Capítulo 5. Camada de enlace: enlaces, redes de acesso e redes locais

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1 1 Capítulo 5 Camada de enlace: enlaces, redes de acesso e redes locais

2 2 Redes de computadores I Prof.: Leandro Soares de Sousa Site: Não deixem a matéria acumular!!! Datas das avaliações, exercícios propostos, transparências,... no site!

3 Pilha de protocolos da Internet 3 Lembrando lá... de redes I... Aplicação Transporte Rede Enlace Física

4 Pilha de protocolos da Internet Estrutura da Internet: como ela é organizada para realizar o serviço aplicação: dá suporte a aplicações de rede IP, protocolos de roteamento (roteadores) enlace: transferência de dados entre elementos de rede vizinhos TCP, UDP (hospedeiros) rede: roteamento de datagramas da origem até o destino e repasse FTP, SMTP, HTTP (web) (hospedeiros) transporte: transferência de dados host-ahost 4 Aplicação Transporte Rede Enlace PPP, Ethernet, wifi (switches) física: bits no fio (hubs) Física

5 Pilha de protocolos da Internet Usuários Aplicativos 5 Jogos, Google,IE, Firefox, Apache, Youtube, APPs.. Facebook, BitTorrent... FTP, SMTP, HTTP... Aplicação hospedeiros TCP e UDP Transporte hospedeiros IP, ICMP, protocolos de roteamento... Rede roteadores PPP, Ethernet, Bits no fio Enlace Switches, Torres de celular, Pontos de acesso Wifi Física hubs

6 Como está organizado o curso (partindo do livro texto) Capítulo 1: Redes de computadores e a Internet uma visão geral! Capítulo 2: A camada de aplicação Capítulo 3: A camada de transporte Capítulo 4: A camada de rede Capítulo 5: A camada de enlace (wired) Capítulo 6: A camada de enlace (wireless) Capítulo 7: Redes multimídia Capítulo 8: Segurança em redes Capítulo 9: Gerenciamento de redes Redes de computadores I e II Como estudar para essa disciplina? 6 Aplicação Transporte Rede Enlace Física

7 7 Sumário 5.1 Introdução à camada de enlace 5.2 Técnicas de detecção e correção de erros 5.3 Enlaces e protocolos de acesso múltiplo 5.4 Redes locais comutadas 5.5 Virtualização de enlace: uma rede como camada de enlace 5.6 Redes dos Datacenters 5.7 Um dia na vida de uma solicitação por página Web

8 8 Sumário 5.1 Introdução à camada de enlace 5.2 Técnicas de detecção e correção de erros 5.3 Enlaces e protocolos de acesso múltiplo 5.4 Redes locais comutadas 5.5 Virtualização de enlace: uma rede como camada de enlace 5.6 Redes dos Datacenters 5.7 Um dia na vida de uma solicitação por página Web

9 Objetivos Entender os princípios por trás dos serviços da camada de enlace de dados: detecção e correção de erros compartilhamento de canal de difusão: acesso múltiplo endereçamento da camada de enlace transferência confiável de dados, controle de fluxo: feito! 9 Instanciação e implementação de diversas tecnologias de camada de enlace

10 Camada de enlace: introdução hosts e roteadores são nós canais de comunicação que conectam nós adjacentes ao longo de um caminho de comunicação são enlaces/link enlaces cabeados enlaces sem fio (não cabeados) LANs Pacote da camada de enlace é um quadro/frame, encapsula datagramas 10

11 Camada de enlace: contexto Datagrama é transferido por diferentes protocolos de enlace em diferentes enlaces: Ex.: Celular (4G) no primeiro enlace, Ethernet em enlaces intermediários e no último enlace Cada protocolo de enlace provê diferentes serviços ex.: pode ou não prover transporte confiável de dados através do enlace 11

12 Camada de enlace: contexto Analogia de transporte Viagem de Princeton a Lausanne taxi: Princeton a JFK avião: JFK a Genebra Trem: Genebra a Lausanne turista = datagrama segmento de transporte = canal de comunicação modalidade de transporte = protocolo da camada de enlace agente de viagens = algoritmo de roteamento 12

13 Camada de enlace: protocolos 13

14 Os serviços fornecidos pela camada de enlace 14 Entre os serviços que podem ser oferecidos por um protocolo da camada de enlace, estão: Enquadramento de dados. Acesso ao enlace. Entrega confiável. Detecção e correção de erros.

