PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL:

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1 379 PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: uma proposta de requisitos auto-sustentáveis para absorção de egressos de projetos governamentais de grande porte 1 Léia Maria Erlich RUWER 2 (UNESP) 1. INTRODUÇÃO A consolidação da cidade como espaço de convívio social e cidadania é, sob a perspectiva do urbanismo, o maior desafio do século XXI. Para superar este desafio faz-se necessário subsidiar as políticas públicas por meio do conhecimento do Desenvolvimento Sustentável. Isto implica conhecer e aplicar o conhecimento no sentido de criar condições e de proporcionar ao cidadão a utilização dos espaços públicos de maneira confortável e segura, o que se dará efetivamente por meio da elevação da qualidade do espaço urbano e da inserção de grupos populacionais atualmente mantidos à margem do processo de desenvolvimento e crescimento cultural, social e econômico. Toda e qualquer melhoria que se realizar no âmbito da qualidade espacial da cidade e à inserção social, resultará num acréscimo de qualidade de vida, objetivo maior das ações do planejamento urbano. A atual valorização da dimensão local denota o reconhecimento da importância das instâncias local e regional no contexto mundial. Problemas sociais como desemprego, moradia e desigualdade social necessitam ser tratados em um nível local, devido ao fato de que cada cidade ou região apresenta estes problemas com características próprias que, da mesma forma requerem soluções específicas. Eficiência, produtividade e focalização das políticas urbanas são algumas das mudanças nos paradigmas de gestão das cidades que o atual processo de globalização e reestruturação no cenário internacional passa a exigir. Deriva daí a necessidade de as cidades destacarem-se pela diferenciação em suas bases culturais, econômicas e naturais. Para tanto, o uso da ciência, da informação e dos instrumentos de gestão urbana que possibilitam incrementar a competitividade, são fundamentais. O desafio está em buscar modelos de políticas que combinem as

2 380 novas exigências da economia urbana globalizada com a regulação pública da produção da cidade e o enfrentamento do quadro de exclusão social. Legitimadas pela ideologia do crescimento, grandes empresas nacionais e estrangeiras, influenciaram e ainda influenciam o processo de urbanização e reformulação das estruturas urbanas, por meio de relações sociais baseadas no crescimento econômico e no desenvolvimento material, e, em contrapartida, levam ao desenvolvimento de uma classe média relativamente numerosa e de extrema pobreza (SANTOS,1998). É o caso de projetos de grande porte, como os caracterizados por construções de grandes barragens e respectivos reservatórios, os quais englobam obras cujos impactos negativos - muitos dos quais irreversíveis -, são não apenas previsíveis; mas, a cada dia, menos tolerados pela sociedade. Perdas irreparáveis como a submersão de terras agrícolas e florestas, o prejuízo à migração dos peixes e conseqüente destruição das condições de trabalho de populações ribeirinhas, o aumento de doenças de veiculação hídrica, e ainda os impactos produzidos com a chegada do grande número de pessoas vinculadas à obra, são algumas das alterações provocadas ou induzidas em uma base biofísica que podem destruir dinâmicas preexistentes e criar ou expandir outras. Os efeitos exercidos pelo empreendimento se distinguem pela capacidade de induzir transformações na área de influência e pela geração de dinâmicas que não estão presentes na formação de outras aglomerações. As principais críticas com relação aos grandes projetos implantados no Brasil durante as últimas décadas se traduzem na ausência de impulsos dinamizadores na região de implantação; nas consideráveis alterações nas estruturas e dinâmicas sócio-produtivas e demográficas no processo de inserção regional; na extraterritorialidade dos processos de acumulação e decisão de que fazem parte; na deflagração de cadeias de eventos que originam gravíssimos desequilíbrios ecológicos; no emprego gerado durante a fase de implementação dos projetos que se reduz de forma significativa durante a fase de operação, com o agravante de que as necessidades de capacitação diferem em ambos os momentos, condenando ao subemprego ou desemprego grandes setores de migrantes não capacitados (HADDAD, [200-?]). Neste contexto, a consolidação da Cidade de Ilha Solteira SP, originária do acampamento para a construção da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, integrante do

