UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI

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1 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI FLÁVIO GOMES DA PENHA LEANDRO AMARAL PEREIRA LETÍCIA DONEGÁ NOGUEIRA NICOLE FRANCHINI MORRONE UESLEI SANTOS OLIVEIRA PESQUISA E DEMONSTRAÇÃO DE COMPUTAÇÃO EM NUVEM UTILIZANDO WEBOS São Paulo 2010

2 FLÁVIO GOMES DA PENHA LEANDRO AMARAL PEREIRA LETÍCIA DONEGÁ NOGUEIRA NICOLE FRANCHINI MORRONE UESLEI SANTOS OLIVEIRA PESQUISA E DEMONSTRAÇÃO DE COMPUTAÇÃO EM NUVEM UTILIZANDO WEBOS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção de título de Bacharel em Sistemas da Informação pela Universidade Anhembi Morumbi. Orientador: Prof. Augusto Mendes Gomes Jr. São Paulo 2010

3 FLÁVIO GOMES DA PENHA LEANDRO AMARAL PEREIRA LETÍCIA DONEGÁ NOGUEIRA NICOLE FRANCHINI MORRONE UESLEI SANTOS OLIVEIRA PESQUISA E DEMONSTRAÇÃO DE COMPUTAÇÃO EM NUVEM UTILIZANDO WEBOS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção de título de Bacharel em Sistemas da Informação pela Universidade Anhembi Morumbi. Aprovado em / / Prof. Augusto Mendes Gomes Jr. (Orientador) Universidade Anhembi Morumbi Prof. Nelson Issamu Shimada Universidade Anhembi Morumbi Prof. Carlos Magno Lopes Universidade Anhembi Morumbi

4 AGRADECIMENTOS Agradecemos primeiramente a Deus que iluminou nossos caminhos, fortalecendonos perante escolhas, estudos e decisões que o grupo precisou tomar no decorrer deste ano, no qual conseguimos vencer dificuldades, diferenças e particularidades. Agradecemos também ao nosso orientador Augusto por ter dedicado seu tempo, conhecimento e experiência, que, certamente, agregaram conteúdo e contribuíram de uma maneira especial para a conclusão deste trabalho. Somos gratos também por toda cordialidade e hospitalidade oferecida pela Tania - esposa do Leandro - que gentilmente cedeu por inúmeros sábados sua residência, privando-se de sua liberdade e tempo. Também não poderíamos deixar de agradecer pelo apoio e compreensão de nossos familiares, esposas, namorados e namorada.

5 RESUMO Nos dias atuais há uma grande procura - no meio corporativo e por usuários - por uma maior capacidade de armazenamento, processamento e sempre em busca de um menor custo. Neste cenário surge a Computação em Nuvem, que apresenta uma proposta para estas questões. O conteúdo que será abordado nas páginas seguintes visa aproximar o leitor, através de uma pesquisa sobre Computação em Nuvem - que apresenta conceitos, características, funcionamento, entre outros -, bem como demonstrar, através de um WebOS, a aplicação prática da Computação em Nuvem. O Ambiente a ser apresentado, EyeOS, sob o qual também foi feita uma aplicação para demonstração do funcionamento, tornou-se um desafio para os criadores deste trabalho, pois trata-se de um assunto ainda pouco explorado na atualidade e o seu ambiente de programação possui pouco embasamento teórico e componentes muito complexos para uso. Através de testes e estudos feitos, este trabalho também demonstrará que utilizando uma estrutura básica de hardware é possível aplicar Computação em Nuvem em um ambiente WebOS para uso em diversas finalidades. Computing. Palavras chave: Computação em Nuvem. WebOS. EyeOS. Cloud. Computing. Cloud

6 ABSTRACT Nowadays, most of the IT consumers, such as companies and general users, need greater storage and processing capacity at lower costs. The Cloud Computing brings to this scenario a proposal for these issues. The content that will be presented in the following pages aims to inform the reader (through a Cloud Computing survey - which presents concepts, characteristics, operation, etc) as well as demonstrates the implementation of the Cloud Computing by a WebOS. The group has also made an application for the operational demonstration of the EyeOS environment, which became a challenge for the work group, because it has not been very explored yet and its programming environment has Just a few theoretical components that are also very complex to use. Based on tests and studies, this work shows that it is possible to apply to a Cloud Computing environment in various WebOS purposes using a basic hardware structure. Keywords: WebOS. EyeOS. Cloud. Computing. Cloud Computing.

