INTEGRAÇÃO DA CADEIA LOGÍSTICA

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1 Como implementar a melhor estratégia de DA CADEIA LOGÍSTICA para optimizar o time-to-market, reduzir os custos e garantir altos níveis de competitividade Adquira as competências chave para a integração da supply chain management Optimize os processos de trabalho no armazém e flexibilize a capacidade de resposta à supply chain Implemente no terreno a interoperabilidade e a intermodalidade para agilizar o transporte de mercadorias por ar, terra e mar Torne o e-procurement rentável através de estratégias de colaboração B2B 34 Especialistas de prestígio em 4 Fóruns especializados fórum I fórum III 19 de Fevereiro Reestruturação da Supply Chain Management FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS UNIVERSIDADE NOVA SONY EUROPE DECISIONMASTER - SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E SUPORTE À DECISÃO G. TOURNIER AMORIM INDUSTRIAL SOLUTIONS EASYCOM GRUPO SUMOL UNIARME DANONE GRUPO LUÍS SIMÕES BARROS SOBRAL G. GOMES & ASSOCIADOS Sistemas de Informação Transportes & Distribuição 21 de Fevereiro LOGIMARIS - LOGÍSTICA E NAVEGAÇÃO ISEG - INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO ESCOLA NAÚTICA INFANTE D. HENRIQUE DGTT - DIRECÇÃO GERAL DE TRANSPORTES TERRESTRES INTF - INSTITUTO NACIONAL DO TRANSPORTE FERROVIÁRIO ADFER - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA O DESENVOLVIMENTO DO TRANSPORTE FERROVIÁRIO GEOGRAF - SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA Especial SIG C. CARRIS LISBOA INSTITUTO MARÍTIMO PORTUÁRIO CONSELHO SUPERIOR DE OBRAS PÚBLICAS E TRANSPORTES fórum II Gestão Avançada do Armazém F. RAMADA KAIZEN INSTITUTE EFACEC LOGISTEMA - CONSULTORES DE LOGÍSTICA SONY EUROPE FRIGOSERVICE Exclusivo: 20 de Fevereiro Visita guiada pelo Eng.º Rui Ramada Barros da F. Ramada a um Armazém com instalações modernas - FRIGOSERVICE - MARL, em Loures fórum IV Novos Canais GLOBALSHOP OPTIMUS UNILEVER PT COMUNICAÇÕES HENKEL IBÉRICA 22 de Fevereiro CPFR - Collaborative Planning Forecasting and Replenishment Lisboa 19, 20, 21 e 22 de Fevereiro de 2002 Hotel Le Meridien Park Atlantic Com o apoio Publicação Oficial Site Oficial Descontos Especiais até 22 de Janeiro de 2002

2 DA CADEIA LOGÍSTICA Lisboa Terça-Feira, 19 de Fevereiro de 2002 fórum I Reestruturação da Supply Chain Management Eng.º Virgílio Machado Professor Associado de Engenharia Industrial FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS UNIVERSIDADE NOVA Virgílio A. P. Machado, Doutorado, em 1978, pela Universidade da Florida, nos Estados Unidos da América, é Professor Associado de Engenharia Industrial, na Faculdade de Ciências e Tecnologia, da Universidade Nova de Lisboa. Ligado ao ensino da Engenharia Industrial, em Portugal, desde 1979, dirige, presentemente, trabalhos de projecto e planeamento da produção assistidos por computador, e de gestão de projectos. Tem realizado vários trabalhos no âmbito da Engenharia Industrial para entidades públicas e privadas. É membro de várias associações profissionais nacionais e estrangeiras, nomeadamente do Instituto Português de Engenharia Industrial, de que é Sócio Fundador e Director Executivo; do Instituto dos Engenheiros Industriais dos EUA, de que é Membro Sénior, Presidente do Portugal Chapter, e Docente Conselheiro do UNL Chapter; e da Sociedade Honorífica dos Engenheiros Industriais dos EUA. Situação Actual Intervenção Exclusiva EXCELENCIA Y COMPETITIVIDAD Visión global del mercado europeo 9.05 Ganar competitividad a través de la Excelencia Empresarial Estrategias competitivas Consecución de un alto nivel competitivo en el mercado Fidelización de los clientes Eng.º Luis Guia Centelles Procurement General Manager. SONY EUROPE Competências Estratégicas Interven o em espanhol "Improved supply management can boost your company s bottom line by up to 30 percent. But it takes a change in methods and mindsets" Fonte: Quais as competências chave para a integração interna e alargada da supply chain management? Integração do Cliente: como identificar as necessidades, expectativas e preferências dos clientes/mercados habituais e potenciais? Qual a estratégia mais adequada para uma performance sustentada? Como construir relações duradouras e diferenciadoras com determinados segmentos de negócio Como desenvolver produtos e serviços tailor-made que dêem resposta a clientes específicos Integração Interna: como coordenar as actividades de marketing e vendas, procurement, manufacturing e distribuição num fluxo operacional sincronizado para garantir a satisfação dos clientes e a redução dos custos? Alcançar o Process Excellence Integração dos Fornecedores de materiais e serviços: qual a melhor forma de orquestrar os esforços de todas as empresas envolvidas no processo logístico da supply chain para obter a máxima criação de valor? Cross-enterprise: como juntar operações para reduzir a duplicação, o desperdício e a redundância Integração do Planeamento e dos Sistemas de Informação: de que modo se podem flexibilizar os S.I. para suportarem um leque de diversas configurações operacionais com vista a servirem uma grande variedade de segmentos de mercado? Integração dos Indicadores de Desempenho: qual a melhor forma de combinar métricas de performance internas e externas para avaliar globalmente as operações da supply chain? Integração das Relações Humanas: como desenvolver e sustentar operações estratégicas e coordenadas entre clientes e fornecedores através da relationship integration Como fornecer o best end-customer value De que modo esta perspectiva colaborativa poderá ser a chave para a viabilidade da supply chain a longo prazo Dr. José Pedro Gonçalves Managing Partner DECISIONMASTER - SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E SUPORTE À DECISÃO Pausa para Café Order Fulfillment "A company that wants a lasting competitive edge must be proactive with its customers, anticipate their expectations and measure the extent to which it helps customers to succeed. This will ensure a focus on doing the things that create value" Fonte: Michigan State University, "21st