DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INFORMÁTICA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INFORMÁTICA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA"

Transcrição

1 DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INFORMÁTICA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Sistemas Operativos 2003/2004 Trabalho Prático #2 -- Programação em C com ponteiros --

2 Objectivos Familiarização com o ambiente de desenvolvimento utilizado nas aulas (Unix) Prática de programação em C usando ponteiros Temporização Na página web da cadeira. Material a ler antes da aula The C Programming Language, 2 nd Edition (Ansi C), especialmente a parte referente a ponteiros. PCU (Programming in C and Unix) o Pointers o Dynamic Memory Allocation and Dynamic Structures o Advanced Pointer Topics Apontamentos sobre Makefiles Nota: Os alunos que não possuam conhecimentos de programação em C deverão colmatar essa falha. É indispensável a leitura de um livro de C que cubra não só programação básica em C, como ponteiros e as principais funções standard do C (matemáticas, manipulação de strings e ficheiros). Recomenda-se vivamente o livro: The C Programming Language by Brian W. Kernighan, Dennis M. Ritchie Paperback pages 2nd edition (June 1988) Prentice Hall; ISBN:

3 Trabalho #2 Programação em C com ponteiros Uma estrutura de dados muito utilizada é a hash table. Este tipo de estrutura permite armazenar e recuperar de forma eficiente dados utilizando uma certa chave. Neste trabalho vamos estudar uma implementação particular chamada tabela de hashing estática, com pesquisa linear 1. No nosso caso, a chave irá ser uma cadeia de caracteres e os dados armazenados valores. O funcionamento da tabela é ilustrado na figura seguinte. Imaginemos que queremos armazenar a palavra Carlos, tendo o número 19 (idade) associado. O algoritmo começa por gerar uma assinatura (ou hash) para Carlos (neste caso ). Em seguida obtém o resto da divisão desse número pelo tamanho da tabela, resultado em 12. É na entrada 12 da tabela que a estrutura { Carlos, 19} será armazenada. Em cada entrada da tabela, existe uma lista ligada contendo estruturas com a mesma assinatura. Caso o elemento não esteja presente, o mesmo é adicionado a essa lista ligada. Caso contrário, o elemento é actualizado com o novo valor. Quando se quer obter um elemento da tabela, é dada a chave (por exemplo, Carlos ). Calcula-se a assinatura, que no caso de Carlos é e obtém-se o resto de divisão pelo tamanho da tabela, o que resulta em 12. Pode-se então pesquisar os elementos que se encontram na entrada 12, descobrindo se o elemento Carlos está ou não presente, e o valor que se lhe encontra associado (i.e. a idade 19 ). Se a hash table foi criada de inicio com um tamanho suficientemente razoável para armazenar o número de elementos que se pretende, tipicamente cada entrada apenas conterá um ou dois elementos, sendo muito rápido introduzir e retirar elementos da mesma. Este tipo de estrutura de dados é muito útil e muito utilizada em aplicações da vida real, sendo extremamente importante. No caso da chave ser uma cadeia de caracteres, normalmente é utilizado o seguinte algoritmo para calcular a assinatura: hash(s) = s[0]. 31 n-1 + s[1]. 31 n s[n-1] em que s[i] representa o caracter i da string s, e n o tamanho da mesma. Repare que para implementar este algoritmo não é necessário fazer a potenciação explicitamente. Basta haver um ciclo for que sucessivamente multiplica o hashcode actual por 31 e lhe soma o carácter corrente: 1 Note que existem muitos tipos diferentes de hash tables, não sendo este o tipo mais comum. Tipicamente as hash tables são dinâmicas (a tabela cresce automaticamente de tamanho) e não utilizam listas ligadas. 3

4 int hashcode = 0; for (int i=0; i<strlen(s); i++) hashcode = hashcode*31 + s[i]; Finalmente, no final é necessário garantir que hashcode é um valor positivo a fim de que após o resto de divisão isso resulte numa entrada válida na tabela. Tal pode ser feito utilizando um if, mas é muito mais rápido colocar o bit mais significativo (de sinal) a 0: hashcode = hashcode & 0x7fffffff; O tamanho de uma hash table deve normalmente ser um número primo, afim que certas propriedades matemáticas desejáveis se mantenham. (Embora isso não seja crítico neste exemplo.) Trabalho Neste trabalho irá implementar uma biblioteca que permite aos programadores utilizarem hash tables nos seus programas. Em C, as bibliotecas são implementadas em ficheiros.c, estando a sua interface (o que o utilizador consegue ver) num ficheiro.h. A interface da biblioteca que irá implementar (hashtable.h) é a seguinte: /* Cria uma hashtable de um certo tamanho */ extern struct hashtable create_htable(int size); /* Apaga uma certa hashtable */ extern void delete_htable(struct hashtable table); /* Coloca um elemento na hashtable (value), utilizando uma certa chave */ extern void put_element(struct hashtable table, const char* key, int value); /* Obtem um elemento da hashtable, caso esteja presente, colocando-o no local indicado por <return_value>. Retorna FOUND caso esteja presente e NOT_FOUND caso contrario */ extern int get_element(struct hashtable table, const char* key, int* return_value); /* Apaga um elemento da hashtable caso esteja presente */ extern void delete_element(struct hashtable table, const char* key); Na página da cadeira, encontrará o ficheiro hashtable.h que contém esta interface assim como as definições das estruturas hashtable (a tabela em si), element (um elemento armazenado na lista ligada de um nodo; ver figura da página anterior) e node (um nodo de uma lista ligada, possuindo um element e um ponteiro para o próximo nodo). A hash table deverá permitir introduzir, pesquisar e apagar elementos na mesma. Os elementos a armazenar irão ser estruturas cuja chave é uma cadeia de caracteres e o conteúdo um simples valor inteiro: struct element { char key[buf_size]; /* A chave */ int value; /* O valor */ }; BUF_SIZE é uma constante que representa o tamanho máximo da chave (e.g. 80 caracteres). A hash table em si, é simplesmente um ponteiro para o tipo node, sendo reservado em tempo de execução, utilizando a função malloc(), quando é chamada a função create_htable(). 4

