Secundário Cursos Cientifico-humanísticos

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1 Planificações Ano letivo 2014/2015 Secundário Cursos Cientifico-humanísticos CURSOS 10º ANO 11º ANO 12º ANO Formação Geral Formação Geral Formação Geral Português Português Todos Filosofia Inglês Filosofia Inglês Português Educação Física Educação Física Educação Física Formação Específica Formação Específica Formação Específica Matemática A Ciências e Tecnologias Matemática A Biologia e Geologia Física e Química Geometria Descritiva Matemática A Biologia e Geologia Física e Química Biologia Física Química Psicologia B Inglês API B Artes Visuais Desenho Geometria Descritiva História e Cultura das Artes Matemática B Desenho Geometria Descritiva História e Cultura das Artes Matemática B Desenho Oficina de Arte Materiais e Tecnologias Línguas e Humanidades História A Geografia A Alemão Literatura Portuguesa MACS História A Geografia A Literatura Portuguesa MACS História A Psicologia B Geografia C Direito Inglês Matemática A Matemática A Matemática A Ciências Socioeconómicas Economia A Geografia A Economia A Geografia A Economia C API B História B Sociologia Educação Moral e Religiosa Educação Moral e Religiosa Educação Moral e Religiosa

2 ESCOLA SECUNDÁRIA FRANCISCO DE HOLANDA PLANIFICAÇÃO DO 10º ANO DE PORTUGUÊS ANO LETIVO DE Objetivos Gerais Competências de comunicação Estratégica Formação para a Cidadania Mobilizar conhecimentos prévios; Antecipar conteúdos a partir de vários indícios; Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto; Determinar a intencionalidade comunicativa; Apreender os sentidos do texto; Distinguir factos de sentimentos e opiniões; Distinguir o essencial do acessório; Programar a produção escrita e oral, observando as fases de planificação, execução e avaliação; Aplicar regras de textualidade; Produzir textos de diferentes matrizes discursivas; Exprimir sentimentos e opiniões; Refletir sobre o funcionamento da língua; Aplicar as regras do funcionamento da língua; Adequar o discurso à situação comunicativa; Utilizar técnicas de pesquisa em vários suportes; Aplicar regras de tomada de notas; Organizar a informação recolhida; Desenvolver a capacidade de estabelecer relações com os outros, na base do respeito, confiança e cooperação; Desenvolver o espírito crítico. Componentes: Linguística Discursiva/textual Sociolinguística Estratégica Competências: Leitura Compreensão escrita Expressão escrita Compreensão oral Expressão oral Funcionamento da Língua Leitura e escuta adequadas ao tipo de texto e finalidade; Seleção e organização da informação; Operações de planificação, execução e avaliação da escrita e da oralidade; Pesquisa em vários suportes; Produção de sínteses / resumos. Respeito pela cooperação com os outros; Respeito, com sentido crítico, pelas instituições públicas; Conhecimento de si e dos outros; Apresentação e defesa de opiniões; Desenvolvimento do espírito crítico / do sentido da responsabilidade / da autonomia / do espírito de iniciativa; Reconhecimento do direito à diferença. Página 1 de 8

3 Sequência de Ensino Aprendizagem zero 4 aulas - de 16 a 30 de setembro Objetivos específicos Conteúdos Modos de operacionalização Materiais Avaliação Refletir sobre a língua portuguesa; Definir objetivos; Refletir sobre as modalidades e critérios de avaliação; Estabelecer formalmente compromissos; Escrever com correção ortográfica, morfológica e sintática; Identificar técnicas fundamentais de escrita; Aplicar corretamente regras básicas de pontuação. Os objetivos / competências da disciplina; Avaliação ( modalidades, instrumentos e critérios); O contrato de leitura e escrita; Textos dos Media: a crónica Funcionamento da língua: Relações lexicais / semânticas (homografia, homofonia, homonímia, paronímia, sinonímia, antonímia, polissemia, hiperonímia, hiponímia, holonímia, meronímia); Classes e subclasses de palavras; Modos e tempos verbais; Funções sintáticas (sujeito e complemento direto, indireto, agente da passiva, predicativo do sujeito e predicativo do complemento direto); Orações coordenadas e subordinadas. Realização de atividades de diagnóstico; Audição de documentos; Interação oral; Elaboração do contrato de leitura; Leitura global e seletiva; Organização da informação; Exercícios de pontuação. Ficha de avaliação diagnóstica; Contrato de leitura e escrita; Textos do manual adotado Entre Margens da Porto Editora; Fichas de funcionamento da língua. Diagnóstica Observação direta Diálogo interativo. Página 2 de 8

4 Objetivos específicos Conteúdos Modos de operacionalização Materiais Avaliação Distinguir o essencial do acessório; Determinar a intencionalidade comunicativa; Programar a produção escrita, observando as fases de planificação, execução e avaliação; Leitura seletiva, global, analítica e crítica; Diálogo interativo; Trabalho de grupos; Tomada de notas e organização da informação; Textos do manual adotado; informati- Fichas vas;. Instrumentos: Observação direta; Questionários orais e escritos; Grelhas de observação/avaliação; Produzir textos dos domínios transacionais e educativos / utilitários; Aplicar técnicas de condensação linguística; Produzir exposições orais com guião; Refletir sobre o funcionamento da língua; Aplicar regras de funcionamento da língua. Exposição oral/entrevista, partindo de esquemas / informação selecionada; Realização de exercícios de aplicação de conteúdos gramaticais; Oficina de Escrita ** Contrato de Leitura ** (** Atividades a desenvolver ao longo do ano letivo).. Meios e suportes audiovisuais. Fichas de avaliação de: Leitura e funcionamento da língua; Compreensão / expressão oral; Compreensão / expressão escrita; Leitura Contratual. Página 3 de 8

5 Sequência de Aprendizagem aulas de 1 de outubro a 16 de dezembro Objetivos específicos Conteúdos Modos de operacionalização Materiais Avaliação Descrever e interpretar imagens; Identificar a função da imagem relativamente ao texto; Desenvolver capacidades de análise de um texto narrativo; Aprofundar conhecimentos sobre as categorias da narrativa; Explicitar a dimensão estética da língua; Refletir sobre o funcionamento da língua, perspetivando o aperfeiçoamento das expressões oral e escrita; Aplicar regras do funcionamento da língua. Relação entre textos e imagens Contos de autores do século XX Categorias da narrativa: Ação (intriga / sequências narrativas); Personagens (função/ relevo); Espaço (físico/sociocultural); Tempo da história; Narrador (ausente/ presente); Funcionamento da língua: Atos ilocutórios; Coerência e coesão; Conectores e marcadores discursivos Discurso direto/indireto e indireto livre. Leitura de imagens; Leitura seletiva, global, analítica e crítica; Reconto oral; Oficina de escrita **: Produção de textos orientados e criativos; Exercícios de planificação, textualização e revisão. Elaboração de um conto; (** Atividades a desenvolver ao longo do ano letivo) Textos do manual adotado; Meios e suportes audiovisuais; Internet; Fichas informativas. Instrumentos: Observação direta; Questionários orais e escritos; Grelhas de observação/avaliação; Fichas de avaliação de: Leitura e funcionamento da língua; Compreensão / expressão oral; Compreensão / expressão escrita. Página 4 de 8

6 Sequência de Ensino Aprendizagem 2 14 aulas - de 5 de janeiro a 28 de fevereiro Objetivos específicos Conteúdos Modos de operacionalização Materiais Avaliação Descrever e interpretar imagens; Identificar marcas de carácter autobiográfico; Relatar vivências e experiências; Desenvolver a capacidade de autoanálise, conhecimento e aceitação do outro; Produzir textos de carácter autobiográfico, observando as fases de planificação, execução e avaliação; Refletir sobre o funcionamento da língua; Aplicar regras do funcionamento da língua. Textos de carácter autobiográfico; Tipos de texto: carta formal; cartas familiares; memórias; retrato e autorretrato; autobiografia; diários. Funcionamento da língua: Deícticos; Registo forma / Informal; Descrição e interpretação de imagens; Escuta seletiva e organização da informação; Antecipação de sentidos a partir de vários indícios: títulos, imagens, ; Leitura seletiva, global, recreativa, analítica e crítica; Relatos de experiências / vivências; Elaboração de cartas; (** Atividades a desenvolver ao longo do ano letivo) Textos do manual adotado; informati- Fichas vas; Oficina de escrita **: textos orientados e criativos. Redação orientada de textos de carácter autobiográfico. Meios e suportes audiovisuais. Instrumentos: Observação direta; Questionários orais e escritos; Grelhas de observação/avaliação; Fichas de avaliação de: Leitura e funcionamento da língua; Compreensão / expressão oral; Compreensão / expressão escrita; Leitura Contratual. Página 5 de 8

7 Sequência de Ensino Aprendizagem 2 (Continuação) Objetivos específicos Conteúdos Modos de operacionalização Materiais Avaliação Conhecer aspetos gerais da poesia de Camões; Identificar o tema e o desenvolvimento temático; Captar os mundos imaginários sugeridos pela experiência estética; Identificar os elementos do processo figurativo; Refletir sobre o funcionamento da língua; Aplicar regras do funcionamento da língua; Camões Lírico Aspetos gerais da poesia de Camões; Reflexão do eu lírico face à vida; Recursos expressivos: Metáfora, paralelismo, antítese, personificação, interrogação retórica, apóstrofe, hipérbole, enumeração Noções de versificação; Funcionamento da língua: Campo lexical Leitura para informação e estudo; Escuta seletiva e organização da informação; Leitura seletiva, global, analítica e crítica; Registo de notas e organização da informação; Oficina de escrita **: Textos orientados e criativos. Elaboração de resumos e sínteses. Leitura Contratual ** (** Atividades a desenvolver ao longo do ano letivo) Textos do manual adotado; Fichas informativas; Meios e suportes audiovisuais. Instrumentos: Observação direta; Questionários orais e escritos; Grelhas de observação/avaliação; Fichas de avaliação de: Leitura e funcionamento da língua; Compreensão / expressão oral; Compreensão / expressão escrita; Leitura Contratual. Programar a produção escrita. Página 6 de 8

8 Sequência de Ensino Aprendizagem 3 6 aulas - de 2 a 20 de março Objetivos específicos Conteúdos Modos de operacionalização Materiais Avaliação Desenvolver métodos e técnicas de pesquisa e tratamento da informação; Captar os mundos imaginários sugeridos pela experiência estética; Reconhecer e interpretar a expressão pessoal e o posicionamento do sujeito poético; Detetar elementos estruturadores de sentido; Identificar recursos estético-estilísticos; Aperfeiçoar a expressão escrita; Aplicar regras do funcionamento da língua. Poetas do séc. XX Recursos expressivos: Metáfora, paralelismo, antítese, personificação, interrogação retórica, apóstrofe, hipérbole, enumeração Funcionamento língua: Campo semântico. da Escuta seletiva e organização da informação; Antecipação de sentidos a partir de vários indícios: títulos, imagens, ; Leitura seletiva, global, recreativa, analítica e crítica; Leitura expressiva de poemas; Oficina de escrita ** Contrato de leitura ** (** Atividades a desenvolver ao longo do ano letivo) Textos do manual adotado; Fichas informativas; Meios e suportes audiovisuais. Instrumentos: Observação direta; Questionários orais e escritos; Grelhas de observação/avaliação; Fichas de avaliação de: Leitura e funcionamento da língua; Compreensão / expressão oral; Compreensão / expressão escrita; Leitura Contratual. Página 7 de 8

9 Sequência de Ensino Aprendizagem 4 10 aulas - de 11 de maio a 12 de junho Objetivos específicos Conteúdos Modos de operacionalização Materiais Avaliação Identificar os diferentes códigos e funções que enformam os diferentes textos dos Media; Refletir sobre a função desses códigos na produção de sentidos; Refletir sobre o papel e as responsabilidades dos Media na formação dos cidadãos Refletir sobre o funcionamento da língua; Aplicar regras do funcionamento da língua. Textos dos Media: Artigo científico; Crónica literária Textos informativos diversos; Textos utilitários: Declaração; Regulamento; Requerimento; Relatório. Funcionamento da língua: Escuta seletiva e organização da informação; Antecipação de sentidos a partir de vários indícios: títulos, imagens, ; Leitura seletiva, global, recreativa, analítica e crítica; Planificação e realização de entrevistas; Oficina de escrita ** Contrato de leitura** (** Atividades a desenvolver ao longo do ano letivo) Textos do adotado; manual Fichas informativas; Meios e suportes audiovisuais. Instrumentos: Observação direta; Questionários orais e escritos; Grelhas de observação/avaliação; Fichas de avaliação de: Leitura e funcionamento da língua; Compreensão / expressão oral; Compreensão / expressão escrita; Leitura Contratual. Tipologias textuais. Página 8 de 8

10 Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Planificação do 11º Ano Português Ano letivo 2014/2015 Manual Adotado Expressões Porto Editora SEA 0 TEMPO: Diagnose Ficha de Orientação de Leitura / Sugestões de Leitura Contrato de Leitura e escrita 2/3 blocos de 90 m/ De 15 a 25 de setembro Competências visadas De comunicação: componentes linguística, discursiva/textual, sociolinguística, estratégica. Estratégica: estratégias de leitura e de escuta adequadas ao tipo de texto e à finalidade; seleção e organização da informação; operações de planificação, execução e avaliação da escrita e da oralidade. Formação para a Cidadania: respeito por e cooperação com os outros; conhecimento de si e dos outros; apresentação e defesa de opiniões; construção de uma identidade cultural; desenvolvimento do espírito crítico. 1

11 SEA 0 OBJETIVOS CONTEÚDOS MODOS DE OPERACIONALIZAÇÃO TEXTOS/MATERIAIS Mobilizar conhecimentos prévios Antecipar conteúdos a partir de indícios vários Ler com fluência Utilizar diferentes estratégias de escuta e de leitura Determinar a intencionalidade comunicativa Apreender os sentidos dos textos Programar a produção da escrita e da oralidade observando as fases de planificação, execução, avaliação Dominar as técnicas fundamentais da escrita compositiva Apreender criticamente o significado e a intencionalidade de textos escritos Tipos de Texto: comunicado e reclamação Leitura Expressão Escrita Texto de opinião Funcionamento da Língua Significado Pontuação Classes de palavras Atos ilocutórios Campo lexical Verbo (classe, modo e valor modal) Formação de palavras Polissemia Funções sintáticas Divisão e classificação de orações/frases Coesão Deixis Elaboração de um contrato de leitura e escrita Realização de atividades de diagnóstico AVALIAÇÃO Diagnóstica Formativa Informação Caderno diário Ficha de orientação de leitura Sugestões de leitura Contrato de leitura e escrita Selecionar estratégias adequadas ao objetivo da leitura Adequar o discurso ao objetivo 2

12 comunicativo, ao assunto e ao interlocutor Exprimir pontos de vista Reconhecer o valor estético da língua Aplicar as regras da textualidade Escrever com correção ortográfica, morfológica e sintática Usar vocabulário apropriado e preciso Aplicar corretamente regras básicas de pontuação Aplicar as regras do funcionamento da língua Desenvolver a capacidade de estabelecer relações com os outros, com base no respeito, confiança e cooperação Fomentar a capacidade de conhecimento de si e dos outros Incrementar o espírito crítico 3

13 SEA 1 e 2 Textos do domínio transacional e educativo Reclamação / Comunicado Textos dos media Artigo de apreciação crítica / Editorial TEMPO: 4 blocos de 90 m / de 24 de setembro a 8 de outubro Competências visadas De comunicação: componentes linguística, discursiva/textual, sociolinguística, estratégica. Estratégica: estratégias de leitura e de escuta adequadas ao tipo de texto e à finalidade; seleção e organização da informação; operações de planificação, execução e avaliação da escrita e da oralidade. Formação para a Cidadania: respeito por e cooperação com os outros; conhecimento de si e dos outros; apresentação e defesa de opiniões; construção de uma identidade cultural; desenvolvimento do espírito crítico. SEA 1 OBJETIVOS CONTEÚDOS MODOS DE OPERCIONALIZAÇÃO TEXTOS/MATERIAIS Mobilizar conhecimentos prévios Antecipar conteúdos a partir de indícios vários Tipos de Texto Carta de reclamação Comunicado Artigo de apreciação crítica Leitura Carta de reclamação Comunicado Leitura de imagem (cartoon, Seja responsável, reclame!(pág.29) Carta de reclamação Exigência de substituição de telemóvel com defeito (pág.31) 4

14 Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto Utilizar diferentes estratégias de escuta e de leitura Determinar a intencionalidade comunicativa Apreender os sentidos dos textos Distinguir o essencial do acessório Programar a produção da escrita observando as fases de planificação, execução, avaliação Produzir textos dos domínios transacional e educativo Aplicar as regras da textualidade Adequar o discurso à situação comunicativa Editorial Funcionamento da Língua Paratexto Registos de língua Deixis Atos ilocutórios Relações de forma entre palavras Campo lexical Divisão e classificação de orações/ frases Pontuação Coesão Funções sintáticas Polissemia Classes de palavras Tipologias textuais BD) Textos dos media: artigo de apreciação crítica, crónica e editorial Textos informativos sobre textos dos media Compreensão Oral Programas radiofónicos Expressão Oral Reclamação/protesto Exposição oral Leitura de imagem Comunicado Apresentação de ideias e conclusões Expressão Escrita Carta de reclamação (Oficina de escrita) Reclamação/protesto (Livro de reclamações) Comunicado Texto de opinião Um livro de reclamações em cada Canto(pág.33) 25 de novembro Dia Internacional Contra a Violência Contra as Mulheres (pág.41) Curto-circuito (cartoon)(pág.59) O verão verdadeiro(pág.74) Não nos podemos esquecer(pag.80) Programa radiofónico: Pensamento Cruzado Redes Sociais Virtuais (pág.60) Apanhados na rede (pág.83) Editorial(pág.85) Informação Reclamação Comunicado Editorial Artigo de apreciação crítica Refletir sobre o funcionamento da língua Aplicar as regras do funcionamento da língua Desenvolver a capacidade de estabelecer relações com os outros, com AVALIAÇÃO Formativa: Ficha formativa 1 (Manual) Fichas de trabalho 1, 2 e 3 5

15 base no respeito, confiança e cooperação Reconhecer a importância da participação cívico-política da comunidade local, regional e nacional (Livro do Professor Ficha formativa 2 (Manual) Fichas de trabalho 4, 5 e 6 (Livro do Professor) Sumativa SEA 2 Texto argumentativo Discurso político Sermão de Santo António aos Peixes, Padre António Vieira TEMPO: 20 blocos de 90 m / de 9 de outubro a 16 de dezembro Competências visadas De comunicação: componentes linguística, discursiva/textual, sociolinguística, estratégica. Estratégica: estratégias de leitura e de escuta adequadas ao tipo de texto e à finalidade; seleção e organização da informação; operações de planificação, execução e avaliação da escrita e da oralidade. Formação para a Cidadania: respeito por e cooperação com os outros; conhecimento de si e dos outros; apresentação e defesa de opiniões; construção de uma identidade cultural; desenvolvimento do espírito crítico. SEA 2 OBJETIVOS CONTEÚDOS MODOS DE OPERCIONALIZAÇÃO TEXTOS/MATERIAS 6

16 Mobilizar conhecimentos prévios Tipos de Texto Antecipar conteúdos a partir de indícios vários Utilizar diferentes estratégias de escuta e de leitura Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto Determinar a intencionalidade comunicativa Apreender os sentidos dos textos Utilizar vários tipos de argumentos Reconhecer formas de argumentação, persuasão e manipulação Identificar uma tese Reconhecer a estrutura canónica de base da argumentação (tese, antítese, síntese) Utilizar os conectores predominantes no texto argumentativo Reconhecer a dimensão estética da língua Contactar com autores do Património Cultural Português Tipos de texto Texto expositivo-argumentativo Texto argumentativo Discurso político Texto publicitário Verbetes de dicionários e enciclopédias Sermão Crónica Funcionamento da Língua Verbo (tempos e valor modal) Recursos estilísticos Leitura Leitura de imagem (BD, cartoon, anúncios publicitários) Texto expositivoargumentativo Discurso político Sermão de Santo António (excertos) Crónica Leitura do poema António Vieira de Fernando Pessoa Leitura para informação e estudo Pesquisa sobre Vieira e a época em que viveu Leitura e análise do Sermão do Sermão de Santo António aos Peixes Compreensão Oral Discurso político Composições musicais barrocas Programa radiofónico Audição de entrevista a Padre António Vieira Sermão de Santo António Tema musical Expressão Oral Apresentação de ideias e opiniões A arte de falar Economia de palavras Avassaladora onda de palavras Sempre conectados ou dependentes? O poder é da palavra Discurso do Presidente da República na 33ª Sessão Comemorativa do 25 de Abril Leve grandes sermões por quase nada (anúncio publicitário) Sermão (verbete de dicionário) Sermão (verbete de enciclopédia) Composições musicais barrocas O Barroco Programa radiofónico: Pregar aos peixes Sermão de Santo António Capítulo 1 Sermão de Santo António Capítulo II (excertos) Sermão de Santo António Capítulo III (excertos) Sermão de Santo António Capítulo IV (excertos) 7

17 Programar a produção da escrita e da oralidade observando as fases de planificação, execução, avaliação Aplicar as regras da textualidade Refletir sobre o funcionamento da língua Aplicar as regras do funcionamento da língua Adequar o discurso à situação comunicativa Utilizar técnicas de pesquisa em vários suportes Aplicar regras de tomada de notas Organizar a informação recolhida Desenvolver a capacidade de conhecimento e aceitação do outro Desenvolver capacidades de atuação democrática e solidária Paratexto Formas de tratamento Campo lexical Classes de palavras Polissemia Coesão Deixis Prosódia Processos fonológicos Funções sintáticas Divisão e classificação de orações/frases Atos ilocutórios Tipologias textuais Leitura de imagem Exposição oral Expressão Escrita Síntese Texto expositivo (Oficina de escrita) Artigo de apreciação crítica (Oficina de escrita) Texto argumentativo (Oficina de escrita) Elaboração do plano guia do texto em função da estratégia argumentativa utilizada Leitura e análise do Sermão do Sermão de Santo António aos Peixes Avaliação Formativa: Ficha formativa 2 (Manual) Fichas de trabalho 7, 8,9,19 e 20 (Livro do Professor) Sumativa Tema musical: Coro dos Tribunais Sermão de Santo António Capítulo V (excertos) Os potentinhos portugueses Sermão de Santo António Capítulo VI) Este país não é para corruptos Informação Texto argumentativo Padre António Vieira: O imperador da língua portuguesa O Sermão de Santo António aos Peixes: pela defesa da liberdade dos indígenas Textos informativos Os sermões de Vieira O mais conhecido dos sermões de Vieira: O Sermão de Santo António aos Peixes PowerPoint didático O sermão: temas, estrutura e objetivos SEA 3 8 Texto Dramático Frei Luís de Sousa, Almeida Garrett

18 TEMPO: 12 blocos de 90 m / De 5 de janeiro a 13 de fevereiro Competências visadas De comunicação: componentes linguística, discursiva/textual, sociolinguística, estratégica. Estratégica: estratégias de leitura e de escuta adequadas ao tipo de texto e à finalidade; seleção e organização da informação; produção de resumo; operações de planificação, execução e avaliação da escrita e da oralidade; pesquisa em vários suportes; concepção e utilização de instrumentos de análise; elaboração de ficheiros; utilização das TIC. Formação para a Cidadania: construção de uma identidade cultural; apresentação e defesa de opiniões; reconhecimento da importância da herança do passado na construção do presente; assunção dos valores da democracia, da liberdade e da responsabilidade como valores consensuais a defender. SEA 3 OBJETIVOS CONTEÚDOS MODOS DE OPERCIONALIZAÇÃO TEXTOS/MATERIAS Contactar com autores do Tipos de Texto Quer ver a 3D venha ao teatro 9

19 Património Cultural Português Programar a produção da escrita e da oralidade observando as fases de planificação execução, avaliação Mobilizar conhecimentos prévios Antecipar conteúdos a partir de indícios vários Utilizar diferentes estratégias de escuta e de leitura Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto Determinar a intencionalidade comunicativa Apreender os sentidos dos textos Distinguir factos de sentimentos e de opiniões Reconhecer o valor expressivo e estilístico da pontuação Aplicar as regras da textualidade Refletir sobre o funcionamento da língua Aplicar as regras do Leitura Texto informativo Leitura de imagem (anúncio Síntese publicitário fotografia cartoon) Memória (Prefácio) Memória (Prefácio) Texto dramático Frei Luís de Sousa (texto Verbete de dicionário integral) Texto poético Crónica Texto expositivo-argumentativo Verbete de dicionário Texto poético, - Leitura seletiva - Leitura seletiva, global, analítica e crítica; Funcionamento da Língua Campo semântico Coesão Coerência Paratexto Classes de palavras 10 Compreensão Oral Composição musical romântica Texto informativo Programa radiofónico Texto dramático: Frei Luís de Sousa Excertos fílmicos: Frei Luís de Sousa (de António Lopes Ribeiro e João Botelho) Tema musical Expressão Oral Leitura de imagem Apresentação de ideias e opiniões Dramatização (anúncio publicitário) Teatro Ler Frei Luís de Sousa hoje Programa radiofónico: Vamos ao teatro! O património teatral em Portugal (Guia do Professor) Composição musical romântica O romântico Contexto político-cultural do Romantismo em Portugal Romantismo Leitura(s) de Frei Luís de Sousa Memória ao Conservatório Real Frei Luís de Sousa (Ato I, cena I) Frei Luís de Sousa (Ato I, cena II) Frei Luís de Sousa (Ato 1, cena III) Crónica da morte de El-rei D. Sebastião Frei Luís de Sousa (Ato I, cenas 1V-VI) Frei Luís de Sousa (Ato I, cenas VII-VIII) Excerto fílmico: Frei Luís de Sousa (de António Lopes Ribeiro) Frei Luís de Sousa (Ato I, cenas IX-XII) Frei Luís de Sousa (Ato II, cena I) Quadra melancólica Frei Luís de Sousa (Ato II, cenas II-1V)

20 funcionamento da língua Adequar o discurso à situação comunicativa Utilizar técnicas de pesquisa em vários suportes Aplicar regras de tomada de notas Organizar a informação recolhida Aplicar técnicas de condensação linguística Reconhecer a forma como a herança do passado se mantém viva e influencia a sociedade atual nos seus valores e objetivos Campo lexical Recursos estilísticos Pontuação Divisão e classificação de orações/frases Funções sintáticas Atos ilocutórios Deixis Prosódia Processos fonológicos Tipologias textuais Exposição oral Expressão Escrita Síntese Autobiobibliografla (Oficina de escrita) Texto argumentativo Autobiografia Texto expositivoargumentativo (Oficina de escrita) AVALIAÇÃO Formativa: Ficha formativa 4 (Manual) Fichas de trabalho 10, 11, 12, 21 e 22 (Livro do Professor) Sumativa Frei Luís de Sousa (Ato II, cenas V-IX) Frei Luís de Sousa (Ato li, cenas X-XII) Excerto fílmico: Frei Luís de Sousa (de João Botelho) Frei Luís de Sousa (Ato II, cenas XIII-XV) Tema musical: Encosta-te a mim Frei Luís de Sousa (Ato III, cena I) Frei Luís de Sousa (Ato III, cenas 11-1V) Frei Luís de Sousa (Ato III, cenas V-VI) Frei Luís de Sousa (Ato III, cenas VII-IX) Frei Luís de Sousa (Ato III, cenas X-XII) Informação O Romantismo Romantismo Manuel de Sousa Coutinho Tragédia / Drama Frei Luís de Sousa: Estrutura externa e estrutura interna Correspondência entre as estruturas externa e interna de Frei Luís de Sousa Esta é uma Verdadeira 11

21 SEA 5 TEMPO: 8 blocos de 90 m/ De 16 de fevereiro a 20 de março tragédia... Tragédia romântica.tempo Espaço Personagens Linguagem Textos informativos Especificidade do discurso dramático O exílio no Romantismo português Do título de Frei Luís de Sousa... A Memória ao Conservatório Real Leitura genológica: a discussão do género de Frei Luís de Sousa Maria de Noronha: donzela ou anjo do céu? Teimo Pais As personagens em Frei Luís de Sousa PowerPoint didático Tragédia e Drama Realismo Poesia de Cesário Verde De comunicação: componentes linguística, discursiva/textual, sociolinguística, estratégica. 12

22 Competências visadas Estratégica: estratégias de leitura e de escuta adequadas ao tipo de texto e à finalidade; seleção e organização da informação; operações de planificação, execução e avaliação da escrita e da oralidade. Formação para a Cidadania: respeito por e cooperação com os outros; conhecimento de si e dos outros; apresentação e defesa de opiniões; construção de uma identidade cultural; desenvolvimento do espírito crítico. SEA 5 OBJETIVOS CONTEÚDOS MODOS DE OPERCIONALIZAÇÃO TEXTOS/MATERIAS Antecipar conteúdos a partir de indícios vários Utilizar diferentes estratégias de escuta e de leitura Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto Determinar a intencionalidade comunicativa Apreender os sentidos dos textos Tipos de texto Textos líricos Texto publicitário Resumo Texto expositivo-argumentativo Verbete de dicionário Síntese Texto informativo Leitura Poesia de Cesário Verde Verbete de dicionário Texto informativo. Tomada de notas vida e obra de Cesário Verde. Leitura seletiva, global, analítica e crítica Compreensão Oral Crónica radiofónica Documentário audiovisual (excertos) Cesário Verde (Sophia de Mello Breyner) Cesário Verde (Maria Filomena Mónica) Cesário Verde (António José Saraiva) Um pintor de ar livre Pinto quadros por letras Programa radiofónico: Cesário em Sintra (Guia do Professor) Um Cesário documental Documentário audiovisual: Grandes Livros O Livro de Cesário Verde (excerto) Viver na cidade envelhece o cérebro 13

23 Distinguir factos de sentimentos e de opiniões Reconhecer formas de argumentação, persuasão e manipulação Descrever e interpretar imagens Identificar a função da imagem relativamente ao texto Reconhecer a dimensão estética e simbólica da utilização da língua e da imagem Reconhecer o valor expressivo e estilístico da pontuação Contactar com autores do Património Cultural Português Programar a produção da escrita e da oralidade observando as fases de planificação, execução, avaliação Aplicar as regras da textualidade Refletir sobre o funcionamento da língua Aplicar as regras do funcionamento da língua Adequar o discurso à situação Funcionamento da Língua Divisão e classificação de orações/frases Coesão Classes de palavras Coerência Reprodução do discurso no discurso Verbo (tempo, modo, valor modal) Atos locutórios Funções sintáticas Recursos estilísticos Pontuação Paratexto Processos fonológicos Campo lexical Tipologias textuais Poemas. Escuta global e seletiva; Expressão Oral Apresentação de ideias e opiniões Leitura de imagem Exposição oral Expressão Escrita Leitura de imagem Resumo Síntese Texto de opinião AVALIAÇÃO Formativa: Num bairro moderno Documentário audiovisual: Grandes Livros O Livro de CesárioVerde (excerto) O sentimento dum ocidental 1 Ave Marias Lisboa com Cesário e Melancolia O sentimento dum ocidental III Ao Gás Já Cesário amava a Lisboa Gás Reportagem Contrariedades Deslumbramentos Crónica de um moderno homem culto Lúbrica fado da mulher fatal Vaidosa A Débil (Guia do Professor) Informação A representação impressionista em Cesário Verde Textos informativos Num bairro moderno Um retalho de horta aglomerado Cesário e Arcimboldo: criadores de novos corpos orgânicos O sentimento dum ocidental O sentimento dum ocidental: Ao Gás 14

24 Comunicativa Utilizar técnicas de pesquisa em vários suportes Organizar a informação recolhida Refletir sobre o papel e as responsabilidades da publicidade e dos órgãos de comunicação social Relacionar-se com a realidade de modo crítico e criativo Ficha formativa 6 (Manual) Fichas de trabalho 16, 17 e 18 (Livro do Professor) Sumativa Contrariedades Deslumbramentos A figura feminina na poesia de Cesário Verde PowerPoint didático Um novo corpo orgânico SEA 4 / 5 Texto publicitário TEXTO NARRATIVO - ROMANCE Os Maias, Eça de Queirós TEMPO: 18 blocos de 90 m / de 7 de abril a 5 de junho Competências De comunicação: componentes linguística, discursiva/textual, sociolinguística, estratégica. 15

25 visadas Estratégica: estratégias de leitura e de escuta adequadas ao tipo de texto e à finalidade; seleção e organização da informação; produção de resumo; operações de planificação, execução e avaliação da escrita e da oralidade; pesquisa em vários suportes; conceção e utilização de instrumentos de análise; elaboração de ficheiros; utilização das TIC. Formação para a Cidadania: construção de uma identidade cultural; apresentação e defesa de opiniões; reconhecimento da importância da herança do passado na construção do presente; assunção dos valores da democracia, da liberdade e da responsabilidade como valores consensuais a defender. SEA 4 e 5 OBJETIVOS CONTEÚDOS MODOS DE OPERCIONALIZAÇÃO TEXTOS/MATERIAS Mobilizar conhecimentos prévios Antecipar conteúdos a partir de indícios vários Utilizar diferentes estratégias de escuta e de leitura Distinguir a matriz discursiva de vários tipos de texto Determinar a intencionalidade comunicativa Apreender os sentidos dos textos Tipos de Texto Crónica Entrevista Texto publicitário Texto informativo (biobibliografia) Romance Resumo Síntese Debate Reportagem Texto expositivoargumentativo Leitura Texto publicitário Leitura de imagem (pintura, anúncio publicitário, BD, cartoon) Texto informativo (biobibliografia) Leitura de imagem (anúncio publicitário, caricatura, esquema, cartoon) Romance de Eça de Queirós: Os Maias (excertos) Leitura seletiva, global, Eça de Queirós: o artista e o homem Carlos e Afonso (Os Maias, capítulo 1 excertos) Regresso ao Ramalhete (Os Maias, capítulo XVIII excertos) Uma sombria tarde de dezembro (Os Maias, capítulos II e III excertos) Um jantar no Hotel Central (Os Maias, capítulo VI excertos) Um jornalista na corrida de chapéus Um domingo no hipódromo (Os Maias, capítulo X excertos) 16

26 Distinguir factos de sentimentos e de opiniões Reconhecer o valor expressivo e estilístico da pontuação Descrever e interpretar imagens Identificar a função da imagem relativamente ao texto Reconhecer a dimensão estética e simbólica da língua e da imagem Contactar com autores do Património Cultural Português Programar a produção da escrita e da oralidade observando as fases de planificação, execução, avaliação Aplicar as regras da textualidade Refletir sobre o funcionamento da língua Aplicar as regras do funcionamento da língua Adequar o discurso à situação comunicativa Observar as regras do uso da palavra Funcionamento da Língua Funções sintáticas Paratexto Reprodução do discurso no discurso Classes de palavras Recursos estilísticos Coesão Coerência Deixis Tipologias textuais analítica e crítica Compreensão Oral Romance de Eça de Queirós: Os Maias Escuta global e ativa Programa radiofónico Expressão Oral Apresentação de ideias e opiniões Leitura de imagem Exposição oral Debate Exposição oral: Contextualização da obra de Eça. Apresentação de ideias e opiniões Descrição Interpretação de esquemas: Os Maias Estrutura global Expressão escrita Tomada de notas e organização da informação Síntese Resumo Entrevista Comentário Texto expositivoargumentativo Programa radiofónico: Hábitos dos portugueses A Toca (Os Maias, capítulo XIII excertos) Difíceis decisões (Os Maias, capítulos XVI-XVII excertos) Vivemos de forma paradoxal Informação Do Romantismo ao Realismo em Portugal O Realismo como nova expressão de arte Realismo e Naturalismo O Naturalismo O romance: género realista/naturalista Título e subtítulo n Os Maias O tempo n Os Maias A educação n Os Maias A esmerada educação à inglesa de Carlos Tempo da história e tempo do discurso Bucolismo A linguagem e o estilo de Eça de Queirós Glossário de Narratologia 17

27 em interação Utilizar técnicas de pesquisa em vários suportes Aplicar regras de tomada de notas Expressão Escrita Síntese Organizar a informação recolhida Texto de opinião (Oficina de escrita) Autobiografia Cronologia Texto narrativo (Oficina de escrita) AVALIAÇÃO Formativa: Ficha formativa 5 (Manual) Fichas de trabalho 13, 14, 15, 23, 24 e 25 (Livro do Professor) Sumativa Esquemas Os Maias Estrutura global Estrutura paralela da ação secundária e da ação principal Os espaços geográficos e respetivos microcenários Quadros informativos Tópicos de leitura d Os Maias por Capítulos Textos informativos O romance O discurso indireto livre Os Maias e a estética naturalista: algumas divergências As personagens n Os Maias Romances queirosianos: Os Maias PowerPoint didáticos Do Romantismo ao Realismo Realismo e Naturalismo Título e subtítulo n Os Maias Similitude de encontros Os episódios da crónica de costumes n Os Maias 18

28 Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Ano letivo 2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL Português 12º Ano Competências Visadas DE COMUNICAÇÃO Componentes: Linguística Discursiva/textual Sociolinguística Estratégica ESTRATÉGICA Leitura e escuta adequadas ao tipo de texto e à finalidade; Selecção e organização de informação; Operações de planificação, execução e avaliação da escrita e da oralidade; Pesquisa sem vários suportes; Produção de resumo. FORMAÇÃO PARA A CIDADANIA Respeito pela cooperação com os outros; Respeito crítico pelas instituições públicas; Conhecimento de si e dos outros; Apresentação e defesa de opiniões; Desenvolvimento do espírito crítico; Reconhecimento do direito à diferença. Mobilizar conhecimentos prévios Antecipar conteúdos a partir de indícios vários Determinar a intencionalidade comunicativa Objectivos Gerais Apreender os sentidos dos textos Aplicar as regras da textualidade Reflectir sobre o funcionamento da língua Aplicar as regras do funcionamento da língua Adequar o discurso à situação comunicativa Desenvolver a capacidade de estabelecer relações com os outros, com base no respeito, Confiança e cooperação. Manual Adotado Entre Margens Porto Editora 1

29 Primeiro Período (13 Semanas- 65 aulas de 45 minutos) S0 Diagnóstico de competências essenciais de 15 a 19 de setembro 5 segmentos de 45 minutos Aula Pág. Tempo 1ª Apresentação Objetivos da disciplina Distribuição dos conteúdos pelos três períodos letivos Critérios de avaliação 45 min + 45 min Contrato de leitura + fichas de leitura Análise de poemas de Cesário Verde 2ª Análise de poemas de Cesário Verde 45 min + 45 min 3ª Análise de poemas de Cesário Verde 45 min. S1 Fernando Pessoa ortónimo e heterónimos de 22 de setembro a 16 de dezembro - 55 segmentos de 45 minutos Aula Pág. Documento De partida 1ª 22 Fernando Pessoa - O eterno solitário [texto expositivo] 2ª 25 Fernando Pessoa Temáticas estruturantes do ortónimo [texto informativo] Fernando Pessoa (Ortónimo) Contexto políticosocial [texto informativo] Leitura exercício de completamento exercício de escolha múltipla Expressão escrita pesquisa orientada e redação de curriculum vitae (Atividades de reforço - Ficha Informativa do manual nº 11 (Curriculum vitae) Compreensão/ Expressão oral. exercício de escuta ativa com V/F Funcionamento Da língua Tempo 45 min + 45 min 45 min 45 min 2

30 S1 Fernando Pessoa ortónimo e heterónimos Aula Pág. Documento De partida 3ª 28 Fernando Pessoa (Ortónimo) Autopsicografia Isto Leitura atividades de préleitura /consulta orientado de dicionário e debate Expressão escrita comentário orientado síntese Compreensão/ Expressão oral Funcionamento Da língua recursos estilísticos atos locutórios marcadores discursivos Tempo 45 min + 45 min itens de construção (resposta curta) 4ª 32 Fernando Pessoa (Ortónimo) Ó sino da minha aldeia atividade de préleitura (teoria do fingimento) itens de construção (resposta curta) recursos estilísticos noções de versificação 45 min Língua portuguesa [texto expositivo] 5ª 34 Fernando Pessoa (Ortónimo). Não sei ama, onde era escolha múltipla atividades de préleitura /relação texto imagem itens de construção (resposta curta) classes de palavras funções sintáticas - coesão textual tempos e modos verbais valor da pontuação funções sintáticas frase complexa (exercício de escolha múltipla) 45 min 45 min 6ª 36 Fernando Pessoa (Ortónimo). Quando as crianças brincam na rua. atividades de préleitura itens de construção (resposta curta) escolha múltipla marcadores discursivos tempos verbais 45 min 3

31 S1 Fernando Pessoa ortónimo e heterónimos Aula Pág. Documento De partida 7ª 37 Fernando Pessoa (Ortónimo). Não sei se eu sonho, se realidade 39. Boiam leves 8ª 32 Fernando Pessoa (Ortónimo). Ela canta pobre ceifeira Leitura atividades de préleitura análise através de tópicos de leitura. atividades de préleitura /relação texto imagem itens de construção (resposta curta) Expressão escrita descrição síntese. comentário. texto narrativo Compreensão/ Expressão oral Funcionamento Da língua recursos estilísticos noções de versificação campo lexical tempos verbais Tempo 45 min 45 min 9ª Atividades globais. Modernismo (texto informativo). Síntese das características da poesia de Fernando Pessoa (ortónimo) 45 min + 45 min 10ª 51 Em exame - Fernando Pessoa (ortónimo) + correção Prova de avaliação sumativa 45 min + 45 min 4

32 S1 Fernando Pessoa ortónimo e heterónimos Aula Pág. Documento De partida 11ª 54 Fernando Pessoa. O fenómeno heteronímico (carta a Adolfo Casais Monteiro) Leitura Análise orientada por questões prévias Expressão escrita Compreensão/ Expressão oral Funcionamento Da língua Tempo 45 min 61. Alberto Caeiro uma arte de ser (ensaio). interpretação a partir de palavras-chave 45 min Caeiro visto por Ricardo Reis [texto de apreciação crítica] 12ª 62 Alberto Caeiro 64 Poema I de O Guardador de Rebanhos Alberto Caeiro Poema IX de O Guardador de Rebanhos atividade de préleitura (sinonímia/campo lexical) itens de construção (resposta curta). atividade de préleitura (consulta de dicionário). itens de construção (resposta curta). texto argumentativo orientado interpretação de cartoon comentário de anúncio publicitário recursos estilísticos articuladores discursivos tempos e modos verbais. coesão textual 45 min 45 min 5

33 S1 Fernando Pessoa ortónimo e heterónimos Aula Pág. Documento De partida 13ª 66 Alberto Caeiro Por um Portugal Verde (texto de opinião) Leitura. escolha múltipla Expressão escrita Compreensão/ Expressão oral Funcionamento Da língua. frase complexa funções sintáticas Tempo 45 min 68 Alberto Caeiro Poema X de O Guardador de Rebanhos. atividade de préleitura (relação intertextual) texto argumentativo orientado comentário de anúncio publicitário 45 min itens de construção (resposta curta) 14ª 70 Alberto Caeiro 72 Poema II de O Guardador de Rebanhos Alberto Caeiro Poema XX de O Guardador de Rebanhos atividade de préleitura (debate) itens de construção (resposta curta). atividade de préleitura (relação texto/imagem ). itens de construção (resposta curta). redação de retrato comentário de BD tempos verbais. coesão textual. classes de palavras. atos ilocutórios 45 min 45 min 15ª Atividades globais: Síntese das características da poesia de Alberto Caeiro Ficha de autoavaliação - Em exame Alberto Caeiro 45 min + 45 min 6

34 S1 Fernando Pessoa ortónimo e heterónimos Aula Pág. Documento De partida 16ª 81 Ricardo Reis Ricardo Reis - uma arte de viver (ensaio) Leitura. exercício V/F Expressão escrita Compreensão/ Expressão oral Funcionamento Da língua. frase complexa funções sintáticas Tempo 45 min 83. Epicurismo e estoicismo (texto informativo) 17ª 85 Ricardo Reis Segue o teu destino atividade de pré-leitura (verbete de dicionário) 45 min itens de construção (resposta curta). análise comparativa de poemas 18ª 87 Ricardo Reis Mestre são plácidas Crono e Caronte. atividade de préleitura. itens de construção (resposta curta) escolha múltipla tempos verbais. polissemia. frase complexa funções sintáticas. valor modal 45 min + 45 min 7

35 S1 Fernando Pessoa ortónimo e heterónimos Aula Pág. Documento De partida 19ª 92 Ricardo Reis Vem sentar-te comigo, Lídia Leitura atividade de pré-leitura (consulta de glossário) itens de construção (resposta curta) Expressão escrita Compreensão/ Expressão oral Funcionamento Da língua recursos estilísticos valor expressivo da pontuação Tempo 45 min. análise comparativa de poemas 20ª 95 Ricardo Reis As Rosas amo dos jardins de Adónis atividades de préleitura (sinonímia relação texto/imagem) itens de construção (resposta curta) recursos estilísticos funções sintáticas 45 min + 45 min 21ª Atividades globais: Síntese das características da poesia de Ricardo Reis Ficha de autoavaliação - Em exame Ricardo Reis 45 min + 45 min 8

36 S1 Fernando Pessoa ortónimo e heterónimos Aula Pág. Documento De partida 22ª 105 Álvaro de Campos Leitura Expressão escrita Compreensão/ Expressão oral Funcionamento Da língua Tempo 45 min Álvaro de Campos - uma arte de sentir [prefácio] exercício de completamento síntese a partir de tópicos 106. Futurismo (texto informativo) - comentário / interpretação de pinturas futuristas 45 min 23ª 108 Álvaro de Campos Ode triunfal. atividades de préleitura itens de construção (resposta curta) audição de poema lido / comentário. leitura em voz alta. debate. recursos estilísticos pontuação noções de versificação 45 min + 45 min 24ª 115 Lisbon revisited. atividade de préleitura. itens de construção (resposta curta) família de palavras. recursos estilísticos. frase complexa funções sintáticas 45 min + 45 min 9

37 S1 Fernando Pessoa ortónimo e heterónimos Aula Pág. Documento De partida 25ª Álvaro de Campos 117 Aniversário [poema] Leitura. atividades de préleitura (antecipação de sentidos; interpretação de imagens ) Expressão escrita Compreensão/ Expressão oral Funcionamento Da língua recursos estilísticos pontuação Tempo 45 min + 45 min 119. Aniversário de Álvaro de Campos [crónica radiofónica] itens de construção (resposta curta) exercícios de escolha múltipla marcadores discursivos atos ilocutórios 120. Meia-idade [crónica] estrutura argumentativa. síntese 26ª 125 Atividades globais: Síntese das características da poesia de Álvaro de Campos Visionamento orientado da curta-metragem Dia Triunfal (pág. 123) [Ficha de trabalho 1 compreensão oral] 45 min + 45 min 126 Ficha de autoavaliação - Em exame Álvaro de Campos 27ª Prova de avaliação sumativa 45 min + 45 min 10

38 Segundo Período (10 semanas- 50 aulas de 45 minutos) S2 Os Lusíadas, de Luís de Camões e Mensagem de Fernando Pessoa de 5 de janeiro a 6 de fevereiro 25 segmentos de 45 min. Aula Pág. Documento De partida 1ª 132 Texto lírico Texto épico Texto épico-lírico [textos informativos] Leitura análise orientada por tópicos - exercício de V/F Expressão escrita Compreensão/ Expressão oral Funcionamento Da língua marcadores discursivos Tempo 45 min + 45 min 134 Os Lusíadas: uma obra aberta [ensaio] 136 Os Lusíadas visão global [esquema] 2ª 137 Os Lusíadas (As reflexões do poeta) - Canto I (est ) atividades de préleitura (relação texto/imagem) itens de construção (resposta curta) recursos estilísticos pontuação 45 min. 138 Os Lusíadas (As reflexões do poeta) atividades de préleitura (pesquisa). síntese. marcadores discursivos 45 min. Canto V (est ) organização de frases itens de construção (resposta curta) 11

39 S2 Os Lusíadas, de Luís de Camões e Mensagem de Fernando Pessoa Aula Pág. Documento De partida 3ª Os Lusíadas (As reflexões do poeta) 140 Canto VI (est ) Leitura atividades de préleitura itens de construção (resposta curta) Expressão escrita Compreensão/ Expressão oral Funcionamento Da língua marcadores discursivos funções sintáticas. classes de palavras Tempo 45 min + 45 min 141 Canto VII (est ) 4ª Os Lusíadas (As reflexões do poeta) Canto VIII (est ) Canto IX (est ) atividades de préleitura (antecipação de sentidos) exercício de correspondência itens de construção (resposta curta) exercício de complemento recursos estilísticos coesão e coerência 45 min + 45 min 5ª 147 D Os Lusíadas à Mensagem (Ensaio) redação de síntese a partir de esquema elaboração de um esquema textual análise de imagem de anúncio publicitário. 45 min + 45 min 12

40 S2 Os Lusíadas, de Luís de Camões e Mensagem de Fernando Pessoa Aula Pág. Documento De partida 6ª 150 Mitos e heróis [ensaio] Leitura atividades de préleitura (verbete de dicionário);. exposição oral Expressão escrita Compreensão/ Expressão oral exposição oral Funcionamento Da língua. classes de palavras funções sintáticas Tempo 45 min - exercício de escolha múltipla frase complexa 7ª Mensagem Visão global [esquema] Mensagem atividades de préleitura (relação texto/imagem) 45 min 8ª O dos Castelos Os Lusíadas Excerto do Canto III Mensagem Ulisses D. Dinis O Infante itens de construção (resposta curta) Relação intertextual atividades de pré - leitura (pesquisa) itens de construção [resposta curta] exposição oral recursos estilísticos. classes de palavras 45 min + Os Lusíadas Excerto do Canto III. Excerto do Canto I relação intertextual texto expositivoargumentativo 45 min 13

41 S2 Os Lusíadas, de Luís de Camões e Mensagem de Fernando Pessoa Aula Pág. Documento De partida 9ª 164 Mensagem Horizonte Leitura atividades de préleitura (antecipação de sentidos) itens de construção [resposta curta] Expressão escrita Compreensão/ Expressão oral exposição oral Funcionamento Da língua. classes de palavras funções sintáticas frase complexa Tempo 45 min 10ª 165 Os Lusíadas Excerto do Canto IX Mensagem relação intertextual 45 min 168 -O Mostrengo atividades de préleitura (antecipação de sentidos) + 11ª Mensagem Mar Português Os Lusíadas Excerto do Canto IV itens de construção (resposta curta) Relação intertextual atividades de pré - leitura itens de construção [resposta curta] texto expositivoargumentativo recursos estilísticos 45 min 45 min + Mensagem relação intertextual texto expositivoargumentativo. síntese 45 min 14

42 S2 Os Lusíadas, de Luís de Camões e Mensagem de Fernando Pessoa Aula Pág. Documento De partida 12ª ª 175 Mensagem Nevoeiro Os Lusíadas Excerto do Canto X Leitura atividades de préleitura (antecipação de sentidos) itens de construção [resposta curta] relação intertextual Expressão escrita texto expositivoargumentativo Atividades globais Síntese do estudo de Os Lusíadas e Mensagem (pág. 176) Escrita/oralidade (pág. 175): apresentação oral da análise de um poema de Mensagem 14ª Ficha de autoavaliação - Em exame Os Lusíadas e Mensagem (pág. 177) + correção Compreensão/ Expressão oral exposição oral (com guião) Funcionamento Da língua recursos estilísticos Tempo 45 min min 15ª Prova de avaliação sumativa 45 min + 45 min + 45 min 15

43 S3 Felizmente Há Luar!, Luís de Sttau Monteiro Ato I (de 9 de fevereiro a 6 de março) 15 segmentos de 45 minutos Aula Pág. Documento De partida 1ª 182 O tempo da história Vêm ai os franceses! e Amigos de Peniche (textos informativos) Leitura. exercício V/F Expressão escrita Compreensão/ Expressão oral Funcionamento Da língua Tempo 45 min 2ª 184 O tempo da escrita. Um Estado policial (texto expositivo) itens de construção (resposta curta) 45 min Eramos detidos por darmos beijos na boca.. (entrevista) Sem comentários (cartoon). análise orientada por tópicos itens de construção (resposta curta) Interpretação do cartoon + 45 min 3ª As canções de resistência (texto informativo) A morte saiu à rua (letra de canção) itens de construção (resposta curta) itens de construção (resposta curta. exercício de escolha múltipla Pesquisa e divulgação na aula audição de canções 45 min + 45 min 16

44 S3 Felizmente Há Luar!, Luís de Sttau Monteiro Aula Pág. Documento De partida 4ª 190. Parva que Sou (canção) Leitura. exercício V/F Expressão escrita Compreensão/ Expressão oral Funcionamento Da língua Tempo 45 min 190. Quem disse que já não se fazem hinos? (Texto de opinião) itens de construção (resposta curta). Comentário de cartoon cartoon 45 min 5ª Felizmente Há Luar! Verificação de leitura Excerto do Atol [texto dramático] itens de construção (resposta curta). exercício V/F. exercício de escolha múltipla itens de construção (resposta curta). síntese - características do texto dramático 45 min + 45 min 6ª 197 Felizmente Há Luar! Verificação de leitura. exercício de escolha múltipla 45 min 197 Excerto do Atol [texto dramático] itens de construção (resposta curta + 45 min 17

45 S3 Felizmente Há Luar!, Luís de Sttau Monteiro Aula Pág. Documento De partida 7ª Felizmente Há Luar! Verificação de leitura Excerto do Atol [texto dramático] Leitura - itens de correspondência itens de construção (resposta curta) Expressão escrita Compreensão/ Expressão oral Funcionamento Da língua Tempo 45 min +. exercício de escolha múltipla 45 min 8ª 208 Felizmente Há Luar! Fim do Ato l (gravação). exercício de escuta ativa (Ficha de trabalho 2 compreensão oral) 45 min + 45 min 18

46 S3 Felizmente Há Luar!, Luís de Sttau Monteiro Ato II (de 9 a 20 de março) 10 segmentos de 45 minutos Aula Pág. Documento De partida 9ª 208 Felizmente Há Luar! Aferição de leitura Leitura itens de completamento e V/F Expressão escrita Compreensão/ Expressão oral Funcionamento Da língua Tempo 45 min 210 Excerto do Ato li [texto dramático] itens de construção (resposta curta) + 45 min Felizmente Há Luar! 10ª 232 Fim do Ato li (gravação). exercício de escuta ativa (Ficha de trabalho 3 compreensão oral) 45 min + 45 min 11ª Atividades globais: Os símbolos (pág. 214) -O paralelismo histórico 1817/1961 (pág. 215) Dramatização de um julgamento (pág. 216) Visionamento de excerto do documentário O meu coração ficará no Porto (pág. 216) [Ficha de trabalho 4 compreensão oral] Em síntese (pág. 217) 12ª Ficha de autoavaliação Em exame Felizmente Há Luar! (pág. 219) + correção Ficha de avaliação 3 (Caderno do Professor pág. 48) + correção 13ª Prova de avaliação sumativa 45 min + 45 min 45 min + 45 min 19

47 S4 Memorial do Convento, José Saramago de 7 de abril a 9 de junho 45 segmentos de 45 minutos Aula Pág. Documento De partida 1ª Memorial do Convento 2ª 234 Sequências narrativas Autobiografia de José Saramago [autobiografia] Leitura - orientação por questões-chave da leitura integral da obra Expressão escrita -ficha de trabalho 5 compreensão oral Compreensão/ Expressão oral - exercício de escuta ativa com V/F Funcionamento Da língua Tempo 45 min + 45 min 45 min 3ª 228 Entrevista radiofónica a José Saramago -ficha de trabalho 6 compreensão oral - exercício de escuta ativa com V/F 45 min 4ª Duas mulheres [crónica] - itens de construção (resposta curta) - modos de relato de discurso 45 min 20

48 S4 Memorial do Convento, José Saramago Aula Pág. Documento De partida 5ª Memorial do Convento [texto expositivo 6ª Memorial do Convento (Verificação da leitura) Memorial do Convento - Elementos paratextuais 1.O narrador Leitura - itens de construção (resposta curta) - exercício de V/F e escolha múltipla - itens de construção (resposta curta) - análise de excertos selecionados Expressão escrita Compreensão/ Expressão oral -análise de capas e da contracapa da obra Funcionamento Da língua - categorias da narrativa Tempo 45 min + 45 min 45 min 7ª 241 Memorial do Convento 2. A ação - o convento - itens de construção (resposta curta) - intertexto com Os Lusíadas - a simbologia do convento comentário - recursos estilísticos - categorias da narrativa: a ação 45 min 8ª 244 Memorial do Convento - A passarola - itens de construção (resposta curta) - categorias da narrativa: a ação 45 min - a simbologia da passarola 21

