UTP - UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Érica Renata Kristel Ferreira de Mello

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UTP - UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Érica Renata Kristel Ferreira de Mello"

Transcrição

1 UTP - UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Érica Renata Kristel Ferreira de Mello A ATUAÇÃO E IMPORTÂNCIA DOS FREIGHT FORWARDERS (OPERADORES LOGÍSTICOS) NO COMÉRCIO INTERNACIONAL CURITIBA 2012

2 Érica Renata Kristel Ferreira de Mello A ATUAÇÃO E IMPORTÂNCIA DOS FREIGHT FORWARDERS (OPERADORES LOGÍSTICOS) NO COMÉRCIO INTERNACIONAL CURITIBA 2012

3 RESUMO Este trabalho apresenta as principais nuances dos intermediadores de carga internacionais que nada mais são que os operadores logísticos, empresas contratadas pelo importador ou exportador para coordenar uma parcela ou o todo dos procedimentos logísticos. Em um operador logístico podem ser oferecidos os serviços de armazenagem, transporte, gestão integr ada da malha lo gística, gestão de pedidos, serviços agregados e logística internacional. Um operador logístico pretende gerar tranqüilidade e equilíbrio aos seus c l i e n t e s, p a r a q u e o s m e s m o s p o s s a m f o c a r e m s e u n e g ó c i o e c r i a r oportunidades de crescimento. Além disso, operadores logísticos de alta tecnologia propõem aos clientes uma excelência operacional e um diferencial competitivo pela agilidade na gestão e execução e têm o objetivo de superar as expectativas do cliente, fazer alianças estratégicas com os fornecedores, executar serviços de valor. Quando bem implementado o operador logístico pode ajudar a reduzir custos totais visando aumentar a margem de lucro, diminuir a complexidade de custos das funções logísticas e melhorar os sistemas de informação logístico. Palavras-chave: operadores logísticos, logística internacional, tecnologia, alianças estratégicas. ABSTRACT This paper presents the main nuances of international freight brokers that are nothing more than logistics operators, companies hired by the importer or exporter to coordinate a portion or all of the logistical arrangements. In a logistic operator can be offered the services of warehousing, transportation, integrated logistics network management, order management, international logistics and value-added services. A logistics operator intends to generate tranquility and balance to your customers so that they can focus on their business and create opportunities for growth. In addition, high-tech logistics operators offer customers an operational excellence and competitive advantage for agile management and execution and aim to surpass customer expectations, making strategic alliances with suppliers, servicing value. When properly implemented the logistics operator can help reduce overall costs to increase profit margins, reduce complexity cost of logistics functions and improve logistics information systems. Keywords: logistics operators, international logistics, technology, strategic alliances.

4 INTRODUÇÃO A necessidade de busca pela competitividade e o crescente aumento das demandas exigidas pelo mercado indica uma tendência à terceirização das atividades que não fazem parte do foco de negócio das empresas. Diante deste cenário, surgiu uma atividade especializada que busca agregar competitividade às empresas inseridas ou não dentro da cadeia de suprimento, que são os chamados freight forwarders ou operadores logísticos. O intermediador de cargas internacionais tem como função dissociar atividades relacionadas à cadeia de suprimentos de outras organizações ao coordenar uma parcela ou a totalidade do planejamento, controle e movimentação de mercadorias em âmbito global. A flexibilidade da prestação do serviço do IFF instiga pesquisas à seu respeito, uma vez que o envolvimento deste no transporte pode variar em intensidade e extensão, de acordo com a demanda do importador ou exportador contratante. Objetiva-se, desta forma, estruturar o tema operadores de logística como um assunto relativamente novo, ainda pouco explorado academicamente e com escassas referências bibliográficas. Quanto aos objetivos específicos: primeiramente será visto o conceito de freight forwarder, bem como histórico, suas principais definições, tipos, modais de transporte em que atuam, e os líderes de mercado atualmente; no segundo capítulo será demonstrada a importância da presença de um operador logístico e de sua tecnologia para o planejamento estratégico da ação e da distribuição internacional; logo a seguir definir a responsabilidade do operador de transporte multimodal nos trâmites logísticos do comércio entre países; e por fim, as alianças que os freight forwarders têm feito a fim de lhe garantirem maior segurança e credibilidade em suas ações no âmbito do comércio exterior e maior aquisição de vantagem competitiva. Quanto à fundamentação teórica serão utilizadas as visões de Stewart e Pierre David que ressaltam a importância desses operadores como importantes gestores que atuam na exportação e importação de mercadorias.

