Como n lente = n meioa, não há refração. Ou seja, o sistema óptico não funciona como lente.

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1 01 Como n lente = n meioa, não há refração. Ou seja, o sistema óptico não funciona como lente. Como n lente < n meiob, a lente de bordas finas opera como lente divergente. Resposta: A 1

2 02 A gota de água tem o formato de uma lente plano-convexa, e por se tratar de uma lente de bordas finas, mergulhada no ar, ela é uma lente convergente que concentra a radiação. Resposta: C 2

3 03 Para o caçador acender a fogueira, será necessário que ele coloque a lenha na posição em que está o foco da lente para que os raios de luz provenientes do sol (pincel cilíndrico) convirjam no foco da lente. Resposta: A 3

4 04 a) Lentes de bordas finas, feitas de vidro e imersas no ar, operam como lente convergente. b) Quando ocorre desvio na refração, o desvio do violeta é maior que o desvio do vermelho. 4

5 05 Do enunciado: λ azul < λ amarelo < λ vermelho. A partir do gráfico: n azul > n amarelo > n vermelho. Como maior índice de refração implica maior desvio do raio de luz, temos: f azul < f amarelo < f vermelho. Resposta: D 5

6 06 A tabela a seguir ilustra o perfil de cada lente apresentada: Lente I II III IV Perfil Biconvexa Plano-côncava Convexo-côncava Plano-convexa Esquema Considerando-se que as lentes estão imersas no ar, as lentes convergentes devem possuir bordas finas, e as lentes divergentes devem possuir bordas grossas. Como a lente objetiva é convergente, pode-se usar a lente I ou a lente IV. Para a lente ocular (divergente), pode-se usar a lente II ou a lente III. Resposta: A 6

7 07 Todo raio de luz incidente, que passa pelo foco objeto do eixo principal de uma lente convergente, emerge paralelo ao eixo principal. Resposta: D 7

8 08 Numa lente divergente, todo raio de luz incidente que tem a direção da reta que passa pelo foco objeto do eixo principal emerge paralelo ao eixo principal. Resposta: C 8

9 09 A alternativa em que as construções dos raios de luz estão corretas é a E. Resposta: E 9

10 10 A alternativa em que as construções dos raios de luz estão corretas é a C. Resposta: C 10

11 11 De acordo com as medidas fornecidas, o centro óptico (O) da lente divergente coincide com o ponto focal imagem da lente convergente. As trajetórias dos raios de luz, ao atravessarem as duas lentes, estão representadas abaixo. Os triângulos em destaque são congruentes. Logo: diâmetro = 4 cm Resposta: C 11

12 12 Observe a figura: FO 1 O 3 ~ FP 1 P 3 4 f + 15 = 6 f + 30 f = 15 cm Resposta: B 12

13 13 Prolongando o raio de luz que emerge da lente 1, obtemos o foco da lente 1 e da lente 2: Dessa maneira obtemos dois triângulos que são semelhantes entre si: B H D 15 ABC ~ ADE = = D = 12 cm b h 4 5 Resposta: D = 12 cm 13

14 14 O caminho dos raios de luz é mostrado na figura a seguir: Assim, para que o sistema seja afocal, deve-se colocar uma lente a 3 cm da outra. Resposta: C 14

15 15 A lente em questão é convergente, porque, para um objeto real, a imagem é real e aparece menor que o objeto. Resposta: A 15

16 16 A partir de um objeto real e uma lupa, toda imagem projetada é real e invertida. Resposta: C 16

17 17 Para a imagem ser formada (projetada) na folha de papel vegetal, a lente deve ser biconvexa ou plano-convexa (lente de bordas finas mergulhada no ar), e como se trata de uma imagem projetada, a imagem é real e invertida. Dessa forma, a questão possui duas alternativas corretas (C e E). Respostas: C e E 17

18 18 A imagem formada nessa situação é virtual, direita e maior. A única lente capaz de formar essa imagem, a partir de um objeto real, é a lente convergente, e para que a imagem seja formada dessa forma, o objeto deve estar posicionado entre o foco e a lente. Resposta: D 18

19 19 Como o objeto real está colocado a uma distância menor que a distância do foco, a imagem formada será virtual, direita e maior. Resposta: D 19

