Dia 27 de Março Eleições AEISEL. Gestão Central de Salas

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1 ISEL Informação Revista Mensal - N.º 3-2.ª Série - Março de 2007 Propriedade: Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Rua Conselheiro Emídio Navarro, Lisboa T: F: url: Gestão Central de Salas Iniciou-se mais um semestre no ISEL. No semestre de Inverno do presente ano lectivo verificou-se a alteração do paradigma da gestão e afectação das salas de aula aos diferentes cursos do ISEL. De uma gestão descentralizada nos diferentes pedagógicos passou-se a uma gestão central das salas de aula efectuadas pelos Serviços do Instituto. As opiniões foram diversas mas, ficou generalizada a ideia de que a estreia não tinha sido favorável. Docentes que estando habituados a estarem sempre na sua sala de aula viramse de repente na contingência de saltar de sala em sala. Os próprios alunos queixaram-se de que tinham aulas em vários edifícios sentindo-se prejudicados com a obrigatoriedade das deslocações. De facto estamos convencidos de que se trata de um processo muito difícil de gerir. Se existe uma situação que tem influência directa sobre toda a comunidade Iseliana, docentes, alunos e funcionários, é a afectação e a gestão das salas de aula e dos seus recursos lectivos. Não tenhamos dúvidas de que implementar este processo foi concerteza uma decisão corajosa. Os argumentos para a sua introdução prenderam-se com um aumento de eficácia na gestão do espaço comum e na possibilidade de potenciar o aumento de espaço para outros fins: gabinetes para docentes e salas de estudo para os alunos. Argumentou-se também que foi conseguida uma maior taxa de ocupação das salas num semestre de grande pressão: os novos cursos de acordo com a reestruturação no âmbito do processo de Bolonha, o funcionamento dos segundos ciclos das antigas licenciaturas bietápicas e o funcionamento simultâneo de diversas turmas de transição. Feita a análise do primeiro semestre de implementação do sistema o Conselho Directivo decidiu criar um grupo de Missão, composto por um docente de cada departamento, com o objectivo de optimizar a afectação das salas. Liderado pelo Professor José Luís Vieira da Luz este grupo conseguiu uma primeira vitória: o semestre começou e a normalidade do arranque do semestre é a ideia dominante. Analisadas as condicionantes de funcionamento implementaram-se critérios objectivos de afectação das salas que garantiram uma elevada taxa de ocupação reduzindo ao mínimo as deslocações dos alunos e dos docentes. Conjuntamente com o esforço efectuado no equipamento das salas com videoprojectores, os resultados da distribuição das salas, aparentam contribuir para um generalizado sentimento de satisfação com o novo sistema de gestão das salas. Este processo é um processo contínuo e dinâmico que deve ser sempre optimizado. No entanto, consideramos importante deixar umas palavras de incentivo ao Professor Vieira da Luz e ao seu grupo de Missão, bem como aos Serviços Técnicos pois o esforço efectuado deu os seus frutos. A contribuição das comissões pedagógicas também foi fundamental: salvo raras excepções foram extremamente eficientes a efectuar a distribuição dos horários e a contribuir decididamente para o sucesso do arranque do semestre. Só com este esforço colectivo é possível gerir uma casa com as dimensões e características do ISEL. O próximo desafio prende-se com a realização dos testes. Deixamos aqui os nossos votos de que as Comissões Pedagógicas, os Serviços Técnicos e o Grupo de Missão consigam em conjunto encontrar as melhores soluções para que os alunos e docentes possam desenvolver nas melhores condições essa vertente do processo de ensino-aprendizagem. Conselho Editorial Notícias Índice Página Eventos, Relatório da OCDE 3.ª Parte/ Comentário 2 Secretária do ISEL, O ensino internacional da Engenharia 3 Semana da Informática 4 Eficácia Energética em Edifícios 5 Entrevista com Eng.º António Laranjo 6/7 Entretenimento 8 Opinião: Páscoa, Aquela Máquina 9 Eleições AEISEL 10/11/12 Estudantes Associação de do Instituto Superior de E n g en h a ri a d e Li sb o Dia 27 de Março Eleições AEISEL a

2 Eventos a decorrer em Abril no ISEL Dia(s) The 60º European Study Group with Industry 2007 (ESGI 2007) 13 a 19 Relatório da OCDE. Tópico 3 3) Financiamento e Eficiência do Sistema Segundo a OCDE, o sistema actual manifesta numerosas ineficiências nomeadamente ao nível da duplicação de cursos e programas de estudo com baixa atractividade e de uma insuficiente cooperação e colaboração entre instituições de forma a permitir uma maior mobilidade de estudantes. Por outro lado, os programas de ensino e as qualificações obtidas deverão ser melhor adequadas ao mercado de trabalho, devendo as instituições obrigarem-se a disponibilizar informação detalhada sobre a empregabilidade dos seus graduados. Após um período de concentração de esforços na optimização da eficácia do sistema de ensino superior e de racionalização da oferta pelas várias instituições, o sistema deve então ser preparado para crescer em dimensão, nomeadamente através do reforço do investimento público e privado adequada concentração nos objectivos, desempenho e mecanismos de prestação de contas, para os quais as instituições se devem preparar. A OCDE aplaude a estratégia em curso de investimento em ciência e tecnologia, a qual deverá ser continuada até as metas inscritas no Plano Tecnológico e no Compromisso com a Ciência do Governo serem atingidos. A OCDE recomenda, em particular, que o actual sistema e nível de propinas seja mantido, nomeadamente para a formação inicial, podendo vir a ser revisto quando Portugal conseguir atingir níveis superiores de participação no ensino superior. O financiamento público das instituições do ensino superior deverá evoluir para um sistema de contratos institucionais com base em planos estratégicos e indicadores de desempenho, sempre ligado aos objectivos nacionais. A OCDE propõe, em particular, uma maior diversificação entre as instituições do ensino superior que deverá repercutir-se na forma de financiamento individualizado, o qual deverá substituir gradualmente o mecanismo actual de distribuição do financiamento público por uma fórmula. Comentário O 3º tópico do relatório da OCDE aborda essencialmente a eficiência do sistema de ensino superior. A massificação de acesso ao Ensino Superior, que se verificou nas décadas de 80 e 90, originou uma explosão de ofertas de cursos de licenciatura com as diferentes tutelas ministeriais a absteremse de forma sistemática, de exercerem qualquer tipo de acção regularizadora. Com a diminuição demográfica, e