Promotor de Justiça Bruno Alexander Vieira Soares

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1 O homem mais perigoso é aquele capaz de pensar por si próprio, sem ligar para tabus e supertições em voga H.L. Mencken Belo Horizonte, 24 de outubro de 2014 A 3 PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA SAÚDE DE BELO HORIZONTE/MG A/C Promotor de Justiça Bruno Alexander Vieira Soares DENÚNCIA DE CRIME MARCOS GONÇALVES PINHEIRO SILVA, já devidamente qualificado nos autos, vem informar sobre as várias irregularidades implantadas nas Vigilâncias Sanitárias para o segmento de controle químico de pragas urbanas. Em ofício protocolado em 28 de agosto de 2014 apresentei de maneira simplificada e fracionada as diversas fases / situações e manobras ilegais envolvendo a regulação do segmento de controle químico de pragas urbanas; Em 24 de setembro de 2014, compareço a Promotoria de justiça da Saúde de Belo Horizonte e comprometo a entregar informações e nomes dos autores do esquema na qual denominei de a máfia do alvará sanitário. Aproveitando o Artigo: Responsável Técnico de empresas especializadas em controle de vetores e pragas urbanas: história e consolidação de um novo e importante mercado de trabalho técnico Revista Vetores&pragas Ano XIII n 26 de novembro Neste artigo o sr. JAIR ROSA DUARTE expõe de maneira objetiva a sua participação, a do Biólogo HORÁCIO CAPISTRANO CUNHA e da coordenadora da ANVISA TÂNIA PICH na edição da RDC 18/ , ratificando as áreas de formação para o exercício da responsabilidade técnica em empresas especializadas em controle de vetores e pragas urbanas.

2 A RDC 18/2000 foi revisada, também sob a coordenação de TÂNIA PICH e com fachada de legalidade foi realizada Consulta Pública n 76/08 no site da ANVISA e a RDC 18 foi alterada dando origem à RDC 52/2009. Entretanto a RDC 18/2000 nunca conseguiu explicar a necessidade de prescrição de inseticidas e raticidas; muito menos justificar a ratificação das profissões habilitadas elencadas na RESOLUÇÃO 156/95 da SES/MG, o conhecimento e atribuição profissional para o R.T. do segmento de controle de pragas urbanas. O uso dos saneantes desinfestantes registrados na ANVISA; a compra e a venda de produtos de uso profissional ou de venda livre não necessitam de receituário. A RDC 52/2009 atende claramente, a interesses econômicos e comerciais em detrimento do foco mais importante que são as ações de saneamento ambiental. A RDC 63 de 25 novembro de 2011 da ANVISA em seu artigo 63, reconhece expressamente o caráter complementar do controle químico nos estabelecimentos de Saúde. Em 28 de fevereiro de 2000 a sra. TANIA PICH ratificou as profissões elencadas na Resolução 156 /95 da SES/MG. Em 2009 a mesma gerente geral de saneantes da ANVISA não conseguiu definir qual é a profissão que tem conhecimento e atribuição para ser responsável técnico de uma dedetizadora. Fomenta o controle químico em detrimento as ações de saneamento ambiental, restringe / proíbe a atuação da pessoa natural e cria demanda e reserva de mercado para empresas especializadas. Cria receita econômica para conselhos profissionais que NÃO conseguem ao menos justificar a real necessidade da inscrição nos seus quadros. Como diz o artigo apresentado pelo sr. JAIR ROSA DUARTE a RDC 18 e a RDC 52 criam um mercado de trabalho para os (ir) responsáveis técnicos. A RESPONSABILIDADE TÉCNICA NO USO DE AGROTÓXICOS não se confunde com a responsabilidade técnica no controle químico complementar as AÇÕES DE SANEAMENTO AMBIENTAL, SEGURANÇA AMBIENTAL E OCUPACIONAL NO USO DOS SANEANTES registrados no Ministério da Saúde / ANVISA. A RDC 52/2009 é uma legislação infra-legal existente para regular o funcionamento das empresas de prestação de serviços de controle químico de pragas urbanas, encontra-se organizada para a construção de um mercado de serviços para as empresas. As gerencias municipais da Vigilância Sanitárias passaram a replicar os comandos implantados sem nenhuma lógica sanitária, ambiental e ocupacional, criando o modo perpétuo para favorecer as empresas e proteger os mentores intelectuais deste esquema econômico na qual o empresário HORÁCIO CAPISTRANO CUNHA e JOÃO BAPTISTA LADEIRA FEREIRA e empresas associadas a MINASPRAG são os principais favorecidos.

