CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA GABINETE DE APOIO AO VICE-PRESIDENTE E AOS VOGAIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA GABINETE DE APOIO AO VICE-PRESIDENTE E AOS VOGAIS"

Transcrição

1 PARECER Assunto: Projecto de Portaria que aprova o Regulamento do Procedimento de Seleção de Mediadores para prestar serviços nos Julgados de Paz e nos Sistemas de Mediação Familiar, Laboral e Penal. 1. Objecto Pela Exma. Senhora Chefe de Gabinete de Sua Excelência a Senhora Ministra da Justiça foi remetido ao Conselho Superior da Magistratura, o Projecto de Portaria que aprova o Regulamento do Procedimento de Seleção de Mediadores para prestar serviços nos Julgados de Paz e nos Sistemas de Mediação Familiar, Laboral e Penal, solicitando os eventuais contributos, comentários e sugestões, tidos por convenientes. Na sequência de despacho nesse sentido, veio a ser determinada a emissão de parecer sobre esta matéria, por comunicação electrónica recepcionada, pelo signatário, em 7 de Março de Enquadramento Dentro do campo dos mecanismos de resolução alternativa de litígios, a mediação enquanto «método de resolução de litígios em que o mediador auxiliar as partes a comunicarem, conduzindo-as ao caminho do acordo que entendam possível CCB 1 / 7

2 ou adequado» 1 - tem vindo a assumir, nos últimos anos, crescente relevo, impulsionado, aliás, pelo poder público 2. A Lei n.º 29/2013, de 19 de Abril 3, que visou consolidar a mediação de conflitos no ordenamento jurídico português, veio consagrar, pela primeira vez, os princípios gerais que regem a mediação, quer esta seja efectuada por entidades públicas ou privadas. Em particular, de acordo com a alínea e) do n.º 1 do artigo 9.º da Lei n.º 29/2013, tem força executiva sem necessidade de homologação judicial - o acordo de mediação em que tenha participado mediador de conflitos inscrito na lista organizada pelo Ministério da Justiça e que preencha os demais requisitos previstos no n.º 1 desse artigo. Na regulamentação desta Lei n.º 29/2013, foram publicadas duas Portarias 4 do membro do Governo responsável pela área da Justiça, relativamente às qualificações e aos requisitos necessários para inscrição em lista de mediadores de conflitos e à definição do serviço do Ministério da Justiça competente para a organização da lista a Direcção-Geral da Política de Justiça (DGPJ) 5 -, forma de 1 Cfr. Mariana França Gouveia; Curso de Resolução Alternativa de Litígios; 2.ª Ed., 2012, Almedina, Coimbra, p «O forte impulso à mediação surgiu com a criação dos Julgados de Paz. Nas diversas actividades que precederam a sua criação, tornou-se clara a importância da mediação enquanto meio de resolução alternativa de litígios. E é nessa altura, em 2000/2001, que começa a entrar no ordenamento jurídico português a mediação enquanto meio técnico, científico até, de resolução de conflitos. Surgem os primeiros cursos de mediadores e exige-se a sua frequência e a certificação pelo Ministério da Justiça para que os mediadores possam exercer a sua acção nos Julgados de Paz» (cfr. Mariana França Gouveia; Curso de Resolução Alternativa de Litígios; 2.ª Ed., 2012, Almedina, Coimbra, p. 31). 3 Que estabelece os princípios gerais aplicáveis à mediação realizada em Portugal, bem como os regimes jurídicos da mediação civil e comercial, dos mediadores e da mediação pública. 4 A Portaria n.º 344/2013, de 27 de Novembro (que veio enunciar a Direcção-Geral da Política de Justiça como o serviço do Ministério da Justiça com competência para organizar a lista dos mediadores de conflitos, referida no artigo 9.º da Lei n.º 29/2013, bem como os requisitos de inscrição, acesso e divulgação da mesma) e a Portaria n.º 345/2013, de 27 de Novembro (que veio definir a Direcção-Geral da Política de Justiça como a autoridade competente para a certificação de entidades formadoras de cursos de mediação de conflitos). 5 A qual, nos termos do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 163/2012, de 31 de Julho é sucessora do anterior GRAL («Gabinete de Resolução Alternativa de Litígios»). CCB 2 / 7

3 acesso e sua divulgação e da autoridade competente para a certificação das entidades formadoras e o reconhecimento de qualificações apresentadas noutros Estados membros da União Europeia ou do Espaço Económico Europeu por nacionais de Estados membros formados segundo a legislação nacional. O presente projecto de Portaria vem concretizar uma outra regulamentação, desta feita, ao nível dos procedimentos a adoptar para selecção dos mediadores habilitados a prestar serviços nos julgados de paz e nos sistemas de mediação penal, familiar e laboral. 3. Apreciação formal Como se lê no preâmbulo do projecto de Portaria em questão 6, a recente publicação da Lei n.º 29/2013, de 19 de Abril - e, designadamente, o modelo de inscrição dos mediadores de conflitos por ela 7 exigência da regulamentação em apreço. preconizado determinou a Aproveita-se para congregar num mesmo texto normativo, matéria que se encontrava adjectivada por duas Portarias, que são, em consequência, objecto de revogação. Assim, o projecto em questão visa estabelecer o regulamento dos procedimentos de selecção de mediadores de conflitos habilitados para prestarem serviços de mediação no âmbito dos julgados de paz, do sistema de mediação familiar (SMF), do sistema de mediação laboral (SML) e do sistema de mediação penal (SMP), sucessivamente regulamentados nos anexos I, II, III e IV da Portaria (cfr. artigo 1.º). 6 Composto por apenas quatro artigos. 7 Cfr. artigos 38.º a 42.º da mencionada Lei n.º 29/2013. CCB 3 / 7

