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1 Parque Tecnológico Capital Digital Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica Projeto de Cooperação TERRACAP/DIPRE FUB/UnB-CDT-Latitude Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal - TERRACAP Diretoria de Prospecção e Formatação de Novos Empreendimentos-DIPRE José Humberto Matias de Paula

2 Parque Tecnológico Capital Digital Plano de Ocupação Preliminar Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal - TERRACAP Diretoria de Prospecção e Formatação de Novos Empreendimentos - DIPRE José Humberto M. de Paula

3 Poligonal do Parque POLIGONAL PARQUE CAPITAL DIGITAL URB 52/09

4 Lote 1 TERRACAP ( m 2 ) LOTE 1 URB 52/09

5 Lote 2 Escola Superior de Software (14.064m 2 ) LOTES 2 A 6 URB 52/09 Lote 4 FAP/DF-SECTI (6.400m 2 ) Lote 5 Datacenter BRB (3.200m 2 ) Lote 6 CEB - Subestação (8.000m 2 ) Lote 3 Datacenter BB/CEF (40.000m 2 )

6 Datacenter Banco do Brasil/Caixa Econômica Federal 1,00 hectare(s) = 2,4711 acre(s) = ,0000 m 2 (s) Lote 3 Datacenter BB/CEF (40.000m 2 )

7 LOTE 1 URB 52/09 ETAPA 2 ETAPA 1 ETAPA 4 ETAPA 3

8 Retomada do Futuro Utopia Brasileira Retomada do Projeto

9 A Geo-História e a Eco-História do Planalto Central A Geo e a Eco-História do Planalto Central Brasileiro Ma Estamos diante de um mundo antiquíssimo. Essas terras do Planalto Central Brasileiro tem mais de 1 bilhão de anos. São rochas do Grupo Geológico Bambui, Subgrupo Paranoá, aqui assentadas desde o tempo de PANGEA, quando a América do Sul ainda estava ligada à África, a Europa e a Ásia a A presença humana no Planalto Central do Brasil começou a mais de 10 mil anos. O povoamento da região de Brasília, ao contrário do que se pensa, começou muito antes de Juscelino Kubitschek. Por aqui vieram vários povos indígenas, entre os quais os Caiapó e os Goya, que deram nome ao Estado de Goiás A colonização portuguesa só se fez sentir na região 200 anos depois de Cabral, com a instalação dos primeiros currais de gado e a entrada do Bandeirantes em busca de ouro em Minas Gerais e em Goiás até a Missão Cruls.

10 A Eco-História do Planalto Central e a Invenção de Brasília O Movimento Mudancista e a Invenção de Brasília 1710 Invasão do Rio de Janeiro pelo pirata francês Jean François Duclerc. Derrotado e aprisionado por Bento do Amaral Coutinho. Primeiro fato a motivar necessidade geopolítica de interiorizar a capital do Brasil Colônia Sequestro da Cidade do Rio de Janeiro pelo corsário francês Almirante René Duguay Trouin. Abandonou o lugar após receber 610 mil cruzados em ouro, 100 caixas de açúcar e 200 bois. [...] 1960 Inaugurada Brasília em 21 de abril.

11 Brasília nos últimos 50 anos Desenvolvimento Regional Concentração do emprego e do desenvolvimento na grande Brasília Com base em mão-de-obra desqualificada Consequências conhecidas: mobilidade, educação, saúde, emprego, meio ambiente Condições Históricas: Crise do Petróleo Era da Informação Super-modernidade Crise financeira Revolução Ambiental

12 Marco Referencial Mudanças: Retomada de Valores Éticos Novo Modelo de Desenvolvimento Econômico Ciência Tecnologia Conhecimento / Educação Meio Ambiente Financiamento (Público - Privado) Prazos

13 Estruturação do Espaço Descentralização Regional:

14 Idealização do Estudo: Estudo idealizado para atender demanda da Terracap/DIPRE expressa em Termo de Referência Contratação da FUB/UnB-CDT-Latitude, fundamentada na legislação local, principalmente na Resolução-189/TCDF, de 02/07/2009.