15 Os serviços fornecidos pela camada de enlace 15 Entre os serviços que podem ser oferecidos por um protocolo da camada de enlace, estão: Enquadramento de dados: encapsula datagrama num quadro adicionando cabeçalho e cauda endereços físicos (MAC) são usados nos cabeçalhos dos quadros para identificar origem e destino de quadros em enlaces multiponto Diferente do endereço IP! Acesso ao enlace: implementa acesso ao canal se meio for compartilhado Entrega confiável (entre nós adjacentes): Já aprendemos como fazer isto (Capítulo 3) Raramente usada em canais com baixas taxas de erro (fibra óptica, alguns tipos de pares trançados) Canais sem fio: altas taxas de erros P: para que confiabilidade na camada de enlace e fim-a-fim?

16 Os serviços fornecidos pela camada de enlace 16 Entre os serviços que podem ser oferecidos por um protocolo da camada de enlace, estão: Detecção e correção de Erros: erros são causados por atenuação do sinal e por ruído receptor detecta presença de erros receptor sinaliza ao remetente para retransmissão, ou simplesmente descarta o quadro em erro Correção: mecanismo que permite que o receptor localize e corrija o(s) erro(s) sem precisar da retransmissão Outras: Controle de Fluxo: compatibilizar taxas de produção e consumo de quadros entre remetentes e receptores Half-duplex e full-duplex: com half duplex, os nós de cada lado podem transmitir, mas não simultaneamente

17 Onde a camada de enlace é implementada? 17 Na maior parte, a camada de enlace é implementada em um adaptador de rede, às vezes também conhecido como placa de interface de rede (NIC). (Integradas ou não Ex.: WiFi) Endereçamento, empacotamento, buffers, interrupções Controle de fluxo, divisão do canal, controle do canal, entrega confiável, detecção e/ou correção de erros...

18 18 Sumário 5.1 Introdução à camada de enlace 5.2 Técnicas de detecção e correção de erros 5.3 Enlaces e protocolos de acesso múltiplo 5.4 Redes locais comutadas 5.5 Virtualização de enlace: uma rede como camada de enlace 5.6 Redes dos Datacenters 5.7 Um dia na vida de uma solicitação por página Web

19 Técnicas de detecção e correção de erros Cenário de detecção e correção de erros 19

20 Técnicas de detecção e correção de erros 20 O desafio do receptor é determinar se D é ou não igual ao D original, uma vez que recebeu apenas D e EDC. A exata sintaxe da decisão do receptor na figura abaixo é importante.

21 21 Verificações de paridade Talvez a maneira mais simples de detectar erros seja utilizar um único bit de paridade. A figura abaixo mostra uma generalização bidimensional do esquema de paridade de bit único. Para 2 ou mais bits não se pode precisar o erro linhas se cruzam em mais de um ponto.

22 Métodos de soma de verificação 22 Um método simples de soma de verificação é somar os inteiros de k bits e usar o total resultante como bits de detecção de erros. O complemento de 1 dessa soma forma, então, a soma de verificação da Internet, que é carregada no cabeçalho do segmento. No IP, a soma de verificação é calculada sobre o cabeçalho IP. Métodos de soma de verificação exigem relativamente pouca sobrecarga no pacote. Problema da troca de bits em uma coluna!

23 Verificação de redundância cíclica (CRC) 23 Uma técnica de detecção de erros muito usada nas redes de computadores de hoje é baseada em códigos de verificação de redundância cíclica (CRC). Códigos de CRC também são conhecidos como códigos polinomiais.