4 Estabelece-se, para além disso, uma importante clarificação 8 no sentido de que a entidade competente para a fiscalização da actividade dos mediadores que exerçam funções nos julgados de paz é a Direcção-Geral da Política de Justiça (cfr. artigo 2.º). Em conformidade, como se salientou, revogam-se as Portarias que, antes, regulavam estas temáticas (cfr. artigo 3.º). Por fim, no artigo 4.º do projecto de Portaria regula-se a entrada em vigor da portaria para o dia seguinte ao da sua publicação no Diário da República. O texto da Portaria e dos respectivos anexos é conforme aos objectivos pretendidos com a sua elaboração, o que, nesta medida, não merece reparo. 4. Apreciação da regulamentação do procedimento de selecção de mediadores Considerando o supra exposto, não suscitam comentários ou sugestões os singelos quatro artigos que compõem o texto da Portaria ora projectada. A análise centrar-se-á em torno do núcleo de regulamentação projectado, atinente aos quatro regulamentos a publicar em anexo à Portaria, relativamente aos procedimentos de selecção de mediadores, nas respectivas áreas de intervenção (julgados de paz, mediação penal, mediação familiar e mediação laboral) Aspectos comuns aos vários regulamentos: 8 Concretizando a previsão contida no artigo 33.º, n.º 6 da Lei n.º 78/2001, de 13 de Julho, na redacção dada pela Lei n.º 54/2013, de 31 de Julho. CCB 4 / 7

5 Na apreciação concatenada dos quatro regulamentos de procedimento de selecção de mediadores projectados, surpreende-se uma idêntica estrutura 9, uma quase idêntica redacção dos projectados quatro regulamentos 10. Relativamente ao que existe de comum nos diversos procedimentos de selecção, não merecem reparos a constituição do júri, nem a sua composição, mas já é criticável 11 a possibilidade de recurso a entidades externas para a realização de operações procedimentais que deveriam competir ao júri, dado que é para isso que ele é criado. Recorde-se que, nos termos do n.º 3 do artigo 2.º dos regulamentos projectados: «Ao júri compete realizar todas as operações inerentes ao procedimento de seleção». Depois, ao contrário do que sucedia no âmbito da Portaria n.º 282/2010, de 25 de Maio, não se regula o modo de apresentação do requerimento de candidatura, apenas se regulamentando no projectado artigo 5.º de cada um dos regulamentos - quais os documentos que devem ser apresentados com tal pretensão. Parece que, quanto mais não seja, por exigências de conseguir uma uniformidade de procedimentos, seria conveniente estabelecer um modelo ou uma mesma forma de apresentação de tal requerimento. A possibilidade que consta mencionada no n.º 4 do artigo 5.º dos regulamentos não parece satisfazer as exigências de verificação dos requisitos de admissão, pelo que, se afere como mais conveniente ao procedimento de selecção que o candidato apresentasse os originais dos documentos, o que o receptor verificaria na ocasião, ou então, aquando da entrevista que viesse a ser realizada. 9 Assente em 8 artigos, sucessivamente dedicados ao «Objecto», «Júri», «Abertura do Procedimento de seleção», «Requisitos de admissão dos candidatos», «Apresentação de candidaturas», «Admissão e exclusão dos candidatos», «Seleção» e «Classificação final». 10 Com excepção da referência específica do objecto (no artigo 1.º de cada um dos regulamentos), da redacção das alíneas d) e e) do n.º 1 e do n.º 2 do artigo 4.º, do específico objecto do curso de mediação consignado na alínea e) do artigo 5.º, da diversa natureza do organismo onde pretende exercer funções (cfr. artigo 5.º, n.º 2), do específico objecto de análise nas alíneas b) e c) do n.º 2 e nas alíneas a) e d) do n.º 3 do artigo 7.º, a redacção das demais normas é idêntica e comum aos quatro regulamentos projectados. 11 Para além de potenciar a geração de custos desnecessários. CCB 5 / 7

6 Por outro lado, se bem que se compreenda a motivação da elaboração do n.º 3 do artigo 5.º de cada um dos regulamentos projectados, certo é que, a não indicação da informação prevista no n.º 2 do mesmo artigo não deveria conduzir à imediata exclusão do candidato, mas sim, à possibilidade de, em determinado prazo, tal informação ser completada ou, então, pelo menos, à possibilidade de colocação do candidato que viesse a ser admitido, em qualquer dos julgados de paz/comarca (consoante os casos) existente. Parece-nos positiva a previsão, no processo de selecção, de uma entrevista profissional, a par da avaliação curricular (sendo que, tal entrevista não constava enunciada, por exemplo, na Portaria n.º 282/2010, de 25 de Maio), assim como o detalhe de enunciação dos factores de ponderação da avaliação/entrevista. Contudo, já não se compreende a previsão do n.º 6 do artigo 6.º dos regulamentos projectados, dado não se estabelecerem quaisquer critérios em que possa assentar a deliberação do júri em prescindir da realização da entrevista profissional. Assim, deverá considerar-se uma enunciação dos casos em que poderá ter lugar tal dispensa (excepcional), ou, na alternativa, eliminar-se uma tal possibilidade Aspectos específicos: Para além desta apreciação às disposições regulamentares comuns, importa salientar uma desconformidade que não se afigura razoável entre as redacções dos vários regulamentos: Enquanto que nos Regulamentos relativos à mediação nos julgados de paz, no SMF e no SML, se enuncia na alínea e) do n.º 1 do artigo 4.º que o candidato deve «não ter sofrido condenação nem estar pronunciado por crime doloso», já na mesma alínea e) do n.º 1 do artigo 4.º do regulamento relativo ao SMP se estabelece que o mediador penal deve «ser pessoa idónea para o exercício da actividade de mediador penal». Esta última expressão é idêntica à constante do artigo 6.º, n.º 1, al. e) do regulamento anexo à Portaria n.º 68-B/2008, de 22 de Janeiro, enquanto que a primeira provirá do que constava estatuído nos regulamentos anexos à Portaria n.º 282/2010, de 25 de Maio. Parece-nos que CCB 6 / 7

