CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA TURMA II

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1 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA TURMA II Titulo: Conhecimento e Grau de Satisfação de Usuários da Unidade de Saúde da Família Marabá em Campo Grande, MS. Autor: Adnair Dias da Silva A Estratégia de Saúde da Família (ESF) guarda em si o potencial de produzir mudanças no padrão e na qualidade de vida da população que é assistida pelo Sistema Único de Saúde (SUS), do município de Campo Grande/MS. Para a realização deste trabalho foi necessário conhecer a USF Marabá, aplicar um questionário direto e analisar todos os processos da mesma. Dentro da pesquisa, foram utilizadas publicações de autores que fundamentam os processos de conhecimento e grau de satisfação de usuários da Unidade de Saúde da Família Marabá. Foi aplicado um formulário, contendo questões fechadas, em noventa e sete usuários que estavam na sala de espera. A seleção da amostra foi realizada em uma semana típica, e a técnica de amostragem escolhida foi por conveniência ou intencional. Procurou-se identificar o perfil dos usuários da sala de espera através das informações de idade, sexo, instrução e do tempo de moradia. Os resultados revelaram que a maioria dos usuários que freqüentam a UBSF Marabá estão na faixa etária de 18 a 50 anos de idade, havendo predomínio de mulheres, com ensino médio completo e tempo de moradia acima de 6 anos. Quanto ao conhecimento daestratégia saúde da família, os usuários desconhecem o conceito e as ações desempenhadas. Quanto ao tempo que eles utilizam os serviços da UBSF, viu-se que o mesmo está relacionado com o tempo de moradia na área, e com relação ao serviço oferecido na unidade, os usuários estão satisfeitos. Isto é, os profissionais de saúde demonstram interesse em resolver os problemas, existindo assim uma minoria de queixas elencadas nesta pesquisa, que serão apresentadas como recomendações para melhorar o dia-a-dia da UBSF Marabá. Palavras-chave: Estratégia Saúde da Família; conhecimento; grau de satisfação. Título: Entendendo o Universo da Mãe Adolescente: Condições Sócio Econômicas e Culturais, Binômio Mãe Filho Contexto Familiar. Autor: Ana Maria Riedi Trata-se de uma pesquisa de caráter descritivo, que teve como objetivo identificar as condições socioeconômicas e cultural, binômio mãe-filho e o contexto familiar de mães adolescentes cadastradas no SISPRENATAL, entre os anos de 2005 a 2008, na Unidade Básica de Saúde da Família Maria Aparecida Pedrossian, em Campo Grande MS. O estudo foi realizado com 44 mães adolescentes por meio de um formulário com questões estruturadas, atendendo as exigências legais referente a ética em pesquisa com sujeitos desta natureza. Os resultados mostraram que a maternidade na adolescência para a maioria das mães teve significação positiva, Quanto as condições sócio econômicas e culturais, estas advém de uma área de baixo poder aquisitivo, sobrevivem com renda familiar de 1 a 2 salários mínimos, e registram expressiva evasão escolar após o nascimento dos filhos. A maioria não trabalha, metade delas quer ter filhos novamente. Estão com idade inferior a 19 anos, e uma parte delas teve sua primeira gestação antes dos 15 anos, realizaram consultas de pré-natal, tem apenas um filho, pequeno percentual teve intercorrências na gestação. Atualmente a maioria delas fazem uso do contraceptivo, tem informações sobre os métodos e antes de engravidarem também tinham, entretanto não fizeram uso dos mesmos. O parto cesárea sobrepôs com pequena margem o parto normal e após o parto realizaram consultas com os profissionais de saúde. Quanto aos filhos, a maioria tem até 01 ano, alimentam-se

2 artificialmente, e metade deles desmamou após um ano, procuram atendimento na puericultura, e ainda não adotaram o acompanhamento odontológico no primeiro ano de vida como rotina, parte deles apresentou problemas de saúde. A vacinação e o teste do pezinho tiveram aceitação unânimes. Quanto ao contexto familiar a maioria delas moram com os companheiros e estes são participativos com os filhos, recebem apoio familiar da parte materna, no que tange ao financeiro, emocional e cuidados com o recém nascido. As avós maternas têm como histórico de vida referente à situação conjugal o casamento, em igual proporção aparece aquelas que estão separadas de seus companheiros. Constituíram famílias com vários filhos, e tiveram a sua primeira gestação ainda adolescentes, apresentando baixa escolaridade. PALAVRAS-CHAVE: Maternidade, Mães adolescentes, Estratégia saúde da família, Atenção básica. Título: Conhecimento de Idosos frente aos Direitos à Saúde Referendada no Estatuto do Idoso e Inserção da Saúde Bucal neste Contexto. Autor: Antonio Carlos Toffoli O