20 20 A lupa é um instrumento óptico conhecido popularmente por Lente de Aumento, mas também denominada microscópio simples. Ela consiste de uma lente convergente de pequena distância focal e, para ser utilizada com o seu fim específico, o objeto a ser observado por meio dela deverá ser colocado sobre o eixo principal, entre o seu centro óptico e o seu foco principal objeto. Resposta: A 20

21 21 a) Observe as figuras: b) b) 1 o caso: imagem virtual, direita e maior que o objeto. 2 o caso: imagem real, invertida e maior que o objeto. c) A lente funciona como uma lupa no primeiro caso. 21

22 22 Para que a imagem não seja invertida, o objeto precisa ser colocado a menos que 20 cm da lente. Resposta: E 22

23 23 1. Correto, pois a imagem formada por um objeto colocado antes do antiprincipal é real, invertida e menor. 2. Correto, pois a imagem formada por um objeto colocado sobre o antiprincipal é real, invertida e de mesmo tamanho. 3. Falso, pois a imagem formada por um objeto colocado entre o antiprincipal e o foco da lente é real, invertida e maior. 4. Falso, pois a imagem formada por um objeto colocado entre o foco e o centro óptico da lente é virtual, direita e maior. 5. Correto, pois, para que a imagem seja imprópria, o objeto deve ser posicionado sobre o foco da lente. Soma: = 7 Resposta: B 23

24 24 Para que o observador consiga ver a imagem, é necessário que ocorra reflexão total no prisma. Desse modo, a imagem formada no prisma será a representada abaixo: Dessa forma, a imagem do prisma A B é objeto real para a lente divergente, a imagem formada será menor e na mesma orientação do objeto A B. Resposta: D 24

25 25 Para que a imagem seja direita e maior, deve-se utilizar um espelho côncavo ou uma lente convergente (biconvexa ou plano-convexa). Resposta: D 25

26 26 Para ser formada uma imagem direita (em relação ao objeto) e maior, do mesmo lado do objeto, e colocando-se o objeto entre o foco e o sistema óptico, deve ser utilizada uma lente convergente. Resposta: B 26

27 27 Observe a figura: Na equação dos pontos conjugados: = + f p p' = + f f 4 cm 5 2 O aumento linear transversal é dado por: 2 A f 4 10 = = f p A 5, Logo, a área da imagem é (5, ) vez menor que a área do objeto. Ou seja, 3, menor. Assim, a área da imagem é: A = 900 3, m 2 ou mm 2 Respostas: f = 4 cm; A = mm 2 27

28 28 a) O esquema que representa a situação é: Por semelhança de triângulos: x 0,15 = 1,4 10 1, x = 1, m b) A área da lente é: 2 2 π d 3,1 (0,1) A = = = 7,75 10 m A potência de radiação solar é W para cada 1 m 2. Logo: 3 7, m 1000 W P P = 7,75 W Essa potência é concentrada na área luminosa sobre o papel. Logo, a potência por unidade de área é: P P 7,75 = = A π x 3,1 (1,4 10 ) P 5 10 W/m A = 6 2 Esse valor (5 milhões de joules por segundo) é suficientemente alto para aquecer o papel até seu ponto de combustão, rapidamente. Respostas: a) x = 1, m 28

29 P 6 2 b) 5 10 W/m A =. Esse valor é suficientemente alto para aquecer o papel até seu ponto de combustão. 29

30 29 A partir da figura fornecida no enunciado, observa-se que a lente forma uma imagem direita (portanto virtual), e aumentada. Trata-se, dessa forma, de uma lente convergente, com o objeto localizado entre o foco principal objeto e a lente. A figura a seguir ilustra a situação: Resposta: B 30

31 30 A imagem formada a partir de um objeto real por uma lente divergente é virtual, direita e menor que o objeto. Resposta: D 31

32 31 a) Como a imagem está projetada no anteparo, ela é real. O objeto também é real. Concluímos que se trata de uma lente convergente. b) b) A partir dos dados do enunciado, dados na abscissa da régua, obtemos as posições das abscissas em relação à lente: p = +60 cm p = +20 cm Utilizando a equação dos pontos conjugados: = + = + f = f p p' f cm 32