Century : Making Supply Chain Integration a Reality" Como obter a excelência do order fulfillment cycle na cadeia de abastecimento através de uma plataforma de desenvolvimento Seis Sigma? Como e quando se detecta a necessidade de melhorar a qualidade dos serviços ou produtos? Quais as razões para recorrer ao Seis Sigma? De que modo o Seis Sigma conduz à excelência operacional da supply chain? Qual o impacto na cultura empresarial? Qual a dinâmica do Seis Sigma na interacção cliente/ fornecedor como gerador de valor acrescentado? Como implementar um projecto Seis Sigma? Quais os requisitos essenciais a ter em linha de conta? Como integrar outros métodos de qualidade com o Seis Sigma para alcançar a máxima performance na resposta ao cliente Quais os resultados práticos que poderão ser alcançados? Maior rapidez de resposta aos requisitos do mercado Redução do custo de fabrico e níveis de defeito Que métricas utilizar para avaliar os níveis de satisfação dos clientes? Eng.º Jorge Martins Director. G. TOURNIER Desenvolvimento de Novos Produtos De que modo o early supplier involvement poderá conduzir a reduções de tempo e custos no desenvolvimento de novos produtos? Como proceder ao desenvolvimento conjunto de estratégias na cadeia produtiva para maximizar o ROI? De que modo se poderão conceber produtos que facilitem o desempenho da logística da cadeia produtiva: quais os aspectos chave a ter em consideração? Como criar grupos de trabalho de representação dos suppliers para os envolver estrategicamente em todo o processo de desenvolvimento de novos produtos? De que modo se poderão estabelecer níveis prévios de custo e qualidade? Melhoramento da coordenação e comunicação com fornecedores Eng.º Mário Aguiam General Director Operations. AMORIM INDUSTRIAL SOLUTIONS Logística Interna Qual o valor acrescentado de desenvolver uma estratégia de logística e serviços de suporte internos no seio de uma empresa? Quais as exigências dos novos modelos de organização? Qual a importância de avaliar as funções e as suas interligações flexíveis e mutáveis: ultrapassar organigramas perfeitamente estáticos e definidos Como valorizar a satisfação do cliente interno para elevar os níveis de satisfação do cliente externo? Processos internos bem definidos Aplicação de SLAs internos Motivação dos colaboradores Como seleccionar as áreas de intervenção e quais os processos de fornecimento e gestão de serviços? Viagens, frota, edifícios, correio interno, equipamentos administrativos e consumíveis: implementar as melhores condições de utilização As aplicações web como ferramentas facilitadoras dos pedidos, follow-up, tracking e registo de utilização Qual a mais valia de criar Business Support Centers? A experiência e ganhos das multinacionais na centralização versus as potencialidades dos portais B2B para modelos descentralizados Mensagem final: o colaborador da empresa também é um cliente, só que é a nível interno Dr. Manuel Espada de Sousa Partner. EASYCOM Almoço Logística Inversa Como redefinir as estruturas de abastecimento através da Reverse? O fim da cadeia de abastecimento termina em casa do consumidor? Qual a perspectiva a adoptar sobre o papel do Consumidor, do Distribuidor, do Produtor e do próprio Governo no processo de Logística Inversa? Como fazer face à Legislação Nacional e Comunitária? Como aplicar a Logística Inversa enquanto Estratégia Competitiva? Quais os drivers da Logística Inversa? Quais os Tipos de Processos Inversos e sua integração na cadeia de abastecimento? Exemplos práticos Reuse Repair Refurbushing Remanufacturing Recycling Quais as novas oportunidades que surgem para as Third Parties para gerir fluxos inversos? Eng.ª Carla Gonçalves Afonso Gestora de Distribuição. GRUPO SUMOL A nossa oradora é Licenciada em Engenharia e Gestão Industrial e realizou uma Pós Graduação em Logística no ISCTE / IST. Actualmente desenvolve a tese subordinada ao tema "Logística Inversa" com o objectivo de obtenção do grau de Mestre, no âmbito do Mestrado de Logística organizado pelo ISCTE. Desde Agosto de 2000 assume a função de Gestora de Distribuição do Grupo Sumol, tendo a seu cargo o sector dos transportes, o serviço de apoio a clientes e a coordenação das cargas e descargas nos centros de distribuição da empresa. Sistemas de Informação Apresentado por: Dr. António Cameirão Jorge. Director de Logística. UNIARME Advanced Planning Systems Em que medida a integração do planeamento e dos sistemas de informação está a conduzir a uma reestruturação da supply chain management? Qual a mais valia dos Advanced Planning Systems? IIR HOLDING B.V Tel Fax

3 De que modo os supply chain managers podem contribuir para a optimização dos processos logísticos através da passagem de sistemas de decisão individuais para sistemas de decisão mais integrados e compreensivos Quais as mudanças essenciais a operar Como proceder à integração das decisões de produção, inventário, armazenamento e transportes? Qual o potencial da Internet na implementação dos APS e na abertura de novos canais de negócio Favorecimento da conectividade Nova concepção da supply chain Como realizar uma análise de custo-benefício da adopção de novos sistemas de informação para uma gestão eficiente dos recursos disponíveis? Enterprise Application Integration Como proceder à integração de sistemas de informação diferentes através da EAI para optimizar as trocas entre produtores, operadores logísticos e clientes na supply chain? Em que medida a evolução dos ERPs Enterprise Resources Planning para a EAI poderá significar a automatização e flexibilização das trocas inter-empresas? Quais as mudanças organizacionais a operar para proceder à EAI: implicações internas e implicações externas Como se poderá garantir a confidencialidade dos dados das empresas e dos seus clientes num sistema mais aberto de troca de informações De que modo proceder à convergência entre as bases de dados de apoio à decisão - ETL (Extract Load Transform) - e as aplicações transaccionais - EAI Agilização da supply chain management Melhoria na prestação de serviços de apoio ao cliente A EAI como