O Poder do Conhecimento para o Desenvolvimento Sócio-Econômico da Cidade: A Experiência do Porto Digital

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Poder do Conhecimento para o Desenvolvimento Sócio-Econômico da Cidade: A Experiência do Porto Digital"

Transcrição

1 O Poder do Conhecimento para o Desenvolvimento Sócio-Econômico da Cidade: A Experiência do Porto Digital AUTOR: CIDINHA COSTA GOUVEIA CO-AUTORES: CAMILA MAINARA GOMES POLYANA TARGINO FRANCISCO SABOYA RESUMO O conhecimento é um dos principais determinantes da taxa de crescimento socioeconômico de uma região. Por outro lado, nos tempos atuais, a escassez de capital humano qualificado apresenta-se como gargalo e restrição ao desenvolvimento e competitividade das empresas no Brasil e no Mundo. Para lidar com esse problema o Porto Digital criou o Programa de Qualificação do Porto Digital, com o objetivo de incentivar as empresas do parque a aumentarem o seu potencial competitivo e de inovação através do aumento da qualificação de seus colaboradores e das próprias empresas, contribuindo assim, para o crescimento da indústria de TIC e de Economia Criativa local, bem como para o desenvolvimento socioeconômico da da cidade. Este artigo irá descrever em detalhes o Programa de Qualificação do Porto Digital, seus resultados, como foi implementado, as dificudades enfrentadas, os benefícios que tem proporcionado para o ambiente e para a sociedade em geral, como ele tem contribuído para tornar Recife uma cidade mais inteligente, proporcionando uma melhoria econômica da região, e, os próximos passos que serão realizados. Palavras-chave: qualificação de empresas e pessoas, cidades, parque tecnológico Mestre em Engenharia de Software, UFCG, Av. Cais do Apolo, 222, Bairro do Recife, Recife PE Fone: Bacharel em Administração, FCAP-UPE, Av. Cais do Apolo, 222, Bairro do Recife, Recife PE Fone: Bacharel em Administração e Jornalismo, FCAP-UPE / UFPE, Av. Cais do Apolo, 222, Bairro do Recife, Recife PE Fone: Mestre em Engenharia de Produção, UFPE, Av. Cais do Apolo, 222, Bairro do Recife, Recife PE Fone:

2 The Power of Knowledge to the Socio-Economic Development of the City: The Porto Digital Experience AUTHOR: CIDINHA COSTA GOUVEIA CO-AUTHORS: CAMILA MAINARA GOMES POLYANA TARGINO RESUME Knowledge is a major determinant of the rate of socio-economic growth of a region. On the other hand, in the present times, the shortage of skilled human capital presents itself as bottleneck and constraint to the development and competitiveness of companies in Brazil and worldwide. To deal with this problem the Porto Digital created the Porto Digital Qualification Program, aiming to encourage companies in the park to increase their competitive potential and innovation by increasing the qualification of its employees and the companies themselves, thus contributing to the growth of the ICT industry and Local Creative Economy, as well as for socio-economic development of the city. This article will describe in detail the Porto Digital Qualification Program, its results, as it was implemented, the difficulties faced, the benefits it has provided to the environment and to society in general, as it has contributed to making a city more Recife intelligent, providing an economic improvement in the region, and the next steps that will be performed. Key-words: people and company qualification, cities, technology park Mestre em Engenharia de Software, UFCG, Av. Cais do Apolo, 222, Bairro do Recife, Recife PE Fone: Bacharel em Administração, FCAP-UPE, Av. Cais do Apolo, 222, Bairro do Recife, Recife PE Fone: Bacharel em Administração e Jornalismo, FCAP-UPE / UFPE, Av. Cais do Apolo, 222, Bairro do Recife, Recife PE Fone: Mestre em Engenharia de Produção, UFPE, Av. Cais do Apolo, 222, Bairro do Recife, Recife PE Fone:

3 1. INTRODUÇÃO Na atual Era do Conhecimento, o principal ativo de qualquer empreendimento produtivo encontra-se no seu capital humano. É notável a importância do Capital Humano para a competitividade de qualquer empresa, em especial para empresas de tecnologia e em atividades intensivas em conhecimento e criatividade. Norton e Kaplan Erro! Fonte de referência não encontrada. apontam a necessidade de converter esses ativos intangíveis em resultado mensuráveis, através do controle e da implementação de planejamento estratégico. À primeira vista, os recursos humanos de uma empresa podem significar apenas um custo inevitável ao processo produtivo. No entanto, atualmente experimenta-se um modelo produtivo intensivo em conhecimento. Nesse contexto, o Capital Humano (e os conhecimentos que abarca) representam 75% do valor agregado da empresa. O conhecimento é um dos principais determinantes da taxa de crescimento socioeconômico. Quanto maior o nível de qualificação profissional, maior é a produtividade, melhor é a qualidade, e menor é o custo dos produtos e serviços gerados. De acordo com [5], as nações mais industrializadas têm entre 60 e 80% de sua força de trabalho com qualificação profissional elevada. Já no Brasil, estima-se que esse percentual seja de pouco mais de 1%. A escassez de capital humano qualificado apresenta-se como gargalo e restrição ao desenvolvimento e competitividade das empresas no Brasil e no Mundo. Essa concepção ganha força e fundamento diante da atual conjuntura do mercado tecnológico, onde o avanço desenfreado das tecnologias faz com que as universidades não consigam acompanhar o ritmo de geração de conhecimento necessário para lidar com tais tecnologias. A burocracia existente para alteração de grade curricular dos cursos superiores no país ainda é muito lenta para a velocidade requerida com o surgimento de novas tecnologias, o que agrava ainda mais o problema e faz essencial a criação de soluções à curto, médio e longo prazo para lidar com a sitação. De acordo com a ANPROTEC 0, os parques tecnológicos atuam como promotores da cultura da inovação, da competitividade e da capacitação empresarial, fundamentados na transferência de conhecimento e tecnologia, com o objetivo de incrementar a produção de riqueza de uma determinada região. Sendo um parque tecnológico urbano, o Porto Digital (PD) criou para seus colaboradores e empresas o Programa de Qualificação do Porto Digital, a fim de incentivar as empresas do parque a aumentarem o seu potencial competitivo e de inovação através do aumento da qualificação de seus colaboradores e das próprias empresas, contribuindo assim, para o crescimento da indústria de TIC e de Economia Criativa local. Este artigo irá descrever em detalhes o Programa de Qualificação do Porto Digital, seus resultados, como foi implementado, as dificudades enfrentadas, os benefícios que tem proporcionado para o ambiente e para a sociedade em geral, como ele tem contribuído para tornar Recife uma cidade mais inteligente, proporcionando uma melhoria econômica da região, e, os próximos passos que serão realizados.

4 2. DESENVOLVIMENTO 2.1 O PAPEL DE UM PARQUE TECNOLÓGICO NO DESENVOLVIMENTO SÓCIO- ECONOMICO DE UMA REGIÃO O conhecimento junto às inovações tecnológicas se faz imprescindível no processo de desenvolvimento sócio-econômico de um Estado. Dessa forma, para garantir um progresso certo e homogêneo de uma região é necessário possibilitar a transposição e interiorização do conhecimento, sobretudo das soluções inovadoras de TIC que devem possibilitar a inclusão social e digital, a integração do Estado e a construção de relações, soluções e negócios promissores. Ele passa a ser o motor da economia e do desenvolvimento social, o agente de inovação e mudanças, capaz de promover uma maior competitividade e, consequentemente, um maior crescimento sócio-econômico. Segundo a definição da International Association of Science Parks (IASP), Parque Científico Tecnológico é uma organização cujo principal objetivo é aumentar a riqueza da comunidade por meio da promoção da cultura de inovação e competitividade das empresas e instituições baseadas no conhecimento que lhe estão associadas. Para alcançar estes objetivos, um Parque Científico e Tecnológico estimula e gerencia o fluxo de conhecimento e de tecnologias entre Universidades, instituições de pesquisa e desenvolvimento P&D, empresas e mercados; facilita a criação e o crescimento de empresas baseadas na inovação através da incubação e de processos de spin-off, e fornece outros serviços de valor agregado, bem como serviços de apoio de elevada qualidade [6]. Sendo um Parque Tecnológico um ativo relevante na produção de TIC, capaz de promover inovação e estimular a competitividade das empresas, este se caracteriza como agente potencial para contribuir com o desenvolvimento sócio-economico de uma região. A adoção de projetos e práticas que visem a realização de ampliar a empregabilidade e melhorar a competitividade e potencial de inovação das empresas, por um parque científico e tecnológico pode servir como um atrativo a parceiros e clientes, e também como um modelo a ser seguido pelas empresas em um mercado inovador e competitivo, uma vez que os parques são atores estratégicos de influência neste mercado. 2.2 PORTO DIGITAL: ATIVO VALIOSO DA SOCIEDADE E ECONOMIA PERNAMBUCANA O principal viveiro de conhecimento e desenvolvimento de aplicações de TIC em Pernambuco é o Porto Digital (PD). Este se trata de um Parque Tecnológico localizado no Bairro do Recife que fica no centro histórico da capital pernambucana. O Porto Digital é resultado do ambiente de inovação que se consolidou em Pernambuco nas últimas décadas juntamente com o esforço coordenado da universidade, setor produtivo e governo, com o objetivo de inserir a indústria da Tecnologia da Informação e Comunicação na matriz

