O PAPEL DA ESCOLA NA CONSTRUÇÃO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: AÇÕES E REFLEXÕES

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O PAPEL DA ESCOLA NA CONSTRUÇÃO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: AÇÕES E REFLEXÕES"

Transcrição

1 O PAPEL DA ESCOLA NA CONSTRUÇÃO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: AÇÕES E REFLEXÕES Rayssa Aguiar Chaves, Marília Carla Mello Gaia CEUMIH - Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix RESUMO A Educação Ambiental (EA) é um assunto interdisciplinar, que deve ser trabalhado de forma contínua e permanente. Em muitos casos a escola atua repassando somente informações básicas. Este trabalho tem como objetivo discutir o papel da escola na construção da EA, suas possibilidades e dificuldades. Para tanto, foram realizadas oficinas práticas de Educação Ambiental em turmas de Ensino Médio: 1) Produção do sabão através do óleo de cozinha usado. 2) Implantação da coleta seletiva de papel. 3) Construção de um mural. Com o desenvolvimento desta pesquisa foi possível perceber que é difícil efetivar o papel da escola na construção da EA por meio de ações pontuais e que são necessárias mudanças desde a formação inicial e continuada dos professores, até a postura das escolas. Palavras-Chaves: Educação Ambiental, educação formal, interdisciplinaridade. 1 INTRODUÇÃO Há uma multiplicidade de conceitos e definições para o termo Sustentabilidade, por isso a dificuldade em se trabalhar com uma referência, e em muitas vezes se observa uma abordagem apenas no aspecto político, e esquecendo da parte da sobrevivência do planeta (EFFTING, 2007). Para Gadotti (2007), sustentabilidade é o equilíbrio dinâmico com o outro e com o meio ambiente, é harmonia entre os diferentes. Segundo o autor a sustentabilidade se divide em dois eixos: um relativo à natureza e outro relativo à sociedade. De acordo com Dias (1991), a evolução dos conceitos de Educação Ambiental (EA) esteve diretamente relacionada à evolução do conceito de meio ambiente e ao modo como este era percebido, além da relação com o conceito de sustentabilidade. Na Conferência Intergovernamental de Tbilisi sobre Educação Ambiental, em 1977, a EA foi definida como uma dimensão dada ao conteúdo e à prática da educação, orientada para a resolução dos problemas concretos do meio ambiente, por meio de enfoques interdisciplinares e de uma participação ativa e responsável de cada indivíduo e da coletividade (DIAS, 1991). Nesta abordagem, a escola deveria atuar como uma mediadora, entre o aluno, enquanto sociedade, e o meio ambiente, construindo valores sustentáveis e formando opiniões. E nada melhor que começar sensibilizando os alunos de que a natureza não é uma fonte inesgotável de recursos (EFFTING, 2007). 6356

2 Porém, em muitos casos, a escola se limita somente em fornecer informações básicas, sem levar em conta que se trata de um assunto interdisciplinar e que deveria envolver toda a comunidade (EFFTING, 2007), e também que ter a informação correta não significa ter atitudes ambientalmente desejáveis. Dentro desta discussão, então, este trabalho tem como objetivo principal discutir o papel da escola na construção da Educação Ambiental, suas possibilidades e dificuldades. Para tanto foram realizadas algumas oficinas práticas de Educação Ambiental em turmas de Ensino Médio, analisando sua execução e desdobramentos. 1.1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: HISTÓRICO E LEGISLAÇÃO O termo Educação Ambiental (EA) vem de 1965, na Conferência de Educação da Universidade de Keele, na Inglaterra. (EFFTING, 2007). Segundo Dias (1991), apenas no ano de 1972 que ocorreu um marco histórico-político internacional, pois a Conferência de Estocolmo 1, que além de chamar a atenção dos governantes para os problemas ambientais, destacou a Educação ambiental como campo de ação pedagógica, tendo relevância internacional. Mas, 1977 foi o ponto culminante do Programa Internacional de Educação Ambiental, em Tbilisi, na antiga URSS, onde se estabeleceu o quanto a EA é essencial para a educação global. Já em 1992 (Rio-92) 2 houve a "1ª Jornada Internacional de Educação Ambiental", com debates oficiais que resultaram em três documentos para se trabalhar Educação Ambiental, a saber: Agenda 21: Um plano de ações para o século XXI, e contém propostas que forçam a urgência de envolver todos os setores da sociedade, através da EA formal e não formal. 1 A ONU Organização das Nações Unidas realizou em 1972, em Estocolmo, na Suécia, o que viria ser o primeiro grande evento sobre Meio Ambiente Humano, a Conferência de Estocolmo, e que teve a participação de 113 países. O grande tema foi o de se estabelecer uma visão holística da realidade e princípios comuns que servissem como orientação para a conservação da humanidade (DIAS, 1991). 2 De 3 a 14 de junho de 1992, realizou-se na cidade do Rio de Janeiro a Conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, mais conhecida como Rio-92, e teve como um dos grandes objetivos a verificação dos modelos de desenvolvimento e a sua ineficiência, sugerindo a mudança para um desenvolvimento sustentável (DIAS, 1991). 6357

3 Carta Brasileira para a Educação Ambiental: produzida pelo MEC e que destaca a participação das autoridades na implantação da EA em todos os níveis de ensino. Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global: fala do compromisso da sociedade civil, onde se reconhece os direitos humanos e a ética. Segundo Dias (1991), a EA na escola deve construir um processo contínuo e permanente, podendo começar a partir do pré-escolar, e continuar através de todo o ensino regular, ter uma abordagem interdisciplinar e deve aproveitar o conteúdo específico de cada disciplina. A EA é amparada por leis, nos mais diversos aspectos, e o Brasil é o único país da América Latina que tem uma política nacional específica para Educação Ambiental. Citaremos aqui somente alguns fragmentos legais que estão relacionados à Educação Ambiental Formal, cujo tema é base desta pesquisa. A Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) foi sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, em 27 de abril de 1999, a Lei No 9795, em 25 de junho de 2002 foi assinado pelo Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva a Regulamentação da Lei nº 9795 pelo Decreto Esta reconhece que a Educação Ambiental é um componente urgente, essencial e permanente em todo processo educativo. Diferente de outras Leis, não estabelece regras ou sanções, mas estabelece responsabilidades e obrigações (BRASIL,1999). 1.2 EDUCAÇÃO AMBIENTAL E O PAPEL DO EDUCADOR NA ESCOLA Segundo Dias (1991), a escola deve ser o lugar onde o aluno é sensibilizado por questões ambientais, para que fora dela o mesmo possa dar continuidade para as suas ações ambientais, e assim ir se formando um cidadão. Considerando toda essa importância da temática ambiental e a visão integrada de mundo, no tempo e no espaço, sobressaem-se as escolas como espaços privilegiados na implementação de atividades que propiciem essa reflexão. E tudo isso demanda atividades dentro e fora da sala de aula, além de atividades de campo, com ações orientadas em projetos e em processos de participação que levem à autoconfiança, 6358

