Alocação Ótima de Banco de Capacitores em Redes de Distribuição Radiais para Minimização das Perdas Elétricas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Alocação Ótima de Banco de Capacitores em Redes de Distribuição Radiais para Minimização das Perdas Elétricas"

Transcrição

1 > REVISTA DE INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL APLICADA (ISSN: XXXXXXX), Vol. X, No. Y, pp Alocação Ótima e Banco e Capacitores em Rees e Distribuição Raiais para Minimização as Peras Elétricas A. C. Neto, Marco Aurélio C. Pacheco Abstract Este trabalho propõe uma metoologia, baseaa em algoritmos evolutivos, para o problema e alocação e capacitores em rees e istribuição raiais. A instalação e bancos e capacitores em rees e istribuição visa reuzir as peras elétricas resultantes a potência reativa presente no sistema. Esta metoologia foi valiaa e aplicaa em uma subestação e grane porte a ree e istribuição a Companhia Energética o Maranhão CEMAR. Os resultaos obtios com o algoritmo e alocação e capacitores reuziu as peras elétricas e melhorou o perfil mínimo e tensão. Palavras Chaves Alocação e Capacitores, Fluxo e Carga, Algoritmo Genéticos, Rees e Distribuição

2 > REVISTA DE INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL APLICADA (ISSN: XXXXXXX), Vol. X, No. Y, pp INTRODUÇÃO Capacitores são fontes e energia reativa. Os objetivos e sua aplicação em sistemas e potência é a compensação e energias reativas prouzias por cargas inutivas ou reatâncias e linhas. Quano aequaamente utilizaos, permitem a obtenção e um conjunto e benefícios correlatos que incluem a reução e peras e energia, correção os perfis e tensões, controle os fluxos e potência, melhoria o fator e potência e aumento a capaciae os sistemas [1]. No contexto esse trabalho, a instalação e capacitores é avaliaa conjuntamente sob a ótica e reução e peras e o conseqüente aumento o lucro na istribuição e energia. Aspectos operacionais também são levaos em conta, pois geram restrições que não poem ser esprezaas quano se planeja instalar capacitores em uma ree elétrica real. As peras técnicas poem ser reuzias pela instalação e capacitores em pontos aequaos a ree, proporcionano geração e energia reativa nas proximiaes as cargas. Dessa forma, iminui-se a componente associaa ao fluxo e corrente reativa nas linhas. Os benefícios reais obtios com a instalação e capacitores em sistemas e istribuição epenem as características os equipamentos e a forma como é feita essa instalação. Especificamente, epenem o número e tamanho os capacitores, e sua localização, o tipo (fixos ou chaveaos) e o esquema e controle utilizao. Neste trabalho, o problema e alocação e capacitores restringe-se ao problema e encontrar a localização e a imensão os capacitores a serem instalaos. I. FORMULAÇÃO DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE CAPACITORES Consiera-se o problema geral e localização e capacitores como seno a eterminação os lugares (número e localizações), tipos, e ajustes (capaciaes e tempos e chaveamentos) ótimos os bancos e capacitores a serem alocaos em um sistema e istribuição raial. Os objetivos são a reução as peras e potência e energia no sistema e a manutenção a regulação e tensão enquanto se mantém o custo a aição os bancos e capacitores em um mínimo. Desta forma, uma alternativa para resolver este problema é consierar a minimização a relação custo/benefício como função objetivo o problema e alocação e banco e capacitores. O custo associao com a inserção e capacitores em um alimentaor é ao por: Custo = CI + CM One: (1) CI é o custo e compra anualizao e capacitores (custo e instalação). Este custo é calculao a seguinte forma [2]: CI = n( cap) j= 1 C j i ( 1+ i) n ( i) n 1+ 1 (2) n( cap ) é o número e capacitores instalaos; i representa a taxa e juro e mercao isponível para o investior; n é a via útil os banco e capacitores; C é o custo e compra para caa capacitor; j CM é o custo e manutenção os capacitores; Por outro lao, o benefício resultante a instalação os capacitores é ao por: Beneficio One: = PE base ger ( ) ( ) PE = PE S PE S S base (3) é o cenário o caso base (sem a instalação e capacitores); S ger é o cenário com a instalação e capacitores; PE(S base ) e PE(S ger ) são os custos e peras elétricas associaos com os cenários S base e S ger, respectivamente. O custo e peras e energia é obtio multiplicano-se as peras anuais e energia pela tarifa cobraa nas empresas e istribuição. Usano os custos e benefícios efinios nas eqs. (1) e (3), poe-se expressar a função objetivo o problema e alocação e capacitores a seguinte forma: Custo CI + CM Minimizar = Beneficio PE (4) Analisano-se a função objetivo expressa na eq. (4), poe-se observar que um cenário e planejamento será economicamente viável apenas se a relação custo/benefício for menor o que a uniae. A minimização a função objetivo acima exige que sejam inicialmente ientificaos os locais caniatos para a instalação e capacitores. Neste trabalho, esta ientificação foi realizaa calculano-se as seguintes relações e sensibiliae [3]: = Q Q Q Q f i Peras Peras Peras Peras One: f i l l l l Q l é uma variação a injeção e potência reativa em uma barra (as injeções aicionais e potência reativa são resultante os capacitores conectaos na ree); Peras f são as peras elétricas com injeções aicionais e potência reativa; (5)

3 > REVISTA DE INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL APLICADA (ISSN: XXXXXXX), Vol. X, No. Y, pp Peras i são as peras elétricas sem injeções aicionais e potência ativa; Q é a injeção e potência reativa final em uma barra ; f l Q é a injeção e potência reativa inicial em uma barra ; i l Este tipo e aproximação é conhecio como Métoo as Diferenças Finitas [4]. Após a análise e sensibiliae, foi selecionaa 10% as barras que tem maior impacto na análise e sensibiliae. II. METODOLOGIA DE SOLUÇÃO: ALGORITMO GENÉTICO Os algoritmos genéticos são algoritmos e busca estocástica, combinano sobrevivência artificial através o princípio a aaptabiliae com operaores genéticos abstraíos os sistemas biológicos. Estes algoritmos formam um mecanismo surpreenentemente robusto e muito eficiente para encontrar soluções otimizaas para problemas complexos o muno real [5]. A terminologia utilizaa no esenvolvimento os algoritmo genéticos se baseia na teoria a evolução natural e a genética. Inicialmente, é proposta uma população e inivíuos, e caa inivíuo é representao por um cromossomo que possui uma coificação (genótipo) e uma suposta solução o problema (fenótipo). De uma forma geral, os cromossomos são implementaos através e vetores ou listas e atributos, one caa componente o vetor ou atributo representa um gene. Os genes, por sua vez, poem assumir iversos valores e acoro com o tipo e coificação. Os algoritmos genéticos implementaos para a maioria os problemas nos quais são aplicaos, evem ter os seguintes componentes: Escolha e uma representação genética para soluções caniatas, ou seja, processo e coificação; Uma forma e gerar uma população inicial e soluções caniatas; Uma função e aaptabiliae que correspone à pressão ambiental, teno a função e avaliar as soluções e classifica-las e acoro com a sua aaptação ao meio; Operaores genéticos; Ientificação os valores para os vários parâmetros usaos pelo algoritmo genético tais como: tamanho a população, probabiliaes e aplicação os operaores genéticos, números e gerações, etc. isponível em uma tabela. Por exemplo, a partir a Tabela 1, os número 2 e 5 representam respectivamente, que serão instalaos 0,0 e 300 KVAr em um sistema. TABELA I EXEMPLO DE VALORES DE CAPACITORES DISPONÍVEIS Ínice Capaciae (KVAr) 1 0,0 2 0,0 3 0, , , ,00 Portanto, o inivíuo será constituío e números inteiros, que por sua vez inicará que capacitor será alocao. B. População Inicial A população e um algoritmo genético é um conjunto e possíveis soluções para um eterminao problema. Caa inivíuo na população é representao por um cromossomo composto por uma seqüência e números, que assumem valores epeneno e tipo e coificação usaa. Neste trabalho, a população inicial foi geraa e maneira aleatória. A população foi realizaa utilizano números aleatórios no intervalo [1,num_list], one num_list é o tamanho a lista e capacitores isponíveis para alocação, para efinir o capacitor que será selecionaa a partir e uma lista e capacitores isponíveis. Esta seleção e capacitores inicará quais capacitores serão alocaos no sistema e istribuição. Por exemplo, a partir a Tabela I, um inivíuo foi gerao a partir os seguintes números aleatórios: X ran =2; X ran =6; X ran =5; X ran =1; X ran =2; X ran = Fig. 1. Exemplo e um iniviuo e uma população C. Operaores Genéticos Inivíuos selecionaos são recombinaos sexualmente através o operaor e crossover. O operaor e crossover é consieraa a característica funamental os algoritmos genéticos. Pares e genitores são escolhios aleatoriamente e novos inivíuos são criaos a partir a troca e material genético. Os escenentes serão iferentes e seus pais, mas com características genéticas e ambos os genitores. Neste trabalho, foi utilizao o crossover e um ponto. Por exemplo: A seguir, uma escrição mais etalhaa as partes constituintes e um algoritmo genético aplicao ao problema e alocação ótima e banco e capacitores. A. Processo e Coificação A coificação é uma as etapas mais críticas na efinição e um algoritmo genético, por isso eve ser um os primeiros aspectos a serem consieraos urante a fase e implementação. Neste trabalho, a coificação os inivíuos foi através e números inteiros. Estes números representa os ínices associaos com os valores nominais e capacitores Fig. 2. Exemplo e crossover e um ponto. Na sua forma mais simples o crossover e um ponto e corte, corta os ois genitores em uma posição aleatoriamente escolhia (vê Fig. 2), criano ois novos escenentes.

