FAMERP - FACULDADE DE MEDICINA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Prof. Dr. Júlio César André

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2 COMPLEMENTO DE AULA

3 I. DEFINIÇÕES II. MÉTODOS DE OBTENÇÃO DA AMOSTRA A. Exames Citológicos ou Citopatologia;

4 Exames Citológicos ou Citopatologia: 6. Procedimento: o ESPALHAMENTO; o FIXAÇÃO; o COLORAÇÃO: PAPANICOLAOU; GIEMSA; SHORR; etc

5 A. Exames Citológicos ou Citopatologia 6. Procedimento: o ESPALHAMENTO; o FIXAÇÃO; o COLORAÇÃO; o DIAGNÓSTICO: vários critérios PAPANICOLAOU;

6 P A P A N I C O L A O U N O R M A L

7 PAPANICOLAOU: Atipia Coilocitótica

8 PAPANICOLAOU: Atipia Progressiva

9 PAPANICOLAOU: Carcinoma in situ

10 PAPANICOLAOU: Tricomoníase

11 A. Exames Citológicos ou Citopatologia 6. Procedimento: o ESPALHAMENTO; o FIXAÇÃO; o COLORAÇÃO; o DIAGNÓSTICO: vários critérios PAPANICOLAOU; BETHESDA SYSTEM; Etc

12 BETHESDA SYSTEM: Negative for SIL (SQUAMOUS INTRAEPITHELIAL LESION); Squamous cell abnormalities; Malignant cells.

13 BETHESDA SYSTEM: Negative for SIL (SQUAMOUS INTRAEPITHELIAL LESION): Normal findings (FASES HORMONAIS);

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15 BETHESDA SYSTEM: Negative for SIL (SQUAMOUS INTRAEPITHELIAL LESION): Normal findings (FASES HORMONAIS); Non-specific reactive changes;

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17 BETHESDA SYSTEM: Negative for SIL (SQUAMOUS INTRAEPITHELIAL LESION): Normal findings (FASES HORMONAIS); Non-specific reactive changes; Inflammatory changes: Yeasts; Bacteria; Thrychomonas Vaginalis; Actinomyces; Virus (Herpes, HPV,...).

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20 BETHESDA SYSTEM: Negative for SIL (SQUAMOUS INTRAEPITHELIAL LESION); Squamous cell abnormalities: Atypical squamous cells of undetermined significance (ASCUS); Atypical squamous cells cannot exclude HSIL (ASCH); Atypical Glandular Cells not otherwise specified (AGUS); Low-grade squamous intraepithelial lesion (L-SIL); High-grade squamous intraepithelial lesion (H-SIL).

21 BETHESDA SYSTEM: Negative for SIL (SQUAMOUS INTRAEPITHELIAL LESION); Squamous cell abnormalities; Malignant cells: Squamous cell carcinoma;

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23 BETHESDA SYSTEM: Negative for SIL (SQUAMOUS INTRAEPITHELIAL LESION); Squamous cell abnormalities; Malignant cells: Squamous cell carcinoma; Adenocarcinoma (if possible specify endocervical or endometrial origin).

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25 CLASSE I CLASSE II CLASSIFICAÇÃO DE PAPANICOLAOU CLASSIFICAÇÃO DE BETHESDA FASES HORMONAIS PROCESSOS INFLAMATÓRIOS: - INESPECÍFICOS - ESPECÍFICOS CLASSE III (NIE I a III) LESÕES PRÉ NEOPLÁSICAS CLASSE IV e V TUMORES OU NEOPLASIAS: - BENIGNOS - MALIGNOS

26 II. MÉTODOS DE OBTENÇÃO DA AMOSTRA Estudo MACRO e MICROSCÓPICO das doenças constitui a forma tradicional de análise em Patologia = ESTUDO MORFOLÓGICO; AMOSTRAS diversas podem ser analisadas por: A. Exames Citológicos ou Citopatologia; B. Exames Anatomopatológicos: BIÓPSIAS; PEÇAS CIRÚRGICAS; NECRÓPSIAS.