futura arquitectura de comunicação universal: forecast dos próximos anos Pausa para Café Outsourcing Quais são as mais recentes tendências em termos de outsourcing de serviços logísticos? Qual tem sido a evolução dos serviços logísticos em Portugal: como se encontra a situação das empresas em termos de recurso a soluções externas de gestão das suas actividades logísticas Quais as mudanças que os operadores logísticos têm experimentado na logística dedicada: repercussões nos custos e nas condições de entrega Como evoluiu o papel do Director de Logística perante os processos de outsourcing Qual a evolução prevista: novos actores e novas áreas de interesse Dr. Gonçalo Vieira Director de Logística. DANONE Como implementar uma estratégia bem sucedida de outsourcing? Quais os principais factores de selecção de um LSP - Service Provider: preço, eficiência, alcance geográfico dos serviços prestados Como transferir non-core functions para um LSP para ganhar agilidade na cadeia de valor? Como decidir quais as actividades que devem ser subcontratadas? Como definir clara e objectivamente os serviços pretendidos para evitar respostas desadequadas por parte do operador logístico De que modo evitar a perda de controlo do supply chain process ao recorrer a soluções de outsourcing? Como implementar processos de medição e revisões de performance regulares para garantir o cumprimento dos requisitos pré-definidos? Dr. José da Costa Faria Director Corporativo de Desenvolvimento Comercial GRUPO LUÍS SIMÕES Enquadramento legal: como elaborar um contrato de prestação de serviços logísticos? Que requisitos legais devem ser cumpridos pelo operador logístico? Quais os tipos de contrato existentes actualmente: como escolher a opção mais adequada? Os elementos essenciais do contrato: obrigações das partes e transferência de meios pessoais e materiais no princípio e no fim do período de contrato Que precauções devem ser tomadas nos contratos de outsourcing logístico? Quais as causas mais frequentes de terminação do contrato? Dr. Paulo de Jesus Correia Advogado BARROS SOBRAL G. GOMES & ASSOCIADOS Colóquio Encerramento do Fórum I Jantar Debate Para todos os oradores e assistentes a qualquer um dos fóruns Lisboa Quarta-Feira, 20 de Fevereiro de 2002 Todos os oradores est o confirmados. IIR reserva-se a possibilidade de modificar parte do programa e de n o fazer entrega de alguma interven o caso veja-se obrigado, sempre que for por motivos de for a maior fórum II Eng.º Rui Ramada Barros Director Geral. F. RAMADA Aplicação da Metodologia Kaizen 9.05 Como aplicar a Metodologia Kaizen nos centros de armazenamento e preparação dos pedidos? No Japão o conceito Kaizen associa-se a melhoria tanto na vida privada como na vida laboral. Nesta última, Kaizen significa melhoria dos produtos, dos procedimentos e processos, desde a ideia até à sua realização, venda, serviço ao cliente, etc., incluindo a formação contínua dos empregados. Nesta intervenção vamos ficar a saber como o conceito Kaizen é aplicado ao campo da logística. Em que medida a Metodologia Kaizen significa uma mudança na cultura empresarial? Quais as diferenças face a outras concepções de management? Como conseguir a melhoria da qualidade de serviço e dos prazos de entrega através da utilização das ferramentas de JIT, TPM, TQC e Análise do Valor? De que forma se deve proceder à implementação de um projecto Kaizen: quais as premissas centrais a ter em consideração? Como pôr em prática as actividades de melhoria contínua recorrendo a Workshops GembaKaizen? Como organizar internamente o esforço de melhoria contínua e motivar os colaboradores para a mudança? Exemplos de realização de programas Kaizen organização de actividades de melhoria, esforço necessário e resultados obtidos Eng.º Euclides Coimbra Branch Manager. KAIZEN INSTITUTE Automatização do Armazém 9.50 Como avaliar a viabilidade e o custo de evolução do armazém clássico para o armazém automatizado com vista ao melhoramento e simplificação dos processos de trabalho Até que ponto é viável e rentável proceder à automatização de um armazém: qual o cálculo de custos a efectuar, qual o investimento e a amortização? Como realizar uma análise prévia das necessidades para conceber um plano de implementação de um armazém automatizado? De que modo a adopção de uma solução de automatização poderá repercutir-se na redução de pessoal? Gestão Avançada do Armazém Quais as adaptações que implica a passagem para uma solução deste tipo: como proceder à formação dos recursos humanos e romper com esquemas de trabalho adquiridos Como "vender" a ideia de mudança internamente Que tecnologias facilitam a automatização do armazém: como escolher as mais adequadas a cada caso concreto Eng.º Fernando Aires Director de Marketing e Vendas. EFACEC Pausa para café Gestão do Inventário "If one WMS doesn t update hourly, it affects the entire chain. Your supply chain inventory information is only as current as that last update" Gary Cross, Consultant, IBM, Qual é a mais valia de um WMS - Warehouse Management System face aos tradicionais ERPs na actualização e monotorização do inventário? Como optimizar o fluxo de informação na cadeia logística? Como é que os WMS fazem o tracking a itens particulares até à localização do contentor individual na prateleira da loja? De que forma o uso conjunto de códigos de barras e sistemas de frequências de rádio permitem a monotorização das entradas e saídas dos produtos do armazém em tempo real? Quais as expectativas criadas pela Internet no que respeita aos inventários? Como têm evoluído os WMS para responder a estas expectativas Expansão das possibilidades de visibilidade dos inventários em tempo real através da "janela electrónica no armazém" Actualização constante dos inventários De que forma se pode processar o controlo no acesso à visibilidade dos inventários na Internet? Como é que a visibilidade dos registos de inventário on-line permitem a agilização do processo de tomada de decisão Redução de custos Melhoria do customer service Será este o primeiro passo para uma completa visibilidade do inventário através de toda a supply chain? Eng.