REAÇÕES QUÍMICAS ORGANIZAÇÃO: Márcia Adriana Warken Magalhães ORIENTAÇÃO: Prof a Márcia Cunha 2001

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REAÇÕES QUÍMICAS ORGANIZAÇÃO: Márcia Adriana Warken Magalhães ORIENTAÇÃO: Prof a Márcia Cunha 2001"

Transcrição

1 CENTRO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS EXATAS CURSO DE QUÍMICA - LICENCIATURA INSTRUMENTAÇÃO PARA O ENSINO DE QUÍMICA SÉRIE: EXPERIÊNCIAS DEMONSTRATIVAS REAÇÕES QUÍMICAS ORGANIZAÇÃO: Márcia Adriana Warken Magalhães ORIENTAÇÃO: Prof a Márcia Cunha 2001

2 INTRODUÇÃO A experimentação em sala de aula, é uma boa forma de tornar a aula mais interessante, menos rotineira e de fazer com que os alunos compreendam melhor, por exemplo, uma reação química, ou seja, faz se a mistura adequada dos reagentes e a partir dos resultados observados, procura se esquematizar a reação, tornando o conteúdo menos abstrato. Para duas substâncias reagirem quimicamente é necessário que duas moléculas sejam postas no melhor contato possível. É por isso que se pulverizam os reagentes sólidos ou se procura dissolver os mesmos em água ou outro solvente apropriado. Mas, é necessário que haja afinidade química entre os reagentes, pois existem reagentes mais reativos e outros menos reativos. Os experimentos que se pretende trabalhar nesse módulo, são relativos a ocorrência de reações de dupla troca, que são reações em que duas substâncias compostas reagem trocando um de seus elementos e produzindo duas novas substâncias compostas, conforme reação geral: AB + CD AD + CB Serão verificados experimentalmente os casos em que ocorre a formação de precipitado, desprendimento de gás, formação de ácido volátil e formação de um eletrólito fraco. EXPERIMENTOS REAÇÕES DE DUPLA TROCA: 1 Reações em que ocorre a formação de precipitado; 2 Reações em que ocorre desprendimento de gás; 3 Reações em que ocorre a formação de um ácido volátil; 4 Reações em que ocorre a formação de um eletrólito fraco; OBJETIVO Abordar o conteúdo de ocorrência de reações (reações de dupla troca), tendo como apoio a experimentação em sala de aula, o que facilita a compreensão do conteúdo por parte dos alunos, pois poderão relacionar a teoria com a prática. Utilizar em alguns casos, experimentos que envolvam a química contextualizada e o cotidiano do aluno, para que o mesmo possa verificar as aplicações do conteúdo em questão. EXPERIMENTOS 1 Reações em que ocorre a formação de precipitado Experimento 1: Material : 1 tubo de ensaio Reagentes: NaCl 1M e AgNO 3 1M Transfira para um tubo de ensaio uma pequena quantidade de uma solução de cloreto de sódio (incolor) Adicione a esta solução, algumas gotas de solução de nitrato de prata (incolor). 1-Considerando que se trata de uma reação de dupla troca, indique os produtos formados após a reação e indique qual é a substância insolúvel formada (precipitado). Discussão: Ocorre o aparecimento de um precipitado branco, devido a formação de AgCl, o que é uma evidência da ocorrência da reação. Poderíamos pensar que o precipitado formado fosse devido à formação de NaNO 3. Mas, se analisarmos uma tabela de solubilidade verificaremos que a solubilidade do AgCl é muito menor que a do NaNO 3, pois pela regra de solubilidade temos que, todos os nitratos são solúveis.

3 Reação : AgNO 3 (aq) + NaCl (aq) NaNO 3 (aq) + AgCl(s) Indica a formação de uma substância insolúvel (precipitado) Experimento 2: Tratamento de água de piscinas ou água das estações de tratamento ( método de floculação) Material: Becker de 100ml (ou recipiente transparente semelhante) Espátulas (podem ser confeccionadas com tampas plásticas) Reagentes: água, terra, Al 2 (SO 4 ) 3, Ca(OH) 2, Transfira para um becker, 30ml de água e adicione uma ponta de espátula de terra (água suja). Adicionar à água suja, 1g de sulfato de alumínio Al 2 (SO 4 ) 3 e agitar até dissolver. Acrescentar, 0,5g de hidróxido de cálcio Ca(OH) 2 e agitar. Aguardar 10 min. e observar. 1-Indique quais os produtos da reação entre o sulfato de alumínio e o hidróxido de cálcio. 2-Levando em consideração as regras de solubilidade em relação aos produtos formados, indique qual é a substância insolúvel formada ( precipitado) e como ocorre o processo de limpeza da água. Discussão: O Al(OH) 3 é um precipitado coloidal gelatinoso, que se deposita no fundo do becker, arrastando consigo impurezas sólidas. Nas estações de tratamento de água, as comportas da base dos tanques se abrem para a eliminação do corpo de fundo. Nas piscinas suga-se o material do fundo com aspiradores. OBS: Este é apenas um dos processos de tratamento da água, pois existem ainda outras etapas de tratamento até que se obtenha água de boa qualidade. Al 2 (SO 4 ) Ca(OH) 2 2 Al(OH) 3 (s) + 3 CaSO 4 2 Reações em que ocorre desprendimento de gás Simulação da ação de um antiácido no estômago: Material: 1 tubo de ensaio (ou frasco transparente de perfume de aproximadamente 25 ml) 1 balão Reagentes utilizados: NaHCO 3 sólido (antiácido) e HCl 0,1N à 1M (representa a acidez estomacal). Para a obtenção de uma melhor visualização do resultado, sugere-se a utilização de HCl 1M, mas deve ser deixado bem claro que a concentração desse ácido no nosso estômago é pequena. Transfira para um tubo de ensaio uma pequena alíquota de solução de ácido clorídrico (HCl). Coloque uma pequena quantidade de bicarbonato de sódio (NaHCO 3 ) dentro do balão. Conecte o balão no tubo de ensaio e verta o conteúdo do balão de forma que entre em contato com a solução ácida de HCl. 1- Considerando o princípio das reações de dupla troca, indique os produtos da reação e o gás formado ( responsável por encher o balão). Discussão: Ao ser ingerido, o NaHCO 3 reage com o HCl presente no estômago, combatendo a acidez estomacal e a azia. O resultado dessa reação é a formação de um gás (CO 2 ), que é evidenciado pela fato do balão encher durante a reação, ou melhor, forma-se o H 2 CO 3 que é um ácido muito instável e este se decompõe à H 2 O e CO 2.