7 conviria uniformizar a redacção dos vários regulamentos neste ponto, até porque o conteúdo material das duas expressões pode não ser convergente. 5. Conclusão. A publicação da Lei n.º 29/2013, de 19 de Abril, já objecto de regulamentação, motiva e justifica as alterações ora pretendidas introduzir no procedimento de selecção de mediadores que prestam serviços nos julgados de paz e nos sistemas de mediação familiar, laboral e penal. As alterações têm um cunho globalmente positivo e conforme com tal desiderato. A especificidade de matérias em questão é justificativa da elaboração de quatro regulamentos que, apesar de tudo, podem ser convenientemente harmonizados ou compatibilizados, se forem consideradas as sugestões supra elencadas. Assim, sem prejuízo da superior consideração de Vossa Excelência, com vista ao aprimoramento do projecto legislativo disponibilizado, sugere-se sejam tomadas em conta os comentários e sugestões supra assinaladas. Lisboa, 11 de Março de [Adjunto do Gabinete de Apoio ao Vice-Presidente e aos Vogais do CSM] (Carlos Gabriel Donoso Castelo Branco). CCB 7 / 7

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA 1772 Diário da República, 1.ª série N.º 101 25 de Maio de 2010 Norma transitória As comissões de serviço em curso mantêm -se, nos seus precisos termos, até ao final do respectivo prazo. Norma revogatória

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE PREPARAÇÃO PARA REVISORES OFICIAIS DE CONTAS

REGULAMENTO DO CURSO DE PREPARAÇÃO PARA REVISORES OFICIAIS DE CONTAS REGULAMENTO DO CURSO DE PREPARAÇÃO PARA REVISORES OFICIAIS DE CONTAS PREÂMBULO Na sequência da transposição para o ordenamento jurídico nacional da Directiva n.º 2006/43/CE, do Parlamento Europeu e do

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA

CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA Versão Consolidada do REGULAMENTO DAS ACTIVIDADES DE FORMAÇÃO COMPLEMENTAR Aprovado na Sessão Plenária de 14-02-2012, DR, II Série, de 10-04-2012. Alterado na Sessão Plenária de 08-10-2013. Preâmbulo 1.

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA GABINETE DE APOIO AO VICE-PRESIDENTE E MEMBROS DO CSM

CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA GABINETE DE APOIO AO VICE-PRESIDENTE E MEMBROS DO CSM PARECER Assunto: Projeto de Decreto-Lei que estabelece o regime jurídico transitório aplicável ao funcionamento dos tribunais enquanto se mantiverem os constrangimentos de acesso e utilização do sistema

Leia mais

Projecto de Norma Regulamentar Mediação de Seguros Alteração à Norma Regulamentar n.º 17/2006-R, de 29 de Dezembro

Projecto de Norma Regulamentar Mediação de Seguros Alteração à Norma Regulamentar n.º 17/2006-R, de 29 de Dezembro RESULTADOS DA CONSULTA PÚBLICA N.º 11/2007 Projecto de Norma Regulamentar Mediação de Seguros Alteração à Norma Regulamentar n.º 17/2006-R, de 29 de Dezembro I Enquadramento O Instituto de Seguros de Portugal

Leia mais

Aviso de abertura de concurso de recrutamento e seleção de Juízes de Paz

Aviso de abertura de concurso de recrutamento e seleção de Juízes de Paz 1 Aviso de abertura de concurso de recrutamento e seleção de Juízes de Paz Em conformidade com o n.º 1 do artigo 24.º da Lei n.º 78/2001, de 13 de julho, com a redação dada pela Lei n.º 54/2013, de 31

Leia mais

O Ministério da Justiça da República Portuguesa e o Ministério da Justiça da República democrática de Timor - Leste:

O Ministério da Justiça da República Portuguesa e o Ministério da Justiça da República democrática de Timor - Leste: Protocolo de Cooperação Relativo ao Desenvolvimento do Centro de Formação do Ministério da Justiça de Timor-Leste entre os Ministérios da Justiça da República Democrática de Timor-Leste e da República

Leia mais

Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP

Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP Em Geral Na sequência da publicação do novo Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12

Leia mais

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS N.º 2 do art.º 62.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 224/2008, de 20 de Novembro PREÂMBULO

Leia mais

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO INDICE 1 NOTA PRÉVIA 3 2 LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA 4 3 PLANO DE FORMAÇÃO 4 4 FREQUÊNCIA DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO 6

Leia mais

FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE

FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE O presente Regulamento tem como lei habilitante o Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março,

Leia mais

PARECER N.º 38/CITE/2005

PARECER N.º 38/CITE/2005 PARECER N.º 38/CITE/2005 Assunto: Parecer nos termos do n.º 3 do artigo 133.º do Código do Trabalho e da alínea j) do n.º 1 do artigo 496.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Não renovação de contrato

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Despacho Sob proposta do Gestor do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento e nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 29º do Decreto-Lei n.º 54-A/2000, de

Leia mais

Regulamento do. Programa de Estágios Curriculares. no Ministério dos Negócios Estrangeiros

Regulamento do. Programa de Estágios Curriculares. no Ministério dos Negócios Estrangeiros Regulamento do Programa de Estágios Curriculares no Ministério dos Negócios Estrangeiros Preâmbulo Na sequência do acordo tripartido celebrado entre o Governo e os parceiros sociais em junho de 2008 e

Leia mais

UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO FACULDADE DE DIREITO REGULAMENTO DOS MESTRADOS DA FDUAN

UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO FACULDADE DE DIREITO REGULAMENTO DOS MESTRADOS DA FDUAN UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO FACULDADE DE DIREITO REGULAMENTO DOS MESTRADOS DA FDUAN Por deliberação do Conselho Cientifico da FDUAN de 11 de Dezembro de 2001 e Julho de 2002, foram aprovadas as bases gerais

Leia mais

GABINETE DA MINISTRA DESPACHO

GABINETE DA MINISTRA DESPACHO DESPACHO A concretização do sistema de avaliação do desempenho estabelecido no Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário (ECD), recentemente regulamentado,

Leia mais

a) Regras sobre a admissão no ciclo de estudos

a) Regras sobre a admissão no ciclo de estudos ANEXO Normas regulamentares do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em a) Regras sobre a admissão no ciclo de estudos 1. Habilitações de acesso São admitidos como candidatos à inscrição no ciclo

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Sociologia

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Sociologia UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Sociologia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM SOCIOLOGIA: EXCLUSÕES E POLÍTICAS SOCIAIS Artigo 1º Objecto O Regulamento do

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. N. o 184 11-8-1998 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. N. o 184 11-8-1998 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 184 11-8-1998 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A 3907 seguem as atribuições e competências que lhes são conferidas pelos respectivos estatutos, aprovados, respectivamente, pelos Decretos-Leis n. os 74/95,