15 1. Planejamento Estratégico 1) Análise do ambiente de implantação do PTCD Panorama Mundial Ao que tudo indica, os ciclos prosperidade-recessãorecuperação, que caracterizam a economia mundial, devem continuar ocorrendo no século XXI e nos próximos 35 anos, período em que se desenvolverá o PTCD Panorama Brasileiro Há uma percepção dos atores mundiais de que vale a pena fazer investimentos no Brasil e que mesmo os problemas existentes são conhecidos e têm um risco avaliado. Assim, desse ponto de vista, parece ser um bom momento para lançar o PTCD

16 1. Planejamento Estratégico 1) Análise do ambiente de implantação do PTCD Panorama do Distrito Federal Expressivo mercado para soluções de Tecnologia da Informação e Telecomunicações no DF: segundo mercado brasileiro de TIC Área escolhida de grande qualidade e adequação para implantação do PTCD O DF vem se confrontando com dificuldades de infraestrutura, serviços de saúde, serviços de educação, segurança pública e da correspondente infraestrutura Desigualdades socioeconômicas entre regiões administrativas e entre o DF e seu entorno Dificuldades na situação política Dificuldades no cumprimento da agenda de ciência e tecnologia

17 1. Planejamento Estratégico 1) Análise do ambiente de implantação do PTCD Panorama do Setor de TIC Internacional Em 2020, o setor de TIC atingirá um faturamento de 5 trilhões de US$, partindo de 1,7 trilhão de US$ ao final de 2011 Gastos com TIC no mundo: crescimento de 7% em 2011, com previsão de manter-se em 6,9% em 2012 Nos mercados emergentes, em particular nos BRICS, em 2012 os gastos em TIC crescerão 13,8%, o que consiste em 53% do crescimento mundial A única potencial barreira a tal desenvolvimento é a situação econômico e política na Europa

18 1. Planejamento Estratégico 1) Análise do ambiente de implantação do PTCD Panorama do Setor de TIC Nacional (fonte: BRASSCOM) O segmento de serviços de informação avançou 4,9% em 2011, 3,8% em 2010, acima de 4% em 2009 (acima da alta do PIB do país e à frente de outras atividades, como construção civil, indústria da transformação e comércio) Cerca de 1,2 milhão de trabalhadores na área, cujo salário médio é de R$ 2.950,00 Déficit de profissionais no mercado estimado em 115 mil pessoas Volume de US$ 96 bilhões faz do Brasil o sexto maior mercado de TI do mundo Em 10 anos, o mercado brasileiro chegará a US$ 220 bilhões, o que pode corresponder a 6,5% do PIB Entre 2003 e 2009, o número de empresas de serviços de informação saltou de 55 mil para 70 mil

19 1. Planejamento Estratégico 1) Análise do ambiente de implantação do PTCD Panorama do Setor de TIC Nacional (fonte: BRASSCOM) Necessidade de 750 mil novos profissionais de TIC até 2020 para alcançar a meta de responder por 6,5% do PIB Mercado dominado por multinacionais, mas algumas empresas brasileiras também têm se destacado Principais mercados de TI: SP, RJ, DF, PR, MG, BA, PE e RS Grave problema de mão de obra qualificada: demanda de 78 mil profissionais em 2014, mas apenas 33 mil concluirão cursos na área Índice de desistência nos cursos superiores de TI: 87% em 2010 Deficiências fazem o setor brasileiro de TI ainda ser dependente do mercado interno: exportações de US$ 2,65 bilhões em 2011, menos de 3% do mercado mundial

20 1. Planejamento Estratégico 2) Análise da situação do PTCD Forças A Terracap tem atribuições de administração imobiliária e de agência de desenvolvimento do DF Existência e qualidade da área destinada ao PTCD O PTCD é considerado projeto estratégico do GDF Existência no DF de empresas consolidadas de TI Existência no DF de uma reconhecida capacidade de ensino, pesquisa e extensão Existência de programas de fomento do governo local Fundos específicos para a região e incentivos fiscais para atividades de P&D na região Centro-Oeste Importante montante de compras e investimentos governamentais no setor de TIC