envelhecimento populacional é um dos maiores desafios da saúde pública contemporânea. Conhecer o idoso nas suas particularidades é tarefa de suma importância na atenção à sua saúde. Conhecer, ainda, a realidade social no que tange aos direitos percebidos pelos próprios idosos deve se constituir em uma alerta para as autoridades e para a própria sociedade sobre os cuidados com esse ciclo de vida. O objetivo deste estudo foi conhecer a percepção dos idosos cadastrados em uma unidade de saúde da família, na periferia da cidade de Campo Grande MS, quanto aos direitos à saúde previstos no Estatuto do Idoso, e a autopercepção da saúde bucal nesse contexto. A metodologia empregada foi a pesquisa de campo, com 117 idosos cadastrados no Programa de Hipertensão da Unidade de Saúde da Família do Bairro Los Angeles. Os resultados apontaram que a maioria dos idosos desconhece seus direitos à saúde e não apresentam conhecimento a respeito do Estatuto do Idoso. Os entrevistados apontaram que são atendidos nos serviços de saúde, mas que tem enfrentado filas, principalmente nas unidades 24 horas. Referem que são encaminhados para os serviços de especialidade e têm sido atendidos. Quanto à utilização de aparelho reabilitador, os dados referem que a grande maioria nunca obteve esse benefício do poder público; os que o tiveram relatam a dentadura e o aparelho para surdez. Sobre a auto-percepção em saúde bucal, esta ligada a fatores subjetivos, os idosos relataram ter uma percepção positiva a respeito da sua saúde bucal, aparência dos dentes, mastigação, fala e relacionamento com as pesso as. A metade dos idosos não faz relação do uso de medicamentos com a necessidade de tomá-los para ter condições satisfatórias para o tratamento odontológico e, ainda, acreditam que os dentes estragados têm relação com outras doenças, que não as exclusivamente relacionadas com a boca. Dessa forma, os profissionais de saúde precisam entender a cultura, o contexto social e econômico, bem como os fatores que influenciam as idéias básicas dos pacientes quanto à saúde bucal, para que possam tratá-los de maneira eficiente, com ênfase na importância que a saúde bucal pode ter na qualidade de vida do idoso. Palavras Chaves: Odontologia; Estatuto do Idoso; Estratégia de Saúde da Família. Título: Representações Sociais de Idosos sobre a Saúde e Qualidade de Vida. Autor: Cleide Aparecida Alves A longevidade tem favorecido vários estudos e pesquisas sobre o tema idoso e qualidade de vida. A presente pesquisa teve como objetivo analisar as representações

3 sociais de idosos sobre a qualidade de vida e as implicações para sua satisfação, foram utilizados 02 grupos de idosos, sendo 07 de cada grupo, com idade entre 60 e 90 anos primeiro composto por participantes do Projeto Conviver e, o outro, por idosos que não participam de nenhuma atividade em grupo. A pesquisadora realizou a entrevista com os idosos. As entrevistas foram gravadas, após as devidas autorizações. Foi utilizado um roteiro semi-estruturado com questões referentes a: dados de identificação; concepção de qualidade de vida e saúde; sentimento de satisfação com saúde e qualidade de vida. Após análise das respostas, através da técnica de análise do conteúdo, categorizaram-se as respostas em 06 categorias que são: trabalho; dor física; saúde: conformismo ou vontade divina; alimentação; atividade física ; amizade, felicidade, solidariedade e presença de grupo para os idosos. Nos resultados encontrouse grande parte dos idosos insatisfeitos com a qualidade de vida. Conclui-se que os idosos que vivem em grupo tendem a apresentar maior satisfação com a vida, vivem mais felizes e desenvolvem mais atividades para manutenção do corpo, enquanto que os que se isolam têm maior probabilidade de apresentar doenças ou complicações das mesmas, o que pode afetar a qualidade de vida. Palavras-chave: Qualidade de Vida, Representação Social, Idoso. Título: Toxoplasmose em Gestantes Atendidas pelo Sistema Único de Saúde São Gabriel do Oeste Mato Grosso do Sul Autor: Cristiany Incerti de Paiva O presente estudo verificou a prevalência de toxoplasmose em gestantes atendidas pelo Sistema Único de Saúde em São Gabriel do Oeste, Mato Grosso do Sul, de 2005 a Neste período foram realizados 773 exames, sendo 689 positivos para IgG, 22 positivos para IgM, um (0,36%) com avidez menor que 30%, sendo o único caso de toxoplasmose aguda em gestantes, porém com uma freqüência abaixo do observado em outras investigações no Brasil Para uma melhor avaliação, os dados foram apresentados por Unidade de Estratégia de Saúde da Família. Concluiu-se que mesmo baixa essa prevalência em relação às outras investigações no Brasil, o importante são medidas de conscientização para prevenção contra toxoplasmose na gravidez. Palavras-Chave: Toxoplasmose; Gestante; Sistema Único de Saúde. Titulo: A Prevalência do Assédio Moral no Trabalho das Equipes de Estratégia Saúde da Família do Município de Sidrolândia MS. Autor:Degmar Aparecida Netto Rossi A proposta deste trabalho é Identificar a prevalência do assédio moral sofrida pelos trabalhadores em saúde da ESF (Estratégia de saúde da família), durante o exercício de suas atividades no município de Sidrolândia, MS. O assédio é um sofrimento produzido no local de trabalho de maneira duradoura, com recidivas, mudando características específicas de todos aqueles que tomam conhecimento, presenciam, sentem e são afetados por esta doença que permanece em todos os ambientes e situações passiveis de estresse. Os efeitos do assédio moral, embora não sejam imediatos, se refletem afetando a saúde física e psicológica do trabalhador. Neste estudo 84,88% dos sujeitos eram do sexo feminino, sendo a maior parte indivíduos jovens (36,73%) com idade entre 20 e 30 anos; casados (47,68%), sendo que as categorias profissionais mais representativas foram os Agentes Comunitários de Saúde (50,0%) e os auxiliares de enfermagem com 20,93%. A prevalência do assédio moral relatada pelos profissionais de Estratégia de Saúde da Família no município de Sidrolândia foi extremamente alta (60,47%). Entre os indivíduos que sofreram assédio 82,70% são mulheres e 17,30% destes são homens. Dentre os principais agressores encontrados, os pacientes foram os

4 maiores responsáveis pelas agressões (61,54%) seguido de colega de trabalho (23,08%) e superior hierárquico (chefia) com 13,46 dos casos. A junção de mais de um tipo de agressor agindo sobre as vítimas foi relatada em 25,00%. Os motivos de assédio destacados pelos sujeitos da pesquisa encontram-se a implicância, inveja, medo, falta de confiança, o fato de não entender a dinâmica do serviço, o não reconhecimento do trabalho, revolta, motivos políticos, abuso de poder, falta de respeito e perseguição. As conseqüências do assédio moral mencionadas em ordem de freqüência foram: irritabilidade, tristeza, humilhação, desapontamento, raiva, evitou contato com agressor, ansiedade, sentimento de baixa autoestima, vergonha, desalento, perda da satisfação com o trabalho, estresse medo de voltar a ser vítima, dificuldade de concentração, insônia, sentiu-se perseguido, incapacidade, depressão, dificuldade de resolver os problemas, isolou-se do grupo, indiferença com os outros, sentimento de culpa, pensamentos de vingança e pesadelos. Há com certeza, novos meios de conscientizar profissionais sobre a importância de não ser vítima deste, que causa danos e muitas vezes têm sido tratadas com atitudes paliativas. Ações preventivas mais eficazes devem garantir que estas situações tão degradantes se repitam dentro dos ambientes de trabalho e medidas apoio são essenciais para que as vítimas não percam a satisfação com o trabalho e consequentemente, prejudique a qualidade da assistência à população. Palavras Chaves: Assédio Moral, Trabalhadores da Saúde, Violência. Título: A Percepção dos Usuários de Saúde da Família Santo Antonio quanto aos serviços oferecidos Paranaíba/MS, Autor:Fernanda Dias Freitas Este estudo utilizou a pesquisa de abordagem quantitativa, exploratória e descritiva, para conhecer a percepção dos usuários quanto aos serviços oferecidos na Unidade de Saúde da Família Santo Antonio de Paranaíba, MS. Os dados foram coletados através de um questionário onde foram entrevistados 387 usuários. Caracterizado como porta de entrada do Sistema Único de Saúde, o Programa de Saúde da Família, foi idealizado com vistas a aproximar os serviços de saúde da população. Desta forma, o presente trabalho tem como interesse investigar a percepção da comunidade em relação aos serviços prestados pelos profissionais de saúde, após a implantação da Unidade de Saúde da Família Santo Antonio. Os achados sugerem que mais da metade dos usuários utilizam dos serviços oferecidos pela unidade com freqüência e que conseguem ser atendidos. O PSF representa um avanço em relação ao padrão, pois com a delimitação de área e população de abrangência facilita o acesso aos cuidados de saúde. Palavras chaves: Saúde da família, percepção do usuário, serviços oferecidos. Título: Saúde Bucal: Perda Dentária, uso e necessidade de Prótese de uma População Idosa, Campo Grande, MS. Autor:Jussara Nogueira Emboava Ortiz O envelhecimento populacional é uma realidade no Brasil e a perda dentária parcial ou total (edentulismo) compromete a qualidade de vida dos idosos. Este estudo objetivou estudar a perda dentária, o uso e a necessidade de prótese dentária em uma população de 80 pessoas, na faixa etária 65 a 74 anos, pertencentes a uma equipe da Estratégia de Saúde da Família em Campo Grande, MS, através de exame da cavidade bucal, e, ainda, investigar alguns fatores relacionados a esta problemática através de um instrumento estruturado com perguntas quantitativas. Buscaram-se dados para subsidiar a equipe da estratégia de saúde da família no planejamento e desenvolvimento de

