APRESENTAÇÃO PROFESSOR IGOR N OLIVEIRA CONTABILIDADE PÚBLICA E AFO. Apresentação

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "APRESENTAÇÃO PROFESSOR IGOR N OLIVEIRA CONTABILIDADE PÚBLICA E AFO. Apresentação"

Transcrição

1 Olá meus nobres concurseiros (as)! Apresentação Meu nome é Igor Nascimento Oliveira, tenho 30 anos e sou natural de Minas Gerais. Fui oficial da Marinha do Brasil, formado pela Escola Naval em Naquela instituição pude desempenhar as mais diversas funções. Até piloto de helicóptero eu fui! Vocês acreditam?! Resolvi então começar a estudar pra concurso e me apaixonei pelo ofício. Hoje sou Analista Administrativo da ANAC, aprovado em 2009, mas recentemente tive a grata surpresa de ver meu nome entre os aprovados para o cargo de Analista Técnico da SUSEP. Sempre estudei sozinho, pois morava no interior do Brasil e não havia cursinhos presenciais. Nessa empreitada, a metodologia do ponto me ajudou muito, pois tinha acesso a materiais de qualidade e com uma linguagem mais acessível que os materiais convencionais. Acredito que com planejamento e disciplina qualquer pessoa pode conseguir a aprovação em um concurso de nível. Às vezes, a grande diferença está em ter confiança em você mesmo. Evite ficar pensando no quanto ainda resta, em como vai ser difícil. Simplesmente estude. Plagiando Renato Russo: estude, como se não houvesse o amanhã!. Não adianta ficar revoltado com as bancas, como inclusive já fiquei, mas vi que o único que saiu perdendo fui eu. Tudo tem seu tempo e continue estudando que a aprovação chegará. Eu ficava muito bravo quando comecei a estudar e os professores falavam isso pra mim. Gente, mas é verdade. Por incrível que pareça, é verdade. Um dia você está afundado em livros e provas antigas, noutro você vai ver seu nome no Diário Oficial. É simples, mas é assim que acontece. É um momento mágico, principalmente pra quem tem filho, esposa, trabalha e, depois de um grande período de tempo, chega lá. Estou aqui pra ajudar você nessa, como me ajudaram um dia. Logo, é com imensa satisfação que começo hoje um novo desafio, a de ser professor do ponto dos concursos e ajudar as pessoas de todos os rincões do Brasil a conquistarem a tão sonhada aprovação. Ministrarei aulas de Contabilidade Pública e Administração Financeira e Orçamentária (AFO). Professor, mas que matérias mais chatas! Peraí pessoal! rsrs...não é bem assim. Aprenda desde já que: pensamento positivo atrai coisa positiva e pensamento negativo atrai coisa negativa. Seja otimista e não bloqueie seus pensamentos. Lembre-se: estude como se não houvesse o amanhã!

2 Para começar apresento um pequeno texto sobre o novo PCASP (Plano de Contas Aplicado ao Setor Público), assunto que está aterrorizando alguns amigos concurseiros (as). Ao final seguem algumas questões comentadas do CESPE. PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO A Contabilidade Pública está em fase de transição. O país tem feito um esforço no intuito de alinhar suas práticas contábeis às Normas Internacionais de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público. Nesse bojo, foram publicados alguns normativos, como a série de Manuais de Contabilidade Aplicada ao Setor Público. O Volume IV trata do PCASP. Este plano de contas é válido de forma facultativa a partir de 2010 e obrigatoriamente em 2012 para a União, Estados e Distrito Federal e 2013 para os Municípios. As bancas podem cobrar? Claro! Como já cobraram. Acontece que o Plano de Contas antigo ainda está valendo, visto que o novo só é válido de forma facultativa este ano. O que fazer? Infelizmente estudar os dois. Mas vou ajudá-los, não se preocupem. Eu chamo de antigo só pra facilitar, mas repiso que o mesmo ainda vale. O Plano de Contas Único, ou antigo (na nossa didática), está estruturado em 7 níveis: 1º nível Classe X 2º nível Grupo X 3º nível Subgrupo X 4º nível Elemento X 5º nível Sub elemento X 6º nível Item XX 7º nível Subitem XX Quando os 7 níveis não forem suficientes para detalhar a conta contábil pode-se usar um código denominado conta-corrente, que é variável dependendo da necessidade. Logo, são 7 níveis, mas 9 dígitos. As 6 classes são desdobradas da seguinte maneira: Contas Devedoras Contas Credoras Natureza das Contas 1 Ativo 2 Passivo Contas Patrimoniais e de Controle 3 Despesa 4 Receita 5 Resultado Diminutivo 6 - Resultado Aumentativo Contas de Resultado

3 O controle da execução orçamentária da despesa e da receita, além do controle da programação financeira, restos a pagar e dívida ativa, todos estão evidenciados no Ativo e Passivo Compensados, códigos 1.9 e 2.9, respectivamente. Segue planilha com os códigos das contas 1.9 e Ativo Compensado 2.9 Passivo Compensado Execução Orçamentária da Receita Previsão da Receita Orçamentária Fixação Orçamentária da Despesa Execução Orçamentária da Despesa Execução da Programação Financeira Execução da Programação Financeira Despesas e Dívidas de Estados e Municípios Despesas e Dívidas de Estados e Municípios Execução de Restos a Pagar Execução de Restos a Pagar Controle da Dívida Ativa Controle da Dívida Ativa Compensações Ativas Diversas Compensações Passivas Diversas Vamos ao novo PCASP. O PCASP abrange todas as entidades do setor público, inclusive as Empresas Estatais Dependentes. Para as independentes, é facultativo. Visa à padronização de todos os entes, sem perder a flexibilidade para que os mesmos detalhem, conforme suas necessidades, os níveis inferiores das contas a partir do nível seguinte ao padronizado. Há uma aproximação conceitual com a contabilidade patrimonial (inexistência de necessária vinculação entre as classificações orçamentária e patrimonial). A STN é a responsável pela administração do PCASP, até a criação do Conselho de Gestão Fiscal previsto na LRF. O PCASP é composto por: Tabela de atributos da conta contábil: Título. Função. Funcionamento. Natureza do Saldo. Código. Encerramento. Indicador para cálculo do Superávit Financeiro. Relação de contas (disposição ordenada dos códigos e títulos das contas).

