Mediação Familiar. Maria Clara Sottomayor

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Mediação Familiar. Maria Clara Sottomayor"

Transcrição

1 Maria Clara Sottomayor

2 Noção: Modalidade extra-judicial de resolução de alternativa de litígios emergentes de relações familiares, em que as partes com a sua participação activa e directa, são auxiliadas por um mediador a encontrar uma solução negociada para o conflito

3 MEDIAÇÃO GLOBAL Divórcio e separação de pessoas e bens; Reconciliação de cônjuges separados; regulação, alteração e incumprimentos do regime de exercício cio do poder paternal; atribuição e alteração de alimentos ao cônjuge; partilha de bens; destino da casa de morada de família

4 Mediação familiar MEDIAÇÃO PARCIAL Conflitos emergentes de regulação, incumprimento e alteração do regime de exercício cio do poder paternal após s o divórcio ou separação

5 CARACTERÍSTICAS - extra-judicialidade - gratuitidade - voluntariedade -celeridade -flexibilidade confidencialidade criatividade

6 OBJECTIVOS Oferecer ao casal em fase de separação um contexto adequado à negociação Autodeterminação Continuidade das relações paterno-filiais e co-parentalidade

7 OBJECTIVOS Mediação Familiar Prevenir os incumprimentos de acordos de regulação do exercício cio do poder paternal Alterar formas de comunicação disfuncionais e reforçar a capacidade negocial do casal em fase de separação Adequação, eficácia cia e celeridade das decisões judiciais

8 Mediação: obtenção de um acordo entre os pais 1) Residência da criança a e exercício cio das responsabilidades parentais 2) Relacionamento da criança a com o progenitor a quem não foi confiada 3) Obrigação de alimentos a pagar à criança a pelo outro progenitor

9 Carácter complementar em relação ao processo judicial Homologação do acordo pelo juiz (arts º,, n.º 1 da OTM e 1905.º,, n.º 1 do C. C.) ou pelo MP, nos processos de divórcio por mútuo m consentimento (art. 14.º do DL n.º 272/2001, de 13 de Outubro)

10 Juiz e MP: controlo do acordo para averiguar a sua conformidade ao interesse da criança Interesse da criança

11 Estádios de desenvolvimento Importância da estabilidade nas relações afectivas e nas condições externas para ultrapassar com sucesso as várias v etapas de desenvolvimento Especial vulnerabilidade das crianças as em idade pré-escolar

12 Paradigma judicial: acordos rígidos r e uniformizados Titularidade/exercício cio do poder paternal Direito de visita A criança a como menor

13 Concepção de criança a no direito de família Passagem de uma ideia da criança como propriedade dos pais para a criança a como pessoa autónoma e capaz de tomar decisões

14 Soluções legais possíveis no quadro da lei (arts 1905.º e 1906.º C.C.): 1)o exercício cio conjunto das responsabilidades parentais: acordo dos pais 2) o exercício cio individual 3) o exercício cio misto 4) o exercício cio por terceira pessoa ou instituto de educação

15 MOMENTO DA MEDIAÇÃO Mediação pré-judicial Mediação na pendência do processo (art. 147.ºD D da OTM) Mediação após s o processo

16 Processos de incumprimento e de alteração do regime de exercício cio das responsabilidades parentais Regime de visitas e obrigação de alimentos

17 Situações excluídas da mediação Maltrato infantil, violência doméstica, doenças do foro psiquiátrico, consumo de aditivos Desequilíbrios de poder em função do génerog

18 VANTAGENS - Preservação das relações familiares - Abordagem do conflito familiar, no plano emocional - Celeridade - Redução de custos sociais, humanos e económicos

19 DESVANTAGENS A experiência norte-americana: Perigo da falta de neutralidade do mediador Discriminação das mulheres Acordos de guarda alternada em casos de conflitualidade elevada A criança a não é ouvida

20 Não é o ovo de Colombo para resolver de forma mágica m os problemas Solução adequada para um reduzido número n de casos, em que os pais se enfrentam sem medo e estão em pép de igualdade Mas é o CAMINHO

A MEDIAÇÃO FAMILIAR é um processo extra-judicial. Made By Jaime Roriz (XII Forum da Criança) 1

A MEDIAÇÃO FAMILIAR é um processo extra-judicial. Made By Jaime Roriz (XII Forum da Criança) 1 A MEDIAÇÃO FAMILIAR é um processo extra-judicial Made By Jaime Roriz (XII Forum da Criança) 1 A Mediação Familiar propõe a igualdade das oportunidades, a decisão voluntária, e uma negociação cujo fim último

Leia mais

Mediação Pré-Judicial (Mediação Prévia)

Mediação Pré-Judicial (Mediação Prévia) Mediação Pré-Judicial (Mediação Prévia) 129 Vânia M. N. Gonçalves 1 Modernamente o estudo do direito iniciou uma nova fase, com entre outros aspectos, em função da mudança do paradigma que norteia dignidade

Leia mais

Lei n.º 133/99 de 28 de Agosto

Lei n.º 133/99 de 28 de Agosto Mediação Familiar Lei n.º 133/99 de 28 de Agosto Altera a Organização Tutelar de Menores, nomeadamente através da introdução de novos artigos de que destacamos aquele que se refere à mediação Artigo 147.º

