FATEC Faculdade de Tecnologia de São José dos Campos FERNANDO JORGE REBELO PACHECO THIAGO TADEU VISENTIN SPERANDIN

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1 FATEC Faculdade de Tecnologia de São José dos Campos FERNANDO JORGE REBELO PACHECO THIAGO TADEU VISENTIN SPERANDIN TECNOLOGIA VOIP: REDUÇÃO DE CUSTO COM TELEFONIA UTILIZANDO PABX IP São José dos Campos - SP 2009

2 I FERNANDO JORGE REBELO PACHECO THIAGO TADEU VISENTIN SPERANDIN TECNOLOGIA VOIP: REDUÇÃO DE CUSTO COM TELEFONIA UTILIZANDO PABX IP Trabalho de Graduação, apresentado à Faculdade de Tecnologia de São José dos Campos, como parte dos requisitos necessários para obtenção do título de Tecnólogo em Informática com ênfase em redes de computadores. Orientador Renan Nogueira. São José dos Campos - SP 2009.

3 II FERNANDO JORGE REBELO PACHECO THIAGO TADEU VISENTIN SPERANDIN TECNOLOGIA VOIP: REDUÇÃO DE CUSTO COM TELEFONIA UTILIZANDO PABX IP Trabalho de Graduação, apresentado à Faculdade de Tecnologia de São José dos Campos, como parte dos requisitos necessários para obtenção do título de Tecnólogo em Informática com ênfase em redes de computadores. Dr. José Carlos Lombardi Me. Luiz Carlos Rosa Junior Esp. Renan França Gomes Nogueira / /

4 III Dedicatória: Dedico esta monografia a minha mãe Delfina, irmãos que estão presente em todos os momentos de minha vida e em memória ao meu pai Fernando. Fernando Jorge Rebelo Pacheco

5 IV Dedicatória: Dedico esta monografia aos meus pais, irmãos, familiares, e amigos que de muitas formas me incentivaram e ajudaram para que fosse possível a concretização desta monografia. Thiago Tadeu Visentin Sperandin

6 V AGRADECIMENTOS Agradecemos primeiramente a DEUS, aos nossos familiares, presentes em todos os momentos sejam bons ou ruins, aos colegas de faculdade por todos esses anos de batalhas e conquistas, ao orientador Renan Nogueira pela dedicação pela atenção e ao professor Giuliano Bertoti, pela atenção durante o curso e execução desta monografia.

7 VI RESUMO A área de telecomunicações vem crescendo gradativamente através da necessidade de comunicação das pessoas a qualquer tempo e em qualquer lugar, a um custo reduzido. Esta área passa por uma inovação tecnológica, com o intuito de melhorar a comunicação entre os indivíduos, abordando principalmente o custo/beneficio. Com a implementação da tecnologia VoIP em um ambiente corporativo, pode se melhorar a competitividade e a produtividade reduzindo os custos em comunicação. Essa tecnologia é aplicada em organizações que estejam procurando um novo método de comunicação, como uma boa alternativa para ser implementado. Este trabalho de graduação tem como finalidade estudar a tecnologia de telefonia VoIP e propor a implementação de um PABX Virtual em um ambiente corporativo com o intuito de diminuir os gastos com telefonia. Palavras chave: VoIP, telecomunicações, custo/benefício

8 VII ABSTRACT The area of telecommunications is growing gradually through the communication needs of people at any time and anywhere, at little cost. This area is going through a technological innovation, in order to improve communication between individuals, primarily addressing the cost / benefit. With the implementation of VoIP technology in a corporate environment, it is possible to improve competitiveness and productivity by reducing communication costs. This technology is applied to organizations that are looking for a new method of communication as a good alternative to implement. This graduate work aims to study the technology of VoIP telephony and propose the implementation of a Virtual PBX in a corporate environment in order to reduce spending on telephony. Keywords: VoIP, telecommunications, cost / benefit