24 Verificação de redundância cíclica (CRC) Um exemplo de cálculo de CRC 24

25 25 Sumário 5.1 Introdução à camada de enlace 5.2 Técnicas de detecção e correção de erros 5.3 Enlaces e protocolos de acesso múltiplo 5.4 Redes locais comutadas 5.5 Virtualização de enlace: uma rede como camada de enlace 5.6 Redes dos Datacenters 5.7 Um dia na vida de uma solicitação por página Web

26 Enlaces e protocolos de acesso múltiplo 26 Um enlace ponto a ponto consiste em um único remetente em uma extremidade do enlace e um único receptor na outra. O enlace de difusão, pode ter vários nós remetentes e receptores, todos conectados ao mesmo canal de transmissão único e compartilhado. Protocolos de acesso múltiplo através dos quais os nós regulam sua transmissão pelos canais de difusão compartilhados.

27 Enlaces e protocolos de acesso múltiplo Vários canais de acesso múltiplo 27

28 Enlaces e protocolos de acesso múltiplo Vários canais de acesso múltiplo 28

29 Protocolos de divisão de canal 29 O protocolo TDM divide o tempo em quadros temporais, os quais depois divide em N compartimentos de tempo. Um exemplo de TDM e FDM de quatro nós:

30 Protocolos de divisão de canal 30 O protocolo FDM divide o canal de R bits/s em frequências diferentes e reserva cada frequência a um dos N nós, criando, desse modo, N canais menores de R/N bits/s a partir de um único canal maior de R bits/s. O protocolo de acesso múltiplo por divisão de código (CDMA) atribui um código diferente a cada nó (Cap.6). Se os códigos forem escolhidos com cuidado, as redes CDMA terão a maravilhosa propriedade de permitir que nós diferentes transmitam simultaneamente.

31 Protocolos de acesso aleatório Slotted ALOHA 31 Hipóteses: todos os quadros têm o mesmo tamanho tempo é dividido em slots de tamanho igual, tempo para transmitir 1 quadro nós começam a transmitir quadros apenas no início dos slots nós são sincronizados se 2 ou mais nós transmitirem num slot, todos os nós detectam a colisão Operação: quando o nó obtém um novo quadro, ele transmite no próximo slot sem colisões, nó pode enviar novo quadro no próximo slot caso haja uma colisão, nó retransmite o quadro em cada slot subsequente com probabilidade p até obter sucesso

32 Protocolos de acesso aleatório Slotted ALOHA 32 Vantagens: único nó ativo pode transmitir continuamente na taxa máxima do canal Altamente descentralizado: apenas slots nos nós precisam estar sincronizados Simples Desvantagens: colisões, slots desperdiçados slots ociosos nós podem ser capazes de detectar colisões num tempo inferior ao da transmissão do pacote sincronização dos relógios

33 Protocolos de acesso aleatório Slotted ALOHA 33 Eficiência é a fração de longo prazo de slots com sucesso quando há muitos nós cada um com muitos quadros para transmitir Assuma N nós com muitos quadros para enviar, cada um transmite num slot com probabilidade p Prob. que nó 1 tenha sucesso em um slot = p(1-p)n-1 Prob. que qualquer nó tenha sucesso = Np(1-p)N-1 Para eficiência máx. com N nós, encontre p* que maximiza Np(1-p)N-1 Para muitos nós, faça limite para Np*(1-p*)N-1 quando N tende a infinito, dá 1/e = 0,37 Melhor caso: canal usado para transmissões úteis em 37% do tempo!