4 HCl + NaHCO 3 NaCl + H 2 CO 3 H 2 CO 3 H 2 O + CO 2 (g) 3 Reação em que ocorre formação de um ácido volátil. Nesse caso, parte-se de um ácido reagente fixo (com alto ponto de ebulição), para obter um ácido volátil (com baixo ponto de ebulição). Experimento : Formação de um ácido volátil (HCl) a partir de um ácido fixo (H 2 SO 4 ). Material: Tubo de ensaio; Conta - gotas Tubo de ensaio (ou recipiente de injetáveis) Tampa de borracha com furo central Tubo externo de uma caneta (curvado de forma adequada) Reagentes: NaCl (sólido), H 2 SO 4 (concentrado), alaranjado de metila e água O tubo externo da caneta deve ser introduzido no furo central da tampa de borracha e esta por sua vez, será acoplada ao recipiente de injetáveis após a adição dos reagentes necessários dentro do recipiente. Transfira para um tubo de ensaio uma pequena quantidade de H 2 SO 4, aproximadamente 4 ml. Acrescente aproximadamente duas pontas de espátula de NaCl ao H 2 SO 4 concentrado. O gás formado é canalizado (através do tubo de caneta) até um outro tubo contendo água, para que se evite a inalação deste gás formado. Para se comprovar a formação do ácido no tubo receptor do gás, pode-se fazer uso de algum tipo de indicador (alaranjado de metila). 1-Indique os produtos da reação e destaque o ácido fixo e volátil envolvidos na reação. 2-Qual a cor da solução contida no tubo de ensaio (no qual se encontra a presença do gás formado) ao ser adicionado o indicador e o que significa o aparecimento desta coloração. Discussão: Observa-se o desprendimento de gás, que indica a formação do ácido volátil (HCl), o que é uma evidência da ocorrência dessa reação. Ao se adicionar o indicador, observa-se uma coloração vermelha, característica da presença de ácido no meio aquoso. H 2 SO 4 + 2NaCl Na 2 SO 4 + 2HCl 4 Reação em que ocorre a formação de um eletrólito mais fraco. Pelas reações vistas até então, observou-se que sempre tínhamos uma evidência visual de que a reação havia ocorrido. Mas, em alguns casos de ocorrência de reação não se observa nenhuma evidência visual, é o caso das reações envolvendo a formação de um eletrólito fraco, ou seja, forma-se um produto menos ionizado. Se medíssemos a condutividade elétrica antes e depois da reação, verificaríamos uma diminuição da mesma após a reação, já que a condutividade elétrica está relacionada com a quantidade de íons. Experimento 1: Material:1 tubo de ensaio Reagentes: NH 4 Cl 1M e NaOH 1M Transfira uma pequena alíquota de uma solução de NH 4 Cl para um tubo de ensaio Adicione algumas gotas de solução de NaOH. 1-Esquematize a equação química envolvida na reação.

5 2-Indique qual é o eletrólito fraco formado e qual é a interferência do mesmo no valor da condutividade elétrica, se esta tivesse sido medida. OBS: Bases da família 1A e 2A e grande parte dos sais são eletrólitos fortes. Discussão: Aparentemente não ocorre nenhuma alteração. Mas, se medíssemos a condutividade elétrica da solução resultante iríamos verificar uma diminuição de passagem de corrente elétrica, se comparada com a do estado inicial (antes da reação), pois inicialmente tínhamos dois eletrólitos fortes (NaOH e NH 4 Cl, de alta condutividade elétrica) e após a reação foram formados um eletrólito forte (NaCl) e um fraco (NH 4 OH), diminuindo a condutividade elétrica devido a formação do NH 4 OH. NaOH(aq) + NH 4 Cl(aq) NH 4 OH(aq) + NaCl(aq) Experimento 2: Reação de neutralização: Material: 1 tubo de ensaio Reagentes: HCl 1M, NaOH 1M Transfira para um tubo de ensaio uma pequena alíquota de solução de HCl Acrescente algumas gotas de solução de NaOH. 1-Esquematize a equação química envolvida na reação e indique qual é o eletrólito fraco formado. Discussão: Aparentemente a reação não ocorreu. Mas se medíssemos a corrente elétrica iríamos verificar uma diminuição da mesma, pois inicialmente tínhamos dois eletrólitos fortes (HCl e NaOH) e após a reação foram formados um eletrólito forte (NaCl) e um fraco (H 2 O). Experimento 2.1 Material: 1 tubo de ensaio Reagentes: HCl 1M, NaOH 1M e fenolftaleina (indicador) Por se tratar de uma reação entre um ácido e uma base, podese repetir novamente o procedimento descrito acima, mas, agora fazendo uso de uma substância indicadora (fenolftaleína, que pode ser obtida, pulverizando-se um comprimido de purgante, que é constituído de fenolftaleína, e dissolvendo esse pó em uma certa quantidade de álcool). Transfira para o tubo de ensaio algumas gotas de solução de HCl Acrescente solução indicadora (percebe-se que em meio ácido o indicador é incolor). Posteriormente, adicione solução de NaOH até o aparecimento de uma coloração rosa (em meio básico o indicador apresenta coloração rosa). 1-Fazendo uso de indicador no sentido de comprovar a ocorrência da reação de neutralização, indique quais as cores do indicador em contato com a base ( NaOH) e com o ácido (HCl). Como se pode explicar a ocorrência desta reação, pela utilização de substância indicadora. Discussão: Se inicialmente o indicador se apresentou incolor na solução, quer dizer que tínhamos presença de ácido. Mas depois, com o aparecimento da coloração rosa já não há mais ácido livre presente na solução, o que quer dizer que o mesmo foi transformado, ou melhor, ocorreu uma reação química, no qual a base reage com o ácido formando sal (caráter neutro) e água (caráter quase neutro). Não existindo mais ácido livre para reagir com a base, tem-se que a primeira gota de base adicionada após a neutralização faz com que apareça a coloração rosa, devido a um pequeno excesso de base. HCl + NaOH NaCl + H 2 O

6 CONCLUSÃO Os livros de química apresentam várias reações químicas, e os produtos são representados seguidos de um índice que indica o estado desse produto, ou seja, sólido, líquido ou gasoso. Pela experimentação podemos confirmar os resultados esquematizados na forma de reações químicas que se encontram nos livros, pois sem a verificação prática, os alunos muitas vezes atribuem o conteúdo a algo apenas teórico, que muitas vezes é memorizado. As experiências apresentadas, foram baseadas, quase em sua totalidade, apenas nas reações químicas apresentadas pelo livro. Assim, as concentrações de reagentes utilizadas, foram selecionadas de modo a se obter os melhores resultados. No caso da reação de precipitação envolvendo cloreto de sódio e nitrato de prata, a reação ocorre facilmente, mesmo quando há uma diferença grande nas concentrações dos reagentes utilizados. Na reação envolvendo a simulação da ação de um antiácido no estômago, deve se usar um ácido que tenha concentração semelhante a do ácido estomacal. Por isso é que se utilizou a concentração 0,1M, e a quantidade desse ácido e de bicarbonato usados deve produzir gás o suficiente para que se visualize o enchimento do balão, caso contrário, deve se aumentar a quantidade de HCl 0.1M a ser utilizada ou deve-se utilizar um ácido de maior concentração (HCl 1M). Ao ser testado o experimento da formação de ácido volátil, utilizou-se inicialmente soluções diluídas de ácido sulfúrico e cloreto de sódio. Mas, dessa forma não foi possível a verificação da formação de ácido volátil, pois, afinal, o ácido que deveria ser produzido (HCl) é muito forte, e não é obtido com tanta facilidade. Por isso, utilizamos amostras concentradas dos reagentes, para facilitar a verificação da ocorrência dessa reação e para complementar a comprovação dessa reação, utilizou-se também um indicador que evidenciasse a formação de um ácido (sendo essa uma forma de relacionar o conteúdo em questão com os anteriores referentes à ácido e base). No caso da formação de eletrólitos fracos, utilizamos concentrações semelhantes dos reagentes, pois, se na reação de neutralização na presença de indicador, utilizássemos, por exemplo, concentrações muito diferentes dos reagentes, poderíamos ter dificuldade em prever o ponto de viragem para a coloração rosa da solução. Nessa etapa do experimento (utilizando indicador), poderíamos pensar que o conteúdo seria mais apropriado para alunos do 2º ano do ensino médio. Mas, o objetivo no caso de se trabalhar esse experimento com alunos do 1º ano é diferente, ou seja, não estamos interessados em descobrir a concentração do ácido ou da base a partir do ponto de viragem, mas, de comprovar a ocorrência de uma reação utilizando uma substância que permite mudança de cor devido a ocorrência da reação, o que não seria observável sem ferramentas adicionais (uso de indicador; medida da condutividade elétrica; etc.) Enfim, para se apresentar um determinado experimento, é necessário muitas vezes testar o mesmo com antecedência, a fim de utilizarmos as melhores concentrações dos reagentes e de fazermos as adaptações necessárias para a obtenção da melhor visualização e comprovação do produto final de uma reação química. Sempre que possível é interessante que se use exemplos demonstráveis experimentalmente que envolvam o cotidiano ou a contextualização, como no caso do experimento da ação do antiácido no estômago e o tratamento de águas de piscina envolvendo reações de dupla troca. BIBLIOGRAFIA Sardella Antônio, QuímicaSérie Novo Ensino Médio Volume Único,Editora Ática, 2000 Tito e Canto, Química Na Abordagem do Cotidiano Volume Único, Editora Moderna,1998