3 A corrupção organizada pelo sr. HORÁCIO CAPISTRANO CUNHA passava pela argumentação de que a ANVISA poderia impedir os profissionais com registro no CONFEA de atuar no segmento de controle de pragas urbanas, criando restrições profissionais. A legislação sanitária (infra-legal) poderia passar por cima do Legislativo para defender os interesses coletivos(?); A SES/MG toma decisões isoladas para atender interesses econômicos de servidores públicos e divulga exigências sem base técnica para obtenção de licença sanitária das dedetizadoras. (aprovação de projeto arquitetônico) Este comando regulatório que jamais pode ser questionado, consolidou um esquema de corrupção para favorecer um determinado grupo, impondo exigências técnicas descabidas, criando bloqueios para aberturas de novas empresas dedetizadoras, ameaçando e cometendo assédio moral aos servidores do baixo escalão através de roteiros de inspeção viciados, direcionando editais com exigências absurdas de associações ou quantitativos e/ou especificações não mensuráveis, difamando, caluniando, injuriando, multando, renúncia fiscal destas mesmas multas intimidatórias, formação de quadrilha através de associações estaduais e gerencias municipais loteando o mercado com as suas próprias empresas. Muito se falou na Sindicância SES N 007/2009 da legislação vigente para obtenção do alvará sanitário das empresas de dedetização, mas nunca aceitaram o meu registro empresarial no CREA-MG mesmo comprovando legalmente a minha habilitação profissional. Através do Ofício GTC/1498 de 08 de julho de 2004 CREA-MG consigo comprovar minha habilitação junto a VISA-SES, entretanto em 16 de junho de 2009 a sra. MARA CORRADI coordenadora da VISA/BH manda o Gerente Distrital da Regional Noroeste MAURÍCIO DA SILVA BASTOS cassar o alvará da empresa EXTERMINE Controle de Pragas Ltda na qual sou o R.T. com base na RDC 18/2000. Em momento algum a RDC 18/2000 afirmou ser o engenheiro civil um profissional não habilitado para exercer a Responsabilidade Técnica de uma dedetizadora. Como podem se defender de todos os crimes praticados com uma legislação que simplesmente não existe. Como justificar o que tem ocorrido na SES e VISAs municipais deste Estado. Já não conseguem esconder o tamanho da corrupção implantada na liberação do alvará sanitário. Vamos entender toda a retórica sanitária implantada na SES/MG e a participação fundamental da Gerente Geral de Saneantes da ANVISA TÂNIA PICH na elaboração do marco regulatório do setor. A retórica sanitária parte da premissa de que os dedetizadores são os responsáveis pelo CONTROLE DE PRAGAS URBANAS e há um truque de retórica sanitária ao tentar criminalizar o chamado Zé Bombinha e favorecer o mercado das empresas especializadas.