5 econômica do Estado de Pernambuco. Setor de alto potencial de crescimento, TIC é também a base para o aumento da competitividade de uma região em qualquer estratégia de desenvolvimento econômico contemporânea. O Porto Digital é o principal componente de TIC de Pernambuco. Seu objetivo é implementar políticas públicas para o desenvolvimento econômico do Estado, revitalização urbana, inclusão social, fortalecimento do pólo de TIC e de outros APLs através do uso dessas tecnologias. Com 13 anos de existência, o Porto Digital é um dos principais pólos de tecnologia do país. O PD gerou para o Estado postos de trabalho, atraiu 536 empreendedores e 240 instituições entre universidades, órgão governamentais, centros de pesquisa e desenvolvimento e empresas de tecnologia de nível nacional e internacional. Empresas de diversos portes já se instalaram no PD e estão produzindo novas soluções e novos produtos tecnológicos. Como resultado do sucesso de todas as suas ações, o PD foi eleito pela AT Kearney [2], uma das maiores empresas de consultoria do mundo, como o maior parque tecnológico do País em número de empresas e faturamento, em Já m 2007, o PD foi reconhecido como o Melhor Parque Tecnológico e Habitat de Inovação do Brasil pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores, Anprotec [3], que representa os interesses das incubadoras de empresas, parques tecnológicos e empreendimentos inovadores no Brasil. O reconhecimento veio com o Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador Além disso, em 2008, Porto Digital foi o único parque tecnológico brasileiro a integrar a primeira edição da publicação Learning by Sharing da IASP (International Association os Science Parks) que destacou quatro parques ao redor do mundo. Em 2009, a BusinessWeek, maior revista de negócios do mundo, destacou o PD como sendo um dos lugares onde o futuro está sendo criado. Recentemente, o parque ganhou do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), o primeiro Selo de Indicação Geográfica na área de serviços de TI. O selo certifica que o software produzido no Porto Digital tem um certificado de qualidade. Para gerir o parque, foi criado em 2001 o NGPD Núcleo de Gestão do Porto Digital, organização social de direito privado e sem fins lucrativos. Suas ações são orientadas por um Plano Estratégico, cuja essência consiste em fortalecer a capacidade competitiva das empresas para que possam acessar os mercados regional, nacional e internacional num outro patamar de escala e ordem de grandeza. Esta estratégia envolve ações como o incremento dos níveis de cooperação entre as empresas, aumento da capacidade de formação de capital humano tanto no nível técnico quanto no gerencial, aperfeiçoamento dos padrões de inovação tecnológica, melhoria das condições urbanas e sociais das populações residentes no Bairro do Recife, entre outras. O principal objetivo do NGPD é aumentar os fatores positivos do ambiente de forma a melhorar a capacidade de inovação e competitividade das empresas e do ambiente como um todo. Para isso, uns dos seus principais papéis são: (i) gerar idéias originais, (ii) desenvolver projetos inovadores, (iii) articular agentes operadores, de forma que projetos possam ser

6 implementados -incluindo patrocinadores, governo, empresas, universidades, e (iv) atrair empresas inovadoras tecnológicas. Atualmente, o NGPD possui cerca de 43 projetos e gerencia R$ ,52 a fim de melhorar o ambiente do parque. Este ano, 2013, foi obtida a ISO 9001 na área de gestão de projetos, o qual prova a expertise do órgão em gerenciar projetos. Diante do exposto, entende-se que o Porto Digital é um ativo valioso da economia pernambucana com potencial de contribuir para a melhoria dos padrões de eficiência produtiva de qualquer setor e, por conseguinte, de melhorar os níveis de competitividade nos mercados nacionais e estrangeiros. Isso indica que existe um grande potencial de melhoria da competitividade a partir de estratégias de melhoria do nível de qualificação das pessoas e empresas e, consequentemente, do desenvolvimento tecnológico e inovador da região. Somando-se a isso, rápidos avanços na tecnologia têm trazido para o mercado a oportunidade, cada vez maior, de solucionar problemas através da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Porém, escolas e universidades brasileiras ainda se encontram presas em grades curriculares que cumprem o necessário, baseadas no passado e formando profissionais indecisos e sem direção. Dessa forma, o mercado urge por profissionais inconformados com a manutenção de paradigmas, pessoas conectadas na busca pelo inédito, por novos processos, por empresas mais produtivas, por solução de problemas básicos ou complexos que escondem grandes oportunidades. Isso tudo gera entraves ao desenvolvimento socioeconômico da região. Isso seria o que o economista austríaco Joseph Schumpeter [7], chama de destruição criadora, aquela executada pelo empreendedor que quebra paradigmas nas economias de mercado, estabelecendo novos patamares econômicos e tecnológicos em busca do incremento da competitividade, do lucro e da realização profissional e pessoal. A fim de lidar com essa realidade, o Porto Digital criou o Programa de Qualificação do Porto Digital que visa construir um ambiente favorável ao desenvolvimento socioeconômico da região, proporcionando a atração de novos empreendimentos e, gerando empregos qualificados e renda elevada, partindo da premissa que capital humano capacitado atrai grandes empresas, dada a escassez desse insumo no mercado mundial. 2.3 O PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DO PORTO DIGITAL Como parte das suas atividades, o NGPD, através de Convênios com o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e com a FINEP, criou o Programa de Qualificação do Porto Digital que tem o objetivo de ampliar a oferta de capital humano qualificado e apoiar as empresas residentes no Porto Digital na obtenção de melhorias de processos organizacionais e de certificações de qualidade. Assim, o programa promove o aumento da competitividade das empresas, o reconhecimento de sua qualidade perante o mercado mundial e a capacidade de fornecer soluções de qualidade para o desenvolvimento das demais cadeias produtivas do país. Dessa forma, o programa contribui fortemente com o crescimento do setor de TIC e de Economia Criativa local. Ele foi idealizado para atuar como um mecanismo através do qual o Porto Digital deve oferecer suas contribuições para o desenvolvimento socioeconômico da região e, consequentemente, da cidade. O Programa de Qualificação do Porto Digital, portanto, atua como um canal do Parque para apoiar o desenvolvimento de suas empresas através do apoio na qualificação do capital

7 humano e na qualidade de seus processos, que podem servir tanto como uma vantagem competitiva para a empresa, quanto para aumentar o potencial competitivo do parque, tornando-o uma vitrine mundial de Ambiente Inovador e de constante de Desenvolvimento Socioeconômico. Dessa forma, o programa atua com atividades que possibilitam: (i) (ii) (iii) (iv) (v) (vi) Aumentar o nível de qualificação dos profissionais que trabalham nas empresas no parque; Aumentar a oferta de profissionais devidamente qualificados através da capacitação de alunos provenientes de Instituições de Ensino Técnico e Superior (IETS) parceiras do parque; Minimizar o gargalo em capital humano para as empresas de TIC e de Economia Criativa; Melhorar os processos organizacionais das empresas para obtenção de certificações de qualidade no desenvolvimento de software, em nível nacional e internacional, tais como: CMMI e MPS.BR, Promover a atração de novas empresas de base tecnológica para a cidade; Gerar empregos qualificados e de alta renda. A operação do programa consiste em 3 etapas, conforme ilustrado na Figura 1. Figura 1 - Etapas do Porgrama de Qualificação do Porto Digital ETAPA 1: Preparação Pesquisas

8 Esta etapa consiste no levantamento das necessidades do ambiente a fim de preparar o programa para poder colocá-lo em prática. Para isso, esta etapa prevê a realização de pesquisas a fim de se conhecer a real demanda das empresas do parque. A idéia é realizar uma ampla pesquisa, envolvendo (i) Instituições de Ensino Técnico e Superior (IETS) responsáveis pela formação do capital humano demandado pela área de Tecnologia da Informação; (ii) Estudantes da área de tecnologia; (iii) Profissionais da área de tecnologia, empregados ou não; e (iv) Empresas da área de tecnologia na Região Metropolitana do Recife. Os perfis de cada um desses atores devem ser identificados nesta pesquisa, no que se refere à formação de capital humano: o perfil da oferta de cursos por parte das instituições de ensino; o perfil da qualificação (ou necessidade de qualificação) por parte dos estudantes e profissionais; e o perfil da demanda por profissionais por parte das empresas. O documento resultante dessa pesquisa permitirá ao ambiente de tecnologia da informação de Pernambuco compreender melhor as tendências do mercado e as características da escassez de capital humano qualificado. Estas informações darão subsídio às etapas seguintes deste projeto. ETAPA 2: Definição e Articulação A partir do mapeamento das necessidades de qualificação exigido pelo mercado, realizado através de pesquisas na etapa de Preparação, pretende-se definir temas prioritários para qualificações e identificar e selecionar as instituições formadoras de capital humano parceiras para execução do objetivo proposto. Definição das Qualificações Relevantes para o Ecossistema A pesquisa realizada anteriormente deverá apontar quais são as áreas de maior demanda no mercado local. De posse desse resultado, deverão ser identificados quais seriam os cursos adequados para suprir tal necessidade. Esses cursos devem ser complementares à grade curricular dos cursos superiores e não concorrer com os mesmos. Dessa forma, define-se quais cursos serão ministrados nas áreas mais demandadas, suas cargas-horárias, ementas, duração, local de realização, etc. Articulação de Atores Estratégicos Além de definir os cursos, faz-se necessário também identificar e estabelecer parcerias com Instituições de Ensino Técnico e Superior (IETS) para que seus alunos também sejam capacitados de forma a facilitar seu ingresso no ecossistema do Porto Digital. A Idea e suprir a necessidade das empresas, qualificando os estudantes das IETS nas áreas específicas demandadas pelas empresas. ETAPA 3: Execução Esta etapa consiste na execução pratica do programa, ou seja, a realização das qualificações, que podem ser qualificação profissional ou empresarial. Qualificação Profissional A Implantação de qualificações profissionais nas: (i) organizações intensivas em tecnologia da informação e comunicação em economia criativa e, (ii) nas IETS parceiras do Porto Digital, de modo a ampliar a capacidade das empresas do Porto Digital em entregar resultados e gerar soluções inovadoras no cronograma previsto, dentro do orçamento estipulado, segundo o escopo negociado e conforme os padrões de qualidade definidos.

