MATERIAIS RECICLÁVEIS

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1 MATERIAIS RECICLÁVEIS Mariana de Moraes Cardoso Luiza Amalia Pinto Cantão Sandro Donnini Mancini Larissa de Lima Pitondo Campus Experimental de Sorocaba

2 Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca da Unesp Câmpus Experimental de Sorocaba C268m Cardoso, Mariana de Moraes. Materiais recicláveis [livro eletrônico] / Mariana de Moraes Cardoso, Luiza Amalia Pinto Cantão, Sandro Donnini Mancini, Larissa de Lima Pitondo. Sorocaba : Unesp Câmpus Sorocaba, f. : il. ISBN: Materiais recicláveis. 2. Metais. 3. Papel. 4. Plásticos. I. Cantão, Luiza Amalia Pinto. II. Mancini, Sandro Donnini. III. Pitondo, Larissa de Lima. IV. Título. CDD 628.4

3 SUMÁRIO Sumário... 3 Metal... 5 Definição e classificação... 5 Produção e descarte... 5 Por que reciclar?... 5 Informações Adicionais... 6 Materiais... 7 Alumínio... 7 Bloco... 7 Chapa... 8 Embalagem... 9 LATA Panela Perfil Metais Ferrosos Aço Inox Antimônio Cobre Latão Papel Definição Tipos de papel Produção e descarte Por que reciclar? Informações adicionais Materiais Caixa Longa Vida Jornal Papel Arquivo Papel Branco Papel Misto Papel Ondulado... 25

4 Revista Plástico Definição Tipos de plástico Produção e descarte Por que reciclar? Informações Adicionais Materiais Politereftalato de etila Politereftalato de Etila (óleo) Polietileno de alta densidade Policloreto de Vinila Polietileno de Baixa densidade Polipropileno Poliestireno Apara Cristal e Mista Vidro Definição Tipos de vidro Produção e descarte Por que reciclar? Informações adicionais Materiais Outros Eletrônico Bateria Bateria e Pilha Motor Referências Bibliografia... 46

5 METAL DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO A matéria prima virgem para a produção dos metais é o minério bruto. As etapas do processo de produção são: 1) beneficiamento do minério, onde ocorre a fragmentação, a separação de fases e a concentração do minério; 2) pré-extração e extração onde ocorrem transformações físicas e químicas; 3) elaboração e refino (retirada das impurezas) e, por fim, 4) fusão e solidificação [13]. Os materiais metálicos classificam-se em dois grupos: ferrosos e não-ferrosos, cujos representantes mais comuns podem ser observados na Tabela 1 [17]. Tabela 1 Classificação dos principais metais e suas aplicações majoritárias. Ferrosos Aço Ferro Fundido Utensílios Ferramentas, domésticos, bases de ferramentas, peças máquina, de automóveis, peças de construção civil, automóveis latas de alimento e etc. bebidas. Não Ferrosos Alumínio Cobre Metais Pesados Latas de Cabos Chumbo, bebidas, telefônicos e níquel, zinco e esquadrias enrolamentos mercúrio. (utilizadas em elétricos. Geralmente portas e utilizados em janelas). baterias. PRODUÇÃO E DESCARTE O Brasil é o país com maior índice de reciclagem de latas de alumínio. Em 2011 o setor movimentou R$ 1,8 bilhão na economia nacional quando aproximadamente 98,3% das latinhas de alumínio foram reciclados [10]. Neste mesmo ano a quantidade de aço produzida no país foi de 35,2 milhões de toneladas e no total, cerca de 47% das latas de aço consumidas foram recicladas. POR QUE RECICLAR? Na reciclagem de metais economiza-se até 97% da energia utilizada para a produção do metal a partir da matéria prima virgem [14]. Isso ocorre, pois não é preciso realizar o processo de extração e beneficiamento do minério. Além dessas vantagens o metal pode ser reciclado inúmeras vezes sem que ocorra perda de nenhuma de suas propriedades. Além de poupar energia, as emissões atmosféricas (poluentes lançados no ar) e aquosas (poluentes lançados nos rios) são menores, assim como a quantidade de resíduos sólidos gerados [13]. Por exemplo, em certa etapa da produção do alumínio, é gerado um resíduo insolúvel, a lama vermelha, que apresenta riscos de contaminação do solo e 5

6 lençol freático se não disposto de maneira correta, além dos altos custos associados ao seu manejo e disposição [22]. Os metais pesados (descritos na Tabela 1) se descartados de maneira errada podem ter efeito danoso nos seres vivos, pois se acumulam no solo, na água e consequentemente nos organismos, o que pode provocar sérias doenças [17]. ADICIONAIS Assim como os outros materiais, os metais também devem ser separados para a reciclagem. Para separar os ferrosos dos não ferrosos utilizam-se imãs, uma vez que devido às propriedades eletromagnéticas dos metais ferrosos, eles são atraídos e facilmente separados dos outros. A separação dos metais não ferrosos é mais complicada, mas pode ocorrer com base no peso específico, cor e aplicação [13]. Uma curiosidade sobre a reciclagem de latinhas de alumínio é que devido à eficiência da coleta seletiva e ao seu processo de reciclagem, é possível que o ciclo de uma latinha após descartada, passando pela reciclagem e retornando ao consumidor de novo ocorra em apenas 33 dias [10]. Aço e ferro fundido são ligas onde o principal elemento é o ferro. A separação de ambos pode ser feita com base na aplicação ou com o uso de técnicas mais avançadas. Como a diferença principal entre ambos é o teor de carbono é comum reciclar conjuntamente os dos materiais e posteriormente ajustar o teor para o que se deseja. 6

7 MATERIAIS ALUMÍNIO BLOCO Fonte: ESPÉCIE Alumínio SUBESPÉCIE Bloco Alumínio bloco, alumínio fundido. Peça fundida em alumínio de formato retangular com ou sem furos e cor prateada. Tem como função alojar cilindros de um motor de combustão interna e também utilizado na fabricação de peças de alumínio. Como qualquer outro produto de alumínio, é 100% reciclável. Esse material possui no mínimo 2 cm de espessura, sendo menor ele é considerado um Perfil. 7