21 1. Planejamento Estratégico 2) Análise da situação do PTCD Fraquezas Problemas de dotação e execução orçamentárias no que se refere à área de ciência, tecnologia e inovação no GDF Descontinuidade de direção e falta de autonomia nas ações referentes ao PTCD. A concretização do Parque vem se arrastando por muito tempo (> 12 anos) Inexperiência do GDF e do setor privado com parcerias públicoprivadas Dificuldades na compreensão e definição do modelo jurídico e do modelo de gestão para a instituição gestora do PTCD Ausência de políticas públicas estruturadas e específicas para implantação de parques tecnológicos; Falta de investimentos e política agressiva de incentivos à pesquisa, desenvolvimento e inovação no setor de TIC Indefinição das questões tributárias para o setor de TIC

22 1. Planejamento Estratégico 2) Análise da situação do PTCD Oportunidades Tendência de valorização de empreendimentos limpos e sustentáveis Crescimento do setor acima da média da economia no Brasil e no mundo; Manutenção da alta demanda de TIC dos governos federal e distrital Interesse crescente de empresas estrangeiras no investimento em países do grupo BRICS Existência de capital de investimentos internacionais orientados para o setor de TIC Interesse de empresas transnacionais em se instalarem no Distrito Federal Possibilidade de criação de ~1.200 empreendimentos e ~ empregos de base tecnológica

23 1. Planejamento Estratégico 2) Análise da situação do PTCD Ameaças Falta de prioridade das sucessivas gestões do GDF para programas de Estado como o PTCD Ausência de articulação política suprapartidária para o projeto Atraso nas decisões acerca do cronograma de implantação Desconhecimento, por parte do sócio privado, de projetos de padrão internacional de parques tecnológicos e da modalidade de parceria público-privada Aversão ao risco que provoque falta de recursos financeiros para viabilização do projeto Desconhecimento por parte dos possíveis investidores acerca do PTCD e suas características positivas Dificuldade para reunir pessoal qualificado para apoio ao desenvolvimento do PTCD Dificuldades de métodos, processos, organização e pessoal Conflitos de interesse entre os participantes Concorrência de outros parques tecnológicos

24 1. Planejamento Estratégico 3) Construção de cenários Cenário nulo (inação do GDF): pouco provável Cenário pessimista (insucesso do PTCD por problemas instransponíveis no certame e na gestão do parque): pouco provável, mas se ocorrer é uma situação reversível, pois a Terracap pode transformar o projeto em uma ação imobiliária Cenário otimista (sucesso total, sem ocorrência de problemas): improvável vista a complexidade e a duração do projeto Cenário realista Um projeto gerenciado continuamente A Terracap deverá ter equipe própria para gerenciar o projeto - Gerência do certame de seleção do parceiro privado até a constituição da entidade gestora do PTCD - Processo específico de gestão de parceria público-privada, com ferramentas de gestão e base de informações adequadas

25 1. Planejamento Estratégico 4) Escolhas estratégicas para o PTCD Foco: Setor de tecnologias da informação e das comunicações Articular a formação, a pesquisa, a inovação, o desenvolvimento de produtos e serviços, a transferência de tecnologia para o mercado, o empreendedorismo, a política econômica (do DF), o fomento público, e outras classes de atividades correlacionadas Segmentação: Inicialmente, sem segmentação de produtos, serviços, tipos de clientes, regiões geográficas, etc. O empreendimento PTCD pode explorar todo o mercado potencial do setor de tecnologias da informação e das comunicações A monitoração do processo de implantação permitirá definir uma estratégia de liderança em um segmento (p.ex.: software-governo), associada a uma estratégia sem diferenciação para os demais segmentos

