ABNT/CB29 Comitê Brasileiro de Celulose e Papel

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ABNT/CB29 Comitê Brasileiro de Celulose e Papel"

Transcrição

1 ABNT/CB29 Comitê Brasileiro de Celulose e Papel de Papéis Reciclados CB /2008rev1 1 CE Papéis Reciclados Sugestão de roteiro para a reunião de 11/9/2008 Considera os dados, textos internacionais e comentários conhecidos até esse momento. É de suma importância que os participantes apresentem sugestões para as discussões e definições dos termos: Fibra reciclada ou fibra recuperada,, Pré-consumo; Pós-Consumo. 2 1

2 CE Papéis Reciclados Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Definição de cada termo: Fibra reciclada Pré-consumo Pós-consumo Responsável Avaliação dos impactos das definições nos diversos segmentos: Embalagem, escrita e impressão, fins sanitários, etc. Responsáveis Consolidação das definições na. Elaboração do texto base da Norma. Responsável Definição de mecanismos de avaliação. Ensaios? Certificação? Responsável Elaboração do projeto de Norma Responsável Grupos de trabalho Lembramos que o tempo total para a publicação de uma Norma ABNT é de 18 meses. 3 Fábrica es, Cadernos, De Papel Envelopes, etc. Fabricantes de Embalagem Papel, Cartão, PO, Fins Sanitários Etc... Gráficas Impressos Produtos acabados? pré-consumo? pós-consumo? 4 2

3 EPA/EUA Fábrica Papel, Cartão, PO, Fins Sanitários es, Cadernos, De Papel Envelopes etc. Etc... Fabricantes de Embalagem Gráficas Pré-Consumo Impressos Produtos acabados Pós-Consumo? pré-consumo? pós-consumo? 5 FSC/Europa Fábrica Processo Primário Papel, Cartão, PO, Fins Sanitários es Cadernos, De Papel Envelopes, etc. Etc... Fabricantes de Embalagem Pré-Consumo Gráficas Processo Secundário Impressos Produtos acabados Pós-Consumo? pré-consumo? pós-consumo? 6 3

4 Brasil Fábrica Pré-Consumo Papel, Cartão, PO, Fins Sanitários es Cadernos, De Papel Envelopes, etc. Etc... Fabricantes de Embalagem Pré-Consumo ou Gráficas Pós-consumo?? Impressos Produtos acabados Pós-Consumo? pré-consumo? pós-consumo? 7 CE Papéis Reciclados Fiscal Créditos Cooperativa Fábrica Certificação Governo Projetos de Leis Catador Coleta seletiva?? Deixa de existir? Produto Industrial Papel, cartão, chapas de PO, fins sanitários etc. Cut Size, fins sanitários etc. Produto de consumo Caderno, revista,envelopes, caixa de PO etc

5 Fibra reciclada ou fibra recuperada Material Reciclado: Material que demonstravelmente teria sido descartado como resíduo ou usado para recuperar energia, mas que tenha sido coletado e recuperado como material de entrada (matéria-prima), em vez de material virgem, reuso, reciclagem, re-manufatura no processo de fabricação ou outra aplicação comercial. (FSC-STD )* Papel reciclável: ou aparas separados de outros rejeitos sólidos, destinados ao reuso como matéria-prima na fabricação de papel; papéis muito contaminados com tinta ou verniz não são recicláveis. (Graphos Glossário de termos técnicos em comunicação gráfica) Recycled paper / Papel reciclado. O termo designa qualquer papel ou cartão já processados e retornados à fábrica de papel como fonte de fibras e que são geralmente misturado com outras fibras não usadas ou virgens para a fabricação de diversos tipos de papéis. (ABTCP Glossário) Papel reciclado: Papel fabricado a partir de polpa de papel usado, destintado e branqueado, ou a partir de aparas de impressão ou de conversão. (Graphos Glossário de termos técnicos em comunicação gráfica) Recycled content paper - paper or board derived partilly or totally from recyclable paper. (ISO Paper, board, pulps and related terms - Vocabulary - Part 4: Paper and board grades and converted products) 9 *Esse material iria para aterro ou queima? Recovered paper / Papel recuperado. O termo designa o papel, cartão e tipos para embalagem em sua forma final para uso do consumidor e que foram coletados por vários meios em programas de reciclagem, servindo como matéria-prima para as facilidades de reciclagem de papel (ABTCP Glossário) Recovered paper - waste paper recovered for use, reuse, reprocessing or recycling (ISO Paper, board, pulps and related terms - Vocabulary - Part 4: Paper and board grades and converted products) Material recuperado (reaproveitado): Material que, de outra forma, teria sido descartado como resíduo ou usado para a recuperação de energia, mas que foi coletado ou recuperado (reaproveitado) para um processo de reciclagem ou de manufatura como material de entrada em lugar de material primário novo. (ABNT NBR ISO 14021:2004). Material recuperado: Material para o qual se pode demonstrar que, se não fosse aproveitado, seria descartado como resíduo ou usado para geração de energia, mas que em vez disso foi coletado e recuperado como material de insumo usado em lugar de material virgem, para reuso, reciclagem, remanufatura num processo de fabricação ou em outra aplicação comercial. Insumos das seguintes categorias de materiais são classificados como material recuperado: a) Material reciclado FSC; b) Material recuperado pós-consumo, e c) Material recuperado pré-consumo. (FSC- STD v2) *Esse material iria para aterro ou queima? 10 5

6 Fibra reciclada ou fibra recuperada Texto revisado pela Material/fibra/fibroso reciclável/recuperado/resíduo sólido/?????: Material para o qual se pode demonstrar que, se não fosse aproveitado, seria descartado como resíduo ou usado para geração de energia, mas que em vez disso foi coletado e recuperado como material de insumo usado em lugar de material virgem, para reuso, reciclagem, remanufatura num processo de fabricação ou em outra aplicação comercial. (final hoje) 11 : Aquilo que foi refugado (Posto de lado; desprezado), resto (1. O que fica ou resta; o mais; o restante; 2. Aquilo que sobra; remanescente; saldo), rebotalho (1. Coisa sem valor; ninharia; insignificância; 2. Restos inúteis, refugo). (Aurélio) Mill broke / da fabricação, de fábrica. Termo designa as aparas e o papel danificado resultantes de quebras na máquina e operações de acabamento, ou proveniente de outros pontos do processo de fabricação. Geralmente é retornado para reprocessamento. (ABTCP Glossário) Qualquer refugo de papel gerado na fábrica de papel ou cartão (processo primário), antes da finalização do processo de fabricação. Isto é, usualmente, retornado ao processo de desagregação. é excluído da definição de fibra recuperada ou reciclada. (EPA530-R ) Broke - paper or board which is discarded at any stage during its manufacture and usually repulped (ISO Paper, board, pulps and related terms - Vocabulary - Part 3: Paper-making terminology) Dry broke - broke accumulated at any stage on the dry end of the paper or board machine, including trimmings from the reeling, slitting and cutting operations, as well as paper or board rejected during sorting (ISO Paper, board, pulps and related terms - Vocabulary - Part 3: Paper-making terminology) 12 6