5 struct hashtable { int size; /* Tamanho da tabela */ struct node* table; /* Ponteiro para uma memoria de nodos */ }; Embora aparentemente seja um ponteiro, durante a execução, este ponteiro é acedido como um array (ou seja, acedido como mytable.table[0], mytable.table[1], etc.). Não deverá utilizar directamente o primeiro nodo de cada slot para armazenar um elemento. O primeiro nodo funciona apenas como sentinela contendo um ponteiro para a lista ligada desse slot. Isso permite simplificar os algoritmos a implementar. Um nodo é uma estrutura muito simples, contendo um elemento e um ponteiro para o próximo nodo: struct node { struct element e; /* O elemento */ struct node* next; /* Próximo nodo */ }; Na página da cadeira encontrará ainda os ficheiros hashtable.c, contendo a implementação de algumas das funções da biblioteca, trab02.c, que cria e coloca alguns elementos numa hash table e Makefile, que permite compilar o projecto. Para compilar, basta fazer make. O seu trabalho é completar e implementar esta biblioteca. O ficheiro trab02.c contém alguns testes sobre o funcionamento da hash table. Esses testes mostra-lhe o tipo de abordagem que deverá seguir ao testar o seu programa. No entanto, para começar, deverá simplificar os testes existente em trab02.c, colocando apenas uma pessoa na tabela e verificando a sua presença. No entanto, no final do trabalho, deverá também incluir testes sobre o apagar de elementos da tabela. Trabalho para casa Implemente um programa que, utilizando a hash table criada durante a aula, conte o número de palavras distintas que existem num ficheiro de texto. O seu programa deverá ler um ficheiro indicado na linha de comandos e linha-a-linha verificar as palavras que existem, actualizando a sua contagem na tabela. No final deverá mostrar as palavras existentes ordenadas por frequência 2. O tamanho da tabela pode ser aproximadamente estimado através do tamanho do ficheiro. Assuma que as palavras em média ocupam 10 bytes e que para ficheiros grandes 30% das palavras são únicas. (Utilize a função fseek() e ftell() para ir para o final do ficheiro e descobrir o seu tamanho). Questões 1. Experimente correr este programa com ficheiros de texto grandes. Quão boa é a estimativa para o número de palavras únicas que está a utilizar? Experimente também com ficheiros pequenos. Ajuste a estimativa para melhor se adaptar à realidade. 2. Estime a memória que o seu programa necessita enquanto é corrido (pretende-se um cálculo aproximado). Justifique os cálculos que efectuou. 2 Note que isto implica criar mais uma função que percorre a hash table como um todo. 5

6 3. Acha que uma hash table é uma estrutura de dados adequada para resolver este problema? Justifique. Caso ache que a resposta é não, diga de que forma implementaria este programa (lembre-se no entanto que deverá ser eficiente). 6

Implementação de um analisador léxico: a primeira etapa na construção do compilador Marvel

Implementação de um analisador léxico: a primeira etapa na construção do compilador Marvel Implementação de um analisador léxico: a primeira etapa na construção do compilador Marvel Cláudio Lopes (peso 0.3), Gildo Leonel (peso 0.3), Sérgio Rossini (peso 0.3) 1. Visão Geral Departamento de Ciência

Leia mais

Tabela de símbolos: tabelas de espalhamento

Tabela de símbolos: tabelas de espalhamento Tabela de símbolos: tabelas de espalhamento Marcelo K. Albertini 14 de Janeiro de 2014 2/28 Resumo de complexidades Análises para operação efetuada após N inserções pior caso caso médio keys chave get

Leia mais

Trabalho 3: Agenda de Tarefas

Trabalho 3: Agenda de Tarefas INF 1620 Estruturas de Dados Semestre 08.2 Trabalho 3: Agenda de Tarefas O objetivo deste trabalho é a implementação de um conjunto de funções para a manipulação de uma agenda de tarefas diárias, de forma

Leia mais

Manual do Utilizador

Manual do Utilizador Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra Departamento de Engenharia Electrotécnica e Computadores Software de Localização GSM para o modem Siemens MC35i Manual do Utilizador Índice

Leia mais

Sistemas de Nomes Planos

Sistemas de Nomes Planos Sistemas de Nomes Planos November 2, 2009 Sumário Sistemas de Nomes Planos e DHTs Chord Sistemas de Nomes Planos Tipicamente, sistemas de nomes à escala da Internet usam nomes estruturados hierarquicamente.

Leia mais

Estrutura da linguagem de programação C Prof. Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org

Estrutura da linguagem de programação C Prof. Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org Estrutura da linguagem de programação C Prof. Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org Breve Histórico A linguagem de programação C foi criada na década de 70, por Dennis Ritchie, que a implementou,

Leia mais

Possui como idéia central a divisão de um universo de dados a ser organizado em subconjuntos mais gerenciáveis.