Leia mais

EDITAL. MESTRADO EM COMÉRCIO ELECTRÓNICO (3ª Edição 2012/2014)

EDITAL. MESTRADO EM COMÉRCIO ELECTRÓNICO (3ª Edição 2012/2014) EDITAL MESTRADO EM COMÉRCIO ELECTRÓNICO (3ª Edição 2012/2014) Nos termos do Decreto-Lei nº 42/2005, de 22 de Fevereiro, do Decreto-Lei nº 74/200, de 24 de Março, com as alterações que lhes foram introduzidas

Leia mais

Reitoria. É revogado o Despacho RT-34/2014, de 2 junho. Universidade do Minho, 5 de dezembro de 2014. O Reitor. António M. Cunha. despacho RT-55/2014

Reitoria. É revogado o Despacho RT-34/2014, de 2 junho. Universidade do Minho, 5 de dezembro de 2014. O Reitor. António M. Cunha. despacho RT-55/2014 Reitoria despacho RT-55/2014 A Universidade do Minho tem vindo a atrair um número crescente de estudantes estrangeiros, que hoje representam um importante contingente da sua comunidade estudantil. Com

Leia mais

CAPITULO I OBJECTIVOS DO REGULAMENTO

CAPITULO I OBJECTIVOS DO REGULAMENTO Preâmbulo: O SIADAP visa contribuir para a melhoria do desempenho e qualidade de serviço da Administração Pública, para a coerência e harmonia da acção dos serviços, dirigentes e demais trabalhadores e

Leia mais

Escola Secundária com 3º Ciclo da Baixa da Banheira (403234)

Escola Secundária com 3º Ciclo da Baixa da Banheira (403234) CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO REGULAMENTO DO PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA A ELEIÇÃO DO DIRECTOR DA ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO Artigo 1.º Objecto O presente Regulamento define as regras a observar no procedimento

Leia mais

REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE COMPETÊNCIAS, FORMAÇÃO E EXPERIENCIA PROFISSIONAL

REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE COMPETÊNCIAS, FORMAÇÃO E EXPERIENCIA PROFISSIONAL REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE COMPETÊNCIAS, FORMAÇÃO E EXPERIENCIA PROFISSIONAL Considerando que, nos termos do n 3 do artigo 45. do Decreto -Lei n 74/2006, de 24 de margo, alterado pelos Decretos-Lei n

Leia mais

INSTITUTO PORTUGUÊS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING DE LISBOA. Regulamento de provas de avaliação da capacidade para a frequência dos maiores de 23 anos

INSTITUTO PORTUGUÊS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING DE LISBOA. Regulamento de provas de avaliação da capacidade para a frequência dos maiores de 23 anos INSTITUTO PORTUGUÊS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING DE LISBOA Diário da República, 2.ª série N.º 186 26 de Setembro de 2006 Regulamento n.º 184/2006 Regulamento de provas de avaliação da capacidade para

Leia mais

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO Despacho Considerando que os regulamentos específicos do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) são aprovados pela respectiva Comissão Ministerial de Coordenação, nos termos do n.º 5 do artigo 30º

Leia mais

(Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93)

(Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93) REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO PERMANENTE DE CONCERTAÇÃO SOCIAL (Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93) CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1.

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. 2792 Diário da República, 1.ª série N.º 96 18 de Maio de 2011

MINISTÉRIO DA SAÚDE. 2792 Diário da República, 1.ª série N.º 96 18 de Maio de 2011 2792 Diário da República, 1.ª série N.º 96 18 de Maio de 2011 MINISTÉRIO DA SAÚDE Portaria n.º 198/2011 de 18 de Maio O objectivo essencial definido no programa do XVIII Governo Constitucional em matéria

Leia mais

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO Despacho Considerando que os regulamentos específicos do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) são aprovados pela respectiva Comissão Ministerial de Coordenação, nos termos do n.º 5 do artigo 30º

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM GESTÃO DE UNIDADES DE SAÚDE Artigo 1.º Criação A Universidade da Beira

Leia mais

Artigo 4.º Regime excecional de avaliação

Artigo 4.º Regime excecional de avaliação Associação Sindical de Docentes e investigadores Exmo. Senhor Professor Doutor Luís Curral Diretor da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa N/Refª:Dir:AV/0790/15 03-08-2015 Assunto: Posição

Leia mais

1. QUADRO DE REFERÊNCIA

1. QUADRO DE REFERÊNCIA PROTOCOLO entre Ministério da Justiça Presidência do Conselho de Ministros APS Associação Portuguesa de Seguradores DECO Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor ACP Automóvel Clube de Portugal

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I Disposições Comuns SECÇÃO I Disposições gerais Artigo 1.º Objecto O presente regulamento procede

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM EMPREENDEDORISMO E CRIAÇÃO DE EMPRESAS Artigo 1.º Criação A Universidade

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Exposição de motivos

PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Exposição de motivos PROPOSTA DE LEI N.º 101/IX CRIA O SISTEMA INTEGRADO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Exposição de motivos Tendo em consideração que a Administração Pública tem como objectivo fundamental

Leia mais

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA REGULAMENTO O Regulamento do Curso de Especialização em Medicina do Trabalho (CEMT) visa enquadrar, do ponto de vista normativo, o desenvolvimento das actividades inerentes ao funcionamento do curso, tendo

Leia mais

EDITAL MESTRADO EM SISTEMAS E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO PARA A SAÚDE. (2ª Edição 2011/2013)

EDITAL MESTRADO EM SISTEMAS E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO PARA A SAÚDE. (2ª Edição 2011/2013) EDITAL MESTRADO EM SISTEMAS E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO PARA A SAÚDE (2ª Edição 2011/2013) Nos termos do Decreto-Lei nº 42/2005, de 22 de Fevereiro, do Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março, com as alterações

Leia mais

ANEXO I ORDENS DE TRABALHO DAS REUNIÕES DO PLENÁRIO DA CPEE

ANEXO I ORDENS DE TRABALHO DAS REUNIÕES DO PLENÁRIO DA CPEE ANEXO I ORDENS DE TRABALHO DAS REUNIÕES DO PLENÁRIO DA CPEE Durante o ano de 2009, nas 8 (oito) reuniões de Plenário da CPEE os assuntos abordados e as matérias alvo de deliberação foram as constantes

Leia mais

REGULAMENTO DE RECRUTAMENTO DE PESSOAL

REGULAMENTO DE RECRUTAMENTO DE PESSOAL REGULAMENTO DE RECRUTAMENTO DE PESSOAL Artigo 1. o (Recrutamento e selecção) 1. O recrutamento de pessoal consiste no conjunto de acções destinadas a pôr à disposição da AMCM os meios humanos necessários

Leia mais

Regulamento das Provas Especialmente Adequadas Destinadas a Avaliar a Capacidade para a Frequência do Ensino Superior dos Maiores de 23 Anos.