mais uma vez devido à ausência de qualquer forma de planeamento, chegou-se à inevitabilidade de uma realidade constituída por uma oferta global constituída por duplicação de cursos e programas de estudo com baixa atractividade. Felizmente a oferta do ISEL não sofreu deste síndrome de pulverização e contínua a apresentar uma grande atractividade, quer por parte dos alunos candidatos, quer por parte das entidades empregadoras. Relativamente ao financiamento público, a OCDE recomenda que se deverá evoluir para um sistema de contratos institucionais com base em planos estratégicos e indicadores de desempenho. Neste contexto, o plano estratégico do ISEL, que está a ser elaborado por todas as suas unidades orgânicas, assume uma relevância muito maior. Está na hora de o ISEL começar a definir uma cultura de avaliação, baseada em indicadores de desempenho, de modo a definir critérios objectivos de actuação. É preciso dotar o Instituto das ferramentas necessárias para conseguir competir com as outras Instituições na procura das fontes públicas de financiamento. Todos os elementos constituintes do nosso Instituto, sejam os docentes, sejam as unidades orgânicas como por exemplo os departamentos, sejam os serviços ou os próprios funcionários e alunos, deverão levar muito a sério a necessidade de rigor e objectividade no desempenho de cada um em particular, e de todos no geral. A seguir-se a recomendação da OCDE de evoluir para a forma de um financiamento individualizado, só os mais bem preparados, e que apresentem a referida cultura de rigor e objectividade na sua actuação, conseguirão sobreviver. Conselho Editorial Quando as pessoas não sabem falar ou escrever adequadamente a sua língua, surgem homens decididos a falar e escrever por elas e não para elas. W. Johnson O único homem que nunca comete erros é aquele que nunca faz coisa alguma. Não tenha medo de errar, pois aprenderá a não cometer duas vezes o mesmo erro. Theodore Roosevelt 2 Ficha Técnica do ISEL informação Periodicidade: Mensal Coordenação Editorial: Carlos Alberto Gassman R. Oliveira Conselho Editorial: Pedro Mendonça, Gonçalo Xufre, Helder Morais Redacção e Composição Gráfica: Francisco Paulo, Carla Gomes e Maria João Alegria (AEISEL) Edição: Gabinete de Comunicação Impressão: Gráfica AEISEL Propriedade: Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Tiragem: exemplares O ISEL informação é dedicado à opinião de todos os interessados na vida Académica do ISEL. Se pretender publicar a sua opinião sobre determinado assunto, não hesite em contactar-nos para o

3 Secretária do ISEL O ISEL Informação dá as boas vindas à nova Secretária do ISEL, Dra. Cláudia Sofia Barata Valente que está connosco desde o início deste mês. Licenciada em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa e com um percurso profissional na área da administração educacional. A sua experiência profissional foi desenvolvida, entre outros locais, na Administração Pública Local em que desempenhou funções em prol do desenvolvimento do sistema educativo local. Com um irmão formado em Engenharia Mecânica pelo ISEL, teve oportunidade de conhecer a nossa Instituição nos seus tempos de estudante e desde então criou amizades com ISELIANOS que mantém até ao dia de hoje. Agora surgiu a oportunidade de também entrar no Universo ISEL, já não como visita, mas como órgão vivo e decisivo para a vida do ISEL. A visão inovadora demonstrada pelo ISEL, com a implementação de um modelo de referência no âmbito do ensino e da investigação e a preocupação de fortalecer a relação com o tecido empresarial são aspectos que a surpreenderam pela positiva, ficando motivada para abraçar este projecto. Apesar de recém-chegada, já se deparou com o facto do ISEL estar empenhado em se tornar numa instituição reconhecida pela sua qualidade. O modelo de gestão por projectos, o convite à mobilidade total dentro da instituição e o reconhecimento das pessoas como peças fundamentais para a eficiência e eficácia da escola foram também factores que lhe agradaram. Como Secretária do ISEL e de acordo com as linhas estratégicas já definidas propõem-se trabalhar com todos os ISELIANOS para superação dos objectivos traçados, tendo sempre como horizonte a melhoria do serviço prestado. A todos os funcionários docentes e não docentes deixa uma mensagem de serenidade justificando que uma das linhas estratégicas deste Conselho Directivo é a estabilidade de emprego. A dedicação dos funcionários à escola é fundamental, pois só com o esforço colectivo se poderá ultrapassar com sucesso as dificuldades que naturalmente surgem e assim alcançar as metas propostas. Carla Carujo The International Federation of Engineering Education Societies Through the collaboration of its member societies, IFEES will work to establish effective engineering education processes of high quality around the world to assure a global supply of wellprepared engineering graduates. IFEES will strengthen member organizations and their capacity to support faculty and students. It will attract corporate participation, helping to connect engineering graduates with international corporations that have a pressing need for welltrained engineers who can work in a global environment. IFEES will also enhance the ability of engineering faculty, students and practitioners to understand the varied cultures of the world and work effectively in them. O ENSINO INTERNACIONAL DA ENGENHARIA Um passo importante para o ISEL Mergulhados que estamos numa transição brusca do nosso sistema do ensino superior, que Bolonha alterou de uma maneira radical e sem resultados garantidos, é gratificante verificar-se que o problema do ensino da Engenharia preocupa dirigentes responsáveis e organismos de todo o mundo. A actualidade do problema levou a que recentemente, em Outubro de 2006, se tivesse constituído a International Federation of Engineering Education Societies (IFEES), que passou a constituir a maior Instituição Internacional na análise e promoção do Ensino da Engenharia (http:// A IFEES, em íntima colaboração com a Indústria, passa a ter por missão investigar e propor as melhores soluções para um ensino da Engenharia globalmente unificado e de qualidade. Deu-se assim corpo a uma entidade que vai investigar e pugnar por consensos para um ensino de Engenharia integrado numa inevitável globalização, o que em si significa o repúdio de soluções impostas, de origens por vezes obscuras, certamente que não devidamente testadas, e forçosamente que de consequências imprevistas. A internacionalização é assim instituída como uma constante no ensino da Engenharia. É conveniente não esquecer esse facto nas reformulações de programas que Bolonha tem atabalhoadamente vindo a impor... São membros fundadores da IFEES trinta e duas Instituições de reconhecido mérito no âmbito do ensino e da prática da Engenharia, tais como a Hewlett- Packard Company, a Dassault Systems (fabricantes dos famosos aviões Mirage ), a American Society for Engineering Education, a Chinese Society of Engineering Education, a Indian Society of Technical Education, e o ISEL (a única Escola Portuguesa de Engenharia fundadora da IFEES). Está de parabéns o Conselho Directivo pela sua visão estratégica, bem como o nosso Instituto por liderar um processo fundamental e de extrema importância estratégica para quem ambiciona ser a Faculdade de Engenharia de referência em Portugal. Carlos Gassmann Oliveira 3