4 > REVISTA DE INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL APLICADA (ISSN: XXXXXXX), Vol. X, No. Y, pp Os cromossomos criaos a partir o operaor crossover são então submetios a operação e mutação. Mutação é um operaor exploratório que tem por objetivo aumentar a iversiae na população. O operaor e mutação altera o conteúo e uma posição o cromossomo, com uma eterminaa probabiliae, em geral menor que 1%. A Fig. 3 apresenta um exemplo o operaor mutação. Fig. 3. Exemplo o operaor mutação. III. FLUXO DE POTÊNCIA PARA REDES DE DISTRIBUIÇÃO RADIAIS Nesta seção apresenta-se o métoo e fluxo e potência para rees e istribuição raiais. Este métoo em sua implementação utiliza uma aboragem orientaa a ramos para melhorar o esempenho número. Neste contexto, o Métoo Soma e Potência também é chamaa fluxo e potência orientao a ramos. Este métoo estima as tensões noais e fluxos e potências nos ramos, e forma iterativa, usano o proceimento e Varreura Progressiva Regressiva (VPR). Este proceimento significa basicamente em ois passos: Inicialmente, os fluxos e corrente ou potência nos ramos são calculaos partino-se os nós extremos em ireção ao nó raiz (subestação), e usano uma estimativa inicial e tensões noais, este primeiro proceimento é chamao e Varreura Regressiva (VR). A partir o resultao a injeção e corrente ou potência o nó raiz e o valor conhecio a tensão nessa barra, recalculam-se os valores e tensão as barras a ree partino-se o nó raiz em ireção aos nós extremos. Este proceimento é enominao Varreura Progressiva (VP). A VPR é repetia até que não hajam variações significativas nas magnitues as tensões noais entre uas iterações consecutivas. As VPR são realizaas usano-se a informação pai-filho associaa com uma aa configuração o sistema. Esta informação é ilustraa na Fig. 4, one as linhas sólias estão associaas com os pais os componentes e as linhas tracejaas com os filhos. Nesta figura, o parente e um componente é efinio como o primeiro componente à jusante o componente em questão, consierano-se o fluxo no sentio fonte-carga. Por outro lao, os filhos e um componente são efinios como os primeiros componentes à jusante o componente em questão, consierano-se também o fluo no sentio a fonte-carga. Fig. 4. Estrutura pai-filho para um sistema e istribuição O cálculo os fluxos nos ramos se baseia nas seguintes equações recursivas [6], [7]: 1) Varreura Regressiva 2 2 eq eq eq P + Q Pi, = P + ri, 2 V 2 2 eq eq eq P + Q = + 2 V Q Q x 2) Varreura Progressiva ( ) ( ) ( 2 2 r ) i, + xi, V = V 2 P r + Q x + P + Q (8) i 2 V One as variáveis usaas acima nas equações são mostraas na Fig. 5: eq P = P, l + P (9) l Ω P P P Y V eq 2 =, l + shunt (10) l Ω (6) (7) Fig. 5. Circuito usao para VPR P é a carga ativa conectaa à barra ;

5 > REVISTA DE INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL APLICADA (ISSN: XXXXXXX), Vol. X, No. Y, pp Q é a carga reativa conectaa à barra ; P é o fluxo e potência ativa no ramo entre a barra i e ; Q é o fluxo e potência reativa no ramo entre a barra i e ; Ω é o conjunto e nós à jusante o nó ; r e x é a resistência e a reatância associaa com o ramo entre os nós i e, respectivamente; Y é a reatância capacitiva instalaa em uma barra; shunt IV. RESULTADOS O algoritmo proposto para a alocação ótima e banco e capacitores foi testao em um sistema constituío por quatro alimentaores a ree e istribuição a Companhia Energética o Maranhão CEMAR. Estes alimentaores pertencem a uma subestação enominaa Maiobão. As principais características o sistema teste são apresentaas na Tabela I e o iagrama unifilar em coorenaas georeferenciaas é mostrao na Figura 6. TABELA I CARACTERÍSTICA DO SISTEMA TESTE No. e Consumiores Pico e Carga 7768,37 W No. e Chaves NA 1 No. e Pontos e Carga 201 No. e Componentes 1717 Comprimento total 75,5927 m instalar e para manter os capacitores em operação. Aicionalmente aos custos e operação/instalação e capacitores, é também necessário se conhecer os custo e vena e energia elétrica para se efinir a função objetivo mostraa na equação (4). Neste trabalho, o custo e vena e energia é 0,202 R$/Wh [8]. Os parâmetros o algoritmo genético utilizao para a otimização estão apresentaos na Tabela III. TABELA III PARÂMETRO DO ALGORITMO GENÉTICO Número e gerações 100 Probabiliae e Cruzamento (P c ) 0,85 Probabiliae e Mutação (P m ) 0,08 Tamanho a População 50 A análise os resultaos obtios com alocação e capacitores em rees e istribuição foi realizaa consierano-se os seguintes cenários e planejamento: Cenário 0: Ree e istribuição sem a instalação e banco e capacitores; Cenário 1: Ree e istribuição após a alocação ótima e capacitores; Os custos associaos com estes ois Cenários são apresentaos na Tabela IV. A partir esta tabela, nota-se que os custos as peras elétricas foram reuzios e R$ 61412,5. Esta reução nos custos é evio à instalação e capacitores na ree istribuição em estuo. Estes resultaos já eram esperaos, pois os capacitores são fontes e energia reativa. Em outras palavras, a inserção e capacitores na ree istribuição há uma compensação e energias reativas prouzias por cargas inutivas ou reatâncias e linhas. Por outro lao, para esta reução nota-se a partir a tabela, que houve um custo associao com a instalação e capacitores, o valor em R$ foi e 3000,17. TABELA IV VALORES DOS CUSTOS ESTIMADOS Fig. 6. Diagrama unifilar a subestação o Maiobão - CEMAR A Tabela II mostra os valores e capacitores isponíveis para a instalação nas barras caniatas. Além isso, esta tabela apresenta os valores nominais os capacitores com seus respectivos custos. TABELA II CAPACITORES DISPONÍVEIS PARA ALOCAÇÃO Capaciae (KVAr) Custo (R$) , , ,00 O custo mostrao na tabela acima, é a soma o custo e Custos (R$) Cenário 0 Cenário 1 Custos as Peras (*1000) 1.346, ,1 Custo e Instalação e Manutenção e 0,0 3000,17 Capacitores Custo Total 1.346, ,10017 Os resultaos obtios com a metoologia aplicaa, apresentaa na Tabela IV, mostraram que o custo total o Cenário 1 com relação ao Cenário 0 teve uma reução e R$ 58409,83. Em outras palavras, a razão a relação custo/benefício é menor o que 1, ou seja, os benefícios a instalação e capacitores são maiores que os custos e instalação os capacitores na ree e istribuição. Estes resultaos mostram a importância a metoologia aplicaa, visto que são obtios melhores níveis e peras elétricas, reução no perfil e tensão, carregamento máximo os alimentaores e um aumento nas receitas as empresas e