8 CHAPA ESPÉCIE Alumínio SUBESPÉCIE Chapa Chaparia, chapamista, chapa off-set. Em sua forma bruta, o formato é retangular e a espessura depende do produto que será formado. Tubos de aerossol, cadeira de praia, antenas de TV e baús de caminhão. Como qualquer outro produto de alumínio, é 100% reciclável. As chapas são materiais de grande maleabilidade e durabilidade, por isso são empregados em produtos leves como tubos de aerossol e cadeira de praia. Nos tubos de aerossol as tampas são feitas de plástico (polipropileno) ou de acrílico. 8

9 EMBALAGEM ESPÉCIE Alumínio SUBESPÉCIE Embalagem de alumínio Marmitex, folha de alumínio usada, lacres, cartela de remédio (feita só de alumínio). De cor prateada e seu formato depende do produto. Acondicionar alimentos, produtos ou lacrar latas. Como qualquer outro produto de alumínio, é 100% reciclável. Para melhor aproveitamento, todas as embalagens que tem contato com alimento ou produto de fácil degradação, devem ser lavadas antes do descarte, pois muitas vezes quando chegam às cooperativas elas tem de ser descartada para o lixo orgânico, pois sua reciclagem fica pouco interessante. 9

10 LATA ESPÉCIE Alumínio SUBESPÉCIE Lata Lata Cilíndricas e possuem uma cor prateada no fundo, na parte de cima da lata e no seu interior. Sua coloração nas laterais depende da marca e do fabricante do produto. Acondicionar líquidos. Como qualquer outro produto de alumínio, é 100% reciclável e a cada 1000 Kg de alumínio reciclado significam 5000 Kg de minério bruto (bauxita) poupado. Outro ponto importante para o meio ambiente é que para reciclar o alumínio é gasto apenas 5% da energia que seria utilizada para se produzir o alumínio primário, ou seja, uma economia de 95%. Por ser um produto com alto preço de venda, as latinhas são muito procuradas por catadores autônomos e cooperativas. Outras latas como as de molho, leite condensado e outros produtos de conserva, por exemplo, sardinha, atum e milho, são latas feitas de aço com revestimento de estanho e, embora igualmente recicláveis, não tem um preço tão alto quanto a de alumínio. 10

11 PANELA ESPÉCIE Alumínio SUBESPÉCIE Panela Panela de cozinha. Cor prateada e tem vários tamanhos. Possui um cabo na lateral (feito de material variado como madeira ou baquelite) e pode ou não possuir algum tipo de revestimento interno. Preparo de alimentos. Como qualquer outro produto de alumínio, é 100% reciclável. O cabo da panela só é reciclado se for de alumínio ou inox, quando são de madeira ou de baquelite (plástico termofixo), não são reciclados. 11

12 PERFIL ESPÉCIE Alumínio SUBESPÉCIE Perfil Perfil de alumínio, perfil para janela, aro de bicicleta, trilho de cortina. Cor prateada, seu formato depende da sua utilização, tem espessura variável e é um produto maleável. Utilizados em obras como placa de nivelamento, cantoneira de piso, perfil de portas e janelas. Como qualquer outro produto de alumínio, é 100% reciclável, mas uma das dificuldades na hora da reciclagem é contaminação com algumas substâncias como tintas e cimento. No Brasil, algumas indústrias estão produzindo perfis de alumínio com 80% de metal reciclado e 20% de alumínio primário [25]. 12

13 METAIS FERROSOS ESPÉCIE Metais ferrosos Aço, Ferro, panela de ferro, roda de ferro. Para a separação do ferro dos metais não-ferrosos, são utilizados imãs pois devido às propriedades eletromagnéticas do ferro, estes são atraídos. Utensílios domésticos, ferramentas, peças de automóveis estruturas de edifícios, latas de alimentos, bebidas, bases estruturais de móveis. 100% reciclável, a menos que exista presença de substâncias restringente como o níquel. O ferro é um dos elementos mais antigo e sempre foi feita sua reciclagem, pois permite uma mobilidade para a fabricação de vários objetos. 13

14 AÇO INOX ESPÉCIE Aço inox Inox bom, inox ferroso, panela de inox. Suas características são parecidas com as do alumínio, sendo mais pesados e bem diferentes na estrutura e na sua composição. Ele contém pelo menos 10,5% de cromo, o que permite uma melhor resistência à corrosão. Alguns tipos não são magnéticos (não pegam imã) e isso pode dificultar a separação. Utensílios domésticos como fogão, panela, bandejas, talheres, tigelas e também ferramentas, equipamento industriais, hospitalares e de restaurantes. O aço inox é 100% reciclável e 70% da produção de aço inox é feita de matéria prima secundária, ou seja, inox já utilizado. A liga do aço inox é nobre, por isso é raro produtos desse material serem jogados fora, todos são reaproveitados ou reciclados. 14

15 ANTIMÔNIO Fonte: Fonte: ESPÉCIE Antimônio Estíbio e ligade solda. Sua forma elementar é um sólido cristalino, fundível, quebradiço, branco prateado que apresenta uma condutividade elétrica e térmica baixa, e evapora em baixas temperaturas. A sua aplicação mais importante é como constituinte de uma liga à base de chumbo para conferir dureza e rigidez, melhorando igualmente a resistência à corrosão. É também utilizado como ingrediente em ligas de estanho. O antimônio é ainda usado em revestimento de cabos, moldes, soldaduras e tubos. Para que ocorra sua reciclagem o antimônio é retirado dos materiais que é utilizado como solda ou componente. 15

