FACULDADES INTEGRADAS DO INSTITUTO PAULISTA DE ENSINO E PESQUISA

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1 FACULDADES INTEGRADAS DO INSTITUTO PAULISTA DE ENSINO E PESQUISA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM INFORMÁTICA - DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE CAMPUS CAMPINAS Voz sobre IP ( Voip ) RODRIGO CAMPOS DO AMARAL Data de entrega (12/2005) 1

2 Monografia apresentada à banca examinadora para a conclusão do Curso Superior de (TECNOLOGIA EM INFORMÁTICA - DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE), das Faculdades Integradas do Instituto Paulista de Ensino e Pesquisa (FIPEP), campus Campinas, sob o título: Voz sobre IP. Autor: Rodrigo Campos do Amaral Orientador: Marcel Castro 2

3 AGRADECIMENTOS: Primeiramente agradeço a Deus por ter feito com que eu estivesse aqui para a conclusão de mais uma etapa de minha vida. Agradeço também a meu Pai, Pedro Célio Campos do Amaral, minha mãe, Sônia Maria Morais do Amaral e a meu irmão Raphael Campos do Amaral por me apoiar em todas as partes do curso. A minha esposa, Priscila Luana Boro do Amaral e ao meu filho Matheus Pietro Boro do Amaral, pois foram eles que me deram força para chegar onde estou e por me apoiarem em todos os momentos de minha vida. Agradeço também aos meus colegas de classe que me ajudaram de forma direta e indireta na conclusão do curso. E não poderia deixar de agradecer a todos os professores, coordenadores, monitores,... Faço um agradecimento em especial ao meu coordenador de monografia, Marcel Castro por ter orientado o caminho para a elaboração do trabalho de conclusão de curso. 3

4 DEDICATÓRIA Dedico está trabalho de conclusão de curso aos meus Pais, Pedro Célio Campos do Amaral e Sônia Maria Morais do Amaral, ao meu irmão Raphael Campos do Amaral, a minha esposa Priscila Luana Boro do Amaral, ao meu filho Matheus Pietro Boro do Amaral, a todos os meus familiares a todos os meus colegas/amigos que torceram para mim e a todos professores que me ajudaram na elaboração do trabalho.. 4

5 RESUMO Para uma melhor apresentação este trabalho será dividido em duas etapas. Na primeira estarei abordando o funcionamento da tecnologia de Voz sobre IP (protocolos H.323, SIP e Megaco e a troca de sinalização entre os mesmos). Na segunda parte será apresentado um projeto de implementação em um ambiente empresarial onde foi realizado um estudo da infra-estrutura de telefonia existente para a tecnologia VoIP, esta implementação teve como principal objetivo a redução de custo nas ligações, pois foram interligados os 8 sites da empresa todos utilizando o protocolo H.323. Palavras Chave Voip, Telefonia IP,Implementação do Voip. 5

6 ABSTRACT This work being to show the firts part of work to standed to explicated to function of voice techologe about IP ( protocol H.323, SIP and Megaco and exchange the signal). The second part to being to show a implant project in the business where to achievw study about infra-stucture phone to exist for technologi VoIP this implementation have to object principal the reductios cost to ring up, because were site of business utilizing the protocol H.323. Key Words Voip, Phone IP,Implementation of Voip. 6

7 SUMÁRIO Agradecimentos... 3 Dedicatória... 4 Resumo... 5 Abstract... 6 Lista de Figuras... 9 Lista de Tabelas Nomenclatura Introdução Funcionamento de Voz sobre IP O que é VoIP Funcionamento do VoIP Voz QOS ( Qualidade de Servi co ) Codec Economia Protocolos H Arquitetura H Componente do H Benefícios do H Sip Arquitetura SIP Componente do SIP SIP x H Megaco Arquitetura Megaco Troca de Sinalização RTP RTCP RAS Q H Arquitetura Voz sobre IP PC para PC

8 3.2 PC para Servidor para PC Hibridas H PC para PC PC para Servidor SIP PC para PC PC para Servidor Estudo de Caso Conclusão Referências Bibliográficas Direitos Autorais