49 S4 Memorial do Convento, José Saramago Aula Pág. Documento De partida 9ª Memorial do Convento 3. As personagens D. João V e D. Maria Ana Josefa - Revolução [cartoon Leitura - itens de construção (resposta curta) - exercício de V/F e escolha múltipla Expressão escrita - caracterização de personagens Compreensão/ Expressão oral -análise crítica de cartoon Funcionamento Da língua categorias da narrativa: as personagens frase complexa - pontuação Tempo 45 min + 45 min 10ª 250 Memorial do Convento Baltasar Sete-Sóis e Blimunda Sete Luas - itens de construção (resposta curta) -análise de capas e da contracapa da obra - categorias da narrativa: as personagens 45 min + 45 min simbologia dos apelidos das personagens 11ª 235 Memorial do Convento -Análise comparativa de dois excertos - itens de construção (resposta curta) - caracterização de personagens - categorias da narrativa: as personagens - Linguagem e estilo de José Saramago 45 min + 45 min 12ª Memorial do Convento - Padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão - itens de construção (resposta curta) caracterização de personagens - categorias da narrativa: as personagens - classes de palavras 45 min 22

50 S4 Memorial do Convento, José Saramago Aula Pág. Documento De partida 13ª Memorial do Convento 268 Domenico Scarlatti Leitura - itens de construção (resposta curta) Expressão escrita - caracterização de personagens -texto expositivoargumentativo Compreensão/ Expressão oral Funcionamento Da língua categorias da narrativa: as personagens Tempo 45 min + 45 min 14ª 260 Memorial do Convento O povo personagem coletiva - itens de construção (resposta curta). comentário - categorias da narrativa: as personagens - recursos estilísticos 45 min + 45 min 15ª 263 Memorial do Convento 4. O tempo - análise de quadro/esquema - - categorias da narrativa: O tempo 45 min + 45 min 16ª 264 Memorial do Convento 5. O espaço físico - análise comparativa -texto expositivoargumentativo - categorias da narrativa: as personagens - classes de palavras 45 min 23

51 S4 Memorial do Convento, José Saramago Aula Pág. Documento De partida 17ª Memorial do Convento 266. A sátira e a crítica social Leitura - análise orientada por tópicos Expressão escrita Compreensão/ Expressão oral. exercício de escuta ativa (Ficha de trabalho 3 compreensão oral) Funcionamento Da língua Tempo 45 min + 45 min 18ª Atividades globais: José e Pilar e Viagens visualização de trailers e análise de capa de DVD (pág. 227) Linguagem e estilo de José Saramago (pág. 269) 45 min + 45 min 19ª Ficha de autoavaliação Em exame Memorial do Convento (pág. 272) + correção 45 min + 45 min 20ª Prova de avaliação sumativa 45 min + 45 min 24

52 ESCOLA SECUNDÁRIA FRANCISCO DE HOLANDA 2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL DE FILOSOFIA 10.º ANO Página 1 de 7

53 CONTEÚDOS/TEMAS OBJETIVOS/ COMPETÊNCIAS ATIVIDADES/ESTRATÉGIAS GESTÃO AVALIAÇÃO I Módulo inicial Iniciação à actividade filosófica 1. Introdução à filosofia e ao filosofar: 1.1. O que é a filosofia? uma resposta inicial Quais são as questões da Filosofia? alguns exemplos A dimensão discursiva do trabalho filosófico. Conhecer competências básicas dos alunos. Caraterizar a especificidade do trabalho filosófico: problemas, teses e argumentos. Identificar algumas áreas e alguns problemas da filosofia. Reconhecer o trabalho filosófico como uma atividade interpretativa e discursiva. CONCEITOS ESPECÍFICOS NUCLEARES - interpretação, problema/questão, tese, argumento, conceito, juízo e raciocínio, subjetivo e objetivo, concreto e abstrato. Realização de teste diagnóstico. Resolução de atividades. Análise e interpretação de textos. Análise de problemas e debate de perspetivas em confronto. 20 aulas de 90 m 7 aulas de 90 m Diagnóstica Formativa e/ou sumativa II A ação humana e os valores 1. A ação humana - análise e compreensão do agir. 1.1 A rede conceptual da ação Determinismo e liberdade na ação humana. Caraterizar a especificidade do agir humano. Distinguir os conceitos essenciais da rede conceptual da acção. Analisar criticamente a complexidade do agir humano. Formular adequadamente o problema do livrearbítrio. Caraterizar as diferentes respostas ao problema do livre-arbítrio. Apresentação em PowerPoint. Análise de textos com posições diversificadas sobre determinismo e liberdade na ação, visando a formulação de problemas. 6 aulas de 90 m Intervenções orais Produções escritas Reconhecer o caráter condicionado e situado da liberdade. CONCEITOS ESPECÍFICOS NUCLEARES razões e fins, intenções e projectos, motivos e desejos, deliberação e decisão, determinismo e liberdade, acção, condicionantes físico-biológicas e históricoculturais, agente. Página 2 de 7

54 II A ação humana e os valores (continuação) 2. Os valores - análise e compreensão da experiência valorativa: 2.1.Valores e valoração a questão dos critérios valorativos Valores e cultura a diversidade e o diálogo de culturas. Reconhecer a experiência valorativa como uma ruptura com a indiferença. Caraterizar a especificidade da experiência valorativa. Distinguir a experiência valorativa de outros tipos de experiência, dando conta da diversidade dos critérios valorativos nas diversas culturas. Compreender o problema da natureza dos valores. Análise de casos e/ou de dilemas que mobilizem a sensibilidade e as preferências valorativas individuais. Análise e interpretação de textos. 7 aulas de 90 m Formativa e/ou sumativa Intervenções orais Reconhecer a necessidade de encontrar critérios transubjetivos de valoração, bem como a importância do diálogo intercultural. CONCEITOS ESPECÍFICOS NUCLEARES valor, preferência valorativa, critério valorativo, cultura. Produções escritas Página 3 de 7

55 II A ação humana e os valores (continuação) 3 Dimensões da acção humana e dos valores 3.1. A dimensão ético-política análise e compreensão da experiência convivencial Intenção ética e norma moral A dimensão pessoal e social da ética o si mesmo, o outro e as instituições A necessidade da fundamentação da moral a análise comparativa de duas perspetivas filosóficas Ética, Direito e Política liberdade e justiça social; igualdade; justiça e equidade. Distinguir moral e ética, intenção ética e norma moral. Reconhecer as diversas dimensões da ética o eu, o outro e as instituições. Explicitar o papel das instituições sociais e políticas na construção de sociedades justas. Caraterizar duas teorias sobre o problema da fundamentação da moral: teoria deontológica de Kant e teoria utilitarista de S. Mill. Confrontar as teorias éticas estudadas. Compreender o papel das instituições políticas ( Direito, Estado e Justiça) na ordenação social e política das sociedades, tendo por referência princípios e valores éticos fundamentais. Reconhecer o papel do Direito e da Justiça na regulação e resolução de conflitos de interesses. Caraterizar duas teorias sobre o problema da justificação do Estado: Hobbes e Locke. Confrontar as teorias estudadas. Caraterizar a perspetiva da Justiça como equidade de J. Rawls. CONCEITOS ESPECÍFICOS NUCLEARES moral, ética, normas, valores, liberdade moral, responsabilidade, consciência moral, consciência cívica, direito, política, estado, sociedade civil, liberdade política, justiça social, equidade. Análise e interpretação de textos. Pesquisa de conceitos, de teses e argumentos em textos veiculadores das perspectivas em confronto, sob orientação do docente. Construção de quadros comparativos das teorias estudadas. Realização de fichas de trabalho. Apresentações PowerPoint. Esquemas sínteses. em 17 aulas de 90m Formativa e/ou sumativa Intervenções orais Produções escritas Página 4 de 7

56 II A ação humana e os valores (continuação) Alternativa entre 3.2. e A dimensão estética análise e compreensão da experiência estética A experiência e o juízo estéticos. Formular alguns problemas do domínio da filosofia da arte. Definir o conceito de experiência estética. Caraterizar a atitude estética. Esclarecer o problema da justificação do juízo estético. Explicar as teorias que respondem ao problema da Análise e interpretação de textos. Realização trabalho. de fichas de 3 aulas de 90 m Formativa e/ou sumativa Intervenções orais A criação artística e a obra de arte. justificação do juízo estético: objetivismo e subjetivismo estéticos. Caraterizar a teoria da arte como imitação. Apresentações PowerPoint. em Produções escritas A Arte produção e consumo, comunicação e conhecimento. Caraterizar a teoria da arte como expressão. Avaliar criticamente as duas teorias anteriores. Esclarecer os fatores que contribuem para a singularidade da criação artística. Explicar o caráter polissémico da obra de arte. Analisar a relação entre arte e valor económico. Compreender o impacto da industrialização na arte. CONCEITOS ESPECÍFICOS NUCLEARES estética, experiência estética, teoria estética, gosto, juízo estético, útil, agradável, belo, horrível. Página 5 de 7

57 II A ação humana e os valores (continuação) Alternativa entre 3.2. e A dimensão religiosa análise e compreensão da dimensão religiosa A religião e o sentido da existência a experiência da finitude e a abertura à transcendência As dimensões pessoal e social das religiões. Reconhecer a religião como resposta à questão sobre o sentido da existência humana. Compreender a vivência religiosa como relação pessoal com o divino; a vivência religiosa como manifestação colectiva. Explicar as provas clássicas da existência de Deus e as respectivas críticas. Esclarecer uma teoria filosófica acerca da existência de Deus. Resolução de actividades. Análise e interpretação de textos. Realização de fichas de trabalho. Apresentação PowerPoint. em 3 aulas de 90 m Formativa e/ou sumativa Intervenções orais Produções escritas Religião, razão e fé tarefas e desafios da tolerância CONCEITOS ESPECÍFICOS NUCLEARES religião, sentido da existência, transcendência, imanência, finitude, divino, deus, igreja, culto, doutrina, dogma, razão, fé, tolerância. Página 6 de 7

58 II A ação humana e os valores (continuação) 4. Temas/Problemas do mundo contemporâneo. Opção por um tema/problema. Os direitos humanos e a globalização. Os direitos das mulheres como direitos humanos. A responsabilidade ecológica. A manipulação e os meios de comunicação de massas. O racismo e a xenofobia. O voluntariado e as novas dinâmicas da sociedade civil. A obra de arte na era das indústrias culturais. A dessacralização do mundo e a perda de sentido. A paz mundial e o diálogo inter-religioso. Outros. Adquirir hábitos de estudo e trabalho autónomo. Utilizar criteriosamente as fontes de informação, designadamente obras de referência e novas tecnologias. Promover a integração de saberes (perspectiva interdisciplinar). Desenvolver a capacidade de problematização. Resolução de atividades. Análise e interpretação de textos. Análise de problemas e debate de perspetivas em confronto. Realização de fichas de trabalho. Apresentações PowerPoint. em 3 aulas de 90 m Formativa e/ou sumativa Intervenções orais Produções escritas Página 7 de 7

59 ESCOLA SECUNDÁRIA FRANCISCO DE HOLANDA ANO LETIVO 2014/2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL FILOSOFIA 11º ANO TEMAS/CONTEÚDOS OBJETIVOS COMPETÊNCIAS ATIVIDADES/ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO GESTÃO Avaliação III Racionalidade argumentativa e Filosofia 1. Argumentação e Lógica Formal Conhecer competências básicas dos alunos Relacionar Filosofia, Lógica e Argumentação. Clarificar as noções de lógica, termo, proposição e argumento. Distinguir argumento de proposição e premissa de conclusão. Explicitar o conceito de forma lógica de um argumento Contribuir para que os alunos pensem e discorram com coerência de modo a evitar erros, sem trair os princípios e as regras da Lógica. Realização de teste diagnóstico Análise de textos. Realização de exercícios que conduzem à identificação e compreensão dos conteúdos programáticos Diagnóstica Contínua (formativa) Periódica (sumativa) Trabalho na aula. Empenho e responsabilidade no trabalho. 20 aulas 1.1.Distinção validade / verdade Distinguir verdade e validade Identificar argumentos Planificação Anual Filosofia 11 Página 1 de 9

60 dedutivos e não dedutivos Formas de inferência válida Principais falácias Construir silogismos válidos. Identificar as 4 formas lógicas aristotélicas Apresentar a constituição do silogismo. Identificar a figura e o modo do silogismo. Aplicar as regras do silogismo válido. Identificar falácias silogísticas. Análise de textos. Exercícios de construção de argumentos. Exercícios de identificação de falácias. Trabalhos escritos e apresentação oral. 2 Testes escritos por período. Reconstituir argumentos a partir de pequenos textos. Reduzir argumentos à forma padrão. Avaliação dos argumentos pela deteção de erros e ponderação do seu valor. Aplicação dos conteúdos em análise e construção de argumentos. Desenvolvimento de Planificação Anual Filosofia 11 Página 2 de 9

61 capacidade operativa relativa aos conteúdos lecionados. 5 aulas de 90m 2. Argumentação e Retórica 2.1. O domínio do discurso argumentativo a procura de adesão do auditório Distinguir a argumentação da demonstração Reconhecer a estrutura e organização do discurso argumentativo. Análise de artigos de opinião, discursos políticos e publicitários. Redação de textos argumentativos Compreender a procura de adesão do auditório no discurso argumentativo. Debates orais na aula. Trabalho de casa O discurso argumentativo - principais tipos de argumentos e falácias informais. Caraterizar o argumento indutivo, de autoridade e por analogia. Distinguir falácias formais de falácias informais. Avaliação dos argumentos pela deteção de erros e ponderação do seu valor. Análise de um debate televisivo. Análise de textos. Planificação Anual Filosofia 11 Página 3 de 9

62 3. Argumentação e Filosofia 3.1. Filosofia Retórica e Democracia Persuasão e manipulação, ou os dois usos da retórica 3.3. Argumentação, verdade e ser. Identificar falácias informais Compreender a origem histórica da Retórica, da Democracia e da Filosofia Analisar a crítica filosófica aos usos da Retórica. Distinção entre persuasão e manipulação Salientar a necessidade do uso ético da retórica. Reconhecer que toda a argumentação filosoficamente aceitável deve regular-se pela procura da verdade. -contextualização histórica de textos, problemas e respostas. Leitura crítica da linguagem audiovisual. Fazer a distinção entre argumentação filosófica e outras modalidades de prova. Reconhecimento da complexidade da natureza da verdade Exercícios coletivos ou em pequeno grupo sob orientação do professor. Exercícios escritos de análise com guião Exercícios coletivos ou pequenos grupos de trabalho. Análise de textos Trabalhos escritos com apresentação oral. 5 aulas de 90m IV - O Conhecimento e a racionalidade científica e tecnológica 4 aulas de 90m Planificação Anual Filosofia 11 Página 4 de 9

63 1. Descrição e interpretação da atividade cognoscitiva Estrutura do ato de conhecer Identificar os elementos constituintes do ato de conhecer. Análise metódica de textos Análise de textos Distinguir diferentes tipos de conhecimento: saber que e saber fazer. Caraterizar o conhecimento como crença verdadeira justificada. Análise de textos Distinguir conhecimento a priori de conhecimento a posterior. Exercícios de análise e interpretação de textos sob orientação do docente. 12 aulas de 90m 1.2. Análise comparativa de duas teorias explicativas do conhecimento Caraterizar a perspetiva de Descartes e Hume quanto à validade e origem do conhecimento. Confrontar as duas teorias filosóficas acerca do Análise metódica de textos Planificação Anual Filosofia 11 Página 5 de 9

64 conhecimento. 2. Estatuto do conhecimento científico 2.1. Conhecimento vulgar e conhecimento científico. Distinguir o conhecimento vulgar do conhecimento científico. Análise metódica de textos com base num guião. Exercícios individuais de redação 2.2. Ciência e construção validade e verificabilidade das hipóteses. Compreender o método da ciência: do problema à elaboração das hipóteses verificabilidade e falsificabilidade. Problematizar a possibilidade ou não da verificação das hipóteses científicas. Problematizar a questão da justificação da indução. Caraterizar o método de conjeturas e refutações. Fichas formativas 9 aulas de 90m 2.3. A racionalidade Compreender a ciência como um dos modos do Homem Produção de textos que integrem as Planificação Anual Filosofia 11 Página 6 de 9

65 científica e a questão da objetividade. interpretar o real o significado da objetividade científica. Explicitar as perspetivas de Thomas Kuhn e Karl Popper acerca da objetividade científica. competências de problematização, conceptualização e argumentação Trabalho de casa. Análise e problematização de um tema-problema da cultura científico-tecnológica Empenho e responsabilidade no trabalho. 3. Temas / problemas da cultura científicotecnológica Opção por um tema / problema proposto. Desenvolvimento argumentado de um tema / problema Debates na aula. Trabalho de casa. V Unidade final - Desafios e Horizontes da Filosofia Obs. Opção pela Fichas formativas 3 aulas Planificação Anual Filosofia 11 Página 7 de 9

66 abordagem segundo uma das perspetivas indicadas em 1, 2 ou 3 1. A Filosofia e os outros a saberes Realidade e verdade a plurivocidade da verdade Necessidade contemporânea de uma racionalidade prática pluridisciplinar. Evidenciar a questão da verdade e da racionalidade nas suas várias configurações, incidindo numa reflexão que tematize filosoficamente o caráter limitado dos nossos saberes, a riqueza e a diversidade da realidade e questione uma racionalidade prática pluridisciplinarmente apoiada. Análise de textos. Realização de debates. 2. A Filosofia na cidade Espaço público e espaço privado Convicção, tolerância e diálogo a construção da cidadania. Reconhecer a dimensão política da filosofia e a sua contribuição para a construção da cidadania. Reconhecer que os problemas políticos são originários e constitutivos do ato de filosofar. Análise de textos. Realização de debates. Análise de textos. Planificação Anual Filosofia 11 Página 8 de 9

67 Realização de debates. 3. Filosofia e sentido Finitude e temporalidade a tarefa de se ser no mundo. Incidir sobre a dimensão pessoal do dar sentido à sua vida e sobre a contextualização coletiva, histórica e ontológica dessa decisão Pensamento e memória a responsabilidade pelo futuro 4 aulas 90m Planificação Anual Filosofia 11 Página 9 de 9

68 PLANIFICAÇÃO ANUAL DE L.E.1. INGLÊS 10º ANO NÍVEL 6 FORMAÇÃO GERAL NÍVEL CONTINUAÇÃO ANO LETIVO 2014/2015 Manual: Insight, Oxford University Press Teachers: Carlos Sarmento, Cristina Tomé, Isabel Pires, Maria Alice Alves, Sara Carvalho. Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 1 de 14

69 1st term Units 1 3 Number of lessons: 28 Unit 1 Learning aims Students are expected to: develop strategies for scanning, reading and understanding a wide range of texts broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their cultural knowledge of volunteering abroad, travel and immigration deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks become familiar with using a dictionary Skills Reading an article about a film, a profile from a magazine, an article about a train journey, informal letters, dictionary entries reading strategy: scanning true or false looking for specific information completing sentences Listening podcasts, a radio interview, dialogues listening for specific information choosing the correct answer completing sentences Speaking guided interaction: discussing everyday life, travel and immigration, pros and cons, dictionary use; persuading; asking for personal information describing pictures grammar-focused exercises: asking and answering questions using articles Writing completing sentences matching grammar-focused exercises asking and answering questions completing charts completing and preparing dialogues writing strategy: preparing to write planning what to write writing an informal letter Socio-cultural topic areas 1. A world of many languages: cinema / video, tourism, school exchanges, language as a communication tool between cultures 2. The technological world: virtual world 3. The media and global communication: the internet and bringing people and cultures closer 4. Young people in the global era: work and leisure Vocabulary adjectives + prepositions: feelings compound nouns: everyday objects Grammar present simple and present continuous articles Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 2 de 14

70 Vocabulary bank: Routines; Free-time activities collocations with make and do phrasal verbs with get similarities and differences using a dictionary: parts of speech Topics and text types an article about the film Life in a Day a magazine profile on Volunteer Africa an article about immigrants in New York City two informal letters about being on an exchange programme Unit 2 Learning aims Students are expected to: develop strategies for identifying paraphrase develop strategies for reading and understanding a wide range of texts broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their cultural knowledge of abandoned cities, World Kindness Day and place names in Australia deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks become familiar with using a dictionary Skills Reading a text about ghost towns, a story about kindness, an extract from a travel book, travel blogs looking for specific information reading strategy: identifying paraphrase completing sentences matching photos to texts Listening the ending of a story, people describing an act of kindness, a radio programme, a dialogue confirming listening for specific information true or false completing phrases Speaking guided interaction: describing pictures; discussing ghost towns, place names; talking about the five senses, a place you visited, your name, a town or city; finding places on a map; guessing the beginnings of sentences presenting a plan for a new town describing a photo grammar-focused exercises: asking and answering questions inventing the ending to a story telling a story about an act of kindness asking for and giving directions Writing completing sentences grammar-focused exercises asking and answering questions completing charts correcting mistakes writing strategy: avoiding repetition planning what to write writing a travel blog entry Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 3 de 14

71 Socio-cultural topic areas 1. A world of many languages: tourism 3. The media and global communication: radio, the internet as a source of information and knowledge 4. Young people in the global era: attitudes, behaviours, work and leisure Vocabulary antonyms places in towns Vocabulary bank: Geographical features; Prepositions of movement the five senses verbs + prepositions descriptive adjectives using a dictionary: synonyms and antonyms Grammar past simple and past continuous while, as and when Topics and text types a text about ghost towns a story about kindness a short text about World Kindness Day an extract from a travel book travel blogs about Queenstown and Wellington Unit 3 Learning aims Students are expected to: develop strategies for reading and understanding a wide range of texts broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their awareness of the life cycle of food, diet and junk food deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation develop strategies for listening for key words and phrases interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks develop techniques for recording vocabulary Skills Reading an article about food and the environment, a food diary, an extract about junk food choosing the correct answer completing sentences looking for specific information true or false Speaking guided interaction: describing a photo; discussing food items and carbon footprints, weekend activities, food and diet; describing and guessing people and things; talking about notes, invitations, adverts and announcements comparing leaflets asking and answering questions about diet grammar-focused exercises: asking and answering questions preparing and presenting a proposal making and accepting invitations Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 4 de 14

72 Listening a radio programme, a gadget show about vending machines, a dialogue completing a chart listening for specific information listening strategy: listening for key words and phrases matching confirming completing phrases Writing completing sentences matching designing a leaflet completing charts grammar-focused exercises asking and answering questions completing dialogues writing a food diary writing a proposal writing strategy: thinking about purpose planning what to write writing an invitation, a note and an advert Socio-cultural topic areas 1. A world of many languages: books 2. The technological world: man and machine 4. Young people in the global era: values, attitudes, work and leisure Vocabulary life cycle of food compound nouns and adjectives Vocabulary bank: Food and nutrition; Food adjectives containers abbreviations recording vocabulary Grammar determiners indefinite pronouns and adverbs: some-, any-, no-, everyrelative pronouns and adverbs Topics and text types an article about food and the environment a food diary an extract from a novel about American culture short texts, including notes, invitations, adverts and announcements 2nd term Units 4 7 Number of lessons: 20/21 Unit 4 Learning aims Students are expected to: develop strategies for reading and understanding a wide range of texts develop strategies for predicting content before reading a text broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their cultural knowledge of life in Britain in the 1940s and historic homes deduce grammar rules from texts and example relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks become familiar with literal and non-literal meanings of phrasal verbs Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 5 de 14

73 sentences and apply these rules correctly Skills Reading an article about living in a 1940s house, a text about a house with a history, a description of a room matching sentences to paragraphs reading strategy: predicting content looking for specific information matching paragraphs to headings Listening people talking about their favourite rooms, a talk about household chores, dialogues completing sentences completing a factfile listening for specific information matching completing phrases confirming Speaking guided interaction: discussing life in the 1940s, rooms in a house, household chores; describing photos; talking about your home, famous houses, possessions grammar-focused exercises: asking and answering questions agreeing a list of house rules asking permission partner interviews Writing completing charts completing sentences grammar-focused exercises asking and answering questions rewriting sentences completing and preparing dialogues matching writing strategy: writing opening sentences planning what to write writing a description of a room Socio-cultural topic areas 1. A world of many languages: tourism 2. The technological world: man and machine, social change in the family and in human relationships 4. Young people in the global era: attitudes, values, behaviours Vocabulary modern devices adverbs of manner and comment compound adjectives Vocabulary bank: Houses and homes; Parts of a house collocations: household chores phrasal verbs adverbs of degree phrasal verbs: literal and non-literal meanings Grammar comparative and superlative adjectives (not) as as, too, enough verbs + infinitive or -ing form Topics and text types an article about a modern family who lived in a 1940s house an extract from a book extracts from problem page letters an extract from a report an extract from a travel guide a description of a room Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 6 de 14

74 Unit 5 Learning aims Students are expected to: develop strategies for understanding pronoun referencing develop strategies for reading and understanding a wide range of texts broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their awareness of risk-taking behaviour, modern explorers, fears and phobias and working in the Antarctic deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks become familiar with the meaning of the particle in phrasal verbs Skills Reading an article about risk-taking, an article about two explorers, an eyewitness account of working in Antarctica, descriptions of two inspirational people looking for specific information reading strategy: understanding pronoun referencing matching sentences and gaps completing sentences Listening an interview, a programme about phobias, dialogues listening for specific information choosing the correct answer matching confirming completing phrases Speaking guided interaction: discussing risk-taking; interviewing a partner; talking about two explorers, phobias, the Antarctic, competitions; asking and answering personal questions; describing photos grammar-focused exercises: asking and answering questions describing a long or eventful journey role-play: radio interview Writing matching completing sentences completing charts grammar-focused exercises completing profiles completing phrases preparing dialogues writing strategy: paragraphs and topic sentences planning what to write writing a description of a person Socio-cultural topic areas 1. A world of many languages: tourism 2. The technological world: exploring other worlds 3. The media and global communication: print media 4. Young people in the global era: behaviours, attitudes, dreams and ambitions, work and leisure Vocabulary adjective suffixes: -ing and -ed noun suffixes: -ment and -ion Grammar present perfect and past simple ever and never Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 7 de 14

75 Vocabulary bank: Generations; Personality adjectives base and strong adjectives phrasal verbs: stages in a journey expressing addition phrasal verbs: understanding the particle already, just and yet present perfect with for and since Topics and text types an article about the effects of the brain on risktaking an article about two explorers an eyewitness account: Scott s Hut Unit 6 Learning aims Students are expected to: develop strategies for reading and understanding a wide range of texts broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their cultural knowledge of American schools, a school in India and poetry deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation develop strategies for taking notes Interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks become familiar with using mind maps to organize their ideas become familiar with using a dictionary Skills Reading an article about police in schools, an article about the world s youngest head teacher, a poem, for and against essays looking for specific information matching sentences to gaps matching summaries to verses completing mind maps Listening an interview, a talk about play, dialogues, a poem confirming listening for specific information listening strategy: taking notes completing phrases identifying rhyming words Speaking guided interaction: describing a photo; discussing the pros and cons of having a police officer in school, fines for bad behaviour, school, life goals, a poem, school uniforms; talking about play; expressing probability comparing chain stories with a partner grammar-focused exercises: talking about the future, zero conditional sentences making and responding to offers and suggestions Writing completing sentences grammar-focused exercises writing sentences about the future writing chain stories completing notes completing charts completing phrases completing dialogues rewriting sentences writing strategy: brainstorming ideas completing and creating mind maps planning what to write writing a for and against essay Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 8 de 14

76 Socio-cultural topic areas 1. A world of many languages: community programmes, tourism 4. Young people in the global era: behaviours, attitudes, adaptability, work and leisure, dreams and ambitions, values Vocabulary collocations: crime negative prefixes: un-, im-, il- and ir- Vocabulary bank: School: bad behaviour; School: compound nouns adjectives in poems linking words to express contrast using a dictionary: verb and noun collocations Grammar will and going to first conditional zero conditional expressing probability: may, might and will Topics and text types an article about police in schools an article about the world s youngest head teacher a text about a journey to school a poem an essay about school uniforms an essay about police in schools Unit 7 Learning aims Students are expected to: develop strategies for reading and understanding a wide range of texts broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their awareness of population increase, entrepreneurship and the English language deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation develop strategies for listening for statistics interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks become familiar with using a dictionary Skills Reading a blog about world population growth, an article about becoming an entrepreneur, an article about English, formal s completing a chart looking for specific information completing sentences true or false Speaking guided interaction: discussing global population, entrepreneurship; planning an event; talking about Silicon Valley, inventions, companies and businesspeople, English words, languages grammar-focused exercises: making rules, second conditional sentences asking for, giving and responding to advice talking about wishes Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 9 de 14

77 Listening an interview, a radio programme, dialogues true or false listening strategy: listening for statistics completing sentences listening for specific information completing phrases confirming Writing completing charts completing sentences matching writing a plan for an event grammar-focused exercises writing rules completing phrases writing strategy: using the correct register planning what to write writing a formal Socio-cultural topic areas 1. A world of many languages: internet, the English language in the English speaking countries, as a communication tool between cultures and as the language of the world of business, , summer courses 2. The technological world: social change, man and machine, intelligent machines 3. The media and global communication: the internet and global communication bringing people and cultures closer, the internet as a source of information and knowledge 4. Young people in the global era: adaptability, dreams and ambitions, work and leisure Vocabulary statistics nouns with two meanings Vocabulary bank: Country facts; Electronic devices: compound nouns business language expressing reason and result using a dictionary: words with more than one meaning Grammar must, mustn t, have to, don t have to second conditional I wish Topics and text types a blog about population increase and globalization an article with advice from young entrepreneurs a text about Apple an article about the English language formal s 3rd term Units 8 10 Number of lessons: 18/19 Unit 8 Learning aims Students are expected to: develop strategies for reading and understanding a wide range of texts develop strategies for identifying facts and opinions broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their awareness of high achievers, relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks become familiar with using a dictionary Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 10 de 14

78 Olympic cheats and national honours systems deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly Skills Reading a magazine article about success stories, a text about Olympic cheats, an article about the British honours system, an opinion essay looking for specific information matching paragraphs to words reading strategy: identifying facts and opinions completing sentences Listening radio programmes, dialogues listening for specific information choosing the correct answer matching true or false confirming completing phrases Speaking guided interaction: discussing quotes, an article about success; talking about successful people, the Olympics and cheating, past situations, achievements, honours systems, when you were younger, competitions; describing a photo expressing and justifying opinions Writing completing sentences completing charts grammar-focused exercises completing phrases completing a dialogue matching writing strategy: selecting ideas planning what to write writing an opinion essay Socio-cultural topic areas 2. The technological world: man and machine, intelligent machines 4. Young people in the global era: dreams and ambitions, values, work and leisure, adaptability Vocabulary verbs + prepositions suffixes: -ant, -ent, -ance, -ence Vocabulary bank: Sport: places; Sport: compound nouns collocations: achievement state and society phrases to introduce examples and conclusions using a dictionary: dependent prepositions Grammar past perfect used to Topics and text types a magazine article about three successful people an article about Olympic cheats an article about the British honours system an opinion essay about taking part and winning Unit 9 Learning aims Students are expected to: develop strategies for reading and understanding a wide range of texts develop their speaking and listening skills through active participation Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 11 de 14

79 broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their cultural knowledge of the media, films and the BBC deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly relate the topics to their own experiences develop strategies for listening for main ideas correctly use rising or falling intonation for question tags interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks become familiar with using a dictionary Skills Reading an article about news stories, an article about teenage media habits, an article about the BBC, a film review looking for specific information true or false Listening an interview, dialogues, a radio programme completing sentences true or false listening for specific information listening strategy: listening for main ideas choosing the correct answer completing phrases confirming Speaking guided interaction: discussing headlines, the media, multitasking, what makes a great film; ordering criteria; asking and answering survey questions; talking about film-making tricks, a memorable film scene, the BBC and TV programmes giving and reacting to news using rising or falling intonation for question tags Writing matching grammar-focused exercises completing sentences rewriting sentences completing phrases completing question tags writing strategy: writing endings planning what to write writing a film review Socio-cultural topic areas 1. A world of many languages: cinema 2. The technological world: virtual world, man and machine 3. The media and global communication: print media, TV, the internet as a source of information and knowledge 4. Young people in the global era: behaviours, work and leisure Vocabulary the press collocations: the media Vocabulary bank: Parts of a newspaper; Film genres films types of TV programme adjectives for describing films using a dictionary: easily-confused words Grammar reported speech say and tell question tags Topics and text types an article about reasons for including stories in the news an article about teenage media habits a short text about the film Monsters an article about the history of the BBC a film review Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 12 de 14

80 Unit 10 Learning aims Students are expected to: develop strategies for reading and understanding a wide range of texts develop strategies for understanding the purpose of a text broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their awareness of the life-cycle of clothes, the impact of mobile phones on the environment and Google Earth Outreach deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks become familiar with word families Skills Reading an article about the life-cycle of a T-shirt, a diary entry, a leaflet on blood phones, an article about Google Earth Outreach, descriptions of two processes reading strategy: understanding the purpose of a text choosing the correct answer looking for specific information completing sentences matching summaries to paragraphs Listening dialogues, a radio programme confirming listening for specific information completing phrases Speaking guided interaction: talking about T-shirts and where clothes come from, mobile phones and the environment, inventions, the process of making chocolate; ordering suggested actions; discussing where products come from, Google and Google Earth Outreach grammar-focused exercises: asking and answering questions using the passive persuading, agreeing and disagreeing Writing matching completing sentences grammar-focused exercises completing phrases preparing dialogues writing strategy: checking your writing: spelling and punctuation expressing sequence planning what to write writing a description of a process Socio-cultural topic areas 1. A world of many languages: internet 2. The technological world: man and machine, virtual world, intelligent machines 3. The media and global communication: the internet as a source of information and knowledge 4. Young people in the global era: values, attitudes, fashion and trends Vocabulary phrasal verbs: buying and selling clothes compound nouns: shopping and manufacturing Vocabulary bank: Materials; Protest: verb phrases Grammar passive voice: present simple, past simple, present perfect passive voice: future Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 13 de 14

81 the environment adjective suffixes: -ful, -less linking words: ordering stages in a process word families Topics and text types an article about the life-cycle of a T-shirt a diary of a boy s day a leaflet on mobile phones and the environment a review of a TV programme an article about the growth of Google Earth Outreach a description of the process of producing chocolate a description of the life-cycle of paper Extensive Viewing: (Remains to be chosen) Extensive Reading: (Remains to be selected) (For Language and Humanities) Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 14 de 14

82 PLANIFICAÇÃO ANUAL DE L.E.1. INGLÊS 11º ANO NÍVEL 7 FORMAÇÃO GERAL NÍVEL CONTINUAÇÃO ANO LETIVO 2014/2015 Manual: Insight, Oxford University Press Teachers: Cristina Tomé, Isabel Pires, Maria Fernanda Salgado, Maria Leonor Castro, Maria Manuela Campos Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 1 de 15

83 1st term Units 1 4 Number of lessons: 28 Unit 1 Learning aims Students are expected to: develop strategies for scanning, reading and understanding a wide range of texts broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their cultural knowledge of volunteering abroad, travel and immigration deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks become familiar with using a dictionary Skills Reading an article about a film, a profile from a magazine, an article about a train journey, informal letters, dictionary entries reading strategy: scanning true or false looking for specific information completing sentences Listening podcasts, a radio interview, dialogues listening for specific information choosing the correct answer completing sentences Speaking guided interaction: discussing everyday life, travel and immigration, pros and cons, dictionary use; persuading; asking for personal information describing pictures grammar-focused exercises: asking and answering questions using articles Writing completing sentences matching grammar-focused exercises asking and answering questions completing charts completing and preparing dialogues writing strategy: preparing to write planning what to write writing an informal letter Socio-cultural topic areas 1. A world of many languages: cinema / video, tourism, school exchanges, language as a communication tool between cultures 2. The technological world: virtual world Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 2 de 15

84 3. The media and global communication: the internet and bringing people and cultures closer 4. Young people in the global era: work and leisure Vocabulary adjectives + prepositions: feelings compound nouns: everyday objects Vocabulary bank: Routines; Free-time activities collocations with make and do phrasal verbs with get similarities and differences using a dictionary: parts of speech Grammar present simple and present continuous articles Topics and text types an article about the film Life in a Day a magazine profile on Volunteer Africa an article about immigrants in New York City two informal letters about being on an exchange programme Unit 2 Learning aims Students are expected to: develop strategies for reading and understanding a wide range of texts broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their cultural knowledge of responsible tourism, the world s toughest rowing race, different types of holiday and a famous road in the USA deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation develop listening strategies for identifying purpose develop strategies for persuading and negotiating interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks become familiar with using a dictionary Skills Reading an article about tourism, a story about a rower and his rowing partner, an article about Route 66, travel stories looking for specific information ordering events true or false matching photos to texts Speaking guided interaction: discussing holiday activities and responsible tourism, different types of traveller, different tours, routes and tourist attractions, different places and what happens next in a story; describing your ideal holiday, talking about a rowing race; retelling a story grammar-focused exercises: asking and answering questions about a memorable journey using narrative tenses; describing life in your town in the past using used to and would a role play between a travel agent and a tourist persuading a friend to go on a tour with you Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 3 de 15

85 Listening a radio show about a rowing and walking trip, a radio show about different types of traveller, dialogues listening for specific information ordering events listening strategy: identifying purpose matching completing phrases confirming Writing matching completing sentences grammar-focused exercises preparing a dialogue completing phrases writing sentences writing strategy: starting a story planning what to write writing a story checking your writing Socio-cultural topic areas 1. The world around us: volunteering, attitudes and daily habits, population distribution 3. The world of labour: work internationalization, diversity of options 4. A world of many cultures: volunteer movements and organizations, life styles, habits and traditions Vocabulary Grammar compound nouns: travel verbs: travel Vocabulary bank: Types of holiday; Travel and transport types of journey verbs + prepositions: travel phrases for ordering events in a story using a dictionary: compound nouns narrative tenses used to and would Topics and text types an article describing tourism in Mozambique a story about a rower and his rowing partner an article about Route 66 travel stories Unit 3 Learning aims Students are expected to: develop strategies for identifying main ideas of paragraphs develop strategies for reading and understanding a wide range of texts broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their awareness of what makes people happy, how exercise can improve performance, different sports and teenage obesity in the USA deduce grammar rules from texts and example relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation develop strategies for giving and reacting to news interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks develop techniques for building word families through suffixes Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 4 de 15

86 sentences and apply these rules correctly Skills Reading an article about the reasons for happiness, an interview about a school health project, an article on obesity in American teenagers, personal letters reading strategy: identifying main ideas of paragraphs looking for specific information Speaking guided interaction: discussing what makes you happy, facts about obesity; talking about what makes you study better, how healthy your lifestyle is, personal letters and s; comparing team and individual sports; introducing a new sport to your school discussing and presenting tips for a happy life grammar-focused exercises: asking and answering questions using the past simple and present perfect; asking and answering questions using the present perfect and present perfect continuous interviewing a partner about health giving and reacting to news Listening a radio programme about fitness and performance, a radio interview with two young sportspeople, dialogues listening for specific information completing phrases confirming Writing completing a table writing a list of tips grammar-focused exercises matching completing phrases and sentences writing strategy: showing your attitude making notes planning what to write writing a personal letter checking your writing Socio-cultural topic areas 1. The world around us: attitudes and daily habits 2. Young people and consumption: behaviour patterns, food 3. The world of labour: leisure 4. A world of many cultures: life styles, habits Vocabulary Grammar idioms: happiness and sadness noun suffixes: -ness and -ity Vocabulary bank: Feelings; Health problems sporting values adverbs adverbs and prepositional phrases past simple and present perfect present perfect simple and present perfect continuous Topics and text types an article about the reasons for happiness comments about school exercise programmes Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 5 de 15

87 an article about obesity in American teenagers personal letters Unit 4 Learning aims Students are expected to: develop strategies for reading and understanding a wide range of texts broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their awareness of the affects of rising sea levels due to climate change, flashmobs, campaigning for a better school and charity events deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation develop listening strategies for identifying facts, opinions and speculation develop strategies for asking for and expressing opinions interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks develop techniques for word-building Skills Reading an article about the Carteret islands, an article about flashmobs, an article about a charitable event, opinion essays looking for specific information completing a text with sentences Speaking guided interaction: discussing life on an island, the uses of social media, problems in a school, newspaper headlines, how local and global news is accessed, charities and charitable events, a charity poster; talking about the cultural identity of the place where you live grammar-focused exercises: discussing different forms of protest using future forms; answering questions using the future perfect and future continuous organizing a campaign Listening a radio interview with a cyclist, a radio programme about a school, dialogues listening for specific information confirming true or false listening strategy: identifying facts, opinions and speculation matching completing phrases Writing completing sentences grammar-focused exercises completing phrases writing strategy: organizing an opinion paragraph making notes planning what to write writing an opinion essay checking your writing Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 6 de 15

88 Socio-cultural topic areas 1. The world around us: environmental threats, volunteering, attitudes, organizations 2. Young people and consumption: consumer s direct action, behaviour patterns 3. The world of labour: diversity of options, leisure 4. A world of many cultures: habits and traditions, life styles, volunteer movements and organizations Vocabulary Grammar the environment prefixes: semi-, under-, over-, re-, co-, inter- Vocabulary bank: Global issues; Charities verbs + prepositions collocations: charities phrases for introducing arguments and giving opinions word-building: the meaning of prefixes future forms future perfect and future continuous Topics and text types an article about the Carteret islands an article about organizing a flashmob to promote recycling an article about a charitable event opinion essays about which charity to support 2nd term Units 5 7 Number of lessons: 20/21 Unit 5 Learning aims Students are expected to: develop strategies for using referencing to understand a text develop strategies for reading and understanding a wide range of texts broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their awareness of teenage gangs, lying, apologizing and young people s rights deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation develop strategies for apologizing and accepting apologies interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks become familiar with using a dictionary Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 7 de 15

89 Skills Reading an article about teenage gangs, facts about lying, an article about lie detection, an article about legal ages in the UK, a newspaper article about teenage curfews, a letter to a newspaper reading strategy: using referencing to understand a text looking for specific information completing a text with sentences Speaking guided interaction: discussing teenage gangs, crime-related topics, facts about lying, apologizing, legal ages for driving a car, getting a job, etc., reasons for writing to newspapers; making suggestions and expressing results grammar-focused exercises: asking and answering questions using first and second conditionals; talking about hypothetical situations using first and second conditionals; using modals of obligation, prohibition and permission a dialogue about apologizing and reacting to apologies Listening a radio show about reasons for lying, two stories about lying, a radio show about apologizing, dialogues matching listening for specific information Writing completing sentences grammar-focused exercises matching completing and preparing dialogues rewriting sentences writing strategy: making suggestions and expressing results making notes planning what to write writing a letter to a newspaper checking your writing Socio-cultural topic areas 1. The world around us: attitudes and daily habits, alternative life styles, organizations 2. Young people and consumption: behaviour patterns 3. The world of labour: job choice, leisure 4. A world of many cultures: life styles, social inclusion, social work and volunteer organizations, equal rights Vocabulary Grammar crime noun prefixes: mis- and dis- Vocabulary bank: Crime and punishment; Law and order three-part phrasal verbs with to and with synonyms: the law using a dictionary: phrasal verbs first and second conditionals modals of obligation, prohibition and permission should and ought to Topics and text types an article about teenage gangs facts about lying an article about lie detection an article about legal ages in the UK a newspaper report about a curfew scheme for teenagers a letter to a newspaper in response to a report Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 8 de 15

90 Unit 6 Learning aims Students are expected to: develop strategies for reading and understanding a wide range of texts broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their awareness of stealth marketing and teenage spending habits deepen their cultural knowledge of fair trade and the commercialization of traditional festivals deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation develop strategies for listening for specific information develop strategies for talking about photos interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks become familiar with using a dictionary Skills Reading an article about stealth marketing, an article about fair trade, an article about an ethical fashion show, an article about the commercialization of traditional festivals, a formal letter of complaint and an informal letter of complaint looking for specific information choosing the best title for a text true or false deciding if a letter is formal or informal matching descriptions to parts of a letter Speaking guided interaction: discussing what influences you to buy a product, stealth marketing, advertising campaigns, fair trade; predicting British teenagers spending habits; describing traditional festivals; talking about returning an item to a shop grammar-focused exercises: using the passive to talk about where products are made and sold; using have / get something done to describe preparations for a special event surveying classmates spending habits, presenting results choosing where to buy a friend s birthday present Listening a radio report about fair-trade fashion, a radio interview on British teenagers spending habits, a monologue about shops listening for specific information matching listening strategy: listening for specific information completing notes true or false completing phrases Writing completing sentences rewriting sentences grammar-focused exercises completing notes completing charts writing survey questions completing phrases writing strategy: deciding on register: formal and informal making notes planning what to write writing a formal letter of complaint checking your writing Socio-cultural topic areas 1. The world around us: movements and organizations 2. Young people and consumption: advertising and marketing strategy, production and commercialization ethics, fashion and clothes, entertainment, brands and logos, beauty and behaviour patterns, consumer s direct action Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 9 de 15

91 4. A world of many cultures: habits and traditions Vocabulary Grammar advertising collocations: advertising Vocabulary bank: Types of advertising; Consumerism describing amounts trade addition and contrast using a dictionary: collocations the passive have / get something done Topics and text types an article about stealth marketing an article about fair trade an article about the commercialization of traditional festivals a formal letter of complaint and an informal letter of complaint Unit 7 Learning aims Students are expected to: develop strategies for understanding the purpose of a paragraph develop strategies for reading and understanding a wide range of texts broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their awareness of the sense of taste, animals that protect humans, what life is like for the deaf and blind, and the great outdoors deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation develop strategies for complaining and asking people to do things interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks become familiar with using a dictionary Skills Reading an article about the sense of taste, an article about a man who was rescued by dogs, an article about the Deaf Youth Orchestra, an extract from A Walk in the Woods by Bill Bryson, a report on survey findings about noise levels at school reading strategy: understanding the purpose of a paragraph matching paragraphs to purposes looking for specific information ordering paragraphs matching headings to paragraphs Speaking guided interaction: discussing the sense of taste, food, the role of service dogs, what life is like for deaf and blind people, camping or sleeping outdoors, problems with noise at school grammar-focused exercises: using reported speech to carry out a role play between a news reporter and the victim of a shark attack; using reported questions and commands to prepare a dialogue about a walk in the woods complaining and asking people to do things Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 10 de 15

92 Listening a radio news report, a radio interview with a blind teenager and a deaf teenager, dialogues listening for specific information true or false matching confirming Writing rewriting sentences grammar-focused exercises completing sentences completing phrases preparing a dialogue writing strategy: making your writing flow making notes planning what to write preparing a survey writing a report on survey findings checking your writing Socio-cultural topic areas 1. The world around us: alternative life styles, mobility, attitudes and daily habits, organizations 2. Young people and consumption: food, consumer s direct action 4. A world of many cultures: habits, life styles Vocabulary Grammar perception and observation adverb-adjective collocations Vocabulary bank: Food texture; Ways of speaking noun suffixes: -tion, -sion sight and sound approximations and fractions using a dictionary: homonyms and homophones reported speech reported questions and commands Topics and text types an article on why food tastes good an article about a man who was rescued by dogs an article about the Deaf Youth Orchestra an extract from A Walk in the Woods by Bill Bryson a report on survey findings about noise levels at school 3rd term Units 8 10 Number of lessons: 16/17 Unit 8 Learning aims Students are expected to: develop strategies for reading and understanding a wide range of texts broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation develop strategies for dealing with unknown words while listening Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 11 de 15

93 deepen their awareness of future careers and how small things can transform people s lives deepen their cultural knowledge of decisions that have influenced popular culture and racial discrimination and segregation deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly develop strategies for giving presentations interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks become familiar with using a dictionary Skills Reading an article about choosing a career, an article about how a gift from a charity transformed someone s life, a text about Martin Luther King, a text about Rosa Parks, two job adverts, a covering letter looking for specific information true or false choosing the correct answer matching headings to parts of a letter Speaking guided interaction: discussing jobs and careers, Heifer International s work, segregation and discrimination; predicting the content of a reading text; doing a popular culture quiz; talking about important decisions, job adverts grammar-focused exercises: using the third conditional to talk about regrets and things you would like to change; speculating about the past in relation to segregation and discrimination giving a presentation on your passion in life Listening a story about a charity gift, monologues about regrets, a talk on popular culture, monologues about giving presentations, a presentation about swimming, a talk about the Little Rock Nine matching true or false listening strategy: dealing with unknown words while listening listening for specific information choosing the correct answer completing phrases confirming Writing completing sentences grammar-focused exercises making notes completing phrases preparing a presentation writing strategy: avoiding general statements rewriting sentences planning what to write writing a cover letter checking your writing Socio-cultural topic areas 1. The world around us: organizations and volunteering 3. The world of labour: diversity of options, job choice, new technologies in the world of work, leisure 4. A world of many cultures: life styles, socioeconomic inclusion, social work and volunteer movements and organizations, equal rights, social inclusion, discrimination and intolerance Vocabulary Grammar adjectives for describing jobs idioms: work Vocabulary bank: Gender-neutral job titles; Conflict: phrasal verbs phrases for decisions and ideas third conditional speculating about the past Topics and text types Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 12 de 15

94 conflict nouns action verbs using a dictionary: idioms an article about a young man who chose his career by trying fifty-two different jobs over twelve months an article about how a gift from a charity enabled a girl from a poor Ugandan community to go to school and university a text about Martin Luther King a text about Rosa Parks two job adverts a covering letter Unit 9 Learning aims Students are expected to: develop strategies for reading and understanding a wide range of texts broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their cultural knowledge of social media, penfriends, gadgets and communication deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation develop strategies for asking for instructions, explanations and clarification develop strategies for understanding poetry interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks develop techniques for understanding new words Skills Reading an article about social media, a text about two penfriends, a slam poem, a for and against essay about constant connection to the web completing a text with sentences looking for specific information reading strategy: understanding poetry Speaking guided interaction: discussing communication and social media, the importance of gadgets in your life, the value of instructions for gadgets, methods of communication, the content of a poem, popular poetry in your country; speculating about a photograph of two friends; describing gadgets; comparing online and offline activities grammar-focused exercises: using defining relative clauses to talk about your friends asking for instructions, explanations and clarification Listening a radio programme about online friendship, monologues about people s favourite gadgets, dialogues, a slam poem matching listening for specific information completing phrases confirming Writing grammar-focused exercises completing phrases preparing a dialogue rewriting sentences completing a table writing strategy: making your writing neutral making notes planning what to write writing a for and against essay checking your writing Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 13 de 15

95 Socio-cultural topic areas 1. The world around us: attitudes and daily habits, alternative life styles 2. Young people and consumption: behaviour patterns, entertainment Vocabulary Grammar phrasal verbs: relationships words often confused Vocabulary bank: Technology; Poetry adjectives for describing gadgets words with more than one meaning understanding new words relative clauses non-defining relative clauses introductory It Topics and text types an article on using social media responsibly a text about a lasting friendship between two penfriends a slam poem a for and against essay about constant connection to the web Unit 10 Learning aims Students are expected to: develop strategies for summarizing what you read develop strategies for reading and understanding a wide range of texts broaden their vocabulary range within the subunits develop strategies for processing vocabulary deepen their cultural knowledge of art, music, dancing and festivals deduce grammar rules from texts and example sentences and apply these rules correctly relate the topics to their own experiences develop their speaking and listening skills through active participation develop strategies for debating interact in various social situations use acquired language to complete tasks develop strategies for writing tasks become familiar with fixed phrases Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 14 de 15

96 Skills Reading an article about Picasso and Mozart, an article about a man who danced badly around the world, an article about two festivals, a review of an event reading strategy: summarizing what you read completing a chart looking for specific information choosing the correct answer ordering parts of a review Speaking guided interaction: discussing Picasso and Mozart, skills and abilities, dancing, doodles, festivals grammar-focused exercises: describing a film using participle clauses; using determiners to discuss which items to bring to a music festival debating whether or not students should be able to choose the subjects they study at school Listening a radio interview about a film, an expert talking about doodles, an interview with an art therapist, a debate listening for specific information confirming matching true or false ordering arguments completing phrases Writing completing a chart completing sentences grammar-focused exercises writing arguments for a debate completing phrases writing strategy: creating emphasis making notes planning what to write writing a review of an event checking your writing Socio-cultural topic areas 1. The world around us: attitudes and daily habits, alternative life styles 2. Young people and consumption: entertainment 3. The world of labour: leisure 4. A world of many cultures: habits and traditions, life styles Vocabulary Grammar phrases with and Vocabulary bank: The arts; Organizing a festival adjectives for describing art compound adjectives: describing events synonyms: evaluative adjectives fixed phrases with two key words participle clauses determiners Topics and text types an article about Pablo Picasso and Wolfgang Amadeus Mozart an article about a man who danced badly around the world an article about the Sundance Film Festival and the WOMAD music festival a review of the Hay-on-Wye Literary Festival Extensive Viewing: The Joneses directed by Derrick Borte (2009) Extensive Reading: Carapace by Romesh Gunesekera. (For Languages and Humanities) Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Grupo Disciplinar de Línguas Germânicas Página 15 de 15

97 Planificação Anual de Educação Física SECUNDÁRIO 10º Ano 11º Ano 12º Ano 1º Período Corfebol Voleibol Atletismo (resistência) Treino funcional 1º Desporto Coletivo Atletismo (resistência) Ginástica Artística/ Aparelhos 1º Desporto Coletivo Atletismo (resistência) Dança (opções de turma) 2º Período Futsal Badminton Dança (Expressão corporal e Aeróbica 2º Desporto Coletivo Corfebol Ginástica Acrobática 2º Desporto Coletivo Ginástica Acrobática/ Minitrampolim (opção) 3º Período Basquetebol Ginástica Artística/ Ginástica Acrobática (iniciação) 1º e 2º Desporto Coletivo (consolidação) Dança (Cha-cha-cha / Merengue) Badminton 1º e 2º Desportos Coletivos (consolidação) Desportos combate Orientação Urbana APTIDÃO FÍSICA: Transversal a todas as modalidades e períodos Departamento de Educação Física e Desporto 2014/2015

98 Geometria no Plano e no Espaço I Módulo inicial Escola Secundária de Francisco de Holanda Ano letivo 2014 / 2015 Planificação anual de Matemática A 10ºano Planificação do 1º Período Blocos* Apresentação/Teste diagnóstico blocos Tema Desenvolvimento Indicações Metodológicas Nº de blocos Resolução de problemas Devem ser propostas actividades que permitam consolidar e fazer uso de conhecimentos adquiridos no 3ºciclo de modo tanto a detectar dificuldades em questões básicas como a estabelecer uma boa articulação o 3ºciclo e o secundário. Operações com radicais. Decomposição de figuras; Comparação de áreas; Os sólidos platónicos; Manipulação de materiais. 6 Resolução de problemas de Geometria no plano e no espaço Estudo das secções determinadas num cubo por um plano. Poliedros obtidos por truncatura de um cubo. Composição e decomposição de figuras tridimensionais. Um problema histórico e sua ligação com a História da Geometria. As actividades devem estar ligadas à manipulação de materiais e deve-se insistir que o aluno exprima correctamente os seus raciocínios, oralmente e por escrito, através de pequenas composições, usando uma linguagem matemática rigorosa. Geometria no espaço Cortes num cubo Os números reais como medidas de grandezas. Caracterização métrica de secções. Decomposição do cubo. Cálculo de volumes. 9 Geometria Analítica Referenciais cartesianos ortogonais e monométricos no plano e no espaço. Correspondência entre planos e IR 2, entre o espaço e IR 3. Conjuntos de pontos e condições. Lugares geométricos: circunferência, círculo e mediatriz; superfície esférica, esfera e plano mediador. Devem ser propostas actividades que façam sentir a necessidade e vantagem do uso do referencial, quer no plano quer no espaço. 12 Vectores livres no Plano e no Espaço Componentes e coordenadas de um vector num r.f. o.n. ; Vector como diferença entre dois pontos As noções a desenvolver devem ser abordadas em contexto de problemas. 5 Avaliações Blocos * 1 bloco= 90 minutos= 2x45minutos