4 A Vigilância Sanitária sugere que os chamados Zé Bombinhas são profissionais desclassificados, ilegais e usuários de agrotóxicos nos serviços de controle de pragas urbanas. A criação da RDC 18/2000 teve como razão principal o uso indiscriminado e irresponsável dos princípios ativos legalmente conhecidos como agrotóxicos em ambientes urbanos. A gerente geral de saneantes da ANVISA sra. TÂNIA PICH não consegue nem definir qual é o profissional que têm conhecimento e atribuição profissional para exercer a responsabilidade técnica de uma dedetizadora, qual é responsabilidade civil do responsável técnico de uma dedetizadora na prescrição de inseticidas e raticidas para o controle químico de pragas urbanas. Qual profissional é capaz de sanar riscos, avaliando por exemplo, o uso do principio ativo apropriado, a dosagem correta para cada tipo de praga urbana, o equipamento utilizado e os cuidados na aplicação. Considerando que os produtos comerciais de venda restrita as entidades especializadas, a chamada venda de balcão é realizada sem nenhum acompanhamento técnico, prescrição, supervisão de uso ou da Vigilância Sanitária. A utilização de inseticidas e raticidas é baseada apenas na rotulagem e FISPQs dos produtos registrados para a finalidade de controle químico de pragas urbanas. O arsenal retórico da Vigilância Sanitária gosta de apresentar números de intoxicações e descontextualização da informação. Mas com certeza chumbinho não é raticida; raticida não é gaticida ou homicida; Sim, existe veneno registrado para o controle de escorpiões! O controle químico complementa as ações de Saúde Ambiental e da Gestão da Infraestrutura com o objetivo de impedir a atração, o abrigo, o acesso e ou proliferação de vetores e pragas urbanas. O controle químico de insetos e roedores é parte integrada das ações de saneamento do ambiente urbano, rural, industrial, hospitalar e domissanitário. RDC 63/2011 ANVISA e Cód. Saúde. O truque retórico utilizado pela Vigilância Sanitária chegou ao limite de que o termo controle de pragas é utilizado como expressão de Saúde Ambiental. A SES/MG se recusa a analisar com serenidade e admitir que os deslizes alheios com o intuito de beneficiar determinados grupos, aproveitando ou driblando o emaranhado legal brasileiro para ameaçar os servidores públicos subordinados e criar as condições para atender, claramente, interesses econômicos e comerciais do servidor HORÁCIO CAPISTRANO CUNHA e FÁBIO REMI DA SILVA. A Superintendente de Vigilância Sanitária da SES/MG MARIA GORETTI MARTINS DE MELO apresenta o OF.DVMC/SVS N 1111/2011, de 18 de maio de Neste ofício contraditoriamente a legislação vigente, leia-se Código de Saúde 2006, afirma que nenhum estabelecimento pode ter o seu próprio controle de vetores e pragas urbanas; cria o vínculo empregatício do

5 Responsável Técnico com a dedetizadora e o pior diz que controla os EPI s, armazenamento, transporte e aplicação de saneantes. Vale lembrar que VISA não controla a comercialização / venda de saneantes????? Como podemos facilmente comprovar a SES/MG diz que faz aquilo que realmente não fiscaliza, contradiz o Código de Saúde vigente e não consegue distinguir ações de saneamento, das ações de controle químico complementar de vetores e pragas urbanas. Para complicar mais a situação e os desmandos a Sra. MARIA GORETTI MARTINS DE MELO divulga para todas as regionais, para posterior encaminhamento as VISA municipais o MEMO.CIRC.DVMC/SVS N 039/2014, de 02 de maio de 2014 na qual reconhece que as condições de funcionamento das empresas de Controle de Pragas é estabelecida somente pela Resolução ANVISA RDC N 52, DE 22 DE OUTUBRO DE 2009 e mais uma vez de maneira equivocada sustenta a validade da Resolução SES/MG- N 156/1995. Considerando que a revogação tácita da Resolução SES/MG - N 156 resulta da incompatibilidade e da divergência com a RDC18/2000 (revogada expressamente pela RDC 52/2009) que somente autoriza o uso dos produtos saneantes desinfestantes devidamente registrados no Ministério da Saúde/ ANVISA, em serviços de controle químico de pragas em áreas urbanas. Nesse amplo cesto cabem os falsos ou incompletos depoimentos prestados à SINDICÂNCIA ADMINISTRATIVA INVESTIGATÓRIA SES N 007/2009 com as devidas conclusões e acréscimos sugeridos pela Coordenadoria de Correição Administrativa/ Auditoria Setorial da SES/MG baseado em juizo de valores calúniando, difamando e injuriando o Profissional da Engenharia Marcos Gonçalves Pinheiro Silva. Os servidores denunciados criaram uma série de exigências para abertura de novas empresas, roteiros descabidos. Em 12 de fevereiro de 2010 data da publicação da conclusão da Sindicância nenhuma dúvida restava quando a habilitação profissional dos responsáveis Técnicos das dedetizadoras.(rdc 52/2009) A sra MÁRCIA RIBEIRO DE AGUIAR TEIXEIRA e o sr. FÁBIO REMI DA SILVA dizem estar seguindo os comandos legais emanados pela SES/MG e ANVISA (RDC 18/2000). Os transtornos e os constragimentos que a Sra. MÁRCIA RIBEIRO DE AGUIAR TEIXEIRA SES/SL e o referência técnica em dedetizadora sr. FÁBIO REMI DA SILVA é facilmente comprovado nos depoimentos evasivos, sem nenhuma sustentação legal, atos e fatos documentados na perseguição a minha empresa POWER TEC Gerenciamento Integrado do Ambiente quando a mesma era sediada na cidade de Pequi/MG e posteriomente em Itaúna/MG. Os roteiros que são impostos a todos os empresários que desejam atuar no segmento de controle de pragas urbanas obedecem a uma lógica perversa e onerosa sem nenhuma serventia ao empresário ou a coletividade tomadora destes serviços.