26 1. Planejamento Estratégico 5) PTCD Visão Ser um ambiente de inovação e desenvolvimento no domínio das tecnologias da informação e das comunicações que produza soluções tecnológicas competitivas no mercado globalizado 6) PTCD Missão Promover por meio de empreendimentos de tecnologia da informação e das comunicações o desenvolvimento, o emprego, a renda e a qualidade de vida no DF

27 1. Planejamento Estratégico 7) PTCD Metas Concluir o processo de seleção do parceiro privado e constituir a entidade gestora do PTCD até o final de 2012 Concluir a definição de políticas de apoio fiscal, tributário e creditício do GDF ao PTCD e aprová-las até o final de 2012 Construção do prédio da SECTI/FAPDF Gerar, até julho de 2012, campanha de marketing de lançamento do PTCD

28 7) PTCD Metas 1. Planejamento Estratégico Implantação do PTCD em 4 rodadas de investimento, referente ao valor mínimo a ser implantado, para que o PTCD tenha competitividade no mercado, não só nacional, mas internacional. Etapa Terracap (R$) Parceira Privada (R$) Área (%) Acum.( %) Inicial , , º. Ano 0, ,71, º. Ano 0, , º. Ano 0, ,

29 7) PTCD Metas 1. Planejamento Estratégico Geração de empregos / empreendimentos Área total edificável (Produto 5.1) de ,40 m², 15% para uso comum Porte das Empresas Área por Empresa (m 2 ) Quantidade de Empresas Área Empresarial (m 2 ) Empregos Diretos por Empresa Empregos Diretos PTCD PME Médias Médio- Grandes Grandes TOTAL

30 1. Planejamento Estratégico 8) PTCD Ações Equipe da Terracap para o projeto: Atribuição de comando sobre tais ações, com as escolha dos modos de execução, a escolha de parceiros, as contratações As ações definem o referencial necessário à monitoração dos resultados, para efeito de verificação do cumprimento das metas Toda a cautela na elaboração do estudo e no regramento do certame com vistas ao atendimento das normas vigentes tanto em âmbito federal quanto local (Resolução 189 /2009-TCDF)

31 2) Prospecção de Alianças e Parcerias 1) Possíveis alianças e parcerias Parcerias com o Governo Distrital FAP-DF Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal SECTI-DF Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação SEFAZ-DF Secretaria de Estado de Fazendo do Distrito Federal SDE-DF Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico NOVACAP Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil Outros Potenciais Parceiros Locais: CEB, CAESB

32 2) Prospecção de Alianças e Parcerias 1) Possíveis alianças e parcerias Parcerias com o Governo Federal UnB Universidade de Brasília MCTI Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação MDIC Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MEC Ministério da Educação Apex Brasil Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos SUDECO Superintendência de Desenvolvimento do Centro- Oeste Receita Federal BNDES Banco Nacional do Desenvolvimento PETROBRAS Petróleo Brasileiro S/A EMBRAPA Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

33 2) Prospecção de Alianças e Parcerias 1) Possíveis alianças e parcerias Parcerias e Alianças Privadas Parcerias Nacionais: SEBRAE, ANPROTEC, SOFTEX, ABDI, ANPEI, outras associações setoriais, empresas Parcerias Internacionais: IASP, AURP, outros parques, empresas Alianças Locais: FIBRA, SINFOR, empresas locais Universidades Privadas: UCB, CEUB

34 2) Prospecção de Alianças e Parcerias 2) Critérios para avaliação dos benefícios das alianças e parcerias Fomento Inovação de Produtos Redução de Custos Inserção em Mercados Escala Aumento de Competitividade Financiamento Apoio Logístico

35 2) Prospecção de Alianças e Parcerias 2) Matriz de Benefícios das alianças e parcerias Entidade Critério a)fomento b)inovação de Produtos c)redução de Custos d)inserção em Mercados e)escala f)aumento de Competitividade g)financiamento FAP-DF sim sim SECTI-DF SEFAZ-DF SDE-DF sim sim sim Novacap sim sim UnB sim sim MDIC sim sim MEC sim MCTI sim sim ApexBrasil sim sim sim SUDECO sim Receita Federal sim sim BNDES Petrobrás sim sim EMBRAPA sim sim SEBRAE-DF sim sim Anprotec sim sim ABDI sim sim ANPEI sim sim SOFTEX sim sim sim sim IASP sim sim AURP sim sim Embraer sim sim sim FIBRA SINFOR sim sim UCB UniCEUB sim sim sim sim sim h)apoio Logístico

