Ecologia da Paisagem e Restauração

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ecologia da Paisagem e Restauração"

Transcrição

1 Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais CBRN Projeto de Recuperação de Matas Ciliares Treinamento: Recuperação de Áreas Degradadas Ecologia da Paisagem e Restauração Leandro Reverberi Tambosi Jaú, 23 de Março de 2010

2 Quem? - Biólogo - Mestrado em ecologia - Doutorando em Ecologia LEPaC - Análises de paisagem - LERF - Pesquisa - Aplicação da pesquisa Interação Universidade Sociedade Créditos da apresentação Apresentação baseada em material desenvolvido por diversos pesquisadores do LEPaC Jean Paul Metzger, Milton Cézar Ribeiro, Giordano Ciocheti, Leandro Reverberi Tambosi, Alexandre Igari, Vânia Pivello

3 Estrutura da apresentação - Paisagem e ecologia de paisagem - Fragmentação - Elementos da paisagem - Biogeografia de Ilhas e Metapopulações - Conectividade - Restauração e conectividade - Escalas de planejamento Fornecer alguns conceitos básicos (mas nem tanto!) e importantes (e muito!) para incorporar no planejamento da restauração

4 O que é paisagem?

5 O que é paisagem?

6 Definição atual da paisagem do ecólogo : METZGER, J. P. (2001): a paisagem é um mosaico heterogêneo formado por unidades interativas. Esta heterogeneidade existe para pelo menos um fator, segundo um observador e numa determinada escala Visão pelo olho do Homem Visão pelo olho de outras espécies

7 PERCEPÇÃO DAS ESPÉCIES

8 Ecologia de paisagens Abordagem Geográfica: Disciplina integradora que analisa a influência do homem sobre a paisagem Voltada para o planejamento e gerenciamento territorial Abordagem Ecológica: Enfatiza a estrutura e a dinâmica de mosaicos e seus efeitos sobre os processos ecológicos. É uma ecologia espacialmente explícita Abordagem da paisagem sob uma visão ecológica, voltada para problemas de conservação Conservação de paisagens fragmentadas

9 FRAGMENTAÇÃO HABITAT CONTÍNUO HABITAT FRAGMENTADO FLORESTA FLORESTA

10 FRAGMENTAÇÃO X DESMATAMENTO Perda de habitat SEM fragmentação Perda de habitat COM fragmentação

11 Diferentes processos de fragmentação

12

13 Conceito de mancha-corredor-matriz Agricultura b Numa determinada Escala: a1 c Mancha: Área homogênea, restrita e não-linear da paisagem que se distin- gue das unidades vizinhas. e a3 a2 b d Corredor: Área homogênea e linear da paisa- gem que se distingue das unidades vizinhas. Matriz: Unidade dominante da paisagem (espacial e funcionalmente); ou conjunto de unidades de não-habitat Pastagem Reflorestamento

14 Conceito de mancha-corredor-matriz Agricultura Efeito de borda b Numa determinada Escala: a1 c Mancha: Área homogênea, restrita e não-linear da paisagem que se distin- gue das unidades vizinhas. e a3 a2 b d Corredor: Área homogênea e linear da paisa- gem que se distingue das unidades vizinhas. Matriz: Unidade dominante da paisagem (espacial e funcionalmente); ou conjunto de unidades de não-habitat Pastagem Reflorestamento Área nuclear Por que paisagem???

15 Biogeografia de Ilha MacArthur & Wilson, 1967 Observações sobre a teoria da Biogeografia de Ilha As comunidades das ilhas apresentam menor riqueza quando comparadas às comunidades continentais (Sc > S1) A Riqueza das ilhas aumenta com seu tamanho A Riqueza diminui com o afastamento do continente S3 S1 S4 S2 Sc > S1, S2, S3, S4 S1 > S3 S2 > S4 S2 > S1 S4 > S3 Sc

16 Biogeografia de Ilha - Equilíbrio Dinâmico entre imigração e extinção Taxa de Imigração Unidade =Espécie/tempo Taxa de Extinção Espécie nova chega à ilha 0 Se P Número de Espécies

17 Biogeografia de Ilha - Equilíbrio Dinâmico entre imigração e extinção Taxa de Imigração Unidade =Espécie/tempo Taxa de Extinção Espécie com maior capacidade de deslocamento chegam mais rapidamente 0 Se P Número de Espécies Predação e Competição aumentam o risco de extinção

18 Biogeografia de Ilha - Equilíbrio Dinâmico depende da área da ilha Taxa de Imigração Pequena Grande Taxa de Extinção 0 SeGR P SePQ Número de Espécies

19 Biogeografia de Ilha - Equilíbrio Dinâmico depende do isolamento Taxa de Imigração Próxima Taxa de Extinção Distante 0 SeProx P SeDist Número de Espécies

20 Biogeografia de Ilha Limitações para hábitats fragmentados 1. Não considera diferenças entre espécies 2. Não houve tempo para ocorrer equilíbrio biogeográfico 3. A analogia entre FRAGMENTOS e ILHAS é fraco 4. Isolamento não é a melhor medida de espaçamento 5. Não leva em consideração a qualidade do habitat

21 Metapopulação Conjunto de sub-populações isoladas espacialmente em fragmentos de habitat e unidas funcionalmente por fluxos biológicos.

22 Metapopulação Extinção e Recolonização Populações locais correm risco de extinção: existe uma dinâmica de extinções e recolonizações locais Fragmento Ocupado Fragmento Vazio Tempo 1 Tempo 2

23 Metapopulações: premissas Biologia de populações premissas para a abordagem de Metapopulações 1. A estrutura reprodutiva é local 2. A migração entre as populações locais tem uma influência limitada na dinâmica local, permitindo principalmente o restabelecimento de populações locais extintas

24 Metapopulações: premissas As premissas são diferentes dos modelos clássicos onde a as populações são Panmíticas (todos os indivíduos tem a mesma chance de interagir) Metapopulação considera a posição dos indivíduos no espaço e tempo

25 Modelo Clássico Metapop de Levins (1969) Grande número de manchas de habitat As manchas são de mesmo tamanho Grau de isolamento similar entre as manchas Manchas unidas por migrações Ignora o tamanho populacional local Habitat está ou não ocupado? Proporção (P) de fragmentos ocupados = 10/14

26 Modelo Clássico Metapop de Levins (1969) Levins é um uma forma simples de descrever a dinâmica de ocupação das manchas de habitat : dp/dt Neste modelo: 1. Risco de extinção é considerado igual para todas as manchas [e] 2. Proporção de Fragmentos ocupados é [P] 3. Taxa de extinção no tempo [t] é [e.p] 4. Possibilidade de colonização é relacionada à proporção de manchas ocupadas fontes colonizadoras : [c.p] 5. Taxa de colonização no tempo (t) é de [c.p(1-p) ] dp/dt = cp (1-P) - ep A METAPOP se mantém se e/c < 1 ou se c>e

27 Modelo Clássico Metapop de Levins A METAPOP se mantém se e/c < 1 ou se c>e A Metapopulação corre risco de extinção quando 1. O Tamanho médio dos fragmentos diminui; 2. Aumenta o isolamento entre os fragmentos (diminui a densidade de fragmentos) Tamanho Médio Maior Tamanho Médio Menor Tempo 1 Tempo 2