6 > REVISTA DE INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL APLICADA (ISSN: XXXXXXX), Vol. X, No. Y, pp istribuição. Desta forma, a instalação e bancos capacitores poe ser uma alternativa para aiar investimentos associaos com a expansão a ree elétrica. Na Tabela V, apresenta-se os valores obtios para tensão mínima, carregamento máximo e as peras elétricas após a instalação ótima e capacitores. TABELA V DADOS OPERAÇÃO DO SISTEMA APÓS A INSTALAÇÃO DE CAPACITORES Daos Operacionais Cenário 0 Cenário 1 Tensão Mínima (V) 12, ,7455 Carregamento Máx. (A) 667, ,203 Peras Elétricas (W) 760, ,24 Na Figura 7 apresenta à análise o esempenho o algoritmo genético utilizao para o problema e alocação e capacitores. Este esempenho foi realizao calculano a méia os melhores inivíuos por geração em vários experimentos (20 experimentos). A partir esta análise, foi possível meir o esempenho o AG em encontrar uma solução melhor na geração seguinte. REFERENCES [1] A. Menes, C. Pissarra, P. França, C. Lyra, C. Cavellucci. Instala; ao e capacitores para reução e peras em rees e istribuição e energia elétrica, CBA, [2] Roy Billinton, Wenyan Li. Reliability Assessment of Electric Power System Using Monte Carlo Methos. 1994, Plenum Press - New Yor. [3] R. Rainer S. Ríos an R. Vásquez. Business opportunities an ynamic competition through istribute generation in primary electricity istribution networs. Energy Policy, Vol 33, Issue 17, November 2005, pp [4] W. Y. Yang, W. Cao, Tae-Sang Chung, Applie Numerical Methos Using Matlab, Wiley-Interscience, 2005, New jersey [5] J. H. HOLLAND. A, Aaptation in Natural an Artificial Systems, 1992,,2a ei c ao, MIT Press, Massachusetts; [6] M. H. Haque, A General Loa Flow metho for Distribution Systems, Electric Power System Research, 2000, Vol.54(1), pp: [7] M. E. Baran, F. F. Wu, Networ Reconfiguration in Distribution Systems for Loss Reuction an Loa Balancing, IEEE Trans. Power Delivery 4(2), 1989, [8] L. H. Willis, Power Distribution Planning Reference Boo, Marcel Deer, 2004, New Yor. Desempenho o AG Fitness Gerações Fig. 7. Méia os melhores inivíuos e vários experimentos V. CONCLUSÕES Neste trabalho, um algoritmo e otimização, algoritmo genéticos, tem sio esenvolvio para resolver o problema e alocação e banco e capacitores em rees e istribuição raiais. Além isso, foi implementao um fluxo e carga para rees e istribuição (Soma e Potência). Os resultaos obtios com a metoologia reuziram significativamente os seguintes variáveis e operação: perfil e tensão, carregamento os alimentaores e as peras elétricas. Além isso, os resultaos mostram que a aboragem via algoritmos genéticos é vália para o problema. O métoo mostrou ser estável ao se aaptar facilmente às varias configurações os parâmetros.

Matemática. Aula: 07 e 08/10. Prof. Pedro Souza. www.conquistadeconcurso.com.br. Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.

Matemática. Aula: 07 e 08/10. Prof. Pedro Souza. www.conquistadeconcurso.com.br. Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM. Matemática Aula: 07 e 08/10 Prof. Pero Souza UMA PARCERIA Visite o Portal os Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.BR Visite a loja virtual www.conquistaeconcurso.com.br MATERIAL DIDÁTICO EXCLUSIVO

Leia mais

SOLENÓIDE E INDUTÂNCIA

SOLENÓIDE E INDUTÂNCIA EETROMAGNETSMO 105 1 SOENÓDE E NDUTÂNCA 1.1 - O SOENÓDE Campos magnéticos prouzios por simples conutores ou por uma única espira são bastante fracos para efeitos práticos. Assim, uma forma e se conseguir

Leia mais

10 DIMENSIONAMENTO DE SECÇÕES RETANGULARES COM ARMADURA DUPLA

10 DIMENSIONAMENTO DE SECÇÕES RETANGULARES COM ARMADURA DUPLA 10 DIMENSIONAMENTO DE SECÇÕES RETANGULARES COM ARMADURA DUPLA 10.1 INTRODUÇÃO A armaura posicionaa na região comprimia e uma viga poe ser imensionaa a fim e se reuzir a altura e uma viga, caso seja necessário.

Leia mais

Aula 1- Distâncias Astronômicas

Aula 1- Distâncias Astronômicas Aula - Distâncias Astronômicas Área 2, Aula Alexei Machao Müller, Maria e Fátima Oliveira Saraiva & Kepler e Souza Oliveira Filho Ilustração e uma meição e istância a Terra (à ireita) à Lua (à esquera),

Leia mais

Leis de Newton. 1.1 Sistemas de inércia

Leis de Newton. 1.1 Sistemas de inércia Capítulo Leis e Newton. Sistemas e inércia Supomos a existência e sistemas e referência, os sistemas e inércia, nos quais as leis e Newton são válias. Um sistema e inércia é um sistema em relação ao qual

Leia mais

FUVEST Prova A 10/janeiro/2012

FUVEST Prova A 10/janeiro/2012 Seu Pé Direito nas Melhores Faculaes FUVEST Prova A 10/janeiro/2012 física 01. A energia que um atleta gasta poe ser eterminaa pelo volume e oxigênio por ele consumio na respiração. Abaixo está apresentao

Leia mais

ALGORITMO IMUNOLÓGICO ARTIFICIAL OPT-AINET APLICADO A RECONFIGURAÇÃO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO CONSIDERANDO DEMANDAS VARIÁVEIS

ALGORITMO IMUNOLÓGICO ARTIFICIAL OPT-AINET APLICADO A RECONFIGURAÇÃO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO CONSIDERANDO DEMANDAS VARIÁVEIS ALGORITMO IMUNOLÓGICO ARTIFICIAL OPT-AINET APLICADO A RECONFIGURAÇÃO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO CONSIDERANDO DEMANDAS VARIÁVEIS Simone S. F. Souza Departamento e Engenharia Elétrica, UNESP Univ. Estaual

Leia mais

EXP. 4 - MEDIDA DO COMPRIMENTO DE ONDA DA LUZ POR MEIO DE UMA REDE DE DIFRAÇÃO

EXP. 4 - MEDIDA DO COMPRIMENTO DE ONDA DA LUZ POR MEIO DE UMA REDE DE DIFRAÇÃO Capítulo 4 EXP. 4 - MEDIDA DO COMPRIMENTO DE ONDA DA LUZ POR MEIO DE UMA REDE DE DIFRAÇÃO 4.1 OBJETIVOS Meir a constante e ree e ifração utilizano um comprimento e ona conhecio. Meir os comprimentos e

Leia mais

DIFERENÇA DE POTENCIAL. d figura 1

DIFERENÇA DE POTENCIAL. d figura 1 DIFERENÇ DE POTENCIL 1. Trabalho realizao por uma força. Consieremos uma força ue atua sobre um objeto em repouso sobre uma superfície horizontal como mostrao na figura 1. kx Esta força esloca o objeto

Leia mais

8- Controlador PID. PID = Proporcional + Integral + Derivativo

8- Controlador PID. PID = Proporcional + Integral + Derivativo Controlaor PID 154 8- Controlaor PID PID = Proporcional + Integral + Derivativo É interessante assinalar que mais a metae os controlaores inustriais em uso nos ias atuais utiliza estratégias e controle

Leia mais

Controle Estatístico de Qualidade. Capítulo 14 (montgomery)