4 Estrutura Padronizada de Lançamentos. Codificação do PCASP 1º nível Classe 2º nível Grupo 3º nível Subgrupo 4º nível Título O PCASP está dividido em 8 classes: Classes 1. Ativo 2. Passivo e Patrimônio Líquido 3. Variações Patrimoniais Diminutivas 4. Variações Patrimoniais Aumentativas 5. Controles da Aprovação do Planejamento e Orçamento 6. Controles da Execução do Planejamento e Orçamento 7. Controles Devedores 8. Controles Credores Natureza da Informação Patrimonial Orçamentária Controle Detalhamento (coloquei os subgrupos mais interessantes): 1 - ATIVO Ativo Circulante Ativo Não-Circulante CLASSES/GRUPOS/ALGUNS SUBGRUPOS 3 - VPD Pessoal e Encargos Benefícios Previdenciários Benefícios Assistenciais Financeiras Transferências Tributos e Contribuições Uso de Bens, Serviços e Consumo de Capital Fixo Desvalorização e Perda de Ativos Outras Variações Patrimoniais Diminutivas 5 CAPO Planejamento Aprovado 2 - PASSIVO Passivo Circulante Passivo Não-Circulante Patrimônio Líquido 4 - VPA Tributos e Contribuições Venda de Mercadorias, Produtos e Serviços Financeiras Transferências Exploração de Bens e Serviços Valorização e Ganhos com Ativos Outras Variações Patrimoniais Aumentativas 6 CEPO Execução do Planejamento NATUREZA INFORMAÇÃO Patrimonial Orçamentária

5 5.2 - Orçamento Aprovado Previsão da Receita Fixação da Despesa Inscrição de Restos a Pagar Inscrição de RP nãoprocessados Inscrição de RP processados 7 - CONTROLES DEVEDORES Atos potenciais Administração Financeira Programação Financeira Disponibilidade por Destinação Dívida Ativa Riscos Fiscais Custos Outros Controles Execução do Orçamento Execução da Receita Execução da Despesa Execução de Restos a Pagar Execução RP nãoprocessados Execução de RP processados 8 - CONTROLES CREDORES Execução dos atos potenciais Execução da Administração Financeira Execução Programação Financeira Execução Disponibilidade por Destinação Execução da Dívida Ativa Execução dos Riscos Fiscais Apuração de Custos Outros Controles Controle O registro contábil deve ser feito pelo método das partidas dobradas e os lançamentos devem debitar e creditar contas que apresentem a mesma natureza de informação, seja patrimonial, orçamentária ou de controle. Assim, os lançamentos estarão fechados dentro das classes 1, 2, 3 e 4 ou das classes 5 e 6 ou das classes 7 e 8. As contas do Ativo e Passivo virão com as letras F ou P, para diferenciar se as contas são financeiras ou permanentes. Isso é importante para apuração do Superávit Financeiro, fonte de recurso para abertura de crédito adicional. Questões (TCU 2007/ACE) A respeito do plano de contas da administração pública federal, julgue o item que se segue. 1. O gerenciamento do plano de contas cabe ao Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO), que fica autorizado, sempre que necessário, a criar, extinguir, especificar, desdobrar, detalhar e codificar contas, eventos e indicadores contábeis. 2. (STF 2008/ Analista Administrativo) As contas do ativo, da despesa e do resultado diminutivo do exercício são de natureza devedora, pois aumentam seu saldo mediante débito e diminuem mediante crédito.

6 (FUB 2009/ Auditor) Acerca do plano de contas único do governo federal, julgue os próximos itens. 3. As contas contábeis são estruturadas em sete níveis de desdobramento, sendo a conta-corrente o seu último nível. 4. O primeiro nível da estrutura do plano de contas representa a categoria econômica. 5. Os controles da previsão e execução da receita orçamentária são efetuados, respectivamente, nos grupos passivo compensado e ativo compensado. (Ministério da Saúde 2010/Contador) Um plano de contas único para todos os órgãos e entidades é responsável pela uniformização dos procedimentos no âmbito da administração pública. A esse respeito, julgue os itens seguintes. 6. A estrutura conceitual do plano de contas único é fundamentada na teoria patrimonialista que visa à evidenciação dos elementos patrimoniais, a compreensão da composição patrimonial e a demonstração de todos os bens, direitos e obrigações da entidade. 7. Os lançamentos devem estar fechados dentro das classes de mesma natureza, tendo em vista que o registro contábil deve debitar e creditar contas com o mesmo tipo de informação, seja patrimonial, orçamentária ou de controle. 8. O grupo de contas denominado inscrição em restos a pagar integra a classe de controles da aprovação do planejamento e orçamento e registra o valor das despesas empenhadas e não pagas até o último dia do ano financeiro. Gabarito 1 Incorreta. Quem é responsável pelo Plano de Contas é a STN. 2 Correta. No Plano de Contas que estamos chamando de antigo, as contas do Ativo, Despesa e Resultado Diminutivo do Exercício são de natureza devedora. As contas do Passivo, Receita e Resultado Aumentativo são de natureza credora. Ao final do exercício, os saldos das contas de Receita e Despesa são transportados para o Resultado Aumentativo ou Diminutivo do Exercício. 3 Incorreta. A Conta Corrente é um complemento caso os sete níveis não consigam detalhar a conta contábil. Por exemplo, podemos usar como Conta Corrente o CNPJ do fornecedor. O último nível é o subitem.

7 4 Incorreta. O primeiro nível é a classe. O que acontece é que podemos aproveitar a classificação econômica da despesa acrescentando na frente da categoria econômica a classe 3 (Despesa) do plano de contas antigo. Exemplo: YY Material de Consumo YY Categoria Grupo Modalidade Elemento Desdobramento Outras Despesa Aplicação Material de Despesas Corrente Direta Consumo Correntes Facultativo Transformando no esquema do Plano de Contas antigo: YY YY Classe Grupo Subgrupo Elemento Sub elemento Item Subitem Despesa 5 Correta. Pelo Plano de Contas antigo, o controle da execução da receita orçamentária é feita no Ativo Compensado e a previsão no Passivo Compensado. O controle da execução da despesa é feito no Passivo Compensado e a fixação no Ativo Compensado. 6 Correta. No novo Plano de Contas há uma aproximação conceitual com a contabilidade patrimonial (inexistência de necessária vinculação entre as classificações orçamentária e patrimonial). 7 Correta. O registro contábil deve ser feito pelo método das partidas dobradas e os lançamentos devem debitar e creditar contas que apresentem a mesma natureza de informação, seja patrimonial, orçamentária ou de controle. 8 Correta. Restos a pagar são as despesas empenhadas e não pagas em 31/12. A inscrição em Restos a Pagar integra as contas de Controle da Aprovação do Planejamento e Orçamento. A execução dos Restos a Pagar integra as contas de Controle da Execução do Planejamento e Orçamento. Ficamos por aqui pessoal! Grande abraço! Igor.