PROVA DE QUÍMICA - 1998 Segunda Etapa

PROVA DE QUÍMICA - 1998 Segunda Etapa PROVA DE QUÍMICA - 1998 Segunda Etapa QUESTÃO 01 Num laboratório químico, havia três frascos que continham, respectivamente, um alcano, um álcool e um alqueno. Foram realizados experimentos que envolviam

Leia mais

Lista de Exercícios 4 Indústrias Químicas Resolução pelo Monitor: Rodrigo Papai de Souza

Lista de Exercícios 4 Indústrias Químicas Resolução pelo Monitor: Rodrigo Papai de Souza Lista de Exercícios 4 Indústrias Químicas Resolução pelo Monitor: Rodrigo Papai de Souza 1) a-) Calcular a solubilidade do BaSO 4 em uma solução 0,01 M de Na 2 SO 4 Dissolução do Na 2 SO 4 : Dado: BaSO

Leia mais

P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 11/10/08

P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 11/10/08 P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 11/10/08 Nome: Gabarito Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a 2,5 2 a 2,5 3 a 2,5 4 a 2,5 Total 10,0 Constantes: R 8,314 J mol -1 K -1 0,0821

Leia mais

Preparação e padronização de uma solução 0,10 mol/l de ácido clorídrico

Preparação e padronização de uma solução 0,10 mol/l de ácido clorídrico Universidade Estadual de Goiás UnUCET - Anápolis Química Industrial Química Experimental II Preparação e padronização de uma solução 0,10 mol/l de ácido clorídrico Alunos: Bruno Ramos; Wendel Thiago; Thales

Leia mais

Prof a. Dr a. Luciana M. Saran

Prof a. Dr a. Luciana M. Saran HCl 0,1N FCAV/UNESP CURSO: Agronomia DISCIPLINA: Química Analítica Fundamentos da Análise Titrimétrica (Volumétrica) NaOH 0,1N Prof a. Dr a. Luciana M. Saran Fenolftaleína 1 O QUE É? ANÁLISE TITRIMÉTRICA

Leia mais

QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier. Prática 03 Síntese do Oxalato de Bário

QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier. Prática 03 Síntese do Oxalato de Bário UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE QUÍMICA DQMC QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier Prática 03 Síntese do Oxalato

Leia mais

QUESTÃO 01 Analise este gráfico, em que se mostra o resultado de um experimento de decomposição térmica de uma substância orgânica:

QUESTÃO 01 Analise este gráfico, em que se mostra o resultado de um experimento de decomposição térmica de uma substância orgânica: QUESTÃO 01 Analise este gráfico, em que se mostra o resultado de um experimento de decomposição térmica de uma substância orgânica: 1. Considere que, durante esse experimento, a diminuição de massa se

Leia mais

Reacções e Estrutura de Sólidos Inorgânicos

Reacções e Estrutura de Sólidos Inorgânicos Unidade Curricular de Química Geral e Inorgânica Relatório do Trabalho Laboratorial n.º 6 Reacções e Estrutura de Sólidos Inorgânicos Elaborado por: Diana Patrícia Reis Cunha Jéssica Lopes Figueiredo Turma

Leia mais

Simulador de Química Reações de dupla-troca

Simulador de Química Reações de dupla-troca Lista de exercícios A seguir, apresentamos uma série de exercícios relacionados ao tema de reações de dupla- -troca. Na primeira parte, estão atividades baseadas no conteúdo multimídia Simulador de Química

Leia mais

química FUVEST ETAPA Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2 c) Determine o volume adicionado da solução

química FUVEST ETAPA Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2 c) Determine o volume adicionado da solução Química QUESTÃO 1 Um recipiente contém 100 ml de uma solução aquosa de H SO 4 de concentração 0,1 mol/l. Duas placas de platina são inseridas na solução e conectadas a um LED (diodo emissor de luz) e a

Leia mais

Equilíbrio Químico do íon bicarbonato: Efeito da concentração. Introdução. Materiais Necessários

Equilíbrio Químico do íon bicarbonato: Efeito da concentração. Introdução. Materiais Necessários Intro 01 Introdução O equilíbrio químico do íon bicarbonato faz parte de uma série de sistemas como formação das cavernas, equilíbrio no sangue e no oceano. Como a concentração de CO 2 pode afetar o equilíbrio

Leia mais

SOLUÇÕES. 3) (UNIFOR) O gráfico seguinte dá a solubilidade em água do açúcar de cana em função da temperatura.

SOLUÇÕES. 3) (UNIFOR) O gráfico seguinte dá a solubilidade em água do açúcar de cana em função da temperatura. SOLUÇÕES 1) (FEI) Tem-se 500g de uma solução aquosa de sacarose (C 12 H 22 O 11 ), saturada a 50 C. Qual a massa de cristais que se separam da solução, quando ela é resfriada até 30 C? Dados: Coeficiente

Leia mais

Química Geral Experimental - Aula 10

Química Geral Experimental - Aula 10 Química Geral Experimental - Aula 10 Título da Prática: Reações Químicas (Parte l) Objetivos: Determinar a concentração exata (padronizar) de soluções aquosas diluídas de ácidos e bases fortes utilizando

Leia mais

ATENÇÃO: O DESENVOLVIMENTO TEÓRICO DAS QUESTÕES É OBRIGATÓRIO

ATENÇÃO: O DESENVOLVIMENTO TEÓRICO DAS QUESTÕES É OBRIGATÓRIO IX Olimpíada Capixaba de Química 2011 Prova do Grupo II 2 a série do ensino médio Fase 02 Aluno: Idade: Instituição de Ensino: Coordenador da Instituição de Ensino: ATENÇÃO: O DESENVOLVIMENTO TEÓRICO DAS

Leia mais

Resolução: 0,86ºC. x = 0,5 mol etanol/kg acetona. 0,5 mol 1000 g de acetona. 200 g de acetona. y = 0,1 mol de etanol. 1 mol de etanol (C 2 H 6 O) 46 g

