 2015... 10

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

XLM Innovation & Technology

XLM Innovation & Technology 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa A XLM, sedeada em Aveiro, iniciou a sua atividade em 1995. Nesta data, a sua área de atuação cingia-se à venda, instalação e assistência técnica

Leia mais

Associação de Apoio à Trissomia 21

Associação de Apoio à Trissomia 21 I- Instituição Promotora NOME: AMAR 21 Associação de Apoio à Trissomia 21 MORADA: Rua Tomé de Sousa, nº 19 Edifício Leal, Apt 403 4750-217Arcozelo Barcelos DISTRITO: Braga CONTATOS: 933852811 TIPO DE INSTITUIÇÃO:

Leia mais

REFERENCIAL PARA A CONTRATUALIZAÇÃO DE AÇÕES DE CAPACITAÇÃO

REFERENCIAL PARA A CONTRATUALIZAÇÃO DE AÇÕES DE CAPACITAÇÃO PROGRAMA TEIP3 REFERENCIAL PARA A CONTRATUALIZAÇÃO DE AÇÕES DE CAPACITAÇÃO Novembro de 2013 DGE / EPIPSE Programa TEIP3 Página 1 de 5 A Direção-Geral de Educação, através da EPIPSE, após análise de conteúdo

Leia mais

CALENDARIZAÇÃO DA ATIVIDADE FORMATIVA 2014. www.navegantescf.pt

CALENDARIZAÇÃO DA ATIVIDADE FORMATIVA 2014. www.navegantescf.pt CALENDARIZAÇÃO DA ATIVIDADE FORMATIVA 2014 FORMAÇÃO Início Fim Duração Horário Inscrição Contabilidade e Fiscalidade 01-10-2014 29-10-2014 21h P.L/S 100 Sensibilização e Orientação para o Cliente 02-10-2014

Leia mais

Apresentação do Projeto do Centro Social Paroquial de Lustosa

Apresentação do Projeto do Centro Social Paroquial de Lustosa Centro Social Paroquial de Lustosa Apresentação do Projeto do Centro Social Paroquial de Lustosa 1. Identificação da Instituição: Centro Social Paroquial de Lustosa, NPC: 502431440, com sede em Alameda

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE 2013 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE PADI DA FACULDADE DE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÃDO

Leia mais

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade

Leia mais

Plano de Actividades 2010

Plano de Actividades 2010 Plano de Actividades 2010 Gabinete de Apoio ao Estudante com Deficiência Janeiro de 2010 O presente relatório explicita as actividades que, de forma permanente, são asseguradas pelo, bem como um conjunto

Leia mais

DESIGNAÇÃO DA AÇÃO: CONCEBER E APLICAR ESTRATÉGIAS/METODOLOGIAS CONDUCENTES À MELHORIA DOS RESULTADOS.

DESIGNAÇÃO DA AÇÃO: CONCEBER E APLICAR ESTRATÉGIAS/METODOLOGIAS CONDUCENTES À MELHORIA DOS RESULTADOS. AÇÃO Nº 1 DESIGNAÇÃO DA AÇÃO: CONCEBER E APLICAR ESTRATÉGIAS/METODOLOGIAS CONDUCENTES À MELHORIA DOS RESULTADOS. BREVE DESCRIÇÃO DA AÇÃO: conceber, discutir e aplicar planificações, metodologias, práticas

Leia mais

POLÍTICAS SOCIAIS APOIO À NATALIDADE, À TERCEIRA IDADE, IGUALDADE E INCLUSÃO SOCIAL

POLÍTICAS SOCIAIS APOIO À NATALIDADE, À TERCEIRA IDADE, IGUALDADE E INCLUSÃO SOCIAL 1 POLÍTICAS SOCIAIS APOIO À NATALIDADE, À TERCEIRA IDADE, IGUALDADE E INCLUSÃO SOCIAL Senhora Presidente da Assembleia Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo Senhora e Senhores Membros

Leia mais

Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Monitorização e Avaliação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE

Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Monitorização e Avaliação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE 3. Sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete 65 66 3.1 Objectivos e Princípios Orientadores O sistema de Monitorização e Avaliação da Rede Social de Alcochete, adiante designado

Leia mais

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO. Projeto do. CLUBE É-TE=igual? Equipa Dinamizadora: Elisa Neiva Cruz

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO. Projeto do. CLUBE É-TE=igual? Equipa Dinamizadora: Elisa Neiva Cruz AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO Projeto do CLUBE É-TE=igual? Equipa Dinamizadora: Elisa Neiva Cruz Uma ação educativa de abertura para a comunidade Ano letivo 2014/2015 Índice 1. Introdução

Leia mais

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4

ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1- CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO... 4 1.1- DOCENTES:... 4 1.2- NÃO DOCENTES:... 5 1.2.1- TÉCNICAS SUPERIORES EM EXERCÍCIO DE FUNÇÕES... 5 1.2.2- ASSISTENTES OPERACIONAIS EM EXERCÍCIO

