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1 Instituto Superior da Maia Av. Carlos Oliveira Campos Castelo da Maia Avioso S. Pedro Telefone: Fax: Filipe Alexandre M. Ferreira N.º Licenciatura em Redes de Comunicação e Telecomunicações Maio 2009

2 ISMAI Maio 2009 Docente da Disciplina de Projecto: Alexandre Pinto Proponente do Projecto: Dílio Ribeiro Aluno: Filipe Alexandre M. Ferreira 3º Ano N.º Licenciatura em Redes de Comunicação e Telecomunicações tel: Ano Lectivo 2008/2009

3 ÍNDICE DE CONTEÚDOS LISTA DE ACRÓNIMOS, DEFINIÇÕES E TERMOS INTRODUÇÃO ÂMBITO OBJECTIVO DO SISTEMA ENTRADAS E SAÍDAS DO SISTEMA PLANEAMENTO DO PROJECTO TAREFAS CALENDARIZAÇÃO ESTRUTURA DE DADOS REDE DE DADOS SIMULADOR DE CARGAS CASOS DE USO CENÁRIO VIRTUAL DE SIMULAÇÃO CASO DE USO SIMULADOR DE CARGAS ARQUITECTURA DO SISTEMA COMPONENTES FÍSICOS COMPONENTES LÓGICOS INTERFACES INTERFACES DO UTILIZADOR DESCRIÇÃO FUNCIONAL DO SISTEMA REDE DE TRANSMISSÃO TECNOLOGIA GbE QoS & DiffServ SISTEMAS DIAGRAMAS DE LIGAÇÕES INTERFACES EQUIPAMENTOS CONFIGURAÇÕES DA REDE TRANSMISSÃO CENÁRIO DE FALHAS SOFTWARE DE CARGAS Filipe Ferreira nº Pág (i)

4 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Simulador Packet Tracer Figura 2 - Linha de comandos IOS Figura 3 - Interface do Simulador de Cargas Figura 4 - Topologia da rede Figura 5 - Diagrama Ligações Rede Figura 6 - Diagrama de Ligações do Switch Figura 7 - Conector RJ Figura 8 - Conector SC de Fibra Óptica Figura 9 - Interfaces externos Figura 10 Módulo de fibra GBIC GbE Figura 11 - Módulo eléctrico GBIC GbE Figura 12 - Switch Cisco Figura 13 - Convergência de Dados Filipe Ferreira nº Pág (ii)

5 LISTA DE ACRÓNIMOS, DEFINIÇÕES E TERMOS CCTV DiffServ GbE GBIC GUI IOS MPLS OSPF SCADA SQL TCP/IP VLAN XML Closed Circuit Television Differentiated Services Model Gigabit Ethernet Gigabit Interface Converter Graphics User Interface Internetwork Operating System Multi Protocol Label Switching Open Shortest Path First Supervisory Control And Data Acquisition Structured Query Language Transport Control Protocol / Internet Protocol Virtual Local Area Network extensible Markup Language Filipe Ferreira nº Pág 1

6 1 INTRODUÇÃO 1.1 ÂMBITO Este documento tem como objectivo implementar um cenário virtual de uma rede de transmissão para um sistema integrado de telecomunicações para um metro ligeiro. Para além deste cenário será implementada uma aplicação de cálculo de cargas de um router que servirá de apoio ao responsável da implementação da rede. O projecto de implementação tenta seguir ao máximo todas as indicações referenciadas na especificação de requisitos anteriormente entregue. 1.2 OBJECTIVO DO SISTEMA Este projecto é baseado num ambiente de simulação e tem como objectivo demonstrar a implementação de uma rede de transmissão para um sistema de transportes ferroviário. Pretende-se que no final da implementação exista um cenário virtual implementado com o auxílio de um simulador de rede e que seja possível extrair as diversas configurações aplicadas de forma a serem possivelmente implementadas em equipamentos reais. Os simuladores de rede propostos são: Packet Tracer Cisco Networking Academy GNS3 GNU Free Software Ambos os simuladores funcionam sobre ambiente Windows, são de fácil utilização e mostram graficamente os resultados pretendidos. A ferramenta de cálculo de cargas de router será desenvolvida num ambiente de programação para Windows, em linguagem.net C#. Pretende-se que no final a aplicação mostre ao utilizador os resultados dos cálculos efectuados. 1.3 ENTRADAS E SAÍDAS DO SISTEMA O sistema a implementar contempla duas partes distintas: configuração de equipamentos, desenvolvimento de uma aplicação. Na configuração dos equipamentos temos: Entradas o Conjunto de comandos de IOS da Cisco que permitam configurar o sistema a propor. Saídas o Ficheiro de texto com as configurações principais dos equipamentos. Filipe Ferreira nº Pág 2