6 A corrupção foi organizada pelo pessoal do primeiro escalão da ANVISA e da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais sendo posteriormente repassadas as VISAs municipais para serem operacionalizadas. Em 29 de julho de 2004, o coordenador da Vigilância Sanitária da SES/MG sr. HILTON BRANT MACHADO já em total conformidade aos interesses do colega HORÁCIO CAPISTRANO CUNHA conclui informar que o engenheiro civil não estava habilitado para exercer a responsabilidade técnica das dedetizadoras. Importante frisar que já era do conhecimento da coordenadoria a registro da minha responsabilidade técnica na empresa POWER TEC CREA/MG Argumentou ainda não haver na legislação previsão legal de atuação de pessoa física na atividade de controle de pragas urbanas. Para o sr. HILTON BRANT MACHADO o Ofício GTC/ 1498/2004 não tem valor para Vigilância Sanitária. Todavia, com base nos itens 4.1 e 4.2 da RDC nº18 da ANVISA adotei o alvará ambiental do IBAMA e do FEAM como documentos de conformidade à legislação sanitária e providenciei o registro das empresas Power Tec Gerenciamento Integrado do Ambiente CREA MG , de 21 de março de 2003 e Extermine Controle de Pragas Urbanas CREA MG , de 30 de janeiro de 2008, no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura CREA MG sob a Responsabilidade Técnica do Engenheiro Civil e de segurança Marcos Gonçalves Pinheiro Silva CREA MG /D. Até o ano de 2005 todo o processo de liberação do alvará sanitário estava a cargo da SES através da coordenadoria de vigilância sanitária estadual. Em 2006 a VISA estadual descentraliza a emissão do alvará sanitário e as VISA municipais passam a liberar o alvará sanitário das empresas de controle de pragas urbanas. A Prefeitura Municipal de Pequi/MG emitiu o alvará sanitário da empresa POWER TEC de 2006 até o ano Em relação ao Alvará Sanitário de 2010 a SRS Sete Lagoas informa que o alvará não possui valor legal. (mais uma perseguição para atender aos interesses dos associados MINASPRAG) Em 2006 é constituída a empresa EGPS Ltda em Itaúna MG, o alvará sanitário registro 000/001/2006 é liberado em 30 de julho de O responsável técnico da empresa é o engenheiro civil Marcos Gonçalves Pinheiro Silva. Em 06 de setembro de 2006 a sra TÂNIA MARA LIMA DE MORAIS JACOB solicita informação sobre a autenticidade do alvará sanitário registro 000/001/2006 através do OF.ANTR/SVS/SES/MG Nº 145/06. No dia 18 de setembro de 2006, o procurador do Município FREDERICO DUTRA SANTIAGO determina que toda a documentação da empresa EGPS LTDA seja recolhida à procuradoria. O Sr. FREDERICO reteve a documentação da empresa EGPS LTDA e chicanou a abertura da

7 empresa por 08 meses, ainda emitiu juízo de valor sobre o sr. Eduardo Gonçalves e manipulou servidores na busca de atender aos interesses econômicos do sr. FÁBIO REMI DA SILVA, HORÁCIO CAPISTRANO CUNHA e de servidores da Prefeitura de Itaúna. Em 30 de maio de 2007 o Sr. FÁBIO REMI DA SILVA também solicita a cassação do alvará da empresa EGPS LTDA. Em 15 de outubro de 2007 a sra TÂNIA MARA LIMA DE MORAIS JACOB se justifica no OF.188/07/ANTR/SVS/SES/MG afirmando que o pedido de autenticidade do alvará sanitário nº001/2006 foi uma solicitação da Sra. TÂNIA MARIA SILVA GONÇALVES da Regional Oeste da PBH e lamenta a publicidade dada ao oficio. Novamente prevaricando, a gerente TÂNIA MARIA SILVA GONÇALVES adota desde 2008, máxima de que o alvará sanitário somente possui validade local, aceitando somente alvará sanitário das empresas constituídas em Belo Horizonte. Importante frisar que empresas de outros municípios