Regulamento das Provas Especialmente Adequadas Destinadas a Avaliar a Capacidade para a Frequência do Ensino Superior dos Maiores de 23 Anos. Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril Regulamento n.º 100/2006 (Diário da República II Série de 16 de Junho de 2006) Regulamento das Provas Especialmente Adequadas Destinadas a Avaliar a Capacidade

Leia mais

Regulamento Candidaturas Maiores de 23 Anos Página 1 de 6

Regulamento Candidaturas Maiores de 23 Anos Página 1 de 6 Regulamento Candidaturas Maiores de 23 Anos Página 1 de 6 REGULAMENTO DAS PROVAS DE ADMISSÃO AO INSTITUTO SUPERIOR DE PAÇOS DE BRANDÃO ISPAB PARA CANDIDATOS MAIORES DE 23 ANOS NÃO TITULARES DE HABILITAÇÃO

Leia mais

GABINETE DO SECRETÁRIO PARA OS ASSUNTOS SOCIAIS E CULTURA 第 309 /2005 號 行 政 長 官 批 示 社 會 文 化 司 司 長 辦 公 室 第 114 /2005 號 社 會 文 化 司 司 長 批 示.

GABINETE DO SECRETÁRIO PARA OS ASSUNTOS SOCIAIS E CULTURA 第 309 /2005 號 行 政 長 官 批 示 社 會 文 化 司 司 長 辦 公 室 第 114 /2005 號 社 會 文 化 司 司 長 批 示. 956 澳 門 特 別 行 政 區 公 報 第 一 組 第 40 期 2005 年 10 月 3 日 獨 一 條 許 可 透 過 三 月 二 十 二 日 第 89/99/M 號 訓 令 而 獲 授 許 可 於 澳 門 設 立 分 支 公 司 以 經 營 一 般 保 險 業 務 的 Companhia de Seguros Fidelidade S.A., 中 文 名 稱 為 忠 誠 保 險 公 司,

Leia mais

Regulamento de Apoio Financeiro à Edição de Obras de Novos Autores Portugueses. Despacho Normativo n.º 9-C/2003 de 3 de Fevereiro de 2003

Regulamento de Apoio Financeiro à Edição de Obras de Novos Autores Portugueses. Despacho Normativo n.º 9-C/2003 de 3 de Fevereiro de 2003 Regulamento de Apoio Financeiro à Edição de Obras de Novos Autores Portugueses Despacho Normativo n.º 9-C/2003 de 3 de Fevereiro de 2003 Na prossecução das suas atribuições cabe ao Instituto Português

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM GESTÃO Artigo 1.º Criação A Universidade da Beira Interior, através do Departamento

Leia mais

Regulamento do 2º ciclo de estudos da Universidade da Madeira

Regulamento do 2º ciclo de estudos da Universidade da Madeira Regulamento do 2º ciclo de estudos da Universidade da Madeira Artigo 1.º Enquadramento jurídico O presente Regulamento visa desenvolver e complementar o regime jurídico instituído pelo Decreto-Lei n.º

Leia mais

Eixo Prioritário 2 Protecção e Qualificação Ambiental. Acções de Valorização e Qualificação Ambiental. Aviso - ALG-31-2010-02

Eixo Prioritário 2 Protecção e Qualificação Ambiental. Acções de Valorização e Qualificação Ambiental. Aviso - ALG-31-2010-02 Eixo Prioritário 2 Protecção e Qualificação Ambiental Acções de Valorização e Qualificação Ambiental Aviso - ALG-31-2010-02 AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras, consagrado na Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, que aprova

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 1/2010 APROVADA POR DELIBERAÇÃO DA COMISSÃO DIRECTIVA DE 19-03-2010 Altera o nº 4 da Orientação de Gestão nº 7/2008 e cria o ANEXO III a preencher pelos Beneficiários para registo

Leia mais

Tendo presente este enquadramento, o Conselho de Administração, na sua reunião de [*] de [*] de 2008, deliberou:

Tendo presente este enquadramento, o Conselho de Administração, na sua reunião de [*] de [*] de 2008, deliberou: Independência dos membros do Conselho de dministração da Portugal Telecom, SGPS, S., com excepção dos membros da respectiva Comissão de uditoria Considerando as alterações ao Código das Sociedades Comerciais

Leia mais

FEDERAÇÃO NACIONAL DAS COOPERATIVAS DE CONSUMIDORES, FCRL

FEDERAÇÃO NACIONAL DAS COOPERATIVAS DE CONSUMIDORES, FCRL COMENTÁRIOS DA FENACOOP PROCEDIMENTOS DE MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR As cooperativas de consumo são, nos termos da Constituição e da Lei, entidades legítimas de representação dos interesses e direitos dos

Leia mais

REGULAMENTO GERAL SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL DOCENTE INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA 1 TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais

REGULAMENTO GERAL SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL DOCENTE INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA 1 TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais REGULAMENTO GERAL DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL DOCENTE DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA 1 TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais Artigo 1.º Objecto O presente regulamento define

Leia mais

DECRETO N.º 41/IX. Artigo 1.º Objecto

DECRETO N.º 41/IX. Artigo 1.º Objecto DECRETO N.º 41/IX CRIA UM NOVO INSTRUMENTO DE GESTÃO DESTINADO A CONFERIR AOS CONSELHOS SUPERIORES E AO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA COMPETÊNCIA PARA ADOPTAR MEDIDAS EXCEPCIONAIS DESTINADAS A SUPERAR SITUAÇÕES