Possui como idéia central a divisão de um universo de dados a ser organizado em subconjuntos mais gerenciáveis. 3. Tabelas de Hash As tabelas de hash são um tipo de estruturação para o armazenamento de informação, de uma forma extremamente simples, fácil de se implementar e intuitiva de se organizar grandes quantidades

Leia mais

Programação Estruturada I

Programação Estruturada I Programação Estruturada I Introdução a Linguagem C Prof. Thiago Caproni Tavares 1 Prof. Mateus dos Santos 2 1 thiago.tavares@ifsuldeminas.edu.br 2 mateus.santos@ifsuldeminas.edu.br Última Atualização:

Leia mais

Programas simples em C

Programas simples em C Programas simples em C Problema 1. Escreve um programa em C que dados dois inteiros indique se são iguais ou qual o maior. Utilizar a construção em 5 etapas... quais? 1. Perceber o problema 2. Ideia da

Leia mais

Administração e Optimização de BDs

Administração e Optimização de BDs Departamento de Engenharia Informática 2010/2011 Administração e Optimização de BDs Mini-Projecto 1 2º semestre A resolução deve ser claramente identificada com o número de grupo e entregue sob a forma

Leia mais

Introdução à Programação

Introdução à Programação Introdução à Programação Introdução a Linguagem C Construções Básicas Programa em C #include int main ( ) { Palavras Reservadas } float celsius ; float farenheit ; celsius = 30; farenheit = 9.0/5

Leia mais

DICIONÁRIOS. template class Par { public: K chave; T valor; Par():chave(),valor()

DICIONÁRIOS. template<class K,class T> class Par { public: K chave; T valor; Par():chave(),valor() DICIONÁRIOS Esta estrutura inclui-se nos chamados contentores associativos, que não são mais do que uma colecção de estruturas de tipo Par, com dois membros de dados (chave de pesquisa e valor associado),

Leia mais

Programação e Sistemas de Informação

Programação e Sistemas de Informação Gestão e Programação de Sistemas Informáticos Programação e Sistemas de Informação Programação e Sistemas de Informação REVISÕES 1 Conteúdos Introdução Declaração de strings Atribuição de valores a strings

Leia mais

ESTRUTURAS DE DADOS AVANÇADAS (INF 1010) (a) Seja um TAD definido por uma lista circular implementada em um vetor.

ESTRUTURAS DE DADOS AVANÇADAS (INF 1010) (a) Seja um TAD definido por uma lista circular implementada em um vetor. PUC-Rio Departamento de Informática Período: 2015.1 Horário: 2as-feiras e 4as-feiras de 17-19 30 de março de 2015 ESTRUTURAS DE DADOS AVANÇADAS (INF 1010) 1 a Lista de Exercícios 1. Lista (a) Seja um TAD

Leia mais

Algoritmos de pesquisa. Tabelas de dispersão/hash

Algoritmos de pesquisa. Tabelas de dispersão/hash Algoritmos de pesquisa Tabelas de dispersão/hash Introdução Motivação: Considerar o problema de pesquisar um determinado valor num vetor (array). Se o vetor não está ordenado, a pesquisa requer O(n) de

Leia mais

Resumo da Introdução de Prática de Programação com C. A Linguagem C

Resumo da Introdução de Prática de Programação com C. A Linguagem C Resumo da Introdução de Prática de Programação com C A Linguagem C O C nasceu na década de 70. Seu inventor, Dennis Ritchie, implementou-o pela primeira vez usando um DEC PDP-11 rodando o sistema operacional

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Introdução à Programação Carga horária total: 60 Carga horária teórica: 0 Carga horária prática: 60 Código da Disciplina: CCMP0041 Período de oferta: 2010.2 Turma: CA

Leia mais

De uma forma ampla, o profissional egresso deverá ser capaz de desempenhar as seguintes funções:

De uma forma ampla, o profissional egresso deverá ser capaz de desempenhar as seguintes funções: PLANO DE ENSINO 1. Identificação Curso: Tecnologia em Desenvolvimento de Software Disciplina: Estrutura de Dados Professor: Msc. Tiago Eugenio de Melo CPF: Regime de Trabalho: 40h CH. Semestral: 100h Siape:

Leia mais

Trabalhos Práticos. Programação II Curso: Engª Electrotécnica - Electrónica e Computadores

Trabalhos Práticos. Programação II Curso: Engª Electrotécnica - Electrónica e Computadores Trabalhos Práticos Programação II Curso: Engª Electrotécnica - Electrónica e Computadores 1. Objectivos 2. Calendarização 3. Normas 3.1 Relatório 3.2 Avaliação 4. Propostas Na disciplina de Programação

Leia mais

Descrição e análise da implementação em Assembly MIPS da função itoa

Descrição e análise da implementação em Assembly MIPS da função itoa Descrição e análise da implementação em Assembly MIPS da função itoa Alana Rocha 1, Guilherme Alves 2, Guilherme Nunes 3 e Luiz Guilherme 4 Objetivo e visão geral do documento Este documento tem o objetivo

Leia mais

Persistência de Dados

Persistência de Dados Persistência de s Universidade do Estado de Santa Catarina - Udesc Centro de Ciências Tecnológicas - CCT Departamento de Ciência da Computação Tecnologia de Sistemas de Informação Estrutura de s II - DAD

Leia mais

Curso de Linguagem C

Curso de Linguagem C Curso de Linguagem C 1 Aula 1 - INTRODUÇÃO...4 AULA 2 - Primeiros Passos...5 O C é "Case Sensitive"...5 Dois Primeiros Programas...6 Introdução às Funções...7 Introdução Básica às Entradas e Saídas...

Leia mais

Hashing. Estruturas de Dados. Motivação

Hashing. Estruturas de Dados. Motivação Estruturas de Dados Hashing Prof. Ricardo J. G. B. Campello Parte deste material é baseado em adaptações e extensões de slides disponíveis em http://ww3.datastructures.net (Goodrich & Tamassia). Motivação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE INFORMÁTICA INFORMÁTICA APLICADA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE INFORMÁTICA INFORMÁTICA APLICADA Responda 1) Quem desenvolveu a linguagem C? Quando? 2) Existe alguma norma sobre a sintaxe da linguagem C? 3) Quais são os tipos básicos de dados disponíveis na linguagem C? 4) Quais são as principais

Leia mais

Linguagens de Programação

Linguagens de Programação Linguagens de Programação Prof. Miguel Elias Mitre Campista http://www.gta.ufrj.br/~miguel Parte IV Introdução à Programação em C++ (Continuação) Relembrando da Última Aula... Funções Classes de armazenamento

