O PAPEL DA ESCOLA NA CONSTRUÇÃO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: AÇÕES E REFLEXÕES

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1 O PAPEL DA ESCOLA NA CONSTRUÇÃO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: AÇÕES E REFLEXÕES Rayssa Aguiar Chaves, Marília Carla Mello Gaia CEUMIH - Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix RESUMO A Educação Ambiental (EA) é um assunto interdisciplinar, que deve ser trabalhado de forma contínua e permanente. Em muitos casos a escola atua repassando somente informações básicas. Este trabalho tem como objetivo discutir o papel da escola na construção da EA, suas possibilidades e dificuldades. Para tanto, foram realizadas oficinas práticas de Educação Ambiental em turmas de Ensino Médio: 1) Produção do sabão através do óleo de cozinha usado. 2) Implantação da coleta seletiva de papel. 3) Construção de um mural. Com o desenvolvimento desta pesquisa foi possível perceber que é difícil efetivar o papel da escola na construção da EA por meio de ações pontuais e que são necessárias mudanças desde a formação inicial e continuada dos professores, até a postura das escolas. Palavras-Chaves: Educação Ambiental, educação formal, interdisciplinaridade. 1 INTRODUÇÃO Há uma multiplicidade de conceitos e definições para o termo Sustentabilidade, por isso a dificuldade em se trabalhar com uma referência, e em muitas vezes se observa uma abordagem apenas no aspecto político, e esquecendo da parte da sobrevivência do planeta (EFFTING, 2007). Para Gadotti (2007), sustentabilidade é o equilíbrio dinâmico com o outro e com o meio ambiente, é harmonia entre os diferentes. Segundo o autor a sustentabilidade se divide em dois eixos: um relativo à natureza e outro relativo à sociedade. De acordo com Dias (1991), a evolução dos conceitos de Educação Ambiental (EA) esteve diretamente relacionada à evolução do conceito de meio ambiente e ao modo como este era percebido, além da relação com o conceito de sustentabilidade. Na Conferência Intergovernamental de Tbilisi sobre Educação Ambiental, em 1977, a EA foi definida como uma dimensão dada ao conteúdo e à prática da educação, orientada para a resolução dos problemas concretos do meio ambiente, por meio de enfoques interdisciplinares e de uma participação ativa e responsável de cada indivíduo e da coletividade (DIAS, 1991). Nesta abordagem, a escola deveria atuar como uma mediadora, entre o aluno, enquanto sociedade, e o meio ambiente, construindo valores sustentáveis e formando opiniões. E nada melhor que começar sensibilizando os alunos de que a natureza não é uma fonte inesgotável de recursos (EFFTING, 2007). 6356

2 Porém, em muitos casos, a escola se limita somente em fornecer informações básicas, sem levar em conta que se trata de um assunto interdisciplinar e que deveria envolver toda a comunidade (EFFTING, 2007), e também que ter a informação correta não significa ter atitudes ambientalmente desejáveis. Dentro desta discussão, então, este trabalho tem como objetivo principal discutir o papel da escola na construção da Educação Ambiental, suas possibilidades e dificuldades. Para tanto foram realizadas algumas oficinas práticas de Educação Ambiental em turmas de Ensino Médio, analisando sua execução e desdobramentos. 1.1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: HISTÓRICO E LEGISLAÇÃO O termo Educação Ambiental (EA) vem de 1965, na Conferência de Educação da Universidade de Keele, na Inglaterra. (EFFTING, 2007). Segundo Dias (1991), apenas no ano de 1972 que ocorreu um marco histórico-político internacional, pois a Conferência de Estocolmo 1, que além de chamar a atenção dos governantes para os problemas ambientais, destacou a Educação ambiental como campo de ação pedagógica, tendo relevância internacional. Mas, 1977 foi o ponto culminante do Programa Internacional de Educação Ambiental, em Tbilisi, na antiga URSS, onde se estabeleceu o quanto a EA é essencial para a educação global. Já em 1992 (Rio-92) 2 houve a "1ª Jornada Internacional de Educação Ambiental", com debates oficiais que resultaram em três documentos para se trabalhar Educação Ambiental, a saber: Agenda 21: Um plano de ações para o século XXI, e contém propostas que forçam a urgência de envolver todos os setores da sociedade, através da EA formal e não formal. 1 A ONU Organização das Nações Unidas realizou em 1972, em Estocolmo, na Suécia, o que viria ser o primeiro grande evento sobre Meio Ambiente Humano, a Conferência de Estocolmo, e que teve a participação de 113 países. O grande tema foi o de se estabelecer uma visão holística da realidade e princípios comuns que servissem como orientação para a conservação da humanidade (DIAS, 1991). 2 De 3 a 14 de junho de 1992, realizou-se na cidade do Rio de Janeiro a Conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, mais conhecida como Rio-92, e teve como um dos grandes objetivos a verificação dos modelos de desenvolvimento e a sua ineficiência, sugerindo a mudança para um desenvolvimento sustentável (DIAS, 1991). 6357