9 As ações de qualificação se beneficiarão dos conhecimentos e potencialidades locais, adotando metodologias participativas, e compreendendo a realidade a partir da transversalidade dos conhecimentos técnicos, econômicos, culturais, sociais e ambientais do Parque Tecnológico Porto Digital. Para se implantar as qualificações é necessário definir um Regulamento, contendo as regras de participação, critérios seletivos, critérios de desempate, dentre outras informações relevantes para os participantes. Além disso, é preciso também definir as responsabilidades de cada envolvido: empresas, IETS e alunos. Em seguida, os cursos deverão ocorrer e, para aqueles que obtiverem nota acima da média previamente estabelecida, o programa também deverá arcar com a certificação almejada, relacionada ao curso realizado, comprovando a qualificação do profissional na área em questão. Qualificação Empresarial Esta fase consiste na implementação dos processos nas empresas para obtenção de certificações de qualidade. Para isso, o programa apoiará as empresas residentes no Porto Digital na obtenção de melhorias de processos organizacionais e na obtenção de certificação de qualidade em desenvolvimento de software, a fim de promover a competitividade destas e reconhecimento de sua qualidade perante o mercado mundial e a capacidade de fornecer soluções de qualidade para o desenvolvimento das demais cadeias produtivas do país. Com a qualificação empresarial das empresas do Porto Digital, espera-se obter resultado referente ao desenvolvimento do capital humano, através de geração de novas competências, aumento do número de empresas brasileiras certificadas em qualidade de software e em sistemas de gestão da qualidade, promovendo competitividade do setor de software nacional e compartilhamento de conhecimentos entre a comunidade de software nacional. 2.4 RESULTADOS DO PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DO PORTO DIGITAL Em execução desde 2010, o programa tem apresentado resultados brilhantes, dentre os quais podemos destacar: Realização de 2 pesquisas: Conforme [10], na primeira pesquisa foram entrevistadas 102 empresas do Porto Digital a fim de conhecer sua demanda real. Elas foram questionadas sobre quais seriam as principais ações de interesse, dentre as ações realizadas pelo Porto Digital. Em primeiro lugar apareceu a ação de Formação e Certificação de profissionais (79% das empresas possuem interesse nesta ação) e, em quarto lugar, Formação e Certificação de Empresas (63% das empresas possuem interesse nesta ação). Outra pergunta foi realizada em relação a quantos profissionais a empresa desejaria capacitar e certificar nos próximos, obtendo-se o seguinte resultado:

10 Tabela 1 - Resultados da 1 a pesquisa realizada em Quantidade de profissionais que as empresas pretendem certificar na linguagem nos próximos 2 anos TOTAL % JAVA %.NET 162 9% XML/CXML 152 9% C# 151 9% JAVASCRIPT 144 8% SQL 143 8% ASP 121 7% AJAX 103 6% MySQL 87 5% Oracle 78 5% C/C % PHP 64 4% DELPHI 54 3% VISUAL BASIC 28 2% OUTROS 146 9% Java (209) Tecnologias Microsoft (462) Banco de Dados (308) Web (463) Com isso, pode se observar que a demanda por Java era muito grande. Seguida de outras tecnologias, onde para fins de execução, foi decidido agrupar os resultados em categorias, formando 4 categorias: Java, Tecnologias Microsoft (.NET, C #, ASP e Visual Basic), Banco de Dados (SQL, MySQL, Oracle) e Tecnologias Web (XML/CXML, Javascript, Ajax e PHP). Também pode se observar através de outros questionamentos realizados na pesquisa, a demanda por qualificação de profissionais na língua inglesa, onde foi respondido que se desejaria qualificar profissionais nesta área. Apesar de não ter sido questionado diretamente, também é perceptível a necessidade das empresas na qualificação de seus profissionais em gestão de projetos. Na segunda pesquisa, realizada em 2012, foram entrevistadas 108 empresas. Elas foram questionadas sobre quais seriam as principais ações de interesse, dentre as ações realizadas pelo Porto Digital. Os resultados desta pesquisa mostraram que as ações do Programa de Qualificação do Porto Digital continuam sendo essenciais para as empresas embarcadas no parque, tendo em vista que foi apontado pela mesma que, 48,1% das empresas possuem vagas em aberto, o que demonstra uma grande dificuldade de contratação. Com relação a isto, 70,9% do total de empresas alegam que a pouca qualificação dos profissionais acarreta tal dificuldade. Isto denota que a falta de profissionais qualificados ainda é um gargalo grave, que oferece dificuldades para os empreendimentos do Porto Digital.

11 Para a realização desta pesquisa, objetivando uma maior especificação e a avaliação da eficácia das ações já executadas pelo Porto Digital ou em andamento, houve uma reformulação na abordagem de algumas perguntas. Foram apresentadas às empresas opções específicas de ações e elas identificaram qual seu nível real de interesse. De acordo com o novo parâmetro de avaliação, (onde 1 representa sem importância e 5 representa alta importância), o nível de importância dado pelas empresas à formação e certificação dos profissionais em tecnologia da informação é de 4,34, ficando em 2º lugar entre todas as ações listadas. Nesta área, os temas SQL Server, MySQL, Java e Javascript continuam entre os citados como mais importantes. Em 5º lugar aparece a formação e certificação de profissionais em gerenciamento de projetos, com o nível de importância de 3,99. Em 11º lugar aparece a formação e certificação em língua inglesa, com o nível de importância de 3,64. Em 15º lugar aparece a obtenção das certificações empresariais em qualidade (CMMI, MPS-Br, Iso 9001, etc), com 3,50 em nível de importância. Tendo em vista que foram cerca de 30 itens expostos aos entrevistados na pesquisa e que o grau de maior importância é 5, pode-se perceber que todos os listados acima foram vistos como bastante importantes para as empresas. Estabelecimento de 8 parcerias com IETS: De posse dos resultados da 1 a pesquisa, o NGPD levantou as principais IETS da cidade, convocando todas para um encontro, onde foi explicado para elas o Programa de Qualificação do Porto Digital, seus objetivos, metas, metodologia, etc. A partir dessa reunião inicial foram realizados outros encontros tendo alguns sido evoluído, chegando a formalizar 8 parcerias para execução dos cursos com as seguintes IETS: 1. FBV - Faculdade Boa Viagem 2. Faculdade Joaquim Nabuco 3. Faculdade Marista 4. Faculdade Maurício de Nassau 5. Faculdade Nova Roma 6. Faculdade Santa Maria 7. FG - Faculdade dos Guararapes 8. UPE Criação e execução de cursos específicos De posse dos dados da 1 a pesquisa, foram criados cursos específicos para atender a real demanda das empresas. Os primeiros cursos realizados, em 2010, foram cursos de inglês, que devido a sua alta procura pelas empresas (percebida através do número de inscritos, quantidade de s enviados, ligações, etc), continua em andamento até os dias atuais, sendo criadas novas turmas a cada semestre com cerca de 100 pessoas e tendo atingido até o presente momento cerca de 500 pessoas, conforme apresentado na Tabela 2.

12 Tabela 2 - Dados da Capacitação em Língua Inglesa BLOCOS CURSO META INSCRITOS SELECIONADO S CAPACITADO S 1 Inglês 1 a Rodada Inglês 2 a Rodada Inglês 3 a Rodada Inglês 4 a Rodada Inglês 5 a Rodada Em andamento TOTAL Em seguida, em 2011 foram criados cursos de Java Básico e Avançado, com foco na obtenção das seguintes certificações: Oracle Certified Professional, Java SE 6 Programmer e Java EE 6 Web Component Developer Certified. Dessa forma, foram executadas 6 turmas nas IETS e 5 turmas para os colaboradores das empresas do Porto Digital, totalizando 11 turmas ao todo, com 20 alunos em cada. Devido a grande procura pelas empresas, após a realização da primeira rodada, foram abertas novas turmas em 2013 e, hoje, tem-se mais 5 turmas em andamento, com 20 alunos em cada, totalizando 100 alunos em capacitação. Considerando a primeira e a segunda rodada, foi atingido um público de 320 pessoas, conforme Tabela 3. Tabela 3 - Dados da Capacitação em Java BLOCO S CURSOS META INSCRITOS SELECIONAD OS CAPACITAD OS CERTIFICA DOS 1 JAVA a Rodada (Porto Didital) 2 JAVA a Rodada (IETS) 3 JAVA Em andamento - 2 a Rodada (Porto Digital) TOTAL Em seguida, em 2012 foram criados cursos de Gestão de Projetos voltados para os cursos do PMI (Project Management Institute) que possui cursos e certificações reconhecidos mundialmente. Foram realizadas 2 rodadas de cursos com foco nas seguintes certificações: CAPM (Certified Associate in Project Management), PMP (Project Management Professional) e ACP (Agile Certified Practitioner). Ao todo, foram realizadas 7 turmas nas IETS e 22 turmas para os colaboradores das empresas do Porto Digital, totalizando 29 turmas ao todo, com 15 alunos em cada, atingindo um público de 435 pessoas, conforme Tabela 4.