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Fonte: Apresentação da Coordenação Geral de Contabilidade STN/CCONT do Tesouro Nacional Última Atualização: 14/09/2009 1 Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA A NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA

CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA A NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA A NOVA CONTABILIDADE PÚBLICA Demonstrações Contábeis José Rafael Corrêa Quanto mais eu sei, mais eu descubro que nada eu sei Sócrates 1 Conceitos CONTABILIDADE INFORMAÇÃO Informação

Leia mais

10h40 às 12h - PALESTRA II TEMA: PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO Palestrante: Fernando Freitas Melo

10h40 às 12h - PALESTRA II TEMA: PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO Palestrante: Fernando Freitas Melo 10h40 às 12h - PALESTRA II TEMA: PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO Palestrante: Fernando Freitas Melo Plano de Contas Aplicado ao Setor Público CH: 1:20 h Conteúdo: 1. Aspectos gerais do Plano

Leia mais

Implantação do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público PCASP. A experiência do Estado do Rio Grande do Sul.

Implantação do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público PCASP. A experiência do Estado do Rio Grande do Sul. Implantação do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público PCASP. A experiência do Estado do Rio Grande do Sul. Público Alvo: Servidores de Prefeituras do Estado do Rio Grande do Sul que atuam na área contábil.

Leia mais

Manual de Contabilidade Aplicada no Setor Público: Plano de Contas Aplicado ao Setor Público

Manual de Contabilidade Aplicada no Setor Público: Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Manual de Contabilidade Aplicada no Setor Público: Plano de Contas Aplicado ao Setor Público Coordenação Geral de Contabilidade STN/CCONT Última Atualização: 12/01/2010 Programa do Módulo 2 1. Plano de

Leia mais

NOVO MODELO DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO. A experiência do Estado do Rio de Janeiro na implementação do PCASP.

NOVO MODELO DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO. A experiência do Estado do Rio de Janeiro na implementação do PCASP. NOVO MODELO DE CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO A experiência do Estado do Rio de Janeiro na implementação do PCASP. A CONTADORIA GERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Entendendo a estrutura administrativa

Leia mais

Análise Contábil do Relatório de

Análise Contábil do Relatório de Análise Contábil do Relatório de Controle Interno Gerência de Contabilidade Centralizada Diretoria de Contabilidade Geral Flávio van GEORGE Rocha Sir. Flávio van GEORGE Rocha Composição do Relatório: 1.

Leia mais

NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL ISAAC DE OLIVEIRA SEABRA TCE-PE

NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL ISAAC DE OLIVEIRA SEABRA TCE-PE NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL ISAAC DE OLIVEIRA SEABRA TCE-PE CENÁRIO ANTERIOR Gestão Dívida Financeira Pública ORÇAMENTO PUBLICO Contabilidade Receita e Despesa Demonstrativos Contábeis:

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 03. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 03. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Olá, ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À Aula 03 MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Dando continuidade ao nosso estudo dirigido, hoje veremos os seguintes tópicos: 01.04.04

Leia mais

PCASP e os Consórcios Públicos

PCASP e os Consórcios Públicos Subsecretaria de Contabilidade Pública SUCON Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação CCONF V FÓRUM MINEIRO DE CONTABILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL Junho/2015 Conteúdo PCASP: introdução,

Leia mais

ENCONTRO TÉCNICO MCASP - Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público

ENCONTRO TÉCNICO MCASP - Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público SISTEMA INTEGRADO DE CONTROLE E AUDITORIA PÚBLICA - SICAP/CONTÁBIL ENCONTRO TÉCNICO MCASP - Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público Portaria Conjunta STN/SOF nº 02/2012 Portaria STN nº 437/2012

Leia mais

PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO 2013

PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO 2013 PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO 2013 Patrícia Dutra Auditora Pública Externa - Contadora A LRF instituiu a necessidade do Poder Executivo da União realizar, anualmente, a consolidação nacional

Leia mais

Artigo 02 Exercício Comentado - Débito e Crédito PROFESSORA: Ivana Agostinho

Artigo 02 Exercício Comentado - Débito e Crédito PROFESSORA: Ivana Agostinho Caro(a) aluno(a), Tudo bem? Hoje vamos resolver um exercício que aborda o mecanismo contábil do débito e do crédito, assunto que costuma dar um pouquinho de dor de cabeça nos iniciantes... Vou simplificar

Leia mais

Adequação do Sistema de Contabilidade Pública: novo plano de contas, competência e custos Subsecretaria de Contabilidade Pública STN/MF

Adequação do Sistema de Contabilidade Pública: novo plano de contas, competência e custos Subsecretaria de Contabilidade Pública STN/MF Adequação do Sistema de Contabilidade Pública: novo plano de contas, competência e custos Subsecretaria de Contabilidade Pública STN/MF MUDANÇAS NA ESTRUTURA CONCEITUAL Demonstrações Contábeis Plano de

Leia mais

TCE-TCE Auditoria Governamental

TCE-TCE Auditoria Governamental TCE-TCE Auditoria Governamental Pessoal, vou comentar as questões da prova. 61. Considere as informações extraídas do Balanço Orçamentário, referentes ao exercício financeiro de 2014, de uma entidade pública:

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DE ALAGOAS VII ENCONTRO DE CONTABILIDADE DO AGRESTE ALAGOANO NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO Fernando Carlos Almeida MAIO - 2014 Contabilidade

Leia mais

CRESS/MA - 2ª Região Conselho Regional de Serviço Social/MA CNPJ: 06.042.030/0001-47

CRESS/MA - 2ª Região Conselho Regional de Serviço Social/MA CNPJ: 06.042.030/0001-47 Conselho Regional de Serviço Social/MA CNPJ: 06.042.030/0001-47 Balanço Patrimonial ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA CRÉDITOS A CURTO PRAZO PASSIVO CIRCULANTE OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS,

Leia mais

A NOVA CONTABILIDADE DOS MUNICÍPIOS

A NOVA CONTABILIDADE DOS MUNICÍPIOS Apresentação O ano de 2009 encerrou pautado de novas mudanças nos conceitos e nas práticas a serem adotadas progressivamente na contabilidade dos entes públicos de todas as esferas do Governo brasileiro.

