CENÁRIO ATUAL DA UTILIZAÇÃO DOS SOFTWARES DE VOIP

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1 CENÁRIO ATUAL DA UTILIZAÇÃO DOS SOFTWARES DE VOIP CRUZ, Alexander Junio Felipe da (1); SANTOS, Danilo Fernandes dos (1); ARAÚJO, Diego Castell Vieira de (1); ARAÚJO, Fábio Edson Rabelo de (1); SANTOS, Carlos José Giudice dos (2); MAIA, Luis Claudio Gomes (2). (1) Graduandos do Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores da Faculdade Pitágoras de Belo Horizonte (DEZ/2012). (2) Orientadores da pesquisa e professores do Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores da Faculdade Pitágoras de Belo Horizonte (DEZ/2012). Resumo A utilização da tecnologia VoIP dentro de ambientes corporativos vem crescendo cada dia mais e isso está contribuindo para o surgimento de alguns softwares livres e proprietários para gerenciar essa tecnologia. Este estudo tentou identificar o tipo de software mais adotado para gerenciar o serviço de telefonia sobre IP dentro das organizações e alguns fatores que foram determinantes para o responsável pelo gerenciamento deste serviço optar pelo software utilizado. A metodologia utilizada na pesquisa foi explicativa em relação aos objetivos. A coleta e análise de dados se basearam em questionários enviados para responsáveis pelo setor de telecomunicações de diversas empresas que utilizam a tecnologia VoIP como meio de comunicação. Palavras- chave: VoIP; Software de gerenciamento de VoIP; Asterisk. 1 Introdução Com o desenvolvimento tecnológico no ramo das telecomunicações, surge na década de 90 o chamado Voice over Internet Protocol (VoIP) ou simplesmente telefonia IP. A telefonia IP ou VoIP se refere à transmissão de chamadas telefônicas de voz através de uma rede IP. Comer (2005) afirma que os principais motivos para implantar a tecnologia de telefonia IP são o custo menor em relação à telefonia tradicional e a qualidade de transmissão. Dois elementos são fundamentais para que o VoIP funcione corretamente: a largura de banda e a Quality of Service (QoS - Qualidade de Serviço). À medida que o uso

2 2 da tecnologia cresce e as empresas passam a adotar o VoIP como alternativa à telefonia convencional, deve-se levar em consideração a QoS e os softwares que irão gerenciar esta aplicação, seja em plataforma livre ou proprietária. As empresas que optarem por softwares livres devem escolher preferencialmente os de código aberto. Este tipo de software pode ser modificado de acordo com as necessidades da empresa. Estas modificações podem contribuir para o desenvolvimento do programa, mas exigem um conhecimento muito específico. As empresas que optarem por softwares proprietários não terão acesso ao código fonte do programa. Deste modo, elas não podem alterar o programa de acordo com suas necessidades. Por outro lado é feito um contrato de suporte com a empresa responsável, que formaliza a garantia de uso e as possíveis alterações e atualização do software. Porém, essas facilidades elevam o custo do projeto de implantação dessa tecnologia. Analisando estes conceitos envolvidos em softwares livres e proprietários, surgiu a seguinte dúvida: Qual é o cenário atual de utilização de softwares de gerenciamento em aplicações VoIP? Essa pesquisa teve como objetivo geral levantar, dentro do cenário atual, qual a plataforma mais utilizada para gerenciar as aplicações VoIP dentro de algumas empresas que adotaram este tipo de tecnologia na região sudeste. 2 A tecnologia VoIP e a QoS Com a crescente evolução da tecnologia VoIP, surgem alguns fatores que devem ser levados em consideração desde a parte física até a lógica, fatores estes que abordam o tipo de hardware e o software de gerenciamento desta aplicação. O hardware usado para organizar o tráfego dos pacotes de voz na rede também é um fator importante nesse processo, pois de acordo com Moraes (2008), devido ao fato dos pacotes passarem por rotas diferentes, pode ocorrer deles não chegarem na ordem correta, podendo não ser reproduzido naquele momento da chamada, e esse pacote então é descartado.