Leia mais

ANEXO AO PROTOCOLO DE SERVIÇOS

ANEXO AO PROTOCOLO DE SERVIÇOS ANEXO AO PROTOCOLO DE SERVIÇOS Unidade de Intervenção Especializada em Terapia Familiar e do Casal e Unidade de Peritagens/ Pareceres Psicológicos 1 Definição e Problemáticas Indicadas A. A Unidade de

Leia mais

Mediação de Conflitos. A mediação é um método de diálogo por excelência. Preserva o que é mais importante: As relaçoes inter-pessoais

Mediação de Conflitos. A mediação é um método de diálogo por excelência. Preserva o que é mais importante: As relaçoes inter-pessoais GUIA DA MEDIAÇÃO GUIA DA MEDIAÇÃO Mediação de Conflitos A mediação é um método de diálogo por excelência. Preserva o que é mais importante: As relaçoes inter-pessoais 2 3 GUIA DA MEDIAÇÃO A Mediação é

Leia mais

DIVÓRCIO. Portugal EUA Alguns países europeus Alterações legislativas em Espanha e França Proposta BE

DIVÓRCIO. Portugal EUA Alguns países europeus Alterações legislativas em Espanha e França Proposta BE DIVÓRCIO Portugal EUA Alguns países europeus Alterações legislativas em Espanha e França Proposta BE Portugal Modalidades possíveis: Divórcio litigioso: Violação dos deveres conjugais Ruptura da vida em

Leia mais

Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa MEDIAÇÃO FAMILIAR

Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa MEDIAÇÃO FAMILIAR Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa MEDIAÇÃO FAMILIAR Mediação Familiar Organização da aula Enquadramento histórico Conceito Princípios Processo de mediação Estratégias de mediação familiar

Leia mais

Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Guião de Entrevista N.º1

Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Guião de Entrevista N.º1 Guião de Entrevista N.º1 Apresentação e objectivo da Entrevista. Contextualização Institucional e Académica do Estudo. Relevância/Contributo Científico da Pesquisa. Consentimento Informado. A presente

Leia mais

GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS FAMÍLIA E COMUNIDADE EM GERAL

GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS FAMÍLIA E COMUNIDADE EM GERAL Manual de GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS FAMÍLIA E COMUNIDADE EM GERAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/9 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia

Leia mais

Principais problemas legais da comunidade brasileira na Noruega

Principais problemas legais da comunidade brasileira na Noruega SEMINÁRIO DE INTEGRAÇÃO DA COMUNIDADE BRASILEIRA Principais problemas legais da comunidade brasileira na Noruega Embaixada do Brasil Conselho de Cidadãos DnB NOR Novembro de 2009 All rights reserved to

Leia mais

Tabela Comparativa Mediação x Conciliação x Arbitragem

Tabela Comparativa Mediação x Conciliação x Arbitragem Tabela Comparativa Mediação x Conciliação x Arbitragem Tipo de solução de controvérsia Objeto Abordagem do conflito e objetivos Método Mediação Conciliação Arbitragem Autocomposição Autocomposição Heterocomposição

Leia mais

6. Família. O Direito Civil Português consagra um regime de plena igualdade entre os homens e as mulheres.

6. Família. O Direito Civil Português consagra um regime de plena igualdade entre os homens e as mulheres. 6. Família Quadro legal O Direito Civil Português consagra um regime de plena igualdade entre os homens e as mulheres. Se esta igualdade já há muito tinha sido conseguida para as mulheres solteiras, só

Leia mais

Curso de Mediação de Conflitos com especialização em Mediação Familiar

Curso de Mediação de Conflitos com especialização em Mediação Familiar Curso de Mediação de Conflitos com especialização em Mediação Familiar Fundamento do curso As transformações sociais, psicológicas e legais vividas no âmbito familiar levam- nos a considerar questões e

Leia mais

GUIA PRÁTICO APADRINHAMENTO CIVIL CRIANÇAS E JOVENS

GUIA PRÁTICO APADRINHAMENTO CIVIL CRIANÇAS E JOVENS Manual de GUIA PRÁTICO APADRINHAMENTO CIVIL CRIANÇAS E JOVENS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/7 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Apadrinhamento Civil Crianças

Leia mais

3. SERVIÇOS ATENDIMENTO JURISDICIONAL

3. SERVIÇOS ATENDIMENTO JURISDICIONAL ATENDIMENTO JURISDICIONAL DOCUMENTOS PARA O ATENDIMENTO Documento de identificação pessoal (identidade ou certidão de nascimento) Certidão de casamento (se for casado) CPF Comprovante de renda de até 3

Leia mais

DIREITO CIVIL DIREITO DE FAMÍLIA PROF. FLÁVIO MONTEIRO DE BARROS

DIREITO CIVIL DIREITO DE FAMÍLIA PROF. FLÁVIO MONTEIRO DE BARROS DIREITO CIVIL DIREITO DE FAMÍLIA PROF. FLÁVIO MONTEIRO DE BARROS MÓDULO I Conceito de família; Conteúdo e Conceito do Direito de Família; Natureza da Divisão; Divisão da matéria; Eficácia horizontal dos

