A S S I P I ICMS IMPORTADOS RESOLUÇÃO 13

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1 A S S I P I ICMS IMPORTADOS RESOLUÇÃO 13

2 1 RESOLUÇÃO 13 X DECRETO 4316/95 RESOLUÇÃO 13 DECRETO 4316 COMENTÁRIOS Art. 1º A alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), nas operações interestaduais com bens e mercadorias importados do exterior, será de 4% (quatro por cento). 1º O disposto neste artigo aplicase aos bens e mercadorias importados do exterior que, após seu desembaraço aduaneiro: Art. 2º Nas operações de saída dos produtos resultantes da industrialização, o estabelecimento industrial lançará a crédito o valor do imposto destacado, quando naqueles produtos forem aplicados os componentes, partes e peças recebidos com o tratamento previsto no caput do artigo 1º. Parágrafo único. Para os efeitos deste artigo, o monitor de vídeo, o mouse, a web cam, o microfone, a caixa de som e o teclado serão considerados componentes do equipamento de informática que integrarem na operação de saída. A Resolução 13 determinou a alíquota a ser utilizada nas Notas Fiscais de vendas interestaduais, nas operações que a Resolução definiu. O Dec. 4316/95 determina que o estabelecimento industrial lançará a crédito o valor do imposto destacado nas notas fiscais de saída de produtos resultantes da industrialização.

3 I - não tenham sido submetidos a processo de industrialização; DEC. 4316/95 Art. 7º Nas operações de saídas internas de produtos acabados, recebidos do exterior com o diferimento regulado nos incisos II e IIIdo caput do art. 1º, o estabelecimento que os importar efetuará um lançamento de crédito fiscal em sua escrita de tal forma que a carga tributária incidente corresponda a um percentual efetivo de 3,5% (três inteiros e cinco décimos por cento), observada a disposição do 1º do art. 1º. 1º Nas operações de saídas interestaduais, desde que obedecidas as mesmas condições previstas neste artigo, o estabelecimento importador efetuará um lançamento de crédito fiscal em sua escrita de tal forma que a carga tributária incidente se iguale à estabelecida nas operações de saídas internas. COMENTÁRIOS: Aqui a Resolução 13 se refere a produtos de revenda, aqueles que não passaram por nenhum processo de industrialização, a natureza das operações é de Revenda de produtos adquiridos de terceiros. O Decreto 4316/95 trata a saída de revenda de produtos adquiridos de terceiros (recebidos do exterior), determinando uma carga EFETIVA de ICMS de 3,5%, quer seja nas operações internas ou interestaduais. Mais uma vez, o estado não determinou alíquotas e sim a carga efetiva do imposto. Desta forma, quando houver saída interestadual de produtos recebidos do exterior a alíquota do ICMS será de 4%, e a carga efetiva 3,5%, nada mudará em termos do incentivo, salvo a perda de competitividade mas não na operação fiscal. Neste ponto, o que vemos que pode ser feito pela ASSIPI é uma gestão junto à SEFAZ no sentido de tentar reduzir a carga EFETIVA do ICMS, proporcional à redução de 12% para 4% - Saídas Interestaduais.

4 RESOLUÇÃO 13 DEC. 4316/95 COMENTARIOS II - ainda que submetidos a qualquer processo de transformação, beneficiamento, montagem, acondicionamento, reacondicionamento, renovação ou recondicionamento, resultem em mercadorias ou bens com Conteúdo de Importação superior a 40% (quarenta por cento). Art. 2º Nas operações de saída dos produtos resultantes da industrialização, o estabelecimento industrial lançará a crédito o valor do imposto destacado, quando naqueles produtos forem aplicados os componentes, partes e peças recebidos com o tratamento previsto no caput do artigo 1º. Art. 2º-A Os estabelecimentos industriais dedicados à produção de máquinas e aparelhos elétricos, eletro-eletrônicos, eletrônicos e de telecomunicações e equipamentos de informática, cabos e fios de alumínio e de fibra ótica poderão lançar como crédito em sua escrita fiscal, em cada período de apuração, o valor equivalente ao saldo devedor do imposto apurado em cada mês, relativo às operações e prestações com tais produtos. Aqui a Resolução 13 definiu critérios para determinação da alíquota de 4% quando existe processo de industrialização envolvido na operação, em notas fiscais a natureza da operação é Saída de produção do estabelecimento. Decreto Não vemos nenhum risco às operações de saídas de produção, o decreto determina estorno do valor do imposto destacado em Nota Fiscal SEM SE REFERIR a qualquer alíquota, ou tipo de industrialização. As empresas continuarão a lançar credito presumido do ICMS nestas operações, quer sejam internas ou interestaduais.