7 (sinônimos: reuso, re-manufatura manufatura) Texto revisado pela da fabricação, de fábrica. Termo designa sobras/refile/produto não-conforme gerados no processo de fabricação do papel/cartão. Geralmente é retornado para o processo de desagregação. é excluído da definição de fibra recuperada ou reciclada?????. 13 Pré-Consumo Material recuperado pré-consumo: Material que é recuperado de um processo de fabricação secundário ou indústria de entrada, na qual o material não tenha sido intencionalmente produzido; é impróprio para o uso final e não esta apto para ser reutilizado no mesmo processo de fabricação que o gerou. (FSC-STD ) Material pré-consumo: Material desviado do fluxo de resíduos durante um processo de manufatura. Exclui-se a reutilização de materiais, tais como retrabalho, retrituração ou sucata, gerados em um processo e capazes de serem reaproveitados dentro do mesmo processo que os gerou. (ABNT NBR ISO 14021:2004) 14 7

8 Pré-consumo Texto revisado pela Pré-consumo Material que é recuperado de um processo de fabricação; é impróprio para o uso final e não esta apto para ser reutilizado no mesmo processo de fabricação que o gerou 15 Pós-Consumo Material recuperado pós-consumo: Material que é recuperado de um consumidor ou produto comercial que tenha sido usado para o propósito planejado por indivíduos, famílias ou por instalações comerciais, industriais e institucionais no papel de usuários finais do produto. (FSC-STD ) Papel pós-consumo: Diz-se dos produtos de papel ou cartão, tais como: jornais, revistas, caixas de cartão corrugado etc., destinados a reciclagem. (Graphos Glossário de termos técnicos em comunicação gráfica ) Papéis velhos (wastepaper): Papel ou cartão que, após o uso, é reconduzido ao processo como matéria-prima. (Norma de terminologia ABTCP T1:1994 ) Material pós-consumo: Material gerado por domicílios ou por instalações comerciais, industriais e institucionais como usuários finais do produto, que já não pode ser mais usado para o fim ao qual se destina. Isto inclui devoluções de material da cadeia de distribuição. 16 8

9 Pós-consumo CE Papéis Reciclados Texto revisado pela Material pós-consumo: Material gerado por domicílios ou por instalações comerciais, industriais e institucionais como usuários finais do produto, que já não pode ser mais usado para o fim ao qual se destina. Isto inclui devoluções de material da cadeia de distribuição. 17 9

A Indústria de Papel Gordinho Braune Ltda, fundada em 1915, passou a pertencer ao Grupo Bignardi em 1972.

A Indústria de Papel Gordinho Braune Ltda, fundada em 1915, passou a pertencer ao Grupo Bignardi em 1972. A Indústria de Papel Gordinho Braune Ltda, fundada em 1915, passou a pertencer ao Grupo Bignardi em 1972. Como indústria de papel não-integrada, a Gordinho Braune desenvolve papéis reciclados desde a década

Leia mais

n abi Kl Logística Re vers r a Aparas de paras de apel

n abi Kl Logística Re vers r a Aparas de paras de apel Klabin Logística Reversa Aparas de Papel A Klabin Logística Klabin Mercado de Aparas de Papel Logística Reversa - Aparas A Klabin A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis do Brasil*. Líder

Leia mais

INFLUÊNCIA DO TEOR DE FIBRAS RECICLADAS NAS PROPRIEDADES FÍSICO- MECÂNICAS DO PAPEL

INFLUÊNCIA DO TEOR DE FIBRAS RECICLADAS NAS PROPRIEDADES FÍSICO- MECÂNICAS DO PAPEL INFLUÊNCIA DO TEOR DE FIBRAS RECICLADAS NAS PROPRIEDADES FÍSICO- MECÂNICAS DO PAPEL Ana Carolina Nascimento, Jean Vinícius Moreira, Rubiane Ganascim Marques, Kelly C. Iarosz Discente do curso de Engenharia

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA O USO SUSTENTÁVEL DO PAPEL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

ORIENTAÇÕES PARA O USO SUSTENTÁVEL DO PAPEL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ORIENTAÇÕES PARA O USO SUSTENTÁVEL DO PAPEL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental SAIC Departamento de Cidadania e Responsabilidade

Leia mais

THE GREEN WHITE PAPER. Papel: um elemento-chave na Política de Responsabilidade Social Corporativa

THE GREEN WHITE PAPER. Papel: um elemento-chave na Política de Responsabilidade Social Corporativa THE GREEN WHITE PAPER Papel: um elemento-chave na Política de Responsabilidade Social Corporativa Alguma vez você se questionou sobre a eco-responsabilidade do papel que sua empresa utiliza? PORQUE UMA

Leia mais

Programa de Gestão. Ambiental. Cartilha. Ambiental

Programa de Gestão. Ambiental. Cartilha. Ambiental Programa de Gestão Ambiental Cartilha Ambiental Índice Responsabilidade Ambiental 1. Responsabilidade Ambiental 2. Organograma 4. Política Ambiental 6. Coleta Seletiva Interna 12. Dicas Importantes A preocupação

Leia mais

NORMA FSC. Forest Stewardship Council PARA COMPRA DE MATERIAL RECUPERADO PARA USO EM GRUPOS DE PRODUTOS FSC OU CERTIFICAÇÃO DE PROJETOS FSC

NORMA FSC. Forest Stewardship Council PARA COMPRA DE MATERIAL RECUPERADO PARA USO EM GRUPOS DE PRODUTOS FSC OU CERTIFICAÇÃO DE PROJETOS FSC 2011 Forest Stewardship Council A.C. Todos os direitos reservados Forest Stewardship Council NORMA FSC PARA COMPRA DE MATERIAL RECUPERADO PARA USO EM GRUPOS DE PRODUTOS FSC OU CERTIFICAÇÃO DE PROJETOS