3 381 Projeto do Complexo Hidrelétrico de Urubupungá; mereceu o interesse desta pesquisa; no sentido de verificar como o planejamento da comunidade local de Ilha Solteira estabeleceu condições de auto-sustentabilidade para os egressos do empreendimento. Para tanto, realizou-se uma pesquisa de caráter exploratório, utilizando o Método do Estudo de Caso, além da pesquisa documental seguida de entrevista com os egressos do projeto em foco. E, numa triangulação com os dados da Fundamentação teórica, originou-se a construção da proposta de requisitos de planejamento auto-sustentável para absorção de egressos de projetos governamentais de grande porte. A absorção de egressos oriundos desses projetos merece atenção e planejamento já na fase de estudos do projeto uma vez que as condições de trabalho; manutenção de renda e de infra-estrutura físico-social serão responsáveis pela qualidade de vida e bem estar da população existente. Experiências recentes de planejamento e de práticas urbanas denotam a aceitação do Desenvolvimento Sustentável como principal meta a orientar propostas de ação. Assim, as estratégias e iniciativas de intervenção formulada pelos diversos setores necessitam voltar-se para o enfoque do Desenvolvimento Sustentável, enfatizando a equidade social, a busca por elevar as condições de vida da população, colocando o crescimento econômico como uma condição fundamental e destacando as condições de preservação ambiental necessária. Adotando, desta forma, uma perspectiva de desenvolvimento comprometida com as gerações futuras. O presente artigo está composto pela contextualização e apresentação de Ilha Solteira como projeto, usina e cidade; seguido de notas breves do referencial teórico utilizado para a composição da proposta, a proposta em si e considerações finais sobre a proposta e o caso apresentado. 2. CONTEXTUALIZAÇÃO: ILHA SOLTEIRA PROJETO, USINA E CIDADE A implantação de grandes empreendimentos é quase sempre vista como um benefício pelos pequenos e médios municípios, por acreditar que estes empreendimentos dinamizam ou aquecem a economia local, geram empregos, aumentam a arrecadação de impostos, além de atrair novos e diversos empreendimentos no seu entorno. Esta é, porém, uma conclusão precipitada, pois muitas vezes, ao se avaliar profundamente o empreendimento consolidado, constata-se o impacto não benéfico advindo da instalação do novo empreendimento.

4 382 O paradigma do desenvolvimento regional fundamentado na organização de pólos ou complexos industriais projetou a imagem na qual o crescimento das economias subnacionais seria proporcional à quantidade de operação, na área, de grandes projetos de investimentos (HADDAD, [200-?], p.2). Desta forma, muitas comunidades urbanas e regionais brasileiras depositaram suas esperanças de melhoria na qualidade de vida a partir do esforço de atração de algum grande projeto de investimento, a qualquer custo. Sob este paradigma constituiu-se Ilha Solteira. Planejada e construída pelas Centrais Elétricas de São Paulo S/A CESP, a cidade de Ilha Solteira foi concebida com finalidade e princípios pré-estabelecidos e para sobreviver, mesmo depois de atingidos os objetivos para os quais foi criada: abrigar a mão de obra necessária para a construção da segunda etapa do Complexo Hidrelétrico de Urubupungá. O plano urbano, a estrutura física e forma de organização administrativa preocuparam a empresa e o Estado, resultando em estudos e esforços conjuntos, unindo empresa privada e poder público no sentido de alcançar um planejamento suficientemente flexível, para dimensionar os equipamentos necessários ao funcionamento de uma cidade em sua primeira etapa de acampamento, atendendo às necessidades básicas de uma população de 35 mil habitantes, e possibilitar sua expansão progressiva, de acordo com o desenvolvimento futuro da cidade. Investimentos em infra-estrutura foram realizados, numa tentativa de acompanhar a evolução da população, e resultaram na consolidação de um núcleo residencial que, por volta de 1970, surpreendeu-se com uma realidade perene: estar dotado de uma infra-estrutura urbana condizente apenas com grandes metrópoles e implantada numa das regiões mais desfavorecidas do território nacional, com o desafio de manter-se viva, extrapolando suas finalidades mais imediatas, em busca de objetivos próprios e levando consigo toda uma região. Acreditava-se, àquela época, que a população que iria se fixar na cidade seria a população induzida, ou seja, aquela não dependente diretamente da empresa, e que se estabeleceu na cidade por livre iniciativa, em função de atividades comerciais, industriais ou de serviços. Mas como a economia da cidade não se desprendeu da atividade única e monopolizadora da usina, isto não veio a ocorrer. Em 1971 o núcleo atingiu a sua população máxima, estimada em aproximadamente 32 mil habitantes. Em 1973, a população era de cerca de 26 mil