º Fausto Faustino Administrador Dr. Hugo Duarte Consultor SI LOGISTEMA - CONSULTORES DE LOGÍSTICA Debate Viabilidade de um Modelo de "Inventário Zero" Neste debate serão discutidas as hipóteses de se desenvolverem mecanismos que permitam "deslocalizar" ou descentralizar suficientemente as mercadorias para que se encontrem o mais disponíveis possível com vista a dar resposta à chegada de pedidos, evitando a acumulação de stocks e permitindo o " inventário zero" Eng.º Luis Guia Centelles Procurement General Manager. SONY EUROPE Dr. Luciano Bampi Director Geral Como gerir o espaço disponível no armazém para maximizar os ganhos de produtividade? Qual o reequacionamento a realizar sobre as funções centrais do armazém? Como avaliar as operações de recepcionamento e armazenamento com vista à identificação de potenciais focos de problemas: indicadores chave De que modo devem ser organizados e distribuídos os stocks para rentabilizar o espaço do armazém e agilizar as saídas Sincronização dos pedidos com as ordens de saída para evitar a acumulação de stocks Controlo da qualidade Como escolher os melhores sistemas de armazenamento de acordo com as necessidades de espaço, o tipo de mercadorias e o fluxo dos materiais Equipamentos Metodologias Reequacionamento das funções centrais do armazém para optimizar a gestão dos stocks: recepção, armazenamento, picking, verificação, embalagem e despacho Eng.º Rui Ramada Barros Director Geral F. RAMADA Colóquio Almoço Exclusivo Visita guiada pelo Eng.º Rui Ramada Barros da F. RAMADA a um Armazém com instalações modernas FRIGOSERVICE MARL, Loures Partida da entrada do Hotel. O IIR disponibilizará o transporte dos assistentes Encerramento do Fórum II Interven o em espanhol 3 Visite

4 Lisboa Quinta-Feira, 21 de Fevereiro de 2002 fórum III Transportes & Distribuição Comandante João Soares Director Geral. LOGIMARIS - LOGÍSTICA E NAVEGAÇÃO O nosso Presidente de Jornada é Oficial da Marinha Mercante, Licenciado pela Escola Naútica Infante D. Henrique em Gestão e Tecnologias Marítimas, tendo também uma Pós-Graduação no ISEG em Gestão do Transporte Marítimo e Gestão Portuária. Consultor especializado em Transportes Marítimos, Portos e Logística e fundador da Logimaris Logística e Navegação, é ainda Professor na Escola Náutica Infante D. Henrique no Curso de Gestão de Transportes Marítimos, Portos e Logística. Sessão de Abertura "O desenvolvimento de serviços de transporte intermodal é prejudicado pela fragmentação dos sistemas modal e nacional da União Europeia, assim como pela falta de interoperacionalidade entre eles" Fonte: Diário Económico, 6 de Setembro de Quais são as principais tendências e preocupações actuais no Sector dos Transportes na União Europeia? Como promover sistemas optimizados de transporte de mercadorias no espaço europeu integrando os conceitos de intermodalidade e interoperabilidade? Em que medida a implementação do euro vai começar a permitir a comparação de tarifas através da União Europeia dentro e entre diversos tipos de transporte fomentando a competitividade e a redução dos preços? Quais as previsões para a evolução do fluxo de produtos e serviços na Europa de moeda única: consequências para o sector dos transportes Qual a análise a realizar sobre a liberalização do Sector dos Transportes na União Europeia? Que medidas estão a ser tomadas na União Europeia com vista à harmonização das regulações dos transportes Harmonização das condições de acesso à actividade dos transportadores com reconhecimento mútuo dos certificados de capacidade profissional Qual a importância da harmonização da Política Social Europeia em termos de impostos e custos sociais para evitar a concentração das companhias de transportes em "paraísos fiscais"? Prof. Dr. Augusto Felício Professor Universitário ISEG - INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO Transportes Rodoviários "A UE defronta-se com uma procura regularmente crescente de serviços de transporte, isto a um ritmo a que não pode corresponder em termos de infra-estruturas. A procura de mobilidade de mercadorias concentra-se num único modo, o transporte rodoviário, o qual já sofre de congestão" Fonte: Diário Económico, 6 de Setembro de Como enfrentar os crescentes estrangulamentos rodoviários que têm elevados custos sociais e constituem factores limitativos do desenvolvimento económico na União Europeia? Qual o potencial das ZALs - Zonas de Actividade Logística? Como fomentar a intermodalidade através de ZALs Zonas de Actividade Logística? Quais as infra-estruturas de transporte e de nodos modais necessárias para uma eficiente gestão logística das cargas? Como avaliar os nodos do sistema moderno de transporte de mercadorias numa perspectiva espacial? Quais os aspectos chave a considerar? Qual é o enquadramento económico, ecológico e social a realizar ao sistema logístico para o desenvolvimento de soluções integradas? Que economias de tráfego e ambientais poderão ser proporcionadas pela concentração das cargas associada à multimodalidade? Integração dos transportes rodoviário, marítimo e em especial o ferroviário Quais as consequências espaciais das ZALs? Como evitar o agravamento dos conflitos de utilização espacial? Atracção acrescida de tráfegos rodoviários de curta distância originando forte intensidade do transporte rodoviário traduzida em sobrecargas locais Exigências espaciais significativas para o tratamento das cargas e o parqueamento de veículos e de contentores Dr.ª Maria de Lourdes Bravo Professora Universitária ESCOLA NAÚTICA INFANTE D. HENRIQUE Qual a abordagem realizada actualmente em Portugal sobre a estruturação do sistema de transportes com vista à sua integração na lógica territorial europeia? Quais as medidas tomadas para uniformizar a regulamentação de transporte de mercadorias a nível nacional e internacional? Que consequências práticas? Decreto-Lei n.