99 Funções e Gráficos. Funções polinomiais. Função Módulo Geometria no Plano e no Espaço I Escola Secundária de Francisco de Holanda Ano letivo 2014 / 2015 Planificação anual de Matemática A 10ºano Planificação do 2º Período Blocos Tema Desenvolvimento Indicações Metodológicas Nº de blocos Colinearidade de dois vectores: A equação vectorial da recta surge naturalmente associada ao produto de um escalar por um vector e à Colinearidade de dois vectores. Pretende-se que os alunos saibam escrever a equação vectorial de uma recta e assim identifiquem pelas suas coordenadas os pontos que lhe pertencem. 4 Equação reduzida da recta no plano. O conhecimento da equação reduzida da recta deverá permitir que o aluno saiba escrever a equação de qualquer recta cujo gráfico lhe seja apresentado, sem para que isso seja necessário fazer exercícios repetitivos. 5 Função. Gráfico (gráfico cartesiano de uma função em referencial ortogonal) e representação gráfica. Para todos os tipos de funções devem ser dados exemplos a partir de questões concretas (relacionadas com Física, Química, Economia,etc.) como de situações reais- por ex. recortes de jornais). Particular importância deverá ser dada a situações problemáticas, situações de modelação matemática e a exemplos de Geometria, devendo retomar-se alguns exemplos estudados no tema anterior. 3 Estudo intuitivo de propriedades das funções e dos seus gráficos, tanto a partir de um gráfico particular como usando calculadora gráfica, para as funções quadráticas e funções módulo e recorrendo a: a) análise dos efeitos das mudanças de parâmetros nos gráficos das famílias dessas funções (considerando apenas a variação de um parâmetro de cada vez); b) transformações simples de funções. Dada uma função esboçar o gráfico das funções definidas por y=f(x)+a, y=f(x-a), y=af(x), y=f(ax), y= f(x), com a positivo ou negativo, descrevendo o resultado com recurso à linguagem das transformações geométricas. As propriedades sugeridas são: domínio, contradomínio, pontos notáveis (intersecção com os eixos coordenados), monotonia, continuidade, extremos (relativos e absolutos), simetrias em relação ao eixo dos YY e à origem, limites nos ramos infinitos. Os alunos devem determinar pontos notáveis e extremos tanto na forma exacta como de forma aproximada a partir do gráfico traçado na calculadora ou computador. O estudo das transformações simples de funções deve ser feito tanto usando papel e lápis como calculadora gráfica ou computador; a função f tanto pode ser dada a partir de um gráfico como a partir de uma expressão analítica. 10 Resolução de problemas envolvendo funções polinomiais (com particular incidência nos graus 2, 3 e 4). Na resolução de problemas deve ser dada ênfase à Modelação Matemática. Na resolução de problemas devem ser usados métodos numéricos e gráficos, nomeadamente quando forem usadas inequações. 4 Avaliações blocos

100 Estatística Funções e Gráficos. Funções polinomiais. Função Módulo Escola Secundária de Francisco de Holanda Ano letivo 2014 / 2015 Planificação anual de Matemática A 10ºano Planificação do 3º Período blocos Tema Desenvolvimento Indicações Metodológicas Nº de blocos Resolução de problemas envolvendo funções polinomiais (com particular incidência nos graus 2, 3 e 4). Na resolução de problemas deve ser dada ênfase à Modelação Matemática. Na resolução de problemas devem ser usados métodos numéricos e gráficos, nomeadamente quando forem usadas inequações. 6 Possibilidade da decomposição de um polinómio em factores (informação). Decomposição de um polinómio em factores em casos simples, por divisão dos polinómios e recorrendo à regra de Ruffini. Justificação desta regra. Deve ser usada a resolução analítica sempre que a natureza do problema o aconselhar, por exemplo quando for conveniente decompor um polinómio em factores. O estudo analítico dos polinómios deve ser suscitado pela resolução de problemas e aí integrado. A resolução analítica de problemas deve ser sempre acompanhada da verificação numérica ou gráfica. 8 Estatística Generalidades a) Objecto da Estatística e breve nota histórica sobre a evolução desta Ciência: utilidade na vida moderna. b) Recenseamento e sondagem. c) Estatística Descritiva e Estatística Indutiva. Deve-se chamar a atenção para o papel relevante desempenhado pela Estatística em todos os campos do conhecimento. Deve-se realçar a importância de, ao iniciar qualquer estudo estatístico, proceder cuidadosamente ao planeamento da experiência que conduz à recolha dos dados que serão objecto de tratamento estatístico. 1 Organização e interpretação de caracteres estatísticos (qualitativos e quantitativos) Referência a distribuições bidimensionais (abordagem gráfica e intuitiva) Deve-se chamar a atenção para o facto de que a organização dos dados, consiste em resumir a informação neles contida através de tabelas, gráficos e algumas medidas, a que damos o nome de estatísticas. Generalizando o estudo de uma única variável, faz-se uma introdução ao estudo dos dados bivariados, insistindo na representação gráfica sob a forma do diagrama de dispersão ou diagrama de pontos. Quando, a partir desta representação, se verificar uma tendência para a existência de uma associação linear entre as duas variáveis em estudo, identifica-se uma medida que quantifica o grau de associação o coeficiente de correlação, assim como se apresenta um modelo matemático que permitirá, conhecido o valor de uma das variáveis, obter uma estimativa para o valor de outra variável. 5 4 Avaliações blocos

101 Escola Secundária de Francisco de Holanda Ano letivo 2014 / 2015 Planificação anual de Matemática A 11ºano Planificação Anual Período Temas 1º Período 39 blocos 1- Geometria no Plano e no Espaço II 2º Período 30 blocos 2- Introdução ao Cálculo Diferencial I 3º Período 26 blocos 3- Cálculo Diferencial I Sucessões Reais 1ºPeríodo Tema I - Geometria no Plano e no Espaço II blocos Apresentação/Teste diagnóstico blocos Avaliações/ Testes/ Relatórios blocos Desenvolvimento Indicações metodológicas Blocos Resolução de problemas que envolvam triângulos. Ângulo e arco generalizados: radiano; expressão geral das amplitudes dos ângulos com os mesmos lados, em graus e radianos. Funções seno, co-seno e tangente: Definição; variação (estudo no círculo trigonométrico); Comparação de senos e co-senos de dois números reais. No ensino básico, os estudantes tiveram contacto com a semelhança de triângulos e com a Trigonometria, logo o professor deve propor, agora, problemas variados, ligados a situações concretas, que permitam recordar e aplicar métodos trigonométricos (problemas ligados a sólidos, a moldes, à navegação, à topografia, históricos,...) bem como aperceberem-se da importância da Trigonometria para as várias Ciências. Os estudantes devem ser solicitados a deduzir as razões trigonométricas em 30,45 e 60 por se considerar que é importante que se conheçam alguns valores exactos das funções trigonométricas, nomeadamente para que mais tarde possam confirmar pontos do traçado de gráficos de funções trigonométricas. Isto não significa que se trabalhe preferencialmente com estes valores, até porque se usa a calculadora. A compreensão do círculo trigonométrico é fundamental. A generalização das noções é intuída e sistematizada a partir de actividades que considerem movimentos circulares pretendendo-se, agora, que, ao resolver problemas, os estudantes recordem os conceitos básicos de Trigonometria do ângulo agudo e se enfrentem situações novas em que a generalização das noções de ângulo e arco, bem como das razões trigonométricas, apareçam como necessárias e intuitivas. Pretende-se que os estudantes aprendam os conceitos de função periódica e de funções trigonométricas como modelos matemáticos adequados a responder a problemas. É necessário que se apercebam da diferença em trabalhar por exemplo com seno em graus e radianos de modo a ter sempre bem presente em que modo está a calculadora e interpretar convenientemente os resultados. Recorrendo ao círculo trigonométrico as relações entre as funções circulares de ; ; ; ; 2 2 ;, surgem naturalmente aos estudantes mobilizando unicamente a compreensão dos conceitos já adquiridos. Não tem pois sentido que lhes sejam propostos exercícios rotineiros em que estas relações intervenham. Não vale a pena sequer privilegiar estes valores. Podem propor-se bons problemas que lhes permitam desenvolver a aptidão para reconhecer ou analisar propriedades de figuras geométricas. É importante verificar que se mantêm as relações: Pág. 1 de 8

102 Escola Secundária de Francisco de Holanda Ano letivo 2014 / 2015 Planificação anual de Matemática A 11ºano 2 2 senx 2 1 sen x + cos x = 1; tgx = e1+ tg x = 2 cos x cos x que devem ser usadas na determinação de uma função trigonométrica, conhecida outra. 3 Expressão geral das amplitudes dos ângulos com o mesmo seno, coseno ou tangente. Equações trigonométricas elementares. Produto escalar de dois vectores no plano e no espaço: Definição e propriedades; Expressão do produto escalar nas coordenadas dos vectores em referencial ortonormado. Recorrendo à compreensão, sempre ligada à interpretação do círculo trigonométrico, os estudantes desenvolvem a aptidão para mobilizar os conceitos já aprendidos com vista à resolução de condições simples. Assim as técnicas de resolução de equações não passam por listas exaustivas de fórmulas. Os estudantes desenvolvem a sua capacidade de transferir conhecimentos para novas situações (sempre ligadas à compreensão do círculo trigonométrico). Pode ser feita uma breve referência aos gráficos das funções trigonométricas podendo utilizar-se uma actividade de movimento circular que permita, por exemplo, passar do círculo trigonométrico para os pontos (x, senx) do plano cartesiano. Podem propor-se algumas situações do âmbito da Física como forma de recordar e ampliar alguns aspectos do cálculo vectorial, designadamente, o trabalho de uma força. Como actividades de aplicação do conceito estudado, aparecem a determinação do ângulo de duas rectas e do declive de uma recta como tangente da inclinação no caso da equação reduzida da recta no plano. Também como aplicação importante deste novo conceito, os estudantes encontrarão a condição de perpendicularidade de vectores bem como novas formas de definir conjuntos seus conhecidos (no plano: mediatriz, circunferência ou recta tangente a uma circunferência num ponto dado; no espaço: plano mediador e superfície esférica). Poderá aparecer, ainda, como aplicação do conceito de produto escalar de dois vectores a dedução da fórmula do desenvolvimento de cos x y. 4 3 Perpendicularidade de vectores e de rectas; equação cartesiana do plano definido por um ponto e o vector normal. Intersecção de planos e interpretação geométrica: Resolução de sistemas; Equações cartesianas da recta no espaço. Paralelismo e perpendicularidade de rectas e planos (interpretação vectorial). O aluno encontra a equação cartesiana de um plano como outra aplicação do mesmo conceito. 3 As equações cartesianas da recta decorrem do estudo da intersecção de planos, embora também os estudantes as possam encontrar a partir da equação vectorial da recta estudada no 10ºano. Os estudantes recorrem aos conhecimentos de cálculo vectorial já adquiridos para estabelecer, partindo sempre da visualização, as condições de paralelismo e perpendicularidade no espaço. 9 Pág. 2 de 8

103 Escola Secundária de Francisco de Holanda Ano letivo 2014 / 2015 Planificação anual de Matemática A 11ºano Programação linear - breve introdução. Domínios planos interpretação geométrica de condições A programação linear vai permitir ao estudante aplicar na resolução de problemas de extrema simplicidade e utilidade ( e que se apresentam hoje no domínio da Economia) conceitos aprendido no 10º e ampliados no 11º..Recorda-se novamente que se dá a maior ênfase à análise e interpretação de figuras quer planas quer tridimensionais pois, o estudante, para resolver problemas da vida corrente ou relacionados com áreas da engenharia, arquitetura,... precisa de usar intuição e raciocínios geométricos. Ao professor compete assegurar que, neste estudo da Geometria, o estudante não se limita à manipulação de condições desligadas de situações concretas, sem qualquer esforço de interpretação. A aprendizagem dos novos conceitos aparece ligada à resolução de problemas como prolongamento da geometria estudada no ano anterior (agora o estudante poderá justificar propriedades das figuras usando as suas representações em coordenadas). 3 Total 33 Pág. 3 de 8

104 Escola Secundária de Francisco de Holanda Ano letivo 2014 / 2015 Planificação anual de Matemática A 11ºano 2ºPeríodo Tema II Introdução ao Cálculo Diferencial I ; Funções racionais e com radicais. Taxa de Variação e Derivada- 26 blocos Avaliações/Testes/Relatórios blocos Desenvolvimento Indicações metodológicas Blocos Resolução de problemas envolvendo funções ou taxa de variação Estudo intuitivo das propriedades das funções e dos seus gráficos, tanto a partir de um gráfico particular como usando calculadora gráfica, para a seguinte classe de funções: f x a b cx d Nest e estudo enfatiza-se a análise dos efeitos das mudanças dos parâmetros nos gráficos das funções de uma mesma classe. Conceito intuitivo de limite, de e de. Este item prolonga-se por todo o Tema abrangendo progressivamente as novas classes de funções. Pretende-se que os estudantes recordem propriedades das funções e apreendam intuitivamente o conceito de taxa de variação de preferência num contexto de modelação matemática. Como exemplos sugerem-se as actividades O Jogador de Ténis ou A bola no plano inclinado ver Brochura de Funções 11º ano (pp 99 e 100). Ao resolverem problemas como O volume constante, O comprimento de um vinco, Triângulo inscrito ou Intensidade da luz e CBL ver Brochura de Funções 11º ano (pp 90, 117, 118 e 139),os estudantes deparam-se com representantes de novas famílias de funções, que aparecem como boas oportunidades para discutir as noções de domínio de funções nos contextos das situações por elas modeladas. Valem aqui indicações metodológicas semelhantes às dadas para o Tema II Funções e Gráficos, do 10ºano, pelo que não serão repetidas. Sugerem-se as seguintes propriedades: Domínio, contradomínio, pontos notáveis, monotonia, continuidade, extremos (relativos e absolutos), simetrias em relação ao eixo dos yy e à origem, assimptotas, limites nos ramos infinitos. Afigura-se necessário propor problemas envolvendo as funções anteriores e as estudadas no 10ºano, tanto sob os aspetos analíticos como numéricos e gráficos. A resolução de equações e inequações faccionárias aparecem num contexto de resolução de problemas. O conceito de limite, a ser formalizado mais tarde, deve ser utilizado de forma intuitiva (incluindo o de limite lateral esquerdo e direito). Neste contexto devem ser introduzidos os símbolos e, devendo chamar-se a atenção para o facto de não serem números reais, mas apenas símbolos com um significado preciso. Este conceito deve ser abordado de uma forma experimental. Retomando os conhecimentos de polinómios, o estudante deverá ser capaz de transformar expressões como 2 x x 3 2 em x - 1+ ou + em 1+ x + 1 x + 1 x + 1 x + 1 e observar que, do ponto de vista computacional, normalmente se ganha em precisão, pois se efectua um número mais reduzido de operações. Por outro lado esta simplificação permite que se estude o comportamento no infinito sem necessidade de recorrer ao gráfico. Contudo, os estudantes devem efectuar este tipo de transformações e simultaneamente confirmarem pelo gráfico da função, antes de concluírem sobre o limite no infinito de uma função racional Pág. 4 de 8

105 Escola Secundária de Francisco de Holanda Ano letivo 2014 / 2015 Planificação anual de Matemática A 11ºano Noção de taxa média de variação; cálculo da taxa média de variação. Noção de taxa de variação; obtenção da taxa de variação (valor para que tende a t.m.v. quando a amplitude do intervalo tende para zero) em casos simples. Interpretação geométrica da taxa de variação; definição de derivada (recorrendo à noção intuitiva de limite). Determinação da derivada em casos simples: função afim, funções polinomiais do 2ºe 3º grau, função racional do 1º grau, função módulo. Para calcular derivadas de funções simples, não é necessário invocar questões especiais sobre limites, basta recorrer à noção intuitiva. Poderemos pensar no intervalo [x 0,x] ou [x,x 0 ] e na função f(x)=mx+b e mx b mx0 b m x x0 que, para x x0, vale m (qualquer que x x x x 0 0 seja a distância x x 0 ). Do mesmo modo, se pode pensar para a derivada de outras funções. Por exemplo, para a função k f x, a taxa média de variação no intervalo [a, a+h] é dada por x k k a k a k k... que tende a ser, quando h tende a ser 0. A 2 h a a h a esta abordagem, está sempre associada a interpretação geométrica para a taxa média de variação e para a derivada (declives de secantes e tangentes às curvas das funções). Podem ser propostos alguns problemas simples que envolvam derivadas num contexto de aplicações. 6 3 Constatação, por argumentos geométricos, de que: I. se a derivada é positiva num intervalo aberto a função é crescente nesse intervalo e, se a derivada é negativa num intervalo aberto a função é decrescente nesse intervalo; II. se a função é derivável num intervalo aberto e se tem um extremo relativo num ponto desse intervalo então a derivada é nula nesse ponto. Constate-se que quando as tangentes à curva de uma função em todos os pontos de abcissas de um intervalo aberto do seu domínio têm declives positivos (correspondente à derivada da função ser positiva em todos os pontos do intervalo aberto) a função é crescente nesse intervalo. De modo análogo para os restantes casos. Lembre-se que se opta por considerar que uma função é derivável num ponto a do. seu domínio quando o valor da derivada é real: f a IR Não se pretende que os argumentos geométricos sejam apresentados como prova. Alguns resultados virão a ser demonstrados mais tarde. Os casos x 3 e x são bons e simples contraexemplos para que os estudantes compreendam que há funções que têm derivada nula num ponto sem que nele haja extremo e que há funções com extremo que não têm derivada real no ponto em que tal acontece. 3 Funções definidas por dois ou mais ramos (cujo domínio é um intervalo ou união de intervalos Devem ser apresentados exemplos simples, se possível associados a situações concretas do dia-a-dia. 1 Pág. 5 de 8

106 Escola Secundária de Francisco de Holanda Ano letivo 2014 / 2015 Planificação anual de Matemática A 11ºano Soma, diferença, produto, quociente e composição de funções no contexto Nas operações com funções devem ser abordados problemas simples. 5 do estudo de funções racionais, envolvendo polinómios do 2º e 3º grau. Total 26 Pág. 6 de 8

107 Escola Secundária de Francisco de Holanda Ano letivo 2014 / 2015 Planificação anual de Matemática A 11ºano 3ºPeríodo Tema III Sucessões Reais blocos Avaliações/Testes/Relatórios blocos Desenvolvimento Indicações metodológicas Blocos Soma, diferença, produto, quociente e composição de funções no contexto do estudo de funções racionais, envolvendo polinómios do 2º e 3º grau. Inversa de uma função. Funções com radicais quadráticos ou cúbicos. Operações com radicais quadráticos e cúbicos e com potências de expoente fraccionário. Simplificações de expressões com radicais (não incluindo a racionalização). Nas operações com funções devem ser abordados problemas simples. 2 No caso da função inversa os estudantes precisam de analisar os casos em que será possível inverter uma função (poderá ser introduzida a noção de injetividade, apenas como noção auxiliar) e devem constatar a relação entre os gráficos de uma função e da sua inversa. Será necessário introduzir a noção de raiz índice n. Tal deverá ser feito de forma algébrica. Só depois se falará na função inversa da função potência. Grau de dificuldade a não ultrapassar: x 3 ; 3 x 4 No estudo das funções irracionais devem ser utilizados exemplos simples. Deve ser privilegiado o estudo intuitivo e simples do gráfico destas funções. 2 3 Sucessões Definição e diferentes formas de representação Estudo de propriedades: monotonia e limitação Progressões aritméticas e geométricas: termo geral e soma de n termos consecutivos. As sucessões aparecem como uma forma de organizar possíveis resoluções para situações problemáticas que são apresentadas, com base em aspectos da realidade (social) e em aspectos do estudo das diversas ciências (Matemática incluída). O estudo das sucessões pode e deve servir para evidenciar conexões entre a matemática e as outras disciplinas: a introdução do conceito de sucessão e das suas propriedades pode ser feita propondo vários problemas. Exemplos sugestivos podem versar assuntos diversos: da geometria - por exemplo, comprimento da espiral construída a partir de quartos de circunferências; da economia por exemplo, problemas com empréstimos ou depósitos bancários com juros sobre um capital constante (ou variável); da biologia por exemplo, cálculo do número de elementos de uma população considerado um determinado modo de reprodução de cada elemento,... O estudo das sucessões como funções de variável natural deve ser feito só depois de terem sido construídos vários exemplos/modelos. Mas a escrita de expressões para os termos gerais das sucessões deve ser procurada como forma de representar as situações que se vão descrevendo. Do mesmo modo se podem introduzir as noções de termo, de ordem, ou até de razão, etc. O estudo da monotonia, minorantes, majorante, etc. pode ser feito `a medida que 3 4 Pág. 7 de 8

108 Escola Secundária de Francisco de Holanda Ano letivo 2014 / 2015 Planificação anual de Matemática A 11ºano Estudo intuitivo da sucessão de termo geral 1 n n 1 num contexto de modelação matemática; primeira definição do número e. Limites Infinitamente grandes e infinitamente pequenos. Limites de sucessões e convergência. Noção de limite real. Ilustração de alguns resultados que justifiquem a unicidade do limite seguida da demonstração desse teorema. A convergência das sucessões monótonas e limitadas. Exemplos de sucessões monótonas não convergentes. Exemplos de sucessões limitadas não convergentes. Critério de majoração e teorema das sucessões enquadradas. vão aparecendo como aspectos a considerar durante a resolução dos diferentes problemas. Do mesmo modo, podem ser abordadas as propriedades de certas sucessões (progressões). Estes problemas podem ainda servir para introduzir a definição por recorrência, para casos simples. Os estudantes podem utilizar livremente a calculadora para procurar responder aos problemas que lhes são propostos e devem procurar formas próprias de organização e expressão para a modelação das situações. O professor deve explorar o uso da calculadora e ajudar a construir tabelas, a desenhar e a interpretar gráficos. Só depois de serem experimentadas variadas redacções, são introduzidas as redacções simbólicas consagradas. As redacções simbólicas serão testadas com exercícios rápidos. Depois de se terem introduzido as noções de sucessão como função de variável natural, de ordem, de termo geral, etc. podem apresentar-se exemplos de sucessões definidas pelo seu termo geral e, utilizando a calculadora gráfica, através de cálculos e representações gráficas de sequências de termos chegar aos conceitos de infinitamente grande, de infinitamente pequeno e de limite de uma sucessão. Cada definição deve ser suportada por exemplos e contraexemplos que esclareçam as ideias imediatas e corrijam eventuais concepções alternativas e erradas. É bom que os estudantes utilizem conhecimentos já adquiridos sobre algumas funções reais de variável real e os transfiram com as devidas cautelas para as sucessões. É importante que se aproveitem momentos como este para obrigar os estudantes a reflectir (pedindo-lhes contraexemplos em que os recíprocos nem sempre são válidos.). Deste modo, os estudantes ganham confiança nos seus próprios saberes e compreendem as novas aquisições como complementares e facilitadoras, aprofundamentos das suas competências para dar respostas a situações cada vez mais complexas. As definições são estabelecidas em linguagem corrente seguindo as conclusões a tirar de cada exemplo e contraexemplo. Após cada redacção em linguagem corrente deve ser estabelecida uma redacção em simbologia matemática e devem então ser aplicados exercícios rápidos em que as definições simbólicas sejam testadas Total 22 Pág. 8 de 8

109 Escola Secundária Francisco de Holanda - Guimarães Ano letivo 2014/2015 Matemática A 12ºano Planificação Anual Número de blocos (aprox.) Temas 1º Período 40 blocos 2º Período 31 blocos I - Probabilidades e Combinatória II - Introdução ao Cálculo Diferencial II II - Introdução ao Cálculo Diferencial II III - Trigonometria e Números Complexos 3º Período 27 blocos III - Trigonometria e Números Complexos Pág. 1 de 7

110 Escola Secundária Francisco de Holanda - Guimarães Ano letivo 2014/2015 1ºPeríodo Tema I Probabilidades e Combinatória blocos Tema II Introdução ao Cálculo Diferencial II blocos Apresentações, avaliações blocos Conteúdos Indicações metodológicas B l o c o s Experiência aleatória; conjunto de resultados; acontecimentos; Operações sobre acontecimentos Saber o que é uma experiência aleatória; Operar com acontecimentos (reunião, intersecção e respectivas propriedades, leis de De Morgan, etc.) 3 Aproximações conceptuais para Probabilidade Identificar o conceito frequencista de probabilidade e a regra de Laplace. 3 Probabilidade condicionada; probabilidade da intersecção de acontecimentos. Acontecimentos independentes. Definição axiomática de probabilidade (caso finito); propriedades da probabilidade Resolver problemas de probabilidade condicionada recorrendo ao conceito e/ou à fórmula. Identificar acontecimentos independentes. Saber a definição axiomática de probabilidade (caso finito) e demonstrar algumas propriedades. 6 Pág. 2 de 7

111 Escola Secundária Francisco de Holanda - Guimarães Ano letivo 2014/2015 Arranjos completos, arranjos simples, permutações e combinações Usar exemplos para diferenciar entre arranjos e combinações. Aplicar estes conhecimentos ao cálculo de Probabilidades. 6 Triângulo de Pascal Binómio de Newton. Saber construir e conhecer as propriedades do triângulo de Pascal. Aplicar o binómio de Newton. 2 Variável aleatória; função massa de probabilidade Construir tabelas de distribuição de probabilidades. 2 Modelo Binomial Identificar uma distribuição de probabilidades de uma variável binomial. Modelo Normal; histograma versus função densidade Identificar uma variável normal. Construir um histograma e um gráfico da função densidade. 3 Função exponencial de base superior a um; crescimento exponencial; estudo das propriedades analíticas e gráficas da família de funções definida por x f(x) a com a 1. Função logarítmica de base superior a um; estudo das propriedades analíticas e gráficas da família de funções definida por f(x) log x com a 1 a Utilização de funções exponenciais e logarítmicas na modelação de situações reais Analisar intuitivamente as características de funções exponenciais e logarítmicas (domínio, contradomínio, monotonia, ) pela visualização dos seus gráficos. Identificar um crescimento exponencial. Saber usar regras operatórias de exponenciais e de logaritmos. Resolver problemas relacionados com situações reais Pág. 3 de 7

112 Escola Secundária Francisco de Holanda - Guimarães Ano letivo 2014/2015 2ºPeríodo Tema II Introdução ao Cálculo Diferencial II blocos Tema III Trigonometria e Números Complexos blocos Avaliações blocos Conteúdos Indicações metodológicas B l o c o s Limite de função segundo Heine. Propriedades operatórias sobre limites (informação); Limites notáveis (informação). Aplicar a teoria de limites no estudo de funções (existência de assimptotas do seu gráfico, continuidade). 9 Indeterminações Assíntotas. Continuidade Funções deriváveis. Regras de derivação (demonstração da regra da soma e do produto e informação das restantes regras). Derivadas de funções elementares (informação baseada em intuição numérica e gráfica). Segunda definição do número e. Teorema da derivada da função composta. Saber quando aplicar o teorema de Bolzano. Saber usar as regras de derivação em casos concretos. Estudar a monotonia e os extremos de uma função. 9 Pág. 4 de 7

113 Escola Secundária Francisco de Holanda - Guimarães Ano letivo 2014/2015 Segundas derivadas e concavidade (informação baseada em intuição geométrica Estudar o sentido das concavidades e os pontos de inflexão do gráfico de uma função. 3 Problemas de optimização Resolver diversos problemas de optimização, em diferentes contextos, de modo a aplicar os conhecimentos sobre funções. 2 Estudo intuitivo com base no círculo trigonométrico, tanto a partir de um gráfico particular, como usando calculadora gráfica (revisões do 11.º ano) Investigar as propriedades: domínio, contradomínio, período, pontos notáveis, monotonia, continuidade, extremos (relativos e absolutos), simetrias em relação ao eixo dos YY e à origem, assimptotas, limites nos ramos infinitos, qual a influência da mudança de parâmetros na escrita da expressão que define a função (em casos simples e se possível ligados a problemas de modelação). 3 sen x Estudo intuitivo de lim x 0 x sen x Recordar a teoria de limites e usar o limite notável lim x 0 x casos concretos: continuidade, assíntotas. em 2 Pág. 5 de 7

114 Escola Secundária Francisco de Holanda - Guimarães Ano letivo 2014/2015 3ºPeríodo Tema III Trigonometria e Números Complexos blocos Avaliações blocos Conteúdos Indicações metodológicas Blocos Saber obter as derivadas do seno e do cosseno a partir das Derivadas do seno, cosseno e tangente sen x fórmulas do seno e do cosseno da soma e de que lim 1 x 0 x Através da derivada da função composta, obter a derivada do seno e do cosseno de qualquer função. 3 Utilização de funções trigonométricas na modelação de situações reais Resolver problemas relacionados com situações reais. 3 Introdução elementar de problemas de resolubilidade algébrica e do modo como se foram considerando novos números. Apropriação de um modo de desenvolvimento da Matemática, através da evolução do conceito fundamental de número. Operar com complexos definidos na base da manutenção das propriedades das operações e do quadrado de i ser 1. Representar os afixos dos números complexos no plano complexo. 3 Pág. 6 de 7

115 Experimentação da necessidade de i, à semelhança da aceitação da necessidade dos números negativos e fraccionários. Números complexos. O número i. O conjunto C dos números complexos. A forma algébrica dos complexos. Operações com complexos na forma algébrica Escola Secundária Francisco de Holanda - Guimarães Ano letivo 2014/2015 Representação de complexos na forma trigonométrica. Escrita de complexos nas duas formas, passando de uma para outra. Operações com complexos na forma trigonométrica. Passar complexos da forma algébrica à trigonométrica e vice-versa. Saber as propriedades da multiplicação por i. Saber operar com complexos na forma trigonométrica (multiplicação, divisão). 6 Operações com complexos na forma trigonométrica. Interpretações geométricas das operações. Domínios planos Saber operar com complexos na forma trigonométrica (potenciação, radiciação). Relacionar as raízes de índice n de um número complexo com os vértices de um polígono regular de n lados. 9 Pág. 7 de 7

116 A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S F R A N C I S C O D E H O L A N D A P l a n i f i c a ç ã o a n u a l p o r p e r í o d o s - A n o l e c t i v o / BIOLOGIA E GEOLOGIA 10º ANO 1.º PERÍODO INÍCIO 15 DE SETEMBRO TERMO 16 DE DEZEMBRO Feriados: 8 de Dezembro Conteúdos Conceptuais Conceitos Conteúdos Procedimentais/Objectivos N.º de blocos previstos 1. A Terra e os seus subsistemas em interacção 1.1. Subsistemas terrestres 1.2. Interacção de subsistemas - Atmosfera - Biosfera - Geosfera - Hidrosfera - Sistema Terra Identificar elementos constitutivos da situação problema. Problematizar e formular hipóteses. Testar e validar ideias Planear e realizar pequenas investigações teoricamente enquadradas 4 2. As rochas, arquivos que relatam a História da Terra 2.1. Rochas sedimentares 2.2. Rochas magmáticas e metamórficas 2.3. Ciclo das rochas - Estrato - Rocha sedimentar - Rocha magmática - Magma - Rocha metamórfica - Ciclo das rochas Observar e interpretar dados Usar fontes de forma autónoma pesquisando, organizando e tratando informação Utilizar diferentes formas de comunicação, oral e escrita 4

117 3. A medida do tempo e a idade da Terra 3.1. Idade relativa e idade radiométrica 3.2. Memória dos tempos geológicos 4. A Terra, um planeta em mudança 4.1. Princípios básicos do raciocínio geológico O presente é a chave do passado Processos violentos e tranquilos 4.2. O mobilismo geológico. As placas tectónicas e os seus movimentos - Fóssil - Princípio da sobreposição - Idade relativa e idade radiométrica - Escala do tempo geológico - Actualismo geológico - Catastrofismo - Uniformitarismo - Tectónica de placas - Placa litosférica - Limites de placas (convergentes, divergentes e conservativos) - Extinção Identificar elementos constitutivos das situações problema. Problematizar e formular hipóteses Testar e validar ideias. Planear e realizar pequenas investigações teoricamente enquadradas Formação do Sistema Solar 5.1. Provável origem do Sol e dos planetas 5.2. Planetas, asteróides e meteoritos 5.3. A Terra acreção e diferenciação - Teoria científica - Nébula - Teoria sobre a origem do Sistema Solar. Alguns factos que apoiam a teoria e algumas questões em aberto sobre o sistema Solar A Terra e os planetas telúricos 6.1. Manifestações da actividade geológica 6.2. Sistema Terra-Lua um exemplo paradigmático - Asteróide, cintura de asteróides e meteoritos. - Planetas telúricos e gigantes. - Acreção e diferenciação. - Fontes de energia e actividade geológica. - Sistema Terra- Lua, aspectos comuns e não comuns. 6

118 7. A Terra, um planeta único a proteger 7.1. A face da Terra. Continentes e fundos oceânicos 7.2. Intervenções do Homem nos subsistemas terrestres Impactos na geosfera Protecção ambiental e desenvolvimento sustentável - Escudos e cadeias montanhosas - Fundos abissais, plataforma continental e talude ou vertente continental. - Cristas oceânicas ou dorsais e fossas oceânicas. - Crescimento populacional - Risco geológico e impacto ambiental - Recursos naturais renováveis e não renováveis - Desenvolvimento sustentável - Poluição e reciclagem Observar e interpretar dados. Usar fontes bibliográficas de forma autónoma pesquisando, organizando e tratando informação. Utilizar diferentes formas de comunicação oral e escrita. Elaboração de cartas de risco, a nível mundial e a nível do país, assinalando os locais de maior susceptibilidade aos riscos naturais. Consultar legislação sobre a prevenção de riscos naturais. Analisar imagens e notícias relativas a riscos geológicos. Realizar observações de campo sobre possíveis danos causados por fenómenos geológicos em zonas próximas Métodos para o estudo do interior da geosfera - Gravimetria - Densidade - Geotermia, grau geotérmico, gradiente geotérmico e fluxo térmico. - Gradiente geobárico - Geomagnetismo 6

119 9. Vulcanologia 9.1. Conceitos básicos 9.2. Vulcões e tectónica de placas 9.3. Minimização de riscos vulcânicos previsão e prevenção - Vulcão (cone principal, cones secundários ou adventícios, cratera, chaminés vulcânicas e caldeiras ). - Actividade vulcânica (explosiva, efusiva, mista). - Lavas ácidas, intermédias e básicas. - Vulcanismo do tipo central e de tipo fissural. Identificar elementos constitutivos das questões problemáticas. Problematizar e formular hipóteses. Testar e validar ideias. Planificar e realizar pequenas investigações teoricamente enquadradas Câmara magmática, bolsada magmática, e rocha encaixante. - Piroclastos (cinzas, lapili/bagacina, bombas vulcânicas). - Escoada, lavas encordoada, escotiácea, em almofada. - Agulha, domo ou cúpula e nuvem ardente. - Vulcanismo residual (nascentes termais, sulfataras, géiseres, fumarolas e mofetas). Observar e interpretar dados. Usar fontes bibliográficas de forma autónoma pesquisando, organizando e tratando informação. Redigir conclusões comunicando-as de forma oral e escrita Determinar a localização geográfica de um epicentro a partir de sismogramas Utilizar mapas de riscos sísmicos na avaliação de riscos humanos relacionados com terramotos Analisar informação recente sobre tremores de terra e erupções vulcânicas, servindo-se, para o efeito, de recursos da Internet e da Imprensa Avaliar o nível e natureza de ocupação humana aceitável em áreas vulcânicas e de elevado risco sísmico

120 10. Sismologia Conceitos básicos Sismos e tectónica de placas Minimização de riscos sísmicos previsão e prevenção Ondas Sísmicas e descontinuidades internas - Abalo sísmico e ondas sísmicas (longitudinais, transversais e superficiais). - Teoria do ressalto elástico. - Falhas - Sismógrafo e sismograma. - Intensidade e magnitude sísmicas (escala de Mercali- Internacional e escala de Richter). - Foco/hipocentro, epicentro, raio sísmico, distância epicentral e isossistas. - Abalo premonitório, réplica e maremoto. Observar e interpretar dados. Usar fontes bibliográficas de forma autónoma pesquisando, organizando e tratando informação. Redigir conclusões comunicando-as de forma oral e escrita Determinar a localização geográfica de um epicentro a partir de sismogramas Utilizar mapas de riscos sísmicos na avaliação de riscos humanos relacionados com terramotos Analisar informação recente sobre tremores de terra e erupções vulcânicas, servindo-se, para o efeito, de recursos da Internet e da Imprensa Avaliar o nível e natureza de ocupação humana aceitável em áreas vulcânicas e de elevado risco sísmico 14 1.º PERÍODO AULAS PREVISTAS.. 16 Blocos para Apresentação, Avaliação Diagnóstico, Testes (2), Correcção de testes, Autoavaliação e Heteroavaliação 91

121 2º PERÍODO INÍCIO 5 DE JANEIRO TERMO 20 de MARÇO Interrupção letiva: 16 a 18 Fevereiro Conteúdos Conceptuais Conceitos Conteúdos Procedimentais/Objectivos N.º de blocos previstos 11. Estrutura interna da geosfera Modelo segundo a composição química (crosta, manto e núcleo) Modelo segundo as propriedades físicas (litosfera, astenosfera, mesosfera e núcleo) Análise conjunta dos modelos anteriores - Descontinuidades sísmicas (descontinuidades de Mohorovicic-Moho,Guten-berg, Lehman). Zona de sombra, zona de baixa velocidade. - Crosta continental e oceânica, manto, núcleo externo e interno. - Litosfera, astenosfera, mesosfera, núcleo externo e interno. 8 Diversidade na Biosfera 1. A Biosfera 1.1. Diversidade 1.2. Organização 1.3. Extinção e conservação - Biosfera - Ecossistema - Comunidade - População - Espécie - Organismo - Sistema de órgãos - Órgão/Tecido - Seres Unicelulares/multicelulares - Diversidade - Extinção - Conservação Realizar estudos em ambientes naturais. Participar nos processos de planificação das actividades a realizar antes, durante e após as saídas de campo. Fazer recolhas criteriosas e perspectivar a sua relevância no trabalho laboratorial. Identificar seres vivos a partir de dados obtidos com a ajuda de instrumentos de laboratório e/ou pesquisa bibliográfica. Compreender a existência de diferentes modos de interacção entre os seres vivos de um ecossistema. Prever a evolução de um determinado ecossistema se sujeito a alterações. 8

122 2. A célula 2.1. Unidade estrutural e funcional 2.2. Constituintes básicos - Célula - Membrana celular - Citoplasma - Núcleo - Meio Interno - Água - Sais Minerais - Monómeros/Polímeros - Proteínas - Hidratos de Carbono - Lípidos - Ácidos Nucleicos Observar células ao microscópio óptico composto. Interpretar imagens e esquemas de células ao MOC. Compreender que a unidade biológica se revela a nível molecular. 11 Obtenção de Matéria 3. Obtenção de matéria pelos seres heterotróficos 3.1. Unicelularidade vs pluricelularidade 3.2. Ingestão, digestão e absorção - Seres Heterotróficos - Absorção - Ultra- estrutura da membrana celular - Osmose - Difusão - Transporte facilitado - Transporte activo - Ingestão - Fagocitose - Pinocitose - Digestão intracelular -Vacúolo digestivo - Lisossoma - Retículo endoplasmático - Complexo de Golgi - Enzima Planificar e realizar actividades práticas. Recolher, organizar e interpretar dados de natureza diversa (laboratoriais, bibliográficos, Internet ) sobre estratégias de obtenção de matéria por diferentes seres heterotróficos. Interpretar procedimentos experimentais simples. Interpretar processos de transporte ao nível da membrana, de modo a compreender a sua importância para a manutenção da integridade celular. 14

123 - Digestão extracelular - Cavidade gastrovascular - Tubo digestivo 4. Obtenção de matéria pelos seres autotróficos 4.1. Fotossíntese 4.2. Quimiossíntese Distribuição de Matéria - Seres autotróficos - Fotossíntese - Cloroplasto - Pigmentos fotossintéticos - Quimiossíntese Organizar e interpretar dados sobre estratégias de obtenção de matéria. Interpretar dados experimentais de modo a compreender que os seres autotróficos sintetizam matéria orgânica na presença de luz O transporte nas plantas 5.1. Transporte no xilema 5.2. Transporte no floema - Estomas - Transpiração - Xilema - Adesão-coesão-tensão - Pressão radicular - Floema - Fluxo de massa Comparar a localização relativa dos tecidos de transporte nos diversos órgãos vegetais. Planificar e executar actividades práticas. Interpretar dados experimentais de modo a compreender as estratégias de transporte que a planta utiliza na distribuição de matéria a todas as suas células º PERÍODO AULAS PREVISTAS.. 12 tempos para: Testes (2), Correcção de testes, Autoavaliação e heteroavaliação 77

124 3.º PERÍODO INÍCIO 7 DE ABRIL TERMO 12 DE JUNHO Feriados: 1 de Maio e 10 de Junho Conteúdos Conceptuais Conceitos Conteúdos Procedimentais/ Objectivos N.º de blocos previstas 6. O transporte nos animais 6.1. Sistemas de Transporte 6.2. Fluidos circulantes Transformação e utilização de energia pelos seres vivos Obtenção de energia 7. Fermentação 8. Respiração Aeróbia 9. Trocas gasosas em seres multicelulares 9.1. Nas plantas 9.2. Nos animais - Sistemas de transporte abertos e fechados - Circulação simples/dupla/completa/incompleta - Fluido circulante - Linfa - Sangue -Artérias - Veias - Coração - Metabolismo - Catabolismo - Anabolismo - Seres anaeróbios - Fermentação/Respiração anaeróbia - ADP - ATP - Seres aeróbios - Respiraçãoaeróbia - Mitocôndria Recolher, organizar e interpretar dados de natureza diversa sobre estratégias de transporte nos animais. Comparar sistemas de transporte em animais de diferentes taxa. Relacionar as características estruturais e funcionais de diferentes tipos de sistemas circulatórios com a sua eficácia no transporte e distribuição de materiais. Conceber, realizar e interpretar procedimentos experimentais simples. Organizar e interpretar dados de natureza diversa sobre processos de transformação de energia a partir da matéria orgânica disponível. Comparar o rendimento energético da fermentação e da respiração aeróbia. Discutir a capacidade de alguns seres utilizarem diferentes vias metabólicas em função das condições do meio Regulação nos seres vivos - Estomas - Hematose - Difusão directa e indirecta - Tegumento Interpretar dados experimentais de modo a compreender os processos de abertura e fecho dos estomas.

125 10. Regulação nervosa e hormonal em animais Termorregulação Osmorregulação 11. Hormonas vegetais - Traqueias - Brânquias - Pulmões - Termorregulação - Homeotermia /Endotermia - Poiquilotermia/Exotermia - Vasodilatação - Vasoconstrição - Trocas de calor - Homeostasia - Sistema aberto/fechado - Retroalimentação positiva e negativa - Neurónio - Nervo - Impulso nervoso - Neurotransmissor - Hormona (ADH) - Osmorregulação - Osmorregulador - Osmoconformante - Factor limitante Comparar a complexidade das estruturas respiratórias de diferentes animais. Relacionar as estruturas respiratórias dos animais com a complexidade e adaptação ao meio. Recolher, organizar e/ou interpretar dados de natureza diversa sobre termorregulação e osmorregulação. Compreender circuitos de retroalimentação (regulação térmica no Homem). Distinguir organismos osmorreguladores de osmoconformantes. Explicar o mecanismo de regulação hormonal da hormona antidiurética (ADH). Distinguir regulação por impulsos electroquímicos de regulação química Hormona vegetal (ex:auxinas, giberelinas e etileno) Conceber, realizar e interpretar procedimentos experimentais simples. Recolher, organizar e interpretar dados de natureza diversa sobre hormonas vegetais(laboratoriais,bibliográficos, Internet ) sobre hormonas vegetais. 3.º PERÍODO AULAS PREVISTAS Tempos para: Testes (2), Correcção de testes, Autoavaliação e heteroavaliação 75

126 BIOLOGIA E GEOLOGIA ano 1 10º ano Ano Lectivo 2014 / 2015 PLANIFICAÇÃO ANUAL 1.º PERÍODO Apresentação do programa da disciplina, regras de funcionamento e critérios de avaliação... 01Blocos A Geologia, os geólogos e os seus métodos Blocos A Terra, um planeta muito especial Blocos Compreender a estrutura e a dinâmica da geosfera Blocos Avaliação diagnóstico Blocos Fichas de Avaliação Blocos Correcção Fichas de Avaliação Blocos Auto-avaliação e hetero-avaliação Blocos Total Tempos 2.º PERÍODO Compreender a estrutura e a dinâmica da geosfera... 06Blocos Diversidade na biosfera Blocos Obtenção de matéria Blocos Distribuição de matéria Blocos Fichas de Avaliação Blocos Correcção das Fichas de Avaliação Blocos Auto-avaliação e heteroavaliação Blocos Total Tempos 3.º PERÍODO Transformação e utilização de energia pelos seres vivos Blocos Regulação nos seres vivos Blocos Fichas de Avaliação Blocos Correcção das Fichas de Avaliação Blocos Auto-avaliação/heteroavaliação e avaliação final Blocos Total Tempos Estratégias a utilizar na disciplina de Biologia e Geologia Análise e interpretação de dados: textos, mapas, gráficos, imagens e tabelas Actividades práticas laboratoriais e resolução de fichas de trabalho na aula ou em casa Questões dirigidas e questões abertas Saídas de campo Trabalho de pesquisa em grupo ou individual com apresentação oral à turma Resolução de exercícios do manual adoptado Os Professores:

127 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FRANCISCO DE HOLANDA Biologia e Geologia - 11º Ano Planificação anual por períodos Ano Letivo 2014/2015 1º PERÍODO INÍCIO 15 DE SETEMBRO TERMO 16 DE DEZEMBRO Feriados: 8 de DEZEMBRO Aulas previstas: - 91 aulas - 12 Aulas para Apresentação, Avaliação Diagnóstica, Testes, Correção de testes/relatórios, Autoavaliação e Heteroavaliação aulas efetivas Conteúdos conceptuais Conteúdos procedimentais Conteúdos atitudinais Estratégias UNIDADE 5 Crescimento e Renovação Celular 1. Crescimento e renovação celular. 1.1 DNA e síntese proteica 1.2 Mitose o o o o Discutir a necessidade de constante renovação de alguns dos constituintes celulares (ex. proteínas). Explicar como a expressão da informação contida no DNA se relaciona com o processo de síntese de proteínas. Analisar e interpretar dados de natureza diversa (em tabelas, esquemas,...) relativos aos mecanismos de replicação, transcrição e tradução. Interpretar procedimentos laboratoriais e experimentais relacionados com estudos de síntese proteica e ciclo celular. o Reflexão e desenvolvimento de atitudes críticas, conducentes a tomadas de decisão fundamentadas, sobre situações ambientais causadas pelo homem que podem interferir no ciclo celular e conduzir a situações indesejáveis como, por exemplo, o aparecimento de doenças. o Análise e interpretação de esquemas, tabelas, com dados experimentais. o Planificação e execução de atividades laboratoriais. o Organização de dados, com recurso a relatórios. o Trabalho de grupo. Tempos letivos 28 aulas

128 o o o Formular e avaliar hipóteses relacionadas com a influência de fatores ambientais sobre o ciclo celular. Conceber, executar e interpretar procedimentos laboratoriais simples, de cultura biológica e técnicas microscópicas, conducentes ao estudo da mitose. Interpretar, esquematizar e/ou descrever imagens de mitose em células animais e vegetais, identificando acontecimentos celulares e reconstituindo a sua sequencialidade. 2. Crescimento e regeneração de tecidos vs diferenciação celular UNIDADE 6 Reprodução 1 Reprodução assexuada: 1.1 Estratégias reprodutoras o o o o o o o Avaliar o papel da mitose nos processos de crescimento, reparação e renovação de tecidos e órgãos em seres pluricelulares. Explicar que o crescimento de seres multicelulares implica processos de diferenciação celular. Discutir a possibilidade dos processos de diferenciação celular poderem ser afectados por agentes ambientais (ex. raios x; drogas; infecções virais;...). Recolher, interpretar e organizar dados de natureza diversa, relativamente a processos de reprodução assexuada em diferentes tipos de organismos. Relacionar a mitose com os processos de reprodução assexuada. Planificar e executar atividades laboratoriais e experimentais. Avaliar implicações da reprodução assexuada ao nível da variabilidade e sobrevivência de populações. o o Desenvolvimento de atitudes, cientificamente sustentadas, sobre situações ambientais causadas pelo homem que podem interferir no processo de diferenciação celular. Desenvolvimento de atitudes críticas e fundamentadas acerca da exploração dos processos de reprodução assexuada dos seres vivos com fins económicos. o o o o Organização de dados em pequeno grupo. Recolha e sistematização de dados sobre diferentes métodos de reprodução. Promoção de atividades que fomentem o debate. Observação e interpretação de imagens obtidas ao MOC. 31 aulas 2. Reprodução sexuada 2.1 Meiose e fecundação 2.2 Reprodução sexuada e o o Prever em que tecidos de um ser vivo se poderão observar imagens de meiose. Interpretar, esquematizar e legendar o Apreciação crítica das implicações éticas e morais que envolvem a utilização de o Planificação e execução de atividades laboratoriais. 2

129 variabilidade. o o imagens relativas aos principais acontecimentos da meiose. Discutir de que modo meiose e fecundação contribuem para a variabilidade dos seres vivos. Recolher e organizar dados de natureza diversa, relativamente às estratégias de reprodução utilizadas por seres hermafroditas. processos científicotecnológicos na manipulação da reprodução humana e/ou de outros seres vivos. o Sistematização de informação. 3. Ciclos de vida: unidade e diversidade o o Aplicar conceitos básicos para interpretar diferentes tipos de ciclos de vida. Localizar e identificar os processos de reprodução presentes num ciclo de vida, prevendo a existência ou não de alternância de fases nucleares. o Consciencialização de que intervenções humanas em qualquer uma das fases de um ciclo de vida de um organismo podem interferir na conservação/ evolução da espécie. o Realização de fichas de trabalho. UNIDADE 7 Evolução Biológica 1. Unicelularidade e multicelularidade 2. Mecanismos de evolução 2.1 Evolucionismo vs fixismo 2.2 Selecção natural, selecção artificial e variabilidade. o o o o o Comparar e avaliar os modelos explicativos do aparecimento dos organismos unicelulares eucariontes. Discutir a origem da multicelularidade tendo em conta a progressiva especialização morfofisiológica dos seres coloniais. Relacionar a pluricelularidade com a diferenciação celular. Recolher, organizar e interpretar dados de natureza diversa relativos ao evolucionismo e aos argumentos que o sustentam, em oposição ao fixismo. Analisar, interpretar e discutir casos/ o o o Valorização do conhecimento da história da ciência para compreender as perspetivas atuais. Reconhecimento do carácter provisório dos conhecimentos científicos, bem como da importância epistemológica das hipóteses. Reconhecimento de que o avanço científico-tecnológico é condicionado por contextos (ex. socioeconómicos, religiosos, políticos...), geradores de controvérsias, que podem dificultar o estabelecimento de posições consensuais, fundamentadas sobre diferentes perspectivas científicas sociais (filosóficas, o o o o Interpretação de imagens. Realização de atividades de discussão. Trabalho laboratorial com observação de seres unicelulares, procariontes e eucariontes. Realização de fichas de trabalho. 20 aulas 3

130 o situações que envolvam mecanismos de selecção natural e artificial. Relacionar a capacidade adaptativa de uma população com a sua variabilidade. o religiosas...) relativas à evolução dos seres vivos. Reflexão crítica sobre alguns comportamentos humanos que podem influenciar a capacidade adaptativa e a evolução dos seres. 4

131 2.º PERÍODO INÍCIO 5 de JANEIRO TERMO 20 de MARÇO Interrupção: - Carnaval (16 a 18 de FEVEREIRO) Aulas previstas: - 70 aulas - 14 aulas para Testes, Correção de testes/relatórios, Autoavaliação/Heteroavaliação aulas efetivas Conteúdos conceptuais Conteúdos procedimentais Conteúdos atitudinais Estratégias Tempos lectivos UNIDADE 8 Sistemática dos seres vivos 1. Sistemas de classificação 1.1 Diversidade de critérios 1.2 Taxonomia e Nomenclatura 2. Sistema de classificação de Whittaker modificado o o o o o Integrar e contrastar perspectivas e argumentos associados aos diferentes sistemas de classificação que foram sendo elaborados. Distinguir sistemas de classificação práticos/ racionais, artificiais/ naturais e filogenéticos. Utilizar chaves dicotómicas simples e regras básicas de nomenclatura. Comparar a classificação de Whittaker com outras antecedentes atendendo ao número de Reinos e aos critérios utilizados. Discutir razões de consensualidade desta classificação face a outras propostas apresentadas posteriormente. o o o Reconhecimento da importância dos conhecimentos de taxonomia e nomenclatura para o estudo da Biologia. Valorização do conhecimento da história da ciência para compreender as perspectivas actuais. Reconhecimento de que a construção do conhecimento científico envolve opiniões controversas e nem sempre é possível chegar a novos consensos. o Realização de atividades práticas, nomeadamente, pequenos trabalhos de pesquisa, fichas de trabalho, trabalho de grupo e debate. 14 aulas TEMA 4 Geologia, problemas e materiais do quotidiano o o Identificar elementos constitutivos da situação-problema. Problematizar e Formular hipóteses. o Reconhecer as contribuições da geologia nas áreas da: prevenção de riscos geológicos, ordenamento do território, gestão de recursos 10 aulas 5

132 1. Ocupação antrópica e problemas de ordenamento 1.1. bacias hidrográficas 1.2. zonas costeiras 1.3. zonas de vertente 2-2. Magmatismo. Rochas magmáticas; o o o o o o Testar e validar ideias Planear e realizar pequenas investigações teoricamente enquadradas. Observar e interpretar dados Usar fontes bibliográficas de forma autónoma - pesquisando, organizando e tratando informação. A classificação das rochas Magmáticas com base no ambiente de consolidação dos magmas As características que distinguem os diferentes tipos de rochas magmáticas propostas, especialmente no que respeita à cor, à textura e à composição mineralógica o o o o ambientais e educação ambiental. Assumir opiniões suportadas por uma consciência ambiental com bases científicas. Aceitar que muitos problemas podem ser abordados e explicados a partir de diferentes pontos de vista. Assumir atitudes de rigor e flexibilidade face a novas ideias. Ver na investigação científica também, uma via importante que pode contribuir para a resolução de muitos problemas. o Realização de uma atividade de pesquisa partindo de uma situaçãoproblema com sistematização/debate alargado à turma. o Realização de fichas de trabalho. o Análise e interpretação de dados. o Realização de fichas de trabalho. o Análise e interpretação de dados. 17 aulas o As características que distinguem os diferentes tipos de rochas magmáticas propostas, especialmente no que respeita à cor, à textura e à composição mineralógica 2. Processos e materiais geológicos importantes em ambientes terrestres 2.1. Principais etapas de formação das rochas sedimentares. Rochas sedimentares. As rochas sedimentares, arquivos históricos da Terra; o o o As principais etapas de formação das rochas sedimentares. A classificação das rochas sedimentares com base na sua génese, detríticas, quimiogénicas e biogénicas. A introdução dos conceitos de mineral e rocha em paralelo com o estudo das rochas sedimentares mas considerando-os como conceitos transversais, cuja construção deve ser progressiva e corresponder a uma correcção das ideias iniciais dos alunos através de um processo de enriquecimento conceptual. o Interpretação e exploração de modelos geológicos. o Realização de trabalho laboratorial. 15 aulas 6

133 3.º PERÍODO INÍCIO 7 de Abril TERMO 5 de Junho Feriados: 1 de Maio Aulas previstas: 61 aulas; - 14 aulas para Testes, Correção de testes/relatórios, Autoavaliação e Heteroavaliação aulas efetivas Conteúdos conceptuais Conteúdos procedimentais Conteúdos atitudinais Estratégias Tempos lectivos 2. Processos e materiais geológicos importantes em ambientes terrestres 2.1. Principais etapas de formação das rochas sedimentares. Rochas sedimentares. As rochas sedimentares, arquivos históricos da Terra; o o o o As principais características que distinguem os diferentes tipos de rochas sedimentares propostas. As informações que os fósseis de fácies nos podem fornecer sobre paleoambientes A contribuição dos fosseis na datação das formações rochosas que os contêm, citando exemplos: A aplicabilidade dos princípios da sobreposição, da continuidade lateral e da identidade paleontologia na datação relativa de rochas sedimentares relembrando também o princípio do atualismo e a cronologia radiométrica (assuntos já abordados no 10 ano). As grandes divisões da escala de tempo geológico, familiarizando os alunos com as Eras e as grandes perturbações que, no decurso do tempo geológico, afetaram os biomas terrestres. 13 aulas 7