3 Carta Brasileira para a Educação Ambiental: produzida pelo MEC e que destaca a participação das autoridades na implantação da EA em todos os níveis de ensino. Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global: fala do compromisso da sociedade civil, onde se reconhece os direitos humanos e a ética. Segundo Dias (1991), a EA na escola deve construir um processo contínuo e permanente, podendo começar a partir do pré-escolar, e continuar através de todo o ensino regular, ter uma abordagem interdisciplinar e deve aproveitar o conteúdo específico de cada disciplina. A EA é amparada por leis, nos mais diversos aspectos, e o Brasil é o único país da América Latina que tem uma política nacional específica para Educação Ambiental. Citaremos aqui somente alguns fragmentos legais que estão relacionados à Educação Ambiental Formal, cujo tema é base desta pesquisa. A Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) foi sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, em 27 de abril de 1999, a Lei No 9795, em 25 de junho de 2002 foi assinado pelo Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva a Regulamentação da Lei nº 9795 pelo Decreto Esta reconhece que a Educação Ambiental é um componente urgente, essencial e permanente em todo processo educativo. Diferente de outras Leis, não estabelece regras ou sanções, mas estabelece responsabilidades e obrigações (BRASIL,1999). 1.2 EDUCAÇÃO AMBIENTAL E O PAPEL DO EDUCADOR NA ESCOLA Segundo Dias (1991), a escola deve ser o lugar onde o aluno é sensibilizado por questões ambientais, para que fora dela o mesmo possa dar continuidade para as suas ações ambientais, e assim ir se formando um cidadão. Considerando toda essa importância da temática ambiental e a visão integrada de mundo, no tempo e no espaço, sobressaem-se as escolas como espaços privilegiados na implementação de atividades que propiciem essa reflexão. E tudo isso demanda atividades dentro e fora da sala de aula, além de atividades de campo, com ações orientadas em projetos e em processos de participação que levem à autoconfiança, 6358