7 Para implementação da aplicação teremos as seguintes: Entradas o Tipos de Equipamentos Router L3 Core; Router L3 Nós Rede. o Características técnicas dos equipamentos Máx. largura de banda suportada. o Nome dos 10 Sub-sistemas SCADA; Informação ao Público; Sonorização; CCTV; Telefones e Telefones de emergência; Bilhética; Rádio de Dados; Sinalização; Sinalização automática de veículo; Gestão. o Nome das estações George Dock; Mayor Square; Spencer Dock; The Point; o Dados dos equipamentos de estação Largura de banda disponibilizada; Taxa de Utilização; Total de Equipamentos do Sistema; Saídas o Router L3 Core: Total largura de banda ocupada; Disponibilidade total do router. o Ficheiro XML com os resultados obtidos na saída. Filipe Ferreira nº Pág 3

8 2 PLANEAMENTO DO PROJECTO O projecto terá uma duração de 6 semanas e terá início em 17 de Maio e termino no dia 26 de Junho de Serão entregues três exemplares em papel da documentação final assim como em formato digital de todo o projecto. 2.1 TAREFAS Esta é a lista de tarefas a desenvolver na implementação deste projecto: Nº Tarefa 1 Implementação da rede transmissão 1.1 Instalação e configuração do software 1.2 Desenhar cenário 1.3 Configuração de equipamentos 2 Testes de implementação 2.1 Conectividade e ligação 2.2 Cenários de falhas 3 Desenvolvimento de software 3.1 Desenhar cenário principal 3.2 Criação e programação de componentes 3.3 Programação do cenário 3.4 Testes e demonstração de resultados 4 Relatório Técnico 4.1 Elaboração da memória descritiva do projecto 4.1 Entrega final do projecto Breve descrição das tarefas a executar: Na tarefa 1 vamos proceder à implementação da rede transmissão e consiste na configuração de routers e switchs. Na tarefa 2 procedemos à execução de alguns testes de conectividade entre equipamentos e implementamos metodologias típicas de falhas entre equipamentos. Na tarefa 3 desenvolvemos a aplicação de simulação de cargas para apoio ao gestor de rede. A tarefa 4 corresponde ao relatório técnico que será elaborado com base na implementação do projecto. Será descrito o que foi implementado, principais dificuldades e resultados obtidos da implementação. Filipe Ferreira nº Pág 4

9 2.2 CALENDARIZAÇÃO O projecto tem início em e termina em Filipe Ferreira nº Pág 5