Leia mais

01 JULHO 2014 LISBOA GJ AIP-CCI

01 JULHO 2014 LISBOA GJ AIP-CCI 01 JULHO 2014 LISBOA GJ AIP-CCI 1 CENTRO DE MEDIAÇÃO, CONCILIAÇÃO E ARBITRAGEM 2 PONTOS DA INTERVENÇÃO: SOBRE O CENTRO DE ARBITRAGEM PROPRIAMENTE DITO: GÉNESE LEGAL DESTE CENTRO ESTRUTURA ORGÂNICA ÂMBITO

Leia mais

Boas práticas de saúde e segurança no trabalho na industria química. Susana Antunes

Boas práticas de saúde e segurança no trabalho na industria química. Susana Antunes Boas práticas de saúde e segurança no trabalho na industria química 1 Lei n.º 3/2014 de 28 de janeiro regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho. Artigo 15º Obrigações gerais do empregador

Leia mais

APFN - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FAMÍLIAS NUMEROSAS

APFN - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FAMÍLIAS NUMEROSAS Excelentíssimo Senhor Provedor de Justiça A Associação Portuguesa das Famílias Numerosas, com sede Rua 3A à Urbanização da Ameixoeira, Área 3, Lote 1, Loja A, Lisboa, vem, nos termos do artigo 23º, n.º

Leia mais

O INSTITUTO DA MEDIAÇÃO E SUA APLICABILIDADE NO DIREITO DE FAMÍLIA COMO INSTRUMENTO DE CONVIVÊNCIA SOCIAL

O INSTITUTO DA MEDIAÇÃO E SUA APLICABILIDADE NO DIREITO DE FAMÍLIA COMO INSTRUMENTO DE CONVIVÊNCIA SOCIAL O INSTITUTO DA MEDIAÇÃO E SUA APLICABILIDADE NO DIREITO DE FAMÍLIA COMO INSTRUMENTO DE CONVIVÊNCIA SOCIAL ACADÊMICO: Diego Coelho Antunes Ribeiro Estudante do 7º período de Direito das Faculdades Santo

Leia mais

Josiane Mendes Batista A MEDIAÇÃO COMO FERRAMENTA NA SOLUÇÃO DE CONFLITOS EMPRESARIAIS

Josiane Mendes Batista A MEDIAÇÃO COMO FERRAMENTA NA SOLUÇÃO DE CONFLITOS EMPRESARIAIS Josiane Mendes Batista A MEDIAÇÃO COMO FERRAMENTA NA SOLUÇÃO DE CONFLITOS EMPRESARIAIS Câmara de Conciliação, Mediação e Arbitragem Empresarial Brasília-DF 2012 Josiane Mendes Batista A MEDIAÇÃO COMO FERRAMENTA

Leia mais

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa.

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa. DOCUMENTO DE CONSULTA: COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EUROPEIA SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA (2011-2014) 1 Direitos da Criança Em conformidade com o artigo 3.º do Tratado da União Europeia, a União promoverá os

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DE MINAS GERAIS CRA-MG A MEDIAÇÃO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO ORGANIZACIONAL. Sônia Ferreira Ferraz

CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DE MINAS GERAIS CRA-MG A MEDIAÇÃO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO ORGANIZACIONAL. Sônia Ferreira Ferraz CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DE MINAS GERAIS CRA-MG A MEDIAÇÃO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO ORGANIZACIONAL Sônia Ferreira Ferraz Belo Horizonte / MG Junho / 2011 CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DE

Leia mais

SISTEMA DE PROTECÇÃO PORTUGUÊS

SISTEMA DE PROTECÇÃO PORTUGUÊS SISTEMA DE PROTECÇÃO PORTUGUÊS 01 - Modelo de protecção das crianças e jovens em risco 02 - O que são as CPCJ? 03 - Qual o papel/funções do Ministério Público? 04 - Modelo de intervenção 05 - Conceito

Leia mais

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL.

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999 309 CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. Artigo 9.º (Tarefas fundamentais do Estado) São tarefas fundamentais do Estado:. a) Garantir a independência

Leia mais

ASCUDT VOLUNTARIADO REGULAMENTOS

ASCUDT VOLUNTARIADO REGULAMENTOS ASCUDT VOLUNTARIADO REGULAMENTOS ÍNDICE 1- ENQUADRAMENTO LEGAL 3 2- PRINCÍPIOS DO VOLUNTARIADO 3 3- ESTATUTO DE VOLUNTÁRIO 4 4- DIREITOS DO VOLUNTÁRIO 4 5- DEVERES DO VOLUNTÁRIO 6 6- ÂMBITO DE ACÇÃO 6

Leia mais

SEPARAÇÃO JUDICIAL CONSENSUAL

SEPARAÇÃO JUDICIAL CONSENSUAL SEPARAÇÃO JUDICIAL CONSENSUAL Rénan Kfuri Lopes A separação consensual tem regra própria regulamentada pelos artigos 1.120 a 1.124 do Código de Processo Civil que obrigatoriamente têm de ser seguidas.