5 383 habitantes, tendo havido um decréscimo em função do término da obra principal (CESP, 1988, p.10). Quando da inauguração da Usina de Ilha Solteira, em 1974, a população era de habitantes, número que não sofreu grandes alterações nos anos posteriores uma vez que a estrutura montada foi aproveitada como acampamento parcial de outra usina: Água Vermelha. Esta foi uma solução improvisada para resolver o problema de mão-de-obra para aquela usina e que protelou, parcialmente outro problema maior que era a própria existência de Ilha Solteira, que por sua vez, tornou-se durante algum tempo cidade dormitório. Apesar de já ter abordado, em 1971, a baixa perspectiva de auto-sustentação do núcleo, via seminário interno, onde foi sugerida a elaboração de um Projeto Integrado de Fixação da Cidade aliado a um Projeto de desmobilização, a CESP não conseguiu estabelecer uma política global de desvinculação, com a transferência de atribuições para a iniciativa privada e de implantação de novas atividades econômicas em Ilha Solteira. Esta pesquisa não encontrou registro de dados concretos sobre o número de empregos nesta época, mas Froelich (2001, p ) apresentou algumas manchetes da imprensa da época que expressam a problemática e numeram as demissões, a exemplo do Jornal da Tarde: Procuram-se empregos (27/03/1972); e do Jornal O Estado de São Paulo: A Ilha pensa no desemprego (28/09/1972), Ilha Solteira uma cidade fantasma (21/03/1973) e Ilha Solteira: uma cidade sem empregos (12/08/1973). Em 1983 o Governo do Estado de São Paulo, por meio do documento Projeto Ilha Solteira atribui cerca de empregos à Ilha Solteira, assim distribuídos: 59% empregos ligados à CESP, 24% empregos ligados a UNESP (professores e funcionários), 10% comércio e serviços e 7% agropecuária e pequenas indústrias locais (Governo do Estado de São Paulo, 1983). O desemprego ao findar das obras é abordado por Froelich (2001, p. 249), o qual apresenta o registro de que uma pequena parte dos barrageiros retornou a sua região de origem, enquanto outros preferiram ficar, sendo mais tarde expulsos da região por falta de empregos; restando uma população constituída de uma elite de empregados aposentados das CESP e das empreiteiras e aqueles que mesmo sem emprego insistiram em ficar, vivendo à margem da sociedade local. Em 1988 aproximadamente 60% da população ainda dependia, direta ou indiretamente; da

6 384 CESP e de suas empreiteiras, e a atividade econômica não relacionada com as mesmas era relativamente pequena (FROELICH, 2001). Como ocorre em projetos semelhantes, muitas das pessoas que se deslocaram para o trabalho na fase construtiva não retornam mais a origem procurando uma atividade remunerada em torno do empreendimento. O modelo de intervenção keynesiano para alocação no mercado de trabalho de grandes contingentes de trabalhadores em busca de atividade remunerada deixou seqüelas nas regiões sede dos empreendimentos. Esse é o óbice encontrado na literatura que critica o modelo de Lorde Keynes. A cidade de Ilha Solteira é fruto de planejamento nascido de uma intervenção governamental para instalação de projeto de grande porte induzindo transformações em determinada região. Não há indícios de preocupação do planejamento com o estabelecimento de condições de autosustentabilidade para o contingente que seria desempregado após o término do projeto muito embora a propaganda governamental da época mencionasse esse objetivo. 3. REFERENCIAL TEÓRICO Para cumprir os requisitos da pesquisa, são abordados os temas: Desenvolvimento e Sustentabilidade Urbana, Desenvolvimento Sustentável, Desenvolvimento Local Sustentável, Políticas de Geração de Trabalho e Renda, Projetos de Grande Porte e a Sustentabilidade, Projetos Hidrelétricos e a Sustentabilidade; apresentados resumidamente na seqüência. A análise da urbanização encontra-se estreitamente relacionada à problemática do desenvolvimento, uma vez que o processo de urbanização se reveste de uma dinâmica própria onde uma população se concentra em um determinado território e estabelece relações sociais que se materializam e dão conformação ao espaço físico-territorial urbano. O desenvolvimento tem a ver com a articulação da transformação da estrutura social de uma dada sociedade e a idéia de autonomia e autodeterminação das comunidades e da governabilidade e gestão (BEZERRA, 2002). A inclusão da referência de sustentabilidade ao debate sobre o desenvolvimento das cidades se origina nas rearticulações políticas por meio das quais os atores envolvidos na produção de espaço urbano procuram dar legitimidade