27 II. MÉTODOS DE OBTENÇÃO DA AMOSTRA B. Exames Anatomopatológicos: BIÓPSIAS: DEFINIÇÃO: (do grego bios - vida, e opsis - aparência, visão) é um procedimento cirúrgico no qual se colhe uma amostra de tecidos ou células para posterior estudo em laboratório, tal como a evolução de determinada doença crônica.

28 II. MÉTODOS DE OBTENÇÃO DA AMOSTRA B. Exames Anatomopatológicos: BIÓPSIAS: DEFINIÇÃO; INDICAÇÃO: Diagnóstico de doenças que provocam alterações morfológicas (neoplasia, hiperplasia). Diagnóstico diferencial por exclusão. Avaliar a extensão da lesão. Avaliar o resultado de um tratamento. Estabelecer o grau histológico de malignidade de neoplasia.

29 II. MÉTODOS DE OBTENÇÃO DA AMOSTRA B. Exames Anatomopatológicos: BIÓPSIAS: DEFINIÇÃO; INDICAÇÃO; TIPOS:

30 BIÓPSIAS: TIPOS: ABLATIVA ou EXCISIONAL; INCISIONAIS; ENDOSCÓPICA POR SACADELA; RASPAGEM ou CURETAGEM; PUNÇÃO POR AGULHA FINA (PAAF); POR PUNCH ou VAZADOR; TREPANAÇÃO.

31 BIÓPSIAS: TIPOS: ABLATIVA ou EXCISIONAL;

32 DIAGNÓSTICA / DIAGNÓSTICA E TERAPÊUTICA

33 BIÓPSIAS: TIPOS: ABLATIVA ou EXCISIONAL; INCISIONAIS;

34 DIAGNÓSTICA

35 BIÓPSIAS: TIPOS: ABLATIVA ou EXCISIONAL; INCISIONAIS; ENDOSCÓPICA POR SACADELA;

36 DIAGNÓSTICA

37 DIAGNÓSTICA / DIAGNÓSTICA E TERAPÊUTICA

38 BIÓPSIAS: TIPOS: ABLATIVA ou EXCISIONAL; INCISIONAIS; ENDOSCÓPICA POR SACADELA; RASPAGEM ou CURETAGEM;

39 D I A G N Ó S T I C A E T E R A P Ê U T I C A D I A G N Ó S T I C A ASPECTOS PRÁTICOS DA ROTINA DE

40 BIÓPSIAS: TIPOS: ABLATIVA ou EXCISIONAL; INCISIONAIS; ENDOSCÓPICA POR SACADELA; RASPAGEM ou CURETAGEM; PUNÇÃO POR AGULHA FINA;

41 FÍGADO DIAGNÓSTICA

42 BIÓPSIAS: TIPOS: ABLATIVA ou EXCISIONAL; INCISIONAIS; ENDOSCÓPICA POR SACADELA; RASPAGEM ou CURETAGEM; PUNÇÃO POR AGULHA FINA; POR PUNCH ou VAZADOR;

43 D I A G N Ó S T I C A D I A G N Ó S T I C A E T E R A P Ê U T I C A ASPECTOS PRÁTICOS DA ROTINA DE

44 BIÓPSIAS: TIPOS: ABLATIVA ou EXCISIONAL; INCISIONAIS; ENDOSCÓPICA POR SACADELA; RASPAGEM ou CURETAGEM; PUNÇÃO POR AGULHA FINA; POR PUNCH ou VAZADOR; TREPANAÇÃO.