4 atitudes positivas e ao comprometimento pessoal com a proteção ambiental, implementados de modo interdisciplinar (DIAS, 1991). O processo de EA deve ser contínuo e permanente; deve, principalmente, sensibilizar o professor, já que ele é o principal agente promotor na escola, através de projetos e cursos de capacitação desses profissionais (DIAS,1991). Na maioria dos casos, as escolas costumam trabalhar Educação ambiental na forma de uma feira de ciências ou até mesmo uma atividade extraclasse, e depois disso não continuam o assunto em sala de aula (BIZERRIL, 2000). E são vários os motivos da dificuldade de se trabalhar um assunto interdisciplinar, dentre eles: 1) O medo de atrasar o conteúdo regular, 2)Falta de envolvimento do grupo de professores, 3)Dificuldade em se trabalhar um tema considerado diferente da disciplina ministrada, 4)Os alunos estão acostumados somente com aulas tradicionais quadro e giz, quando o professor propõe algo diferente, eles dizem que o professor está com preguiça de dar aula, 5) Falta de incentivo financeiro, 6)Falta de planejamento e de recursos da escola. (BIZERRIL, 2000). Oliveira (2000) sugere alguns passos como alternativa para o planejamento escolar, como a formulação de um projeto político pedagógico, no qual faça um levantamento do ambiente físico escolar e de situações problema da mesma, além de seminários, encontros e debates a fim de preparar os professores para projetos interdisciplinares. 2 MATERIAL E MÉTODOS Este trabalho foi desenvolvido em uma Escola Estadual, localizada no município de Contagem, Minas Gerais. Escola no qual a primeira autora executou o Estágio Supervisionado Obrigatório do Curso de Ciências Biológicas no segmento do Ensino Médio. A escola atende apenas o Ensino médio. O turno da manhã funciona com 13 salas, atendendo 481 alunos. No turno da tarde são atendidos 273 alunos, em 10 turmas. O noturno trabalha com sete turmas, atendendo 191 alunos. Ao longo desta pesquisa foram executadas três oficinas práticas como forma de proporcionar atividades de Educação Ambiental na escola, sendo: 1) Produção do sabão através do óleo de cozinha usado produzido pela própria escola; 6359

5 2) Implantação da coleta seletiva de papel e doação para uma associação de catadores do município. 3) Construção de um mural em um local estratégico, com informações sobre o projeto e notícias da própria escola e de EA. 3 RESULTADOS A oficina de produção de sabão foi executada com alunos do 3º ano do turno da tarde, durante a aula de Biologia. O óleo utilizado veio da cantina da própria escola e ficava armazenado em garrafas PET no próprio laboratório, havia bastante óleo, pois não havia uma destinação para o mesmo. Durante a execução da oficina, os alunos em sua maioria se mostraram bastante interessados e participativos, fizeram parte de todas as etapas e se mostraram bastante curiosos. Ao final da oficina, o sabão na sua forma liquida foi armazenado em potes de plástico durante uma semana até endurecer. Após esse período, o sabão foi cortado e colocado sobre as bancadas para secar; 15 dias depois uma parte das barras de sabão foi dividida igualmente entre os alunos e a outra parte foi doada para a cantina da escola. Figura 01- Produção do sabão pelos próprios alunos- adição de soda caustica ao óleo. 6360

6 Produção de sabão através do óleo usado. Materiais: ½ litro de soda cáustica liquida. ½ litro de água. 2,5 litros de óleo. Corante Procedimento: Misturar todos os ingredientes em um balde de plástico grande com uma colher de madeira com bastante cuidado, pois a soda cáustica é um material corrosivo. Misturar por aproximadamente 30 minutos. Após isso despejar em vasilhas de plástico, pois a soda cáustica corroí vasilhas de alumínio. Esperar algumas horas até que o sabão comece a endurecer para dar o formato de corte. Após uma semana desenformar o sabão e deixar secar por mais duas semanas. 6361

7 Figura 02- Sabão pronto em sua forma líquida A implantação da coleta seletiva de papel teve como objetivo sensibilizar a escola com a quantidade de papel que é gerada pela mesma e mostrar um destino correto para esse papel. A execução da oficina foi feita com 2 alunos representantes de turma de cada sala, do turno da tarde (total de 20 alunos). Cada sala recebeu uma lixeira específica para o recolhimento de papel, além de lixeiras também colocadas na secretaria, sala da direção e biblioteca, Estas lixeiras eram feitas de caixa de papelão e pintadas com tinta guache pelos próprios alunos. Uma lixeira central, maior, foi disposta no pátio, a mesma foi maior, pois todo o papel recolhido nas salas será destinado para o local. Esta lixeira foi construída com sombrite e madeira para dar a estrutura. Além disso, foi posicionada em um local estratégico a fim de mostrar a quantidade de papel arrecadado. A oficina foi desenvolvida com 20 alunos, entretanto todos os alunos foram sensibilizados, assim como funcionários da limpeza, supervisores, professores e direção, mostrando a importância de colaborar com o objetivo da oficina. Próximo a cada lixeira pequena tinha o seguinte recado para orientar os alunos e funcionários a respeito da destinação correta do papel: FAVOR DESCARTAR NESSA LIXEIRA SOMENTE PAPEL De um modo geral houve um bom retorno de todas as partes, com a exceção de alguns funcionários da limpeza que não se mostraram receptivos. 6362

8 Após esse processo, que os funcionários da associação de catadores de papel do município iriam recolher o papel e destina-lo à reciclagem. Figura 03- produção da lixeira central com o sombrite e a madeira Figura 04- produção das lixeiras para cada sala- pintando as caixas de papelão com tinta guache. Dois dias após a implantação das lixeiras, a lixeira central estava quebrada, nas lixeiras menores que deveriam conter somente papel, tinha principalmente restos de lanches. Após o ocorrido, a lixeira maior foi concertada, ficamos uma semana sem visitar a escola, nesse tempo houve uma chuva forte que aparentemente destruiu a lixeira, quando retornamos na escola, a lixeira maior havia desaparecido, e ninguém sabia explicar o ocorrido. Conseguimos encontrar parte do papel recolhido nos fundos da escola. 6363