Leia mais

Dicas de Concursos Disciplina: Contabilidade Geral e Avançada Professor: Feliphe Araújo

Dicas de Concursos Disciplina: Contabilidade Geral e Avançada Professor: Feliphe Araújo Dicas de Concursos Disciplina: Professor: Feliphe Araújo RESUMO DAS CONTAS JUROS ATIVOS E PASSIVOS A VENCER Olá amigos, Tudo bem com vocês? Segue um resumo que fiz no meu curso de Contabilidade Geral para

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL PROFESSOR: OTÁVIO SOUZA

CONTABILIDADE GERAL PROFESSOR: OTÁVIO SOUZA Olá concurseiros(as)! Neste artigo trarei um pouco de teoria e comentarei algumas questões de provas sobre o tema DAS CONTAS, assunto que costuma ser bastante cobrado pela ESAF. Existem três teorias usuais,

Leia mais

Plano de Contas Aplicado ao Setor PúblicoP. Tesouro Nacional

Plano de Contas Aplicado ao Setor PúblicoP. Tesouro Nacional Plano de Contas Aplicado ao Setor PúblicoP Tesouro Nacional 2009 A Estrutura de Plano de Contas no Mundo Plano de Contas do Reino Unido 1 Ativo 1.1 Ativo Fixo Intangível 1.3 Ativo Fixo Tangível 1.4 Equipamento

Leia mais

Plano de Contas Aplicado ao Setor PúblicoP

Plano de Contas Aplicado ao Setor PúblicoP Plano de Contas Aplicado ao Setor PúblicoP PLANO DE CONTAS APLICADO AO SETOR PÚBLICO Carga Horária: 4h Conteúdo: 1. Introdução 2. Sistema Contábil 3. Registro Contábil 4. Composição do Patrimônio Público

Leia mais

Previsão da receita e fixação da despesa referente à aprovação do orçamento com base na Lei Orçamentária Anual, no valor de R$ 50.000.

Previsão da receita e fixação da despesa referente à aprovação do orçamento com base na Lei Orçamentária Anual, no valor de R$ 50.000. Olá, pessoal! Comento neste toque as questões de Contabilidade Pública que caíram no concurso para conselheiro substituto do TCE-CE. A banca foi a Fundação Carlos Chagas. Aproveito a oportunidade para

Leia mais

Contabilidade Pública & Plano de Contas RPPS

Contabilidade Pública & Plano de Contas RPPS Contabilidade Pública & Plano de Contas RPPS Por Otoni Gonçalves Guimarães Natal- RN, 18 de junho de 2015 1 DESAFIO Equilíbrio Financeiro e Atuarial Pressuposto Básico Existência de recursos (ativos) suficientes

Leia mais

Anexo 12 - Balanço Orçamentário

Anexo 12 - Balanço Orçamentário Anexo 12 - Balanço Orçamentário BALANÇO ORÇAMENTÁRIO EXERCÍCIO: PERÍODO (MÊS) : DATA DE EMISSÃO: PÁGINA: PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS SALDO RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS INICIAL ATUALIZADA REALIZADAS (a) (b) c

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO 11º Congresso Catarinense de Secretários de Finanças, Contadores Públicos e Controladores Internos Municipais ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO 1 Professor João Eudes Bezerra

Leia mais

INSTRUÇÕES DE PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS IPC 04 Metodologia para Elaboração do Balanço Patrimonial (Versão publicada em: 23/12/2014)

INSTRUÇÕES DE PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS IPC 04 Metodologia para Elaboração do Balanço Patrimonial (Versão publicada em: 23/12/2014) REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 15 de Novembro de 1889 MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL INSTRUÇÕES DE PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS IPC 04 Metodologia para Elaboração do Balanço Patrimonial

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 01. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 01. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Aula 01 MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Abordaremos os seguintes pontos: 01.03.03 reconhecimento da receita orçamentária. 01.03.03.01 relacionamento do regime orçamentário com o regime

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 4. Apresentação. Plano de Contas. Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão. Sistemas Contábeis

Contabilidade Pública. Aula 4. Apresentação. Plano de Contas. Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão. Sistemas Contábeis Contabilidade Pública Aula 4 Apresentação Prof. Me. Adilson Lombardo Plano de Contas Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão Consiste em um rol ordenado de forma sistematizada de contas

Leia mais

1. Apresentação 1 2. Plano de contas: conceitos 2 3. Plano de Contas Aplicado ao Setor Público: Aspectos gerais

1. Apresentação 1 2. Plano de contas: conceitos 2 3. Plano de Contas Aplicado ao Setor Público: Aspectos gerais AULA 03: Plano de Contas Aplicado ao Setor Público: conceito, estrutura, contas do ativo, passivo, despesa, receita, resultado e compensação, características das contas, contas com função precípua de controle.

Leia mais

1.Apresentação 1 2.Planejamento e seus Instrumentos sob o Enfoque Contábil

1.Apresentação 1 2.Planejamento e seus Instrumentos sob o Enfoque Contábil AULA 10: Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público NBC T SP 16.3 a 16.5: Planejamento e seus Instrumentos sob o Enfoque Contábil; Transações no Setor Público; Registro Contábil. SUMÁRIO

Leia mais

WWW.aplicms.com.br Aula de Apuração do Resultado (ARE) Prof. Pedro A. Silva (67) 3382-9772

WWW.aplicms.com.br Aula de Apuração do Resultado (ARE) Prof. Pedro A. Silva (67) 3382-9772 WWW.aplicms.com.br Aula de Apuração do Resultado (ARE) Prof. Pedro A. Silva (67) 3382-9772 Receitas x Despesas Podemos conceituar receitas como todos os recursos, em princípio, provenientes da venda de

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 6. Apresentação. Demonstração do Balanço Patrimonial. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Necessidade e Função

Contabilidade Pública. Aula 6. Apresentação. Demonstração do Balanço Patrimonial. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Necessidade e Função Contabilidade Pública Aula 6 Apresentação Prof. Me. Adilson Lombardo Demonstração do Balanço Patrimonial Necessidade e Função Demonstração dos Fluxos de Caixa Demonstração do Resultado Econômico Contextualização

Leia mais

CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88

CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88 CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88 Balanço Financeiro Período: 01/01/2012 a 31/12/2012 INGRESSOS DISPÊNDIOS ESPECIFICAÇÃO Exercício Anterior

Leia mais

AULA 01: Sistemas de Contas.

AULA 01: Sistemas de Contas. AULA 01: Sistemas de Contas. Contabilidade Pública p/ SUMÁRIO PÁGINA 1. Apresentação 1 2. Cronologia dos sistemas/subsistemas 2 3. Características comuns dos sistemas e subsistemas 6 3.1. Sistemas contábeis

Leia mais

CURSO ON-LINE - PROFESSOR: DEUSVALDO CARVALHO RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG

CURSO ON-LINE - PROFESSOR: DEUSVALDO CARVALHO RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG CONCURSO: APO/MPOG/2010 66. (ESAF APO/MPOG/2010) Assinale a opção verdadeira a respeito do objeto, regime e campo de aplicação da contabilidade

Leia mais

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP): sugestões para a nova estrutura

Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP): sugestões para a nova estrutura 1 de 8 16/09/2009 18:31 Boletim Governet de Orçamento e Finanças Artigos e Pareceres» Artigos Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP): sugestões para a nova estrutura MAURÍCIO CORRÊA DA SILVA

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO CRC-DF DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO Domingos Poubel de Castro Brasília/DF, 18 de Maio de 2012 NECESSIDADES PERMANENTES DO GESTOR INFORMAÇÕES CONTROLE Cenário Externo 0800 570 0800

Leia mais

ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO CHECKLIST

ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO CHECKLIST ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO CHECKLIST Para auxiliar nas providências que devem ser tomadas para o encerramento de exercício, foi elaborada uma série de verificações, em formato de checklist, que devem ser

Leia mais

Um sistema que valoriza a Contabilidade e o seu objeto, o Patrimônio.