7 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Sistema em Computação em Nuvem Figura 2 Camadas da Computação em Nuvem Figura 3 Relacionamento entre Componentes da Computação em Nuvem Figura 4 Estrutura do WebOS Figura 5 Interface Gráfica do Icloud Figura 6 Interface Gráfica do GlideOS Figura 7 Interface Gráfica do EyeOs Figura 8 Arquitetura do Software do ChromeOS Figura 9 Versão de Demonstração do ChromeOS Figura 10 Visão Geral do EyeOS Figura 11 Visão Técnica do EyeOS Figura 12 Topologia do Ambiente Figura 13 Estrutura do Servidor para Receber o EyeOS Figura 14 Diagrama de Casos de Uso 1 - Interação entre Usuário e Aplicação Figura 15 Diagrama de Casos de Uso 2 - Interação entre Aplicativo e Twitter Figura 16 Diagrama de Classes Classes e Ações do Aplicativo EyeTwitter Figura 17 Tela Inicial de Aplicativos com o Ícone do EyeTwitter Figura 18 Tela de Login do Aplicativo EyeTwitter Figura 19 Aplicativo Conectado Figura 20 - Criação do Domínio EyeTcc Figura 21 Tela Inicial da Instalação do EyeOS 2.x Figura 22 Tela com os Complementos do EyeOS 2.x Figura 23 Tela para Prosseguir a Instalação do EyeOS Figura 24 Tela de Configurações Finais do EyeOS Figura 25 Tela Final da Instalação e Início do EyeOS Figura 26 Portas Liberadas no Firewall do Servidor Figura 27 Configurações Inseridas no Software Putty Figura 28 Tela Inicial Pós-Login no Putty Figura 29 Tela de Acesso Externo ao Banco de Dados do EyeOS... 80

8 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Comparação dos WebOS Tabela 2 Requisitos Mínimos de Hardware para Instalação do Ubuntu Server Tabela 3 Hardwares Utilizados para a Montagem do Servidor para Instalação do EyeOS.. 41 Tabela 4 Portas Liberadas no Linux Ubuntu Tabela 5 Testes Individuais do Ambiente EyeOS Tabela 6 Condições dos Testes Individuais Realizados Tabela 7 Lista de Verificação do Ambiente EyeOS Tabela 8 Lista de Verificação do Aplicativo EyeTwitter... 57

9 LISTA DE SIGLAS AJAX API BD CPD CUPS DAAS DNS DOM DSAAS DUC GB GUI HAAS HD HTTP IAAS IP ISO KDE LAMP LDAP MB MMAP PAAS PDCA PHP S.O. SAAS SGSI UFW URL Asynchronous Javascript and XML Application Programming Interface Banco de Dados Central de Processamento de Dados Common Unix Printing System Development as a Service Domain Name Service Document Object Model Data Service as a Service Dynamic DNS Update Client Gigabyte Graphical User Interface Hardware as a Service Hard Disk Hypertext Transfer Protocol Infrastructure as a Service Internet Protocol International Organization for Standardization K Desktop Environment Linux + Apache + MySQL + PHP Lightweight Directory Access Protocol Megabyte Message Mapping Plataform as a Service Plan-Do-Check-Act Hypertext Preprocessor Sistema Operacional Software as a Service Sistema de Gestão de Segurança da Informação Uncomplicated Firewall Uniform Resource Locator

10 XML WEB WebOS Extensible Markup Language Simplificação do WWW : World Wide Web Web Operational System

11 LISTA DE TRADUÇÕES É um conjunto de arquivos localizados no servidor de domínio, no Active Directory qual estão todas as informações que permitem controlar o acesso dos usuários à rede. Back end Etapa final de um processo. Backup Cópia de segurança. Boot Inicialização. Business continue Continuidade dos negócios. Esse ambiente é de extrema importância para que as empresas possam operar e fazer negócios. Bypass Facilitar acesso por outro meio. Cloud Computing Computação em nuvem. Cloud Security Alliance Aliança segura para computação em nuvem. Cloud Server Servidor de computação em nuvem. Compliance Tendência. Data center Local ou estrutura para suportar servidores. Desktop Área de trabalho. Download Ato de transferir um arquivo ou programa para o computador do usuário. E-discovery Informações em formato eletrônico. File Manager Gerenciador de Arquivo. Firewall Dispositivo ou serviço utilizado para bloquear o acesso indevido a rede. Flash Linguagem de programação baseada em Action Script. From Anywhere De qualquer lugar. From LocalHost A partir da máquina local. Front end Etapa inicial de um processo. Grid Processamento divido em diversas máquinas. Hardware Equipamento físico. Host Máquina servidora (ou servidor). Infrastructure Infraestrutura. Kernel Núcleo. Key Chave (código de segurança).

12 Link Login Localhost Mac address Microkernel Neverfail On-line Open source Plataform Podcasts Reboot Root Service Software Tasksel Upload Forma reduzida de Hyperlink: acesso imediato a outro endereço. Caracteres utilizados para acessar um sistema. Máquina local. Endereço físico da placa de rede. É uma divisão de tarefas para otimizar processos. A vantagem do microkernel é poder carregar apenas estruturas que seriam usadas. Nunca falha ou sai do ar. Serviço em tempo real. Código aberto. Plataforma. Arquivos de áudio digital. Reiniciar. Usuário com permissões de administrador. Serviço. Programa ou aplicativo para computador. Instalador de tarefas do Linux. Ato de transferir um arquivo ou programa do computador do usuário.