33 32 a) Objeto real (p > 0), localizado a 40 cm da lente p = +40 cm b) Imagem projetada (p > 0), localizada a 25 cm do espelho p = +25 cm c) Espelho esférico convexo (f < 0), com raio de curvatura 90 cm R 90 f = = cm d) Imagem virtual (p < 0), localizada a 12 cm da lente p = 12 cm f = Respostas: a) p = +40 cm b) p' = +25 cm c) f = 45 cm d) p' = 12 cm 33

34 33 a) p = 12 cm Objeto real a 12 cm da lente ou do espelho. b) p = 25 cm Imagem real a 25 cm da lente ou do espelho. c) p = 40 cm Imagem virtual a 40 cm da lente ou do espelho. d) f = 30 cm Lente convergente ou espelho côncavo de abscissa focal 30 cm. 34

35 34 A partir dos dados do enunciado, obtemos: p' = +40 cm f = +30 cm Utilizando a equação dos pontos conjugados, temos: = + = + p = f p p' 30 p cm Como p > 0, sabemos que o objeto é real. Resposta: D 35

36 35 A partir do enunciado, descobrimos que a abscissa do foco é f = 0,5 m. Como o objeto está colocado a 10 cm do foco, a abscissa do objeto é p = 60 cm. Utilizando a equação dos pontos conjugados temos: = + = + p' = f p p' p' 300 cm Como o enunciado pede a distância do objeto e sua respectiva imagem, temos: p p = 240 cm Resposta: A 36

37 36 Do enunciado: p = 20 cm f = 10 cm O objeto está em cima do centro de curvatura do espelho e, portanto, a imagem também está sobre o centro de curvatura do espelho, mas invertida em relação ao objeto. Resposta: B 37

38 37 A imagem formada no espelho convexo é menor que o objeto; logo, para que a imagem seja menor no espelho côncavo, a imagem deve ser real e colocada antes do centro de curvatura do espelho. Para esse caso, vamos determinar o aumento do objeto: A convexo f 10 5 = = = f p Como a imagem deve ser do mesmo tamanho, mas invertida, o aumento formado no espelho côncavo deve ser: A côncavo 5 = 8 Dessa forma a abscissa do objeto será: f 10 5 Acôncavo = = = p = 26 cm f p 10 p 8 Resposta: C 38

39 38 Do enunciado, obtemos a abscissa do foco, f = 40 cm, e o aumento, A = A partir da equação do aumento linear, temos: f 1 40 A = = p = 760 cm = 7,6 m f p p Resposta: C 39

40 39 Dados: A = +2 e p = 20 cm A = p' p p' 2 = 20 p = 40 cm Na equação dos pontos conjugados: = + = f p p' f f = 40 cm (Espelho côncavo.) Resposta: B 40

41 40 Dados: Imagem real (portanto invertida) e 4 vezes maior que o objeto: A = 4 Espelho côncavo: R = 16 cm f = + 8 cm A = p' p p' 4 = p = 4p p Na equação 1 = = 1 1, temos: p = 10 cm f p p' 8 p 4p Logo, p = 40 cm. Logo, a distância entre o objeto e sua imagem é 30 cm. Resposta: C 41

42 41 Dados: f = 20 cm y = 5 cm y = 4 cm y' 4 f 4 20 A = = A = = p = 45 cm y 5 f p 5 20 p p' 4 p' A = = p' = 36 cm p 5 45 p p = 9 cm Resposta: A 42

43 42 Para o espelho da esquerda, considerando-se sua distância focal igual a 2 m, temos: = + = p = 2 m f p p' 2 1 p' Para o espelho da direita, temos: = + = f p p' 5 1 p' 5 p' = m 4 Num esquema indicando as posições do objeto e das imagens, temos: Dessa forma, a distância d entre as imagens é igual a: 5 d = d = m 4 Resposta: A 43

44 43 a) Equação de Gauss: 2 = R p p' b) A imagem é virtual: p = 20 cm = 0,2 m O espelho é convexo: f < 0. Logo: = + = = R = m R 4 0,2 R 4 2 R 4 19 ( ) p' y' p' y' 0,2 h A = = = = h = 0,08 m p y p y 4 1,6 A altura da imagem, em módulo, é h = 0,08 m = 8 cm. Respostas: a) = 8 R m 19 b) h = 8 cm (em módulo) 44