Um sistema que valoriza a Contabilidade e o seu objeto, o Patrimônio. Um sistema que valoriza a Contabilidade e o seu objeto, o Patrimônio. O FIPLAN e a nova Contabilidade Aplicada ao Setor Público Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público Plano de Contas Aplicado

Leia mais

TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉD. ORÇAM. SUPLEMENTARES DESPESAS CORRENTES . PESSOAL E ENC.

TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉD. ORÇAM. SUPLEMENTARES DESPESAS CORRENTES . PESSOAL E ENC. 1 ANEXO III - PT/MPS Nº 95, DE 06 DE MARÇO DE 2007 DOU DE 07.03.07 MODELOS E INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS SÃO AS EXTRAÍDAS DOS LIVROS, REGISTROS E

Leia mais

Assunto: Contabilização de Obrigações Tributárias Renegociadas

Assunto: Contabilização de Obrigações Tributárias Renegociadas NOTA TÉCNICA n. 007/2009/GECON Vitória, 03 de julho de 2009. Alterados os itens 1 e 6 em 19 de agosto de 2009. Assunto: Contabilização de Obrigações Tributárias Renegociadas Prezados (as) Senhores (as),

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Plano de Contas 01 a 31 de Março de 2013 Folha: 1 Consorcio Publico do Extremo Sul

Estado do Rio Grande do Sul Plano de Contas 01 a 31 de Março de 2013 Folha: 1 Consorcio Publico do Extremo Sul Estado do Rio Grande do Sul Plano de Contas 01 a 31 de Março de 2013 Folha: 1 1.0.0.0.0.00.00.00.00.00 ATIVO 6.735,34 8.034,62 4.211,61 10.558,35 1.1.0.0.0.00.00.00.00.00 ATIVO CIRCULANTE 6.735,34 8.034,62

Leia mais

Neste artigo comentarei 06 (seis) questões da ESAF, para que vocês, que estão estudando para a Receita Federal, façam uma rápida revisão!!

Neste artigo comentarei 06 (seis) questões da ESAF, para que vocês, que estão estudando para a Receita Federal, façam uma rápida revisão!! Olá concurseiros (as)! Neste artigo comentarei 06 (seis) questões da ESAF, para que vocês, que estão estudando para a Receita Federal, façam uma rápida revisão!! Vamos lá!!! 01. (ESAF Analista da Receita

Leia mais

Balanço Patrimonial. Art. 105. O Balanço Patrimonial demonstrará: I o Ativo Financeiro

Balanço Patrimonial. Art. 105. O Balanço Patrimonial demonstrará: I o Ativo Financeiro Segundo o MCASP, o é a demonstração contábil que evidencia, qualitativa e quantitativamente, a situação patrimonial da entidade pública, por meio de contas representativas do patrimônio público, além das

Leia mais

Olá, pessoal! Fraternal abraço! Alipio Filho

Olá, pessoal! Fraternal abraço! Alipio Filho Olá, pessoal! Comento neste toque as questões de Contabilidade Pública que caíram no concurso para conselheiro substituto do TCE-GO. A banca foi a Fundação Carlos Chagas. Aproveito a oportunidade para

Leia mais

Objetivo: Demonstrar como realizar os lançamentos de ajuste das contas que representam as contas de ativo não circulante, que representam o

Objetivo: Demonstrar como realizar os lançamentos de ajuste das contas que representam as contas de ativo não circulante, que representam o Solução em Gestão Municipal Solução em Gestão Municipal Objetivo: Demonstrar como realizar os lançamentos de ajuste das contas que representam as contas de ativo não circulante, que representam o Patrimônio

Leia mais

Análise de Balanços. Flávia Moura

Análise de Balanços. Flávia Moura Análise de Balanços Flávia Moura 1 Tópicos para Reflexão O que é análise de balanços? A análise de balanços consiste em proceder a investigações dos fatos com base nos dados Para que serve a análise de

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08. Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08. Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08 Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO a internacionalização das

Leia mais

1 de Verificação - 2014 Subsist. C.Sup. Fin.Descrição 1.2.3.1.1.03.02 (40966) MÓVEIS MÁQUINAS E E UTENSÍLIOS DE ESCRITÓRIO 339.159,49D 25.

1 de Verificação - 2014 Subsist. C.Sup. Fin.Descrição 1.2.3.1.1.03.02 (40966) MÓVEIS MÁQUINAS E E UTENSÍLIOS DE ESCRITÓRIO 339.159,49D 25. 1 de Verificação - 2014 Subsist. C.Sup. Fin.Descrição 1.217.589,73D 1.245.340,55D Atual1/8 ATIVO CIRCULANTE 588.962,97D 151.410,23D 194.301,54 188.047,63 166.550,72 160.296,81 616.713,79D 1.1.1.1.1.50.99

Leia mais

CORREÇÃO PROVA AGENTE DE POLÍCIA FEDERAL - 2014

CORREÇÃO PROVA AGENTE DE POLÍCIA FEDERAL - 2014 Olá, pessoal. Como estão? A seguir a correção da prova de Agente de Polícia Federal, realizada neste final de semana, pelo CESPE. Há possibilidade de recurso na questão 86, sobre superveniências e insubsistências!

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS DE CONTABILIDADE

NOÇÕES BÁSICAS DE CONTABILIDADE NOÇÕES BÁSICAS DE CONTABILIDADE AUTOR: PROF. FRANCISCO GLAUBER LIMA MOTA E-MAIL: motaglauber@gmail.com CONCEITO: CONTABILIDADE CIÊNCIA QUE ESTUDA E PRATICA AS FUNÇÕES DE REGISTRO, CONTROLE E ORIENTAÇÃO

Leia mais

BALANÇO FINANCEIRO ANO 2013

BALANÇO FINANCEIRO ANO 2013 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTANA DO LIVRAMENTO SECRETARIA DA FAZENDA BALANÇO FINANCEIRO ANO 2013 Receita Despesa ORÇAMENTÁRIA (1) ORÇAMENTÁRIA (5) Receitas Orçamentárias Despesas

Leia mais

Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público Distrito Federal. Plano de Contas. 2ª Edição. Dez/2013 Subsecretaria de Contabilidade COPROT

Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público Distrito Federal. Plano de Contas. 2ª Edição. Dez/2013 Subsecretaria de Contabilidade COPROT Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público Distrito Federal Plano de Contas 2ª Edição Dez/2013 Subsecretaria de Contabilidade COPROT Subsecretaria de Contabilidade COPROT Manual de Contabilidade

Leia mais

Análise Completa/Edital e Provas de Contabilidade AFRFB 2009 a 2014. Olá, Futuros Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil! Sejam bemvindos.