4 Semana Informática 2007 O dia 7 foi um dia com menos programação e mais processamento de sinais, com apresentações sobre codificação de vídeo, radares de abertura sintética, tecnologias de fala e sistemas globais de navegação por satélite (vulgo GPS). A componente empresarial esteve presente com apresentações da Sun Microsystems Portugal, da Sybase Portugal e da Sapo que desmistificou o tema dos motores de busca. A Semana Informática 2007 contou com a participação de dois Microsoft Student Partners com apresentações do novo sistema operativo Windows Vista e com o programa de estágios Students to Business (S2B), da Microsoft. Decorreu no ISEL a 3ª edição da Semana Informática entre os dias 6 e 8 de Março, e foi organizada por alunos finalistas do curso de Engenharia Informática e de Computadores deste instituto. Com o crescente evoluir das tecnologias procurou trazer-se as novidades que têm surgido nos últimos meses, de onde se destacam as novidades da plataforma Microsoft. NET 3.0, da linguagem C# 3.0, o novo sistema operativo da microsoft Windows Vista e a sessão sobre Radares de Abertura Sintética. A participação empresarial também teve o seu espaço, sendo representado por algumas das melhores empresas a nível nacional que proporcionaram uma visão da realidade empresarial e o que de melhor se desenvolve em Portugal. A realização deste evento teve como principal público alvo os alunos de Informática e Telecomunicações do Instituto, sendo estes uma parte essencial para o sucesso deste evento, fazendo do auditório um ponto de referência durante os três dias da realização do evento. A participação dos alunos não se restringiu à assistência nas palestras, mas também como parte activa através da disponibilização de alguns trabalhos de computação gráfica que foram realizados no semestre passado. No primeiro dia, 6 de Março, apresentaram-se temas variados, tais como uma introdução à computação gráfica, realidade aumentada, data mining, a rede IPLNet e a sua infraestrutura de VoIP. Houve participação da Microsoft através de uma apresentação sobre High-Performance Computing e as tecnologias Microsoft continuaram com apresentações sobre a linguagem C#3.0 e Windows Presentation Foundation. Antigos alunos do ISEL também estiveram presentes na apresentação do seu projecto final de curso, o Midgard. O dia 8 de Março, o último do evento, iniciou-se com apresentações sobre programação em dispositivos móveis e sincronização declarativa na plataforma.net, apresentadas por professores do ISEL. Um representante da empresa Agilior fez uma introdução ao Windows Workflow Foundation, dando desta forma continuação à apresentação dos quatro pilares da framework.net 3.0. Neste último dia houve ainda a participação da Altran que esteve presente como entidade empregadora, dando a conhecer aos alunos os seus projectos e o formato no qual a empresa se insere. Depois do almoço, a Associação Nacional dos Engenheiros Técnicos (ANET) falou sobre as implicações do processo de Bolonha na área de engenharia. A Semana Informática contou também com a participação da Accenture, que esteve presente como entidade empregadora, mostrando aos alunos do ISEL os cenários onde a empresa se insere. A Move Interactive apresentou um dos seus produtos no mercado dos videojogos, o Ugo Volt. Para concluir o evento, duas apresentações sobre.net: Windows Communication Foundation e outra sobre Identidade Digital em cenários web. A Organização do Evento 4

5 Eficácia Energética em Edifícios Organizado pela Comissão de Eventos Técnicos do DEC, realizou-se de 5 a 9 de Março no Auditório A um ciclo de palestras versando as temáticas da Energia Solar, Arquitectura Bioclimática e Nova Regulamentação. Em representação da Presidente do DEC, Profª Cristina Machado, o Prof. Brazão Farinha proferiu uma breve alocução de abertura. Os temas apresentados e os oradores foram, respectivamente: - "O Edifício Solar XXI, no campus do INETI", Arquitecto João Mariz Graça, INETI - "Breve Apresentação do novo RCCTE", Engenheiro Pina dos Santos, LNEC - "Benefícios da utilização de variadores de frequência em relação ao consumo energético, Engenheiro Alexandre Kisslinger, SIEMENS; - Sistemas de Monitorização e Controlo de Energia, Engenheiro Luís Caturna, SIEMENS; - "Vidro com Elevado desempenho Energético", Sr. Carlos Bigode, SGG (Saint Gobaim Glass) - "Fachadas-cortina e eficiência energética em Edifícios", Engenheiro Ricardo Matias, TECHNAL - "Introdução à Arquitectura Solar Passiva", Arquitecta Aline Delgado, QUERQUS Em simultâneo, estiveram em exposição no piso -1 do Edifício Ferreira Cardoso e no arruamento junto à sua fachada leste equipamentos (painéis solares para produção de água quente) das empresas SOLARINOX e AO SOL. Tendo como principal objectivo a sensibilização da população Iseliana para a necessidade de adopção de procedimentos e soluções que conduzam à redução dos consumos energéticos. A acção saldou-se por um enorme êxito, expresso na grande receptividade que teve por parte da população-alvo, que por diversas vezes lotou por completo o Auditório A. De notar ainda a presença de docentes de diversos Departamentos, prova da abrangência da temática versada. É pois uma acção a repetir futuramente, pois para além da sua receptividade, constitui um óptimo incentivo à colaboração entre as diversas especialidades de engenharia da nossa escola, face à multidisciplinaridade que a abordagem desta gama de situações exige. Aproveitamos para expressar o nosso agradecimento a todos os que connosco colaboraram a fim de levar a bom porto este evento: - aos oradores, às instituições que representam e aos expositores, muito obrigado pela disponibilidade demonstrada e pela mais-valia que a vossa participação trouxe a todos os participantes; - ao Centro de Congressos e ao Eng. Henrique Miranda, pelo empenho e profissionalismo demonstrados. Em nome da CET-DEC, a todos o nosso muito obrigado. Armando Martins João Barrento da Costa Luís Vaz Tecedeiro 5