5 ações curativas, preventivas e educativas na área de saúde geral com ênfase na saúde bucal. Os resultados mostram que 99% dos idosos são desdentados e 53% utilizam prótese dentária. A necessidade de prótese encontrada por arco dentário foi: 61,25% no arco superior e 76,25 no arco inferior. A maioria pertence ao gênero feminino, tem renda de um salário mínimo, é analfabeta funcional, é portadora de pelo menos uma doença crônica. Quanto aos hábitos de higiene bucal, existem idosos que não o praticam, e ainda outros que nunca tiveram orientação de como realizá-la. Conclui-se que os idosos desse estudo necessitam de reabilitação protética dentária e também acesso a tratamentos preventivos e educativos na área da saúde bucal. Palavras-chaves: Estratégia de saúde da família, idoso, odontologia. Título: Atividades Educativas no Pré-Natal Desenvolvidos pelos Enfermeiros do Distrito Sul de Campo Grande/MS. Autor: Kátia Cilene Araújo Tomazato A assistência pré-natal é fundamental para o preparo da maternidade. Não deve ser encarada como simples assistência médica e sim, como trabalho de prevenção de intercorrências clínico-obstétricas e assistência emocional. Assim objetivou-se neste estudo identificar as orientações e ações realizadas durante a assistência pré-natal pelos enfermeiros da Estratégia de Saúde da Família (ESF), do Distrito Sanitário Sul de Campo Grande Mato Grosso do Sul. Foram entrevistados 16 enfermeiros que trabalham na ESF. O estudo é descritivo, com abordagem quantitativa. Os dados foram coletados através de entrevista utilizando um formulário estruturado, constituído por questões fechadas baseadas no Manual Técnico do Ministério da Saúde Pré-natal e Puerpério: atenção qualificada e humanizada (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006). Observou-se que todos os enfermeiros orientam as gestantes quanto à necessidade e importância do acompanhamento pré-natal e, quanto a forma como são repassada as informações, 15 dos entrevistados, ou seja, 93,75 % realizam orientações individuais e destes, 7 (53,85 %) realizam orientação também em grupo de gestantes e 1 (6,25%) somente realiza orientação no grupo de gestantes. De modo geral, atividades de educação em saúde são constantes na prática do enfermeiro. Percebeu-se que as orientações realizadas pelos enfermeiros condizem com as recomendações do Ministério da Saúde sendo necessário implementar ações de atividades coletivas de educação em saúde. PALAVRAS-CHAVE: Gravidez, Análise Quantitativa, Educação Baseada em Competências. Título: Percepção das Mulheres em Relação à Coleta do Papanicolau, Estratégia de Saúde da Família - Bairro Esperança, Chapadão do Sul, Mato Grosso do Sul. Autor: Kátia Maria Colombo Spatti Buzolin Apesar do câncer ser conhecido há muitos séculos, somente nas últimas décadas, vem ganhando uma dimensão maior convertendo-se em um evidente problema de saúde pública em todo o mundo. No Brasil, esta realidade não é diferente, visto que, sua incidência vem crescendo, onde esta tendência é compatível com a de países desenvolvidos. As condições inerentes à vida moderna favorecem os fatores de risco para a o câncer de colo de útero, sendo o mesmo responsável pela segunda causa de morte em mulheres brasileiras. Ao analisar os motivos das mulheres para não realização do exame de Papanicolau, foi possível identificar o seu conhecimento acerca do câncer do colo uterino. O estudo é de natureza exploratória descritiva. A amostra constituiu-se de 15 mulheres na faixa etária entre 18 e 49 anos que não realizam o exame Papanicolau a mais de cinco anos e que pertencem à área de abrangência da

6 Estratégia da Saúde da Família do Bairro Esperança, Chapadão Do Sul, MS. Os dados foram obtidos através de formulário, contemplando 8 perguntas. Os resultados foram analisados da seguinte maneira: fez-se a leitura do material obtido, com o objetivo de organizar as informações; consolidou-se as informações, analisando as mulheres do estudo e realizou-se um comparativo dos dados. Na análise dos dados foi possível identificar nos atores envolvidos, que a maioria tinha entre 18 e 49 anos, sendo na maioria mulheres alfabetizadas e conscientes em relação à importância do exame. Observamos que elas têm conhecimento sobre câncer do colo de útero e consideram o exame de Papanicolau como sendo um importante método preventivo que deve ser incorporado na rotina dos exames ginecológicos, porém por vários motivos acabam não realizando o exame. Palavras-chave: Câncer de