3 3 Conforme Tanenbaum (2003), o mesmo número de bits de dados transferidos em uma rede é utilizado também para transferir dados de voz, ou seja, em uma rede que há tempos atrás trafegava apenas dados, começou a trafegar voz. O que devemos observar é que a infraestrutura de dados e voz é a mesma, podendo impactar no desempenho de envio dos bits. Comer (2005) esclarece que uma chamada de voz digitalizada produz dados a uma taxa de 64 Kbps, e várias chamadas de voz sendo realizadas ao mesmo tempo pode levar lentidão a uma rede tanto no tráfego de dados como no tráfego de voz. Portanto, esse fato deve ser observado no momento da implantação para que não haja transtornos futuros. O mesmo autor ainda afirma que uma chamada telefônica é interativa, ou seja, é uma troca em tempo real, porque o áudio precisa ser distribuído sem retardo significativo. Se isto não acontecer, os usuários acharão o sistema insatisfatório. Como consequência disso, de acordo com Tanenbaum (2003), muitas operadoras de redes de comutação de dados ficaram interessadas em transportar voz sobre suas redes de dados, tendo em vista que a largura de banda adicional exigida é minúscula em relação à rede de dados, o que torna o VoIP uma alternativa atraente em relação à telefonia convencional, se levado em conta a largura de banda exigida para que o VoIP funcione adequadamente. Almeida (2008) exemplifica as características e a definição das topologias existentes na comunicação VoIP. A topologia ponto-a-ponto não tem um controlador ou intermediário para executar as chamadas e a identificação personalizada. Nesse contexto, Santos (2006) esclarece que a topologia multiponto tem o servidor que controla as chamadas através de um ou mais terminais inteligentes. Assim o terminal consegue interligar-se à telefonia convencional e habilitar mais recursos, tais como identificação de chamadas, espera de chamada, secretária eletrônica, por voz, entre outros. Portanto, após definir a arquitetura, suas necessidades de largura de banda, QoS e topologia, é necessário analisar o software de gestão, seja este proprietário ou livre. Paternostro (2004) comenta as vantagens do software de código aberto, que permite fazer alterações de acordo com as necessidades da empresa. Um dos softwares de

4 4 código aberto para gestão de VoIP mais utilizados é o Asterisk. Para explorar o Asterisk, os autores Meggelen et al (2005) abordam algumas definições da infraestrutura VoIP: o Private Brand Exchange (PABX), a telefonia convencional, o gateway, o Media Gateway Control (MGC), a Multipoint Control Unit (MGU) e a rede IP. O que podemos notar, de acordo com Wirth (2009), é que as redes convergentes estão invadindo o mercado de uma forma agressiva e as operadoras começam a ter uma preocupação maior com a QoS, investindo pesado em roteadores para comutação dos dados que estão conectados tanto na rede IP, quanto na rede Public Switched Telephone Network (PSTN - Rede Pública de Telefonia Comutada). De acordo com Tanenbaum (2003), esse fator supostamente seria o que levou as operadoras a terem essa preocupação com a QoS. Com o passar dos anos, o que se nota é que as pessoas começam a consumir mais largura de banda. Wirth (2009) ainda afirma que o outro fator interessante são os roteadores permitirem comutações inteligentes, ou seja, em chamadas em tempo real de um VoIP para uma PSTN, caso haja um congestionamento na rede IP, eles bloqueiam a rede IP e fazem o roteamento dos pacotes para PSTN, fazendo com que as chamadas não sejam perdidas ou fique ruim a qualidade devido a alguma falha no processo de comutação dos dados. Não só o mundo corporativo, mas os usuários que utilizam o VoIP, de acordo com Tanenbaum (2003) vêm crescendo muito. Ilustrando este fato, Wirth (2009) aponta que o Centro de Informações Públicas da China, responsável pela distribuição de informações tecnológicas através de toda rede pública popular da China, implementou o VoIP em sua rede e desenvolveu um conjunto de requerimentos para a arquitetura da sua rede. É interessante notar a preocupação com a QoS, mesmo em ambientes em que há pouca largura de banda disponível. Os requerimentos primordiais são a qualidade na voz, a confiabilidade através de backup, a habilidade de comutação inteligente e uma ótima compressão da voz. Percebe-se com o passar dos anos que a QoS se tornou um fator primordial para que essa tecnologia funcione atendendo aos padrões básicos para o seu uso, não apenas para as grandes corporações, mas também para todos os usuários que