Leia mais

A Transformação e a Reciclagem de Material Plástico. Estrutura e desafios

A Transformação e a Reciclagem de Material Plástico. Estrutura e desafios A Transformação e a Reciclagem de Material Plástico Estrutura e desafios 14 - Estados representados 21 - Sindicatos Associados Representa : 100% dos Estados do Sul e Sudeste e 65% dos Estados do Nordeste

Leia mais

LOGÍSTICA REVERSA ACITSIGOL ASREVER

LOGÍSTICA REVERSA ACITSIGOL ASREVER Conceito LOGÍSTICA REVERSA ACITSIGOL ASREVER É uma área da logística que atua de forma a gerenciar e operacionalizar o retorno de bens e materiais, após sua venda e consumo, às suas origens, agregando

Leia mais

COMPLEXO AMBIENTAL DIRETORIA INDUSTRIAL AMÉRICA LATINA ENGENHARIA AMBIENTAL E ENERGIA

COMPLEXO AMBIENTAL DIRETORIA INDUSTRIAL AMÉRICA LATINA ENGENHARIA AMBIENTAL E ENERGIA COMPLEXO AMBIENTAL FIAT DIRETORIA INDUSTRIAL AMÉRICA LATINA ENGENHARIA AMBIENTAL E ENERGIA VALORES EQUIPE DA GESTÃO AMBIENTAL ALTA ADMINISTRAÇÃO ENGENHARIA AMBIENTAL e ENERGIA U. OP. PRENSAS U. OP. FUNILARIA

Leia mais

CURSO EMBALAGENS DE PAPELCARTÃO, PAPEL E MICRO-ONDULADO. São Paulo/2013 Fernando Sandri

CURSO EMBALAGENS DE PAPELCARTÃO, PAPEL E MICRO-ONDULADO. São Paulo/2013 Fernando Sandri CURSO EMBALAGENS DE PAPELCARTÃO, PAPEL E MICRO-ONDULADO São Paulo/2013 Fernando Sandri Fernando Sandri Graduado em Engenharia Química pela EM- Universidade Estadual de Maringá. Pós graduado em MBA Marketing

Leia mais

A reciclagem de papel no Brasil 2014

A reciclagem de papel no Brasil 2014 1 A reciclagem de papel no Brasil 2014 II Encontro Nacional dos Aparistas de Papel São Paulo, 22 outubro 2015 Associação Nacional dos Aparistas de Papel 2 Aparas definidas na Norma Refile de papelão ondulado

Leia mais

COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS RECICLÁVEIS

COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS RECICLÁVEIS COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS RECICLÁVEIS ALVES, Jéssica B. 1 NETO, João B. 1 SOBRAL, Jozias M. 1 SILVA, Kelvin L. S. da 1 PETITTO, Sônia 2 PERRI, Ricardo Alves 3 RESUMO A coleta seletiva é uma forma de

Leia mais

ATENÇÃO. Apresentação

ATENÇÃO. Apresentação Apresentação O tema logística reversa vem crescendo em importância entre as empresas desde a regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com as novas exigências, as empresas precisam buscar

Leia mais

A ATIVIDADE DE RECICLAGEM DE PAPEL NO BRASIL

A ATIVIDADE DE RECICLAGEM DE PAPEL NO BRASIL Associação Nacional dos Fabricantes de Papel e Celulose BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social A Questão Florestal e o Desenvolvimento A ATIVIDADE DE RECICLAGEM DE PAPEL NO BRASIL

Leia mais

06/10/2011. Logística Reversa Meio Ambiente 4ª Apostila. Objetivos da aula. Canais de distribuição de pós-consumo de bens duráveis e semiduráveis

06/10/2011. Logística Reversa Meio Ambiente 4ª Apostila. Objetivos da aula. Canais de distribuição de pós-consumo de bens duráveis e semiduráveis Logística Reversa Meio Ambiente 4ª Apostila Prof. Ph.D. Cláudio Farias Rossoni Objetivos da aula 1. Entender a importância dos fluxos logísticos reversos dos produtos e materiais de pós-consumo; 2. Perceber

Leia mais

BR 448 RODOVIA DO PARQUE GESTÃO E SUPERVISÃO AMBIENTAL MÓDULO II EDUCADORES

BR 448 RODOVIA DO PARQUE GESTÃO E SUPERVISÃO AMBIENTAL MÓDULO II EDUCADORES BR 448 RODOVIA DO PARQUE GESTÃO E SUPERVISÃO AMBIENTAL MÓDULO II EDUCADORES 3 Definições de lixo: No dicionário: sujeira, imundice, coisa(s) inúteis, velhas, sem valor. Na linguagem técnica: sinônimo

Leia mais

( 1 ) polyethylene terephthalate -- comumente usado em garrafas de refrigerantes (PET/PETE)

( 1 ) polyethylene terephthalate -- comumente usado em garrafas de refrigerantes (PET/PETE) Sistema de códigos das embalagens plásticas Se você já deu uma olhada nas garrafas plásticas de refrigerantes, iogurtes, ou outras embalagens plásticas, você, provavelmente, tem visto um sistema de codificação

Leia mais

Logística Reversa: destinação dos resíduos de poliestireno expandido (isopor ) pós-consumo de uma indústria i catarinense

Logística Reversa: destinação dos resíduos de poliestireno expandido (isopor ) pós-consumo de uma indústria i catarinense Logística Reversa: destinação dos resíduos de poliestireno expandido 1. Introdução Objetivo da pesquisa: analisar a possibilidade de uma destinação dos resíduos de poliestireno expandido (EPS), utilizados

Leia mais

Abordagem do Tema Reciclagem/Reutilização na Grade Curricular dos Cursos de Engenharia da Unifoa

Abordagem do Tema Reciclagem/Reutilização na Grade Curricular dos Cursos de Engenharia da Unifoa 11 Abordagem do Tema Reciclagem/Reutilização na Grade Curricular dos Cursos de Engenharia da Unifoa Recycling/Reuse Approaches in the Engineering Curriculum at UniFOA Anderson Luiz Carneiro Esteves 1 Marcella

Leia mais

Segurança, Meio Ambiente e Saúde QHSE

Segurança, Meio Ambiente e Saúde QHSE Segurança, Meio Ambiente e Saúde QHSE Preservação e Conservação A preservação é o esforço para proteger um ecossistema e evitar que ele seja modificado. Depende também da presença e ação do homem sobre

Leia mais

Aspectos Empresariais e Sociais da Reciclagem. abirp@abirp.org.br (11) 4021-2859. www.abirp.org.br