28 Modelo Clássico Metapop de Levins A METAPOP se mantém se e/c < 1 ou se c>e A Metapopulação corre risco de extinção quando 1. O Tamanho médio dos fragmentos diminui; 2. Aumenta o isolamento entre os fragmentos (diminui a densidade de fragmentos) Menor Isolamento Maior Isolamento Tempo 1 Tempo 2

29 Metapopulação Recursos Regionais e Extinção No modelo de Levins: 1.Os Recursos Regionais (P) interferem na colonização 2. A extinção é constante dp/dt = cp (1-P) - ep cp = constante de colinização e = constante de extinção e cp cp e cp e Fragmento Ocupado Fragmento Vazio

30 Diferentes Tipos de Metapopulação Círculos preenchidos representam hábitat ocupado; Círculos vazios representam habitat disponível; Linhas pontilhadas representam vizinhança da população local; Setas representam dispersão. a) Modelo Clássico de Levins; b) Ilha Principal (fonte); c) população dividida ; d) metapopulação em desequilíbrio; e) caso intermediário, combinando (a) (b) (c) e (d)

31 Perda de Habitat, Fragmentação e a Paisagem

32 Paisagem e Limiares

33 ANDRÉN [1994] O ARRANJO ESPACIAL É IMPORTANTE quando o habitat ocupa menos de 30% da paisagem as manchas de habitat se dispõem de forma mais dispersa e isolada o padrão espacial é importante em PAISAGENS FRAGMENTADAS

34 FAHRIG [1998] D 2 D 3 O ARRANJO ESPACIAL É IMPORTANTE quando o deslocamento da espécie estudada é menor do que [D1 + D2 + D3] / 3 D 1

35 Conectividade

36 Conectividade estrutural X funcional Espécie sensível a borda efeito 30 m

37 Conectividade estrutural X funcional Espécie se desloca pela matriz 30 m

38

39

40

41

42 Mundo Real e agora??? Legenda SP-253 Hidrografia Rodovia Limite da Unidade de Conservação Vegetação arbustiva/arbórea Floresta ribeirinha Silvicultura Cana-de-açúcar Citricultura SP-255 Vegetação herbácea não alagável Vegetação herbácea de área alagável Pastagem Corpo d'água Instalação rural Área urbanizada Instalação industrial Área de mineração Depósito de lixo Outra classe SP-330 SP ± 0 2, Quilômetros Projeção: UTM Datum: SAD-69 Zona: 23S Mapeamento realizado em escala 1:

43 Mundo Real a matriz importa?

44 Foto: Marcelo Awade 2009 A matriz importa

45 A matriz importa Aves florestais na Amazônia: matriz com diferentes características afetam a movimentação Falconiformes na região de Itirapina: preferência por fisionomias de cerrado aberto. Diferentes matrizes influenciam área de vida e uso de habitat

46 Tema central Restauração Por que Paisagem????

47

48 Pouca área de remanescentes naturais

49 Isolamento (1) >1.000m (2) m (3) m (4) m (5) <100m Isolamento médio

50 Fonte: Tambosi Tambosi Tambosi

51 Quando restaurar? Quando a paisagem não percola Quando a paisagem apresenta alto grau de isolamento Quando a área de vegetação < que área de vida mínima Redução de efeito de borda

52 Degradação das APPs

53 Fonte:

54 Estratégias para a paisagem

55 Restauração de mata ciliar melhora a paisagem??

56 Situação dos fragmentos antes da restauração das matas ciliares 6 5 Vegetação Florestal ENN até 30 m ENN até 30 m ENN de 30 a 60 m ENN de 60 a 90 m ENN de 30 a 60 m ENN de 60 a 90 m 4 log(prox+1) ,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 Fonte: Tambosi 2008

57 Situação dos fragmentos antes da restauração das matas ciliares 6 5 Vegetação Florestal ENN até 30 m ENN até 30 m ENN de 30 a 60 m ENN de 60 a 90 m ENN de 30 a 60 m ENN de 60 a 90 m 4 log(prox+1) ,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 Fonte: Tambosi 2008

58 Situação dos fragmentos antes da restauração das matas ciliares 6 5 Vegetação Florestal ENN de 90 a 180 m ENN de 90 a 180 m ENN de 180 a 500 m ENN > 500 m ENN de 180 a 500 m ENN > 500 m 4 log(prox+1) ,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 Fonte: Tambosi 2008 log(área+1)

59 Situação dos fragmentos após a restauração APPs de vegetação arbórea ENN até 30m ENN de 30 até 60m ENN de 60 até 90m ENN de 90 até 180m ENN de 180m até 500m ENN > 500m 6 5 ENN até 30 m ENN de 30 a 60 m ENN de 60 a 90 m 6 5 log(prox+1) log(prox+1) log(prox+1) 0 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4, ENN até 30m ENN de 30 até 60m ENN de 60 até 90m ENN de 90 até 180m ENN de 180m até 500m ENN > 500m log(área+1) ENN de 90 a 180 m ENN de 180 a 500 m ENN > 500 m ,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 log(área+1) Fonte: Tambosi ,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 log(área+1)

60 Situação dos fragmentos após a restauração APPs de vegetação arbórea 6 ENN até 30m ENN de 30 até 60m ENN de 60 até 90m ENN de 90 até 180m ENN de 180m até 500m ENN > 500m ENN até 30 m ENN de 30 a 60 m ENN de 60 a 90 m 5 log(prox+1) log(prox+1) ,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 6 5 log(área+1) ENN de 90 a 180 m ENN de 180 a 500 m ENN > 500 m 2 4 log(prox+1) ,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 log(área+1) Fonte: Tambosi ,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 log(área+1)

61 Restauração de matas ciliares e a conectividade funcional Cenário atual APP restaurada Fonte: Tambosi 2008

62 Resultados Conectividade funcional Cenário atual 30 metros Fonte: Tambosi 2008

63 Resultados Conectividade funcional Cenário atual 30 metros Fonte: Tambosi 2008

64 Resultados Conectividade funcional Cenário restaurado 30 metros Fonte: Tambosi 2008

65 Resultados Conectividade funcional Cenário atual 500 metros Fonte: Tambosi 2008

66 Resultados Conectividade funcional Cenário restaurado 500 metros Fonte: Tambosi 2008

67 Escalas para planejar a restauração Escala Regional Escala local

68 Subsídios para o planejamento regional

69 Como foi feito? Como pode ser usado?

70

71

72

73

74

75 Todos os 7 grupos biológicos indicaram áreas para incremento da conectividade O grupo de paisagem indicou fragmentos importantes para o incremento da conectividade Manchas com 7 indicações foram indicadas por todos os grupos biológicos e devem conter fragmentos destacados com 8 indicações que foram selecionados pelo grupo de paisagem Manchas com 5 indicações não foram indicadas por apenas 2 grupos biológicos Manchas com 4 indicações foram indicadas por mais de 50% dos grupos biológicos