9 Inicialmente este papel seria destinado para a associação dos catadores de papel, com fins de reciclagem. Entretanto, a não continuidade de separação do papel impossibilitou esta ação. Figura 05- parte do papel recolhido encontrado nos fundos da escola A construção de um mural em um local estratégico ficou localizado próximo as escadas, pois era um lugar onde todos os alunos passam para irem às salas de aula. Neste havia informações sobre o projeto e notícias da própria escola, pois foi observado que a escola espalhava uma grande quantidade de papel com informativos aos alunos, e com a construção do mural buscou-se concentrar essas informações em um local somente. Além disso, o mural serviu para colocar as fotos das outras etapas do projeto, uma forma de todos os alunos terem acesso às atividades desenvolvidas, já que nem todos puderam participar ativamente das oficinas por questões logísticas. O mural foi a terceira oficina do projeto, foi executado em uma semana de prova, por isso só foi possível ser executado com duas alunas que foram destaque na oficina anterior e já haviam terminado a prova, foi bem rápida. 6364

10 Figura 06- construção do mural Dois dias após a construção do mural, quando seriam fixadas as fotos do projeto, parte deste já estava rasgada. Figura 07- parte do mural rasgado 4 DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Muitos alunos se mostraram interessados na parte prática das oficinas, principalmente, pelo fato de saírem da sala de aula e colocarem a mão na massa, porém foi possível perceber que foi uma empolgação de momento e que, por exemplo, a oficina de sabão, a questão principal que era o reaproveitamento do óleo não foi tão absorvida. 6365

11 Já imaginávamos que poderia haver dificuldades em chamar à atenção dos alunos do Ensino Médio, e talvez a falta de continuidade em trabalhar o assunto tenha contribuído com o resultado insatisfatório. Voltando à escola após algum tempo para a execução das outras oficinas e entrando em contato com os alunos, foi possível perceber que eles sentiam falta de algo diferente na escola, uma minoria infelizmente, mas já é um resultado positivo. Talvez atividades pontuais não seja a melhor forma de se trabalhar Educação Ambiental, as oficinas de certa forma podem até dar certo, porém atingem um público muito pequeno. Durante a execução da oficina do reaproveitamento de papel, os alunos selecionados se mostraram bastante participativos apesar da oficina não estar vinculada a nenhuma aula. Eles se mostraram bastante proativos, a direção e os demais funcionários da escola se mostraram otimistas para execução da atividade, porém não ofereceram nenhuma ajuda prática, com exceção de alguns professores que durante as conversas em sala de aula reafirmavam a importância de diminuir o consumo e de ter um destino correto do papel. Essa oficina foi a que demandou mais preparo, por envolver uma quantidade maior de alunos e um tempo maior na escola, por isso, foi considerada como ponto chave das oficinas. A partir dela, pode-se realmente perceber quais são os efeitos de ações pontuais relacionados à Educação Ambiental, elas têm um efeito momentâneo e talvez a mensagem chegue a alguns poucos alunos, não atingido seu objetivo central. Na fase atual do projeto, não obtivemos o mesmo apoio da escola, sendo possível perceber que as escolas não estão preparadas para se trabalhar a EA o ano todo, pois no início acataram a ideia, apoiaram, entretanto no final, o envolvimento foi bem mais limitado. Sabe-se que de uma forma ou de outra a educação pontual se tornou um ciclo, se faz uma feira de ciências ou um trabalho de campo e pronto, afim de cumprir o PCN (BIZERRIL, 2000). Os professores não estão capacitados ou abertos em construir algo diferente para a escola, sendo complicada a inserção de atividades sem sair da zona de conforto. Valente (1999) fala que o trabalho a partir de projeto, em muitas das vezes, fica somente na intencionalidade, já que os educadores não conseguem organizar o trabalho de forma clara e que beneficiem a aprendizagem. Andrade (2003) afirma que é importante ocorrer uma grande mobilização na comunidade escolar, a começar pelo projeto político pedagógico (PPP), de forma a 6366

12 alterar o currículo e abranger o funcionamento da escola e o seu relacionamento com a comunidade, para o desenvolvimento de projetos interdisciplinares. Andrade (2003) acredita que o envolvimento do professor é fundamental para mudanças na forma que alguns temas são concebidos na escola, sem os mesmos nenhum resultado será alcançado. Em um projeto interdisciplinar, o professor deve atuar como, uma espécie de consultor do aluno, dessa forma a informação não deverá ser passada diretamente, mas sim incentivar a autonomia, o pensamento crítico do aluno e ajudar a aplicar o conhecimento em atividades de seu cotidiano (VALENTE, 1999). Nos trabalhos com projetos, a escola deve sair do ensino tradicional, aquele onde os alunos têm horário de entrada e saída e recebe o conteúdo pela palavra oral e com a necessidade de um professor o tempo todo (VALENTE 1999). Os projetos envolvem atividades de médio e longo prazo e devem ser desenvolvidas com um público e espaço para além da sala de aula. 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS De fato com o desenvolvimento desta pesquisa foi possível perceber que é difícil efetivar o papel da escola na construção da EA através de ações pontuais que não envolvam outros temas e profissionais. As atividades de EA precisam sair do formato de educação tradicional, para isso, deve-se também rever todo o processo de formação dos profissionais envolvidos. É necessário que desde a formação inicial dos professores, bem como na formação continuada destes, e na construção do PPP da escola e do cronograma das disciplinas, a EA seja algo mais concreto. Não se limitando a ações desconectadas das disciplinas escolares e do dia a dia da comunidade escolar. 6 REFERÊNCIAS ANDRADE, Pedro Ferreira. Aprender por projetos, formar educadores. Pedro Ferreira de Andrade, BIZERRIL, Marcelo Ximenes Aguiar; FARIA Dóris S. Percepção de professores sobre a Educação Ambiental no Ensino Fundamental. Revista Brasileira Estudos Pedagógicos, Brasília, v. 82, n. 200/201/202, p , jan./dez BRASIL. Lei nº , de 27 de abril de Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário 6367

13 Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, Brasília, DF, 28 abr Seção 1, p.138 DIAS, G. F. Educação Ambiental: Princípios e Práticas. São Paulo, Gaia, EFFTING, Tânia Regina. Educação Ambiental nas escolas públicas: Realidade e desafios. Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Marechal Cândido Rondon, GADOTTI, Moacir. Educar para a sustentabilidade. Inclusão social 3.1 (2007). OLIVEIRA, E.M. O Que fazer Interdisciplinar. In: A Educação Ambiental uma possível abordagem. Brasília, Edições IBAMA, VALENTE, José Armando. Mudanças na sociedade, mudanças na educação: o fazer e o compreender. O computador na sociedade do conhecimento, v. 1, p ,

ESCOLA MUNICIPAL DE PERÍODO INTEGRAL IRMÃ MARIA TAMBOSI

ESCOLA MUNICIPAL DE PERÍODO INTEGRAL IRMÃ MARIA TAMBOSI PREFEITURA MUNICIPAL DE LONTRAS SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTE ESCOLA MUNICIPAL DE PERÍODO INTEGRAL IRMÃ MARIA TAMBOSI DESPERTANDO AÇÕES SUSTENTÁVEIS LONTRAS 2013 1.TEMA A preservação

Leia mais

O ENSINO DA GEOGRAFIA NA INTERFACE DA PEDAGOGIA DE PROJETOS SOCIOAMBIENTAIS E DO MACROCAMPO INTEGRAÇÃO CURRICULAR.