Aspectos Empresariais e Sociais da Reciclagem. abirp@abirp.org.br (11) 4021-2859. www.abirp.org.br ASPECTOS EMPRESARIAIS E SOCIAIS DA RECICLAGEM Verdade inconveniente... Geração de Resíduos Processo de Urbanização e Industrialização Multiplicação dos problemas em relação ao crescimento de geração de

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ PROGRAMA DE GESTÃO SOCIOAMBIENTAL. Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (Modelo Sugestivo)

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ PROGRAMA DE GESTÃO SOCIOAMBIENTAL. Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (Modelo Sugestivo) MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ PROGRAMA DE GESTÃO SOCIOAMBIENTAL Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (Modelo Sugestivo) Comarca de xxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxx / 2013 1. IDENTIFICAÇÃO DO

Leia mais

Elaboração Item 2 inclusão do PG-C-01 Programa Integrado de SSTMA Item 2 Codificação dos documentos de referência

Elaboração Item 2 inclusão do PG-C-01 Programa Integrado de SSTMA Item 2 Codificação dos documentos de referência Página 1 de 9 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 00 01 20/05/2009 30/09/2009 16/12/09 Elaboração Item 2 inclusão do PG-C-01 Programa Integrado de SSTMA Item 2 Codificação dos documentos

Leia mais

Rotulagem Ambiental. Assunta Camilo Abril 2013 São Paulo

Rotulagem Ambiental. Assunta Camilo Abril 2013 São Paulo Rotulagem Ambiental Assunta Camilo Abril 2013 São Paulo Objetivo da Rotulagem Ambiental É promover a melhoria da Qualidade Ambiental de produtos e processos mediante a mobilização das forças de mercado

Leia mais

Reunião MDIC. 07 de maio de 2013

Reunião MDIC. 07 de maio de 2013 Reunião MDIC 07 de maio de 2013 1 Características Indústria brasileira de papel nasceu recicladora. A reciclagem permite a existência de 60 empresas de porte médio e pequeno espalhadas pelo país, próximas

Leia mais

Cartilha de gestão de entulho de obra

Cartilha de gestão de entulho de obra Cartilha de gestão de entulho de obra Introdução O Sinduscon-CE anualmente investe na publicação de manuais de segurança e sustentabilidade para o setor, com forma de incentivar as boas-práticas na construção

Leia mais

"PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL"

PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL "PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL" Associação sem fins lucrativos, fundado em 1992, o CEMPRE se dedica à promoção da reciclagem dentro do conceito de gerenciamento integrado do lixo.

Leia mais

A Política Nacional de Resíduos Sólidos: a responsabilidade das empresas e a inclusão social

A Política Nacional de Resíduos Sólidos: a responsabilidade das empresas e a inclusão social A Política Nacional de Resíduos Sólidos: a responsabilidade das empresas e a inclusão social Elisabeth Grimberg Elisabet Grimberg é Mestre em sociologia, Coordenadora da Área de Ambiente Urbano do Instituto

Leia mais

O Sistema Legal de Gestão dos Óleos Lubrificantes Usados ou Contaminados

O Sistema Legal de Gestão dos Óleos Lubrificantes Usados ou Contaminados O Sistema Legal de Gestão dos Óleos Lubrificantes Usados ou Contaminados Proteção e Participação da Sociedade Março/2015 Lubrificante deterioração contaminação Óleo Lubrificante Usado ou Contaminado OLUC

Leia mais

RECICLAGEM MECÂNICA: CONCEITOS E TÉCNICAS

RECICLAGEM MECÂNICA: CONCEITOS E TÉCNICAS RECICLAGEM MECÂNICA: CONCEITOS E TÉCNICAS 2.1 - Algumas Definições A idéia de se aproveitar resíduos não é nova; ela tem, contudo, se estabelecido de forma expressiva, não só por razões econômicas, mas

Leia mais

AS ATIVIDADES DA LOGÍSTICA REVERSA E A CADEIA DE SUPRIMENTOS DO PAPEL PARA EMBALAGEM

AS ATIVIDADES DA LOGÍSTICA REVERSA E A CADEIA DE SUPRIMENTOS DO PAPEL PARA EMBALAGEM AS ATIVIDADES DA LOGÍSTICA REVERSA E A CADEIA DE SUPRIMENTOS DO PAPEL PARA EMBALAGEM HENRIQUE NASCIMENTO PEREIRA Universidade Federal de Santa Catarina hnpereira@gmail.com MÔNICA MARIA MENDES LUNA Universidade

Leia mais

CURSO PREPARATÓRIO - INTENSIVO 2º SIMULADO/2014 LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA

CURSO PREPARATÓRIO - INTENSIVO 2º SIMULADO/2014 LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA CURSO PREPARATÓRIO - INTENSIVO 2º SIMULADO/2014 LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA.1. Nome do(a) Aluno(a): Turma: RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES 01) Verifique o total de folhas (13) deste Simulado. Ele contém 08

Leia mais

33º Forum de Análise do Mercado de Celulose, Papel e Indústria Gráfica

33º Forum de Análise do Mercado de Celulose, Papel e Indústria Gráfica 33º Forum de Análise do Mercado de Celulose, Papel e Indústria Gráfica Crise Econômica Mundial Quais os impactos no setor de papel e celulose O Efeito do Câmbio no Mercado Doméstico de Papelcartão Túlio

Leia mais

Guia de Orientação relativo à

Guia de Orientação relativo à Lista Europeia de s Padronizadas relativas a Papel e Cartão para Reciclar Guia de Orientação relativo à EN 643 revista Revisão 2013 3 Todos os direitos reservados. CEPI 2013 Conteúdo Objetivo.................................................................

Leia mais

Políticas Públicas Resíduos e Reciclagem. Sérgio Henrique Forini

Políticas Públicas Resíduos e Reciclagem. Sérgio Henrique Forini Políticas Públicas Resíduos e Reciclagem. Sérgio Henrique Forini O lixo é conhecido como os restos das atividades humanas considerados inúteis, indesejáveis e descartáveis. No entanto, separado nos seus

Leia mais

LOGÍSTICA REVERSA A INICIATIVA DO SETOR DE HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS

LOGÍSTICA REVERSA A INICIATIVA DO SETOR DE HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS LOGÍSTICA REVERSA A INICIATIVA DO SETOR DE HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Lei 12.305/10 Decreto 7.404/10 POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Uma Mudança

Leia mais

Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS LEI 12.305 / 08/ 2010 DECRETO 7.404/ 12/ 2010

Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS LEI 12.305 / 08/ 2010 DECRETO 7.404/ 12/ 2010 Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS LEI 12.305 / 08/ 2010 DECRETO 7.404/ 12/ 2010 Cenário brasileiro de resíduos sólidos Aumento da: População nas cidades 50% mundial 85% Brasil (IBGE, 2010).