Leia mais

GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS POPULAÇÃO ADULTA PESSOAS IDOSAS

GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS POPULAÇÃO ADULTA PESSOAS IDOSAS GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS POPULAÇÃO ADULTA PESSOAS IDOSAS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/10 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Respostas Sociais População

Leia mais

Pós Graduação em Arbitragem 3ª edição Módulo I: A Arbitragem e Resolução Alternativa de Conflitos Práticas: Jose Vasconcelos-Sousa

Pós Graduação em Arbitragem 3ª edição Módulo I: A Arbitragem e Resolução Alternativa de Conflitos Práticas: Jose Vasconcelos-Sousa Pós Graduação em Arbitragem Módulo 1: Práticas Negociação e Mediação Jose Vasconcelos-Sousa Método Características Negociação Mediação Arbitragem Via Judicial Decisão final tomada pelos interessados Processo

Leia mais

16.7.1 Execução de alimentos. Prisão do devedor, 394

16.7.1 Execução de alimentos. Prisão do devedor, 394 1 Introdução ao Direito de Família, 1 1.1 Compreensão, 1 1.2 Lineamentos históricos, 3 1.3 Família moderna. Novos fenômenos sociais, 5 1.4 Natureza jurídica da família, 7 1.5 Direito de família, 9 1.5.1

Leia mais

6Estabilidade. 7Justiça. 8Independência. 9Confidencialidade

6Estabilidade. 7Justiça. 8Independência. 9Confidencialidade Fazer um testamento público 1Harmonia O testamento evita brigas de família e disputas patrimoniais entre os herdeiros acerca dos bens deixados pelo falecido. 2Tranquilidade O testamento pode ser utilizado

Leia mais

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.psi.uminho.pt/ www.ardh-gi.com Esta apresentação não substitui a leitura

Leia mais

ALIENAÇÃO PARENTAL REVISTA DIGITAL LUSOBRASILEIRA SANDRA INÊS FEITOR. 29 de agosto de 2013

ALIENAÇÃO PARENTAL REVISTA DIGITAL LUSOBRASILEIRA SANDRA INÊS FEITOR. 29 de agosto de 2013 ÇÃ 1 Ficha técnica: Fundadora/proprietária: Sandra Inês Feitor Jurista, doutoranda em Direito pela Universidade Nova de Lisboa. Autora do Livro «A Síndrome de Alienação Parental e o seu Tratamento à Luz

Leia mais

casal nascimento Família casamento mediação separação acolhimento das crianças divórcio puericultura coabitação legal gravidez

casal nascimento Família casamento mediação separação acolhimento das crianças divórcio puericultura coabitação legal gravidez separação acolhimento das crianças coabitação legal casamento divórcio puericultura nascimento gravidez casal mediação Família Nós vivemos juntos, mas não queremos casar. Isso é possível? Sim. Na Bélgica,

Leia mais

Mediação - uma metodologia para facilitar os diálogos e as relações com os públicos interno e externo das organizações

Mediação - uma metodologia para facilitar os diálogos e as relações com os públicos interno e externo das organizações SEJAM BEMVINDOS! Mediação - uma metodologia para facilitar os diálogos e as relações com os públicos interno e externo das organizações Mônica Burg - Psicóloga, Mediadora, Capacitadora e Terapeuta Sueli

Leia mais

Código de Conduta. INAPA INVESTIMENTOS, PARTICIPAÇÕES E GESTÃO, S.A. (Sociedade Aberta) Sede: Rua Castilho, n.º 44 3.º andar, 1250-071 Lisboa

Código de Conduta. INAPA INVESTIMENTOS, PARTICIPAÇÕES E GESTÃO, S.A. (Sociedade Aberta) Sede: Rua Castilho, n.º 44 3.º andar, 1250-071 Lisboa Código de Conduta INAPA INVESTIMENTOS, PARTICIPAÇÕES E GESTÃO, S.A. (Sociedade Aberta) Sede: Rua Castilho, n.º 44 3.º andar, 1250-071 Lisboa Capital social: 150 000 000 Número único de pessoa colectiva

Leia mais

Desenvolvimentos da Estratégia Europeia para a Deficiência

Desenvolvimentos da Estratégia Europeia para a Deficiência Desenvolvimentos da Estratégia Europeia para a Deficiência Sofia Lourenço Unidade "Direitos das pessoas com deficiência" Comissão Europeia 2 Dezembro 2014 Palácio da Cidadela de Cascais Políticas Europeias

Leia mais

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação Saúde Escolar Secretaria Regional da Educação e Formação «Um programa de saúde escolar efectivo é o investimento de custo-benefício mais eficaz que um País pode fazer para melhorar, simultaneamente, a

Leia mais

1. QUADRO DE REFERÊNCIA

1. QUADRO DE REFERÊNCIA PROTOCOLO entre Ministério da Justiça Presidência do Conselho de Ministros APS Associação Portuguesa de Seguradores DECO Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor ACP Automóvel Clube de Portugal

Leia mais

6Estabilidade. 7Justiça. 8Independência. 9Confidencialidade

6Estabilidade. 7Justiça. 8Independência. 9Confidencialidade Fazer um testamento público 1Harmonia O testamento evita brigas de família e disputas patrimoniais entre os herdeiros acerca dos bens deixados pelo falecido. 2Tranquilidade O testamento pode ser utilizado

Leia mais

Direito de familia. Separação judicial (?) e divórcio. Arts. 1.571 a 1.582, CC. Art. 226, 6º, CF (nova redação).