45 D I A G N Ó S T I C A D I A G N Ó S T I C A E T E R A P Ê U T I C A ASPECTOS PRÁTICOS DA ROTINA DE

46 II. MÉTODOS DE OBTENÇÃO DA AMOSTRA B. Exames Anatomopatológicos: BIÓPSIAS; PEÇAS CIRÚRGICAS: ORIGEM; TIPOS: SIMPLES;

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54 II. MÉTODOS DE OBTENÇÃO DA AMOSTRA B. Exames Anatomopatológicos: BIÓPSIAS; PEÇAS CIRÚRGICAS: ORIGEM; TIPOS: SIMPLES; COMPOSTA ou RADICAL;

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56 II. MÉTODOS DE OBTENÇÃO DA AMOSTRA B. Exames Anatomopatológicos: BIÓPSIAS; PEÇAS CIRÚRGICAS: ORIGEM; TIPOS: SIMPLES; COMPOSTA ou RADICAL. PROCEDIMENTO DE ROTINA (CIRURGIA ELETIVA); PROCEDIMENTO DE URGÊNCIA (CIRURGIA EMERGÊNCIAL).

57 II. MÉTODOS DE OBTENÇÃO DA AMOSTRA B. Exames Anatomopatológicos: BIÓPSIAS; PEÇAS CIRÚRGICAS: PROCEDIMENTO DE URGÊNCIA E/OU ACHADOS CIRÚRGICOS = CONGELAÇÃO TRANS ou PERI OPERATÓRIA (CONGELAMENTO)

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59 CONGELAÇÃO TRANS OU PERI OPERATÓRIA (CONGELAMENTO) Indicação: diagnóstico de benignidade ou malignidade; OBS.: para colorações especiais (SUDAM) e histoenzimologia; Fixação: não há fixação (baixa qualidade de imagem, não há como manter o material a posteriori); Microtomia: micrótomo de congelação;

60 Micrótomo de Congelação = CRIOSTATO

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62 PROCEDIMENTO DE URGÊNCIA = CONGELAÇÃO TRANS OU PERI OPERATÓRIA (CONGELAMENTO) Indicação: diagnóstico de benignidade ou malignidade; para colorações especiais (SUDAM); Fixação: não há fixação (baixa qualidade de imagem, não há como manter o material a posteriori); Microtomia: micrótomo de congelação; Coloração: azul de toluidina, HE rápido.

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64 II. MÉTODOS DE OBTENÇÃO DA AMOSTRA B. Exames Anatomopatológicos: BIÓPSIAS; PEÇAS CIRÚRGICAS; NECRÓPSIAS ou AUTÓPSIAS.

65 II. MÉTODOS DE OBTENÇÃO DA AMOSTRA B. Exames Anatomopatológicos: NECRÓPSIAS ou AUTÓPSIAS: ORIGEM DO TERMO Do grego: AUTÓPSIA auto = próprio opsis = ver NECRÓPSIA nekros = morto opsis = ver

66 II. MÉTODOS DE OBTENÇÃO DA AMOSTRA B. Exames Anatomopatológicos: NECRÓPSIAS ou AUTÓPSIAS: Exame post mortem sistemático dos órgãos. OBJETIVOS: o Determinar a causa da morte; o Conhecer as lesões e doenças existentes no indivíduo; o Correlação clínica.

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69 II. MÉTODOS DE OBTENÇÃO DA AMOSTRA B. Exames Anatomopatológicos: BIÓPSIAS; PEÇAS CIRÚRGICAS; NECRÓPSIAS ou AUTÓPSIAS: ORIGEM DO TERMO; APLICAÇÃO: PATOLOGIA VETERINÁRIA: detectar mortes ocasionadas por doenças infecciosas, epidêmicas ou por envenenamento; PATOLOGIA HUMANA: duas grandes áreas de interesse.