13 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVO JUSTIFICATIVA ABRANGÊNCIA ESTRUTURA DO TRABALHO COMPUTAÇÃO EM NUVEM CONCEITO CARACTERÍSTICAS TIPOS DE NUVENS ARQUITETURA Hardware e Software Camadas das Nuvens FUNCIONAMENTO SEGURANÇA CASOS DE USO Zipline Projeto egestor Locaweb WEBOS CONCEITO ESTRUTURA WEBOS EXISTENTES Icloud GlideOS EyeOS Azure ChromeOS Comparação FUNCIONAMENTO SEGURANÇA CONFIGURAÇÃO DO AMBIENTE CONFIGURAÇÕES DE HARDWARE ESCOLHA DO SISTEMA OPERACIONAL... 41

14 4.3 INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO S.O. E SOFTWARES CRIAÇÃO DE UMA PORTA LIVRE CRIAÇÃO DE DOMÍNIO INSTALAÇÃO DO EYEOS 2.x LIBERAÇÃO DE PORTAS ACESSO EXTERNO AO SERVIDOR DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO NO EYEOS QOOXDOO ESTRUTURA DE APLICAÇÕES PARA O EYEOS Aplicação Desenvolvida Identificação dos Requisitos da Aplicação Diagrama de Casos de Usos e de Classes Aplicação para Demonstração Interface do Aplicativo Mudança API do Twitter TESTES E ANÁLISES TESTES DO AMBIENTE EYEOS TESTES DO APLICATIVO EYETWITTER CONCLUSÃO TRABALHOS FUTUROS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICE A CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA OPERACIONAL A.1 INSTALAÇÃO DA PARTE GRÁFICA PARA UBUNTU A.2 INSTALAÇÃO DE UM BROWSER A.3 CRIAR E HABILITAR UMA SENHA ROOT A.4 ALTERAR PADRÃO UTF-8 PARA ISO APÊNDICE B ALTERAÇÃO DA PORTA DO APACHE APÊNDICE C CRIAÇÃO DE DOMÍNIO APÊNDICE D INSTALAÇÃO DO EYEOS 2.X APÊNDICE E FIREWALL E DESBLOQUEIO DE PORTAS NO SERVIDOR APÊNDICE F ACESSO EXTERNO AO SERVIDOR APÊNDICE G CRIAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO APLICATIVO G.1 CRIANDO O DIRETÓRIO TWITTER G.2 CÓDIGO DO APLICATIVO... 81

15 14 1 INTRODUÇÃO Nos próximos anos haverá um crescimento significativo na utilização de Computação em Nuvem (GARTNER, 2009). A cada dia cresce o número de informações disponibilizadas na internet. O aumento da disponibilidade de serviços online contribuirá para a queda dos preços de equipamentos de informática e aumentará a presença de pequenas empresas e fornecedores de serviços (UNDERGOOGLE, 2008). No ambiente corporativo a Computação em Nuvem vem ganhando espaço, principalmente nas áreas de desenvolvimento. Contudo, quem disponibiliza os serviços nas nuvens ainda têm problemas para fortalecer a imagem dos serviços por conta do pouco conhecimento dos clientes e a insegurança que eles têm referente ao tema (COMPUTERWORLD, 2009). Considerando essas ocorrências será desenvolvida uma pesquisa para facilitar o entendimento de Computação em Nuvem, onde será demonstrado seu funcionamento utilizando um Sistema Operacional on-line, o WebOS EyeOS, e o desenvolvimento de um aplicativo para esse sistema. 1.1 OBJETIVO Considerando a evolução da Computação em Nuvem e seu grande potencial de crescimento, o objetivo desse trabalho é o desenvolvimento de uma pesquisa e demonstração de Computação em Nuvem utilizando um WebOS, focando sua acessibilidade. 1.2 JUSTIFICATIVA O mundo está evoluindo de maneira muito rápida. As pessoas querem cada vez mais informações, porém não são em todos os locais que se tem acesso a elas. A Computação em Nuvem veio para ajudar nestas tarefas, centralizando os dados nas nuvens podendo ser acessados de qualquer local e com um número mínimo de equipamentos. Em um futuro próximo tudo girará em torno da internet, onde não será preciso fazer instalações de softwares e nem ficar na dependência de hardwares sendo que seus dados

16 15 poderão ser acessados em qualquer local. As aplicações on-line crescerão abrindo novas portas de mercado (BRASILSEO, 2008). 1.3 ABRANGÊNCIA O trabalho apresenta uma pesquisa sobre Computação em Nuvem e WebOS, com foco na pesquisa e demonstração de Computação em Nuvem utilizando um WebOS. O trabalho é composto pela pesquisa conceitual de Computação em Nuvem e de WebOS. Os conceitos têm como base os fabricantes dos softwares, sites e livros pesquisados, incluindo alguns casos de empresas que utilizam a Computação em Nuvem. Também será composto pelo desenvolvimento de um ambiente utilizando WebOS, criação de um aplicativo e, por final, os testes do ambiente criado. Para o desenvolvimento do projeto serão utilizados softwares de código aberto. Não faz parte do objetivo do trabalho mostrar como é feito um WebOS e sim como funciona, desde a instalação até a sua utilização como ferramenta. 1.4 ESTRUTURA DO TRABALHO Além do presente capítulo, o trabalho estrutura-se em sete capítulos. O capítulo 2 aborda o conceito de Computação em Nuvem, incluindo os tipos de Computação em Nuvem, as suas características, a arquitetura incluindo hardware e software, o seu funcionamento, sua segurança englobando algumas normas e, por fim, casos de empresas que já adotaram a Computação em Nuvem. No capítulo 3 é abordado o conceito de WebOS incluindo sua arquitetura, funcionamento, segurança, apresentação de alguns WebOS existentes e uma tabela comparativa entre esses sistemas. O capítulo 4 contempla a metodologia das pesquisas realizadas. Tem a apresentação do ambiente do EyeOS, como instalar, como fazer as configurações para que possa funcionar corretamente e o que é necessário em termos físicos para sua funcionalidade. No capítulo 5 é abordado a linguagem e softwares necessários para o conhecimento e o desenvolvimento de um aplicativo para o ambiente montado com o EyeOS.