º 38/99 de 6 de Fevereiro Que requisitos financeiros, técnicos/profissionais e geográficos derivam deste enquadramento legal? Como têm respondido as empresas nacionais? Quais as medidas que têm sido tomadas para fazer face aos condicionamentos de poluição no transporte rodoviário de mercadorias? SIMIAT - Sistema de Incentivos à Melhoria do Impacto Ambiental dos Transportes Como é que as empresas de transportes de mercadorias têm adequado as suas frotas a padrões ambientais mais elevados relativamente às normas técnicas obrigatórias sobre a emissão de gases e ruído? Eng.º José Alberto Franco Director de Serviços de Transportes Rodoviários de Mercadorias DGTT - DIRECÇÃO GERAL DE TRANSPORTES TERRESTRES Pausa para Café Transportes Ferroviários Qual o balanço a realizar sobre a reestruturação do sector ferroviário? Quais as perspectivas de futuro? Como é que a separação da actividade de gestão da infra-estrutura ferroviária da actividade de prestação de serviço de transporte abriu portas à dinamização do mercado? Qual é o papel do INTF - Instituto Nacional do Transporte Ferroviário enquanto entidade reguladora do sector Prioridades para o Plano Ferroviário Nacional Vectores de desenvolvimento do sector Como se poderá rentabilizar o transporte e distribuição de mercadorias através do recurso ao caminho de ferro Qual a integração a fazer com plataformas logísticas Quais as infra-estruturas e os serviços comerciais necessários Qual a importância da inversão da lógica do investimento com vista a condicionar a oferta à procura? Como é que a entrada de novos protagonistas, em especial operadores privados, pode significar a redução da despesa do Estado e preparar o caminho para a liberalização do sector? Dr. Maurício Levy Presidente INTF - INSTITUTO NACIONAL DO TRANSPORTE FERROVIÁRIO Qual a análise a estabelecer sobre a Rede Ferroviária de Alta Velocidade para encontrar as melhores soluções para o transporte e distribuição de mercadorias A importância do transporte internacional de mercadorias por via terrestre e a vocação do caminho de ferro Evolução da legislação comunitária no sentido de incrementar o transporte ferroviário internacional de mercadorias Os exemplos das novas linhas de tráfego misto Espanha França e França - Itália Incapacidade das nossas ligações ferroviárias internacionais para responderem aos desafios do futuro Estratégia portuguesa compatível com a (r)evolução ferroviária em curso na Espanha Nova rede de bitola europeia, novos sistemas de gestão e de exploração e novas tecnologias Eng.º Arménio Matias Presidente. ADFER - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA O DESENVOLVIMENTO DO TRANSPORTE FERROVIÁRIO Colóquio Almoço Intervenção Especial Sistemas de Informação Geográfica Como optimizar a planificação das redes logísticas a partir da informação proporcionada pelos GIS - Geographic Information Systems? Qual o papel dos GIS na estratégia de negócio enquanto oportunidade para a melhoria da gestão de serviço, da optimização das rotas e da planificação comercial das empresas? Quais as aplicações dos GIS no âmbito da logística e dos transportes? Como implementar um sistema moderno de comunicações e localização de frotas para controlar os custos de distribuição e transporte? Como aplicar um Sistema de Gestão de Frotas O GPS enquanto mais valia no estabelecimento de rotas alternativas para reduzir o tempo das entregas Como optimizar a cobertura comercial e de serviço partindo de uma óptica geográfica? Como analisar e tirar máximo partido da carteira de clientes através de um GIS? Quais as perspectivas de evolução dos GIS? Quais as possibilidades do Sistema Galileu para a excelência do sistema europeu de distribuição e transportes? Dr. Filipe Pinto Gestor de Produto Dr. Nelson Ribeiro Director Comercial GEOGRAF - SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA Transportes Marítimos Em que medida as trocas por via marítima poderão vir a absorver parte das cargas hoje transportadas por via rodoviária aliviando o tráfego terrestre? Que medidas têm sido tomadas para fomentar o transporte marítimo de mercadorias? Quais as alterações que se têm verificado nas políticas de desenvolvimento do transporte marítimo derivadas das mais recentes orientações comunitárias para o apoio à marinha e ao comércio? Como incentivar os armadores portugueses a terem mais navios sob pavilhão convencional português? Quais os apoios que têm sido dados com vista à atenuação dos encargos com as tripulações e aplicação de programas de formação? Como é que estes apoios se poderão reflectir no aumento da competitividade das frotas nacionais? Como se tem processado a modernização dos navios da marinha de comércio? Quais os resultados práticos? Qual o potencial de crescimento do TMCD - Transporte Marítimo de Curta distância? Prof. Eng.º João Carlos Quaresma Dias Director Assessor do Conselho de Administração C. CARRIS LISBOA Pausa para Café Qual a análise a realizar sobre a Reforma Portuária dos últimos anos? Como é que os interfaces multimodais poderão constituir a chave para a excelência da operacionalização dos portos? Que investimentos têm sido dados à construção de novos terminais e que condições têm sido criadas para melhorar as acessibilidades rodoviárias, ferroviárias e marítimas aos portos? Qual a importância da reforma do trabalho e da operação portuária para garantir a competitividade dos portos portugueses? Quais os passos que já foram dados neste sentido? Como criar condições contratuais mais flexíveis e menos onerosas? De que modo se pode proceder à simplificação dos procedimentos dos portos para aligeirar a teia burocrática? Como tem evoluído o esforço de concentração das competências no âmbito da segurança da actividade marítima - criação da entidade Harbour Master? De que forma é possível conseguir a interligação de todos os operadores envolvidos na actividade portuária através da modernização das estruturas tecnológicas? Como desenvolver uma nova concepção ambiental dos portos e do tecido urbano em que se inserem? Dr. José Luís Forte Presidente do Conselho de Administração INSTITUTO MARÍTIMO PORTUÁRIO O nosso orador é Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa. Oficial da Marinha Mercante Portuguesa de Outubro de 1973 a Outubro de Exerceu funções como Magistrado do Ministério Público