13 Tabela 4 - Dados da Capacitação em Gerenciamento de Projetos BLOCO S CURSOS MET A INSCRITO S SELECIONAD OS CAPACITAD OS CERTIFICA DOS 1 Gestão de Projetos a Rodada (Porto Didital) 2 Gestão de Projetos a Rodada (IETS) 3 Gestão de Projetos a Rodada (Porto Digital) TOTAL Em 2013, foram criados cursos na área de Banco de Dados, nos seguintes seguimentos: SQL Server, MySQL e Oracle, com foco nas seguintes certificações: Querying Microsoft SQL Server 2012 (Exam ), MySQL 5 Developer Certified Professional Exam, Part I (1Z0-871), Oracle Database: SQL Fundamentals I - (1Z0-051), respectivamente. Foram abertas 5 turmas, com 20 alunos em cada, sendo 1 em SQL Server, 1 em MySQL e 3 em Oracle para os colaboradores das empresas do Porto Digital e 6 turmas de MySQL para as IETS encontramse em processo seletivo. Com isso, totaliza-se 11 turmas em banco de dados, atingindo um público de 220 pessoas, conforme Tabela 5. Tabela 5 - Dados da Capacitação em Banco de Dados BLOCO S CURSOS MET A INSCRITO S SELECIONAD OS CAPACITAD OS CERTIFICA DOS 1 SQL Server (Porto Digital) 2 MySQL (Porto Digital) Em andamento Em andamento - 3 Oracle Em andamento - (Porto Digital) 4 MySQL (IETS) (em andamento) Em processo seletivo - TOTAL Também em 2013, foi criado um curso na área de Tecnologias Web, abordando os temas Javascript, Ajax, XML e CSS3, com foco na certificação Programming in HTML5 with JavaScript and CSS3 (Exam ). Foram abertas 3 turmas, com 20 alunos em cada, totalizando um público de 60 pessoas, conforme Tabela 6.

14 Tabela 6 - Dados da Capacitação em Tecnologias WEB BLOCO S CURSOS MET A INSCRITO S SELECIONAD OS CAPACITAD OS CERTIFICA DOS 1 Tecnologias WEB Em andamento - Devido ao grande número de projetos executados pelo Núcleo de Gestão do Porto Digital, alguns acabam tendo ações similares, porém com objetivos diferentes. Dessa forma, algumas ações isoladas de capacitações, provenientes de outros projetos que também acabaram por possui capacitações no seu escopo, geraram cursos não previstos anteriormente pelo Programa de Qualificação do Porto Digital, mas que acabaram agregando resultados ao mesmo. É o caso, por exemplo, do modelo de incubação do incubação da Incubadora CAIS do Porto, do Porto Digital, conforme apresentado em [8] e [9] que prevê capacitações aos empreendedores incubados, voltadas ao empreendedorismo. Outro exemplo, são capacitações que envolve um dos eixos de Responsabilidade Social e Empresarial do Porto Digital, conforme descrito em [11] e [12], tais como: acessibilidade digital, formação de jovens vulneráveis no mercado de trabalho, etc. Aumento do nível de capital humano qualificado do ambiente Para ser considerado como capacitado o aluno precisa atingir uma nota média mínima ao final do curso e possuir 75% de presença mínima. Dessa forma, até o presente momento pessoas foram capacitadas e 147 pessoas certificadas e, 380 encontra-se com capacitação em andamento, nas mais diversas áreas, conforme demanda identificada em pesquisa prévia realizada com as empresas embarcadas no Porto Digital e em ações estratégicas provenientes de outros projetos do NGPD. Certificação de Empresas no padrão de qualidade CMMi e MPS.BR Em 2010, foi realizada a primeira rodada com as empresas a fim de selecioná-las para participar do programa. Como parte da execução desta rodada foram realizados eventos com as empresas a fim de esclarecer as regras contidas no Regulamento de Participação. Dentre as inscritas, 20 foram selecionadas, das quais 4 desistiram ao longo do caminho e foram substituídas por outras 4. Como resultado, temos 20 empresas certificadas, sendo 17 em MPS.BR e 2 em CMMi, das quais 16 foram em MPS.BR nível G, 1 em MPS.BR nível C, 2 em CMMi nível 2 e 1 em CMMi nível 3, conforme tabela Tabela 7. Tabela 7 - Dados da qualificação empresarial Certificação Obtida Quantidade de empresas certificadas MPS.BR nível G 16 MPS.BR nível C 1 CMMi 2 2 CMMi 3 1 TOTAL 20

15 A segunda rodada do programa está em andamento. Já foram selecionadas 9 empresas, das quais 8 almejam a certificação CMMi 2 e 1 a certificação MPS.BR, nível F. Dentre as que almejam a certificação CMMi, 6 desejam obter 2 certificações ao final da implementação da melhoria dos seus processos, tanto a CMMi voltada para o desenvolvimento, quando a CMMi voltada para serviço. Esta última é uma inovação na área e que o NGPD, através do seu programa, pretende ao final da implantação das melhorias em seus processos organizacionais, fazê-las alcançar ambas as certificações, tendo, dessa forma, uma meta atual de obter 15 certificações, com 9 empresas. Aumento no número de empregos qualificados Como fruto dos resultados desse programa, já pode se obter alguns indicadores dos seus impactos, como por exemplo: dos xx estudantes capacitados em Java, xx estão atualmente inseridos no mercado de trabalho; dos xx estudantes capacitados em Gestão de Projetos, xx estão atualmente inseridos no mercado de trabalho. Ou seja, dos 134 estudantes das IETS parceiras já capacitados pelo Programa de Qualificação do Porto Digital, 86 encontram-se inseridos no mercado de trabalho, ou seja, 64,17 %, conforme Tabela 8: Tabela 8 - Dados sobre os estudantes capacitados nas IETS Curso Número de capacitados nas IETS Qtd de estudantes inseridos no mercado de trabalho % estudantes inseridos no mercado de trabalho JAVA ,5% Gestão de Projetos ,5% TOTAL ,17% Aumento no número de empresas embarcadas e faturamento do parque Certamente, não pode se dizer que qualquer aumento no número de empresas embarcadas deve-se exclusivamente ao Programa de Qualificação do Porto Digital, visto que o parque possui outras ações paralelas visando este objetivo. Entretanto, é fato que, antes de se instalar no parque as empresas questionam várias informações, dentre elas, informações sobre a qualificação do capital humano da região e suas áreas de habilidade. Dessa forma, compreendemos que mesmo não sendo exclusivo, os resultados do programa têm contribuído fortemente para a atração de novas empresas para o parque que, desde 2010, atraiu 22 novas empresas. Da mesma forma, registrou-se um aumento de 12,95% no faturamento do parque, que passou de R$ ,00 em 2010 para R$ ,39 em Identificação e inserção de melhorias no programa Durante a execução do programa foi identificadas uma série de melhorias, tais como: (i) ajustes no formulário da pesquisa realizada para identificar as demandas das empresas, (ii) inserção de um Estudo Dirigido ao final de cada curso, que consiste em uma metodologia para aqueles alunos que já tiveram amplo contato com todo o conteúdo em questão e desejam