76

77

78 Aplicação em escala local voltada para Restauração Florestal Definição do cronograma de restauração florestal a partir de análises de paisagem

79 Onde restaurar?

80 Situação da área a ser restaurada e esforço necessário para restaurar Área dos fragmentos existentes Área do fragmento restaurado Restauração

81 Ordem de restauração Priorizar conexão entre fragmentos Área conectada X Tempo de restauração Área conectada acumulada Porcentagem da restauração concluída Ótima Aleatória Tempo acumulado (dias)

82 Diferentes estratégias de restauração Etapas Localização das propriedades no mapa para incremento de conectividade Verificar a presença de UCs Complementar o mapeamento fora das propriedades (mapeamento IF-SP) Identificação das áreas formadas após a restauração Riqueza das áreas formadas Definição do cronograma

83 Seleção da melhor estratégia de restauração Porcentagem executada das áreas a serem restauradas Cenário 1 Cenário 2 Cenário Porcentagem do tempo de restauração

84 Diferentes estratégias de restauração Etapas Localização das propriedades no mapa para incremento de conectividade Verificar a presença de UCs Complementar o mapeamento fora das propriedades (mapeamento IF-SP) Identificação das áreas formadas após a restauração Riqueza das áreas formadas Definição do cronograma

85 Etapas Localização das propriedades no mapa para incremento de conectividade Verificar a presença de UCs Área de vegetação após restauração Complementar o mapeamento fora das propriedades (mapeamento IF-SP) Identificação das áreas formadas após a restauração Riqueza das áreas formadas Definição do cronograma IAR = Área a ser restaurada na propriedade Área de vegetação após a restauração

86

87 Estratégias de restauração Quais as possíveis ameaças? Que tipo de impacto essas ameaças causam? Quais as estratégias para restauração? Propor a criação de uma reserva legal -onde, porque e como recuperar?

88 Muito Obrigado!! Leandro Reverberi Tambosi

89

Cientistas incompetentes dizem que o Código Florestal é santo Ciro Siqueira

Cientistas incompetentes dizem que o Código Florestal é santo Ciro Siqueira Cientistas incompetentes dizem que o Código Florestal é santo Ciro Siqueira Metzger é um biólogo que adora o Código Florestal e constrói hipóteses apenas para provar aquilo que ele quer que seja provado

Leia mais

Dra. Sueli Angelo Furlan, Ricardo Sartorello, Tadeu Gaspareto, Waldir Wagner, Rodrigo Caracciolo, Marcelo Pereira, Pedro Barbieri, Julia Assis

Dra. Sueli Angelo Furlan, Ricardo Sartorello, Tadeu Gaspareto, Waldir Wagner, Rodrigo Caracciolo, Marcelo Pereira, Pedro Barbieri, Julia Assis LCB- DG-USP Mancha urbana Parque Estadual da Cantareira Grupo de Pesquisa de Ecologia da Paisagem do Laboratório de Climatologia e Biogeografia Dra. Sueli Angelo Furlan, Ricardo Sartorello, Tadeu Gaspareto,

Leia mais

Dr. Sergius Gandolfi sgandolf@esalq.usp.br - LERF/LCB/ESALQ/USP

Dr. Sergius Gandolfi sgandolf@esalq.usp.br - LERF/LCB/ESALQ/USP Conferência 09 Dinâmica de Florestas e Recuperação de Áreas Degradadas 19º. Congresso de Biólogos do Conselho Regional de Biologia - 01 30/07/2009 (11:00 12:00h) São Pedro, SP. Dr. Sergius Gandolfi sgandolf@esalq.usp.br

Leia mais

Glossário das Camadas do SISTEMA CADEF

Glossário das Camadas do SISTEMA CADEF Glossário das Camadas do SISTEMA CADEF Imagem dos Corredores Ecológicos: Exibe a imagem de satélite baixa resolução de SPOT-5, adquirida em 2005. Esta imagem está como padrão defaut ao iniciar o sistema,

Leia mais

(Natureza e Conservação, no prelo)

(Natureza e Conservação, no prelo) (Natureza e Conservação, no prelo) 4 Perguntas para ecologia 1. Qual a extensão mínima das Áreas de Preservação Permanente ao longo de rios? 2. Qual a quantidade mínima de RL em termos de conservação de

Leia mais

Mapeamento da Cobertura Vegetal do Município do Rio de Janeiro, 2010 Autores:

Mapeamento da Cobertura Vegetal do Município do Rio de Janeiro, 2010 Autores: Mapeamento da Cobertura Vegetal do Município do Rio de Janeiro, 2010 Desafios Uma cidade com a natureza exuberante e diferenciada merece um levantamento a sua altura: Inédito Único no Brasil Multidisciplinar

Leia mais

A importância do Cerrado

A importância do Cerrado A importância do Cerrado Quem vive no Cerrado mora em uma das regiões mais ricas em espécies de plantas e animais do mundo, muitas delas ainda desconhecidas pela ciência e que só existem ali. É ainda nas

Leia mais

Pagamentos por Serviços Ambientais no Corredor das Onças - Remuneração pela conservação de Puma concolor

Pagamentos por Serviços Ambientais no Corredor das Onças - Remuneração pela conservação de Puma concolor Pagamentos por Serviços Ambientais no Corredor das Onças - Remuneração pela conservação de Puma concolor e conservação de água mediante adequação ambiental em propriedades rurais na Região Metropolitana

Leia mais

FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL

FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL Uma posição institucional conjunta de: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais Sociedade Brasileira de Silvicultura Departamento de Ciências

Leia mais

Município de Colíder MT

Município de Colíder MT Diagnóstico da Cobertura e Uso do Solo e das Áreas de Preservação Permanente Município de Colíder MT Paula Bernasconi Ricardo Abad Laurent Micol Julho de 2008 Introdução O município de Colíder está localizado

Leia mais

Proposta de Adequação Ambiental e Paisagística do Trecho Urbano do Rio Piracicaba e Entorno.

Proposta de Adequação Ambiental e Paisagística do Trecho Urbano do Rio Piracicaba e Entorno. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LABORATÓRIO DE ECOLOGIA E RESTAURAÇÃO FLORESTAL Proposta de Adequação Ambiental e Paisagística

Leia mais

"Protegendo as nascentes do Pantanal"

Protegendo as nascentes do Pantanal "Protegendo as nascentes do Pantanal" Diagnóstico da Paisagem: Região das Cabeceiras do Rio Paraguai Apresentação O ciclo de garimpo mecanizado (ocorrido nas décadas de 80 e 90), sucedido pelo avanço das

Leia mais

O que é biodiversidade?