6 Entrevista com...o Comendador António Laranjo O entrevistado deste mês é o Professor António Laranjo. Sendo um filho desta casa tem desenvolvido uma carreira de prestígio em altos cargos de gestão da Administração Pública. O de maior referência foi o de Director do Torneio UEFA EURO 2004 cujo desempenho foi internacionalmente reconhecido e elogiado. É actualmente Presidente do Conselho de Administração da EP - Estradas de Portugal, E.P.E. Consideramos que a sua experiência e o conhecimento interno que possui sobre o nosso Instituto são fundamentais e como tal agradecemos a disponibilidade demonstrada para esta breve entrevista. António Laranjo, no dia 4 de Julho de 2005, um ano após a final do EURO 2004, membro sénior da Ordem dos Engenheiros e especialista em engenharia e gestão industrial foi condecorado, por Sua Exa. O Presidente da República, com o título de Comendador da Ordem do Mérito.. Foi o Director daquele que foi unanimemente considerado como o melhor Campeonato da Europa alguma vez realizado e, nessa qualidade, já tinha sido agraciado com a Medalha de Mérito Desportivo atribuída pelo Governo Português em 17 de Maio de 2005, véspera da Final da Taça UEFA de 2005, a qual esteve também à sua responsabilidade e, igualmente, se traduziu por um enorme sucesso. A assembleia-geral da Federação Portuguesa de Futebol decidiu também, em 30 de Junho do corrente ano, por unanimidade e aclamação, atribuir-lhe a Medalha de Ouro ao Mérito Internacional.. O engenheiro António Laranjo é professor no ISEL e, actualmente, o Presidente da EP Estradas de Portugal, EPE. In Revista Ingenium 1. Apresente-nos em breves palavras a empresa Estradas de Portugal, EPE, e as funções que actualmente desenvolve. A empresa Estradas de Portugal, Entidade Pública Empresarial, é a sucedânea da antiga Junta Autónoma de Estradas (J.A.E.), criada em 1927, posteriormente Instituto de Estradas de Portugal (I.E.P.) e iniciou, com a sua constituição em Dezembro de 2004, um novo capítulo na história da administração rodoviária portuguesa e, consequentemente, do modelo de gestão das infraestruturas rodoviárias em Portugal. A EP tem cerca de 1700 colaboradores e um orçamento que para o corrente ano ultrapassa 1,5 mil milhões de euros. Tem sede em Almada e estrutura-se em unidades orgânicas desconcentradas (Direcções de Estradas, de Empreendimentos e outras) localizadas em todos os distritos do país, sendo responsável por mais de km de estradas, incluindo obras de arte (pontes, viadutos, passagens superiores, inferiores e de peões, etc.) e actuando ainda como concedente, em nome do Estado, para todas as concessionárias de auto-estradas (Brisa, Aenor, Lusoponte, Norscut, Lusoscut, entre outras). Sou o presidente. 2. Sendo professor do ISEL, e um exemplo claro de que no ISEL existem pessoas que sabem fazer gestão, qual a imagem que, na sua perspectiva, o mercado de trabalho percepciona sobre os alunos formados no nosso instituto? Tenho uma opinião muito positiva, alicerçada na experiência vivida ao longo dos meus quase 30 anos de actividade profissional, 25 dos quais em acumulação com a actividade docente no ISEL. Passei por projectos de grande relevância a nível nacional dos quais destaco a EXPO 98 e o EURO Em ambos assumi responsabilidades importantes. Em ambos tive como colaboradores alunos formados pelo ISEL e deles guardo as melhores recordações pessoais e profissionais. Hoje presido à empresa que é referência num mercado vasto e muito importante para a economia portuguesa. Nesta empresa, cerca de 70 dos seus profissionais de engenharia são bacharéis e uma parte significativa destes foi formada pelo ISEL. É pois evidente que o mercado de trabalho se habituou a lidar com os profissionais formados pelo ISEL e a reconhecer a sua boa preparação técnica e humana. O nosso instituto confere não só um diploma mas também as capacidades necessárias para que os seus alunos possam desenvolver, com dignidade, a sua actividade profissional em diversas áreas. E também na gestão empresarial! O mercado de trabalho procura pois os melhores profissionais e sabe que o ISEL é uma das instituições de referência para esse efeito. Para finalizar, como gosto de deixar claro no meu curriculum, sou um produto do ISEL, formado em 1979, e acrescento, com muito orgulho! 3. Na sua opinião de gestor, e no contexto actual do ensino superior, como avalia o actual paradigma de gestão do ISEL que se apresenta direccionado para o aumento da eficiência dos processos e a rentabilização dos recursos? Qualquer entidade que, nos dias que correm, não procure a eficiência e a rentabilização dos seus processos está condenada ao fracasso. 6

7 como gosto de deixar claro no meu curriculum, sou um produto do ISEL, formado em 1979, e acrescento, com muito orgulho! Mas estará igualmente condenada ao fracasso se apesar de atingidos aqueles desígnios não lograr atingir a eficácia na sua acção! Há que perceber que a gestão é global! Não devemos particularizar em demasia sob pena de descontextualizarmos a actividade de gestão. E a gestão começa nas pessoas, na capacidade de apurarmos a nossa percepção e o bom senso face às circunstâncias que temos pela frente. As receitas não funcionam da mesma maneira para problemas que na sua essência até podem ser semelhantes. O contexto e o enquadramento dos mesmos são fundamentais para a sua resolução. E hoje que vivemos um período de grandes transformações no ensino superior em Portugal, onde só as melhores instituições vão conseguir singrar a eficácia na gestão é ainda mais fundamental e tem de passar pelas pessoas, pelo seu corpo docente, discente e de funcionários. É fundamental que o ISEL, à custa de uma liderança forte, saiba manter o seu caminho de uma forma que o diferencie dos demais, realçando a especificidade que o caracterizou e dignificou ao longo de tantos anos. 4. Recentemente foi criado no ISEL um Conselho Empresarial que pretende potenciar a ligação do Instituto com os meios empresariais e ouvir a opinião de gestores de grande dimensão sobre os processos formativos. Na sua opinião, como avalia a ligação do ISEL ao mercado de trabalho e aos diferentes meios empresariais? O ISEL, ao longo de várias décadas, incorporou no seu corpo docente especialistas que com a sua experiência imprimiram a arte do saber fazer na sua actividade de docência. Com isso formaram-se profissionais reconhecidos pela sua competência. Os tempos, contudo, determinaram a necessidade de incorporar docentes com graus académicos de mestrado e doutoramento, com