O ENSINO DA GEOGRAFIA NA INTERFACE DA PEDAGOGIA DE PROJETOS SOCIOAMBIENTAIS E DO MACROCAMPO INTEGRAÇÃO CURRICULAR. O ENSINO DA GEOGRAFIA NA INTERFACE DA PEDAGOGIA DE PROJETOS SOCIOAMBIENTAIS E DO MACROCAMPO INTEGRAÇÃO CURRICULAR. Wedell Jackson de Caldas Monteiro E.E.M.I. Auzanir Lacerda wedellprofessor@gmail.com Nadia

Leia mais

LIXO PARA VOCÊ: ARTE PARA NÓS UM PROJETO DE REEDUCAÇÃO AMBIENTAL

LIXO PARA VOCÊ: ARTE PARA NÓS UM PROJETO DE REEDUCAÇÃO AMBIENTAL LIXO PARA VOCÊ: ARTE PARA NÓS UM PROJETO DE REEDUCAÇÃO AMBIENTAL Rafael Antônio Nunes COURA³;Milena Alves da Silva SOUZA³; Isabela Fatima Silveira MARTINS³; Cássia Maria Silva NORONHA¹ e Eriks Tobias VARGAS².

Leia mais

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO Resumo: O presente artigo pretende refletir sobre os problemas ambientais em nossa sociedade, em especial, sobre o

Leia mais

SEPARAR PRA QUÊ? Idealizadoras. Eduarda Ramires Silveira. Evelyn Victória Cardoso Lopes. Mel Suzane Santos Marques. Voluntários

SEPARAR PRA QUÊ? Idealizadoras. Eduarda Ramires Silveira. Evelyn Victória Cardoso Lopes. Mel Suzane Santos Marques. Voluntários SEPARAR PRA QUÊ? Idealizadoras Eduarda Ramires Silveira Evelyn Victória Cardoso Lopes Mel Suzane Santos Marques Voluntários Joyce Thaís Mendes Alves Sílvia Rocha Pena Rodrigues Luíza Almeida Dias de Carvalho

Leia mais

A Educação Ambiental no Ensino Fundamental de escolas municipais de Pesqueira-PE

A Educação Ambiental no Ensino Fundamental de escolas municipais de Pesqueira-PE A Educação Ambiental no Ensino Fundamental de escolas municipais de Pesqueira-PE Autor(a): Josineide Braz de Miranda Coautor(es): Anderson Carlos Maia da Silva, Josefa Sandra de Almeida Silva, kelren Jane

Leia mais

Eixo Temático ET-13-010 - Educação Ambiental CAPACITAÇÃO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL: PROCESSO, AÇÃO, TRANSFORMAÇÃO

Eixo Temático ET-13-010 - Educação Ambiental CAPACITAÇÃO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL: PROCESSO, AÇÃO, TRANSFORMAÇÃO 486 Eixo Temático ET-13-010 - Educação Ambiental CAPACITAÇÃO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL: PROCESSO, AÇÃO, TRANSFORMAÇÃO Samuel Brito Ferreira Santos 1 ; Rebecca Ruhama Gomes Barbosa 2 ; Adeilton Padre de Paz

Leia mais

PROJETO: Sustentabilidade e mudanças de hábitos no ambiente escolar e na comunidade

PROJETO: Sustentabilidade e mudanças de hábitos no ambiente escolar e na comunidade ESCOLA MUNICIPAL COSTA E SILVA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO: Sustentabilidade e mudanças de hábitos no ambiente escolar e na comunidade Cursistas: Giana K. Mass, Irdes P. Kuhn, Rosane

Leia mais

Reciclagem. Projetos temáticos

Reciclagem. Projetos temáticos Material elaborado pelo Ético Sistema de Ensino Educação infantil Publicado em 2011 Projetos temáticos Educação Infantil Data: / / Nível: Escola: Nome: Reciclagem Justificativa Este projeto tem como foco

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: Educando gerações para repensar, reduzir, reaproveitar e reciclar EDSON MANOEL DA SILVA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: Educando gerações para repensar, reduzir, reaproveitar e reciclar EDSON MANOEL DA SILVA 1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: Educando gerações para repensar, reduzir, reaproveitar e reciclar Introdução EDSON MANOEL DA SILVA O projeto de Educação Ambiental realizado na Escola Antônio Firmino, rede municipal

Leia mais

PROJETO DIDÁTICO: O LIXO QUE VIROU LUXO

PROJETO DIDÁTICO: O LIXO QUE VIROU LUXO PROJETO DIDÁTICO: O LIXO QUE VIROU LUXO Maria do Socorro dos Santos EEEFM José Soares de Carvalho socorrosantosgba@gmail.com Paula Priscila Gomes do Nascimento Pina EEEFM José Soares de Carvalho paulapgnascimento@yahoo.com.br

Leia mais

PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE PROFESSORES DE GEOGRAFIA DO ENSINO FUNDAMENTAL

PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE PROFESSORES DE GEOGRAFIA DO ENSINO FUNDAMENTAL PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE PROFESSORES DE GEOGRAFIA DO ENSINO FUNDAMENTAL Danilo Coutinho da Silva Bacharel e Licenciado em Geografia - UFPB danilogeog@hotmail.com INTRODUÇÃO A Educação Ambiental (EA) deve

Leia mais

Projetos de informatização educacional. Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca

Projetos de informatização educacional. Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca Projetos de informatização educacional Ketiuce Ferreira Silva 3º Período G1 Professora: Gilca O uso do computador como instrumento de educação ainda não é uma realidade para muitos no Brasil, mas aqui

Leia mais

FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN

FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN Brenda Luíza Patriota Lima e Silva¹ André Elias Nóbrega² João Batista dos Santos³

Leia mais

CONSCIÊNCIA AMBIENTAL NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: para onde vão os resíduos sólidos tóxicos?