O que é biodiversidade? O que é biodiversidade? A diversidade se expressa nos mais diversos níveis de organização biológica. É a soma de toda a variabilidade biológica desde os genes até os ecossistemas Por que nos preocuparamos

Leia mais

NASCENTE MUNICIPAL MODELO DE SOROCABA

NASCENTE MUNICIPAL MODELO DE SOROCABA NASCENTE MUNICIPAL MODELO DE SOROCABA Por meio do Projeto de Georreferenciamento e Diagnóstico das Nascentes de Sorocaba, a equipe da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMA) selecionou a Nascente

Leia mais

Ecologia Geral (ECG33AM) Estrutura populacional (crescimento e dinâmica populacional)

Ecologia Geral (ECG33AM) Estrutura populacional (crescimento e dinâmica populacional) Ecologia Geral (ECG33AM) Estrutura populacional (crescimento e dinâmica populacional) A dinâmica populacional crescimento e regulação do tamanho populacional Quando se menciona um aumento do tamanho populacional,

Leia mais

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA MONITORAMENTO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES DESENVOLVIDOS POR MEIO DE TÉCNICAS DE NUCLEAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DOS TERMOS

Leia mais

Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT

Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT Paula Bernasconi Ricardo Abad Laurent Micol Maio de 2008 Introdução O município de Alta Floresta está localizado na região norte do estado de Mato

Leia mais

Modificação das Paisagens por Atividades Humanas

Modificação das Paisagens por Atividades Humanas BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO IBB021 AULA 7 I. Consequências Ecológicas da Modificação de Paisagens Causas e distribuição das modificações da paisagem Modificação da estrutura de comunidades de plantas e animais

Leia mais

Líderes da Conservação - Instituto de Desenvolvimento Sustentável

Líderes da Conservação - Instituto de Desenvolvimento Sustentável Líderes da Conservação - Instituto de Desenvolvimento Sustentável Considerada uma das mais avançadas do mundo. Sua estrutura começou a ser composta em 1981, a partir da Lei 6.938. Da Política Nacional

Leia mais

BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 BIODIVERSIDADE

BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 BIODIVERSIDADE BIODIVERSIDADE E MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA TROPICAL 1 João Artur Silva 2 Márcio Ribeiro² Wilson Junior Weschenfelder² BIODIVERSIDADE Modelos de Diversidade A diversidade biológica varia fortemente

Leia mais

Jean Paul Metzger (USP) A fragmentação de habitats como principal ameaça à biodiversidade

Jean Paul Metzger (USP) A fragmentação de habitats como principal ameaça à biodiversidade + Jean Paul Metzger (USP) A fragmentação de habitats como principal ameaça à biodiversidade + A fragmentação de habitats como principal ameaça à biodiversidade O que é fragmentação? Por que devemos nos

Leia mais

CONSIDERAÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DE NASCENTES

CONSIDERAÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DE NASCENTES CONSIDERAÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DE NASCENTES Este modelo foi desenvolvido visando à recuperação de Áreas de Preservação Permanente de Nascentes

Leia mais

Conservação Ecológica

Conservação Ecológica Conservação Ecológica Biogeografia de ilhas e metapopulações Jean Paul Metzger Depto. Ecologia IB - USP Principais tópicos I CONCEITOS GERAIS DE CONSERVAÇÃO 1. Definições 2. A crise de extinção Estimativas

Leia mais

A RELAÇÃO DE SINERGIA ENTRE BIOCOMÉRCIO E REDD+ uma proposta de implementação conjunta FERNANDA SIQUEIRA

A RELAÇÃO DE SINERGIA ENTRE BIOCOMÉRCIO E REDD+ uma proposta de implementação conjunta FERNANDA SIQUEIRA A RELAÇÃO DE SINERGIA ENTRE BIOCOMÉRCIO E REDD+ uma proposta de implementação conjunta FERNANDA SIQUEIRA 2013 REDD+ BioComércio 1. Cumprimento legal 2. Reconhecimento e garantia de direitos 3. Distribuição

Leia mais

FÓRUM DE INTERCÂMBIO DE EXPERIÊNCIAS SUSTENTÁVEIS. Desenvolvimento de Atividades Inovadoras para a Gestão do Território

FÓRUM DE INTERCÂMBIO DE EXPERIÊNCIAS SUSTENTÁVEIS. Desenvolvimento de Atividades Inovadoras para a Gestão do Território FÓRUM DE INTERCÂMBIO DE EXPERIÊNCIAS SUSTENTÁVEIS 7 Novembro Santiago de Compostela Desenvolvimento de Atividades Inovadoras para a Gestão do Território 2 DESOURB Desenvolvimento Urbano Sustentável EIXOS

Leia mais

Sumário. 1 Características da propriedade 2 1.1 - Cobertura vegetal 2. 1.2 Hidrografia 2. 1.3 Topografia 2. 1.4 - Área de reserva florestal legal 3

Sumário. 1 Características da propriedade 2 1.1 - Cobertura vegetal 2. 1.2 Hidrografia 2. 1.3 Topografia 2. 1.4 - Área de reserva florestal legal 3 Sumário Pág. 1 Características da propriedade 2 1.1 - Cobertura vegetal 2 1.2 Hidrografia 2 1.3 Topografia 2 1.4 - Área de reserva florestal legal 3 1.5 Acesso 3 2 Objetivo Geral 4 3 Metodologia 5 3.1

Leia mais

Marcio S. Suganuma Escola de Engenharia de São Carlos EESC/ USP. marciosuganuma@gmail.com

Marcio S. Suganuma Escola de Engenharia de São Carlos EESC/ USP. marciosuganuma@gmail.com Marcio S. Suganuma Escola de Engenharia de São Carlos EESC/ USP marciosuganuma@gmail.com Área de preservação permanente (artigos 2 o e 3 o ) Reserva Legal (artigos 16 e 44) Área de preservação permanente

Leia mais

PLANO DE AÇÃO NACIONAL DO PATO MERGULHÃO

PLANO DE AÇÃO NACIONAL DO PATO MERGULHÃO OBJETIVO GERAL O objetivo deste plano de ação é assegurar permanentemente a manutenção das populações e da distribuição geográfica de Mergus octosetaceus, no médio e longo prazo; promover o aumento do

Leia mais

Inventário Florestal Nacional IFN-BR

Inventário Florestal Nacional IFN-BR Seminário de Informação em Biodiversidade no Âmbito do MMA Inventário Florestal Nacional IFN-BR Dr. Joberto Veloso de Freitas SERVIÇO FLORESTAL BRASILEIRO Gerente Executivo Informações Florestais Brasília,

Leia mais

MOSAICOS DE UNIDADES DE CONSERVACÃO E ÄREAS PROTEGIDAS- INTRODUÇÃO

MOSAICOS DE UNIDADES DE CONSERVACÃO E ÄREAS PROTEGIDAS- INTRODUÇÃO MOSAICOS DE UNIDADES DE CONSERVACÃO E ÄREAS PROTEGIDAS- INTRODUÇÃO O Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza SNUC - lei n 9.985/2000 traz a figura organizacional Mosaico, no cap. IV art.

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

ArcPlan S/S Ltda. Fone: 3262-3055 Al. Joaquim Eugênio de Lima, 696 cj 73.