17 16 No capítulo 6, após o desenvolvimento do ambiente do EyeOS e da criação do aplicativo, são apresentados testes das funcionalidades do ambiente e do aplicativo desenvolvido. O capítulo 7 apresenta a conclusão das pesquisas realizadas e sugestões para trabalhos futuros.

18 17 2 COMPUTAÇÃO EM NUVEM Cloud Computing ou Computação em Nuvem está diretamente ligado à idéia de utilizar, em qualquer lugar e em qualquer sistema, desde que haja conectividade à rede ou internet, aplicações, softwares e documentos sem ter a necessidade de estarem disponíveis no computador local. A vantagem inicial de usar a Computação em Nuvem é a acessibilidade (ALECRIM, 2008; POP NEWS, 2010). 2.1 CONCEITO Na maioria das vezes, os aplicativos e serviços para empresas são muito caros. Dependem de um centro de dados com salas específicas adequadamente adaptadas para suportar a grande demanda de hardwares, tanto quanto esses hardwares dependem de grandes softwares para um bom funcionamento. Tudo isso gera gastos excessivos. Como soma desses gastos há o grande número de funcionários que a empresa necessita para cuidar desses centros de dados. Esses são responsáveis por manter a ordem, atualizar os softwares e fazer pedido de hardwares novos, quando necessário (ANALISTA TI, 2010; SALESFORCE, 2010). Aplicando essa teoria, pequenas empresas que não tem essa verba, acabam se perdendo no mercado, e as grandes empresas precisam de planejamento para suportar essa demanda de gastos (SALESFORCE, 2010). A evolução constante da tecnologia computacional e das telecomunicações está fazendo com que o acesso à internet se torne cada vez mais amplo e cada vez mais rápido. Em países mais desenvolvidos, como Japão, Alemanha e Estados Unidos, é possível ter acesso rápido à internet pagandose muito pouco. Esse cenário cria a situação perfeita para a popularização da Cloud Computing, embora esse conceito esteja se tornando conhecido no mundo todo, inclusive no Brasil (ALECRIM, 2008). Dessa maneira, a Computação em Nuvem aplica a teoria de que nenhum dado ou arquivo precisa estar instalado ou armazenado no computador, ou seja, se há um servidor em outro local com todos os recursos que o usuário precisa, seus dados ficam nas nuvens (ALECRIM, 2008). Outro ponto vantajoso é que o fornecedor dessas aplicações, que é o fornecedor do cloud server, é responsável por toda manutenção, armazenamento, desenvolvimento, backup e

19 18 atualização dos dados ali alocados. Contudo, existem casos de cloud servers gerenciados pelo próprio usuário. Nesse último caso, o cliente paga a estrutura do data center, ou seja, o equipamento, softwares e manutenções ficam por conta do cliente (LOCAWEB, 2010). Um exemplo conhecido de Computação em Nuvem é o Google Docs. O usuário acessa a página específica através da internet e pode começar a trabalhar com textos, planilhas, apresentações, entre outros, utilizando apenas o navegador, sem necessitar de softwares que façam isso. Todos os dados ficam salvos na conta do usuário. O único ponto a ressaltar é que o navegador deve ser compatível com esse acesso, mas atualmente isso já flui naturalmente, já que os usuários deixam seus computadores sempre atualizados com softwares e suas novas versões (ALECRIM, 2008). 2.2 CARACTERÍSTICAS A principal característica, conforme mencionado anteriormente, é utilizar softwares e documentos através da internet ou rede local, caso o cloud server esteja no local de trabalho. As seguintes características, mencionadas por Alecrim (2008), sobre Computação em Nuvem são consideráveis: a) Não é necessário ter um S.O. ou hardware compatível, apenas ter o browser; b) Não é necessário preocupar-se com manutenção e backup, pois os responsáveis pelo cloud server farão isso; c) O compartilhamento de dados fica mais fácil, já que todos estão utilizando a mesma aplicação; d) A disponibilidade é alta. Dependendo do contrato com a prestadora desse serviço, ela substitui o servidor caso pare de funcionar; e) Gratuidade ou menor gasto. Muitos aplicativos para Computação em Nuvem são gratuitos, mas, além disso, caso haja necessidade da compra de alguma licença e software, o cliente pagará apenas por uma estação pelo tempo que irá usar a aplicação; f) A Computação em Nuvem deve funcionar perfeitamente para o usuário, ou seja, pessoas leigas em informática não necessitam saber como e por quantos servidores toda essa prática é feita.