34 Protocolos de acesso aleatório ALOHA Puro 34 Aloha puro (sem slots): mais simples, sem sincronização Ao chegar um quadro no nó transmite imediatamente Probabilidade de colisão aumenta: quadro enviado em t0 colide com outros quadros enviados em [t0-1,t0+1]

35 Protocolos de acesso aleatório ALOHA Puro Eficiência: P(sucesso por um dado nó) = P(nó transmita) x P(nenhum outro nó transmita em [t0-1,t0] x P(nenhum outro nó transmita em [t0,t0+1] = p. (1-p)N-1. (1-p)N-1 = p. (1-p)2(N-1) escolhendo o valor ótimo de p e deixando n -> infinito... = 1/(2e) = 0,18 Ainda pior! 35

36 CSMA (acesso múltiplo com detecção de portadora) 36 Especificamente, há duas regras importantes que regem a conversação educada entre seres humanos: Ouça antes de falar. Se uma pessoa estiver falando, espere até que ela tenha terminado. No mundo das redes, isso é denominado detecção de portadora um nó ouve o canal antes de transmitir. Se alguém começar a falar ao mesmo tempo que você, pare de falar. No mundo das redes, isso é denominado detecção de colisão um nó que está transmitindo ouve o canal enquanto transmite.

37 CSMA (acesso múltiplo com detecção de portadora) 37 Essas duas regras estão incorporadas na família de protocolos de acesso múltiplo com detecção de portadora (CSMA) e CSMA com detecção de colisão (CSMA/CD). Se todos os nós realizam detecção de portadora, por que ocorrem colisões no primeiro lugar? A resposta a essa pergunta pode ser ilustrada utilizando diagramas espaço/tempo.

38 CSMA (acesso múltiplo com detecção de portadora) colisões ainda podem acontecer: atraso de propagação significa que dois nós podem não ouvir a transmissão do outro colisão: todo o tempo de transmissão é desperdiçado nota: papel da distância e atraso de propagação na determinação da probabilidade de colisão 38

39 CSMA (acesso múltiplo com detecção de portadora) 39 CSMA/CD: detecção da portadora, adia a transmissão como no CSMA As colisões são detectadas em pouco tempo Transmissões que sofreram colisões são abortadas, reduzindo o desperdício do canal Detecção de colisões: Fácil em LANs cabeadas: mede a potência do sinal, compara o sinal recebido com o transmitido Difícil em LANs sem fio: o receptor é desligado durante a transmissão Analogia humana: bate papo educado!

40 CSMA (acesso múltiplo com detecção de portadora) 40

41 41 Eficiência do CSMA/CD Definimos a eficiência do CSMA/CD como a fração de tempo durante a qual os quadros estão sendo transmitidos no canal sem colisões quando há um grande número de nós ativos, com cada nó tendo um grande número de quadros para enviar. Indicamos simplesmente a seguinte aproximação:

42 Protocolos de revezamento 42 Polling: Nó mestre convida nós escravos a transmitir em revezamento Preocupações: Overhead com as consultas (polling) Latência Ponto único de falha (mestre) Passagem de permissão (token): controla permissão passada de um nó para o próximo de forma sequencial. mensagem de passagem da permissão Preocupações: overhead com a passagem de permissão Latência Ponto único de falha (permissão)

43 DOCSIS: o protocolo da camada de enlace para acesso à Internet a cabo 43 Data-Over-Cable Service Interface Specifications (DOCSIS) [DOCSIS, 2011] especifica a arquitetura de rede de dados a cabo e seus protocolos. Essa arquitetura utiliza FDM, TDM, Polling e Acesso aleatório!