Leia mais

Grupo I [6v] Considere o seguinte extracto de um programa de definição de uma calculadora apenas com a função soma de dois valores reais

Grupo I [6v] Considere o seguinte extracto de um programa de definição de uma calculadora apenas com a função soma de dois valores reais Número: Nome: Página 1 de 5 LEIC/LERC 2012/13, Repescagem do 1º Teste de Sistemas Distribuídos, 25 de Junho de 2013 Responda no enunciado, apenas no espaço fornecido. Identifique todas as folhas. Duração:

Leia mais

Trabalho Prático Nº1 Introdução ao C#.NET

Trabalho Prático Nº1 Introdução ao C#.NET Trabalho Prático Nº1 Introdução ao C#.NET 1. OBJECTIVOS - Entender o contexto da plataforma.net - Desenvolver programas simples em C#.NET - Saber efectuar entradas de dados em modo Consola e Windows Forms

Leia mais

Pesquisa em Memória Primária. Algoritmos e Estruturas de Dados II

Pesquisa em Memória Primária. Algoritmos e Estruturas de Dados II Pesquisa em Memória Primária Algoritmos e Estruturas de Dados II Pesquisa em Memória Primária Pesquisa: Recuperação de informação em um grande volume de dados Informação é dividida em registros e cada

Leia mais

Sistemas Operativos I

Sistemas Operativos I Gestão da Memória Luis Lino Ferreira / Maria João Viamonte Fevereiro de 2006 Gestão da Memória Gestão de memória? Porquê? Atribuição de instruções e dados à memória Endereços lógicos e físicos Overlays

Leia mais

1 Introdução. 2 Funcionamento da Aplicação. Projeto de Programação - Entrega Final MEEC - 2012/2013-2.Semestre Farm:TamagoISTi

1 Introdução. 2 Funcionamento da Aplicação. Projeto de Programação - Entrega Final MEEC - 2012/2013-2.Semestre Farm:TamagoISTi Projeto de Programação - Entrega Final MEEC - 2012/2013-2.Semestre Farm:TamagoISTi 1 Introdução Tamagotchi foi um dos primeiros animais de estimação virtuais, extremamente popular no final do último século

Leia mais

O que significa programar e a razão da sua importância. os sistemas informáticos dependem da interacção de inúmeros programas

O que significa programar e a razão da sua importância. os sistemas informáticos dependem da interacção de inúmeros programas Capítulo 1 Introdução Enquadramento da disciplina O que significa programar e a razão da sua importância basilar em qualquer curso de computação os sistemas informáticos dependem da interacção de inúmeros

Leia mais

Algoritmos e Programação Estruturada

Algoritmos e Programação Estruturada Algoritmos e Programação Estruturada Virgínia M. Cardoso Linguagem C Criada por Dennis M. Ritchie e Ken Thompson no Laboratório Bell em 1972. A Linguagem C foi baseada na Linguagem B criada por Thompson.

Leia mais

Filas: conceitos e implementações

Filas: conceitos e implementações Estrutura de Dados I Filas: conceitos e implementações Cesar Rocha cesar@pontoweb.com.br 1 Objetivos Explorar os conceitos fundamentais acerca do uso de filas utilizando a linguagem C Organização e implementação,

Leia mais

Coleções. Page 1. Coleções. Prof. Anderson Augustinho Uniandrade

Coleções. Page 1. Coleções. Prof. Anderson Augustinho Uniandrade Page 1 podem ser comparadas com arrays, visto que também apresentam a capacidade de armazenar referências para vários objetos. Entretanto, as coleções apresentam uma gama de funcionalidades bem maior do

Leia mais

Conceitos Básicos de C

Conceitos Básicos de C Conceitos Básicos de C Bibliografia Problem Solving & Program design in C, Jeri R. Hanly e Elliot B. Kpffman, 3 a edição Data Structures and Algorithm Analysis in C, Mark Allen Weiss, 2 a edição, Addison-Wesley,

Leia mais

1 Introdução. 2 Algumas funções úteis para lidar com strings

1 Introdução. 2 Algumas funções úteis para lidar com strings Departamento de Engenharia Electrotécnica PROGRAMAÇÃO DE MICROPROCESSADORES 2007 / 2008 Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e Computadores 1º ano 1º semestre Strings e apontadores http://tele1.dee.fct.unl.pt

Leia mais

Programação Recursiva versão 1.02

Programação Recursiva versão 1.02 Programação Recursiva versão 1.0 4 de Maio de 009 Este guião deve ser entregue, no mooshak e no moodle, até às 3h55 de 4 de Maio. AVISO: O mooshak é um sistema de avaliação e não deve ser utilizado como

Leia mais

Pesquisa Sequencial e Binária

Pesquisa Sequencial e Binária Pesquisa Sequencial e Binária Prof. Túlio Toffolo http://www.toffolo.com.br BCC202 Aula 20 Algoritmos e Estruturas de Dados I Pesquisa em Memória Primária Introdução - Conceitos Básicos Pesquisa Sequencial

Leia mais

implementação Nuno Ferreira Neves Faculdade de Ciências de Universidade de Lisboa Fernando Ramos, Nuno Neves, Sistemas Operativos, 2014 2015

implementação Nuno Ferreira Neves Faculdade de Ciências de Universidade de Lisboa Fernando Ramos, Nuno Neves, Sistemas Operativos, 2014 2015 Sistemas de ficheiros: implementação Nuno Ferreira Neves Faculdade de Ciências de Universidade de Lisboa Objetivos da aula Descrever algunsdetalhes daimplementação deumsistema de ficheiros Discutir algoritmos

Leia mais

Busca. Pesquisa sequencial

Busca. Pesquisa sequencial Busca Banco de dados existem para que, de tempos em tempos, um usuário possa localizar o dado de um registro, simplesmente digitando sua chave. Uma tabela ou um arquivo é um grupo de elementos, cada um