5 1 OPERADORES LOGÍSTICOS 1.1 Conceito Tendo em vista ser um tema relativamente novo no comércio internacional, vale a princípio fixar bem seu conceito. Os freight forwarders ou operadores logísticos basicamente representam as empresas que cuidam, entre outros, da movimentação, armazenagem, transporte, processamento de pedidos e controle de estoques de seus clientes. Podem trabalhar para várias empresas, inclusive concorrentes, mantendo acordos preestabelecidos e contratos de confidencialidade, mas na busca incessante pela sinergia operacional, que é gerenciada pelo operador (CAXITO, 2012, p.: 222). Ainda de acordo com Rodrigues (2000), os operadores logísticos seriam corretores de cargas, empresas de armazenagem ou qualquer outro agente econômico que decida consolidar cargas de diversos embarcadores e negocie com os transportadores fretes menores do que os que seriam obtidos individualmente pelos embarcadores. A diferença obtida no frete é o seu lucro. Além disso, o IFF* presta serviço em seu próprio nome e emite um conhecimento de embarque próprio. Para os embarcadores e consignatários (destinatários das cargas) individuais, o IFF será o transportador, enquanto que na relação do IFF com o transportador efetivo, o IFF será o embarcador e o consignatário. Na maioria das vezes, os operadores logísticos são multinacionais ou empresas que se associam a outros agentes em diversos países, para assim poderem oferecer aos seus clientes um serviço porta-aporta (door to door), principalmente para aqueles comerciantes que não têm uma estrutura capaz de executar todas as atividades relacionadas à exportação e à importação. *International Freight Forwarders: Agentes de Carga Internacional

6 1.2 Histórico Os operadores logísticos devem existir desde que existe comércio, mas provavelmente eram conhecidos com retornos bem inferiores. Com as grandes taxas de juros e fortes esforços em reduzir os níveis de estoques durante as décadas de 70 e 80, uma mudança significativa ocorreu para os operadores logísticos. Os gestores decidiram concentrar-se nas suas competências fulcrais e deixar os outros assuntos à parte, dando assim lugar aos operadores logísticos. Peter Drucker vê este tipo de serviço como em pleno crescimento. 1.3 Definições Tendo o conhecimento acerca do que basicamente são os operadores logísticos e sua presença no comércio internacional, pode-se afirmar que as empresas que optam pela parceria com estes estão diante de características que envolvem tanto vantagens como aspectos financeiros, comerciais e operacionais, bem como problemas e riscos. Dentre as vantagens financeiras, têm-se: oferta de redução de custos por meio de compartilhamento de equipamentos e mão-de-obra; redução da base de funcionários diretos; diminuição de custos com avarias; seguro de ampla cobertura; transformação de custos físicos em custos variáveis; redução de ativos; efetiva adoção do conceito de logística integrada (tendência de mercado); e melhor aproveitamento de cargas e destinos (modelo fracionado). Quanto aos aspectos comerciais e operacionais podem ser mencionados: melhor aproveitamento de cargas e destinos; foco do cliente em seu negócio principal; melhoria de nível de serviço; padronização do serviço ao cliente fina; integração com toda a cadeia de suprimentos envolvendo a relação com os fornecedores e clientes; grande capacidade de implementação de mudanças e novos projetos; maior capilaridade com a utilização das filiais do operador logístico; e redução nos níveis de estoque, com o processo obedecendo a um fluxo estabelecido.