10 3 ESTRUTURA DE DADOS 3.1 REDE DE DADOS As principais configurações dos equipamentos são exportadas para ficheiro de texto. Tipo de Ficheiro: Texto ASCII Nome do Ficheiro: Equipamento_Estação_Data.TXT Exemplo de Ficheiro: ROUTER_MYQ_ TXT Metodologia: Executar comandos IOS para mostrar as configurações de cada equipamento. Copiar o conteúdo para um editor de texto. Gravar conforme especificado. Cada equipamento terá o seu ficheiro de configurações. Estrutura do ficheiro: texto sequencial formatado da mesma forma do ambiente IOS do simulador. Router#sh interfaces f0/0 FastEthernet0/0 is administratively down, line protocol is down (disabled) Hardware is Lance, address is e58.a401 (bia e58.a401) MTU 1500 bytes, BW Kbit, DLY 100 usec, rely 255/255, load 1/255 Encapsulation ARPA, loopback not set ARP type: ARPA, ARP Timeout 04:00:00, Last input 00:00:08, output 00:00:05, output hang never Last clearing of "show interface" counters never Queueing strategy: fifo Output queue :0/40 (size/max) 5 minute input rate 0 bits/sec, 0 packets/sec 5 minute output rate 0 bits/sec, 0 packets/sec 0 packets input, 0 bytes, 0 no buffer Received 0 broadcasts, 0 runts, 0 giants, 0 throttles 0 input errors, 0 CRC, 0 frame, 0 overrun, 0 ignored, 0 abort 0 input packets with dribble condition detected 0 packets output, 0 bytes, 0 underruns 0 output errors, 0 collisions, 1 interface resets 0 babbles, 0 late collision, 0 deferred 0 lost carrier, 0 no carrier 0 output buffer failures, 0 output buffers swapped out Router# Filipe Ferreira nº Pág 6

11 3.2 SIMULADOR DE CARGAS A aplicação a desenvolver permitirá guardar os resultados num ficheiro XML. Tipo de Ficheiro: XML ASCII Nome do Ficheiro: CENARIO_DATA Exemplo de Ficheiro: CENARIO_ XML Metodologia: O utilizador após obter os dados da simulação carrega no botão GRAVAR e o ficheiro é criado com os resultados da simulação. Estrutura do ficheiro: Exemplo XML: <?xml version="1.0" encoding="ascii"?> -<Cenario> -<Router Name="Router L3 Core"> -<Estacao Name="The Point">> -<Sistema Name="CCTV"> -<Equipamento Name="VideoCodec"> <Unidades>2</Unidades> <LarguraBanda>0.128</LarguraBanda> <Prioridade>1</Prioridade> </Equipamento> </Sistema> </Estacao> </Router> </Cenario> Filipe Ferreira nº Pág 7

12 4 CASOS DE USO 4.1 CENÁRIO VIRTUAL DE SIMULAÇÃO O utilizador irá interagir directamente com o simulador de rede. O simulador é executado sobre um sistema operativo Windows. O utilizador utilizará um simulador de rede para efectuar as configurações dos equipamentos (routers, switchs, computadores, etc). Dentro do mesmo ambiente temos a possibilidade de visualizar todas as configurações e exportar via texto para um editor. Nos testes de falhas podemos retirar uma ligação entre dois nós e verificar a conectividade e a convergência do tráfego de pacotes. 4.2 CASO DE USO SIMULADOR DE CARGAS A aplicação a desenvolver terá três funções: Inserção de dados, Simulação e Cálculo e Gravação. Filipe Ferreira nº Pág 8

13 5 ARQUITECTURA DO SISTEMA 5.1 COMPONENTES FÍSICOS Sendo este projecto baseado em ambiente simulado será apenas utilizado um computador com sistema operativo Windows. 5.2 COMPONENTES LÓGICOS A simulação da rede de transmissão será efectuada com o recurso a um software de simulação Packet Tracer da Cisco. O simulador permitirá efectuar as configurações dos routers tal como em ambiente real. Será desenvolvido um componente aplicacional que não tem interacção com o simulador. É autónomo e serve apenas para efectuar cálculos de carga do router principal. Necessita da instalação da plataforma.net Framework para que possa ser executada. Filipe Ferreira nº Pág 9

14 6 INTERFACES 6.1 INTERFACES DO UTILIZADOR O simulador de rede Packet Tracer é composto por um ambiente gráfico interactivo. Permite desenhar um cenário virtual de uma rede, efectuar simulações e configurações da mesma forma que é utilizado num cenário real. Figura 1 - Simulador Packet Tracer A implementação é feita com a selecção dos diversos equipamentos disponibilizados na área de equipamentos. Com o método de drag and drop é montado todo o cenário de uma forma simples e interactiva. Figura 2 - Linha de comandos IOS Filipe Ferreira nº Pág 10