20 TIPOS DE NUVENS Segundo Galpin (2009), existem três tipos de nuvens para Computação em Nuvem: a) Nuvem Pública o provedor hospeda e gerencia os serviços das empresas interessadas. A cobrança é feita ao cliente apenas pelos recursos que utiliza. O provedor, no caso, é responsável pelos softwares, infraestrutura, instalação, gerenciamento e manutenção dos servidores. b) Nuvem Privada ao contrário da nuvem pública, os servidores, serviços, instalações e manutenções são gerenciados pela própria empresa. Há um controle mais detalhado sobre os recursos e configurações necessárias nos cloud servers. Entretanto, nuvens privadas podem sair mais caro que nuvens públicas. É importante ressaltar que se um cliente necessita de um alto grau de segurança e de observação sobre as atividades do servidor, a nuvem privada é a mais indicada. c) Nuvem Híbrida é a mescla entre nuvem privada e nuvem pública. As atividades são divididas entre os provedores e os clientes. A maior dificuldade nesse caso é o conciliamento na administração feita pelo cliente e pelo provedor, já que as informações precisam partir de um único local. Essa nuvem é um assunto novo, porém implementações já estão sendo estudadas e alguns provedores já disponibilizam esse serviço. 2.4 ARQUITETURA No sistema de Computação em Nuvem, os desktops não executam mais aplicativos pesados. Nesse sistema, em específico, há o realocamento de carga de trabalho. A rede desse sistema faz todo o processo. Os hardwares e softwares comprados ou instalados pelo usuário diminuem, e, conseqüentemente, o usuário necessita apenas ter o software de interface e um navegador web, pois o resto, simplesmente, fica por conta das nuvens.

21 Hardware e Software Um sistema de Computação em Nuvem pode ser dividido em duas partes: front end e back end. Ambas as partes se conectam através da internet e corresponde, respectivamente, ao usuário e o sistema (MIDIABITS, 2009). A figura 1 mostra um sistema de Computação em Nuvem, onde o cliente são os usuários; o nó de controle é qualquer dispositivo de rede que una os componentes da nuvem para disponibilizá-los para acesso; o banco de dados é essencial para o armazenamento dos dados dos usuários; os servidores de aplicativos fazem todo o processamento e armazenamento dos aplicativos e arquivos dos usuários; e a rede de computadores são os equipamentos que gerenciam e conduzem toda a nuvem. Os servidores funcionam com virtualização, onde um único servidor físico age como múltiplos servidores, cada um com seu próprio sistema operacional. Esse método maximiza a saída de dados de servidores e reduz a quantidade física deles (MIDIABITS, 2009). Figura 1 Sistema em Computação em Nuvem. Fonte: MIDIABITS (2009).

22 21 A escalabilidade do servidor é baseada em Hard Disk, processador e memória, sendo expandidos conforme as necessidades do cliente. A performance é medida através da configuração de cada um desses itens (REDEHOST, 2010). O netbook é o hardware mais indicado para essa nova era. Pequeno, fraco, portátil, porém sempre conectado, caso haja rede (LFARIA, 2010) Camadas das Nuvens A Computação em Nuvem é dividida em camadas, podendo ser oferecidas ou utilizadas como serviço. É importante citar as três principais camadas (GUERRA, 2010; JONES, 2008): a) SaaS: Software-as-a-Service, em português, software como um serviço. Aplicações são implementadas para atingir um objetivo. No caso, as aplicações são os softwares que os usuários irão acessar em nuvem. b) PaaS: Plataform-as-a-Service, em português, plataforma como um serviço. Aplicativos e o sistema são englobados nessa camada. c) IaaS: Infrastructure-as-a-Service, em português, estrutura como um serviço. Essa camada compreende os recursos físicos, como por exemplo, servidores e equipamentos de rede. A Figura 2 mostra as camadas da Computação em Nuvem. Figura 2 Camadas da Computação em Nuvem. Fonte: GUERRA (2010).

23 22 É possível achar outras camadas como: HaaS (Hardware-as-a-Service), que significa, em português, hardware como um serviço; DaaS (Development-as-a-Service), com significado baseado em desenvolvimento como um serviço, onde as ferramentas de desenvolvimento tomam forma nas nuvens como ferramentas compartilhadas e ferramentas de desenvolvimento; e DSaaS (Data-Storage-as-a-Service), significando, banco de dados como um serviço (CARVALHO, 2008; JONES, 2008). 2.5 FUNCIONAMENTO O funcionamento da Computação em Nuvem é baseado, praticamente, nas camadas das nuvens. A Figura 3 representa visualmente o relacionamento das partes envolvidas no acesso às nuvens. Figura 3 Relacionamento entre Componentes da Computação em Nuvem. Fonte: O AUTOR (2010). O cliente utiliza os serviços oferecidos pela nuvem, ou seja, o cliente acessará as aplicações que pertencem a uma plataforma. Esses três relacionamentos fazem parte do servidor, que é baseado em uma infraestrutura.

