MUDANÇAS NA LEI Nº /2009: QUALIFICANDO A CERTIFICAÇÃO NO ÂMBITO DO SUS. Brunno Carrijo

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1 MUDANÇAS NA LEI Nº /2009: QUALIFICANDO A CERTIFICAÇÃO NO ÂMBITO DO SUS Brunno Carrijo 06/05/2014

2 A FILANTROPIA NO ÂMBITO DOSUS 5.5milestabelecimentos filantrópicos Mais de3milprestam serviços ao SUS 1.7 milmunicípios possuem entidades filantrópicas que atendem SUS 951municípios contam apenas com hospitais filantrópicos na rede Cerca de 350hospitais filantrópicos são 100% SUS 1 O setor filantrópico responde por 26%doshospitais que prestam serviços ao SUS 37%dosleitos SUS e 41%dasinternações SUS (Fev/2014)

3 Distribuição geográfica das Entidades Beneficentes que prestam serviços ao SUS.

4 Sínteseda Evolução da Certificação no Ministério da Saúde 2009/2010:A responsabilidade da certificação passa para o MS, que inicia os trabalhosparaa regulamentação da Lei; Abril de 2011:Início efetivo das atividades de Certificação no Ministério dasaúde; Junho/2012:Início das atividades de Supervisão dasentidades certificadaspelo Ministério dasaúde. 2011/2014:3.750milrequerimentos de concessão/renovação protocolados no Ministério da Saúde. AtéMaiode2014a demanda global do DCEBASésuperior a12mil documentos. FONTE: SISCEBAS/DCEBAS/SAS/MS Atualizadoem 02/05/2014

5 DCEBAS: RESULTADOS OPERACIONAIS 88,5%de requerimentos foramanalisados, considerando o total de requerimentos até OUTUBRO de 2013(3.750). 51,75%de processos foramconcluídos, 29,83%por decisão publicada. 13,46%por outros procedimentos administrativos. 84,33%dasdecisões publicadas foram pelodeferimento. 36,7%do total de processos encontram-se suspensos por motivo de diligência, em decorrência da ausência de documentos ou insuficiência de informações. 28%das entidades certificadas pelo MS já foram supervisionados pelo MS. 99%das entidades supervisionadas comprovaram o cumprimento dos requisitos de Certificação e mantiveram o CEBAS.

6 MUDANÇASQUE QUALIFICAM A CERTIFICAÇÃO NO ÂMBITO DOSUS LEI Nº , de 27 de novembro de 2014 LEI Nº ,de15de outubro de 2013.

7 A LEI12.101/2009:MUDANÇAS QUE QUALIFICAM A CERTIFICAÇÃO NO ÂMBITO DOSUS ALTERAÇÃO DO INCISO I DO ART. 4º A alteração simplificou a regra, pois não exige mais que as entidades comprovem o cumprimento das metas do contrato para obter o CEBAS. Mantém a exigência do contrato/convênio/congênere celebrado como gestor dosus. O CEBAS contribui para o fortalecimento dapactuação entre gestores eprestadores

8 A LEI12.101/2009:MUDANÇAS QUE QUALIFICAM A CERTIFICAÇÃO NO ÂMBITO DOSUS INCLUSÃO DO 3º DO ART. 4º Aquelasentidades que desenvolvem as ações prioritárias desaúde, definidas pelo MS, fazem jus aumincremento paraalcançar o percentual mínimo de 60% de serviços para o SUS. Aregra era prevista na Portaria GM/MS nº 1.970/2011 foi inserida na Lei. A regra atual do CEBAS incentiva o desenvolvimento das ações prioritárias de saúde pelas entidades filantrópicas, potencializando a atuação dessas instituições nas Redes de Atenção à Saúde (RAS).

9 A LEI12.101/2009:MUDANÇAS QUE QUALIFICAM A CERTIFICAÇÃO NO ÂMBITO DOSUS INCLUSÃO DO ART. 6ºA As entidades que não alcançarem o percentual mínimo de 60% de serviços prestados ao SUS, no exercício fiscal anterior ao do requerimento, poderão renovar o CEBAS secumprirem os 60% com base na média dos últimos anos da Certificação. Atenção:Essa regra se aplica apenas àquelas entidades que prestaram, no mínimo, 50% de serviços ao SUS em cada um dos anos. O art. 7º da Lei nº /2013 prevê a aplicação dessa regra aos requerimentos de renovação pendentes de julgamento

10 A LEI12.101/2009:MUDANÇAS QUE QUALIFICAM A CERTIFICAÇÃO NO ÂMBITO DOSUS INCLUSÃO DO ART. 7ºA Inclui na regra da Certificação ascomunidades terapêuticasqualificadas pelo MS como entidades de saúde e que prestam serviços ao SUS. A qualificação como entidade de saúde e a prestação de serviços ao SUS observará o regulamento do Ministério da Saúde. Os serviços deverão ser prestados por meio decontrato/convênio/congênerecelebrado com o gestor do SUS.