9 LISTA DE FIGURAS Figura 1. Comunicação entre dois terminais...17 Figura 2. Arquitetura H Figura 3. Componentes H Figura 4. Estrutura de um Terminal H Figura 5. Estrutura de Camada Gatekeeper...23 Figura 6. Estrutura de Camada Gateway...24 Figura 7. Entidade SIP...28 Figura 8. Arquitetura MGCP...30 Figura 9. Arquitetura PC para PC...33 Figura 10. Arquitetura Gateway...34 Figura 11. Troca de Sinalização...35 Figura 12. Sinalização H.323 PC para PC...36 Figura 13. Sinalização H.323 PC para PC...37 Figura 14. Sinalização SIP PC para PC...39 Figura 15. Sinalização SIP PC para Servidor...39 Figura 16. Topologia de Rede...44 Figura 17 Retorno com a Implementação

10 LISTA DE TABELAS Tabela 1. Siglas Tabela 2. Padrões H Tabela 3. Mensagens do MGCP Tabela 4. Mensagens do SIP Tabela 5: Cronograma de Atividades Tabela 6: Equipamentos Ultilizados

11 NOMENCLATURA (SIGLAS) Siglas Significado VoIP Voz sobre IP VoATM Voz sobre ATM VoFR Voz sobre FrameFralay QOS Quality of Service PABX Central de comutação automática interno e externo SLA Service Level Agreement RTP Real Time Protocol ITU-T International Telecomunication Union LAW Local Area network WAM Wide Area NetWork MCU Multi-ponto RAS Registration Admission and Status RTP Real-Time Transport Protocol MC Multipoint Controller MP Multipoint Processors ISDN Integraded Service Digital NetWork IP Internet Protocol GK Gatekeeper GRQ GatekeeperRequest GRJ Gatekeeper Rejection GCF Gatekeeper Confimation RRQ Registration Request ARQ Admission Request ACF Admission Confimation URQ Unregister Request ARJ Admission Rejection DRQ Desingage Request SIP Session Initiation Protocol IETF Internet Enginnering Task SDP PSTN MGCP RTP RTCP Session Description Protocol Packet Switched Telephone Network Media Gateway Control Protocol Real Time Protocol Real Time Control Protocol Tabela 1: Siglas 11

12 1. Introdução A tecnologia (Voz sobre IP) VoIP foi criada através de pesquisas feitas por empresas privadas, que tinham como principal objetivo fabricar hardware para telefonia, no primeiro momento com a experiência de trafegar voz utilizando uma rede de dados, que possui um protocolo proprietário. A comunicação era feita através de um cliente PC com outro cliente PC. Ao passar um tempo separou-se em, VoATM (voz sobre ATM), VoFR (voz sobre Frame Relay), mas com o grande aumento da Internet evoluiu para VoIP, passando a utilizar uma rede com protocolo TCP/IP para trafegar a voz, porém a tecnologia ainda não tinha um protocolo proprietário [1]. O VoIP permite a digitalização de voz e o empacotamento de dados IP para a transmissão em uma rede que utilize os protocolos TCP/IP. Esta tecnologia vem crescendo dia após dia e por se tratar de um assunto de grande importância dentro da empresa a qual trabalho, fez com eu escolhesse o tema VoIP para a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso. Outro motivo é pela participação em uma implementação do sistema de VoIP entre uma sede e sete filiais interligando equipamentos Ericsson e Cisco; Estarei abordando os conceitos da Tecnologia VoIP: Economia com a tecnologia de VoIP, seus protocolos ( H.323, SIP e MGCP) e troca de sinalização. 12

13 2. Funcionamento de Voz sobre IP 2.1 O que é VoIP É uma tecnologia que faz o encaminhamento da voz através de pacotes IP, tornando possível a realização de chamadas telefônica (com qualidade) através da rede de dados. Por se tratar de uma tecnologia popular, hoje já temos operadoras de telecomunicação voltada para está tecnologia. A tecnologia faz com que as redes de telefonia utilizem o mesmo caminho das redes de dados para transmitir voz. Desta forma é possível que, usando um microfone, caixa de som e um software apropriado, se faça uma ligação para telefones fixo utilizando o computador. Este tipo de serviço é chamado de Softphone (cada fabricante possui o seu Software), existem também aparelhos telefônicos que já são aparelhos apropriados para as redes IP chamado de aparelhos IP ( utilizando o mesmo critério cada fabricante possui o seu equipamento). Para termos uma qualidade na transmissão de voz é necessário que os pacotes que estão transmitindo a voz tenham prioridade dentro do roteador e para que isto aconteça, é necessário que a rede possua a tecnologia de QOS (Quality of Service), mais abaixo será abordado as principais características desta tecnologia. O VoIP também já está sendo aplicado em PABX (Central de comutação automática interno e externo), os conhecidos sistemas de ramais telefônico. 2.2 Funcionamento do VoIP Para que se tenha uma transmissão de voz dentro da rede, o VoIP captura a voz, que é transmitida de forma analógica e a transforma em pacotes de dados, que são enviados por qualquer rede TCP/IP. Desta forma, é possível trabalhar com esses pacotes pela Internet. Quando o destino recebe os pacotes, estes são transformados em sinais analógicos e transmitidos de uma maneira que seja possível de ouvir. Para que a tecnologia VoIP funcione bem deve-se ter um investimento com o serviço de QOS, ou seja, qualidade de serviço que irá priorizar a voz dentro da rede. Para que isto se torne possível, a solução é o aumento da largura de banda, ou seja, o aumento da velocidade de transmissão e 13