Direito de familia. Separação judicial (?) e divórcio. Arts. 1.571 a 1.582, CC. Art. 226, 6º, CF (nova redação). Direito de familia Separação judicial (?) e divórcio. Arts. 1.571 a 1.582, CC. Art. 226, 6º, CF (nova redação). 1 EC nº 66/2010: Nova redação do art. 226, 6º da CF: O casamento civil pode ser dissolvido

Leia mais

Atividade de Mediação Texto Dissertativo A mediação e o conflito nas organizações

Atividade de Mediação Texto Dissertativo A mediação e o conflito nas organizações Atividade de Mediação Texto Dissertativo A mediação e o conflito nas organizações Aluno: William Borges de Souza Introdução É de grande importância entender os conflitos e procurar fazer deles uns ciclos

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA GEBALIS

CÓDIGO DE ÉTICA DA GEBALIS CÓDIGO DE ÉTICA DA GEBALIS DEZEMBRO DE 2008 PREÂMBULO O presente Código visa clarificar as normas de conduta que devem orientar os comportamentos e as atitudes de todos os Colaboradores da GEBALIS, independentemente

Leia mais

2. REDUZINDO A VULNERABILIDADE AO HIV

2. REDUZINDO A VULNERABILIDADE AO HIV 2. REDUZINDO A VULNERABILIDADE AO HIV 2.1 A Avaliação de risco e possibilidades de mudança de comportamento A vulnerabilidade ao HIV depende do estilo de vida, género e das condições socioeconómicas. Isso

Leia mais

TP.100. Política de Segurança da Informação

TP.100. Política de Segurança da Informação Manual do utilizador TP.100 Política de Segurança da Informação Órgão: Versão: 1.0 Data inicial: 2006/05/25 Última alteração: 2006/05/25 (referência) 2/8 Índice de conteúdos 1.- INTRODUÇÃO... 3 2.- INFORMAÇÃO...

Leia mais

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DA GRACIOSA ANO LETIVO 2014-2015 PLANIFICAÇÃO DE CIDADANIA (7º)

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DA GRACIOSA ANO LETIVO 2014-2015 PLANIFICAÇÃO DE CIDADANIA (7º) ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DA GRACIOSA ANO LETIVO 2014-2015 PLANIFICAÇÃO DE CIDADANIA (7º) 1º Período (26 Aulas) Identidade Pessoal As minhas principais qualidades e como se revelam importantes - Os meus

Leia mais

As Medidas Protetivas na Lei de Violência Doméstica do Paraguai e o caso brasileiro.

As Medidas Protetivas na Lei de Violência Doméstica do Paraguai e o caso brasileiro. 1 As Medidas Protetivas na Lei de Violência Doméstica do Paraguai e o caso brasileiro. Francisco de Salles Almeida Mafra Filho. 1 Sumário: Introdução. Artigo 1º. Alcance e bens protegidos. Art. 2º. Medidas

Leia mais

A violência doméstica é um problema universal que atinge milhares de pessoas, em grande número de vezes de forma silenciosa e dissimuladamente.

A violência doméstica é um problema universal que atinge milhares de pessoas, em grande número de vezes de forma silenciosa e dissimuladamente. A violência doméstica é um problema universal que atinge milhares de pessoas, em grande número de vezes de forma silenciosa e dissimuladamente. Trata-se de um problema que acontece em ambos os sexos e

Leia mais

DA GUARDA COMPARTILHADA ( Lei nº 13.058 de 22/12/2014)

DA GUARDA COMPARTILHADA ( Lei nº 13.058 de 22/12/2014) DA GUARDA COMPARTILHADA ( Lei nº 13.058 de 22/12/2014) Felícia Ayako Harada* Já tivemos oportunidade de comentar sobre o poder familiar que o Novo Código Civil trouxe em substituição ao pátrio poder. Com

Leia mais

Política de Gestão de Reclamações

Política de Gestão de Reclamações Política de Gestão de Reclamações DECLARAÇÃO DE POLÍTICA A Popular Seguros considera cada reclamação como uma oportunidade de melhorar o serviço que presta aos seus Clientes, Colaboradores e Parceiros

Leia mais

AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC)

AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC) AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC) DO CONCEITO A ADOÇÃO É UM ATO JURÍDICO EM SENTIDO ESTRITO, CUJA EFICACIA É DEPENDENTE DA AUTORIZAÇÃO JUDICIAL. NESSE CASO, CRIA UM VÍNCULO FICTÍCIO DE PATERNIDADE-

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Preâmbulo O presente Código contém as normas éticas que devem ser seguidas pelos Técnicos de Segurança e Higiene do Trabalho e os Técnicos

Leia mais

Competência do Ministério Público e das Conservatórias do Registo Civil em Processos Especiais

Competência do Ministério Público e das Conservatórias do Registo Civil em Processos Especiais CÓDIGOS ELECTRÓNICOS DATAJURIS DATAJURIS é uma marca registada no INPI sob o nº 350529 Competência do Ministério Público e das Conservatórias do Registo Civil em Processos Especiais Todos os direitos reservados

Leia mais

Ana Maria Milano Silva. A Lei sobre GUARDA COMPARTILHADA

Ana Maria Milano Silva. A Lei sobre GUARDA COMPARTILHADA Ana Maria Milano Silva É advogada, formada pela USP Atua em Jundiaí e Campo Limpo Paulista. Sua área preferida é o Direito de Família. Fez mestrado em Direito Civil com a dissertação que deu origem ao

Leia mais

TEXTO FINAL DOS PROJECTOS DE LEI N.ºS 486/X e 509/X ALTERAÇÕES AO REGIME JURÍDICO DO DIVÓRCIO. Artigo 1.º Alteração ao Código Civil