70 NECRÓPSIAS ou AUTÓPSIAS: PATOLOGIA HUMANA AUTÓPSIAS MÉDICO-LEGAIS: realizadas em casos de mortes violentas ou em qualquer caso de interesse forense - MÉDICO LEGISTA - IML AUTÓPSIAS DE INTERESSE CLÍNICO- PATOLÓGICO: realizadas em pacientes previamente internados e que morrem no hospital no curso da doença ou em qualquer paciente com morte súbita -MÉDICO PATOLOGISTA -SVO

71 DIAGNÓSTICO DEFINITIVO DE UMA AUTÓPSIA Deve conter: CAUSA BÁSICA: doença principal responsável por todos os desdobramentos que culminaram com o óbito; CAUSAS CONSEQUÊNCIAIS: alterações secundárias e provocadas pela doença principal; CAUSA TERMINAL: responsável imediata pelo óbito; CAUSAS CONSTITUTIVAS: alterações que contribuem para o óbito, porém não relacionadas com o óbito; OUTRAS DOENÇAS.

72 DIAGNÓSTICO DEFINITIVO DE UMA AUTÓPSIA

73 I. DEFINIÇÕES II. MÉTODOS DE OBTENÇÃO DA AMOSTRA III. ASPECTOS PRÁTICOS DA FIXAÇÃO

74 III. ASPECTOS PRÁTICOS DA FIXAÇÃO CITOLOGIA DE GRANDES VOLUMES DE LÍQUIDO: urina, derrames pleural ou pericárdico, líquido ascítico, etc... PROCEDIMENTO RECOMENDADO: enviar o material imediatamente após a sua colheita, para processamento no laboratório ou adicionar 1/2 do volume (50%) de álcool 95 o - 96 o ou ¼ do volume (25%) de formol à 10%.

75 III. ASPECTOS PRÁTICOS DA FIXAÇÃO CITOLOGIA DE GRANDES VOLUMES DE LÍQUIDO; CITOLOGIA DE PEQUENOS VOLUMES DE LÍQUIDO: conteúdo líquido de cistos (mama, cavidade oral), etc... PROCEDIMENTO RECOMENDADO: fazer imediatamente o esfregaço e então, colocá-lo em fixador = Álcool 95 o - 96 o (imersão total da lâmina) ou Citofix (3 gotas sobre a lâmina).

76 III. ASPECTOS PRÁTICOS DA FIXAÇÃO CITOLOGIA DE GRANDES VOLUMES DE LÍQUIDO; CITOLOGIA DE PEQUENOS VOLUMES DE LÍQUIDO; BIÓPSIAS: PROCEDIMENTO RECOMENDADO: formol neutro a 10%, líquido de Bouin (células germinativas do testículo), outros...

77 III. ASPECTOS PRÁTICOS DA FIXAÇÃO CITOLOGIA DE GRANDES VOLUMES DE LÍQUIDO; CITOLOGIA DE PEQUENOS VOLUMES DE LÍQUIDO; BIÓPSIAS; PEÇAS CIRÚRGICAS: PROCEDIMENTO RECOMENDADO: formol neutro a 10%, tempo de fixação: horas a dias (Ex: linfonodo: 3 dias), volume do fixador = 20 a 30 x o volume da peça. OBS.: Fixação em formol neutro a 10% por mais de 3 dias = FALSO POSITIVO EM IMUNOCITOQUÍMICA/HISTOQUÍMICA.

78 III. ASPECTOS PRÁTICOS DA FIXAÇÃO CITOLOGIA DE GRANDES VOLUMES DE LÍQUIDO; CITOLOGIA DE PEQUENOS VOLUMES DE LÍQUIDO; BIÓPSIAS; PEÇAS CIRÚRGICAS: PEÇAS QUE FLUTUAM

79 PEÇAS CIRÚRGICAS: PEÇAS QUE FLUTUAM INTESTINO PULMÃO EMBEBER GAZE OU PAPEL EM FIXADOR E COBRIR = AFUNDA

80 III. ASPECTOS PRÁTICOS DA FIXAÇÃO CITOLOGIA DE GRANDES VOLUMES DE LÍQUIDO; CITOLOGIA DE PEQUENOS VOLUMES DE LÍQUIDO; BIÓPSIAS; PEÇAS CIRÚRGICAS: PEÇAS QUE FLUTUAM OSSO ou MATERIAL CALCIFICADO

81 PEÇAS CIRÚRGICAS: OSSO ou MATERIAL CALCIFICADO OSSO VÁLVULA CARDÍACA CALCIFICADA DESCALCIFICAR = Ácido nítrico (1-7 dias); Ácido fórmico (1-3 semanas); EDTA (1-3 semanas).