134 2.3. Deformação frágil e dúctil Falhas e dobras 2.4. Metamorfismo. Agentes do metamorfismo. Rochas Metamórficas 3. Exploração sustentada de recursos geológicos. o o o o o o Conceito de que as dobras e falhas resultam de tensões sofridas pelas rochas. As mudanças mineralógicas e texturais (foliação) provocadas pelos fatores de metamorfismo durante a génese das rochas metamórficas. Conceito de recurso renovável e de recurso não renovável e a necessidade de uma exploração equilibrada dos recursos geológicos, dado o seu carácter limitado e finito. Relação entre excessiva utilização de alguns recursos e as alterações dos ecossistemas e provavelmente do clima A importância de alguns recursos geológicos como matérias-primas (construção e. indústria) como fontes de energia. Os problemas associados às disponibilidades e necessidades de água em particular, a sobre-exploração de águas subterrâneas o Realização de fichas de trabalho. o Análise e interpretação de dados. o Interpretação e exploração de modelos geológicos. o Realização de trabalho laboratorial. o Realização de uma atividade de campo. o Recolha e sistematização de informação. 8 aulas 8 aulas 8 aulas 4. Preparação do exame 10 aulas Setembro de 2014 Os professores responsáveis: Camila Sousa; João Pacheco; Lina Fonseca; Maria da Graça Lopes 8

135 Ano letivo 2014/2015 Unidade Objeto de ensino Objetivos de aprendizagem Metodologia Avaliação Nºaulas MÓDULO INICIAL - Materiais: diversidade e constituição 0.1. Materiais -Qual a origem -Que constituição e composição -Como se separam constituintes (AL 0.0 e AL 0.1) -Como se explica a sua diversidade Explicitar a origem natural ou sintética de alguns materiais de uso corrente Descrever a constituição de materiais, que fazem parte de organismos vivos ou não vivos, em termos de substâncias que podem existir isoladas umas das outras (caso das substâncias propriamente ditas) ou formando misturas Caracterizar uma mistura pela combinação das substâncias constituintes e pelo aspeto macroscópico uniforme (mistura homogénea) ou não uniforme (mistura heterogénea) que pode apresentar Classificar a composição das substâncias como simples (formadas por um único elemento químico) ou compostas (se formadas por dois ou mais elementos químicos) Reconhecer que a representação da unidade estrutural é a representação química da substância e que as u.e. podem ser átomos, moléculas ou grupos de iões (mono ou poliatómicos) Assumir o conceito de átomo como central para a explicação da existência das moléculas e dos iões Descrever o modelo atual (muito simplificado) para o átomo como aquele que admite ser este constituído por um núcleo (com protões e neutrões excetuando-se o Hidrogénio-1) e eletrões girando em torno do núcleo e que no conjunto o átomo é eletricamente neutro, por ter número de protões (carga +) igua l ao número de eletrões (carga -) Interpretar a carga de um ião como a diferença entre o número de eletrões que possui e o número de eletrões correspondentes ao total dos átomos que o constituem (cada eletrão a mais atribui-lhe uma carga negativa; cada eletrão a menos atribui-lhe uma carga positiva) Explicitar que a mudança de estado físico de uma substância não altera a natureza dessa substância e que se mantém a unidade estrutural, relevando, no entanto, que nem todas as substâncias têm ponto de fusão e ponto de ebulição Descrever percursos a seguir para dar resposta a Análise de rótulos de produtos comerciais para a identificação da constituição (natureza química, origem natural ou sintética, função de uso finalidade) e interpretação da simbologia química quando utilizada A partir de um conjunto de embalagens vazias utilizadas para diversos produtos de uso corrente, e feitas de materiais diversificados, constituir grupos de acordo com critérios estabelecidos (natureza do material, origem do material, material (não) reciclado, material (não) reciclável, material (não) reutilizável) Análise de uma lista de vários materiais (por exemplo: leite inteiro, cimento, dióxido de carbono, calcário, madeira, sumo de laranja, cloreto de sódio, ar, alumínio, tinta de parede, álcool etílico, vapor de água, papel, granito, algodão) com vista à identificação dos que são substâncias, misturas, misturas heterogéneas e soluções Observação de rótulos de soluções já preparadas ou de rótulos de soluções aquosas usadas no diaa-dia (por exemplo, rótulos de águas minerais), com composição conhecida, interpretando o significado destas. Escrita de algumas fórmulas químicas simples, consultando tabela de iões e a Tabela Periódica Utilização de grelhas de registo de parâmetros (atitudes, valores e responsabilidade) para avaliação contínua durante as aulas Realização de testes de avaliação escritos 14 1/12

136 problemas a resolver experimentalmente Ano letivo 2014/ Soluções 0.3. Elementos químicos -Quais e quantos os componentes -O que são soluções aquosas -Composição quantitativa de soluções -O que são -Como se organizam -Átomos diferentes do mesmo elemento Associar solução à mistura homogénea, de duas ou mais substâncias em que uma se designa por solvente (fase dispersante) e a(s) outra(s) por soluto(s) (fase dispersa) Interpretar solvente como a fase dispersante que tem como características apresentar o mesmo estado físico da solução ou ser o componente presente em maior quantidade de substância Interpretar soluto como a fase dispersa que não apresenta o mesmo estado físico que a solução ou que existe em menor quantidade Explicitar a composição quantitativa de uma solução em termos de concentração mássica cuja unidade SI é quilograma de soluto por metro cúbico de solução (kg m -3 ), embora vulgarmente se utilize g dm -3 Fundamentar o uso correto de equipamento de segurança e manipular com rigor alguns reagentes Interpretar os princípios subjacentes à separação de componentes de algumas misturas Reconhecer que a diversidade das substâncias existentes (já conhecidas ou a descobrir na natureza) ou a existir no futuro (a sintetizar) são formadas por 115 elementos químicos dos quais 25 foram obtidos artificialmente Caracterizar um elemento químico pelo número atómico (o qual toma valores inteiros e representa o número de protões existentes em todos os átomos desse elemento), que se representa por um símbolo químico Referir que existem átomos diferentes do mesmo elemento que diferem no número de neutrões apresentando, por isso, diferente número de massa, que são designados por isótopos e que a maioria dos elementos químicos os possui Caracterizar um elemento químico através da massa atómica relativa para a qual contribuem as massas isotópicas relativas e respetivas abundâncias dos seus isótopos naturais Descrever a disposição dos elementos químicos por ordem crescente do número atómico, segundo linhas, na Tabela Periódica assumindo que os elementos dispostos na mesma linha pertencem ao mesmo período e que os elementos dispostos na mesma coluna pertencem ao mesmo grupo (numerados de 1 a 18) Associar a fórmula química de uma substância à natureza dos elementos químicos que a compõem (significado 2/12

137 UNIDADE 1 - Das Estrelas ao Átomo 1.1. Arquitetura do Universo -Breve história do Universo Teoria do Big-Bang e suas limitações; outras teorias -Escalas de tempo, comprimento e temperatura Unidades SI e outras de tempo, comprimento e temperatura -Medição em Química (AL 1.1) -Aglomerados de estrelas, nebulosas, poeiras interestelares, buracos negros e sistemas solares. -Processo de formação de alguns elementos químicos no Universo As estrelas como "autênticas fábricas" nucleares -Algumas reações nucleares e suas aplicações Fusão nuclear do H e do He Síntese nuclear do C e do O Fissão nuclear -Distribuição atual dos elementos no Universo qualitativo) e à relação em que os átomos de cada elemento químico (ou iões) se associam entre si para formar a u. e. (significado quantitativo) Indicar algumas regras para a escrita das fórmulas químicas quer quanto à ordenação dos elementos químicos quer quanto à sequência dos iões (no caso de substâncias iónicas) Posicionar a Terra e a espécie humana relativamente à complexidade do Universo Referir aspetos simples da Teoria do Big-Bang (expansão e radiação de base) e as suas limitações; referir a existência de outras teorias Analisar escalas de tempo, comprimento e temperatura no Universo Explicitar os valores das medidas anteriores nas unidades SI Explicitar a organização do Universo em termos da existência de aglomerados de estrelas, nebulosas, poeiras interestelares, buracos negros e sistemas solares Descrever o processo de formação de alguns elementos químicos no Universo, através de reações de fusão nuclear e por choques de partículas de massas, energias e origens diferentes Distinguir, de forma simplificada, reação nuclear de reação química, frisando o tipo de partículas e as ordens de grandeza das energias envolvidas Distinguir reação nuclear de fusão de reação nuclear de fissão Caraterizar as reações nucleares de fusão para a síntese nuclear do He, do C e do O Associar fenómenos nucleares a diferentes contextos de utilização (por exemplo, produção de energia elétrica, datação, meios de diagnóstico e tratamento clínicos) Interpretar a formação de elementos mais pesados à custa de processos nucleares no interior das estrelas Analisar um gráfico de distribuição dos elementos químicos no Universo e concluir sobre a sua abundância relativa Relacionar o processo de medição com o seu resultado a medida tendo em conta tipos de erros cometidos Pesquisa documental sobre a constituição do Universo utilizando fontes de informação diversas (livros, revistas, enciclopédias, jornais...) e as TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) Ficha de trabalho contemplando situações que abranjam o infinitamente pequeno e o infinitamente grande, centrada em três aspetos fundamentais: 1º- previsão de dimensões (no SI) 2º- comparação da previsão feita com os resultados recolhidos na literatura 3º- identificação e comparação de ordens de grandeza. Ficha de trabalho que contemple a conversão de valores de temperatura nas escalas Celsius, Kelvin e Fahrenheit (esta última relevante devido à sua utilização em endereços na Internet dos EUA) Pesquisa, utilizando as TIC e outras fontes, sobre: - fusão e fissão nucleares e suas aplicações tecnológicas - origem dos elementos químicos - distribuição dos elementos químicos no Universo Ano letivo 2014/2015 Utilização de grelhas de registo de parâmetros (atitudes, valores e responsabilidade) para avaliação continua durante as aulas Avaliação do desempenho dos alunos na execução e apresentação dos trabalhos de grupo Realização de testes de avaliação escritos Espetros, radiações e energia -Emissão de radiação pelas estrelas espectro de riscas de absorção -Espetro eletromagnético Caracterizar tipos de espetros (de riscas/descontínuos e contínuos, de absorção e de emissão) Interpretar o espetro de um elemento como a sua impressão digital Interpretar o espetro eletromagnético de radiações associando cada radiação a um determinado valor de Observação de descargas em tubos de gases rarefeitos utilizando óculos especiais de observação 3/12

138 radiações e energia -Relação das cores do espectro do visível com a energia da radiação -Análise elementar por via seca (AL 1.2) -Aplicações tecnológicas da interação radiação-matéria energia (sem referência à sua frequência e ao seu comprimento de onda) Comparar radiações (UV, VIS e IV) quanto à sua energia e efeito térmico Situar a zona visível do espectro no espetro eletromagnético Identificar equipamentos diversos que utilizam diferentes radiações (por exemplo, instrumentos LASER, fornos microondas, fornos tradicionais, aparelhos de radar e aparelhos de raios X) Estabelecer a relação entre a energia de radiação incidente, a energia mínima de remoção de um eletrão e a energia cinética do eletrão emitido quando há interação entre a radiação e um metal Identificar algumas aplicações tecnológicas da interação radiação-matéria, nomeadamente o efeito fotelétrico Interpretar espetros atómicos simples Comparação dos espetros de absorção e de emissão, do mesmo elemento Análise de espetros de diferentes estrelas Análise dos espetros obtidos com lâmpadas de incandescência, lâmpadas fluorescentes e lâmpada de sódio do polarímetro (no momento da ligação e após aquecimento), utilizando o espetroscópio de bolso Ano letivo 2014/ Átomo de hidrogénio e estrutura atómica -Espetro do átomo de hidrogénio -Quantização de energia -Modelo quântico Números quânticos (n, l, m l e m s) Orbitais (s, p, d) Princípio da energia mínima Princípio da exclusão de Pauli Regra de Hund Configuração eletrónica de átomos de elementos de Z 23 Descrever o espetro do átomo de hidrogénio Associar, no átomo de hidrogénio, cada série espetral a transições eletrónicas e respetivas radiações Ultra Violeta, Visível e Infra Vermelho Explicar a existência de níveis de energia quantizados Descrever o modelo quântico do átomo em termos de números quânticos (n, l, ml e ms), orbitais e níveis de energia Referir os contributos de vários cientistas e das suas propostas de modelo atómico, para a formalização do modelo atómico atual Estabelecer as configurações eletrónicas dos átomos dos elementos ( Z 23) atendendo aos princípios da energia mínima e da exclusão de Pauli, e à regra de Hund Interpretar o efeito fotelétrico em termos de energia de radiação incidente, energia mínima de remoção de um eletrão e energia cinética do eletrão emitido Identificar algumas aplicações tecnológicas do efeito fotelétrico Análise do espetro do átomo de hidrogénio Pesquisa documental e/ou utilizando as TIC sobre aplicações tecnológicas do efeito fotelétrico, em situações do quotidiano Pesquisa documental sobre modelos atómicos e sua evolução 1.4. Tabela Periódica - organização dos elementos químicos -Descrição da estrutura atual da Tabela Periódica -Breve história da Tabela Periódica -Posição dos elementos na Interpretar a organização atual da Tabela Periódica em termos de períodos, grupos (1 a 18) e elementos representativos (Blocos s e p) e não representativos Referir a contribuição do trabalho de vários cientistas para a construção da Tabela Periódica até à organização atual Trabalho de investigação Cada aluno deverá adotar um elemento de entre os elementos representativos e alguns não 4/12

139 Tabela Periódica e respetivas configurações eletrónicas -Variação do raio atómico e da energia de ionização na Tabela Periódica -Propriedades dos elementos e propriedades das substâncias elementares -Identificação de uma substância e avaliação da sua pureza (AL 1.3) Verificar, para os elementos representativos da Tabela Periódica, a periodicidade de algumas propriedades físicas e químicas das respetivas substâncias elementares Interpretar duas importantes propriedades periódicas dos elementos representativos - raio atómico e energia de ionização - em termos das distribuições eletrónicas Identificar a posição de cada elemento na Tabela Periódica segundo o grupo e o período Distinguir entre propriedades do elemento e propriedades da(s) substância(s) elementar(es) correspondentes Interpretar informações contidas na Tabela Periódica em termos das que se referem aos elementos e das respeitantes às substâncias elementares correspondentes Relacionar as posições dos elementos representativos na Tabela Periódica com as características das suas configurações eletrónicas Reconhecer na Tabela Periódica um instrumento organizador de conhecimentos sobre os elementos químicos Fundamentar, de forma simplificada, técnicas laboratoriais para a determinação de grandezas físicas (densidade, ponto de fusão, ponto de ebulição...) Aplicar procedimentos (experimentais, consulta de documentos...) que visem a tomada de decisão sobre a natureza de uma amostra (substância ou mistura) representativos (mais vulgarmente utilizados) sobre os quais deve pesquisar informação, nomeadamente sobre: -história do elemento -características do elemento (número atómico, raio atómico, raio iónico, tipos de ligação, energias de ionização...) -substâncias em que se encontra e propriedades destas; utilização dessas substâncias na indústria e implicações para o ambiente -outras características pertinentes. Exposição dos trabalhos realizados Pesquisa sobre a história da conceção da Tabela Periódica Ano letivo 2014/2015 UNIDADE 2 - Na atmosfera da Terra: radiação, matéria e estrutura 2.1. Evolução da atmosfera - breve história -Variação da composição da atmosfera (componentes maioritários) ao longo dos tempos e suas causas -Composição média da atmosfera atual *componentes principais *componentes vestigiais -Agentes de alteração da concentração de constituintes vestigiais da atmosfera * agentes naturais * agentes antropogénicos -Acão de alguns constituintes vestigiais da atmosfera nos organismos *dose letal Relacionar a evolução da atmosfera com os gases nela existentes Justificar a importância de alguns gases da atmosfera (O 2, N 2, H 2O e CO 2) face à existência de vida na Terra Comparar a composição provável da atmosfera primitiva com a composição média atual da troposfera Indicar a composição média da troposfera atual em termos de componentes principais(o 2, N 2, H 2O e CO 2) e vestigiais (óxidos de azoto, metano, amoníaco, monóxido de carbono, hidrogénio...) Explicar como alguns agentes naturais e a atividade humana provocam alterações na concentração dos constituintes vestigiais da troposfera, fazendo referência a situações particulares de atmosferas tóxicas para o ser humano Exprimir o significado de dose letal (DL 50) como a dose de um produto químico que mata 50% dos animais de uma população testada e que se expressa em mg do produto químico por kg de massa corporal do animal Comparar valores de DL 50 para diferentes substâncias Comparar os efeitos de doses iguais de uma substância Análise de documentos, diagramas, tabelas e quadros relativos a várias regiões da atmosfera e seus constituintes Interpretação de curvas de variação da temperatura em função da altitude. Interpretação de textos informativos sobre causas de modificações na composição dos constituintes vestigiais da atmosfera e de implicações desta para a vida na Terra. Utilização de grelhas de registo de parâmetros (atitudes, valores e responsabilidade) para avaliação continua durante as aulas Avaliação do desempenho dos alunos na execução e apresentação dos trabalhos de grupo Realização de testes de avaliação escritos 43 5/12

140 em organismos diferentes Ano letivo 2014/ Atmosfera: temperatura, pressão e densidade em função da altitude -Variação da temperatura e estrutura em camadas da atmosfera -Volume molar. Constante de Avogadro -Densidade de um gás *relação volume/número de partículas a pressão e temperatura constantes *relação densidade de um gás/massa molar -Dispersões na atmosfera *soluções gasosas *coloides e suspensões- material particulado *soluções e coloides - AL 2.1 -Composição quantitativa de soluções *concentração e concentração mássica *percentagem em volume e percentagem em massa *mg/kg ou cm 3 /m 3 milhão) *fração molar (partes por Explicar que, na ausência de qualquer reação química, a temperatura da atmosfera deveria diminuir com a altitude até um certo valor e depois aumentar como resultado da atividade solar Associar a divisão da atmosfera em camadas, aos pontos de inflexão da variação de temperatura em função da altitude Estabelecer uma relação, para uma dada pressão e temperatura, entre o volume de um gás e o número de partículas nele contido Relacionar a densidade de uma substância gasosa com a sua massa molar Relacionar a variação da densidade da atmosfera com a altitude Reconhecer que a atmosfera é formada por uma solução gasosa na qual se encontram outras dispersões como os coloides e suspensões, na forma de material particulado Indicar o significado de solução, coloide e suspensão e distingui-los uns dos outros Identificar soluções, coloides e suspensões em situações do quotidiano Explicitar a composição quantitativa de uma solução em termos de concentração, concentração mássica, percentagem em massa, percentagem em volume, fração molar e partes por milhão Exprimir a composição quantitativa média da atmosfera de formas diversas e estabelecer a correspondência adequada Conversão, estabelecendo as correspondências possíveis, da composição da atmosfera em mg/kg ou em cm 3 /m 3 e em percentagem em volume ou massa. Análise de tabelas publicadas em jornais com valores da composição de poluentes mais comuns nas atmosferas urbanas e conversão nas unidades SI. Análise documental sobre a composição química de soluções em diferentes estados físicos (por exemplo: ar, ligas metálicas, água oxigenada, ácido sulfúrico comercial, etanol comercial) Interação radiação-matéria -Formação de iões na termosfera e na mesosfera: O 2+, O + e NO + -A atmosfera como filtro de radiações solares -Formação de radicais livres na estratosfera e na troposfera *HO, Br e Cl -Energia de ligação por molécula e energia de ionização por mole Interpretar a formação dos radicais livres da atmosfera (estratosfera e troposfera) HO, Br e Cl como resultado da interação entre radiação e matéria Interpretar a formação dos iões O 2 +, O + e NO + como resultado da interação entre radiação e matéria Interpretar a atmosfera como filtro solar (em termos de absorção de várias energias nas várias camadas da atmosfera) Explicar o resultado da interação da radiação de energia mais elevada na ionosfera e mesosfera, em termos de ionização, atomização (rutura de ligações) e aceleração das partículas Observação de fontes de luz diversas: lâmpada solar, lâmpada de UV e lâmpada de IV, usando óculos de proteção. Comparação dos efeitos de irradiação de objetos com diferentes fontes luminosas (por exemplo, minerais, roupa branca, notas de banco, detergente em pó) Observação do efeito de filtros de vidro e de perspex sobre a radiação UV Observação do efeito protetor da radiação UV por um creme solar Comparação do efeito de filtros mecânicos e 6/12

141 de moléculas Enumerar alguns dos efeitos da ação de radicais livres na atmosfera sobre os seres vivos filtros químicos (o caso do ozono) sobre radiações Análise de documentos relativos a problemas detetados sobre o ozono na atmosfera Sistematização de informação sobre consequências da rarefação do ozono na estratosfera Interpretação de recomendações internacionais para a preservação do ozono na estratosfera Ano letivo 2014/ O ozono na estratosfera -O ozono como filtro protetor da Terra *Filtros solares -Formação e decomposição do ozono na atmosfera -A camada do ozono -O problema científico e social do buraco na camada do ozono -Efeitos sobre o ozono estratosférico. O caso particular dos CFC s -Nomenclatura dos alcanos e alguns dos seus derivados Compreender o efeito da radiação na produção de ozono estratosférico Explicar o balanço O 2/O 3 na atmosfera em termos da foto dissociação de O 2 e de O 3 Explicar a importância do equilíbrio anterior para a vida na Terra Conhecer formas de caracterizar a radiação incidente numa superfície - filtros mecânicos e filtros químicos Interpretar o modo como atua um filtro solar Indicar o significado de índice de proteção solar Interpretar o significado de camada do ozono Discutir os resultados da medição da concentração do ozono ao longo do tempo, como indicador do problema da degradação da camada do ozono Interpretar o significado da frase buraco da camada do ozono em termos da diminuição da concentração daquele gás Compreender algumas razões para que essa diminuição não seja uniforme Indicar alguns dos agentes (naturais e antropogénicos) que podem provocar a destruição do ozono Indicar algumas consequências da diminuição do ozono estratosférico, para a vida na Terra Indicar o significado da sigla CFC s, identificando os compostos a que ela se refere pelo nome e fórmula, como derivados do metano e do etano Aplicar a nomenclatura IUPAC a alguns alcanos e seus derivados halogenados Explicar por que razão os CFC s foram produzidos em larga escala, referindo as suas propriedades e aplicações Indicar alguns dos substitutos dos CFC s e suas limitações Construção de modelos moleculares com equipamento comercial (caixas de modelos), material improvisado ou utilizando modelos computacionais (em articulação com a matemática) Análise de tabelas de comprimentos, energias e ângulos de ligação correlacionando os dados com algumas geometrias moleculares 2.5. Moléculas na -Modelo covalente da ligação Explicar a estrutura da molécula de O 2, utilizando o modelo de ligação covalente Comparar a estrutura da molécula de O 2 com a estrutura 7/12

142 troposfera - espécies maioritárias (N2, O2, H2O, CO2) e espécies vestigiais (H2, CH4, NH3) química -Parâmetros de ligação *Energia de ligação *Comprimento de ligação *Ângulo de ligação -Geometria molecular de outras moléculas da atmosfera tais como H 2 e N 2 (ligações simples, dupla e tripla) Interpretar os parâmetros de ligação - energia e comprimento- para as moléculas H 2, O 2 e N 2 Relacionar a energia de ligação com a reatividade das mesmas moléculas Interpretar o facto de o néon não formar moléculas Explicar a estrutura das moléculas de H 2O, utilizando o modelo de ligação covalente Explicar a estrutura das moléculas de NH 3, CH 4 e CO 2, utilizando o modelo de ligação covalente Interpretar o parâmetro ângulo de ligação nas moléculas de H 2O, NH 3, CH 4 e CO 2 Representar as moléculas de H 2, O 2, N 2, H 2O, NH 3, CH 4 e CO 2 na notação de Lewis Aplicar a nomenclatura IUPAC a algumas substâncias inorgânicas simples (ácidos, hidróxidos, sais e óxidos) Interpretar a geometria das moléculas H 2O, NH 3, CH 4 e CO 2 Ano letivo 2014/2015 Unidade Objeto de ensino Objetivos de aprendizagem Metodologia Avaliação Nºaulas MÓDULO INICIAL - Das fontes de energia ao utilizador 1. Situação energética mundial e degradação de energia 2. Conservação da energia -Fontes de energia e estimativas de consumos energéticos nas principais atividades humanas -Transferência e transformações de energia -Degradação de energia. Rendimento. -Uso racional das fontes de energia -Sistema, fronteira, vizinhança. Sistema isolado. -Energia mecânica. -Energia interna. Temperatura. -Calor, radiação, trabalho e Analisar e comparar consumos energéticos nas diferentes atividades humanas; Reconhecer a necessidade de utilização de energias renováveis (ER) Indicar vantagens e inconvenientes das ER e não renováveis Associar a qualquer processo de transferência ou de transformação de energia um rendimento sempre inferior a 100% (degradação de energia) Identificar fatores que contribuem para o uso racional das fontes de energia: aproveitamento de subprodutos, reciclagem, reutilização e redução do consumo (redução da poluição) Identificar em processos de transferências e transformações de energia, o sistema, as fronteiras e as vizinhanças Caracterizar um sistema isolado como a aquele cujas fronteiras não permitem trocas de energia com as * Análise de capitações energéticas: per-capita por país por atividade * Discussão de informações (textos que incluam tabelas e gráficos) contendo dados técnicos e de opinião sobre diferentes consumos energéticos em várias atividades humanas, rendimentos de diferentes processos e uso de fontes de energia, com a finalidade de o aluno fazer uma análise crítica com bases científicas sobre problemáticas energéticas e utilização racional da energia. * Observação e interpretação de transferências e transformações de energia, usando diferentes tipos de materiais (conjuntos laboratoriais, brinquedos e pequenos eletrodomésticos). O professor deverá verificar se o aluno é capaz de: - Interpretar as transferências e transformações de Utilização de grelhas de registo de parâmetros (atitudes, valores e responsabilidade) para avaliação continua durante as aulas Realização de testes de avaliação escritos 12 8/12

143 UNIDADE 1 - Do Sol ao aquecimento 1. Energia do sol para a terra potência. -Lei da conservação da energia. Balanços energéticos. -Balanço energético da terra -Emissão e absorção de radiação. Lei de Stefan Boltzmann. Deslocamento de wien (AL 1.1) -Sistema termodinâmico -Equilíbrio térmico. Lei zero da termodinâmica -A radiação solar na produção da energia elétrica painel fotovoltaico (AL 1.2) vizinhanças ou em que estas não são significativas Identificar a energia cinética como a energia associada ao movimento Identificar a energia potencial como a energia resultante de interações Identificar energia mecânica de um sistema como a soma das respetivas energias cinética e potencial Caracterizar a energia interna como propriedade de um sistema, resultante das diferentes ações entre os seus constituintes e dos seus respetivos movimentos Identificar trabalho e calor como quantidades de energia transferida entre sistemas Distinguir calor, trabalho e potência e explicitar os valores destas grandezas anteriores em unidades SI Identificar transferências de energia como trabalho, calor e radiação Caracterizar a radiação eletromagnética pela sua frequência e/ou comprimento de onda Relacionar qualitativamente a energia da radiação com a frequência e comprimento de onda Interpretar o significado físico de conservação de uma grandeza Interpretar fisicamente a Lei da Conservação da Energia Aplicar a Lei da Conservação da Energia a situações do dia-a-dia, efetuando balanços energéticos Explicar que a temperatura média da Terra é em grande parte determinada pela radiação que ela recebe do Sol, mas que esta também emite energia, pois, caso contrário, ficaria cada vez mais quente Identificar um sistema termodinâmico como aquele em que são apreciáveis as variações de energia interna Indicar que todos os corpos irradiam energia Relacionar a potência total irradiada por uma superfície com a respetiva área e a quarta potência da sua temperatura absoluta (Lei de Stefan-Boltzmann) Identificar a zona do espectro eletromagnético em que é máxima a potência irradiada por um corpo, para diversos valores da sua temperatura (deslocamento de Wien) Relacionar as zonas do espectro em que é máxima a potência irradiada pelo Sol e pela Terra com as respetivas temperaturas Identificar situações de equilíbrio térmico Explicitar o significado da Lei Zero da Termodinâmica Explicar que, quando um sistema está em equilíbrio térmico com as suas vizinhanças, as respetivas taxas de absorção e de emissão de radiação são iguais energia observadas com base na Lei da Conservação de Energia. Caracterizá-las em termos de calor, radiação e trabalho. * Observação da alteração de cor quando um corpo irradia energia à medida que a sua temperatura aumenta (por exemplo, um fio de cobre fino aquecido com uma lamparina de álcool). Ano letivo 2014/2015 Utilização de grelhas de registo de parâmetros (atitudes, valores e responsabilidade) para avaliação continua durante as aulas Avaliação do desempenho dos alunos na execução e apresentação dos trabalhos de grupo Realização de testes de avaliação escritos 43 9/12

144 Determinar a temperatura média de equilíbrio radiativo da Terra com um todo a partir do balanço entre a energia solar absorvida e a energia da radiação emitida pela superfície da Terra e atmosfera Interpretar o valor real da temperatura média da terra a partir da absorção e reemissão de radiação por alguns gases presentes na atmosfera Ano letivo 2014/ A energia no aquecimento/arrefeci mento de sistemas -Mecanismos de transferência de calor: condução e convecção -Materiais condutores e isoladores do calor. Condutividade térmica (AL 1.3) -1ª lei da termodinâmica (AL 1.4) -Degradação da energia. 2ª lei da termodinâmica -Rendimento Distinguir os mecanismos de condução e convecção Relacionar quantitativamente a condutividade térmica de um material com a taxa temporal de transmissão de energia como calor Distinguir materiais bons e maus condutores do calor com base em valores tabelados de condutividade térmica Interpretar a 1ª Lei da Termodinâmica a partir da Lei Geral da Conservação da Energia Interpretar situações em que a variação de energia interna se faz à custa de trabalho, calor ou radiação Estabelecer balanços energéticos em sistemas termodinâmicos Calcular o rendimento de processos de aquecimento/arrefecimento Explicitar que os processos que ocorrem espontaneamente na Natureza se dão sempre num determinado sentido o da diminuição da energia útil do Universo (2ª Lei da Termodinâmica) * Análise de um esquema de um coletor solar de modo a: - Identificar os diferentes elementos e reconhecer as funções de cada um - Relacionar as propriedades físicas dos materiais utilizados com as funções que desempenham - Identificar os mecanismos de transferência de energia em cada elemento* - Em relação ao elemento coletor: - Indicar as funções de cada uma das partes - Interpretar o efeito dos diferentes materiais utilizados na cobertura e na placa absorsora - Interpretar o equilíbrio térmico atingido - Explicar como se pode obter água aquecida a diferentes temperaturas máximas adequadas a diferentes fins (uso doméstico, piscinas ) *Análise crítica de uma situação real (isolamento térmico de uma casa, sala de aula ). UNIDADE 2 - Energia em movimentos 1. Transferências e transformações de energia em sistemas complexos aproximação ao modelo da partícula material -Transferências e transformações de energia em sistemas complexos (meios de transporte) -Sistema mecânico. Modelo da partícula material (centro de massa) -Validade da representação de um sistema pelo respetivo centro de massa -Trabalho realizado por forças constantes que atuam num sistema em qualquer direção -A ação das forças dissipativas Analisar as principais transferências e transformações de energia que ocorrem num veículo motorizado, identificando a energia útil e a dissipada Identificar um veículo motorizado como um sistema mecânico e termodinâmico (complexo) Identificar, no sistema de travagem, as forças de atrito como forças dissipativas (degradação de energia) Associar a ação das forças dissipativas num sistema complexo com variações de energia mecânica e interna Explicar, a partir de variações de energia interna, que, para estudar fenómenos de aquecimento, não é possível representar o sistema por uma só partícula o seu centro de massa Identificar as aproximações feitas quando se representa um veículo pelo seu centro de massa Identificar a força eficaz como a componente da força responsável pelo trabalho realizado sobre o centro de massa do sistema. * Observação de um esquema simplificado do mecanismo de um veículo motorizado (ex: automóvel) e análise de valores de potências e consumos de gasolina em tabelas de dados * Resolução de exercícios e problemas que envolvam o cálculo de trabalho realizado por forças constantes em movimentos retilíneos, discutindo o modo como estas devem atuar para que contribuam para aumento/diminuição da energia do sistema em que atuam. O professor deverá ter em conta o que se refere anteriormente sobre resolução de exercícios e problemas. Utilização de grelhas de registo de parâmetros (atitudes, valores e responsabilidade) para avaliação continua durante as aulas Avaliação do desempenho dos alunos na execução e apresentação dos trabalhos de grupo Realização de testes de avaliação escritos 43 10/12

145 Indicar as condições para que a ação de uma força contribua para um aumento ou diminuição de energia do centro de massa do sistema em que atua. Calcular o trabalho realizado por uma força constante qualquer que seja a sua direção em relação à direção do movimento Reconhecer que, no modelo do centro de massa, a ação das forças dissipativas se traduz apenas numa diminuição de energia mecânica. Ano letivo 2014/ A energia de sistemas em movimento de translação -Teorema da energia cinética (AL 2.1) -Trabalho realizado pelo peso -Peso como força conservativa -Energia potencial gravítica -Conservação da energia mecânica (AL 2.2) -Acão das forças não conservativas (AL 2.3) -Rendimento. Dissipação de energia Aplicar o teorema da energia cinética em movimentos de translação, sob a ação de forças constantes Calcular o trabalho realizado pelo peso, entre dois pontos, em percursos diferentes, identificando o peso como força conservativa Relacionar o trabalho realizado pelo peso com a variação da energia potencial gravítica Indicar que o valor da energia potencial gravítica num ponto só é conhecido se for estabelecido um nível de referência Explicitar que, se num sistema só atuam forças conservativas e/ou forças que não realizem trabalho, a energia mecânica permanece constante Relacionar a variação de energia mecânica de um sistema com o trabalho realizado por forças não conservativas Analisar situações do dia a dia sob o ponto de vista da conservação da energia mecânica Calcular rendimentos em sistemas mecânicos Relacionar a dissipação de energia com um rendimento de sistemas mecânicos inferior a 100% * Determinação experimental do trabalho realizado entre dois pontos, pelo peso de um bloco no deslizamento ao longo de rampas com inclinações diferentes e efeito de atrito desprezável. A diferença entre as alturas dos pontos considerados deverá ser sempre a mesma em todas as determinações. * Observação e interpretação das transformações de energia de uma chapa retangular* que executa um movimento pendular partindo do repouso a uma certa altura. Determinação da energia mecânica da chapa na posição inicial e na posição de equilíbrio (fazendo leituras do tempo que esta demora a passar por uma célula fotelétrica). * Deslizar um carrinho* ao longo de uma calha (tipo montanha russa ). 11/12

146 Ano letivo 2014/2015 Considerações gerais sobre a disciplina e avaliação diagnóstica Exploração de conteúdos e aulas prático-laboratoriais Testes de avaliação e respetivas correções Auto e hétero avaliação Total 2 aulas 198 aulas 24 aulas 6 aulas 230 aulas 12/12

147 Departamento de Física e Química º Ano COMPONENTE DE FÍSICA Unidade Objeto de ensino Objetivos de aprendizagem Metodologia Nºaulas Unidade 1 Movimentos na Terra e no Espaço 1.1. Viagens com GPS - revisões de conceitos de Cinemática Funcionamento e aplicações - apresentação multimedia do GPS Subdepartamento de FÍSICA - Aquisição e tratamento de dados e QUÍMICA Posição coordenadas Conteúdos programáticos Física e Química-A_11º ano Explicar os princípios básicos de funcionamento de um GPS de modo a obter a posição de (posição/tempo) de um movimento geográficas e cartesianas um ponto na Terra pré-definido, utilizando Indicar o significado das coordenadas geográficas: latitude, longitude e altitude. um sensor de movimento (CBR) Tempo Indicar a posição de um ponto através das coordenadas cartesianas num referencial, quando associado a uma calculadora gráfica. uma superfície curva se pode aproximar de uma superfície plana Pretende-se que um aluno se Comparar a precisão de diferentes tipos de relógios (mecânicos, de quartzo e atómicos), desloque segundo uma rcta, Trajetória selecionando o mais adequado a cada fim afastando-se devagar do sensor, com Identificar a trajetória de um corpo como o conjunto de pontos ocupados uma rapidez constante, em sucessivamente pelo seu centro de massa, durante o movimento seguida, pare durante um certo Explicitar o significado da velocidade instantânea como uma grandeza vetorial que informa a intervalo de tempo e caminhe 13 Revisão de alguns conceitos direção e sentido do movimento e a rapidez com que o corpo muda de posição depois em sentido oposto, fundamentais de Física: Representar a velocidade por um vetor tangente à trajectória em cada instante aproximando-se do sensor com uma Identificar alterações de velocidade sempre que esta mude de direção, sentido, ou módulo rapidez constante, maior do que a do Referencial, trajetória, posição, Interpretar gráficos posição-tempo que traduzam situações reais e a partir deles estimar e primeiro troço do determinar valores de velocidade percurso. deslocamento e distância Esboçar gráficos posição-tempo e velocidade-tempo com base em descrições de movimentos ou em medidas efectuadas percorrida. Rapidez, velocidade e aceleração. - exploração calculadora gráfica e de software - exploração GPS - Página 1 de 13 -

148 Departamento de Física e Química º Ano Unidade Objeto de ensino Objetivos de aprendizagem Metodologia Nºaulas Unidade 1 Movimentos na Terra e no Espaço 1.2. Da Terra à Lua Interações à distância e de contacto As quatro interações fundamentais na Natureza 3ª Lei de Newton Lei da gravitação universal Movimentos próximo da superfície da Terra Aceleração 2ª Lei de Newton 1ª Lei de Newton O movimento segundo Aristóteles, Galileu e Newton Características do movimento de um corpo de acordo com a resultante das forças e as condições AL1.1. iniciais do movimento: Terra e a queda dos corpos à superfície da Terra como resultado da interação gravitacional e QUÍMICA Queda e lançamento na vertical com efeito Conteúdos de Identificar programáticos a variação de velocidade como um dos efeitos de uma Física força e Química-A_11º AL ano 1.2. resistência do ar desprezável movimento retilíneo uniformemente variado Queda na vertical com efeito de resistência do ar AL 1.3. apreciável movimentos rctilíneos acelerado e uniforme. Velocidade terminal AL 1.4. Lançamento horizontal com efeito de resistência do ar desprezável composição de dois movimentos (uniforme e uniformemente acelerado) Movimentos retilíneos num plano horizontal (uniforme e uniformemente variado) Movimentos de satélites geoestacionários Caraterísticas e aplicações destes satélites Caraterísticas do movimento dos satélites geoestacionários de acordo com as resultantes das forças e as condições iniciais do movimento: movimento circular com constante Velocidade linear e velocidade angular Aceleração Período e frequência velocidade de módulo Associar o conceito de força a uma interação entre dois corpos Distinguir interações à distância e de contacto Associar as quatro interações fundamentais na Natureza com as ordens de grandeza dos respetivos alcances e intensidades Identificar e representar as forças que atuam em corpos em diversas situações reais Enunciar e interpretar a 3ª lei de Newton Enunciar a lei da gravitação universal Interpretar o movimento da Terra e de outros planetas em volta do Sol, da Lua em volta da Associar a grandeza aceleração à taxa de variação temporal da velocidade. Enunciar e interpretar a 2ª lei de Newton Relacionar a resultante das forças que atuam num corpo com a aceleração a que um corpo fica sujeito Reconhecer que o movimento de um corpo só fica carcterizado se forem conhecidas a resultante das forças nele aplicadas e as condições iniciais do movimento (modelo da partícula material ou do centro de massa) Caraterizar o movimento de queda e de subida na vertical, com efeito da resistência do ar desprezável: movimento retilíneo e uniformemente variado (acelerado e retardado): Interpretar a variação da velocidade de um grave na queda, ou na subida, próximo da superfície da Terra, como consequência da força que a Terra exerce sobre ele Calcular o valor da aceleração da gravidade, a partir da Lei da Gravitação Universal, para uma distância da ordem de grandeza do raio da Terra e confrontar com o valor determinado experimentalmente Interpretar gráficos x( t) e v( t) em situações de movimento retilíneo uniformemente variado e estabelecer as respetivas expressões analíticas - apresentação multimedia - Trabalhos práticos: Subdepartamento de FÍSICA - projeção pequenos videos - exploração calculadora gráfica e de software 47 - Página 2 de 13 -

149 Departamento de Física e Química º Ano Unidade Objeto de ensino Objetivos de aprendizagem Metodologia Nºaulas Unidade 2 Comunicações 2.1. Comunicação de informação a curtas distâncias Transmissão de sinais Sinais Propagação de um sinal: energia e velocidade de e QUÍMICA Descrever um sinal Conteúdos harmónico programáticos simples através da função A sin ωt Física e Química-A_11º ano propagação (modelo ondulatório) Onda periódica: periodicidade no tempo e no espaço Sinal harmónico e onda harmónica Som Produção e propagação de um sinal sonoro Som como onda mecânica Propagação de um som harmónico Espetro sonoro Sons harmónicos e complexos Microfone e altifalante Finalidades Campo magnético e campo eléctrico. Unidades SI Linhas de campo Fluxo magnético através de uma e de várias espiras condutoras Indução electromagnética Força eletromotriz induzida. Lei de Faraday Identificar um sinal como uma perturbação de qualquer espécie que é usada para comunicar (transmitir) uma mensagem ou parte dela. Reconhecer que um sinal se localiza no espaço e no tempo, podendo ser de curta duração ou contínuo Identificar diferentes tipos de sinais Interpretar a propagação de um sinal por meio de um modelo ondulatório Reconhecer que um sinal demora um certo tempo t a percorrer um determinado espaço x e que, consequentemente, lhe pode ser atribuída uma velocidade de propagação ( v = x/t) Reconhecer que um sinal se transmite com velocidade diferente em diferentes meios Reconhecer que um fenómeno ondulatório se carateriza pela existência de uma perturbação inicial que altera localmente uma propriedade física do meio e pela propagação dessa perturbação através desse meio Identificar fenómenos de propagação ondulatória longitudinal e transversal Identificar sinais que necessitam e que não necessitam de meio elástico para se transmitirem. Identificar uma onda periódica como aquela que resulta da emissão repetida de um sinal a intervalos regulares, independentemente da sua forma. Associar a periodicidade no tempo de uma onda periódica ao respetivo período e a periodicidade no espaço ao respetivo comprimento de onda Relacionar o período com a frequência do sinal Relacionar a intensidade do sinal com a amplitude da função que o descreve Interpretar uma onda harmónica como a propagação de um sinal harmónico simples (sinusoidal) com uma dada frequência Relacionar o comprimento de onda da onda harmónica, com o período do sinal, com base no significado da velocidade de propagação Explicar o sinal sonoro como resultado de uma vibração de um meio mecânico Interpretar o mecanismo de propagação do sinal sonoro como uma onda longitudinal, proveniente de sucessivas compressões e rarefações do meio Comparar a velocidade do som em diferentes meios Explicar o som ou qualquer onda mecânica como um fenómeno de transferência de energia entre partículas de um meio elástico, sem que exista transporte destas. Identificar diferentes pontos do espaço com o mesmo estado de vibração, com base no significado de propagação ondulatória Associar a frequência de um sinal sonoro harmónico recebido pelo receptor à frequência da vibração que lhe deu origem Localizar as frequências audíveis ao ouvido humano no espectro sonoro Interpretar sons complexos como sobreposição de sons harmónicos Identificar as finalidades de um altifalante e de um microfone Identificar um campo magnético como a grandeza que se manifesta através da cção que exerce sobre ímanes naturais e correntes elétricas Reconhecer que um campo magnético tem a sua origem em ímanes naturais e em correntes eléctricas Identificar o campo elétrico como a grandeza que se manifesta através da ação que exerce sobre cargas elétricas Reconhecer que um campo elétrico tem a sua origem em cargas elétricas e em campos magnéticos variáveis Identificar zonas de campo elétrico e magnético mais ou menos intenso e zonas de campo aproximadamente uniforme, a partir da observação de espetros eléctricos e magnéticos e da sua representação pelas respetivas linhas de campo Exprimir as intensidades dos vetores campo elétrico e campo magnético em unidades SI. Identificar o fluxo magnético que atravessa uma espira (Φ = B A cosα), como o produto da intensidade de campo magnético que a atravessa perpendicularmente pela sua área, e explicar as condições que o tornam máximo, mínimo ou nulo. Generalizar para várias espiras Explicar em que consiste o fenómeno de indução eletromagnética Explicar como se produz uma força eletromotriz induzida num condutor em termos dos movimentos deste que originam variações do fluxo Identificar força eletromotriz induzida como a taxa de variação temporal do fluxo magnético (Lei de Faraday) Exprimir o valor de uma força eletromotriz em unidades SI Relacionar a força eletromotriz de um gerador com a energia que este pode disponibilizar Explicar o funcionamento de um microfone de indução e de um altifalante - Página 3 de 13 - Subdepartamento de FÍSICA - apresentação multimedia - A.L A.L exploração calculadora gráfica e de software 22

150 Departamento de Física e Química º Ano Unidade Objeto de ensino Objetivos de aprendizagem Metodologia Nºaulas Unidade 2 Comunicações 2.2. Comunicação de informação a longas distâncias A radiação eletromagnética na comunicação Produção de ondas de rádio: trabalhos de Hertz e Marconi Transmissão de informação e QUÍMICA do feixe e das propriedades dos materiais Conteúdos programáticos Física e Química-A_11º ano Sinal analógico e sinal digital Modulação de sinais analógicos, por amplitude e por frequência Reflexão, refrcção, reflexão total, absorção e difração de ondas Bandas de radiofrequência Compreender as limitações de transmitir sinais sonoros a longas distâncias, em comparação com a transmissão de sinais eletromagnéticos, e consequente necessidade de usar ondas eletromagnéticas (ondas portadoras) para a transmissão de informação contida nos sinais sonoros Reconhecer marcos importantes na história do Eletromagnetismo e das comunicações (trabalhos de Oersted, Faraday, Maxwell, Hertz e Marconi) Explicitar a necessidade de converter um sinal sonoro num sinal elétrico de modo a poder modular uma onda eletromagnética Distinguir um sinal analógico de um sinal digital Distinguir um sinal modulado em amplitude (AM) de um sinal modulado em frequência (FM) pela variação que o sinal a transmitir produz na amplitude ou na frequência da onda portadora, respetivamente Reconhecer que parte da energia de uma onda incidente na superfície de separação de dois meios é refletida, parte transmitida e parte é absorvida Reconhecer que a repartição da energia refletida, transmitida e absorvida depende da frequência da onda incidente, da inclinação Enunciar as leis da reflexão e da refração Relacionar o índice de refração da radiação relativo entre dois meios com a relação entre as velocidades de propagação da radiação nesses meios Explicitar as condições para que ocorra reflexão total da luz, exprimindo-as quer em termos de índice de refracção, quer em termos de velocidade de propagação Reconhecer as propriedades da fibra óptica para guiar a luz no interior da fibra (transparência e elevado valor do índice de refração) Explicar em que consiste o fenómeno da difração e as condições em que pode ocorrer Explicar, com base nos fenómenos de reflexão, refração e absorção da radiação na atmosfera e junto à superfície da Terra, as bandas de frequência adequadas às comunicações por telemóvel e transmissão por satélite Reconhecer a utilização de bandas de frequência diferentes nas estações de rádio, estações de televisão, telefones sem fios, radioamadores, estações espaciais, satélites, telemóveis, controlo aéreo por radar e GPS e a respctiva necessidade e conveniência - apresentação multimedia Subdepartamento de FÍSICA - AL Total de Aulas da Componente de Física 103 aulas (16 de avaliação) - Página 4 de 13 -

151 Departamento de Física e Química º Ano COMPONENTE DE QUÍMICA Unidade Objeto de ensino Objetivos de aprendizagem Metodologia Nºaulas Unidade 1 Química e Indústria: Equilíbrios e Desequilíbrios 1. Produção e controlo a síntese industrial do amoníaco Reconhecer o amoníaco como uma substância inorgânica importante. Relacionar aspetos históricos da síntese do amoníaco (laboratorial) e da sua produção industrial (Fritz Haber, 1905) - revisões sobre os conceitos 1.1. O amoníaco como matériaprima Associar a destilação fracionada do ar líquido ao processo de obtenção industrial do azoto, embora o processo de outros conceitos associados Identificar o azoto e o hidrogénio como matérias-primas para a produção industrial do amoníaco de n, M e c, bem como de Haber utilize o azoto diretamente do ar Transferência e Subdepartamento de FÍSICA Referir o processo atual de obtenção industrial do hidrogénio a partir do gás natural ou da nafta transformações de energia e QUÍMICA Identificar Conteúdos a reação de síntese programáticos do amoníaco (N2(g) + 3H2(g) 2NH3(g)) e a Física e Química-A_11º ano decomposição do amoníaco, (2NH3(g) N2(g) + 3H2(g)) como reações inversas uma da outra - apresentação multimedia Interpretar uma reação completa como aquela em que pelo menos um dos seus reagentes atinge valores de concentração não mensuráveis facilmente e uma reação incompleta como a reação em que nenhum dos reagentes - actividades de pesquisa se esgota no seu decorrer A reação de síntese do amoníaco Identificar reações de combustão, em sistema aberto, como exemplos que se aproximam de reações completas Identificar quantidade de substância ( n) como uma das sete grandezas fundamentais do Sistema Internacional (SI) Caraterizar a unidade de quantidade de substância, mole (símbolo mol), como a quantidade de substância que contém tantas entidades quantos os átomos existentes em 1,2 x 10-2 kg do nuclido 12 C (as entidades devem ser Reações químicas incompletas especificadas) Estabelecer que amostras de substâncias diferentes com o mesmo número de entidades constituintes ( N) têm a mesma quantidade de substância A.L. 1.1 Constatar que, em função da definição da grandeza quantidade de substância, o número de entidades ( N) Aspectos quantitativos das presentes numa amostra é proporcional à quantidade de substância respetiva ( n), sendo a constante de reações químicas proporcionalidade a constante de Avogadro ( NA =6,022 x mol -1 ) Quantidade de substância Rendimento de uma reação química Grau de pureza dos componentes de uma mistura reaccional Identificar o rendimento de uma reacção como o quociente entre a massa, o volume (gases) ou a quantidade de substância efetivamente obtida de um dado produto, e a massa, o volume (gases) ou a quantidade de substância que teoricamente seria obtida (por reação completa dos reagentes na proporção estequiométrica) Interpretar o facto de o rendimento de uma reação ser quase sempre inferior a 1 (ou a 100%) Interpretar grau de pureza de um material como o quociente entre a massa da substância (pura) e a massa da amostra onde aquela massa está contida Constatar que um dado "reagente químico" pode apresentar diferentes graus de pureza e, consoante as finalidades de uso, se deverá escolher um deles Identificar o reagente limitante de uma reação como aquele cuja quantidade condiciona a quantidade de produtos formados, usando um exemplo muito simples da realidade industrial Identificar o reagente em excesso como aquele cuja quantidade presente na mistura reacional é superior à prevista pela proporção estequiométrica, usando um exemplo muito simples da realidade industrial 15 Amoníaco e compostos de amónio em materiais de uso comum AL Página 5 de 13 -

152 Departamento de Física e Química º Ano Unidade Objeto de ensino Objetivos de aprendizagem Metodologia Nºaulas 1.2. O amoníaco, a saúde e o ambiente - apresentação multimedia Unidade 1 Química e Indústria: Equilíbrios e Desequilíbrios Interação do amoníaco com componentes atmosféricos e QUÍMICA Conteúdos Associar o contato programáticos com o amoníaco no estado gasoso e em solução aquosa, Física a lesões e Química-A_11º graves ano na pele, nos olhos e nos pulmões, consoante o tempo de exposição e/ou a concentração Segurança na manipulação do amoníaco Interpretar os perigos adicionais no manuseamento de amoníaco, quando usado a pressões elevadas, por exemplo como líquido refrigerante Constatar que o amoníaco que é libertado para a atmosfera pode dar origem a nitrato e a sulfato de amónio, considerados matérias particuladas (PM10 e PM2,5) e a óxidos de azoto com implicações para a saúde e ambiente Subdepartamento de FÍSICA 1 - Página 6 de 13 -

153 Departamento de Física e Química º Ano Unidade Objeto de ensino Objetivos de aprendizagem Metodologia Nºaulas Unidade 1 Química e Indústria: Equilíbrios e Desequilíbrios 1.3. Síntese do amoníaco e balanço energético Síntese do amoníaco e sistema de ligações químicas Classificar reacções químicas em exoenergéticas ou em endoenergéticas como aquelas que, em sistema isolado, ocorrem, respetivamente, com elevação ou diminuição de temperatura Interpretar a formação de ligações químicas como um processo exoenergético e a rutura como um processo endoenergético Interpretar a ocorrência de uma recção química como um processo em que a e QUÍMICA Variação de entalpia de reação em Conteúdos ruptura e a formação programáticos de ligações químicas ocorrem simultaneamente Física e Química-A_11º ano sistemas isolados Interpretar a energia da reação como o saldo energético entre a energia envolvida na ruptura e na formação de ligações químicas e exprimir o seu valor, a pressão constante em termos da variação de entalpia ( H em J/mol de reacção) - apresentação multimedia 4 Subdepartamento de FÍSICA - Página 7 de 13 -

154 Departamento de Física e Química º Ano Unidade Objeto de ensino Objetivos de aprendizagem Metodologia Nºaulas Unidade 1 Química e Indústria: Equilíbrios e Desequilíbrios 1.4. Produção industrial do amoníaco Reversibilidade das reações químicas Equilíbrio químico como exemplo de um equilíbrio dinâmico - apresentação multimedia Situações de equilíbrio dinâmico e Subdepartamento de FÍSICA edesequilíbrio QUÍMICA uma dada Conteúdos propriedade programáticos num sentido é igual à rapidez de variação da mesma propriedade Física no sentido e Química-A_11º inverso ano A síntese do amoníaco como um exemplo de equilíbrio químico Constante de equilíbrio químico, K: lei de Guldberg e Waage Quociente da reação, Q Relação entre K e Q e o sentido dominante da progressão da reação Relação entre K e a extensão da reacção Síntese do sulfato de tetraaminacobre (II) mono-hidratado AL 1.2 Interpretar uma reação reversível como uma reação em que os reagentes formam os produtos da reação, diminuem a sua concentração não se esgotando e em que, simultaneamente, os produtos da reação reagem entre si para originar os reagentes da primeira Reconhecer que existem reações reversíveis em situação de não equilíbrio Representar uma reação reversível pela notação de duas setas com sentidos opostos a separar as representações simbólicas dos intervenientes na reação Identificar reação direta como a reação em que, na equação química, os reagentes se representam à esquerda das setas e os produtos à direita das mesmas e reacção invers aquela em que, na equação química, os reagentes se representam à direita das setas e os produtos à esquerda das mesmas (convenção) Associar estado de equilíbrio a todo o estado de um sistema em que, macroscopicamente, não se registam variações de propriedades físico-químicas Associar estado de equilíbrio dinâmico ao estado de equilíbrio de um sistema, em que a rapidez de variação de Identificar equilíbrio químico como um estado de equilíbrio dinâmico Caraterizar estado de equilíbrio químico como uma situação dinâmica em que há conservação da concentração de cada um dos componentes da mistura reacional, no tempo Interpretar gráficos que traduzem a variação da concentração em função do tempo, para cada um dos componentes de uma mistura reacional Associar equilíbrio químico homogéneo ao estado de equilíbrio que se verifica numa mistura reacional com uma só fase Identificar a reacção de síntese do amoníaco como um exemplo de um equilíbrio homogéneo quando em sistema fechado Escrever as expressões matemáticas que traduzem a constante de equilíbrio em termos de concentração ( Kc) de acordo com a Lei de Guldberg e Waage Verificar, a partir de tabelas, que Kc depende da temperatura, havendo portanto, para diferentes temperaturas, valores diferentes de Kc para o mesmo sistema reacional Traduzir quociente de reação, Q, através de expressões idênticas às de K em que as concentrações dos componentes da mistura reacional são avaliadas em situações de não equilíbrio (desequilíbrio) Comparar valores de Q com valores conhecidos de Kc para prever o sentido da progressão da reação relativamente a um estado de equilíbrio Relacionar a extensão de uma reação com os valores de Kc dessa reação Relacionar o valor de Kc com K c, sendo K c a constante de equilíbrio da reação inversa Utilizar os valores de Kc da reação no sentido directo e K c da reação no sentido inverso para discutir a extensão relativa daquelas reações A.L Página 8 de 13 -