Leia mais

Processo de melhoria. Informação escolar. Processo de avaliação. Relatório de execução do plano de melhoria 2013-2014

Processo de melhoria. Informação escolar. Processo de avaliação. Relatório de execução do plano de melhoria 2013-2014 Processo de melhoria Relatório de execução do plano de melhoria 2013-2014 Recomendações do conselho pedagógico Não houve recomendações emanadas do Conselho Pedagógico. Data de apresentação à direção/ conselho

Leia mais

AVALIAÇÃO. Projeto Inovar com Igualdade - 2ª Edição

AVALIAÇÃO. Projeto Inovar com Igualdade - 2ª Edição AVALIAÇÃO Projeto Inovar com Igualdade - 2ª Edição 2 3 AVALIAÇÃO Impacto do Projeto Inovar com Igualdade - 2ª Edição Avaliação do Impacto - Metodologia RESULTADOS DO QUESTIONÁRIO DE AUTODIAGNÓSTICO -Visou

Leia mais

Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação. 1.º Ano / 1.º Semestre

Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação. 1.º Ano / 1.º Semestre Sinopse das Unidades Curriculares Mestrado em Marketing e Comunicação 1.º Ano / 1.º Semestre Marketing Estratégico Formar um quadro conceptual abrangente no domínio do marketing. Compreender o conceito

Leia mais

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012

Plano de Acção. Rede Social 2011/2012 Plano de Acção - Rede Social Plano de Acção Rede Social Conselho Local da Acção Social de Figueira de Castelo Plano de Acção Rede Social Acções a desenvolver Objectivos Resultados esperados Calendarização

Leia mais

Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres

Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres - Anexo III Regulamento da Educação e Formação de Adultos Artigo 1.º Definição 1. Os Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA) criados ao abrigo das portarias

Leia mais

Curso Técnico de Apoio à Gestão Desportiva

Curso Técnico de Apoio à Gestão Desportiva Componente Técnica, Tecnológica e Prática Componente Científica Componente Sociocultural Morada: Rua D. Jaime Garcia Goulart, 1. 9950 361 Madalena do Pico. Telefones: 292 623661/3. Fax: 292 623666. Contribuinte:

Leia mais

PLANO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO DO EXÉRCITO

PLANO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO DO EXÉRCITO PLANO PARA A IGUALDADE DE GÉNERO DO EXÉRCITO PARA O ANO DE 2014 2 1. ENQUADRAMENTO a. O princípio da igualdade é um princípio fundamental da Constituição da República Portuguesa, em que no seu Artigo 13º

Leia mais

Plano de Formação. Psicologia e Orientação em Contexto Escolar 2014/2015

Plano de Formação. Psicologia e Orientação em Contexto Escolar 2014/2015 Plano de Formação Psicologia e Orientação em Contexto Escolar 2014/2015 Enquadramento A evolução tecnológica e a incerteza com que atualmente todas as sociedades se confrontam colocam desafios acrescidos

Leia mais

Escola Secundária da Ramada. Plano Plurianual de Atividades. Pro Qualitate (Pela Qualidade)

Escola Secundária da Ramada. Plano Plurianual de Atividades. Pro Qualitate (Pela Qualidade) Escola Secundária da Ramada Plano Plurianual de Atividades Pro Qualitate (Pela Qualidade) 2014 A Escola está ao serviço de um Projeto de aprendizagem (Nóvoa, 2006). ii ÍNDICE GERAL Pág. Introdução 1 Dimensões

Leia mais

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005 Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Senhor Presidente da ALRAA Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo

Leia mais

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade

Leia mais

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)?

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? São unidades especializadas de apoio educativo multidisciplinares que asseguram o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS

CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS CÓDIGO DE CONDUTA E BOAS PRÁTICAS Fundação Alentejo no Alentejo e para o Alentejo, um projeto para além da esperança Fernanda Ramos 1992 Aprovado na reunião do Conselho de Administração da FA Novembro

Leia mais

Procifisc Engenharia e Consultadoria, Lda.

Procifisc Engenharia e Consultadoria, Lda. 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa, com sede em Castelo Branco, é uma empresa criada em 2007 que atua nos domínios da engenharia civil e da arquitetura. Atualmente, é uma empresa

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

(Atos não legislativos) REGULAMENTOS

(Atos não legislativos) REGULAMENTOS L 115/12 Jornal Oficial da União Europeia 27.4.2012 II (Atos não legislativos) REGULAMENTOS REGULAMENTO DELEGADO (UE) N. o 363/2012 DA COMISSÃO de 23 de fevereiro de 2012 respeitante às normas processuais

Leia mais

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1.

