POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

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1 APRESENTAÇÃO POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Este documento foi elaborado pelo setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (CSGI), criada com as seguintes atribuições: Assessorar a Direção da SESAU no tratamento de questões de segurança da informação; Elaborar uma Política de Segurança que dê sustentação às atividades de proteção da informação eletrônica da SESAU; Propor planos de segurança e de contingência para os sistemas computacionais da instituição, sempre que possível de acordo com a norma NBR 17799; Acompanhar a implantação e execução dos planos propostos. O documento aborda a segurança da rede computacional da SESAU, e seus diversos aspectos, apresentando recomendações e ações que devem ser seguidas de forma a preservar o patrimônio e a informação, no que se refere aos setores computacionais e de comunicação, e a reputação da Instituição. INTRODUÇÃO A Infra-estrutura computacional da SESAU, através da CSGI, oferece a possibilidade de se integrar a outros centros através da Internet, além da transmissão de dados entre a sede da SESAU e outras 'unidades' co-gerenciadas através do canal de comunicação oficial do governo (Infovia). Além disso, ela oferece recursos computacionais e de redes para acesso aos Sistemas de Informação Corporativos. A rede permite a transmissão de um grande volume de comunicação, tanto interno quanto externo. Para isto, utiliza um grande número de ativos, essenciais para os negócios da SESAU. Assim, os recursos computacionais e de rede da SESAU e a informação através desses recursos precisam ser protegidos, como qualquer outro ativo importante para a Instituição. Com relação à segurança da informação, esta Política se caracterizará pela tentativa de manter a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade da mesma, independentemente de onde ela esteja, residente em memória de máquinas e dispositivos, armazenada em disco ou em trânsito, salvaguardando a exatidão e completeza da mesma, dos métodos de processamento e garantindo que usuários obtenham acesso à informação e aos ativos correspondentes sempre que necessário e de acordo com a permissão atribuída a cada um.

2 1. OBJETIVO Este documento tem como objetivo específico definir uma Política de TIC para a instituição, especialmente quanto à proteção de seus ativos relacionados à rede da SESAU, estabelecendo procedimentos e recomendações visando prevenir e responder a incidentes de segurança. 2. ABRANGÊNCIA DA SEGURANÇA A abrangência da segurança é definida pela Secretaria de Estado da Saúde, que através da Coordenadoria Setorial de Gestão da Informática (CSGI) será responsável por assegurar que sejam cumpridas as determinações da política de segurança da informação. No escopo definido pela CSGI, os quesitos da Política de Segurança devem ser aplicados de maneira mandatória. Fora desse escopo, eles devem servir de recomendações, podendo ser aplicado pela instituição em todos os seus departamentos e por todos seus colaboradores. 3. PRINCÍPIOS Os seguintes princípios devem ser observados: Responsabilidade - As responsabilidades iniciais e finais pela proteção de cada ativo e pelo cumprimento de processos de segurança devem ser claramente definidos. Conhecimento - Todos os colaboradores devem ter ciência de normas, procedimentos, orientações e outras informações relevantes acerca de segurança que permitam a execução de suas atribuições sem comprometer a segurança. Ética - Todos os direitos e interesses legítimos de clientes e colaboradores devem ser respeitados. Legalidade - Além de observar os interesses da SESAU, leis, normas, padrões e procedimentos aplicáveis, bem como contratos com terceiros, também devem ser considerados. Adicional atenção deve ser prestada à propriedade da informação e direitos de uso (direitos autorais, patentes e outros). Menor privilégio - Onde não explicitamente indicado (autorizado), toda informação deve ser tratada como sigilosa e cujo acesso e divulgação só são permitidos àqueles autorizados. Adicionalmente, apenas aqueles que precisam saber de um determinado fato ou informação devem saber que estes existem. Realidade - Todos os controles de segurança definidos devem ser compatíveis com o ambiente Institucional, no qual está inserido a SESAU e todas as Unidades Co-Gerenciadas. O nível, a complexidade e os custos dos controles de segurança devem ser apropriados e proporcionais ao ambiente Institucional.