Análise Completa/Edital e Provas de Contabilidade AFRFB 2009 a 2014. Olá, Futuros Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil! Sejam bemvindos. Análise Completa/Edital e Provas de Contabilidade AFRFB 2009 a 2014 Olá, Futuros Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil! Sejam bemvindos. É com uma grande satisfação que estamos aqui hoje para

Leia mais

Típicos da Administração Pública

Típicos da Administração Pública Lançamentos amentos ontábeis Típicos da Administração Pública ontabilidade PúblicaP onceito É o ramo da ontabilidade que coleta, registra e controla os atos e fatos da Administração Pública, com enfoque

Leia mais

PLANOS DE CURSO E PLANO DE AULA DE CONTABILIDADE PÚBLICA PLANO DE CURSO E PLANO DE AULA DE CONTABILIDADE PÚBLICA 1. PLANO DE CURSO

PLANOS DE CURSO E PLANO DE AULA DE CONTABILIDADE PÚBLICA PLANO DE CURSO E PLANO DE AULA DE CONTABILIDADE PÚBLICA 1. PLANO DE CURSO PLANOS DE CURSO E PLANO DE AULA DE CONTABILIDADE PÚBLICA Na terceira edição do meu livro Auditoria, Contabilidade e Controle Interno no Setor Público o capítulo 3 apresenta as mudanças na aplicação da

Leia mais

939.108,16 582.338,94 553.736,74 967.710,36 468.462,90 582.338,94 553.736,74 497.065,10 111000000000 CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA

939.108,16 582.338,94 553.736,74 967.710,36 468.462,90 582.338,94 553.736,74 497.065,10 111000000000 CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA s s 100000000000 ATIVO 939.108,16 582.338,94 553.736,74 967.710,36 110000000000 ATIVO CIRCULANTE 468.462,90 582.338,94 553.736,74 497.065,10 111000000000 CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 111100000000 CAIXA

Leia mais

37.899.634,30 PASSIVO CIRCULANTE CRÉDITOS DE TRANSFERÊNCIAS A RECEBER EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTO CONCEDIDOS

37.899.634,30 PASSIVO CIRCULANTE CRÉDITOS DE TRANSFERÊNCIAS A RECEBER EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTO CONCEDIDOS MUNICÍPIO DE CALDAS NOVAS ESTADO DE GOIAS Balanço Financeiro Anexo 1 (Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público MCASP)Portaria STN nº 37/2012 5a edição BALANÇO GERAL DO EXERCICIO DE 201 PERÍODO(MÊS)

Leia mais

Olá caros acadêmicos segue um resumo básico de alguns conceitos estabelecidos na LDO, retirado do site ponto dos concursos.

Olá caros acadêmicos segue um resumo básico de alguns conceitos estabelecidos na LDO, retirado do site ponto dos concursos. Olá caros acadêmicos segue um resumo básico de alguns conceitos estabelecidos na LDO, retirado do site ponto dos concursos. Vamos ao nosso assunto de hoje! Lei de Diretrizes Orçamentárias LDO: A LDO é

Leia mais

Objetivos e principais documentos do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal SIAFI

Objetivos e principais documentos do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal SIAFI Objetivos e principais documentos do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal SIAFI Amigos e amigas visitantes do Ponto dos Concursos! Desejo muita paz e tranqüilidade a todos os

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.133/08 Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO a internacionalização das

Leia mais

Empresa Munic. de Transporte Urbano Presidente Figueiredo

Empresa Munic. de Transporte Urbano Presidente Figueiredo 03698709/000109 Exercício: 2015 BALANCETEISOLADO EMPRESA MUNICIPAL DE TRANSPORTE URBANO EMTU (UG:5) Página 1 de 5 100000000 05 ATIVO 343.632,70 139.134,52 114.972,75 367.794,47 110000000 05 ATIVO CIRCULANTE

Leia mais

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1 Para mais informações, acesse o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Parte I Procedimentos Contábeis Orçamentários, 5ª edição. https://www.tesouro.fazenda.gov.br/images/arquivos/artigos/parte_i_-_pco.pdf

Leia mais

1 de Verificação - 2015 Subsist. C.Sup. Fin.Descrição

1 de Verificação - 2015 Subsist. C.Sup. Fin.Descrição 1 de Verificação - 2015 Subsist. C.Sup. Fin.Descrição 129.967,90D 130.464,22D 1/8 1.1.1.1.1.01 ATIVO CIRCULANTE 54.320,75D 54.817,07D E EQUIVALENTES CAIXA MOEDA NACIONAL - CONSOLIDAÇÃO 51.666,68D 497.996,11

Leia mais

O importante é não desistir porque existem bons certames em vista, a exemplo do próximo concurso da Polícia Federal.

O importante é não desistir porque existem bons certames em vista, a exemplo do próximo concurso da Polícia Federal. QUESTÕES DE CONCURSOS Colega estudante! Colegas Concursandos e candidatos ao TCU e STF! Desejo-lhes uma mente ILUMINADA na hora das provas e que a sorte lhe acompanhe em todas as fases desse concurso.

Leia mais

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte

FAPAN Faculdade de Agronegócio de Paraíso do Norte TEORIA DA CONTABILIDADE 1. CONTA: Conta é o nome técnico que identifica cada componente patrimonial (bem, direito ou obrigação), bem como identifica um componente de resultado (receita ou despesas). As

Leia mais

Prefeitura Da Cidade do Rio de Janeiro Controladoria Geral do Município Subcontroladoria de Integração de Controles Contadoria Geral

Prefeitura Da Cidade do Rio de Janeiro Controladoria Geral do Município Subcontroladoria de Integração de Controles Contadoria Geral 1 RELATÓRIO DE DESEMPENHO DA PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO FRENTE À LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL NO EXERCÍCIO DE 2012 Este relatório tem por objetivo abordar, de forma resumida, alguns aspectos

Leia mais

Prof. Msc.: Vitor Maciel dos Santos

Prof. Msc.: Vitor Maciel dos Santos Prof. Msc.: Vitor Maciel dos Santos Orientações Estratégicas para a Contabilidade Aplicada ao Setor Público no Brasil Aspectos práticos da CASP e a importância da estruturação setorial PREMISSAS Orientações