Leia mais

Algoritmos e Estrutura de Dados II

Algoritmos e Estrutura de Dados II Universidade Federal do Vale do São Francisco Algoritmos e Estrutura de Dados II Professor: Marcelo Santos Linder E-mail: marcelo.linder@univasf.edu.br Ementa Árvores B, grafos e tabelas de hash: alocação

Leia mais

Tipo de Dados em Linguagem C

Tipo de Dados em Linguagem C Tipo de Dados em Linguagem C Principais tipos de dados em C int : tipo de dados inteiros (exemplo: 1, -3, 100, -9, 18, etc.) float : tipo de dados reais (exemplo: 1.33, 3.14, 2.00, -9.0, 1.8, etc.) Ocupa

Leia mais

Este trabalho tem como objetivo praticar o uso de tipos abstratos de dados e estruturas do tipo Lista.

Este trabalho tem como objetivo praticar o uso de tipos abstratos de dados e estruturas do tipo Lista. Universidade Federal do Espírito Santo Departamento de Informática Estruturas de Dados I (INF09292) 1 o Trabalho Prático Período: 2013/1 Prof a Patrícia Dockhorn Costa Email: pdcosta@inf.ufes.br Data de

Leia mais

Tabelas Hash. Também conhecido como tabelas de dispersão. Até agora... MoFvação. Exercício

Tabelas Hash. Também conhecido como tabelas de dispersão. Até agora... MoFvação. Exercício Tabelas Hash Rohit Gheyi Também conhecido como tabelas de dispersão 1 Até agora Listas Chaves ordenadas ou não Árvores Binárias de Pesquisa Ordenadas Heaps Binárias Chaves com certa ordem MoFvação Estruturas

Leia mais

Programação. Folha Prática 3. Lab. 3. Departamento de Informática Universidade da Beira Interior Portugal 2015. Copyright 2010 All rights reserved.

Programação. Folha Prática 3. Lab. 3. Departamento de Informática Universidade da Beira Interior Portugal 2015. Copyright 2010 All rights reserved. Programação Folha Prática 3 Lab. 3 Departamento de Informática Universidade da Beira Interior Portugal 2015 Copyright 2010 All rights reserved. LAB. 3 3ª semana EXPRESSÕES E INSTRUÇÕES 1. Revisão de conceitos

Leia mais

Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies. Cap. 1 Arquitectura de Sistemas de Bases de Dados. Module Introduction

Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies. Cap. 1 Arquitectura de Sistemas de Bases de Dados. Module Introduction Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies Cap. 1 Module Introduction Objectivos O propósito e a origem da arquitectura de base de dados a três níveis. O conteúdo dos níveis externo,

Leia mais

Ficheiros binários 1. Ficheiros binários

Ficheiros binários 1. Ficheiros binários Ficheiros binários 1 Ficheiros binários 1. Considere que dispõe de ficheiros binários cujo conteúdo é constituído por uma ou mais estruturas como a indicada a seguir struct registo { int ref; float var;

Leia mais

Gestão de projectos na Web

Gestão de projectos na Web Gestão de projectos na Web Relatório de desenho de alto nível Versão 1.0, 5 de Maio de 2003 Telmo Pedro Gomes Amaral (mee02013@fe.up.pt) (Grupo 15) Aplicações na Web Mestrado em Engenharia Electrotécnica

Leia mais

Este trabalho tem como objetivo praticar o uso de tipos abstratos de dados e estruturas do tipo Lista.

Este trabalho tem como objetivo praticar o uso de tipos abstratos de dados e estruturas do tipo Lista. Universidade Federal do Espírito Santo Departamento de Informática Estruturas de Dados (INF09292) 1 o Trabalho Prático Período: 2011/1 Prof a Patrícia Dockhorn Costa Email: pdcosta@inf.ufes.br Data de

Leia mais

Introdução a Programação. Ponteiros e Strings, Alocação Dinâmica

Introdução a Programação. Ponteiros e Strings, Alocação Dinâmica Introdução a Programação Ponteiros e Strings, Alocação Dinâmica Tópicos da Aula Hoje aprenderemos a relação entre ponteiros e strings Ponteiros para strings X Vetores de Caracteres Vetores de ponteiros

Leia mais

Sistema de Entrada/Saída

Sistema de Entrada/Saída Conteúdo Ficheiros (jpo@di.uminho.pt) Grupo de Sistemas Distribuídos Departamento de Informática Escola de Engenharia Universidade do Minho Sistemas Operativos 2006-2007 2 Descritores de ficheiros Descritores

Leia mais

Estrutura de um programa em linguagem C

Estrutura de um programa em linguagem C Estrutura de um programa em linguagem C Estrutura de um programa em linguagem C Exemplo de um programa em linguagem C Directivas de Pré-Processamento #include Declarações Globais Declarações

Leia mais

Manual do Gestor da Informação do Sistema

Manual do Gestor da Informação do Sistema Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Licenciatura Informática e Computação Laboratório de Informática Avançada Automatização de Horários Manual do Gestor da Informação do Sistema João Braga

Leia mais

DAS5102 Fundamentos da Estrutura da Informação

DAS5102 Fundamentos da Estrutura da Informação Árvores Existe uma ampla variedade de dados que são comumente organizados sob a forma de árvores hierárquicas utilizadas recorrentemente em nosso dia a dia. Exemplos são a organização administrativa de

Leia mais

Manual do Desenvolvedor Criptografia de Arquivos do WebTA

Manual do Desenvolvedor Criptografia de Arquivos do WebTA Manual do Desenvolvedor Criptografia de Arquivos do WebTA Versão 1.4 Índice 1. Objetivo..3 2. Processo..3 3. API de Criptografia - Biblioteca Java..4 3.1 WEBTACryptoUtil..4 3.1.1 decodekeyfile..4 3.1.2