5 2 PONTOS NÃO RESOLVIDOS A Resolução apresenta vários pontos não resolvidos ocultos ou omissos, vamos elencar aqueles definidos no texto da Resolução e no tópico seguinte aqueles que encontram-se omissos. 2º O Conteúdo de Importação a que se refere o inciso II do 1º é o percentual correspondente ao quociente entre o valor da parcela importada do exterior e o valor total da operação de saída interestadual da mercadoria ou bem. Não está definida a composição do cálculo apenas a forma de calcular, assim resta definir: - Base sobre a qual se calcula o valor da parcela importada, entre outros: Valor da Nota Fiscal de Entrada? Valor FOB convertido para moeda nacional? Integra valor dos impostos e contribuições pagos e compensáveis na etapa posterior? Integra custos com despachante/armazenagem/capatazia/frete, etc.?

6 3º O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) poderá baixar normas para fins de definição dos critérios e procedimentos a serem observados no processo de Certificação de Conteúdo de Importação (CCI). Pelo que sabemos os estados, através de suas secretarias de Fazenda estão avaliando a matéria no sentido de operacionalizar este e demais pontos da Resolução 13. Contudo, até que se resolva, encontra-se indefinido: - Critérios e procedimentos, a exemplo de: Quem irá certificar? Que documento será utilizado de forma que vincule a cada produto individualmente, lembrando que um mesmo produto pode utilizar um insumo importado em determinada produção e em outra utilizar o nacional, como ficará esta conta???? São centenas de milhares, ou na casa de milhões, de produtos no Brasil que utilizam algum insumo importado, haverá força de trabalho suficiente para que dentro de pouco mais de 60 dias a Resolução entre em vigor para os itens Industrializados??? Neste processo de certificação será observado a inexistência de similar nacional para os insumos importados e desta forma serem tais insumos retiradas da conta valor importado?? Aqui fica na dependência da CAMEX editar tal lista (veremos a seguir) Definidos os critérios e ainda não tendo seus produtos certificados ou sequer analisados por quem de direito, poderá o próprio contribuinte calcular tal índice???

7 4º O disposto nos 1º e 2º não se aplica: I - aos bens e mercadorias importados do exterior que não tenham similar nacional, a serem definidos em lista a ser editada pelo Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) para os fins desta Resolução; FOI PUBLICADA NO DOU DE 07/11 A RESOLUÇÃO 79 DA CAMEX COM A LISTA DE PRODUTOS SEM SIMILAR NACIONAL. Se o disposto nos 1º e 2º não se aplicam a produtos sem similar nacional, tais produtos não deverão compor a base de cálculo para determinação do índice de Importado?? Acreditamos que SIM.

8 II - aos bens produzidos em conformidade com os processos produtivos básicos de que tratam o Decreto-Lei nº 288, de 28 de fevereiro de 1967, e as Leis nºs 8.248, de 23 de outubro de 1991, 8.387, de 30 de dezembro de 1991, , de 11 de janeiro de 2001, e , de 31 de maio de Aqui foi um trabalho nosso conjunto ASSIPI/SINEC, junto a Parlamentares/FIEB/SEFAZ- BA, e no final conseguimos que tais produtos estejam fora da regra. Sem nenhum idealismo político, mas por questão de justiça, saibam que o sucesso foi alcançado graças a grande atuação do nosso Senador Walter Pinheiro. A lógica foi muito simples: Como o governo concede incentivos fiscais para produtos que cumpram seus respectivos PPB Processos Produtivos Básicos, que impõem regras de adensamento da cadeia produtiva com conteúdo nacional e tais produtos por também possuírem insumos de alto valor agregado e não produzidos no Brasil sejam considerados importados, mesma regra vale para os produtos industrializados na ZFM Zona Franca de Manaus (Incentivos conforme o DL 288/67), que goza de alguns incentivos garantidos inclusive na Constituição Federal. Nossos argumentos foram suficiente para que já ao apagar das luzes o objetivo tenha sido alcançado.