14 recepção de dados. Como o acesso á Internet em banda larga é cada vez mais comum, principalmente em empresas, o VoIP passou a se beneficiar disso. Apesar da velocidade ser um ponto importante ela não é suficiente Voz. Podemos definir a voz humana como uma forma de onda mecânica com freqüências principais na faixa que vai de 300 Hz a 3,4 khz. Quando tratamos de voz para telefonia temos uma grande preocupação com a reprodução com a distância do terminal receptor, pois podemos perder em termos de qualidade. Já para a telefonia digital, como próprio nome já diz a voz é codificada em formato digital, que é multiplexado no tempo de forma a compartilhar meios de transmissão. Com o sinal digital de áudio a telefonia tem um grande ganho em termos de performance, tendo vantagens como: baixa taxa de ruído, uma certa estabilidade e reprodutividade QoS Qualidade de Serviço O QoS é a qualidade de serviço na rede. A qualidade de serviço nas redes IP é um ponto muito importante para um bom desempenho do começo ao fim das aplicações em VoIP. É necessário um conhecimento dos mecanismos utilizados, parâmetros, algoritmos e protocolos, para que se tenha uma QoS que tenha um resultado dentro da rede. É necessário exigir determinados parâmetros o qual é um requisito da QoS como: (atrasos, vazão, perdas,...). Quando o QoS é solicitado, a aplicação recebe o nome de SLA (Service Level Agreement). Esta solicitação defini quais parâmetros devem ser garantidos para que as aplicações possam ser executadas com qualidade. 14

15 2.2.3 Codec É um dispositivo que codifica ou descodifica um sinal. Por exemplo, companhias telefônicas utilizam codecs para converter sinais binários transmitidos pelas redes digitais em sinais analógicos para rede analógica. Alguns exemplos de codecs são G723 e G.711, juntamente com o protocolo RTP ( Real Time Protocol ) [9]. Este processo é dividido em duas partes: Análise da voz: este processamento é responsável por converter a voz em um formato digital, para que seja guardada de forma coerente nos sistemas de comutação e transmitida em redes digitais ou rede IP. São chamadas de digital speech encoding [9]. Sintetização da voz: este processamento é responsável por converter a voz da forma digital para forma analógica, própria para a audição humana[9]. 2.3 Economia Se uma empresa já transmite dados entre suas unidades poderá obter uma grande economia utilizando essa rede para o tráfego de voz, aproveitando o link de dados que geralmente é sub-utilizado na maioria do tempo. E se a empresa ainda não transmite dados a melhor opção é adotar uma solução que utilize Voz sobre IP. Em qualquer das situações, a economia com ligações locais e interurbanas viabiliza o retorno do investimento em curto espaço de tempo. Essa economia é resultado: De ligações telefônicas a custo zero; De envio e recebimento de Fax sem nenhum custo; Da utilização de uma única infra-estrutura para prover serviços de link de dados e telefonia. A tecnologia de VoIP permite reduzir o custo das ligações entre empresas que possuem links de dados interligando suas unidades. Neste cenário a tecnologia permite a redução do custo das chamadas, pois a empresa já paga um custo fixo pelo uso da rede de dados de uma provedora de serviços (Embratel, Brasil Telecom, etc). A voz do usuário é transformada 15