CONSCIÊNCIA AMBIENTAL NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: para onde vão os resíduos sólidos tóxicos? CONSCIÊNCIA AMBIENTAL NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: para onde Jéssica Cristina Garcia Universidade Federal de Uberlândia Instituto de Geografia jessicacrisis@yahoo.com.br O destino dado aos resíduos

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Lei n o 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

estão de Pessoas e Inovação

estão de Pessoas e Inovação estão de Pessoas e Inovação Luiz Ildebrando Pierry Secretário Executivo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade Prosperidade e Qualidade de vida são nossos principais objetivos Qualidade de Vida (dicas)

Leia mais

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X DA INVISIBILIDADE AFROBRASILEIRA À VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE

Leia mais

Jardim Escola Aladdin

Jardim Escola Aladdin Jardim Escola Aladdin Os 4 Rs da Sustentabilidade Rio de janeiro 2016 Objetivo geral Esse projeto tem como objetivo promover o envolvimento dos alunos, professores, pais e comunidade em defesa à sustentabilidade

Leia mais

PROBLEMÁTICA DO LIXO: PEQUENAS ATITUDES, UM BOM COMEÇO

PROBLEMÁTICA DO LIXO: PEQUENAS ATITUDES, UM BOM COMEÇO PROBLEMÁTICA DO LIXO: PEQUENAS ATITUDES, UM BOM COMEÇO Janelene Freire Diniz, Adeilton Padre de Paz, Hellen Regina Guimarães da Silva, Verônica Evangelista de Lima RESUMO Departamento de Química, Universidade

Leia mais

P.42 Programa de Educação Ambiental - PEA Capacitação professores JUNHO 2013 Módulo EDUCAÇÃO AMBIENTAL

P.42 Programa de Educação Ambiental - PEA Capacitação professores JUNHO 2013 Módulo EDUCAÇÃO AMBIENTAL P.42 Programa de Educação Ambiental - PEA Capacitação professores JUNHO 2013 Módulo EDUCAÇÃO AMBIENTAL Curso Capacitação Professores Programa de Educação Ambiental nas Escolas Atendendo 03 escolas em Jacareacanga

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Coleta Seletiva Capacitação de Gestores Escolares

Mostra de Projetos 2011. Coleta Seletiva Capacitação de Gestores Escolares Mostra de Projetos 2011 Coleta Seletiva Capacitação de Gestores Escolares Mostra Local de: Londrina. Categoria do projeto: Projetos finalizados. Nome da Instituição/Empresa: (Campo não preenchido). Cidade:

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR.

SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR. SEGURANÇA ALIMENTAR, SUSTENTABILIDADE, EDUCAÇÃO AMBIENTAL: REFLEXÕES A CERCA DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR. Jonas da Silva Santos Universidade do Estado da Bahia UNEB DEDC XV jonasnhsilva@hotmail.com jonas.ss@inec.org.br

Leia mais

SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar

SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar Mariely Rodrigues Anger 1 Ana Carla Ferreira Nicola Gomes 2 Jussara Aparecida da Fonseca 3 Resumo: Apresentam-se

Leia mais

Eixo Temático ET-03-016 - Gestão de Resíduos Sólidos

Eixo Temático ET-03-016 - Gestão de Resíduos Sólidos 147 Eixo Temático ET-03-016 - Gestão de Resíduos Sólidos VIABILIDADE DO PROGRAMA DE COLETA SELETIVA NO IFPB CAMPUS PRINCESA ISABEL: CARACTERIZAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS Queliane Alves da Silva 1 ; Ana Lígia

Leia mais

AS PRODUÇÕES LITERÁRIAS COMO INSTRUMENTOS DE APRENDIZAGEM DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

AS PRODUÇÕES LITERÁRIAS COMO INSTRUMENTOS DE APRENDIZAGEM DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL AS PRODUÇÕES LITERÁRIAS COMO INSTRUMENTOS DE APRENDIZAGEM DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Ivone Aparecida Borges (1) Coordenadora de projetos, professora de Biologia e Educadora Ambiental no Centro Operacional de

Leia mais

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Paloma Rodrigues Cunha¹, Larissa Costa Pereira¹, Luã Carvalho Resplandes², Renata Fonseca Bezerra³, Francisco Cleiton da Rocha 4

Leia mais

Profea- Projeto de Formação de Educadores Ambientais

Profea- Projeto de Formação de Educadores Ambientais Profea- Projeto de Formação de Educadores Ambientais Mostra Local de: Maringá PR Categoria do projeto: I Projetos em Andamento (projetos em execução atualmente) Nome da Instituição/Empresa: Facinor- Faculdade

Leia mais

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre Sumário I. Apresentação do Manual II. A Prevenção de Acidentes com Crianças III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre IV. Como a Educação pode contribuir para a Prevenção de Acidentes no Trânsito V. Dados

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA CÍCERO WILLIAMS DA SILVA EMERSON LARDIÃO DE SOUZA MARIA DO CARMO MEDEIROS VIEIRA ROBERTO GOMINHO DA SILVA

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS: Habilitações: Língua Portuguesa e respectivas Literaturas Língua Espanhola e respectivas

Leia mais

PRÁTICAS AMBIENTAIS SUSTENTÁVEIS 1 RESUMO

PRÁTICAS AMBIENTAIS SUSTENTÁVEIS 1 RESUMO PRÁTICAS AMBIENTAIS SUSTENTÁVEIS 1 BOHRER, Temis Regina Jacques 2 ; HERDINA, Renata 3 ; MALLMANN, Claudete Teresinha Klafke 3 ; SENTER, Malena 3 ; ZUFFO, Sinandra 3 ; RADAELLI, Thayná 3 ; GUERIZZOLI, Marta

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM GEOGRAFIA I CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DOCENTE

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM GEOGRAFIA I CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DOCENTE VI JORNADA DE ENSINO DE GEOGRAFIA: ENSINO DE GEOGRA- FIA E AS DIVERSIDADES ÉTINICAS / II MOSTRA DO PIBID GE- OGRAFIA UENP. 25 e 26 de Novembro de 2014. Cornélio Procópio Pr. UENP Modelo de Artigo ESTÁGIO

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES Silva.A.A.S. Acadêmica do curso de Pedagogia (UVA), Bolsista do PIBID. Resumo: O trabalho

Leia mais

PROJETO CIDADANIA E SUSTENTABILIDADE

PROJETO CIDADANIA E SUSTENTABILIDADE PROJETO CIDADANIA E SUSTENTABILIDADE CONSELHEIRO LAFAIETE MG 2012 PROJETO CIDADANIA E SUSTENTABILIDADE JUSTIFICATIVA O Centro de Ensino Superior de Conselheiro Lafaiete tem como princípio desempenhar seu