5 5 utilizam dessa tecnologia. O atual cenário de desenvolvimento tecnológico aponta o VoIP como uma possibilidade de vir a se tornar o principal sistema de telefonia do mundo, podendo realizar chamadas internacionais com alta definição de voz sem que ocorram atrasos ou cortes nas chamadas. 3 Softwares VoIP utilizados O Asterisk é um software baseado na plataforma Linux. Para funcionar basta ser instalado em um servidor operacional e, com algumas configurações técnicas, a sua rede está apta para utilizar a comunicação via IP. Tem a opção de interligar telefones convencionais ou analógicos, realizar videoconferências, etc. Atualmente o Asterisk é um software que vem ganhando o mercado pelas soluções que vem oferecendo, graças aos esforços de desenvolvimento e aprimoramento do produto pela comunidade Linux. A plataforma do Asterisk foi originalmente desenvolvida para Linux, mas atualmente pode ser executado no OpenBSD, FreeBSD, Mac OS X, NetBSD e em sistemas operacionais desenvolvidos pela Microsoft. O outro software de gerenciamento é o Call Manager Cisco, um software proprietário que oferece seu serviço em estações de trabalho garantindo usabilidade, segurança e alto desempenho. Todavia, este software foi criado para atender servidores que possuem hardwares robustos de acordo com o manual Cisco IP Communicator versão 2.0 (2012). 4 Metodologia da pesquisa Com relação aos objetivos, esta pesquisa teve caráter explicativo. Gil (2002) afirma que [...] esse tipo de pesquisa é a que mais aprofunda o conhecimento da realidade, porque explica a razão, o porquê das coisas. Essa pesquisa analisou os motivos pelos quais algumas empresas adotam o software livre ou software proprietário para gerenciar suas aplicações VoIP. Para avaliar o cenário atual do uso dos softwares nas aplicações VoIP nas empresas, a coleta de dados foi feita por meio de questionários, buscando possíveis argumentos que justifiquem a escolha do software livre e proprietário.

6 6 A análise de dados da pesquisa teve caráter qualitativo. 4.1 Coleta de dados A coleta de dados foi iniciada com o envio de 80 s para responsáveis pelo setor de telecomunicações de empresas na região Sudeste do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo), solicitando que respondessem a um questionário contendo 9 perguntas sobre a utilização, funcionamento e manutenção dos softwares que gerenciam a aplicação VoIP dentro dessas empresas. O objetivo pretendido era levantar indicadores sobre a utilização dos softwares que gerenciam as aplicações VoIP. Dos 80 s enviados, apenas 11 foram respondidos. 4.2 Análise dos dados coletados Ao analisar os questionários respondidos, constatamos que as empresas que utilizam software livre adotaram o Asterisk. As demais empresas que utilizam software proprietário optaram pelo Call Manager Cisco. De acordo com os resultados da pesquisa, com a escolha do software livre Asterisk, as empresas visam a redução de custo e a praticidade. Este fato é confirmado por PEREIRA (2010), quando ele nos esclarece que: O Asterisk é uma ferramenta sensacional, pois somente com a instalação do sistema em um computador é possível disponibilizar uma grande quantidade de recursos e funcionalidades, dependendo apenas de uma operadora de telefonia para efetuar as ligações externas e isso é possível de diversas maneiras [...]. Por outro lado as empresas que adotaram o software proprietário Call Manager Cisco priorizam a segurança, melhor gerenciamento e suporte qualificado. As empresas entrevistadas responderam que não trocariam o software utilizado por outro de outra plataforma. Em uma das questões tentamos verificar o nível da importância do VoIP nas empresas. Das onze empresas pesquisadas, dez empresas acreditam que o VoIP é importante para o negócio, e uma empresa que utiliza software livre, acredita que é vital ao seu negócio. Esse fato comprova os benefícios que as redes convergentes