4 atitudes positivas e ao comprometimento pessoal com a proteção ambiental, implementados de modo interdisciplinar (DIAS, 1991). O processo de EA deve ser contínuo e permanente; deve, principalmente, sensibilizar o professor, já que ele é o principal agente promotor na escola, através de projetos e cursos de capacitação desses profissionais (DIAS,1991). Na maioria dos casos, as escolas costumam trabalhar Educação ambiental na forma de uma feira de ciências ou até mesmo uma atividade extraclasse, e depois disso não continuam o assunto em sala de aula (BIZERRIL, 2000). E são vários os motivos da dificuldade de se trabalhar um assunto interdisciplinar, dentre eles: 1) O medo de atrasar o conteúdo regular, 2)Falta de envolvimento do grupo de professores, 3)Dificuldade em se trabalhar um tema considerado diferente da disciplina ministrada, 4)Os alunos estão acostumados somente com aulas tradicionais quadro e giz, quando o professor propõe algo diferente, eles dizem que o professor está com preguiça de dar aula, 5) Falta de incentivo financeiro, 6)Falta de planejamento e de recursos da escola. (BIZERRIL, 2000). Oliveira (2000) sugere alguns passos como alternativa para o planejamento escolar, como a formulação de um projeto político pedagógico, no qual faça um levantamento do ambiente físico escolar e de situações problema da mesma, além de seminários, encontros e debates a fim de preparar os professores para projetos interdisciplinares. 2 MATERIAL E MÉTODOS Este trabalho foi desenvolvido em uma Escola Estadual, localizada no município de Contagem, Minas Gerais. Escola no qual a primeira autora executou o Estágio Supervisionado Obrigatório do Curso de Ciências Biológicas no segmento do Ensino Médio. A escola atende apenas o Ensino médio. O turno da manhã funciona com 13 salas, atendendo 481 alunos. No turno da tarde são atendidos 273 alunos, em 10 turmas. O noturno trabalha com sete turmas, atendendo 191 alunos. Ao longo desta pesquisa foram executadas três oficinas práticas como forma de proporcionar atividades de Educação Ambiental na escola, sendo: 1) Produção do sabão através do óleo de cozinha usado produzido pela própria escola; 6359

5 2) Implantação da coleta seletiva de papel e doação para uma associação de catadores do município. 3) Construção de um mural em um local estratégico, com informações sobre o projeto e notícias da própria escola e de EA. 3 RESULTADOS A oficina de produção de sabão foi executada com alunos do 3º ano do turno da tarde, durante a aula de Biologia. O óleo utilizado veio da cantina da própria escola e ficava armazenado em garrafas PET no próprio laboratório, havia bastante óleo, pois não havia uma destinação para o mesmo. Durante a execução da oficina, os alunos em sua maioria se mostraram bastante interessados e participativos, fizeram parte de todas as etapas e se mostraram bastante curiosos. Ao final da oficina, o sabão na sua forma liquida foi armazenado em potes de plástico durante uma semana até endurecer. Após esse período, o sabão foi cortado e colocado sobre as bancadas para secar; 15 dias depois uma parte das barras de sabão foi dividida igualmente entre os alunos e a outra parte foi doada para a cantina da escola. Figura 01- Produção do sabão pelos próprios alunos- adição de soda caustica ao óleo. 6360

6 Produção de sabão através do óleo usado. Materiais: ½ litro de soda cáustica liquida. ½ litro de água. 2,5 litros de óleo. Corante Procedimento: Misturar todos os ingredientes em um balde de plástico grande com uma colher de madeira com bastante cuidado, pois a soda cáustica é um material corrosivo. Misturar por aproximadamente 30 minutos. Após isso despejar em vasilhas de plástico, pois a soda cáustica corroí vasilhas de alumínio. Esperar algumas horas até que o sabão comece a endurecer para dar o formato de corte. Após uma semana desenformar o sabão e deixar secar por mais duas semanas. 6361

7 Figura 02- Sabão pronto em sua forma líquida A implantação da coleta seletiva de papel teve como objetivo sensibilizar a escola com a quantidade de papel que é gerada pela mesma e mostrar um destino correto para esse papel. A execução da oficina foi feita com 2 alunos representantes de turma de cada sala, do turno da tarde (total de 20 alunos). Cada sala recebeu uma lixeira específica para o recolhimento de papel, além de lixeiras também colocadas na secretaria, sala da direção e biblioteca, Estas lixeiras eram feitas de caixa de papelão e pintadas com tinta guache pelos próprios alunos. Uma lixeira central, maior, foi disposta no pátio, a mesma foi maior, pois todo o papel recolhido nas salas será destinado para o local. Esta lixeira foi construída com sombrite e madeira para dar a estrutura. Além disso, foi posicionada em um local estratégico a fim de mostrar a quantidade de papel arrecadado. A oficina foi desenvolvida com 20 alunos, entretanto todos os alunos foram sensibilizados, assim como funcionários da limpeza, supervisores, professores e direção, mostrando a importância de colaborar com o objetivo da oficina. Próximo a cada lixeira pequena tinha o seguinte recado para orientar os alunos e funcionários a respeito da destinação correta do papel: FAVOR DESCARTAR NESSA LIXEIRA SOMENTE PAPEL De um modo geral houve um bom retorno de todas as partes, com a exceção de alguns funcionários da limpeza que não se mostraram receptivos. 6362