16 COBRE Fonte: Fonte: ESPÉCIE Cobre Fio de cobre com capa ou sem capa, cobre limpo, cobre cabo, cobre misto. Seu formato é cilíndrico e sua cor âmbar (amarronzado), sua espessura e seu comprimento dependem da utilização. Fios de instalação de residências/indústrias com isolação, cabos unipolar com isolação, cobre queimado, cobre em rolamentos de motores, tubos de instalação de água quente e refrigeração, cobre com solda, cobre estanhado, calha estanhada, taxos, alambiques, cavaco, radiadores de veículos como caminhões e tratores. A indústria da reciclagem de cobre é capaz de recuperar praticamente 100% do cobre utilizado, criando muito pouco ou nenhum lixo residual. Este processo inclui uma economia de 85% em relação à produção primária, que é extração e conversão do cobre. A grande vantagem da reciclagem do cobre é evitar as despesas da fase de redução do minério a metal. Essa fase envolve um alto consumo de energia, e requer transporte de grandes volumes de minério e instalações relativamente caras, destinadas à produção em grande escala. Outro fato curioso é o roubo de cobre de fiações elétricas durante o uso, o que acontece, pois o seu preço é alto perto de outros materiais. 16

17 LATÃO Fonte: ESPÉCIE Latão Latão cavaco, latão pingo, latão sucata, latão pontas, latão estamparia, metal. É uma liga composta por zinco e cobre, sua coloração é dourada e seu material é fácil de moldar. Limalhas em usinagem em geral, fundição de latão, torneiras, chuveiros, antenas, aquecedores, ralos, registros, válvulas, misturadores de lavatórios, usinagem de vergalhão latão e instrumentos musicais, cadeado, chaveiro e chave. São 100% recicláveis e sua reciclagem leva a economia de água e energia elétrica, comparada à produção do metal a partir dos minérios correspondentes. A reciclagem de latão no Brasil recupera mais de t de zinco por ano. 17

18 PAPEL DEFINIÇÃO O papel pode ser utilizado de várias maneiras nos, por exemplo, caixas para transporte de mercadorias (papel ondulado), embalagens de alimentos (embalagem Longa Vida), folhas para impressão (papéis de escritório) e uma variedade de produtos para higiene e limpezacomo papéis higiênicos e lenços [e]. A matéria-prima utilizada na produção do papel é principalmente a celulose, originada de árvores. Após a obtenção da madeira ela é misturada com água e obtida uma massa à qual são acrescentados vários produtos. Essa massa passa por dois processos: úmido e seco. O primeiro é onde a folha é formada separando as fibras de celulose da água sobre uma tela. No segundo, a folha passa por cilindros altamente aquecidos por vapor onde ocorre uma secagem complementar [6]. TIPOS DE PAPEL Tabela 2 Classificação do papel e suas aplicações. Papel Escritório Papel Ondulado Embalagem Longa Vida Incluem papéis de carta, blocos de anotação, de copiadoras, de impressoras, revistas e folhetos [11]. Também conhecido como corrugado e popularmente chamado de papelão. Ele é utilizado basicamente em caixas para transporte de produtos. Este material possui uma camada intermediária de papel entre suas partes exteriores, disposta em ondulações [12]. As fibras de celulose do papelão são geralmente maiores que as do papel comum. Também chamada de cartonada ou multicamadas. Serve para preservação dos alimentos e é composta de várias camadas de papel, polietileno de baixa densidade (plástico) e alumínio [7]. PRODUÇÃO E DESCARTE No Brasil, em 2011, foram produzidas 9,9 milhões de toneladas do produto [4]. A indústria recicladora utiliza como matéria-prima aparas de papel (papéis usados) em vez de novas árvores, a grande maioria de origem do comércio, indústrias, escritórios e residências [18]. Quem realiza a triagem, a classificação e o enfardamento do material são os aparistas e/ou cooperativas que posteriormente encaminham esses materiais para as fábricas.no total, 45,5% de todos os papéis que circularam no País, em 2011, foram encaminhados à reciclagem [5]. 18

19 POR QUE RECICLAR? O papel é um material relativamente fácil de ser decomposto, sendo picotado, e misturado a outros resíduos, torna-se fonte de nitrogênio para os micro-organismos [11]. Mas, por outro lado, nos aterros sanitários, devido à falta de contato com o ar e a água, ele se degrada lentamente [5]. Visto que a redução da quantidade de resíduo deste material é uma tarefa difícil [11], sua reciclagem ajuda a diminuir o volume de detritos ao ser descartado em lixões e aterros sanitários já saturados [5]. Também há vantagem econômica, já que na fabricação de uma tonelada de papel, a partir de aparas, 2,5 barris de petróleo, 98 mil litros de água e KW/h de energia elétrica são economizados [2]. Porém, ao contrário de outros materiais recicláveis, as fibras de papel não são infinitamente recicláveis. O limite da reciclagem está entre 4 a 6 ciclos de processamento, e durante o processo de reciclagem parte das fibras tem seu comprimento diminuído e parte são extraídas [18]. ADICIONAIS Na reciclagem do papel há algumas características que podem inviabilizar tecnicamente sua reciclagem como: as tintas utilizadas na fabricação do papelão, tratamentos antiumidificação, onde resinas insolúveis em água são adicionadas, e umidade em excesso [12]. Apesar de as embalagens Longa Vida serem compostas de papel, plástico e alumínio, todos os seus componentes podem ser separados e reciclados. As fibras de celulose são agitadas com água e sem produtos químicos, hidratando as e separando as das camadas de plástico e alumínio. Estes por sua vez seguem para outros processos produtivos, onde são separados e podem ser utilizados na fabricação de placas, telhas, canetas, vassouras, banquetas e outros [7]. 19