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO VOLUNTARIADO

REGULAMENTO INTERNO VOLUNTARIADO REGULAMENTO INTERNO DO VOLUNTARIADO REGULAMENTO Artigo 1.º Âmbito O presente regulamento visa definir as linhas orientadoras do grupo de voluntariado Marvila Voluntária, o qual tem como entidade promotora

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL MONCHIQUE. Preâmbulo

CÂMARA MUNICIPAL MONCHIQUE. Preâmbulo CÂMARA MUNICIPAL MONCHIQUE REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MONCHIQUE Preâmbulo Considerando que a participação solidária em acções de voluntariado, definido como conjunto de acções de interesse

Leia mais

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento, I.P. AVISO

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento, I.P. AVISO MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento, I.P. AVISO Procedimento concursal comum, para constituição de relação jurídica de emprego público por

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO Concurso externo de Ingresso para preenchimento de um posto de trabalho na categoria de Técnico de Informática do Grau 1, Nível 1, da carreira

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA

CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA IV Concurso Curricular de Acesso aos Tribunais da Relação AVISO Torna-se público que, por deliberação do Plenário do Conselho Superior da Magistratura (CSM), de 11 de

Leia mais

Pº C.Co.36/2012 SJC-CT

Pº C.Co.36/2012 SJC-CT Pº C.Co.36/2012 SJC-CT Consulente: Registo Nacional de Pessoas Coletivas. Sumário: Publicação das alterações de estatutos das fundações com natureza de Instituições Particulares de Solidariedade Social(IPSS)

Leia mais

EDITAL MESTRADO EM INFORMÁTICA APLICADA. (Edição 2015-2017)

EDITAL MESTRADO EM INFORMÁTICA APLICADA. (Edição 2015-2017) EDITAL MESTRADO EM INFORMÁTICA APLICADA (Edição 2015-2017) Nos termos do Decreto-Lei nº 42/2005, de 22 de Fevereiro, do Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março, com as alterações que lhes foram introduzidas

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SUBCOMISSÃO DE POLÍTICA GERAL INTRODUÇÃO CAPÍTULO I ENQUADRAMENTO JURÍDICO

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SUBCOMISSÃO DE POLÍTICA GERAL INTRODUÇÃO CAPÍTULO I ENQUADRAMENTO JURÍDICO INTRODUÇÃO A Subcomissão de Política Geral, em 15 de junho de 2015, procedeu à apreciação, relato e emissão de parecer sobre a Proposta de Lei n.º 333/XII que procede à sexta alteração à Lei n.º 2/2004,

Leia mais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA NA ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM S. FRANCISCO DAS MISERICÓRDIAS TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais Artigo 1.º (Objecto e âmbito)

Leia mais

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor.

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor. 1 Nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 110.º do RJIES, a aprovação do presente regulamento, elaborado ao abrigo do estatuído no artigo 3.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro, é precedida da sua

Leia mais

(PROPOSTA) REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE COMPETÊNCIAS ACADÉMICAS, EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS E OUTRA FORMAÇÃO

(PROPOSTA) REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE COMPETÊNCIAS ACADÉMICAS, EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS E OUTRA FORMAÇÃO (PROPOSTA) Ú~e ~JU&~~L~ 6~i ~ / ~ 7J7t1 REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE COMPETÊNCIAS ACADÉMICAS, EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS E OUTRA FORMAÇÃO Conforme o determinado pelo artigo 45 O A do Decreto Lei n 074/2006

Leia mais

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA. Faculdade de Ciências e Tecnologia Diário da República, 2 série N.º 186 26 de Setembro de 2006. Resolução n.

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA. Faculdade de Ciências e Tecnologia Diário da República, 2 série N.º 186 26 de Setembro de 2006. Resolução n. UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Faculdade de Ciências e Tecnologia Diário da República, 2 série N.º 186 26 de Setembro de 2006 Resolução n.º 94/2006 Por resolução do conselho directivo da Faculdade de Ciências

Leia mais

Resposta à consulta sobre o Projeto de Proposta de Lei de transposição do regime Solvência II

Resposta à consulta sobre o Projeto de Proposta de Lei de transposição do regime Solvência II Resposta à consulta sobre o Projeto de Proposta de Lei de transposição do regime Solvência II O Gabinete de S.E. a Ministra de Estado e das Finanças consultou em 13 de março de 2015 a Comissão do Mercado

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 2068-(2) Diário da República, 1.ª série N.º 68 6 de Abril de 2011 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Portaria n.º 145-A/2011 de 6 de Abril Passados que foram dois anos após a entrada em

Leia mais

PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR. Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar. Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel.

PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR. Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar. Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel. PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel.pt Transparência e Segurança: www.jogoremoto.pt A REGULAÇÃO EM PORTUGAL

Leia mais

REGULAMENTO DO PROCESSO ESPECIAL DE ACREDITAÇÃO/RENOVAÇÃO DA ACREDITAÇÃO DE ENTIDADES CANDIDATAS À AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES

REGULAMENTO DO PROCESSO ESPECIAL DE ACREDITAÇÃO/RENOVAÇÃO DA ACREDITAÇÃO DE ENTIDADES CANDIDATAS À AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES REGULAMENTO DO PROCESSO ESPECIAL DE ACREDITAÇÃO/RENOVAÇÃO DA ACREDITAÇÃO DE ENTIDADES CANDIDATAS À AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES CAPÍTULO I Âmbito de aplicação Artigo 1.º Objeto e âmbito

Leia mais

Regulamento para atribuição do Título de Especialista no Instituto Superior de Ciências Educativas

Regulamento para atribuição do Título de Especialista no Instituto Superior de Ciências Educativas Regulamento para atribuição do Título de Especialista no Instituto Superior de Ciências Educativas No âmbito do ensino politécnico é conferido o título de especialista, o qual comprova a qualidade e a

Leia mais

Aviso. 1. Tipo, prazo e validade

Aviso. 1. Tipo, prazo e validade Aviso Faz-se público que, por despacho do Ex. mo Senhor Secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, de 22 de Outubro de 2013, se acha aberto o concurso comum, de ingresso externo, de prestação de provas,