ArcPlan S/S Ltda. Fone: 3262-3055 Al. Joaquim Eugênio de Lima, 696 cj 73. 1 de 27 GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA PROJETO: GERENCIAMENTO INTEGRADO DE AGROECOSSISTEMAS EM MICROBACIAS HIDROGRÁFICAS DO NORTE-NOROESTE FLUMINENSE - RIO RURAL/GEF

Leia mais

Tabela 1. Tema Dado Atributo Fonte

Tabela 1. Tema Dado Atributo Fonte Tabela 1 Tema Dado Atributo Fonte 1. Base Cartográfica Básica a. Limites municipais b. Limites Distritais c. Localidades d. Rodovias e Ferrovias d. Rodovias e Ferrovias e. Linhas de Transmissão f. Estações

Leia mais

Código Florestal. Pantanal. Walfrido Moraes Tomas Pesquisador tomasw@cpap.embrapa.br. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Código Florestal. Pantanal. Walfrido Moraes Tomas Pesquisador tomasw@cpap.embrapa.br. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Código Florestal Pantanal Walfrido Moraes Tomas Pesquisador tomasw@cpap.embrapa.br Ministério da Agricultura, O Código Florestal atual apresenta sérias dificuldades para sua aplicação no Pantanal. A Embrapa

Leia mais

Histórico. Decreto 7.029/2009 (Decreto Mais Ambiente) Lei Federal 12.651/2012 Decreto 7.830/2012

Histórico. Decreto 7.029/2009 (Decreto Mais Ambiente) Lei Federal 12.651/2012 Decreto 7.830/2012 Histórico Decreto 7.029/2009 (Decreto Mais Ambiente) Lei Federal 12.651/2012 Decreto 7.830/2012 É criado o Cadastro Ambiental Rural - CAR, no âmbito do Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente

Leia mais

FERNANDA ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO

FERNANDA ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO Aluno (a): Disciplina GEOGRAFIA Curso Professor ENSINO MÉDIO FERNANDA ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO Série 1ª SÉRIE Número: 1 - Conteúdo: Domínios morfoclimáticos - estudar as interrelações

Leia mais

VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura

VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura VII Reunião de Atualização em Eucalitptocultura Planejamento da Propriedade Agrícola (APP e RL) Eng o. F tal. Msc. João Carlos Teixeira Mendes Dept o. Ciências Florestais ESALQ/USP Estação Experimental

Leia mais

CONTEXTUALIZAÇÃO A fragmentação das florestas tropicais tem sido apontada como uma das maiores preocupações na biologia da conservação e muitos

CONTEXTUALIZAÇÃO A fragmentação das florestas tropicais tem sido apontada como uma das maiores preocupações na biologia da conservação e muitos 1 CONTEXTUALIZAÇÃO A fragmentação das florestas tropicais tem sido apontada como uma das maiores preocupações na biologia da conservação e muitos estudos têm mostrado que o processo de redução das áreas

Leia mais

Universidade Federal do Paraná

Universidade Federal do Paraná * Universidade Federal do Paraná * *O que são Biomas? *Bioma é uma unidade biológica ou espaço geográfico caracterizado de acordo com o macroclima, a fitofisionomia (aspecto da vegetação de um lugar),

Leia mais

Cadastro Ambiental Rural

Cadastro Ambiental Rural Cadastro Ambiental Rural E suas possíveis contribuições para a gestão de bacias hidrográficas Botucatu 28/06/2013 Caroline Vigo Cogueto Centro de Monitoramento Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos

Leia mais

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial João Albuquerque - Outubro/ 2009 Reservas da Biosfera-A escala dos Biomas Art. 41. A Reserva da Biosfera é um modelo, adotado internacionalmente,

Leia mais

PROSPOSTA DE METODOLOGIA PARA CARACTERIZAÇÃO FÍSICA SINTETIZADA DE ÁREA DEGRADADA PELA MINERAÇÃO DE CARVÃO

PROSPOSTA DE METODOLOGIA PARA CARACTERIZAÇÃO FÍSICA SINTETIZADA DE ÁREA DEGRADADA PELA MINERAÇÃO DE CARVÃO PROSPOSTA DE METODOLOGIA PARA CARACTERIZAÇÃO FÍSICA SINTETIZADA DE ÁREA DEGRADADA PELA MINERAÇÃO DE CARVÃO Autores: Jonathan J. Campos, William de O. Sant Ana, Jefferson de Faria, Maria G. R. de Souza,

Leia mais

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS. ECOLOGIA Conceitos e Sucessão Ecológica

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS. ECOLOGIA Conceitos e Sucessão Ecológica UFRGS ECOLOGIA Conceitos e Sucessão Ecológica 1. (Ufrgs 2014) Considere as seguintes afirmações sobre conceitos utilizados em ecologia. I. Nicho ecológico é a posição biológica ou funcional que um ecossistema

Leia mais

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA MONITORAMENTO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES DESENVOLVIDOS POR MEIO DE SISTEMAS AGRO- FLORESTAIS 1. IDENTIFICAÇÃO DOS

Leia mais

Estrutura e Metodologia da Oficina 1: Sensibilização de Agentes Multiplicadores

Estrutura e Metodologia da Oficina 1: Sensibilização de Agentes Multiplicadores Estrutura e Metodologia da Oficina 1: Sensibilização de Agentes Multiplicadores Oficina 1: Sensibilização de Agentes Multiplicadores Integração do grupo; Sensibilização para os problemas e potencialidades

Leia mais

DINÂMICA TEMPORAL E ESPACIAL DAS POPULAÇÕES

DINÂMICA TEMPORAL E ESPACIAL DAS POPULAÇÕES DINÂMICA TEMPORAL E ESPACIAL DAS POPULAÇÕES META Como as populações naturais fl utuam sua densidade no espaço e no tempo. em habitats fragmentados ou manchas as populações dividem em sub-populações. Como

Leia mais

BIOMA. dominante. http://www.brazadv.com/passeios_ecol %C3%B3gicos_mapas/biomas.asp

BIOMA. dominante. http://www.brazadv.com/passeios_ecol %C3%B3gicos_mapas/biomas.asp BIOMAS DO BRASIL BIOMA Definição: Bioma, ou formação planta - animal, deve ser entendido como a unidade biótica de maior extensão geográfica, compreendendo varias comunidades em diferentes estágios de

Leia mais

Resolução SMA nº 70 DE 02/09/2014 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 03 set 2014

Resolução SMA nº 70 DE 02/09/2014 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 03 set 2014 Resolução SMA nº 70 DE 02/09/2014 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 03 set 2014 Define a metodologia a ser adotada em caráter experimental para a conversão das obrigações de reposição florestal

Leia mais

ENCONTRO E PROSA PARA MELHORIA DE PASTAGENS: SISTEMAS SILVIPASTORIS

ENCONTRO E PROSA PARA MELHORIA DE PASTAGENS: SISTEMAS SILVIPASTORIS ENCONTRO E PROSA PARA MELHORIA DE PASTAGENS: SISTEMAS SILVIPASTORIS 10 DE DEZEMBRO DE 2013 REALIZAÇÃO: CATI SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO E SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE GOVERNO DO ESTADO DE

Leia mais

A Política de Meio Ambiente do Acre tendo como base o Zoneamento Ecológico. gico-econômico

A Política de Meio Ambiente do Acre tendo como base o Zoneamento Ecológico. gico-econômico A Política de Meio Ambiente do Acre tendo como base o Zoneamento Ecológico gico-econômico Diversidade Biológica www.animalzoom.org Diversidade Biológica www.animalzoom.org Diversidade Étnica Stuckert Cardeal,