45 44 Do enunciado: y = 10 cm f = 10 cm p inicial = 50 cm V = 5 cm/s a) No instante t = 2 s, a posição do objeto é: S = S 0 + V t S = 50 5 t S = S = 40 cm Logo, a posição do objeto no instante 2 s é p = 40 cm; e como o objeto está antes do centro de curvatura do espelho, a imagem será formado entre o centro de curvatura e o foco do espelho, caracterizando uma imagem real, invertida e menor. b) Para que a imagem seja formada no infinito, o objeto deve estar sobre o foco do espelho na posição p = 10 cm. S = S 0 + V t S = 50 5 t 10 = t = 8 s c) No instante t = 7 s, a posição do objeto é: S = S 0 + V t S = 50 5 t S = S = p = 15 cm Como o objeto se encontra entre o vértice e o foco do espelho, a imagem formada será virtual, direita e maior. Para determinarmos o tamanho e posição da imagem, vamos utilizar a equação dos pontos conjugados: = + = + p' = f p p' p' E o aumento linear é: p' 30 A = A = = 2 p 15 Logo, o tamanho da imagem é: y' 2 = y' = 20 cm cm (tamanho da imagem: 20 cm) 45

46 45 Do enunciado: p antes = 30 cm p antes = 60 cm p depois = 10 cm Determinando o foco do espelho côncavo através da equação dos pontos conjugados: = + = + f = f p p' f cm Como na nova situação o objeto real está colocado entre o foco e o vértice do espelho, a imagem formada será virtual, direita e maior que o objeto. Calculando a nova posição da imagem: = + = + p' = 10 cm f p p' p' Logo, a imagem estará a 10 cm do espelho. Resposta: A 46

47 46 a) Nos espelhos convexos, a partir de um objeto real, as características das imagens formadas são: virtual, direita e menor em relação ao objeto. b) A partir da equação do aumento linear transversal: f 1,5 1,5 3 A = A = A = = f p 1,5 5 6,

48 47 A partir do gráfico, obtemos um par de valores de p e A: p = 0,5 m A = 2 A partir desses valores, calcula-se o valor de f: f f A = 2 = f = 1 m R = 2 m f p f 0,5 Como o valor de f > 0, sabemos que se trata de um espelho esférico côncavo de raio de curvatura igual a 2 m. Resposta: Espelho esférico côncavo; raio de curvatura = 2 m. 48

49 48 Do enunciado: f = 2,5 m e p = 10 m a) Através da equação dos pontos conjugados: = + = + p' = 2 m f p p' 2,5 10 p' Logo, a distância da imagem ao espelho é 2 m. b) O espelho convexo forma, para todo objeto real, uma imagem virtual, direita e menor que o objeto: c) O aumento linear transversal é: f 2,5 2,5 1 A = A = A = = = + 0,2 f p 2, ,5 5 49

50 49 A partir do enunciado: y' A = = 2 y p p = 30 p = 30 + p Através da equação do aumento linear transversal temos: p' p' A = 2 = p' = p' 3p' = 60 p' = 20 cm p 30 + p' Logo o valor de p é p = = 10 cm. Com a equação dos pontos conjugados: = + = + f = 20 cm R = 40 cm f p p' f Resposta: D 50

51 50 A abscissa focal (f) do espelho côncavo mencionado no texto, de raio de curvatura (R) igual a 1 m (100 cm), pode ser calculada como: R 100 f = f = f = 50 cm 2 2 Cálculo do aumento linear (A) quando o lápis estiver a 10 cm (p) do vértice do espelho: = + = + p = 12,5 cm f p p' p' p' (12,5) A = A = A = 1,25 p 10 Cálculo da distância (p) em que o lápis deveria estar do vértice do espelho, para que sua imagem fosse direita e ampliada cinco vezes (A = +5): p' (12,5) A = A = A = 1,25 p 10 p' p' A = 5 p = p p = 5p = + = + p = 40 cm f p p' 50 p ( 5p) Respostas: A = 1,25; p = 40 cm 51