Controle Estatístico de Qualidade. Capítulo 14 (montgomery) Controle Estatístico e Qualiae Capítulo 4 (montgomery) Amostragem e Aceitação Lote a Lote para Atributos Introução A Amostragem poe ser efinia como a técnica estatística usaa para o cálculo e estimativas

Leia mais

3 ALGORITMOS GENÉTICOS : CONCEITOS BÁSICOS E EXTENSÕES VINCULADAS AO PROBLEMA DE MINIMIZAÇÃO DE PERDAS

3 ALGORITMOS GENÉTICOS : CONCEITOS BÁSICOS E EXTENSÕES VINCULADAS AO PROBLEMA DE MINIMIZAÇÃO DE PERDAS 3 ALGORITMOS GENÉTICOS : CONCEITOS BÁSICOS E EXTENSÕES VINCULADAS AO PROBLEMA DE MINIMIZAÇÃO DE PERDAS 3.1 - Conceitos Básicos Entendemos como algoritmo um conjunto predeterminado e bem definido de regras

Leia mais

RESOLUÇÃO ATIVIDADE ESPECIAL

RESOLUÇÃO ATIVIDADE ESPECIAL RESOLUÇÃO ATIVIDADE ESPECIAL Física Prof. Rawlinson SOLUÇÃO AE. 1 Através a figura, observa-se que a relação entre os períoos as coras A, B e C: TC TB T A = = E a relação entre as frequências: f =. f =

Leia mais

Exercícios Segunda Lei OHM

Exercícios Segunda Lei OHM Prof. Fernano Buglia Exercícios Seguna Lei OHM. (Ufpr) Um engenheiro eletricista, ao projetar a instalação elétrica e uma eificação, eve levar em conta vários fatores, e moo a garantir principalmente a

Leia mais

Estudo da Transmissão da Dengue entre os

Estudo da Transmissão da Dengue entre os TEMA Ten. Mat. Apl. Comput., 4, No. 3 (23), 323-332. c Uma Publicação a Socieae Brasileira e Matemática Aplicaa e Computacional. Estuo a Transmissão a Dengue entre os Inivíuos em Interação com a População

Leia mais

Algoritmos Genéticos

Algoritmos Genéticos UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Laboratório de Computação Natural LCoN I ESCOLA DE COMPUTAÇÃO NATURAL Algoritmos Genéticos Rafael Xavier e Willyan Abilhoa Outubro/2012 www.computacaonatural.com.br

Leia mais

Média tensão Uso Geral

Média tensão Uso Geral Dimensionamento Os valores e capaciae e conução e correntes constantes as tabelas a seguir foram retiraos a NBR 14039/2003. No caso e cabos iretamente enterraos foi aotao uma resistiviae térmica o terreno

Leia mais

Metanálise MTC: o uso combinado de evidência direta e indireta

Metanálise MTC: o uso combinado de evidência direta e indireta Metanálise MTC: o uso combinao e eviência ireta e inireta na comparação e múltiplos tratamentos Patrícia Klarmann Ziegelmann Universiae Feeral o Rio Grane o Sul Em estuos e avaliação tecnológica em saúe

Leia mais

DCC011 Introdução a Banco de Dados -20. Revisão: Modelagem de Dados. Revisão: Processo de Projeto de BD. Revisão: Projeto de Bancos de Dados

DCC011 Introdução a Banco de Dados -20. Revisão: Modelagem de Dados. Revisão: Processo de Projeto de BD. Revisão: Projeto de Bancos de Dados DCC011 Introução a Banco e Daos -20 Revisão: Moelagem e Daos Mirella M. Moro Departamento e Ciência a Computação Universiae Feeral e Minas Gerais mirella@cc.ufmg.br Revisão: Projeto e Bancos e Daos Inepenente

Leia mais

Mapeamento Automático de Redes WiFi com base em Assinaturas Rádio

Mapeamento Automático de Redes WiFi com base em Assinaturas Rádio Mapeamento Automático e Rees WiFi com base em Assinaturas Ráio Rui N. Gonçalves Monteiro Engenharia e Comunicações Universiae o Minho Guimarães, Portugal ruimonteiro84@gmail.com Ariano Moreira Centro Algoritmi

Leia mais

Observa-se ainda que, para pequenos giros, os pontos de uma seção transversal não sofrem deslocamento na direção longitudinal.

Observa-se ainda que, para pequenos giros, os pontos de uma seção transversal não sofrem deslocamento na direção longitudinal. Universiae Feeral e Alagoas Centro e ecnologia Curso e Engenharia Civil Disciplina: Mecânica os Sólios Cóigo: ECIV030 Professor: Euaro Nobre ages orção em Barras e Seção ransversal Circular Cheia ou Vazaa

Leia mais

Por efeito da interação gravitacional, a partícula 2 exerce uma força F sobre a partícula 1 e a partícula 1 exerce uma força F sobre a partícula 2.

Por efeito da interação gravitacional, a partícula 2 exerce uma força F sobre a partícula 1 e a partícula 1 exerce uma força F sobre a partícula 2. Interação Gravitacional Vimos que a mola é esticaa quano um corpo é suspenso na sua extremiae livre. A força que estica a mola é e origem eletromagnética e tem móulo igual ao móulo o peso o corpo. O peso

Leia mais

Estudo do Impacto de Geradores. Distribuídos em Redes de Distribuição de. Energia Elétrica.

Estudo do Impacto de Geradores. Distribuídos em Redes de Distribuição de. Energia Elétrica. Estudo do Impacto de Geradores Distribuídos em Redes de Distribuição de Energia Elétrica. Oliveira, F. B. R. 1 Cardoso, J. B. 2 Resumo: Os Sistemas Elétricos de Potência se estabelecem como unidades de

Leia mais

Rastreamento e Telemetria de Veículos e Embarcações em Missões Estratégicas.

Rastreamento e Telemetria de Veículos e Embarcações em Missões Estratégicas. Rastreamento e Telemetria e Veículos e Embarcações em Missões Estratégicas. Douglas Soares os Santos, Wagner Chiepa Cunha e Cairo L. Nascimento Jr. Instituto Tecnológico e Aeronáutica - Praça Marechal

Leia mais

Capacitores. Figura 7.1

Capacitores. Figura 7.1 Capítulo 7 Capacitores 7.1 Introução Capacitor é um ispositivo que armazena energia potencial. Capacitores variam em forma e tamanho, mas a configuração básica consiste e ois conutores e cargas opostas.

Leia mais

III Corpos rígidos e sistemas equivalentes de forças

III Corpos rígidos e sistemas equivalentes de forças III Corpos rígios e sistemas equivalentes e forças Nem sempre é possível consierar toos os corpos como partículas. Em muitos casos, as imensões os corpos influenciam os resultaos e everão ser tias em conta.

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE COMPUTADOR DE VAZÃO COMPENSADA DE GÁS NATURAL EMPREGANDO ARQUITETURA ABERTA

DESENVOLVIMENTO DE COMPUTADOR DE VAZÃO COMPENSADA DE GÁS NATURAL EMPREGANDO ARQUITETURA ABERTA ESENVOLVIMENTO E COMPUTAOR E VAZÃO COMPENSAA E GÁS NATURAL EMPREGANO ARQUITETURA ABERTA *CLAUIO GARCIA *OSMEL REYES VAILLANT *ESCOLA POLITÉCNICA A UNIVERSIAE E SÃO PAULO EPARTAMENTO E ENGENHARIA E TELECOMUNICAÇÕES

Leia mais

Alocação de Cabos em Redes de Distribuição de Energia Elétrica de Média Tensão (MT) Utilizando Algoritmo Chu-Beasley

Alocação de Cabos em Redes de Distribuição de Energia Elétrica de Média Tensão (MT) Utilizando Algoritmo Chu-Beasley 1 Alocação de Cabos em Redes de Distribuição de Energia Elétrica de Média Tensão (MT) Utilizando Algoritmo Chu-Beasley J. Castilho Neto, A. M. Cossi Resumo-- Neste trabalho é proposta uma metodologia para

Leia mais

Parte V ANÁLISE DIMENSIONAL

Parte V ANÁLISE DIMENSIONAL 78 PARTE V ANÁISE DIMENSIONA Parte V ANÁISE DIMENSIONA [R] [p] [V] [n] [τ] l 3 θ [R] θ Resposta: [R] θ Uma as principais equações a Mecânica quântica permite calcular a energia E associaa a um fóton e