TEXTO FINAL DOS PROJECTOS DE LEI N.ºS 486/X e 509/X ALTERAÇÕES AO REGIME JURÍDICO DO DIVÓRCIO. Artigo 1.º Alteração ao Código Civil TEXTO FINAL DOS PROJECTOS DE LEI N.ºS 486/X e 509/X ALTERAÇÕES AO REGIME JURÍDICO DO DIVÓRCIO Artigo 1.º Alteração ao Código Civil Os artigos 1585.º, 1676.º, 1773.º, 1774.º, 1775.º, 1776.º, 1778.º, 1778.º-A,1779.º,

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA Na defesa dos valores de integridade, da transparência, da auto-regulação e da prestação de contas, entre outros, a Fundação Casa da Música,

Leia mais

O DÍVORCIO E A SEPARAÇÃO JUDICIAL NO BRASIL ATUAL: FACILIDADES E PROBLEMAS RESUMO

O DÍVORCIO E A SEPARAÇÃO JUDICIAL NO BRASIL ATUAL: FACILIDADES E PROBLEMAS RESUMO O DÍVORCIO E A SEPARAÇÃO JUDICIAL NO BRASIL ATUAL: FACILIDADES E PROBLEMAS Fábio Roberto Caldin 1 Rodrigo Pessoni Teófilo de Carvalho 1 Vinicius Leonam Pires Kusumota 1 Vitor Turci de Souza 1 RESUMO O

Leia mais

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site:

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: www.sei-cesucol.edu.br e-mail: sei-cesucol@vsp.com.br FACULDADE

Leia mais

IRMANDADE SANTA CASA DA MISERICÓRDIA PÓVOA DE SANTO ADRIÃO

IRMANDADE SANTA CASA DA MISERICÓRDIA PÓVOA DE SANTO ADRIÃO IRMANDADE DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DA PÓVOA DE SANTO ADRIÃO Regulamento Interno para o Voluntariado REGULAMENTO INTERNO PARA O VOLUNTARIADO Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito de Aplicação

Leia mais

Princípios orientadores da recuperação extrajudicial de devedores

Princípios orientadores da recuperação extrajudicial de devedores Princípios orientadores da recuperação extrajudicial de devedores 1 Princípios orientadores da recuperação extrajudicial de devedores O procedimento extrajudicial de recuperação de devedores permite que,

Leia mais

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DESPACHO N.º 5/2010 O Regulamento Tarifário do Sector do Gás Natural (RT), com a última redacção que lhe foi dada pelo Despacho n.º 4 878/2010, publicado no

Leia mais

A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações

A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações PSICOLOGIA APLICADA A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações Os níveis de intervenção vão desde

Leia mais

PROTOCOLO DE CRIAÇÃO. 10 de Maio de 2006

PROTOCOLO DE CRIAÇÃO. 10 de Maio de 2006 PROTOCOLO DE CRIAÇÃO 10 de Maio de 2006 Quem é parte no Protocolo? A criação do Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Dívidas Hospitalares CIMADH é iniciada através de um Protocolo promovido pelo

Leia mais

Novas regras na habitação

Novas regras na habitação Novas regras na habitação PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA SEGUNDA-FEIRA, 7 DE JANEIRO DE 2013 POR JM A lei n.º 59/2012, de novembro, cria salvaguardas para os mutuários de crédito à habitação e altera o decreto-lei

Leia mais

Áreas de Desenvolvimento Pessoal

Áreas de Desenvolvimento Pessoal Renovação do Programa para Jovens (Aprovado na XLII Conferência Nacional) Áreas de Desenvolvimento Pessoal: A XLII Conferência Nacional da AEP, no âmbito do processo em curso de renovação do Programa para

Leia mais

Estímulo Emprego. Promotores

Estímulo Emprego. Promotores Estímulo Emprego Apoio financeiro aos empregadores que celebrem contratos de trabalho a termo certo por prazo igual ou superior a 6 meses ou contratos de trabalho sem termo, a tempo completo ou a tempo

Leia mais

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO N.º ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para concretizar eficiência os objectivos do serviço e as tarefas e que lhe são solicitadas. com eficácia e 1

Leia mais

Código Deontológico. (Inserido no Estatuto da OE republicado como anexo pela Lei n.º 111/2009 de 16 de Setembro)

Código Deontológico. (Inserido no Estatuto da OE republicado como anexo pela Lei n.º 111/2009 de 16 de Setembro) Código Deontológico (Inserido no Estatuto da OE republicado como anexo pela Lei n.º 111/2009 de 16 de Setembro) SECÇÃO II Do código deontológico do enfermeiro Artigo 78.º Princípios gerais 1 - As intervenções

Leia mais

TERAPIA MOTIVACIONAL SISTÊMICA APLICADA ÁS FAMILIAS

TERAPIA MOTIVACIONAL SISTÊMICA APLICADA ÁS FAMILIAS TERAPIA MOTIVACIONAL SISTÊMICA APLICADA ÁS FAMILIAS XXI ABEAD - RECIFE ROBERTA PAYÁ ROBERTAPAYA@HOTMAIL.COM TERAPIA MOTIVACIONAL SISTÊMICA PARA O TRANSTORNO DO ABUSO DE SUBSTANCIAS Um Modelo Integrativo

Leia mais

Empreendedorismo e Segurança Jurídica. António Raposo Subtil Raposo Subtil & Associados Sociedade de Advogados, RL

Empreendedorismo e Segurança Jurídica. António Raposo Subtil Raposo Subtil & Associados Sociedade de Advogados, RL Empreendedorismo e Segurança Jurídica António Raposo Subtil Raposo Subtil & Associados Sociedade de Advogados, RL Empreendedorismo a criação/investimento num ambiente de risco acrescido.. Empreendedorismo

Leia mais

DEBATE SOBRE HOMOAFETIVIDADE. Ms. Raquel Schöning; Ms Anna Lúcia Mattoso Camargo; Ms. Gislaine Carpena e Ms. Adriana Bina da Silveira.