8 Após esse processo, que os funcionários da associação de catadores de papel do município iriam recolher o papel e destina-lo à reciclagem. Figura 03- produção da lixeira central com o sombrite e a madeira Figura 04- produção das lixeiras para cada sala- pintando as caixas de papelão com tinta guache. Dois dias após a implantação das lixeiras, a lixeira central estava quebrada, nas lixeiras menores que deveriam conter somente papel, tinha principalmente restos de lanches. Após o ocorrido, a lixeira maior foi concertada, ficamos uma semana sem visitar a escola, nesse tempo houve uma chuva forte que aparentemente destruiu a lixeira, quando retornamos na escola, a lixeira maior havia desaparecido, e ninguém sabia explicar o ocorrido. Conseguimos encontrar parte do papel recolhido nos fundos da escola. 6363

9 Inicialmente este papel seria destinado para a associação dos catadores de papel, com fins de reciclagem. Entretanto, a não continuidade de separação do papel impossibilitou esta ação. Figura 05- parte do papel recolhido encontrado nos fundos da escola A construção de um mural em um local estratégico ficou localizado próximo as escadas, pois era um lugar onde todos os alunos passam para irem às salas de aula. Neste havia informações sobre o projeto e notícias da própria escola, pois foi observado que a escola espalhava uma grande quantidade de papel com informativos aos alunos, e com a construção do mural buscou-se concentrar essas informações em um local somente. Além disso, o mural serviu para colocar as fotos das outras etapas do projeto, uma forma de todos os alunos terem acesso às atividades desenvolvidas, já que nem todos puderam participar ativamente das oficinas por questões logísticas. O mural foi a terceira oficina do projeto, foi executado em uma semana de prova, por isso só foi possível ser executado com duas alunas que foram destaque na oficina anterior e já haviam terminado a prova, foi bem rápida. 6364

10 Figura 06- construção do mural Dois dias após a construção do mural, quando seriam fixadas as fotos do projeto, parte deste já estava rasgada. Figura 07- parte do mural rasgado 4 DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Muitos alunos se mostraram interessados na parte prática das oficinas, principalmente, pelo fato de saírem da sala de aula e colocarem a mão na massa, porém foi possível perceber que foi uma empolgação de momento e que, por exemplo, a oficina de sabão, a questão principal que era o reaproveitamento do óleo não foi tão absorvida. 6365

11 Já imaginávamos que poderia haver dificuldades em chamar à atenção dos alunos do Ensino Médio, e talvez a falta de continuidade em trabalhar o assunto tenha contribuído com o resultado insatisfatório. Voltando à escola após algum tempo para a execução das outras oficinas e entrando em contato com os alunos, foi possível perceber que eles sentiam falta de algo diferente na escola, uma minoria infelizmente, mas já é um resultado positivo. Talvez atividades pontuais não seja a melhor forma de se trabalhar Educação Ambiental, as oficinas de certa forma podem até dar certo, porém atingem um público muito pequeno. Durante a execução da oficina do reaproveitamento de papel, os alunos selecionados se mostraram bastante participativos apesar da oficina não estar vinculada a nenhuma aula. Eles se mostraram bastante proativos, a direção e os demais funcionários da escola se mostraram otimistas para execução da atividade, porém não ofereceram nenhuma ajuda prática, com exceção de alguns professores que durante as conversas em sala de aula reafirmavam a importância de diminuir o consumo e de ter um destino correto do papel. Essa oficina foi a que demandou mais preparo, por envolver uma quantidade maior de alunos e um tempo maior na escola, por isso, foi considerada como ponto chave das oficinas. A partir dela, pode-se realmente perceber quais são os efeitos de ações pontuais relacionados à Educação Ambiental, elas têm um efeito momentâneo e talvez a mensagem chegue a alguns poucos alunos, não atingido seu objetivo central. Na fase atual do projeto, não obtivemos o mesmo apoio da escola, sendo possível perceber que as escolas não estão preparadas para se trabalhar a EA o ano todo, pois no início acataram a ideia, apoiaram, entretanto no final, o envolvimento foi bem mais limitado. Sabe-se que de uma forma ou de outra a educação pontual se tornou um ciclo, se faz uma feira de ciências ou um trabalho de campo e pronto, afim de cumprir o PCN (BIZERRIL, 2000). Os professores não estão capacitados ou abertos em construir algo diferente para a escola, sendo complicada a inserção de atividades sem sair da zona de conforto. Valente (1999) fala que o trabalho a partir de projeto, em muitas das vezes, fica somente na intencionalidade, já que os educadores não conseguem organizar o trabalho de forma clara e que beneficiem a aprendizagem. Andrade (2003) afirma que é importante ocorrer uma grande mobilização na comunidade escolar, a começar pelo projeto político pedagógico (PPP), de forma a 6366