colo uterino; mulheres; saúde da família. Título: A Unidade Hospitalar como Porta de Entrada no Sistema: Motivos dos Usuários para a Inversão do Fluxo. Autor: Luciano Rodrigues Trindade A Estratégia Saúde da Família (ESF) constitui para São Gabriel do Oeste a principal porta de entrada para a atenção a saúde, que deve ser acessível e resolutiva no seu nível de complexidade, a atenção básica. E é neste tipo de atenção que se deve ter o maior poder de resolução dos problemas de saúde da nossa clientela. Neste sentido, o presente estudo visa a analisar e entender porque ainda é uma porta "estreita" e porque alguns ainda insistem em inverter esse fluxo, ou seja, transformar a unidade hospitalar como a "porta de entrada" para o sistema de saúde trazendo o caos a unidade hospitalar além de um tratamento fragmentado e pouco resolutivo a que se submetem. Trata-se de uma pesquisa qualitativa que teve como instrumentos de coleta de dados a entrevista aberta com aplicação de questionário e análise documental. Os resultados obtidos foram organizados em tabela e analisados posteriormente. Participaram da pesquisa, trinta e cinco pessoas, das quais, vinte do sexo masculino, cinco do sexo feminino, ambos em idade adulta, e dez crianças. A única resposta comum a todos ao questionário é que eles já ouviram falar mais não entende o verdadeiro significado da Estratégia Saúde da Família. Constatou-se ainda, através da pesquisa bibliográfica, que o atual modelo está longe de ser o esperado das necessidades dos usuários. Tendo em vista, o aprimoramento dessa situação, após levantamento e análise dos estudos realizados, sugere-se uma mudança quanto ao aspecto organizacional do acesso do usuário, no que se refere às dificuldades nas marcações de consultas, a falta de integralidade das ações, o que dificulta muito o acesso dos usuários a atenção por eles necessitada. Palavras-Chave: atenção básica; inversão do fluxo; porta de entrada; visão hospitalocentrica. Título: Motivos da procura tardia para o início do Pré-Natal. Autor: Marcela Ferrari Estudo de natureza qualitativa, com objetivo de identificar, junto as gestantes residentes na área de abrangência do Jardim Itamaracá, os motivos do inicio tardio do pré-natal. Participaram do estudo 8 mulheres grávidas, que concordaram em assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Para a coleta dos dados utilizou-se de entrevistas abertas, que foram gravadas e transcritas literalmente. Para organização das falas utilizou-se a técnica do Discurso do Sujeito Coletivo. Os resultados foram apontados em três discursos: motivos do inicio tardio do pré-natal, importância do pré-natal e acompanhamento pré-natal pela equipe da Estratégia Saúde da Família. Conclui-se que

7 embora as equipes de Saúde da Família do Jardim Itamaracá estejam em contato precoce com as mulheres grávidas, em especial os Agentes Comunitários de Saúde através das visitas domiciliares, mesmo assim algumas mulheres não comparecem para iniciar o pré-natal no primeiro trimestre da gravidez. A situação é preocupante e torna-se um desafio para os profissionais pré-natalistas, que devem adotar estratégias para contribuírem na mudança dessa realidade. Palavras-chave: Saúde da Mulher, Pré-natal, Pesquisa Qualitativa e Discurso do Sujeito Coletivo. Título: Implantação do Programa de Saúde da Família no Município de Chapadão do Sul, Mato Grosso do Sul. Autor: Márcia Paiva de Oliveira Pontel Este trabalho propõe uma análise da estratégia da saúde da família do município de Chapadão do Sul, MS, desde a implantação do programa de agentes comunitários de saúde até a cobertura atual da estratégia da saúde da família, o quadro teórico relata a construção do SUS, as modificações e adaptações das normas operacionais, os incentivos financeiros, a mudança do foco de atenção que deixa de ser centrado exclusivamente no indivíduo e na doença, passando também para o coletivo, sendo a família o espaço privilegiado de atuação e a importância de uma cobertura total do município nessa visão. A abordagem metodológica é analítica descritiva, tendo como sujeito as informações contidas no sistema de informação de atenção básica SIAB, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE e o Departamento de Informática do SUS - DATASUS. Os resultados revelam que o município de Chapadão do Sul teve um crescimento bem expressivo em sua população, mas a cobertura da estratégia da saúde da família, ano a ano não consegue acompanhar, não por causa dos recursos financeiros serem deficitários, mas sim pela falta de espaço físico adequado para implantação de novas equipes da estratégia da saúde da família. Palavras-chave: Sistema único de saúde; Atenção básica; Saúde da família. Título: Mulheres com Vulvovaginites Cadastradas na Estratégia