Leia mais

EDITAL MESTRADO EM JOGO E MOTRICIDADE NA INFÂNCIA. (Edição 2012-2014)

EDITAL MESTRADO EM JOGO E MOTRICIDADE NA INFÂNCIA. (Edição 2012-2014) 1/10 EDITAL MESTRADO EM JOGO E MOTRICIDADE NA INFÂNCIA (Edição 2012-2014) Nos termos do Decreto-Lei nº 42/2005, de 22 de fevereiro, do Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de março, com as alterações que lhes

Leia mais

PROCESSO DE CONSULTA PÚBLICA DA CMVM N.º 4/2015. ALTERAÇÃO PONTUAL AO CÓDIGO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES DA CMVM 23 de julho de 2015

PROCESSO DE CONSULTA PÚBLICA DA CMVM N.º 4/2015. ALTERAÇÃO PONTUAL AO CÓDIGO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES DA CMVM 23 de julho de 2015 PROCESSO DE CONSULTA PÚBLICA DA CMVM N.º 4/2015 ALTERAÇÃO PONTUAL AO CÓDIGO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES DA CMVM 23 de julho de 2015 1. OBJETO DA CONSULTA A CMVM tem um compromisso com o mercado de revisão

Leia mais

EDITAL MESTRADO EM COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL ÁREA DE ESPECIALIZAÇÃO EM CIDADANIA, CONFIANÇA E RESPONSABILIDADE SOCIAL

EDITAL MESTRADO EM COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL ÁREA DE ESPECIALIZAÇÃO EM CIDADANIA, CONFIANÇA E RESPONSABILIDADE SOCIAL EDITAL MESTRADO EM COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL ÁREA DE ESPECIALIZAÇÃO EM CIDADANIA, CONFIANÇA E RESPONSABILIDADE SOCIAL (Edição 2012-2014) Nos termos do Decreto-Lei nº 42/2005, de 22 de Fevereiro, do Decreto-Lei

Leia mais

Instituto Politécnico de Lisboa Escola Superior de Música de Lisboa. Regulamento dos regimes de mudança de curso, transferência e reingresso PREÂMBULO

Instituto Politécnico de Lisboa Escola Superior de Música de Lisboa. Regulamento dos regimes de mudança de curso, transferência e reingresso PREÂMBULO Instituto Politécnico de Lisboa Escola Superior de Música de Lisboa Regulamento dos regimes de mudança de curso, transferência e reingresso PREÂMBULO Nos termos do disposto no artigo 10º do Regulamento

Leia mais

Manual de Certificação

Manual de Certificação Manual de Certificação PARTE I Certificado de Aptidão Profissional Técnico Instalador de Sistemas Solares Térmicos SISTEMA NACIONAL DE CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL ÍNDICE INTRODUÇÃO PARTE I CERTIFICAÇÃO

Leia mais

Regulamento de Atribuição do Título de Especialista Escola Superior de Educação João de Deus. na ESE João de Deus

Regulamento de Atribuição do Título de Especialista Escola Superior de Educação João de Deus. na ESE João de Deus Escola Superior de Educação João de Deus de Atribuição do Título de Especialista Escola Superior de Educação João de Deus na ESE João de Deus O Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior, aprovado

Leia mais

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA

O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA PARECER SOBRE O ENVOLVIMENTO DOS TRABALHADORES NA ASSOCIAÇÃO EUROPEIA (Proposta de Regulamento sobre o Estatuto da AE e Proposta de Directiva que completa o estatuto da AE no que se refere ao papel dos

Leia mais

RELATO FINANCEIRO DOS MEDIADORES DE SEGUROS OU DE RESSEGUROS

RELATO FINANCEIRO DOS MEDIADORES DE SEGUROS OU DE RESSEGUROS PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR RELATO FINANCEIRO DOS MEDIADORES DE SEGUROS OU DE RESSEGUROS Nos termos da alínea f) do artigo 58.º do Decreto-lei n.º 144/2006, de 31 de Julho, alterado pelo Decreto-Lei

Leia mais

NORMAS REGULAMENTARES DOS MESTRADOS DO ISEG

NORMAS REGULAMENTARES DOS MESTRADOS DO ISEG NORMAS REGULAMENTARES DOS MESTRADOS DO ISEG Nos termos do artigo 26.º do Decreto-Lei n.º 74/2006 de 24 de Março e do Regulamento de Mestrados da Universidade Técnica de Lisboa (Deliberação do Senado da

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DE MESTRADO DA ESTBarreiro/IPS

REGULAMENTO DOS CURSOS DE MESTRADO DA ESTBarreiro/IPS REGULAMENTO DOS CURSOS DE MESTRADO DA ESTBarreiro/IPS Artigo 1.º Duração e estrutura do ciclo de estudos conducente ao grau de Mestre 1. O ciclo de estudos conducente ao grau de Mestre, ministrado na ESTBarreiro/IPS,

Leia mais

Decreto-Lei n.º 72-A/2003 de 14 de Abril

Decreto-Lei n.º 72-A/2003 de 14 de Abril Decreto-Lei n.º 72-A/2003 de 14 de Abril A Directiva n.º 2000/26/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Maio, relativa à aproximação das legislações dos Estados membros respeitantes ao seguro

Leia mais

ANÚNCIO. 2 - O prazo para apresentação de candidaturas ao procedimento concursal inicia-se no dia 02.01.2014 e termina no dia 16.01.2014.