Resolução: 0,86ºC. x = 0,5 mol etanol/kg acetona. 0,5 mol 1000 g de acetona. 200 g de acetona. y = 0,1 mol de etanol. 1 mol de etanol (C 2 H 6 O) 46 g (ACAFE) Foi dissolvida uma determinada massa de etanol puro em 200 g de acetona acarretando em um aumento de 0,86 C na temperatura de ebulição da acetona. Dados: H: 1 g/mol, C: 12 g/mol, O: 16 g/mol. Constante

Leia mais

TITULAÇÃO ÁCIDO-BASE

TITULAÇÃO ÁCIDO-BASE Introdução a Analise Química - II sem/2013 Profa Ma Auxiliadora - 1 Universidade Federal de Juiz de Fora Instituto de Ciências Exatas Departamento de Química Disciplina QUIO94 - Introdução à Análise Química

Leia mais

ELETROQUÍMICA (Parte II)

ELETROQUÍMICA (Parte II) ELETROQUÍMICA (Parte II) I ELETRÓLISE A eletrólise é um processo de oxirredução não espontâneo, em que a passagem da corrente elétrica em uma solução eletrolítica (solução com íons), produz reações químicas.

Leia mais

Professora Sonia - Química para o Vestibular Questões Resolvidas Hidrólise Salina (com respostas e resoluções no final)

Professora Sonia - Química para o Vestibular Questões Resolvidas Hidrólise Salina (com respostas e resoluções no final) Questões Resolvidas Hidrólise Salina (com respostas e resoluções no final) 01. (Uftm) Em soluções aquosas de acetato de sódio, o íon acetato sofre hidrólise: 3 l 3 CH COO (aq) + H O( ) CH COOH (aq) + OH

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS

IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS PRÁTICA N o. 02 IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS OBJETIVOS: Esta prática tem como objetivo a identificação e confirmação de grupos funcionais de aldeídos e

Leia mais

A limpeza de pisos de mármore normalmente é feita com solução de ácido clorídrico comercial (ácido muriático).

A limpeza de pisos de mármore normalmente é feita com solução de ácido clorídrico comercial (ácido muriático). 61 b A limpeza de pisos de mármore normalmente é feita com solução de ácido clorídrico comercial (ácido muriático). Essa solução ácida ataca o mármore, desprendendo gás carbônico, segundo a reação descrita

Leia mais

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL A MACROESCALA

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL A MACROESCALA PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL A MACROESCALA Parte I Produção do óxido de cobre Ponto de Partida 1- Preparar uma amostra de 300 mg de cobre a partir de um fio de cobre ou de uma folha de cobre. 2- Colocar a

Leia mais

Química Geral I. Experimento 3 Tendências Periódicas

Química Geral I. Experimento 3 Tendências Periódicas Universidade Estadual do Norte Fluminense Centro de Ciência e Tecnologia Laboratório de Ciências Químicas Química Geral I Experimento 3 Tendências Periódicas 1 - OBJETIVOS Relacionar a reatividade química

Leia mais

ANÁLISE DE ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CAMBORIÚ.

ANÁLISE DE ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CAMBORIÚ. ANÁLISE DE ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CAMBORIÚ. Naiane Ramilio 1, Ana Cristina Franzoi TEIXEIRA 2, Adriano MARTENDAL 3 1 Estudante do Curso Técnico em

Leia mais

LABORATÓRIOS ESCOLARES ESPAÇOS FLEXÍVEIS PARA APRENDER CIÊNCIAS

LABORATÓRIOS ESCOLARES ESPAÇOS FLEXÍVEIS PARA APRENDER CIÊNCIAS LABORATÓRIOS ESCOLARES ESPAÇOS FLEXÍVEIS PARA APRENDER CIÊNCIAS Escola Secundária D. Maria II Professora de Física e Química A Responsável pelos Laboratórios de Física e Química A Maria Lucinda Moreira

Leia mais

2º ANO QUÍMICA 1 PROFª ELAINE CRISTINA. Educação para toda a vida. Colégio Santo Inácio. Jesuítas

2º ANO QUÍMICA 1 PROFª ELAINE CRISTINA. Educação para toda a vida. Colégio Santo Inácio. Jesuítas 2º ANO QUÍMICA 1 1 mol 6,02.10 23 partículas Massa (g)? Massa molar Cálculo do número de mols (n) Quando juntamos duas espécies químicas diferentes e, não houver reação química entre elas, isto é, não

Leia mais

Quando juntamos duas espécies químicas diferentes e, não houver reação química entre elas, isto é, não houver formação de nova(s) espécie(s), teremos

Quando juntamos duas espécies químicas diferentes e, não houver reação química entre elas, isto é, não houver formação de nova(s) espécie(s), teremos SOLUÇÕES Quando juntamos duas espécies químicas diferentes e, não houver reação química entre elas, isto é, não houver formação de nova(s) espécie(s), teremos uma MISTURA Quando na mistura tiver apenas

Leia mais

1) Faça o balanceamento das equações abaixo:

1) Faça o balanceamento das equações abaixo: PROFESSORA: GIOVANA CARABALLO MELATTI DATA: / /2015 COMPONENTE CURRICULAR: QUÍMICA LISTA DE EXERCÍCIOS DE SALA ALUNO: LISTA DE EXERCÍCIOS REVISÃO 1) Faça o balanceamento das equações abaixo: a) C 2 H 6

Leia mais

Química Analítica Avançada: Volumetria de Neutralização. Prof a Lilian Silva 2011

Química Analítica Avançada: Volumetria de Neutralização. Prof a Lilian Silva 2011 Química Analítica Avançada: Volumetria de Neutralização Prof a Lilian Silva 2011 INTRODUÇÃO À VOLUMETRIA TITULAÇÃO Processo no qual uma solução padrão ou solução de referência é adicionada a uma solução

Leia mais

Práticas de Físico Química QB75B. Experimento 7

Práticas de Físico Química QB75B. Experimento 7 1 PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA EDERAL DO PARANÁ MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA EDERAL DO PARANÁ - UTPR DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE QUÍMICA E BIOLOGIA BACHARELADO EM QUÍMICA Práticas de ísico

Leia mais

ácido 1 base 2 base 1 ácido 2

ácido 1 base 2 base 1 ácido 2 Experimento 7 ESTUDO DE ÁCIDOS E BASES EM MEIO AQUOSO OBJETIVOS Reforçar a aprendizagem do conceito de ácidos e bases por meio de experimentos simples em meio aquoso. Identificar substâncias ácidas e básicas

Leia mais

QUÍMICA TESTES EXERCÍCIOS DE SOLUBILIDADE SÉRIE CASA

QUÍMICA TESTES EXERCÍCIOS DE SOLUBILIDADE SÉRIE CASA QUÍMICA Prof. Borges TESTES EXERCÍCIOS DE SOLUBILIDADE SÉRIE CASA 1. (Fuvest-SP) Descargas industriais de água pura aquecida podem provocar a morte de peixes em rios e lagos porque causam: a) o aumento

Leia mais

MECANISMOS BÁSICOS DE CORROSÃO

MECANISMOS BÁSICOS DE CORROSÃO Centro Universitário de Brasília Disciplina: Química Tecnológica Geral Professor: Edil Reis MECANISMOS BÁSICOS DE CORROSÃO No estudo dos processos corrosivos devem ser sempre consideradas as variáveis