16 fixar os conceitos a fim de se preparar melhor para obter a certificação através de encontros onde os alunos deverão estudar por conta própria semanalmente e se preparar para participar dos encontros com provas e discussão sobre as questões, (iii) a inserção de um simuladão final ao término de cada curso que serve como uma simulação da prova de certificação, (iv) reuniões com as IETS ao término de cada rodada de cursos para avaliação dos feedbacks e proposição de melhorias nos cursos; (v) a realização de eventos com os alunos interessados antes de começar os cursos, a fim de esclarecer os questionamentos sobre o programa (vi) a inserção de material didático para servir de base de estudo para os alunos, dentre outros. 3. CONCLUSÃO O Programa de Qualificação do Porto Digital tem possibilitado identificar as demandas do mercado e oferecer aos jovens uma chance de colocação profissional ao provê-los de formação especificamente voltada às demandas das empresas. Com essa formação específica, os beneficiários têm conseguido se inserir num mercado de alto valor agregado, gerando empregos qualificados e renda elevada, conforme os números já obtidos, onde de 134 estudantes capacitados nas IETS, 64% estão atualmente inseridos no mercado de trabalho. Com isso, pode-se afirmar que a qualificação profissional está intrinsecamente relacionada com a empregabilidade, que por sua vez, possibilita a geração de trabalho, renda e desenvolvimento social. O aumento do capital intelectual das empresas pode, dentre outras coisas, criar projetos inovadores que visem fomentar o desenvolvimento de inovações tecnológicas, impactando diretamente nos níveis de competitividade das empresas associadas nos mercados nacionais e estrangeiros. As ações de qualificação de capital humano, bem como as ações de qualificação empresarial, estão diretamente relacionadas à qualificação e ao fortalecimento das empresas do Parque, o que possibilita o aumento de seus níveis de competitividade nos mercados nacional e internacional. Um dos fatores que pode ser observado para analisar esse aumento de competitividade é aumento no faturamento do parque, que em 2010 era de R$ ,00 e em 2011 é de R$ ,39, passando a ter um aumento de 12,95 % no faturamento geral do parque. Além disso, o programa tem ajudado a proporcionar a atração de novos empreendimentos de base tecnológica, o que pode ser observado através do número de novas empresas embarcadas no parque desde 2010, que foram 22 empresas. A solução em questão se destaca também ao tornar o cluster um ambiente mais competitivo e inovador, viabilizando conexão entre academia (parcerias estabelecidas com as IETS), governo (captação de recursos) e mercado (empresas do parque) ratificando, dessa forma, o papel do Porto Digital como case prático e de referência do modelo Triple Helix, de Henry Etzkowitz, conforme [13]. Com atualmente 6 projetos envolvendo capacitações e certificações, com recursos já captados em torno de R$ ,00, o programa pretende ainda: (i) identificar novos indicadores para medir o desempenho do projeto; (ii) avaliar detalhamente os resultados da 2 a pesquisa realidade, a fim de nortear as próximas capacitações, (iii) realizar novas capacitações, (iv) realizar ações junto às IETS para ajuste nas grades curriculares dos cursos universitários, a

17 fim de refletir a realidade das empresas, (v) realizar ações para tentar reduzir as burocracias envolvidas nos trâmites atuais de ajustes das grades curriculares dos cursos universitários, (vi) concluir a 2 a etapa das qualificações empresariais, certificando 9 empresas, com 15 certificações ao todo. A correta identificação da qualificação necessária às empresas e ao setor produtivo, e a implementação de um amplo e adequado programa de formação de capital humano atrelado a qualificação empresarial, proporciona à Região Metropolitana do Recife um diferencial competitivo frente a outras localidades no mundo, oferecendo às empresas o insumo mais fundamental à atividade inovadora e competitiva na atualidade e, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico da cidade. 4. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS [1] ANPROTEC Disponível em: Acesso em: 06/jun/2013 [2] AT KEARNEY. Desenvolvimento de uma Agenda Estratégica para o Setor de IT Offshore Outsourcing. Brasília, [3] ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE ENTIDADES PROMOTORAS DE EMPREENDIMENTOS INOVADORES. Panorama de Incubadora de Empresas e Parques Tecnológicos Brasília> ANPROTEC, Disponível em < Acesso em 29 de junho de :32:57 [4] KAPLAN, Robert; NORTON, David. Balanced Scorecard: A Estratégia em Ação. Rio de Janeiro: Campus, [5] Revista Espaço Acadêmico, N o 93, Disponível em: Acesso em: 06/jun/2013 [6] MIRANDA, Z. A. I. & NEGREIROS, R. Parque Científico e Tecnológico como mecanismo indutor de desenvolvimento sustentável. Revista de Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente, São Paulo, v.2, n.4, Disponível em <http://www.interfacehs.sp.senac.br/index.php/itf/article/viewfile/141/163> Acesso em julho de [7] SCHUMPETER, Joseph A. (1911). A Teoria do Desenvolvimento Econômico. São Paulo: Abril Cultural, p. [8] GOUVEIA, C., TARGINO, P., SUASSUNA, M., SABOYA, F., Incubadora C.A.I.S. do Porto: Um Modelo Inovador de Incubação, Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas, Florianópolis - SC, [9] GOUVEIA, C., TARGINO, P., SUASSUNA, M., SABOYA, F., C.A.I.S. do Porto Incubator: an Innovative Model of Incubation to Promote Technological and Economic Development, XXVII IASP World Conference on Science and Technology Parks, Coréia, 2010.

18 [10] PORTO DIGITAL - Relatório de Pesquisa para Mapear o Perfil da Oferta e Demanda de Qualificação Profissional em Tecnologia da Informação em Recife Access in january, [11] GOUVEIA, C., SAMPAIO, J., LIMA, H. A., SABOYA, F., Contributions from Porto Digital Technology Park to the Sustainability of an Innovation Habitat, Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas, Foz do Iguaçu - PR, [12] SAMPAIO, J., GOUVEIA, C., LIMA, H. A., SABOYA, F., ITGreen: The Experience of Porto Digital Technology Park in order to Contribute to a Sustainable Innovation Habitat, IASP World Conference on Science and Technology Parks, Talin, Estonia, [13] ETZKOWITZ, H. Hélice Tríplice: Universidade Insútria Governo Inovação em Movimento. Porto Alegre: EdiPUCRS, p.

Histórico e Antecedentes

Histórico e Antecedentes Histórico e Antecedentes PORTO DIGITAL. PARQUE TECNOLÓGICO TIC E EC. RECIFE PE SÃO PAULO CIDADE DA INOVAÇÃO / 10ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia / 21 de outubro de 2013 1. Uma visão geral do Porto

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO TÉCNICA EM LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO VOLTADAS PARA WEB

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO TÉCNICA EM LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO VOLTADAS PARA WEB REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO TÉCNICA EM LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO VOLTADAS PARA WEB 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos

Leia mais

Apresentação Institucional Porto Digital

Apresentação Institucional Porto Digital Apresentação Institucional Porto Digital O que é o Porto Digital É um parque tecnológico formado por pequenas e médias empresas especializadas em tecnologia da informação e comunicação que atua de modo

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo de Gestão do

Leia mais

Perfil geral do Porto Digital (atualizado para Dezembro/2010) www.datametrica.com.br faleconosco@datametrica.com.br 81.3316.2600

Perfil geral do Porto Digital (atualizado para Dezembro/2010) www.datametrica.com.br faleconosco@datametrica.com.br 81.3316.2600 Perfil geral do Porto Digital (atualizado para Dezembro/2010) Dados Gerais do Porto Digital 191 Empresas *Empresas de TIC: Empresas de software e serviços de TIC; **Serviços associados: Empresas que prestam

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETO

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETO REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETO 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo de Gestão do

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETO

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETO REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETO 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo de Gestão do

Leia mais

XIX Workshop Anprotec

XIX Workshop Anprotec XIX Workshop Anprotec $ustentabilidade dos Parques Tecnológicos: Sustentabilidade financeira e competitividade do território 24 e 25 de outubro de 2011 Porto Alegre/RS 1. Categoria de Parque Tecnológico

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NA SEGUNDA FASE DO CURSO DE FORMAÇÃO PARA CERTIFICAÇÃO DE CAPITAL HUMANO EM LÍNGUA INGLESA

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NA SEGUNDA FASE DO CURSO DE FORMAÇÃO PARA CERTIFICAÇÃO DE CAPITAL HUMANO EM LÍNGUA INGLESA REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NA SEGUNDA FASE DO CURSO DE FORMAÇÃO PARA CERTIFICAÇÃO DE CAPITAL HUMANO EM LÍNGUA INGLESA 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE ACESSIBILIDADE DIGITAL

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE ACESSIBILIDADE DIGITAL REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE ACESSIBILIDADE DIGITAL 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo de Gestão do Porto Digital (NGPD) para participação

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FORMAÇÃO PARA CAPACITAÇÃO DE CAPITAL HUMANO EM LÍNGUA INGLESA DO PORTO DIGITAL

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FORMAÇÃO PARA CAPACITAÇÃO DE CAPITAL HUMANO EM LÍNGUA INGLESA DO PORTO DIGITAL REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FORMAÇÃO PARA CAPACITAÇÃO DE CAPITAL HUMANO EM LÍNGUA INGLESA DO PORTO DIGITAL 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo de

Leia mais

Aurélio Molina. Diretor de Inovação e Competitividade Empresarial

Aurélio Molina. Diretor de Inovação e Competitividade Empresarial Aurélio Molina Diretor de Inovação e Competitividade Empresarial Outubro de 2009 Século XIX quando a terra era grande... Século XXI... Hoje a terra é pequena... Criar um ambiente de desenvolvimento de

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo de Gestão do

Leia mais

OBJETIVO CARACTERIZAÇÃO

OBJETIVO CARACTERIZAÇÃO OBJETIVO Incrementar a economia digital do Estado de Alagoas e seus benefícios para a economia local, através de ações para qualificação, aumento de competitividade e integração das empresas e organizações

Leia mais

Regulamento do Programa RiSE/Porto Digital de Residência em Reuso de Software 2011

Regulamento do Programa RiSE/Porto Digital de Residência em Reuso de Software 2011 Regulamento do Programa RiSE/Porto Digital de Residência em Reuso de Software 2011 1. Apresentação A RiSE Reuse in Software Engineering e o Núcleo de Gestão do Porto Digital (NGPD), com o apoio do CNPq

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo de Gestão do

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO TÉCNICA EM LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO VOLTADAS PARA WEB