os quais se reformularam os programas curriculares. O ISEL impôs-se, ao longo dos tempos, pelo seu ensino técnico e profissionalizante numa altura em que Portugal tinha uma forte indústria e serviços. Mas Portugal, entretanto, mudou. E mudou muito! Integrou-se na Europa e abriu-se ao mundo. As áreas estratégicas do país e os vectores de desenvolvimento sustentado precisam de actores com capacidades e competências adequadas. Independentemente da aposta, que entendo deve continuar a existir, na manutenção de docentes especialistas, bem doseada com formações académicas ao nível dos mestrados e, preferencialmente, dos doutoramentos, o ISEL não pode distanciar-se do que o país precisa. Os planos curriculares não podem ser os tradicionais e devem reflectir as apostas da nossa sociedade nas áreas estratégicas do desenvolvimento e da competitividade. É por isso de louvar a criação do Conselho Empresarial esperando-se que o mesmo possa ser ouvido na elaboração dos programas científicos dos cursos ministrados no ISEL. Depois, também por solicitação do presidente do IPL, integrei o grupo de trabalho que, envolvendo as duas entidades, ISEL e Universidade de Lisboa, procurou um entendimento que permitisse encarar a possibilidade de integração do IPL no ensino superior universitário, com o respeito pela especificidade e pelas competências que o ensino politécnico, em Lisboa, detém. Durante vários meses reunimos semanalmente para esgrimir argumentos e debater propostas e contrapropostas, sempre num clima de grande dignidade e transparência que me permito salientar, tendo-se conseguido concluir os trabalhos com um documento que veio a ser aprovado pelas partes. Participei activamente neste grupo e empenhei-me em todo o trabalho desenvolvido porque acredito que o futuro do IPL e, consequentemente, do ISEL passa pelo seu fortalecimento através de parcerias/integrações bem estruturadas, acautelando os legítimos interesses das instituições, do seu corpo docente e de funcionários e acima de tudo dos seus alunos. Sou, por isso, um fervoroso adepto da continuidade deste processo. 6. O ISEL procura posicionar-se no panorama de ensino superior como instituto de referência nacional a ensinar engenharia. Com base na sua já longa experiência quais as orientações que, na sua opinião, deveriam sustentar a estratégia do instituto de modo a concretizar tal desígnio? Poderia sintetizar o que penso com uma frase: Olhar para o passado e projectar-se para o futuro. Ou seja, o ISEL não deve perder a aposta que sempre o caracterizou de ser uma instituição de referência do mercado de trabalho, pelas competências técnicas que ministra aos seus alunos, sabendo adicionar, com conta, peso e medida, as capacidades para a investigação aplicada nos domínios emergentes e de desenvolvimento estratégico do país. O ISEL está a preparar-se da melhor forma para a grande transformação que o processo de Bolonha implica e está no limiar de uma profunda mudança estrutural. É obrigatório que saiba atravessar esta fase, alicerçada nos seus valores humanos e norteado pela determinação nos seus objectivos. Só nos resta agradecer, mais uma vez, a pronta disponibilidade com que correspondeu ao nosso convite e desejar todas as felicidades na sua prestigiada carreira profissional. 5. Um assunto actual no ISEL é a possibilidade de integração do IPL na Universidade de Lisboa. Como analisa o desenvolvimento deste processo? Sou suspeito! Esclareço porquê. Comecei por participar nas reuniões efectuadas entre o IPL e o ISCTE, tendo em vista uma eventual integração, as quais não evoluíram favoravelmente. 7

8 Entretenimento Desafio Desafio de Einstein Trabalhos de Engenharia Civil Há 5 casas de diferentes cores. Em cada casa mora uma pessoa de uma diferente nacionalidade. Esses 5 proprietários bebem diferentes bebidas, fumam diferentes tipos de cigarro e têm um certo animal de estimação. Nenhum deles tem o mesmo animal, fuma o mesmo cigarro ou bebe a mesma bebida. 1. O inglês vive na casa vermelha 2. O sueco tem cachorros como animais de estimação 3. O dinamarquês bebe chá 4. A casa verde fica à esquerda da casa branca 5. O dono da casa verde bebe café 6. A pessoa que fuma Pall Mall cria pássaros 7. O dono da casa amarela fuma Dunhill 8. O homem que vive na casa do centro bebe leite 9. O norueguês vive na primeira casa 10. O homem que fuma Blends vive ao lado de quem tem gatos 11. O homem que cria cavalos vive ao lado de quem fuma Dunhill 12. O homem que fuma Bluemaster bebe cerveja 13. O alemão fuma Prince 14. O norueguês vive ao lado da casa azul 15. O homem que fuma Blends é vizinho do que bebe água A questão é: qual a nacionalidade do homem que cria peixe? 8 Quem escreveu os Lusíadas? Numa aula da manhã, a professora pergunta ao aluno: Diz-me lá quem escreveu "Os Lusíadas"? O aluno, a gaguejar, responde: Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui e começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe: Pois então, à tarde, quero falar com o teu pai! Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa: Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu "Os Lusíadas" e ele respondeu-me que não sabia, que não tinha sido ele... Diz o pai: Bem, ele não costuma ser mentiroso, se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão... Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na passagem pelo posto local da G.N.R., diz-lhe o comandante: Parece que o dia não lhe correu muito bem... Pois não, imagine que perguntei a um aluno quem escreveu "Os Lusíadas" e respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar. O comandante do posto: Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um "aperto" e vai ver que ele confessa tudo! Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no sofá, a ler o jornal. Pergunta-lhe este: Então o dia correu bem? Ora, deixa-me cá. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu "Os Lusíadas". Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da G.N.R. quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de fazer a isto? O marido, confortando-a: Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar foste tu e já não te lembras... Autor desconhecido Sudoku, é um puzzle baseado na colocação lógica de números. O objetivo do puzzle é a colocação de números de 1 a 9 em cada uma das células vazias numa grelha de 9 9, constituída por 3 3 subgrelhas chamadas regiões. O puzzle contém algumas pistas iniciais. Cada coluna, linha e região só pode ter um número de cada um dos 1 a 9. Resolver o problema requer apenas raciocínio lógico e algum tempo. Os problemas são normalmente classificados em relação à sua realização.