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 2006 QUESTÕES OBJETIVAS

PROCESSO SELETIVO 2006 QUESTÕES OBJETIVAS 3 PROCESSO SELETIVO 2006 QUESTÕES OBJETIVAS QUÍMICA 01 - O dispositivo de segurança que conhecemos como air-bag utiliza como principal reagente para fornecer o gás N 2 (massa molar igual a 28 g mol -1

Leia mais

Química Geral 3º ANO

Química Geral 3º ANO Química Geral 3º ANO Teoria de Arrhenius Teoria Ácido-Base Teoria de Arrhenius Teoria Ácido-Base Ácido são substâncias que, dissolvidas em água, se ionizam liberando, na forma de cátions, exclusivamente

Leia mais

Revisão: Química inorgânica Soluções aquosas

Revisão: Química inorgânica Soluções aquosas QUÍMICA è Revisão: Química inorgânica Hidróxidos fortes família 1A e 2A (exceto Ca e Mg) Ácidos fortes nº de oxigênios nº de hidrogênios > 2, principalmente nítrico (HNO 3 ), clorídrico (HCl) e sulfúrico

Leia mais

PREPARAÇÃO, PADRONIZAÇÃO E DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES

PREPARAÇÃO, PADRONIZAÇÃO E DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP FACULDADE DE TECNOLOGIA FT CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MEIO AMBIENTE E DES. SUSTENTÁVEL CET-0303 QUÍMICA APLICADA PREPARAÇÃO, PADRONIZAÇÃO E DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES

Leia mais

QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier. Prática 09 Síntese do cloreto de pentaaminoclorocobalto(iii)

QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier. Prática 09 Síntese do cloreto de pentaaminoclorocobalto(iii) UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE QUÍMICA DQMC QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier Prática 09 Síntese do cloreto

Leia mais

Atividade de Recuperação Final de Química

Atividade de Recuperação Final de Química ENSINO MÉDIO Data: / /2014 Professora: Rosa Valor da prova/atividade: 2.0 Nota: Disciplina: Química Nome: n o : SÉRIE: 3ª Atividade de Recuperação Final de Química Rec. Final Instruções: Responder todas

Leia mais

Reacções de precipitação

Reacções de precipitação Precipitados Reacções de precipitação Introdução teórica O interesse das reacções de precipitação manifesta-se em diversos domínios, nomeadamente a nível geológico, biológico e industrial. Já ouviste falar

Leia mais

Oficina: O que acontece com as substâncias quando elas se transformam? Ciências da Natureza II/Ensino Médio

Oficina: O que acontece com as substâncias quando elas se transformam? Ciências da Natureza II/Ensino Médio Oficina: O que acontece com as substâncias quando elas se transformam? Ciências da Natureza II/Ensino Médio Nesta oficina, abordaremos as reações químicas, com foco nas evidências de uma transformação.

Leia mais

Zona de Transição. Azul de Timol (A) (faixa ácida) 1,2 2,8 Vermelho Amarelo. Tropeolina OO (B) 1,3 3,2 Vermelho Amarelo

Zona de Transição. Azul de Timol (A) (faixa ácida) 1,2 2,8 Vermelho Amarelo. Tropeolina OO (B) 1,3 3,2 Vermelho Amarelo ALGUNS EXERCÍCIOS SÃO DE AUTORIA PRÓPRIA. OS DEMAIS SÃO ADAPTADOS DE LIVROS CITADOS ABAIXO. Indicador Zona de Transição Cor Ácida Cor Básica Azul de Timol (A) (faixa ácida) 1,2 2,8 Vermelho Amarelo Tropeolina

Leia mais

Projeto Embuá Unidade de Aprendizagem: ENERGIA

Projeto Embuá Unidade de Aprendizagem: ENERGIA Projeto Embuá Unidade de Aprendizagem: ENERGIA Energia para realizar reações químicas: eletrólise do iodeto de potássio aquoso Existem reações químicas não espontâneas, mas que são realizadas com rapidez

Leia mais

Volumetria ácido-base (continuação) Prof a Alessandra Smaniotto QMC 5325 - Química Analítica - Farmácia Turmas 02102A e 02102B

Volumetria ácido-base (continuação) Prof a Alessandra Smaniotto QMC 5325 - Química Analítica - Farmácia Turmas 02102A e 02102B Volumetria ácido-base (continuação) Prof a Alessandra Smaniotto QMC 5325 - Química Analítica - Farmácia Turmas 02102A e 02102B Curvas de titulação ² A curva de titulação é a representação gráfica de como

Leia mais

Química - Grupo J - Gabarito

Química - Grupo J - Gabarito - Gabarito 1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Avaliador Revisor Informe a que volume deve ser diluído com água um litro de solução de um ácido fraco HA 0.10 M, de constante de ionização extremamente pequena (K

Leia mais

QUÍMICA - 3 o ANO MÓDULO 13 SAIS

QUÍMICA - 3 o ANO MÓDULO 13 SAIS QUÍMICA - 3 o ANO MÓDULO 13 SAIS Ácido ídrico eto oso ito ico ato Sal nome do ácido de origem eto ito ato nome do cátion da base de origem +y B x +x A y Como pode cair no enem O etanol é considerado um

Leia mais

Química descritiva. www.sotaodaquimica.com.br Contato: sotaodaquimica@gmail.com 1

Química descritiva. www.sotaodaquimica.com.br Contato: sotaodaquimica@gmail.com 1 Química descritiva 01. (Ita) Um copo contém uma mistura de água, acetona, cloreto de sódio e cloreto de prata. A água, a acetona e o cloreto de sódio estão numa mesma fase líquida, enquanto que o cloreto

Leia mais

EQUILÍBRIO QUÍMICO 1

EQUILÍBRIO QUÍMICO 1 EQUILÍBRIO QUÍMICO 1 1- Introdução Uma reação química é composta de duas partes separadas por uma flecha, a qual indica o sentido da reação. As espécies químicas denominadas como reagentes ficam à esquerda

Leia mais

Química em Solventes não Aquosos. Prof. Fernando R. Xavier

Química em Solventes não Aquosos. Prof. Fernando R. Xavier Química em Solventes não Aquosos Prof. Fernando R. Xavier UDESC 2013 Reações químicas podem acontecer em cada uma das fases ordinárias da matéria (gasosa, líquida ou sólida). Exemplos: Grande parte das

Leia mais

TURMA DE MEDICINA - QUÍMICA

TURMA DE MEDICINA - QUÍMICA Prof. Borges / Lessa TURMA DE MEDICINA - QUÍMICA AULA 06 DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES Diluir significa adicionar solvente a uma solução que já existe. Este método faz com que o volume de solução aumente e a concentração

Leia mais

FICHA DE TRABALHO DE FÍSICA E QUÍMICA A MAIO 2011

FICHA DE TRABALHO DE FÍSICA E QUÍMICA A MAIO 2011 FICHA DE TRABALHO DE FÍSICA E QUÍMICA A MAIO 2011 APSA Nº21 11º Ano de Escolaridade 1- Classifique, justificando, as soluções aquosas dos sais que se seguem como ácidas, básicas ou neutras. a) CaCO 3 b)

Leia mais

SOLUÇÕES. As misturas homogêneas possuem uma fase distinta. As misturas heterogêneas possuem duas ou mais fases distintas.