Leia mais

PLANO INTERMUNICIPAL DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS

PLANO INTERMUNICIPAL DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS PLANO INTERMUNICIPAL DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS APRESENTAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO REGIÃO DO SERTÃO ALAGOANO 1º PARTE CAPACITAÇÃO TÉCNICA O que é o Plano de Resíduos? O que é o Plano de Resíduos?

Leia mais

As dificuldades da logística Reversa do Material Plástico no Brasil

As dificuldades da logística Reversa do Material Plástico no Brasil As dificuldades da logística Reversa do Material Plástico no Brasil A ABIPLAST representa as empresas de transformação de material plástico ( 3ª geração ) e as Industrias de Reciclagem de Material Plástico.

Leia mais

Gestão da Logística Reversa

Gestão da Logística Reversa Gestão da Logística Reversa Custos com a Logística Reversa nos EUA (em US$) e no Brasil Custo Logístico Total nos EUA $1,006,000,000 Custo Aproximado da LR % 4.00% Custos Estimados com LR $40,240,000 Source

Leia mais

Reciclagem do papel: como é feita e qual a sua importância?

Reciclagem do papel: como é feita e qual a sua importância? Reciclagem do papel: como é feita e qual a sua importância? Cristina Pereira Num anterior artigo falámos-lhe da história do papel. Hoje propomo-nos contar como é feito o aproveitamento de papel usado,

Leia mais

RESÍDUOS SÓLIDOS Gerenciamento e Controle

RESÍDUOS SÓLIDOS Gerenciamento e Controle RESÍDUOS SÓLIDOS Gerenciamento e Controle GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS GERENCIAMENTO Segundo a resolução CONAMA 302/02 o gerenciamento de resíduos sólidos é definido como: O conjunto de atividades ligadas

Leia mais

MANUAL DE INDICADORES DE DESEMPENHO AMBIENTAL (indústria gráfica)

MANUAL DE INDICADORES DE DESEMPENHO AMBIENTAL (indústria gráfica) MANUAL DE INDICADORES DE DESEMPENHO AMBIENTAL (indústria gráfica) Apresentação: Este manual foi elaborado por um grupo de especialistas, membros da Comissão de Estudo de Questões Ambientais e Segurança

Leia mais

LOGÍSTICA REVERSA E OS RESÍDUOS ELETRÔNICOS

LOGÍSTICA REVERSA E OS RESÍDUOS ELETRÔNICOS LOGÍSTICA REVERSA E OS RESÍDUOS ELETRÔNICOS Mineração Urbana no Brasil Lúcia Helena Xavier São José dos Campos SP Junho de 2015 REGULAMENTAÇÃO AMBIENTAL NO BRASIL LEI Nº 6.938 DE 1981 PNMA CONSTITUIÇÃO

Leia mais

Critérios de Sustentabilidade Ambiental de Produtos. Luciana Betiol FGVCes Centro de Estudos em Sustentabilidade Outubro/2007

Critérios de Sustentabilidade Ambiental de Produtos. Luciana Betiol FGVCes Centro de Estudos em Sustentabilidade Outubro/2007 Critérios de Sustentabilidade Ambiental de Produtos Luciana Betiol FGVCes Centro de Estudos em Sustentabilidade Outubro/2007 Agenda Origem do estudo de Critérios de Sustentabilidade Ambiental de Produtos

Leia mais

Mercado da reciclagem: a qualidade dos materiais

Mercado da reciclagem: a qualidade dos materiais Mercado da reciclagem: a qualidade dos materiais Cinthia Versiani Scott Varella Ms. Engenheira de Produção Pesquisadora do Núcleo Alternativas de Produção Consultora INSEA Objetivo Qualidade da matéria

Leia mais

Esta cartilha tem o objetivo de orientar o processo de implantação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos PGRS nas Empresas.

Esta cartilha tem o objetivo de orientar o processo de implantação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos PGRS nas Empresas. MANUAL DE GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Gerência de Desenvolvimento Sustentável Núcleo de Saúde, Segurança e Meio Ambiente (NSSMA/SGI) Apresentação Esta cartilha tem o objetivo de orientar o processo de implantação

Leia mais

MOTORES ENERGIA AUTOMAÇÃO TINTAS. Preparação de tintas e vernizes, limpeza e descarte de embalagens visando à preservação Ambiental

MOTORES ENERGIA AUTOMAÇÃO TINTAS. Preparação de tintas e vernizes, limpeza e descarte de embalagens visando à preservação Ambiental MOTORES ENERGIA AUTOMAÇÃO TINTAS Preparação de tintas e vernizes, limpeza e descarte de embalagens visando à preservação Ambiental Versão 03 Novembro / 2009 A WEG aliada aos princípios de sustentabilidade

Leia mais

LOGÍSTICA REVERSA - I Patrícia Beaumord Gomes Liva Administradora de Empresas, Pós Graduada em Gestão da Logística pelo IETEC.

LOGÍSTICA REVERSA - I Patrícia Beaumord Gomes Liva Administradora de Empresas, Pós Graduada em Gestão da Logística pelo IETEC. LOGÍSTICA REVERSA - I Patrícia Beaumord Gomes Liva Administradora de Empresas, Pós Graduada em Gestão da Logística pelo IETEC. Viviane Santos Lacerda Pontelo Administradora de Empresas, Pós Graduada em

Leia mais

Papel. Etapa 6- Esta etapa trata-se do papel sendo utilizado por seus consumidores em diversas formas, como em livros, cartas, jornais, etc.