7 385 a suas perspectivas, evidenciando os propósitos de dar durabilidade ao desenvolvimento. Acserald (1999) destaca a inclusão da noção de sustentabilidade nas perspectivas de um futuro auto-sustentável das cidades, por meio da promoção da produtividade no uso dos recursos ambientais e reforço e fortalecimento das vantagens competitivas. O cenário passado da instalação e expansão da rede urbana brasileira fundamentou-se num processo insustentável de transformação da natureza, mas a prática do planejamento urbano brasileiro vem atualmente incorporando o discurso da Sustentabilidade Urbana, por meio de projetos revestidos do enfoque modernidade, em experiências inovadoras na área de governabilidade e poder local e vêm resgatando a atualidade da discussão acerca do planejamento e da intervenção humana. Experiências como a das intervenções governamentais por meio de projetos de grande porte influenciaram a Sustentabilidade Urbana, por alterarem de maneira insustentável a dinâmica das populações, que migraram para as regiões do projeto onde permaneceram ao término da obra. Assim, o processo de formação de favelas em conseqüência do planejamento inadequado desse tipo de intervenção vem sendo multiplicado. Frente à constatação de que o atual modelo de crescimento econômico gerou desequilíbrios nas esferas ambiental e social global, originou-se um processo constante de debates entre os políticos e a comunidade científica de todo o mundo sobre alternativas de desenvolvimento. Concretizou-se assim a busca da equidade e justiça social por meio da materialização de uma nova forma de desenvolvimento que assegure a permanência e a continuidade das conquistas e avanços na qualidade de vida e na estrutura econômica atual e que evite, ou minimize, as agressões às condições ambientais que tendem a provocar, no futuro, o estrangulamento das possibilidades de desenvolvimento e comprometimento da qualidade de vida da população. Os conceitos apresentados pelos inúmeros autores convergem para a conclusão de que o Desenvolvimento Sustentável se reveste de processos de mudanças políticas, sociais, econômicas, culturais, administrativas e de cidadania, no sentido de possibilitar o atendimento às necessidades básicas da população e a conseqüente melhoria de qualidade de vida desta forma proporcionada. A problemática da Sustentabilidade Urbana deve; desta forma, ser analisada sob a

8 386 ótica do Desenvolvimento Sustentável e não pode, de forma alguma, prescindir de considerar a satisfação das necessidades da população habitante, e as condições para alcançar o crescimento econômico, o desenvolvimento social e a proteção do meio ambiente. Como é no contexto local que se encontram os elementos necessários ao desenho de políticas adequadas e, efetivamente interessadas na satisfação das necessidades básicas da população e na equidade social, importa conhecer as práticas do Desenvolvimento Local Sustentável. Desenvolvimento Local Sustentável é o resultado da ação articulada dos diversos agentes sociais, políticos e econômicos, públicos ou privados, do município ou região, voltada ao alcance de um objetivo comum, pela construção de um projeto estratégico orientador de suas ações em longo prazo (MAGALHÃES e BITTENCOURT, 1997). A sua construção pressupõe a mobilização das energias e capacidades endógenas, de maneira a propiciar a implementação de mudanças que elevem as oportunidades sociais e as condições de vida no plano local, tendo como base à participação da sociedade no processo. È uma combinação dos fatores: 1) recursos (terra, trabalho e tecnologia); 2) comunidade (uma população de um determinado espaço, região ou município); e, 3) organizações governamentais ou não governamentais (tais como universidades, instituições, sindicatos, associações, agências, órgão governamentais no âmbito federal, estadual e municipal). O Desenvolvimento Local Sustentável pode ser visto como uma metodologia ou caminho que deve ser percorrido por uma comunidade em busca da qualidade de vida e participação democrática nos destinos de sua região, cidade ou localidade (FRANCO, 2000). Uma proposta de desenvolvimento promovido a partir das bases, com a participação ativa da população na identificação das necessidades e na priorização de ações, por meio dos atores locais, com vistas a garantir resultados que demonstrem melhoria na qualidade de vida da população. Estas ações necessitam de uma política para promover a descentralização às decisões para promoção da autonomia dos locais e de um sistema de estímulo à criatividade e auto-realização pessoal, onde membros da comunidade aplicam sua verdadeira vocação. A realização do potencial endógeno é um dos fatores que define o Desenvolvimento Local Sustentável. Um projeto deste tipo deve se revestir da mobilização da população local e sua participação na formulação e implementação