155 Departamento de Física e Química º Ano Unidade Objeto de ensino Objetivos de aprendizagem Metodologia Nºaulas Unidade 1 Química e Indústria: Equilíbrios e Desequilíbrios 1.5. Controlo da produção industrial Fatores que influenciam a evolução do sistema reacional A lei de Le Chatelier Efeitos da temperatura e da concentração no equilíbrio de uma reação AL 1.3 Referir os fatores que podem alterar o estado de equilíbrio de uma mistura reacional (temperatura, concentração e pressão) e que influenciam o sentido global de progressão para um novo estado de equilíbrio Prever a evolução do sistema reacional, através de valores de Kc, quando se aumenta ou diminui a temperatura da mistura reacional para reações exoenergéticas e endoenergéticas Identificar a lei de Le Chatelier (Henri Le Chatelier, químico termodinâmico francês), A concentração, a pressão e a enunciada em 1884, como a lei que prevê o sentido da progressão de uma reação por - consultas e QUÍMICA temperatura Conteúdos variação da temperatura, programáticos da concentração ou da pressão da mistura reaccional, Física e Química-A_11º ano Interpretar a necessidade de utilizar na indústria da síntese do amoníaco um reagente em excesso para provocar alterações no equilíbrio de forma a favorecer o aumento da quantidade de amoníaco e rentabilizar o processo Discutir o compromisso entre os valores de pressão e temperatura e o uso de catalisador para optimizar a produção de amoníaco na mesma reação de síntese Associar o processo de obtenção do amoníaco conhecido como processo de Haber à síntese daquele composto catalisada pelo ferro em condições adequadas de pressão e temperatura Reconhecer que o papel desempenhado pelo catalisador é o de aumentar a rapidez das reacções direta e inversa, por forma a atingir-se mais rapidamente o estado de equilíbrio (aumento da eficiência), não havendo, no entanto, influência na quantidade produto obtida Interpretar outras misturas reacionais passíveis de evoluírem, em sistema fechado, para estados de equilíbrio de - AL visita de estudo Subdepartamento de FÍSICA 9 - Página 9 de 13 -

156 Departamento de Física e Química º Ano Unidade Objeto de ensino Objetivos de aprendizagem Metodologia Nºaulas Unidade 2: Da Atmosfera ao Oceano: Soluções na Terra e para a Terra 2.1. Água da chuva, água destilada e água pura Água da chuva, água destilada e água pura: composição química e ph Ácido ou base: uma classificação de alguns materiais AL 2.1 Explicitar o significado de escala Sorensen quanto às condições de definição e aos ph uma medida de acidez, de limites da sua aplicação A.L. 2.1 basicidade e de neutralidade e QUÍMICA Conteúdos Explicitar marcos programáticos históricos importantes na interpretação de fenómenos de ácido-base Física e Química-A_11º ano Concentração hidrogeniónica e o ph Escala Sorensen Ácidos e bases: evolução histórica dos conceitos Ácidos e bases segundo a teoria protónica (Brönsted-Lowry) Água destilada e água pura A água destilada no dia a dia Auto-ionização da água Aplicação da constante de equilíbrio à reação de ionização da água: produto iónico da água a 25 ºC ( Kw) Relação entre as concentrações do ião hidrogénio (H + ) ou oxónio (H3O + ) e do ião hidróxido (OH - ) Caraterizar as composições químicas médias da chuva "normal", da água destilada e da água pura relacionando-as com os respectivos valores de ph Utilizar o valor de ph de uma solução para a classificar como ácida, alcalina ou neutra Relacionar quantitativamente a concentração hidrogeniónica de uma solução e o seu valor de ph Interpretar os conceitos de ácido e de base segundo a teoria protónica de Brönsted- Lowry Estabelecer a diferença entre água destilada e água pura Caracterizar o fenómeno da auto-ionização da água em termos da sua extensão e das espécies químicas envolvidas Discutir, para uma solução e qualquer que seja o valor do ph, a acidez e alcalinidade relativas (por exemplo: quanto mais ácida menos alcalina) Reconhecer que na água pura a concentração do ião hidrogénio é igual à concentração do ião hidróxido Estabelecer as relações existentes, qualitativas e quantitativas ( Kw), entre a concentração do ião hidrogénio e a concentração do ião hidróxido, resultantes da auto-ionização da água. - apresentação multimedia Subdepartamento de FÍSICA 9 - Página 10 de 13 -

157 Departamento de Física e Química º Ano Unidade Objeto de ensino Objetivos de aprendizagem Metodologia Nºaulas Unidade 2: Da Atmosfera ao Oceano: Soluções na Terra e para a Terra 2.2.Águas minerais e de abastecimento público: a acidez e a basicidade das águas 221Água potável: águas minerais e de abastecimento público Composições típicas e ph Água potável: águas minerais e de abastecimento público Explicitar o significado de água potável de acordo com a legislação em vigor Distinguir águas naturais de águas de abastecimento público Indicar parâmetros que permitem distinguir entre água potável e outras águas Diferenciar os conceitos de valor máximo admissível (VMA) e o valor máximo recomendável (VMR) de alguns componentes de águas potáveis e interpretar o significado e a razão dessa diferença Água gaseificada e água da chuva: acidificação artificial e natural provocada pelo dióxido de carbono Interpretar qualitativamente a acidificação de uma água provocada pela dissolução do dióxido de carbono Explicitar o significado de ionização de um ácido discutindo a acidez natural da água da chuva e das águas gaseificadas Explicitar os significados de ionização (de um ácido e de algumas bases) e de dissociação (de um hidróxido e de um sal) Diferenciar reacção de ionização de reacção de dissociação VMR e VMA de alguns componentes e QUÍMICA Estabelecer Conteúdos a relação entre programáticos ácido e base conjugada ou entre base e ácido conjugado, Física e, conjuntamente, e Química-A_11º explicitar o ano de águas potáveis conceito de par conjugado de ácido-base 222. Água gaseificada e água da Interpretar o significado de espécie química anfotérica e exemplificar chuva: acidificação artificial e natural Relacionar os valores das constantes de acidez ( Ka) de ácidos distintos com a extensão das respectivas ionizações provocada Aplicar em casos concretos o conceito de ácido forte e base forte pelo dióxido de carbono Comparar as constantes de acidez ( Ka) e de basicidade ( Kb) de um par ácido-base conjugado Chuva normal e chuva ácida AL 2.2 Relacionar, para um dado par conjugado ácido-base, o valor das constantes Ka e Kb Ionização de ácidos em água Explicitar o efeito da variação da temperatura na auto-ionização da água e, Ionização ou dissociação de bases em consequentemente, no valor do ph com base na Lei de Le Chatelier água Interpretar a reacção entre um ácido e uma base em termos de troca protónica Reacção ácido-base Interpretar uma reacção entre um ácido forte e uma base forte Pares conjugados ácido-base: Associar o ponto de equivalência à situação em que a reacção química entre as duas orgânicos e inorgânicos soluções é completa e o ponto final de uma volumetria à situação em que se detecta Espécies químicas anfotéricas experimentalmente uma variação brusca de uma propriedade física ou química da Aplicação da constante de equilíbrio às mistura reaccional reacções de ionização de ácidos e Reconhecer a dificuldade da determinação operacional do ponto de equivalência de uma volumetria o que justifica o bases em água: recurso à detecção do ponto final da volumetria e Kb como indicadores da extensão Referir alguns processos de detecção do ponto final : o aparecimento ou o desaparecimento de uma turvação, a da ionização mudança de coloração na solução ou a mudança de cor de uma substância intencionalmente adicionada designada por Força relativa de ácidos e bases indicador Efeito da temperatura na autoionização da água e no valor do ph Neutralização: uma reacção de ácidobase AL 2.3 Volumetria de ácido-base: Ponto de equivalência e ponto final Indicadores Dissociação de sais Ligação química Nomenclatura de sais Relacionar o ponto de equivalência de uma neutralização com a selecção do indicador Associar indicador de ácido-base a um par conjugado ácido-base, em que as formas ácida e básica são responsáveis por cores diferentes Reconhecer que cada indicador tem como característica uma zona de viragem que corresponde ao intervalo de ph em que se verifica a mudança de cor ácida para cor alcalina ou a situação inversa Conhecer critérios de selecção de um indicador e aplicá-los em casos concretos para uma volumetria Indicar alguns dos indicadores mais vulgarmente utilizados: a fenolftaleína, o azul de bromotimol e o alaranjado de metilo Interpretar a estrutura de sais em termos das ligações químicas neles existentes Explicitar o significado de ligação iónica distinguindo-a de ligação covalente Designar sais aplicando regras de nomenclatura Representar quimicamente sais a partir da sua designação - apresentação multimedia - exploração de software e calculadora Subdepartamento gráfica de FÍSICA - trabalho de grupo de investigação sobre chuvas ácidas A.L. 2.2 A.L Página 11 de 13 -

158 Departamento de Física e Química º Ano Unidade Objecto de ensino Objectivos de aprendizagem Metodologia Nºaulas Unidade 2: Da Atmosfera ao Oceano: Soluções na Terra e para a Terra Acidificação da chuva Distinguir chuva ácida de chuva normal quanto ao valor de ph, tendo como referência ph = 5,6 (limite inferior e atual do ph da água da chuva normal ), à temperatura de 25 ºC Relacionar o valor 5,6 do ph da água da chuva com o valor do ph mínimo devido à presença de dióxido de carbono na atmosfera Relacionar o valor inferior a 5,6 do ph da chuva ácida com a presença, na atmosfera, de poluentes (SOx, NOx e outros) Explicitar algumas das principais consequências da chuva ácida nos ecossistemas e no património arquitetónico natural e edificado Reconhecer que os fenómenos de acidificação na atmosfera podem assumir as formas húmida (chuva, nevoeiro e neve) 2.3. Chuva ácida e seca (deposição de matéria particulada) Identificar a origem dos óxidos de enxofre e óxidos de azoto responsáveis pela acidificação da chuva Acidificação da chuva Interpretar a formação de ácidos a partir de óxidos de enxofre e de azoto, na atmosfera, explicitando as - apresentação Subdepartamento multimediade FÍSICA correspondentes equações químicas Como se forma Como e QUÍMICA Compreender se controla Conteúdos algumas formas programáticos de minimizar a chuva ácida, a nível pessoal, social e Física industrial: e Química-A_11º combustíveis menos ano poluentes, energias alternativas, novos processos industriais, e utilização de conversores catalíticos Como se corrige Justificar a necessidade do estabelecimento de acordos internacionais para minorar os problemas ambientais e Impacto em alguns materiais Ácidos e carbonatos Ácidos e metais Reações de oxidação-redução: Perspetiva histórica Número de oxidação: espécie oxidada (redutor) e espécie reduzida (oxidante) Oxidante e redutor: um conceito relativo Pares conjugados de oxidaçãoredução Reação ácido-metal: a importância do metal Série eletroquímica: o caso dos metais AL 2.4 Proteção um metal usando um outro metal nomeadamente o problema da chuva ácida Relacionar o aumento de chuvas ácidas com a industrialização e alguns hábitos de consumo das sociedades tecnológicas Interpretar a adição de cal aos solos como forma de minorar a sua acidez Justificar a importância do conhecimento químico na resolução de problemas ambientais Impacto em alguns materiais Caraterizar o impacto dos ácidos sobre os carbonatos como uma reacção ácido-base onde um dos produtos é o dióxido de carbono Caracterizar o impacto dos ácidos sobre alguns metais como uma reação de oxidação-redução onde um dos produtos é o hidrogénio gasoso Relacionar o impacto dos ácidos sobre os carbonatos e os metais com a deterioração do património natural e/ou edificado Situar, cronologicamente, a evolução conceptual do termo oxidação Interpretar uma reação de oxidação-redução em termos de transferência de eletrões Atribuir estados de oxidação dos elementos, em substâncias simples e compostas, a partir do número de oxidação Enumerar alguns elementos que podem apresentar diferentes estados de oxidação: Fe, Cu, Mn, Sn, Cr e Hg e conhecer a nomenclatura química associada Associar os elementos Fe, Cu, Mn, Sn, Cr e Hg com a sua posição na Tabela Periódica (elementos de transição) Associar o número de oxidação de um elemento constituinte de um ião monoatómico ao valor da carga eléctrica deste último Associar o número de oxidação 0 (zero) aos elementos quando constituintes de substâncias elementares e diferente de zero quando constituinte de substâncias compostas Reconhecer que a oxidação envolve cedência de eletrões e que a redução envolve ganho de eletrões Interpretar uma recção de oxidação-redução como um processo de ocorrência simultânea de uma oxidação e de uma redução, cada uma correspondendo a uma semi-reação Identificar, numa reação de oxidação-redução, os pares conjugados de oxidação-redução Reconhecer que existem espécies químicas que podem comportar-se como espécie oxidada ou espécie reduzida consoante a outra espécie química com que reage Associar a ocorrência de uma reação ácido-metal à possibilidade do metal se oxidar com redução simultânea do ião hidrogénio. A.L Página 12 de 13 -

159 Departamento de Física e Química º Ano Unidade Objeto de ensino Objetivos de aprendizagem Metodologia Nºaulas Unidade 2: Da Atmosfera ao Oceano: Soluções na Terra e para a Terra 2.4. Mineralização e desmineralização de águas A solubilidade e o controlo da mineralização das águas Composição química média da água do mar Mineralização das águas e e QUÍMICA pressão constantes Conteúdos programáticos Física e Química-A_11º ano A.L. 2.5 dissolução de sais Solubilidade: solutos e solventes: AL 2.5 Solubilidade de sais em água: muito e pouco solúveis Dureza da água: origem e consequências a nível industrial e doméstico Dureza da água e problemas de lavagem: AL 2.6 Solução não saturada e saturada de sais em água Aplicação da constante de equilíbrio à solubilidade de sais pouco solúveis: constante do produto de solubilidade ( Ks) A desmineralização da água do mar Dessalinização Correção da salinização Identificar as espécies químicas mais comuns na água do mar, relacionando-as com a sua composição média Relacionar a existência de determinadas espécies químicas numa água com a de sais e do dióxido de carbono da atmosfera Relacionar a concentração de soluções saturadas e não saturadas numa determinada substância com a solubilidade respetiva, a uma determinada temperatura e pressão Diferenciar sais pelo valor da solubilidade em água (muito, pouco e medianamente solúveis) Caraterizar o fenómeno da dissolução como o resultado de uma interacção soluto-solvente Apresentar razões que justificam a não existência de um solvente universal e a existência de limite da dissolução de qualquer soluto, em soluções reais Identificar fenómenos do quotidiano como dissoluções Explicitar formas de controlar o tempo de dissolução (estado de divisão e agitação) mantendo a temperatura e a Compreender que numa solução saturada de um sal na presença deste no estado sólido, o equilíbrio é dinâmico (há trocas recíprocas entre iões da rede e da solução) Explicitar o significado da constante de produto de solubilidade Ks Compreender as razões pelas quais a presença de algumas espécies químicas em solução pode alterar a dissolução de outras substâncias Associar dureza total de uma água à presença predominante dos catiões cálcio e magnésio Interpretar a origem da dureza de uma água em casos particulares: tipo dos solos e adição de compostos de cálcio nas Estações de Tratamento de Águas (ETAs) Perspetivar consequências da dureza de uma água a nível doméstico (alimentação, higiene, limpeza e electrodomésticos que utilizam essa água) e a nível industrial Referir processos de uso domésticos de minimizar a dureza das águas (aditivos anti-calcário e resinas de troca iónica) Relacionar a dureza de uma água com a eficiência da lavagem com sabão Interpretar o efeito do dióxido de carbono na mineralização de uma água Interpretar a precipitação seletiva de sais a partir de uma solução aquosa, por evaporação do solvente (caso das salinas) Interpretar a formação de estalactites e estalagmites em grutas calcárias Apresentar razões para a facilidade da ocorrência da poluição das águas e a dificuldade de despoluição das mesmas em termos da solubilidade A desmineralização da água do mar Associar as diferentes técnicas de destilação, de evaporação-condensação, osmose inversa e de membranas de ultrafiltração a processos de dessalinização das águas, em particular da água do mar Interpretar a necessidade de corrigir o resultado da dessalinização de uma água para a adequar aos VMR estabelecidos para uma água potável Reconhecer a dessalinização como um dos meios possíveis para obter água potável em situações onde ela não existe como recurso. - apresentação multimedia A.L. 2.6 Subdepartamento de FÍSICA 14 Total de Aulas da Componente de Química = 105 (16 de avaliação) - Página 13 de 13 -

160 Departamento: Artes Disciplina: Geometria Descritiva A PLANIFICAÇÃO ANUAL Ano letivo 2014/ º Ano Objetivos: -Conhecer a fundamentação teórica dos sistemas de representação diédrica e axonométrica -Identificar os diferentes tipos de projeção e os princípios base dos sistemas de representação diédrica e axonométrica -Reconhecer a função e vocação particular de cada um desses sistemas de representação -Representar com exatidão sobre desenhos que só têm duas dimensões os objetos que na realidade têm três e que são suscetíveis de uma definição rigorosa (Gaspard Monge) -Deduzir da descrição exata dos corpos as propriedades das formas e as suas posições respetivas (Gaspard Monge) -Conhecer o vocabulário específico da Geometria Descritiva -Usar o conhecimento dos sistemas estudados no desenvolvimento de ideias e na sua comunicação -Conhecer aspetos da normalização relativos ao material e equipamento de desenho e às convenções gráficas -Utilizar corretamente os materiais e instrumentos cometidos ao desenho rigoroso -Relacionar-se responsavelmente dentro de grupos de trabalho, adotando atitudes comportamentais construtivas, solidárias, tolerantes e de respeito. Planificação 1º PERÍODO AULAS PREVISTAS 39 Geometria Descritiva..1 Resenha histórica Objecto e finalidade Noção de Projecção Tipos de projecção e Sistemas de representação 2 Representação triédrica e diédrica Organização do Espaço Projecções do Ponto Projecções do Segmento de recta e da Recta. 9 Alfabeto da recta O Plano-Alfabeto Testes de avaliação e aulas práticas...8 2º PERÍODO AULAS PREVISTAS 36 Intersecções de Planos. 8 Intersecções de Rectas com Planos Projecções de Figuras planas paralelas aos P.P Página 1 de 2 Escola Secundária de Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2013/2014

161 Sólidos.6 Prismas, Pirâmides, Cones e Cilindros com bases horizontais, frontais ou de perfil Testes de avaliação e aulas práticas º PERÍODO AULAS PREVISTAS 23 Métodos geométricos auxiliares..3 Mudanças de diedros/rotações Rebatimentos de planos projectantes Traços da recta de perfil.2 Figuras planas assentes em planos projectantes.4 Sólidos de bases assentes em planos projectantes..6 Testes de avaliação e aulas práticas...8 Página 2 de 2 Escola Secundária de Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2012/2013

162 Departamento: Artes Disciplina: Geometria Descritiva A PLANIFICAÇÃO ANUAL Ano letivo 2014/ º Ano AV Objetivos -Conhecer a fundamentação teórica dos sistemas de representação diédrica e axonométrica -Identificar os diferentes tipos de projeção e os princípios base dos sistemas de representação diédrica e axonométrica -Reconhecer a função e vocação particular de cada um desses sistemas de representação -Representar com exatidão sobre desenhos que só têm duas dimensões os objetos que na realidade têm três e que são suscetíveis de uma definição rigorosa (Gaspard Monge) -Deduzir da descrição exata dos corpos as propriedades das formas e as suas posições respetivas (Gaspard Monge) -Conhecer o vocabulário específico da Geometria Descritiva -Usar o conhecimento dos sistemas estudados no desenvolvimento de ideias e na sua comunicação -Conhecer aspetos da normalização relativos ao material e equipamento de desenho e às convenções gráficas -Utilizar corretamente os materiais e instrumentos cometidos ao desenho rigoroso -Relacionar-se responsavelmente dentro de grupos de trabalho, adotando atitudes comportamentais construtivas, solidárias, tolerantes e de respeito. Planificação 1º PERÍODO AULAS PREVISTAS 39 Paralelismo de retas e planos 4 Perpendicularidade de retas e planos 5 Rebatimento dos planos oblíquos.2 Projeções de figuras planas assentes em planos oblíquos e de rampa.4 Problemas métricos, distâncias e ângulos..12 Sólidos (pirâmides e prismas regulares) com base(s) situada(s) em planos não projetantes 4 Testes de avaliação e aulas práticas 8 2º PERÍODO AULAS PREVISTAS 36 Secções de sólidos (pirâmides, cones, prismas e cilindros) por planos: horizontal, frontal,topo, vertical e de perfil.4 Página 1 de 2 Escola Secundária de Francisco de Holanda Guimarães Ano lectivo 2013/2014

163 Secções de sólidos (cones e cilindros) por planos projetantes..3 Secções de sólidos (pirâmides e prismas) com base (s) horizontal (ais), frontal (ais) ou de perfil por qualquer tipo de plano Truncagem 3 Sombras própria e projectada sobre os P.P. de figuras planas situadas em qualquer plano...6 Planos tangentes ao cone e ao cilindro 3 Sombras própria e projectada sobre os P.P. de pirâmides, prismas, cones e cilindros com base (s) horizontal (ais), frontal (ais) ou de perfil..6 Representação Axonométrica 3 Axonometrias ortogonais e oblíquas de sólidos e formas tridimensionais compostas Testes de avaliação e aulas práticas º PERÍODO AULAS PREVISTAS 21 Representação Axonométrica 7 Axonometrias ortogonais e oblíquas de sólidos e formas tridimensionais compostas Testes de avaliação e aulas práticas 14 Página 2 de 2 Escola Secundária de Francisco de Holanda Guimarães Ano lectivo 2013/2014

164 Departamento: Artes Visuais Disciplina: Desenho PLANIFICAÇÃO ANUAL Ano letivo 2014/ º Ano AV CURSO ARTES VISUAIS A. Finalidades Desenvolver as capacidades de observação, interrogação e interpretação. Desenvolver as capacidades de representação, de expressão e de comunicação. Promover métodos de trabalho individual e colaborativo, observando princípios de convivência e cidadania. Desenvolver a sensibilidade estética, formando e aplicando padrões de exigência. B. Objetivos Usar o desenho e os meios de representação como instrumentos de conhecimento e interrogação. Desenvolver modos próprios de expressão e comunicação visuais utilizando com eficiência os diversos recursos do desenho. Dominar os conceitos estruturais da comunicação visual e da linguagem plástica. Explorar diferentes suportes, materiais, instrumentos e processos, adquirindo gosto pela sua experimentação e manipulação, com abertura a novos desafios e ideias. Dominar, conhecer e utilizar diferentes sentidos e utilizações que o registo gráfico possa assumir. Desenvolver a sensibilidade estética e adquirir uma consciência diacrónica do desenho, assente no conhecimento de obras relevantes. CONTEÚDOS PROGRAMATICOS 1. Visão 1.1. Perceção visual e mundo envolvente O meio ambiente como fonte de estímulos Estímulos visuais: a luz como fonte de informação Estímulos não visuais: perceção auditiva, perceção, o factivo, perceção táctil, perceção gustativa Outros estímulos (culturais e sociais) 2. Materiais 2.1. Suportes: papéis e outras matérias, propriedades do papel (espessuras, texturas, cores), formatos, normalizações e modos de conservação 2.2. Meios actantes: riscadores (grafite e afins), aquosos (aguada, têmperas, aparos e afins) e seus formatos (graus de dureza, espessuras e modos de conservação) 2.3. Infografia: tipos de ficheiro gráfico, graus de compressão, número de cores, codificação da cor, captura de imagem, alteração de dimensão em pontos de ecrã. Aprofundamento 3. Procedimentos 3.1. Técnicas Modos de registo Traço: natureza e carácter (intensidade, incisão, texturização, espessura, gradação, amplitude mínima e máxima do movimento, gestualidade) Mancha: natureza e carácter (forma, textura, densidade, transparência, cor, tom, Página 1 de 6 Escola Secundária de Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2013/2014

165 gradação) Misto: combinações entre traço e mancha e experimentação de novos modos Modos de transferência Quadrícula, decalque, pantógrafo Projeção, infografia, fotocópia e outros processos fotomecânicos Ensaios Processos de análise Estudo de formas Estruturação e apontamento (esboço) Estudo de formas naturais (de grande e de pequena escala) Estudo de formas artificiais, contextos e ambientes (objetos artesanais, objetos industriais e espaços interiores e exteriores) Estudo de objetos com apontamento das convergências per péctica Processos de síntese Transformação Gráfica: ampliação, sobreposição, rotação, nivelamento, simplificação, acentuação e repetição Infográfica: utilização de filtros Invenção: construção de formas, texturas, padrões 4. Sintaxe 4.1. Conceitos estruturais da linguagem plástica: forma pontual, forma linear, forma pluridimensional, valor, cor, textura, escala, espaço, ritmo, equilíbrio, movimento e unidade Domínios da linguagem plástica Forma Figura positiva e figura negativa: figura e fundo, forma e informe, limite, contorno e linha Plano e superfície Linhas: linhas medianas, linhas diagonais, linhas oblíquas Centro, campo e moldura Cor Natureza física da cor Cor e luz: espectro eletromagnético de radiação e estrutura retínica Cor como sensação e suas dimensões: cambiante, luminosidade e saturação Espaço e volume Organização da profundidade Noções básicas de profundidade e extensão Alguns processos de sugestão de profundidade: sobreposição, convergência, deformação Organização da tridimensionalidade Objeto: massa e volume Luz: claridade, sombras (própria e projetada), claro-escuro 5. Sentido Visão sincrónica do desenho Visão diacrónica do desenho As unidades alternam interpoladamente com as outras unidades de trabalho, ao longo do ano, dependendo de cada aluno o seu ritmo e despectivo desenrolar temporal, e sem haver necessariamente encadeamento sequencial ou sincronia dentro da turma. Página 2 de 6 - Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2013/2014

166 Diário gráfico TODO ANO Sinopse: utilização de um caderno portátil, que, à semelhança dos cadernos de Leonardo da Vinci que funcione como um arquivo quotidiano através de vários tipos de registos gráfico ou escrito. Note-se que este caderno, tal como um diário, é de utilização pessoal, devendo a sua avaliação restringir-se à verificação da sua existência e uso. I Período Diagnóstico e reposição de conhecimentos (4 aulas) Revisão de conceitos básicos adquiridos em anos anteriores. Desenho cego (Módulo inicial - 12 aulas) Sinopse: A partir da observação de um dado objeto, figura ou situação, elaborar a sua Representação gráfica, primeiro, sem olhar para o papel (recorrendo, se necessário, à Ocultação das mãos e do suporte) e, numa segunda fase, de modo habitual. Comparar as diferenças, quer ao nível do processo, quer dos resultados. Esta unidade de trabalho destina-se à avaliação diagnóstica dos conceitos e competências essenciais adquiridas no ensino básico sendo, por isso, o momento de triagem e reposição de conhecimentos. Conteúdos envolvidos: Visão, Procedimentos, Sintaxe, Sentido. Efeitos e esquemas cromáticos (18 aulas) Sinopse: aplicar diferentes esquemas cromáticos (analogia de cores, cores complementares, tríades cromáticas, etc.) na criação de composições ou padrões, casos podem ser destinados a fins específicos (padrões têxteis, papeis decorativos, etc.). criar padrões coloridos que sejam demonstrativos de diferentes contrastes cromáticos. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido Desenho de formas naturais e de formas artificiais (12 aulas) Sinopse: desenho de frutos, árvores, flores, pedras, a realizar em duas fases: primeira, em A4, vários esboços segundo diversos pontos de vista captando a morfologia global; segunda, em A3, representação atenta e objetiva tendo em conta eixos construtivos, inclinações, estrutura, pontos de inflexão e de concordância da linha de contorno. Desenho formas criadas pelo homen de objetos artesanais e de interesse etnográfico; desenho de objetos do quotidiano como mobiliário rústico, panejamento simples, Velharias, papéis amarrotados. representação atenta e objetiva tendo em conta eixos construtivos, inclinações,estrutura, pontos de inflexão e de concordância da linha de contorno. Conteúdos envolvidos: Visão, Materiais, Procedimentos. Desenhos de perspetiva (18 aulas) Sinopse: realizar registos a partir da observação do real (p.e., edificações, interiores arquitectónicos, ruas e ambientes urbanos) apontando a sua estrutura perspéctica. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe Página 3 de 6 - Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2013/2014

167 II Período Desenho de figura do corpo humano (6 aulas) Sinopse: representação da figura humana tomando um aluno como modelo. Apontar os eixos estruturais. Previsão de tempos: 4 AULAS. Usando modelos já desenhados ampliar para uma escala superior alguns dos seus pormenores ou áreas. Previsão de tempos: 2 AULAS. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe. Rosto/retrato (12 aulas) Sinopse: representar o rosto refletido no espelho, atentando à estrutura anatómica da cabeça humana. Numa segunda fase usar a fotografia como apoio. Criar imagens de alto contraste, indutoras da perceção de contornos ilusórios: por exemplo, traduzir uma imagem fotográfica Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido. Figura-fundo coma alternância (12 aulas) Sinopse: silhuetas, perfis projetados usando os candeeiros de estirador como foco; preferência da figura ou do fundo, ou até do contorno usando contrastes tonais ou cromáticos; Sinopse: a partir de desenhos realizados previamente pelos alunos, ou imagens por si recolhidas (p.e., fotograficamente) criar ensaios gráficos baseados numa redução à oposição figura-fundo e diferentes possibilidades da sua alternância perceptiva. Conteúdos envolvidos: Sintaxe, Procedimentos, Sentido. Alto Contraste/claro-escuro (12 aulas) Sinopse: desenhar objetos ou agrupamentos de objetos (naturezas mortas) iluminados com projetores ou candeeiros de estirador, procurando sobretudo registar e compreender os valores alumínicos aí presentes e as alterações na leitura espacial por eles provocados.. Limite e reconhecimento (12 aulas) Sinopse: usando reproduções de obras de arte previamente escolhidas, criar representações gráficas que contenham exclusivamente as principais linhas de limite e/ou contorno das formas aí presentes. Analisar e discutir as transformações que se operam ao nível da reconhecibilidade quer das figuras individualmente, quer das obras no seu todo. Conteúdos envolvidos: Sintaxe, Sentido. Página 4 de 6 - Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2013/2014

168 III Período Séries de transformação (18 aulas) Planear e realizar sequências de transformação de uma dada forma noutra forma (mais simples ou mais complexa, representativa ou abstrata), por via de um número determinado de passos sucessivos e utilizando e manipulando os conceitos de campo, centro, linhas e moldura. Conteúdos envolvidos: Sintaxe, Procedimentos, Sentido. Análise espácio-volumétrica (12 aulas ) Sinopse: analisar graficamente pelo menos 10 pinturas ou desenhos de autores diferentes, procurando identificar e acentuar os meios, recursos ou sistemas usados para produzir profundidade e tridimensionalidade (valores lumínicos, sobreposição, perspetival, textura, cor, etc.) Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido Estudos de cor (12 aulas ) Sinopse: Usando diferentes meios colorantes e diferentes suportes, efetuar estudos analíticos de cor envolvendo misturas cromáticas, opacidade e transparência. Efetuar estudos que envolvam a manipulação sistemática do cambiante, da luminosidade e da saturação e utilizá-los na criação de composições ou padrões visuais, nalguns casos para fins aplicados (padrões têxteis, papéis decorativos, etc.). Deverá incluir extra horário «trabalho de casa». Conteúdos envolvidos: Materiais, Sentido, Procedimentos. Ensaios de perspetival (12 aulas) Sinopse: representação à mão livre de espaços propícios à deteção de pontos de fuga e linha de horizonte. Deverá incluir extra horário «trabalho de casa». Conteúdos envolvidos: Visão, Procedimentos, Sintaxe. OPÇÕES (OUTRAS SUGESTÕES) Herbário Sinopse: execução de um herbário, recorrendo à representação linear e ao claro escuro por tramas de pontos. Encadear esta unidade na de infografia, com a digitalização direta dos espécimes no scanner, com a possível aplicação dos processos contidos na unidade de trabalho «infografia». Confronto com exemplos da história do desenho científico. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sentido. O desenho e o acidental Sinopse: numa primeira fase, criação de padrões ambíguos (p.e., com pingos de tinta sobre Página 5 de 6 - Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2013/2014

169 papel molhado ou dobrando e pressionando uma folha de papel na qual se depositaram tintas de cores diferentes) e seu uso como fonte de inspiração na criação de representações identificáveis. Numa segunda fase, observação de formações nebulosas e formações rochosas particulares e seu registo rápido procurando representar formas e padrões por elas sugeridas. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe Redução informativa Sinopse: a partir de imagens previamente escolhidas (reproduções de obras de arte, imagens retiradas de meios de comunicação, fotografias feitas pelos alunos, etc.) criar padrões regulares que mascarem ou retirem informação visual. O exercício pode ser feito através da utilização de meios informáticos. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido Esquemas cromáticos Sinopse: aplicar diferentes esquemas cromáticos (analogia de cores, cores complementares, tríades cromáticas, etc.) na criação de composições ou padrões, casos podem ser destinados a fins específicos (padrões têxteis, papeis decorativos, etc.). Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido Sucessividade Sinopse: numa primeira fase, desenhar o mesmo objeto ou cena a partir de pontos de vista ligeiramente diferentes e pressupondo uma deslocação visual sucessiva do observador. Analisar as transformações nas relações visuais dos objetos entre si e face ao campo visual. Numa segunda fase, a partir da observação direta, desenhar a silhueta de um dado objeto a partir de seis pontos de vista diferentes. Analisar o nível informativo de cada um procurando concluir qual ou quais permitem um reconhecimento mais imediato. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido Gradientes (10 aulas ) Sinopse: numa primeira fase, realizar desenhos, imagens ou composições visuais organizadas em profundidade usando um ou mais gradientes (interposição, efeitos de luz, posicionamento, textura, etc.). Numa segunda fase, criar paisagens abstratas, isto é, composições que sugiram paisagens naturais sem recorrer a formas e figuras familiares e apenas por manipulação dos fatores de profundidade aprendidos (esta operação pode igualmente ser aplicada à recriação de imagens retiradas da história da arte). Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido AULAS PRIVISTAS: 1º PERÍODO: 72 aulas. 2º PERÍODO: 60 aulas. 3º PERÍODO: 60 aulas. Página 6 de 6 - Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2013/2014

170 Departamento: Artes Visuais PLANIFICAÇÃO Disciplina: Desenho ANUAL Ano letivo 2014/ º AV CURSO ARTES VISUAIS CURSO ARTES VISUAIS A. Finalidades Desenvolver as capacidades de observação, interrogação e interpretação. Desenvolver as capacidades de representação, de expressão e de comunicação. Promover métodos de trabalho individual e colaborativo, observando princípios de convivência e cidadania. Desenvolver a sensibilidade estética, formando e aplicando padrões de exigência. B. Objetivos Usar o desenho e os meios de representação como instrumentos de conhecimento e interrogação. Desenvolver modos próprios de expressão e comunicação visuais utilizando com eficiência os diversos recursos do desenho. Dominar os conceitos estruturais da comunicação visual e da linguagem plástica. Explorar diferentes suportes, materiais, instrumentos e processos, adquirindo gosto pela sua experimentação e manipulação, com abertura a novos desafios e ideias. Dominar, conhecer e utilizar diferentes sentidos e utilizações que o registo gráfico possa assumir. Desenvolver a sensibilidade estética e adquirir uma consciência diacrónica do desenho, assente no conhecimento de obras relevantes. CONTEÚDOS PROGRAMATICOS 1. Visão 1.1. Perceção visual e mundo envolvente O meio ambiente como fonte de estímulos Estímulos visuais: a luz como fonte de informação Estímulos não visuais: perceção auditiva, perceção, olfativa, perceção táctil, perceção gustativa Outros estímulos (culturais e sociais) 2. Materiais 2.1. Suportes: papéis e outras matérias, propriedades do papel (espessuras, texturas, cores), formatos, normalizações e modos de conservação 2.2. Meios atuantes: riscadores (grafite e afins), aquosos (aguada, têmperas, aparos e afins) e seus formatos (graus de dureza, espessuras e modos de conservação) 2.3. Infografia: tipos de ficheiro gráfico, graus de compressão, número de cores, codificação da cor, captura de imagem, alteração de dimensão em pontos de ecrã. Aprofundamento 3. Procedimentos 3.1. Técnicas Modos de registo Traço: natureza e carácter (intensidade, incisão, texturização, espessura, gradação, amplitude mínima e máxima do movimento, gestualidade) Mancha: natureza e carácter (forma, textura, densidade, transparência, cor, tom, gradação) Misto: combinações entre traço e mancha e experimentação de novos modos. Página 1 de 6 Escola Secundária de Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2014/2015

171 Modos de transferência Quadrícula, decalque, pantógrafo Projeção, infografia, fotocópia e outros processos fotomecânicos Ensaios Processos de análise Estudo de formas Estruturação e apontamento (esboço) Estudo de formas naturais (de grande e de pequena escala) Estudo de formas artificiais, contextos e ambientes (objetos artesanais, objetos industriais e espaços interiores e exteriores) Estudo de objetos com apontamento das convergências perspéctica Processos de síntese Transformação Gráfica: ampliação, sobreposição, rotação, nivelamento, simplificação, acentuação e repetição Infográfica: utilização de filtros Invenção: construção de formas, texturas, padrões 4. Sintaxe 4.1. Conceitos estruturais da linguagem plástica: forma pontual, forma linear, forma pluridimensional, valor, cor, textura, escala, espaço, ritmo, equilíbrio, movimento e unidade Domínios da linguagem plástica Forma Figura positiva e figura negativa: figura e fundo, forma e informe, limite, contorno e linha Plano e superfície Linhas: linhas medianas, linhas diagonais, linhas oblíquas Centro, campo e moldura Cor Natureza física da cor Cor e luz: espectro eletromagnético de radiação e estrutura retínica Cor como sensação e suas dimensões: cambiante, luminosidade e saturação Espaço e volume Organização da profundidade Noções básicas de profundidade e extensão Alguns processos de sugestão de profundidade: sobreposição, convergência, deformação Organização da tridimensionalidade Objeto: massa e volume Luz: claridade, sombras (própria e projetada), claro-escuro 5. Sentido Visão sincrónica do desenho Visão diacrónica do desenho As unidades alternam interpoladamente com as outras unidades de trabalho, ao longo do ano, dependendo de cada aluno o seu ritmo e respectivo desenrolar temporal, e sem haver necessariamente encadeamento sequencial ou sincronia dentro da turma. Página 2 de 6 Escola Secundária de Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2014/2015

172 Sugestões Metodológicas Específicas (11º ano) Aulas previstas: 81 I PERÍODO Diário gráfico Sinopse: utilização de um caderno portátil, que, à semelhança dos cadernos de Leonardo da Vinci ou dos diários de viagem de Goya ou Delacroix, funcione como um arquivo quotidiano através de vários tipos de registos gráfico ou escrito. Notese que este caderno, tal como um diário, é de utilização pessoal, devendo a sua avaliação restringir-se à verificação da sua existência e uso. Exercícios diagnóstico / Desenho à vista e desenho de memória (10 lições) Sinopse: representação condicionada. A partir de um objeto observado durante alguns minutos, ocultá-lo e depois reproduzi-lo de memória. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe Booklet (25 aulas) Sinopse: execução de uma proposta de livro para um trabalho à escolha, que possa conter imagens, notas técnicas, fotos e outros. Simulação por protótipo. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido Estudo da figura humana ou partes dela (26 aulas) Sinopse: representação da figura humana tomando um aluno como modelo. Apontar os eixos estruturais nomeadamente a posição espacial divergente. Verificação da proporcionalidade global em relação ao número de cabeças para a estatura e outras relações. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido Desenho de interpretação da forma de objetos (20 aulas) Sinopse: realização de desenhos correspondendo a diversos cortes de objeto (preferencialmente mecânico), que, após a sua sobreposição e tirando partido da opacidade e transparência, permitam, ao abrir ou ao retirar camada sobre camada, visualizar o interior ou mesmo o próprio funcionamento do objeto. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe Trabalhos no exterior e visitas de estudo Sinopse: realização de desenhos ou pintura de espaços ou outros elementos, arquitetónicos, decorativos no exterior da escola assim como a visita a Exposições e museus locais. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido Nota: Esta atividade é transversal a todos os módulos dependendo das planificações dos mesmos. Página 3 de 6 Escola Secundária de Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2014/2015

173 Aulas previstas: 64 I I PERÍODO Planta em contexto arquitetónico ou outro (18 aulas) Sinopse: representar uma planta ou árvore (de interior ou exterior) inserida num contexto arquitetónico ou outro. Verificar a correção da perspetiva e anotar o contributo do elemento vegetal na perceção da escala (da arquitetura ou outra). Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe Levantamento de um gradeamento de ferro/batentes de portas (10 aulas) Sinopse: a partir de um gradeamento de ferro pré existente (do património local) elaborar uma série de desenhos, com escala adequada, detetando e estudando aspetos como módulo/padrão, geometrias condutoras e jogos de cor. A partir destes estudos recriar o gradeamento, propondo alterações, tendo em vista uma possível concretização em sala de aula. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido Desenho de carácter arqueológico (16 aulas) Sinopse: tomando como modelos objetos ou fragmentos cerâmicos, pedras ou ossos, representar 8em diferentes escalas), diversas vistas e cortes dos mesmos. No caso de fragmentos, as representações devem incluir a reconstituição da peça. Utilizar os recursos gráficos adequados ao desenho arqueológico, como seja o claro-escuro através de trama de pontos. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe Desenhos de perspetiva (10 aulas) Sinopse: realizar registos a partir da observação do real (p.e., edificações, interiores arquitetónicos, ruas e ambientes urbanos) apontando a sua estrutura perspéctica. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe Gradientes (10 aulas) Sinopse: numa primeira fase, realizar desenhos, imagens ou composições visuais organizadas em profundidade usando um ou mais gradientes (interposição, efeitos de luz, posicionamento, textura, etc.). Numa segunda fase, criar paisagens abstratas, isto é, composições que sugiram paisagens naturais sem recorrer a formas e figuras familiares e apenas por manipulação dos fatores de profundidade aprendidos (esta operação pode igualmente ser aplicada à recriação de imagens retiradas da história da arte). Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido Página 4 de 6 Escola Secundária de Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2014/2015

174 III PERÍODO Aulas previstas:52 Desenho dos desenhos (15 aulas) Sinopse: escolha de um ou mais desenhos a partir do repertório da história da arte. Representação à vista desse exemplo atendendo às especificidades processuais do original e respetiva escala. Poderá haver lugar a uma segunda fase introduzindo-se variações. Analisar, comparar e discutir diferenças e semelhanças ao nível do sentido. Conteúdos envolvidos: Visão, Matérias, Procedimentos, Procedimentos, Sintaxe e Sentido Claro-escuro (15 aulas) Sinopse: desenhar objetos ou agrupamentos de objetos ( naturezas mortas) iluminados com projetores ou candeeiros de estirador, procurando sobretudo registar e compreender os valores lumínicos aí presentes e as alterações na leitura espacial por eles provocados. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido Análise espácio-volumétrica (6 aulas) Sinopse: analisar graficamente pelo menos 10 pinturas ou desenhos de autores diferentes, procurando identificar e acentuar os meios, recursos ou sistemas usados para produzir profundidade e tridimensionalidade (valores lumínicos, sobreposição, perspetiva, textura, cor, etc.) Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido Estudos de cor ambiente (16) Sinopse: realizar estudos rápidos a partir do natural que investiguem e explorem a variabilidade luminosa e cromática a que formas e objetos estão sujeitos no meio ambiente. Estes estudos podem ser complementados através de registos fotográficos de determinados elementos e/ou contextos efetuados ao longo do dia segundo intervalos de tempo regulares. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido OPÇÕES (OUTRAS SUGESTÕES) O desenho e o acidental Sinopse: numa primeira fase, criação de padrões ambíguos (p.e., com pingos de tinta sobre papel molhado ou dobrando e pressionando uma folha de papel na qual se depositaram tintas de cores diferentes) e seu uso como fonte de inspiração na criação de representações identificáveis. Numa segunda fase, observação de formações nebulosas e formações rochosas particulares e seu registo rápido procurando representar formas e padrões por elas sugeridas. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe Página 5 de 6 Escola Secundária de Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2014/2015

175 Redução informativa Sinopse: a partir de imagens previamente escolhidas (repr oduções de obras de arte, imagens retiradas de meios de comunicação, fotografias feitas pelos alunos, etc.) criar padrões regulares que mascarem ou retirem informação visual. O exercício pode ser feito através da utilização de meios informáticos. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido Efeitos cromáticos Sinopse: criar padrões coloridos que sejam demonstrativos de diferentes contrastes cromáticos. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido Esquemas cromáticos Sinopse: aplicar diferentes esquemas cromáticos (analogia de cores, cores Complementares, tríades cromáticas, etc.) na criação de composições ou padrões, casos podem ser destinados a fins específicos (padrões têxteis, papeis decorativos, etc.). Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido Sucessividade Sinopse: numa primeira fase, desenhar o mesmo objeto ou cena a partir de pontos de vista ligeiramente diferentes e pressupondo uma deslocação visual sucessiva do observador. Analisar as transformações nas relações visuais dos objetos entre si e face ao campo visual. Numa segunda fase, a partir da observação direta, desenhar a silhueta de um dado objeto a partir de seis pontos de vista diferentes. Analisar o nível informativo de cada um procurando concluir qual ou quais permitem um reconhecimento mais imediato. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido AULAS PRIVISTAS:197 1º PERÍODO: 81 aulas. 2º PERÍODO: 64 aulas. 3º PERÍODO: 52 aulas. Página 6 de 6 Escola Secundária de Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2014/2015

176 Departamento: Artes Visuais Disciplina: Desenho PLANIFICAÇÃO ANUAL Ano letivo 2014/ º Ano AV CURSO ARTES VISUAIS A. Finalidades Desenvolver as capacidades de observação, interrogação e interpretação. Desenvolver as capacidades de representação, de expressão e de comunicação. Promover métodos de trabalho individual e colaborativo, observando princípios de convivência e cidadania. Desenvolver a sensibilidade estética, formando e aplicando padrões de exigência. B. Objetivos Usar o desenho e os meios de representação como instrumentos de conhecimento e interrogação. Desenvolver modos próprios de expressão e comunicação visuais utilizando com eficiência os diversos recursos do desenho. Dominar os conceitos estruturais da comunicação visual e da linguagem plástica. Explorar diferentes suportes, materiais, instrumentos e processos, adquirindo gosto pela sua experimentação e manipulação, com abertura a novos desafios e ideias. Dominar, conhecer e utilizar diferentes sentidos e utilizações que o registo gráfico possa assumir. Desenvolver a sensibilidade estética e adquirir uma consciência diacrónica do desenho, assente no conhecimento de obras relevantes. CONTEÚDOS PROGRAMATICOS 1. Visão 1.1. Perceção visual e mundo envolvente O meio ambiente como fonte de estímulos Estímulos visuais: a luz como fonte de informação Estímulos não visuais: perceção auditiva, perceção, olfativa, perceção táctil, perceção gustativa Outros estímulos (culturais e sociais) 2. Materiais 2.1. Suportes: papéis e outras matérias, propriedades do papel (espessuras, texturas, cores), formatos, normalizações e modos de conservação 2.2. Meios atuantes: riscadores (grafite e afins), aquosos (aguada, têmperas, aparos e afins) e seus formatos (graus de dureza, espessuras e modos de conservação) 2.3. Infografia: tipos de ficheiro gráfico, graus de compressão, número de cores, codificação da cor, captura de imagem, alteração de dimensão em pontos de ecrã. 3. Procedimentos 3.1. Técnicas Modos de registo Traço: natureza e carácter (intensidade, incisão, texturização, espessura, gradação, amplitude mínima e máxima do movimento, gestualidade) Página 1 de 6 Escola Secundária de Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2014/2015

177 Mancha: natureza e carácter (forma, textura, densidade, transparência, cor, tom, gradação) Misto: combinações entre traço e mancha e experimentação de novos modos Modos de transferência Quadrícula, decalque, pantógrafo Projeção, infografia, fotocópia e outros processos fotomecânicos Ensaios Processos de análise Estudo de formas Estruturação e apontamento (esboço) Estudo de formas naturais (de grande e de pequena escala) Estudo de formas artificiais, contextos e ambientes (objetos artesanais, objetos industriais e espaços interiores e exteriores) Estudo de objetos com apontamento das convergências perspéctica Processos de síntese Transformação Gráfica: ampliação, sobreposição, rotação, nivelamento, simplificação, acentuação e repetição Infográfica: utilização de filtros Invenção: construção de formas, texturas, padrões 4. Sintaxe 4.1. Conceitos estruturais da linguagem plástica: forma pontual, forma linear, forma pluridimensional, valor, cor, textura, escala, espaço, ritmo, equilíbrio, movimento e unidade Domínios da linguagem plástica Forma Figura positiva e figura negativa: figura e fundo, forma e informe, limite, contorno e linha Plano e superfície Linhas: linhas medianas, linhas diagonais, linhas oblíquas Centro, campo e moldura Cor Natureza física da cor Cor e luz: espectro eletromagnético de radiação e estrutura retínica Cor como sensação e suas dimensões: cambiante, luminosidade e saturação Espaço e volume Organização da profundidade Noções básicas de profundidade e extensão Alguns processos de sugestão de profundidade: sobreposição, convergência, deformação Organização da tridimensionalidade Objeto: massa e volume Luz: claridade, sombras (própria e projetada), claro-escuro 5. Sentido Visão sincrónica do desenho Visão diacrónica do desenho As unidades alternam interpoladamente com as outras unidades de trabalho, ao longo do ano, dependendo de cada aluno o seu ritmo e respectivo desenrolar temporal, e sem haver necessariamente encadeamento sequencial ou sincronia dentro da turma. Página 2 de 6 Escola Secundária de Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2014/2015

178 1º Período Unidades: Diagnóstico Aulas previstas: 84 Previsão de tempos: 6 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe. Revisão de conceitos básicos adquiridos em anos anteriores. Claro-escuro Sinopse: desenhar objetos ou agrupamentos de objetos (naturezas mortas) iluminados com projetores ou candeeiros de estirador, procurando sobretudo registar e compreender os valores lumínicos aí presentes e as alterações na leitura espacial por eles provocados. Previsão de tempos: 12 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe. Análise espácio-volumétrica com representação gráfica Sinopse: analisar graficamente pelo menos 5 pinturas ou desenhos de autores diferentes, procurando identificar e acentuar os meios, recursos ou sistemas usados para produzir profundidade e tridimensionalidade (valores lumínicos, sobreposição, perspectiva, textura, cor, etc.) Previsão de tempos: 12 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe. Um olho em grande plano Sinopse: representar um olho em folha A3 de modo a que todos os detalhes, como pálpebra e íris, sejam estudados. Nota: apontar corretamente a posição relativa da pupila em relação à pálpebra superior, proporcionalidade do círculo da íris, vincos, pregas e espessura das pálpebras. Materiais diversos (carvão, grafite, outros). Previsão de tempos: 8 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe. Desenho de figura do corpo humano Sinopse: representação da figura humana tomando um aluno como modelo. Apontar os eixos estruturais, nomeadamente a posição espacial divergente da cintura escapular em relação à cintura pélvica. Verificação da proporcionalidade global em relação ao número de cabeças para a estatura. Representar com maior acuidade os pormenores e extremidades, tais como as mãos, pés e cabeça. Previsão de tempos: 10 AULAS. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido. Sinopse: representar um colega à escala natural e de corpo inteiro. Poder-se-á partir da observação direta, da silhueta projetada ou contornada, ou ainda da fotografia. Previsão de tempos:2 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe. Sinopse: usando modelos já desenhados ampliar para uma escala superior alguns dos seus pormenores ou áreas. Previsão de tempos: 2 AULAS. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe. Página 3 de 6 Escola Secundária de Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2014/2015

179 Rosto/retrato Sinopse: representar o rosto refletido no espelho, atentando à estrutura anatómica da cabeça humana. Numa segunda fase usar a fotografia como apoio. Previsão de tempos: 4 AULAS. Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido. Sinopse: representar várias vistas da cabeça de um desenvolvê-la graficamente. Previsão de tempos: 4 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido. colega. Escolher uma vista e Sinopse: por via do desenho, representar, numa primeira fase, o rosto de alguém a partir da sua observação direta e, numa segunda, fazê-lo a partir do registo fotográfico desse rosto (registo para o qual se adotou o mesmo pont o de vista usado na observação). Analisar, comparar e discutir diferenças e semelhanças tanto ao nível do processo como dos resultados, nível informativo de ambos, etc. Previsão de tempos: 6 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido. Estudo de fragmentos de imagens Sinopse: partindo de representações gráficas ou fotográficas realizar ampliações recorrendo a infografia ou fotocópia e trabalhar as imagens assim obtidas. Previsão de tempos: 12 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe. Exercícios tipo provas de exames Sinopse: representar Exercícios modelo de exames, recorrer a processos idênticos aos utilizados em provas de exame. Previsão de tempos: 6 AULAS Conteúdos envolvidos: Visão, Matérias, Procedimentos, Sintaxe e Sentido. 2º PERÍODO Aulas previstas: 63 Cantarinha e bordados de Guimarães Representação à vista de elementos regionais de Guimarães. Numa primeira fase, usar apenas linhas, num segunda o claro-escuro e numa terceira a cor. Anotar, nas três fases, as propriedades texturais e matéricas e os detalhes acidentais provocados pelo uso. Escala superior au natural. Formatos A2 Previsão de tempos: 16 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe Representação gráfica com capacidade de síntese Sinopse: escolha de um ou mais desenhos a partir do repertório da história da arte. Representação à vista desse exemplo atendendo às especificidades processuais do original e respetiva escala. Poderá haver lugar a uma segunda fase introduzindo-se variações. Analisar, comparar e discutir diferenças e semelhanças ao nível do sentido. Previsão de tempos: 13 AULAS Conteúdos envolvidos: Visão, Matérias, Procedimentos, Procedimentos, Sintaxe e Sentido Página 4 de 6 Escola Secundária de Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2014/2015

180 Representação gráfica de modelos Representação à vista de por exemplo, um par de sapatos velhos. Numa primeira fase, usar apenas linhas, num segunda o claro-escuro e numa terceira a cor. Anotar, nas três fases, as propriedades texturais e matérias e os detalhes acidentais provocados pelo uso. Escala superior ao natural. Formatos A2 Previsão de tempos: 16 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe Uma toalha com vincos e dobras Sinopse: representar um panejamento tomando como modelo uma toalha branca e lisa, preferencialmente com vincos de ferro de engomar. Sugere-se o formato A2 e a execução de vários estudos em diversos materiais, como grafite, carvão, pastel, ceras, aguadas e diversas cores e texturas de papel. Previsão de tempos: 6 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe Exercícios tipo provas de exames Sinopse: representar Exercícios modelo de exames, recorrer a processos idênticos aos utilizados em provas de exame. Previsão de tempos: 6 AULAS Conteúdos envolvidos: Visão, Matérias, Procedimentos, Sintaxe e Sentido. Visitas de estudo Vivitas de estudo para compreensão e observação de obras de arte, a museus e galerias de arte. Previsão de tempos: 6 AULAS Conteúdos envolvidos: Visão, Matérias, Procedimentos, Sintaxe e Sentido. 3º PERÍODO Aulas previstas: 37 Claro-escuro com cores inesperadas Sinopse: a partir de imagens fotográficas preexistentes, efetuar a sua digitalização, modificando a sua cor mas mantendo o claro-escuro. No final, imprimir os resultados. Previsão de tempos: 6 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe Esquemas cromáticos Sinopse: aplicar diferentes esquemas cromáticos (analogia de cores, cores complementares, tríades cromáticas, etc.) na criação de composições ou padrões, casos podem ser destinados a fins específicos (padrões têxteis, papeis de corativos, etc.) criar padrões coloridos que sejam demonstrativos de diferentes contrastes cromáticos. Previsão de tempos: 4 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido Desenho de representação de frutos com análise de síntese Sinopse: representar em grande escala (A2) um pequeno fruto seco (figo, noz, etc.) e efetuar variações em diversos materiais. Realizar estudos prévios, em tamanho A4,com apontamento de pormenores e recorrendo a carvão, grafite e outros meios. Previsão de tempos: 9 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe. Página 5 de 6 Escola Secundária de Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2014/2015