44 DOCSIS: o protocolo da camada de enlace para acesso à Internet a cabo 44 DOCSIS utiliza FDM para dividir os segmentos de rede em direção ao modem (downstream) e em direção ao CMTS (upstream) em canais de múltiplas frequências. FDM FDM

45 DOCSIS: o protocolo da camada de enlace para acesso à Internet a cabo 45 Os quadros transmitidos no canal do CMTS ao modem são recebidos por todos os modems a cabo que recebem esse canal. (Colisão?) FDM FDM

46 DOCSIS: o protocolo da camada de enlace para acesso à Internet a cabo 46 Dos modems para o CMTS além da divisão por frequências é feita a divisão em slots de tempo. Esses slots são compartilhados por conjuntos de modems. Como não é um round-robin ineficiente, eles são compartilhados através de requisições por utilização. Então... FDM FDM / TDM

47 DOCSIS: o protocolo da camada de enlace para acesso à Internet a cabo 47 Mecanismo de Requisição para alocação e alocação é utilizado Polling Só que a requisição pode colidir, então... FDM FDM / TDM / Polling

48 DOCSIS: o protocolo da camada de enlace para acesso à Internet a cabo 48 Acesso aleatório para as requisições com back-off exponencial. FDM FDM / TDM / Polling / Acesso aleatório

49 49 Sumário 5.1 Introdução à camada de enlace 5.2 Técnicas de detecção e correção de erros 5.3 Enlaces e protocolos de acesso múltiplo 5.4 Redes locais comutadas 5.5 Virtualização de enlace: uma rede como camada de enlace 5.6 Redes dos Datacenters 5.7 Um dia na vida de uma solicitação por página Web

50 Redes locais comutadas 50 Uma rede institucional conectada por quatro comutadores (incluir uma explicação)

51 Endereçamento na camada de enlace e ARP 51 Endereços MAC Cada interface conectada à LAN tem um endereço MAC exclusivo

52 Endereçamento na camada de enlace e ARP 52 Endereços MAC Os comutadores da camada de enlace (por exemplo: switches) não tem endereços MAC (não tem IP para ARP).

53 Endereçamento na camada de enlace e ARP 53 ARP (protocolo de resolução de endereços) Cada interface em uma LAN tem um endereço IP e um endereço MAC (ARP dado um IP MAC) ARP mantém uma tabela (temporária +- 20min) com Consulta ARP: mapeamentos IP MAC. Origem: 1A-23-F9-CD-06-9B Destino: FF-FF-FF-FF-FF-FF MAC de ? Rede ARP Enlace Resposta ARP: Origem: 49-BD-D2-C7-56-2A Destino: 1A-23-F9-CD-06-9B MAC de é 49-BD-D2-C7-56-2A

54 Endereçamento na camada de enlace e ARP 54 Envio de um datagrama para fora da sub-rede Duas sub-redes interconectadas por um roteador Exemplo: de para Sub-redes: /24 e / deveria destinar para 49-BD-D2-C7-56-2A em ?

55 Endereçamento na camada de enlace e ARP Envio de um datagrama para fora da sub-rede Duas sub-redes interconectadas por um roteador Exemplo: de para Sub-redes: /24 e / deveria destinar para 49-BD-D2-C7-56-2A em ? Não! Ninguém reconheceria! O datagrama iria para o céu dos datagramas! Resposta?!?! 55

56 Endereçamento na camada de enlace e ARP 56 Envio de um datagrama para fora da sub-rede Duas sub-redes interconectadas por um roteador Exemplo: de para Sub-redes: /24 e / deveria destinar para 49-BD-D2-C7-56-2A em ? O datagrama teria o IP (correto!), mas para E6-E BB-4B! Pelo que vimos em redes I (Cap.4), o datagrama será repassado para a interface de saída apropriada e usaria ARP para alcançar !

57 57 Ethernet Rascunho de Metcalfe sobre a Ethernet A Ethernet praticamente tomou conta do mercado de LANs com fio. Há muitas razões para o sucesso da Ethernet: 1. Ela foi a primeira disseminada. LAN de alta velocidade amplamente 2. Token ring, FDDI e ATM são tecnologias mais complexas e mais caras do que a Ethernet, o que desencorajou ainda mais os administradores na questão da mudança.

58 58 Ethernet 3. A Ethernet sempre produziu versões que funcionavam a velocidades iguais, ou mais altas. 4. O hardware para Ethernet passou a ser mercadoria comum, de custo muito baixo.. Estrutura do quadro Ethernet Usualmente IP, mas existe suporte para outros, tais como: IPX da Novell, AppleTalk,.