52 51 Dados: A imagem é direita (portanto virtual) em relação ao objeto e 3 vezes maior. Logo: A = + 3 A imagem é virtual e está a 60 cm do espelho. p = 60 cm Como p' ( 60) A = 3 =, temos: p = 20 cm. p p Da equação 1 = 1 + 1, temos: 1 = f = 30 cm f p p' f 20 ( 60) Resposta: D 52

53 52 De acordo com a figura apresentada, pode-se determinar a abscissa do objeto (p): Pode-se calcular o aumento linear transversal por meio da expressão: f 5 A = f A = A = 2 p 5 7,5 O fato de A < 0 indica que a imagem é invertida. Além disso, como A = 2, a imagem possui altura igual ao dobro da altura do objeto. A imagem conjugada de P é real, invertida e de altura igual ao dobro que a do objeto. Resposta: E 53

54 53 a) Afastar a lente da folha de papel. Dessa forma, o objeto se aproxima do plano focal, e a imagem acaba se formando cada vez mais distante da lente. Portanto, cada vez maior. b) Do enunciado: A = 4 p = 9 cm Utilizando a equação do aumento linear, temos: f f A = 4 = f = 12 cm f p f 9 54

55 54 Calculando V 0 : V 0 S 10 = = = 10 cm/s t 1 Calculando as posições da imagem no início: = + = + p' = 15 cm f p p' p' E no final: = + = + p' = f p p' p' 20 cm Logo, o espaço percorrido pela imagem é de 5 cm. Calculando V i : V 0 S 5 = = = 5 cm/s t 1 Logo a razão pedida é: V0 10 = = 2 V 5 i Resposta: E 55

56 55 Do enunciado: f = +10 cm A = 10 A partir da equação do aumento linear: f 10 A = 10 = p = 9 cm f p 10 p Resposta: A 56

57 56 Do enunciado: y' = 1,5 m = 150 cm y = 1,5 cm p = 4 cm A partir da equação do aumento linear: y' p' 150 p' A = = = p' = 400 cm ou 4 m y p 1,5 4 Resposta: D 57

58 57 A única maneira de o objeto ser do mesmo tamanho da imagem é ele ser colocado no antiprincipal objeto. Dessa maneira, a imagem será formada no antiprincipal imagem. Logo, o objeto e a imagem estarão a uma distância de 110 mm da lente. Resposta: C 58

59 58 a) Invertida, pois a imagem é projetada (real). b) Do enunciado: A = 150 p = 3 m A partir da equação do aumento linear: p' 3 1 A = 150 = p = = 0,02 m p p 50 f f 3 A = 150 f m 1,98 cm f p = f 0,02 =

60 59 Do enunciado: f = 16 cm p = 5 m = 500 cm y = 1,6 cm A partir da equação dos pontos conjugados: = + = + p = cm f p p' 16 p A partir da equação do aumento linear: y' p' y' 500 A = = = y' = 48,4 cm 50 cm y p 1, Resposta: D 60

61 60 Dados: Câmera analógica Câmera digital y = 24 mm y = 16 mm x = 36 mm x = 24 mm f = 50 mm f = 50 mm Para ambas as câmeras, y = 480 mm. a) Da equação do aumento linear transversal: y ' f A = = = p = L = 1050 mm y f p p y ' p' 24 D A = = = D = 52,5 mm y p b) Da equação do aumento linear transversal: y ' f 16 fd A = = = fd 34 mm y f p 480 f d Calculando D a partir da equação do aumento linear transversal: y ' p' 16 D' A = = = D' = 3,5 mm y p Respostas: a) D = 52,5 mm; L = mm b) D = 3,5 mm; f d 34 mm 61

62 61 Dados: y inicial = y final = 5 cm y inicial = 15 cm p final = p inicial + 1,5 y final = 10 cm Para a situação inicial temos: y ' f 15 f 4 A = = = pinicial = f y f p 5 f pinicial 3 (I) Para a situação final, temos: y ' f 10 f 10 f 2 A = = = = f = pinicial + 1 y f p 5 f p 5 f p + 1,5 3 Das equações I e II, temos: final f = f + 1 f = f + 1 f = 9 cm inicial (II) Resposta: f = 9 cm 62

63 62 a) Utilizando um par de dados da tabela dada, obtemos: = + = + f = f p p' f cm b) Entre 0 s e 10 s, a velocidade média é: V m 30 = = 3 cm/s 10 Entre 30 s e 60 s, a velocidade média é: V m 15 11,3 = 14,62 cm/ s 30 c) Sim, pois para tempos muito grandes, o objeto tende ao infinito. Nessa circunstância, a imagem tende a ser formada no plano focal. No infinito, mesmo que o objeto se movimente, a imagem tende a ficar parada nesse plano focal. Respostas: a) 10 cm b) 3 cm/s e 14,62 cm/s c) Sim, pois para tempos muito grandes, o objeto tende ao infinito. Nessa circunstância, a imagem tende a ser formada no plano focal. No infinito, mesmo que o objeto se movimente, a imagem tende a ficar parada nesse plano focal. 63

64 63 Dados: f = 4 cm A = 3 y = 0,7 cm a) Da equação do aumento linear: f 4 8 A = 3 p 2,7 cm f p = 4 p = 3 b) A imagem se forma do mesmo lado do objeto (número), pois é virtual p' 8 f = p + cm p' 4 = 8 + p' = y ' y ' A = 3 = y ' = 2,1 cm y 0,7 Respostas: a) p 2,7 cm b) p' = 8 cm; y' = 2,1 cm 64

65 64 Observe a figura: Da figura, temos: p + p = 20 cm p = 20 p y = 4 cm y = 6 cm a) A partir da equação do aumento linear, temos: y ' p' 6 20 p A = = = p = 8 cm e p' = 12 cm y p 4 p b) A partir da equação do aumento linear, temos: y' f 6 f A = = = f = 4,8 cm y f p 4 f 8 c) A partir da equação do aumento linear, temos: y' 6 A = = = 1,5 y 4 Respostas: a) p = 12 cm b) f = 4,8 cm c) A = 1,5 65

66 65 Dados: f = 10 cm y = 6 cm p = 30 cm a) Primeiramente, vamos calcular a posição da imagem da vela em relação à lente: = + = + p' = f p p' p' 15 cm Logo, a imagem da vela em relação à lente se forma antes do espelho plano. Dessa maneira, essa imagem será objeto real para o espelho plano. Sendo a distância do espelho à lente de 20 cm, a distância do objeto ao espelho é de 5 cm; assim, a imagem formada pelo espelho plano estará 5 cm atrás do espelho, e a distância entre a vela e a imagem do espelho será de 55 cm. b) Como o espelho é plano, a imagem formada pelo espelho é de mesmo tamanho do objeto do espelho. Dessa forma: y ' p' y ' 15 A = = = y ' = 3 cm y p 6 30 Respostas: a) D = 55 cm b) A imagem é invertida e tem altura 3 cm. 66

67 66 Dados: p = 6 cm f = 4 cm Utilizando a equação dos pontos conjugados: = + = + p' = f p p' 4 6 p' 12 cm Logo, a distância entre o objeto e sua imagem conjugada é de: p + p = = 18 cm Resposta: E 67

68 67 Dados: p = 3 m = mm y = 3 mm p = 20 mm A partir da equação do aumento linear, temos: y ' p' y ' 20 2 A = = = y ' = mm ou 0,02 mm y p Resposta: O tamanho da imagem formada é 0,02 mm. 68

69 68 A partir da figura do enunciado, observa-se que Sílvia possui miopia, e Paula, hipermetropia. Logo, ambas podem corrigir a visão: Silvia deve usar lentes divergentes, e Paula, lentes convergentes. Resposta: D 69

70 69 a) Uma pessoa míope tem dificuldade de enxergar de longe, e precisa usar lentes divergentes (V < 0). A vergência da lente são V = 3 m 1, e a abscissa do foco é de: 1 1 V = f = 0,33 m f 3 b) No olho míope, a imagem é formada antes da retina. Se o objeto está distante, ele é impróprio, enviando para os olhos um feixe paralelo. Observação: A distância relativa da lente aos olhos, proposta pelo examinador, está exageradamente fora de escala, dificultando a elaboração da figura II. 70

71 Verdadeiro, pois a imagem se forma no fundo do olho, onde está localizada a retina. 02. Verdadeiro, pois os músculos ciliares podem comprimir ou alongar o cristalino de modo que a distância focal se altere. 04. Verdadeiro, pois, de fato, o cristalino funciona como uma lente convergente. Desse modo, para objetos reais, a imagem formada é real, invertida e, nesse caso, diminuída. 08. Verdadeiro, pois o astigmatismo é uma deficiência visual causada pelo formato irregular da córnea ou do cristalino, conjugando uma imagem em vários focos que se encontram em eixos diferentes. Soma = 15 Resposta: 15 71

72 71 a) Como o indivíduo não enxerga nitidamente objetos próximos, ele deve usar um tipo de lente que forme imagens mais afastadas, como ilustrado na figura. Isso é obtido com lentes convergentes. b) Dados: p = 25 cm p = 100 cm Da equação dos pontos conjugados: = + = + f = m C = 3 di f p p' f Respostas: a) A pessoa com hipermetropia deve usar lentes convergentes b) C = 3 di 72

73 72 a) O defeito A é miopia, e o defeito B pode ser hipermetropia ou presbiopia. O defeito A é corrigido pela lente 2, enquanto o defeito B é corrigido pela lente 1. b) Dados: p = 50 cm p = C = = + C = C = 2 di f p p' p' Respostas: a) O defeito A é miopia, e o defeito B pode ser hipermetropia ou presbiopia. O defeito A é corrigido pela lente 2, enquanto o defeito B é corrigido pela lente 1. b) C = 2 di 73

74 73 I - Falso, pois na miopia a imagem se forma antes da retina. II - Correto, pois na hipermetropia a imagem se forma depois da retina, e a lente de correção é convergente. III - Correto, pois a correção é feita com lentes cilíndricas. IV - Falso, pois a presbiopia é corrigida com lentes convergentes. Resposta: D 74

75 74 O cristalino funciona como uma lente convergente formando, a partir de objetos reais, imagens reais, invertidas e menores. Resposta: A 75

76 75 I - Verdadeiro, pois na miopia a imagem se forma antes da retina de modo que não se enxerga nitidamente objetos muito afastados. II - Verdadeiro, pois na miopia tem-se dificuldade de enxergar objetos distantes; logo, a correção é feita com lentes para longe e não para perto. III - Verdadeiro, pois na hipermetropia a correção é feita com lentes convergentes. Resposta: E 76

77 76 a) A imagem deve ser formada a 1 m da lente, de modo que p = 1 m. b) Como o objeto se encontra no infinito, p = = + f = p' f = 1 m C = 1 di f p p' Dessa forma, a lente corretora é divergente, e a convergência da lente é de 1 di. c 3 10 = = ou 2, km/s V 1, n V 2,24 10 m/s Respostas: a) A lente corretora é divergente, e a convergência da lente é de 1 di. b) V 5 2,24 10 km / s 77

78 77 A pessoa não consegue enxergar nitidamente de perto; logo, ela possui hipermetropia. Dados: p = 20 cm p = 60 cm = + = + f = 0,3 m ou 30 cm f p p' f Resposta: f = 30 cm 78

79 78 A pessoa possui hipermetropia, pois a lente utilizada é convergente (C > 0) C = = + 2 = + p' = 0,5 m f p p' 0,25 p' Resposta: C 79

80 79 Dados: p = 1,8 m p = 0,36 m a) 1 = = f = 0,3 m ou 30 cm f p p' f 1,8 0,36 b) Como a lente utilizada possui f > 0, e é convergente, é provável que o estudante tenha hipermetropia. Respostas: a) f = 30 cm b) Como a lente utilizada é convergente, é provável que o estudante tenha hipermetropia. 80

81 80 Para a córnea: C 1 1 = = f 0,023 Para o cristalino: C 1 1 = = f 0, di 14 di Resposta: C 81

82 81 A córnea e o cristalino são lentes convergentes. Resposta: A 82

83 82 Primeira imagem menor lentes divergentes miopia Segunda imagem maior lentes convergentes hipermetropia Terceira imagem distorcia apenas em um plano lentes cilíndricas astigmatismo Resposta: E 83

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