Saúde da Família Cleide Piran em Sidrolândia/MS: Caracterização Epidemiológica Autor:Margarete Augusta Pacce Furlani Este estudo teve como objetivo caracterizar epidemiologicamente as mulheres que apresentaram corrimento vaginal ao exame de colpocitologia oncótica na UBS de Estratégia de Saúde da Família Cleide Piran do município de Sidrolândia/MS no ano de Os profissionais da atenção básica atendem, com muita freqüência, mulheres com queixas de fluxo vaginal aumentado. Participaram deste estudo 67 mulheres que responderam a um formulário com questões sóciodemográficas, hábitos de vida e atividade sexual e sobre o processo saúde doença. Os resultados coletados demonstram que: 37,3% das mulheres estão na faixa etária de 25 a 34 anos, 61% são brancas, 52,2% possuem ensino fundamental incompleto, sendo que 76,1% não estudam atualmente; 34,3% são do lar e 64,2% possuem ocupações diversas, nas indústrias, serviços gerais e no comércio; 73,1% vivem com companheiro e 46,3% possuem uma renda familiar de 2 a 4 salários mínimos; 92,5% das mulheres têm parceiro único; 53,7% realizaram o exame preventivo a menos de um ano e apenas 10,5% sempre usam preservativos (camisinha) nas relações sexuais; 56,7% das mulheres realizaram um preventivo nos últimos 12 meses. Quanto aos principais motivos que levaram as mulheres a procurar o serviço de coleta de colpocitologia oncótica, observamos que 47,7% delas realizaram o exame, motivadas pela prevenção

8 do câncer do colo uterino e 32,8% por dor ou corrimento vaginal. As vulvovaginites mais comuns às mulheres deste estudo foram: 52,2% tricomonas; 25,4% candidíase vaginal; 19,4% gardnerella. Palavras-chave: Estratégia Saúde da Família, Saúde da Mulher, Vulvovaginite. Título: Fatores Associados a Baixo Peso de Recém-Nascidos de Mães Atendidas na Unidade Básica Universitário-Campo Grande-Mato Grosso do Sul-2007 Autor: Marina Alves de Freitas O estudo da relação do baixo peso ao nascer (BPN) com a mortalidade neonatal é de importância vital para o estabelecimento de estratégias de prevenção e redução dos altos percentuais encontrados em populações de países em desenvolvimento. Nesse sentido, este trabalho tem por objetivo analisar os fatores de risco e baixo peso ao nascer com informações extraídas das fichas de atendimentos do Sistema Municipal de Saúde e das informações do SINASC. É considerado como baixo peso ao nascer aquele definido pela Organização Mundial da Saúde: inferior a gramas, pois a ocorrência de RN de baixo peso ao nascer varia entre os países e de região para região. A declaração de nascidos vivos foi criada em 1990 pelo Ministério da Saúde, com diferentes variáveis epidemiológicas da gestante, do parto e do recém-nascido, e é preenchida nos hospitais no momento do nascimento. Assim sendo foi realizado um estudo retrospectivo nos prontuários das pacientes da UBS Universitário, cujos filhos nasceram com BP,comparando os dados com os do SINASC. Palavras-chave: Gestante, recém nascido, baixo peso Título: A Educação em Saúde na Concepção dos Agentes Comunitários de Saúde de Fátima do Sul/MS. Autor: Marjorie Ester Dias Maciel Com o objetivo de identificar a concepção dos agentes comunitários de saúde (ACS) sobre educação em saúde, realizou-se uma pesquisa qualitativa com ACS do município de Fátima do Sul-MS através de entrevistas semi-estruturadas para a elaboração do Discurso do Sujeito Coletivo. Os resultados mostraram que os ACS ainda estão presos às concepções tradicionais de educação em saúde, tais como palestras e transmissões de conhecimento técnico, dificultando o desenvolvimento da autonomia dos sujeitos. Dessa forma, destaca-se a necessidade de capacitar os ACS para realizarem, no seu trabalho com a comunidade, uma prática de educação em saúde que condiz com o objetivo de promover saúde proposto na criação da Estratégia de Saúde da Família. Palavras-chaves: educadores em saúde, educação, saúde da família. Título: Aspectos Psico-Emocionais da Gestante Atendida na Rede Básica de Saúde de Fátima do Sul/MS. Autor: Mirian Dias da Silva Com o objetivo de descrever os aspectos psico-emocionais e o perfil sócioeducacional das gestantes que procuram a assistência pré-natal nas Estratégias de Saúde da Família da zona urbana do município de Fátima do Sul/MS realizou-se uma pesquisa do tipo descritiva com caráter quantitativo. Os resultados encontrados mostram que a população estudada é de baixa renda familiar, baixa escolaridade, com 3 filhos em média, apresentando sentimentos positivos e negativos em relação à sua gravidez, como medo e preocupação com a saúde do bebê. Este quadro mostra a importância de se ter um profissional de psicologia na ESF de forma a implementar o processo de humanização do pré-natal, conforme proposto pelo Ministério da Saúde.