Leia mais

Portaria Conjunta STN/SOF nº 3/2008 Manual de Despesa Nacional;

Portaria Conjunta STN/SOF nº 3/2008 Manual de Despesa Nacional; Código: MAP-DIFIN-001 Versão: 00 Data de Emissão: XX/XX/XXXX Elaborado por: Gerência de Contabilidade Aprovado por: Diretoria de Finanças e Informações de Custos 1 OBJETIVO Estabelecer os procedimentos

Leia mais

No concurso de São Paulo, o assunto aparece no item 27 do programa de Contabilidade:

No concurso de São Paulo, o assunto aparece no item 27 do programa de Contabilidade: Olá, pessoal! Como já devem ter visto, dois bons concursos estão na praça: Fiscal do ISS de São Paulo e Auditor Fiscal do Ceará. As bancas são, respectivamente, a Fundação Carlos Chagas (FCC) e a Escola

Leia mais

A Contabilidade Aplicada ao Setor Público: Dimensão Patrimonial e Ambiente da Convergência

A Contabilidade Aplicada ao Setor Público: Dimensão Patrimonial e Ambiente da Convergência A Contabilidade Aplicada ao Setor Público: Dimensão Patrimonial e Ambiente da Convergência 1 Professor João Eudes Bezerra Filho ATIVO FINANCEIRO 305.000,00 PASSIVO FINANCEIRO 115.000,00 ATIVO FINANCEIRO

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SERGIPE - CIÊNCIAS CONTÁBEIS QUESTÕES

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SERGIPE - CIÊNCIAS CONTÁBEIS QUESTÕES QUESTÕES 01) Fazem parte do grupo de contas do : A) Duplicatas a Receber Caixa Duplicatas a Pagar. B) Terrenos Banco Conta Movimento Credores Diversos. C) Duplicatas a Pagar Caixa Adiantamentos de Clientes.

Leia mais

EDDYDATA SERVIÇOS DE INFORMÁTICA LTDA. EPP MANUAL ABERTURA 2016

EDDYDATA SERVIÇOS DE INFORMÁTICA LTDA. EPP MANUAL ABERTURA 2016 EDDYDATA SERVIÇOS DE INFORMÁTICA LTDA. EPP MANUAL ABERTURA 2016 FRANCA 2015 Estamos finalizando o exercício de 2015 junto dos nossos clientes com quem mantivemos um bom relacionamento durante todo o ano

Leia mais

MANUAL PARA IMPLANTAÇÃO DO SALDO DA DISPONIBILIDADE FINANCEIRA

MANUAL PARA IMPLANTAÇÃO DO SALDO DA DISPONIBILIDADE FINANCEIRA MANUAL PARA IMPLANTAÇÃO DO SALDO DA DISPONIBILIDADE FINANCEIRA Para controlar o novo grupo da disponibilidade financeira do PCASP (grupo 8), temos que primeiramente apurar a disponibilidade do Órgão e

Leia mais

WWW.ADINOEL.COM Adinoél Sebastião /// Cuso de Inglês 2014

WWW.ADINOEL.COM Adinoél Sebastião /// Cuso de Inglês 2014 Hi! Peço uns minutos do seu tempo. Em primeiro lugar, eu quero agradecer a sua confiança no meu trabalho, pois se você está lendo este texto é por que está visitando a minha página ou a utiliza diariamente

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Departamento de Desenvolvimento Profissional Home Page: www.crc.org.br E-mail: cursos@crcrj.org.br DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR

Leia mais

Pessoal, ACE-TCU-2007 Auditoria Governamental - CESPE Resolução da Prova de Contabilidade Geral, Análise e Custos

Pessoal, ACE-TCU-2007 Auditoria Governamental - CESPE Resolução da Prova de Contabilidade Geral, Análise e Custos Pessoal, Hoje, disponibilizo a resolução da prova de Contabilidade Geral, de Análise das Demonstrações Contábeis e de Contabilidade de Custos do Concurso para o TCU realizado no último final de semana.

Leia mais

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - DEPARTAMENTO NACIONAL BALANÇO PATRIMONIAL ESPECIFICAÇÃO 2014 2013 ESPECIFICAÇÃO 2014 2013

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - DEPARTAMENTO NACIONAL BALANÇO PATRIMONIAL ESPECIFICAÇÃO 2014 2013 ESPECIFICAÇÃO 2014 2013 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO PASSIVO Ativo Circulante 1.149.479.180,77 989.839.743,43 Passivo Circulante 317.274.300,38 283.051.918,44 Caixa e Equiv. Caixa Moeda Nacional 800.954.874,69 676.326.925,34 Obrig.

Leia mais

PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS E ATUARIAS NOS RPPS. Professor João Eudes Bezerra Filho

PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS E ATUARIAS NOS RPPS. Professor João Eudes Bezerra Filho PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS E ATUARIAS NOS RPPS Professor João Eudes Bezerra Filho DIAGNÓSTICO: CENÁRIO ATUAL DIMENSÃO CONTABILIDADE PATRIMONIAL ATIVO FINANCEIRO ATIVO FINANCEIRO Disponível Caixa (Tesouraria)

Leia mais

Nota Técnica nº 4/2015/CCONF/SUCON/STN/MF-DF. Assunto : Contabilidade Governamental-Tesouro Nacional -Envio de informações - DVP - Siconfi - PCASP

Nota Técnica nº 4/2015/CCONF/SUCON/STN/MF-DF. Assunto : Contabilidade Governamental-Tesouro Nacional -Envio de informações - DVP - Siconfi - PCASP Ministério da Fazenda Secretaria do Tesouro Nacional Subsecretaria de Contabilidade Pública Coordenação-Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação Nota Técnica nº 4/2015/CCONF/SUCON/STN/MF-DF

Leia mais

Módulo Contábil e Fiscal

Módulo Contábil e Fiscal Módulo Contábil e Fiscal Contabilidade Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Contábil e Fiscal Contabilidade. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

Objetivos da Oficina 22 Contas a Pagar, Passivos por Competência, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes:

Objetivos da Oficina 22 Contas a Pagar, Passivos por Competência, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes: 1 CONTABILIDADE APLICADA AO SETOR PÚBLICO - ASPECTOS PATRIMONIAIS OFICINA 22 Contas a Pagar, Passivos por Competência, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes AUTOR: PROF. FRANCISCO GLAUBER LIMA MOTA

Leia mais

CONTABILIDADE TÓPICOS AVANÇADOS

CONTABILIDADE TÓPICOS AVANÇADOS CONTABILIDADE TÓPICOS AVANÇADOS Olá, pessoal. Com a autorização para a realização do concurso da Receita Federal, vários candidatos que já fizeram algum tipo de curso de contabilidade (inclusive conosco),