16 em pacotes IP (Internet Protocol), e trafegam dentro da rede de dados da empresa. Devemos lembrar que para termos qualidade audível nas ligações, é necessário investir em equipamentos de conectividade de rede (roteadores e switches) QoS (Qualidade de Serviço), para que o pacote de voz tenha sempre prioridade ao trafegar na rede, pois a voz é sensível ao atraso e variações (delay e jitter) [5]. Há questões levantadas quanto ao uso de usuários domésticos que possuem o serviço ADSL, de utilizarem a tecnologia de VoIP, porém não há garantia de qualidade na ligação, pois a rede não tem QoS, tornando a chamada inaudível em alguns momentos. Dependendo do tipo de interface podemos conectar um PABX ou um telefone diretamente no roteador. Todas as ligações entre as corporações (Matriz-Filiais), são redirecionadas na rede de dados da empresa. Ligações externas, são redirecionadas para a rede da telefonia local. 2.4 Protocolos Estarei abordando agora os três protocolos que são mais usados quando falamos de Telefonia VoIP são ele: H.323, SIP e Megaco. Será apresentado seus funcionamentos e os componentes que fazem parte destes protocolos H323 O protocolo H.323 do ITU-T (International Telecomunication Union) [16], estabelece padrões para a codificação e descodificação das informações de vídeo e áudio além de ser totalmente independente da rede. O H.323 é um dos principais protocolos quando falamos em tecnologia VoIP, a seguir veremos seu funcionamento. 16

17 Arquitetura H.323 O H.323 é um padrão que pode ser utilizado em qualquer topologia de rede ou seja apenas uma ligação ponto a ponto, utilizando um segmento de rede ou até mesmo vários segmentos interligados. A figura 1 mostra a comunicação entre dois terminais H.323 em uma rede baseada em pacotes. Figura 1: Comunicação entre dois terminais [15] O H.323 especifica o uso de áudio, vídeo e dados em uma comunicação multimídia, sendo que apenas o suporte à mídia de áudio é obrigatório. Mesmo sendo somente o áudio obrigatório, cada mídia, quando utilizada, deve seguir as especificações do padrão. Pode-se ter varias formas de comunicação, envolvendo áudio (telefonia IP), áudio e vídeo (vídeoconferência), áudio e dados e, por fim, áudio, vídeo e dados.[15] Esta arquitetura é utilizada em redes LAN e WAM, e também em redes que não possuem qualidade de serviço, ou seja, redes que sofram com atrasos de pacotes. A figura 2 apresenta a arquitetura do H.323. Na parte superior da figura está a rede LAW, onde quatro terminais, podem utilizar todas as vantagens desta arquitetura, incluindo vídeo conferências simultâneas em múltiplos pontos. A transmissão de voz sobre IP utiliza apenas uma porção da totalidade desta arquitetura. A comunicação em múltiplos pontos necessita da unidade controladora H.323 multi-ponto (MCU). As capacidades do H.323 podem ser estendidas através da WAN e disponibilizadas através de dispositivos H.323. Esta é a principal função do dispositivo gatekeeper ( Citado posteriormente na página 22 deste trabalho ). Se um gatekeeper não esta presente, todos os dispositivos devem ser capazes de gerar suas próprias mensagens de sinalização. Todos os links de 17

18 WAN são mantidos por um ou mais gateways H.323. Qualquer rede após o gateway H.323 não é contemplada pela recomendação H.323, porém o gateway pode interagir com vários tipos de dispositivos em diversas de redes. Figura 2: Arquitetura H.323 [15] Componentes do H.323 O H.323 é compatível com diversas aplicações e produtos multimídia, podendo utilizar várias topologias de redes que utilizem o protocolo IP. Ele possui quatro componentes principais para se estabelecer um sistema de comunicação baseado em rede, sendo eles: terminais, gateways, gatekeepers e unidade de controle multiponto. A figura 3 mostra os componentes do protocolo H.323 padrão. 18