7 No que diz respeito aos problemas e riscos dos contratantes para com os operadores, há de se citar: o pouco conhecimento do operador sobre a empresa e o produto; dificuldade de identificação de parceiros logísticos; crença de que os custos são mais relevantes no curto prazo; pouco conhecimento da importância da integração com o operador logístico por parte da empresa cliente; escolha de operador com conhecimento embrionário em determinado segmento; dependência excessiva no longo prazo e perda de conhecimento da complexidade operacional; e por fim, complexidade operacional e fase de implantação com prazos de aprendizagem do operador sobre o produto do cliente. De acordo com a necessidade do contratante/empresa, esta pode optar por uma modalidade de operador, conforme será mostrado na subseção seguinte. 1.4Tipos de operadores logísticos Uma das principais características dos operadores é vender serviço, no caso serviços logísticos, dessa forma encontramos no mercado várias maneiras de desenvolver essas parcerias estratégicas caracterizadas entre empresas e operadores. Nesse contexto, vale a pena citar os três principais tipos de operadores existentes hoje no mercado. O primeiro tipo são os chamados operadores no modelo multiclientes. Estes normalmente são os detentores de instalações e tecnologias aptas a receberem vários clientes, gerenciando suas necessidades logísticas a partir de um mesmo Centro de Distribuição (CD), compatibilizando ou segregando produtos, oferecendo áreas específicas de armazenagem, como áreas climatizadas, refrigeradas e secas. O segundo tipo são os chamados operadores no modelo In-Company ou In- House que assumem a gestão da logística em seu próprio cliente, utilizando-se de suas instalações, podendo ou não oferecer a tecnologia também. São mais conhecidos como implantes. Exemplos típicos de empresas que se utilizam desse tipo de operador são empresas importadoras de circuitos elétricos como Siemens Enterprise e Schneider Electric. Na maioria das vezes a empresa possui o departamento de logística, mas não está em seu core business executar a parte de armazenagem, transporte e distribuição, e entende que é necessário entregar a gestão para especialistas,

8 otimizando seus resultados uma vez que o que se espera dessa etapa são resultados como pontualidade e diagnóstico de estoque. O terceiro tipo são os chamados operadores no modelo Full-Dedicated. Estes oferecem o Centro de Distribuição para um único cliente, onde operador e cliente desenvolvem uma gestão integrada no gerenciamento da logística. A participação da empresa foco nesse formato é ativa, apresentando-se totalmente dedicada à operação, mas com a mão de obra, equipamentos e instalações terceirizados e mantendo as tomadas de decisões sob o seu domínio. A possibilidade de perda de informações-chave se torna muito reduzida, pois, diferentemente, dos outros dois tipos, o planejamento é da empresa foco. Para esse formato observamos os mais altos índices de customização para o cliente. 1.5 Principais modais em que atuam Atualmente, no meio logístico internacional, pode-se dizer que os IFF atuam em dois modais principais: o modal marítimo e o aéreo de transporte de cargas. Vale a pena, então, elucidar melhor as características desses dois tipos de transporte internacionais Marítimo A frota mercante mundial está registrada em mais de 150 países, tripulada por mais de um milhão de marinheiros de todas as nacionalidades. O setor de transporte marítimo internacional é responsável pelo transporte de 90% do comércio no mundo. A marinha mercante é a chave para a economia global. Sem ela, o transporte de matérias-primas e a exportação/importação, a preços acessíveis, de alimentos e de bens manufaturados seriam impossíveis. No que se refere a frete e, portanto, aos operadores de navios mercantes, pode-se calcular uma receita anual estimada superior a US$ 380 bilhões na economia global. As transportadoras não proprietárias de navios que operam nesses trâmites do transporte marítimo internacional são denominadas de NVOCC(Non-Vessel-Operating

9 Common Carriers). Como o próprio nome já diz se tratam de uma companhia de navegação, que não têm navios próprios nem operam navios. Apesar disso, as NVOCCs são reguladas pela Comissão Marítima Federal(Federal Maritime Commission FMC). O modo de uma NVOCC operar é comprando espaço em um determinado navio em determinada viagem e vender esse espaço a companhias que precisem expedir carga. A companhia de navegação é paga pelo espaço independentemente de a NVOCC preencher sua alocação. Na maioria dos casos, uma NVOCC também atua como consolidador de frete e agrega carga LCL(carga solta menos de um contêiner) de vários clientes em um contêiner cheio. Isso permite que pequenos fretadores se beneficiem da proteção de um contêiner e lhes dá a oportunidade de expedir sem a proteção de embalagem extra exigida pela carga a granel (PIERRE, 2010, p.: 302). Esse sistema acabou, digamos, por servir de base para o modelo seguido por consolidadores no negócio de passageiros aéreos. Esses consolidadores compram um bloco de assentos em um avião e os revende a clientes, em geral, por meio de agências de viagens que oferecem descontos. É nesse sentido que vale a pena comentar sobre a atuação dos operadores logísticos no transporte aéreo internacional Aéreo Nas últimas três décadas, o transporte aéreo cresceu com rapidez, principalmente em virtude do advento das entregas em tempo determinado, conceito criado pela Federal Express no mercado dos Estados Unidos, em 1981, e depois adotado por quase todas as companhias áereas de carga comerciais. A Federal Express (hoje denominada FedEx) é a maior companhia de frete aéreo do mundo. Quanto à estrutura das tarifas de carga internacional, que remete principalmente aos operadores logísticos, esta não chega nem perto da estrutura complicada do setor de carga marítima, com suas numerosas categorias. O frete aéreo é cobrado em função de dois aspectos: peso e volume.

