PROJETO PAPEL RECICLADO EM OFICINAS ESCOTEIRAS

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1 PROJETO PAPEL RECICLADO EM OFICINAS ESCOTEIRAS IDEALIZADORES DO PROJETO: 1. PATRULHA PARIQUIS Sênior - FABRICIO JUNIOR 2. PATRULHA ASSURINÍ Guia - VICTÓRIA SANTANA 3. ORIENTADOR: CB SÊNIOR - CARLOS NETO

2 ÍNDICE 1. Apresentação 2. Agradecimentos 3. Objetivo 3.1 Geral 3.2 Especifico 3.3 Público Alvo 3.4 Quantidade 4. Metodologia 4.1. Aplicação do Projeto 4.2. Materiais 5. Cronograma 6. Referencial Teórico 6.1.História do papel no Brasil e no mundo O papel e o meio ambiente Como diminuir os danos ao meio ambiente 7. Conclusão 8. Relatório Financeiro 9. Registros da ação 10. Lista dos membros que estavam presentes na ação (28 PA) 11. Lista dos membros que estavam presentes na ação (22 PA) 12. Bibliografia

3 1. APRESENTAÇÃO. União dos Escoteiros do Brasil Com o intuito de conquistar o distintivo especial do ramo sênior, formulamos o projeto de Escoteiro da Pátria: Oficina de Papel Reciclado para conscientizar nossos irmãos escoteiros sobre as consequências do desperdício e uso desenfreado do papel para o meio ambiente e consequentemente para a população e mostrar formas de reaproveitamento desse material, fazendo com que se criem alternativas como: decorações, reformulação do papel para a escrita etc, como uma fonte de renda. Reciclando o papel podemos diminuir o volume de lixo ocasionado pelo desperdício e ainda poupar árvores, pois a celulose é a matériaprima para a fabricação de papel. Para cada tonelada de papel reciclado são poupadas aproximadamente 20 árvores. Pode-se aliar proteção do meio ambiente a resultados econômicos, sociais, ecológicos e de economia de recursos naturais, através de uma destinação adequada ao lixo. O lixo deve ser encarado como uma solução bastante viável para a sobrevivência humana - como o começo de um novo ciclo, onde é possível a transformação do que era velho em novo. Diante deste contexto, o projeto tem como objetivo demonstrar e ensinar possíveis meios de reutilizar o papel usado em beneficio da população.

4 2. AGRADECIMENTOS Gostaríamos de agradecer primeiramente a Deus e a todos que contribuíram para que o nosso projeto pudesse ter sido realizado. Ao nosso Chefe de tropa e orientador Carlos Neto, aos Chefes Daniel Júnior e o Chefe Olivalmir dos respectivamente G.E. Básico Gilwell Park- 22º PA e o G. E. Básico General João Batista Figueiredo 28º PA, que cederam suas Tropas para que possamos apresentar nosso projeto e aos nossos irmãos escoteiros Hosanna Paixão e Gabriel Donátila que dispuseram seu tempo para nos ajudar a transportar o material e a tiragem de fotos. A senhora Rosa, mãe da guia Victória, que disponibilizou sua casa para a construção do material a ser utilizado durante a ação e que cuidou de nossa alimentação.

5 3.OBJETIVO. União dos Escoteiros do Brasil 3.1.GERAL. Conscientização sobre a importância da reciclagem de papel ESPECÌFICO Conscientizar os membros dos grupos escoteiros a serem visitados, a como reutilizar o papel e sobre os danos do desperdício e os benefícios que eles podem trazer para as pessoas, sendo uma fonte de renda para milhares de famílias. 3.2.PÚBLICO ALVO O público alvo será os membros dos respectivos grupos escoteiros a serem visitados QUANTIDADE. Temos por meta chegar a 30 membros juvenis dos Grupos a serem visitados.

6 4.METODOLOGIA. União dos Escoteiros do Brasil 4.1. APLICAÇÃO DO PROJETO. Através de palestra informativa para as Seções, iremos demonstrar de forma teórica e prática como se pode reciclar o papel que seria jogado no lixo e transformá-lo em objetos de nosso dia a dia,demonstrando que é possível cada um fazer sua parte na reciclagem, diminuindo o acumulo deste material no meio ambiente,ocasionando menos riscos a natureza e ao sociedade MATERIAIS Jornais Papelão Cola Tesouras Pincéis Pregador de roupas Palitos de Churrasco Papel Higiênico Garrafa pet Água sanitária Tintol Tinta de tecido Bacia Peneira Liquidificador Crivo Fita de cetim Trigo