Leia mais

Herança. Herança. Especialização. Especialização

Herança. Herança. Especialização. Especialização Herança Herança Em muitos casos, um tipo e entiae tem vários subconjuntos e entiaes que são significativos para a aplicação. Exemplo: as entiaes e um tipo e entiae Empregao poem ser agrupaas em Secretária,

Leia mais

ALGORITMOS GENÉTICOS

ALGORITMOS GENÉTICOS ALGORITMOS GENÉTICOS INTRODUÇÃO São métodos adaptativos que podem ser usados para resolver problemas de busca e otimização. Na natureza a combinação de boas características provenientes de diferentes indivíduos

Leia mais

3 Os impostos sobre dividendos, ganhos de capital e a legislação societária brasileira

3 Os impostos sobre dividendos, ganhos de capital e a legislação societária brasileira 30 3 Os impostos sore ivienos, ganhos e capital e a legislação societária rasileira As legislações societárias e fiscais o Brasil iferem muito quano comparamos ao sistema americano. Neste capítulo aoraremos

Leia mais

EFEITO ESTABILIZANTE DE ELO DE CORRENTE CONTÍNUA NA OPERAÇÃO DE SISTEMAS DE TRANSMISSÃO EM CORRENTE ALTERNADA. Waldenir Alexandre da Silva Cruz

EFEITO ESTABILIZANTE DE ELO DE CORRENTE CONTÍNUA NA OPERAÇÃO DE SISTEMAS DE TRANSMISSÃO EM CORRENTE ALTERNADA. Waldenir Alexandre da Silva Cruz EFEIO ESABILIZANE DE ELO DE CORRENE CONÍNUA NA OPERAÇÃO DE SISEMAS DE RANSMISSÃO EM CORRENE ALERNADA Walenir Alexanre a Silva Cruz ESE SUBMEIDA AO CORPO DOCENE DA COORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

Módulo III Carga Elétrica, Força e Campo Elétrico

Módulo III Carga Elétrica, Força e Campo Elétrico Móulo III Clauia Regina Campos e Carvalho Móulo III Carga létrica, orça e Campo létrico Carga létrica: Denomina-se carga elétrica a proprieae inerente a eterminaas partículas elementares, que proporciona

Leia mais

Projeto 3. 8 de abril de y max y min. Figura 1: Diagrama de um cabo suspenso.

Projeto 3. 8 de abril de y max y min. Figura 1: Diagrama de um cabo suspenso. Cabos suspensos Projeto 3 8 e abril e 009 A curva escrita por um cabo suspenso pelas suas etremiaes é enominaa curva catenária. y ma y min 0 Figura 1: Diagrama e um cabo suspenso. A equação que escreve

Leia mais

INTRODUÇÃO AOS RESSEGUROS. Adrian Hinojosa e Aniura Milanés. Departamento de Estatística ICEx. UFMG.

INTRODUÇÃO AOS RESSEGUROS. Adrian Hinojosa e Aniura Milanés. Departamento de Estatística ICEx. UFMG. INTRODUÇÃO AOS RESSEGUROS Arian Hinojosa e Aniura Milanés Departamento e Estatística ICEx. UFMG. Sumário Capítulo 1. As probabiliaes e a teoria o risco 1 1. Por que as probabiliaes? 1 2. Probabiliaes

Leia mais

Emprego de Análise em Multiresolução para Mosaicagem de Imagens de Sensoriamento Remoto

Emprego de Análise em Multiresolução para Mosaicagem de Imagens de Sensoriamento Remoto Emprego e Análise em Multiresolução para Mosaicagem e Imagens e Sensoriamento Remoto Vantier Veronezi Bagli Divisão e Processamento e Imagens Instituto Nacional e Pesquisas Espaciais São José os Campos

Leia mais

Complemento IV Introdução aos Algoritmos Genéticos

Complemento IV Introdução aos Algoritmos Genéticos Complemento IV Introdução aos Algoritmos Genéticos Esse documento é parte integrante do material fornecido pela WEB para a 2ª edição do livro Data Mining: Conceitos, técnicas, algoritmos, orientações e

Leia mais

A) tecido nervoso substância cinzenta. B) tecido nervoso substância branca. C) hemácias. D) tecido conjuntivo. E) tecido adiposo.

A) tecido nervoso substância cinzenta. B) tecido nervoso substância branca. C) hemácias. D) tecido conjuntivo. E) tecido adiposo. 1. No gráfico abaixo, mostra-se como variou o valor o ólar, em relação ao real, entre o final e 2001 e o início e 2005. Por exemplo, em janeiro e 2002, um ólar valia cerca e R$2,40. Durante esse períoo,

Leia mais

LISTA 3 - Prof. Jason Gallas, DF UFPB 10 de Junho de 2013, às 17:23. Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de física teórica,

LISTA 3 - Prof. Jason Gallas, DF UFPB 10 de Junho de 2013, às 17:23. Jason Alfredo Carlson Gallas, professor titular de física teórica, Exercícios Resolvios e Física Básica Jason Alfreo Carlson Gallas, professor titular e física teórica, Doutor em Física pela Universiae Luwig Maximilian e Munique, Alemanha Universiae Feeral a Paraíba (João

Leia mais

SEQUENCIAMENTO DE BATELADAS EM UMA REDE DE DUTOS REAL COM MINIMIZAÇÃO DE REVERSÕES DE FLUXO E JANELAS DE TEMPO DINÂMICAS

SEQUENCIAMENTO DE BATELADAS EM UMA REDE DE DUTOS REAL COM MINIMIZAÇÃO DE REVERSÕES DE FLUXO E JANELAS DE TEMPO DINÂMICAS Simpósio Brasileiro e Pesquisa Operacional A Pesquisa Operacional na busca e eficiência nos serviços públicos e/ou privaos Setembro e 2013 SEQUENCIAMENTO DE BATELADAS EM UMA REDE DE DUTOS REAL COM MINIMIZAÇÃO

Leia mais

EDITORIAL MODULO - WLADIMIR

EDITORIAL MODULO - WLADIMIR 1. Um os granes problemas ambientais ecorrentes o aumento a proução inustrial munial é o aumento a poluição atmosférica. A fumaça, resultante a queima e combustíveis fósseis como carvão ou óleo, carrega

Leia mais

INSTALAÇÃO DE CAPACITORES PARA REDUÇÃO DE PERDAS EM REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

INSTALAÇÃO DE CAPACITORES PARA REDUÇÃO DE PERDAS EM REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INSTALAÇÃO DE CAPACITORES PARA REDUÇÃO DE PERDAS EM REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA ALEXANDRE MENDES, CRISTIANE PISSARRA, PAULO FRANÇA, CHRISTIANO LYRA E CELSO CAVELUCCI Departamento de Engenharia

Leia mais

ALOCAÇÃO ÓTIMA DE BANCOS DE CAPACITORES EM REDES DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIA USANDO ALGORITMOS GENÉTICOS

ALOCAÇÃO ÓTIMA DE BANCOS DE CAPACITORES EM REDES DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIA USANDO ALGORITMOS GENÉTICOS ALOCAÇÃO ÓTIMA DE BANCOS DE CAPACITORES EM REDES DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIA USANDO ALGORITMOS GENÉTICOS ELISA M. P. COSTA 1, HELON D. M. BRAZ 2. Curso de Graduação em Engenharia Elétrica 1, Depto. de Engenharia

Leia mais

ONDULATÓRIA - EXERCÍCIOS E TESTES DE VESTIBULARES

ONDULATÓRIA - EXERCÍCIOS E TESTES DE VESTIBULARES ONDULATÓRIA - EXERCÍCIOS E TESTES DE VESTIBULARES 1. (FELA - 96) Uma ona é estaelecia numa cora, fazeno-se o ponto A oscilar com uma freqüência igual a 1 x 103 Hertz, conforme a figur Consiere as afirmativas:

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Questões e rovas e Testes (Deformações na Flexão) UNIVERSIDDE FEDERL FLUMINENSE DERTMENTO DE ENGENHRI IVIL RESISTÊNI DOS MTERIIS XI - Engenharia Mecânica rof. amplona 2004-01 e L w (1) 1 a. Questão - ara