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO TÉCNICA EM LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO VOLTADAS PARA WEB REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO TÉCNICA EM LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO VOLTADAS PARA WEB 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos

Leia mais

Gestão de Propriedade Intelectual aplicada ao Desenvolvimento de Inovações e Aceleração de Empresas de Base Tecnológica

Gestão de Propriedade Intelectual aplicada ao Desenvolvimento de Inovações e Aceleração de Empresas de Base Tecnológica Gestão de Propriedade Intelectual aplicada ao Desenvolvimento de Inovações e Aceleração de Empresas de Base Tecnológica Resumo As experiências vivenciadas pela equipe da Accelera IP evidenciam a dificuldade

Leia mais

Parque Científico e Tecnológico de Macaé

Parque Científico e Tecnológico de Macaé Parque Científico e Tecnológico de Macaé Carlos Eduardo Lopes da Silva¹ Ramon Baptista Narcizo² Joelson Tavares Rodrigues³ Resumo Este artigo apresenta os principais conceitos e estratégias que apóiam

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo de Gestão do

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE INGLÊS 2016.1 DO PORTO DIGITAL

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE INGLÊS 2016.1 DO PORTO DIGITAL REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE INGLÊS 2016.1 DO PORTO DIGITAL Parque Tecnológico 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo de Gestão do Porto

Leia mais

APRESENTAÇÃO DIRETORIA DE INOVAÇÃO. OFICINA DA INOVAÇÃO

APRESENTAÇÃO DIRETORIA DE INOVAÇÃO. OFICINA DA INOVAÇÃO APRESENTAÇÃO DIRETORIA DE INOVAÇÃO. OFICINA DA INOVAÇÃO Página 1 de 18 ÍNDICE DA PROPOSTA Apresentação da Empresa... 3 Apresentação dos serviços da Oficina da Inovação... 6 Consultoria... 6 Capacitação...

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo

Leia mais

MANUAL PARA O PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INEAGRO-UFRRJ

MANUAL PARA O PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INEAGRO-UFRRJ MANUAL PARA O PROGRAMA DE INCUBAÇÃO INEAGRO-UFRRJ 2009 Índice Introdução...3 O que é Base Tecnológica?...3 O que é o Programa de Incubação?...3 Para quem é o Programa de Incubação?...4 Para que serve o

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo

Leia mais

Autor: Marcelo Leandro de Borba 1 Co-Autores: Luiz Melo Romão 2, Vanessa de Oliveira Collere 3, Sandra Aparecida Furlan 4, Claiton Emílio do Amaral 5

Autor: Marcelo Leandro de Borba 1 Co-Autores: Luiz Melo Romão 2, Vanessa de Oliveira Collere 3, Sandra Aparecida Furlan 4, Claiton Emílio do Amaral 5 O Ecossistema de Empreendedorismo Inovador no Norte Catarinense a parceria operacional/científica do Parque de Inovação Tecnológica de Joinville e Região e Perini Business Park Autor: Marcelo Leandro de

Leia mais

RELATÓRIO GERENCIAL 2011

RELATÓRIO GERENCIAL 2011 RELATÓRIO GERENCIAL 2011 16º Termo Aditivo ao Contrato de Gestão com a SECTEC Núcleo de Gestão do Porto Março/2012 APRESENTAÇÃO O presente Relatório Gerencial refere-se ao Contrato de Gestão celebrado

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO TÉCNICA EM BANCO DE DADOS

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO TÉCNICA EM BANCO DE DADOS REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO E CERTIFICAÇÃO TÉCNICA EM BANCO DE DADOS 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo de Gestão do Porto

Leia mais

AGENDA. Impacto na Região Linhas Estratégicas

AGENDA. Impacto na Região Linhas Estratégicas AGENDA Como Surgiu Situação Atual Variáveis Importantes Governança Conquistas Impacto na Região Linhas Estratégicas Rodrigo Fernandes Coordenador Executivo da COMTEC Como Surgiu A T.I. surgiu para prover

Leia mais

Palavras-chave: serviços qualificados, interação universidade-empresa, ecossistema inovação

Palavras-chave: serviços qualificados, interação universidade-empresa, ecossistema inovação Ampliação quantitativa e qualitativa da interação entre o ambiente da universidade e a população do Inovaparq a partir do compartilhamento de projetos e programas de extensão Vanessa de Oliveira Collere

Leia mais

BSC Funciona: Novo método para planejamento de empresas incubadas

BSC Funciona: Novo método para planejamento de empresas incubadas BSC Funciona: Novo método para planejamento de empresas incubadas Maria Clara Fonteque Scacchetti 1 Aparecido Rudnick 2 Washington Fernando Silva 3 Lucia Braga Sousa 4 Resumo: Este artigo tem o objetivo

Leia mais

Núcleo de Gestão do Porto Digital. Plano Bi-anual 2001-2002

Núcleo de Gestão do Porto Digital. Plano Bi-anual 2001-2002 Núcleo de Gestão do Porto Digital Plano Bi-anual 2001-2002 Identidade Missão A estruturação e gestão sustentável de um ambiente de negócios capaz de criar e consolidar empreendimentos de classe mundial

Leia mais

MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA MACRO-METAS DO PROGRAMA LINHA DO TEMPO

MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA MACRO-METAS DO PROGRAMA LINHA DO TEMPO MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA 1- FORTALECER O SETOR DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI, NA CONCEPÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIAS AVANÇADAS; 2- CRIAR EMPREGOS QUALIFICADOS NO PAÍS; 3- CRIAR E FORTALECER EMPRESAS

Leia mais

VANTAGENS E DIFERENCIAIS

VANTAGENS E DIFERENCIAIS A Treinar é uma escola com tradição na área de cursos de Informática, Tecnologia, Desenvolvimento Profissional e Educação à Distância. Oferece cursos do nível básico ao avançado, visando à formação completa

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU (MBA) EM SISTEMAS E ESTRATÉGIAS DE INOVAÇÃO

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU (MBA) EM SISTEMAS E ESTRATÉGIAS DE INOVAÇÃO REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU (MBA) EM SISTEMAS E ESTRATÉGIAS DE INOVAÇÃO 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA PARA INCUBAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS DA ECONOMIA CRIATIVA NO PORTO DIGITAL (CP 01/2012)

CHAMADA PÚBLICA PARA INCUBAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS DA ECONOMIA CRIATIVA NO PORTO DIGITAL (CP 01/2012) CHAMADA PÚBLICA PARA INCUBAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS DA ECONOMIA CRIATIVA NO PORTO DIGITAL (CP 01/2012) 1. APRESENTAÇÃO O Núcleo de Gestão do Porto Digital (NGPD), com o apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia

Leia mais

Planejamento Estratégico Inova Metrópole

Planejamento Estratégico Inova Metrópole UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE UFRN INSTITUTO METRÓPOLE DIGITAL IMD INOVA METRÓPOLE Planejamento Estratégico Inova Metrópole Natal/ RN 2013 Sumário 1. Apresentação do Instituto Metrópole Digital...

Leia mais

Com a sua atuação pró-ativa a SUCESU trouxe diversos benefícios em prol do setor que representa no Brasil, podendo destacar:

Com a sua atuação pró-ativa a SUCESU trouxe diversos benefícios em prol do setor que representa no Brasil, podendo destacar: Introdução É grande a parcela da população das nações mais desenvolvidas do mundo que está se organizando em sociedades e associações civis que defendem interesses comuns. Essas pessoas já perceberam que

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE INGLÊS DO PORTO DIGITAL

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE INGLÊS DO PORTO DIGITAL REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE INGLÊS DO PORTO DIGITAL 1. APRESENTAÇÃO Atento às demandas dos colaboradores das empresas embarcadas, e por entender a importância da continuidade do aprendizado

Leia mais

Gestão de Projetos BIO-RIO Modelo de Sustentabilidade

Gestão de Projetos BIO-RIO Modelo de Sustentabilidade Gestão de Projetos BIO-RIO Modelo de Sustentabilidade Área Temática 2 Poster Autores: SILVA, Katia R. Aguiar C. 1 ; Co-Autores: Amorim, Kelly C. K., CIQUEIRA, Bárbara G., 3 Resumo Dentro do processo de

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE DESENVOLVIMENTO EM ANDROID.

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE DESENVOLVIMENTO EM ANDROID. REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE DESENVOLVIMENTO EM ANDROID. 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo de Gestão do Porto Digital (NGPD) e Faculdade

Leia mais

PLANO DIRETOR 2014 2019

PLANO DIRETOR 2014 2019 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E INOVAÇÃO INDUSTRIAL EMBRAPII PLANO DIRETOR 2014 2019 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 4 2. MISSÃO... 8 3. VISÃO... 8 4. VALORES... 8 5. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS... 8 6. DIFERENCIAIS

Leia mais

XII Seminario Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica - ALTEC 2007

XII Seminario Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica - ALTEC 2007 XII Seminario Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica - ALTEC 2007 Processo de Avaliação e Acompanhamento de Empreendimentos Pré-Incubados Utilizando Balanced Scorecard Perez, Celso Roberto Instituto

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROJETOS E CERTIFICAÇÕES PMI. Hedson Rodrigues Lima, CTFL, PMP

GERENCIAMENTO DE PROJETOS E CERTIFICAÇÕES PMI. Hedson Rodrigues Lima, CTFL, PMP GERENCIAMENTO DE PROJETOS E CERTIFICAÇÕES PMI Hedson Rodrigues Lima, CTFL, PMP Sobre o Palestrante Hedson Rodrigues Lima, CTFL, PMP Atua como: Gerente de Projetos Na Empresa: Gestao TI E também como: Instrutor

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA OFICINA DA INOVAÇÃO

APRESENTAÇÃO DA OFICINA DA INOVAÇÃO APRESENTAÇÃO DA OFICINA DA INOVAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO. OFICINA DA INOVAÇÃO Página 1 de 10 ÍNDICE DO PORTFOLIO Apresentação dos serviços da Oficina da Inovação... 3 Consultoria...