7 5. CRONOGRAMA. União dos Escoteiros do Brasil 19/06/ - Ideia atribuída. 30/06/ - Criação do Objetivo. Geral Específico Público alvo Quantidade 13/08/ - Apresentação do projeto para a Corte de Honra 14/08/ - Criação do Cronograma 16 á 13 /08/ - Recolhimento de material 23/08/ - Criação Referencial Teórico 31/08/ Criação Metodologia 06/09/ - Solicitação aos Grupos Escoteiros 07 á 12/ 09/ Organização da palestra informativa á tropa Sênior 35 PA (e convidados) 10/09/ Agradecimentos 13/09/ Palestra informativa para a Tropa Sênior 35 PA (e convidados) 14/09/ Criação da montagem dos brindes e dos panfletos informativos 20 e 21/09/ Divulgação- sábado (20/09): Grupo General joão Batista Figueiredo-28 PA e Gilwell Park- 22 PA 27/09/ Ação do Projeto nos grupos Escoteiros 29/09/ Elaboração do relatório final 03/10/ Apresentação do relatório final do projeto

8 6. REFERENCIAL TEÓRICO HISTÓRIA DO PAPEL NO BRASIL E NO MUNDO. Embora o papel tenha sido registrado desde o Egito com a utilização dos papiros, o papel utilizado até hoje tem sua origem na China no século II com o Marques Tsai-lun no ano 105, que utilizava materiais baratos como pedaços de algodão, redes de pesca, cânhamo, casca de árvores etc, bem diferente dos utilizados pelos egípcios que utilizavam pele de animais como material base. A partir do século VII (ano 751), com a derrota dos chineses para os árabes muitos fabricantes de papel foram apreendidos e passaram os seus conhecimentos a eles, árabes. Com isso a fabricação de papel evoluiu a partir da utilização do trigo para a colagem do papel e tiras de linho. A entrada na Europa se deu com a ida das chamadas caravanas que levavam seda. Na Europa, a criação de moinhos de fabricação de papel, utilizando novos equipamentos, deram agilidade à produção de massa. Entretanto a popularização do papel se deu com o advento da imprensa concebida por Gutemberg. A demanda obrigou buscar novas tecnologias e pesquisas que chegaram ao aproveitamento da polpa de madeira que passou a ser a fonte mais importante de matéria-prima. Segundo alguns estudiosos o papel chegou no Brasil junto com o seu descobrimento, tendo seu primeiro registro com a famosa carta de Pero Vaz de Caminha. Atualmente o nosso país é o quarto maior fabricante de celulose no mundo, sendo produzido cerca de 12,8 milhões de toneladas de polpa, das quais aproximadamente 85% oriundas do eucalipto O PAPEL E O MEIO AMBIENTE. O alto consumo de papel e a maior parte sendo produzida com métodos insustentáveis está entre as atividades humanas mais impactantes do planeta. O consumo mundial de papel cresceu mais de seis vezes desde a metade do século XX, segundo dados do Worldwatch Institute, podendo chegar a mais de 300 kg per capita ao ano em alguns países. E nesta escalada de consumo, cresce também o volume de lixo, que é outro grande problema em todos os centros urbanos. No Brasil, 100% da produção de papel e celulose utilizam matéria-prima proveniente de áreas de reflorestamento, principalmente de eucalipto (85%) e pinus (15%). Mas já foi diferente. Muita floresta nativa foi consumida para a produção de papel e muitas populações tradicionais e indígenas forem expulsas para dar lugar à exploração de madeira para a indústria de celulose. Mas se a produção for feita de reflorestamento nos moldes das monoculturas e em grandes áreas, os impactos socioambientais são menores comparados a demais monoculturas, com grande oferta de empregos por área com pinus e eucalipto. O avanço de plantis comerciais de pinus e eucalipto tem crescido muito nos últimos anos para produção de polpa de papel, com

