A QUEDA DO AVIÃO. Reunião de Seção. Área de Desenvolvimento enfatizada: FÍSICO. Ramo: Sênior. Mês recomendado para desenvolver a reunião: Qualquer mês

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1 Reunião 01 Reunião de Seção A QUEDA DO AVIÃO Área de Desenvolvimento enfatizada: FÍSICO Ramo: Sênior Mês recomendado para desenvolver a reunião: Qualquer mês Explicação sobre o tema: O fundo motivador para realização desta atividade será orientação e resgate de feridos de uma queda de avião, em uma área remota. Os jovens receberão a missão de resgatar os feridos desta tragédia. Para que esta importante missão seja efetivada, precisarão receber suprimentos e equipamentos, que serão enviados pelo comando dos escoteiros, através de paraquedas, em três pontos distintos. Chegado nos três pontos assinalados no mapa, os jovens seguirão para o local da queda, e deverão realizar os procedimentos de emergência nos feridos, removendo-os até a base de retorno. A patrulha que completar a missão em menor tempo ganha a competição entre patrulhas. Conceitos: A Orientação O desenvolvimento de técnicas de orientação para os jovens, e até mesmo para os próprios escotistas, são importantes recursos, haja vista que frequentemente realizamos atividades ao ar livre, longe de nossa sede escoteira. A orientação é baseada em medidas de conhecimento do meio onde o ser humano habita e por onde ele se desloca. O meio urbano oferece um ambiente rico para desenvolver a orientação baseada em sinais e símbolos espalhados pelas ruas e avenidas. Divisões regionais como norte e sul possibilitam uma compreensão de direção nas grandes metrópoles. Com a utilização de guias de ruas, mapas e outras cartas em nosso cotidiano, podemos nos orientar nas grandes cidades, porém ao nós depararmos com atividades em campo estas necessidades se tornam mais críticas. O meio rural, as matas e áreas remotas minimizam as chances de obter informações devido a falta de habitações e moradores. Neste momento a capacidade de orientação e adaptação ao meio desconhecido é auxiliada pelo uso de técnicas de orientação, como a observação, o rastreamento e a vivencia e por meios de utilização como cartas, principalmente topográficas, náuticas, bússolas, GPS, etc. A orientação está diretamente relacionada a simples frases: não se perder, Achar o Caminho, localizar seu objetivo ou alguém, ir e retornar pelo melhor caminho no menor tempo e não correr riscos desnecessários. Ao utilizar as técnicas e equipamentos da orientação de forma correta teremos uma correta interpretação do meio em que vivemos. São passos graduais que dizem respeito a prática