Leia mais

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense Biomas Brasileiros 1. Bioma Floresta Amazônica 2. Bioma Caatinga 3. Bioma Cerrado 4. Bioma Mata Atlântica 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense 6. Bioma Pampas BIOMAS BRASILEIROS BIOMA FLORESTA AMAZÔNICA

Leia mais

Fernanda Amaral Dantas Sobral. Geóloga - CETESB/IPT

Fernanda Amaral Dantas Sobral. Geóloga - CETESB/IPT Análise do desenvolvimento do Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatórios Artificiais e contribuições para a elaboração de Termos de Referência Fernanda Amaral Dantas Sobral Geóloga

Leia mais

Efeitos da mudança do uso da terra sobre a biodiversidade local. Marlúcia B. Martins Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG)

Efeitos da mudança do uso da terra sobre a biodiversidade local. Marlúcia B. Martins Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) Efeitos da mudança do uso da terra sobre a biodiversidade local Marlúcia B. Martins Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) Atualmente maioria dos ecossistemas mundiais vêm sendo rapidamente destruídos dos

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO À DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA INSTRUÇÃO DOS PROCESSOS DE RESERVA LEGAL

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO À DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA INSTRUÇÃO DOS PROCESSOS DE RESERVA LEGAL À DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA INSTRUÇÃO DOS PROCESSOS DE RESERVA LEGAL Documentação prevista na Lei Federal 12.51 de 25 de maio de 2012: 1 - identificação do proprietário ou possuidor rural; 2 - comprovação

Leia mais

PRÁTICAS SILVICULTURAIS

PRÁTICAS SILVICULTURAIS CAPÍTULO 10 PRÁTICAS SILVICULTURAIS 94 Manual para Produção de Madeira na Amazônia APRESENTAÇÃO Um dos objetivos do manejo florestal é garantir a continuidade da produção madeireira através do estímulo

Leia mais

Anexo II. Plano de Manejo Sustentável de Plantações Florestais. I - INTRODUÇÃO. Maria José Brito Zakia João Dagoberto dos Santos Walter de Paula Lima

Anexo II. Plano de Manejo Sustentável de Plantações Florestais. I - INTRODUÇÃO. Maria José Brito Zakia João Dagoberto dos Santos Walter de Paula Lima Anexo II Plano de Manejo Sustentável de Plantações Florestais I - INTRODUÇÃO. Maria José Brito Zakia João Dagoberto dos Santos Walter de Paula Lima O conceito chave para o estabelecimento de um plano de

Leia mais

Unidades de Conservação da Natureza

Unidades de Conservação da Natureza Unidades de Conservação da Natureza Emerson A. de Oliveira, MSc., Doutorando em Ciências Florestais/Conservação da Natureza - UFPR Técnico Especializado - DAP/SBF/MMA Rio do Sul - SC Julho, 2009 DEFINIÇÕES

Leia mais

ETAPAS PARA O PLANEJAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO DE RAD

ETAPAS PARA O PLANEJAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO DE RAD ETAPAS PARA O PLANEJAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO DE RAD Departamento de Engenharia Florestal/DEFl/DEF Lab. de Conservação de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Prof. Israel Marinho Pereira imarinhopereira@gmail.com

Leia mais

Tecnologia, Manejo e SAFs para

Tecnologia, Manejo e SAFs para Tecnologia, Manejo e SAFs para Implantação de APPs e RL Avanços da pesquisa com espécies nativas Profa. Dra. Vera Lex Engel UNESP-FCA, Campus de Botucatu Departamento de Recursos Naturais veralex@fca.unesp.br

Leia mais

PROJETO DE LEI N o 1.847, DE 2003

PROJETO DE LEI N o 1.847, DE 2003 COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PROJETO DE LEI N o 1.847, DE 2003 Institui o Programa Nacional de Apoio aos Produtos Nativos do Cerrado e dá outras providências. Autor: Deputado

Leia mais

I Curso sobre Pagamentos por Serviços Ambientais Porto Seguro, 1 de junho de 2010. Chris Holvorcem Instituto BioAtlântica

I Curso sobre Pagamentos por Serviços Ambientais Porto Seguro, 1 de junho de 2010. Chris Holvorcem Instituto BioAtlântica I Curso sobre Pagamentos por Serviços Ambientais Porto Seguro, 1 de junho de 2010 Chris Holvorcem Instituto BioAtlântica Localização Corredor Central da Mata Atlântica Sítio do Patrimônio Mundial Natural

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS LIVRES DA WEB, PARA O MONITORAMENTO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE O RIO MEIA PONTE, GO: UM ESTUDO DE CASO.

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS LIVRES DA WEB, PARA O MONITORAMENTO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE O RIO MEIA PONTE, GO: UM ESTUDO DE CASO. UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS LIVRES DA WEB, PARA O MONITORAMENTO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE O RIO MEIA PONTE, GO: UM ESTUDO DE CASO. Patrícia Pinheiro da Cunha 1, Magda Beatriz de Almeida Matteucci

Leia mais

FICHA PROJETO - nº 045-MA

FICHA PROJETO - nº 045-MA FICHA PROJETO - nº 045-MA Mata Atlântica Grande Projeto 1) TÍTULO: Floresta Legal corredores florestais conectando habitats e envolvendo pessoas 2) MUNICÍPIOS DE ATUAÇÃO DO PROJETO: Silva Jardim, Rio Bonito,

Leia mais

Determinação de áreas prioritárias para conservação na Zona de Amortecimento (ZA) da Estação Ecológica de Ribeirão Preto (EERP), SP

Determinação de áreas prioritárias para conservação na Zona de Amortecimento (ZA) da Estação Ecológica de Ribeirão Preto (EERP), SP Determinação de áreas prioritárias para conservação na Zona de Amortecimento (ZA) da Estação Ecológica de Ribeirão Preto (EERP), SP Rafaela A. Sansão e Marcelo P. de Souza Programa de Pós-Graduação em

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA INSTRUÇÃO DOS PROCESSOS DE RESERVA LEGAL

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA INSTRUÇÃO DOS PROCESSOS DE RESERVA LEGAL DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA INSTRUÇÃO DOS PROCESSOS DE RESERVA LEGAL Atenção: Esta lista de documentos tem vigência até que o Cadastro Ambiental Rural (CAR) seja efetivamente implantado por ato da Ministra

Leia mais

Waldir Mantovani wmantova@usp.br

Waldir Mantovani wmantova@usp.br UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Escola de Artes, Ciências e Humanidades RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS: CONCEITOS E APLICAÇÕES Waldir Mantovani wmantova@usp.br 2006 Conservação Biológica ou da Biodiversidade:

Leia mais

Plataforma Ambiental para o Brasil

Plataforma Ambiental para o Brasil Plataforma Ambiental para o Brasil A Plataforma Ambiental para o Brasil é uma iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e traz os princípios básicos e alguns dos temas que deverão ser enfrentados na próxima

Leia mais

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS OBJETIVO Esta chamada tem por objetivo financiar projetos relacionados a ações de gestão e avaliação