Leia mais

Redes especiais para abastecimento de água Sistema de tubagens PP-R. Garantir a fiabilidade

Redes especiais para abastecimento de água Sistema de tubagens PP-R. Garantir a fiabilidade Rees especiais para abastecimento e água Sistema e tubagens PP-R Garantir a fiabiliae Rees especiais para abastecimento e água Proteger a fonte A água é fonte e via e conforto. Criar um sistema e tubagens

Leia mais

Na sala e computaores Preparação Divia os alunos em uplas e se achar pertinente, peça para levar lápis e papel para anotações. Requerimentos técnicos

Na sala e computaores Preparação Divia os alunos em uplas e se achar pertinente, peça para levar lápis e papel para anotações. Requerimentos técnicos Guia o Professor Móulo IV Ativiae - Fazeno um Plano e Vôo Apresentação: Nesta ativiae será proposto que o aluno faça um plano e vôo observano certas regras. Para isso, será preciso calcular a istância

Leia mais

SIMULADOR FASORIAL PARA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DO GERADOR SÍNCRONO DE PÓLOS SALIENTES CONECTADO EM BARRAMENTO INFINITO OPERANDO EM REGIME PERMANENTE

SIMULADOR FASORIAL PARA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DO GERADOR SÍNCRONO DE PÓLOS SALIENTES CONECTADO EM BARRAMENTO INFINITO OPERANDO EM REGIME PERMANENTE UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA/ELETROTÉCNICA ALINE KOCHOLIK MÁRCIA CLÁUDIA MASUR INCOTE SIMULADOR FASORIAL PARA

Leia mais

ANÁLISE MULTIVARIADA DE DADOS NO TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO ESPACIAL UMA ABORDAGEM COM A ANÁLISE DE AGRUPAMENTOS

ANÁLISE MULTIVARIADA DE DADOS NO TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO ESPACIAL UMA ABORDAGEM COM A ANÁLISE DE AGRUPAMENTOS ANÁLISE MULTIVARIADA DE DADOS NO TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO ESPACIAL UMA ABORDAGEM COM A ANÁLISE DE AGRUPAMENTOS Bernaro Jeunon e Alencar Instituto e Informática Programa e Pós Grauação em Geografia Tratamento

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE CURVAS DE CAPACIDADE DE GERADORES SÍNCRONOS USANDO MATLAB

CONSTRUÇÃO DE CURVAS DE CAPACIDADE DE GERADORES SÍNCRONOS USANDO MATLAB CONSTRUÇÃO DE CURAS DE CAPACDADE DE GERADORES SÍNCRONOS USANDO MATLAB PEDRO DA COSTA JR., LUZ GONÇALES JR., CLAUDO. DE AQUNO, ANDRÉ N. DE SOUZA, JOSÉ E. C. CASTANHO Faculae e Engenharia e Bauru, UNESP

Leia mais

Técnicas de Otimização Combinando Alocação de Banco de Capacitores e Reconfiguração de Rede Visando Minimização de Perdas Técnicas

Técnicas de Otimização Combinando Alocação de Banco de Capacitores e Reconfiguração de Rede Visando Minimização de Perdas Técnicas Universidade Estadual de Campinas - Unicamp Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação - FEEC Comissão de Pós-graduação - CPG IA342 Tópicos em Otimização de Sistemas Aluno: Antonio César Polo Matricula:

Leia mais

O USO DE ANALOGIAS COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DE RISCO

O USO DE ANALOGIAS COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DE RISCO O USO DE ANALOGIAS COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DE RISCO UM EXEMPLO DA SUA APLICAÇÃO A PILARES DE PONTES VITOR SILVA e MÁRIO M TALAIA, ISCIA Instituto Superior e Ciências a Informação e a Aministração,

Leia mais

Projeto e Análise de Algoritmos Projeto de Algoritmos Heurísticas e Algoritmos Aproximados

Projeto e Análise de Algoritmos Projeto de Algoritmos Heurísticas e Algoritmos Aproximados Projeto e Análise de Algoritmos Projeto de Algoritmos Heurísticas e Algoritmos Aproximados Prof. Humberto Brandão humberto@bcc.unifal-mg.edu.br Universidade Federal de Alfenas Departamento de Ciências

Leia mais

Força Elétrica. 6,0 C, conforme descreve a figura (Obs.: Q 4 é negativo)

Força Elétrica. 6,0 C, conforme descreve a figura (Obs.: Q 4 é negativo) Força Elétrica 1. (Ueg 01) Duas partículas e massas m 1 e m estăo presas a uma haste retilínea que, por sua vez, está presa, a partir e seu ponto méio, a um fio inextensível, formano uma balança em equilíbrio.

Leia mais

vartos setores Versati idade do equipamento o torna ideal para 11I Engenharia GUINDASTE, -'.

vartos setores Versati idade do equipamento o torna ideal para 11I Engenharia GUINDASTE, -'. ". GUINDASTE, -'. Versati iae o equipamento o torna ieal para,. vartos setores Por Fábio lauonio Altos e imponentes, os guinastes têm um papel funamental na elevação e movimentação e cargas e materiais

Leia mais

Exercícios de Aprofundamento 2015 Fis Lei Coulomb

Exercícios de Aprofundamento 2015 Fis Lei Coulomb Exercícios e Aprofunamento 015 Fis Lei Coulomb 1. (Unesp 015) Em um experimento e eletrostática, um estuante ispunha e três esferas metálicas iênticas, A, B e C, eletrizaas, no ar, com cargas elétricas

Leia mais

de Sistemas de Potência Aula 25 Compensação reativa Controles relacionados com a potência reativa disponíveis no sistema

de Sistemas de Potência Aula 25 Compensação reativa Controles relacionados com a potência reativa disponíveis no sistema Análise de Sistemas de Potência Aula 25 Compensação Reativa 7/06/2008 Compensação reativa O fluxo da potência reativa nos sistemas elétricos, está fortemente relacionado com a magnitude da tensão as perdas

Leia mais

FLEXÃO NORMAL SIMPLES - VIGAS

FLEXÃO NORMAL SIMPLES - VIGAS UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA UNESP - Campus e Bauru/SP FACULDADE DE ENGENHARIA Departamento e Engenharia Civil Disciplina: 117 - ESTRUTURAS DE CONCRETO I NOTAS DE AULA FLEXÃO NORMAL SIMPLES - VIGAS Prof.

Leia mais

Introdução às Redes Neurais Artificiais

Introdução às Redes Neurais Artificiais Introdução às Redes Neurais Artificiais Treinamento via Algoritmos Genéticos Prof. João Marcos Meirelles da Silva http://www.professores.uff.br/jmarcos Departamento de Engenharia de Telecomunicações Escola

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE SISTEMAS DE CONTROLE VIA REDES BASEADOS NO PROTOCOLO CAN CONTROLLER AREA NETWORK

IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE SISTEMAS DE CONTROLE VIA REDES BASEADOS NO PROTOCOLO CAN CONTROLLER AREA NETWORK IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE SISTEMAS DE CONTROLE VIA REDES BASEADOS NO PROTOCOLO CAN CONTROLLER AREA NETWORK Euaro Paciência Gooy, Bruno N Bragato, Luciano C Lulio, Arthur Jose Vieira Porto, Ricaro Y

Leia mais

Otimização Aplicada à Engenharia de Processos

Otimização Aplicada à Engenharia de Processos Otimização Aplicada à Engenharia de Processos Aula 1: Introdução Felipe Campelo http://www.cpdee.ufmg.br/~fcampelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Belo Horizonte Março de 2013 Antes de

Leia mais

Figura 1: Máquina síncrona elementar.