15 Para efectuar as configurações de equipamentos temos a possibilidade de efectuar através de modo gráfico (apenas possível por ser um simulador) ou modo comando. O modo de comando funciona da mesma forma como numa utilização física real. Para aceder à lista de comandos disponível basta colocar? na linha de comandos ou consultar o manual de configuração do equipamento. Os comandos necessários à configuração dos equipamentos serão descritos no ponto de descrição do sistema. O simulador de cargas a desenvolver será constituído por um formulário principal que contém: Zona de inserção de dados Inserimos as estações, sistemas e os equipamentos Zona de simulação Inserimos a largura de banda máxima dos routers, um botão para efectuar o cálculo e outro para gravar. Figura 3 - Interface do Simulador de Cargas Filipe Ferreira nº Pág 11

16 7 DESCRIÇÃO FUNCIONAL DO SISTEMA 7.1 REDE DE TRANSMISSÃO A rede de transmissão a implementar é composta por um anel (anel #4) de fibra óptica que interliga todas as estações através de um ponto central (Router L3 Core). Cada nó da rede é constituído por um router L3 que assegura a transmissão da informação para o sistema central e por um switch de 24 portas Fast-Ethernet para a conectividade com os diversos sistemas exteriores. Esta topologia de rede permite uma segurança às comunicações visto que minimiza a possibilidade de colisões. Em casos de perda de ligação num dos nós a transmissão é assegurada uma vez que existem mecanismos de fecho de anel. Figura 4 - Topologia da rede Assumimos que existem mais anéis de fibra que constituem a rede final, no entanto no âmbito deste projecto será apenas especificado o anel #4 da rede. [Requisito nº 1 da ER] A solução a apresentar tem como base uma rede Gigabit Ethernet (GbE) a uma taxa máxima de transmissão de 1000 Mbps. Os equipamentos de transmissão (routers) disponibilizam interfaces de fibra óptica possibilitando a ligação a alta velocidade entre os nós da rede. Filipe Ferreira nº Pág 12

17 O tráfego a ser transmitido será totalmente IP uma vez que todos os equipamentos dos sistemas disponibilizam interfaces Ethernet ou Fast-Ethernet e no caso de utilização de equipamentos com interfaces de fibra é utilizado um conversor óptico-eléctrico e eléctrico-óptico nas terminações TECNOLOGIA GBE A tecnologia GbE é baseada nos princípios da camada 3 do modelo OSI e está focada principalmente no protocolo de routing OSPF. O protocolo OSPF é baseado em mecanismos link-state em que todos os routers do mesmo domínio trocam informação entre eles de forma a cada um saber qual a topologia da rede. Cada router efectua testes do estado da ligação com os routers mais próximos e envia a sua informação de forma automatizada para todos. Cada router recebe o pacote de link-state e processa as tabelas de routing aplicando algoritmo de caminho mais curto (Dijkstra). O algoritmo calcula o caminho mais curto para todos os destinatários de uma determinada fonte baseando-se em métricas. O processamento é feito localmente em cada router e não está dependente de um ponto central. Alguns dos benefícios OSPF: Convergência melhorada. As rotas são recalculadas rapidamente caso haja alterações do estado da rede Tráfego do protocolo de routing minimizado Balanceamento de carga. O protocolo providencia suporte para custo igual para rotas múltiplas. Tipo de serviço. Rotas separadas podem ser calculadas para cada tipo de serviço IP. Standard de protocolo aberto [Requisito nº 2 e 3 da ER] QOS & DIFFSERV O protocolo DiffServ será implementado como solução para disponibilizar qualidade de serviço. O DiffServ especifica uma arquitectura de simples que permite mecanismos de classificação, gestão de tráfego de rede e QoS integrados numa rede moderna e escalável. Este protocolo pode por exemplo providenciar baixa latência, garantindo serviço a tráfego crítico como é o caso da voz e vídeo enquanto providencia apenas tráfego de melhor esforço para garantir serviços menos críticos como tráfego Web. O DiffServ trabalha com base no princípio de classificação de tráfego onde cada pacote é colocado dentro de uma classe limitada de tráfego em vez de diferenciar o tráfego de acordo com os requisitos individuais. Cada router da rede é configurado para diferenciar tráfego baseado na sua classe. Cada classe pode ter métodos de gestão diferentes assegurando Filipe Ferreira nº Pág 13