participam das licitações públicas e executam os serviços normalmente sem nenhum constrangimento por parte da VISA PBH. Mais uma vez comprovamos os interesses econômicos envolvidos na VISA-O. Por que esta gerente não fundamenta o motivo da sua recusa do alvará de outras localidades? Esta senhora conseguiu prejudicar o meu trabalho na rede de lanchonetes Mc Donald`s, quando a mesma notificou a filial do bairro Santa Lucia a somente contratar uma dedetizadora sediada em Belo Horizonte. No quintal da Tânia só trabalha quem ela quer? A Gerente TÂNIA MARIA SILVA GONÇALVES agora esta lesando a empresa ALETHOS DEDETIZADORA SOLUÇÕES EM PRAGAS URBANAS LTDA CNPJ: / com sede no município de Sabará. Importante afirmar que mais uma vez esta gerencia esta prejudicando o trabalho de uma empresa pequena que presta serviços para uma rede de supermercado com filiais em Ribeirão das Neves, Sete Lagoas, Belo Horizonte,...Tudo acreditando na morosidade da justiça, nos custos, desgastes comerciais e no emaranhado da legislação sanitária para justificar os seus desmandos. Como as grandes redes somente trabalham com único prestador de serviços em suas lojas, a empresa ALETHOS DEDETIZADORA SOLUÇÕES EM PRAGAS URBANAS LTDA, acreditando que esta corrupção implantada na VISA não pode continuar, busca na justiça através do Processo: a garantia de poder trabalhar em uma atividade regularizada que esta sendo controlada para atender interesses econômicos do sr. HORÁCIO CAPISTRANO CUNHA e suas associações de empresas. A sra. TÂNIA MARA LIMA DE MORAIS JACOB é a Coordenadora de Normas Técnicas e Regulamentos da SES/MG, lotada no mesmo andar da coordenadoria da VISA estadual, juntamente com os srs. HORÁCIO CAPISTRANO CUNHA e o sr. FÁBIO REMI DA SILVA ficando dificil desconsiderar a falta de conhecimento e o nível técnico das servidores envolvidos no crime de Advocacia administrativa aqui denunciado. A Gerente Geral de Saneantes da ANVISA TÂNIA PICH reconhece através

8 do Of.138/2001- GGSAN/GADIF/ANVISA de 27 de dezembro de 2011 a Decisão Normativa 067/2000 do CONFEA. Entretanto, ignora que esta mesma decisão permite que o Profissional do Sistema CONFEA atue como pessoa física nos serviços de controle de pragas urbanas. Portanto, não cabe a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que não tem função legislativa, retirar direitos constitucionais sob fundamento de que a RDC 52/2009 não permite a contratação de serviços por pessoa física. Todo o aparelhamento realizado pela SES/MG e VISA Municipal de BELO HORIZONTE são baseados em óbices e impecilhos burocráticos para favorecer os interesses econômicos dos sr. JAIR ROSA DUARTE e HORÁCIO CAPISTRANO CUNHA, cuja a história de vida profissional baseia-se em regulamentar e excluir. Em 13 de março de 2008, denunciei o que estava ocorrendo no segmento de controle químico de pragas urbanas. ( doc. em anexo) Para comprovar os crimes denunciados basta acompanhar os procedimentos e desmandos ocorridos nas cidade de Belo Horizonte, Itaúna e Sete Lagoas; Para a comprovação dos fatos denunciados existem diversas provas documentais de como agem os denunciados que agora depois do aparelhamento realizado na SES/MG e ANVISA passam a exigir o beneficio da lei para as empresas regularizadas e o rigor da legislação sanitária subjetiva para dificultar a abertura de novas empresas ou prestadores de serviços individuais. Vejamos o aparelhamento subjetivo implantado com o apoio da Coordenadora da Vigilância Sanitária Estadual sra. MARIA GORETTI MARTINS DE MELO; Em CONTAGEM /MG para a abertura de uma empresa de dedetização