36 3. Análise da Viabilidade 1) Viabilidade Técnica: A análise da viabilidade técnica teve base na projeção de infraestrutura de engenharia, tecnológica e dos serviços da entidade gestora do PTCD. O estudo de viabilidade econômica do PTCD é apresentado com base no retorno referente a fornecimento dessa infraestrutura e dos serviços compartilhados, e considerando os custos para implantar tal infraestrutura e mantê-la em operação. Infraestrutura de Engenharia e Gestão Imobiliária Água, esgoto, drenagem pluvial Energia elétrica Parques e Jardins Vias, calçadas e transporte interno Segurança e manutenção predial Aluguel de salas e laboratórios

37 3. Análise da Viabilidade 1) Viabilidade Técnica (Cont.) Infraestrutura Tecnológica: Serviços de gerência de redes e sistemas (datacenter, storage) e comunicação de voz e de dados: Rede de comunicação de dados Internet ultra banda larga Internet sem fio banda larga Telefonia corporativa Videoconferência CFTV (Circuito Fechado de Televisão) Hospedagem de sites e conteúdos Correio eletrônico Gerência e suporte de rede

38 3. Análise da Viabilidade 2) Viabilidade Econômico-Financeiro Rentabilidade atrativa para a parceira Manutenção do controle do projeto pela Terracap Mudança da lógica de desenvolvimento da região Alternativa financeira para a Terracap no futuro Garantia de destinação da área para parque tecnológico Estimativas e fluxo de caixa realizados demonstram a viabilidade financeira Custo de capital nominal: 18,5% Inflação: 4,5% Financiamento BNDES: 6,5% Duração/Prazo: 20 (+ 15) anos Payback em 15, 12 ou 9 anos Projeção de infraestrutura e serviços da entidade gestora demonstram a viabilidade técnica do PTCD Melhor opção que a simples venda da área

39 2. Modelo do Edital TERRACAP/UnB 1) Modelo Proposto: Sugeriu-se um modelo equivalente ao denominado Design Build Finance and Operate (DBFO). Seus moldes permitem a divisão de riscos e vantagens.

40 2. Modelo do Edital TERRACAP/UnB 2) Características principais do DBFO: i. Processo licitatório claro e definido, com diversos facilitadores legais; ii. iii. iv. Realização de um contrato com um empreiteiro do setor privado que irá projetar, construir, operar e financiar uma instalação por um prazo definido, sendo após revertida para o setor público; O estabelecimento é propriedade do setor privado durante o prazo do contrato e ele recupera os seus custos por meio de exploração de serviços, colaboração societária, subvenção e/ou contraprestação; O fator principal é a utilização de financiamento privado e a transferência dos riscos operacionais, de projeto e construção; v. Formas diferentes envolvem diferentes combinações de responsabilidades principais.

41 2. Modelo do Edital TERRACAP/UnB 3) Resolução dos Problemas do Modelo Anterior: a) Não há inversão de fases, havendo primeiramente uma licitação na modalidade Concorrência. b) No caso, a autorização legislativa para a instituição de empresa pública e de sociedade de economia mista difere daquela que é necessária à participação por estas em empresas privadas. c) Não há privatização, mas sim a constituição de empresa privada desde o nascedouro.

42 2. Modelo do Edital TERRACAP/UnB 3) Resolução dos Problemas do Modelo Anterior: d) As opções de cessão ou transferência do imóvel para a SPE a ser criada são abrangentes e correlatas, podendo ser feitas como integralização de capital social, bem como por outros meios, todos já previstos em lei. e) Em termos de viabilidade de encontrar um parceiro, em qualquer caso será resguardado o interesse e o patrimônio públicos em eventual insucesso na busca da parceria. f) Este modelo, além de estar previsto em legislação específica e já ter relevante doutrina acerca de sua utilização, ainda contribui no desenvolvimento da região em diversos aspectos.