DEBATE SOBRE HOMOAFETIVIDADE. Ms. Raquel Schöning; Ms Anna Lúcia Mattoso Camargo; Ms. Gislaine Carpena e Ms. Adriana Bina da Silveira. DEBATE SOBRE HOMOAFETIVIDADE Ms. Raquel Schöning; Ms Anna Lúcia Mattoso Camargo; Ms. Gislaine Carpena e Ms. Adriana Bina da Silveira. Temáticas: Casamento União estável: efeitos (Bina); Novas famílias

Leia mais

PROGRAMA: A FAMÍLIA (1º ano do 1º ciclo)

PROGRAMA: A FAMÍLIA (1º ano do 1º ciclo) PROGRAMA: A FAMÍLIA (1º ano do 1º ciclo) Duração: 5 Sessões (45 minutos) Público-Alvo: 6 a 7 anos (1º Ano) Descrição: O programa A Família é constituído por uma série de cinco actividades. Identifica o

Leia mais

ESTRUTURA DE FINANCIAMENTO UMA PANORÂMICA GERAL DAS ALTERNATIVAS DE FINANCIAMENTO

ESTRUTURA DE FINANCIAMENTO UMA PANORÂMICA GERAL DAS ALTERNATIVAS DE FINANCIAMENTO AF- 1 ESTRUTURA DE FINANCIAMENTO UMA PANORÂMICA GERAL DAS ALTERNATIVAS DE FINANCIAMENTO 1. TIPOS DE FINANCIAMENTO AF- 2 Introdução: Capital alheio Capital Próprio Títulos Híbridos Diferenças CA/CP: Tipo

Leia mais

PARECERES Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados

PARECERES Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados CONSULTA N.º 33/2008 Conflito de Interesses CONSULTA Veio o Senhor Advogado, Dr...., titular da cédula profissional n.º..., solicitar a pronúncia do, quanto à seguinte questão: Em 1998, o Senhor Advogado

Leia mais

UNIVERSIDADE DE MACAU FACULDADE DE DIREITO

UNIVERSIDADE DE MACAU FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE DE MACAU FACULDADE DE DIREITO DIREITO DA FAMÍLIA E DAS SUCESSÕES DISCIPLINA DO 4 ANO DA LICENCIATURA EM DIREITO EM LÍNGUA PORTUGUESA PLANO DE CURSO ANO LECTIVO DE 2010/2011 Regente: Manuel

Leia mais

Estatuto das Familias

Estatuto das Familias Estatuto das Familias Princípios: a dignidade da pessoa humana, a solidariedade familiar, a igualdade de gêneros, de filhos e das entidades familiares, a convivência familiar, o melhor interesse da criança

Leia mais

Michel Ungar (2008) pesquisador canadense

Michel Ungar (2008) pesquisador canadense Michel Ungar (2008) pesquisador canadense Resiliência é resultante daquilo que cada comunidade define como saudável e socialmente aceito, de acordo com a sua cultura e a sua capacidade em promover recursos

Leia mais

APADRINHAMENTO. Normas do Programa de Apadrinhamento

APADRINHAMENTO. Normas do Programa de Apadrinhamento APADRINHAMENTO O programa de apadrinhamento da Fundação Salesianos, através do seu Programa Dom Bosco Projeto Vida, é uma iniciativa de angariação de padrinhos/madrinhas que, individualmente ou em grupo,

Leia mais

COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO

COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO DEFINIÇÕES OPERACIONAIS E INDICADORES COMPORTAMENTAIS Pag. 1 Elaborada por Central Business Abril 2006 para o ABRIL/2006 2 COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO

Leia mais

«Conta-nos: Voluntariado pelos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio»

«Conta-nos: Voluntariado pelos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio» Regulamento «Conta-nos: Voluntariado pelos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio» 1. Promotor O Projecto de apoio a implementação do Programa Nacional de Voluntariado de Cabo Verde (PNV), executado

Leia mais

12 de Setembro de 05

12 de Setembro de 05 REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL LEI N. o 12/2005 12 de Setembro de 05 Regime Jurídico dos Bens Imóveis II Parte: Arrendamento entre Particulares O presente diploma vem dar seguimento

Leia mais

Banco Local de Voluntariado de Gondomar

Banco Local de Voluntariado de Gondomar Regulamento Interno do Banco Local de Voluntariado de Gondomar (Aprovado em reunião de Câmara de 12 de Fevereiro e Assembleia Municipal de 18 de Fevereiro de 2009) Preâmbulo Entende-se por voluntariado