19 Figura 3: Componentes H.323 [12] O H 323 especifica os componentes, protocolos e procedimentos que são necessários para obter serviços de comunicação multimídia em tempo real como voz e vídeo. O H.323 realiza gerenciamento de largura de banda, multimídia, interface entre LANs e controle de chamadas. Os elementos do H.323 podem realizar a comunicação através de diversas tipo de redes como, redes ponto a ponto, ponto a multiponto, e até mesmo, segmentos múltiplos com topologias complexas desde que estas redes utilizem protocolo IP. As entidades H.323 também trabalham com os terminais H.310 em B-ISDN, terminais H.320 em N-ISDN, terminais H.321 em B-ISDN, terminais H.322 em LANs QoS garantidas, entre outros. Este protocolo faz parte do terminais H.32x. A tabela 2 mostra uma lista de vários padrões, aplicados ao H.323 [15]: Padrões Significado H.225 Procolo de controle de chamada H.245 Protocolo de controle de mídia H.261 Codec de vídeo para 64 kbps ou mais H.263 Codec de vídeo para menos de 64 kbps G.711 Codec de áudio PCM para 56/64 kbps G.722 Codec de áudio para 7 khz em 48/56/64 kbps G.723 Codec de fala para 5,3 e 6,4 kbps G.723 Codec de fala para 5,3 e 6,4 kbps 19

20 G.728 Codec de fala para 16 kbps G.729 Codec de fala para 8/13 kbps Tabela 2: Padrões H Terminais H.323 É um computador onde está implementado o serviço de telefonia IP, atuando como terminal de serviço de telefonia IP, como terminal de voz, vídeo e dados, através de recursos multimídia. Esses são os clientes da LAN que fornecem comunicação em tempo real e bidirecional. Todos os terminais H.323 têm que suportar o H.245, Q.931, Registration, Admission and Status (RAS) e RTP. Os terminais são as entidades da LAN que realizam a comunicação em tempo-real nas duas direções com outra entidade H.323. Os roteadores permitem a comunicação tempo-real entre os terminais H.323 e outros terminais numa rede de longa distância, ou com outros roteadores. A figura 4, apresenta o esquema de uma estrutura do terminal H.323. Estas entidades tem como função codificar e descodificar os pacotes de áudio, além de suportar funções de sinalizações da unidade de controle do sistema. Figura 4: Estrutura de um Terminal H.323 [15] 20

21 MCU O MCU (Multipoint Control Unit) é um elemento responsável por gerar e cuidar da conferência entre três ou mais usuários H.323. O H.323 tem como características fazer com que o MCU seja obrigatório em conferências com mais de dois usuários que sigam estes padrões, tendo em vista o uso de protocolos orientados a conexão para o controle das conferências. Essa característica impede a utilização completa de transmissão multicast (como no padrão IETF SIP) [15]. Um MCU consiste de um MC (Multipoint Controller) e MP (Multipoint Processors). O MC é responsável por controlar conferências com mais de dois participantes, utilizando os protocolos de sinalização e controle do H323. O MP realiza funções de chaveamento de mídia entre os usuários Gatekeeper A função do gatekeeper é fazer a tradução de endereços, e o controle de acesso à LAN por terminais e roteadores. O gatekeeper (GK) é um elemento H.323 que age como um ponto central para todas as chamadas dentro de uma determinada zona H.323. Esse conceito de zona refere-se muito mais à gerência do gatekeeper do que a qualquer outra entidade H.323 [9]. Este componente é considerado o mais importante de uma rede H.323. Agindo como um ponto central de uma zona H.323, ele pode oferecer uma série de serviços aos seus clientes cadastrados. Entre esses serviços, destaca-se o controle da sinalização de chamada. O gatekeeper, utiliza o H.245 para realizar as funções de negociação de capacidades e de recursos quando uma chamada esta ocorrendo. Capacidades e recursos podem ser considerados como sendo a banda de transmissão ou de recepção disponível ou mesmo o tamanho do buffer destinado à comunicação tanto no transmissor quanto no receptor. Em 21