entre 1987 e Assumiu o cargo de Director Geral de Portos, Navegação e Transportes Marítimos entre 1997 e Desde Novembro de 1998 é Presidente do Conselho de Administração do Instituto Marítimo Portuário. É também Presidente da Comissão de Planeamento de Transporte Marítimo de Emergência. Fundador da Revista "Mar & Transportes" e Coordenador do seu Conselho Científico até Membro da Secção de Transportes da Sociedade de Geografia de Lisboa desde Transportes Aéreos Como elevar o potencial de qualidade, produtividade e competitividade do transporte aéreo de mercadorias? Qual a integração a fazer com os outros sectores de transporte? Como é que o estabelecimento de alianças poderá conduzir ao desenvolvimento de sinergias que permitam responder às crescentes exigências dos clientes Desenvolvimento de prestações complementares de serviços Quais os resultados práticos destas alianças De que forma é que estas alianças poderiam funcionar em Portugal Como aplicar os standards do frete expresso ao frete tradicional integrando a actividade das companhias aéreas e dos agentes de carga Melhoria da qualidade de serviço Qual a ponte a estabelecer entre a estruturação do sector logístico nacional e o transporte aéreo de mercadorias De que modo se poderá interligar o transporte aéreo de mercadorias com outros transportes para agilizar e flexibilizar os circuitos de distribuição numa óptica de optimização da resposta ao cliente Eng.º Reis Borges Conselheiro de Obras Públicas e Transportes Presidente da Primeira Secção CONSELHO SUPERIOR DE OBRAS PÚBLICAS E TRANSPORTES Colóquio Encerramento do Fórum III 4 Tel Fax

5 Lisboa Sexta-Feira, 22 de Fevereiro de 2002 fórum IV Novos Canais Exmo. Senhor/a: As empresas que não optimizem os seus processos logísticos terão as maiores dificuldades em se destacar no mercado em que estão inseridas Fonte: Dr. Carlos Maia Director de Logística. GLOBALSHOP B2B: Implementação de uma estratégia de e-procurement "Por esta altura já todos sabemos que a logística será um dos pilares básicos para a sobrevivência do e-commerce nos anos vindouros. Será inclusive uma necessidade primária para o intercâmbio de mercadorias digitais e para a gestão e controlo da relação dos utilizadores com os serviços. A chave, segundo os peritos, reside na integração dos múltiplos canais de relacionamento entre utilizadores, empresas e fornecedores em plataformas unificadas e versáteis" Fonte: Integração do e-procurement na Supply Chain Management 9.05 Como automatizar todo o processo de compra B2B para a rentabilização máxima da supply chain? Como preparar a sua empresa para a implementação de uma estratégia de e-procurement? Qual a avaliação a realizar sobre os recursos/competências necessárias à mudança? Recursos Humanos Recursos Tecnológicos Recursos Financeiros Quais os passos que são necessários para redesenhar os processos internos? Porque é que a simples ligação à Internet e a aquisição de soluções de e-procurement não são suficientes? Eng.º Luís Barbosa Director de Compras & Operações. OPTIMUS Estratégias Colaborativas 9.50 Como criar oportunidades de negócio e serviços de valor acrescentado na supply chain através de estratégias colaborativas? Como criar uma cadeia de valor on-line através de parcerias entre todos os intervenientes na supply chain? Quais os partners mais adequados? De que modo as trocas on-line podem servir de plataforma de colaboração para uma optimização do procurement sem custos adicionais? Maior flexibilidade, resposta em tempo real, diversificação e customização de produtos Qual a melhor forma de gerir a partilha de informação para reduzir o inventário e baixar os níveis de stock? Como automatizar as colaborações entre parceiros estratégicos para minimizar os custos de interacção inter-empresas? Qual o investimento necessário? Dr. José Aldir Supply Chain Director. UNILEVER Pausa para Café Centralização do e-procurement Como centralizar o processo de e-procurement para potenciar as vantagens competitivas do B2B? Como evitar a migração e disseminação da procura integrando todos os elementos do processo de negócio numa mesma comunidade virtual Como criar condições para atrair os melhores fornecedores do mercado Que serviços podem ser desenvolvidos para tornar as comunidades virtuais apelativas para a procura: pesquisa, financiamento, encomenda, tracking, recepcionamento, verificação, instalação, manutenção Como gerir a complexidade e a volatilidade do direct procurement para reduzir os custos de inventário e de stocks? De que modo se pode ir além das relações ponto-a-ponto entre compradores e fornecedores no meio on-line? De que modo se poderão construir e solidificar relações com os clientes e os fornecedores? Como desenvolver uma arquitectura de comunicação eficiente para potenciar as colaborações on-line? Dr. Luciano Bampi Director Geral Apresentação de um Case Study Especial Eng.º Mário Seborro Director Comercial. PT COMUNICAÇÕES Dr. César Pestana Director de Negócio e Compras. PT COMUNICAÇÕES Colóquio Almoço Retenção de Clientes Como construir uma estratégia de retenção de clientes: planeamento de uma oferta adequada ao perfil de cada segmento de mercado e agilização do ordering process Quais as melhores técnicas de segmentação e profiling para ganhar rapidamente quota de mercado? Qual a melhor forma de alargar ao máximo a transparência das plataformas de intermediação para potenciar relações entre os diversos elos da cadeia de valor relationship building Como dar aos compradores a possibilidade de acederem a catálogos específicos direccionados para as suas necessidades? Especialização da informação De que modo proceder à integração do ordering process: ligações aos fornecedores, gestão do inventário e dos stocks, e sistemas de back-end Dr. Carlos Maia Director de Logística. GLOBALSHOP Pausa para Café CPFR - Collaborative Planning Forecasting and Replenishment Apresentado por: Eng.ª Dora Cristina Manso ECR - Supply Side Manager. HENKEL IBÉRICA "O estabelecimento de uma cooperação entre produtor e distribuidor é fundamental para optimizar a cadeia de abastecimento" Eng.