10 Para chegar ao custo de frete de determinada remessa, as companhias aéreas calculam duas alternativas: a primeira baseia-se no peso real do carregamento; a segunda no volume-peso, cálculo baseado no volume da carga. O volume-peso de um carregamento é também chamado de peso dimensional. A companhia aérea cobra o valor mais alto entre o volume-peso e o peso real da carga. 1.6 Liderança do mercado mundial Segundo o Transport Intelligence (2009), entidade de pesquisa de análise do mercado de logística, o ranking dos maiores operadores de logística é ocupado pela DHL, Ceva e Kuehne + Nagel que conquistaram os três primeiros lugares. A DHL Supply Chain, recentemente renomeada de DHL Exel Supply Chain, é mais uma vez o maior operador do mundo. Em 2008, a empresa alemã teve receitas superiores a 12 bilhões de euros, o que assegurou uma distância considerável à frente de sua mais próxima rival, a Ceva. Na terceira posição, está a suíça Kuehne + Nagel. A DHL é líder tanto globalmente quanto no mercado doméstico europeu. A Wincanton, por sua vez, não tem tanta força mundialmente, mas é a segunda mais na Europa, seguida pela segunda colocada mundialmente, Ceva. Enquanto na Europa a DHL goza de um liderança folgada, no mercado norte-americano a sua posição é ameaçada por outros grandes fornecedores como: Penske Logistics, Caterpillar Logistics Services, Ryder, UPS SCS, Schneider e Menlo. Na região Ásia-Pacífico, a liderança é da gigante japonesa Hitachi, seguida pelos operadores Sankyu e Mitsubishi. No entanto, se o mercado japonês for excluído da conta, a DHL torna-se, como nas outras macro-regiões globais, o principal operador logístico. No ano de 2010, pelo prêmio do Instituto ILOS, a DHL e Kuehne + Nagel permaneceram no ranking como os dois maiores operadores logísticos, graças à disponibilidade de serviço de armazenagem para a empresa contratante. A DHL manteve-se na posição graças a operações compartilhadas e dedicadas. Dentre as operações compartilhadas têm-se solução sob medida, flexibilidade e economia compartilhando espaço, colaboradores, equipamentos e

11 transportes. Quanto às operações dedicadas têm-se: solução especializada; localidades de armazéns que oferecem sinergia de distribuição; processos de operação, controles e informações de gestão de melhor desempenho; e, por fim, uma grande rede de sistema de gestão de armazenagem e softwares interativos para acelerar a produtividade e tornar as empresas mais rápidas e confiáveis. A Kuehne + Nagel se diferencia por fornecer uma ampla gama de serviços de armazenagem para várias indústrias em todo o mundo multi-usuário ou ambiente dedicado. Além disso, possui sistemas de informação baseados em um padrão mundial que facilita a transferência uniforme das informações. Os armazéns e serviços de gerenciamento de inventário garantem que todo material confiado à Kuehne + Nagel é armazenado e gerido de uma forma segura, compatível e profissional. Diante do que foi apresentado, percebeu-se a ênfase dada à tecnologia, ferramenta indispensável nos dias atuais para melhorar o fluxo de informações entre operadores e empresas contratantes. É por isso que será dada atenção especial a esse fator de produção no capítulo seguinte. 2 A IMPORTÂNCIA DA TECNOLOGIA E DO OPERADOR LOGÍSTICO NO COMÉRCIO INTERNACIONAL Para as operações entre clientes e seus respectivos operadores logísticos, os investimentos em TI são imprescindíveis para o sucesso da operação. Algumas vantagens há de serem citadas, bem como desvantagens do uso de compartilhamento de dados, os EDI (Eletronic Data Interchange) entre as empresas. Dentre as vantagens, têm se: melhor comunicação e precisão dos dados; maior rapidez no acesso à informação; maior produtividade nas transações de dados; diminuição dos custos administrativos e de transações; redução do tempo de resposta para reformulações; redução dos estoques; e maior agilidade na execução das tomadas de decisões. Entre as desvantagens, têm-se necessidade de padronização dos documentos; custo relativamente alto de implementação; necessidade de softwares e hardwares padronizados; necessidade de conscientização e padronização de todos os usuários; flexibilidade relativamente baixa do sistema a processos manuais; dependência dos