9 3 OUTRAS QUESTÕES FISCAIS/OPERACIONAIS 3.1 Acúmulo de Crédito Fiscal Saídas Internas e o acúmulo de crédito fiscal Nas saídas internas não há nenhuma referência na Resolução 13 acerca de alíquotas ou procedimentos, donde resulta algum (ns) ponto (s) a ser (em) definido(s): - Saídas Internas de revenda Neste tipo de operação facilmente se identificará através da CST (Código da Situação Tributária) que tal produto foi importado do exterior, assim quem o adquirir deverá nas saídas subsequentes aplicar a regra da alíquota de 4% nas operações interestaduais. Contudo, tal contribuinte irá acumular crédito nesta operação, uma vez que a alíquota interna, via de regra, é 17%, salvo casos de redução da base de cálculo e outros definidos no RICMS de cada estado. - Nas entradas do exterior, casos em que haja o pagamento do ICMS, não é o caso das empresas beneficiárias do Dec. 4316/95, tais operações também irão acumular crédito na mesma forma acima explicado.

10 - Saídas internas de produção do estabelecimento Nesta operação o adquirente receberá a mercadoria com alíquota definida para as operações internas, a natureza da operação constante na NF é de Saída de produção do estabelecimento. Posteriormente, poderá fazer vendas internas e interestaduais com tais produtos, a questão é: 1 Não sendo obrigatório na operação interna o tal CCI Certificado de conteúdo de importação e não havendo nenhuma mudança quanto ás saídas internas, estes produtos sairão SEMPRE com alíquota normal de ICMS. 2 O adquirente revendedor local não tem como fazer a tal conta de CCI, ele não foi o importador e por isso não tem a menor possibilidade de apurar se o conteúdo importado é maior ou menor que 40% - LEMBRANDO QUE A RESOLUÇÃO DEFINIU COMO BASE DE CÁLCULO O VALOR CONSTANTE NA NF DE SAÍDA NAS OPERAÇÕES INTERESTADUAIS, como a primeira saída foi dentro do estado somente a segunda seria fora dele, como fica tal situação??

11 Saídas Interestaduais Nas saídas interestaduais de revenda de produtos, também não vemos maiores problemas, salvo a questão do acúmulo de crédito citado anteriormente. Saídas de produção - Mesmo nas saídas interestaduais, em que haja uma posterior saída para outro estado, fica a dúvida, uma vez que ao colocar a margem de comercialização um novo valor surgirá para efeito de cálculo do conteúdo de importação, sempre lembrando que a base de cálculo é o valor da nota fiscal de saída interestadual. Isso tudo se resume em REGRA DE INCIDÊNCIA, é necessário definir se é aplicável somente na primeira saída ou em toda a CADEIA DE COMERCIALIZAÇÃO, fato que precisa de imediato ser resolvido e regulamentado.

12 Sobre a Fiscalização O estado onde se localiza o emitente da NF não terá o mínimo interesse em determinar uma alíquota de ICMS menor, quer seja por imputar imposto menor que aquele se devido fosse com alíquota de 12% ou 7% (a depender da origem e destino), quer seja para proteger seus programas de incentivo fiscal. Restaria ao estado recebedor fazer tal fiscalização no caso de entradas com alíquotas superiores a 4%, mas quem seria fiscalizado?? O emitente da NF está fora da jurisdição do estado recebedor, o destinatário da mercadoria não tem o poder de fiscalizar seu fornecedor (no caso do produto ainda não ter o tal CCI), restaria ao estado baixar norma só aceitando crédito fiscal de 12% para produtos que já possuam o tal CCI, o que certamente criará um enorme problema entre fornecedor x cliente, uma vez que possivelmente a grande massa de produtos industrializados no país não será influenciada por esta Resolução 13. Mas, o ponto mais forte que vemos é a perda de arrecadação com ICMS dos estados exportadores, os estados consumidores ficarão com a maior fatia do bolo, então qual o interesse destes estados que perderão arrecadação em aplicar a regra de conteúdo de importação superior a 40% e desta forma só arrecadarem 4% de ICMS ao invés de 12% ou 7%?? Quem fiscalizará a emissão dos certificados, admitindo a hipótese de que não seja interessante para nenhum estado perder arrecadação?? Nos estados consumidores esta conta pode ser positiva uma vez que arrecadarão a diferença de alíquota de 4% para a alíquota interna do produto, e para estados do Norte/Nordeste/Centro-Oeste como ficará??

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