9 consequente redução da biodiversidade e alto consumo de água: cada árvore consome cerca de 35 mil litros de água por ano. Para produzir 1 tonelada de papel são necessárias 2 a 3 toneladas de madeira, uma grande quantidade de água (mais do que qualquer outra atividade industrial), e muita energia (está em quinto lugar na lista das que mais consomem energia). O uso de produtos químicos altamente tóxicos na separação e no branqueamento da celulose também representa um sério risco para a saúde humana e para o meio ambiente, comprometendo a qualidade da água, do solo e dos alimentos. 6.3 O PROCESSO DE FABRICAÇÃO E SEUS IMPACTOS Matéria-prima básica da indústria do papel, a celulose está presente na madeira e nos vegetais em geral. No processo de fabricação, primeiro a madeira é descascada e picada em lascas (cavacos), depois é cozida com produtos químicos, para separar a celulose da lignina e demais componentes vegetais. O líquido resultante do cozimento, chamado licor negro, é armazenado em lagoas de decantação, onde recebe tratamento antes de retornar aos corpos d'água. A etapa seguinte, e a mais crítica, é o branqueamento da celulose, um processo que envolve várias lavagens para retirar impurezas e clarear a pasta que será usada para fazer o papel. Até pouco tempo, o branqueamento era feito com cloro elementar, que foi substituído pelo dióxido de cloro para minimizar a formação de dioxinas (compostos organoclorados resultantes da associação de matéria orgânica e cloro). Embora essa mudança tenha ajudado a reduzir a contaminação, ela não elimina completamente as dioxinas. Esses compostos, classificados pela EPA, a agência ambiental norte-americana, como o mais potente cancerígeno já testado em laboratórios, também estão associados a várias doenças dos sistemas endócrino, reprodutivo, nervoso e imunológico. Mesmo com o tratamento de efluentes na fábrica, as dioxinas permanecem e são lançadas nos rios, contaminando a água, o solo e consequentemente a vegetação e os animais (inclusive os que são usados para consumo humano). No organismo dos animais e do homem, as dioxinas têm efeito cumulativo, ou seja, não são eliminadas e vão se armazenando nos tecidos gordurosos do corpo. A Europa já aboliu completamente o cloro na fabricação do papel. Lá o branqueamento é feito com oxigênio, peróxido de hidrogênio e ozônio, processo conhecido como total chlorine free (TCF). Já nos Estados Unidos e no Brasil, o dióxido de cloro continua sendo usado COMO DIMINUIR OS DANOS AO MEIO AMBIENTE. Hoje em dia há vários meios de diminuir o consumo desenfreado do papel e os danos que ele causa ao meio ambiente, um dos modos como se pode ver é a troca do uso do dióxido de cloro por outras substancias que não agridem tanto a natureza e os seres humanos. Outro método é o uso do papel certificado, que é um grande avanço na redução do alto impacto que esta atividade produz, pois estabelece princípios e critérios que apelam para proteção e preservação da biodiversidade e para o desenvolvimento das comunidades locais, além de utilizar pasta de papel isenta de cloro em suas operações de produção.

10 Porém, o papel certificado tem vantagens com relação ao papel branco, mas não ao papel reciclado. O papel reciclado não necessita de novo plantio ou derrubada de árvores, portanto ele tem vantagens sobre o papel branco de origem certificada, que necessitará de novos plantios, por melhor que sejam as práticas em seu plantio e processamento. Gera empregos por meio das cooperativas de recicladores, ajudando na solução de demanda de empregos por pessoas sem ensino formal, que não teriam chances de trabalho em outros setores. Cerca de 50 kg de papel reciclado evitam o corte de uma árvore e, portanto, evitaria a necessidade de novas áreas para o plantio, que poderiam estar sendo utilizadas para a produção de alimento ou manutenção de floresta nativa, e que estariam sendo utilizada para o sequestro de carbono atmosférico. O consumo de água no processo de reciclagem também é 50% menor. Apesar destas alternativas, não se deve esquecer de que nós, como cidadãos devemos ter consciência e agirmos contra esse desperdício, abaixo algumas atitudes que devemos tomar: Atitudes pró-ativas - Reduza o uso de papel (e de madeira) o máximo possível. - Evite comprar produtos com excesso de embalagem. - Ao imprimir ou escrever, utilize os dois lados do papel. - Revise textos na tela do computador e só imprima se for realmente necessário. - Dê preferência a produtos reciclados ou aqueles que trazem o selo de certificação do FSC. - Evite consumir papel cujo branqueamento seja feito com cloro ou hidróxido de cloro (ligue para o SAC das empresas e exija que elas adotem uma produção mais limpa e com controle de efluentes). - Use filtros, guardanapos e toalhas de pano em vez dos de papel. - Recuse folhetos de propaganda que não sejam de seu interesse. - Separe o lixo doméstico e doe os materiais recicláveis para as cooperativas de catadores (80% do papel que consumimos estão na forma de embalagens). - Organize-se junto a outros consumidores para apoiar ações sócio ambientais e pressionar o governo a fiscalizar empresas, criar leis de proteção ambiental e programas de incentivo à produção limpa.