7 7 oferecem e a facilidade em fazer ligações de qualquer parte geográfica. Nesse sentido, SATO (2004) afirma que: Uma solução PABX IP diminui o custo das ligações de longa distância para telefones fixos ou celulares, utilizando-se de provedores ITSPs (Provedores de Serviços de Telefonia IP), pois o custo dessas ligações são menores por utilizar a Internet como meio de transmissão, além da possibilidade de programar o PABX IP para utilizar sempre a rota de menor custo. Uma das perguntas da pesquisa questionou a frequência de ocorrência de problemas nas ligações durante o expediente de trabalho. Dez empresas responderam que não tem nenhum problema com as ligações. Apenas uma empresa (que utiliza software livre) apontou que ocorrem poucos incidentes de degradação de desempenho. De acordo com os questionários respondidos nas empresas fizemos a análise e constatamos que 45% das empresas utilizam o software livre e 55% utilizam software proprietário. Notamos que a escolha da plataforma a ser utilizada depende de vários fatores como: porte da empresa, necessidade do uso da aplicação, custobenefício, segurança e disponibilidade. Constatamos também que metade das empresas entrevistadas utilizam a telefonia convencional como contingência. 5 Considerações finais A partir dos questionários respondidos, verificamos que algumas empresas vêm fazendo o uso desse serviço há anos. Entretanto, somente recentemente esta tecnologia tornou-se madura e com um custo acessível às pequenas e médias empresas, ou seja, começou a se consolidar o uso da tecnologia VoIP. Portanto, as empresas confiam nos benefícios que o VoIP oferece para o seu negócio. Foi consenso também que as empresas que utilizam software livre ou software proprietário confiam que o software responsável pelo gerenciamento do PABX não é o culpado por problemas durante os horários de congestionamento. Este estudo não alcançou os resultados esperados, devido à baixa adesão das empresas à pesquisa. Verificamos também que deveríamos ter nos preocupado em questionar as empresas sobre os provedores de serviço. Diante deste cenário, a pesquisa não foi conclusiva.

8 8 Referências ALMEIDA. Fernando Luís Ferreira de. O impacto do software na telefonia IP Disponível em: <http://www.iadis.net/dl/final_uploads/200819c 061.pdf>. Acesso em: 25 maio Cisco IP Communicator versão 2.0: Requisitos de hardware e de plataforma.estados Unidos. Disponível em: <http://www.cisco.com/en/us/docs/ voice_ip_comm/cipc/2_0/brazilian_portuguese/user/guide/ipcf1ptb.pdf>. p. 8. Acesso em: 14 nov COMER, Douglas E. Interligações de redes: TCP/IP. In:. Redes de computadores. 5. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, cap. 28, p GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa: como classificar as pesquisas?. 4. ed, São Paulo: Atlas, 2002.p MEGGELEN, Jim Van; SMITH, Jared; MADSEN, Leif. Asterisk: o futuro da telefonia. Rio de Janeiro: Alta Books, MORAES, Alexandre Fernandes. Redes de computadores: fundamentos. 6. ed. São Paulo: Érica, PATERNOSTRO, Luiz Carlos Brito. Escondendo o código aberto, ou O esoterismo esclarecido. DataGramaZero Revista de Ciência da Informação, v.5, n.4, ago/2004. Disponível em: < ago04/art_04.htm>. Acesso em: 22 nov PEREIRA. Alberto Rodrigo. Asterisk - O sistema de telefonia open source Disponível em: <http://www.vivaolinux.com.br/artigo/asterisk-o-sistema-de-telefoniaopen-source>. Acesso em: 22 nov SANTOS. Daniel Lima. Estudo de soluções VoIP baseadas em software livre: Topologias. Fortaleza Disponível em: <http://www.dnocs.gov.br/php/util/downloads_file.php?dir=&file=/home/util/livres/ebo oks/monografias/estudos_de_solucoes_voip_baseadas_em_software_livre.pdf>. Acesso em: 25 mai SATO. Alberto Mitsuo. PABX IP Disponível em: <http://www.teleco.com.br/pdfs/tutorialpabx.pdf>. Acesso em: 22 nov TANENBAUM, Andrew S: Redes de computadores. 5. ed. Rio de Janeiro: Campus, WIRTH, Almir. IT Master: tecnologias de redes e comunicação de dados. 2. ed. São Paulo: Alta Books, 2009.

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