9 Palavras-chaves: assistência pré-natal, assistência integral a saúde, saúde da família Título: Cobertura do Exame Colpocitológico em Caracol. Autor: Nadieli Leite Neto O presente estudo teve como objetivo principal conhecer a cobertura do exame colpocitológico nas mulheres de 25 a 59 anos. Os objetivos específicos foram: identificar os fatores associados à não realização do exame, e comparar os resultados das coberturas entre os sistemas de informações. A pesquisa foi realizada em Caracol, através de estudo analítico, transversal, com abordagem quantitativa, no período de agosto a outubro de As informações secundárias foram referentes aos anos de 2006 e 2007, através da leitura do livro de registro de coleta de colpocitológico da Unidade de Saúde. Foram entrevistadas 57 mulheres, destas 09 (15,8%) disseram que nunca foram submetidas ao exame colpocitológico e as demais 48 (84,2%), disseram que não realizam o exame a mais de dois anos. A cobertura do exame colpocitológico foi de 26,8% em 2006 e de 36,7% em Em 2006, a maior cobertura (22,7%), esteve presente em mulheres entre 35 a 39 anos; em 2007, foi entre 25 a 29 anos, com 26,5%. Em ambos os períodos, as menores coberturas foram encontradas em mulheres entre 55 a 59 anos. Das entrevistadas, 37 (64,9%), não concluíram o ensino fundamental e 10 (17,5%) são analfabetas; 48 (84,2%) são casadas, 47 (82,4%) não trabalham fora. Dentre os principais motivos apontados para a não submissão ao exame foram: não sentir nada, por 19 mulheres (33,3%), esquecimento por 11 mulheres (19,3%), e dificuldade de acesso e medo foram citados por 12 mulheres (21,1%). Quanto à importância do exame mencionado pelas entrevistadas, 25 (43,8%) responderam está relacionada à prevenção do câncer do colo do útero, e um número considerável 11 (19,3%), respondeu não saber. A busca metodologicamente organizada para identificar a cobertura do exame, evidenciou a diferença existente entre as informações registradas no nível local e no SISCOLO. Infere-se com o atual estudo que mesmo as mulheres demonstrando conhecimento sobre a importância da realização do exame colpocitológico e o número de mulheres que relataram desconhecer sua importância ser pequeno (19,3%), o município ainda apresenta uma baixa cobertura quando comparada com outras realidades. Fica evidente no estudo a relação entre baixa escolaridade, faixa etária e a não realização do exame uma vez que 82,4% das entrevistadas são analfabetas ou possuem ensino fundamental incompleto. Tais achados são importantes para desenvolver ações educativas e estratégias para a captação de mulheres acima de 50 anos que, conforme os resultados apresentam os menores índices de cobertura. Descritores: saúde da mulher; exame papanicolau; câncer uterino. Título: Planejamento Familiar e Saúde da Família: Conhecimento e uso de métodos anticoncepcionais por mulheres em idade fértil da Equipe 18 da UBSF Aero Itália Campo Grande MS. Autor: Orlene Moura Nepomuceno Krüger A Saúde da Mulher é uma das áreas estratégicas da Atenção Básica, portanto, as equipes de Saúde da Família têm papel essencial na execução de ações no planejamento familiar e que de acordo com legislação vigente no Brasil menciona que é parte integrante do conjunto de ações de atenção à mulher, ao homem e ao casal, dentro do atendimento global e integral à saúde. Assim, o presente estudo objetiva caracterizar o conhecimento e o uso de métodos anticoncepcionais (MACS) entre as mulheres em idade fértil (10 a 49 anos), residentes na área de abrangência da Equipe de Saúde da Família 18, que atua na UBSF Aero-Itália, em Campo Grande, MS. O estudo realizado é descritivo, de corte transversal, quantitativo, tendo sido utilizado

10 como instrumento de coleta de dados formulário, e a amostra, por conveniência, composta por 108 mulheres. O conhecimento dessas mulheres sobre MACS foi avaliado em adequado e inadequado, por meio da determinação de um escore proposto pelo Espejo et al. (2003), como resultado, pode-se afirmar que se trata de um grupo de mulheres que iniciaram precocemente sua vida sexual, já que 68,52% delas tiveram sua sexarca até os 19 anos, tendo o primeiro filho nascido ainda na adolescência para 28,70% delas. A informação sobre os MACS é prevalentemente obtida na Unidade de Saúde (67,59%), sendo os três métodos mais conhecidos por elas, em ordem decrescente: a pílula (97,22%), o preservativo masculino (87,96%) e a injeção (73,15%). Dentre as entrevistadas, 88,89% das mulheres apresentaram escore inadequado de conhecimento sobre MACS ( 6). Percebeu-se, enfim, que, embora seja dado o acesso a estas informações na UBSF em estudo, uma vez que 61,05% das entrevistadas obtêm o método em uso na unidade, isto não se traduz no conhecimento adequado dessas mulheres sobre o uso desses métodos, já que a grande maioria delas apresentou escore de conhecimento inadequado. Palavras-Chave: Saúde da Mulher; Anticoncepção; Estratégia Saúde da Família. Título: Motivos da Não Adesão ao Aleitamento Natural no Município de Paranaíba, Mato Grosso do Sul. Autor: Rita de Cássia Coelho Morales Esta é uma pesquisa descritiva quantitativa que investiga os motivos da não adesão ao aleitamento materno por parte das mães que participam do Programa Crescer Feliz do município de Paranaíba. Além desta indagação surgiram como objetivos também: investigar se elas recebem informações adequadas a cerca do aleitamento natural, se há influência da família neste assunto, qual a importância da equipe de saúde nestas orientações e a importância do aleitamento materno para essas mães. Participaram dezesseis mães as quais respondendo ao questionário, ao qual permitiu que se pudesse concluir que o fato da participação no acompanhamento pré natal não assegurou a adesão ao aleitamento natural, estando as mães ainda suscetíveis a idéias alheias, ainda há um vasto trabalho a ser realizado com as mães deste município no sentido de captação para serviço de saúde para que recebam informações que proporcionem o fortalecimento do vinculo mãe e filho, pois essas se mostram orientadas porém ainda não sensibilizadas pela idéia de amamentar naturalmente seus filhos. Palavras chave: aleitamento materno, informações, equipe de saúde. Título: Avaliação da Assistência ao Pré-Natal no Município de Ladário Mato Grosso do Sul, Autor: Rosemarie Dias Fernandes da Silva Este trabalho resultou da análise de indicadores de qualidade da assistência prénatal prestada por serviços públicos de saúde do município de Ladário/MS, no período de 2003 a Com objetivo de avaliar a assistência pré-natal foram usados os indicadores de processo, de resultado e de impacto determinados pela portaria 569/GM de 2000, que institui o Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento. Os dados foram coletados, em sua maioria, do SisPRENATAL municipal. Constatou-se uma baixa cobertura de todos os indicadores de processo em todo o período, em média 32% das gestantes iniciaram o pré-natal ainda no primeiro trimestre gestacional, 74% se cadastraram no SisPRENATAL, destas 20% realizaram 6 consultas de pré-natal, 12% realizaram as 6 consultas mais exames básicos, 10% realizaram as 6 consultas mais exames básicos mais consulta puerperal, 58% realizaram teste anti HIV, 35,5% tomaram a dose imunizante da vacina antitetânica e 1,7% das gestantes completaram o

11 ciclo gravídico-puerperal. A assistência pré-natal em Ladário no período de 2003 a 2007 caracterizou-se por baixa cobertura pelas unidades de saúde tanto de consultas prénatais quanto de consulta puerperal. Palavras-chave: assistência, pré-natal e avaliação.