9 387 das iniciativas de desenvolvimento. Para Del Castilho (1994) o desenvolvimento econômico local é um processo com capacidade de reativar a economia e dinamizar a sociedade local que, por meio do aproveitamento eficiente dos recursos endógenos disponíveis em uma determinada região, é capaz de estimular seu crescimento econômico, criar emprego e melhorar a sua qualidade de vida. A análise dos discursos da maioria dos autores que trabalham o Desenvolvimento Local Sustentável traduz que este processo deve ser administrado de forma participativa pela sociedade, com o objetivo de constituir um fórum representativo da comunidade, onde todos os segmentos devem estar representados para construir uma proposta que se consolide num projeto para local. Este processo presupõe atores locais unidos por uma vontade solidária em prol do desenvolvimento de sua localidade municipio ou região. Atribui-se importância às experiências de organizações e ações populares, em que a própria população cosnegue potencializar uma série de recursos, forças e capacidades próprias. A geração de emprego e renda está implícita no contexto do Desenvolvimento Sustentável, pois é preciso que o trabalho e o emprego dos cidadãos sejam acessíveis e protegidos. A sustentabilidade social passa pela construção da equidade econômica entre os indivíduos e classes, deve-se, portanto, entender o desafio de proporcionar condições e políticas específicas para a geração de trabalho e de renda real para a população. A agenda social brasileira tem abordado expressivamente a questão do desemprego, principalmente a partir da década de 1990, quando as orientações governamentais de política econômica estiveram centradas na busca da estabilidade financeira e no ajuste estrutural do Estado, e originaram uma abertura comercial indiscriminada, na manutenção artificial até meados de 1999 de taxas de câmbio sobrevalorizadas, e na desregulamentação crescente do mercado de trabalho (DEMETER, 2001). Ao mesmo tempo, observou-se a retirada progressiva do Estado, enquanto agente ativo na promoção de políticas públicas sociais, e à abdicação, por parte deste mesmo Estado, do exercício da regulação de mercados setoriais. Resultando num conjunto de mudanças estruturais que, conforme Singer (1988, p.7): tem sido a elevação do desemprego e do subemprego em todas as suas formas e o agravamento da exclusão social. O agravamento dos níveis de desemprego faz proliferar na atualidade nacional e internacional, os debates em torno do pensar e fazer político, econômico

10 388 e social. Da mesma forma, são impostas revisões nesta concepção de que o Estado pouco ou nada tem a fazer em termos de promoção ativa do emprego (DEMETER, 2001). Um item que notadamente permeou as recentes formulações governamentais e da sociedade civil, sobre políticas públicas de geração de trabalho e renda no Brasil, foi a constituição de prioridades como o combate à pobreza e à desigualdade social, aliado à busca de alternativas e melhorias na distribuição de renda. Com o avanço dos processos de descentralização política e a transferência de funções, recursos e faculdades aos governos locais e regionais, incorporam-se à estes as funções de formulação e execução de políticas de fomento produtivo e geração de emprego, e também o fomento e a instituição de novas formas de regulação com o setor privado empresarial e o restante da sociedade local, para assim, responder, mais eficientemente aos atuais desafios do ajuste produtivo e concretizar uma posição capaz de atingir uma mais ampla difusão do crescimento econômico em todas as regiões, além do comprometimento, de forma consistente e não só assistencial, com os objetivos de equidade e superação da pobreza (ALBUQUERQUE, 1996). A transformação do meio ambiente se dá pela ação do conjunto da sociedade no movimento de valorização do espaço, criando complexidades variadas no qual se integram elementos da natureza e objetos técnicos, alocados pela ação dos atores sociais: a população, as empresas, as instituições e o governo (GRAZIA, SANTOS E MOTTA, [2003?]). Esta transformação do meio ambiente ocorre para que atividades de produção e lazer ocorram, prestando-se à reprodução do capital e da força de trabalho. No caso específico das usinas hidrelétricas, além dos diagnósticos, prognósticos e medidas mitigadoras e compensatórias contidas nos estudos ambientais, que sustentam o licenciamento ambiental da usina, e das atividades de monitoramento desenvolvidas para a verificação, avaliação e eventuais correções dos efeitos sociais e econômicos derivados da implantação e operação do empreendimento, é necessário à análise e avaliação da evolução do quadro social e econômico da região de inserção do empreendimento, comparando a situação verificada antes da implantação do empreendimento e aquela prevalecente desde sua entrada em operação até o presente momento. Atualmente, não somente no setor elétrico, mas em todos os setores da economia, a ação e mobilização de diversos agentes sociais como as comunidades

11 389 envolvidas, os grupos afetados diretamente pela construção, as comissões e órgãos ambientais, associações ecológicas internacionais, órgãos de financiamento; tem contribuído para uma nova postura quanto ao planejamento dos projetos governamentais em fase de elaboração: a de que o mesmo pode ser inviabilizado caso ignore essa nova realidade de avaliar profundamente considerando a dimensão ambiental do projeto e minimizar as alterações causadas em todo o conjunto ambiental em que se insere. Portanto, a realização dos estudos necessita contemplar a consulta formal ao poder público municipal e aos demais órgãos públicos atuantes na região de inserção do empreendimento, bem como às comunidades, produtores e famílias potencialmente expostos a interferências do empreendimento. Os empreendimentos realizados num passado recente voltados para a construção de espaço necessário à produção de energia, não têm dado a devida consideração ao fator humano no momento da execução dos projetos de engenharia, geralmente baseando seus dados nos estudos geológicos e geomorfológicos para estabelecer os locais onde são construídas as barragens. As cerca de grandes barragens existentes no continente, construídas para os mais diferentes fins, levaram, nos últimos 50 anos, a movimentação de mais de 40 milhões de pessoas, muitas das quais foram obrigadas a abandonar seu lugar de vida (COMISSÃO MUNDIAL DE BARRAGENS, [2000]). Estes projetos vêm sendo recebendo duras críticas, em todos os continentes, pelos impactos sociais e ambientais produzidos em função, principalmente, da inundação de grandes áreas para sua construção e instalação. O desempenho e os impactos sociais e ambientais das grandes barragens deixaram como rastro à transformação dos rios do mundo inteiro e, à medida que as bases e processos de tomada de decisão tornaram-se mais abertas, participativas e transparentes, a opção por construir grandes barragens é cada vez mais contestada. Esta é uma das questões mais controvertidas na área de Desenvolvimento Sustentável segundo a Comissão Mundial de Barragens - CMB, uma vez que os defensores da questão apóiam-se na premissa das necessidades de desenvolvimento social e econômico que as barragens visam satisfazer, a exemplo da irrigação, geração de eletricidade, controle de inundações e fornecimento de água potável. Ao passo que os opositores da construção de barragens apontam e ressaltam os impactos adversos como o aumento do endividamento, os altíssimos