82 I. DEFINIÇÕES II. MÉTODOS DE OBTENÇÃO DA AMOSTRA III. ASPECTOS PRÁTICOS DA FIXAÇÃO IV. APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE COLORAÇÕES ESPECIAIS

83 IV. APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE COLORAÇÕES ESPECIAIS Von Kossa = identificação de depósitos de sais de cálcio nos tecidos;

84 Von Kossa: CARTILAGEM HIALINA CALCIFICADA

85 IV. APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE COLORAÇÕES ESPECIAIS Von Kossa = identificação de depósitos de sais de cálcio nos tecidos; Vermelho Congo = identificação de amilóides em tecidos com amiloidoses;

86 Vermelho Congo: AMILOIDOSE EM NERVO PERIFÉRICO

87 IV. APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE COLORAÇÕES ESPECIAIS Von Kossa = identificação de depósitos de sais de cálcio nos tecidos; Vermelho Congo = identificação de amilóides em tecidos com amiloidoses; Perls = identificação de ferros férricos e minerais como asbestos;

88 Perls: HEMOSSIDERINA EM CITOPLASMA DE ASTRÓCITO

89 IV. APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE COLORAÇÕES ESPECIAIS Von Kossa = identificação de depósitos de sais de cálcio nos tecidos; Vermelho Congo = identificação de amilóides em tecidos com amiloidoses; Perls = identificação de ferros férricos e minerais como asbestos; Grocott = identificação de fungos, com visualização de hifas e micélios; ETC...

90 Grocott: CRIPTOESPORULAÇÃO (ASPECTO EM RODA DE LEME)

91 I. DEFINIÇÕES II. MÉTODOS DE OBTENÇÃO DA AMOSTRA III. ASPECTOS PRÁTICOS DA FIXAÇÃO IV. APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE COLORAÇÕES ESPECIAIS V. VIABILIDADE ECONÔMICA DA ROTINA DE DIAGNÓSTICO MACRO E MICROSCÓPICO

92 V. VIABILIDADE ECONÔMICA DA ROTINA DE DIAGNÓSTICO MACRO E MICROSCÓPICO Materiais colhidos de lugares diferentes do corpo, devem ser sempre acondicionados em recipientes diferentes (identificados em separado);

93 V. VIABILIDADE ECONÔMICA DA ROTINA DE DIAGNÓSTICO MACRO E MICROSCÓPICO Materiais colhidos de lugares diferentes do corpo, devem ser sempre acondicionados em recipientes diferentes (identificados em separado); Ao preencher o pedido para o convênio de saúde, não esquecer de colocar o número de fragmentos colhidos;

94 V. VIABILIDADE ECONÔMICA DA ROTINA DE DIAGNÓSTICO MACRO E MICROSCÓPICO TABELA PAGA PELOS CONVÊNIOS MÉDICOS PARA EXAME ANÁTOMO-PATOLÓGICO EM S.J.R.P., SP. Por órgão ou recipiente: BEN SAÚDE: R$ 31,20 UNIMED: R$ 33,60 a 51,80 (Variável na dependência do tipo de plano do segurado) Custo de 1 lâmina corada em H.E.: R$ 30,00

95 TEMPO DE ARQUIVAMENTO DE AMOSTRAS Peças cirúrgicas em formol 3 meses Blocos de parafina 5 anos Lâminas 5 anos

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