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1. rota 3 CLIENTES Rota 3 Índice Enquadramento e benefícios 6 Percurso 1. Comunicação Ética 8 Percurso 2. Ética nos Negócios 11 Percurso 3. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13 responsabilidade

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente 2012/2013. Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova 21.03.2013

Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente 2012/2013. Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova 21.03.2013 2012 2013 Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente 2012/2013 Agrupamento de Escolas de Condeixa-a-Nova 21.03.2013 1. ÂMBITO Dando cumprimento ao disposto no decreto regulamentar nº 26/2012, de 21 de

Leia mais

Plano Anual de Atividades. Resposta Social: Serviço de Apoio Domiciliário

Plano Anual de Atividades. Resposta Social: Serviço de Apoio Domiciliário 2015 CENTRO SOCIAL DA SÉ CATEDRAL DO PORTO Plano Anual de Atividades Resposta Social: Serviço de Apoio Domiciliário Porto, 2015 Índice Introdução 2 Serviço de Apoio Domiciliário SAD 3 Princípios/regras

Leia mais

Plano de Atividades Centro de Recursos para a Inclusão Plano de Atividades Centro de Recursos para a Inclusão

Plano de Atividades Centro de Recursos para a Inclusão Plano de Atividades Centro de Recursos para a Inclusão Plano de Atividades Página 1 de 10 Mod46/V01.PG01 Página 1 de 14 OUTUBRO DE 2015 A JULHO DE 2016 Elaborado: Mónica Coelho Data: 09.10.2015 Aprovado: Direção Data15.10.2015 Página 2 de 10 ÍNDICE Introdução...

Leia mais

ESTATUTO DO ANIMADOR SOCIOCULTURAL

ESTATUTO DO ANIMADOR SOCIOCULTURAL ESTATUTO DO ANIMADOR SOCIOCULTURAL PREÂMBULO A Animação Sociocultural é o conjunto de práticas desenvolvidas a partir do conhecimento de uma determinada realidade, que visa estimular os indivíduos, para

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO PROGRAMA DE FERIAS DESPORTIVAS E CULTURAIS

PROJETO PEDAGÓGICO DO PROGRAMA DE FERIAS DESPORTIVAS E CULTURAIS 1. APRESENTAÇÃO PRINCÍPIOS E VALORES Acreditamos pela força dos factos que o desenvolvimento desportivo de um Concelho ou de uma Freguesia, entendido na sua vertente quantitativa e qualitativa, exige uma

Leia mais

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria www.anotherstep.pt 2 Sumário Ponto de situação Plano de Ações de Melhoria PAM Enquadramento e planeamento Selecção das Ações de Melhoria Fichas de

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE. CAPÍTULO I Da Finalidade. CAPÍTULO II Dos Princípios, Objetivos e Metas Seção I Dos Princípios

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE. CAPÍTULO I Da Finalidade. CAPÍTULO II Dos Princípios, Objetivos e Metas Seção I Dos Princípios LEI N. 1.343, DE 21 DE JULHO DE 2000 Institui a Política Estadual do Idoso - PEI e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa do Estado

Leia mais

Linhas de Acção. 1. Planeamento Integrado. Acções a desenvolver: a) Plano de Desenvolvimento Social

Linhas de Acção. 1. Planeamento Integrado. Acções a desenvolver: a) Plano de Desenvolvimento Social PLANO DE ACÇÃO 2007 Introdução O CLASA - Conselho Local de Acção Social de Almada, de acordo com a filosofia do Programa da Rede Social, tem vindo a suportar a sua intervenção em dois eixos estruturantes

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICO. Regulamento

CURSO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICO. Regulamento CURSO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICO ÍNDICE PREÂMBULO... 3 Procedimentos Técnico-Pedagógicos... 4 1.1. Destinatários e condições de acesso... 4 1.2. Organização dos cursos de formação... 4 1.3. Componentes de

Leia mais

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva PROCESSO DE AVALIAÇÃO EM CONTEXTOS INCLUSIVOS PT Preâmbulo Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva A avaliação inclusiva é uma abordagem à avaliação em ambientes inclusivos em que as políticas e

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL (Capítulo X, artigo 38º, ponto 4, portaria 60/2012 de 29 de Maio)

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL (Capítulo X, artigo 38º, ponto 4, portaria 60/2012 de 29 de Maio) PROGRAMA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL (Capítulo X, artigo 38º, ponto 4, portaria 60/2012 de 29 de Maio) PROGRAMA de EDUCAÇÃO ESPECIAL O presente documento destina-se a fazer cumprir o disposto no Decreto Legislativo

Leia mais

---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor:

---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor: - Conselho Municipal de Educação de Vila Real - Proposta de Regulamento ---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor: A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE . Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete . Objectivos e Princípios Orientadores O Sistema de Informação e Comunicação (SIC) da Rede Social de Alcochete tem como objectivo geral