Leia mais

PROJETO DE INTERVEÇÃO: UM OLHAR DIFERENTE PARA O LIXO

PROJETO DE INTERVEÇÃO: UM OLHAR DIFERENTE PARA O LIXO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO-UFERSA NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CURSO :EDUCAÇÃO AMBIENTAL ALUNA:FRANCISCA IÊDA SILVEIRA DE SOUZA TUTORA: ANYELLE PAIVA ROCHA ELIAS PROFESSORA: DIANA GONSALVES

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II Índice Sistemático Capitulo I Da apresentação...02 Capitulo II Dos objetivos da proposta pedagógica...02 Capitulo III Dos fundamentos da proposta pedagógica...02 Capitulo IV Da sinopse histórica...03 Capitulo

Leia mais

UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO

UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO UMA PROPOSTA DE DRAMATIZAÇÃO PARA ABORDAGEM DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO ENSINO MÉDIO SOUZA, Caio Henrique Bueno de 1 RODRIGUES, Davi 2 SANTOS, Edna Silva 3 PIRES, Fábio José 4 OLIVEIRA, Jully Gabriela

Leia mais

Plano de Trabalho com Projetos

Plano de Trabalho com Projetos PREFEITURA DE JARAGUÁ DO SUL SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO FUNDAMENTAL Plano de Trabalho com Projetos 1. Identificação: Escola Municipal de Ensino Fundamental Renato Pradi Professora:

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: INTEGRANDO SABERES EM UMA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL DO MUNICÍPIO DE CUITÉ PB

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: INTEGRANDO SABERES EM UMA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL DO MUNICÍPIO DE CUITÉ PB EDUCAÇÃO AMBIENTAL: INTEGRANDO SABERES EM UMA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL DO MUNICÍPIO DE CUITÉ PB 1 Cláudia Patrícia Fernandes dos Santos, UFCG 2 Marcondes Fernando Pereira Carvalho, UFCG 3 Edson de

Leia mais

GTT 1 - A Descaracterização do Trabalho do Professor de Educação Física nas Atuais Políticas Públicas de Educação na RMBH

GTT 1 - A Descaracterização do Trabalho do Professor de Educação Física nas Atuais Políticas Públicas de Educação na RMBH Documento final do "Seminário: O trabalho docente em educação física face às atuais políticas públicas na educação na RMBH: Repercussões nas instituições Formadoras" O presente documento tem por finalidade

Leia mais

IESB / PREVE. CURSO DE DIREITO Núcleo de Prática Jurídica Escritório de Assistência Jurídica ORIENTAÇÕES GERAIS

IESB / PREVE. CURSO DE DIREITO Núcleo de Prática Jurídica Escritório de Assistência Jurídica ORIENTAÇÕES GERAIS IESB / PREVE CURSO DE DIREITO Núcleo de Prática Jurídica Escritório de Assistência Jurídica ORIENTAÇÕES GERAIS MISSÃO / IESB Proporcionar um espaço de contínua aprendizagem onde alunos, professores e colaboradores

Leia mais

PRÊMIO ABF- AFRAS DESTAQUE SUSTENTABILIDADE 2012 FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Categoria Franqueado

PRÊMIO ABF- AFRAS DESTAQUE SUSTENTABILIDADE 2012 FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Categoria Franqueado PRÊMIO ABF- AFRAS DESTAQUE SUSTENTABILIDADE 2012 FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Categoria Franqueado Dados da empresa Razão Social: J&I Serviços Educacionais LTDA Nome Fantasia: Wizard Aparecidinha Data de fundação:

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

RESUMO. Elaine Peres da Silva 1 Viviane Silva Nunes 2

RESUMO. Elaine Peres da Silva 1 Viviane Silva Nunes 2 Educação Ambiental sob a Perspectiva do trabalho coletivo dentro da Escola Elaine Peres da Silva 1 Viviane Silva Nunes 2 RESUMO A educação ambiental aplicada ao currículo escolar vem demonstrando resultados

Leia mais

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DRE 3 COLÉGIO ESTADUAL DJENAL TAVARES DE QUEIROZ MOITA BONITA SE

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DRE 3 COLÉGIO ESTADUAL DJENAL TAVARES DE QUEIROZ MOITA BONITA SE GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DRE 3 COLÉGIO ESTADUAL DJENAL TAVARES DE QUEIROZ MOITA BONITA SE O Colégio Estadual Djenal Tavares de Queiroz, foi fundado

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE HORTAS SUSPENSAS DE GARRAFAS PET COMO INSTRUMENTO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA MUNICIPAL ROBERTO SIMOSEN-PB

IMPLANTAÇÃO DE HORTAS SUSPENSAS DE GARRAFAS PET COMO INSTRUMENTO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA MUNICIPAL ROBERTO SIMOSEN-PB IMPLANTAÇÃO DE HORTAS SUSPENSAS DE GARRAFAS PET COMO INSTRUMENTO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA MUNICIPAL ROBERTO SIMOSEN-PB Joseilda de Souza Barros 1 ; André Nunes de Oliveira Lacet 1 ; Neyliane Costa

Leia mais

II Encontro MPSP/MEC/UNDIME-SP. Material das Palestras

II Encontro MPSP/MEC/UNDIME-SP. Material das Palestras II Encontro MPSP/MEC/UNDIME-SP Material das Palestras II Encontro MPSP e MEC Educação Inclusiva MARCOS LEGAIS CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Art. 208. O dever do Estado com a educação

Leia mais

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Resumo Gabriel Mathias Carneiro Leão1 - IFPR, UFPR Rosane de Fátima Batista Teixeira2 - IFPR Grupo de Trabalho Cultura, Currículo e Saberes

Leia mais

Lixo na escola: Educação ambiental e a Sustentabilidade escolar

Lixo na escola: Educação ambiental e a Sustentabilidade escolar Lixo na escola: Educação ambiental e a Sustentabilidade escolar E.M. Jenny de Andrade Faria Patrícia Mara Nunes de Souza Mariele Rosa Introdução Dentre os reflexos do consumo exagerado, e quase sempre

Leia mais

ACONTECENDO? O QUE ESTÁ O QUE PODEMOS FAZER?