SOLUÇÕES. As misturas homogêneas possuem uma fase distinta. As misturas heterogêneas possuem duas ou mais fases distintas. QUÍMICA PROF - 3C13 SOLUÇÕES As misturas podem ser homogêneas ou heterogêneas. As misturas homogêneas possuem uma fase distinta. As misturas heterogêneas possuem duas ou mais fases distintas. Solução é

Leia mais

A A A A A A A A A A A A A A A

A A A A A A A A A A A A A A A QUÍMIC 1 Em um balão de paredes rígidas, foram colocados 0,200 g de gás hidrogênio, 6,400 g de gás oxigênio e um material sólido que absorve água. O volume do balão é de 4,480 Leémantido à temperatura

Leia mais

Colégio João Paulo I

Colégio João Paulo I Colégio João Paulo I Laboratório de Química Roteiros de aulas práticas I Prof.: Cristiano Alfredo Rupp 1 Índice: NORMAS DE SEGURANÇA NO LABORATÓRIO DE QUÍMICA Pág. 3 EQUIPAMENTOS E VIDRARIAS MAIS UTILIZADOS

Leia mais

química 2 Questão 37 Questão 38 Questão 39 alternativa C na alternativa B. Sabendo-se que a amônia (NH 3)

química 2 Questão 37 Questão 38 Questão 39 alternativa C na alternativa B. Sabendo-se que a amônia (NH 3) química 2 Questão 37 Questão 38 abendo-se que a amônia (N 3) é constituída por moléculas polares e apresenta boa solubilidade em água. o diclorometano (2 2) não possui isômeros. ua molécula apresenta polaridade,

Leia mais

AL 1.2-12º ano: UM CICLO DE COBRE. Protocolo experimental

AL 1.2-12º ano: UM CICLO DE COBRE. Protocolo experimental Projeto Ciência Viva INTRODUÇÃO À QUÍMICA VERDE, COMO SUPORTE DA SUSTENTABILIDADE, NO ENSINO SECUNDÁRIO AL 1.2-12º ano: UM CICLO DE COBRE Protocolo experimental 1. REAGENTES Reagentes estequiométricos

Leia mais

TITULAÇÃO DE ÁCIDO-BASE

TITULAÇÃO DE ÁCIDO-BASE Universidade Federal de Juiz de Fora Instituto de Ciências Exatas Departamento de Química Introdução a Analise Química - II sem/2012 Profa Ma Auxiliadora - 1 Disciplina QUIO94 - Introdução à Análise Química

Leia mais

UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA

UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA DISCIPLINA BIOQUÍMICA ESTRUTURAL Ministrante: Prof. Dr. Carlos Alberto de Almeida

Leia mais

Experimento 4 Cromatografia de papel

Experimento 4 Cromatografia de papel Experimento 4 Cromatografia de papel Objetivo Estudo da cromatografia de papel como método de separação e caracterização. Temas abordados Misturas homogêneas, técnicas de separação, forças intermoleculares,

Leia mais

Prof. Jair Alberto. Funções Inorgânicas. Prof. Busato. Química

Prof. Jair Alberto. Funções Inorgânicas. Prof. Busato. Química Prof. Jair Alberto Funções Inorgânicas Funções químicas Função química corresponde a um conjunto de substâncias que apresentam propriedades químicas semelhantes. As substâncias inorgânicas podem ser classificadas

Leia mais

Questão 61. Questão 63. Questão 62. alternativa B. alternativa B. alternativa D

Questão 61. Questão 63. Questão 62. alternativa B. alternativa B. alternativa D Questão 61 A limpeza de pisos de mármore normalmente é feita com solução de ácido clorídrico comercial (ácido muriático). Essa solução ácida ataca o mármore, desprendendo gás carbônico, segundo a reação

Leia mais

A) Escreva a equação que representa a semi-reação de redução e seu respectivo potencial padrão.

A) Escreva a equação que representa a semi-reação de redução e seu respectivo potencial padrão. QUÍMICA QUESTÃ 01 Aparelhos eletrônicos sem fio, tais como máquinas fotográficas digitais e telefones celulares, utilizam, como fonte de energia, baterias recarregáveis. Um tipo comum de bateria recarregável

Leia mais

Atividade 03 - AVALIAÇÃO AMBIENTAL DAS ÁGUAS PRÓXIMAS A ATIVIDADES MINERADORAS DE CALCÁRIO

Atividade 03 - AVALIAÇÃO AMBIENTAL DAS ÁGUAS PRÓXIMAS A ATIVIDADES MINERADORAS DE CALCÁRIO Atividade 03 - AVALIAÇÃO AMBIENTAL DAS ÁGUAS PRÓXIMAS A ATIVIDADES MINERADORAS DE CALCÁRIO Prof. Dr. Anelise Marlene Schmidt Técnico Químico Guilherme Pacheco Casa Nova André Luiz Cordeiro Ferreira, CSTM

Leia mais

FATORES QUE AFETAM AS VELOCIDADES DAS REAÇÕES. 2. As concentrações dos reagentes. 3. A temperatura na qual a reação ocorre.

FATORES QUE AFETAM AS VELOCIDADES DAS REAÇÕES. 2. As concentrações dos reagentes. 3. A temperatura na qual a reação ocorre. CINÉTICA QUÍMICA FATORES QUE AFETAM AS VELOCIDADES DAS REAÇÕES 1. O estado físico dos reagentes. 2. As concentrações dos reagentes. 3. A temperatura na qual a reação ocorre. 4. A presença de um catalisador.

Leia mais

Química Geral I Aula 9 07/04/2016

Química Geral I Aula 9 07/04/2016 Química Geral I Aula 9 07/04/2016 Curso de Química Licenciatura 2016-1 Prof. Udo Eckard Sinks Reações com Formação de Produtos Gasosos, Classificação de Reações em Solução Aquosa, Reações de Oxirredução,

Leia mais

). Escreva a equação balanceada que representa essa transformação. Resolução: CaCO 3(s) O (,) 1 CO 2(g)

). Escreva a equação balanceada que representa essa transformação. Resolução: CaCO 3(s) O (,) 1 CO 2(g) Resolução das atividades complementares 4 Química Q59 Reações de dupla troca p. 65 1 (Fuvest-SP) A chuva ácida pode transformar o mármore das estátuas em gesso (Ca ). Escreva a equação balanceada que representa

Leia mais

Aulas 13 e 14. Soluções

Aulas 13 e 14. Soluções Aulas 13 e 14 Soluções Definição Solução é a denominação ao sistema em que uma substância está distribuída, ou disseminada, numa segunda substância sob forma de pequenas partículas. Exemplos Dissolvendo-se

Leia mais

FUNÇÕES INORGÂNICAS. Ácido, Base, Sal e Óxido. Paulo Migoto

FUNÇÕES INORGÂNICAS. Ácido, Base, Sal e Óxido. Paulo Migoto FUNÇÕES INORGÂNICAS Ácido, Base, Sal e Óxido Paulo Migoto Caderno II Frente II ÁCIDOS E BASES (HIDRÓXIDOS) Aulas 10 a 12 Paulo Migoto Funções químicas Função química corresponde a um conjunto de substâncias