ª Dora Cristina Manso in Como desenvolver um processo de colaboração dinâmica entre retalhistas, distribuidores e fabricantes para optimizarem a sua performance e partilharem os riscos? Qual a melhor forma de colmatar as lacunas de comunicação entre parceiros habituados a diferentes práticas de partilha de informação? Como definir o papel de cada parceiro interveniente? Quais os parâmetros a considerar? Confidencialidade da informação partilhada Recursos a serem disponibilizados por cada parceiro Gestão das excepções Medição da performance De que modo se poderão definir níveis de encomendas para permitir a elaboração de um forecast partilhado? Quais os parâmetros de qualidade de serviço e de resposta às encomendas a estabelecer Quais as regras que devem ser estabelecidas para gerir eventuais desacordos entre parceiros? Como avaliar continuamente o sucesso do relacionamento colaborativo De que modo se poderão introduzir alterações aos acordos estabelecidos Como criar um plano de negócio e delinear produtos a serem geridos conjuntamente? De que modo se poderão elaborar calendários promocionais combinados? De que maneira se poderá melhorar substancialmente a qualidade do forecasting através da inclusão de dados de todos os parceiros intervenientes na estratégia de colaboração? Qual a mais valia de um Item Management Profile? Como poderá suportar acções tácticas? Mínimos e múltiplos das ordens de encomenda Lead times Intervalos entre ordens de encomenda Regras de segurança dos stocks Como elaborar um single forecast da procura para reduzir os níveis de stock? Que tácticas de replenishement devem ser desenvolvidas para optimizar os tempos de resposta? Como implementar um processo de forecast único para suportar o plano de negócio conjunto? De que modo se poderá avaliar os potenciais efeitos do plano de negócio conjunto nas futuras vendas a retalho? Quais os diferentes factores a considerar? Como recolher e analisar os dados POS - point of sale para elaborar as previsões das vendas e das encomendas? Qual a melhor forma de gerir interactivamente o feedback da previsão das encomendas para ajustar as previsões de vendas? Como reduzir a incerteza através da colaboração em real-time entre parceiros De que forma se poderá implementar uma previsão das encomendas on-line faseada durante um certo período de tempo? Ajuste da capacidade de produção do fabricante face à procura: minimização dos stocks Consolidação dos inventários da supply-chain Como identificar e resolver as excepções às previsões? Como utilizar os dados de distribuidores e produtores? Como gerir a informação sobre os níveis de vendas e de in-stock dos diferentes parceiros ao longo do tempo Que outros dados devem ser analisados A nossa Especialista Dora Cristina Manso é Licenciada em Eng.ª Química Ramo Processos e Indústria. Exerceu funções no Departamento de Compras da Henkel Ibérica durante 5 anos. Actualmente é ECR- Supply Side Manager Colóquio Encerramento da Semana da Logística A palavra de ordem actualmente é Integração : desde os fornecedores aos operadores logísticos até ao cliente final, passando pelos canais de distribuição. O objectivo é gerar valor acrescentado para todos os intervenientes na cadeia logística. Como? O IIR responde em dias 19, 20, 21 e 22 de Fevereiro de 2002 em Lisboa no Hotel Le Meridien Park Atlantic: Como implementar a melhor estratégia de DA CADEIA LOGÍSTICA para optimizar o time-to-market, reduzir os custos e garantir altos níveis de competitividade Na I Semana da Logística ficará a par das últimas novidades do sector através de 34 Especialistas de renome em 4 Fóruns especializados: fórum I Reestruturação da Supply Chain Management 19 de Fevereiro fórum II Gestão Avançada do Armazém fórum III Transportes & Distribuição fórum IV Novos Canais 20 de Fevereiro 21 de Fevereiro 22 de Fevereiro 8 Fórum I: Alcance uma performance sustentada integrando todos os elementos da cadeia de valor. Pondere a situação europeia com o nosso especialista da Sony Europe. Responda eficientemente às encomendas através de uma plataforma Seis Sigma. Actualize os seus sistemas de Informação. Recorra às melhores estratégias de Outsourcing 8 Fórum II: Optimize os processos de trabalho no armazém e flexibilize a capacidade de resposta à supply chain. Aplique a Metodologia Kaizen para melhorar a qualidade do serviço e dos prazos de entrega. Automatize o Armazém e simplifique os processos de trabalho. Mas vá mais longe: analise a mais valia de um WMS - Warehouse Management System na gestão do inventário e aproveite o espaço no seu armazém para optimizar a gestão dos stocks. Veja como tudo é na prática visitando um Armazém moderno 8 Fórum III: Implemente no terreno a interoperabilidade e a intermodalidade para agilizar o transporte de mercadorias por ar, terra e mar. Conte com os mais prestigiados especialistas nacionais. O debate que faltava sobre todos os meios de transporte: o potencial das ZALs - Zonas de Actividade Logística, a modernização das frotas no transporte rodoviário, a reestruturação do sector ferroviário, as novidades nos Sistemas de Informação Geográfica, as trocas por via marítima e a reforma portuária, e ainda a competitividade do transporte aéreo 8 Fórum IV: Automatize todo o processo de compra B2B, crie oportunidades de negócio através de estratégias colaborativas, estude as vantagens de centralizar o e-procurement numa única comunidade virtual, construa uma estratégia de retenção de clientes, e não falte à de Collaborative Planning Forecasting and Replenishment pela mão da Henkel Ibérica Conto consigo nestes fóruns para o/a cumprimentar pessoalmente. Até lá. Atentamente, Sofia Sequeira Júlio Directora de Programas. IIR Portugal P.S.: Coloque a sua empresa no mapa da cadeia log stica com o m ximo potencial de excel ncia e competitividade assistindo a Õ2002!! 5 Visite