11 7. CONCLUSÃO. Realizado no dia 27/09/ nos Grupos Escoteiros, apresentamos o nosso projeto de grau máximo do ramo sênior: Oficina de Papel Reciclado, que consiste na conscientização do desperdício do papel e como, de forma prática, podemos reaproveitar este material evitando futuros desperdícios e consequências drásticas ao meio ambiente. Iniciado a partir da reunião da Corte de Honra de nossa Tropa (13/08/), começamos a montar nosso projeto com compras de materiais e definição de que modo poderíamos apresentar nosso projeto às Seções que os chefes nos iriam disponibilizar. Com isso, foi definido que nós mesmos iríamos aprender a fazer a reciclagem do papel para mostrarmos aos nossos irmãos escoteiros. Aprendemos a fazer cestos diversos utilizando jornais e papelão, e a fazer a reciclagem do papel para a escrita entre outros. Além disso, fizemos a confecção de 40 brindes compostos de cestos feitos de jornal e papelão, cartões feitos de papel reciclado e flores-de-lis feitas de papel higiênico, deixando como uma lembrança a quem assistiu ao nosso projeto. No dia 13/09/ foi realizada a primeira parte do projeto com a apresentação a Tropa Sênior Mista 35 PA, onde explicamos à nossa tropa como iríamos desenvolver a Oficina de Papel Reciclado durante a ação, e pedimos a opinião de cada membro sobre aonde deveríamos melhorar e etc. Durante a semana nosso Chefe confirmou nossa presença no Grupo Escoteiro Gal. João Batista Figueiredo-28 PA e no Grupo Escoteiro Gilwell Park-22 PA, então providenciamos o que faltava para a ação. Chegado o dia da ação 27/09/, nos dirigimos primeiramente ao Grupo Gal. João Batista Figueiredo-28 PA aonde fomos muito bem recebidos pelo Chefe Olivalmir que nos cedeu a Tropa Escoteira Ilha de Brownsea quando tivemos que apresentar para 15 membros escoteiros, todos bem interessados e curiosos em como aprender a fazer, os materiais que levamos e ensinamos a fazer, uma experiência muito boa. De lá, nos dirigimos ao Grupo escoteiro Gilwell Park-22 PA, onde também fomos muito bem recepcionados pelo Chefe Daniel Junior e sua Tropa Sênior, e ali apresentamos nosso trabalho para 15 membros daquele Grupo, de forma muito divertida e efetiva. Com toda certeza não apenas fizemos uma apresentação de nosso projeto mas, também, fortalecemos a amizade com os membros desse Grupos, plantando uma semente para que aqueles escoteiros venham a ser um Lis de Ouro ou aqueles seniores e Guias venham a ser um Escoteiro da pátria um dia e tão breve. Por fim, estamos muito felizes de termos vivido esta experiência tão gratificante e esperamos ter atingido nosso objetivo.

12 8.RELATÓRIO FINANCEIRO Material Água sanitária 2,80 Cola (2 tubos grandes) 10,00 Crivo 1,95 Peneira 12,00 Papel higiênico 10,50 Pincel 2,50 Fita de cetim 1,50 Trigo 1,90 Tintol Tintas de tecido 13,00 Gastos ( R$) 1,80 (azul) 1,90 (vermelho) Alimentação Gastos (R$) Salsicha 3,00 Macarrão 1,10 Temperos 2,00 Refrigerante 4,50 Transporte 74,40

13 9.REGISTROS DA AÇÃO.

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17 10.LISTA DOS MEMBROS QUE ESTAVAM PRESENTES NA AÇÃO. Tropa Escoteira Ilha de Brownsea- 28 PA 1. Raiane Sued Lucena Carvalho 2. Eduardo Nogueira da Silva 3. Milena Sthephany Rodrigues da Cunha 4. Fabricio Geovanny 5. Carlos Daniel 6. Maykon Daniel de Souza Correia 7. Kleyton França Barbosa 8. William Vieira 9. Herllon Luiz M. 10. Vanessa Conceição de Lima 11. Yone Sabrina dos S. e S. 12. Igor de Sousa Manito 13. Larissa Fonseca 14. Marcelo wallace da Silva Ferreira 15. Carlos David da Conceição neves

18 11. LISTA DOS MEMBROS QUE ESTAVAM PRESENTES NA AÇÃO. Tropa Sênior 22 PA 1. Paulo Victor 2. Eduardo Pantoja 3. Jair Filho 4. Ingrid Rocha 5. Camila Ramos 6. Yasmin Vitória 7. Marcela Magno 8. Fernanda Ramos 9. Everton Albuquerque 10. Arnaldo Ramos 11. Mateus Lo de Araújo 12. Marcelo Souza 13. Wanderlom Pereira 14. Wanderley Pastana 15. Matheus Lima

19 13. Bibliografia

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