9 VIII LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Acesso a Internet em Figura 2 - Acesso Mundial Figura 3 - Backbone utilizado atualmente no Brasil Figura 4 - Usuários conectados a rede Figura 5 - Pessoas conectadas a Internet Figura 6 - Divisão do número de domínios Figura 7 - Evolução do número de domínios.br Figura 9 - Classificação entre países sobre o número de hosts Figura 10 - Voz sendo digitalizada Figura 11 - Funcionamento do VoIP Figura 12 - Telefones IP Figura 13 - SoftPhone Figura 14 - Arquitetura VoIP Figura 15 - Atraso dos pacotes Figura 16 - Atraso dos pacotes Figura 17 - Encapsulamento dos pacotes UDP pelo o cabeçalho RTP Figura 18 - Comunicação entre dois terminais H Figura 19 - Arquitetura de protocolos multimídia Internet Figura 20 - Arquitetura SIP Figura 21 - Arquitetura Asterisk Figura 22 - Cálculo do Jitter Figura 23 - O byte original do ToS no IPv Figura 24 - Cabeçalhos IPv4 e IPv Figura 25 - O campos DS do DiffServ Figura 26 - Cabeçalho de endereçamento Figura 27 - Violação da camada por parte do router no IPv Figura 28 - Encriptação ao nível da camada Figura 29 - Fragmentação de um pacote Figura 30 - Arquitetura trixbox Figura 31 - Tela de acesso ao trixbox Figura 32 - Tela de acesso como administrador Figura 33 - Tela status servidor trixbox... 76

10 IX Figura 34 - Tela do System status Figura 35 - Configurando o X-Lite Figura 36 - PEER Details Figura 37 - User Details Figura 38 - Register String Figura 39 - Rotas de entrada Figura 40 - Rota externa Figura 41 - Organograma funcional da empresa Figura 42 - Infra-estrutura atual da rede da empresa Figura 43 - Funcionamento Telebox Figura 44 - Infra-estrutura proposta Figura 45 Custo com ligações com telefonia tradicional Figura 46 Conversão de custos para telefonia VoIP Figura 47 Telefonia tradicional x VoIP... 90

11 10 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ANS: Advanced Network Systems APIs: Application Programming Interface ARPANET: Advanced Research Projects Agency Network ATM: Asynchronous Transfer Mode CODEC S: Compression\Descompression CoS: Class of Service CPU: Central Processing Unit CSNET: Computer Science Network CU: Currently Unused Diffserv: Differentiated Services DS: Differentiated Services DSCP: Códigos de Serviços Diferenciados DS: Differentiated Services FAPESP: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo FOP: Flash Operator Panel GSM-Global System for Mobile Communications HTTP: HyperText Transfer Protocol HTML: HyperText Mark-up Language HD: Hard Disk IAX: Inter-Asterisk Exchange protocol IETF: Internet Engineering Task Force INTERNIC: Internet Network Information Center INTSERV: Integrated Services IPv4: Internet Protocol version 4 IPv6: Internet Protocol version 6 ISO/OSI : Open System Interconnection MGCP: Media Gateway Control Protocol NCP: Network Control Protocol NCSA: National Center for Supercomputing Applications NSF: National Research Education Network NSFNET: National Science Foundation Network

12 11 PABX: Private Automatic Branch Exchange PGP: Pretty Good Privacy POPs: Pontos de Presença PVP: Packet Video Protocol QoS: Quality of Service RAM: Random Access Memory RNP: Rede Nacional de Ensino e Pesquisa RENPAC: Rede Nacional de Comunicação de Dados por Comutação de Pacotes RSVP: Resource reservation Protocol RTCP: Real Time Control Protocol RTP: Real Time Transport Protocol SPC:Serviço de Proteção ao Crédito SIP: Session Iniciation Protocol TELNET: Teletype Network TOS: Type of Service UDP: User Datagram Protocol USC/ISI: University of Southern California/Information Sciences Institute USB: Universal Serial Bus USENET: Unix User Network URL: Uniform Resource Locator UUCP: Unix-to-Unix Copy Protocol VoIP: Voice Over Internet Protocol WAIS: Wide Area Information Service WAN: Wide Area Network

13 12 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Motivação Objetivos Objetivo Geral Objetivos Específicos Metodologia Organização do trabalho INTERNET E SUA EVOLUÇÃO NO BRASIL E NO MUNDO Entendendo a Internet História e evolução cronológica da Internet Internet no Brasil Evoluções da conectividade na Internet A popularização da Internet Usuários conectados a Internet Crescimento da Internet no Brasil Números de domínios no Brasil Número de Hosts no Brasil Riscos e ameaças na Internet Considerações Finais SISTEMA DE TELEFONIA VOZ SOBRE IP A Transformação do mercado de telecomunicações no Brasil Voz Sobre Ip História cronológica do VoIP Cenário atual do VoIP Funcionamento da tecnologia Voz sobre IP Formas de terminais de comunicação Arquitetura de rede VoIP Serviços da rede VoIP Problemas relacionados à qualidade de voz Perdas de pacotes Jitter Delay / Latência... 47

14 Protocolos de Transporte Real-Time Transport Protocol Real-Time Control Protocol Protocolos de Sinalização Protocolo H Protocolo SIP Considerações Finais ESPECIFICAÇÕES DE QUALIDADE Arquitetura Asterisk Canais Codecs Protocolos Aplicações QoS Enquadramento Parâmetros Throughput Largura de Banda Latência ou atraso Jitter A solução ToS/IP precedente Modelos de Qos IntServ DiffServ Arquitetura DiffServ Marcação de Pacotes Mecanismos de QoS no IPv Campos relevantes do protocolo para a aplicabilidade de QoS Problemas com DiffServ e IntServ Considerações Finais MIGRAÇÃO DE TELEFONIA CONVENCIONAL PARA A TELEFONIA VOIP Relação Custo/Benefício Servidor Trixbox Componentes necessários para a utilização... 73

15 Procedimento para instalação Configurando o trixbox Habilitando os módulos Configurando rotas de entrada e saída Considerações Finais ESTUDO DE CASO Caracterização do empreendimento Nome e Razão Social Nome Fantasia Situação da empresa Área de Indústria Mão de Obra Organograma funcional da empresa Cenário atual Cenário proposto Custo com a implementação Considerações Finais CONSIDERAÇÕES FINAIS Contribuições e conclusões Publicações Trabalhos Futuros REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXO... 99

16 15 1 INTRODUÇÃO 1.1 Motivação A área de telecomunicações vem crescendo gradativamente, passando por inovações tecnológica com o intuito de melhorar a comunicação entre os indivíduos, abordando principalmente a segurança da voz e também a melhora na relação custo\beneficio. Com isso vem crescendo o número de empresas que apostam em novas tecnologias. O sistema de telefonia Voz sobre IP (VoIP) vem alterando o sistema clássico de telefonia (sinal analógico), tanto no ambiente corporativo quanto no ambiente residencial, onde a voz passa a ser trafegada juntamente com a rede dados. Com isso, há uma interligação entre a rede de dados e a rede de voz, graças a essa tecnologia. (MARTINS M.R. 2007) 1.2 Objetivos Nas subseções a seguir serão apresentados os objetivos deste trabalho Objetivo Geral a) O objetivo deste trabalho é estudar VoIP (Voz sobre IP) abordando o custo\beneficio com a implementação de um PABX virtual Objetivos Específicos a) Apresentar a infra-estrutura da rede VoIP utilizada para o trafego de voz; b) Comparar e analisar as vulnerabilidades dos protocolos utilizados na tecnologia; c) Analisar o custo beneficio da implementação da telefonia VoIP;

17 16 d) Implementar um PABX de telefonia VoIP ; e) Aplicar o PABX virtual no ambiente corporativo; 1.3 Metodologia A tecnologia VoIP gera diversos benefícios como a redução de custo, além de oferecer uma série de serviços que as operadoras tradicionais oferecem aos clientes. (nexteg 2009) A implementação desta tecnologia torna a comunicação um ponto previsível para a redução de custos, mas antes de ser implementado em uma empresa é necessário analisar fatores, melhorando a competitividade e a produtividade, reduzindo os custos com a funcionalidade do VoIP. Permitindo a aceleração de processos em todas as subdivisões da organização, facilitando a integração entre os sistemas de informação sistemas de aplicações que sejam baseadas na voz. 1.4 Organização do trabalho Com o intuito de alcançar os objetivos desse trabalho, sua estrutura foi organizada da seguinte maneira: a) O segundo capítulo abordará toda a evolução da Internet explicando a questão da sua segurança. b) O terceiro capítulo apresentará à questão do sistema Voz sobre IP, apresentando as aplicações utilizadas para tornar essa infra-estrutura mais segura. c) O quarto capítulo apresentará um estudo referente à qualidade de serviço aplicado para área de telecomunicações. d) O quinto capítulo apresentará uma solução, referindo-se a implementação de um PABX e a relação custo\benefício da tecnologia.

18 17 e) O sexto capítulo abordará um estudo de caso realizando na CAT Indústria Comércio e Engenharia Industrial Ltda, abordando a questão do custo\beneficio no uso da tecnologia aplicada nesse ambiente.

19 18 2 INTERNET E SUA EVOLUÇÃO NO BRASIL E NO MUNDO Esse capítulo irá apresentar a Internet, apontando sua história, evolução cronológica, a aplicabilidade e a evolução da Internet no Brasil, mostrando índices de usabilidade em todo o mundo. Questionando também os riscos e ameaças que a Internet pode oferecer para seus usuários. 2.1 Entendendo a Internet A Internet é uma rede que permite a facilidade de se realizar a troca de informações entre os computadores. Esses computadores podem ser de qualquer tipo de arquitetura e possuir qualquer sistema operacional, sendo assim, os computadores podem utilizar qualquer software que possa realizar esse tipo de comunicação. (VALE C. S.M.2000). A Internet é uma revolução sem procedentes no mundo da informática e das comunicações, as tecnologias de tráfego, sendo elas telefônicas, via rádio e outros são bases para uma integração da tecnologia, é um benefício de propagação de informação, colaboração e interação entre usuários independentemente de sua localização geográfica, mas também traz riscos aos seus usuários como invasões, golpes, etc.( BARRY M.L.2004) Portanto os computadores podem ser conectados a uma linha telefônica comum, canais via satélite entre outros. (VALE C. S.M.2000) A Internet pode ser caracterizada como: a) Meio de comunicação entre pessoas e processos; b) Mecanismo de suporte à pesquisa; c) Interação com qualquer pessoa do mundo; d) Não especifica nenhum hardware ou software; e) Oferece suporte a área comercial;

20 19 Segundo BARRY M.L. a Internet é um mecanismo de disseminação da informação e divulgação mundial e um meio para colaboração e interação entre indivíduos e seus computadores, independentemente de sua localização geográfica. 2.2 História e evolução cronológica da Internet A Internet nasceu com pequenas conquistas tecnológicas, uma das mais importantes é a capacidade de um computador compartilhar seus dados com vários outros computadores simultaneamente. (MAZZEO M.L. 2000) Nos anos 40 (pós-guerra) cientistas necessitavam que um banco de dados fosse acessível por qualquer outra pessoa, a partir disso foi criado um sistema que realizava o compartilhamento de todas as informações, onde as mesmas eram armazenadas em links que poderiam ser utilizados futuramente ARPANET foi criada, onde todos os computadores no Departamento de Defesa foram ligados transversalmente por todo os EUA Foi criada a primeira rede física executando a ligação de quatro nós, projeto realizado na Universidade de Santa Bárbara e Universidade de Utah, onde essa rede era ligada em um circuito de 50 Kbps Hosts (ARPANET) passam a utilizar Network Control Protocol (NCP) Foi criado o primeiro programa de , possibilitando o envio de mensagens em uma rede distribuída ARPANET passa a realizar conexões internacionais, defini-se implementar protocolos TCP/IP permitindo assim a comunicação entre computadores com arquiteturas dispares Criação do padrão ETHERNET, possibilitando a transferência de dados via cabo coaxial. O Departamento de Defesa dos EUA experimentou o TCP/IP e decide o uso do ARPANET Criada a USENET, onde pessoas passam a expressar suas idéias e discutir problemas técnicos em grupo a partir de uma rede.

21 Criação da CSNET (backbone criado pela National Science Foundation), com o intuito de fornecer serviços de rede a indivíduos que não tinham acesso ao ARPANET ARPA estabeleceu a Transmission Control Protocol (TCP) e Internet Protocol (IP) como Protocol Suíte, resultando as primeiras definições de que a Internet era um conjunto de redes conectadas Criação do Domain Name System (DNS), sistema que realiza a tradução de nomes de domínios em endereço de rede Criação do NSFNET possibilitando a interligação de todos os supercomputadores do centro de pesquisa americano NSFNET e ARPANET passam a ser conectadas entre si passando a ser um backbone de uma nova rede conectada a outras estações, essas duas redes passam a ser denominadas como Internet Com o crescimento do trafego houve a necessidade de atualizar o projeto de rede novamente, portanto houve a fundação da Advanced Network Systems (ANS) para realizar pesquisas com o objetivo de alcançar melhorias na velocidade da rede. Neste mesmo ano passa-se a adotar o modelo ISO/OSI para avaliar o uso do protocolo TCP/IP na rede NSF estabelece uma rede chamada The National Research Education Network, onde o objetivo é conduzir a alta velocidade de pesquisas na rede Universidade de Illinois em parceria com a NCSA houve o desenvolvimento da interface gráfica WWW chamado de Mosaic for X, o qual faz sucesso até hoje. A partir desse momento a Internet deixa de ser usada somente para fins acadêmicos, se tornando uma importante ferramenta para fins comerciais, proporcionando a abertura de diversos tipos de serviços. Países que foram conectados ao NSFNET: Bulgária, Costa Rica, Egito, Fiji, Gana, Guam, Indonésia, Kazakhstan, Kenia, Liechtenstein, Peru, Romênia, Federação Russa, Turquia, Ucrânia, UAE, Ilhas Virgens O trafego da rede passa a ser roteada através de interconexões de provedores, onde os tradicionais sistemas dial-up on-line como, por exemplo, o AOL passa a fornecer acesso à Internet, sendo assim tornando a rede de fácil acesso para a população. A partir de um momento, surgem vários provedores facilitando o acesso a essa rede mundial, possibilitando a interação entre as pessoas e abrindo as portas para o mercado, se tornando uma rede indispensável para o crescimento, sofrendo atualizações e melhorando a navegação dos usuários.

22 21 De acordo com figura 1 nota-se que em 1991 o acesso a Internet, está presente e poucos países como, por exemplo, Brasil, México, Estados Unidos etc. Figura 1 - Acesso a Internet em 1991 Fonte: skills-1st.co.uk Já na figura 2, no ano de 1997 a maioria dos países estão conectados à Internet, porém notamos que alguns países da África e Ásia sofrem com a falta de acessibilidade à rede.

23 22 Figura 2 - Acesso Mundial 1997 Fonte: skills-1st.co.uk Hoje a maioria dos países, inclusive os emergentes, já tem acesso à rede devido a facilidade, baixo custo e até mesmo projetos sociais que oferecem inclusão digital a comunidades carentes. Segundo (VALE C.S.M.2000) a Internet vem causando transformações nas comunicações, trabalho, comércio e entretenimento tornando-se um verdadeiro fenômeno mundial. 2.3 Internet no Brasil A Internet chegou ao Brasil em 1988 por uma iniciativa da comunidade acadêmica de São Paulo, juntamente com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP, a Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ e do Laboratório Nacional de Computação Científica. (MAZZEO M.L. 2000). No ano de 1989 o Ministério da Ciência e Tecnologia resolveu criar a rede nacional de pesquisa (RNP), onde passou a organizar a rede nacional, trabalhando com o protocolo

24 23 TCP/IP que é utilizado mundialmente, portanto essa rede seria um ponto de ligação entre as redes regionais, acadêmicas ou comerciais. O objetivo do RNP é disponibilizar serviços de acesso à Internet em todo o Brasil, mas para o acontecimento dessa evolução tecnológica, criou-se o backbone RNP para interligar todas as instituições educacionais a Internet. (MAZZEO M.L. 2000). A partir de 1994 iniciou-se a exploração comercial da Internet, através de um projeto piloto da Embratel onde se permitia o acesso à Internet discada em todo o Brasil, com isso em abril de 1995 iniciou-se a conexão utilizando acessos dedicados via RENPAC ou linhas E1. Através dessa inovação tecnológica foi implantada a Internet comercial em todo o país, onde o backbone RNP foi ampliado à velocidade e ao número de pontos de presença (PoPs) utilizado para a interligação da rede, onde o mesmo teria que suportar os acessos comerciais. Portanto backbone passou a se chamar Internet/BR, onde empresas de provedores passaram a se conectar a espinha dorsal da rede, oferecendo acessos à rede aos usuários finais. Isso permitiu o acesso de provedores conectados aos PoPs através de uma linha telefônica, cuja a velocidade mínima era de 64Kbps. Devido ao aumento de acessos à rede no Brasil, surgiu a necessidade da melhora constante da infra-estrutura em relação à velocidade e a segurança da rede, onde algumas regiões metropolitanas passaram a obter uma conexão de alta velocidade. A figura 3 se refere ao atual backbone da Internet utilizado no Brasil chamado RNP 2, onde mostra que os estados brasileiros são conectados a rede através de PoPs, permitindo, também, conexões com o exterior. (MAZZEO M.L. 2000).

25 24 Figura 3 - Backbone utilizado atualmente no Brasil Fonte: rnp.br O backbone RNP2 começou a ser implementado em julho de 2000, com o objetivo de atender o avanço da tecnologia no Brasil interligando o país a uma rede de alta tecnologia, utilizando a tecnologia ATM para que os PoPs possam se conectar com maior fluxo de tráfego de dados. (MAZZEO M.L. 2000). Segundo MAZZEO M.L., a velocidade das Portas de Acesso dos PoPs, de até 155 Mbps, garante o atendimento da soma das diversas conexões virtuais estabelecidas e permite a elevação da largura de banda dessas conexões na medida em que a demanda justifica a atualização da velocidade. O RNP2 possui uma conexão dedicada internacional de 155 Mbps.

26 25 A partir de 2005, a rede começou a ser ampliada com o uso de tecnologia óptica, o que elevou a capacidade de operação da rede a 11 Gbps. Hoje o número de computadores residenciais e comerciais conectados a Internet vem crescendo devido à facilidade de acesso a rede. 2.4 Evoluções da conectividade na Internet A Internet pode ser classificada por dois tipos de categorias: Na primeira categoria, cada computador tem um endereço de acesso à Internet que é um host, para que esse computador tenha acesso o mesmo necessita de outro host chamado de provedor. (MAZZEO. M.L. 2000). Na segunda categoria pode ser subdividida em conexão permanente e conexão temporária. Na conexão permanente a ligação dos computadores era realizada por circuitos dedicados e para os computadores terem acesso os mesmos deveriam possuir endereço e nome de domínios fixos. Já a categoria de conexão temporária os computadores tinham acesso completo e ilimitado, pois é realizada através de linhas telefônicas discadas. (MAZZEO. M.L. 2000). Segundo Mazzeo M.L as formas de acesso a Internet seguiam as seguintes categorias: a) Acesso Dedicado: onde a conexão era Permanente, com o completo acesso à Internet e com a execução de aplicações cliente servidor; b) Acesso Discado de Protocolo: onde a conexão era Temporária, com completo acesso à Internet e também utilizando a execução de aplicações clientes; c) Acesso Discado de Terminal: Conexão Temporária, com Acesso limitado a Internet, via emulação de terminal, onde a transferência das informações ocorria através dos protocolos não TCP/IP; d) Acesso Discado UUCP: conexão temporária, com acesso limitado à Internet, através de protocolos do pacote Unix-to-Unix Copy Protocol (UUCP) do Unix, com acesso apenas ao serviço padrão da rede USENET (mail e Network News).

27 A popularização da Internet Com o aumento da popularização da Internet as taxas de acesso passam a crescer gradativamente, no ano de 1991 surgiu o primeiro provedor de acesso comercial, o qual era chamado de World, permitindo que o acesso de vários usuários a rede onde passou a ser mais popular, se tornando mundialmente conhecida. (RANGEL R 1998). No fim do ano de 1991 países como Argentina, Áustria, Bélgica, Brasil, Chile, Grécia, Índia, Irlanda, Coréia do Sul, Espanha e Suíça, passam a se conectar nesta grande rede, e onde o volume de informações disponíveis na Internet passa a crescer. A rede passa a ter cerca de 100 mil servidores para buscar informações e recuperá-las. (RANGEL R 1998). Em 1991 a Universidade de Minnesota, lança o Gopher, que se refere a um sistema de categorização que realiza a apresentação de todos os recursos da rede que são agrupados por assuntos, permitindo aos usuários escolher a sua solicitação através de um menu do sistema, onde a busca na Internet passa a ser mais simples se tornando mais fácil para os usuários, pois os mesmos passam a realizar buscas na Internet com a utilização de palavras chaves. Neste mesmo ano a universidade de Nevada realiza atualizações no Gopher e lança o sistema chamado Verônica, capaz de realizar buscas em vários servidores Gopher simultaneamente. Neste mesmo ano cria-se o WAIS (Wide Area Information Service), que é um método que permite indexar bases de dados descentralizadas, de maneira que os usuários passam a realizar buscas através de palavras chaves em um servidor WAIS. Ainda no ano de 1991 Philip Zimmerman faz uma grande contribuição para a rede, através da criação do seu programa Pretty Good Privacy (PGP), que é capaz de criptografar a chave pública, tornando a rede mais segura em relação à obtenção de dados sigilosos em comunicações eletrônicas. No ano de 1992 ocorreu a tentativa de realizar um broadcast na rede, permitindo que a mesma mensagem fosse enviada ao mesmo tempo para vários usuários, o que não era previsto

28 27 na especificação original do TCP/IP que só permitia que um pacote fosse criado de um único endereçamento e encaminhado somente para um destinatário. Segundo Rangel R., Tim Berners-Lee inventa a World Wide Web, um sistema de hipertexto distribuído, baseado no modelo cliente-servidor, que se refere a um método eficiente de se reunir informações virtualmente. Os padrões da Web - o protocolo HTTP (HyperText Transfer Protocol), a HTML (HyperText Mark-up Language) e o método de identificação URL (Uniform Resource Locator), são disponibilizados na Internet. (RANGEL R 1998). Em 1993 a NSF cria o InterNIC, que realiza o controle e a concessão de endereços ip onde os domínos são mantidos em um banco de dados Directory of Directories, que contem todas as informações sobre a comunidade da rede, prestando informações sobre qualquer domínio disponibilizado na Internet. Segundo Rangel R. a Universidade de Illinois apresenta o programa Mosaic, que se trata de um cliente para a Web que funciona em modo gráfico e é capaz de mostrar imagens. O programa é um sucesso estrondoso, e finalmente as empresas e o grande público tomaram consciência da existência da Internet. No ano de 1994 a Internet completa vinte e cinco anos onde a comercialização cresce gradativamente se tornando mais popular em vários países, aumentando o número de usuários conectados em todo o mundo, onde a rede chega a possuir cerca de quatro milhões de servidores e sua taxa de crescimento alcança 10% ao mês, um índice que comprova que a Internet vem se popularizando ao decorrer dos anos. A partir desse momento a Internet deixa de ser a interação entre pessoas e passa a se tornar um alvo para os negócios, as tecnologias vão se multiplicando como, por exemplo, multimídia e telefonia. E novas tecnologias se tornam promissoras como, por exemplo, o Java, da Sun Microsystems, permitindo o envio do código executável através da rede etc. A Internet cresce com uma alta velocidade e é impossível prever o seu rumo. A Internet é um fato que vai transtornar as transações comerciais e a distribuição de informação.

29 28 O sucesso desse fato exigirá uma garantia de segurança dessa tecnologia que esta se tornando cada vez mais popular. 2.6 Usuários conectados a Internet Com o acelerado desenvolvimento da rede, a mesma passa a ser vista como um meio de comunicação em massa ideal para a mídia, oferecendo um grande número de informações aos usuários que estão conectados a ela. Porem é muito difícil saber a quantidade exata de usuários conectados a Internet devido a constante mudança de usuários acessando a rede. (VALE C. S.M.2000). Calcula-se que no ano de 1996 havia cera de 50 milhões de usuários conectados a rede hoje a estimativa passa de 275 milhões com mostra a figura 4. Figura 4 - Usuários conectados a rede Fonte: Nos Estados Unidos pesquisas mostram que 40% das casas possuem computadores que tem o acesso a Internet, onde esse número cresce gradativamente com a tendência de novos negócios. Já na África onde se reúne cerca de 10% da população mundial, o acesso se torna mais difícil devido aos índices de miséria. No Brasil o número de pessoas que tem acesso à Internet esta em torno de 1.2 milhões devido o crescimento da infra-estrutura da rede de telefonia fixa e o aumento de provedores gratuitos oferecendo acesso à população. (VALE C. S.M.2000).

30 29 a Internet A figura 5 mostra o ranking de países onde há o maior número de pessoas conectadas Figura 5 - Pessoas conectadas a Internet Fonte: CETIC.br Neste gráfico podemos notar que países desenvolvidos tem o maior índice de internautas, devido a facilidade de acesso aos meios de tecnologia, mas também temos países em desenvolvimento como o Brasil que está na décima colocação, mostrando que países em desenvolvimento vem apostando no uso da tecnologia para gerar novos investimentos. 2.7 Crescimento da Internet no Brasil Neste item serão abordados dados estatísticos sobre o crescimento da Internet no Brasil, abordando o número de domínios, hosts desde a entrada da Internet no Brasil, abordando sua evolução estatística.

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