181 Sequência de dobragens Sinopse: representar uma folha de papel nas suas diversas aparências após ser sujeita a sucessivas dobras e respectivos vincos transversais. É de notar que cada representação deverá ser feita após a folha ser vincada e desdobrada de novo. Representar todas as fases na mesma folha, de uma forma sequencial. Utilizar uma ampla escala de valores tonais. Previsão de tempos: 6 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe Exercícios tipo provas de exames Sinopse: representar Exercícios modelo de exames, recorrer a processos idênticos aos utilizados em provas de exame. Previsão de tempos: 12 AULAS Conteúdos envolvidos: Visão, Matérias, Procedimentos, Sintaxe e Sentido. OUTRAS SUGESTÕES METODOLÓGICAS COMO OPÇÃO Frottage ambientes e paisagem Sinopse: utilizando a técnica de frottage representar paisagens imaginárias empregando os diversos recursos de sugestão de profundidade. Numa primeira fase dever-se-á proceder ao levantamento sistemático de texturas possíveis com ensaio de sugestão de distância para depois as articular numa composição final. Previsão de tempos: 6 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido Moedas em voo Sinopse: simular e representar um punhado de moedas como que atiradas ao ar imaginando as suas perspectivas, posições, e distâncias. Recorrer a processos de sugestão de dinamismo. Atender à própria composição para este efeito. Previsão de tempos: 6 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe Sucessividade Sinopse: numa primeira fase, desenhar o mesmo objeto ou cena a partir de pontos de vista ligeiramente diferentes e pressupondo uma deslocação visual sucessiva do observador. Analisar as transformações nas relações visuais dos objetos entre si e face ao campo visual. Numa segunda fase, a partir da observação direta, desenhar a silhueta de um dado objeto a partir de seis pontos de vista diferentes. Analisar o nível informativo de cada um procurando concluir qual ou quais permitem um reconhecimento mais imediato. Previsão de tempos: 6 AULAS Conteúdos envolvidos: Procedimentos, Sintaxe, Sentido AULAS PRIVISTAS: Total =184 1º PERÍODO: 84 aulas. 2º PERÍODO: 63 aulas. 3º PERÍODO: 37 aulas. Página 6 de 6 Escola Secundária de Francisco de Holanda Guimarães Ano letivo 2014/2015

182 Planificação anual da disciplina de Matemática B 10º ano Ano letivo 2014/2015 Programa Número de aulas de 45 minutos Módulo inicial 18 Geometria no Plano e no Espaço 28 Funções e Gráficos Generalidades. Funções Polinomiais 28 Estatística 30 Movimentos periódicos 50 Total 154 Os recursos aconselhados para Matemática B: Meios audiovisuais (retroprojetor, acetatos, vídeo, ), calculadoras gráficas, computador, internet, projetor multimédia, quadro interativo Manual adotado, livros para consulta, outros materiais escritos (folhas com dados estatísticos, fichas de trabalho, fichas de avaliação ), materiais manipulativos. Programas Geometer s Sketchpad, Cabri 3D, Geogebra 1

183 Planificação anual da disciplina de Matemática B 10º ano Ano letivo 2014/2015 Desenvolvimento Nº de aulas de 45 minutos Apresentação e considerações gerais sobre o programa de Matemática B 2 Avaliação diagnóstica 2 Módulo inicial 18 1º Período Geometria no Plano e no Espaço 28 Funções e Gráficos Generalidades. Funções Polinomiais 14 Fichas de trabalhos com exercícios de exame 4 Avaliações e correções 10 Avaliação do 1º Período 2 Total 80 Funções e Gráficos Generalidades. Funções Polinomiais 14 Estatística 30 Movimentos periódicos 2 2º Período Fichas de trabalhos com exercícios de exame 4 Avaliações e correções 10 Avaliação do 2º Período 2 Total 62 Movimentos periódicos 48 Fichas de trabalhos com exercícios de exame 2 3º Período Avaliações e correções 6 Avaliação final do ano 2 Total 58 2

184 Planificação anual da disciplina de Matemática B 10º ano Ano letivo 2014/2015 Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de aulas Módulo Inicial Resolução de Problemas de Geometria O professor deverá propor neste módulo problemas ou atividades aos estudantes que permitam consolidar e fazer uso de conhecimentos essenciais adquiridos no 3º ciclo de modo tanto a detetar dificuldades em questões básicas como a estabelecer uma boa articulação entre este ciclo e o ensino Secundário. Poderá partir de uma determinada situação, de um determinado tema, procurando evidenciar conexões com outros temas, tomando como meta o desenvolvimento das competências matemáticas transversais, isto é, daquelas que atravessam todos os temas e devem constituir os grandes objetivos de um currículo de Matemática. Uma compreensão mais profunda da Matemática só se verifica quando o estudante vê as conexões, quando se apercebe que se está a falar da mesma coisa encarando-a de diferentes pontos de vista. Se os estudantes estão a explorar, por exemplo, um problema de geometria poderão estar a desenvolver a sua capacidade de visualizar, de fazer conjeturas e de as justificar, mas também poderão estar a trabalhar simultaneamente com números, calculando ou relacionando áreas e volumes, a trabalhar com proporções na semelhança de figuras ou a trabalhar com expressões algébricas. Os problemas a tratar neste módulo devem integrar-se essencialmente nos temas Números, Geometria e Álgebra deixando para outra altura os problemas que se integrem no tema Funções ou Probabilidades e Estatística. Pretende-se que os problemas a propor ponham em evidência o desenvolvimento de capacidades de experimentação, o raciocínio matemático (com destaque para o raciocínio geométrico) e a análise crítica, conduzindo ao estabelecimento de conjeturas e `a sua verificação. Todas as atividades devem estar ligadas á manipulação de modelos geométricos concretos. Resolver problemas simples usando estratégias diversificadas. Calcular perímetros, áreas e volumes. 18 A seguir são apresentados enunciados dos problemas que deverão ser propostos aos estudantes. Esta lista pode ser parcial ou totalmente substituída por outra que, em termos gerais, contemple os mesmos conhecimentos e capacidades; esses outros problemas deverão, de preferência, ser retirados de documentos oficiais relativos ao Ensino Básico. Será recordado: Teorema de Pitágoras: Semelhança de Triângulos: Sólidos - cálculo de áreas e volumes. Valores aproximados e arredondamentos. Resolução de equações do 2º grau. Semelhança de figuras. Poliedros. Critérios de paralelismo e perpendicularidade de rectas e planos. Resolver problemas geométricos simples. 3

185 Planificação anual da disciplina de Matemática B 10º ano Ano letivo 2014/2015 Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de aulas Geometria no Plano e no Espaço Resolução de Problemas de Geometria no plano e no espaço Padrões geométricos planos (frisos) Pavimentações Problemas de empacotamento Composição e decomposição de figuras tridimensionais Um problema histórico e sua ligação com a História da Geometria O método cartesiano para estudar Geometria no plano e no espaço Referenciais cartesianos ortogonais e monométricos no plano e no espaço Correspondência entre planos e IR 2, entre o espaço e IR 3 Conjuntos de pontos e condições Equação reduzida da reta no plano A resolução de problemas serve para fornecer ao estudante o alargamento de experiências de índole geométrica mostrando-lhe a importância e o papel da matemática como criadora de modelos que permitem interpretar e compreender a realidade. Devem ser utilizados exemplos concretos como barras de tapetes de Arraiolos, azulejos, mosaicos (como os de Conímbriga) ou padrões geométricos africanos (sipatsi, lusona, etc.). Estes tópicos devem ser trabalhados recorrendo à manipulação de figuras geométricas. A análise de frisos, pavimentações e empacotamento permite explorar transformações geométricas, áreas e volumes e efectuar estimativas. Observe-se que as atividades com cortes em cubos podem ser trabalhadas aqui desde que os professores entendam que se adequam mais ao respetivo curso tecnológico do que as atividades com frisos, pavimentações e empacotamento. O professor deve propor ao estudante atividades que o levem a sentir a necessidade e vantagem do uso de um referencial, quer no plano quer no espaço. O professor pode fornecer figuras e/ou um referencial numa grelha e pedir a colocação da figura ou do referencial para obter as melhores coordenadas experimentando com várias figuras no plano e no espaço. Será vantajoso que o professor aproveite os problemas com que iniciou a unidade, recorrendo aos modelos já utilizados para fazer aparecer as novas noções levando o estudante a justificar determinadas proposições por mais de um processo. No plano, o estudante deve descobrir as relações entre as coordenadas de pontos simétricos relativamente ao eixo das abcissas, ao eixo das ordenadas e à bissetriz dos quadrantes ímpares. No espaço, o estudante deve descobrir as relações entre pontos simétricos relativamente aos planos coordenados e aos eixos coordenados. Representar secções. Estabelecer relações métricas entre figuras: medidas lineares, áreas e volumes. Operar com radicais e simplificar. Usar o método cartesiano para resolver problemas no plano e no espaço. Identificar conjuntos de pontos do plano ou do espaço a partir de condições e reciprocamente. Resolver problemas por via geométrica e/ou analítica O conhecimento da equação reduzida da reta deverá permitir que o aluno saiba escrever a equação de qualquer reta cujo gráfico lhe seja apresentado, sem que para isso seja necessário fazer exercícios repetitivos

186 Planificação anual da disciplina de Matemática B 10º ano Ano letivo 2014/2015 Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de aulas Funções e Gráficos Generalidades. Funções polinomiais Função, gráfico (gráfico cartesiano de uma função em referencial ortogonal) e representação gráfica. Estudo intuitivo de propriedades das funções e dos seus gráficos, tanto a partir de um gráfico particular como usando calculadora gráfica, para as seguintes classes de funções: i) funções quadráticas; ii) funções cúbicas. O estudo das funções deve começar com a análise de algumas situações de modelação matemática (por exemplo, usando dados concretos recolhidos por calculadoras gráficas ou computadores acoplados a sensores adequado). Para todos os tipos de funções devem ser dados exemplos a partir de questões concretas (tanto de outras disciplinas que os estudantes frequentem Física, Química, Economia, etc. como de situações reais por exemplo de recortes de jornais). Particular importância deverá ser dada a situações problemáticas, situações de modelação matemática e a exemplos da Geometria, devendo retomar-se alguns daqueles que foram estudados no tema anterior. Deve ser dada ênfase especial à resolução de problemas usando métodos numéricos e gráficos, nomeadamente quando forem usadas inequações. Analisar gráficos. Identificar funções Utilizar a calculadora gráfica no estudo de funções. Estudar analiticamente funções quadráticas e cúbicas análise dos efeitos das mudanças de parâmetros nos gráficos das famílias de funções dessas classes (considerando apenas a variação de um parâmetro de cada vez); - transformações simples de funções: dada a função, esboçar o gráfico das funções definidas por y = f(x]+a, y = f(x+a), y = af(x), y = f(ax), com a positivo ou negativo, descrevendo o resultado com recurso à linguagem das transformações geométricas. As propriedades sugeridas são: domínio, contradomínio, pontos notáveis (intersecção com os eixos coordenados), monotonia, continuidade, extremos (relativos e absolutos), simetrias em relação ao eixo dos Y e à origem, limites nos ramos infinitos. Os estudantes devem determinar pontos notáveis e extremos tanto de forma exata como de forma aproximada (com uma aproximação definida a priori) a partir do gráfico traçado na calculadora gráfica ou computador. No estudo das famílias de funções os estudantes podem realizar pequenas investigações. O estudo das transformações simples de funções deve ser feito tanto usando papel e lápis como calculadora gráfica ou computador; a função f tanto pode ser dada a partir de um gráfico como a partir de uma expressão analítica. Esboçar gráficos a partir de um gráfico dado através de transformações simples. Interpretar e resolver problemas reais, envolvendo o estudo de funções. 5

187 Planificação anual da disciplina de Matemática B 10º ano Ano letivo 2014/2015 Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de aulas Estatística Estatística - Generalidades Objeto da Estatística e breve nota histórica sobre a evolução desta Ciência; utilidade na vida moderna. Clarificação de quais fenómenos que podem ser objeto de estudo estatístico; exemplificação de tais fenómenos com situações da vida real, salientando o papel relevante da Estatística na sua descrição. Recenseamento e sondagem. As noções de população e amostra. Compreensão do conceito de amostragem e reconhecimento do seu papel nas conclusões estatísticas; distinção entre os estudos e conclusões sobre a amostra e a correspondente análise sobre a população. Noções intuitivas sobre as escolhas de amostras, sobre a necessidade de serem aleatórias, representativas e livres de vícios de conceção. Estatística Descritiva e Estatística Indutiva. Deve-se chamar a atenção para o papel relevante desempenhado pela Estatística em todos os campos do conhecimento. Sendo a Estatística a Ciência que trata dos dados, num procedimento estatístico estão envolvidas, de um modo geral, duas fases: uma fase de organização dos dados recolhidos, em que se procura reduzir, de forma adequada, a informação neles contida Estatística Descritiva, e uma segunda fase, em que se procura tirar conclusões e tomar decisões para um conjunto mais vasto, de onde se recolheram os dados Inferência Estatística. Existe, no entanto, uma fase pioneira, que diz respeito à aquisição dos próprios dados. Deve-se realçar a importância de, ao iniciar qualquer estudo estatístico, proceder cuidadosamente ao planeamento da experiência que conduz à recolha dos dados que serão objeto de tratamento estatístico. Identificar e definir população, indivíduo e amostra. Classificar estatísticas. variáveis 2 6

188 Planificação anual da disciplina de Matemática B 10º ano Ano letivo 2014/2015 Organização e interpretação de caracteres estatísticos (qualitativos e quantitativos) Análise gráfica de atributos qualitativos (gráficos circulares, diagramas de barras, pictogramas); determinação da moda. Análise de atributos quantitativos: variável discreta e variável contínua. Dados agrupados em classes. Variável discreta; função cumulativa. Deve-se chamar a atenção para o facto de que a organização dos dados, consiste em resumir a informação neles contida através de tabelas, gráficos e algumas medidas, a que damos o nome de estatísticas. Nesta fase, em que se substitui todo o conjunto dos dados, por um sumário desses dados, devem-se tomar as devidas precauções, pois nem todos os instrumentos de redução de dados se aplicam a todos os tipos de dados. Utilizar a calculadora para estudos estatísticos. Construir tabelas de dados com frequências simples e acumuladas. 22 Variável contínua: tabelas de frequências (absolutas, relativas e relativas acumuladas); gráficos (histograma, polígono de frequências); função cumulativa. Medidas de localização de uma amostra: moda ou classe modal; média; mediana; quartis. Medidas de dispersão de uma amostra: amplitude; variância; desvio padrão; amplitude interquartis. Assim, de entre esses processos deve-se ter presente quais os mais adequados e em que situações é ou não conveniente aplicá-los. A título de exemplo referimos o facto de não ter qualquer sentido calcular a média para dados de tipo qualitativo, mesmo que as diferentes categorias assumidas pela variável em estudo estejam representadas por números. Representar graficamente informação. Calcular e interpretar medidas de localização. Discussão das limitações destas estatísticas. Diagramas de "extremos e quartis". Calcular e interpretar medidas de dispersão. 7

189 Planificação anual da disciplina de Matemática B 10º ano Ano letivo 2014/2015 Referência a distribuições bidimensionais (abordagem gráfica e intuitiva) Diagrama de dispersão; dependência estatística; ideia intuitiva de correlação; exemplos gráficos de correlação positiva, negativa ou nula. Coeficiente de correlação e sua variação em [ 1,1]. Definição de centro de gravidade de um conjunto finito de pontos; sua interpretação física. Ideia intuitiva de reta de regressão; sua interpretação e limitações. Generalizando o estudo de uma única variável, faz-se uma introdução ao estudo dos dados bivariados, insistindo na representação gráfica sob a forma do diagrama de dispersão ou diagrama de pontos. Quando, a partir desta representação, se verificar uma tendência para a existência de uma associação linear entre as duas variáveis em estudo, identifica-se uma medida que quantifica o grau de associação - o coeficiente de correlação, assim como se apresenta um modelo matemático que permitirá, conhecido o valor de uma das variáveis, obter uma estimativa para o valor da outra variável Intuir o tipo de correlação existente entre duas variáveis 6 8

190 Planificação anual da disciplina de Matemática B 10º ano Ano letivo 2014/2015 Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de aulas Movi ment os Perió dicos Trigonometria. Funções trigonométricas. Problemas de trigonometria básica e sua generalização. O professor precisa de propor problemas de diversos tipos para relembrar a semelhança de triângulos e as razões trigonométricas de ângulos agudos. São exemplos possíveis o cálculo de distâncias directamente inacessíveis. A generalização das noções deve ser intuída e sistematizada a partir de atividades que considerem movimentos circulares. São exemplos possíveis a roda gigante das feiras, a roda da bicicleta, motores, etc. é absolutamente imprescindível a insistência no círculo trigonométrico. Com a execução de atividades, pretende-se que o aluno se aproprie dos seguintes conceitos e técnicas associadas e os utilize como ferramentas na resolução de problemas: -radiano; -referencial polar no plano; ângulos orientados e medidas das suas amplitudes; -definição de seno, co-seno e tangente de um número real; Resolver problemas que envolvam triângulos. Generalizar ângulo. Converter graus em radianos e inversamente. Utilizar o círculo trigonométrico. 50 Modelação matemática de situações envolvendo fenómenos periódicos. -comparação de senos e co-senos de dois números reais; -resolução de equações trigonométricas simples; -utilização da relação sen 2 x+cos 2 x=1; -características das funções circulares: simetria e paridade; periocidade. As funções trigonométricas podem e devem aparecer como modelos matemáticos que descrevem situações mais ou menos complexas. As situações apresentadas podem considerar a recolha e tratamento de dados. As primeiras respostas a eventuais perguntas podem ser encontradas de forma ingénua e com recurso à tecnologia e representações informais. O modelo que uma função trigonométrica pode representar deve aparecer como forma mais potente e geral para encontrar respostas para a situação em presença e para outras situações do mesmo tipo. Utilizar referenciais polares na resolução de problemas. Analisar as funções: seno, co-seno e tangente. Resolver equações trigonométricas. Exemplos de situações: movimento pendular, movimento do braço na marcha, movimento das marés, roda da bicicleta ou outras situações com movimentos circulares, moldes de peças, etc. Estas atividades de modelação são boas ocasiões para utilizar folhas de cálculo eletrónico. Antes da modelação, deve introduzir-se uma atividade que permita passar do círculo trigonométrico para o conjunto dos pontos (x, sen x) no plano cartesiano. As perguntas colocadas sobre a situação devem considerar ou levar à necessidade da resolução de algumas condições com expressões trigonométricas. Só depois é que o professor pode apresentar atividades matemáticas em que os estudantes aprofundem as noções ligadas a funções trigonométricas e a técnicas de resolução de condições ficando pela compreensão sempre ligada à interpretação sobre o círculo trigonométrico. Resolver problemas que envolvam fenómenos periódicos, recorrendo a funções trigonométricas. 9

191 Planificação anual da disciplina de Matemática B 11º ano Ano letivo 2014/2015 Programa Número de aulas de 45 minutos Movimentos não lineares. Taxa de variação e Funções Racionais. 54 Modelos de Probabilidades 28 Modelos Discretos. Sucessões. 28 Modelos contínuos não lineares 28 - as funções exponencial e a logarítmica - o modelo logístico Problemas de otimização 22 - aplicações das taxas de variação - programação linear Total 162 Os recursos aconselhados para Matemática B: Meios audiovisuais (retroprojetor, acetatos, vídeo, ), calculadoras gráficas, computador, internet, projetor multimédia, quadro interactivo Manual adotado, livros para consulta, outros materiais escritos (folhas com dados estatísticos, fichas de trabalho, fichas de avaliação ), materiais manipulativos. Programas Geometer s Sketchpad, Cabri 3D, Geogebra

192 Planificação anual da disciplina de Matemática B 11º ano Ano letivo 2014/2015 Desenvolvimento Nº de aulas Apresentação 2 Avaliação diagnóstica 2 Movimentos não lineares. Taxa de variação e Funções Racionais. 50 1º Período Modelos de Probabilidade 8 Fichas de trabalho com exercícios de exame 4 Avaliações e correções 10 Avaliação do 1º Período 2 Total 78 Modelos de Probabilidades 18 Modelos Discretos. Sucessões. 26 Modelos contínuos não lineares - as funções exponencial e logarítmica 4 2º Período - o modelo logístico Fichas de trabalho com exercícios de exame 4 Avaliações e correções 8 Avaliação do 2º Período 2 Total 62 Modelos contínuos não lineares - as funções exponencial e logarítmica 22 3º Período - o modelo logístico Problemas de otimização - aplicações das taxas de variação - programação linear 22 Avaliações e correções 6 2

193 Planificação anual da disciplina de Matemática B 11º ano Ano letivo 2014/2015 Avaliação final do ano 2 Total 52 3

194 Planificação anual da disciplina de Matemática B 11º ano Ano letivo 2014/2015 Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de aulas Movimentos não lineares. Taxa de Variação e Funções Racionais Funções Racionais. Investigação das características das funções racionais. A partir de uma atividade de experimentação (como, por exemplo, A resistência do esparguete ver Brochura de Funções 11º, p 129), os estudantes podem compreender relações numéricas entre variáveis inversamente proporcionais e encontrar um modelo simples de uma função racional. Deverão proceder, depois, recorrendo às calculadoras gráficas ou ao computador, a investigações ver Brochura Funções 11º ano (pp 80, 82 e 83) que os vão conduzir a conjeturar sobre as características e comportamentos de algumas funções racionais, em particular a existência de assintotas ou o comportamento assintótico. Depois de estudadas as funções das famílias y = ax, y = ax 2 e y = a(x h) 2 devem ser investigadas as funções dos tipos y =1/(ax), y =1/(ax 2 ) e y =1/[a(x h) 2 ] Construir modelos para situações reais utilizando diversos tipos de funções. Reconhecer que o mesmo modelo pode representar diferentes situações. Analisar os efeitos das mudanças de parâmetros nos gráficos de funções. Descrever o comportamento de uma função nos ramos infinitos. 32 Modelação matemática situações envolvendo fenómenos periódicos. de não A resolução de problemas como os da Brochura F11, As peças cilíndricas (p 91), Compostos ácidos ou equivalentes permitirá que os alunos resolvam condições e compreendam como se usa a álgebra na resolução de problemas reais. Operações com polinómios adição, subtração, multiplicação, fatorização de polinómios, mas também resolução de equações e inequações devem ser realizadas pelos estudantes durante a resolução de problemas. Resolver equações e inequações fracionárias. 4

195 Planificação anual da disciplina de Matemática B 11º ano Ano letivo 2014/2015 Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de aulas Movimentos não lineares. Taxa de Variação e Funções Racionais Taxa de variação média num intervalo [a,b]; Os estudantes deverão chegar a compreender e explicar a razão para uma função linear ser um bom modelo de estudo das variações da distância em função do tempo no movimento de um objecto que se move em linha reta com velocidade constante e deverão saber explicar o significado dos diversos parâmetros nos modelos desse tipo. Do mesmo modo, para um móvel que não se desloque a velocidade constante mas com aceleração constante (tal como a queda de um objecto sob influência da gravidade e ignorando a resistência do ar) o estudante deve encontrar, como modelo matemático apropriado, a função quadrática. Os estudantes devem compreender o significado de uma velocidade negativa. O sensor de movimento permite boas experimentações para estas situações. Estudar o crescimento (ou decrescimento) da variável dependente em fenómenos variados. Utilizar a tecnologia na aquisição de novos conceitos. Taxa de variação em x 0. Também problemas como A bola no plano inclinado, O custo marginal e Lançamento de um projéctil (ver Brochura F11 (pp 100, 112 e 113)) permitirão que os estudantes se aproximem dos conceitos de taxa média de variação e de taxa de variação, bem como das respetivas interpretações geométricas. Os estudantes devem compreender o conceito de velocidade média num dado intervalo de tempo e aproximar-se intuitivamente do conceito de velocidade instantânea, e devem ser capazes de relacionar esses conceitos com os respectivos significados geométricos. A utilização da calculadora e do computador (recorrendo a software adequado) serão excelentes auxiliares para a aquisição destas noções. O recurso a sensores permitirá experiências interessantes. Aplicar os conceitos da taxa média de variação e taxa de variação na resolução de problemas. 22 5

196 Planificação anual da disciplina de Matemática B 11º ano Ano letivo 2014/2015 Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de aulas Modelos de Probabilidades Introdução cálculo probabilidades. ao de Todos os dias somos confrontados com situações que nos conduzem a utilizar, intuitivamente, a noção de probabilidade. Os conteúdos a abordar neste tema devem ser apresentados aos estudantes depois de estes terem sido confrontados com atividades próprias do dia-a-dia de qualquer pessoa, associadas a este tema, como por exemplo: jogos, inquéritos, extrações com reposição e sem reposição de bolas de uma urna, lançamento de moedas, de dados,... Identificar de acontecimentos com conjuntos e operação com eles. Encontrar de modelos matemáticos adequados ao estudo de fenómenos aleatórios. Modelos probabilidades de A base da aprendizagem deve estar na experimentação recorrendo a materiais manipuláveis ou simulações e na resolução de problemas. Ao modelarem situações, os estudantes são conduzidos a construírem o espaço de resultados de uma experiência aleatória e a definirem acontecimentos. Os estudantes poderão usar simulações para construir empiricamente distribuições de probabilidades e utilizar a noção frequencista de probabilidade comparando resultados de simulações para predizer valores da probabilidade de um acontecimento. Sugere-se a consulta da Actividade Exemplo de como organizar uma experiência na sala de aula (Brochura de Probabilidades, pág 36). Utilizar o conceito frequencista de probabilidade e a definição clássica de probabilidade ou de Laplace. Calcular a probabilidade de alguns acontecimentos a partir de modelos de probabilidades simples. Aproximações conceptuais para probabilidade A definição de Laplace de probabilidade deve ser apresentada depois de serem criadas condições para se sentir a sua necessidade. Através da apresentação de uma tarefa (como por exemplo, Jogo dos dois dados da Brochura de probabilidades, pág 44) e depois de ter sido abordada experimentalmente a noção de probabilidade de um acontecimento, os estudantes podem sentir dificuldades naturais. É esse o melhor modo de perceber o interesse de alguns resultados teóricos. 28 É importante que os estudantes sejam capazes de estimar probabilidades de acontecimentos através da análise de um histograma. Recorrendo à calculadora ou ao computador, podem determinar a média e o desvio-padrão de uma distribuição. Identificar e utilizar as propriedades básicas das distribuições de probabilidades. Distribuição probabilidades de Utilizar a calculadora e/ou o computador na resolução de problemas, envolvendo distribuições de probabilidades, em particular, a distribuição normal. 6

197 Planificação anual da disciplina de Matemática B 11º ano Ano letivo 2014/2015 Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de aulas Modelos discretos. Sucessões Introdução às sucessões Pretende-se que os estudantes desenvolvam a capacidade de modelar e resolver situações envolvendo sequências numéricas. Modelos de crescimento linear ou não linear podem resultar da abordagem de situações realistas. Modelar e resolver situações envolvendo sequências numéricas. A folha de cálculo pode ser utilizada como meio de organizar os dados e realizar os cálculos necessários para resolver problemas apresentados, mas também como meio eficaz de estudar os efeitos da alteração de dados iniciais numa sequência de cálculos. O trabalho com a folha de cálculo na procura de soluções e na descoberta dos efeitos desta ou daquela mudança é por si só uma aprendizagem importante para os estudantes dos cursos tecnológicos. Os estudantes podem também aprender a gerar os termos de uma sequência na modelação ou estudo de situações reais. Utilizar a folha de cálculo como meio de organizar dados, efectuar cálculos e representar gráficos. É aconselhável a visualização dos gráficos correspondentes às situações criadas e geridas a partir de listas de dados na folha de cálculo. 10 Algumas das situações previstas para utilizar a folha de cálculo podem também ser abordadas usando a calculadora gráfica. Utilizar a folha de cálculo e/ou calculadora gráfica para trabalhar numérica e graficamente com sucessões. Definir sucessões por diferentes formas. 7

198 Planificação anual da disciplina de Matemática B 11º ano Ano letivo 2014/2015 Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de aulas Modelos discretos. Sucessões Progressões As situações apresentadas neste tema podem ser de crescimento linear e introduzir as progressões aritméticas e podem ser de crescimento exponencial e servir de motivo para a abordagem das progressões geométricas. Podem ainda ser apresentadas situações para outros tipos de crescimento. Reconhecer exemplos de situações em que os modelos de progressões aritméticas ou geométricas sejam adequados. Os estudantes encontrarão o poder das exponenciais explorando problemas clássicos tais como os grãos de milho no tabuleiro de xadrez, evolução de um capital sofrendo juros simples ou acumulados, crescimento de uma população,... Outros problemas do tipo de a geração de coelhos de Fibonacci, sequências de números (números triangulares, quadrangulares,...) ou equivalentes vão permitir encontrar o conceito de sucessão e as diferentes formas de as definir (incluindo o método recursivo), bem como interessantes representações gráficas. Distinguir crescimento linear e crescimento exponencial. Os estudantes perante experiências de modelação de crescimentos devem compreender e estabelecer as diferenças entre as relações aditivas a n +1 = a n + r e as multiplicativas a n +1 = a n r e a sua correspondência com as expressões y = ax + b e y = ab x. Os estudantes podem ainda estudar sequências de somas parciais e descobrir que encontram uma função quadrática como fórmula da soma de n termos de uma progressão aritmética e uma função exponencial (abordada de forma totalmente intuitiva) na progressão geométrica. Os estudantes poderão fazer investigações sobre outras características destas sucessões e mesmo chegar a caracterizar e a usar representações tabelares das primeiras diferenças, segundas diferenças e razões de termos sucessivos relacionando-as com os modelos linear, quadrático e exponencial. Poderão usar estas características para escolher modelos apropriados a situações contextualizadas. Resolver problemas simples por aplicação de propriedades de progressões aritméticas e de progressões geométricas. Utilizar determinadas características dos termos de algumas sucessões para escolher modelos que se ajustem a situações contextualizadas. 18 8

199 Planificação anual da disciplina de Matemática B 11º ano Ano letivo 2014/2015 Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de aulas Modelos contínuos não lineares -as funções exponencial e logarítmica -o modelo logístico Função exponencial O número e Função logarítmica como inversa da função exponencial Função logarítmica Formas equivalentes de expressões exponenciais Equações exponenciais e logarítmicas Em muitos problemas as variáveis tomam valores que pertencem a modelos não lineares. De entre os modelos não lineares, são importantes e interessantes os exponenciais da forma y = a(b x ). Tarefas como EliM&Minação (brochura F12, pag 98) ou experimentais do tipo de o arrefecimento de água numa chávena, com sensores de temperatura e uma calculadora gráfica ou um computador, permitem não só aos estudantes ajustar funções que não são de quaisquer dos tipos anteriormente estudados, mas também sugerir-lhes prolongamentos do estudo que fizeram com progressões geométricas. Os modelos exponenciais podem ser introduzidos para resolver problemas de evolução das populações, poluição, temperaturas, drogas no sangue, materiais radioativos, etc, alguns deles já abordados a um certo nível quando da abordagem das progressões geométricas. Os estudantes podem reconhecer o logaritmo como solução de equações exponenciais e a função logarítmica como inversa da exponencial. Problemas como A construção da barragem (Brochura Funções 12, pág 133) permitirão que o estudante reencontre o conceito de assintota ou de limite. Tarefas como Sismos na Internet (Brochura Funções 12 pág 137) permitirão que o estudante reconheça propriedades dos logaritmos e estude, aplicada a esta função, a taxa de variação num ponto. As tarefas do tipo Matemática e música (Brochura Funções 12 pág e pág ) em que o estudante, usando sensores de som e calculadoras ou computadores, determina as frequências de notas de uma escala musical e investiga relações e diferenças entre essas notas, permitem discussões muito ricas na sala de aula. Finalmente, uma tarefa do tipo da Evolução da população portuguesa (Brochura Funções 12, pág 110) permite encontrar a função logística que é modelo de variados fenómenos reconhecíveis em aplicações a estudos feitos em outras disciplinas. Utilizar de modelos contínuos, como prolongamento de modelos discretos já estudados. Aplicar modelos exponenciais para descrever e/ou prever determinados fenómenos. Conhecer os efeitos das mudanças de parâmetros em modelos exponenciais. Obter formas equivalentes de expressões exponenciais. Definir o número e e logaritmo natural. Resolver equações, usando exponenciais e logaritmos, em contextos de resolução de problemas. Utilizar a função logística para modelar variados fenómenos estudados noutras disciplinas. 28 Modelo logístico 9

200 Planificação anual da disciplina de Matemática B 11º ano Ano letivo 2014/2015 Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de aulas Problemas de otimização -aplicações das taxas de variação -Programação linear Taxas de variações e extremos Já no 10ºano, os estudantes resolveram problemas de otimização, estimando ou mesmo calculando extremos de funções, sobre os gráficos e as tabelas das funções. No 11º ano, tomaram contacto com a taxa média de variação e com a taxa de variação instantânea, interpretando geometricamente estes conceitos. Os estudantes apercebem-se da relação entre o sinal da taxa de variação num intervalo e a monotonia da função nesse intervalo. Os novos exemplos da exponencial e da logarítmica podem servir para confirmar essa intuição reforçada pela repetição de exemplos de comportamento dos gráficos de funções diversas. Um problema como aquele em que se atira uma pedra ao ar e a altura em função do tempo é dada por uma quadrática permite aos estudantes determinar a taxa de variação num instante qualquer, t 0, e representar no mesmo referencial a função dada e a função dos declives das retas tangentes num intervalo do domínio da função. Uma situação problemática como esta poderá ter sido já estudada no 11ºano, mas pode agora ser aprofundada a sua análise, investigando a relação entre a forma do gráfico e os sinais dos declives das retas tangentes. Reconhecer numérica e graficamente a relação entre o sinal da taxa de variação e a monotonia de uma função; Reconhecer a relação entre os zeros da taxa de variação e os extremos de uma função; Este tipo de exploração pode ser levado até à análise dos extremos. Por exemplo, traçando a parábola e a recta derivada eles confirmarão que para os valores de t em que a segunda é negativa a primeira decresce, bem como para aqueles em que a segunda é positiva a primeira cresce e que no zero da afim encontrarão o extremo da quadrática. Problemas do tipo da determinação do volume máximo de uma caixa feita a partir de uma folha de papel, ou outros semelhantes, constituem oportunidades análogas. O mesmo tipo de explorações aparece no contexto de situações problemáticas simples, como aquela em que um volume de um sólido é dado por uma cúbica. Editando na calculadora Y 1 = ax 3 + bx 2 + c e y 2 =[y 1 (x + 0, ) y 1 (x)] / 0, a cúbica e a função dos declives das retas secantes para todo o x quando a amplitude do intervalo é h = 0, [Considera-se esta abordagem preferível ao recurso do nderive da calculadora por manter presente o conceito de taxa de variação e permitir comparar os dois gráficos e estudar a influência do valor de h e procurar o extremo da primeira função através do mudança de sinal e zero da segunda. Recomenda-se a consulta das páginas 48 a 53 da Brochura, sobre o tema da derivação numérica ]. Este modo de proceder pode ser adotado no estudo da monotonia das funções exponenciais e logarítmicas. Com este método, os estudantes podem até compreender que a taxa de variação instantânea de uma função exponencial é proporcional ao valor da função no ponto considerado e interpretar isto como um crescimento relativo constante.do mesmo modo, se pode estudar a monotonia e os extremos de funções trigonométricas, em resposta a perguntas postas no contexto da resolução de problemas. Resolver problemas de aplicações simples envolvendo a determinação de extremos de funções racionais, exponenciais, logarítmicas e trigonométricas

201 Planificação anual da disciplina de Matemática B 11º ano Ano letivo 2014/2015 Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de aulas Problemas de otimização -aplicações das taxas de variação -Programação linear Programação linear Situações realistas simples com constrangimentos de produção ou outros que podem ser modelados por inequações lineares servem para delimitar um polígono convexo que dá informação completa sobre as quantidades possíveis para cada produto. A matemática mobilizada é simples e acessível e as representações gráficas apuradas (domínios planos) e tabelas são bons instrumentos que ajudam a interpretar a situação, as condições impostas a uma produção ou uma cadeia de produção, armazenamento, distribuição, etc. Os problemas colocados apresentam os constrangimentos característicos de cada situação e um objetivo (máximo ou mínimo de uma função objetivo) a ser alcançado com o maior êxito nas condições existentes. Pretende-se familiarizar os estudantes com situações de gestão e desenvolver competências para tomar decisões boas em termos de planeamento (da produção, por exemplo) que podem ter a ver com maximizar lucros, minimizar custos ou consumos, etc. Na aula de Matemática poderão tratar-se problemas simples com características idênticas. Assim cada exemplo tratará de maximizar ou minimizar uma determinada quantidade (função objetivo) tendo-se em conta certas limitações ou constrangimentos. Reconhecer que diferentes situações podem ser descritas pelo mesmo modelo matemático. Resolver numérica e graficamente problemas simples de programação linear. Reconhecer o contributo da matemática para a tomada de decisões, assim como as suas limitações. 10 Se houver tempo, os estudantes podem mesmo ser colocados perante a necessidade de tomar decisões de novos investimentos que alterem as condições de fabrico (o polígono dos constrangimentos) de modo a responder a novos desafios ou a obter melhorias, com vantagem sobre o peso dos investimentos, nos máximos ou mínimos da função objetivo. No fundo, trata-se de colocar aos estudantes situações de trabalho em que seja marcante a utilidade do planeamento e benéfica a colaboração da matemática para tomar boas decisões em empresas ou coletivos de trabalhadores. 11

202 Planificação Anual 2014/ º ano - HISTÓRIA A Progressão de conteúdos Avaliação Total 1º Período º Período º Período Total

203 Módulo Unidades blocos 0 - ESTUDAR / APRENDER HISTÓRIA A História: tempos e espaços - Quadros espácio-temporais; períodos históricos e momentos de ruptura. - Processos evolutivos; a multiplicidade de factores. - Permutas culturais e simultaneidade de culturas. - História nacional e história universal interacções e especificidade do percurso português RAÍZES MEDITERRÂNICAS DA CIVILIZAÇÃO EUROPEIA CIDADE, CIDADANIA E IMPÉRIO NA ANTIGUIDADE CLÁSSICA 1. O modelo ateniense 1.1. A democracia antiga: os direitos dos cidadãos e o exercício de poderes 1.2. Uma cultura aberta à cidade - As grandes manifestações cívico-religiosas. - A educação para o exercício público do poder. - A arquitectura e a escultura, expressão do culto público e da procura da harmonia 2. O modelo romano 2.1. Roma, cidade ordenadora de um império urbano - A unidade do mundo imperial: o culto a Roma e ao imperador, a codificação do direito, a progressiva extensão da cidadania A afirmação imperial de uma cultura urbana pragmática - A padronização do urbanismo e a fixação de modelos arquitectónicos e escultóricos. - A apologia do Império na épica e na historiografia; a formação de uma rede escolar urbana uniformizada A romanização da Península Ibérica, um exemplo de integração de uma região periférica no universo imperial. 3. O espaço civilizacional greco-latino à beira da mudança - O Império universal romano-cristão. A Igreja e a transmissão do legado político-cultural clássico. - Prenúncios de uma nova geografia política: a presença dos Bárbaros no Império DINAMISMO CIVILIZACIONAL DA EUROPA OCIDENTAL NOS SÉCULOS XIII A XIV ESPAÇOS, PODERES E VIVÊNCIAS 1. A identidade civilizacional da Europa ocidental 1.1. Poderes e crenças - multiplicidade e unidade - Uma geografia política diversificada: impérios, reinos, senhorios e comunas; imprecisão de fronteiras internas e externas. - A organização das crenças: o poder do Bispo de Roma na Igreja ocidental; o reforço da coesão interna face a Bizâncio e ao Islão O quadro económico e demográfico expansão e limites do crescimento - Expansão agrária, dinamização das trocas regionais e afirmação das grandes rotas do comércio externo. - A fragilidade do equilíbrio demográfico. 2. O espaço português a consolidação de um reino cristão ibérico 14 38

204 2.1. A fixação do território do termo da Reconquista ao estabelecimento e fortalecimento de fronteiras O país urbano e concelhio - A multiplicação de vilas e cidades concelhias; a organização do território e do espaço citadino. - O exercício comunitário de poderes concelhios; a afirmação política das elites urbanas O país rural e senhorial - O exercício do poder senhorial: privilégios e imunidades; a exploração económica do senhorio; a situação social e económica das comunidades rurais dependentes O poder régio, factor estruturante da coesão interna do reino - A centralização do poder justiça, fiscalidade e defesa; a reestruturação da administração central e local o reforço dos poderes da chancelaria e a institucionalização das Cortes. - O combate à expansão senhorial e a promoção política das elites urbanas. - A afirmação de Portugal no quadro político ibérico. 3. Valores, vivências e quotidiano 3.1. A experiência urbana - Uma nova sensibilidade artística o gótico. - As mutações na expressão da religiosidade: ordens mendicantes e confrarias. - A expansão do ensino elementar; a fundação de Universidades A vivência cortesã - A cultura leiga e profana nas cortes régias e senhoriais: educação cavaleiresca, amor cortês, culto da memória dos antepassados A difusão do gosto e da prática das viagens: peregrinações e romarias; negócio e missões político-diplomáticas A ABERTURA EUROPEIA AO MUNDO MUTAÇÕES NOS CONHECIMENTOS, SENSIBILIDADES E VALORES NOS SÉCULOS XV E XVI 1. A geografia cultural europeia de Quatrocentos e Quinhentos - Principais centros culturais de produção e difusão de sínteses e inovações. - O cosmopolitismo das cidades hispânicas importância de Lisboa e Sevilha. 2. O alargamento do conhecimento do mundo - O contributo português: inovação técnica; observação e descrição da natureza. - A matematização do real; a revolução das concepções cosmológicas 3. A produção cultural 3.1. Distinção social e mecenato - A ostentação das elites cortesãs e burguesas. O estatuto de prestígio dos intelectuais e artistas. - Portugal: o ambiente cultural da corte régia Os caminhos abertos pelos humanistas - Valorização da antiguidade clássica e consciência da modernidade; a afirmação das línguas nacionais. - Individualismo, espírito crítico, racionalidade e utopia A reinvenção das formas artísticas - Imitação e superação dos modelos da antiguidade. - A centralidade do observador na arquitectura e na pintura: a perspectiva matemática; a

205 racionalidade no urbanismo. A expressão naturalista na pintura e na escultura. - A arte em Portugal: o gótico-manuelino e a afirmação das novas tendências renascentistas. 4. A renovação da espiritualidade e religiosidade 4.1. A Reforma Protestante - Individualismo religioso e críticas à Igreja Católica. A ruptura teológica. - As igrejas reformadas Contra Reforma e Reforma Católica - Reafirmação do dogma e do culto tradicional. - A reforma disciplinar; o combate ideológico. - O impacto da reforma católica na sociedade portuguesa. 5. As novas representações da humanidade - O encontro de culturas e as dificuldades de aceitação do princípio da unidade do género humano: evangelização e escravização; os antecedentes da defesa dos direitos humanos

206 Planificação Anual 2014/ º ano - HISTÓRIA A Progressão de conteúdos Avaliação Total 1º Período º Período º Período Total Módulo Unidades Aulas Total 4 A EUROPA NOS SÉCULOS XVII E XVIII SOCIEDADE, PODER E DINÂMICAS COLONIAIS 5 O LIBERALISMO IDEOLOGIA E REVOLUÇÃO, MODELOS E PRÁTICAS NOS SÉCULOS XVIII E XIX 1. População da Europa nos séculos XVII e XVIII: crises e crescimento 2. A Europa dos Estados absolutos e a Europa dos parlamentos 3. Triunfo dos Estados e dinâmicas económicas nos séculos XVII e XVIII 4. Construção da modernidade europeia 1. A revolução americana, uma revolução fundadora 2. A revolução francesa paradigma das revoluções liberais e burguesas 3. A geografia dos movimentos revolucionários na primeira metade do século xix: as vagas revolucionárias liberais e nacionais 4. A implantação do liberalismo em Portugal 5. O legado do liberalismo na primeira metade do século XIX A CIVILIZAÇÃO INDUSTRIAL ECONOMIA E SOCIEDADE; NACIONALISMOS E CHOQUES IMPERIALISTAS 1. As transformações económicas na Europa e no Mundo 2. A sociedade industrial e urbana 3. Evolução democrática, nacionalismo e imperialismo 4. Portugal, uma sociedade capitalista dependente 5. Os caminhos da cultura

207 Planificação Anual 2014/ º ano - HISTÓRIA A Progressão de conteúdos Avaliação Total 1º Período º Período º Período Total Módulo Unidades tempos Total 7 - CRISES, EMBATES IDEOLÓGICOS E MUTAÇÕES CULTURAIS NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX 1- As transformações das primeiras décadas do século 2- O agudizar das tensões políticas e sociais a partir dos anos A degradação do ambiente internacional PORTUGAL E O MUNDO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL AO INÍCIO DA DÉCADA DE 80 OPÇÕES INTERNAS E CONTEXTO INTERNACIONAL 1- Nascimento e afirmação de um novo quadro geopolítico 2- Portugal do autoritarismo à democracia 3 -As transformações sociais e culturais do terceiro quartel do século XX

208 9 ALTERAÇÕES GEOESTRATÉGICAS, TENSÕES POLÍTICAS E TRANSFORMAÇÕES SOCIO-CULTURAIS NO MUNDO ACTUAL 1- O fim do sistema internacional da Guerra Fria e a persistência da dicotomia Norte-Sul 2- A viragem para uma outra era 3 Portugal no novo quadro internacional PLANIFICAÇÃO MÉDIO PRAZO - 12º ANO Módulo 7: CRISES, EMBATES IDEOLÓGICOS E MUTAÇÕES CULTURAIS NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX Tempo 66 aulas, sendo de aprofundamento os pontos 1.1., 1.2., 1.4., 1.5., 2.2., 2.3. e 2.5., para os quais deverão ser reservadas 50 aulas. Competências a focalizar - **compreender o corte que se opera na mentalidade confiante e racionalista da sociedade burguesa de início do século XX, devido ao choque da Primeira Guerra Mundial, às crises subsequentes e à evolução técnica do mundo industrial; - **reconhecer como vectores da mudança cultural, no limiar do século, a emergência do relativismo científico, a influência da psicanálise e a ruptura com os cânones clássicos da arte europeia; - **compreender a expansão de regimes autoritários como reflexo do problema do enquadramento das massas na vida política, em países em que a democracia representativa não se consolidara; - **avaliar o impacto exercido pelo modelo soviético nos movimentos sociais e nas opções de política interna e externa dos Estados demoliberais; -** relacionar os períodos de crise gerados pelo capitalismo liberal com a expansão de novas ideologias e com a inflexão intervencionista dos Estados democráticos; -** caracterizar a ideologia fascista, distinguindo particularismos e influências mútuas; 2

209 - **compreender os condicionalismos internos e externos que, em Portugal, conduziram à falência do projecto político e social da 1ª República e que favoreceram a ascensão de forças conservadoras e a implantação de um regime autoritário; - **reconhecer que, no Estado Novo, a defesa da estabilidade e da autarcia se apoiou na adopção de mecanismos repressivos e impediu a modernização económica e social do país; - distinguir cultura de elites e cultura de massas, avaliando o peso das massas nas transformações socioculturais e identificando formas de controlo do comportamento das mesmas. Visão geral do tema O módulo 7 abrange um período de intervencionismo do Estado em todos os domínios da sociedade, devendo ser desenvolvido de acordo com a seguinte orientação: - destacar a especificidade das ideologias em confronto e os processos de radicalização que ocorreram; - salientar as relações entre os aspectos económicos, políticos e ideológicos e as transformações socioculturais e de mentalidade que, progressivamente, se foram afirmando; - clarificar a evolução de Portugal no período em análise, destacando os condicionalismos internos e as marcas da influência de modelos externos. Principais conceitos Soviete Ditadura do Proletariado Centralismo democrático Comunismo Marxismo-leninismo Anomia social Feminismo Relativismo 3

210 Psicanálise Modernismo Vanguarda cultural Expressionismo Fauvismo Cubismo Abstracionismo Futurismo Dadaísmo Surrealismo Crash Deflação Inflação Totalitarismo Fascismo Nazismo Corporativismo Anti-semitismo Genocídio Propaganda Intervencionismo New Deal Cultura de massas Estandardização de comportamentos Media Funcionalismo Realismo socialista Questões orientadoras Analisar as transformações políticas ocorridas após a Primeira Guerra Mundial - Avaliar o papel desempenhado pela SDN - Explicar a dependência da Europa em relação aos Estados Unidos no termo da Primeira Guerra Mundial Descrever as condições sociais, políticas e económicas que determinaram a Revolução 4

211 Russa de Fevereiro de Distinguir a Revolução de Outubro de Revolução de Fevereiro - Relacionara os decretos revolucionários bolcheviques com a instauração da democracia dos sovietes - Mostrar que o comunismo de guerra permitiu instaurar a ditadura do proletariado - Explicar o funcionamento do centralismo democrático - Caracterizar as medidas da NEP Contextualizar a vaga de autoritarismo dos nos 20 - Contrapor o espírito confiante e racionalisa do fim do século XIX ao clima de incerteza e pessimismo das primeiras décadas do século XX Equacionar as principais transformações na sociabilidade e nos costumes - Reconhecer a emergência do relativismo científico, a influência da psicanálise e a revolução artística como três importantes vectores da mudança cultural - Caracterizar as principais vanguardas artísticas - Salientar a novidade das suas propostas estéticas Relacionar a situação económica, social e política de Portugal no pós-guerra com a falência da Primeira República - Justificar a permanência da estética naturalista, em Portugal, nas primeiras décadas do século XX - Caracterizar o primeiro e o segundo modernismos - Analisar os percurso artísticos de Amadeo de Sousa-Cardoso, Almada Negreiros e Eduardo Viana Explicar o crash bolsista de Relacionar o crash com a depressão económica e o desemprego que afetaram os anos 30 - Justificar a persistência da conjuntura deflacionista Integrar a implantação dos fascismos na conjuntura dos anos 20 e Distinguir os princípios fascistas dos ideais democráticos e do socialismo 5

212 - Relacionar o culto do chefe no totalitarismo fascista com a defesa das elites - Exemplificar formas de enquadramento das massas nos regimes fascistas - Mostrar o exercício da violência nos fascismos - Relacionar as perseguições anti-semitas com a violência racista nazi - Caracterizar o modelo económico seguido pelos totalitarismos fascistas - Analisar a ação política e económica de Estaline Relacionar as medidas do New Deal com a intervenção do Estado na economia dos EUA - Justificar a criação de Frentes Populares com a salvaguarda da democracia - Avaliar o papel dos meios de comunicação na acção da cultura de massas - Justificar a epressão cultura de evasão - Distinguir cultura de massas de cultura de elites - Relacionar o pendor social da literatura e das artes, nos anos 30, com a conjuntura económica e política da época - Caracterizar o funcionalismo arquitectónico - Reconhecer o papel social e político do desporto - Explicar a política cultural dos estados totalitários - Mostrar o carácter antidemocrático, conservador, nacionalista e corporativo do Estado Novo - Descrever o intervencionismo do Estado Novo na economia - Integrar a política do espírito no contexto de um projecto cultural totalizante por parte do Estado Novo Contextualizar a irradiação do fascismo no mundo dos anos 30 - Exemplificar a manifestação de imperialismo fascista Caracterizar a atitude da SDN e das democracias perante o imperialismo fascista e a Guerra Civil espanhola - Explicar a inversão dessa atitude - Reconhecer na Segunda Guerra um conflito à escala planetária Conteúdos 1. AS TRANSFORMAÇÕES DAS PRIMEIRAS DÉCADAS DO SÉCULO XX 6

213 1.1. Um novo equilíbrio global - A geografia política após a Primeira Guerra Mundial. A Sociedade das Nações. - A difícil recuperação económica da Europa e a dependência em relação aos Estados Unidos A implantação do marxismo-leninismo na Rússia: a construção do modelo soviético A regressão do demoliberalismo - O impacto do socialismo revolucionário; dificuldades económicas e radicalização dos movimentos sociais; emergência de autoritarismos Mutações nos comportamentos e na cultura - As transformações da vida urbana e a nova sociabilidade; a crise dos valores tradicionais; os movimentos feministas. - A descrença no pensamento positivista e as novas concepções científicas. - As vanguardas: rupturas com os cânones das artes e da literatura Portugal no primeiro pós-guerra - As dificuldades económicas e a instabilidade política e social; a falência da 1ª República. - Tendências culturais: entre o naturalismo e as vanguardas. 2. O AGUDIZAR DAS TENSÕES POLÍTICAS E SOCIAIS A PARTIR DOS ANOS A grande depressão e o seu impacto social 2.2. As opções totalitárias - Os fascismos, teoria e práticas: uma nova ordem nacionalista, antiliberal e anti-socialista; elites e enquadramento das massas; o culto da força e da violência e a negação dos direitos humanos; a autarcia como modelo económico. - O estalinismo: planificação da economia, colectivização dos campos, burocratização do partido; repressão A resistência das democracias liberais - O intervencionismo do Estado. - Os governos de Frente Popular e a mobilização dos cidadãos A dimensão social e política da cultura - A cultura de massas e o desejo de evasão; os grandes entretenimentos colectivos; os media, veículo de modelos socioculturais. - As preocupações sociais na literatura e na arte; o funcionalismo e o urbanismo. - A cultura e o desporto ao serviço dos estados Portugal: o Estado Novo: - O triunfo das forças conservadoras; a progressiva adopção do modelo fascista italiano nas instituições e no imaginário político. 7

214 - Uma economia submetida aos imperativos políticos: prioridade à estabilidade financeira; defesa da ruralidade; obras públicas e condicionamento industrial; a corporativização dos sindicatos. A política colonial. - O projecto cultural do regime. 3. A DEGRADAÇÃO DO AMBIENTE INTERNACIONAL - A irradiação do fascismo no mundo. - As hesitações face à Guerra Civil de Espanha; - Da aliança contra o imperialismo do eixo nazi-fascista; -a mundialização do conflito. Avaliação - Diagnóstica e formativa (observação e análise da evolução das ideias expressas nos produtos, processos de trabalho e atitudes dos alunos, em auto e hetero-avaliação) - Avaliação sumativa em três momentos diferenciados, no final de cada uma das unidades Módulo 8: PORTUGAL E O MUNDO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL AO INÍCIO DA DÉCADA DE 80 OPÇÕES INTERNAS E CONTEXTO INTERNACIONAL Tempo 54 aulas, sendo de aprofundamento os pontos 1.2., 2.1. e 2.2., para os quais serão reservadas 40 aulas. Competências a focalizar - Compreender que, após a 2ª Guerra Mundial, a vida internacional foi determinada pelo confronto entre as duas superpotências defensoras de ideologias e de modelos políticoeconómicos antagónicos; - Caracterizar as políticas económicas e sociais das democracias ocidentais, no 2º pósguerra; -Perspectivar as razões do crescimento económico do mundo Ocidental, bem como as da recessão dos anos 70 e as respectivas implicações sociais; - relacionar a aceleração dos movimentos independentistas com o direito internacional estabelecido após a Segunda 8

215 Guerra Mundial e com a luta das superpotências no contexto da Guerra Fria; - identificar os condicionalismos que concorreram para o enfraquecimento do bipolarismo na década de 70; - analisar a manutenção do regime do Estado Novo nos anos do pós-guerra no quadro internacional da Guerra Fria; - relacionar a fragilidade da tentativa liberalizadora e de modernização económica do marcelismo com o anacronismo da sua solução para o problema colonial; - perspectivar o sucesso da Revolução de 74 no contexto da evolução interna do país e no quadro internacional; -reconhecer a modernização da sociedade portuguesa nas décadas de 60 e 70, nos comportamentos demográficos, na modificação de estrutura da população activa e relativa aproximação dos portugueses a padrões de comportamento europeus; - identificar na Constituição de 1976 e na revisão de 1982 a evolução do projecto de sociedade para Portugal emergente da Revolução de Abril; - caracterizar as transformações culturais e de mentalidade ocorridas no período em estudo, reconhecendo o impacto no quotidiano da inovação científica e tecnológica e da pressão dos media; - valorizar o empenho cívico e político, reconhecendo a importância do oposicionismo da sociedade civil na desagregação de regimes autoritários. Visão geral do tema O módulo 8 estrutura-se em torno de dois eixos que requerem tipos de abordagem diferentes: analítica, sobre História de Portugal; sintética, sobre História Geral. Deve ser desenvolvido em função da seguinte orientação: - Destacar a interacção entre política interna e externa dos Estados, e o seu condicionamento por factores geoestratégicos; - Realçar a profundidade da ruptura operada pela Revolução de Abril na sociedade portuguesa, bem como o seu impacto internacional; - Evidenciar as transformações socioculturais do terceiro quartel do século, 9

216 quer ampliando tendências já desenhadas no período anterior, quer anunciando mudanças que se afirmarão a partir dos anos oitenta. Principais conceitos Questões orientadoras Descolonização Guerra Fria* Social-democracia* Democracia-cristã* Sociedade de consumo Democracia popular Maoísmo Movimento nacionalista Terceiro Mundo Neocolonialismo Oposição democrática* Poder popular* Nacionalização* Reforma agrária Expressionismo abstracto Pop art Arte conceptual Existencialismo Ecumenismo Ecologia Movimento pacifista Contracultura Sumariar as decisões tomadas em Ialta e Potsdam - Relacionar a ruptura entre os Aliados com a extensão da influência soviética na Europa de Leste - Identificar os objectivos que presidiram à criação da ONU - Descrever a forma de funcionamento desta organização - Reconhecer na questão alemã o primeiro grande foco de tensão Leste-Oeste - Enunciar as directrizes económicas definidas na Conferência de Bretton Woods - Avaliar o contributo do Plano Marshall para a reconstrução europeia - Localizar temporal e espacialmente as duas grandes fases da descolonização do pósguerra - Enquadrar a primeira vaga descolonizadora na conjuntura internacional do pós-guerra 10