12 Título:Principais Motivos que Levam ao Absenteísmo dos Agentes Comunitários de Saúde, do Município de Campo Grande, MS. Autor: Sonia Maria Correia dos Santos O Agente Comunitário de Saúde é um profissional inserido nas equipes do Programa Agentes Comunitários de Saúde e Saúde da Família. Esse profissional é responsável por grande parte da alimentação do Sistema de Informação da Atenção Básica. Sua ausência compromete o trabalho dos demais integrantes da equipe multiprofissional. Nesse sentido, o presente estudo teve por objetivo identificar os principais motivos que levam ao absenteísmo relacionado à saúde, dos Agentes Comunitários de Saúde, do município de Campo Grande/MS. A metodologia é de natureza quantitativa. Os dados foram coletados em fontes secundárias, nas folhas de freqüência de toda a população de Agentes Comunitários de Saúde (n=1.119), no período entre junho de 2007 a junho de 2008, disponíveis na Agência Municipal de Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde. Para análise dos dados, utilizou-se a estatística descritiva. Foi assinado o termo de compromisso para utilização das informações de banco de dados. Os resultados apontaram que, do total de Agentes Comunitários de Saúde, 998 tiveram um ou mais atestados médicos no período. Registrou-se atestados médicos, distribuídos entre 998 Agentes Comunitários de Saúde. Os registros evidenciaram que as doenças ortopédicas foram as mais freqüentes, representando 24,95% do total (n=917). A conclusão do estudo levou à reflexão de que a saúde do Agente Comunitário de Saúde, do município de Campo Grande/MS, pode estar comprometida. Recomenda-se a realização de um estudo ergonômico que busque conhecer os reais motivos que levam esta categoria profissional a adoecer, no sentido de propor melhorias para a saúde do trabalhador. Palavras-chave: saúde do trabalhador; trabalhadores; Saúde da Família; absenteísmo. Título: A Capacitação e a Atuação dos Auxiliares de Consultório Dentário das Unidades Básicas da Estratégia de Saúde da Família em Dourados, MS. Autor:Urias Saturnino Este trabalho buscou caracterizar a capacitação e atuação dos Auxiliares de Consultório Dentário (ACD) da Equipe de Saúde Bucal (ESB) dentro da Estratégia de Saúde da Família (ESF) em Dourados MS. Com a inclusão da Saúde Bucal na Estratégia de Saúde da Família houve uma necessidade maior da existência de pessoal auxiliar mais bem treinado e capacitado para atuar junto com o Cirurgião Dentista dentro da ESB, pois a odontologia deixou de ser uma profissão que atua centrado apenas no modelo curativo. Hoje sabemos que o profissional CD sai de seu espaço fechado para atender a comunidade promovendo ações preventivas junto com o ACD, tornando-se necessário que este auxiliar tenha conhecimentos mais amplos da saúde bucal, já que poderá atuar também nas escolas e creches com trabalho preventivo. Após a revisão de literatura, foi realizada uma pesquisa descritiva a fim de avaliar a capacitação dos ACD e foi verificado que há uma predominância do sexo feminino atuando no exercício da atividade, ou seja, pouco mais de 97%. Também foi verificado um desvio muito grande de função, pois a maioria das ACD que atua no município há mais tempo, são provenientes da função de Auxiliar de Serviços Gerais, mostrando que antes não havia uma exigência maior de capacitação, deixando muitas vezes de participar de cursos de formação, o que nos revela que nem todos executam as atribuições para o ACD dentro da ESB. Um número razoável desses profissionais nunca participou de um curso específico para ACD, sendo treinado apenas pelo CD, o que pode levar a uma

13 diminuição de produtividade e a um aumento do tempo de atendimento com conseqüente diminuição da produtividade profissional. Palavras chave: Capacitação; Auxiliares de Consultório Dentário; Equipe de Saúde Bucal; Estratégia de Saúde da Família.

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