3 Disponibilidade - Uma grande variedade de ataques pode resultar na perda ou redução da disponibilidade da informação. Alguns desses ataques são compensados através de medidas automatizadas, como a autenticação e a criptografia, ao passo que já outros requerem algum tipo de ação física para a prevenção ou recuperação das perdas de disponibilidade de elementos de um sistema distribuído. Integridade - O serviço de integridade, pode ser aplicado a todo um fluxo de mensagens de uma conexão, a uma única mensagem ou a determinados campos desta mensagem. Uma conexão que tenha este princípio implantado garante que as mensagens serão recebidas como foram enviadas, sem duplicação, inserção indevida, modificação, sem reordenação ou repetições. A destruição de dados também é tratada neste serviço. Sob outro foco, este serviço trata tanto da modificação da mensagem como da negação de serviços. É possível fazer uma distinção entre o serviço com e sem recuperação. Porque o serviço de integridade trata de ataques ativos, a atenção se concentra na detecção ao invés da prevenção. Caso uma violação de integridade seja detectada, então o serviço pode simplesmente informar esta violação, de forma que uma outra parte do software ou algum tipo de intervenção humana seja necessária para a recuperação de tal violação. De forma alternativa, existem mecanismos disponíveis para a recuperação de perda de integridade de dados. Esta última alternativa é a mais atraente. 4. COLABORADORES, DEPARTAMENTOS, UNIDADES CO-GERENCIADAS SÃO RESPONSÁVEIS PELA POLÍTICA DE SEGURANÇA E SUAS ATRIBUIÇÕES Coordenadoria Setorial de Gestão da Informática CSGI Formular as políticas da Instituição na área de Tecnologia da Informação; Coordenar a execução dessas políticas pelo setor de tecnologia da Informação descentralizados. 4.2 Unidades Co-Gerenciadas Executar as políticas de informática formuladas pela CSGI. 4.3 Assessoria Técnica - ASTEC Auxiliar a SESAU e Unidades Co-Gerenciadas quanto aos aspectos legais; Avaliar os incidentes de segurança causados por colaboradores da SESAU e unidades co-gerenciadas, recomendando as penalidades cabíveis.

4 5. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Considera-se como segurança da informação a preservação da autenticidade, confidencialidade, integridade e disponibilidade da informação da instituição. 6. ASPECTOS DA SEGURANÇA A segurança pode ser enfocada sob dois aspectos: física e lógica. Adota-se como segurança física o relacionado à proteção de edificações, infraestrutura e equipamentos, reduzindo as ameaças que possam colocar em risco o bom funcionamento dos sistemas. Como segurança lógica, entende-se a segurança dos dados corporativos armazenados nos servidores da Instituição, tais como: servidores de , DNS, Web, servidores administrativos e de serviços de saúde à comunidade. Incluem-se ainda os dados gerados e armazenados em microcomputadores de uso pessoal. 7. PENALIDADES A Coordenadoria Setorial de Gestão da Informática ao detectar alguma falha na conduta disciplinar, no âmbito desta Política, deve reunir todas as evidências e encaminha-las na forma de Processo Administrativo para a Assessoria Técnica - ASTEC, a quem compete a correta instrução processual e posterior tratativas objetivando a apuração dos fatos. Fica entretanto a Coordenadoria Setorial de Gestão da Informática permitida a realizar o bloqueio de qualquer conta institucional vinculada ao usuário que descumpriu as regras citadas nesta política de segurança. 8. DOCUMENTOS DA POLÍTICA DE SEGURANÇA Os documentos que integram a Política de Segurança da SESAU são: 8.1 NORMAS GERAIS DOS SERVIÇOS Identificação Título do Documento Data criação Data última revisão SI Segurança da Informação 11/08/ /07/2014 NS Norma de Segurança 11/08/ /07/2014 PCI Procedimentos de Contas Institucionais 14/04/ /04/2013 UPET Utilização de Programas e Estações de Trabalho 11/08/ /03/2013 SESR Solicitação Externa de Serviço de Rede 11/08/ /03/2013

5 8.2. Outros documentos em anexo de interesse da Política de Segurança Identificação Título do Documento NBR ISO/IEC Tecnologia da informação - Código de prática para a gestão da segurança da informação NBR 5410 NBR NBR TIA/EIA 568-B.2-1 Lei estadual Nº 7.131/2009 Decreto Governamental N /2010 Instalações elétricas de baixa tensão Proteção de cabos em geral Procedimentos básicos para elaboração de projetos de cabeamento de rede Padrões de cabeamento Filtragem de conteúdo Decreto que regulamenta a Lei Estadual N /2009

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