Leia mais

Pé na tábua. De olho em empreendimentos com potencial de crescimento rápido e ideias inovadoras, aceleradoras ganham espaço no cenário nacional

Pé na tábua. De olho em empreendimentos com potencial de crescimento rápido e ideias inovadoras, aceleradoras ganham espaço no cenário nacional Shutterstock Pé na tábua De olho em empreendimentos com potencial de crescimento rápido e ideias inovadoras, aceleradoras ganham espaço no cenário nacional POR CAMILA AUGUSTO Já existem dezenas delas nos

Leia mais

Programação preliminar

Programação preliminar 22/09 Segunda-feira Programação preliminar Realização: Organizador local: 1 Sumário Mapa da programação... 3 Pré-evento... 4 22/09 Segunda-feira Minicursos... 5 Workshop Anprotec... 7 Atividades com parceiros...

Leia mais

Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC

Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC Uma estrutura de apoio à Inovação Eliza Coral, Dr. Eng., PMP Outubro, 2010 Diretrizes Organizacionais Missão Contribuir para o desenvolvimento sustentável

Leia mais

Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia

Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia ANEXO XIII XXXIII REUNIÓN ESPECIALIZADA DE CIENCIA Y TECNOLOGÍA DEL MERCOSUR Asunción, Paraguay 1, 2 y 3 de junio de 2005 Gran Hotel del Paraguay Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia Anexo XIII Projeto:

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS INCUBADORAS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DAS INCUBADORAS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DAS INCUBADORAS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Antonio Armando Santos Menezes 1 Jonatas da Silva Dias 2 José Rogério Vieira de Matos 3 Rosivaldo Andrade do Nascimento

Leia mais

CERTIFICAÇÃO BRASILEIRA DE MELHORIA DE PROCESSO DE SOFTWARE: O MPS.BR

CERTIFICAÇÃO BRASILEIRA DE MELHORIA DE PROCESSO DE SOFTWARE: O MPS.BR CERTIFICAÇÃO BRASILEIRA DE MELHORIA DE PROCESSO DE SOFTWARE: O MPS.BR Leonardo Galvão Daun Universidade Estadual de Maringá leonardo.daun@gmail.com Profª Drª Sandra Ferrari Universidade Estadual de Maringá

Leia mais

Projeto 3.10 - Residência em Software

Projeto 3.10 - Residência em Software Projeto 3.10 - Residência em Software Augusto Sampaio 1. Objetivos e justificativas O Programa de Residência em Software no Estado de Pernambuco iniciou em fevereiro de 2002 com o objetivo de treinar e

Leia mais

Edital 1/2014. Chamada contínua para incubação de empresas e projetos de base tecnológica

Edital 1/2014. Chamada contínua para incubação de empresas e projetos de base tecnológica Edital 1/2014 Chamada contínua para incubação de empresas e projetos de base tecnológica A (PoloSul.org) torna pública a presente chamada e convida os interessados para apresentar propostas de incubação

Leia mais

Entendemos Pernambuco.

Entendemos Pernambuco. Entendemos Pernambuco. SUMÁRIO A Empresa... 3 Produtos e Serviços... 4 Unidades Estratégicas... 7 Clientes... 8 Principais Trabalhos Realizados... 9 Equipe... 10 Outras Informações em Anexo... 11 Página

Leia mais

Profa. Dra. Cristina Castro Lucas de Souza Depieri

Profa. Dra. Cristina Castro Lucas de Souza Depieri Inovação e Tecnológia na Gestão Pública Profa. Dra. Cristina Castro Lucas de Souza Depieri Doutorado em Administração (UnB) Mestrado em Contabilidade e Controladoria (UFMG) Graduação em Ciências Contábeis

Leia mais

EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO Nº 01/2012

EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO Nº 01/2012 EDITAL DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO Nº 01/2012 PROCEDIMENTOS DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DE PROJETOS EMPRESARIAIS INOVADORES PARA INGRESSO E PARTICIPAÇÃO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ IESJ. A INCUBADORA

Leia mais

PAINEL2: IMPORTÂNCIA DOSPARQUES TECNOLÓGICOS EINCUBADORAS PARA

PAINEL2: IMPORTÂNCIA DOSPARQUES TECNOLÓGICOS EINCUBADORAS PARA PAINEL2: IMPORTÂNCIA DOSPARQUES TECNOLÓGICOS EINCUBADORAS PARA ODESENVOLVIMENTOREGIONAL FÓRUMNACIONALCONSECTI PALMAS 31.03.2011 O modelo para promoção do empreendedorismo (inovador) em apoio ao desenvolvimento

Leia mais

FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA INCUBADORA DE EMPRESAS: Um Estudo nas Incubadoras do Estado do Tocantins.

FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA INCUBADORA DE EMPRESAS: Um Estudo nas Incubadoras do Estado do Tocantins. FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA INCUBADORA DE EMPRESAS: Um Estudo nas Incubadoras do Estado do Tocantins. Maria das Graças Bastos de Sousa 1, Vilma da Silva Santos 2, Edson Aparecida de Araújo Querido

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO PROJETO e-jovem

APRESENTAÇÃO DO PROJETO e-jovem APRESENTAÇÃO DO PROJETO e-jovem O Projeto e-jovem é uma iniciativa do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Educação SEDUC, cuja proposta visa oferecer formação em Tecnologia da Informação

Leia mais

A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E A GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES. Evolução do TI e Gestão das Organizações Gestão de Projetos Métodos Ágeis

A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E A GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES. Evolução do TI e Gestão das Organizações Gestão de Projetos Métodos Ágeis A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E A GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES Evolução do TI e Gestão das Organizações Gestão de Projetos Métodos Ágeis Vamos nos conhecer e definir as diretrizes de nosso curso??? www.eadistancia.com.br

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES. Inatel Competence Center. Business School. Gestão de Projetos

INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES. Inatel Competence Center. Business School. Gestão de Projetos INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Inatel Competence Center Business School Gestão de Projetos Projeto Pedagógico de Curso de Extensão Curricular Aprovado no dia 15/05/2013 Pró diretoria de Desenvolvimento

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLÓGIA DO RN CAMPUS NATAL CENTRAL INCUBADORA TECNOLÓGICA NATAL CENTRAL - ITNC

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLÓGIA DO RN CAMPUS NATAL CENTRAL INCUBADORA TECNOLÓGICA NATAL CENTRAL - ITNC INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLÓGIA DO RN CAMPUS NATAL CENTRAL INCUBADORA TECNOLÓGICA NATAL CENTRAL - ITNC EDITAL Nº 02/2015 - SELEÇÃO DE IDEIAS EMPREENDEDORAS E MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

Leia mais

Sistema de Gerenciamento de Riscos em Projetos de TI Baseado no PMBOK

Sistema de Gerenciamento de Riscos em Projetos de TI Baseado no PMBOK 180 - Encontro Anual de Tecnologia da Informação Sistema de Gerenciamento de Riscos em Projetos de TI Baseado no PMBOK Thiago Roberto Sarturi1, Evandro Preuss2 1 Pós-Graduação em Gestão de TI Universidade

Leia mais

Pós Graduação em Gestão do Entretenimento

Pós Graduação em Gestão do Entretenimento Pós Graduação em Gestão do Entertainment Business Management Público - alvo Indicado para profissionais e empreendedores que necessitam de habilidades e ferramentas para a atuação no setor de gestão, nas

Leia mais

Projetos em Implementação no PEE 2015

Projetos em Implementação no PEE 2015 Tipo: Poder público Nome do Projeto: Eficientização do Porto Digital O Projeto constituiu na substituição do sistema de refrigeração, composto por chillers, refrigerados, ar splits distribuídos por alguns

Leia mais

EDITORIAL. Grande abraço. Equipe do Programa de Desenvolvimento de Negócios Equipe da Incubadora Santos Dumont

EDITORIAL. Grande abraço. Equipe do Programa de Desenvolvimento de Negócios Equipe da Incubadora Santos Dumont EDITORIAL Desde 2006 a Incubadora Santos Dumont trabalha com foco no desenvolvimento de empresas de produtos e serviços inovadores, totalizando mais de 220 empreendimentos atendidos. A partir do segundo

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

RELATÓRIO GERENCIAL 2012

RELATÓRIO GERENCIAL 2012 RELATÓRIO GERENCIAL 2012 16º Termo Aditivo ao Contrato de Gestão com a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco Núcleo de Gestão do Porto Digital Fevereiro/2013 APRESENTAÇÃO O presente