ACONTECENDO? O QUE ESTÁ O QUE PODEMOS FAZER? O QUE ESTÁ ACONTECENDO? O futuro é uma incógnita. As tendências são preocupantes, mas uma coisa é certa: cada um tem de fazer sua parte. Todos somos responsáveis. A atual forma de relacionamento da humanidade

Leia mais

PROJETO SOCIAL CITY PETRÓPOLIS: NOVOS HORIZONTES NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA

PROJETO SOCIAL CITY PETRÓPOLIS: NOVOS HORIZONTES NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA 369 PROJETO SOCIAL CITY PETRÓPOLIS: NOVOS HORIZONTES NA APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Jorge Leonardo Garcia (Uni-FACEF) Sílvia Regina Viel Rodrigues (Uni-FACEF) O Ensino da Matemática Hoje As aulas típicas

Leia mais

PROJETO: Sustentabilidade e mudanças de hábitos no ambiente escolar e na escola

PROJETO: Sustentabilidade e mudanças de hábitos no ambiente escolar e na escola ESCOLA MUNICIPAL COSTA E SILVA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO: Sustentabilidade e mudanças de hábitos no ambiente escolar e na escola MARECHAL CÂNDIDO RONDON, JULHO DE 2011. RESUMO: O presente

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ESTADO DO PARANÁ

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ESTADO DO PARANÁ PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ESTADO DO PARANÁ A N E X O I E D I T A L D E C O N C U R S O P Ú B L I C O Nº 01/2015 D O S R E Q U I S I T O S E A T R I B U I Ç Õ E S D O S C A R G O S RETIFICAÇÃO

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMEÇA NA ESCOLA: COMO O LIXO VIRA BRINQUEDO NA REDE PÚBLICA EM JUAZEIRO DO NORTE, NO SEMIÁRIDO CEARENSE

EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMEÇA NA ESCOLA: COMO O LIXO VIRA BRINQUEDO NA REDE PÚBLICA EM JUAZEIRO DO NORTE, NO SEMIÁRIDO CEARENSE EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMEÇA NA ESCOLA: COMO O LIXO VIRA BRINQUEDO NA REDE PÚBLICA EM JUAZEIRO DO NORTE, NO SEMIÁRIDO CEARENSE Emmanuelle Monike Silva Feitosa 1 Celme Torres Ferreira da Costa 2 Niraldo Muniz

Leia mais

Formando o aluno para a responsabilidade social. Esther Carvalho Março 2010

Formando o aluno para a responsabilidade social. Esther Carvalho Março 2010 Formando o aluno para a responsabilidade social Esther Carvalho Março 2010 Missão "Servir com excelência, por meio da educação, formando cidadãos éticos, solidários e competentes" Visão "Ser referência

Leia mais

Seminário Regional Semana da Água Alta bacia Consórcio PCJ Bragança Paulista, 27 de março de 2014.

Seminário Regional Semana da Água Alta bacia Consórcio PCJ Bragança Paulista, 27 de março de 2014. Seminário Regional Semana da Água Alta bacia Consórcio PCJ Bragança Paulista, 27 de março de 2014. Ed. Ambiental: 20 anos construindo saberes Bragança Paulista participa do Semana da Água desde sua primeira

Leia mais

PALAVRAS CHAVE: Formação de Professores, Políticas Públicas, PIBID, Ensino de Física. Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN

PALAVRAS CHAVE: Formação de Professores, Políticas Públicas, PIBID, Ensino de Física. Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A EDUCAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PIBID 1 NA FORMAÇÃO INICIAL

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

Projeto Barro Preto em Ação

Projeto Barro Preto em Ação Projeto Barro Preto em Ação Mirian de Sousa SILVA 1 ; André Luis RIBEIRO 2 ; 1ªTurma de Meio Ambiente 3 1 Professora orientadora do Instituto Federal Minas Gerais (IFMG) Bambuí/Extensão Oliveira-MG. 2

Leia mais

Reciclagem. Projetos temáticos

Reciclagem. Projetos temáticos Material elaborado pelo Ético Sistema de Ensino Ensino fundamental Publicado em 2011 Projetos temáticos 2 o ano Data: / / Nível: Escola: Nome: Reciclagem Justificativa Este projeto tem como foco promover

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

Relatório Fotográfico de Atividades -1º Semestre 2015

Relatório Fotográfico de Atividades -1º Semestre 2015 Relatório Fotográfico de Atividades -1º Semestre 2015 Subprojeto... Colégio Estadual Professor Waldemar Amoretty Machado Supervisora: Gisele Machado Brites Rodrigues Bolsistas: Ariani, Camila Simões, Kamile

Leia mais

CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4

CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4 CAMPUS CARAGUATUBA CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4 PROFESSOR: ANDRESSA MATTOS SALGADO-SAMPAIO ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS PARA A PRÁTICA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO

Leia mais

PLANEJAMENTO: um vai-e-vem pedagógico

PLANEJAMENTO: um vai-e-vem pedagógico 1 PLANEJAMENTO: um vai-e-vem pedagógico Vera Maria Oliveira Carneiro 1 Educar é ser um artesão da personalidade, um poeta da inteligência, um semeador de idéias Augusto Cury Com este texto, pretendemos

Leia mais

NOTA DE ESCLARECIMENTO DA FENEIS SOBRE A EDUCAÇÃO BILÍNGUE PARA SURDOS (EM RESPOSTA À NOTA TÉCNICA Nº 5/2011/MEC/SECADI/GAB)

NOTA DE ESCLARECIMENTO DA FENEIS SOBRE A EDUCAÇÃO BILÍNGUE PARA SURDOS (EM RESPOSTA À NOTA TÉCNICA Nº 5/2011/MEC/SECADI/GAB) NOTA DE ESCLARECIMENTO DA FENEIS SOBRE A EDUCAÇÃO BILÍNGUE PARA SURDOS (EM RESPOSTA À NOTA TÉCNICA Nº 5/2011/MEC/SECADI/GAB) A Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO

JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO JOGO DE PALAVRAS OU RELAÇÕES DE SENTIDOS? DISCURSOS DE LICENCIANDOS SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA PRODUÇÃO DE TEXTOS EM UMA AVALIAÇÃO Tatiana Galieta (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Introdução

Leia mais

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental TRANSVERSALIDADE Os temas transversais contribuem para formação humanística, compreensão das relações sociais, através de situações de aprendizagens que envolvem a experiência do/a estudante, temas da

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: LEI 9.795/99 E AGORA? EIXO TEMÁTICO: Estudos curriculares e discussões sobre conteúdos básicos

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: LEI 9.795/99 E AGORA? EIXO TEMÁTICO: Estudos curriculares e discussões sobre conteúdos básicos EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: LEI 9.795/99 E AGORA? Flavio Correia Nardy Tânia Mara De Bastiani 1 EIXO TEMÁTICO: Estudos curriculares e discussões sobre conteúdos básicos Introdução A lei 9.795 de 1999