20 MATERIAIS CAIXA LONGA VIDA ESPÉCIE Caixa Longa Vida PRODUTOS Embalagens de alimentos líquidos em geral. A caixa longa vida é formada por três materiais: papel, plástico e alumínio. Tem sua distribuição feita em 6 (seis) camadas, sendo 4 de plástico polietileno, uma de alumínio e outra de papel, intercaladas. As proporções dos componentes são: Componentes da caixa Longa Vida Plástico 20% Alumínio 5% Papel 75% Funções: Papel: Oferece resistência à embalagem e recebe a impressão. Alumínio: Protege o alimento da luz. Plástico: Isola o papel da umidade, impede o contato do alumínio com o alimento e funciona como elemento de adesão entre os materiais. Mantém os alimentos conservados sem resfriamento e os conserva por mais tempo. A embalagem é 100% reciclável, podendo o papel ser utilizado novamente no seu próprio processo de fabricação e o alumínio junto com o plástico será transformado em telhas, cabos de pá, vassouras e coletores, e outros produtos. O alumínio e o plástico podem ser separados um do outro e seguirem para reaproveitamento distinto, porém essa separação ainda é pouco praticada no Brasil. O plástico utilizado é o polietileno de baixa densidade (PEBD). 20

21 JORNAL ESPÉCIE Jornal Jornal Geralmente são feitos com fibras secundárias (fibras já usadas na fabricação de papel), por isso podem possuir qualidade inferior. Veiculação de notícias e embrulhos para materiais que possam cortar ou machucar o usuário, como embrulhar copos de vidro para mudança de casa. São 100% recicláveis, podendo, ser usado na fabricação de outro jornal e também caixas de ovo. O jornal é normalmente feito de papel reciclado, por isso seu preço costuma ser inferior ao do papel branco. 21

22 PAPEL ARQUIVO ESPÉCIE Papel arquivo. Aparas de papéis de escritórios e gráficas. Papéis brancos impressos com tinta preta ou colorida. Utilizados para impressão em escritórios, gráficas, residências e outros. Composição igual a do papel branco e é 100% reciclável. Papel de livro é considerado papel arquivo, mas as capas geralmente não são recicláveis, pois possuem alto teor de plástico em sua composição. 22

23 PAPEL BRANCO ESPÉCIE Papel branco Papel sulfite, formulário de computador, papel para impressão e resto de papel branco cortado. Feitos de fibras virgens (usadas pela primeira vez na fabricação do papel), essas são proveniente de árvores. Tem como finalidade impressões, bloco de anotações, caderno e livro. O papel é 100% reciclável, usado na fabricação de jornais e papel de baixo valor comercial. Na fabricação de papel a partir da madeira há a geração de um líquido chamado de licor negro, altamente poluente. 23

24 PAPEL MISTO ESPÉCIE Papel misto Panfletos de propagandas, encartes, aparas de papéis de escritórios e gráficas, papel brilhante, envelopes e saco de pão. São papéis impressos e que possuem qualquer tipo de composição, exceto o plástico. É usado para divulgações de eventos, cartazes, panfletos. Também é empregado para impressão de informações das empresas, escritórios, em qualquer local que utiliza papel impresso. Como sua composição original é igual a do papel branco, por isso é 100% reciclável. Papel misto é utilizado para a fabricação de papelão, papel jornal e papel higiênico. 24

25 PAPEL ONDULADO ESPÉCIE Papel ondulado Papelão, Caixa de Papelão Pode ser formado com até 80% de papel reciclado. Ele é geralmente constituído por 3 (três) partes sendo a primeira de papel-capa, o segundo de papel miolo e o terceiro de papel-defundo. Transporte e armazenamento de produtos. 100% reciclável, podendo, o papel ser utilizado novamente no processo de fabricação de outro papel ondulado. O papel de melhor qualidade depois da reciclagem é usado para as partes externas e o papel de qualidade inferior é geralmente utilizado no miolo. 25

26 REVISTA ESPÉCIE Revista Revista, folhetim Sua folha normalmente tem uma alta coloração e brilho.sua composição química é bem parecida com do papel branco,diferenciando se por possuir uma quantidade pequena de plástico para permitir sua forma mais rígida e brilhante. Divulgação de informações. Só se recicla papel revista porque possui uma quantidade muito pequena de plástico em sua composição. Se em sua composição existisse uma alta quantidade de plástico, como no caso de capas de livros comuns, sua reciclagem seria bem mais difícil. 26

27 PLÁSTICO DEFINIÇÃO Os plásticos são polímeros (moléculas muito grandes) formados principalmente por átomos de carbono e podem ser obtidos a partir de recursos naturais renováveis como cana-de-açúcar, óleo de mamona, óleo de soja e celulose assim como recursos naturais não renováveis como amônia e carvão mineral. Porém, a grande fonte de matéria-prima para este material é o petróleo, igualmente um recurso não renovável. Os plásticos são divididos em dois grupos, os termoplásticos e os termofixos. No primeiro grupo estão os plásticos que amolecem ao serem aquecidos, sendo possível moldá-los e quando resfriados tornam a ficarem sólidos. Os termoplásticos são: PET (politereftalato de etila), PEAD (polietileno de alta densidade), PVC (policloreto de vinila), PEBD (polietileno de baixa densidade), PP (polipropileno) e PS (poliestireno). No segundo grupo estão os que não derretem, nem altas temperaturas, apenas se degradam (queimam), o que torna sua reciclagem mais difícil [8]. TIPOS DE PLÁSTICO Tabela 3 Tipos de plástico e suas aplicações, bem como a numeração de identificação (voluntária). PET (politereftalato de etila) PEAD (polietileno de alta densidade) PVC (policloreto de vinila) PEBD (polietileno de baixa densidade) PP (polipropileno) PS (poliestireno) Outros Embalagens de refrigerante, água, suco, cosméticos e outros. Engradados de bebidas, baldes, sacolas plásticas, entre outros. Geralmente opacos ou translúcidos. Comum em tubulações e chinelos. Embalagens de alimentos como arroz, feijão, açúcar, sal, entre outros. Geralmente são plásticos mais grossos e transparentes. Embalagens de salgadinhos, biscoitos, potes, tampas de embalagens, entre outros. Copos descartáveis, carcaças de aparelhos eletrônicos, isopor, entre outros. Embalagens mistas ou feitas de outros termoplásticos. 27

28 PRODUÇÃO E DESCARTE Em 2011, foram consumidas 6,5 milhões de toneladas de resinas termoplásticas e cerca de 21,7% foram recicladas. As resinas mais utilizadas no Brasil são as de PEBD (polietileno de baixa densidade) e PP (polipropileno), cada uma representa 23% do total de plásticos consumidos no Brasil [16]. POR QUE RECICLAR? Com o uso de plástico reciclado, é possível economizar até 50% da energia gasta na produção do material a partir da matéria prima virgem [16]. Além da economia de energia, os materiais plásticos geralmente ocupam muito espaço nos aterros pela dificuldade de compactação e sua baixa degradabilidade. E o seu descarte indevido pode colaborar para sérios problemas ambientais como enchentes e também afetam a vida aquática, onde muitas vezes os animais ficam presos nos materiais e podem até comê-los [21]. ADICIONAIS Os termoplásticos são reciclados separadamente, devido à diferença nas composições químicas, sendo que muitos são incompatíveis quando misturados ou, no mínimo, sua mistura resultar na perda de qualidade e em defeitos no produto final [16]. Para facilitar a separação, a maioria das embalagens apresenta uma simbologia padrão (como mostra a Tabela 3), que diferencia cada tipo de plástico, porém, nem sempre isso ocorre. Então existem outras maneiras de se identificar o tipo de plástico como, entre outros meios, observando o material durante a queima cor da chama, da fumaça e odor, transparência, dureza, rigidez e densidade. [19]. Um fator limitante na reciclagem do plástico é que seus produtos finais não podem ser utilizados na indústria de alimentos, pois podem contar algum tipo de contaminação. O PET, por exemplo, o plástico com maior índice de reciclagem, é transformado em produtos não alimentícios, como fio de poliéster para a produção de tecidos [22]. Para a produção de PET para contato direto com alimentos há que se abrir mão de técnicas e procedimentos que convençam a Agência Nacional de Vigilância Sanitária a autorizar pontualmente [24]. Além da reciclagem mecânica (transformação do plástico descartado em um novo produto a partir da fusão, ou seja, derretimento), também há a opção da reciclagem química de plásticos: quando calor e/ou solventes específicos (nesse último caso somente para alguns termoplásticos) destroem a cadeia principal do polímero dando origem a produtos químicos diversos. 28

29 MATERIAIS POLITEREFTALATO DE ETILA ESPÉCIE Poli (tereftalato de etila), Poli (tereftalato de etileno) PET, polietileno tereftalato Geralmente é transparente ou verde e tem brilho, característica que o diferencia dos outros plásticos. Possui alta resistência mecânica, térmica e química. Fibras fortes, monofilamentos, filmes resistentes e embalagens de alimentos, cosméticos e outros. 100% reciclável. Pode ser utilizada na fabricação de tecidos, além de se transformar em outra embalagem de PET, porém não de alimentos. Uma forma de identificar uma garrafa PET é observando um umbigo na parte inferior da embalagem, o que caracteriza o processo de fabricação desse tipo de embalagem. 29

30 POLITEREFTALATO DE ETILA (ÓLEO) ESPÉCIE Politereftalato de etila PET de óleo, embalagem de óleo de cozinha. Transparência, resistência mecânica, térmica, química e brilho. Fibras fortes, Monofilamentos, Filmes resistentes e Garrafas. Assim como o PET comum o PET óleo é 100% reciclável, pois possui a mesma composição química e física do PET comum. Há a separação do PET comum do PET óleo nas cooperativas, pois a reciclagem desse PET geralmente necessita de uma lavagem mais eficiente que a do PET comum e isso encarece o processo. Por isso, ele é normalmente mais barato na hora da venda do que o PET comum. Portanto, as fabricas que reciclam pedem a separação dessas embalagens. 30

31 POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE ESPÉCIE Polietileno de Alta Densidade PEAD branco, PEAD colorido, frascos, detergente, sacola plástica de supermercado, caixotes de refrigerante, tambores. É um plástico rígido, resistente à tração e altas temperaturas. Geralmente de cor opaca a translúcida. O PEAD é utilizado em recipientes, garrafas, frascos, filmes, brinquedos, materiais hospitalares, tubos para distribuição de água e gás, tanques de combustível automotivos, sacolinhas de supermercado, caixotes para peixes, refrigerantes e cervejas. Também é usado para recobrir lagoas, canais, fossas de neutralização, tanques de água e lagoas artificiais. Ele é 100% reciclável, mas sua separação requer um pouco de habilidade, pois os fabricantes não possuem uma padronização dos plásticos usados nas embalagens. A melhor forma de identificar um PEAD e PEBD é observando o seu símbolo na embalagem. Geralmente, as tampas das embalagens feitas de PEAD são compostas de PEBD ou PP. 31

32 POLICLORETO DE VINILA ESPÉCIE Policloreto de Vinila PVC, cano de PVC, Forro. O PVC é leve, maleável, bom isolante térmico. Usado em obras, principalmente em parte hidráulica e elétrica, como canos, perfis de janela, revestimento de cabos. Também é usado em forros, chinelos, piscinas e filmes de acondicionar alimentos. Por ter uma vida útil alta, demora-se para descartar boa parte dos produtos produzidos com PVC. O material utilizado em sua formação é 100% reciclável. O PVC é o único material que não é 100% originário do petróleo. O PVC contém, em peso, 57% de cloro (derivado do sal) e 43% de eteno (derivado de petróleo). 32

33 POLIETILENO DE BAIXA DENSIDADE ESPÉCIE Polietileno de BaixaDensidade PEBD Similar ao PEAD, de aplicação majoritária no segmento de filmes (sacos e sacolas) transparentes. Usado em embalagens de alimentos como arroz, feijão, açúcar, sal, também em tampas de potes e outros. Apesar de também ser um polietileno, não deve ser reciclado junto ao PEAD pois tende a perder sua transparência. Uma forma de distinguir as embalagens de alimentos feitas de PEBD e de PP é ouvindo o barulho quando a mesma é amassada. O polipropileno (PP) faz mais barulho. 33