Papel. Etapa 6- Esta etapa trata-se do papel sendo utilizado por seus consumidores em diversas formas, como em livros, cartas, jornais, etc. Ciclo de Vida Papel Há divergência quanto ao período de surgimento do papel, pois foi um processo que foi sendo desenvolvido ao longo dos anos, porém há registros deste sendo utilizado primeiramente pelos

Leia mais

Departamento de Meio Ambiente DMA/FIESP. Política Nacional de Resíduos Sólidos

Departamento de Meio Ambiente DMA/FIESP. Política Nacional de Resíduos Sólidos Política Nacional de Resíduos Sólidos Setembro de 2010 Esquema de funcionamento DISPOSIÇÕES GERAIS DO OBJETO E CAMPO DE APLICAÇÃO DEFINIÇÕES DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS DISPOSIÇÕES GERAIS

Leia mais

Forest Stewardship Council. Norma FSC. Norma para Certificação de Cadeia de Custódia FSC FSC-STD-40-004 V2-1 POR CADEIA DE CUSTÓDIA

Forest Stewardship Council. Norma FSC. Norma para Certificação de Cadeia de Custódia FSC FSC-STD-40-004 V2-1 POR CADEIA DE CUSTÓDIA Forest Stewardship Council Norma FSC Norma para Certificação de Cadeia de Custódia FSC FSC-STD-40-004 V2-1 POR CADEIA DE CUSTÓDIA Título: Código de Referência do documento: Escopo: Norma para Certificação

Leia mais

Logística Reversa Meio-ambiente e Produtividade

Logística Reversa Meio-ambiente e Produtividade Logística Reversa Meio-ambiente e Produtividade Carla Fernanda Mueller, carla@deps.ufsc.br 1. Introdução O ciclo dos produtos na cadeia comercial não termina quando, após serem usados pelos consumidores,

Leia mais

Certificação 3R6 das lojas próprias MEO. Sustentabilidade

Certificação 3R6 das lojas próprias MEO. Sustentabilidade Certificação 3R6 das lojas próprias MEO Sustentabilidade 2014 AGENDA ENQUADRAMENTO CERTIFICAÇÃO 3R6 ENQUADRAMENTO A Ponto Verde Serviços é uma empresa de consultoria ambiental criada em 2011 pela Embopar

Leia mais

Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) Revitalização dos Programas de Coleta Seletiva e de Minimização de Resíduo Sólido na FEC

Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) Revitalização dos Programas de Coleta Seletiva e de Minimização de Resíduo Sólido na FEC Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) Revitalização dos Programas de Coleta Seletiva e de Minimização de Resíduo Sólido na FEC mar. 2013 Programa de Coleta seletiva na FEC Iniciado

Leia mais

REVISÕES C - PARA CONHECIMENTO D - PARA COTAÇÃO. Rev. TE Descrição Por Ver. Apr. Aut. Data. 0 C Emissão inicial. RPT RPT RCA RPT 04/01/11

REVISÕES C - PARA CONHECIMENTO D - PARA COTAÇÃO. Rev. TE Descrição Por Ver. Apr. Aut. Data. 0 C Emissão inicial. RPT RPT RCA RPT 04/01/11 1/8 REVISÕES TE: TIPO EMISSÃO A - PRELIMINAR B - PARA APROVAÇÃO C - PARA CONHECIMENTO D - PARA COTAÇÃO E - PARA CONSTRUÇÃO F - CONFORME COMPRADO G - CONFORME CONSTRUÍDO H - CANCELADO Rev. TE Descrição

Leia mais

Forest Stewardship Council. Norma FSC. Norma para Certificação de Cadeia de Custódia FSC FSC-STD-40-004 V2-1 POR CADEIA DE CUSTÓDIA

Forest Stewardship Council. Norma FSC. Norma para Certificação de Cadeia de Custódia FSC FSC-STD-40-004 V2-1 POR CADEIA DE CUSTÓDIA Forest Stewardship Council Norma FSC Norma para Certificação de Cadeia de Custódia FSC FSC-STD-40-004 V2-1 POR CADEIA DE CUSTÓDIA Título: Código de Referência do documento: Escopo: Norma para Certificação

Leia mais

RESUMO DO PROJETO: A Empresa:

RESUMO DO PROJETO: A Empresa: A Empresa: RESUMO DO PROJETO: Fundada em 1987, a PROSUL oferece aos seus clientes serviços especializados de engenharia consultiva. Sediada em Santa Catarina e fundada pelo engenheiro Wilfredo Brillinger,

Leia mais

Gerenciamento de Resíduos

Gerenciamento de Resíduos Gerenciamento de Resíduos ANVISA RDC 306/04 - REGULAMENTO TÉCNICO PARA GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SAÚDE veronica.schmidt@ufrgs.br O perigo do lixo hospitalar. Resíduos biológicos - culturas de microrganismos

Leia mais

"PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL"

PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL "PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL" Quem somos: Associação sem fins lucrativos, fundado em 1992, o CEMPRE se dedica à promoção da reciclagem dentro do conceito de gerenciamento integrado

Leia mais

Workshop Embalagem & Sustentabilidade

Workshop Embalagem & Sustentabilidade Workshop Embalagem & Sustentabilidade São Paulo/2013 Eduardo Lima Agenda Alumínio e Sustentabilidade - Conceito Embalagens de alumínio Diferenciais das embalagens de alumínio PNRS Reciclagem de alumínio

Leia mais

Cartilha Coleta Seletiva

Cartilha Coleta Seletiva Cartilha Coleta Seletiva Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Acre Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Cartilha Coleta Seletiva Renata Beltrão Teixeira Vlayrton Tomé Maciel

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA POLUIÇÃO DO SOLO URBANO - RESÍDUOS SÓLIDOS - aline.procopio@ufjf.edu.br

FACULDADE DE ENGENHARIA POLUIÇÃO DO SOLO URBANO - RESÍDUOS SÓLIDOS - aline.procopio@ufjf.edu.br FACULDADE DE ENGENHARIA POLUIÇÃO DO SOLO URBANO - RESÍDUOS SÓLIDOS - Profa. DSc. Aline Sarmento Procópio Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental aline.procopio@ufjf.edu.br Gestão dos Resíduos

Leia mais

A Política Nacional de Resíduos Sólidos e a questão dos Resíduos Sólidos Urbanos no Estado do Rio de Janeiro. Quanto à origem Sujeitos à lei

A Política Nacional de Resíduos Sólidos e a questão dos Resíduos Sólidos Urbanos no Estado do Rio de Janeiro. Quanto à origem Sujeitos à lei A Política Nacional de Resíduos Sólidos e a questão dos Resíduos Sólidos Urbanos no Estado do Rio de Janeiro. A política Nacional de resíduos sólidos é muito importante na história do gerenciamento de

Leia mais

Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos

Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos FIESP 07/06/11 Alexandre Comin - MDIC PNRS Instituída pela Lei 12.305, de 2 de agosto de 2010, e regulamentada pelo Decreto nº 7404, de 23 de Dezembro

Leia mais

Projeto de Incentivo à Reciclagem

Projeto de Incentivo à Reciclagem Projeto de Incentivo à Reciclagem Boas Práticas em Meio Ambiente Apresentação: O objetivo do seguinte projeto tem a finalidade de auxiliar a implementação da Coleta Seletiva e posteriormente envio para