6 Expositor Quem deve assistir Director de Logística Director de Compras Director de Armazém Director de Produção Director de Qualidade Director de e-business Director Geral Serviço IIR Doc Institute for International Research A Geograf é largamente reconhecida como líder em Portugal no campo dos Sistemas de Informação Geográfica para os operadores de telecomunicações, fornecendo um conjunto integrado de soluções e produtos para as áreas de planeamento, gestão e cadastro de redes, controle de qualidade e aplicações geográficas para call centers. Os parceiros da Geograf incluem alguns líderes mundiais na produção de informação geográfica digital, bem como fornecedores de soluções informáticas para SIG dentro das áreas das telecomunicações. Porquê patrocinar? Como empresa líder em organização de Conferências, Feiras e Congressos, o IIR desenvolveu um sistema de oportunidades de negócios baseado no alto nível dos nossos eventos. Garantia de resultados: uma oportunidade para contactar as empresas com quem deseja fazer negócios Perfil dos participantes: contacte com o perfil do profissional ávido por informações e apresente as suas soluções Decision Makers: desperte o interesse dos decisores chave Em colocamos à sua disposição um pacote de acções promocionais elaborado exclusivamente e à medida dos seus objectivos e necessidades para este evento. Garanta já seu espaço no evento, entrando em contacto com Julio Benedetti, Sponsorship Manager, pelo telefone: Oferecemos-lhe a documentação referente às Conferências Manutenção (Maio 2001) e Células Autónomas de Produção (Novembro 2001), a um preço muito especial O IIR PORTUGAL pertence ao grupo Institute for International Research, uma companhia multinacional que iniciou a sua actividade em 1973 com o objectivo de fornecer informação às chefias de todo o mundo. Celebrando eventos empresariais em mais de 25 países, o grupo possui várias empresas no âmbito da organização de eventos e da formação: o Council of Education Management (CEM), o National Management HealthCare Congress (NMHCC) e o IIR Distance Learning, nos Estados Unidos; o Institute for Faculty in Finance (IFF) especializado na formação para o mercado de capitais, na Alemanha e no Reino Unido; o Leading Minds, no Mónaco, organizador dos eventos com os melhores gurús internacionais em colaboração com o IIR; o ICBI, em Londres, especializado em eventos paneuropeus e o IIR Exhibitions dedicado ao desenvolvimento de feiras e congressos, bem como a da actividade editorial do Midrange Computing, o IIR Publications e Kensington Publications, com sede em Londres. I Semana da Logística DA CADEIA LOGÍSTICA Lisboa 19, 20, 21 e 22 de Fevereiro de 2002 Hotel Le Meridien Park Atlantic Inscreva-se nos 4 Fóruns e oferecemos-lhe a documentação de e-procurement 2000 no valor de 134,22!!! DETALHES ADMINISTRATIVOS Estadia no Hotel Reserv mos alguns quartos com um desconto especial no Hotel Le Meridien Park Atlantic. Pode fazer a sua reserva directamente atravžs do telef , indicando que est inscrito nas jornadas do Institute for International Research. Certificado de Assist ncia A todos os assistentes que assim o desejarem, ser entregue um Certificado de Assist ncia ˆs jornadas. CANCELAMENTOS Se n o puder assistir ˆs jornadas, o cancelamento dever ser comunicado por correio ou fax. Se tal cancelamento for comunicado atž dois dias œteis antes do in cio do encontro, ser-lhe- restitu do o valor da inscri o excepto 10%, referente a gastos administrativos. Depois deste per odo, n o nos ser poss vel a devolu o do mesmo. No entanto, poderemos admitir uma substitui o ˆ sua presen a. Qualquer substitui o dever ser notificada por correio ou fax atž um dia œtil antes do in cio do encontro. O Institute for International Research recorda-lhe que a entrada ˆ Confer ncia somente Ž garantida se o pagamento da inscri o for efectuado antes da data do evento. Os dados pessoais que aparecem na etiqueta foram extra dos de uma base de dados informatizada que pela lei 10/91 nos disponibilizamos a rectificar ou eliminar caso assim o desejar. A pessoa inscrita consente, de forma expressa, a incorpora o e o tratamento dos seus dados nos ficheiros automatizados da responsabilidade do IIR Espanha, para os fins comerciais e operativos do mesmo. Contudo, atravžs do IIR Espanha, poder receber informa o comercial de outras empresas sobre bens ou servi os que possam ser do seu interesse. V. Exa., consente que os seus dados sejam cedidos a terceiras entidades que mantenham rela jur dicas ou comerciais com o IIR Espanha, para a utililiza o com fins publicit rios. As respostas ˆs quest sobre os referidos dados pessoais t m car cter obrigat rio. O cliente fica igualmente informado sobre a possibilidade de exercer os direitos de acesso, rectifica o e cancelamento nos termos estabelecidos na legisla o vigente, na morada do IIR Portugal: Avda. Praia da Vit ria, 71-A, 4¼ B Lisboa. Por favor preencha todos os dados Por favor, preencher em letra maiúscula 1 2 NOME: FUNÇÃO: BOLETIM DE INSCRIÇÃO DEPT.: Sim, desejo receber informações sobre futuros eventos e serviços do IIR no NOME: FUNÇÃO: DEPT.: Sim, desejo receber informações sobre futuros eventos e serviços do IIR no EMPRESA: ACTIVIDADE DA SUA EMPRESA: Nº DE EMPREGADOS: MORADA: Nº CONTRIBUINTE: TELEFONE: FAX: FACTURA A ENVIAR À ATENÇÃO DE: >1.000 TOTAL LOGISTICS Lisboa 19, 20, 21 e 22 de Fevereiro de 2002 Hotel Le Meridien Park Atlantic Rua Castilho, Lisboa PP285 Sim, desejo inscrever-me em TOTAL LOGISTICS e efectuar o pagamento Antes de 22/01/2002 Após 22/01/ Fórum Fórum I Fórum II Fórum III Fórum IV 2 Fóruns Fórum I Fórum II Fórum III Fórum IV 3 Fóruns Fórum I Fórum II Fórum III Fórum IV 4 Fóruns 513,76 + IVA $ 997,59 + IVA $ 1.371,69 + IVA $ 1.621,09 + IVA $ 613,52 + IVA $ 1.097,35 + IVA $ 1.471,45 + IVA $ 1.720,85 + IVA $ O valor da inscrição inclui toda a documentação, além dos almoços, cafés e jantar indicados no programa Não posso estar presente nesta ocasião, mas: Estou interessado na documentação da conferência Desejo receber informação de outras conferências nesta área AUTORIZADO POR: FUNÇÃO: RESPONSÁVEL DE FORMAÇÃO: Para efeitos de processamento é favor não retirar a etiqueta COMO RESERVAR A SUA PARTICIPAÇÃO? FAX Institute for International Research Edif cio Monumental, Avda. Praia da Vit ria, 71-A, 4¼ B LISBOA

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