217 Aplicar os conceitos de bipolarismo e Guerra Fria - Explicar a política de alianças dos EUA nos anos da Guerra Fria - Caracterizar a sociedade de consumo - Analisar a extensão da influência soviética no Mundo - Equacionar as realizações e as debilidades das economias de direcção central - Contrapor os modelos capitalista e comunista Avaliar o milagre japonês - Justificar o corte de relações entre a China e a URSS - Descrever o processo de formação da CEE - Definir Terceiro Mundo - Explicar os fundamentos do neocolonialismo - Realçar a importância da Conferência de Bandung e do Movimento dos Não-Alinhados para a afirmação política do Terceiro Mundo - Equacionar os factores que contribuíram para esbater o bipolarismo mundial Explicar a crise económica dos anos 70 - Descrever os seus traços gerais Caracterizar a economia portuguesa entre 1945 e o início da década de 70 - Avaliar o surto da emigração, no mesmo período - Justificar o esforço de desenvolvimento económico das colónias - Explicar a aparente abertura do regime após a Segunda Guerra Mundial - Avaliar o impacto da campanha do general Humberto Delgado no descrédito do regime - Definir as linhas mestras da política colonial portuguesa nas décadas de 50 e 60 - Relacionar esta política com o progressivo isolamento internacional do país - Caracterizar a primavera marcelista Relacionar o impasse colonial com a queda do regime - Descrever, de forma sucinta, as operações militares de 25 de Abril de Descrever a forças políticas em confronto no período constitucional - Avaliar o clima de instabilidade e a tensão político-social dos dois anos que se seguiram 11

218 ao golpe de Estado - Equacionar o alcance das medidas económicas tomadas em Comentar a opção constitucional de 1976 e a sua primeira revisão - Descrever o funcionamento das instituições democráticas; - Explicitar os moldes em que se processou a descolonização portuguesa Evidenciar o impacto da revolução portuguesa na relação do país com a Europa e o Mundo Explicar o dinamismo cultural de Nova Iorque no segundo pós-guerra - Comparar as correntes pictóricas do Expressionismo abstracto, da Pop Art e da Arte Conceptual - Integrar a problemática da literatura existencialista no contexto dos anos 40 e 50 do século XX - Salientar o impacto do desenvolvimento científico e tecnológico do terceiro quartel do século XX Caracterizar a evolução cinematográfica a partir dos anos 50 - Destacar a importância mediática da televisão e da música - Justificar a hegemonia dos hábitos socioculturais norte-americanos Contextualizar a terciarização da sociedade - Distinguir, nos anos 60, a existência de novos referentes ideológicos e de grupo que põem em causa os estereótipos das sociedades desenvolvidas 12

219 Conteúdos 1- NASCIMENTO E AFIRMAÇÃO DE UM NOVO QUADRO GEOPOLÍTICO 1.1.A reconstrução do pós-guerra: - A definição de áreas de influência; a Organização das Nações Unidas; as novas regras da economia internacional. A primeira vaga de descolonizações O tempo da Guerra-fria a consolidação de um mundo bipolar: - O mundo capitalista: A política da alianças liderada pelos EUA; a prosperidade económica e a sociedade de consumo; a afirmação do Estado-providência: - O mundo comunista: O expansionismo soviético; opções e realizações da economia de direcção central. - A escalada armamentista e o início da era espacial. 1.3.A afirmação de novas potências: - O rápido crescimento do Japão; o afastamento da China do bloco soviético; a ascensão da Europa. - A política de não-alinhamento; a segunda vaga de descolonizações O termo da prosperidade económica: origens e efeitos 2 PORTUGAL DO AUTORITARISMO À DEMOCRACIA 2.1. Imobilismo político e crescimento económico do pós-guerra a 1974: - Estagnação do mundo rural; emigração. Surto industrial e urbano; fomento económico nas colónias. - A radicalização das oposições e o sobressalto político de 1958; a questão colonial soluções preconizadas, luta armada, isolamento internacional. - A primavera marcelista : reformismo político não sustentado; o impacto da guerra colonial Da Revolução à estabilização da democracia: O Movimento das Forças Armadas e a eclosão da Revolução. Desmantelamento das estruturas de suporte do Estado Novo; tensões políticoideológicas na sociedade e no interior do movimento revolucionário; política económica anti-monopolista e intervenção do Estado nos domínios económico e financeiro. A opção constitucional de O reconhecimento dos movimentos nacionalistas e o processo de descolonização. A revisão constitucional de 1982 e o funcionamento das instituições democráticas O significado internacional da revolução portuguesa 3 AS TRANSFORMAÇÕES SOCIAIS E CULTURAIS DO TERCEIRO QUARTEL DO SÉCULO XX - A importância dos pólos culturais anglo-americanos. A reflexão sobre a condição humana nas artes e nas letras. O progresso científico e a inovação tecnológica. 13

220 - A evolução dos media: os novos centros de produção cinematográfica; o impacto da TV e da música no quotidiano; a hegemonia de hábitos socioculturais norte-americanos. - Alterações na estrutura social e nos comportamentos: a terciarização da sociedade; os anos 60 e a gestação de uma nova mentalidade procura de novos referentes ideológicos, contestação juvenil, afirmação dos direitos da mulher. Avaliação - Diagnóstica e formativa (observação e análise da evolução das ideias expressas nos produtos, processos de trabalho e atitudes dos alunos, em auto e hetero-avaliação) - Avaliação sumativa em três momentos diferenciados, no final de cada uma das unidades 14

221 Módulo 9: ALTERAÇÕES GEOESTRATÉGICAS, TENSÕES POLÍTICAS E TRANSFORMAÇÕES SOCIOCULTURAIS NO MUNDO ACTUAL Tempo 42 aulas, sendo de aprofundamento os pontos 1.2., 2.1. e 3, para os quais serão reservadas cerca de 34 aulas. Competências a focalizar - compreender o impacto da desagregação do bloco soviético na evolução geopolítica internacional; - caracterizar pólos de desenvolvimento económico uniformizados pela economia de mercado e diferenciados pelas áreas culturais de pertença; -analisar as dinâmicas de transformação da Europa, identificando a sua importância no sistema mundial e perspectivando nesse processo a situação de Portugal; - reconhecer a crise das sociedades do Terceiro Mundo e o papel da Guerra Fria e do seu desfecho na persistência de tensões pluriétnicas ou nacionalistas em regiões periféricas; - analisar elementos definidores do tempo presente fenómeno da massificação; hegemonia da cultura urbana; triunfo da electrónica; ideologia dos direitos humanos; consciência ecológica; - valorizar uma nova cidadania de envolvimento em causas universais de dimensão ética; - compreender as condições em que ocorreu o esgotamento do liberalismo monárquico e o fortalecimento do projecto republicano de transformação social e política; - caracterizar o movimento de renovação no pensamento e nas artes de finais de século; - valorizar a afirmação dos regimes demoliberais, não obstante a permanência de formas de discriminação. 15

222 Visão geral do tema O módulo 9 centra-se no estudo da evolução ocorrida nas sociedades contemporâneas, na viragem do século XX para o século XXI, devendo ser desenvolvido de acordo com a seguinte orientação: - proporcionar uma visão do novo quadro internacional decorrente das transformações dos anos 80, evidenciando a diversidade de situações no mundo contemporâneo; - destacar as alterações decorrentes da sociedade da informação e das novas perspectivas de globalização; - reflectir sobre a especificidade do percurso português no último quartel do século XX. Principais conceitos Questões orientadoras Perestroika Cidadania europeia Tribalismo Sionismo Fundamentalismo Interculturalidade Ambientalismo Globalização Neo-liberalismo Biotecnologia Pós-modernismo PALOP Caracterizar a perestroika - Evidenciar o recuo da influência soviética - Reconhecer o novo mapa político do Leste europeu - Explicar as dificuldades enfrentadas pelos antigos países comunistas na transição para o sistema económico capitalista - Avaliar o impacto do desmoronamento da União Sovética no mundo Demonstrar o poderio económico e tecnológico americano - Equacionar o papel desempenhado pelos Estados Unidos a nível político-militar nas duas 16

223 últimas décadas - Identificar as etapas da construção da União Europeia - Ponderar as dificuldades de uma plena união política - Reconhecer o dinamismo económico asiático e as suas implicações na economia mundial - Individualizar a descolagem chinesa - Descrever a situação particular das descolonização dos territórios de Timor-Leste e Macau Constatar a deterioração das condições de vida na África subsariana - Equacionar os obstáculos à paz no continente negro - Caracterizar a situação económica e social da América Latina - Descrever a evolução política dos estados latino-americanos - Explicar a permanência de confrontos político-religiosos no Médio Oriente - Esclarecer a situação vivida nos Balcãs, na década de 90 do século XX Especificar os factores de crise do Estado-Nação - Explicar de que modo a explosão das realidades étnicas, as migrações, as questões ambientais e o terrorismo constituem desafios ao Estado-Nação - Contextualizar a adopção de políticas económicas neoliberais - Mostrar como se concretiza a globalização económica no mundo actual - Apontar os motivos da rarefacção da classe operária e do declínio do sindicalismo e da militância política - Justificar o crescente investimento no progresso científico-tecnológico - Caracterizar a revolução da informação e da comunicação - Explicar o impacto da biotecnologia - Mostrar de que modo o pós-modernismo das últimas décadas do século XX reage aos propósitos vanguardistas - Demonstrar o movimento, aparentemente contraditório, de crise de autoridade da Igreja e, simultaneamente, de recuperação do fervor religioso - Caracterizar as novas formas de empenhamento cívico - Exemplificar a diversidade e o dinamismo da cultura urbana nas sociedades actuais Contextualizar a adesão de Portugal à Comunidade Europeia - Reconhecer a modernização da economia portuguesa, ocorridas desde os anos 80 - Analisar as transformações demográficas, sociais e culturais verificadas em Portugal desde os anos 80 - Relacionar a integração europeia com a consolidação da democracia em Portugal - Explicar os desafios que se colocam ao desenvolvimento português nos inícios do terceiro milénio Distinguir as linhas de força que envolvem as relações externas de Portugal 17

224 Conteúdos 1 O FIM DO SISTEMA INTERNACIONAL DA GUERRA FRIA E A PERSISTÊNCIA DA DICOTOMIA NORTE-SUL 1.1. O colapso do bloco soviético e reorganização do mapa político da Europa de Leste. Os problemas da transição para a economia de mercado 1.2. Os pólos de desenvolvimento económico: - Hegemonia dos Estados Unidos: supremacia militar, prosperidade económica, dinamismo científico e tecnológico. - Consolidação da comunidade europeia; integração das novas democracias da Europa do Sul; a EU e as dificuldades na constituição de uma Europa política. - Afirmação do espaço económico da Ásia-Pacífico; a questão de Timor. - Modernização e abertura da China à economia de mercado; a integração de Hong Kong e de Macau Permanência dos focos de tensão em regiões periféricas: -Degradação das condições de existência na África subsariana; etnias e Estados. - Descolagem contida e endividamento externo na América Latina; ditaduras e movimentos de guerrilha; a expansão das democracias. - Nacionalismos e confrontos políticos e religiosos no Médio Oriente e nos Balcãs. 2 - A VIRAGEM PARA UMA OUTRA ERA 2.1. Mutações sociopolíticas e novo modelo económico O debate do Estado-Nação; a explosão das realidades étnicas; as questões transnacionais: migrações, segurança, ambiente. - Afirmação do neo-liberalismo e globalização da economia. Rarefacção da classe operária; declínio da militância política e do sindicalismo Dimensões da ciência e da cultura no contexto da globalização: - Primado da ciência e da inovação tecnológica; revolução da informação; ciência e 18

225 desafios éticos; declínio das vanguardas e pós-modernismo. - Dinamismos socioculturais: revivescência do fervor religioso e perda de autoridade das igrejas; individualismo moral e novas formas de associativismo; hegemonia da cultura urbana. 3 - PORTUGAL NO NOVO QUADRO INTERNACIONAL A integração europeia e as suas implicações. As relações com os países lusófanos e com a área iberoamericana. Avaliação - Diagnóstica e formativa (observação e análise da evolução das ideias expressas nos produtos, processos de trabalho e atitudes dos alunos, em auto e hetero-avaliação) - Avaliação sumativa em três momentos diferenciados, no final de cada uma das unidades 19

226 Temas/Conteúdos Módulo inicial: A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO: A constituição do território nacional. A posição geográfica de Portugal Continental e Insular. A inserção de Portugal em diferentes espaços. Módulo 1 - A POPULAÇÃO: UTILIZADORA DE RECURSOS E ORGANIZADORA DE ESPAÇOS. 1.1 A população: evolução e diferenças regionais A evolução da população na 2ª metade do século XX Planificação Anual 10ºAno Geografia A 2014/2015 PROGRAMA DE GEOGRAFIA A 10º: PORTUGAL: POTENCIALIZAR OS RECURSOS, PROMOVER O DESENVOLVIMENTO Conceitos/ Noções Básicas Território Região Autónoma Freguesia Concelho Distrito NUT União Europeia Tratado de Roma Tratado de Maastricht Mercado Comum Moeda Única Cidadania Espaço lusófono CPLP Desemprego Desenvolvimento sustentável Emprego temporário Envelhecimento demográfico Estrutura activa Estrutura etária Êxodo rural Imigração Objectivos/Competências 1º Período Identificar as diferentes unidades territoriais portuguesas e organização administrativa. Mencionar a posição de Portugal na Europa e no Mundo. Reconhecer a importância da posição geográfica de Portugal no contexto cultural europeu. Reconhecer a importância da integração de Portugal no contexto da União Europeia. Reconhecer a importância das relações de Portugal com a CPLP. Relacionar a evolução da população portuguesa, na 2ª metade do séc. XX, com o comportamento das variáveis demográficas; Relacionar a evolução da população portuguesa, na 2ª metade do séc. XX, com a mobilidade da população; Explicar a variação do comportamento das variáveis demográficas; Departamento de Geografia Sugestões de Actividades e Avaliação Apresentação e Avaliação Diagnostica Ficha Guião e Apresentação em PowerPoint sobre a constituição do Território Nacional e a divisão administrativa e estatística do país. Análise de Carta topográfica e Ficha Guião. Exercícios sobre escalas no Quadro Interactivo. Apresentação e exercícios sobre as coordenadas geográficas no quadro interactivo. Observação de um documentário e Ficha Formativa relativa à construção da UE e Ficha de Trabalho. Utilização do Quadro interactivo para exercícios da Plano Anual de Geografia A - 10ºAno Página 1 UE. Trabalho grupo: Caracterização demográfica do meio local e comparação com diferentes escalas espaciais: - Pesquisa e sistematização de dados demográficos; - Cálculo de indicadores demográficos; - Análise e construção de gráficos; - Utilização das tecnologias de informação na pesquisa, organização e tratamento de dados. - Análise e interpretação de textos. - Análise e interpretação de doc. gráficos e cartográficos do manual e/ou apresentados pelo professor. Avaliação Sumativa - Construção de pirâmides etárias e diagramas trian- Nº de Aulas

227 As estruturas e comportamentos socio-demográficos. a estrutura etária. a estrutura activa. o nível de instrução e de qualificação profissional Os principais problemas socio-demográficos. o envelhecimento. o declínio da fecundidade. o baixo nível educacional. a situação perante o emprego O rejuvenescimento e a valorização da população. os incentivos à natalidade. a qualificação da mão-de-obra A distribuição da população Os condicionantes da distribuição da população. os factores naturais. os factores humanos Os problemas na distribuição da população. a litoralização do povoamento/o despovoamento do interior Índice de dependência de idosos Índice de dependência de jovens Índice de dependência total Índice de renovação de gerações Índice sintético de fecundidade Nível de qualificação profissional Ordenamento territorial Qualidade de vida Taxa de alfabetização Taxa de desemprego Taxa de fecundidade Tipos de emprego Assimetrias regionais Capacidade de carga humana Despovoamento Litoralização Caracterizar a estrutura etária da população portuguesa; Explicar a desigual distribuição das variáveis demográficas no espaço português; Equacionar as consequências dos principais problemas demográficos; Debater medidas passíveis de contribuir para a resolução dos problemas demográficos; Reconhecer a importância do ordenamento do território na melhoria da qualidade de vida da população Relacionar a desigual distribuição espacial da população com factores naturais; Relacionar a desigual distribuição espacial da população com factores humanos; Explicar os problemas na distribuição da população; Debater medidas passíveis de atenuar as assimetrias regionais na distribuição espacial da população; Equacionar o papel do ordenamento territorial no atenuar dos desequilíbrios na distribuição espacial da população. Departamento de Geografia gulares. - Debate baseado em artigos actuais extraídos dos meios de comunicação, alusivos ao problema do desemprego, qualificação profissional, produtividade, etc. - Pesquisa e sistematização de dados demográficos; - Cálculo da densidade populacional. - Análise e representação cartográfica. - Uso das tecnologias de informação na pesquisa, organização e tratamento de dados; - Análise e interpretação de textos. - Análise e interpretação de doc. gráficos e cartográficos do manual e/ou apresentados pelo 16 professor. - Jogo de papéis: Simulação de uma região desertificada, com utilização de diferentes entidades/personagens (P.C, PJF, Jovem, Idoso, Emigrante, Segurança Social, etc.) 4 - Avaliação Sumativa - Auto e hetero-avaliação do 1ºP 2 Total 76 Plano Anual de Geografia A - 10ºAno Página 2

228 Temas/Conteúdos Módulo 2 OS RECURSOS NATURAIS DE QUE A POPULAÇÃO DISPÕE: O SUBSOLO E O SOL 2.1- Os recursos do subsolo As áreas de exploração dos recursos minerais A exploração e distribuição dos recursos energéticos Os problemas na exploração dos recursos do subsolo. os custos de exploração. a dependência externa. o impacto ambiental Novas perspetivas de exploração e utilização dos recursos do subsolo Departamento de Geografia Planificação Anual 10ºAno Geografia A 2014/2015 Conceitos/ Nº de Objectivos/Competências Sugestões de Actividades e Avaliação Noções Básicas Aulas 2º Período Águas minerais Águas termais Combustíveis fósseis Energia geotérmica Jazida Mineral energético Mineral metálico Mineral não metálico Recurso endógeno Recurso exógeno Recurso não renovável Recurso renovável Rochas industriais Rochas ornamentais Turismo termal Amplitude da variação térmica Conhecer a localização geográfica dos recursos de subsolo de maior valor económico; Compreender as desigualdades na distribuição e consumo de energia; Relacionar as desigualdades no consumo de energia com os níveis de desenvolvimento das regiões; Compreender os principais condicionalismos na exploração dos recursos do subsolo; Explicar a dependência de Portugal relativamente aos recursos do subsolo, em particular, os energéticos; Reconhecer os impactos ambientais da extracção de minérios; Debater a política ambiental nacional para o sector; Reconhecer a necessidade de valorizar os recursos endógenos; Reconhecer a importância das termas no desenvolvimento de actividades de turismo e de lazer; Equacionar as implicações financeiras e ambientais da introdução e/ou intensificação das energias renováveis; Reconhecer a importância da integração de Portugal na Política Energética Comum. Avaliação diagnostica e correcção da ficha. Solicitar a procura de notícias alusivas ao tema. Observação de imagens referentes aos recursos minerais e indústria afins. Observação e classificação de rochas e minérios em grupo. Análise e síntese das características das unidades geomorfológicas de Portugal com recurso a imagens e ao manual. Preenchimento de um quadro síntese sobre as unidades geomorfológicas. Trabalho de grupo: Quadro síntese inventário realizado nas aulas sobre os recursos do subsolo: Minérios metálicos, não metálicos, rochas industriais e ornamentais, águas engarrafadas e termais. Consulta de manual e realização de esquema síntese sobre as águas de nascente e minerais. Trabalho de grupo: Quadro síntese inventário realizado nas aulas sobre os recursos do subsolo: Minérios energéticos: energias não renováveis e renováveis. Análise de textos (excertos de Jornais), referentes aos impactos ambientais provocados pela exploração mineira. Observação de imagens do Prestigie, referentes ao transporte e derramamento de petróleo. Elaboração de um esquema, com consulta do manual, relativo às novas perspectivas de exploração e utilização dos recursos do subsolo Plano Anual de Geografia A - 10ºAno Página 3

229 Departamento de Geografia A radiação solar A variabilidade da radiação solar em Portugal Continental e Insular. a atmosfera e a radiação solar. a variação ao longo do ano. a distribuição geográfica A distribuição da temperatura no território nacional. os contrastes estacionais Ângulo de incidência Constante solar Encosta soalheira Encosta umbria Energia solar Insolação Isotérmica Nebulosidade Radiação global Radiação terrestre Radiação solar Radiação solar direta Temperatura média Turismo balnear Relacionar a variação da radiação solar com o movimento de translação; Explicar o papel da atmosfera na variação da radiação solar; Explicar as diferenças de duração e intensidade da radiação solar no território nacional; Comparar o número de horas de sol descoberto em Portugal com outros países da Europa; Explicar os efeitos da topografia na radiação solar; Explicar a variação anual da tempera- Realização de uma ficha de avaliação diagnóstica e correcção da mesma ficha. Utilização de sites da Internet para motivação. Observação de esquemas referentes ao Sistema Solar, Movimentos de Translação e Rotação da Terra e da Atmosfera. Visualização em PowerPoint de imagens dos movimentos de Rotação e Translação da Terra bem como as suas consequências na Radiação Solar recebida ao longo do dia, ao longo do ano e de lugar para lugar. Resolução de uma Ficha de Trabalho como consolidação dos conteúdos visualizados. - Avaliação Sumativa os fatores de variação A valorização da radiação tura em Portugal; Reconhecer a existência de condições de insolação favoráveis ao uso da ener- Análise dos documentos gráficos e cartográficos do manual e ou retro projectados para conhecer a distribuição das linhas isotérmicas em Portugal e mos- solar. a energia solar. o turismo gia solar; Problematizar o uso da energia solar; Reconhecer a importância da duração da insolação na valorização turística e agrícola do território nacional. trar o efeito dos factores climáticos tais como: a latitude, a topografia, a continentalidade e as correntes marítimas. Construção de gráficos da temperatura de 4 estações meteorológicas, e análise dos gráficos de modo a perceber a influência dos diferentes factores climáticos na variação da temperatura F. Trabalho. Exposição interactiva e visualização de imagens do manual bem como retro projectadas. Trabalho de grupo: 5 grupos para 5 Regiões: Norte, Beiras, L.V. Tejo, Alentejo, Algarve. Cada grupo deve apresentar as potencialidades para o turismo da sua região. Plano Anual de Geografia A - 10ºAno Página 4

230 Departamento de Geografia Módulo 2 OS RECURSOS NATURAIS DE QUE A POPULAÇÃO DISPÕE: A ÁGUA E O MAR Os recursos hídricos A especificidade do clima português. a estação seca estival. a irregularidade intra e interanual da precipitação Água subterrânea Água superficial Água residual Albufeira Aquífero Balanço hídrico Barragem Barreira de condensação Caudal Declive Depressão barométrica Drenagem Disponibilidade hídrica Efluente Escorrência Eutrofização Evapotranspiração Infiltração Isóbara Massa de ar Permeabilidade Período seco estival POA Plano de ordenamento das bacias hidrográficas. Precipitação atmosférica Precipitação convectiva Precipitação frontal Precipitação orográfica Produtividade aquífera Protocolo de Quioto Situação meteorológica Superfície frontal polar Reconhecer o papel do ciclo hidrológico na manutenção do equilíbrio da Terra; Conhecer a circulação geral da atmosfera na zona temperada do Hemisfério Norte; Observação de dois filmes: Viagem sem fim e Splash, como forma de mostrar o ciclo hidrológico e a importância dos recursos hídricos como motivação para a visita de estudo a realizar. Observação de um filme «A água Fonte da vida» como forma de mostrar os processos de transferência da água entre a terra e a atmosfera bem como as causas da sua mudança de estado físico. Preenchimento de uma ficha de trabalho após a observação do filme. - Avaliação Sumativa Auto e hetero-avaliação do 2ºP Total 62 Plano Anual de Geografia A - 10ºAno Página 5

231 Temas/Conteúdos Departamento de Geografia Planificação Anual 10ºAno Geografia A 2014/2015 Conceitos/ Nº de Objectivos/Competências Sugestões de Actividades e Avaliação Noções Básicas Aulas 3º Período As disponibilidades hídricas. as águas superficiais. as águas subterrâneas A gestão dos recursos hídricos 2.4 Os recursos marítimos As potencialidades do litoral. a costa portuguesa. a plataforma continental Recurso hídrico Rede hidrográfica Regime de um rio Salinização Toalha cársica Abrasão marinha Águas interiores Águas territoriais Aquicultura Arriba Barra Corrente marítima Deriva Norte-Sul Energia eólica Energia das marés Erosão marinha Espaço marítimo Estuário Maré negra Nortada Plataforma continental Praia Quotas de pesca POOC Ria Relacionar a variabilidade da precipitação com a deslocação, em latitude, das cinturas de altas e de baixas pressões; Analisar as situações meteorológicas que mais frequentemente afectam o estado de tempo em Portugal; Explicar os tipos de precipitação mais frequentes em Portugal; Relacionar a variação da precipitação com a altitude e a disposição do relevo; Caracterizar o clima de Portugal Continental e Insular; Relacionar as disponibilidades hídricas com a quantidade e o tipo de precipitação; Caracterizar a rede hidrográfica; Relacionar o regime dos cursos de água com a irregularidade da precipitação; Conhecer os fatores que interferem na variação de caudal dos cursos de água; Equacionar a necessidade de armazenamento das águas superficiais; Conhecer os fatores que condicionam a produtividade aquífera; Reconhecer que as atividades humanas interferem na quantidade e qualidade das águas; Equacionar os riscos na gestão dos recursos hídricos; Inferir a necessidade de estabelecer acordos internacionais na gestão dos recursos hídricos; Debater medidas conducentes ao controlo da quantidade e qualidade da água; Debater a importância do ordenamento das albufeiras e Correcção da ficha de trabalho e análise dos doc. gráficos do manual como síntese do ciclo água. Realização de uma ficha de trabalho sobre a circulação geral da atmosfera. Análise de esquemas retro projectados referentes à deslocação das massas de ar, e à formação da frente fria e da frente quente e os respectivos estados de tempo que as acompanham. Observação de Boletins Meteorológicos gravados da televisão e representativos de estados de tempo típicos de Portugal. Trabalho de Grupo: Análise de cartas sinópticas, representativas de estados de tempo mais frequentes em Portugal. Realização de gráficos termopluviométricos referentes aos três grandes conjuntos climáticos de Portugal e fazer a sua caracterização bem como a localização geográfica. Observação de Boletins Meteorológicos gravados da televisão e representativos de estados de tempo típicos de Portugal. Trabalho de Grupo: Análise de cartas sinópticas, representativas de estados de tempo mais frequentes em Portugal. Realização de gráficos termopluviométricos referentes aos três grandes conjuntos climáticos de Portugal e fazer a sua caracterização bem como a localização geográfica Plano Anual de Geografia A - 10ºAno Página 6

232 Departamento de Geografia A actividade piscatória. as principais áreas de pesca. as infra-estruturas portuárias e a frota. a qualificação da mão-deobra A gestão do espaço marítimo A rentabilização do litoral e dos recursos marítimos. Recurso piscícola Restinga Rota marítima Stock tab Talude continental Tipos de pesca Upwelling Zona contígua Zona económica exclusiva (ZEE). das bacias hidrográficas. Compreender a acção erosiva do mar sobre a linha de costa; Relacionar a localização dos portos com a direcção dos ventos, das correntes marítimas e a configuração da linha de costa; Relacionar as disponibilidades de recursos piscatórios da ZEE com a extensão da plataforma continental e com as correntes marítimas; Problematizar a aplicação da Política Comum das Pescas na actividade piscatória portuguesa; Compreender a necessidade da gestão racional dos stocks; Compreender que a existência da actividade piscatória induz o desenvolvimento de outras actividades; Compreender a importância dos acordos bilaterais na diversificação das áreas de pesca; Relacionar a extensão da ZEE com os problemas que se colocam à sua gestão e controlo; Equacionar medidas passíveis de potencializar o uso do espaço marítimo e das áreas litorais; Debater a importância do ordenamento das orlas costeiras; Debater a importância da extensão e da posição da costa na circulação marítima internacional. Preenchimento de uma ficha de trabalho sobre a rede hidrográfica portuguesa. Avaliação diagnostica. Leitura do texto: Oceanos o sétimo continente Observação de 1 acetato representativo dos Oceanos (Expo 98). Observação de acetatos alusivos à separação dos continentes e ao movimento das placas tectónicas. Observação de acetatos referentes à erosão marinha. Observação de diapositivos relativos aos principais acidentes da costa. Preenchimento de uma Ficha Formativa sobre os principais aspectos do litoral. Observação de imagens do manual e retro projectadas sobre a plataforma continental, as correntes marítimas (mostrar também um mapa-mundo) e a ZEE. Identificar os portos de mar e caracterizá-los fig. 9, pág. 226 e visualização através de Power Point dos portos portugueses. Visita de Estudo à Ria de Aveiro: a configuração da costa e formação da Ria e a actividade da costa Total 60 - Avaliação Sumativa - Auto e hetero-avaliação do 3ºP Plano Anual de Geografia A - 10ºAno Página 7

233 Planificação Anual Geografia A 11º Ano 2014/2015 Departamento de Geografia Temas/Conteúdos PROGRAMA DE GEOGRAFIA A 11º ANO - PORTUGAL: POTENCIALIZAR OS RECURSOS, PROMOVER O DESENVOLVIMENTO Conceitos/ Noções Básicas Objectivos/Competências 1º Período Actividades/Avaliação Nº de blocos 3.1. AS ÁREAS RURAIS EM MUDANÇA As fragilidades dos sistemas agrários As deficiências estruturais As características da população agrícola A gestão e a utilização do solo arável A agricultura portuguesa e a Política Agrícola Comum A potencialização do uso do solo agrário As transformações do sector agrário Agenda 2000 Desenvolvimento Sustentável Emparcelamento Espaço rural Estrutura agrária Estrutura fundiária FEOGA (Fundo Europeu de Orientação e Garantia Agrícolas) Indústria agroalimentar OMC (Organização Mundial do Comércio) PAC (Política Agrícola Comum) PEDAP (Programa Específico de Desenvolvimento da Agricultura Portuguesa) Produtividade agrícola Região agrária Rendimento agrícola SAU (Superfície Agrícola utilizada) Set-aside Tipos de agricultura Caracterizar o sistema agrário das diferentes regiões agrárias; Relacionar a heterogeneidade espacial das estruturas agrárias com factores físicos e humanos; Explicar os problemas estruturais da agricultura portuguesa; Relacionar o desenvolvimento do sector agrícola com a estrutura etária e sócio-profissional da população activa agrícola; Salientar a importância da pluriactividade na fixação da população rural; Caracterizar a ocupação da SAU; Explicar os factores que condicionam o uso do espaço agrícola; Problematizar a ocupação do solo considerando as suas aptidões; Diferenciar os objectivos iniciais da PAC dos das respectivas reformas; Explicar os reflexos da PAC e das respectivas reformas na agricultura portuguesa; Reconhecer que a potencialização do sector agrário pressupõe transformações no domínio da produção, da transformação e da comercialização dos produtos; Discutir impactos ambientais dos sistemas de produção agro-pecuária Apresentação Avaliação diagnóstica Revisão dos conteúdos do 10º ano. Observação de imagens através de apresentações em PowerPoint Pesquisa individual ou em grupo. Pesquisa orientada de sites. Realização de fichas e-learning. Elaboração de documentos gráficos e cartográficos usando as TIC. Realização de fichas de trabalho e actividades propostas pelo manual. Análise interactiva de documentos geográficos, tais como textos, documentos cartográficos e gráficos, quadros, etc. (manual inclusive). Realização de trabalhos grupo/pares Realização de debates. Exposição oral de assuntos geográficos. Realização de quadros e esquemas síntese. Realização de saídas de campo e visitas de estudo (facultativo). Elaboração de Glossários. Observação de documentários e/ou filmes com interesse pedagógico. Avaliação sumativa Plano Anual de Geografia A - 11ºAno Página 1

234 Departamento de Geografia As novas oportunidades para as áreas rurais A (re) descoberta da multifuncionalidade do espaço rural Estratégias integradas de desenvolvimento rural FEDER (Fundo Europeu De Desenvolvimento FSE (Fundo Social Europeu) LEADER (Ligações entre acções de desenvolvimento da economia rural) Património: Cultural e Paisagístico Pluriactividade Tipos de turismo Equacionar a valorização das áreas rurais tendo em conta o desenvolvimento sustentável dessas áreas; Equacionar o impacto do turismo no desenvolvimento das áreas rurais; Reflectir sobre as consequências da implantação de indústrias nas áreas rurais; Reconhecer o papel dinamizador dos serviços nas áreas rurais; Reconhecer a importância da iniciativa comunitária LEADER para o desenvolvimento rural. Avaliação sumativa Auto e hetero-avaliação do 1ºP Total 76 Plano Anual de Geografia A - 11ºAno Página 2

235 Planificação Anual Geografia A 11º Ano 2014/2015 Departamento de Geografia Temas/Conteúdos Conceitos/ Noções Básicas Objectivos/Competências 2º Período Actividades/Avaliação Nº de blocos 3.2. AS ÁREAS URBANAS: DINÂMICAS INTERNAS A organização das áreas urbanas. As áreas terciárias As áreas residenciais A implantação da indústria A expansão urbana Os subúrbios e as áreas periurbanas As áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto Problemas urbanos As questões urbanísticas e ambientais As condições de vida urbana Acessibilidade; Área funcional Área metropolitana; Área periurbana Área suburbana CBD/Baixa Centro urbano/cidade Descentralização; Desconcentração Diferenciação funcional Diferenciação social Espaço intra-urbano Espaço urbano Especulação fundiária Expansão urbana Factor de localização industrial Função urbana; Função rara/vulgar Migração pendular Ordenamento territorial Padrão de localização:. concentrado e difuso PDM (Plano Director Municipal) PER (Programa Especial de Realojamento) Periurbanização Planeamento territorial POLIS (Programa de Requalificação Urbana e de Valorização Ambiental das Cidades) Pólo de atracção industrial População urbana PP (Plano de Pormenor) PRAUD (Programa de Recuperação de Áreas Urbanas Degradadas) PU (Plano de Urbanização) Diferenciar espaço rural de espaço urbano; Reflectir sobre a dificuldade em definir cidade e centro urbano; Relacionar a diferenciação do espaço urbano com o desenvolvimento dos transportes urbanos; Caracterizar as áreas funcionais do espaço urbano; Relacionar a localização das diferentes funções urbanas com o valor do solo; Explicar o papel das actividades terciárias na organização do espaço urbano; Explicar a interdependência locativa das diferentes funções; Explicar a diferenciação social das áreas residenciais; Relacionar as principais funções das diferentes áreas urbanas com as características da população; Relacionar o crescimento das áreas suburbanas e periurbanas com o dinamismo demográfico e funcional dos centros urbanos; Problematizar os impactos territoriais resultantes da progressiva substituição do solo agrícola por usos urbanos e industriais; Referir as heterogeneidades funcionais e sociais das áreas urbanas periféricas; Explicar o processo de formação das áreas metropolitanas; Observação de imagens através de apresentações em PowerPoint Pesquisa individual ou em grupo. Pesquisa orientada de sites. Realização de fichas e-learning. Elaboração de documentos gráficos e cartográficos usando as TIC. Realização de fichas de trabalho e actividades propostas pelo manual. Análise interactiva de documentos geográficos, tais como textos, documentos cartográficos e gráficos, quadros, etc. (manual inclusive). Realização de trabalhos de grupo/pares. Realização de debates. Exposição oral de assuntos geográficos. Realização de quadros e esquemas síntese. Realização de saídas de campo e visitas de estudo (facultativo). Elaboração de Glossários. Observação de documentários e/ou filmes com interesse pedagógico Avaliação sumativa 36 4 Plano Anual de Geografia A - 11ºAno Página 3

236 Departamento de Geografia 3.3. A REDE URBANA E AS NOVAS RELAÇÕES CIDADE- CAMPO As Características da rede urbana. As aglomerações urbanas no território. A hierarquia dos lugares na rede Vantagens e limitações da dispersão ou da concentração do povoamento A reorganização da rede urbana O papel das cidades médias O atenuar do crescimento das grandes aglomerações A inserção na rede urbana europeia As parcerias entre cidades e o mundo rural. as complementaridades funcionais as estratégias de cooperação institucional Reabilitação urbana Renda locativa Renovação urbana; Requalificação urbana Rurbanização Segregação funcional Segregação social Solo expectante Suburbanização Terciarização Aglomeração urbana Área de influência Centralidade Coesão nacional Complementaridade Cooperação interurbana Deseconomia de aglomeração Economia de aglomeração Lugar Central Macrocefalia/bicefalia Parcerias urbano/rural PROSIURB (Programa de Consolidação do Sistema Urbano Nacional e Apoio à Execução dos Planos Directores Municipais) Rede urbana. Monocêntrica. Policêntrica Identificar os principais efeitos polarizadores das Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, a nível nacional e regional; Explicar o papel da indústria no desenvolvimento das áreas onde se implanta; Equacionar os principais problemas urbanos; Discutir medidas de recuperação da qualidade de vida urbana propostas e/ou adoptadas pelos órgãos de decisão. Analisar a distribuição espacial dos centros urbanos em Portugal; Caracterizar a rede urbana portuguesa; Comparar a rede urbana portuguesa com redes urbanas de países europeus; Discutir medidas conducentes ao equilíbrio da rede urbana; Equacionar o papel das cidades médias na reorganização da rede urbana; Problematizar o papel dos transportes e da criação de infra-estruturas e equipamentos no desenvolvimento das cidades médias; Reflectir sobre vantagens e limitações da concentração e da dispersão do povoamento; Discutir formas de complementaridade e de cooperação entre cidades; Discutir a posição hierárquica das cidades portuguesas nas redes urbanas ibérica e europeia; Equacionar medidas que visem aumentar a visibilidade internacional das cidades portuguesas; Identificar parcerias entre cidades e o mundo rural; Equacionar as consequências das parcerias entre cidades e o mundo rural. Observação de imagens através de apresentações em PowerPoint Pesquisa individual ou em grupo. Pesquisa orientada de sites. Realização de fichas e-learning. Elaboração de documentos gráficos e cartográficos usando as TIC. Realização de fichas de trabalho e actividades propostas pelo manual. Análise interactiva de documentos geográficos, tais como textos, documentos cartográficos e gráficos, quadros, etc. (manual inclusive). Realização de trabalhos de grupo/pares. Realização de debates. Exposição oral de assuntos geográficos. Realização de quadros e esquemas síntese. Realização de saídas de campo e visitas de estudo (facultativo). Elaboração de Glossários. Observação de documentários e/ou filmes com interesse pedagógico Avaliação Sumativa Auto e hetero-avaliação do 2ºP Total 62 Plano Anual de Geografia A - 11ºAno Página 4

237 Planificação Anual Geografia A 11º Ano 2014/2015 Departamento de Geografia Temas/Conteúdos 4. A POPULAÇÃO, COMO SE MOVIMENTA E COMO COMUNICA 4.1. A diversidade dos modos de transporte e a desigualdade espacial das redes A competitividade dos diferentes modos de transporte A distribuição espacial das redes de transporte A inserção nas redes transeuropeias 4.2. A revolução das telecomunicações e o seu impacto nas relações interterritoriais A distribuição espacial das redes de comunicação O papel das TIC no dinamismo dos diferentes espaços geográficos Conceitos/ Noções Básicas Barreira Ciberespaço Distância relativa Distância-custo Distância-tempo Fluxo de informação Interface/Plataforma multimodal Isócrona Isótima Logística Meio de Transporte Modo de transporte PGT (Política Geral de Transportes) PRODAC (Programa Operacional de Desenvolvimento das Acessibilidades) RTE (Rede Transeuropeia de Energia) RTT (Rede Transeuropeia de Transportes) STAR (Acção Especial no Campo das Telecomunicações para o Desenvolvimento Regional) Telecomércio Teletrabalho TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) Transhipment Transporte multimodal Objectivos/Competências 3º Período Relacionar o encurtamento das distâncias com o desenvolvimento dos transportes; Relacionar a dinamização das actividades económicas com o desenvolvimento dos transportes; Comparar as vantagens e as desvantagens dos diferentes modos de transporte em Portugal; Conhecer a distribuição espacial das redes de transporte no território português; Discutir a inserção das redes de transporte nacionais nas redes europeias; Equacionar as questões da segurança, do ambiente e da saúde resultantes do uso dos diferentes modos de transporte; Referir as vantagens do uso do transporte multimodal; Conhecer a distribuição espacial das redes de comunicação no território português; Relacionar o aumento dos fluxos de comunicação com o progresso e a rapidez de difusão das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação; Equacionar os impactos territoriais resultantes do desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação; Actividades/Avaliação Observação de imagens através de apresentações em PowerPoint Pesquisa individual ou em grupo. Pesquisa orientada de sites. Realização de fichas e-learning. Elaboração de documentos gráficos e cartográficos usando as TIC. Realização de fichas de trabalho e actividades propostas pelo manual. Análise interactiva de documentos geográficos, tais como textos, documentos cartográficos e gráficos, quadros, etc. (manual inclusive). Realização de trabalhos de grupo. Realização de debates. Exposição oral de assuntos geográficos. Realização de quadros e esquemas síntese. Realização de saídas de campo e visitas de estudo (facultativo). Elaboração de Glossários. Observação de documentários e/ou filmes com interesse pedagógico Avaliação Sumativa Nº de blocos 20 4 Plano Anual de Geografia A - 11ºAno Página 5

238 4.3. Os transportes e as comunicações e a qualidade de vida da população A multiplicidade dos espaços de vivência Os problemas de segurança, de saúde e ambientais 5. A INTEGRAÇÃO DE PORTUGAL NA UNIÃO EUROPEIA: NOVOS DESAFIOS, NOVAS OPORTUNIDADES 5.1. Os desafios, para Portugal, do alargamento da União Europeia 5.2. A valorização ambiental em Portugal e a Política Ambiental Comunitária 5.3. As regiões portuguesas no contexto das políticas regionais da União Europeia Área protegida Centro ONG (Organização Não Governamental) Parque Natural Periferia PERSU (Plano Estratégico para os Resíduos Sólidos Urbanos) PHARE (Assistência à Reestruturação das Economias da Polónia e da Hungria) PNA (Plano Nacional da Água) QCA (Quadro Comunitário de Apoio) Rede Natura 2000 Reserva Natural Tratado de Amesterdão Relacionar o aumento de relações espaciais e pessoais com a modernização dos transportes e das comunicações; Compreender a importância das redes portuguesas nos fluxos mundiais e no ciberespaço; Discutir as implicações do uso dos transportes e das Tecnologias de Informação Comunicação na qualidade de vida da população. Conhecer os critérios definidos pelo Conselho Europeu para adesão dos PECO; Reflectir sobre as implicações, em Portugal, do alargamento a Leste; Conhecer as adaptações das instituições da União Europeia tendo em vista o alargamento; Reconhecer a importância que a Política do Ambiente tem vindo a assumir na União Europeia; Comparar o estado da Política do Ambiente de Portugal com o de outros países da União Europeia; Discutir as realizações mais importantes, em Portugal, no domínio da Política do Ambiente; Reconhecer a existência de disparidades económicas e sociais a nível regional; Compreender que a política comunitária visa a coesão económica e social dos países membros. Departamento de Geografia Observação de imagens através de apresentações em PowerPoint Pesquisa individual ou em grupo. Pesquisa orientada de sites. Realização de fichas e-learning. Elaboração de documentos gráficos e cartográficos usando as TIC. Realização de fichas de trabalho e actividades propostas pelo manual. Análise interactiva de documentos geográficos, tais como textos, documentos cartográficos e gráficos, quadros, etc. (manual inclusive). Realização de trabalhos de grupo. Realização de debates. Exposição oral de assuntos geográficos. Realização de quadros e esquemas síntese. Realização de saídas de campo e visitas de estudo (facultativo). Elaboração de Glossários. Observação de documentários e/ou filmes com interesse pedagógico Revisão de conteúdos do 10º ano Estudo de caso. Avaliação Sumativa Auto e hetero-avaliação do 3ºP Total 60 Total Anual 198 Plano Anual de Geografia A - 11ºAno Página 6

239 Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Ano letivo 2014/ º Ano Literatura Portuguesa - Planificação anual Competências essenciais Objetivos Seguir uma exposição ou discurso, retendo a informação que posteriormente possa utilizar em intervenção construtiva. Identificar no discurso factos, opiniões, enunciados persuasivos argumentativos. Reconhecer a intenção comunicativa do locutor. Expressar-se de forma fluente e adequada tendo em conta a situação e a intenção comunicativa. Destacar unidades informativas relevantes. Exprimir pontos de vista, argumentar. Ler fluentemente e em profundidade, hierarquizando os conteúdos do texto, apreendendo criticamente o seu significado e intencionalidade; Seleccionar as estratégias adequadas a uma leitura eficaz. Apreciar textos literários. Escrever com fluência e correcção. Finalidades Promover o conhecimento de obras/autores representativos da tradição literária portuguesa; Ampliar e aprofundar o conhecimento e compreensão dos textos, estabelecendo conexões entre eles e apreciando o significado das influências sociais e históricas sobre a escrita e o leitor; Fomentar a leitura e a escrita, valorizando a língua no domínio da expressão estético-literária; Valorizar a natureza transaccional da leitura literária, favorecendo a interacção entre texto e leitor; Formar leitores reflexivos, confiantes e autónomos que leiam com emoção e discernimento, na Escola, fora da Escola e para além da Escola, conscientes das suas escolhas e dos seus gostos; Promover o conhecimento de si e do mundo. Diversificar as experiências de leitura de modo a desenvolver a reflexão crítica, a sensibilidade estética e a imaginação; Desenvolver a competência de leitura crítica a partir do contacto com vários modos, géneros e convenções textuais; Ampliar o conhecimento dos contextos culturais de produção e recepção das obras e respectivas contingências, reconhecendo o texto literário como objecto que transcende as suas circunstâncias; Utilizar uma terminologia literária adequada e rigorosa sempre que o discurso analítico assim o suscitar; Apreciar a Literatura, reconhecendo-lhe a sua função de valorização social, cultural, pessoal e ética; Produzir textos de diferentes tipologias, escrevendo sobre o texto, a partir do texto e com o texto, integrando competência textual e expressão pessoal; Relacionar a Literatura com outras formas de arte e outros produtos culturais da actualidade, descobrindo a especificidade da experiência estética e da função individual que dela decorrem. Manual adotado VIAGENS Literatura Portuguesa, 10º ano

240 Período Calendarização Número de aulas 1º 15 de Setembro a 16 de Dezembro 80 aulas (40 blocos) Módulo Conteúdos Processuais Conteúdos Declarativos Sugestão de actividades Materiais Avaliação Tempo Inicial Apresentação Diagnose 6 aulas (3 blocos) P.I.L Leitura Leitura para informação Expressão oral; Leitura Escrita Leitura para informação Projeto Individual de Leitura Textos informativos e persuasivos Escolha dos livros Selecção de actividades Calendarização das aulas destinadas ao P.I.L. Calendarização das avaliações e actividades a desenvolver com o P.I.L. Assinatura do contrato do P.I.L. Justificação das escolhas das obras Leitura e análise textual Manual dos alunos Lista de obras Exemplares de obras Pesquisas sobre autores e obras Contrato Expressão escrita 10 aulas (5 blocos) 1.Poesia e Prosa Medievais Expressão oral Compreensão oral e escrita leitura para informação expressão oral leitura analítica compreensão oral; leitura expressiva; escrita; processos semânticos e estilísticos A Idade Média Texto de apreciação crítica Contexto sócio-político e cultural da poesia medieval portuguesa Poesia medieval portuguesa: Cantigas de Amigo: Ondas do Mar de Vigo Non me digades As froles do meu amigo Pois nossas madres Bailemos já todas três... Ai flores, ai flores Levade amigo Visualização de comentários e pequenos filmes Produção de um texto de apreciação crítica Trabalho de grupo; Compreensão oral Leitura com fichas de apoio Leitura recreativa leitura analítica; Leitura expressiva Escrita: comentário de texto; escrita sobre, a partir e com o texto Pequenos filmes. CDs / DVDs Grelhas de correção Guião de trabalho de grupo; Grelha de avaliação da expressão oral. Fichas de avaliação Fichas de trabalho Manual Esquemas de apoio Materiais diversos através de grelhas formativa Ficha de avaliação através de grelhas observação directa expressão escrita observação directa expressão escrita 54 aulas (27 blocos) Página 2 de 7

241 leitura analítica compreensão oral; leitura expressiva; escrita; oficina de escrita expressão oral leitura analítica leitura expressiva; expressão oral escrita; Outras cantigas de amigo Processos semânticos e estilísticos Projecto individual de leitura: Poesia medieval portuguesa: - Cantigas de Amor: Que soidade de mha Senhor, eu vivo Poençaes soem Se eu podesse desamar Etc. Processos semânticos e estilísticos Poesia medieval portuguesa: - poesia satírica: Roi Queimado Ai dona fea Foi um dia Lopo jograr Meu senhor arcebispo Etc. Prosa Medieval portuguesa Livro de Linhagens do Conde D. Pedro. (excertos) Prólogo A Batalha do Salado Lendas Fórum de leitura; Boletim informativo; Apresentação dos portefólios individuais Compreensão oral Leitura com fichas de apoio Leitura recreativa leitura analítica; Leitura expressiva Escrita: comentário de texto; escrita sobre, a partir e com o texto Trabalho de grupo Leitura recreativa Leitura analítica; Leitura expressiva Escrita: comentário de texto; escrita sobre, a partir e com o texto Leitura analítica Escrita a partir do texto Escrita criativa Leitura para informação formativa sumativa avaliação 10 aulas (5 blocos: testes sumativos e outros) Página 3 de 7

242 Período Calendarização Número de aulas 2º 05 de Janeiro a 20 de março 64 aulas (32 blocos) 2. Conteúdos Processuais Conteúdos Declarativos Sugestão de actividades Materiais Avaliação Tempo Classicismo, Neoclassicismo e Pré- Romantismo leitura para informação; expressão oral leitura para informação expressão oral leitura analítica leitura expressiva; expressão oral expressão escrita leitura para informação expressão oral leitura analítica leitura expressiva; expressão oral; Projeto individual de leitura. Materiais vários 10 aulas (5 blocos) Prosa Medieval portuguesa Enquadramento pesquisa; Manual Observação 14 aulas histórico-cultural de Fernão Lo- elaboração de esquemas; Enciclopédias direta (7 blocos) pes Apresentação dos trabalho à turma Esquemas de apoio Crónica de D. Pedro (excertos) Leitura analítica Materiais vários Sumativa Prólogo; Cap. XLII; Cap. XLIV Leitura seletiva; processos semânticos e estilísticos Enciclopédias Formativa referências históricas; Fórum de leitura; Crónica de D. João I (excertos) Leitura analítica Pequenos filmes. Grelhas Prólogo; Caps. IX; XI e CXLVIII Leitura seletiva; CDs / DVDs processos semânticos e estilísticos; Grelhas de correção referências históricas; Pesquisa; Grelha de avaliação da elaboração de esquemas; expressão oral. Teatro Apresentação dos trabalho à Fichas de avaliação 14 aulas Enquadramento histórico-cultural de Gil turma Fichas de trabalho (7 blocos) Vicente Trabalho de grupo Farsa de Inês Pereira (texto integral) Leitura dramatizada de excertos processos semânticos e estilísticos Fórum de leitura; caracterização de personagens; Boletim informativo Página 4 de 7

243 características do texto dramático pesquisa; expressão escrita; elaboração de esquemas; Poesia apresentação dos trabalho à turma 14 aulas leitura para informa- Enquadramento histórico-cultural de (7 blocos) ção compreensão oral; Leitura analítica; leitura expressiva; Camões A medida velha Descalça vai para a fonte Se Helena apartar Verdes são os campos Menina dos olhos verdes Compreensão oral Preenchimento de ficha lacunar Leitura analítica Leitura seletiva Escrita com o texto e a partir do texto 10 aulas (5 blocos): testes sumativos e outros) expressão escrita Etc Texto de apreciação critica Página 5 de 7

244 Período Calendarização Número de aulas 3º 7 de Abril a 12 de Junho 56 aulas (28 blocos) Módulo Conteúdos Processuais Conteúdos Declarativos Sugestão de actividades Materiais Avaliação Tempo 2. Classicismo, Neoclassicismo e Préromantismo leitura analítica leitura expressiva Expressão escrita leitura para informação expressão oral leitura analítica leitura expressiva; Expressão escrita expressão oral expressão escrita leitura para informação expressão oral leitura analítica leitura expressiva; expressão escrita Projeto individual de leitura: Observação, etc. 10 aulas (5 blocos) Poesia camoniana Manual A medida nova Esquemas de apoio Amor é fogo Um mover de olhos Sete anos de pastor Alegres campos Mudam-se os tempos Outros Prosa Enquadramento histórico-cultural de Fernão Mendes Pinto Peregrinação (excertos Prólogo Cap.s 47 e 55 Poesia Enquadramento histórico-cultural de Bocage Leitura analítica Leitura selectiva; Escrita: com o texto a partir do texto pesquisa; elaboração de esquemas; Apresentação dos trabalho à turma Escrita: - com o texto - a partir do texto Fórum de leitura; Boletim informativo Apresentação dos portefólios Elaboração de esquemas, sínteses Texto de apreciação crítica Auto-retrato Materiais diversos Enciclopédias observação directa Formativa Sumativa Grelhas de observação avaliação 12 aulas 14 aulas (7 blocos) 14 aulas (7 blocos) Testes 6 aulas (3 blocos) Página 6 de 7

245 Página 7 de 7 Magro de olhos azuis Olha, Marília, O céu de opacas Ó retrato da morte Já Bocage não sou

246 Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda Ano letivo 2014/ º Ano Literatura Portuguesa - Planificação anual PLANIFICAÇÃO ANUAL - de 15 de setembro de 2014 a 5 de junho de 2015 / Aulas Previstas:194 Competências essenciais Objectivos Acompanhar uma exposição ou discurso, de forma a utilizar, Diversificar as experiências de leitura, de forma a desenvolver a reflexão crítica, a posteriormente, em intervenções construtivas. sensibilidade estética e a imaginação; Identificar, em determinado discurso, factos, opiniões, Desenvolver a competência de leitura crítica a partir do contacto com vários modos, enunciados persuasivos / argumentativos. géneros e convenções textuais; Inferir a intenção comunicativa do interlocutor. Adquirir conhecimentos sobre os contextos socioculturais que enforma a criação literária e Expressar-se fluentemente, adequando o discurso ao contexto e à respectiva recepção; intenção comunicativa. Reconhecer a transcendência temporal e espacial da obra literária. Mobilizar pontos de vista e argumentos. Inferir a valorização social, cultural, ética e pessoal que a obra literária suscita; Ler de forma desbloqueada e com profundidade, de forma a Produzir textos de diferentes tipologias textuais, evidenciando reflexão crítica e integrando apreender criticamente o significado e a intencionalidade do uma terminologia literária adequada e rigorosa, na análise textual, sem deixar de mobilizar texto. argumentos pessoais e originais; Reconhecer valores culturais e estéticos que perpassam nos Relacionar a Literatura com outras formas de arte e outros produtos culturais da textos. actualidade, descobrindo a especificidade da experiência estética e inerente Escrever textos com diversos objectivos comunicativos. enriquecimento pessoal. Escrever fluentemente, com correcção em todos os itens Conceber, planificar e executar um Projecto Individual de Leitura; (pontuação, acentuação, morfologia, sintaxe, léxico, progressão, Elaborar um portefólio individual de suporte ao P.I.L e revelador dos aspectos mais coerência e coesão ) marcantes do processo de ensino-aprendizagem.