9 Páscoa Muito antes de ser uma festa cristã, a Páscoa já era festejada pelos nossos antepassados. Celebravam a chegada da primavera, a passagem do tempo frio e escuro a um tempo alegre e fecundo em que surgem os primeiros frutos das colheitas. Deste facto provem o nome Páscoa que tem origem na palavra grega Pessach que significa passagem. Um novo significado para a Páscoa surgiu há cerca de 3000 mil anos quando o povo hebreu vivia em escravidão no Egipto. Por altura da festa da Páscoa, o povo é libertado por Moisés, e passa a representar a passagem da escravidão no Egipto para a liberdade na terra prometida. Ainda hoje os Judeus festejam a Páscoa de forma semelhante, comendo o Cordeiro Pascal, pão sem fermento (o matzá ), ervas amargas e vinho. Para os cristãos a Páscoa refere-se à última Ceia de Jesus com os Apóstolos, à sua Paixão, julgamento e condenação à morte, seguida da sua crucificação e ressurreição. Celebram a passagem da morte para a vida. A data da Páscoa só foi fixada no ano de 325, para o domingo mais próximo da primeira Lua Cheia do mês lunar que começa com o equinócio da Primavera. Por isso é uma data móvel que se repete apenas a cada 5 milhões de anos. As tradições Pascais variam por todo o globo: na Europa decoramse ovos para ofertas; nos países europeus mais a leste e na América do Sul as crianças acreditam que o coelho da Páscoa deixará doces e ovos coloridos de recompensa pelo seu bom comportamento. Nos Estados Unidos a tradição é a caça ao ovo, os ovos são escondidos para que as crianças os procurem na manhã de Páscoa. Na China, ocorre o Ching-Ming na mesma época da Páscoa, nesse dia visitam os túmulos dos familiares e fazem ofertas em forma de refeições e doces. Em Portugal, trocam-se ovos de chocolate, amêndoas (forma de ovo) e folares. Seja qual for a sua crença ou tradição a equipa do ISEL Informação deseja-lhe uma Feliz Páscoa. Carla Carujo Mais dois Professores Agregados do ISEL O Instituto Superior de Engenharia de Lisboa conta com mais dois Professores com o título de Agregado. O Professor Doutor Vítor Mendes e o Professor Doutor José Carlos Quadrado, ambos do Departamento de Engenharia Electrotecnia e Automação. As provas públicas realizaram-se nos dias 15 e 16 de Março na Universidade da Beira Interior. Aos dois Professores o ISEL Informação envia os parabéns e faz votos de que continuem a prestigiar o nosso Instituto. O prestígio científico de uma Instituição é construído através do esforço colectivo de todos os seus elementos. O ISEL está também de parabéns por este reforço do seu património científico. Aquela Máquina Quem não se lembra do anúncio da Regisconta na TV? Aquelas máquinas calculadoras e computadores enormes? Quem não se recorda do senhor de fato preto e mala profissional na mão, com uma passada confiante e destemida, a música de fundo e a voz inconfundível, que começou a ser emitido na década de 70 e foi até à década de 90? Bem talvez os alunos mais novos Embora existam milhares de anúncios que entretanto foram transmitidos, existe sempre aquele que nos fica na memória, este é um dos exemplos Assim é o que queremos que se venha a passar com muitos de nós, mesmo depois de muitos anos de ausência, que se lembrem de nós pelas boas razões. Mas para isso não podemos enveredar por um trajecto individual e solitário, estamos num espaço comum e temos a obrigação de partilhar o nosso conhecimento, divulgar as nossas opiniões e tentar obter as melhores respostas às dúvidas e questões do dia-a-dia. Como sabem uma máquina é um conjunto de peças e funções agregadas para proporcionar um desempenho singular, não é a soma das peças, mas antes, a interacção de todas as peças dentro de uma lógica predefinida e testada. Uma máquina que consegue obter em menos tempo, aquilo que individualmente demoraria muito mais a conseguir. O ISEL pela sua tradição, génese, estrutura e complexidade tem todo o potencial d aquela máquina. É certo que os tempos mudam, e continuarão a mudar, mas o ISEL pode continuar a ser aquela máquina. Dito assim sem um grande contexto, não parece produzir um grande significado individual, mas se partirmos do princípio que existe algo que nos une a todos aqui no ISEL, nem que seja por um curto período de tempo, aproveito este nosso espaço para pedir a cada um de nós um pouco mais de exigência pessoal, brio profissional e académico, cordialidade, compreensão e produtividade. E porquê? Porque todos sabemos muito bem que se tivermos que puxar para o mesmo lado, custa muito menos. Vivemos e partilhamos o mesmo espaço, temos que evoluir no nosso relacionamento pessoal e institucional. E o primeiro passo já foi dado, pelo menos a intenção é essa, terem todos o direito à informação. Cada um tem o seu projecto de vida (académico ou profissional), mas ao mesmo tempo tem que ter a noção que não está sozinho neste Campus, tanto na progressão como na consolidação dos projectos em que está envolvido, estamos ligados por um denominador comum: O ISEL. Quanto melhores formos uns para os outros, mais probabilidades temos de nos tornar n aquela máquina. O ISEL como Escola de referência desde 1852, tem os melhores estudantes, docentes e funcionários que existem são os que cá estão! Vamos então deixar para segundo plano os conflitos e as quezílias, arregaçar as mangas e SER AQUELA MÁQUINA! Francisco Paulo 9