22 qualquer momento pode haver a troca de capacidades dos terminais (codecs), sendo o gatekeeper o gerenciador desta tarefa. Uma zona H.323 é o conjunto de dispositivos finais (terminais, gateways e MCUs) que são gerenciados por um gatekeeper. Os terminais H.323 se registram nos gatekeepers para enviar e receber chamadas. Os gatekeepers fornecem serviços de rede para os componentes da zona que gerenciam. As suas principais funções são: Tradução de endereços aliases para endereços IP ou IPX; Gerenciamento de largura de banda, permitindo a definição da quantidade máxima permitida para os recursos da conferência; Roteamento de chamadas H.323; Controle do número e do tipo de conexões permitidas; Controle de admissão de acesso em uma zona H.323 ; Muitas das atribuições ligadas ao gatekeeper são essenciais à comunicação H.323 na Internet. Os usuários não desejam, por exemplo, trabalhar com endereços de rede, mas sim com nomes que sejam facilmente associáveis às pessoas. Além disso, é de se esperar que existam mecanismos que permitam ou não a inclusão de determinado usuário ao gatekeeper. De uma maneira geral, as funções de registro, admissão e estado do gatekeeper são desempenhadas pelo protocolo RAS (Registration, Admission and Status). Uma mensagem RAS básica é a GRQ (GatekeeperRequest). Nessa mensagem são enviados os aliases que o terminal deseja possuir, sendo escolhido pelo "gatekeeper aquele de maior prioridade e que já não esteja em uso por outro terminal. Para localizar um gatekeeper pode-se utilizar dois métodos. O primeiro é através do seu endereço de rede, na porta UDP 1719 (porta padrão). Uma outra maneira é utilizar mensagens multicast, num processo de localização dinâmica. Está localização utiliza o endereço de grupo multicast (todo gatekeeper é membro desse grupo), agora na porta UDP A figura 5 mostra a estrutura de Gatekeeper. 22

23 Figura 5: Estrutura de Camada Gatekeeper [15] Gateway É o elemento que fica entre uma rede de telecomunicação e uma rede IP, como o sistema telefônico convencional (RTPC), rede integrada de serviços digitais (RDSI), rede de telefonia celular; de forma a permitir a ligação entre as duas redes. Um gateway H.323 é o ponto final da rede que fornece comunicação em tempo real nas duas direções entre terminais H.323 em uma rede IP e outros terminais ITU ( Internation Telecomunication Union ) em uma rede comutada ou para outro gateway H.323. Eles executam a função de translação entre diferentes formatos de dados. Os gateways são opcionais em uma LAN onde os terminais se comunicam diretamente, mas quando os terminais precisam se comunicar com um ponto final em outra rede, esta comunicação é feita através do gateway pelos protocolos H.245 e Q.931. A figura 6 mostra a estrutura de um Gateway. 23

24 Figura 6: Estrutura de Camada Gateway [15] Benefícios do H.323 O VoIP possui inúmeros benefícios. Segue abaixo alguns deles: Não depender da rede: pelo fato do H.323 ser um padrão criado para ser usado em redes baseada em pacotes, com rede IP. Na maioria dos caso as redes convencionais possuem uma infra-estrutura com protocolos de transporte baseados em pacotes, sendo assim o padrão H.323 é usado nestas tecnologia permitindo a utilização das aplicações em multimídia sem que sofra mudanças. Interoperabilidade de equipamentos e aplicações: ele permite interoperabilidade entre dispositivos e aplicações de diferentes fabricantes. Independência: o H.323 não determina o hardware ou sistema operacional a ser usado. Desse modo, as aplicações H.323 podem ser de naturezas diversas voltadas para mercados específicos, que vão desde software de vídeo conferência executado em PCs, a telefones IP, adaptadores para Tv a cabo, sistemas dedicados, etc. Padronização de mídia: ele estabelece codificadores para compressão e descompressão de sinais de áudio e vídeo. Ele também prevê mecanismos de negociação dos codificadores a serem utilizados numa conferência a fim de que os seus participantes encontrem um subconjunto comum entre si. 24

25 Flexibilidade nas aplicações entre cliente: podendo envolver a uma conferência H.323, clientes com capacitações multimídia diferentes. É possível que um terminal com suporte apenas para áudio participe de uma conferência com terminais que tenha suporte adicional de vídeo ou dados. Interoperabilidade entre redes: sendo possível estabelecer conferências entre participantes localizados numa LAN em outras redes completamente diferentes, como a rede telefônica pública ou ISDN. O H.323 prevê o uso de codificadores que são comuns a vários tipos de redes. Isto é possível através da utilização do componente gateway. Suporte a gerenciamento de largura de banda: o tráfego dos fluxos de vídeo e áudio é caracteristicamente consumidor de largura de banda em uma rede. O padrão provê mecanismos de gerenciamento que permitem delimitar a quantidade de conferências simultâneas e a quantidade de largura de banda destinada às aplicações H.323. Além do mais, o H.323 também prevê facilidade de contabilidade de uso dos recursos da rede que podem ser usadas para fins de cobrança. Isto é possível através da utilização do componente gatekeeper. Suporte em conferência multiponto: com três ou mais participantes simultâneos. Suporte a multicast:ele suporta técnicas de multicast nas conferências multiponto. Uma mensagem multicast envia um único pacote a todo um subconjunto de destinatário na rede sem replicação. Esse tipo de transmissão usa a largura de banda de uma forma mais eficiente que as transmissões unicast. [15] SIP O protocolo SIP (Session Initiation Protocol) [16] é um padrão da Internet Enginnering Task Force ( IETF). Ele tem semelhanças com o protocolo HTTP. Esta semelhança está no cabeçalho do protocolo, ou seja, quando falamos de requisição de resposta para qualquer início de sinalização entre usuários. 25