11 A LEI12.101/2009:MUDANÇAS QUE QUALIFICAM A CERTIFICAÇÃO NO ÂMBITO DOSUS INCLUSÃO DO ART. 8ºA Admite a Certificação deentidades com atuação exclusiva na Promoção da Saúde, com 100% da execução das ações e serviços sem cobrança de contraprestação do usuário. A execução das ações e serviços de saúde em gratuidade na Promoção da Saúde deverão ser pactuados por meio decontrato/convênio/congênerecelebrado com o gestor do SUS. O 3º do Art. 8ºA estabelece lista exemplificativa de áreas nas quais poderão ser desenvolvidas as ações e serviços de gratuidade em Promoção da Saúde.

12 A LEI12.101/2009:MUDANÇAS QUE QUALIFICAM A CERTIFICAÇÃO NO ÂMBITO DOSUS INCLUSÃO DO ART. 8ºB Admite a Certificação daquelascomunidades terapêuticasque executem exclusivamente ações de Promoção da Saúdevoltadas para pessoas com transtornos decorrentes do uso, abuso ou dependência de drogas. Essas entidades deverão comprovar a aplicação de20% de sua receita bruta em ações de gratuidade. A execução das ações de gratuidade na Promoção da Saúde deverão ser pactuadas com o gestor do SUS por meio decontrato/convênio/congênere.

13 A LEI12.101/2009:MUDANÇAS QUE QUALIFICAM A CERTIFICAÇÃO NO ÂMBITO DOSUS ALTERAÇÃO DO 1º DO ART. 24 Agora, as entidades podem protocolar seus requerimentos de renovaçãoaté o vencimento do CEBAS. ATENÇÃO:Requerimentos protocoladosantes de 360 dias do vencimento do CEBASNÃO SERÃO CONHECIDOS.

14 A LEI12.101/2009:MUDANÇAS QUE QUALIFICAM A CERTIFICAÇÃO NO ÂMBITO DOSUS REGRASDE TRANSIÇÃO ART. 12 DA LEI Nº /2013 Requerimentos de renovação protocolados entre 30/11/2009 e16/10/2013,antes do vencimento do CEBAS. TEMPESTIVOS Requerimentos de renovação protocolados entre 30/11/2009 e31/12/2010,até 360 dias após ovencimento do CEBAS. Mais de 300entidades terão seus requerimentos consideradostempestivos, garantindo os efeitos do CEBAS no período compreendido entre o vencimento e a publicação da decisão.

15 A LEI12.101/2009:MUDANÇAS QUE QUALIFICAM A CERTIFICAÇÃO NO ÂMBITO DOSUS INCLUSÃO DO ART.38 A Definevalidade de 5 anospara o CEBAS das entidades que protocolaram o requerimento de concessão ou de renovação entre 30/11/2009 e 31/12/2011. Cerca de700 entidadespassarão a ter Certificados com vigência de 5 anos.

16 A LEI12.101/2009:MUDANÇAS QUE QUALIFICAM A CERTIFICAÇÃO NO ÂMBITO DOSUS REGRAS DE TRANSIÇÃO - ARTS.9ºE 10 DA LEI Nº /2013 DecisõesDESFAVORÁVEIS, publicadas após16/10/2013, sobre requerimentostempestivosderenovação (Dec /98). Débitostributáriosreferentes aocebasserãor e s t r i t o s a o s d i a sque antecederem a decisão final,sem multa de mora. DecisõesFAVORÁVEIS, publicadas após16/10/2013, sobre requerimentosintempestivosderenovação(dec /98). Redução do impacto financeiro paracerca de 200 entidades.

17 A LEI12.101/2009:MUDANÇAS QUE QUALIFICAM A CERTIFICAÇÃO NO ÂMBITO DOSUS REGRA DE TRANSIÇÃO - ART.15 DA LEI /2013 As entidades que protocolaram seusrequerimentos de concessão ou de renovação durante oano de 2009 obterão o CEBAScomprovando o cumprimento dos requisitos no mesmo exercício fiscal do protocolo, ou seja, também em %das entidades que tiveram o CEBAS indeferidoterãoseus processosrevistos, e poderão comprovarque cumpriram os requisitos em 2009.

18 OBRIGADO Brunno Carrijo Coordenador-Geral e Diretor-Substitutodo DCEBAS/SAS/MS Telefones: /

19 MINISTÉRIO DA SAÚDE - MS SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE SAS DEPARTAMENTO DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL EM SAÚDE OProSUSno âmbito do parcelamento das dívidas tributárias das filantrópicas. Brunno Carrijo 06/05/2014

20 PROSUS Programade fortalecimento das entidades privadas filantrópicas e das entidades sem fins lucrativos que atuam na área da saúde, e que participam de forma complementar do Sistema Único desaúde. LEINº , DE 24 DE OUTUBRO DE PORTARIA GM/MS Nº 535, DE 08 DE ABRIL DE 2014 DOU PORTARIA CONJUNTA PGFN/SRFB N 03, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2014

21 Finalidade doprosus garantir o acesso e a qualidade de ações eserviços públicosde saúde oferecidos pelosus; viabilizar a manutenção da capacidade e qualidade deatendimento; promover a recuperação de créditos tributários e nãotributáriosdevidos àunião; e apoiar a recuperação econômica e financeira das entidades de saúde privadas filantrópicas e das entidades de saúde sem fins lucrativos.