Leia mais

Identificação das variáveis de entrada; resultados/variáveis de saída e método ou solução. (procedimentos e funções)

Identificação das variáveis de entrada; resultados/variáveis de saída e método ou solução. (procedimentos e funções) Aulas anteriores... Formulação adequada do problema Identificação das variáveis de entrada; resultados/variáveis de saída e método ou solução Definição do algoritmo Método de decomposição hierárquica utilizando

Leia mais

Figure 2 - Nós folhas de uma árvore binária representando caracteres ASCII

Figure 2 - Nós folhas de uma árvore binária representando caracteres ASCII A ocorrência tamanho ASCII codificação de Huffman é um A Codificação método de compactação de Huffman caracteres (American e a variável codificação dos usado símbolos Standard para por cada muitas no Code

Leia mais

Algoritmos e Estrutura de Dados. Prof. Tiago A. E. Ferreira

Algoritmos e Estrutura de Dados. Prof. Tiago A. E. Ferreira Algoritmos e Estrutura de Dados Aula 7 Estrutura de Dados: Listas Prof. Tiago A. E. Ferreira Introdução Um das formas mais usadas para se manter dados agrupados é a lista Lista de compras, itens de estoque,

Leia mais

ESTRUTURAS DE DADOS I. Notas de Aula. Prof. Dr. Gilberto Nakamiti

ESTRUTURAS DE DADOS I. Notas de Aula. Prof. Dr. Gilberto Nakamiti ESTRUTURAS DE DADOS I Notas de Aula 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 2 1.1 Array (vetores)... 2 2. BUSCA DE ELEMENTOS... 3 2.1 Busca Seqüencial... 3 2.2 Busca Binária... 3 2.3 Busca Indexada... 3 2.4 Busca Hash...

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Objectivos Indicação onde são utilizados os computadores Primeiro programa em C++ Etapas básicas do desenvolvimento de programas Projecto centrado nos objectos Classes e programação

Leia mais

Tipos de Dados Avançados Vetores e Matrizes

Tipos de Dados Avançados Vetores e Matrizes SSC0101 - ICC1 Teórica Introdução à Ciência da Computação I Tipos de Dados Avançados Vetores e Matrizes Prof. Vanderlei Bonato: vbonato@icmc.usp.br Prof. Claudio Fabiano Motta Toledo: claudio@icmc.usp.br

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO Carga horária total: 60 h Carga horária teórica: 30 h Carga horária prática: 30 h Código da Disciplina: CCMP0041 Período de oferta: 2015.2 Turma:

Leia mais

Projecto de Modelação, Engenharia de Software e Sistemas Distribuídos 2008-09. Requisitos para a 3ª entrega do projecto.

Projecto de Modelação, Engenharia de Software e Sistemas Distribuídos 2008-09. Requisitos para a 3ª entrega do projecto. Departamento de Engenharia Informática Modelação, Engenharia de Software, Sistemas Distribuídos Requisitos para a 3ª entrega do projecto Test O Matic 10 de Maio de 2009 1 Índice 1 Índice... 1 2 Sumário...

Leia mais

Conceito de classe em C++

Conceito de classe em C++ Introdução à Programação com Classes em C++ Ana Paula Rocha, Luís Paulo Reis, João Pascoal Faria FEUP - MIEEC Programação 2-2008/2009 Conceito de classe em C++ Classe em sentido lato: tipo de dados definido

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados I

Algoritmos e Estruturas de Dados I Algoritmos e Estruturas de Dados I Prof. Daniel M. Martin (daniel.martin@ufabc.edu.br) Aula 7 (laboratório) Exercício de Laboratório Neste exercício você deverá praticar o uso da estrutura de dados 'Fila'

Leia mais

Gestão de Projectos de Software Licenciatura em Engenharia Informática e Computação Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

Gestão de Projectos de Software Licenciatura em Engenharia Informática e Computação Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Gestão de Projectos de Software Licenciatura em Engenharia Informática e Computação Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Projecto SAPIENS Sistema de Avaliação Assistida por Computador RELATÓRIO

Leia mais

Web site. Objetivos gerais. Introdução. http://www.inf.ufes.br/~pdcosta/ensino/2009-1-estruturas-de-dados. Profa. Patrícia Dockhorn Costa

Web site. Objetivos gerais. Introdução. http://www.inf.ufes.br/~pdcosta/ensino/2009-1-estruturas-de-dados. Profa. Patrícia Dockhorn Costa Web site http://www.inf.ufes.br/~pdcosta/ensino/2009-1-estruturas-de-dados Estruturas de Dados Aula 1: Introdução e conceitos básicos Profa. Patrícia Dockhorn Costa Email: pdcosta@inf.ufes.br 01/03/2010

Leia mais

Organização de músicas do Apple itunes: simulação através de técnicas de hashing

Organização de músicas do Apple itunes: simulação através de técnicas de hashing Estrutura de Dados II Universidade Federal de Juiz de Fora 2014.1 Trabalho Prof. Jairo Francisco de Souza Organização de músicas do Apple itunes: simulação através de técnicas de hashing 1. Introdução

Leia mais

DIFERENCIAÇÃO. João Bosco M. Sobral

DIFERENCIAÇÃO. João Bosco M. Sobral DIFERENCIAÇÃO É a comparação de um programa, biblioteca ou outro arquivo, antes e depois de uma ação. Usada com frequência durante a pesquisa de segurança. Pode ser feita em níveis de disco, arquivo e

Leia mais

Programação com Posix Threads

Programação com Posix Threads 9 Programação com Posix Threads Revisão: Data: 11-03-2016 Cap. 9 1/6 Programação multi-threaded com Pthreads 9.1. O que é uma thread? Um processo represente a execução pelo sistema operativo dum programa.