Leia mais

E X P E R I Ê N C I A S D E 1º A N O

E X P E R I Ê N C I A S D E 1º A N O E X P E R I Ê N C I A S D E 1º A N O PROF. AGAMENON ROBERTO < 2007 > Prof. Agamenon Roberto 1º ANO EXPERIÊNCIAS 2 1ª e 2ª EXPERIÊNCIAS DESTILAÇÃO SIMPLES E DESTILAÇÃO FRACIONADA OBJETIVO: Mostrar como

Leia mais

~ 1 ~ Olimpíada de Química do Rio Grande do Sul 2012

~ 1 ~ Olimpíada de Química do Rio Grande do Sul 2012 Questão 02: Ao nosso redor vemos diversos materiais assumindo os estados sólido, líquido ou gasoso. Abaixo você vê uma imagem mostrando água pura nos três estados físicos mais comuns. MODALIDADE EM-1 Nº

Leia mais

Ciências Físico-Químicas Ano Lectivo 2010/2011

Ciências Físico-Químicas Ano Lectivo 2010/2011 Ciências Físico-Químicas Ano ectivo 2010/2011 Nome 7.º Ano Turma Número Mudanças de estado físico, ponto de fusão, ponto de ebulição e concentração mássica 1. Indique, justificando, se a temperatura a

Leia mais

Exercícios de ph Turma Evolução

Exercícios de ph Turma Evolução . A forma dos fios do cabelo (liso ou ondulado) se deve à forma das estruturas proteicas da queratina. Promovendo reações químicas nas ligações dissulfeto (RSSR) presentes na proteína, é possível alterar

Leia mais

Universidade de São Paulo. Instituto de Química. Proposta de experimento didático para a disciplina QFL 3201

Universidade de São Paulo. Instituto de Química. Proposta de experimento didático para a disciplina QFL 3201 Universidade de São Paulo Instituto de Química Proposta de experimento didático para a disciplina QFL 3201 Larissa Ciccotti São Paulo 2010 A disciplina Química das Águas (QFL 3201) contou com cinco aulas

Leia mais

H = +25,4 kj / mol Neste caso, dizemos que a entalpia da mistura aumentou em 25,4 kj por mol de nitrato de amônio dissolvido.

H = +25,4 kj / mol Neste caso, dizemos que a entalpia da mistura aumentou em 25,4 kj por mol de nitrato de amônio dissolvido. Lei de Hess 1. Introdução Termoquímica é o ramo da termodinâmica que estuda o calor trocado entre o sistema e sua vizinhança devido à ocorrência de uma reação química ou transformação de fase. Desta maneira,

Leia mais

S O L U Ç Õ E S PROF. AGAMENON ROBERTO < 2011 >

S O L U Ç Õ E S PROF. AGAMENON ROBERTO < 2011 > S O L U Ç Õ E S PROF. AGAMENON ROBERTO < 011 > SOLUÇÕES MISTURAS Quando juntamos duas espécies químicas diferentes e, não houver reação química entre elas, isto é, não houver formação de nova(s) espécie(s),

Leia mais

Preparar e padronizar uma solução aquosa de hidróxido de sódio 0,1mol/L para posteriormente determinar a acidez de amostras.

Preparar e padronizar uma solução aquosa de hidróxido de sódio 0,1mol/L para posteriormente determinar a acidez de amostras. Pág. 1 de 8 I - OBJETIVOS Preparar e padronizar uma solução de ácido clorídrico 0,1mol/L para posterior determinação de pureza de amostras alcalinas. Preparar e padronizar uma solução aquosa de hidróxido

Leia mais

SÍNTESES. Francisco Roque, nº9 11ºA

SÍNTESES. Francisco Roque, nº9 11ºA SÍNTESES Francisco Roque, nº9 11ºA OBJECTIVOS A- Produzir sinteticamente sulfato de magnésio (MgSO 4 ) através da reacção entre ácido sulfúrico (H 2 SO 4 ) e carbonato de magnésio (MgCO 3 ). B- Sintetizar

Leia mais

UFMG - 2004 3º DIA QUÍMICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

UFMG - 2004 3º DIA QUÍMICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR UFMG - 2004 3º DIA QUÍMICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Química Questão 01 Os metais alcalinos, ao reagirem com água, produzem soluções dos respectivos hidróxidos e gás hidrogênio. Esta tabela apresenta

Leia mais

Físico-Química Experimental I Bacharelado em Química Engenharia Química

Físico-Química Experimental I Bacharelado em Química Engenharia Química Físico-Química Experimental I Bacharelado em Química Engenharia Química Prof. Dr. Sergio Pilling Prática 2 Soluções & Titulação Condutométrica. Revisão sobre preparação de soluções (concentração, molaridade,

Leia mais

TIPOS DE MÉTODOS ELETROANALÍTICOS

TIPOS DE MÉTODOS ELETROANALÍTICOS CONDUTOMETRIA TIPOS DE MÉTODOS ELETROANALÍTICOS CONDUTOMETRIA Baseia-se em medições de condutância das soluções iônicas (seio da solução). A condução de eletricidade através das soluções iônicas é devida

Leia mais

REAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃO TOTAL

REAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃO TOTAL REAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃO TOTAL Reação da salificação com neutralização total do ácido e da base Todos os H + ionizáveis do ácido e todos os OH - da base são neutralizados. Nessa reação, forma-se um sal

Leia mais

TIPOS DE REAÇÕES QUÍMICAS MATERIAL RETIRADO PARCIALMENTE OU NA INTEGRA DE LISTAS DE EXERCÍCIOS ENCONTRADAS NA INTERNET

TIPOS DE REAÇÕES QUÍMICAS MATERIAL RETIRADO PARCIALMENTE OU NA INTEGRA DE LISTAS DE EXERCÍCIOS ENCONTRADAS NA INTERNET TIPOS DE REAÇÕES QUÍMICAS MATERIAL RETIRADO PARCIALMENTE OU NA INTEGRA DE LISTAS DE EXERCÍCIOS ENCONTRADAS NA INTERNET 1. Unifor-CE O metal potássio reage vigorosamente com água, produzindo hidrogênio

Leia mais

Coagulação ST 502 ST 503. Discentes: : Alyson Ribeiro Daniel Morales Denise Manfio Jenifer Silva Paula Dell Ducas Wander Zapata

Coagulação ST 502 ST 503. Discentes: : Alyson Ribeiro Daniel Morales Denise Manfio Jenifer Silva Paula Dell Ducas Wander Zapata Coagulação e Floculação ST 502 ST 503 Docente: : Profº Peterson Bueno de Moraes Discentes: : Alyson Ribeiro Daniel Morales Denise Manfio Jenifer Silva Paula Dell Ducas Wander Zapata 1. Introdução A água

Leia mais

Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal FCAV - UNESP. CURSO: Agronomia. DISCIPLINA: Química Geral

Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal FCAV - UNESP. CURSO: Agronomia. DISCIPLINA: Química Geral Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal FCAV - UNESP CURSO: Agronomia DISCIPLINA: Química Geral ASSUNTO: Soluções e Unidades de Concentração 1 1. TIPOS MAIS COMUNS DE SOLUÇÃO Solução

Leia mais

EQUILÍBRIO IÔNICO Solução [H+] (mol.l-1) CORRETO CORRETO III III

EQUILÍBRIO IÔNICO Solução [H+] (mol.l-1) CORRETO CORRETO III III EQUILÍBRIO IÔNICO 1- (PUCRS) Para a identificação do caráter ácido ou básico de um meio, usam-se substâncias indicadoras, como a fenolftaleína e o tornassol. Assim, um indicador ácido-base apresenta, em