2 sistemática, a observação e ambientação dos jovens aos ecossistemas a qual não estão inseridos, e onde por vezes somos invasores. O Resgate Em momentos de crise ou calamidade, grupos ou entidades organizadas costumam auxiliar as autoridades no atendimento de vítimas. Poucos destes grupos, notoriamente de residência urbana, possuem capacidades de orientação e rastreamento para localizar algo em campo, baseadas numa coordenada geográfica ou azimute direcionado, como por cartas topográficas. Em tempos de crise ou calamidade, os escoteiros utilizam suas capacidades técnicas para chegar em locais ermos e afastados, e auxiliam na localização e atendimento de pessoas, ajudando em operações de resgate coordenadas pela defesa civil e corpo de bombeiros. Local: Os primeiros passos podem ser dados na sede do grupo escoteiro. Em áreas abertas se realizam exercícios simples de orientação, pode-se avançar para parques pouco frequentados, reservas e parques florestais, áreas verdes e matas nativas.para esta atividade recomenda-se o uso de parques ou matas Conhecidas com orientadores. Duração: De 2 a 3 horas, de acordo com o parque ou área escolhida e as distâncias que podem ser inseridas pelos Escotistas. Caso se exija habilidade o exercício poderá chegar até 6 horas Recursos materiais necessário: Cada Patrulha deverá possuir: Passo aferido; Bússola; GPS; Uma carta topográfica da região com marcação de coordenadas geográficas; Rádio comunicador com alcance necessário para a atividade, sempre possibilitando o uso de 2/3 a mais, ou seja atividade em raio de 3km, rádio com capacidade para 5km. Kit de primeiros socorros. Cada escotista em base de controle, ou auxiliar de campo deverá possuir a carta da região, rádio comunicador, kit de primeiros socorros, binóculo, telefone celular. Apenas os Chefes de Base deverão possuir equipamento de acampamento e abrigo em suas respectivas Bases. Recursos humanos necessários: A atividade deverá ser composta por no máximo 4 Patrulhas, cada Patrulha deverá possuir no máximo 4 integrantes, divididos em monitor, submonitor, rádio operador, homem ponta e homem passo. No total de 16 jovens. Os Escotistas deverão ser em número suficiente para proporcionar segurança e controle da atividade, seguindo os principais abaixo: 1 - Chefe controlador da atividade na base de comando, 4 - Chefes de Base, próximo dos pontos de suprimento, apoio e observação. 4 - Chefes auxiliares em percurso, dispostos em locais de potenciais riscos e que podem por erro levar os jovens a saírem da área mapeada. Preparação prévia: Os Escotistas mediante reunião técnica, devem levantar 3 áreas apropriadas para a atividade, baseado em; a) Facilidade de deslocamento (transporte) e proximidade;

3 b) Local de topografia heterogenia, que possibilite observação de acidentes naturais variados; c) Que possua cartas topográficas atualizadas e disponíveis; d) Que possa oferecer segurança, evitando regiões com desfiladeiros, ravinas perigosas, penhascos, quedas, terreno liso e escorregadios; e) Que possua pontes perigosas ou condenadas, redes de alta tensão e demais perigos avaliáveis; f) Que possam estar sob nevoeiros constantes ou na data da atividade com possibilidade de chuvas. Área Escolhida a) Com a área escolhida deve proceder reconhecimento do terreno e a marcação da pista de orientação; b) Verificar e deixar pistas de rastreamento; c) Verificar se a cartografia (carta) tem atualização com o terreno, utilizando cartas próximas a 1x de escala; d) Deverão ser afixados os prismas e confeccionadas as cartas para toda a atividade Uma semana antes, devem ser exercitados dentro do sede escoteiras, as técnicas básicas de rastreamento (sinais de pista), passo aferido, cartografia e orientação, com uso de bússolas e equipamentos. Deve ser entregue ao jovem material de estudo com as peculiaridades da vegetação, fauna e flora e clima do local para exercer o rastreamento Programa 07:30 Café da manhã 08:00 Cerimônia de abertura da reunião 08:10 Caracterização do meio e orientação da preservação ambiental 08:30 Tempo de preparação das patrulhas e dos escotistas (auxiliares em seus pontos de apoio e Chefes de Base assumindo os acampamentos de suporte, entrega de equipamentos, GPS, bússolas e cartas topográficas 08:45 Leitura conjunta de cartas topográficas e orientação, regras e normas 09:00 Saída das patrulhas, com 15 minutos de intervalo entre patrulhas. 11:30 Previsão de retorno das patrulhas com as respectivas senhas e sobreviventes 12:00 Almoço 13:00 Reunião de encerramento / avaliação da atividade. Descrição da atividade Com base em um treinamento prático em sede e na ambientação dos jovens quanto a técnicas de rastreamento, passo aferido, utilização de mapas e demais equipamentos, e do fornecimento de informações sobre o terreno pela equipe de escotistas, cada patrulha irá procurar as características da flora e da fauna, devendo preparar uma apresentação de quais aspectos importantes devem ser observados no terreno. Todos os membros da patrulha na atividade deverão estar equipados com material de acampamento, acondicionados em suas respectivas mochilas. As patrulhas deverão sair da base inicial com intervalos de 15 em 15 minutos. Cada patrulha dentro da sua ordem de saída receberá uma carta topográfica da região onde será realizada a atividade, uma bússola prismática, um equipamento GPS.