24 SEGURANÇA De acordo com Brodkin (2008), para a Empresa Gartner, a Computação em Nuvem tem atributos únicos que demandam análise de risco em áreas como integridade de dados, recuperação e privacidade, e avaliação de questões legais em áreas como e-discovery, compliance e auditoria. A reputação da empresa prestadora de serviços nas nuvens deve ser analisada. Dados importantes precisam ser confidencias e deve haver integridade. A prestadora deve ser certificada pelo ISO (ISO SECURITY, 2010). A norma ISO especifica um conjunto de requisitos para o estabelecimento: implantação, monitoração, revisão, manutenção e melhoria de um Sistema de Gestão de Segurança de Informação, ou simplesmente, SGSI. Um SGSI pode também ser definido como um framework de políticas, procedimentos e controles de várias naturezas (físicos, lógicos e legais) que, por sua vez, fazem parte do processo de gerenciamento de riscos da organização como um todo (ISO SECURITY, 2010). Como todo sistema de gestão, o SGSI também é descrito em termos de processos, os quais são administrados por meio da metodologia PDCA (Plan-Do-Check-Act) (ISO SECURITY, 2010). O PDCA tem como objetivo principal garantir a melhoria contínua da gestão da segurança da informação e minimizar os riscos associados à segurança da informação (ISO SECURITY, 2010). Outro aspecto interessante da norma ISO é a sua aplicabilidade para todos os tipos de organizações, tendo em vista o seu caráter genérico (ISO SECURITY, 2010). Na norma, como por exemplo, não será encontrado as melhores práticas para a implementação de segurança física para CPDs. No entanto, a norma tem em sua lista de controles um referente à segurança física e do ambiente. O conjunto de controles que são tratados pela ISO engloba os mostrados a seguir: a) Política de segurança; b) Segurança organizacional; c) Organização da segurança da informação; d) Gestão de ativos; e) Segurança em recursos humanos; f) Segurança física e do ambiente;

25 24 g) Gerenciamento das operações e comunicações; h) Controle de acesso; i) Aquisição, manutenção e desenvolvimento de sistemas; j) Gestão de incidentes de segurança de informação; k) Continuidade do negócio; l) Conformidade. Cabe a cada organização identificar a relevância de cada um dos itens para o seu negócio (ISO SECURITY, 2010). Com todos os riscos e problemas, o essencial é solicitar aos fornecedores desse serviço extrema transparência. Essa transparência deve conter informações sobre codificações e políticas que foram criadas, riscos e informações sobre testes efetuados. Seguem alguns riscos presentes na Computação em Nuvem (ALECRIM, 2008; BRODKIN, 2008; CTAURION, 2010): a) Acesso aos seus dados por privilégios de acesso, ou seja, outras pessoas podem acessar dados privados por terem privilégios diferenciados; b) Problemas com regulamentação; c) Dados armazenados em lugares desconhecidos; d) Separação dos dados de empresas distintas; e) Perda e recuperação de dados; f) Atividades ilegais; g) Viabilidade; h) Internos maliciosos; i) Desvios de tráfego, contas e serviços; j) Abuso da computação; k) Perfil desconhecido. Para tais riscos, sugerem-se algumas soluções (ALECRIM, 2008; BRODKIN, 2008; CTAURION, 2010): a) O fornecedor deve informar quem terá privilégios de administrador no sistema. É importante identificar essas pessoas; b) Fornecedores de Computação em Nuvem e provedores de serviço estão sujeitos a auditorias e certificações de segurança; c) O fornecedor deve ser questionado sobre em qual local os dados serão guardados;

26 25 d) O ambiente solicitado/contratado deve estar separado do ambiente de outra empresa. Criptografia não é tudo, deve-se descobrir o que é feito para separar esses dados; e) O fornecedor deve garantir que tenha maneiras de efetuar backups constantes, como isso é feito e quanto tempo levaria para restaurar os dados caso haja alguma perda. Segundo Del Aba (2009), gerente da Professional Services Inspirit, para problemas de backup, pode-se usar a alternativa do neverfail, categoria business continue, onde há dois servidores em dois locais diferentes, onde todos têm todas as informações, ou seja, se um servidor cair, o outro toma o posicionamento principal; f) Manter um contrato sempre atualizado com todas as cláusulas necessárias que apontem ações se houverem atividades ilegais; g) O fornecedor deve garantir que os dados ficarão intactos caso seja comprado por uma empresa maior ou caso a empresa acabe. É necessário questionar como conseguir os dados de volta; h) Para as nuvens privadas, é indicado fazer um revezamento da equipe interna que trabalha no data center, tanto quanto a troca de senhas; i) É viável monitorar as atividades e localização dos IPs que acessam a nuvem; j) É necessário investir em autenticação, acesso e criptografia de acesso e dados; k) É importante ter certas perguntas em mente: Qual nível de segurança utilizado pelo provedor? A interface final acessada interage com o que? Essas são questões que devem ser respondidas. Para os próximos anos, até 2013, a segurança estará muito mais forte (CTAURION, 2010). No Brasil, existe a empresa Allier, que comercializa soluções tecnológicas. É especializada em soluções tecnológicas voltadas à segurança corporativa e infraestrutura de redes. A empresa [...] é responsável pelos processos de distribuição no Brasil de fabricantes como: IronPort (soluções de segurança de , web, criptografia e gerenciamento); Riverbed (tecnologias de aceleração de redes WAN); FastSoft (solução de otimização de entrega de conteúdo, através da Internet); Digital Shredder (solução para eliminação de dados de discos rígidos) e Teneros (solução de alta disponibilidade e disaster recovery para ambientes que utilizam Exchange como solução de correio eletrônico) (BERNARDI, 2009).