43 3. Legıslação Aplıcada 1) Legislação Federal: Lei n /2004 (Lei das PPP s) Lei n 8.987/95 (Lei das Concessões) Lei n 9.074/95 (Regulamenta Outorgas de Concessões) Lei n 8.666/93 (Lei de Licitações) Lei nº 6.404/76 (Lei das AS s) Lei Complementar n 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal) Decreto n 5.385/2005 (Regulamenta o Comitê Gestor previsto na Lei das PPP s) e Decreto n 5.977/2006 (Regulamenta a aplicação da Lei de Concessões à Lei das PPP s).

44 3. Legıslação Aplıcada 2) Legislação Local: Lei n 3.792/2006 (Institui o Programa de PPP s no DF), Lei n 4.167/2008 (Altera a Lei n 3.792/2006), Decreto n /2007 (Aprova o Regimento Interno do Conselho Gestor de PPP s no DF), Decreto n /2008 (Afirma a Inaplicabilidade do Decreto nº /96 às PPP s), Resolução nº 189/2008 (Dispõe sobre o Controle e Fiscalização de Procedimentos de Licitação, Contratação e Execução Contratual das PPP s pelo TCDF) e Decreto n /2011 (Dispõe sobre a Coordenação Política de PPP s no DF).

45 4. Sustentação Jurídica/Operacional da Diretoria frente aos Órgãos de Controle Toda a cautela na elaboração do estudo e no regramento do certame está sendo adotada com vistas ao atendimento das normas vigentes tanto em âmbito federal quanto local (Resolução 189 TCDF).

46 5. Porque participar do negócio e não só vender o lote Apenas vender o lote em uma operação puramente imobiliária implica em um risco tangível de não mais vir a existir um PTCD: na operação puramente imobiliária, não é possível requisitar a existência de uma entidade gestora de atividades de parque tecnológico, mas apenas de destinar o terreno para comércio ou indústria. Em consequência, o não-parque será uma entidade acéfala ou sem coordenação, ou ainda sem objetivos efetivamente monitoráveis e controláveis pelo GDF. Esse cenário já aconteceu antes no DF: Setor Industrial Bernardo Sayão, descaracterizado no que se refere aos empreendimentos tecnológicos; demais imóveis entregues para outros tipos de atividades diversas.

47 4.Edital de Seleção da PPP para a Gestão do PTCD Documentação Geral do Processo Licitatório Concorrencial: Edital Concorrência Anexo I - Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica - EVTEC Anexo II - Projeto Básico Anexo III - Licença de Instalação nº 002/2008 IBAMA/DF do PTCD Anexo IV - Memorial Descritivo MDE 052/09 Anexo V - Normas de Edificação, Uso e Gabarito NGB 002/07Anexo VI - Regulamento Interno do PTCD; Anexo VII - Laudo de Avaliação do Imóvel utilizado pela TERRACAP para a integralização de sua parte no capital social da SPE Anexo VIII - Laudo de Sondagem da área do Lote 1 do PTCD Anexo IX - Modelo de Carta de Credenciamento Anexo X - Modelo de Declaração de Idoneidade Anexo XI - Modelo de Declaração de Recebimento dos Elementos do Edital

48 4.Edital de Seleção da PPP para a Gestão do PTCD Documentação Geral do Processo Licitatório Concorrencial (cont.): Anexo XII - Modelo de Declaração em conformidade com o Decreto n.º de 05/09/2002 Anexo XIII - Modelo de Declaração de Inexistência de Documento Equivalente Anexo XIV - Modelo de Proposta Anexo XV - Minuta de Ata de Assembleia Geral de constituição da SPE Anexo XVI - Minuta do Estatuto Social da SPE Anexo XVII - Minuta do Acordo de Acionistas da SPE Anexo XVIII - Minuta do Contrato de PPP