Leia mais

MONITORAMENTO DO PROGRAMA DE COLETA SELETIVA SOLIDÁRIA NA UFPB

MONITORAMENTO DO PROGRAMA DE COLETA SELETIVA SOLIDÁRIA NA UFPB MONITORAMENTO DO PROGRAMA DE COLETA SELETIVA SOLIDÁRIA NA UFPB PAIVA ANDRADE, Leandro DE ARAUJO MORAIS, Joácio Júnior RESUMO A coleta seletiva e a reciclagem de lixo têm um papel muito importante para

Leia mais

Um pouco da História da Educação Ambiental. Década de 60

Um pouco da História da Educação Ambiental. Década de 60 Um pouco da História da Educação Ambiental Década de 60 1962 Livro Primavera Silenciosa de Rachel Carson - alertava sobre os efeitos danosos de inúmeras ações humanas sobre o ambiente, como por exemplo

Leia mais

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 1 Revista Avisa lá, nº 2 Ed. Janeiro/2000 Coluna: Conhecendo a Criança Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 O professor deve sempre observar as crianças para conhecê-las

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2013/01 a 2013/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Diagnóstico geral

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE UM CIDADÃO CRÍTICO POR MEIO DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO. 1

A CONSTRUÇÃO DE UM CIDADÃO CRÍTICO POR MEIO DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO. 1 1 A CONSTRUÇÃO DE UM CIDADÃO CRÍTICO POR MEIO DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO. 1 Fabiana Bezerra Mangili Edilene Précoma Marcela Bianca Malosso Graça Caroline Felizardo Carrazedo de Souza 2 RESUMO: O presente

Leia mais

SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA

SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA Resumo: O programa traz uma síntese das questões desenvolvidas por programas anteriores que refletem sobre o uso de tecnologias

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS NO CURSO DE TURISMO DA UNICENTRO: EXERCITANDO A RESPONSABILIDADE SOCIAL

A ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS NO CURSO DE TURISMO DA UNICENTRO: EXERCITANDO A RESPONSABILIDADE SOCIAL A ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS NO CURSO DE TURISMO DA UNICENTRO: EXERCITANDO A RESPONSABILIDADE SOCIAL Amanda Guarnieri de Oliveira Paula Grechenski Demczuk RESUMO: Desde 2012 o curso de Turismo da Universidade

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Maracaju 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Pedagogia Obs.: Para proposta

Leia mais

Programa Permanente de Coleta Seletiva. Solidária do Arquivo Nacional

Programa Permanente de Coleta Seletiva. Solidária do Arquivo Nacional Solidária do Arquivo Nacional Programa Permanente de Coleta Seletiva Amparado pelo Decreto Federal 5.940/ 2006 - que prevê que todas as instituições federais passem a doar seus materiais recicláveis descartados

Leia mais

JORNAL DE MATEMÁTICA Uma experiência de estágio

JORNAL DE MATEMÁTICA Uma experiência de estágio JORNAL DE MATEMÁTICA Uma experiência de estágio Darcy de Liz Biffi (Prof.ª de Prática de Ensino e Supervisora de Estágio), darcy@uniplac.net; Lisiane Lazari Armiliato; Naira Girotto (Estagiárias da 7ª

Leia mais

Introdução - Fundamentos e desenvolvimento das atividades de extensão:

Introdução - Fundamentos e desenvolvimento das atividades de extensão: proteção do meio ambiente, e convênio firmado para viabilização do pagamento de bolsa a acadêmica Letícia Croce dos Santos. As atividades executadas no projeto de extensão compreendem dentre outras iniciativas:

Leia mais

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA: Passar do Discurso para a Ação Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 1º Fórum de Ideias - Cambridge University Press

Leia mais

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental;

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental; Portaria Normativa FF/DE N 156/2011 Assunto: Estabelece roteiros para elaboração de Plano Emergencial de Educação Ambiental e de Plano de Ação de Educação Ambiental para as Unidades de Conservação de Proteção

Leia mais

G1 Formação de Professores. Julia de Cassia Pereira do Nascimento (DO)/ juliacpn@interacaosp.com.br Edda Curi/ edda.curi@cruzeirodosul.edu.

G1 Formação de Professores. Julia de Cassia Pereira do Nascimento (DO)/ juliacpn@interacaosp.com.br Edda Curi/ edda.curi@cruzeirodosul.edu. CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: INDICATIVOS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE E DA ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO NUM CURSO DE PEDAGOGIA G1 Formação de Professores

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Nome da Instituição: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Responsável pelo preenchimento das informações: HELIANE

Leia mais

ENSINO-APRENDIZAGEM PARA A CIDADANIA: EXPERIÊNCIA DO PROJETO AGROECOLÓGICO EM ESCOLAS PÚBLICAS EM POMBAL/PB

ENSINO-APRENDIZAGEM PARA A CIDADANIA: EXPERIÊNCIA DO PROJETO AGROECOLÓGICO EM ESCOLAS PÚBLICAS EM POMBAL/PB ENSINO-APRENDIZAGEM PARA A CIDADANIA: EXPERIÊNCIA DO PROJETO AGROECOLÓGICO EM ESCOLAS PÚBLICAS EM POMBAL/PB Introdução Marcos Antonio Lopes do Nascimento Universidade Federal da Paraíba marcosal99@yahoo.com.br

Leia mais

FACCAMP - FACULDADE DE CAMPO LIMPO PAULISTA CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA Campo Limpo Paulista - Maio 2013

FACCAMP - FACULDADE DE CAMPO LIMPO PAULISTA CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA Campo Limpo Paulista - Maio 2013 FACCAMP - FACULDADE DE CAMPO LIMPO PAULISTA CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA Campo Limpo Paulista - Maio 2013 DISCIPLINA - COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL Integrantes: Adriano de Oliveira RA: 14759 Karina

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ALTERNATIVAS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DE BIOLOGIA: A QUESTÃO DOS PROJETOS

A UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ALTERNATIVAS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DE BIOLOGIA: A QUESTÃO DOS PROJETOS A UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ALTERNATIVAS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DE BIOLOGIA: A QUESTÃO DOS PROJETOS Prof. Dra. Simone Sendin Moreira Guimarães Instituto de Ciências Biológicas/ICB Universidade Federal

Leia mais

Programa de Educação e Valorização da Água

Programa de Educação e Valorização da Água Título do trabalho: Aplicação do Programa de Educação e Valorização da Água nas Escolas de Jaraguá do Sul. Autores: Evelise Maria Garcia Parham Fard Adilson Miotto Currículo resumido dos autores: Evelise

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR

LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR ANNA PAULA SILVA (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS), ELIANE FERREIRA PINTO (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS). Resumo A reciclagem tem como principal foco a conscientização

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais