PROPOSTA DE APRIMORAMENTO DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO: EVOLUÇÃO DO MODELO REGULATÓRIO DO SETOR ELÉTRICO

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1 PROPOSTA DE APRIMORAMENTO DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO: EVOLUÇÃO DO MODELO REGULATÓRIO DO SETOR ELÉTRICO Isabel Lustosa

2 CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROPOSTA DA CONSULTA PÚBLICA Nº 33/2017: ÍNDICE OS PRIMEIROS ANOS ( ) ESGOTAMENTO DO MODELO ESTATAL ( ) ABERTURA DO MERCADO E ONDA DE PRIVATIZAÇÕES ( ) NOVO MODELO DO SETOR ( ) DESDOBRAMENTOS DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 579/2012 ( ) CENÁRIO PARA NOVO MODELO REGULATÓRIO (2016-PRESENTE)

3 CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROPOSTA DA CONSULTA PÚBLICA Nº 33/2017: ÍNDICE OS PRIMEIROS ANOS ( ) ESGOTAMENTO DO MODELO ESTATAL ( ) ABERTURA DO MERCADO E ONDA DE PRIVATIZAÇÕES ( ) NOVO MODELO DO SETOR ( ) DESDOBRAMENTOS DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 579/2012 ( ) CENÁRIO PARA NOVO MODELO REGULATÓRIO (2016-PRESENTE)

4 PRIMEIROS ANOS ( ) 1934: publicação do Decreto nº (Código de Águas) que estabelecia um período de concessão de 30 a 50 anos para os serviços públicos Período de melhorias regulatórias no setor elétrico com objetivo de: (i) criar um ambiente de mercado favorável a investimentos; (ii) estabelecer condições mínimas para atingimento dos padrões de qualidade; e (iii) possibilitar tarifas baixas Adotado um modelo de serviço pelo custo para o setor com um retorno mínimo de 10% aa Entre 1945 e 1965: todas as empresas de energia elétrica nos níveis federal e estadual foram criadas, sendo o setor praticamente todo estatal até 1995

5 CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROPOSTA DA CONSULTA PÚBLICA Nº 33/2017: ÍNDICE OS PRIMEIROS ANOS ( ) ESGOTAMENTO DO MODELO ESTATAL ( ) ABERTURA DO MERCADO E ONDA DE PRIVATIZAÇÕES ( ) NOVO MODELO DO SETOR ( ) DESDOBRAMENTOS DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 579/2012 ( ) CENÁRIO PARA NOVO MODELO REGULATÓRIO (2016-PRESENTE)

6 ESGOTAMENTO DO MODELO ESTATAL ( ) Lei nº 5.655/1971 criou o primeiro encargo do setor elétrico: a Reserva Global de Reversão (RGR), com o objetivo de fornecer meios para o Poder Concedente indenizar as concessionárias ao fim do prazo de concessão e ampliar e melhorar a prestação do serviço Entre 1972 e 1993: as empresas estatais acumularam um déficit de US$26 bilhões em função da baixa eficiência na prestação do serviço, evidenciando o esgotamento do modelo estatal que levou à revisão do modelo para permitir investimentos privados no setor elétrico

7 CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROPOSTA DA CONSULTA PÚBLICA Nº 33/2017: ÍNDICE OS PRIMEIROS ANOS ( ) ESGOTAMENTO DO MODELO ESTATAL ( ) ABERTURA DO MERCADO E ONDA DE PRIVATIZAÇÕES ( ) NOVO MODELO DO SETOR ( ) DESDOBRAMENTOS DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 579/2012 ( ) CENÁRIO PARA NOVO MODELO REGULATÓRIO (2016-PRESENTE)

8 ABERTURA DO MERCADO E ONDA DE PRIVATIZAÇÕES ( ) Entre 1995 e 1998: promulgação de leis e decretos para atrair investimento privado As medidas promovidas tinham por base três principais pilares: (i) definição de regras claras para o setor; (ii) criação de um regulador independente; e (iii) contratos de concessão de longo prazo Necessidade de: (i) desverticalizar o setor elétrico brasileiro; e (ii) incentivar a livre concorrência nos negócios de geração e comercialização, mantendo, porém, os setores de distribuição e transmissão altamente regulados

9 ABERTURA DO MERCADO E ONDA DE PRIVATIZAÇÕES ( ) Entre 1995 e 2002: privatização de empresas de geração, transmissão e distribuição Pressa política na privatização da Gerasul deu início ao retalhamento das leis setoriais Guerra judicial contra o processo de privatização de Furnas (Medida Provisória nº /1999) Final da década de 90: combinação de crises internacionais, crise hídrica no Brasil ( ) e baixo investimento provocaram nova crise no setor e necessidade de repensar o modelo regulatório no âmbito do Comitê de Revitalização do Setor Elétrico

10 CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROPOSTA DA CONSULTA PÚBLICA Nº 33/2017: ÍNDICE OS PRIMEIROS ANOS ( ) ESGOTAMENTO DO MODELO ESTATAL ( ) ABERTURA DO MERCADO E ONDA DE PRIVATIZAÇÕES ( ) NOVO MODELO DO SETOR ( ) DESDOBRAMENTOS DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 579/2012 ( ) CENÁRIO PARA NOVO MODELO REGULATÓRIO (2016-PRESENTE)

11 NOVO MODELO DO SETOR ( ) Medidas Provisórias nº 144 e nº 145/2003, convertidas nas Leis nº /2004 e /2004 Principais objetivos do novo modelo setorial: Garantir o fornecimento de eletricidade Garantir tarifas justas (tarifas mínimas para manter o serviço dentro dos padrões de qualidade) Promover inclusão social no setor elétrico por meio do acesso universal à eletricidade em todo o país Principais mudanças do novo modelo Criação da EPE, do CMSE, da CCEE (que substituiu o MAE) e de dois mercados de comercialização de energia, o ACR e o ACL Necessidade das distribuidoras contratarem 100% de sua demanda de energia por meio de leilões regulados Nova metodologia para cálculo de disponibilidade de usinas e para contratação de energia de novos empreendimentos (hidro e termelétricas)

12 NOVO MODELO DO SETOR ( ) Período fortemente marcado por financiamento do BNDES e participação das empresas estatais nos grupos de controle dos vencedores dos principais leilões Entre 2005 e 2011: Desnecessidade de mudanças estruturais ao modelo, que funcionou relativamente bem no contexto da economia brasileira crescente ( boom das commodities entre 2003 e 2014) mas foi acumulando problemas que começaram a se manifestar com mais clareza a partir de : Tentativa fracassada do Estado de São Paulo de privatizar a geradora Cesp abriu a discussão para definição dos termos de renovação de concessão para as empresas estatais, cujas concessões chegariam ao fim em julho de : Publicação da Medida Provisória nº 579/2012 marcou a terceira crise do setor elétrico em 20 anos ( )

13 CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROPOSTA DA CONSULTA PÚBLICA Nº 33/2017: ÍNDICE OS PRIMEIROS ANOS ( ) ESGOTAMENTO DO MODELO ESTATAL ( ) ABERTURA DO MERCADO E ONDA DE PRIVATIZAÇÕES ( ) NOVO MODELO DO SETOR ( ) DESDOBRAMENTOS DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 579/2012 ( ) CENÁRIO PARA NOVO MODELO REGULATÓRIO (2016-PRESENTE)

14 DESDOBRAMENTOS DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 579/2012 ( ) Principal objetivo da MP nº 579/2012 Redução de 20% nas tarifas por meio da antecipação da renovação das concessões que venceriam em 2015 para janeiro de 2013 CONTUDO Adesão mais baixa do que o esperado Estatais Federais optaram pela prorrogação, mas CEMIG, CESP e COPEL não prorrogaram Aumento da capacidade de geração, mas principalmente com projetos com variabilidade de despacho acima da média (UHEs a fio d água, PCHs, EOLs, etc.) Hidrologia Desfavorável Estação seca no Brasil durando 7 meses ao ano (maio a novembro) Aumento do Consumo Tarifas mais baixas deram sinal econômico positivo para demanda de energia Acionamento de térmicas fora da ordem de mérito para evitar racionamento formal RESULTADO Após redução média de 18% nas tarifas em 2013, aumento médio de 20% em 2014 e 51% em 2015 e judicialização do setor

15 DESDOBRAMENTOS DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 579/2012 ( ) DISTRIBUIÇÃO: Aumento considerável das tarifas em período de ciclo recessivo geral da economia Problemas para as distribuidoras com capital de giro e sobrecontratação, bem como com aumento nas taxas de inadimplência RESULTADO Introdução, em 2015, das bandeiras tarifárias para fornecer um sinal apropriado de preços e mitigar os problemas com capital de giro Aprovação dos parâmetros regulatórios para o 4º cíclo de revisão tarifária, que melhorou as perspectivas de fluxo de caixa para o setor Estabelecimento de condições para renovação das empresas estatais de distribuição (com concessões a vencer em julho/2015) Decreto no. 8828/2017 com medidas de mitigação dos efeitos adversos da sobrecontratação, dentre outras

16 DESDOBRAMENTOS DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 579/2012 ( ) GERAÇÃO: Impacto adverso do GSF acima da média nos anos de 2014/2015 Condições para leilão das concessões de geração que venceram e não foram prorrogadas nos termos da Lei nº /2013 Condições para renovar os contratos de fornecimento da Eletrobrás-Chesf Ao final de 2015, mitigação dos riscos do GSF no ACR (MP nº 688/2015, convertida na Lei nº /2015) TRANSMISSÃO Definição do valor residual e condições para transferência dos antigos ativos de transmissão (contas a receber da RBSE) Atrair capital privado para investir em ativos de transmissão Sob a nova gestáo do MME, Governo propôs solução para a RBSE (Decreto nº 120/2016) e teve sucesso no leilão de transmissão de abril de 2017, com outro previsto para dezembro deste ano

17 CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROPOSTA DA CONSULTA PÚBLICA Nº 33/2017: ÍNDICE OS PRIMEIROS ANOS ( ) ESGOTAMENTO DO MODELO ESTATAL ( ) ABERTURA DO MERCADO E ONDA DE PRIVATIZAÇÕES ( ) NOVO MODELO DO SETOR ( ) DESDOBRAMENTOS DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 579/2012 ( ) CENÁRIO PARA NOVO MODELO REGULATÓRIO (2016-PRESENTE)

18 CENÁRIO PARA NOVO MODELO REGULATÓRIO (2016-PRESENTE) Novo gabinete do MME tomou posse em e imediatamente introduziu uma prática de diálogo aberto que tem sido bem recebida Divisão das agendas regulatórias de curto e longo prazos Curto Prazo Longo Prazo Consenso de que atual estrutura regulatória não é mais efetiva para: Sobrecontratação das distribuidoras Riscos de GSF no ACL Decisão final sobre reembolso de RBSE Fornecer um sinal correto de preços para o mercado de curto prazo Garantir o fornecimento de energia ao menor custo possível Oferecer um ambiente de negócios seguro e previsível Incentivar a retomada de investimentos privados no setor Abertura da Consulta Pública nº 33/2017, que consolida todas as contribuições recebidas na anterior CP 21/2016 em 18 pontos de melhorias para o quadro regulatório

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