18 preferencialmente o tratamento de tráfego mais prioritário. O tráfego pode ser classificado por diversos parâmetros, tais como endereço fonte, endereço de destino, tipo de tráfego. O MPLS não será implementado por razões técnicas do simulador Packet Tracer mas as configurações podem ser implementadas no simulador GNS3 com recurso a um router Cisco série Se houver disponibilidade dentro dos timings do projecto será implementada, no entanto a visualização do seu funcionamento não é garantida neste âmbito. [Requisito nº 10 da ER] SISTEMAS Os sistemas aqui descritos são baseados num sistema real e por impossibilidade do âmbito deste projecto todos os equipamentos utilizados em ambiente de simulador serão substituídos por um computador, servidor ou telefone. [Requisito nº 4 da ER] A lista dos principais sistemas associados a um sistema de comunicações para metro ligeiro é: Sistema Equipamento Funções Informação Público Bilhética CCTV Telefones Sinalização Painéis de Informação Colunas de Som Máquinas Bilhetes Validador Bilhetes Codec Video Câmaras de Vídeo Vigilância Telefone VoIP Telefones Emergência Sinalização/Detecção Veículo Comunicações Permitem ao utilizador visualizar informação relativa ao tempo de espera do próximo veículo. Permitem ao utilizador ouvir a mesma informação que é apresentada nos painéis. Venda automática de bilhetes ao utilizador final Permite a validação dos bilhetes Permite a compressão de vídeo capturada pelas câmaras de vídeo de forma a transformar em pacotes IP e disponibilizar na rede de transmissão. Permite a visualização dos locais/estações Permite a utilização para fins de manutenção ou operação no centro de comando. Telefones localizados na estação e servem de apoio ou ajuda em qualquer situação. Permite controlar e auxiliar a condução do veículo ao longo da via. Utilizadas em situações de confirmação de aproximação de cruzamentos e em situações de emergência. Filipe Ferreira nº Pág 14

19 SCADA Rádio Transmissão Unidade Aquisição Dados Unidade Controlo Estação Base Manutenção Captura todos os sinais de contactos digitais e disponibiliza-os à unidade de controlo. Efectua o controlo dos sinais digitais e disponibiliza-os ao sistema de gestão central. Utilizada para comunicações via rádio. Permite visualizar a posição do veículo a qualquer instante. Permite a interligação entre nós e centro de comando e disponibiliza o tráfego dos equipamentos das estações para monitorização DIAGRAMAS DE LIGAÇÕES REDE TRANSMISSÃO As ligações que suportam esta topologia são efectuadas com recurso a fibra óptica mono-modo (F.O. SM) utilizando cartas com conectores SC. As ligações entre o switch e o router são em cabo entrançado UTP com cartas de GbE. Figura 5 - Diagrama Ligações Rede Filipe Ferreira nº Pág 15

20 SISTEMAS Em cada nó da rede temos um switch que recebe as ligações externas da estação e liga no router da mesma estação. Cada equipamento de exterior liga a sua interface de dados à porta respectiva no switch conforme diagrama. Figura 6 - Diagrama de Ligações do Switch INTERFACES INTERNOS O interface entre os nós de rede é feito através de fibra óptica utilizando conectores standard SC. O interface entre o equipamento de transmissão e os diversos sistemas é feito por cabo de cobre entrançado e utilizando conectores RJ45. Ambas as conexões seguem os standards Ethernet. O RJ45 é o conector mais comum para utilização em redes Ethernet. Utiliza 4 pares de cobre entrançado. Figura 7 - Conector RJ45 Filipe Ferreira nº Pág 16