Leia mais

Monitoramento de Biodiversidade. Por Paulo Henrique Bonavigo

Monitoramento de Biodiversidade. Por Paulo Henrique Bonavigo Monitoramento de Biodiversidade Por Paulo Henrique Bonavigo CDB Convenção da Diversidade Biológica (Eco 92). Metas de Aichi 2020. 5 objetivos estratégicos A. Tratar das causas fundamentais de perda de

Leia mais

Mark Godfrey. CAR Cadastro Ambiental Rural

Mark Godfrey. CAR Cadastro Ambiental Rural Mark Godfrey CAR Cadastro Ambiental Rural Cáceres, 10 de abril de 2013 Quem somos? The Nature Conservancy (TNC) 1951 2008 (Cuiabá/MT) -Estabelecimento de parcerias governamentais e privadas -Trabalhamos

Leia mais

6 - Áreas de Influência... 1. 6.1 - Delimitação das Áreas de Influência... 2. 6.1.1 - Área de Influência Direta (AID)... 2

6 - Áreas de Influência... 1. 6.1 - Delimitação das Áreas de Influência... 2. 6.1.1 - Área de Influência Direta (AID)... 2 Índice 6 -... 1 6.1 - Delimitação das... 2 6.1.1 - Área de Influência Direta (AID)... 2 6.1.2 - Área de Influência Indireta (AII)... 2 Índice de Quadros Quadro 1 - Lista dos Municípios da Área de Influência

Leia mais

A árvore das árvores

A árvore das árvores A árvore das árvores Resumo O documentário apresenta os múltiplos usos do carvalho para as sociedades, desde tempos remotos até os dias de hoje; além de retratar lendas e histórias sobre essas árvores

Leia mais

Plano d e de P &D P&D IPEF Decênio 2010-2020 Te Tema: ma: Sustentabilidade Sustentabilidade

Plano d e de P &D P&D IPEF Decênio 2010-2020 Te Tema: ma: Sustentabilidade Sustentabilidade Plano de P&D IPEF Decênio 2010-2020 Tema: Sustentabilidade Como abordar o tema dentro de um plano de P&D Essencial para a continuidade do negócio florestal Em alguns sub-temas, ainda existem muitas controvérsias,

Leia mais

Mestre não é quem ensina, mas quem, de repente, aprende.

Mestre não é quem ensina, mas quem, de repente, aprende. Imagem do Museu da Língua Portuguesa (Estação da Luz - São Paulo, SP). Mestre não é quem ensina, mas quem, de repente, aprende. João Guimarães Rosa Política Estadual de Mudanças Climáticas e o Pagamento

Leia mais

Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador

Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador Instituição executora do projeto: Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (CEPAN) Coordenador Geral: Felipe Pimentel Lopes de Melo Coordenador Técnico: Maria das Dores de V. C. Melo Coordenação Administrativa-Financeira:

Leia mais

CRÉDITO AMBIENTAL PAULISTA PARA AS RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL CAP/RPPN. Pagamento por Serviços Ambientais

CRÉDITO AMBIENTAL PAULISTA PARA AS RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL CAP/RPPN. Pagamento por Serviços Ambientais CRÉDITO AMBIENTAL PAULISTA PARA AS RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL CAP/RPPN Pagamento por Serviços Ambientais Projeto CAP/RPPN Secretaria do Meio Ambiente Fundação Florestal FF Coordenadoria

Leia mais

Geomorfologia e Planejamento. Rosangela do Amaral Geógrafa, Pesquisadora Científica Instituto Geológico - SMA

Geomorfologia e Planejamento. Rosangela do Amaral Geógrafa, Pesquisadora Científica Instituto Geológico - SMA Geomorfologia e Planejamento Rosangela do Amaral Geógrafa, Pesquisadora Científica Instituto Geológico - SMA O que é a GEOMORFOLOGIA? Dolatimgeo=terra,morfo=forma,logos=estudo CiênciadaNaturezaqueestudaeexplicaasformasdaTerra.

Leia mais

Ação 14- Indicação de Áreas Protegidas para Criação de Unidades de Conservação (incluindo nascentes e trechos de cursos de água com Classe Especial)

Ação 14- Indicação de Áreas Protegidas para Criação de Unidades de Conservação (incluindo nascentes e trechos de cursos de água com Classe Especial) 180 SUB-PROGRAMA 7 USO DO SOLO Áreas Protegidas Este Sub-Programa contempla uma única ação, que trata da Indicação de Áreas Protegidas para Criação de Unidades de Conservação (incluindo nascentes e trechos

Leia mais

2000 árvores/minuto **

2000 árvores/minuto ** http://www.nominuto.com/noticias/natureza/alertas-de-desmatamento-tiveram-aumento-de-9-na-amazonia-legal/115318/ 20 minutos: 0,2 km 2* (200.000 m 2 = 18,5 campos de futebol) da Amazônia legal; 2000 árvores/minuto

Leia mais

Avaliação da ocupação e uso do solo na Região Metropolitana de Goiânia GO.

Avaliação da ocupação e uso do solo na Região Metropolitana de Goiânia GO. Avaliação da ocupação e uso do solo na Região Metropolitana de Goiânia GO. Marcos Vinícius Alexandre da SILVA Instituto de Estudos Sócio-Ambientais - IESA/UFG Mestrando em Geografia marcosalexandregeo@gmail.com

Leia mais

ESTADO DO PARANÁ SECRETÁRIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

ESTADO DO PARANÁ SECRETÁRIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO ESTADO DO PARANÁ SECRETÁRIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Núcleo Regional de Educação de Toledo Colégio Estadual Jardim Gisele Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO DOCENTE - 2015 TRABALHO DOCENTE Estabelecimento

Leia mais

DE CARVÃO VEGETAL EM MS. Pedro Mendes Neto Ass. Jurídico Diretoria de Desenvolvimento Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul - IMASUL

DE CARVÃO VEGETAL EM MS. Pedro Mendes Neto Ass. Jurídico Diretoria de Desenvolvimento Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul - IMASUL POLÍTICA E LEGISLAÇÃO DA PRODUÇÃO DE CARVÃO VEGETAL EM MS Pedro Mendes Neto Ass. Jurídico Diretoria de Desenvolvimento Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul - IMASUL Política e Legislação até

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP. vi.unicamp2010@gmail.com

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP. vi.unicamp2010@gmail.com UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP e-mail: vi.unicamp2010@gmail.com ANÁLISE DOS CONFLITOS ENTRE ÁREAS DE USO E OCUPAÇÃO DOS SOLOS E ÁREAS DE CONSERVAÇÃO NO MUNICÍPIO DE ILHA COMPRIDA (SP). Viviane

Leia mais

Relatório Técnico-Executivo Referente aos Serviços Prestados pela UNESP/FEG através Empresa JR. ENG

Relatório Técnico-Executivo Referente aos Serviços Prestados pela UNESP/FEG através Empresa JR. ENG Relatório Técnico-Executivo Referente aos Serviços Prestados pela UNESP/FEG através Empresa JR. ENG Este relatório tem como objetivo apresentar as atividades executadas pelo grupo de pesquisa da Faculdade