59 59 Ethernet Padrões Ethernet de 100 Mbits/s: uma camada de enlace comum, diferentes camadas físicas (T para cobre e o resto para fibra)

60 Comutadores da camada de enlace 60 A função de um comutador é receber quadros da camada de enlace e repassá-los para enlaces de saída. O comutador em si é transparente aos hospedeiros e roteadores na sub-rede. Filtragem é a capacidade de um comutador que determina se um quadro deve ser repassado ou se deve apenas ser descartado. Repasse é a capacidade de um comutador que determina as interfaces para as quais um quadro deve ser dirigido e então dirigir o quadro a essas interfaces.

61 Comutadores da camada de enlace 61 Filtragem e repasse por comutadores são feitos com uma tabela de comutação. Comutadores são autodidatas (ótimo!!!).

62 Comutadores da camada de enlace 62 O comutador aprende a localização do adaptador com endereço

63 Comutadores da camada de enlace Podemos identificar comutadores: diversas vantagens 63 no uso Eliminação de colisões. Enlaces heterogêneos. Gerenciamento. Processamento de pacotes em comutadores, roteadores e hospedeiros de

64 Comutadores da camada de enlace Processamento de pacotes em comutadores, roteadores e hospedeiros 64

65 65 Sumário 5.1 Introdução à camada de enlace 5.2 Técnicas de detecção e correção de erros 5.3 Enlaces e protocolos de acesso múltiplo 5.4 Redes locais comutadas 5.5 Virtualização de enlace: uma rede como camada de enlace 5.6 Redes dos Datacenters 5.7 Um dia na vida de uma solicitação por página Web

66 Redes locais virtuais (VLANs) 66 Numa corporação, cada área com seu comutador. Interessante, mas no mundo real a coisa é bem diferente. Alguns problemas...

67 Redes locais virtuais (VLANs) 67 Falta o isolamento do tráfego. Tráfego de difusão (ARP, DHCP, Segurança analisadores de pacotes Wireshark,...).

68 Redes locais virtuais (VLANs) 68 Uso ineficiente dos comutadores (várias áreas na empresa, múltiplos comutadores pequenos, um comutador grande sem isolamento? segurança)

69 Redes locais virtuais (VLANs) 69 Gerenciamento de usuários (um usuário muda de área, trabalho temporário noutra área, compartilhamento de salas)

70 Redes locais virtuais (VLANs) VLANs!!!!!!!! 70

71 Redes locais virtuais (VLANs) 71 Um comutador que suporta VLANs permite que diversas redes locais virtuais sejam executadas por meio de uma única infraestrutura física. Isolamento lógico do tráfego. Em broadcast um não vê o outro. Comutadores maiores e com melhor utilização.

72 Redes locais virtuais (VLANs) 72 Conectando 2 comutadores da VLAN a duas VLANs: 2 cabos Nesse caso portas designadas para as diferentes VLANs conectam os dois comutadores, tornando-os transparentes do ponto de vista do usuário da VLAN. Desperdício de recursos!

73 Redes locais virtuais (VLANs) 73 Conectando 2 comutadores da VLAN a duas VLANs: entroncados. O enlace de tronco une os dois comutadores. Como diferenciar as VLANs?...

74 Redes locais virtuais (VLANs) 74 Quadro Ethernet original (no alto); quadro VLAN Ethernet 802.1Q-tagged (embaixo) 2 bytes (81:00) 12 bits (ID da VLAN) - 3 de prioridade (tipo TOS)

75 Comutação de Rótulos Multiprotocolo (MPLS) 75 Virtualização do enlace. Vamos começar nosso estudo do MPLS (Multiprotocol Label Switching) considerando o formato de um quadro da camada de enlace que é manipulado por um roteador habilitado para MPLS. Um roteador habilitado para MPLS é em geral denominado roteador de comutação de rótulos. Mistura técnicas de circuitos virtuais com redes datagrama. Utilizado na implantação de VPNs e TV à cabo via Internet operadoras locais.