ANÚNCIO. 2 - O prazo para apresentação de candidaturas ao procedimento concursal inicia-se no dia 02.01.2014 e termina no dia 16.01.2014. ANÚNCIO Por Despacho do Diretor do Centro de Estudos Judiciários, Professor Doutor António Pedro Barbas Homem, de 13 de dezembro de 2013, é aberto o procedimento concursal extraordinário e urgente de formação

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DE MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EMPRESARIAL DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA

REGULAMENTO DOS CURSOS DE MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EMPRESARIAL DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA REGULAMENTO DOS CURSOS DE MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EMPRESARIAL DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA (Aprovado pela Assembleia de Faculdade, em 16 de Janeiro de 2014) CAPÍTULO

Leia mais

DECRETO N.º 37/VIII. Artigo 1.º Objecto. Artigo 2.º Sentido e extensão

DECRETO N.º 37/VIII. Artigo 1.º Objecto. Artigo 2.º Sentido e extensão DECRETO N.º 37/VIII AUTORIZA O GOVERNO A ALTERAR O REGIME JURÍDICO QUE REGULA A ENTRADA, PERMANÊNCIA, SAÍDA E AFASTAMENTO DE ESTRANGEIROS DO TERRITÓRIO NACIONAL A Assembleia da República decreta, nos termos

Leia mais

Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009)

Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009) LEGISLAÇÃO Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009) ( DR N.º 21, Série I 30 Janeiro 2009 30 Janeiro 2009 ) Emissor: Ministério do Trabalho

Leia mais

Regulamento do Mestrado em Engenharia Industrial. Regulamento do Ciclo de Estudos de Mestrado em Engenharia Industrial

Regulamento do Mestrado em Engenharia Industrial. Regulamento do Ciclo de Estudos de Mestrado em Engenharia Industrial Regulamento do Ciclo de Estudos de Mestrado em Engenharia Industrial REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS DE MESTRADO EM ENGENHARIA INDUSTRIAL Artigo 1º (Natureza e âmbito de aplicação) 1. O presente Regulamento

Leia mais

Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental

Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental Auditoria do Tribunal de Contas à Direcção Geral do Tesouro no âmbito da Contabilidade do Tesouro de 2000 (Relatório n.º 18/2002 2ª Secção) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

REGULAMENTO DOS DIPLOMAS DE ESPECIALIZAÇÃO

REGULAMENTO DOS DIPLOMAS DE ESPECIALIZAÇÃO REGULAMENTO DOS DIPLOMAS DE ESPECIALIZAÇÃO Aprovado em reunião da Comissão Coordenadora do Conselho Científico em 22/11/2006 Aprovado em reunião de Plenário do Conselho Directivo em 13/12/2006 PREÂMBULO

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 18º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 18º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 18º Prestação de Serviços de telemarketing Processo: nº 3109, despacho do SDG dos Impostos, substituto legal do Director - Geral, em 2012-05-18. Conteúdo:

Leia mais

INSTITUTO PORTUGUÊS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING DE MATOSINHOS Diário da República, 2.ª série N.º 186 26 de Setembro de 2006

INSTITUTO PORTUGUÊS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING DE MATOSINHOS Diário da República, 2.ª série N.º 186 26 de Setembro de 2006 INSTITUTO PORTUGUÊS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING DE MATOSINHOS Diário da República, 2.ª série N.º 186 26 de Setembro de 2006 Regulamento n.º 185/2006 Regulamento de provas de avaliação da capacidade para

Leia mais

Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores

Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores CAPÍTULO I Introdução A da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores reuniu, no dia 24 de janeiro de 2014, na delegação da Assembleia Legislativa em Ponta Delgada, com o objetivo de apreciar

Leia mais

DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA

DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA N.º 8/2010 Projecto de Orientação Técnica relativa ao desenvolvimento dos sistemas de gestão de riscos e de controlo interno das entidades gestoras de fundos de pensões 31

Leia mais

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO Despacho Considerando que os regulamentos específicos do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) são aprovados pela respectiva Comissão Ministerial de Coordenação, nos termos do n.º 5 do artigo 30º

Leia mais

Presidência do Conselho de Ministros e Ministérios das Finanças do Trabalho e da Solidariedade Social e da Educação

Presidência do Conselho de Ministros e Ministérios das Finanças do Trabalho e da Solidariedade Social e da Educação O Decreto-Lei nº 4/98, de 8 de Janeiro, que estabelece o regime de criação, organização e funcionamento das escolas e cursos profissionais no âmbito do ensino não superior, erigiu o contrato individual

Leia mais

CIRCULAR N.º 15/2009 REGISTO DE ENTIDADES NA ANPC (Portaria n.º 773/2009)

CIRCULAR N.º 15/2009 REGISTO DE ENTIDADES NA ANPC (Portaria n.º 773/2009) CIRCULAR N.º 15/2009 A Portaria nº 773/2009, de 21 de Julho, que define o procedimento de registo, na Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), das entidades que exercem a actividade de comercialização,

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. Âmbito e objeto. Artigo 2.º. Candidatos

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. Âmbito e objeto. Artigo 2.º. Candidatos REGULAMENTO DO PROGRAMA COMUNICAÇÃO E GESTÃO DE CIÊNCIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Âmbito e objeto 1. O presente regulamento define as normas e os procedimentos de concurso para contratação

Leia mais

AGRUPAMENTO VERTICAL DE MURÇA EB 2,3/S DE MURÇA

AGRUPAMENTO VERTICAL DE MURÇA EB 2,3/S DE MURÇA AGRUPAMENTO VERTICAL DE MURÇA EB 2,3/S DE MURÇA REGULAMENTO DO FUNCIONAMENTO DAS ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR I. Introdução Nos termos do art.º 22º da Lei nº 30/2002, de 20 de Dezembro, alterada

Leia mais

Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões. Aprovado na reunião do Conselho Científico de / /

Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões. Aprovado na reunião do Conselho Científico de / / Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões REGULAMENTO GERAL DE CURSOS NÃO CONFERENTES DE GRAU Aprovado na reunião do Conselho Científico de / / Lisboa 2007 2 Regulamento Geral de Cursos não Conferentes

Leia mais

Regulamento de Acesso à Medida 7.1 - Desenvolvimento de Centros de Competências em TIC" Programa Operacional Sociedade do Conhecimento

Regulamento de Acesso à Medida 7.1 - Desenvolvimento de Centros de Competências em TIC Programa Operacional Sociedade do Conhecimento Regulamento de Acesso à Medida 7.1 - Desenvolvimento de Centros de Competências em TIC" Programa Operacional Sociedade do Conhecimento PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Despacho Sob proposta do Gestor

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS

REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS (Enquadramento) Conforme o disposto na Resolução do Conselho de Ministros nº. 197/97, de 18 de Novembro e no Despacho Normativo nº. 8/2, de 12 de

Leia mais