10 Qual a tua opinião sobre a implementação do chamado processo de Bolonha no ISEL? Apresenta-nos a razão principal para liderares uma Candidatura à Direcção da Associação de Estudantes do Instituto. Apesar de considerar válido o trabalho desenvolvido pela Actual direcção da AEISEL, não consigo deixar de ser da opinião que falha na sua essência. Uma Associação de Estudantes quer-se interventiva, líder no processo de mobilização dos Alunos, dinâmica na procura de informação e directa na divulgação da mesma. Vivemos em tempos de grandes mudanças no ensino superior, sendo esta a altura que vamos decidir o futuro académico quer desta geração de ISELianos, quer das vindouras! Parece-nos que a gestão de informação feita pela actual direcção, foi manifestamente insuficiente e atabalhoada. Somos um Instituto de referência, logo temos de exigir a excelência dos nossos representantes. Precisamos de uma liderança à altura! Como tal respondemos a um apelo forte da necessidade de mudança sentida pela família ISELiana. Quais as principais linhas de acção e de projectos que pretendes dinamizar? Claro que existem mil e um projectos que gostaríamos de ver realizados, mas e se depender desta lista, este será um mandato especialmente curto, pois terminará em Dezembro para se proceder ao tão desejado acerto de calendário. No entanto, a nossa prioridade será sempre o futuro dos alunos, assim sendo, a acreditação de TODOS os novos curso de Bolonha e aprovação de TODOS os Mestrados que serão leccionados no ISEL, são sem dúvida a nossa grande Batalha. Temos de em termos gerais melhorar as condições dos alunos do ensino diurno quer nocturno, estes últimos tradicionalmente esquecidos. Queremos dar vida ao campus do ISEL, vamos criar nos nossos colegas a Ambição de querer cada vez mais ser melhor! Somos um dos maiores e melhores institutos de engenharia da Europa! Temos de em todas áreas ser cada vez mais uma referência! Vamos actualizar os nossos estatutos, criar um código de praxe e uma comissão de veteranos, para que os alunos tenham um papel cada vez mais interventivo. Cabe aos Corpos Sociais da AESIEL revolucionar a forma de estar dos nossos colegas, temos de dar a cara e liderar todo o processo reivindicativo. Temos de agir para antecipadamente poder usar o nosso dever de reagir não podemos ficar de braços cruzados à espera que tomem decisões por nós. Em termos gerais, o novo sistema de ensino implementado no chamado processo Bolonha, é benéfico para todos os estudantes uma vez que vivemos cada vez mais numa aldeia global, logo existir um plano curricular que facilite a acreditação dos profissionais em todos os países da UE é sempre bem vindo! No entanto, no ISEL em particular, os alunos não se sentiram representados e salvaguardados nesta transição, nem tão pouco souberam para o que iam mudar! Fomos à aventura com todos os grandes descobridores. Agora vamos ver se realmente foi a melhor aposta! Neste momento parece-me ser opinião geral entre os colegas com quem tenho vindo a conversar neste último ano, que a reformulação dos cursos não trouxe grande benefício ao nível das competências adquiridas! Sendo já falada a reestruturação de alguns dos cursos de Bolonha! Estas situações são normais em anos de Transição. Mas, e para que fique claro, caso esta lista venha a ser eleita pelos nossos colegas, existindo essas reestruturações, nós não vamos permitir que nenhum colega venha a sair mais prejudicado com eventuais situações transitórias. Qual a tua opinião sobre a relação dos alunos do ISEL, e dos jovens em geral, com o Associativismo e a sua participação na vida política académica? Muito se tem falado de o associativismo académico estar em declínio, na minha opinião pessoal faltam líderes! O ISEL neste campo não é diferente! Estamos adormecidos! Falta alguém que tenha o carisma para nos acordar! Temos de ser mais activos enquanto dirigentes académicos! Talvez até controversos. Há a necessidade de estimular a crítica construtiva, e acabar com as guerras pessoais. Cabe aos dirigentes associativos e aos chamados líderes de opinião criar uma nova ordem no associativismo académico! Os jovens vivem com as pressões da falta de emprego e com o fantasma das prescrições! Como tal, temos de facilitar e simplificar a sua forma de intervir. No que concerne a Associação de Estudantes, tem de ser esta a ir ao encontro dos Alunos e não esperar, como até ao momento tem sido feito, que sejam os estudantes a procurar a AEISEL. O papel do Líder é mais do que o de liderar é o de Inspirar e incentivar e nunca o de aceitar a inércia! Como te imaginas daqui a 10 anos? O que perspectivas estar a fazer e quais os teus planos a médio prazo? Daqui a 10 anos como daqui a 50, com certeza que estarei a lutar por um qualquer sonho que me inspire. Neste momento é AEISEL e os alunos do ISEL. No futuro será outra qualquer causa, que tenha o carisma e a paixão que esta instituição desperta em mim. Certamente que um grande sonho será o de poder ter uma família unida e essencialmente o de poder educar os meus filhos, de modo conseguir a passar a mensagem, que mais importante que atingir os nosso sonhos e objectivos é a forma com os realizamos essa sim traz a satisfação! 10 LISTA A

11 Lista M candidata à AEISEL Apresenta-nos a razão principal para liderares uma candidatura à Direcção da Associação de Estudantes do Instituto. A principal razão que me leva a liderar novamente esta equipa para a AEISEL, é a possibilidade de terminar os projectos, que iniciámos há dois anos. Estes projectos são de extrema importância para os Alunos e para o próprio Instituto, e uma vez que fomos nós que os começámos, sentimos que é nosso dever levá-los até ao fim. Considero que era pouco apetecível liderar a Associação com cerca de em défice, situação com que nos deparámos quando entrámos há dois anos atrás, mas que agora, depois de estabilizarmos financeiramente a AE, devolvermos a credibilidade perante os Órgãos de Gestão do ISEL, e dos nossos parceiros, é muito gratificante tornar a viver estes períodos de campanha eleitoral tão intensos. Mas ainda bem, pois sou a favor de concorrência saudável e da democracia. Quais as principais linhas de acção e de projectos que pretendes dinamizar? Na política desportiva vamos continuar a apoiar os nossos atletas nas modalidades já existentes e tentar incentivar a criação de novas. Este apoio passa pela aquisição de uma carrinha para a Associação para, entre outras coisas, o transporte dos atletas para os jogos que por vezes se faz com muito esforço por meios próprios pelos mesmos. Vamos com toda a certeza criar melhores condições dos Espaços Desportivos no