Leia mais

ORÉADES NÚCLEO DE GEOPROCESSAMENTO RELATÓRIO DE ATIVIDADES

ORÉADES NÚCLEO DE GEOPROCESSAMENTO RELATÓRIO DE ATIVIDADES ORÉADES NÚCLEO DE GEOPROCESSAMENTO PROJETO CARBONO NO CORREDOR DE BIODIVERSIDADE EMAS TAQUARI RELATÓRIO DE ATIVIDADES ASSENTEMENTOS SERRA DAS ARARAS, FORMIGUINHA E POUSO ALEGRE JULHO DE 2011 INTRODUÇÃO

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO HEMERÓBICA DAS UNIDADES DE PAISAGEM DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CARÁ-CARÁ, PONTA GROSSA PR

CLASSIFICAÇÃO HEMERÓBICA DAS UNIDADES DE PAISAGEM DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CARÁ-CARÁ, PONTA GROSSA PR V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 CLASSIFICAÇÃO HEMERÓBICA DAS UNIDADES DE PAISAGEM DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CARÁ-CARÁ, PONTA GROSSA PR Andreza

Leia mais

Centro Educacional Juscelino Kubitschek

Centro Educacional Juscelino Kubitschek Centro Educacional Juscelino Kubitschek ALUNO: N.º: DATA: / /2011 ENSINO FUNDAMENTAL SÉRIE: 6ª série/7 ano TURMA: TURNO: DISCIPLINA: GEOGRAFIA PROFESSOR: Equipe de Geografia Roteiro e lista de Recuperação

Leia mais

8º. Curso de Atualização em Eucaliptocultura. Adequação Legal da Propriedade Rural

8º. Curso de Atualização em Eucaliptocultura. Adequação Legal da Propriedade Rural 8º. Curso de Atualização em Eucaliptocultura Adequação Legal da Propriedade Rural Eng o. F tal. Msc. João Carlos Teixeira Mendes jctmende@esalq.usp.br Departamento de Ciências Florestais Estação Experimental

Leia mais

Proposta de 20 Metas Brasileiras de Biodiversidade para 2020

Proposta de 20 Metas Brasileiras de Biodiversidade para 2020 Proposta de 20 Metas Brasileiras de Biodiversidade para 2020 Propostas encaminhadas pela sociedade brasileira após consulta envolvendo cerca de 280 instituições dos setores: privado, ONGs, academia, governos

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ UESC PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE - MESTRADO PPGECB UESC

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ UESC PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE - MESTRADO PPGECB UESC UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ UESC PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE - MESTRADO PPGECB UESC PROCESSO SELETIVO 2012 PROVA DE CONHECEIMENTOS GERAIS EM ECOLOGIA E

Leia mais

Em quais LINHAS ESTRATÉGICAS atuar para a conservação da biodiversidade? Como garantir a EFETIVIDADE DOS RECURSOS aplicados em conservação?

Em quais LINHAS ESTRATÉGICAS atuar para a conservação da biodiversidade? Como garantir a EFETIVIDADE DOS RECURSOS aplicados em conservação? Em quais LINHAS ESTRATÉGICAS atuar para a conservação da biodiversidade? Como garantir a EFETIVIDADE DOS RECURSOS aplicados em conservação? Como escolher uma AÇÃO EFETIVA para a conservação da biodiversidade?

Leia mais

Redação científica. Português

Redação científica. Português Redação científica Português Frases Uma idéia uma frase A hipótese do distúrbio intermediário prediz que o pico da biodiversidade ocorre sob regimes de distúrbios intermediários sendo que locais com distúrbios

Leia mais

Informação sob embargo até dia 30/11 às 9hs... Cana-de-açúcar avança em áreas prioritárias. para a conservação e uso sustentável do Cerrado

Informação sob embargo até dia 30/11 às 9hs... Cana-de-açúcar avança em áreas prioritárias. para a conservação e uso sustentável do Cerrado Informação sob embargo até dia 30/11 às 9hs Instituto Sociedade, População e Natureza... Cana-de-açúcar avança em áreas prioritárias para a conservação e uso sustentável do Cerrado (Mapas elaborados pelo

Leia mais

Impactos potenciais das alterações propostas para o Código Florestal Brasileiro na biodiversidade e nos serviços ecossistêmicos

Impactos potenciais das alterações propostas para o Código Florestal Brasileiro na biodiversidade e nos serviços ecossistêmicos BIOTA FAPESPeABECO ImpactodealteraçõesdoCódigoFlorestalnabiodiversidade v.30/10/2010 1 Impactos potenciais das alterações propostas para o Código Florestal Brasileiro na biodiversidade e nos serviços ecossistêmicos

Leia mais

Diagnós(co Ambiental e Plano de. Restauração Florestal da ZPEC - Suape

Diagnós(co Ambiental e Plano de. Restauração Florestal da ZPEC - Suape Diagnós(co Ambiental e Plano de Coordenação geral: Prof. Dr. Ricardo Ribeiro Rodrigues Prof. Dr. Felipe Melo Eng. Agr. Dr. André Gustavo Nave Biólogo Michel Metran da Silva Restauração Florestal da ZPEC

Leia mais

Conceitos em Ecologia: o estudo de Populações, Comunidades e Ecossistemas. Prof. Francisco Soares Santos Filho, D.Sc. UESPI

Conceitos em Ecologia: o estudo de Populações, Comunidades e Ecossistemas. Prof. Francisco Soares Santos Filho, D.Sc. UESPI Conceitos em Ecologia: o estudo de Populações, Comunidades e Ecossistemas. Prof. Francisco Soares Santos Filho, D.Sc. UESPI População é o conjunto de seres da mesma espécie que vivem na mesma área geográfica,

Leia mais

Biodiversidade. Vergínio Piacentini Neto Engenheiro Florestal Oréades Núcleo de Geoprocessamento

Biodiversidade. Vergínio Piacentini Neto Engenheiro Florestal Oréades Núcleo de Geoprocessamento Biodiversidade Vergínio Piacentini Neto Engenheiro Florestal Oréades Núcleo de Geoprocessamento Biodiversidade??? De onde vem isso??? O que é isso??? De onde vem isso? Surgiu na década de 70; Thomas Lovejoy

Leia mais

EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável

EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável 1. Objetivos da Chamada de Projetos para esta Linha de Ação Temática O objetivo da chamada

Leia mais

TDR N O 11/2011 Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental da região do Projeto REDD+ Jari/Amapá Módulo Regulamentações, Programas e Projetos

TDR N O 11/2011 Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental da região do Projeto REDD+ Jari/Amapá Módulo Regulamentações, Programas e Projetos São Paulo, 11 de abril de 2011. Ref.: Termo de referência para realização de proposta técnica e financeira para diagnóstico socioeconômico e ambiental módulo regulamentações, programas e projetos da região

Leia mais

O MEIO AMBIENTE E A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA. Restrições x Oportunidades

O MEIO AMBIENTE E A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA. Restrições x Oportunidades O MEIO AMBIENTE E A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA Restrições x Oportunidades Secretaria de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável SDS Dr. Gilney Amorim Viana ASPECTOS REGULATÓRIOS RELEVANTES Código Florestal:

Leia mais