Leia mais

PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A CONTABILIDADE PÚBLICA E A CONTABILIDADE GERAL

PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A CONTABILIDADE PÚBLICA E A CONTABILIDADE GERAL PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE A CONTABILIDADE PÚBLICA E A CONTABILIDADE GERAL Aspectos Contabilidade Pública Contabilidade Geral Legislação Lei nº 4.320/64 Lei nº 6.404/76 Princípios PFC e Princípios PFC

Leia mais

6º Congresso Catarinense de. Controladores Internos Municipais. 17 e 18 de junho de 2010

6º Congresso Catarinense de. Controladores Internos Municipais. 17 e 18 de junho de 2010 6º Congresso Catarinense de Secretários de Finanças, Contadores Públicos e Controladores Internos Municipais 17 e 18 de junho de 2010 RECEITAS E DESPESAS PÚBLICAS: Enfoque Orçamentário X Enfoque Patrimonial

Leia mais

DCF Direção de Controle e Fiscalização CGEX Centro de Gestão Estratégica de Informação para o Controle Externo SIAPC Sistema de Informações para

DCF Direção de Controle e Fiscalização CGEX Centro de Gestão Estratégica de Informação para o Controle Externo SIAPC Sistema de Informações para DCF Direção de Controle e Fiscalização CGEX Centro de Gestão Estratégica de Informação para o Controle Externo SIAPC Sistema de Informações para Auditoria e Prestação de Contas 1 PCASP Aramis Souza e Rosane

Leia mais

Aula 00. Contabilidade Pública para Analista MP RJ Teoria e Exercícios Aula 00 Professor Marcelo Seco

Aula 00. Contabilidade Pública para Analista MP RJ Teoria e Exercícios Aula 00 Professor Marcelo Seco Aula 00 Contabilidade Pública Conceitos Iniciais www.pontodosconcursos.com.br 1 Aula 00 A Contabilidade Pública Bem vindos!!! Alunas e alunos do Ponto, olá! É com muito prazer que passo a acompanhá-los

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP Novas Demonstrações Contábeis do Setor Público DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO SETOR PÚBLICO Englobam todos os fatos contábeis e atos que interessam

Leia mais

Roteiro completo para a contabilização e conferencia da Dívida Fundada

Roteiro completo para a contabilização e conferencia da Dívida Fundada Roteiro completo para a contabilização e conferencia da Dívida Fundada 1º - Transferência da dívida permanente de longo prazo para a dívida permanente de curto prazo. Em conformidade a Lei n 6.404/1976

Leia mais

INSTRUÇÕES DE PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS IPC 01 Transferência de Saldos Contábeis e Controle de Restos a Pagar

INSTRUÇÕES DE PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS IPC 01 Transferência de Saldos Contábeis e Controle de Restos a Pagar REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 15 de Novembro de 1889 MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL INSTRUÇÕES DE PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS IPC 01 Transferência de Saldos Contábeis e Controle de Restos

Leia mais

Vamos, então, à nossa aula de hoje! Demonstração de Fluxo de Caixa (2.ª parte) Método Indireto

Vamos, então, à nossa aula de hoje! Demonstração de Fluxo de Caixa (2.ª parte) Método Indireto Olá, pessoal! Aqui estou eu de novo, para continuar o assunto da aula passada: Fluxo de Caixa e Demonstração do Fluxo de Caixa. Assunto da maior importância, que está sendo cobrado nos atuais concursos

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS A respeito da evolução da administração e do processo administrativo, julgue os itens que se seguem. 51 A organização que adotar em seu planejamento a metodologia do balanced

Leia mais

Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 005/2012

Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 005/2012 Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 005/2012 Brasília-DF Dezembro/2012 INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 005/2012 Processo CFC n.º 2012/000258

Leia mais

ANEXO III 280.864,02 264.833,28 39.905,58 37.578,73 18.357,59 0,00 271.900,62 264.843,53 39.905,58 37.578,73 9.383,94 0,00

ANEXO III 280.864,02 264.833,28 39.905,58 37.578,73 18.357,59 0,00 271.900,62 264.843,53 39.905,58 37.578,73 9.383,94 0,00 100000000 ATIVO 110000000 ATIVO CIRCULANTE 111000000 CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 111100000 CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA EM MOEDA NACIONAL 111110000 CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA EM MOEDA NACIONAL -

Leia mais

115610000000 ALMOXARIFADO - CONSOLIDAÇÃO 115810000000 OUTROS ESTOQUES - CONSOLIDAÇÃO

115610000000 ALMOXARIFADO - CONSOLIDAÇÃO 115810000000 OUTROS ESTOQUES - CONSOLIDAÇÃO 100000000000 ATIVO 329.083,39 911.970,67 872.747,07 368.306,99 110000000000 ATIVO CIRCULANTE 3.073,50 898.201,87 872.747,07 28.528,30 111000000000 CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 111100000000 CAIXA E EQUIVALENTES

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO E AUDITORIA PÚBLICA

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO E AUDITORIA PÚBLICA IESP INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DA PARAÍBA COORDENAÇÃO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO E AUDITORIA PÚBLICA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO E AUDITORIA PÚBLICA DISCIPLINA: CONTABILIDADE E CONTROLADORIA

Leia mais

Professor Claudio Zorzo

Professor Claudio Zorzo Recursos para a prova de AFT 2013 Prezados alunos; Venho por meio deste material ajudá-los com algumas questões passíveis de recurso. Antes, gostaria de destacar que, na minha visão, a prova foi bem elaborada

Leia mais

INSTRUÇÕES DE PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS IPC 05 Metodologia para Elaboração da Demonstração das Variações Patrimoniais (Versão publicada em: 23/12/2014)

INSTRUÇÕES DE PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS IPC 05 Metodologia para Elaboração da Demonstração das Variações Patrimoniais (Versão publicada em: 23/12/2014) REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 15 de Novembro de 1889 MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL INSTRUÇÕES DE PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS IPC 05 Metodologia para Elaboração da Demonstração das Variações

Leia mais

RECEITAS ORCAMENTARIAS PREVISAO INCIAL PREVISAO ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS SALDO (a) (b) c=(b-a)

RECEITAS ORCAMENTARIAS PREVISAO INCIAL PREVISAO ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS SALDO (a) (b) c=(b-a) FUNDACAO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUI BALANÇO ORÇAMENTÁRIO Exercício 2015 RECEITAS ORCAMENTARIAS PREVISAO INCIAL PREVISAO ATUALIZADA RECEITAS REALIZADAS SALDO (a) (b) c=(b-a) RECEITAS CORRENTES 4.639.895,29

Leia mais