Leia mais

Departamento de Matemática e Engenharias. Licenciatura em Engenharia de Sistemas e Computadores (LESC) Laboratórios III (Microprocessadores)

Departamento de Matemática e Engenharias. Licenciatura em Engenharia de Sistemas e Computadores (LESC) Laboratórios III (Microprocessadores) UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Matemática e Engenharias Licenciatura em Engenharia de Sistemas e Computadores (LESC) Laboratórios III (Microprocessadores) º Trabalho prático Calculadora Não preencher

Leia mais

1 Resumo: Strings e vetores de caracteres. Departamento de Ciência da Computação IME/USP

1 Resumo: Strings e vetores de caracteres. Departamento de Ciência da Computação IME/USP Departamento de Ciência da Computação MAC2166 Introdução a Computação IME/USP Strings e vetores de caracteres 1 Resumo: O uso de strings facilita a manipulação de palavras e textos. Strings são basicamente

Leia mais

DAS5102 Fundamentos da Estrutura da Informação

DAS5102 Fundamentos da Estrutura da Informação Pilhas A estrutura de dados Pilha emula a forma de organização de objetos intuitiva que é utilizada diariamente nos mais diversos contextos da vida humana. Containeres são empilhados e desempilhados diariamente

Leia mais

Introdução. A verificação de tipos pode ser estática e dinâmica

Introdução. A verificação de tipos pode ser estática e dinâmica Análise Semântica Introdução Verifica se as construções sintaticamente corretas possuem significado lógico dentro da linguagem Verifica a consistência da declaração e uso dos identificadores Além disso,

Leia mais

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual

Engenharia de Software Sistemas Distribuídos. 2º Semestre, 2007/2008. Departamento Engenharia Informática. Enunciado do projecto: Loja Virtual Engenharia de Software Sistemas Distribuídos 2º Semestre, 2007/2008 Departamento Engenharia Informática Enunciado do projecto: Loja Virtual Fevereiro de 2008 Índice Índice...2 Índice de Figuras...3 1 Introdução...4

Leia mais

Algoritmo e Programação

Algoritmo e Programação Algoritmo e Programação Professor: José Valentim dos Santos Filho Colegiado: Engenharia da Computação Prof.: José Valentim dos Santos Filho 1 Ementa Noções básicas de algoritmo; Construções básicas: operadores,

Leia mais

5. Generics, Iterators e Comparable em Java. Tipos de Dados Abstractos Generics em Java

5. Generics, Iterators e Comparable em Java. Tipos de Dados Abstractos Generics em Java 5. Generics, Iterators e Comparable em Java Fernando Silva DCC-FCUP Estruturas de Dados Fernando Silva (DCC-FCUP) 5. Generics, Iterators e Comparable em Java Estruturas de Dados 1 / 12 Tipos de Dados Abstractos

Leia mais

Bases de Dados. Bibliografia. 1. Parte I Componente Teórica. Pedro Quaresma

Bases de Dados. Bibliografia. 1. Parte I Componente Teórica. Pedro Quaresma Índice Bases de Dados Pedro Quaresma Departamento de Matemática Universidade de Coimbra 2010/2011 1. Parte I Componente Teórica 1.1 Introdução 1.2 Modelo ER 1.3 Modelo Relacional 1.4 SQL 1.5 Integridade

Leia mais

Aula 01: Linguagens de Programação e Introdução ao Visual C# Express

Aula 01: Linguagens de Programação e Introdução ao Visual C# Express Aula 01: Linguagens de Programação e Introdução ao Visual C# Express EMENTA: Introdução ao Visual C#. Fundamentos da Linguagem. Estruturas de decisão e repetição. Modularização de Programas: Funções. Arrays

Leia mais

- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação

- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação Programação 1I Prof. Osório Árvores Binárias Pag.: 1 - UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação Programação II Disciplina: Linguagem

Leia mais

Periféricos e Interfaces Ano lectivo 2003/2004 Docente: Ana Paula Costa. Aula Teórica 12

Periféricos e Interfaces Ano lectivo 2003/2004 Docente: Ana Paula Costa. Aula Teórica 12 Sumário: A tabela de partições do disco rígido. A root directory. A FAT. Os serviços BIOS para disco. Aula Teórica 12 Leitura Recomendada: Capítulos 28 e 29 - Hans-Peter Messmer, The Indispensable PC Hardware

Leia mais

Memória Flash. PdP. Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 11/12/2005 Última versão: 18/12/2006. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos

Memória Flash. PdP. Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 11/12/2005 Última versão: 18/12/2006. Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos TUTORIAL Memória Flash Autor: Tiago Lone Nível: Básico Criação: 11/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br contato@maxwellbohr.com.br

Leia mais

Introdução à Programação

Introdução à Programação Aula Teórica 1: apresentação Departamento de Informática, UBI Benvindos! O curso de programação à primeira aula da cadeira mais divertida do vosso curso! Não exige estudar por densos e grossos livros,

Leia mais

Tabela de Símbolos. Análise Semântica A Tabela de Símbolos. Principais Operações. Estrutura da Tabela de Símbolos. Declarações 11/6/2008

Tabela de Símbolos. Análise Semântica A Tabela de Símbolos. Principais Operações. Estrutura da Tabela de Símbolos. Declarações 11/6/2008 Tabela de Símbolos Análise Semântica A Tabela de Símbolos Fabiano Baldo Após a árvore de derivação, a tabela de símbolos é o principal atributo herdado em um compilador. É possível, mas não necessário,

Leia mais

1. Fazer um programa em C que pergunta um valor em metros e imprime o correspondente em decímetros, centímetros e milímetros.