Leia mais

Gestão de Resíduos Secos IV CMMA

Gestão de Resíduos Secos IV CMMA 1 Resultados da IV Conferência Municipal do Meio Ambiente de São Paulo, 30 e 31 de agosto e 1º de setembro de 2013. Reelaboração Participativa do Plano de Gestão de Resíduos Sólidos - PGIRS / SP - texto

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA COLETA SELETIVA NA FAP

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA COLETA SELETIVA NA FAP PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA COLETA SELETIVA NA FAP SILVA V. L. da 1 ; SOUZA T. R. 1 ; RIBEIRO J. S. G. 1 ; CARDOSO C. F. 1 ; SILVA, C. V. da 2. 1 Discentes do Curso de Ciências Biológicas FAP 2

Leia mais

1º SEMINÁRIO DA AGENDA AMBIENTAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO

1º SEMINÁRIO DA AGENDA AMBIENTAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO 1º SEMINÁRIO DA AGENDA AMBIENTAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO Gestão de resíduos sólidos impactos ambientais negativos BASE LEGAL 1/2 Lei 11.107/05 - Consórcios Públicos

Leia mais

Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS. Coleta seletiva e reciclagem de resíduos sólidos. Desafio para os Municípios

Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS. Coleta seletiva e reciclagem de resíduos sólidos. Desafio para os Municípios Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS Coleta seletiva e reciclagem de resíduos sólidos Desafio para os Municípios Cerca de 20% do que se joga no lixo é fruto do desperdício de resíduos orgânicos

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA A COLETA SELETIVA DO LIXO E DICAS DE CONSUMO CONSCIENTE

INSTRUÇÕES PARA A COLETA SELETIVA DO LIXO E DICAS DE CONSUMO CONSCIENTE 12:43 Page 1 INSTRUÇÕES PARA A COLETA SELETIVA DO LIXO E DICAS DE CONSUMO CONSCIENTE Jardins é Page 2 LIXO UM PROBLEMA DE TODOS Reduzir a quantidade de lixo é um compromisso de todos. Uma pessoa é capaz

Leia mais

RESPEITO E CONSCIÊNCIA AMBIENTAL

RESPEITO E CONSCIÊNCIA AMBIENTAL RESPEITO E CONSCIÊNCIA AMBIENTAL A Comissão Ministerial de Gestão Ambiental foi criada através da Portaria POR-PGJ n 204/08, com o fim de estudar, sugerir e acompanhar a implementação de medidas administrativas

Leia mais

Prof. Paulo Medeiros

Prof. Paulo Medeiros Prof. Paulo Medeiros Em 2010 entrou em vigor no Brasil a lei dos Resíduos Sólidos. Seu objetivo principal é diminuir a destinação incorreta de resíduos ao meio ambiente. Ela define que todas as indústrias,

Leia mais

Definições centrais do Plano Cidades Limpas PLANO REGIONAL DE GESTÃO ASSOCIADA E INTE- GRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS PARA O CIRCUITO DAS ÁGUAS

Definições centrais do Plano Cidades Limpas PLANO REGIONAL DE GESTÃO ASSOCIADA E INTE- GRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS PARA O CIRCUITO DAS ÁGUAS Definições centrais do Plano Cidades Limpas PLANO REGIONAL DE GESTÃO ASSOCIADA E INTE- GRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS PARA O CIRCUITO DAS ÁGUAS setembro 2013 As proposições elencadas neste documento originam-se

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

UMA CONTRIBUIÇÃO NA MINIMIZAÇÃO DE RESÍDUO SÓLIDO PRODUZIDO PELO CEFET-UNED CAJAZEIRAS: ENFATIZANDO O PAPEL

UMA CONTRIBUIÇÃO NA MINIMIZAÇÃO DE RESÍDUO SÓLIDO PRODUZIDO PELO CEFET-UNED CAJAZEIRAS: ENFATIZANDO O PAPEL UMA CONTRIBUIÇÃO NA MINIMIZAÇÃO DE RESÍDUO SÓLIDO PRODUZIDO PELO CEFET-UNED CAJAZEIRAS: ENFATIZANDO O PAPEL Ana Emília FORMIGA (1); Francisco Roque da SILVA (2); Letícia Albuquerque NOVELLO (3); Margarida

Leia mais

Forest Stewardship Council. Perguntas Frequentes sobre o uso das marcas registradas FSC por Portadores de Certificado

Forest Stewardship Council. Perguntas Frequentes sobre o uso das marcas registradas FSC por Portadores de Certificado Forest Stewardship Council Perguntas Frequentes sobre o uso das marcas registradas FSC por Portadores de Certificado Esperamos que o padrão sobre o uso das marcas registradas FSC-STD-50-001 (V1-2) esteja

Leia mais

Apresenta: PAPEL METAL LIXO ORGÂNICO VIDRO PLÁSTICO. no luga

Apresenta: PAPEL METAL LIXO ORGÂNICO VIDRO PLÁSTICO. no luga Apresenta: Coloqu e o lixo no luga r, na hor a e no d certo. ia ORGÂNICO CAPItao VAREJO em: coleta seletiva Enquanto isso, na sala secreta de reuniões... Olá, Capitão Varejo! Grande Gênio, bom dia! Espero

Leia mais

O tema não é novo no setor, ele é a base de sua existência e desenvolvimento, guiando seu avanço tecnológico em busca de

O tema não é novo no setor, ele é a base de sua existência e desenvolvimento, guiando seu avanço tecnológico em busca de A EMBALAGEM CONSTRUINDO SUSTENTABILIDADE Proteção, aumento de vida útil, saúde, segurança, economia, redução do desperdício e bem estar são os principais pilares da embalagem. E em consonância a esses,

Leia mais

REDUZIR REUTILIZAR RECICLAR. O caminho para um futuro melhor.

REDUZIR REUTILIZAR RECICLAR. O caminho para um futuro melhor. R R R REDUZIR REUTILIZAR RECICLAR O caminho para um futuro melhor. A FGR se preocupa com o planeta. v Reduza o quanto puder; Reutilize tudo que puder; Recicle o máximo que puder. 2 A qualidade de vida

Leia mais

Plásticos Biodegradáveis e Compostáveis. Foto: Augusto Bartolomei

Plásticos Biodegradáveis e Compostáveis. Foto: Augusto Bartolomei Plásticos Biodegradáveis e Compostáveis 1 Foto: Augusto Bartolomei Conteúdo O que são plásticos biodegradáveis e compostáveis Certificação Aplicações Descarte aterro, reciclagem, compostagem Alinhamento

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO / E.E. ESTERINA PLACCO (EXTENSAO) Código: 091.01 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Nível

Leia mais

Carta de Apresentação

Carta de Apresentação Carta de Apresentação A embalagem se consolidou como ferramenta de comunicação para levar à sociedade os ganhos em eficiência ambiental de um produto. Mas há cuidados a serem tomados para que a informação

Leia mais

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO CAMPUS UBERABA

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO CAMPUS UBERABA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO CAMPUS UBERABA GOMIDES, J.E. 1 ; SCHENKEL, C.A. 2 ; SOUSA, J.S. 3 1 Acadêmica do Curso Superior de

Leia mais

TREINAMENTO INTEGRAÇÃO MÓDULO 7 5 PLANO DIRETOR DE RESÍDUOS E EFLUENTES. 6 PROGRAMA 3 Rs COLETA SELETIVA

TREINAMENTO INTEGRAÇÃO MÓDULO 7 5 PLANO DIRETOR DE RESÍDUOS E EFLUENTES. 6 PROGRAMA 3 Rs COLETA SELETIVA MÓDULO 7 1 CONCEITO DE MEIO AMBIENTE 2 ASPECTO AMBIENTAL 3 O QUE SÃO RESÍDUOS? 4 GESTÃO AMBIENTAL 5 PLANO DIRETOR DE RESÍDUOS E EFLUENTES 6 PROGRAMA 3 Rs COLETA SELETIVA 7 BENEFÍCIOS DA DESTIN. E TRATAMENTO

Leia mais

ECOLOGIA INDUSTRIAL diminuição eliminação

ECOLOGIA INDUSTRIAL diminuição eliminação A crescente necessidade de preservação ambiental tem levado à adoção de tecnologias que utilizam os recursos naturais de maneira mais econômica e menos destruidora. Ao mesmo tempo, buscam-se soluções para

Leia mais

22o. Prêmio Expressão de Ecologia

22o. Prêmio Expressão de Ecologia 22o. Prêmio Expressão de Ecologia 2014-2015 Cartilha distribuída para alunos nas escolas e em outras palestras realizadas. Ciclo de Vida do EPS: da venda ao reuso Ponto de Coleta Voluntária instalados

Leia mais

2/3 DA PRODUÇÃO DE PAPÉIS RECICLADOS É DESTINADO A PAPÉIS PARA EMBALAGEM. PARA ONDE CAMINHA O SEGMENTO?

2/3 DA PRODUÇÃO DE PAPÉIS RECICLADOS É DESTINADO A PAPÉIS PARA EMBALAGEM. PARA ONDE CAMINHA O SEGMENTO? 2/3 DA PRODUÇÃO DE PAPÉIS RECICLADOS É DESTINADO A PAPÉIS PARA EMBALAGEM. PARA ONDE CAMINHA O SEGMENTO? ANAVE Ecoforum Setorial 2008 Patrick Nogueira Diretor Comercial 17 de junho de 2008 QUEM SOMOS Capital:

Leia mais

Logística reversa: importância, fatores para a aplicação e contexto brasileiro

Logística reversa: importância, fatores para a aplicação e contexto brasileiro Logística reversa: importância, fatores para a aplicação e contexto brasileiro Luciangela Galletti da Costa 1 Rogério Valle 1 luciangela@pep.ufrj.br valle@pep.ufrj.br 1 Universidade Federal do Rio de Janeiro,

Leia mais

Gerenciamento de Resíduos

Gerenciamento de Resíduos Gerenciamento de Resíduos DECRETO Nº 5.940, 25/10/2006 Institui coleta seletiva veronica.schmidt@ufrgs.br LIXO utilizado para designar tudo aquilo que não tem mais utilidade RESÍDUO Sobra (refugo) do beneficiamento

Leia mais

ESTRATÉGIAS E DESAFIOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

ESTRATÉGIAS E DESAFIOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS ESTRATÉGIAS E DESAFIOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Geraldo Antônio Reichert Coordenador da Câmara Temática de Resíduos Sólidos ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária

Leia mais

POLITICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS : Responsabilidade de cada Setor

POLITICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS : Responsabilidade de cada Setor POLITICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS : Responsabilidade de cada Setor Gestão de Resíduos Sólidos ( São Paulo ) Lei 997/76 e regulamento: Dec. 8468/76 Foco: Comando e Controle Resíduos Disposição Final

Leia mais

Aumento da lucratividade com a Produção mais Limpa do SENAI

Aumento da lucratividade com a Produção mais Limpa do SENAI Artigo Técnico Por Silvio Neto Pereira do Vale, Técnico de Ensino do CPC - Centro SENAI de Produção mais Limpa Aumento da lucratividade com a Produção mais Limpa do SENAI As organizações mundiais e brasileiras

Leia mais

Lei 12.305/10 Decreto 7.404/10

Lei 12.305/10 Decreto 7.404/10 A EXPERIÊNCIA BRASILEIRA EM LOGÍSTICA REVERSA A INICIATIVA DO SETOR DE HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Lei 12.305/10

Leia mais

Significa fazer papel empregando como matéria-prima papéis, cartões, cartolinas e papelões, provenientes de:

Significa fazer papel empregando como matéria-prima papéis, cartões, cartolinas e papelões, provenientes de: O PAPEL São reciclados no Brasil, 38% do papel e 60% do papelão produzidos. Não podemos nos esquecer de diferenciar bem os tipos recicláveis: jornais, revistas, folhas usadas e de rascunho, cartões, envelopes,

Leia mais

uma responsabilidade de todos nós

uma responsabilidade de todos nós uma responsabilidade de todos nós Governo do Estado de São Paulo Secretaria de Estado do Meio Ambiente Coordenadoria de Planejamento Ambiental Estratégico e Educação Ambiental Lixo, uma responsabilidade

Leia mais

Neste momento, vocês estão recebendo a apostila que servirá de base para a vigésima terceira prova, que será realizada no dia 18 de Junho de 2013.

Neste momento, vocês estão recebendo a apostila que servirá de base para a vigésima terceira prova, que será realizada no dia 18 de Junho de 2013. 23ª APOSTILA 23ª APOSTILA SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE Caros Colegas, Neste momento, vocês estão recebendo a apostila que servirá de base para a vigésima terceira prova, que será realizada no dia 18 de Junho

Leia mais