Leia mais

Pilha de moedas. Introdução. Materiais Necessários

Pilha de moedas. Introdução. Materiais Necessários Intro 01 Introdução A pilha eletroquímica é um sistema constituído por anodo (eletrodo de oxidação), catodo (eletrodo de redução), eletrólito (condutor iônico) e condutor metálico (condutor de corrente

Leia mais

Dissociação e Ionização. Dissociação iônica

Dissociação e Ionização. Dissociação iônica 2ª Fase - Funções da química inorgânica Investigando caminhos As substâncias sejam da Química Orgânica ou Inorgânica são divididas em grupos denominados funções químicas. As substâncias que pertencem a

Leia mais

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA FICHA DE EQUILÍBRIO DE SOLUBILIDADE

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA FICHA DE EQUILÍBRIO DE SOLUBILIDADE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA FICHA DE EQUILÍBRIO DE SOLUBILIDADE 1. 1.1. s(cdcl 2 ) = 114,1g/100g H 2 O M(CdCl 2 )= 183,3 g/mol M(H 2 O) = 18,0 g/mol x(cdcl 2 ) = n (CdCl2)/n total m(h 2 O) = 100 g e m(cdcl

Leia mais

QUÍMICA SEGUNDA ETAPA - 1997

QUÍMICA SEGUNDA ETAPA - 1997 QUÍMICA SEGUNDA ETAPA - 1997 QUESTÃO 01 Os valores das sucessivas energias de ionização de um átomo constituem uma evidência empírica da existência de níveis de energia. Os diagramas abaixo pretendem representar,

Leia mais

ESTUDO DA CINÉTICA DE HIDRÓLISE ÁCIDA DO COMPOSTO Trans-[(Co(en) 2 Cl 2 )Cl]

ESTUDO DA CINÉTICA DE HIDRÓLISE ÁCIDA DO COMPOSTO Trans-[(Co(en) 2 Cl 2 )Cl] TRABALHO 3 ESTUDO DA CINÉTICA DE HIDRÓLISE ÁCIDA DO COMPOSTO Trans-[(Co(en) 2 Cl 2 )Cl] 1. OBJECTIVO Estudo da cinética da reacção de hidrólise ácida do composto Trans-[Co(en) 2 Cl 2 ]Cl. Determinação

Leia mais

Química Geral Experimental II. Experimento Nº2. Fatores que Favorecem uma Reação Química. Profª Maria da Rosa Capri Orientado: João Vitor S.

Química Geral Experimental II. Experimento Nº2. Fatores que Favorecem uma Reação Química. Profª Maria da Rosa Capri Orientado: João Vitor S. Química Geral Experimental II Experimento Nº2 Fatores que Favorecem uma Reação Química Profª Maria da Rosa Capri Orientado: João Vitor S. Fogaça Este material pode ser utilizado exclusivamente para fins

Leia mais

Para facilitar o estudo da Química, as substâncias são divididas em grupos, chamados de funções químicas!!!!

Para facilitar o estudo da Química, as substâncias são divididas em grupos, chamados de funções químicas!!!! Para facilitar o estudo da Química, as substâncias são divididas em grupos, chamados de funções químicas!!!! As principais funções inorgânicas são: ácidos, bases, sais e óxidos. Ácidos Uma características

Leia mais

Prova de Química Resolvida Segunda Etapa Vestibular UFMG 2011 Professor Rondinelle Gomes Pereira

Prova de Química Resolvida Segunda Etapa Vestibular UFMG 2011 Professor Rondinelle Gomes Pereira QUESTÃO 01 Neste quadro, apresentam-se as concentrações aproximadas dos íons mais abundantes em uma amostra de água típica dos oceanos e em uma amostra de água do Mar Morto: 1. Assinalando com um X a quadrícula

Leia mais

O trabalho de química no Ensino Fundamental I. Identificação: Patrícia Aparecida Schmidt Roselli, psicopedagoga, Colégio Sidarta Cotia / SP.

O trabalho de química no Ensino Fundamental I. Identificação: Patrícia Aparecida Schmidt Roselli, psicopedagoga, Colégio Sidarta Cotia / SP. O trabalho de química no Ensino Fundamental I Identificação: Patrícia Aparecida Schmidt Roselli, psicopedagoga, Colégio Sidarta Cotia / SP. Modalidade: Relato de experiência. Resumo: O trabalho de química

Leia mais

Palavra chaves: Aula experimental, físico-química, contextualização.

Palavra chaves: Aula experimental, físico-química, contextualização. 1 AULA EXPERIMENTAL NO ENSINO DA FISICO-QUÍMICA Pequeno, Maria da Conceição Santos¹ Acadêmica do Curso de Lic. em Química da UFRR, PIBID/química E-mail: marry.maria1@hotmail.com Taveira, Maria Lúcia² Coordenadora

Leia mais

RESOLUÇÃO DA PROVA DE QUÍMICA DA UFRGS 2011

RESOLUÇÃO DA PROVA DE QUÍMICA DA UFRGS 2011 RESOLUÇÃO DA PROVA DE QUÍMICA DA UFRGS 2011 Questão 26 Como a questão pede a separação do sólido solúvel do líquido, o único processo recomendado é a destilação simples. Lembrando que filtração e decantação

Leia mais

TRATAMENTO DA ÁGUA PARA GERADORES DE VAPOR

TRATAMENTO DA ÁGUA PARA GERADORES DE VAPOR Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br 1 INTRODUÇÃO: A água nunca está em estado puro, livre de

Leia mais

b) Baseando-se nas forças intermoleculares predominantes, explique por que a temperatura de ebulição do isopropanol é maior do que o da acetona.

b) Baseando-se nas forças intermoleculares predominantes, explique por que a temperatura de ebulição do isopropanol é maior do que o da acetona. QUÍMICA Professores: Andréia, Herval e Thiago Comentário Geral A equipe de Química do Curso Domínio parabeniza a Comissão do Processo Seletivo da UFPR pela evolução percebida a cada ano da prova de química

Leia mais

Departamento de Química Inorgânica 2. SOLUÇÕES

Departamento de Química Inorgânica 2. SOLUÇÕES 2. SOLUÇÕES I. INTRODUÇÃO Soluções são misturas homogêneas de dois ou mais componentes, sendo que estes estão misturados uniformemente em nível molecular. Em nosso cotidiano temos diversos exemplos de

Leia mais

Professora Sonia Exercícios Sobre SeparaÇão de misturas (Análise imediata)

Professora Sonia Exercícios Sobre SeparaÇão de misturas (Análise imediata) Exercícios Sobre SeparaÇão de misturas (Análise imediata) 01. Preencha os quadros a seguir com a descrição da utilização de cada equipamento de laboratório: 1 02. (Cesgranrio) Numa das etapas do tratamento

Leia mais

Atividade de Autoavaliação Recuperação 2 os anos Rodrigo ago/09

Atividade de Autoavaliação Recuperação 2 os anos Rodrigo ago/09 Química Atividade de Autoavaliação Recuperação 2 os anos Rodrigo ago/09 Re Resolução 1. O carbeto de cálcio CaC 2 (s) (massa molar = 64 g mol 1 ), também conhecido como carbureto, pode ser obtido aquecendo-se

Leia mais