27 26 Além disso, existe a associação Cloud Security Alliance que produz relatórios interessantes proporcionando atenção permanente às evoluções tecnológicas e conceitos sobre riscos e decisões (TAURION, 2009). 2.7 CASOS DE USO A Computação em Nuvem pode gerar incertezas pela falta de conhecimento e por ser novidade nas corporações, mas há empresas que fornecem este serviço, como por exemplo, as empresas Zipline e Locaweb Zipline Projeto egestor A Zipline Tecnologia trabalha principalmente com hospedagem de sites e administração de servidores para empresas. Entretanto, a Zipline percebeu que o mercado de hospedagem de sites está se canibalizando e resolveu entrar em um novo setor, de maior valor agregado, quando então surgiu o projeto do egestor [...] (TAURION, 2009). A venda desse serviço tem sido para pessoas com maior conhecimento de tecnologia, uma vez que os empresários mais tradicionais ainda têm certo receio de manter suas informações em um servidor na Internet (TAURION, 2009). Utilizando SaaS, Software como um Serviço, os aplicativos são rodados em data centers que podem estar em qualquer lugar. A Zipline identificou que precisava passar maior conhecimento sobre esse serviço já que estava começando a atender pessoas mais exigentes. Contudo, a empresa passou do ramo de hospedagem para o ramo de Computação em Nuvem Locaweb Esta empresa é pioneira em ofertar serviços de infraestrutura baseada em Computação em Nuvem. Após anos de experiência, a Locaweb identificou alguns problemas que a Computação em Nuvem tradicional oferece (TAURION, 2009): a) Se o servidor do cliente sair do ar, todas as aplicações dele ficarão indisponíveis; b) Cálculo errado sobre a capacidade dos servidores gerando gargalos e perdas de negócios;

28 27 c) Os custos de energia elétrica estão subindo constantemente e pequenas e médias empresas, que são foco da Locaweb, não tem reservas financeiras para acompanhar esse aumento. Para tais problemas, a Locaweb criou um data center de base Intel, com auxílio do VMware, ou seja, dentro do servidor da Locaweb existem servidores virtuais (TAURION, 2009). Um dos primeiros clientes da Locaweb foi a loja virtual Camiseteria. A empresa cresceu e os dois servidores locais não suportavam mais a demanda. Assim, deram o passo para a Computação em Nuvem (TAURION, 2009). A nuvem na Locaweb tem capacidade computacional e armazenamento de dados que evita a dependência de um único recurso físico e proporciona escalabilidade para crescer e processamento garantido e isolado para cada cliente. A arquitetura da Computação em Nuvem também reduz, de maneira inteligente, o consumo de energia do data center. A nuvem tem a capacidade para alocar recursos de processamento, disco, memória ou banda individualmente e sob demanda (LOCAWEB, 2010).

29 28 3 WEBOS Com o surgimento da segunda geração de serviços, a Web 2.0, começaram a surgir diversos aplicativos da internet que permitem maior interação com o usuário e que têm semelhanças com aplicações desktops (FOLHA, 2010), assim é resumido o conceito de WebOS. Um WebOS (Sistema Operacional para Web) ou WebTop, como também é conhecido, é uma página geralmente baseada na tecnologia AJAX (FERREIRA, 2010) que possibilita a escolha do conteúdo que o usuário tem necessidade, assim como a definição da sua aparência (LED NERD, 2007). Geralmente são fornecidos por serviços on-line, sendo eles gratuitos ou não, e executam aplicações feitas e fornecidas pelos próprios desenvolvedores ou por desenvolvedores de suas comunidades. 3.1 CONCEITO O WebOS é uma área de trabalho on-line que permite ao usuário fazer as tarefas básicas que os sistemas operacionais comuns realizam. A diferença é que o usuário não precisa estar em seu computador para ter acesso aos seus arquivos. O funcionamento é aparentemente como qualquer outro sistema operacional, como o Windows, Linux ou Macintosh, porém utilizando um navegador como o Internet Explorer ou Firefox. Os serviços mais comuns utilizados no WebOS são (LEONARDO, 2010): a) Canais de notícias RSS; b) Gerenciador de s; c) Podcasts; d) Previsão do tempo; e) Conversor de moedas; f) Calculadora; g) Agenda; h) Gerenciador de arquivos; i) Gerenciador de fotos; j) Armazenamento de fotos, vídeos, músicas e arquivos em geral;