as exigências descabidas chegam ao ponto de solicitarem aprovação de projeto arquitetônico com o lay-out do mobiliário. Ao custo de R$ ,00 e mais de dois anos de tentativas e desfeitas da VISA conseguimos obter o alvará da empresa SUPREMA CONTROLE DE PRAGAS URBANAS; entretanto a autoridade sanitária CAROLINA DINIZ E SILVA, sem nenhuma fundamentação técnica ou legal solicitou a revisão do Manual de Boas Práticas e os Procedimentos Operacionais Padrão em conformidade a RDC 52/2009. Importante frisar que a RDC 52/2009 não define como deve ser elaborado um Manual de Boas Práticas para uma empresa dedetizadora e sendo o R.T. um engenheiro e a fiscal, uma farmacéutica logo se percebe que tem algo errado quanto a esta exigência ou padronização. Há quanto anda a ética profissional nas VISA municipais? Se um projeto é aprovado por um engenheiro ou arquiteto, um manual de boas práticas elaborado por um engenheiro também só pode ser reprovado ou revisado, se devidamente fundamentado, por outro engenheiro com formação profissional equivalente. O melhor fato para comprovar que estamos lidando apenas com interesses

9 econômicos de servidores públicos, conselhos profissionais e associações de empresas é o que aconteceu por acasião da constituição da COOPERATIVA DOS DEDETIZADORES DO ESTADO DE MINAS GERAIS- PCO-COOP/MG. Atendidas as exigências para obtenção do alvará sanitária da Cooperativa o mesmo foi emitido em 18 de maio de Contudo em 19 de julho de 2012 a fiscal NEIFE CHAVES ZANHAR emitiu Termo Intimação para a empresa INSETFIM Desinsetização ltda e o Termo Intimação para Cooperativa dos Dedetizadores do Estado de Minas Gerais PCO-COOP/MG. Comparecemos em 07 de agosto de 2012 a regional Leste e nada nos foi dito, nada foi documentado, não houve ata de reunião. Apresentado os documentos fomos embora! (Termo intimação em anexo com as exigencias descabidas registradas) Para comprovar o favorecimento ao sr. HORÁCIO CAPISTRANO CUNHA e as empresas associadas a MINASPRAG apresento os documentos que foram encaminhados / protocolados junta a VISA-L e direcionados ao sr. CARLOS AUGUSTO CARDOSO que nunca respondeu por quaisquer ofício ou pedido de esclarecimento solicitado. Por diversas vezes tentei renovar o alvará sanitário da Cooperativa dos dedetizadores do Estado de Minas Gerais. Contudo consigo obter o alvará sanitário da empresa INSETFIM desinsetização ltda somente após determinação judicial. Quanto a Cooperativa todo o processo de obtenção da renovação do alvará sanitário encontra-se indeferido sem nenhuma resposta ou fundamentação legal ou técnica. Este processo e os diversos pedidos protocolados na VISA-Leste e nesta promotoria pedindo providencias comprova o favorecimento ao sr. HORÁCIO CAPISTRANO CUNHA e a sua associação empresarial. Todos a declarações e protocolos requerendo ao poder público resposta estão devidamente assinados, não gerando nenhuma dúvida ao direito de informação solicitada. Tendo em vista a complexidade do caso, exercendo o meu direito constitucional de petição e de resposta do ente Público, Secretaria Estadual de Saúde e Vigilância Sanitária de Belo Horizonte apresento os promotores e delegados que podem em muito colaborar para esclarecer o que esta ocorrendo no segmento de Controle de Pragas Urbanas: Em Itaúna/MG Promotores e Delegados em que foram solicitados pedidos de investigação do esquema de corrupção envolvendo o segmento de controle de pragas Promotores Dr. Renato Antonio Boechat de Araújo Magalhães Dr. Rodrigo Bragança de Queiroz. Dr. Eneas Xavier Gomes