247 1º Período de 16 de Setembro a 14 de Dezembro Aulas Previstas: 80 Módulo Inicial A Aferição de competências essenciais Materiais: Manual Adoptado Projectos de Leitura Asa /CD Poesia (En)Cantada / Fichas de Trabalho Conteúdos Processuais Conteúdos Declarativos Sugestões de actividades Avaliação Tempo Expressão escrita. Planificação. Execução. Revisão Leitura Exercícios de revisão de conteúdos Diagnóstica 4 aulas Módulo Inicial B Projecto Individual de Leitura / Lista de Obras / Exemplares de obras / Pesquisas sobre autores e obras / Contrato Conteúdos Processuais Conteúdos Declarativos Sugestões de actividades Avaliação Tempo LEITURA. Leitura para informação Expressão oral; Leitura Escrita Expressão escrita. Texto criativo. Texto orientado Géneros literários Géneros discursivos Elaboração de um texto criativo Elaboração de um texto orientado Escolha das obras Seleção de atividades Calendarização das aulas destinadas ao P.I.L. Observação direta 8 aulas Tipologias textuais Calendarização das avaliações e das Leitura para informação Categorias da narrativa actividades a desenvolver com o P.I.L. Processos estético-literários Assinatura do contrato do Projecto Expressão oral Preparação do Projeto Individual de Leitura Individual de Leitura Justificação das obras escolhidas

248 Módulo 1- Romantismo, Realismo e Simbolismo Conteúdos Processuais Conteúdos Declarativos Sugestões de actividades Avaliação Tempo Compreensão oral Escrita Leitura para informação Expressão oral Leitura analítica Compreensão oral Romantismo (contexto histórico e cultural do romantismo):. a revolução romântica (ruptura com o Classicismo);. românticos vintistas;. romantismo da regeneração POESIA Almeida Garrett Folhas Caídas (alguns Poemas):. amor-paixão e concepção neoplatónica do amor a posse do Ideal ; incapacidade de amar;. tom confidencial, oralidade e teatralização da poesia;. simplicidade formal e vocabular; maior liberdade métrica, estrófica e rimática. - Leitura para informação - Trabalho de Grupo - Compreensão oral - Leitura com fichas de apoio - Leitura recreativa - Leitura analítica - Leitura expressiva - Escrita:. Comentário de texto Grelhas de auto e co-avaliação Observação direta Ficha de avaliação 14 aulas Leitura expressiva Escrita Processos semânticos e estilísticos Antero de Quental Sonetos. O tema da morte como processo de libertação;. Angústia metáfisica;. Defesa da transformação moral, social e política. - Leitura para informação - Trabalho de Grupo Grelhas de auto e co-avaliação 8 aulas Cesário Verde. Poetização do real (objectividade/subjectividade); o quotidiano na poesia; - Compreensão oral - Leitura com fichas de apoio Observação direta 10 aulas

249 apreensão impressionista do real ;. relacionamento estético com a imagética feminina;.binómio cidade/ campo (dialéctica das experiências urbanas e campestres);. subjectividade do tempo e da morte;. questão social: realismo de intenção basicamente naturalista; - Leitura recreativa - Leitura analítica - Leitura expressiva - Escrita:. Comentário de texto Ficha de avaliação António Nobre.o neo-garretismo. saudades da infância, do Portugal rural e passado, a ameaça da morte, a solidão.. oralidade, simplicidade, auto-ironia. Camilo Pessanha. dialéctica da essência e da aparência;. o subjectivo no domínio da percepção;. a estética simbolista;. a musicalidade da poesia de Camilo Pessanha. - Leitura para informação - Trabalho de Grupo - Compreensão oral - Leitura com fichas de apoio - Leitura recreativa - Leitura analítica - Leitura expressiva - Escrita:. Comentário de texto Grelhas de auto e co-avaliação Observação direta Ficha de avaliação 6 aulas 6 aulas Compreensão oral TEATRO - Pesquisa Grelhas de auto e co-avaliação Escrita Leitura para informação Expressão oral Um Auto de Gil Vicente de Almeida Garrett Estrutura externa : - acto / cena - didascália / réplica - Elaboração de esquemas - Apresentação dos trabalhos à turma - Leitura analítica - Leitura recreativa

250 Leitura analítica Compreensão oral Leitura expressiva Escrita Processos semânticos e estilísticos. Estrutura Interna: - momentos da acção - ligação entre os actos. Espaço: - representado / aludido - psicológico / social - cultural / político. Tempo - representado / aludido - psicológico / histórico Fórum de leitura Observação direta Ficha de avaliação 14 aulas Testes e fichas 10 aulas

251 2º Período de 5 de Janeiro a 20 de março Aulas Previstas: 64 Romantismo, Realismo e Simbolismo Conteúdos Processuais Conteúdos Declarativos Sugestões de actividades Avaliação Tempo Compreensão oral Escrita Leitura para informação Expressão oral Leitura analítica Compreensão oral Leitura expressiva Escrita Processos semânticos e estilísticos. Personagens: caracterização; composição.simão; Teresa; Baltazar; Mariana; João da Cruz; Domingos Botelho; Tadeu Albuquerque. Teresa, anjo insubmisso, a fidelidade amorosa. Simão, o herói romântico. Baltazar Coutinho, o anti-herói: violência e morte. Mariana / João da Cruz uma estranha aliança A problemática do espaço:. escassos fragmentos descritivos relativamente ao espaço físico;. a progressiva redução do espaço: Província Cidade Casa Quarto Cela Beliche - Pesquisa - Elaboração de esquemas - Apresentação dos trabalhos à turma - Leitura analítica - Leitura recreativa Fórum de leitura Grelhas de auto e coavaliação Observação direta 14 aulas. espaço social: o(s) convento(s) e a sátira anticlerical O estatuto do narrador Inserção do texto na corrente e género literários que o enformam A função das cartas:. as cartas, contraponto lírico O título e o subtítulo (sentido e justificação) Amor Abismo Morte Ficha de avaliação Aspetos românticos e aspetos realistas da obra. Do Orpheu à contemporaneidade

252 Conteúdos Processuais Conteúdos Declarativos Sugestões de actividades Avaliação Tempo POESIA - Leitura para informação Compreensão oral A Geração do Orpheu: rutura com o passado e projeção nas gerações futuras - Trabalho de Grupo Grelhas de avaliação 12 aulas Escrita Fernando Pessoa. a unidade e a diversidade; a ortonímia e a heteronímia - Compreensão oral (Breve análise como ponto de partida para o estudo dos Leitura para informação poetas contemporâneos) - Leitura com fichas de apoio Expressão oral Observação direta Mário de Sá-Carneiro: análise de poemas - Leitura recreativa 4 aulas Leitura analítica Compreensão oral Camilo Pessanha: o simbolismo - Leitura analítica Leitura expressiva 4 aulas Escrita António Gedeão - Leitura expressiva Fichas de avaliação Processos semânticos e estilístico. a variedade temática; a simplicidade formal; a denúncia dos erros sociais; a exaltação do humano. - Escrita (comentário de texto) 4 aulas Eugénio de Andrade - Fórum de Leitura. poesia-música verbal; a melodia metafórica;. incidência nas ligações corpo-escrita-terra; 6 aulas. os quatro elementos primordiais (fogo, água, ar, terra);. a transparência; o jogo de luzes e sombras;. o carácter eufórico da sua poesia. Testes e fichas 10 aulas P.I.L. 10 aulas

253 3º Período de 7 de abril a 05 de junho Aulas Previstas: 52 Do Orpheu à Contemporaneidade Conteúdos Processuais Conteúdos Declarativos Sugestões de actividades Poesia contemporânea Avaliação Tempo Sophia de Mello Breyner Leitura para informação Expressão oral Escrita os quatro elementos primordiais (fogo, água, ar, terra); A harmonia do cosmos O caos; Pesquisa Elaboração de esquemas Grelhas de auto e co-avaliação Leitura analítica Compreensão oral Leitura expressiva Escrita Processos semânticos e estilísticos A procura da justiça As reflexões sobre a poética: arte poética; o valor educativo da poesia; o canto do logus Manuel Alegre Apresentação dos trabalhos à turma Leitura analítica Leitura recreativa Observação directa. O amor à Pátria. O exílio forçado. A Liberdade. O medo da guerra Fórum de leitura Ficha de avaliação PROSA Aparição de Vergílio Ferreira Autor: vida e obra Contexto histórico-cultural: Portugal anos 50

254 Problemática existencialista: o destino; a condição humana; o absurdo da morte; a angústia metafísica; a busca de harmonia interior 14 aulas Estudo do Romance. Ação: Ação principal; ação secundária; sequências narrativas; dimensão trágica; conflitualidade de pensamento. Personagens caracterização / relevo; composição; o eu que existe em cada homem. Tempo: tempo da história; tempo do discurso. A dimensão simbólica: (a noite, a neve, a lua, a montanha, o vento, o sol, a chuva, o fogo, o silêncio, a planície, a cidade ) 14 aulas Do Orpheu à Contemporaneidade Conteúdos Processuais Conteúdos Declarativos Sugestões de actividades Avaliação Tempo Leitura para informação Expressão oral Escrita Leitura analítica Compreensão oral Leitura expressiva Escrita TEATRO O Render dos heróis Estrutura externa : - acto / cena - didascália / réplica. Estrutura Interna: - momentos da acção - ligação entre os actos - Pesquisa - Elaboração de esquemas - Apresentação dos trabalhos à turma - Leitura analítica - Leitura recreativa Grelhas de auto e co-avaliação Observação direta 8 aulas

255 Processos semânticos e estilísticos. Espaço: - representado / aludido - psicológico / social - cultural / político. Tempo - representado / aludido - psicológico / histórico Fórum de leitura Ficha de avaliação Testes e fichas 6 aulas. Personagens: - caracterização - composição P.I.L. 10 aulas

256 Planificação de Matemática aplicada às ciências sociais 10º ano 2014/2015 1º Período Temas/Conteúdos programáticos Objetivos/competências Aulas previstas (blocos) Teoria matemática das eleições 33 Apresentação dos objetivos do capítulo, bem como da necessidade de uma Teoria das Eleições Sistemas de votação Sistema maioritário Sistema por ordem de preferência ou preferencial -Método da pluralidade -Método por eliminação run-off -Método de Borda -Método de Condorcet Sistema de aprovação Perceber como se contabilizam os mandatos em algumas eleições. Perceber que os resultados podem ser diferentes se forem diferentes os métodos de contabilização Estudar situações paradoxais Analisar algumas condições para se ter um sistema adequado Perceber que há limitações à melhoria dos sistemas Teoria da Partilha Equilibrada Problemas de partilha Métodos de partilha Conhecer as dificuldades de uma partilha equilibrada. 1 1 Partilhas no caso discreto Métodos de divisão justa -Método do ajuste na partilha -Método das licitações secretas -Método dos marcadores Experimentar algoritmos numa situação real. 6 Métodos de divisão proporcional -Método de Hont -Método de Hamilton -Método de Jefferson -Método de Adams -Método de Webster Saber comparar dois algoritmos que produzam resultados diferentes numa mesma situação. Aplicar os conhecimentos adquiridos ao longo desta unidade didática 2 6 1

257 Planificação de Matemática aplicada às ciências sociais 10º ano 2014/2015 -Método de Huntington-Hill Partilhas no caso contínuo -Método do divisor-selecionador - Método do divisor único -Método do último a diminuir -Método livre de inveja Experimentar algoritmos numa situação real. Saber comparar dois algoritmos que produzam resultados diferentes numa mesma situação. 4 Aplicar os conhecimentos adquiridos ao longo desta unidade didática 3 Avaliação 6 blocos 2º Período Temas/Conteúdos programáticos Objetivos/competências Aulas previstas (blocos) Estatística Introdução Interpretação de tabelas e gráficos Planeamento e aquisição de dados Aplicação e concretização dos processos referidos Classificação de dados e construção de tabelas de frequência Representações gráficas adequadas para cada um dos tipos de dados considerados -gráficos circulares -pictogramas -gráficos de barras e gráficos de linhas -histogramas e polígonos de frequências -Exemplos de gráficos pouco elucidativos Familiarizar os alunos com a leitura e interpretação de informação transmitida através de gráficos e tabelas Apresentar ideias básicas dos processos conducentes à recolha de dados válidos Sentir a necessidade de utilizar processos aleatórios de recolha de dados Sentir a necessidade de organizar dados, de forma a fazer sobressair a informação neles contida

258 Planificação de Matemática aplicada às ciências sociais 10º ano 2014/2015 Cálculo de estatísticas -Medidas de localização -Média,mediana e moda -Quartis e diagrama de extremos e quartis -Percentis -Vantagens, desvantagens e limitações das medidas de tendência central -Medidas de dispersão -Amplitude e amplitude interquartil -Desvio padrão Utilizar as ferramentas mais adequadas para o tratamento dos diferentes tipos de dados Saber fazer uma leitura adequada dos gráficos Apresentar medidas, que tal como as representações gráficas, permitem reduzir a informação contida nos dados Saber as vantagens, as desvantagens e as limitações do cálculo de estatísticas Introdução gráfica à analise de dados bivariados Apresentar um modo eficaz de visualizar a associação entre duas variáveis 2 Modelos de regressão linear -Reta de regressão Ensinar a sumariar a relação linear existente entre duas variáveis através de uma reta 2 -Importância e limitações da reta de regressão Coeficiente de correlação Saber interpretar o tipo e a força com que duas variáveis se associam. 2 -Limitações do coeficiente de correlação Tabelas de contingência Avaliação 6 blocos 3

259 Planificação de Matemática aplicada às ciências sociais 10º ano 2014/2015 3º Período Temas/Conteúdos programáticos Objetivos/competências Aulas previstas (blocos) Modelos Financeiros 21 Introdução Problemas matemáticos da área financeira -Impostos -IVA -IMT -IRS -Inflação e custo de vida Conhecer alguns problemas do domínio financeiro Recordar técnicas e conceitos Matemáticos já abordados no ensino básico Identificar a matemática utilizada em situações realistas Desenvolver competências sociais de intervenção Atividade bancária -Depósitos e juros Desenvolver competências de cálculo e de seleção de ferramentas adequadas a cada problema 2 -Empréstimos -Crédito individual -Crédito para habitação -Cartão de crédito 6 -Fundos de investimento 1 -Alugar ou comprar -Aluguer -Compra 3 Tarifários 1 Avaliação 6 blocos 4

260 Matemática Aplicada às Ciências Sociais-11ºAno Planificação anual Ano Lectivo Tema 3: Modelos Matemáticos Sugestão do Programa Modelos de Grafos Modelos Populacionais Número de blocos* 30 Tema 4: Modelos de Probabilidades 35 Tema 5: Introdução à Inferência Estatística 25 Total 90 1º Período Número de blocos Apresentação. Avaliação diagnóstica. Revisões 2 Modelos de Grafos. 14 Modelos Populacionais. 14 Modelos de Probabilidades 5 Avaliações 4 Total 39 1 bloco=90 minutos=2 tempos de 45 minutos 1

261 Matemática Aplicada às Ciências Sociais-11ºAno Planificação anual Ano Lectivo º Período Número de blocos Modelos de Probabilidades 27 Avaliações 4 Total 31 3º Período Número de blocos Introdução à Inferência Estatística 25 Avaliações 2 Total 27 Os recursos aconselhados para Matemática Aplicada às Ciências Sociais: Meios audiovisuais (retroprojector, acetatos, vídeo, ), calculadoras gráficas, computador, internet, projector multimédia. Manual adoptado, livros para consulta, outros materiais escritos (folhas com dados estatísticos, fichas de trabalho, relatórios, fichas de avaliação ). 2

262 Matemática Aplicada às Ciências Sociais-11ºAno Planificação anual Ano Lectivo ºPeríodo Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de Blocos Modelos de Grafos 14 Introdução. Noções Básicas de Grafos. Introdução da noção de grafo, através de uma actividade, ligada a um exemplo concreto: A rede do metro. Discussão e a realização da mesma, em grupo. Todas as outras noções básicas serão introduzidas através de exemplos, também eles ligados a situações do dia-a-dia. Explorar problemas concretos modelados com grafos. Analisar situações da vida real (simplificadas), identificando modelos matemáticos que permitam a sua interpretação e resolução. 2 Modelos Matemáticos Sistema de distribuiçãopostal, de limpeza de ruas e recolha de lixo, de patrulhamento e controle de equipamentos sociais. Trilhos e circuitos Eulerianos: O problema do carteiro chinês. Eulerização de grafos. Iniciar o tema Trilhos e circuitos Eulerianos, com o problema histórico Pontes de Konigsberg. Discussão da impossibilidade da solução. Realização de actividades, de modo a verificar as condições para que um gráfico seja um circuito de Euler. Introduzir a noção de eulerização de um grafo, através do problema do carteiro chinês. Realização de outras tarefas de modo a serem feitas diferentes eulerizações. Conhecer algumas personalidades da História da Matemática. Conhecer alguns factos marcantes da História da Matemática e relacioná-los com momentos históricos de relevância cultural e social. Desenvolver competências para determinar o essencial de uma determinada situação de modo a desenhar esquemas apropriados a uma boa descrição. Procurar modelos e esquemas que descrevam situações realistas de pequenas distribuições. Tomar conhecimento de métodos matemáticos próprios para encontrar soluções de problemas de gestão. 5 3

263 Matemática Aplicada às Ciências Sociais-11ºAno Planificação anual Ano Lectivo Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de Blocos Modelos de Grafos Modelos Matemáticos Planos de viagens, problemas de caixeiros viajantes, localização de sedes, ou grandes equipamentos que carecem de abastecimento a partir de vários pontos do país. Circuitos Hamiltonianos Exploração de um exemplo concreto, de forma a introduzir os Circuitos de Hamilton. Diferenciação deste tipo de circuitos com os de Euler. Introduzir o problema do caixeiro viajante, como uma forma de procurar resolver determinadas situações ainda mais complicadas. Introduzir o método das árvores como outra forma de organizar o raciocínio, facilitando as somas de pesos atribuídos às arestas de modo a ser possível comparar os pesos totais das várias soluções. Esta atribuição deve ser acompanhada da discussão dos diversos sentidos maior número de quilómetros, Maior consumo de combustível, mais poluição, menos lucro, preços mais altos - com exemplos concretos que envolvam a localização dos grandes armazéns, de equipamentos sociais, etc.. A procura de algoritmos próprios para obter soluções aceitáveis é também um exercício de importante utilidade formativa. Para cada modelo, procurar esquemas combinatórios (árvores) que permitam calcular pesos totais de caminhos possíveis. Encontrar algoritmos - decisão passo a passo para encontrar soluções satisfatórias. Discussão sobre a utilidade e viabilidade económica (e não só) da procura de soluções óptimas. 7 Árvores abrangentes mínimas. Introdução do conceito de Árvore Geradora Mínima, através de uma actividade, de modo a haver discussão e exploração da mesma. Aplicação de um novo algoritmo conhecido por Algoritmo de Kruskal ou Algoritmo do Avarento. 4

264 Matemática Aplicada às Ciências Sociais-11ºAno Planificação anual Ano Lectivo Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de Blocos Modelos Populacionais 14 Introdução. Conceitos Básicos. Introduzir as funções exponencial, logarítmica e logística em situações concretas, sendo apenas referidas as propriedades suficientes para o respectivo trabalho algébrico. Familiarizar os alunos com modelos discretos de crescimento populacional. 2 Modelos Matemáticos Modelos de crescimento: Linear. Exponencial. Logístico. Logarítmico. O aluno deverá tomar contacto com várias famílias de funções. Não se pretende um estudo detalhado e exaustivo, mas apenas uma análise de comportamentos em contextos concretos relativos à evolução de populações. Os alunos devem recorrer à tecnologia (calculadoras gráficas ou computadores) para estudar as famílias de funções que forem encontrando e simular variações de dados nos modelos analisados. Os alunos poderão usar as diferentes regressões para obter modelos abstractos a partir de dados recolhidos de fontes diversas. É essencial uma análise crítica dos modelos escolhidos para cada caso. Se houver tempo poderá ser feita uma pequena análise das vantagens e desvantagens do uso de modelos discretos e de modelos contínuos. Comparar o crescimento linear com o crescimento exponencial através do estudo de progressões aritméticas e geométricas. Familiarizar os alunos com modelos contínuos de crescimento populacional. Comparar os crescimentos linear, exponencial, logarítmico e logístico. Analisar modelos envolvendo funções lineares, exponenciais, logarítmicas e logísticas. Desenvolver as capacidades de utilização das novas tecnologias: calculadoras gráficas, computadores e internet. Tratar, explorar e transmitir dados numéricos e gráficos. Desenvolver projectos que incluem pesquisa de informação. 12 Analisar criticamente dados, informação e resultados obtidos. 5

265 Matemática Aplicada às Ciências Sociais-11ºAno Planificação anual Ano Lectivo Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de Blocos Modelos de Probabilidades 5 Fenómenos aleatórios. Dar exemplos de fenómenos físicos determinísticos (queda de um grave, movimento de um pêndulo, ) e de fenómenos aleatórios (lançamento de um dado, ) Resolver problemas de contagem. Dar a entender aos alunos a diferença entre fenómeno determinístico e fenómeno aleatório. Alertar para as vantagens em encontrar modelos matemáticos apropriados para este tipo de fenómenos. 1 Modelos de Probabilidades Argumentos de Simetria e Regra de Laplace. Resolver problemas envolvendo cálculo de probabilidade. Construir modelos de probabilidade para situações simples em que se admita como razoável o pressuposto de simetria ou equilíbrio. Calcular a probabilidade de alguns acontecimentos a partir dos modelos construídos. Construir modelos de probabilidade para situações um pouco mais complexas utilizando a regra do produto. 4 6

266 Matemática Aplicada às Ciências Sociais-11ºAno Planificação anual Ano Lectivo ºPeríodo Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de Blocos Modelos de Probabilidades (Cont.) 27 Modelos de Probabilidades Argumentos de Simetria e Regra de Laplace. Resolver problemas envolvendo cálculo de probabilidade. Construir modelos de probabilidade para situações simples em que se admita como razoável o pressuposto de simetria ou equilíbrio. Calcular a probabilidade de alguns acontecimentos a partir dos modelos construídos. Construir modelos de probabilidade para situações um pouco mais complexas utilizando a regra do produto. 3 Modelos de Probabilidades Modelos de probabilidade em espaços finitos. Variáveis quantitativas. Função massa de probabilidade. Dar a conhecer a utilidade da função massa de probabilidade ou distribuição de probabilidade e suas propriedades. Dar exemplos de algumas propriedades da probabilidade (probabilidade da união, do complementar e da diferença). Apreender as propriedades básicas de uma função massa de probabilidade. Identificar acontecimentos em espaços finitos. Saber calcular as probabilidades de alguns acontecimentos utilizando propriedades da probabilidade. 3 7

267 Matemática Aplicada às Ciências Sociais-11ºAno Planificação anual Ano Lectivo Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de Blocos Probabilidade condicional. Árvores de probabilidade. Acontecimentos independentes. Introduzir a noção de probabilidade condicional de uma forma intuitiva. Calcular a probabilidade de ocorrência de cadeias simples de acontecimentos utilizando esquemas de árvores como forma de organização da informação disponível. Fazer compreender a noção de probabilidade condicional através de exemplos simples. Mostrar a utilidade das árvores de probabilidade como instrumento de organização de informação quando se está perante uma cadeia de experiências aleatórias. Ilustrar a forma de cálculo de probabilidades de acontecimentos, utilizando uma árvore de probabilidades. Apresentar a definição de probabilidade condicional (tomando como base uma representação em diagrama de Venn de uma população classificada de forma cruzada segundo diversas categorias). 5 Utilizar a definição de probabilidade condicional para formalizar a noção intuitiva de acontecimentos independentes. Apresentar a definição de acontecimentos independentes. Modelos de Probabilidades Probabilidade Total. Regra de Bayes. Deverão ser analisados e trabalhados muitos exemplos pelos alunos de modo que lhes permitam não só clarificar a noção causa/efeito como ilustrar a utilidade da Regra de Bayes. Introduzir os alunos nas técnicas Bayesianas que se baseia no seguinte princípio: começa-se por atribuir uma probabilidade a um acontecimento, tendo em consideração a informação disponível - probabilidade a priori; posteriormente, mediante nova informação entretanto adquirida, obtém-se uma nova probabilidade para esse acontecimento - probabilidade a posteriori. Esta pode ser entendida como uma correcção da probabilidade anteriormente atribuída. 5 8

268 Matemática Aplicada às Ciências Sociais-11ºAno Planificação anual Ano Lectivo Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de Blocos Valor médio e variância populacional. Fazer a distinção entre valor médio (ou média) populacional e média amostral e também, de modo idêntico, para a variância e outras características já referidas no estudo descritivo de amostras. Alargar a noção de população como um conceito subjacente a um modelo de probabilidade. Apresentar de forma justificada as fórmulas de cálculo do valor médio e da variância para modelos quantitativos de espaço de resultados finito. 2 Espaços de resultados infinitos. Modelos discretos e modelos contínuos. Modelos discretos:. Modelo de Poisson. Através da discussão de exemplos comuns (nº de filhos das famílias portuguesas, alturas de todos os rapazes da escola, tempo de duração de um equipamento, etc.) alertar para as vantagens de se escolher um modelo de suporte infinito. Mostrar o interesse em adoptar modelos com suporte não finito em situações onde o conjunto de resultados possíveis não seja conhecido na sua totalidade ou seja demasiado extenso. Calcular probabilidades de acontecimentos a partir de alguns modelos contínuos simples. Modelos de Probabilidades. Modelo geométrico. Modelos contínuos:. Modelo uniforme..modelo exponencial. 6 Modelo normal. Salientar a importância deste modelo referindo o Teorema do Limite Central. Referir as principais características de um modelo Normal ou Gaussiano. Calcular probabilidades com base nesta família de modelos recorrendo ao uso de uma tabela da função de distribuição de uma Normal Standard. 3 9

269 Matemática Aplicada às Ciências Sociais-11ºAno Planificação anual Ano Lectivo ºPeríodo Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de Blocos Introdução à Inferência Estatística 25 Introdução à Inferência Estatística Introdução Métodos de amostragem. Parâmetro e Estatística. Noção de estimativa pontual. Distribuição de amostragem de uma variável estatística. Deverá ser feita uma breve introdução a este tema lembrando alguns conceitos de anos anteriores e mostrando a necessidade da escolha de uma amostra para fazer determinado estudo. Após terem sido referidos os métodos de amostragem devem ser feitas algumas actividades de investigação, que podem ser realizadas em grupo e em que os alunos têm de elaborar um pequeno texto que descreva o raciocínio utilizado. Apresentar as ideias básicas de um tipo de raciocínio com que os alunos são confrontados pela primeira vez, em que a partir das propriedades estudadas num conjunto de dados, se procurarão tirar conclusões para um conjunto de dados mais vasto. Apresentar as ideias básicas de um processo de inferência estatística, em que se usam estatísticas para tomar decisões acerca de parâmetros. Mostrar toda a potencialidade da Estatística, que nos permite tirar conclusões e tomar decisões, indo do particular para o geral, quantificando o erro cometido nessa tomada de decisões. Aplicar as ideias básicas de um processo de inferência estatística. 1 1 Estimação de um valor médio. 5 10

270 Matemática Aplicada às Ciências Sociais-11ºAno Planificação anual Ano Lectivo Tema Conteúdos Indicações Metodológicas Competências Nº de Blocos Introdução à Inferência Estatística A importância do Teorema do Limite Central. Intervalos de confiança para o valor médio de uma variável. Estimativa pontual de proporção Intervalos de confiança para a proporção. Interpretação do conceito de intervalo de confiança. Mostrar aos alunos a grande importância do Teorema do Limite Central na distribuição de amostragem para grandes amostras. Mostrar aos alunos que nem sempre é possível ou oportuno fazermos uma estimativa pontual. Daí, o estudo dos intervalos de confiança. Após o estudo das formas dos intervalos de confiança para os níveis de confiança mais usados, existem muitas actividades que o aluno pode resolver para consolidar esta matéria. Seguir o mesmo raciocínio da estimativa pontual do valor médio. Seguir raciocínio análogo ao dos intervalos de confiança para a média. Este ponto serve como sistematização dos intervalos de confiança. Pedir aos alunos que encontrem notícias em jornais ou revistas com estimativas e intervalos de confiança para o valor médio e para a proporção, que poderão ser apresentados e interpretados na aula. Mostrar toda a potencialidade da Estatística, que nos permite tirar conclusões e tomar decisões, indo do particular para o geral, quantificando o erro cometido nessa tomada de decisões. Aplicar as ideias básicas de um processo de inferência estatística O cálculo do tamanho da amostra é um ponto importante para o estudo das estimativas. 11

271 ESCOLA SECUNDÁRIA FRANSCISCO DE HOLANDA PLANIFICAÇÃO ANUAL Economia A 10º ano 2014/2015 Unidade Letiva Conteúdos Estratégias/ Atividades Nº de aulas (45 min.) Avaliação Módulo Inicial Atividades de Diagnóstico e de Integração dos alunos 1. Apresentação do programa. 2. Avaliação diagnóstica. 3. Estabelecimento de regras e de métodos de trabalho. 4. Atividades de motivação e de integração dos alunos. 5. Revisão de conceitos. Realização do teste diagnóstico. Discussão das metodologias de trabalho. Leitura e análise de textos/gráficos do manual escolar, da imprensa escrita e internet. Realização de fichas de trabalho contendo cálculos e interpretação de gráficos. 16 Correção do teste diagnóstico. Observação dos alunos na aula. Correção das atividades e das fichas de trabalho. 1. Atividade Económica e a Ciência Económica Realidade Social e C. Sociais Fenómenos sociais e f. económicos A economia como Ciência. Diálogo orientado professor /aluno. Análise e comentário de textos da imprensa e do manual. Realização de fichas de trabalho. 12 Observação dos alunos na aula. Correção das fichas de trabalho A atividade económica. 1

272 2. Necessidades e Consumo 2.1- Necessidades noção e consumo Consumo noção e tipos Padrões de Consumo: diferenças e fatores Evolução da estrutura do consumo em Portugal e na União Europeia Sociedade de Consumo Consumerismo Defesa dos consumidores em Portugal e na U.E. Leitura e comentário de textos, quadros e gráficos do manual. Recolha e comentário de artigos da imprensa alusivos ao tema. Análise de dados estatísticos sobre a estrutura do consumo em Portugal e nos países da União Europeia. Recolha de textos e imagens que evidenciem as consequências da Sociedade de Consumo no ambiente e nos orçamentos familiares. Realização de trabalhos de grupo. Apresentação de power point e pequenos vídeos sobre publicidade e consumismo. Realização de fichas de trabalho. 32 Observação dos alunos na aula. Observação dos trabalhos individuais e de grupo. Correção de fichas de trabalho. Teste sumativo. 3. Produção de bens e de serviços 3.1- Bens - noção e classificação Produção e processo produtivo Fatores de produção - noção e classificação. Pesquisa de informação com recurso à Internet. Análise da evolução das taxas de actividade e de desemprego em Portugal e na U.E.. Discussão e levantamento das causas do desemprego. Cálculo e interpretação de valores. 34 Observação dos alunos na aula. Correção das atividades e da ficha de trabalho. Teste sumativo A combinação dos fatores de produção. Recolha, seleção e tratamento de informação estatística. Apresentação de pequenos vídeos sobre a produção em série e a aplicação de novas tecnologias. 2

273 4. Comércio e Moeda 4.1- Comércio noção e tipo A evolução da moeda formas e funções A nova moeda portuguesa O preço de um bem noção e componentes A inflação - noção e medida A inflação em Portugal e na União Europeia. Diálogo professor/aluno. Recolha e comentário de artigos sobre o tema divulgados na imprensa. Apresentação de power - point. Recolha de dados estatísticos sobre a realidade portuguesa e da U.E. para calcular a taxa de inflação e analisar a sua evolução. Realização de trabalhos individuais e de grupo. Realização de fichas de trabalho. 28 Observação de alunos na aula. Correção das fichas de trabalho. Verificação e correção dos exercícios propostos na aula. Observação dos trabalhos individuais e de grupo. 5. Preços e mercado 5.1- Mercado: noção e exemplos de mercados O mecanismo de mercado A procura e a lei da procura A oferta e a lei da oferta A estrutura dos mercados. Diálogo professor / aluno. Pesquisa de informação com recurso à Internet. Realização de trabalhos de grupo. Apresentação de exemplos concretos de produtos diferenciados, assim como de violação das regras da concorrência. Análise das implicações das fusões e das aquisições a nível mundial e em Portugal na estrutura do mercado. Realização de fichas de trabalho. 24 Observação de alunos na aula. Verificação e correção de trabalhos de casa. Observação dos trabalhos de grupo. Correção das fichas de trabalho. Teste sumativo. 3

274 6. Rendimentos e repartição dos rendimentos A atividade produtiva e a formação dos rendimentos A repartição funcional dos rendimentos A repartição pessoal dos rendimentos A redistribuição dos rendimentos As desigualdades na repartição dos rendimentos em Portugal e na UE. Leitura e análise de textos sobre a realidade portuguesa. Apresentação de power- point. Inquéritos a famílias, para determinar as proveniências e os tipos de rendimento que recebem. Consulta de artigos de imprensa e/ou de dados estatísticos disponíveis na Internet sobre a repartição dos rendimentos em Portugal e na U.E. Realização de fichas de trabalho 24 Observação dos alunos na aula. Correção das atividades e das fichas de trabalho. Observação dos trabalhos de grupo. Ficha Formativa. 7. Poupança e investimento 7.1- A utilização dos rendimentos Os destinos da poupança. A importância do investimento O financiamento da atividade económica O investimento em Portugal e o inv. português no estrangeiro. Diálogo orientado professor / aluno. Análise e comentário de textos. Pesquisa de informação na Internet e na comunicação social. Análise de dados estatísticos sobre o investimento em Portugal estrangeiro e nacional e sobre o investimento português no estrangeiro nos últimos anos. Realização de fichas de trabalho. 28 Observação dos alunos na aula. Correção das fichas de trabalho. Verificação e correção de trabalhos de casa. Teste sumativo. Aulas previstas 1º Período: 78 2º Período: 66 3º Período: 56 Total 200 4

275 Unidades Letivas ESCOLA SECUNDÁRIA FRANCISCO DE HOLANDA Planificação anual de Economia A - 11º Ano Ano letivo 2014/2015 Conteúdos Objetivos Estratégias/ Atividades aulas Avaliação 8- Os agentes económicos e o circuito económico 8.1- Fluxos reais e monetários Circuito económico Recursos e Empregos Relacionar os diversos agentes económicos com as funções por eles desempenhadas. Relacionar as diferentes atividades económicas com as funções exercidas pelos agentes económicos. Distinguir fluxo real de fluxo monetário. Elaborar um circuito económico. Justificar, a partir do circuito económico, a necessidade de equilíbrio entre Recursos e Empregos numa economia Diálogo orientado professor /aluno. Análise de esquemas. Recurso às vivências e conhecimentos dos alunos para concluir que as relações estabelecidas entre os diversos agentes económicos são reais e monetárias. Realização das atividades e das fichas de trabalho. 12 Observação dos alunos em sala de aula. Correção das atividades e da ficha de trabalho 9-A Contabilidade Nacional (CN) 9.1- Noção de Contabilidade Nacional Conceitos necessários à CN O cálculo do valor da produção: Ótica do Produto, da Despesa e do Rendimento Limitações da Contabilidade Nacional As Contas Nacionais portuguesas. Compreender a noção de Contabilidade Nacional. Explicitar os objetivos da CN. Definir setor institucional e caracterizar os setores institucionais. Explicar o conceito de território económico. Distinguir unidade residente de unidade não residente. Identificar os ramos de atividade. Justificar as diferentes perspetivas de cálculo do valor da produção no contexto do equilíbrio entre empregos e recursos. Explicar em que consiste o problema da múltipla contagem no cálculo do Produto Distinguir valor da produção de valor do Produto. Diálogo orientado professor / aluno. Análise de quadros e gráficos. Cálculo e interpretação de valores. Recolha, seleção e tratamento de informação estatística no site do INE e Banco de Portugal. Realização de fichas de trabalho. Leitura e comentário de textos sobre o tema divulgados pelos media 42 Observação dos alunos em sala de aula Verificação e correção dos exercícios propostos Verificação e correção dos trabalhos de casa. Ficha formativa. Teste sumativo 1

276 10- Relações económicas com o Resto do Mundo A necessidade e a diversidade de relações internacionais Estrutura da Balança Distinguir os dois métodos de cálculo do valor do Produto. Explicitar o conceito de VAB e deduzir o valor do Produto a partir do VAB. Explicitar o conceito de Amortização Diferenciar Produto Líquido de Produto Bruto e Produto Interno de Produto Nacional. Explicitar o conceito de Produto a preços de mercado. Calcular o valor dos diversos agregados económicos. Distinguir Produto a preços correntes de Produto a preços constantes e justificar a vantagem do cálculo do Produto a preços constantes. Distinguir as várias componentes do Rendimento e calcular o valor do Rendimento Pessoal. Identificar as componentes que permitem calcular o Rendimento Disponível dos Particulares. Distinguir as várias componentes da Despesa. Calcular o valor da Despesa Interna e da Despesa Nacional. Calcular a Procura Interna e a Procura Global. Explicar as limitações da Contabilidade Nacional. Fazer a leitura dos agregados das Contas Nacionais portuguesas. Indicar os diversos tipos de relações internacionais e justificar a necessidade das mesmas. Identificar as componentes da Balança de Pagamentos. Identificar as componentes da Balança Corrente. Diálogo orientado professor /aluno e aluno/aluno. Leitura e análise de textos, quadros e gráficos do manual e de fotocópias. Cálculo e interpretação de valores. 36 Observação dos alunos na sala de aula. Verificação dos trabalhos de casa. 2

277 de Pagamentos - análise de cada uma das balanças As políticas comerciais e a organização do comércio mundial As relações de Portugal com a UE e com o Resto do Mundo. Distinguir importações de exportações. Justificar a necessidade de realizar operações de câmbio e explicitar o conceito de taxa de câmbio. Relacionar o valor da moeda com a evolução da taxa de câmbio. Calcular e Interpretar o saldo da Balança de Mercadorias. Explicar as consequências das alterações do valor da moeda na Balança de Mercadorias. Referir indicadores do comércio externo de mercadorias (estrutura das importações e das exportações e taxa de cobertura). Calcular a taxa de cobertura e interpretar o significado dos indicadores do comércio externo referidos. Identificar as componentes da Balança de Serviços. Identificar as componentes da Balança de Rendimentos. Identificar as componentes das Transferências unilaterais correntes. Calcular e interpretar o saldo da Balança Corrente. Identificar as componentes da Balança de Capital e da Balança Financeira. Caracterizar o protecionismo e reconhecer alguns instrumentos utilizados para impedir o comércio livre. Caracterizar o livre-cambismo. Enquadrar a Organização Mundial do Comércio (OM C) no projeto de liberalização do comércio mundial. Indicar os principais objetivos da OMC. Verificar a evolução do comércio externo português distribuição por produtos e distribuição geográfica. Pesquisa de informação na Internet e na comunicação social. Realização das atividades propostas no manual e de fichas de trabalho. Correção da ficha de trabalho. Teste Sumativo 3

278 Interpretar a evolução das principais rubricas da Balança de Pagamentos de Portugal. Comparar a evolução da Balança de Pagamentos em Portugal com a dos restantes países da U E. 11- A Intervenção do Estado na economia Funções e organização do Estado A intervenção do Estado na atividade económica Funções económicas e sociais do Estado Instrumentos de intervenção económica e social do Estado As políticas económicas e sociais do Estado português. Caracterizar as funções do Estado. Identificar as esferas de intervenção do Estado política, económica e social. Caracterizar a estrutura do setor público em Portugal. Explicar as funções económicas e sociais do Estado. Referir os instrumentos de intervenção do Estado na esfera económica e social Distinguir planeamento imperativo de planeamento indicativo. Distinguir despesas públicas de receitas públicas. Classificar as diferentes fontes de receitas do Estado e exemplificar essas receitas. Distinguir e dar exemplos de impostos diretos e de impostos indiretos. Exemplificar as despesas do Estado. Explicar o significado do saldo orçamental. Justificar a importância do Orçamento de Estado como instrumento de intervenção económica e social. Identificar as políticas económicas e sociais como instrumentos de intervenção do Estado na esfera económica e social e apresentar os objetivos das políticas económicas e sociais do Estado. Explicar em que consiste a política económica do Estado. Distinguir políticas conjunturais de Diálogo professor / aluno. Leitura e comentário de textos do manual e fotocópias. Recolha e comentário de artigos da imprensa. Consulta do Orçamento de 2013 no site da DGO. Trabalho de grupo. Aula de debate. Realização de uma ficha de trabalho 40 Observação dos alunos na sala de aula. Verificação dos trabalhos de casa. Observação dos trabalhos de grupo Correção da ficha de trabalho. Teste sumativo 4

279 políticas estruturais. Referir instrumentos de política económica utilizados por cada uma das políticas mencionadas. Referir medidas das políticas sociais. Expor as diferentes formas de redistribuição dos rendimentos levadas a cabo pelo Estado. Identificar os objetivos das políticas económicas e sociais do Estado português. Indicar os constrangimentos às políticas económicas e sociais decorrentes do facto de Portugal ser membro da U.E. 12-A economia portuguesa no contexto da União Europeia Formas de integração económica A União Europeia - origem e evolução histórica Os desafios da União Europeia na atualidade Portugal no contexto da U.E. Explicitar o conceito de integração económica e apresentar vantagens decorrentes da integração económica. Distinguir as diversas formas de integração económica. Enquadrar historicamente o surgimento das comunidades europeias. Identificar as principais etapas do processo de construção da U.E. Explicar em que consiste a UEM e referir os seus objetivos. Justificar a necessidade dos critérios de convergência nominal exigidos pela criação da UEM. Referir desafios da UE resultantes, nomeadamente, de novos alargamentos, do aprofundamento e da necessidade de afirmação externa da U.E. Justificar a necessidade da reforma das instituições da U.E. Explicar a necessidade de reorientação dos fundos comunitários em consequência da entrada de novos membros na U.E. Diálogo orientado professor /aluno e aluno/aluno. Realização das atividades propostas no manual e de fichas de trabalho. Trabalho de pesquisa em jornais, revistas e sites especializados sobre questões atuais da U.E. Aula de debate. Apresentação dos trabalhos de grupo. 60 Observação dos alunos na sala de aula. Avaliação trabalhos realizados grupos. dos escritos pelos Avaliação das comunicações dos trabalhos de grupo. Teste sumativo. 5

280 Referir a necessidade de reformular as políticas comunitárias face a um maior aprofundamento da U.E. Explicar a importância do princípio da coesão económica e social. Relacionar convergência real com coesão económica e social. Analisar a economia portuguesa na atualidade. Comparar os principais indicadores de desempenho da economia portuguesa com os indicadores da economia da U.E. Equacionar problemas e desafios que se colocam à economia portuguesa no futuro próximo (nomeadamente, o ritmo de convergência real e as consequências de novos alargamentos). Observação: tempos letivos previstos 1º Período 80 2ª Período 64 3º Período 54 Total 198 6

281 Disciplina: Biologia Ano de escolaridade: 12º Ano letivo: 2014/2015 Planificação anual por períodos 1º PERÍODO Início: 15 SET 2014 Feriados: 8 DEZ 2014 (2ª feira) Termo: 16 DEZ 2014 Tempos previstos : 52 (13 semanas). Destes tempos, 12 serão distribuídos da seguinte forma: Apresentação, Testes (2), Correção dos testes, Auto e heteroavaliação. CONTEÚDOS CONCEPTUAIS CONTEÚDOS PROCEDIMENTAIS CONTEÚDOS ATITUDINAIS ESTRATÉGIAS (longitudinais) TEMPOS LETIVOS UNIDADE 1: RE- PRODUÇÃO E MANIPULAÇÃO DA FERTILIDADE 1. Reprodução humana 1,1,Gametogénese e fecundação 1.2. Controlo hormonal 1.3. Desenvolvimento embrionário e gestação Interpretar aspetos diversos relativos à morfofisiologia dos sistemas reprodutores masculino e feminino. Observar e interpretar imagens microscópicas diversas relativas à histologia de gónadas e estrutura de gâmetas. Integrar conhecimentos relativos a processos de divisão celular e gametogénese. Integrar a alternância da fecundação e meiose nos ciclos de vida do Homem, fundamentando a sua complementaridade. Relacionar gametogénese e fecundação com a transmissão de características entre gerações e diversidade das populações humanas. Analisar dados relativos à regulação hormonal da reprodução, estados iniciais de desenvolvimento embrionário, nidação e fenómenos fisiológicos associados. Problematizar sobre fatores que afetem os processos reprodutivos. Inferir da função e importância dos anexos embrionários. Valorizar os conhecimentos sobre a reprodução para compreender o funcionamento do próprio corpo e adotar comportamentos promotores de saúde. Analisar, criticamente e com disponibilidade, os mitos e/ou conceções relacionadas com a reprodução humana. Reconhecer a importância e a interdependência das dimensões biológica, psicológica e ética da sexualidade humana. Execução das fichas de trabalho propostas no manual de atividades Exploração de imagens, filmes, tabelas, diagramas, Trabalho laboratorial 20

282 UNIDADE 1: RE- PRODUÇÃO E MANIPULAÇÃO DA FERTILIDADE 2. Manipulação da fertilidade UNIDADE 2: PATRIMONIO GENÉTICO. 1, Património genético Transmissão de características hereditárias Recolher, organizar e interpretar informação relacionada com métodos contracetivos, causas de infertilidade e técnicas de reprodução assistida. Analisar os princípios biológicos subjacentes a diferentes métodos contracetivos e técnicas de reprodução assistida. Reconhecer que os avanços sobre estrutura molecular e atuação de hormonas são marcos importantes no controlo e indução da fertilidade. Integrar conhecimentos sobre meiose, gametogénese e hereditariedade. Compreender globalmente os contributos dos trabalhos de Mendel e de Morgan. Resolver exercícios sobre a transmissão hereditária de carateres. Construir e interpretar árvores genealógicas. Aplicar conhecimentos de hereditariedade à resolução de problemas. Problematizar e organizar dados relativos a casos cuja expressão fenotípica resulte de interação génica. Analisar evidências que permitam inferir a localização de dois genes num mesmo cromossoma. Desenvolver opiniões críticas e informadas face à utilização de métodos contracetivos, de processos de reprodução assistida e de manipulação de embriões. Refletir sobre as implicações biológicas e socioéticas que decorrem da utilização de processos de manipulação da reprodução humana, no que respeita à qualidade de vida dos indivíduos e ao desenvolvimento das populações. Consciencializar para a importância dos contextos (sociais e tecnológicos) na construção do conhecimento científico. Desenvolver atitudes que promovam o respeito pela diversidade fenotípica dos indivíduos.. Desenvolver atitudes que promovam o respeito pela diversidade fenotípicas dos indivíduos. Trabalho de pesquisa Exploração de apresentações em PowerPoint Construção e exploração de mapas de conceitos Visitas de estudo, em função da oferta e pertinência das mesmas 10 10

283 2º PERÍODO Início: 5 JAN 2015 Feriados: 16 FEV 2015 a 18 FEV 2015 (2ª a 4ª feira) (Entrudo) Termo: 20 MAR 2015 Tempos previstos : 40 (10 semanas). Destes blocos, 10 serão distribuídos da seguinte forma: Testes (2), Correção dos testes, Auto e heteroavaliação. CONTEÚDOS CON- CEPTUAIS CONTEÚDOS PROCEDIMENTAIS CONTEÚDOS ATITUDINAIS ESTRATÉGIAS (longitudinais) TEMPOS LETIVOS UNIDADE 2: PATRIMÓNIO GENÉ- TICO. 1. Património genético 1.2. Organização e regulação do material genético 2. Alterações do material genético Mutações 2.2. Fundamentos de engenharia genética Interpretar dados relativos à organização geral do material nuclear e localização da informação genética. Sistematizar aspetos que caracterizem o cariótipo humano e permitam compará-lo com o de outras espécies. Discutir a importância dos mecanismos de regulação génica e sua relação com a diferenciação celular e ontogenia dos indivíduos. Interpretar processos de regulação da expressão génica. Analisar casos de mutações, visando a sua interpretação, quanto à sua génese e consequências, levando à compreensão global da diversidade de processos envolvidos na sua origem. Avaliar os efeitos de mutações ocorridas em células somáticas e germinativas. Interpretar casos relacionados com a ativação de oncogenes por mutações. Analisar procedimentos laboratoriais de manipulação de DNA, visando a compreensão global de processos biotecnológicos envolvidos. Interpretar esquemas e modelos explicativos de obtenção de cópias de genes (cdna) a partir do mrna correspondente. Avaliar a importância biológica das endonucleases de restrição. Valorizar conhecimentos sobre genética no sentido de desenvolver uma atitude responsável face ao seu papel no melhoramento da qualidade de vida do indivíduo. Refletir sobre aspetos biológicos, éticos e sociais relacionados com a descodificação do genoma humano. Reconhecer o caráter provisório do conhecimento científico. Desenvolver atitudes responsáveis e críticas face aos argumentos que suportam os debates sobre a utilização de processos de clonagem e Engenharia Genética aplicados aos seres humanos. Refletir acerca das implicações biológicas e socioéticas que decorrem da obtenção de organismos geneticamente modificados. Apreciação crítica do papel desempenhado pela média na divulgação dos avanços da ciência e da tecnologia. Execução das fichas de trabalho propostas no manual de atividades Exploração de imagens, filmes, tabelas, diagramas, Trabalho laboratorial Trabalho de pesquisa Exploração de apresentações em PowerPoint 14

284 UNIDADE 3: IMUNIDADE E CON- TROLO DE DOEN- ÇAS.. 1. Sistema imunitário Defesas específicas e não específicas 1.2. Desequilíbrios e doenças 2. Biotecnologia no diagnóstico e terapêutica de doenças Integrar conhecimentos relacionados com os processos e as estruturas biológicas que asseguram os mecanismos de defesa específica e não específica do organismo. Interpretar acontecimentos biológicos que caracterizem os processos de infeção e inflamação de tecidos. Analisar dados laboratoriais relacionados com o sistema imunitário. Distinguir processos de imunidade humoral de imunidade mediada por células. Interpretar acontecimentos imunitários envolvidos nas reações de hipersensibilidade e dano tecidular (alergias e doenças autoimunes). Analisar situações causadoras de imunodeficiência e suas consequências. Aplicar conhecimentos para interpretar conhecimentos do dia a dia. Interpretar procedimentos gerais envolvidos na produção de anticorpos monoclonais. Analisar exemplos que ilustrem as potencialidades da utilização de anticorpos monoclonais no diagnóstico e terapêutica de doenças. Reconhecer as vantagens da utilização de substâncias terapêuticas produzidas biotecnologicamente. Recolher, organizar e interpretar informação relacionada com a utilização de procedimentos biotecnológicos na produção de substâncias com fins terapêuticos. Valorizar os conhecimentos relativos a infeções e imunidade como meio de promoção da saúde individual, escolar e pública, em geral. Reconhecer a necessidade de divulgar conhecimentos e mobilizar a comunidade educativa na adoção de comportamentos mais saudáveis. Reconhecer e aceitar as possibilidades e limitações dos mecanismos de defesa do corpo humano. Desenvolver opiniões fundamentadas sobre as questões que envolvem a utilização de animais na experimentação biomédica. Reconhecer a importância das relações entre a Ciência e a Tecnologia e implicações de ambas para a sociedade. Construção e exploração de mapas de conceitos Visitas de estudo, em função da oferta e pertinência das mesmas 16

285 3º PERÍODO Início: 7 ABR 2015 Feriados: 1 MAI 2015 (6ª feira) Termo: 5 JUN 2015 Tempos previstos : 36 (9 semanas). Destes blocos, 8 serão distribuídos da seguinte forma: Testes (2), Correção dos testes, Auto e heteroavaliação. CONTEÚDOS CON- CEPTUAIS CONTEÚDOS PROCEDIMENTAIS CONTEÚDOS ATITUDINAIS ESTRATÉGIAS (longitudinais) TEMPOS LETIVOS UNIDADE 4: PRODUIÇÃO DE ALIMENTOS E SUS- TENTABILIDADE 1. Microrganismos e indústria alimentar 1.1. Fermentação e atividade enzimática 1.2. Conservação, melhoramento e produção de novos alimentos Organizar e interpretar dados de natureza diversa (laboratoriais, bibliográficos, internet, ) sobre a utilização de microrganismos na produção de alimentos (ex. iogurte, queijo, vinagre, pickles, ) Reconhecer a importância biológica das enzimas. Conceber e realizar atividades laboratoriais e/ou experimentais para estudo de fatores que condicionam a atividade enzimática. Executar trabalhos práticos relativos a processos envolvidos na produção e conservação de alimentos. Redigir memórias descritivas e interpretativas de trabalhos laboratoriais e/ou experimentais. Desenvolver a capacidade de analisar criticamente novas informações e ponderar argumentos contraditórios. Discutir os fundamentos biológicos subjacentes a diferentes técnicas de conservação de alimentos. Interpretar exemplos de aplicações biotecnológicas na indústria alimentar, nomeadamente, imobilização de enzimas, aditivos e novas fontes de nutrientes. Valorizar os conhecimentos sobre os processos metabólicos de alguns organismos, na perspetiva da utilização no fabrico, processamento e conservação dos alimentos. Construir opiniões sobre a utilização de alimentos obtidos/modificados por processos biotecnológicos. Desenvolver a capacidade de analisar criticamente novas informações e ponderar argumentos contraditórios. Execução das fichas de trabalho propostas no manual de atividades Exploração de imagens, filmes, tabelas, diagramas, Trabalho laboratorial 14

286 UNIDADE 5: PRESERVAÇÃO E RE- CUPERAÇÃO DO MEIO AMBIENTE 1. Poluição e degradação de recursos 1.1.Contaminantes da atmosfera, solo e água e seus efeitos fisiológicos 1.2. Tratamento de resíduos 2. Crescimento da população humana e sustentabilidade Conhecer os contaminantes da atmosfera, solo e água e os seus impactos no ambiente, bem como os seus efeitos fisiológicos. Discutir as consequências relativas a contaminantes de ecossistemas (eutrofização, bioampliação, sinergismo, ). Recolher e organizar dados sobre sistemas utilizados para diminuir as emissões para a atmosfera e tratamento de resíduos. Compreender o papel dos seres vivos (decompositores e saprófitas) na reciclagem dos materiais. Realçar a importância da reciclagem de materiais e o tratamento de resíduos. Discutir os impedimentos e alternativas possíveis à reciclagem dos produtos residuais (contaminação com materiais tóxicos). Apreciação crítica de informação veiculada pelos média e aplicação de conhecimentos para interpretar problemáticas com impacte social. Conceber e executar trabalhos experimentais sobre contaminação de recursos naturais. Analisar e interpretar dados em diferentes formatos relativos à evolução da população ao longo do tempo. Inferir causas e consequências da explosão demográfica, nomeadamente os seus efeitos ambientais e sociais. Interpretar padrões de crescimento demográfico de sociedades com diferentes níveis de desenvolvimento. Avaliar medidas a adotar para solucionar os problemas associados à explosão demográfica e degradação ambiental. Refletir e desenvolver atitudes críticas, conducentes a tomadas de decisão fundamentadas, sobre problemas ambientais causados pela atividade humana. Consciencializar para as vantagens de reciclagem e reutilização de materiais, como modo de evitar a contaminação (ar, solo e água) e o esgotamento dos recursos naturais. Valorizar os avanços científicotecnológicos na preservação do meio ambiente. Problematizar situações do dia a dia. Avaliar os riscos dos principais contaminantes ambientais para a saúde Desenvolver posturas interventivas e responsáveis, de forma a contribuir para a educação da comunidade educativa sobre questões de impacte social para a comunidade local e/ou nacional. Reconhecer que o crescimento demográfico, a degradação ambiental e os avanços científicos e tecnológicos condicionam a qualidade de vida do Homem. Trabalho de pesquisa Exploração de apresentações em Power- Point Construção e exploração de mapas de conceitos Visitas de estudo, em função da oferta e pertinência das mesmas 14

287 Escola Secundária Francisco de Holanda Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Planificação Anual da Disciplina de Física 2014/2015 Rosa Salgado Jorge Faria Introdução A disciplina de Física faz parte da componente de formação específica do curso científico-humanístico de Ciências e Tecnologias e insere-se naquela componente como disciplina opcional do 12º ano. A sua carga horária é de 2 aulas semanais de 90 minutos. A planificação anual da disciplina de Física segue as orientações emanadas dos documentos emitidos pelo Ministério da Educação nomeadamente do programa da disciplina, desenvolvido pela Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, onde estão patentes as finalidades, objectivos gerais, visão geral dos temas/conteúdos, sugestões metodológicas gerais, competências a desenvolver, recursos e avaliação do mesmo. Planificação De acordo com o calendário escolar estipulado pelo Ministério de Educação para o ano letivo 2014/2015, estão previstas para as turmas 12 CT4, 12 CT5 e 12 CT10 64 aulas de 90 minnutos. A gestão dos conteúdos programáticos, por secção dentro de cada unidade, apresenta-se na tabela 1. Pág. 1

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