21 O SC é um conector simples e eficiente que usa um sistema simples de encaixe e oferece pouca perda de sinal. É utilizado em fibra monomodo ou multimodo em cabos de 50/125μm ou 62,5/125μm. Figura 8 - Conector SC de Fibra Óptica [Requisito nº 6 da ER] EXTERNOS De uma forma mais resumida podemos ver que todos os equipamentos de estação (colocados num bastidor de comunicações ou no exterior) têm interface de rede com a rede (switch) que por sua vez comunica com o sistema de base de transmissão (backbone). Equipamentos Exterior Sistema de Transmissão Sinalização Informação ao Público CCTV Sonorização (Fibra óptica) Bilhética Gestão Radio de Dados Figura 9 - Interfaces externos 7.2 EQUIPAMENTOS ROUTERS O router a utilizar na simulação é personalizável uma vez que existem algumas limitações a nível de modelos disponíveis que satisfaçam as necessidades. O router principal (Router L3 Core) é composto por quatro módulos GbE (PT-ROUTER-NM-1FGE). Filipe Ferreira nº Pág 17

22 Figura 10 Módulo de fibra GBIC GbE Os routers dos nós de estação são igualmente modulares. São constituídos por dois módulos GBIC GbE (PT-ROUTER-NM-1FGE) de fibra óptica para interligação entre nós e possui dois módulos eléctricos GbE (PT-ROUTER-NM-1CGE) para ligação com o switch dos sistemas. Figura 11 - Módulo eléctrico GBIC GbE Ambos os módulos são suportados pelos modelos Cisco 2691, 3660, 3725 e SWITCHS O modelo do switch a utilizar na implementação deste projecto será o Cisco 2960 de 24 portas Fast-Ethernet e 2 portas Gigabit Ethernet. As 24 portas são para uso comum e pretende-se ligar os sistemas de exterior. As duas portas de uplink GbE ligam ao router para garantir a transmissão. Figura 12 - Switch Cisco 2960 Filipe Ferreira nº Pág 18

23 7.3 CONFIGURAÇÕES DA REDE TRANSMISSÃO DEFINIÇÕES DE NOMES ROUTERS o Central Router_L3_Core o Mayor Square Router_MYQ o Spencer Dock Router_SPK o The Point Router_TPO o George s Dock Router_GDO SWITCHS o Mayor Square Switch_MYQ o Spencer Dock Switch _SPK o The Point Switch _TPO o George s Dock Switch _GDO Configurar o nome de cada equipamentos para uma fácil leitura quando acedido através de linha de comando. As siglas associadas à estação serão utilizadas em todos os tipos de configurações de equipamentos. Comando: hostname [nome_equipamento] SEGURANÇA De forma a garantir que os equipamentos de rede sejam seguros contra intrusos é necessário inibir o acesso ao router através de autenticação. Comando: enable password [password] Filipe Ferreira nº Pág 19

24 ENDEREÇAMENTO IP Os equipamentos serão configurados seguindo uma metodologia de atribuição de endereços divididos pelos diversos atributos. Rede Máscara de Rede 10.Sistema.Local.Equipamento A filosofia de atribuição de endereços será a seguinte gama de endereçamento: Sistemas Em que os octetos ficam divididos da seguinte forma: 2º Octeto Sistema 1 Sinalização 2 SCADA 3 Informação ao Público 4 Rádio 5 CCTV 6 Telefones 7 Transmissão 8 Bilhética 9 Gestão Restantes Reserva 3º Octeto Local 1 George Dock 2 Mayor Square 3 Spencer Dock 4 The Point Square Restantes Reservados 4º Octeto Equipamento 1-19 Servidores 20 Manutenção Equipamento de centro comando 80 Equipamento de modo degradado Estações de Operação Reservados 254 Gateway (switch L3) Filipe Ferreira nº Pág 20