49 4.Edital de Seleção da PPP para a Gestão do PTCD Realização de PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA (PPP): Modalidade de Concessão Patrocinada Licitação do tipo menor valor da contraprestação a ser paga pela Administração Pública Constituir a SPE- Parque Tecnológico Capital Digital S.A: Prestação de serviços de administração, implantação, desenvolvimento, operação, manutenção e gestão de negócios de infraestrutura do Parque Tecnológico Capital Digital (PTCD) Prazo de 20 (+15) anos PTCD será projetado, estruturado e edificado e mantido em funcionamento de acordo com os parâmetros dispostos no Edital, em terreno de propriedade da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal - TERRACAP

50 A SPE poderá negociar, contratar e explorar no local, com exclusividade, os seguintes produtos e serviços: Administração de condomínio Serviços de segurança Transporte interno de pessoal Manutenção predial (serviços gerais) Negócios imobiliários (locação, built to suit, built to suit and operate, co-location, dentre outros possíveis juridicamente, ressalvada a transferência de propriedade a terceiros) Operações em TIC Transmissão de dados (serviço de banda larga) Serviço de desembaraço aduaneiro Comercialização de energia Serviços de Correios Ressalvada a administração da SPE, as demais atividades a serem procedidas pela mesma poderão ser terceirizadas, mediante a aprovação da unanimidade dos acionistas Os sócios da SPE perceberão a respectiva participação acionária, na

51 Do Objeto Social da SPE: 1. Observar, cumprir e fazer cumprir com o disposto no Edital de Concorrência 2. Planejar, por si ou por terceiros devidamente contratados, o PTCD para abrigar empresas inovadoras da área de tecnologia e/ou serviços especializados, detalhando usos, finalidades, assim como elaborar seu modelo de negócios 3. Desenvolver todos os projetos técnicos necessários à edificação do empreendimento e respectiva aprovação perante os órgãos responsáveis 4. Executar as obras relativas ao PTCD 5. Operar o PTCD buscando a excelência dos produtos e serviços no local disponibilizados 6. Promover a manutenção do PTCD, atendendo a todas as suas necessidades 7. Efetuar a gestão de negócios do PTCD, especialmente visando garantir a administração de condomínio, serviços de segurança, transporte interno de pessoal, manutenção predial (serviços gerais), negócios imobiliários, operações em TIC, transmissão de dados (serviço de banda larga) e comercialização de energia e correios

52 Do Capital da SPE a ser Constituída: A SPE será constituída subsequentemente à assinatura do competente Termo de Adjudicação e deverá assumir a forma de sociedade anônima, de capital fechado, por prazo indeterminado, preservando a natureza de direito privado A TERRACAP integralizará sua parte no capital social com uma área estimada em m 2, avaliada em R$ 1,08 bilhão de reais A licitante vencedora integralizará sua parte no capital social na forma de sua proposta, que deverá observar o disposto neste Edital e seus Anexos O capital social da SPE deverá ser constituído pela soma do valor da área a ser integralizada pela TERRACAP igual a R$ 1,08 bilhão, que corresponderá à 47,07% do capital social, ao valor de subscrição da licitante vencedora, igual a R$ 1,237 bilhão de reais, que corresponderá à 52,93% do capital social

53 Do Capital da SPE a ser Constituída (cont.): O valor a ser subscrito pela licitante vencedora para a formação do capital social da SPE foi calculado levando-se em consideração o valor mínimo a ser utilizado para a implantação do PTCD: A partir de análises de mercado local, nacional e internacional Viabilidade técnica e econômico-financeira Estabelecer condições mínimas de competitividade para o PTCD em nível regional, nacional e mesmo internacional em médio prazo Atender características e as diretrizes previstas no Planejamento Estratégico do GDF/TERRACAP-DIPRE (Mudança na Lógica da Matriz de Desenvolvimento Regional)