34 POLIPROPILENO ESPÉCIE Polipropileno PP, BOPP, copo plástico, saca-rolhas, tubos, fios, chapas, filmes (sacos e sacolas) e películas.. Características muito similares ao PEAD. Por causa de sua resistência química é muito usado na produção de tanques e conexões, pois permite ser soldado. Também é usado na fabricação de embalagens rígidas, filmes, tampas, sacarias tipo ráfia e etc. Alguns produtos de PP, como os filmes, não são ou são pouco reciclados, por isso são descartados em Aterros Sanitários. Entretanto, o PP é 100% reciclável. É o único plástico com o qual se fabricam tampas flip top. 34

35 POLIESTIRENO ESPÉCIE Poliestireno PS, copo plástico, plástico de brinquedo, isopor. Geralmente é quebradiço. São utilizados na fabricação de brinquedos, copos plásticos, canetas tipo cristal, carcaças de produtos eletroeletrônicos (geralmente na cor cinza ou preta) e outros produtos de plástico. No seu estado natural são 100% recicláveis. Quando o poliestireno é expandido com um agente expansor, ele transforma-se em uma espuma semirrígida que é conhecida comercialmente por isopor. Esse novo material é um ótimo isolante térmico, mas tem uma baixíssima densidade, o que faz com que haja pouca comercialização para a reciclagem. As fábricas que reciclam são poucas e geralmente distantes dos centros de triagens. Por isso não vale a pena o gasto da viagem para coletar o material nas cooperativas, sendo geralmente destinado para os aterros sanitários. 35

36 APARA CRISTAL E MISTA ESPÉCIE Apara Cristal e Mista SUBESPÉCIE PEAD e PP Apara Cristal (transparente), Apara Mista (colorida), sacos plásticos, plástico filme, plástico fino Podem ser coloridas ou transparentes, são brilhantes e bem maleáveis. Sacolas de supermercado, invólucro de fardos, sacos plásticos. São 100% recicláveis, a menos quando estão contaminadas de forma excessiva com alimentos ou produtos de difícil limpeza. São separados por aparas de cristal ou mistas, pois tem baixo valor em sua venda misturada. Principalmente a apara mista é usada na fabricação de sacos de lixo, geralmente após a adição de um pigmento azul ou preto. 36

37 VIDRO DEFINIÇÃO O vidro é um material cerâmico composto geralmente por areia, calcário e feldspato (mineral formado por rochas), ou seja, matérias-primas responsáveis por 60% da crosta terrestre. Sua produção se dá através da mistura e fusão destes componentes e adquire a forma desejada através de um molde [1]. TIPOS DE VIDRO Tabela 4 Algumas classes de vidros e suas principais aplicações. Vidropara embalagem Vidro doméstico Vidros planos Entre as diversas aplicações estão: potes para alimentos, garrafas de bebidas, produtos farmacêuticos, higiene pessoal, entre outros. Usados em utensílios como copos, xícaras, pratos, entre outros. São fabricados em chapas e os principais mercados são a construção civil, indústria automobilística, produção de espelhos, e outras aplicações em menores quantidades. PRODUÇÃO E DESCARTE O Brasil produz em média 980 mil toneladas de embalagens de vidro por ano, utilizando cerca de 45% de matéria-prima na forma de cacos. O Gráfico 1 mostra a origem dessa matéria prima [1]. Gráfico 1 - Origem da matéria prima na forma de cacos. 10% 10% Indústria de envase (envasilhamento) 40% Mercado difuso 40% Canal Frio (Bares, restaurantes, hotéis, etc) Refugo de indústrias POR QUE RECICLAR? Apesar de a matéria prima virgem ser abundante na natureza, a inclusão de caco de vidro no processo de fabricação reduz a quantidade de água e de energia gasta no processo [1]. Para fundir cacos de vidro são necessários cerca de 1200 C, e para a matéria prima virgem a temperatura de fusão chega a 1400 C [25]. Portanto, a cada 37

38 10% de caco de vidro na mistura são economizados 4% da energia necessária para a fusão e 9,5% do consumo de água [1]. Outro motivo para se reciclar o vidro, é que é um material inerte, ou seja, que não sofre degradação e ao descartá-lo em qualquer local é importante saber que ele permanecerá ali por tempo indeterminado [1]. Além disso, o manuseio dos cacos pode ser perigoso, podendo machucar catadores em busca de materiais recicláveis. A vantagem de se reciclar o vidro, além de economizar energia e diminuir a disposição de lixo não degradável na natureza, é que os cacos podem voltar à produção de novas embalagens, substituindo totalmente o produto virgem sem perda de qualidade, inclusive para o mercado de alimentos (assim como embalagens metálicas) [1]. Isso está relacionado à temperatura de fusão (derretimento) aplicada nesses materiais, bastante superior às necessárias para derreter plásticos como o PET. ADICIONAIS Em função do mercado, os vidros são valorizados de acordo com sua cor. Normalmente, o vidro incolor é o que possui maior valor de mercado, seguido pelo âmbar e verde [25]. Também é preciso atenção a alguns contaminantes que podem influenciar na qualidade do produto final como: pedras, cimento, plástico, papel, metais ferrosos e não ferrosos. Vidros como espelhos, vidros planos, vidro cristal, vidros de lâmpadas e de janela, pirex e similares devem ser reciclados separadamente daqueles de embalagem por terem composição diferente. Se reciclados junto com embalagens de vidro, por exemplo, podem resultar em um produto final heterogêneo, alterando a qualidade do produto final [13]. 38