76 Comutação de Rótulos Multiprotocolo (MPLS) 76 Cabeçalho MPLS: localizado entre os cabeçalhos da camada de enlace e da camada de rede, portanto só pode ser enviado entre roteadores habilitados para MPLS. Rede MPLS endereço Experimental: Empilhamento Vai que precisa? de cabeçalhos Enlace

77 Comutação de Rótulos Multiprotocolo (MPLS) 77

78 78 Sumário 5.1 Introdução à camada de enlace 5.2 Técnicas de detecção e correção de erros 5.3 Enlaces e protocolos de acesso múltiplo 5.4 Redes locais comutadas 5.5 Virtualização de enlace: uma rede como camada de enlace 5.6 Redes dos Datacenters 5.7 Um dia na vida de uma solicitação por página Web

79 79 Redes do datacenter Nos últimos anos, empresas de Internet como Google, Microsoft, Facebook e Amazon construíram datacenters maciços. Cada datacenter tem sua própria rede do datacenter que interconecta seus hospedeiros e liga o datacenter à Internet. O custo de um grande datacenter é imenso, ultrapassando US$ 12 milhões por mês para um datacenter de 100 mil hospedeiros [Greenberg, 2009a]. A figura a seguir mostra um exemplo de uma rede do datacenter.

80 Redes do datacenter 80 Uma rede do datacenter com uma topologia hierárquica VLANs: balanceamento da carga de requisições Comutador de estante

81 Redes do datacenter Uma rede do datacenter com uma topologia hierárquica 81

82 82 Redes do datacenter As solicitações externas são direcionadas primeiro a um balanceador de carga, cuja função é distribuir as solicitações aos hospedeiros. Para escalar para dezenas a centenas de milhares de hospedeiros, um datacenter normalmente emprega uma hierarquia de roteadores e comutadores. Com um projeto hierárquico, é possível escalar um datacenter até centenas de milhares de hospedeiros.

83 Redes do datacenter 83 Muitas tendências importantes podem ser identificadas: Executar novas arquiteturas de interconexão e protocolos de rede que contornem as desvantagens dos projetos hierárquicos tradicionais. Empregar datacenters modulares (MDCs) baseados em contêineres. Uma tática desse tipo é substituir a hierarquia de comutadores e roteadores por uma topologia totalmente conectada.

84 84 Sumário 5.1 Introdução à camada de enlace 5.2 Técnicas de detecção e correção de erros 5.3 Enlaces e protocolos de acesso múltiplo 5.4 Redes locais comutadas 5.5 Virtualização de enlace: uma rede como camada de enlace 5.6 Redes dos Datacenters 5.7 Um dia na vida de uma solicitação por página Web

85 Um dia na vida de uma solicitação por página Web Não é pouco trabalho! 85

86 Um dia na vida de uma solicitação por página Web Início conectar o computador e ligar na rede da escola 86

87 Um dia na vida de uma solicitação por página Web DHCP P.67 UDP Destino MAC FF:FF:FF:FF:FF:FF ARP 87

88 Um dia na vida de uma solicitação por página Web Registra o retorno e configura o IP ACK DHCP 88

89 Um dia na vida de uma solicitação por página Web Antes busca o roteador de borda ARP 89

90 Um dia na vida de uma solicitação por página Web DNS UDP IP até um servidor autorizado 90

91 Um dia na vida de uma solicitação por página Web Com a resposta DNS enfim vou para o Google! 91

92 Um dia na vida de uma solicitação por página Web HTTP Conexão TCP Busca e resposta! 92

93 Um dia na vida de uma solicitação por página Web E não falei do IP, BGP, OSPF RIP, balanceamento dentro da rede google... 93

94 94 Capítulo 5 - FIM

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