12 390 orçamentos, o deslocamento e empobrecimento de populações, a destruição de ecossistemas e recursos pesqueiros importantes e a divisão desigual de custos e benefícios (COMISSÃO MUNDIAL DE BARRAGENS, [2000]). Uma ampla avaliação das grandes barragens do mundo, onde a CMB se dedicou a tentativa de compreender por que, como e onde as barragens não apresentaram os resultados pretendidos e/ou produziram impactos negativos, originou o relatório Barragens e Desenvolvimento: um novo modelo para a tomada de decisões concluindo que o fim pretendido por todo projeto deve ser a melhoria sustentável do bem-estar humano e que, se a barragem for a melhor alternativa para atender a tal objetivo então ela deve ser construída, mas se outras opções oferecem melhores soluções elas devem ser preferidas. (COMISSÃO MUNDIAL DE BARRAGENS, [2000]). Em contrapartida à uma visão utópica (pregada por alguns) da existência de um término dos impactos, para estar livre de influências externas, a investigação neste setor deve seguir a premissa de que a intervenção de agências produz efeitos para a população local [...] resultantes de um processo social que se desencadeia na área a partir da intervenção do Estado e também da estrutura social preexistente (ROSA, SIGAUD E MIELNIK, 1988, p.86). A relação entre o macroprojeto e o contexto em que ele se desenvolve está explicita e, segundo os autores, os grandes projetos energéticos surgem em função do atendimento aos grandes centros consumidores, que primam por energia concentrada para alimenta-los. Nosso país não foge a regra e a insuficiência de requisitos de autosustentabilidade em seus projetos trouxe conseqüências sociais que demandam custo elevado para solução. Para assinalar a experiência brasileira nas técnicas de obtenção de energia elétrica, a maioria dos autores aponta os impactos que começam a ser sentidos tão logo a obra é anunciada. O reconhecimento e dimensionamento dos aspectos sócio-ambientais vinculados aos empreendimentos devem ser uma preocupação constante a considerar, uma vez que, desde o início dos anos 60 vem se desenvolvendo uma agressiva política de aproveitamento de águas para a geração de energia elétrica, e grandes barragens têm sido construídas. O Brasil é destacado por Rosa, Sigaud e Mielnik (1988) como sendo um dos países em desenvolvimento que mais investiram em grandes projetos no setor elétrico na década de 70, fato apontado como mecanismo gerador de disponibilidade

13 391 de recursos para financiamentos da capacidade industrial no país. Mas, se por um lado estes grandes projetos puderam ser considerados geradores de progresso, trouxeram consigo dependência econômica e tecnológica. Rico em recursos hídricos e adotando o modelo intervencionista do Estado, o Brasil assumiu compromissos de investimento em infra-estruturas hídricas para diversos objetivos, entre eles o de abastecimento doméstico e industrial, irrigação e energia. Baseando-se em uma filosofia de planejamento que, não raro desconsiderou o sistema biótico e as necessidades sociais mais prementes (VALENCIO et al, 1999). Os recursos canalizados para grandes projetos, números que ultrapassam os 100 bilhões de dólares, são apontados como origem de parte da dívida externa brasileira, enquanto que outras análises econômicas apontam para o fato de que eles serviram para impulsionar a economia brasileira para sair da crise do início dos anos 80 e impulsionar notáveis crescimentos entre os anos de (ROSA, SIGAUD E MIELNIK, 1988, p.12). Esta experiência demonstra que a política energética de um país como o Brasil, que pode hipotecar o futuro da nação, precisa resultar de amplo debate político. 4. RESULTADOS: Proposta de requisitos de planejamento auto-sustentável para absorção de egressos de projetos governamentais de grande porte À partir do referencial teórico e estudo de caso, foi possível a escolha dos elementos para a consecução dos objetivos da pesquisa, apresentados nos quadros 1 e 2 (na seqüência). No seu delineamento, compreendemos como essencial indicador da sustentabilidade do processo de desenvolvimento, a instalação de uma nova dinâmica local; que se reveste da necessidade constante de reavaliação e reanálise do planejamento, impedindo assim a burocratização e o esclerosamento do processo. REQUISITOS DE PLANEJAMENTO AUTO-SUSTENTÁVEL PARA A ABSORÇÃO DE EGRESSOS DE PROJETOS GOVERNAMENTAIS DE GRANDE PORTE Compromisso do poder público com a qualidade de vida da população local Articulação dos atores sociais e protagonismo local Coleta de dados e diagnóstico sobre o mercado de trabalho Identificação do potencial endógeno