54 Da Integralização do Capital da SPE: A constituição da SPE será realizada mediante integralização, em espécie, do valor das ações subscritas pela licitante vencedora, à vista ou parcelada: À vista, de acordo com a proposta da licitante vencedora, será exigido o valor correspondente a todas as ações a serem por ela subscritas, cujo capital deverá ser integralizado, em espécie, na data de assinatura Ata de Assembleia Geral de constituição da SPE Em parcelas: Em espécie, e a título de primeira parcela, a quantia correspondente ao valor apresentado na proposta, sendo esta de, no mínimo, 10% (dez por cento) do valor subscrito pela licitante vencedora a licitante vencedora deverá efetuar a integralização do saldo remanescente, também em espécie, em até no máximo 10 (dez) anos, a partir da data de assinatura da Ata de Assembleia Geral de constituição da SPE

55 Da Contraprestação da Terracap à Empresa Gestora: A TERRACAP, no intuito de viabilizar o presente empreendimento, se dispõe a ceder, enquanto perdurar esta PPP e na forma da proposta vencedora, seus créditos na distribuição de lucros da SPE em favor da Empresa Gestora-EG, como forma de contraprestação pela PPP ora realizada, nos termos do inciso II do art. 6º da Lei Federal nº /2004. O percentual de participação nos créditos da TERRACAP a ser cedido deverá ser proposto pelas licitantes de acordo com o disposto no item 12 do Edital, e seu Anexo XIV, sendo este o critério principal de seleção da vencedora da licitação

56 Da Prorrogação Contratual E Extinção Da PPP Encerrada a relação contratual advinda deste Edital e seus Anexos, deverá ser promovida a reversão, pela cessão gratuita de todas as ações da SPE de titularidade da EG à TERRACAP Na reversão será transferida plenamente da mesma forma a posse e a propriedade de todo o patrimônio, de qualquer natureza, em nome da referida sociedade, extinguindo-se, por consequência, a PPP até então concretizada Finalizada a reversão societária e patrimonial em favor da TERRACAP: Poderá promover a liquidação da SPE e absorver todos os seus direitos e obrigações Efetuar operação societária de forma a transformar a SPE em empresa pública, em sociedade de economia mista Promover nova licitação para formação de nova PPP com os critérios que forem convenientes ou mesmo tornar o capital da empresa em aberto

57 Da Proposta e Julgamento Onde: TPT: é a taxa de participação da TERRACAP nos seus créditos de lucros na SPE, cujo valor máximo é de 0,47 (zero vírgula quarenta e sete) e mínimo é de 0,20 (zero vírgula vinte); TSIC: é o tempo, em anos, para integralização total do capital social da SPE, sendo que se todo o capital for integralizado no ato de criação da sociedade, deve-se usar 1 (um), e não 0 (zero); i: é ano, sendo 0 (zero) o momento de subscrição do capital social da SPE e 11 (onze) o 10º (décimo) ano, último permitido para finalizar a integralização total do referido capital; TCI i : é a taxa de capital social integralizado em i, cujo valor para qualquer i diferente de 0 (zero) encontra-se entre 0 (zero) e 0,9 (zero vírgula nove) e para i igual a 0 (zero) encontra-se entre 0,1 (zero vírgula um) e 1 (um)

58 Da Proposta e Julgamento (cont.) MQAP: é a oferta de metros quadrados extras de construção que se propõe a licitante em custear por sua exclusiva expensas (investimento), além do que deverá ser construído pela aplicação das verbas provenientes da própria integralização de sua participação no capital social da SPE, limitado à m2 (seiscentos e noventa e dois mil oitocentos e sessenta e cinco metros quadrados) TMOT: é a taxa máxima de ocupação do Lote 1 do PTCD, correspondente à m2 (novecentos e cinquenta e oito mil oitocentos e noventa e oito metros quadrados) P: é o resultado final obtido, com quatro casas decimais, que deverá estar entre 0 (zero) e 7,3951 (sete vírgula três mil novecentos e cinquenta e um décimos de milésimos).

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