Leia mais

Definição de Business Angel

Definição de Business Angel BUSINESS ANGELS CLUB ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE INVESTIDORES EM START-UPS CÓDIGO DE CONDUTA Definição de Business Angel Os Business Angels são investidores individuais que investem, directamente ou através

Leia mais

Fundo de Garantia Automóvel. Fundo de Garantia Automóvel

Fundo de Garantia Automóvel. Fundo de Garantia Automóvel INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL Rigor e Transparência Rigor e Transparência COSTUMAMOS DIZER NO FGA QUE O UTENTE, AINDA QUE NÃO TENHA RAZÃO, É A RAZÃO DA NOSSA EXISTÊNCIA E DIZEMOS TAMBÉM QUE UM PROCESSO

Leia mais

PRINCÍPIOS BÁSICOS E ORIENTADORES

PRINCÍPIOS BÁSICOS E ORIENTADORES ÍNDICE PREFÁCIO par. pág. Razão de ser 1-3 13 Os objectivos 4-5 13 A origem 6-8 13 Agradecimentos: aos redactores 9 14 Agradecimentos: aos patrocinadores 10 14 Aos destinatários 11 14 ONDE COMEÇA O MANUAL

Leia mais

Convenção de Mediação. I. Nome:, estado civil:, capacidade:, titular do bilhete de identidade n.º: II. Nome:, estado civil:, capacidade:,

Convenção de Mediação. I. Nome:, estado civil:, capacidade:, titular do bilhete de identidade n.º: II. Nome:, estado civil:, capacidade:, Convenção de Mediação Entre: I. Nome:, estado civil:, capacidade:, titular do bilhete de identidade n.º:, contribuinte fiscal n.º:, residente em: ; II. Nome:, estado civil:, capacidade:, titular do bilhete

Leia mais

Código Europeu de Conduta para Mediadores

Código Europeu de Conduta para Mediadores Código Europeu de Conduta para Mediadores Durante o ano de 2002 a Comissão Europeia, a convite do Conselho de Ministros da Justiça e dos Assuntos Internos, apresentou um Livro Verde sobre os modos alternativos

Leia mais

Novas regras para insolvência avançam em Maio, mas falta regular actividade dos gestores.

Novas regras para insolvência avançam em Maio, mas falta regular actividade dos gestores. Administradores de insolvência ainda sem estatuto Novas regras para insolvência avançam em Maio, mas falta regular actividade dos gestores. Económico, 23-04-12 As novas regras para o processo de insolvência

Leia mais

Aprender a Educar Programa para Pais

Aprender a Educar Programa para Pais Aprender a Educar Programa para Pais 10ª Edição 2014 Ser Pai e Mãe é um desafio constante! O Programa APRENDER A EDUCAR é uma iniciativa da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa

Leia mais

Aprender a Educar Programa para Pais

Aprender a Educar Programa para Pais Aprender a Educar Programa para Pais 10ª Edição 2014 Ser Pai e Mãe é um desafio constante! O Programa APRENDER A EDUCAR é uma iniciativa da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa

Leia mais

Aprovado por Despacho do Senhor Secretário de Estado dos Transportes, de 25 de Maio de 2000 e Despacho do Senhor Secretário de Estado do Tesouro e

Aprovado por Despacho do Senhor Secretário de Estado dos Transportes, de 25 de Maio de 2000 e Despacho do Senhor Secretário de Estado do Tesouro e ESTATUTO DO PESSOAL Aprovado por Despacho do Senhor Secretário de Estado dos Transportes, de 25 de Maio de 2000 e Despacho do Senhor Secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, de 6 de Julho de 2000.

Leia mais

Serviço que organiza o acolhimento, em residências de famílias acolhedoras cadastradas, de crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por

Serviço que organiza o acolhimento, em residências de famílias acolhedoras cadastradas, de crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por Serviço que organiza o acolhimento, em residências de famílias acolhedoras cadastradas, de crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por meio de medida protetiva (ECA, Art. 101), em função

Leia mais

Princípios de Bom Governo

Princípios de Bom Governo Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita O CHC, E.P.E. rege-se pelo regime jurídico aplicável às entidades públicas empresariais, com as especificidades previstas

Leia mais

Estratégia Empresarial. Capítulo 6 Integração Vertical. João Pedro Couto

Estratégia Empresarial. Capítulo 6 Integração Vertical. João Pedro Couto Estratégia Empresarial Capítulo 6 Integração Vertical João Pedro Couto Natureza da integração vertical A integração vertical consiste na execução de várias funções da cadeia operacional sob a égide de

Leia mais

L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010

L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010 L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010 Projecto DECISÃO N. o / DO CONSELHO DE ASSOCIAÇÃO instituído pelo Acordo Euro-Mediterrânico que cria uma associação entre as Comunidades Europeias e

Leia mais

Grupo de Trabalho Internacionalização e Desenvolvimento (I&D) PROJECTO DE RELATÓRIO 25 de Agosto de 2011

Grupo de Trabalho Internacionalização e Desenvolvimento (I&D) PROJECTO DE RELATÓRIO 25 de Agosto de 2011 Grupo de Trabalho Internacionalização e Desenvolvimento (I&D) PROJECTO DE RELATÓRIO 25 de Agosto de 2011 SUMÁRIO 1.OS CINCO PONTOS DE CONSENSO E TRÊS CENÁRIOS APRESENTADOS A SEGUIR FORAM NEGOCIADOS APÓS

Leia mais