39 MATERIAIS ESPÉCIE Vidro Garrafa de Vidro, Copo de Vidro, pote de vidro. Normalmente, seu formato é cilíndrico e sua cor depende do fabricante e de sua utilidade. Por exemplo, as garrafas de cerveja são âmbar (amarronzada), para proteger o produto da luz, evitando a modificação da composição química. Armazenamento de produtos líquidos, sólidos e gasosos. São 100% recicláveis, por isso para a fabricação de outro produto de vidro, somente o vidro moído ser derretido é suficiente. Para a reciclagem do vidro é importante, nas cooperativas, sucateiros e/ou associações, a separação por cor. Outro fator importante é a descontaminação de lâmpadas fluorescentes para que possa ser reciclado o vidro. 39

40 OUTROS ELETRÔNICO ESPÉCIE Eletro-eletrônico Computador, tv, dvd, rádio, copiadora, impressora. São formados por vários tipos de material, sendo eles, o plástico, vidro, fios de vários tipos de metais, placas eletrônicas que possuem metais pesados como chumbo e níquel. São utilizados como eletrodomésticos, equipamentos eletrônicos de empresas, fábricas e indústrias. Para ser reciclado, o equipamento eletrônico deve ser desmontado e cada parte destinada ao local correto. As indústrias produtoras dos eletrônicos estão tentando trocar ou modificar a concentração de alguns componentes, como mercúrio, chumbo, cádmio, belírio e arsênio que são encontrados nas placas e circuitos eletrônicos. Isso poderia evitar ou diminuir a contaminação do solo e rios em caso de descarte inadequado, ainda bastante comuns. A Política Nacional de Resíduos Sólidos, legislação federal de 2010, estabeleceu a necessidade de se elaborar uma rede de logística reversa (devolução ao fabricante para reaproveitamento ou descarte adequado) de produtos eletroeletrônicos [24]. 40

41 BATERIA ESPÉCIE Bateria Bateria de carro Tem formato de paralelepípedo e sua coloração depende do fabricante. Ela possui vários dispositivos e materiais. Acumuladores veiculares. Sua reciclagem tem custo relativamente alto devido ao ácido que está presente, por isso as indústrias fabricantes de baterias estão responsáveis em arrecadar, tratar e reciclar. A Política Nacional de Resíduos Sólidos, legislação federal de 2010, estabeleceu a necessidade de se elaborar uma rede de logística reversa (devolução ao fabricante para reaproveitamento ou descarte adequado) de produtos eletroeletrônicos [24]. Para facilitar a arrecadação das baterias, algumas mecânicas ou auto-elétricos concedem um desconto se o consumidor deixar a bateria antiga na hora da troca. 41

42 BATERIA E PILHA Fonte: Fonte: ESPÉCIE Baterias e Pilhas Bateria de celular, bateria de máquinas fotográficas, pilhas. É maciça, a coloração depende do fabricante e seu formato depende do objeto que ela está acondicionada. Telefones celulares, máquinas fotográficas e equipamentos em geral A reciclagem consiste no desmonte, aproveitamento do que for possível e tratamento do restante para o descarte correto. Uma bateria de celular é composta por várias substâncias químicas responsáveis pelo armazenamento da carga elétrica. Elas podem conter materiais como cádmio, altamente nocivo ao meio-ambiente e tóxico para humanos. Apesar de serem prejudiciais para a natureza e para a saúde, se reciclados, estes materiais têm valor comercial, pois podem ser reaproveitados, por exemplo, pilhas e baterias recicladas viram pigmentos que dão cor a fogos de artifício, pisos cerâmicos, vidros e tintas [26]. O mesmo vale para outros materiais que compõe o celular, como o ouro industrial dos contatos ou o plástico das carcaças. 42

43 MOTOR ESPÉCIE Motor Motor com ferro, motor de geladeira, motor de tanquinho. Possui vários formatos e cores. O material usado na parte de fora do motor geralmente é ferroso e em seu interior tem partes de plástico e fios. São utilizados em geladeiras, carros, motos, maquinas de lavar. Quase todos os materiais podem ser reciclados nos motores, mas como cada motor tem componentes específicos geralmente também há materiais que não tem mercado de reciclagem. Para que o motor possa ser reciclado há a necessidade de abertura e separação dos materiais que compõem o motor. Esse procedimento é economicamente viável, pois dentro do motor existem outros materiais, como o cobre, que tem um alto valor de venda. 43

44 REFERÊNCIAS [1] ABIVIDRO, Manual de Reciclagem. Disponível em <http://www.sanvidro.com.br/manual/manual-da-reciclagem.pdf>, acesso em 01 de julho de [2] ABTCP, O Papel. Revista Mensal de Tecnologia em Celulose e Papel. Número 10, [3] AMBIENTE BRASIL, Reciclagem de papel. Disponível em <http://ambientes.ambientebrasil.com.br/residuos/reciclagem/reciclagem_de_papel.html> acesso em 10 de Julho de [4] BRACELPA, Evolução da Produção Brasileira de Papel. Disponível em <http://www.bracelpa.org.br/bra2/?q=node/140> acesso em 18 de Julho de [5] BRACELPA, Papel. Disponível em <http://www.bracelpa.org.br/bra2/?q=node/167> acesso em 17 de Julho de [6] BRACELPA, Processo Produtivo. Disponível em <http://www.bracelpa.org.br/bra2/?q=node/169> acesso em 17 de Julho de [7] CEMPRE, Embalagens Cartonadas Longa Vida. Disponível em <http://www.cempre.org.br/ft_longavida.php> acesso em 18 de julho de [8] CEMPRE, Fichas Técnicas Plásticos. Disponível em: <http://www.cempre.org.br/ft_plastico.php>acesso em 29 de junho de [9] CEMPRE, Fichas Técnicas Vidros. Disponível em: <http://www.cempre.org.br/ft_vidros.php> acesso em 29 de junho de [10] CEMPRE, Latas de Alumínio. Disponível em <http://www.cempre.org.br/ft_latas.php>, acessado em 08 de agosto de [11] CEMPRE, Papel de Escritório. Disponível em <http://www.cempre.org.br/ft_papel_escritorio.php> acesso em 18 de julho de [12] CEMPRE, Papel Ondulado. Disponível em <http://www.cempre.org.br/ft_papel_ondulado.php> acesso em 18 de julho de [13] Mancini, S. D.; Notas de Aula da Disciplina Materiais e Reciclagem: Cerâmicas. Disponível em <http://www.sorocaba.unesp.br/home/graduacao/engenhariaambiental/sandrod.manci ni/8-ceramicas.pdf>acessado em 13 de Agosto de [14] Mancini, S. D.; Notas de Aula da Disciplina Materiais e Reciclagem: Metais. Disponível em <http://www.sorocaba.unesp.br/home/graduacao/engenhariaambiental/sandrod.manci ni/7-metais.pdf> Acessado em 13 de Agosto de