Figura 1: Máquina síncrona elementar. MÁQUNA ÍNCRONA 31/01/2007 van Camargo 1) ntroução A máuina síncrona elementar é composta por três enrolamentos no estator, efasaos e 120 graus e um enrolamento no rotor alimentao em corrente contínua.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO PARA CÁLCULO DOS CUSTOS DE TORNEAMENTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO PARA CÁLCULO DOS CUSTOS DE TORNEAMENTO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO PARA CÁLCULO DOS CUSTOS DE TORNEAMENTO DISSERTAÇÃO SUBMETIDA À UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

Leia mais

SOLENÓIDE E INDUTÂNCIA

SOLENÓIDE E INDUTÂNCIA 81 1 SOLENÓDE E NDUTÂNCA 1.1 - O SOLENÓDE Campos magnéticos prouzios por simples conutores, ou por uma única espira são, para efeitos práticos, bastante fracos. Uma forma e se prouzir campos magnéticos

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área

Leia mais

FÍSICA. a) 0,77 s b) 1,3 s c) 13 s d) 77 s e) 1300 s Resolução V = t = 3,9. 10 8 3,0. 10 8. t = t = 1,3 s

FÍSICA. a) 0,77 s b) 1,3 s c) 13 s d) 77 s e) 1300 s Resolução V = t = 3,9. 10 8 3,0. 10 8. t = t = 1,3 s 46 b FÍSICA A istância méia a Terra à Lua é 3,9.10 8 m. Seno a velociae a luz no vácuo igual a 3,0.10 5 km/s, o tempo méio gasto por ela para percorrer essa istância é e: a) 0,77 s b) 1,3 s c) 13 s ) 77

Leia mais

Questão 46. Questão 47. Questão 48. alternativa B. alternativa E. c) 18 m/s. a) 16 m/s d) 20 m/s. b) 17 m/s e) 40 m/s

Questão 46. Questão 47. Questão 48. alternativa B. alternativa E. c) 18 m/s. a) 16 m/s d) 20 m/s. b) 17 m/s e) 40 m/s Questão 46 a) 16 m/s ) 0 m/s b) 17 m/s e) 40 m/s c) 18 m/s Num trecho e 500 m, um ciclista percorreu 00 m com velociae constante e 7 km/h e o restante com velociae constante e 10 m/s. A velociae escalar

Leia mais

RESUMO 02: SEÇÃO TÊ FALSA E VERDADEIRA ARMADURA SIMPLES

RESUMO 02: SEÇÃO TÊ FALSA E VERDADEIRA ARMADURA SIMPLES 0851 CONSTRUÇÕES DE CONCRETO RDO II PROF. IBERÊ 1 / 5 0851 CONSTRUÇÕES DE CONCRETO RDO II RESUO 0: SEÇÃO TÊ FLS E VERDDEIR RDUR SIPLES ES COLBORNTE ação conjunta e lajes e vigas poe ser consieraa meiante

Leia mais

CONTROLE DE VELOCIDADE FUZZY - SENSORLESS APLICADO AO MOTOR DE

CONTROLE DE VELOCIDADE FUZZY - SENSORLESS APLICADO AO MOTOR DE CONTROLE DE VELOCIDADE FUZZY - SENSORLESS APLICADO AO MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO William César e Anrae Pereira, Carlos Matheus Rorigues e Oliveira, Geyverson Teixeira e Paula, Thales Eugenio Portes e Almeia,

Leia mais

FACENS FACULDADE DE ENGENHARIA DE SOROCABA

FACENS FACULDADE DE ENGENHARIA DE SOROCABA FAENS FAULDADE DE ENGENHARIA DE SOROABA TEORIA DAS ESTRUTURAS Deslocamentos em Estruturas Lineares O Princípio os Trabalhos Virtuais Prof. JOSÉ LUIZ F. e ARRUDA SERRA SUÁRIO 01. O Princípio os trabalhos

Leia mais

Algoritmos Genéticos (GA s)

Algoritmos Genéticos (GA s) Algoritmos Genéticos (GA s) 1 Algoritmos Genéticos (GA s) Dado um processo ou método de codificar soluções de um problema na forma de cromossomas e dada uma função de desempenho que nos dá um valor de

Leia mais

Caracterização de povoamentos Variáveis dendrométricas da árvore (continuação)

Caracterização de povoamentos Variáveis dendrométricas da árvore (continuação) Caracterização e povoamentos Variáveis enrométricas a árvore (continuação) FORMA Forma Equação a parábola orinária 5 0 5 y = i/ 0 0 0 0 30 y b x -5 com b real -0-5 x = i Forma Família as parábolas generalizaas

Leia mais

Processo de Retificação Aspectos Gerais Análise

Processo de Retificação Aspectos Gerais Análise SEM0534 Processos e Fabricação Mecânica Processo e Retificação Prof. Assoc. Renato Goulart Jasinevicius SEM0534 Processos e Fabricação Mecânica Processo e Retificação Aspectos Gerais Análise SEM0534 Processos

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE ENGENHARIA - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETROTÉCNICA

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE ENGENHARIA - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETROTÉCNICA UNIVERIDADE ETADUAL AULITA JÚLIO DE MEUITA FILHO FAULDADE DE ENGENHARIA - DEARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRIA ELETROTÉNIA Experiência 01: Meição a potência e correção o fator e potência em circuitos monofásicos

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE MODELOS MATEMÁTICOS DE PREVISÃO DA TEMPERATURA DURANTE A LAMINAÇÃO A QUENTE DOS AÇOS

DESENVOLVIMENTO DE MODELOS MATEMÁTICOS DE PREVISÃO DA TEMPERATURA DURANTE A LAMINAÇÃO A QUENTE DOS AÇOS a Artigo Original http://x.oi.org/0.4322/276-523.0958 DESENVOLVIMENTO DE MODELOS MATEMÁTICOS DE PREVISÃO DA TEMPERATURA DURANTE A LAMINAÇÃO A QUENTE DOS AÇOS Antônio Ael os Santos Cristóvão Nery Giacomin

Leia mais

Adail Marcos Lima da Silva (UFCG) - adail.marcos@hotmail.com. Resumo:

Adail Marcos Lima da Silva (UFCG) - adail.marcos@hotmail.com. Resumo: Aferição o custo efetivo final as operações e esconto e uplicatas em bancos comerciais no Brasil para empresas lucro real, lucro presumio e simples nacional Aail Marcos Lima a Silva (UFCG) - aail.marcos@hotmail.com

Leia mais

flexão pura armadura dupla

flexão pura armadura dupla conteúo 28 flexão pura armaura upla 28.1 Domínio 4 A análise o iagrama e tensão o aço a figura 28.1, fs fy εy 10%o εs om.4 om.3 om.2 Figura 28.1 Diagrama e tensão o aço resulta que no omínio 4 a eformação

Leia mais

INF 1771 Inteligência Artificial

INF 1771 Inteligência Artificial Edirlei Soares de Lima INF 1771 Inteligência Artificial Aula 04 Algoritmos Genéticos Introdução Algoritmos genéticos são bons para abordar espaços de buscas muito grandes e navegálos

Leia mais

4 Torção em Elementos de Concreto Armado 4.1. Histórico

4 Torção em Elementos de Concreto Armado 4.1. Histórico 4 orção em Elementos e Concreto Armao 4.1. Histórico As teorias para análise e vigas e materiais elásticos, homogêneos e isótropos solicitaas à torção atam os séculos XVIII e XIX. O concreto armao como

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE MAPAS AUTO-ORGANIZÁVEIS PARA PREDIÇÃO DE ALARMES EM PLANTAS INDUSTRIAIS

UTILIZAÇÃO DE MAPAS AUTO-ORGANIZÁVEIS PARA PREDIÇÃO DE ALARMES EM PLANTAS INDUSTRIAIS 8 a 2 e setembro e 2 UTILIZAÇÃO DE MAPAS AUTO-ORGANIZÁVEIS PARA PREDIÇÃO DE ALARMES EM PLANTAS INDUSTRIAIS SÉRGIO H. BRAUNSTEIN #, ANDRÉ P. LERM #, RAFAEL A. R. LERM #2, ADRIANO V. WERHLI #2, SÍLVIA S.C.