25 VLANS Os endereços dos sistemas são configurados seguindo o esquema de atribuição de portas atrás descrito no diagrama de ligações do switch de sistema (7.1.4). Procedimento: 1º Efectuar a configuração das VLAN s 2º Assignar portas às VLAN s respectivas Para todos os switchs configurar as seguintes VLAN s: VLAN ID Sistema Portas do Switch 1 Sinalização 18 2 SCADA Informação ao Público Rádio 21 5 CCTV Telefones Transmissão Bilhética 22 ROUTING OSPF Para efectuar a configuração de um interface de rede é necessário configurar individualmente cada porta. Os routers têm apenas de ser configurados as portas de uplink para cada um dos seus nós. Interfaces OSPF Método de configuração de uma porta do router: Router#configure terminal Router(config)#interface GigabitEthernet0/0 Router(config-if)#ip adress Router(config-if)#no shutdown Equipamento GBIC Endereço Máscara de Rede Router_L3_Core Router_MYQ Router_SPK Filipe Ferreira nº Pág 21

26 Router_TPO Router_GDO QoS A qualidade de serviço será garantida através da configuração do protocolo Diffserv. O protocolo define métodos e classes de precedências de tráfego. A tabela seguinte mostra os diversos tipos de classes: Drop Precedence Class 1 Class 2 Class 3 Class 4 Low Drop Precedence Medium Drop Precedence High Drop Precedence O valor de DSCP é calculado de acordo com o tipo de precedências pretendido; Classe de Tráfego Valor DSCP Prioritário Alto Nível 14 Prioritário Nível Médio 12 Não Prioritário 10 Para cada sistema classificar estes níveis de prioridades de acordo com o tráfego disponibilizado: Sistema Sinalização SCADA Informação ao Público Rádio CCTV Telefones Transmissão Bilhética Classe de Tráfego Prioritário Alto Nível Prioritário Nível Médio Não Prioritário Prioritário Nível Médio Não Prioritário Prioritário Nível Médio Prioritário Alto Nível Prioritário Alto Nível Filipe Ferreira nº Pág 22

27 7.4 CENÁRIO DE FALHAS Quando existe uma quebra de um link é necessário activar mecanismos de fecho de anel de forma a que na rede não se seja afectada com atrasos na transmissão. O que se pretende fazer é desactivar uma ligação entre dois nós da rede e tentar enviar um pacote de informação de um nó para outro que atravesse o link que será quebrado. Após a desactivação a rede será capaz de entregar o pacote no destino mas por um caminho alternativo. Será medido o tempo de resposta de envio de pacotes no cenário normal e depois da quebra de ligação. Assim poderá ser comparado os tempos e a convergência que a rede tem numa situação anormal. Figura 13 - Convergência de Dados 7.5 SOFTWARE DE CARGAS A largura de banda associada a cada sistema é: Sistema Equipamento Largura de Banda (Mbps por unidade) Informação Público Painel Informação 0,128 Codec Áudio 0,128 Bilhética Máq. Bilhetes 0,128 Validador Bilhetes 0,128 CCTV Codec Video (Visualização) 2,1 por câmara de vídeo Codec Vídeo (Gravação) 0,6 por câmara de vídeo Telefones Telefone VoIP 0,064 Sinalização Conversores Série/Ethernet 0,128 SCADA Unidade Aquisição Dados 0,128 Unidade Controlo 0,128 Rádio Estação Base 2,0 Geral Manutenção Variável Filipe Ferreira nº Pág 23

28 Estas definições podem servir como base para implementação do simulador de cargas. INSERÇÃO DE DADOS Classe Equipamento Atributos e tipo de dados: Name : String Unidades : Numérico Largura de Banda : Numérico Prioridade : Numérico MÉTODO DE CÀLCULO 1º Calcular a Largura de Banda total dos equipamentos e obtemos a largura de banda total do sistema. Largura de Banda Total Sistemas = Largura de Banda Equipamento x Unidades 2º Somar a Largura de Banda de todos os sistemas e obtemos a largura de banda da estação Largura de Banda Estação = SUM (Largura de Banda dos Sistemas) 3º Calcular a carga total do router (%) Carga Total = (Largura de Banda Router / Largura de Banda Total Estações) * 100 4º Calcular a disponibilidade do router (%) Disponibilidade = 100 Carga Total RESULTADOS o Total largura de banda ocupada; Percentagem o Disponibilidade total do router; Percentagem Filipe Ferreira nº Pág 24

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