10 Dr. Fabio Galindo Silvestre Dra. Fernanda Honigmann Rodrigues Dra. Silvia Soares Delegados. Dr. Dirceu Ribeiro da Costa Dr. Marco Antonio N. Teixeira Em todas as denúncias citadas encontramos sempre a mesma geração de servidores públicos que como mentores tentam implantar os seus interesses econômicos, agora em fase de consolidação, através das ações emanadas pela coordenadora Vigilância Sanitária MARIA GORETTI MARTINS DE MELO. Todo esquema de corrupção envolve sempre os mesmos servidores públicos, sendo que estou denunciando os mentores; para comprovar a atualidade dos fatos e comprovar que o esquema esta sendo consolidado impunimente, apresento o folder de 2008 e o de 13 de março de 2008 na qual denunciei todo o esquema a ser construído. Estes são os servidores envolvidos na criação de restrições sanitárias e juridicas para obtenção da licença sanitária e ambiental das empresas dedetizadoras e pela exclusão dos profissionais habilitados de atuarem com pessoa física. JAIR ROSA DUARTE HORÁCIO CAPISTRANO CUNHA TÂNIA PICH HILTON BRANT MACHADO FÁBIO REMI DA SILVA JOÃO BAPTISTA LADEIRA FERREIRA TÂNIA MARA LIMA DE MORAIS JACOB MARIA GORETTI MARTINS DE MELO MARA CORRADI MÁRCIA RIBEIRO DE AGUIAR TEIXEIRA FREDERICO DUTRA SANTIAGO TÂNIA MARIA SILVA GONÇALVES MAURÍCIO DA SILVA BASTOS CARLOS AUGUSTO CARDOSO O conjunto de regras criadas por estes servidores segue a linha do que foi proposto pela SES através da Resolução 156/1995. ANVISA e SES/MG criam restrições para favorecer os amigos ou seus interesses econômicos. Ninguém na SES/MG e na ANVISA sabe explicar o por que das exigências descabidas de aprovação de projeto arquitetônico, definir qual é a profissão habilitada para ser o R.T. da dedetizadora, da necessidade do registro da empresa em Conselho profissional, o motivo do impedimento do profissional

11 habilitado de executar o serviço. Esta faltando inteligência e pragmatismo nas regras burocráticas da SES e da Anvisa. Esta geração de servidores encontrou solo fértil para implantar o esquema de corrupção no segmento de controle de pragas, adotando a arrogância sanitária como instrumento de intimidação e burocracia para limitar a concorrência, tudo com a convicção da impunidade, pois tinham certeza que ninguém iria questionar uma autoridade da ANVISA ou da SES/MG. Estes servidores são os responsáveis pela obsessão de controlar, de fiscalizar tudo, de criar complicações inacreditáveis para realizar tarefas cotidianas e liberar o alvará sanitário das empresas de dedetização. Mas quando o Foro de Belo Horizonte (em 15 de SET/14) é fechado por suspeita de intoxicação por inseticidas o alvará sanitário torna-se apenas uma epopeia administrativa. O controle químico de pragas urbanas como esta formatado pela SES/MG e ANVISA somente atende aos interesses econômicos das associações de empresas e dos Conselhos profissionais. Não estou denunciado deslizes individuais e sim um esquema racional com o intuito de beneficiar determinados grupos, aproveitando ou driblando o emaranhado legal brasileiro, que se bem estudado, permite escapatórias para quase todas as ilegalidades cometidas. DO PEDIDO Mais uma vez de forma escrita e protocolizada, conforme documentos anexos e assinados peço providencia quanto a suspeita dos crimes de formação de quadrilha, advocacia administrativa, corrupção, difamação, injuria, assédio moral, improbidade administrativa, abuso de autoridade, prevaricação, intimidação sanitária, renúncia fiscal, etc... praticados pelos servidores públicos acima denunciados. Marcos Gonçalves Pinheiro Silva

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