Leia mais

ESPELHO PLANO C centro de curvatura V vértice do espelho R raio de curvatura

ESPELHO PLANO C centro de curvatura V vértice do espelho R raio de curvatura Óptica Princípios a Óptica Geométrica ) Princípio a propagação retilínea a luz: nos meios homogêneos e transparentes a luz se propaga em linha reta. Natureza e Velociae a Luz A luz apresenta comportamento

Leia mais

Efeito Radioativo das Emissões de Gases de Efeito Estufa por Parte de Automóveis no Brasil

Efeito Radioativo das Emissões de Gases de Efeito Estufa por Parte de Automóveis no Brasil Efeito Raioativo as Emissões e Gases e Efeito Estufa por Parte e Automóveis no Brasil Revista Brasileira e Energia Resumo Luiz Aalberto Barbosa Uria 1 Roberto Schaeffer 2 Este trabalho examina o impacto

Leia mais

5 Medição de distâncias e áreas na planta topográfica

5 Medição de distâncias e áreas na planta topográfica António Pestana Elementos e Topografia v1.0 Junho e 006 5 Meição e istâncias e áreas na planta topográfica 5.1 Meição e istâncias na planta topográfica Como as plantas topográficas são projecções horizontais,

Leia mais

O Modelo de Black e Scholes

O Modelo de Black e Scholes O Moelo e Black e Scholes Prf. José Fajaro FGV-EBAPE Premio Nobel e Economia 1997 Merton, R.C.: heory of Rational Option Pricing, Bell Jounal of Economics an Management Science, 4(1973), 141-183 Black,

Leia mais

PINOS DE ANCORAGENS SOB CARGAS DE TRAÇÃO

PINOS DE ANCORAGENS SOB CARGAS DE TRAÇÃO PINOS DE ANCORAGENS SOB CARGAS DE TRAÇÃO Luiz Flávio Vaz Silva, Prof. Ronalo Barros Gomes UFG, 74605-220, Brasil luizgo@hotmail.com, rbggomes@gmail.com PALAVRAS-CHAVE: Ancoragem, Armaura e Flexão, Posicionamento

Leia mais

DESEMPENHO DINÂMICO DE SISTEMAS ELÉTRICOS COM COMPENSADORES ESTÁTICOS DE REATIVO. Daniele de Vasconcelos Pereira da Motta

DESEMPENHO DINÂMICO DE SISTEMAS ELÉTRICOS COM COMPENSADORES ESTÁTICOS DE REATIVO. Daniele de Vasconcelos Pereira da Motta DESEMPENHO DINÂMICO DE SISTEMAS ELÉTRICOS COM COMPENSADORES ESTÁTICOS DE REATIVO Daniele e Vasconcelos Pereira a Motta TESE SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA

Leia mais

Introdução à Termologia

Introdução à Termologia Introução à Termoloia Termoloia é a parte a Física que estua a eneria térmica. Definições importantes: Eneria interna: É a soma as enerias cinéticas as moléculas e um corpo. Calor (eneria térmica: É a

Leia mais

AVALIAÇÃO DA ENERGIA SECUNDÁRIA DE SISTEMAS HIDRELÉTRICOS UNICAMP

AVALIAÇÃO DA ENERGIA SECUNDÁRIA DE SISTEMAS HIDRELÉTRICOS UNICAMP GOP / 3 17 a 22 de Outubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil GRUPO IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS (GOP) AVALIAÇÃO DA ENERGIA SECUNDÁRIA DE SISTEMAS HIDRELÉTRICOS Marcelo Augusto

Leia mais

A Regra da Cadeia. 14 de novembro de u(x) = sen x. v(x) = cos x. w(x) = x 5

A Regra da Cadeia. 14 de novembro de u(x) = sen x. v(x) = cos x. w(x) = x 5 A Regra a Caeia 4 e novembro e 0. As operações algébricas entre funções (soma, prouto, etc) fornecem uma grane iversiae e novas funções para os iferentes casos que vimos até agora. Porém, existe uma outra

Leia mais

Regulador de Tensão e Geração Distribuída em uma Implementação de Fluxo de Potência a Três e a Quatro Fios

Regulador de Tensão e Geração Distribuída em uma Implementação de Fluxo de Potência a Três e a Quatro Fios Regulador de Tensão e Geração Distribuída em uma Implementação de Fluxo de Potência a Três e a Quatro Fios R. M. de Carvalho A. C. B. Alves H. Longo Resumo À medida que cresce uma rede de distribuição,

Leia mais

11vo Simposio Argentino de Investigacion Operativa, SIO 2013

11vo Simposio Argentino de Investigacion Operativa, SIO 2013 APLICAÇÃO DE PROGRAMAÇÃO CÔNICA DE SEGUNDA ORDEM INTEIRA MISTA PARA A ALOCAÇÃO ÓTIMA DE BANCOS DE CAPACITORES EM SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA RADIAIS Érica Tatiane Almeida Ribeiro acirerate@hotmail.com

Leia mais

Resumo. Sistemas e Sinais Sistemas Híbridos. Sistema Hibrido. Duas Famílias de Modelos

Resumo. Sistemas e Sinais Sistemas Híbridos. Sistema Hibrido. Duas Famílias de Modelos Resumo Sistemas e Sinais Sistemas Híbrios lco@ist.utl.pt Moelos mistos Moelos moais Automatos temporizaos Controlo e supervisão Moelo formal Instituto Superior Técnico Sistemas e Sinais p.1/18 Sistemas

Leia mais

Paralelismo de Inversores Monofásicos, Isolados ou em Conexão com a Rede, com Otimização da Resposta Dinâmica

Paralelismo de Inversores Monofásicos, Isolados ou em Conexão com a Rede, com Otimização da Resposta Dinâmica Júlio e Mesuita Filho Faculae e ngenharia - Campus e lha Solteira Programa e Pós Grauação em ngenharia létrica Laboratório e letrônica e Potência - LP Ruben Barros Gooy Paralelismo e nversores Monofásicos,

Leia mais

4 Estudo de casos. Janelas: 1 gene para o percentual da largura total da parede que a janela irá ocupar (número entre 0 e 1);

4 Estudo de casos. Janelas: 1 gene para o percentual da largura total da parede que a janela irá ocupar (número entre 0 e 1); 4 Estudo de casos Este capítulo apresenta estudo de casos para averiguar a eficácia do modelo definido no capítulo 3. Para provar que os conceitos funcionam e que o método é viável, decidiu-se otimizar

Leia mais

Seleção de Híbridos de Milho em Ambientes Contrastantes Quanto ao Nível de Tecnologia

Seleção de Híbridos de Milho em Ambientes Contrastantes Quanto ao Nível de Tecnologia XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas e Linóia - 6 a 30 e Agosto e 01 Seleção e Híbrios e Milho em Ambientes Contrastantes Quanto ao Nível e Tecnologia Cleso Antônio Patto Pacheco 1, Hélio Wilson

Leia mais

Teoria Princípio do Capacitor

Teoria Princípio do Capacitor Teoria Princípio do Capacitor Um capacitor consiste de dois pratos eletrodos isolados de cada lado por um dielétrico médio. As características de um capacitor são dependentes da capacitância e da tensão.

Leia mais

PAPER 1/6. Estudo de Viabilidade Econômica na Utilização de MicroGrid no Sistema de Distribuição Elétrica de Energia de Média Tensão

PAPER 1/6. Estudo de Viabilidade Econômica na Utilização de MicroGrid no Sistema de Distribuição Elétrica de Energia de Média Tensão 1/6 Title Estudo de Viabilidade Econômica na Utilização de MicroGrid no Sistema de Distribuição Elétrica de Energia de Média Tensão Registration Nº: (Abstract) Empresa o Entidad Universidade de São Paulo

Leia mais

Méritos comparativos da Cromatografia em Fase Líquida de Alta Eficiência em escala convencional e minituarizada

Méritos comparativos da Cromatografia em Fase Líquida de Alta Eficiência em escala convencional e minituarizada Rev. Bras. Farm. 9(): 44-50, 0 ARTIGO DE REVISÃO / REVIEW Méritos comparativos a Cromatografia em Fase Líquia e Alta Eficiência em escala convencional e minituarizaa Comparative merits of conventional

Leia mais

Transmissão em Corrente Contínua

Transmissão em Corrente Contínua Transmissão em Corrente Contínua CONTROLE PARA SISTEMAS DE TRANSMISSÃO EM CC Prof. Júlio Borges e Souza CARACTERÍSTICAS DE UM SISTEMA REAL DE CONTROLE Os controlaores as pontes conversoras são responsáveis

Leia mais