12 alterar o currículo e abranger o funcionamento da escola e o seu relacionamento com a comunidade, para o desenvolvimento de projetos interdisciplinares. Andrade (2003) acredita que o envolvimento do professor é fundamental para mudanças na forma que alguns temas são concebidos na escola, sem os mesmos nenhum resultado será alcançado. Em um projeto interdisciplinar, o professor deve atuar como, uma espécie de consultor do aluno, dessa forma a informação não deverá ser passada diretamente, mas sim incentivar a autonomia, o pensamento crítico do aluno e ajudar a aplicar o conhecimento em atividades de seu cotidiano (VALENTE, 1999). Nos trabalhos com projetos, a escola deve sair do ensino tradicional, aquele onde os alunos têm horário de entrada e saída e recebe o conteúdo pela palavra oral e com a necessidade de um professor o tempo todo (VALENTE 1999). Os projetos envolvem atividades de médio e longo prazo e devem ser desenvolvidas com um público e espaço para além da sala de aula. 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS De fato com o desenvolvimento desta pesquisa foi possível perceber que é difícil efetivar o papel da escola na construção da EA através de ações pontuais que não envolvam outros temas e profissionais. As atividades de EA precisam sair do formato de educação tradicional, para isso, deve-se também rever todo o processo de formação dos profissionais envolvidos. É necessário que desde a formação inicial dos professores, bem como na formação continuada destes, e na construção do PPP da escola e do cronograma das disciplinas, a EA seja algo mais concreto. Não se limitando a ações desconectadas das disciplinas escolares e do dia a dia da comunidade escolar. 6 REFERÊNCIAS ANDRADE, Pedro Ferreira. Aprender por projetos, formar educadores. Pedro Ferreira de Andrade, BIZERRIL, Marcelo Ximenes Aguiar; FARIA Dóris S. Percepção de professores sobre a Educação Ambiental no Ensino Fundamental. Revista Brasileira Estudos Pedagógicos, Brasília, v. 82, n. 200/201/202, p , jan./dez BRASIL. Lei nº , de 27 de abril de Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário 6367

13 Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, Brasília, DF, 28 abr Seção 1, p.138 DIAS, G. F. Educação Ambiental: Princípios e Práticas. São Paulo, Gaia, EFFTING, Tânia Regina. Educação Ambiental nas escolas públicas: Realidade e desafios. Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Marechal Cândido Rondon, GADOTTI, Moacir. Educar para a sustentabilidade. Inclusão social 3.1 (2007). OLIVEIRA, E.M. O Que fazer Interdisciplinar. In: A Educação Ambiental uma possível abordagem. Brasília, Edições IBAMA, VALENTE, José Armando. Mudanças na sociedade, mudanças na educação: o fazer e o compreender. O computador na sociedade do conhecimento, v. 1, p ,

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