Leia mais

Programa Região de Aveiro Empreendedora. Filipe Teles Pró-reitor

Programa Região de Aveiro Empreendedora. Filipe Teles Pró-reitor Programa Região de Aveiro Empreendedora Filipe Teles Pró-reitor 30 de junho de 2015 EIDT 2020: uma estratégia para a Região VISÃO Uma Região inclusiva, empreendedora e sustentável, que reconhece no seu

Leia mais

Hélice Tríplice. Henry Etzkowitz e Loet Leydesdorff. Universidades (ciência conhecimento)

Hélice Tríplice. Henry Etzkowitz e Loet Leydesdorff. Universidades (ciência conhecimento) Hélice Tríplice Henry Etzkowitz e Loet Leydesdorff Universidades (ciência conhecimento) Empresas (produtos e serviços) Governos (setor regulador e fomentador da atividade econômica) Inovação aberta visando

Leia mais

DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA 52, 102, CEP

DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA 52, 102, CEP DADOS JURÍDICOS O Instituto SAVIESA DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA é uma associação, pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com sede no município de Vitória, Estado do Espírito Santo, à Rua

Leia mais

Principais Desafios para a Gestão dos Cursos Superiores em. Everaldo Artur Grahl

Principais Desafios para a Gestão dos Cursos Superiores em. Everaldo Artur Grahl Principais Desafios para a Gestão dos Cursos Superiores em Computação e Informática Everaldo Artur Grahl Sumário Objetivo Estudo da FIESC Macrotendências Temas importantes Fatores Críticos Sugestões de

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo I Conceitos Iniciais

Gerenciamento de Projetos Modulo I Conceitos Iniciais Gerenciamento de Projetos Modulo I Conceitos Iniciais Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento

Leia mais

VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013

VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013 Comentários de Peter Hansen sobre interação Universidade- Empresa no Brasil e Experiências Práticas. VI Reunião Técnica Internacional de FAEDPYME Nicarágua 08 a 10 de Maio de 2013 Apresentação Prof. Peter

Leia mais

ISHIFT: Informação em Movimento

ISHIFT: Informação em Movimento ISHIFT: Informação em Movimento Contato: www.ishift.com.br +55 51 32798159 contato@ishift.com.br Somos uma empresa completa de produtos e serviços ligados à tecnologia, que procura apresentar soluções

Leia mais

Redes sociais no Terceiro Setor

Redes sociais no Terceiro Setor Redes sociais no Terceiro Setor Prof. Reginaldo Braga Lucas 2º semestre de 2010 Constituição de redes organizacionais Transformações organizacionais Desenvolvimento das organizações articuladas em redes

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC de PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS COM ANDROID. Parte 1 (solicitante)

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC de PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS COM ANDROID. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO

Leia mais

Apresentação da Empresa. CAPO Software. your team more agile

Apresentação da Empresa. CAPO Software. your team more agile Apresentação da Empresa CAPO Software QUEM SOMOS A CAPO SOFTWARE é provedora de serviços diversificados de TI com vasta experiência em desenvolvimento de sistemas e processo de configuração que compreende

Leia mais

EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ

EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ EDITAL Nº 01/2009 PROJETOS EMPRESARIAIS PARA INGRESSO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DE SÃO JOSÉ O presente edital regulamenta o processo de recrutamento, seleção e ingresso de projetos empresariais na Incubadora

Leia mais

Projeto de Inovação Tecnológica da sala de apoio à gestão estratégica SAGE

Projeto de Inovação Tecnológica da sala de apoio à gestão estratégica SAGE Projeto de Inovação Tecnológica da sala de apoio à gestão estratégica SAGE PROCESSO DE SELEÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE EQUIPE TÉCNICA EDITAL Nº 01/2014/SAGE Abre inscrições e define normas do processo de seleção

Leia mais

INCUBADORA DE EMPRESAS

INCUBADORA DE EMPRESAS INCUBADORA DE EMPRESAS INCUBADORA DE EMPRESAS BARÃO DE MAUÁ - IEBM TERMO DE REFERÊNCIA SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE GESTÃO DE NEGÓCIOS. Contatos Domingos Sávio de Carvalho (Gerente Operacional do Projeto)

Leia mais

Subáreas. Incubadoras tecnológicas, polos e parques tecnológicos. Formação. Experiência. Conhecimentos. Habilidades

Subáreas. Incubadoras tecnológicas, polos e parques tecnológicos. Formação. Experiência. Conhecimentos. Habilidades Subáreas Incubadoras tecnológicas, polos e parques tecnológicos Design Área: Inovação Perfil Profissional: Instrutor/Consultor Competências Implantação de incubadoras de empresas; Processo de seleção de

Leia mais

AGENCIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DO GRANDE ABC

AGENCIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DO GRANDE ABC AGENCIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DO GRANDE ABC CESTEC- CENTRO DE SERVIÇOS EM TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DO GRANDE ABC TERMO DE REFERÊNCIA Nº 05/2011 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

Leia mais

graduação administração linha de formação específica análise de sistemas

graduação administração linha de formação específica análise de sistemas graduação administração linha de formação específica análise de sistemas Características gerais O curso de Análise de Sistemas é o ramo da Administração que qualifica o profissional a gerir as organizações,

Leia mais

CURSOS GERENCIAIS 20/12/2010 Antonio Roberto Grazzia, MBA, PMP

CURSOS GERENCIAIS 20/12/2010 Antonio Roberto Grazzia, MBA, PMP CURSOS GERENCIAIS 20/12/2010 Antonio Roberto Grazzia, MBA, PMP Em um ambiente de negócios competitivo, a condução de projetos de forma eficiente e sem desperdícios é um grande diferencial para o sucesso.

Leia mais

Como o CERNE foi construído?

Como o CERNE foi construído? Por que CERNE? O movimento brasileiro de incubadoras vem crescendo a uma taxa expressiva nos últimos dez anos, alcançando uma média superior a 25% ao ano. Atualmente, as incubadoras brasileiras apóiam

Leia mais

Formar LÍDERES e equipes. Atrair e reter TALENTOS. www.grupovalure.com.br

Formar LÍDERES e equipes. Atrair e reter TALENTOS. www.grupovalure.com.br Formar LÍDERES e equipes. Atrair e reter TALENTOS. www.grupovalure.com.br www.grupovalure.com.br Estes são alguns dos grandes desafios da atualidade no mundo profissional e o nosso objetivo é contribuir

Leia mais

EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS

EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS Jorge Luis Nicolas Audy * A Universidade vem sendo desafiada pela Sociedade em termos de uma maior aproximação e alinhamento com as demandas geradas pelo

Leia mais

Perspectivas para o Mercado de Sw & Serviços de TI:

Perspectivas para o Mercado de Sw & Serviços de TI: Perspectivas para o Mercado de Sw & Serviços de TI: Política Industrial & Plano de Ação C,T&I 2007-2010 Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria de Política de Informática - SEPIN outubro/2010 Agenda

Leia mais

INFORMAÇÕES DO FORMULÁRIO ON-LINE

INFORMAÇÕES DO FORMULÁRIO ON-LINE Núcleo de Inovação Tecnológica REPITTec INFORMAÇÕES DO FORMULÁRIO ON-LINE Pedido Nº 5272/2005 1. INSTITUIÇÃO PROPONENTE DE VINCULO DO COORDENADOR DA PROPOSTA Instituição: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA

Leia mais

PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO

PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO 1. APRESENTAÇÃO: A Universidade Salvador UNIFACS torna público o seu Programa de Empreendedorismo desenvolvido pela Incubadora de Negócios da Unifacs como um instrumento de

Leia mais

Relatório de Metas e Atividades para 2002

Relatório de Metas e Atividades para 2002 Relatório de Metas e Atividades para 2002 Infra-estrutura Urbana e de Serviços Articular, promover, pesquisar, projetar, prover e manter uma infra-estrutura urbana e de serviços de alta tecnologia para

Leia mais

EDITAL PARA ADMISSÃO DE EMPREENDIMENTOS INCUBADOS. Apoio:

EDITAL PARA ADMISSÃO DE EMPREENDIMENTOS INCUBADOS. Apoio: EDITAL PARA ADMISSÃO DE EMPREENDIMENTOS INCUBADOS Apoio: Recife, 2015 Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. OBJETIVOS... 3 3. PUBLICO ALVO... 3 4. ATORES... 3 5. ESPAÇO FÍSICO... 4 6. SERVIÇOS OFERECIDOS...

Leia mais

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, SOFTWARE E INTERNET ASSESPRO REGIONAL PARANÁ

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, SOFTWARE E INTERNET ASSESPRO REGIONAL PARANÁ APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, SOFTWARE E INTERNET ASSESPRO REGIONAL PARANÁ LUÍS MÁRIO LUCHETTA DIRETOR PRESIDENTE GESTÃO 2005/2008 HISTÓRICO

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

Comunicação na Economia Criativa: ideias e oportunidades 1

Comunicação na Economia Criativa: ideias e oportunidades 1 Comunicação na Economia Criativa: ideias e oportunidades 1 Karolina MELO 2 Eulina ROCHA 3 Felipe MEDEIROS 4 Julliana GUIMARÃES 5 Marcelo BARROSO 6 Maria Gabriela BARBOSA 7 Maria Tatiana XAVIER 8 Thayling

Leia mais