26 O protocolo SIP também é muito utilizado quando falamos em VoIP, a seguir estaremos vendo seu funcionamento Arquitetura SIP Este protocolo foi criado para estabelecer sinalização com mais de um usuário ao mesmo tempo, ou seja, em conferência utilizando a rede, de uma forma totalmente independente do conteúdo de mídia da chamada. Assim como o HTTP, o SIP leva os controles da aplicação para o terminal, eliminando a necessidade de uma central de resposta. Uma transmissão de chamadas permite que os usuários especifiquem onde eles estão para que possa receber a chamada. As pessoas que estão na chamada podem gerenciar a mesma, com isso o usuário faz a conferência ou desfaz a conferência Componentes SIP Arquitetura SIP é composta dos seguintes componentes: Terminal SIP Este componente é o software de estação final. Ele trabalha como um usuário solicitando a inicialização de sessão e também funciona como um servidor pois ele emite resposta a um pedido de chamada. Sendo assim podemos dizer que a arquitetura é formada por cliente/servidor. Este componente é muito inteligente, ele faz o gerenciamento e o armazenamento das chamadas. Ele consegue estabelecer chamadas de um endereço similar a um endereço de web ou número de telefone [16] Servidor Proxy SIP Este componente é conhecido como next-hop pois ele recebe uma solicitação e envia para outro servidor ou para os usuários. Possui 26

27 informações com o intuito de bilhetagem das chamada, e corresponde a uma entidade intermediária contendo tanto um UAC quanto UAS. Seu objetivo compreende o encaminhamento das solicitações recebidas para os próximos servidores SIP ou terminais, que fazem parte do caminho até o destino (serviço de roteamento). A entidade Servidor Proxy SIP também pode operar com comunicação stateful ou stateless. O stateful pode dividir as chamadas pela ordem que chegaram, sendo assim faz com que muitas extensões estejam tocando de uma vez e o primeiro que atender pega a chamada. Isso significa que pode utilizar o telefone atrávez de um desktop SIP, celular SIP e suas aplicações de videoconferência de qualquer lugar. Esta entidade usa métodos para resolver a solicitação ao endereço de host, inserindo busca de DNS, busca em base de dados [16] Servidor de registro SIP Este componente recebe a solicitação sobre a localização corrente de cada usuário. Aceita solicitação de registro permitindo que os usuários registrem suas presenças. Pode estar localizado no mesmo meio físico de um servidor proxy ou servidor de redirecionamento [16] Servidor de redirecionamento SIP Esta entidade também recebe solicitações, determina um outro servidor e retorna aos usuários que solicitarão o endereço do usuário requisitado. Usualmente é utilizado, somente o servidor de redirecionamento ou o servidor de proxy [16]. 27

28 Servidor de localização Esta entidade oferece o servidor de localização de um determinado usuário na rede [16]. A seguir a figura 7 mostra o funcionamento das entidades do SIP citadas acima. Figura 7: Entidade SIP [3] A figura acima esta mostrando o funcionamento dos componentes do SIP, segue. O cliente SIP faz a solicitação para o servidor local, este servidor envia a solicitação ao servidor de redirecionamento que devolve a endereço ao servidor local que envia a solicitação para o servidor proxy que envia a solicitação para o servidor de localização que faz a consulta na base de dados local. Após isso, é enviado ao outro servidor proxy que envia ao destino. O SIP utiliza o SDP ( Session Description Protocol ). Esta ferramenta de conferência foi criada para descrever sessões de áudio, vídeo e multimídia ele também é um produto do grupo de trabalho MUSIC e é muito usado atualmente no contexto do MBONE, a rede de comunicação multicast que funciona na Internet. O principal objetivo do SDP é definir uma sintaxe padrão [3]. 28

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