Leia mais

A INFLUÊNCIA DOS PROJETOS NO DOMÍNIO DOS RESULTADOS: O PONTO DE VISTA DOS COORDENADORES

A INFLUÊNCIA DOS PROJETOS NO DOMÍNIO DOS RESULTADOS: O PONTO DE VISTA DOS COORDENADORES AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CABECEIRAS DE BASTO A INFLUÊNCIA DOS PROJETOS NO DOMÍNIO DOS RESULTADOS: O PONTO DE VISTA DOS COORDENADORES A EQUIPA DE AUTOAVALIAÇÃO: Albino Barroso Manuel Miranda Paula Morais

Leia mais

ROJECTO PEDAGÓGICO E DE ANIMAÇÃO

ROJECTO PEDAGÓGICO E DE ANIMAÇÃO O Capítulo 36 da Agenda 21 decorrente da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada em 1992, declara que a educação possui um papel fundamental na promoção do desenvolvimento

Leia mais

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO 2015. Respostas sociais: O GAS-SVP define, para 2015, como objectivos gerais:

PROGRAMA DE AÇÃO 2015. Respostas sociais: O GAS-SVP define, para 2015, como objectivos gerais: PROGRAMA AÇÃO 2015 O GAS-SVP define, para 2015, como objectivos gerais: - Preservar a identidade da Instituição, de modo especial no que respeita a sua preferencial ação junto das pessoas, famílias e grupos

Leia mais

MANUAL DE Gestão da. Qualidade

MANUAL DE Gestão da. Qualidade MANUAL DE Gestão da Qualidade Resposta Social: Estrutura Residencial para Idosos Prestamos Serviços de Qualidade Aldeia de S. Sebastião ADCS Aldeia de S. Sebastião, Largo da Igreja nº6 6355-041 Aldeia

Leia mais

Nota Introdutória. Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR)

Nota Introdutória. Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR) Nota Introdutória Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR) Apoiar e promover os objetivos educativos definidos de acordo com as finalidades e currículo

Leia mais

Estiveram presentes 98 técnicas em representação de 66 Instituições.

Estiveram presentes 98 técnicas em representação de 66 Instituições. 1. No dia 4 de Dezembro, a União Distrital de Santarém em parceria com Segurança Social, levou a efeito o ultimo dos 5 encontros realizados em várias zonas do distrito, sobre o tema "Encontros de Partilha",

Leia mais

Cada utente é um ser Humano único, pelo que respeitamos a sua pessoa, os seus ideais, as suas crenças, a sua história e o seu projecto de vida.

Cada utente é um ser Humano único, pelo que respeitamos a sua pessoa, os seus ideais, as suas crenças, a sua história e o seu projecto de vida. 1. APRESENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO A Casa do Povo de Alvalade foi criada em 1943, por grupo informal de pessoas, na tentativa de dar resposta às necessidades das pessoas que a esta se iam associando. Com o

Leia mais

GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Manual de GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/9 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Apoios Sociais Pessoas com Deficiência

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Melgaço

Agrupamento de Escolas de Melgaço Cod. 345921 ESCOLA E.B. 2, 3/S DE MELGAÇO SEDE DE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MELGAÇO Direcção Regional de Educação do Norte Agrupamento de Escolas de Melgaço Educação Especial Decreto Lei 3/2008 Decreto

Leia mais

Enquadramento técnico normativo

Enquadramento técnico normativo Este Guião pretende, por um lado dar visibilidade ao serviço de SAD promovido pelas IPSS, e por outro servir de inspiração para todas as instituições. Não é um documento fechado, antes uma base de trabalho

Leia mais

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA UNIVERSIDADE DO PORTO PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA LITERACIA FINANCEIRA DA U.PORTO Outubro de 2012 Enquadramento do programa na Estratégia Nacional de Formação Financeira Plano Nacional de Formação Financeira

Leia mais

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Maio 2015 Ficha Técnica Autor Direção-Geral da Segurança Social (DGSS) - Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação (DSIA) Edição e propriedade

Leia mais

OCPLP Organização Cooperativista dos Povos de Língua Portuguesa. Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015

OCPLP Organização Cooperativista dos Povos de Língua Portuguesa. Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015 Proposta de Plano de Atividades e Orçamento 2014-2015 1 Índice: I Enquadramento II Eixos de Intervenção Estratégica III Proposta de Orçamento IV Candidaturas a Programas de Apoio 2 I Enquadramento Estratégico

Leia mais

PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017

PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017 ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ AFONSO SEIXAL CÓDIGO 401481 Av. José Afonso Cavaquinhas Arrentela 2840 268 Seixal -- Tel. 212276600 Fax. 212224355 PROJETO EDUCATIVO DE ESCOLA 2014-2017 ABRIL DE 2014 Índice 1. Introdução

Leia mais