22 Disposições gerais sobre o PROSUS Programa objetiva, para aquelas entidades que se encontremem grave situação econômico- financeira,aconcessão de moratória e remissão das dívidas vencidasno âmbito da Secretaria da Receita Federal do Brasil e da Procuradoria-Geral da FazendaNacional.

23 Disposições gerais sobre o PROSUS Considera-se gravesituaçãoeconômico-financeira: Dívidaconsolidada 31/12/2013 (PGFN + SRFB + Dívidaconsolidada31/12/2013 (PGFN + SRFB) Receitabruta2013 = ou >15% dívidainstituiçõesfinanceiras) ou Receitabruta2013 = ou >30%

24 Requisitospara adesão aoprosus Art. 5º da PT Pessoa Jurídica: Entidade privada filantrópica ou entidade sem fins lucrativos Igual a Pessoa jurídicade direito privado, sem fins lucrativas. Atuaçãona área da Saúde e ser complementar aosus - CNES + Produção no SIH e SIA (ano de 2013); Comprovar ag rave situação e conômico-financeira; Propora mpliação da oferta de serviços ambulatoriais e hospitalares; Termanifestação daproposta de ampliação de oferta pelo gestor; Apresentarplano decapacidade econômico-financeira

25 Documentos - Art. 6º da Portaria GM/MS 535/14 Requerim ento de Adesão aoprosus Anexo - I; Dadosde todas as filiais da entidadesolicitante AnexoII - ; CNPJ Com provante de inscrição no Cadastro Nacional de PessoasJurídicas; Estatuto Social e os atos de designação e responsabilidade dos representante(s) legal(is) da entidade solicitante; Ata de eleição dos atuais dirigentes da entidade; declaração da entidade solicitante quanto ao oferecim ento adicional de serviços aosus; M anifestaçãodo gestor local do SUS quanto à oferta adicional de serviços de que trata o 1º do art.8º; oplanodecapacidade Econôm icaefinanceira AnexoIII -

26 Documentos - Art. 6º da Portaria GM/MS 535/14 Dem onstraçãoda grave situação econôm ica efinanceira; o balanço patrim onial dos 3 (três) últim os anos; adem onstração do resultado dos 3 (três) últimos anos; asnotas explicativas dos 3 (três) últim os anos; ofluxo de caixa dos 3 (três) últim os anos;e arelação de dívidas com instituições financeiras públicas e privadas, quandohouver. Autorização ao M inistério da Saúde de acesso às informações, junto à Secretaria da Receita Federal do Brasil, à Procuradoria-Geral da Faz Nacional e às instituições financeiras públicas e privadas, do montante das dívidas da entidadesolicitante AnexoIV - ; Termo de Cessão de DireitosCreditórios AnexoV - ;e Declaração de Anuência do Gestor Local dosus AnexoVI - ; M odelos anexo a Portaria G M /M S nº 535, de 08 de abril de 2014

27 Benefícios da adesão ao PROSUS A Moratóriaabrangeráasdívidas vencidasaté SETEMBRO de2013 Obs: Para Concessão da Moratória a entidade estásujeita a regularidade fiscal de set/13 ao mês do requerimento (Art. 5º PT Conjunta PGFN e RFB) Débitosainda não constituídosdeverão serconfessados até a data do pedido de adesão da moratória; Dívidas parceladasserão automaticamente incluídas namoratória caso a entidade não queira, deverá se manifestarse; Dívida referente à contribuição socialpela Lei Complementar nº 110, de 29 de junho de Débitos em Discussão Administrativa ou Judicial: Mediante a desistência, de forma expressa e irrevogável, da ação judicial ou da impugnação ou recursos administrativos.

28 Benefícios da adesão ao PROSUS Remissãodasdívidasvencidas Prazo para Moratória é deaté 180 meses (ou seja 15 anos) Retençãode cotaspelofundo Nacional de Saúdeou, enquanto não operacionalizada, por meio dedocumento de arrecadaçãopróprio; Montanterecolhido anualmente a título de tributos correntes implicará remissão,no mesmo valor, das dívidas incluídas namoratória (Art. 13 da PT Conjunta PGFN e RFB) Aofinal do prazode concessão da moratória, os débitos não remidosdeverão ser pagosem moeda corrente.

29 OBRIGADO Brunno Carrijo Coordenador-Geral e Diretor-Substitutodo DCEBAS/SAS/MS Telefones: /

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