12 provedores de serviços; e dependência da qualidade dos sistemas de comunicação utilizados. A decisão pela utilização de softwares compartilhados ou não vai de encontro com a estratégia da empresa que, ao contratar um operador, pode buscar avanço nos seus sistemas de gestão de estoque ou a expertise em operações, utilizando os seus softwares, mas com a gestão de operações do operador ou entregando todo o processo que vai integrar ERP*, WMS* e TMS*, aplicando o conceito de logística integrada. Diante do que foi apresentado até o momento e aliados ao uso da tecnologia, há de se enfatizar a importância dos operadores logísticos no comércio internacional. O volume total das atividades logísticas internacionais tem um custo aproximado de 15% do volume total do comércio internacional. Logo, percebe-se que há um impacto muito grande desses atores (freight forwarders operadores de logística) na economia mundial através do pagamento de impostos sobre os lucros para o governo de seus países e receita adicional para o governo. Em um mercado cada vez mais competitivo é necessário, muitas vezes, que indústrias utilizem ferramentas que possibilitem o aumento da competitividade visando manter-se ou alcançar a liderança. Desta forma, uma considerável alternativa é a utilização do Operador Logístico como elo facilitador assumindo tarefas e fazendo com que as empresas se comprometam mais em seu foco de atividade. A logística torna-se uma das principais variáveis de eficiência para o comércio exterior. Tempo, prazo de entrega, assistência técnica e pronta entrega são itens importantes nesse contexto. Deve-se, então, entender a logística não somente como transporte, mas, sim, desde a comunicação até a entrega do produto ao cliente. No entanto, o quesito transporte é fundamental para o melhor desempenho da logística, ainda mais em um país como o Brasil, líder natural de um continente inteiro e dono de um potencial incalculável em termos de produção. Outra dificuldade para o comércio exterior é a precariedade no transporte marítimo, tanto interno quanto externo. Infelizmente, o Brasil não é rota principal do comércio exterior dentro deste modal. Os serviços portuários ainda não são totalmente eficientes, dificultando as rotas dos navios. O governo federal deve privatizar verdadeiramente os serviços portuários, propiciar concorrência nos terminais privativos, buscar a implementação efetiva do transporte multimodal, buscar *Enterprise Resource Planning/Warehouse Management System/Transportation Management System

13 desenvolver o transporte de cabotagem. Estas, entre outras medidas, fortaleceriam a integração entre a logística e o comércio exterior. 2.1 Logística e terceirização oportunidade dos operadores logísticos A terceirização, na maioria das vezes, sempre foi vista como algo ruim no mundo empresarial. E a preocupação trata-se com a perda de informações-chave dos processos, a necessidade do comprometimento de terceiro, riscos comerciais em que a imagem do fabricante será inevitavelmente associada à de uma empresa de serviços e à dependência excessiva que pode ser desencadeada com a contratação dos serviços de outra empresa, no caso um operador logístico. Porém, há o lado positivo dessa contratação a partir do momento que a empresa se dedica ao seu negócio principal, melhorando seus processos e tornandose cliente do desenvolvimento do seu próprio produto. Vale ressaltar também a redução de investimento em ativos e a flexibilidade operacional. A logística custa dinheiro e erros no gerenciamento logístico custam clientes. Em tempos de concorrência crescente, em que se fala mais em conceder redução dos custos do que em conseguir repassar um aumento destes, a otimização dos processos de operação e o aproveitamento de todas as possibilidades de potencial de redução nos custos se tornam, para muitas empresas, um fator crítico para a sobrevivência. Segundo Hausller(2011) a contratação de um operador sinaliza para as características a seguir: a) Redução dos custos logísticos por meio do aproveitamento dos efeitos de escala no prestador de serviços; b) Transformação de custos fixos em variáveis; c) Controle simplificado dos custos e trabalhos logísticos; d) Aproveitamento do know-how logístico dos prestadores de serviços, inclusive da TI(Tecnologia da Informação) instalada; e) Concentração da empresa em suas competências principais; f) Aumento na qualidade do serviço prestado aos clientes;