ISEL, transformando os dois campos Desportivos existentes, num campo multiuso com piso sintético e de piso rápido. Este campo será coberto, o que permitirá a prática desportiva em qualquer altura do ano, permitindo aumentar a prática de desporto dentro do ISEL. Este projecto já foi iniciado tendo existido diversas reuniões com o CD, a Junta de Freguesia de Marvila e a Câmara Municipal de Lisboa. É um projecto já em fase adulta e que falta pouco para ser implementado. Vamos desenvolver novos núcleos na AEISEL como é o caso dos Jogos Estratégicos, onde será possível praticar por exemplo xadrez. Na política organizativa queremos centralizar os serviços que os estudantes usam diariamente num só edifício. Este edifício será o Pavilhão do Estudante actualmente conhecido como Pavilhão L. Aqui vamos criar três novas salas de estudo, e uma sala de Informática totalmente equipada, denominadas de Aqui Estuda-se 2 disponível 24h por dia. Este complexo de Salas de Estudo e Informática será apenas comparável com o Espaço Ágora em Santos. A Sede da AEISEL, a loja AEISEL, a gráfica, o GESP, bem como todos os outros serviços de reprografia, papelaria, e instituição bancária estarão todos centrados num só espaço com melhores condições e acessos. Este projecto é exclusivo desta continuidade de lista e conta já com um acordo com o CD, bem como viabilidade financeira já negociada. O Salão de jogos mudará para o Pavilhão recentemente criado ao lado do futuro Pavilhão do Estudante. Com esta alteração vai ser possível expandir a nossa cantina para o espaço actualmente ocupado com o salão de jogos. Isto vai permitir que o SAS IPL possa fazer um sistema de duas filas de acesso para que os alunos apenas tenham de passar metade do tempo nas filas de espera para a cantina. Por falar em obras, é importante referir que, após pressão da nossa parte, o SAS IPL iniciou finalmente as obras das casas de banho. Quanto ao GESP, queremos continuar a forte parceria com o IEFP e com a EURES, criando mais oportunidades de emprego aos finalistas do ISEL. O nosso fórum foi um excelente meio de divulgação para as propostas de emprego, mas temos consciência que podemos melhorar. Temos já uma grande base de dados de CV s, que tem garantido uma grande percentagem de empregabilidade, confirmando que o GESP é para muitos o primeiro contacto com o mundo empresarial. A política cultural e recreativa não será esquecida e queremos manter a tradição que começamos das festas da Loira, de são Martinho e do Porco no Espeto. Temos um projecto engraçado para fazer numa festa de recepção ao caloiro, e vamos dinamizar festas em conjunto com outras Faculdades de Lisboa. Na política educativa estamos a criar novos protocolos com a ANET e a Ordem dos Engenheiros e a incentivar a criação de projectos de Investigação no Instituto. Actualmente os Mestrados de Mecânica e Civil ainda não estão aprovados no MCTES, e fica desde já o aviso, se não forem aprovados vamos para a rua e faremos uma manifestação junto do Sr. Ministro Mariano Gago. Qual a tua opinião sobre a implementação do chamado processo de Bolonha no ISEL? Julgo que os professores têm que ser mais activos no processo e não dizer só que...é Bolonha, estudem e depois venham tirar dúvidas.... É uma mudança radical no nosso sistema de ensino, podendo tornar-se num problema se não for encarado de outra forma. Vejo Bolonha como uma forma de tornar o Aluno numa pessoa autodidacta e com autonomia, que é o que um Engenheiro deve ser. No seguimento deste tema, embora de forma independente, considero importante informar e apelar aos alunos que as prescrições estão ai à porta e, inevitavelmente, alguns colegas nossos irão prescrever em Setembro próximo. A nossa medida para minimizar o impacto vai ser, à imagem do que fizemos no passado, solicitar aos Órgãos da Escola competentes, que aumentem o número de alunos com direito a época especial devidamente justificado, dando oportunidade que mais alguns colegas consigam continuar a estudar. Qual a tua opinião sobre a relação dos alunos do ISEL, e dos jovens em geral, com o Associativismo e a sua participação na vida política académica? Julgo que nos últimos anos tem sido feito um trabalho muito bom para envolver as pessoas nos assuntos e problemas do ISEL. As pessoas estão atentas aos projectos. Posso ainda dizer que graças a um excelente projecto desenvolvido nos últimos dois anos temos recebido um feedback muito positivo. O exemplo que posso dar foi de uns colegas do ensino Nocturno que, após a reabilitação do espaço Aqui Estuda-se, vieram ter connosco à AEISEL apenas para agradecer. Este gesto foi encarado por nós como sendo um dos aspectos mais recompensadores do nosso trabalho desenvolvido, o reconhecimento por um trabalho bem feito. Em geral, no mundo do Associativismo, acho que ainda há muito trabalho a ser desenvolvido, contudo, se acreditarmos nos projectos e formos pessoas competentes podemos alcançar grandes feitos. Neste momento posso afirmar que a Associação Académica de Lisboa, da qual também faço parte, está a demonstrar grande Força e Carácter. Um exemplo disso é a forma como os seus membros estão a desenvolver um excelente trabalho, bem como uma Excelente Projecção para os seus Associados. A nível de politica educativa e cultural, isto pode ser uma mais valia para a Associação. Como te imaginas daqui a 10 anos? O que perspectivas estar a fazer e quais os teus planos a médio prazo? Não gosto de fazer perspectivas a tão longo prazo, vou sim dar o meu melhor todos os dias para que, possivelmente, em menos de dez anos já esteja no local onde quero estar. Acredito no lema Carpe Diem e assim posso dizer com toda a certeza, o meu pensamento de momento é apenas para a AEISEL. Acho que todos temos de ter Visão Estratégica para que em qualquer projecto que façamos parte, por mais pequeno que seja, possamos dar sempre o nosso melhor e tornar um pequeno projecto, NUM GRANDE PROJECTO. LISTA M 11

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