30 29 k) Editores de texto; l) Editores de planilhas. Mesmo parecido com um sistema operacional, possui algumas diferenças, como por exemplo (JAVAWEBTOP, 2010): a) O WebOS não tem o foco de manter aplicativos locais; b) O acesso ao WebOS normalmente será feito por um navegador, acessando a url; c) O WebOS mantém um conjunto de aplicações web, que são executadas com solicitações ao servidor pelo usuário; d) O WebOS irá se conectar ao servidor para recuperar todos os elementos da interface do usuário, da forma que ele personalizou, lembrando um perfil local no computador, recuperando dados como botões, menus e arquivos. O WebOS também vem preparado para suportar acessos de aparelhos móveis, como por exemplo, um médico em um centro médico que usa um aparelho móvel que acessa um sistema WebOS. O sistema irá fornecer um conjunto de aplicações que o médico usa para acessar os prontuários dos pacientes diretamente do servidor web do centro médico (JAVAWEBTOP, 2010). Uma nova tendência que foi criada pela necessidade de locomoção é a de armazenar tudo on-line, pois toda vez que é necessário acessar as informações contidas em um desktop local, o usuário deve se locomover até seu computador. Com o WebOS, o usuário poderá acessar seus arquivos e informações, através de qualquer aparelho que disponibilize internet e um navegador (ESTILOFACIL, 2010). 3.2 ESTRUTURA A estrutura para conseguir acessar um WebOS é simples, conforme a figura 4. O usuário necessitará de um navegador que se tornará o cliente do servidor onde o WebOS está. No servidor web, o WebOS será responsável por responder as requisições do cliente e os aplicativos estarão instalados e serão executados no WebOS escolhido pelo usuário. Utilizando o conceito de Computação em Nuvem, todos os dados serão armazenados pelo WebOS em um servidor central, assim, independente do local onde o usuário esteja, ele conseguirá ter acesso aos seus dados (KOTTEK, 2010).

31 30 Figura 4 Estrutura do WebOS. Fonte: O AUTOR (2010). 3.3 WEBOS EXISTENTES Entre os principais WebOS existentes destacam-se o Icloud, GlideOS, EyeOS, Azure e ChromeOS. Estes WebOS são descritos nas próximas seções Icloud O Icloud (ICLOUD, 2010) possui uma interface gráfica semelhante a do Windows, conforme a figura 5. Elaborado em AJAX, fornece uma conta básica gratuita com 3GB de armazenamento online e limite de upload de 150 Mb por arquivo, compatível com os navegadores IE 6 ou superior, Firefox 3.x e Mobile. Além disso, fornece algumas outras funcionalidades como: a) Ordenar com facilidade os arquivos em pastas; b) É possível compartilhar arquivos ou pastas inteiras com outros usuários; c) , mensagem instantânea, organizador de fotos, gerenciador de arquivos, tocador de música e filmes, editor de texto, calendário, contatos e compressor de arquivos.

32 31 Figura 5 Interface Gráfica do Icloud. Fonte: O AUTOR (2010) GlideOS O GlideOS (GLIDEOS, 2010) possui uma interface gráfica mesclada entre a do MAC e Windows, conforme demonstra a figura 6. Desenvolvido em Flash, oferece uma conta com 30 Gb para armazenamento. É compatível com os navegadores mais populares. Todos os tipos de conta incluem: a) Editor de texto, criação de apresentação, calculadora e calendário; b) Editor de fotos; c) Glide WebMail; d) Sincronização e compartilhamento de pastas.

33 32 Figura 6 Interface Gráfica do GlideOS. Fonte: O AUTOR (2010) EyeOS O EyeOS (EYEOS, 2010a) possui uma interface gráfica customizada, conforme ilustra a figura 7. Desenvolvido em PHP e AJAX, é compatível com os navegadores mais populares. Possui algumas vantagens como: a) Disponibiliza download em diferentes pacotes de idiomas; b) A versão 1.x possui mais de 250 aplicativos, e a versão 2.x mais de 20; c) Aplicativos básicos como editor de texto, calendário, contatos, (com suporte a POP3 e IMAP), tocador de música, jogos, visualizador de vídeo e imagem, compressão de arquivos; d) Organizador e explorador de pastas; e) Disponibiliza compartilhamento dos arquivos; f) Cada usuário pode personalizar sua área de trabalho de acordo com a sua necessidade.

34 33 Figura 7 Interface Gráfica do EyeOs. Fonte: O AUTOR (2010) Azure O Azure (MICROSOFT, 2010a) possui a interface gráfica do Windows e foi desenvolvido pela Microsoft. O Azure é executado em servidores presentes nos data centers da Microsoft. Em vez de fornecer o software para que os clientes instalem e executem em seus próprios computadores, ele oferece o serviço. Os clientes o utilizam para executar aplicações e armazenar dados. Há duas maneiras básicas de cobrança, pagar somente o que for consumido, ou ser feita a contratação mensal do processamento desejado, e caso exceda, é pago o excedente (MICROSOFT, 2010b) ChromeOS A idéia principal do ChromeOS (CHROME, 2010) é a criação de um sistema operacional. O público alvo são as pessoas que passam a maior parte do tempo na internet. Na visão do Google, dentro dos sistemas operacionais de hoje, o navegador é o principal aplicativo utilizado e por isso, estão trabalhando em um sistema operacional tendo

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