45 [15] Mano, E. B.; Pacheco, E. B. A. V. e Bonelli, C. M. C.; Meio Ambiente, Poluição e Reciclagem. Rio de Janeiro: Ed. Edgard Blucher, [16] MANRICH, S.; FRATTINI, G.; ROSALINI, A. C.; Identificação de Plásticos uma ferramenta para reciclagem. Editora UFSCar, São Carlos, [17] RECICLOTECA, Metal. Disponível em <http://www.recicloteca.org.br/metal.asp?ancora=3>, acessado em 08 de agosto de [18] RECICLOTECA, Plástico. Disponível em <http://www.recicloteca.org.br/plastico.asp?ancora=2>, acessado em 08 de agosto de [19] RECICLOTECA, Plástico. Disponível em <http://www.recicloteca.org.br/plastico.asp?ancora=5>, acessado em 08 de agosto de [20] RECICLOTECA, Plástico. Disponível em <http://www.recicloteca.org.br/plastico.asp?ancora=3>, acessado em 08 de agosto de [21] RECICLOTECA, Plástico. Disponível em <http://www.recicloteca.org.br/plastico.asp?ancora=6>, acessado em 08 de agosto de [22] Silva Filho, E. B.; Alves, M. C. M.; Da Motta, M.; Lama vermelha da indústria de beneficiamento de alumina: produção, características, disposição e aplicações alternativas. Disponível em <http://www.scielo.br/pdf/rmat/v12n2/v12n2a10.pdf>, acessado em 08 de agosto de [23] BRASIL. ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Resolução n o 20, de Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 23 mar. 2008a. Seção 1, n. 59, p Disponível em: <http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=27/03/2008&jornal=1&pagina=41&total Arquivos=96>. Acesso em 25 de agosto de [24] BRASIL. Presidência da República. Lei no , de Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 03 ago Seção 1, n. 147, p Disponível em: <http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=03/08/2010&jornal=1&pagina=3&totala rquivos=84>. Acesso em 28 de agosto de [25] VALE NEWS, Alcoa inicia produção de perfis extrudados com 80% de alumínio reciclado. Disponível em: <http://valenews.com.br/geral/11152-alcoa-inicia-producaode-perfis-extrudados-com-80-de-aluminio-reciclado.html#ixzz2dpmrdkrj> Acesso em 30 de Agosto de [26] MENEZES, L.; Como é feita a reciclagem de pilhas e baterias?. Revista Super Interessante. Disponível em: <http://super.abril.com.br/ciencia/como-feita-reciclagempilhas-baterias shtml> Acesso em 30 de agosto de

46 BIBLIOGRAFIA Aço Inox. Disponível em: <http://www.nucleoinox.org.br/upfiles/arquivos/animacoes/issf_no_lar/intro.htm.> Acesso em: 27/02/2012. Aço inox Características. Disponível em: <http://pt.shvoong.com/books/ caracteristicas-a%c3%a7o-inox/>. Acesso em: 26/02/2012. Alumínio Características. Disponível em: <http://www.abal.org.br/reciclagem/introducao.asp> Acesso em: 24/02/2012 Antimônio. Disponível em: <http://www.izn.com.br/recicle/content/view/24/39/>. Acesso em: 29/02/2012. Antimônio Fotos. Disponível em: <http://novorio.net/antimonio/antimonio.html>. Acesso em: 11/03/2012 Antimônio Reciclagem. Disponível em: <http://nautilus.fis.uc.pt/st2.5/scenesp/elem/e05130.html >. Acesso em: 29/02/2012. Bateria de Carro Fotos. Disponível em: <http://www.temmaistudo.com/dicas/dicaspara-bateria-de-seu-carro/ > Acesso em: 11/03/2012. Bateria de Carro Reciclagem. Disponível em: <http://www.deco.proteste.pt/residuos-ereciclagem/como-contribuir-para-uma-reciclagem-mais-eficiente-s htm>. Acesso em: 29/02/2012. Bateria de Celular Reciclagem. Disponível em: <http://torpedosmsgratis.com.br/reciclagem-celular-bateria >. Acesso em: 28/02/2012. Cobre Características. Disponível em: < Acesso em: 27/02/2012. Cobre Reciclagem. Disponível em: < Acesso em: 27/02/2012. Eletrônica Característica. Disponível em: < Acesso em: 22/02/ Eletrônica Reciclagem. Disponível em: <http://www.ambiente.sp.gov.br/mutiraodolixoeletronico/perigos.htm>. Acesso em: 06/03/2012 Ferro Característica. Disponível em: < >. Acesso em: 29/02/2012. Jornal Características. Disponível em: <http://nescolas.dn.pt/index.php?a=kitmedia&p=2_4>. Acesso em: 17/02/2012 Latão Característica. Disponível em: < >. Acesso em: 28/02/2012. Latão Reciclagem. Disponível em: < Acesso em: 28/02/2012. Motor Características. Disponível em: <http://www.swissinfo.ch/por/reportagens/reciclagem_de_geladeiras_e_beneficiada_por_agen cia_suica.html?cid= >. Acesso em: 28/02/2012. Papel Branco Características. Disponível em: <http://www.passeiweb.com/saiba_mais/voce_sabia/a_historia_do_papel>. Acesso em: 17/02/

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48 DESENVOLVIMENTO APOIO

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