14 392 Fomento ao empreendedorismo e atração de empresas Geração de novos padrões sócio-produtivos Qualificação profissional Incentivo à formação de cooperativas de trabalhadores Incentivo à formação de Micro e Pequenas Empresas Proporcionar o acesso aos equipamentos profissionais Diversificação da base produtiva local Continuidade administrativa Quadro 1 Requisitos de Planejamento Auto-sustentável para Absorção de Egressos de Projetos Governamentais de Grande Porte Fonte: a partir da pesquisa E, no sentido de atender ao interesse da pesquisa com relação ao estudo de caso de Ilha Solteira, utilizou-se a matriz construída com os requisitos propostos no presente estudo aplicando-se os dados coletados pela pesquisa, para definir se os mesmos foram utilizados no planejamento da comunidade local de Ilha Solteira para estabelecer condições de auto-sustentabilidade para os egressos do empreendimento: REQUISITOS P/ PROCESSO REALIZADO EM ILHA SOLTEIRA PLANEJAMENTO AUTO- SUSTENTÁVEL DE ABSORÇÃO DE EGRESSOS Compromisso do poder As decisões basearam-se em critérios da obra, Não público com a qualidade de considerando somente a infraestrutura adequada vida da população local para atrair a mão-de-obra necessária para a construção da usina. Não foram respeitados os direitos à cidadania, à democracia e à sustentabilidade Articulação dos atores Não houve abertura para a comunidade, atuando o Não sociais e protagonismo poder público e a iniciativa privada de forma isolada. local Coleta de dados e diagnóstico sobre o mercado de trabalho Identificação do potencial endógeno Fomento ao empreendedorismo e atração de empresas Os estudos encontrados contemplaram possibilidades para o mercado de trabalho, mas não constituíram um diagnóstico. Não foram encontrados dados específicos acerca do número de desempregados ao o final da obra. A pesquisa não encontrou registros de exploração de vantagem competitiva local ou regional. A cultura empreendedora não foi disseminada nem incentivada, e não foi permitida. OS REQUISITOS FORAM CONSIDERADOS? Parcialmente Não Não

15 393 Qualificação profissional Incentivo à formação de cooperativas de trabalhadores Incentivo à formação de Micro e Pequenas Empresas Proporcionar o acesso aos equipamentos profissionais Diversificação da base produtiva local Era ofertada com objetivos de atração e formação de mão-de-obra para a obra e não para o mercado e colocações futuras em caso de desemprego. Registro apenas de cooperativa de consumo. Não há registro de incentivos. Não há registros Não há registros. Registra-se a tentativa por meio da elaboração de alguns estudos sobre possibilidades de desenvolvimento, mas que não foram concretizados. Continuidade administrativa Não houve preocupação com este fator. À CESP interessava somente desvincular-se do empreendimento. Quadro 2 Requisitos Considerados para os Egressos no Projeto de Ilha Solteira. Fonte: a partir da pesquisa. Parcialmente Não Não Não Não Não 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS Assim, com base na pesquisa teórico-empírica, as considerações que se seguem procuram atender ao objetivo da pesquisa, consolidando a proposta de requisitos de planejamento auto-sustentável para a absorção de egressos oriundos de projetos governamentais de grande porte. No caso de Ilha Solteira, constata-se de que o planejamento se caracterizou como um conjunto de diretrizes, sistematizando o estudo da cidade por meio da sua compartimentalização em grandes áreas de planejamento. Os planos, na sua maioria, tratavam-se de normas urbanísticas e refletiam uma visão de planejamento urbano que privilegiava o tratamento dos aspectos físico-territoriais. As análises sócio-econômicas e as propostas de ordenamento de espaço e intervenção física não contemplaram nem se traduziram em medidas ou instrumentos capazes de operar transformações concretas em relação de sustentabilidade para os egressos do empreendimento. os diagnósticos econômico-sociais locais efetuados na fase de projetos não foram abrangentes e eficazes; o projeto não foi concebido de forma a alavancar a sustentabilidade financeira local e o desenvolvimento econômico e social da comunidade instalada; há deficiências na definição de prioridades quanto ao núcleo urbano de Ilha Solteira;