1. Fazer um programa em C que pergunta um valor em metros e imprime o correspondente em decímetros, centímetros e milímetros. Lista de exercícios: Grupo I - programa seqüênciais simples 1. Fazer um programa em C que pergunta um valor em metros e imprime o correspondente em decímetros, centímetros e milímetros. 2. Fazer um programa

Leia mais

Tipos de Dados, Tipos Abstratos de Dados Estruturas de Dados

Tipos de Dados, Tipos Abstratos de Dados Estruturas de Dados Tipos de Dados, Tipos Abstratos de Dados Estruturas de Dados Tipo de dados, tipo abstrato de dados, estruturas de dados Termos parecidos, mas com significados diferentes Tipo de dado Em linguagens de programação

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Planificação Anual da Disciplina de TIC Módulos 1,2,3-10.ºD CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE APOIO À GESTÃO DESPORTIVA Ano Letivo 2015-2016 Manual adotado:

Leia mais

Expressões. Prof. Alberto Costa Neto alberto@ufs.br. Linguagens de Programação. Departamento de Computação Universidade Federal de Sergipe

Expressões. Prof. Alberto Costa Neto alberto@ufs.br. Linguagens de Programação. Departamento de Computação Universidade Federal de Sergipe Linguagens de Programação Departamento de Computação Universidade Federal de Sergipe Expressão é uma frase de um programa que ao ser avaliada retorna um valor Tipos Literais Agregados Chamadas de Função

Leia mais

Departamento de Informática

Departamento de Informática Departamento de Informática Licenciatura em Engenharia Informática Sistemas Distribuídos exame de recurso, 9 de Fevereiro de 2012 1º Semestre, 2011/2012 NOTAS: Leia com atenção cada questão antes de responder.

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados: Árvore Binária

Algoritmos e Estruturas de Dados: Árvore Binária Algoritmos e Estruturas de Dados: Árvore Binária Exemplo de árvore binária e são os filhos de Altura desta árvore é 4 é a raiz da sub-árvore esquerda de Rômulo Silva de Oliveira Departamento de Automação

Leia mais

Folha Prática 2. Lab. 2

Folha Prática 2. Lab. 2 Programação Folha Prática 2 Lab. 2 Departamento de Informática Universidade da Beira Interior Portugal 2010 Copyright 2010 All rights reserved. 1. Revisão dos conceitos fundamentais da programação de computadores

Leia mais

Codificação da informação. Execução do programa. Codificação binária. Representação de inteiros positivos. Representação binária

Codificação da informação. Execução do programa. Codificação binária. Representação de inteiros positivos. Representação binária Execução do a calcula-se determinada solução (output) para determinado problema (input) usando um a que é executado no dados do problema (informação de entrada) a solução (informação resultante) Codificação

Leia mais

Departamento de Informática

Departamento de Informática Departamento de Informática Licenciatura em Engenharia Informática Sistemas Distribuídos época de recurso, 28 de Janeiro de 2009 1º Semestre, 2008/2009 NOTAS: Leia com atenção cada questão antes de responder.

Leia mais

BUSCA EM LISTAS LISTAS SEQÜENCIAIS, LISTAS SIMPLESMENTE E DUPLAMENTE ENCADEADAS E LISTAS CIRCULARES

BUSCA EM LISTAS LISTAS SEQÜENCIAIS, LISTAS SIMPLESMENTE E DUPLAMENTE ENCADEADAS E LISTAS CIRCULARES BUSCA EM LISTAS LISTAS SEQÜENCIAIS, LISTAS SIMPLESMENTE E DUPLAMENTE ENCADEADAS E LISTAS CIRCULARES ALGORITMOS DE BUSCA EM LISTAS COM ALOCAÇÃO SEQÜENCIAL Busca em Listas Lineares A operação de busca é

Leia mais

Gestor de Processos Núcleo do Sistema Operativo. Sistemas Operativos 2012 / 2013. Gestor de Processos

Gestor de Processos Núcleo do Sistema Operativo. Sistemas Operativos 2012 / 2013. Gestor de Processos Gestor de Processos Núcleo do Sistema Operativo Sistemas Operativos 2012 / 2013 Gestor de Processos Entidade do núcleo responsável por suportar a execução dos processos Gestão das Interrupções Multiplexagem

Leia mais

2ª Lista de Exercícios

2ª Lista de Exercícios Universidade Federal de Minas Gerais Departamento de Ciência da Computação Algoritmos e Estruturas de Dados II (Turmas M, N, W, F) 1º Semestre de 2012 Profs. Camilo Oliveira, Gisele Pappa, Ítalo Cunha,

Leia mais

Conceitos de Linguagens de Programação

Conceitos de Linguagens de Programação Conceitos de Linguagens de Programação Aula 07 Nomes, Vinculações, Escopos e Tipos de Dados Edirlei Soares de Lima Introdução Linguagens de programação imperativas são abstrações

Leia mais

Introdução a lógica de programação. Aula 02: Linguagens de Programação e Introdução ao Visual C# Express

Introdução a lógica de programação. Aula 02: Linguagens de Programação e Introdução ao Visual C# Express Introdução a lógica de programação Aula 02: Linguagens de Programação e Introdução ao Visual C# Express Roteiro da aula Linguagem de Programação Visual C#: Introdução a C# através de comandos de entrada

Leia mais

Fundamentos de Programação

Fundamentos de Programação Fundamentos de Programação CP41F Conversão de tipos. Alocação dinâmica de memória. Recursão. Aula 16 Prof. Daniel Cavalcanti Jeronymo Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) Engenharia de Computação

Leia mais

ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS 2011/2012 DICIONÁRIO. Armanda Rodrigues 6 de Outubro 2011

ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS 2011/2012 DICIONÁRIO. Armanda Rodrigues 6 de Outubro 2011 ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS 2011/2012 DICIONÁRIO Armanda Rodrigues 6 de Outubro 2011 2 Guardar todos os documentos da biblioteca Vamos voltar ao nosso exemplo da biblioteca Os utilizadores do sistema

Leia mais