4 Todas as patrulhas farão a orientação da carta, marcando sua posição e obtendo o local da posição geográfica pelo GPS. Durante o seu deslocamento a Patrulha deverá executar sinais de pista informando seu trajeto, devendo retornar por ele. A pista de orientação compreenderá 3 pontos no terreno, com respectivas coordenadas definidas no mapa de cada patrulha, cada ponto conterá um prisma, sendo este possuidor de um código, e uma ferramenta: Prisma 1 - Código 1 ferramenta: corda - com este código em mãos a patrulha seguira para o ponto 2. Prima 2 Código 2 Ferramenta: 2 talas - repetindo o processo até o ponto 3, Prima 3 Código 3 Ferramenta: prancha de transporte Com os três códigos em mãos a patrulha se deslocará para o ponto final, local da queda da aeronave. No local da queda da aeronave deverá ser montado o cenário : caixas de papelão espalhadas, lona, embalagens, roupas jogadas, malas, etc. simulando o desastre da aeronave caída. Dentro da aeronave um ocupante (jovem) exercerá o papel de um ferido, com tinta vermelha simulando o sangue e imobilidade. Nele serão executadas as técnicas de imobilização, retirada dos escombros com corda, e o uso da maca de remoção para retorno a base. A patrulha fará o transporte do ferido até o local de retorno. Reunião elaborada por: Equipe Nacional do Ramo Sênior Publicada em: 08/05/14

5 EXPLICAÇÕES ADICIONAIS E ANEXOS 1 - Modelo de Carta Topográfica Base 2 - Orientação de carta e localização de dois pontos (prismas)

6 3 - Bússola prismática ideal para navegação 4 - Modelo de foto aérea com vegetação e uso de vias de acesso 5 GPS Fornecimento de coordenadas

7 6 Esquema de montagem da pista 7 - Transporte de feridos Só transporte um ferido em ultimo caso, sempre chame um socorro especializado, ligue para a Polícia ou para os Bombeiros que eles enviarão o resgate mais próximo. Tenha sempre a mão uma boa caixa de primeiros socorros, o ideal é que ela contenha coletes cervicais, talas para os braços e pernas etc. O transporte com maca do tipo prancha evita lesões na coluna.

8 Podemos improvisar com uma tábua e umas tiras de pano para substituir as tiras que acompanham a prancha. Na falta de uma prancha, improvise uma maca, com 2 bastões ou galhos, coloque os cintos calças e camisas. Quando o socorro é em locais de difícil acesso normalmente será feito com cordas, com 2 carretilhas (polias), em uma maca tipo cestinha com tiras que prendam bem a vitima na cestinha. O uso de uma roldana (polia) ou nós de corrediços deixam a maca bem instável, deve-se usar um cabo guia. Este tipo de transporte é pouco aconselhável e só deve ser utilizado em último caso.

9 Este tipo de transporte é usado apenas como um apoio para pessoas em estado de fraqueza. Quando se esta sozinho, e a vitima e bem pesada o arrastar com um cobertor pode ser usado para percursos bem curto. Para alguns tipos de remoção urbana é bem viável. Pode ser utilizado para um transporte rápido em que o paciente não requeira muitos cuidados. Pode ser utilizado para um transporte rápido em que o paciente não requeira muitos cuidados.

10 Pode ser utilizado para um transporte rápido em que o paciente não requeira muitos cuidados. Ideal para levantar uma vítima, em 3 pessoas, com muito cuidado com a nuca e de maneira sincronizada. Ideal para levantar uma vítima, em 3 pessoas, com muito cuidado com a nuca e de maneira sincronizada, com cuidado e sem balançar. Para um transporte rápido em que o paciente não requeira muitos cuidados. É um ótimo método para trilhas difíceis.

11 8 -Sinais de Pista

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