16 394 inexistência de método adequado à gestão da comunidade visando o seu desenvolvimento futuro; inexistência de mobilização da comunidade em torno do projeto de construção de seu futuro; inexistência de um processo de avaliação e monitoramento dos resultados das ações instituídas para o desenvolvimento e manutenção de qualidade de vida da população. No caso estudado a perspectiva inicial de realizar um planejamento flexível, de maneira a ofertar os equipamentos necessários ao funcionamento da cidade em sua primeira etapa de acampamento e, posteriormente propiciar a expansão progressiva das atividades e o desenvolvimento futuro não se concretizou totalmente. Os investimentos em infraestrutura não foram suficientes para garantir o bem-estar e qualidade de vida da população, uma vez que da forma como se concretizou, o núcleo urbano desconsiderou condições e valores como liberdade, igualdade, fraternidade e solidariedade, que são as condições fundamentais para realização do projeto humano denominado cidade. E, muito adversamente, concebeu uma cidade que, desde seu início, apresentou-se estratificada em camadas sociais. A particularidade de cada desenvolvimento é determinada pela maneira como se produzem as relações sociais em cada território. Para o caso apresentado, considera-se que a forma de planejamento consolidada gerou impacto diretamente na vida do município, quando da ocorrência da necessidade de diminuição de mãode-obra em função do término das obras principais, acarretando dispensa de assalariados e; conforme percepção da análise de das entrevistas produzida pela pesquisa, os atores territoriais existentes na região parecem ter consciência de que a crise em que se encontram foi historicamente construída, e que as saídas possíveis passam, em sua maioria, pela articulação de uma ação conjunta. As estratégias de auto-sustentabilidade que compuseram a proposta de requisitos auto-sustentáveis para a absorção de egressos de futuros projetos governamentais de grande porte, foram trabalhadas de modo a: detectar impactos além daqueles fisicamente observáveis, num esforço por parte do agente de controle público fiscalizador da obra para detectar possibilidades de danos sociais, tanto à qualidade de vida de uma população envolvida como à possibilidade de evolução econômica futura da mesma.

17 395 desenvolver ações preventivas e reparadoras referente à instalação de população de trabalhadores e comunidades residentes no entorno de obras de grande porte; geração, no território, de novos padrões sócio-produtivos, por meio do aproveitamento das potencialidades locais e vantagens competitivas locais, que promovam novas oportunidades de inserção no mercado de trabalho dos egressos do empreendimento; gerar oportunidades de trabalho e renda; O caso Ilha Solteira, embora traduza as especificidades da região ou mesmo do processo de urbanização paulista, permite algumas reflexões e extrapolações úteis para se pensar na possível sustentabilidade das cidades brasileiras. A época estudada foi caracterizada pelo esforço de planejamento. A pesquisa revelou, entretanto, que não basta planejar, é necessário que requisitos de autosustentabilidade para absorver os egressos de projetos de grande porte sejam parte integrante do processo de planejamento. As obras de grande porte, como é sabido; são atrativos para deslocamentos populacionais de regiões carentes que buscam emprego. Faz parte do planejamento deste tipo de empreendimento criar requisitos de absorção desses contingentes humanos sob pena do aumento das favelas em torno dos núcleos urbanos remanescentes. Neste sentido, Ilha Solteira serve como exemplo das conseqüências da falta de requisitos apontados pela pesquisa. Por último, cabe o desafio de continuar pesquisando a partir de outras obras de porte (como por exemplo: a Ponte Rio- Niterói, o Metrô de São Paulo e Rio de Janeiro, a construção de capitais como Brasília e Belo Horizonte) o que se pode aprender em termos de requisitos de planejamento e fatores críticos de sucesso. 6. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALBUQUERQUE, Francisco. Desenvolvimento e fomento produtivo local para superar a pobreza.tradução do trabalho Desenvolvimento e fomento produtivo local para a superação da pobreza no Chile, apresentado pelo autor no seminário de mesmo nome organizado pelo Fundo de Solidariedade e Investimento Social e pelo Ministério de Planejamento e Cooperação (FOSIS/MIDEPLAN), conjuntamente com o ILPES, realizado na sede da CEPAL em 12 e 13 de ago Disponível em: <http://www.rededlis.org.br/textos_download.asp?action=lista&ordena=titulo>. Acesso em: 18 ago

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