14 g) Simplificação nos processos da empresa; 3 A RESPONSABILIDADE JURÍDICA DO OPERADOR LOGÍSTICO E PROBLEMAS POTENCIAIS Ao mesmo tempo em que a terceirização das atividades de logística tem seu lado positivo para a empresa contratante e as vantagens obtidas pelos operadores, há que se considerar também os riscos e quais as responsabilidades/penalidades jurídicas que esses operadores podem estar sujeitos. O fato da cadeia logística envolver muitos atores, principalmente nos dias atuais, faz com que o operador logístico possa vir a perder acesso a informações chave do mercado, bem como demonstrar a incapacidade em cumprir as metas combinadas, além da dependência excessiva da empresa contratante ao operador logístico. Esses fatores supõem, portanto, a falta de domínio total dos freight forwarders do processo logístico. Tendo em vista tal fato, Os Freight Forwarders, conhecidos no Brasil como agentes de cargas, são empresas com importante participação no comércio internacional e responsáveis pela maioria dos fretes negociados ao redor do mundo. Os serviços oferecidos pelos agentes de cargas aos importadores e exportadores compreendem a contratação de frete internacional e nacional junto às agências marítimas, companhias aéreas e demais transportadores. Outros serviços envolvidos no transporte também são prestados pelos agentes, como coordenação, consolidação e desconsolidação de cargas, armazenagem e distribuição de mercadoria, assessoria nas questões aduaneiras e fiscais, contratação de seguro, coleta e serviços logísticos. Os agentes de cargas brasileiros trabalham em conexão com os agentes de cargas internacionais, alguns como representante exclusivo, outros como um parceiro comercial local. Para um agente brasileiro representar um agente internacional, é preciso o registro da carta de apontamento (letter of appointment) fornecida pela empresa estrangeira, no Departamento do Fundo da Marinha Mercante DEFMM. A atividade de agenciamento não possui normatização no âmbito privado e não há uma

15 regulamentação específica no Brasil, porém está sob o regime da legislação brasileira nas suas diversas esferas. A alta carga de responsabilidade da empresa de agenciamento, no exercício de suas funções, requer cuidados com a possibilidade de responder por erro, omissão, negligência, imprudência, multas aos clientes, atrasos, quebra de contrato e incidentes no transporte de cargas. Os agentes estão expostos às ações indenizatórias promovidas pelos seus próprios clientes visando à reparação de prejuízos financeiros ocorridos pelos serviços para o qual foi contratado, e em especial ações regressivas de ressarcimento das companhias seguradoras. Também podem ser acionados, pelas empresas marítimas, companhias aéreas, transportadores, armazéns e terceiros de modo geral, e inclusive ser responsabilizados por ocorrências de culpa atribuída pela Receita Federal, Aduana e órgãos governamentais. Os importadores e exportadores, ao contratarem os serviços de um agente de cargas, nem sabem para qual empresa de transporte suas cargas serão entregues, mas, havendo extravio, perdas, faltas, danos e avarias às mercadorias, ou prejuízos decorrentes de erros próprios ou de seus subcontratados, os agentes responderão pelos prejuízos causados. A tese de que os agentes são meros agenciadores de cargas e que atuam apenas como intermediários, e não como transportador de fato, não é aceita pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), e quando as ações chegam nessa instância, os agentes normalmente são condenados ao pagamento dos prejuízos. No entendimento do STJ, o agente de cargas tem responsabilidade objetiva (independente de culpa) pela carga que lhe foi confiada para transporte e é responsável civilmente por serviços da mesma natureza do transportador. Também responde pela operação de transporte como um todo e pelos prejuízos totais que possam ocorrer com as mercadorias de seus clientes. Para o agente de cargas se manter competitivo em um ambiente dinâmico, globalizado e com clientes cada vez mais exigentes, é fundamental se proteger com um seguro de erros, omissões e responsabilidade civil pelo transporte da mercadoria para o qual foi contratado. O seguro traz tranquilidade, permite ao agente de carga desenvolver o seu trabalho com segurança e aumenta a credibilidade com seus clientes.

16 4 AS ALIANÇAS REALIZADAS PELOS FREIGHT FORWARDERS E A AQUISIÇÃO DE VANTAGEM COMPETITIVA Apesar da versatilidade vista nas empresas de FF em sua prestação de serviço para se garantirem ainda mais no mercado internacional, elas têm se utilizado do uso de parceiros para viabilização do negócio que ocorre inclusive em território nacional: os operadores logísticos instalam sua matriz em determinado estado e utilizam parceiros para prestação de serviço em outras regiões. É relevante ressaltar ainda que a divulgação do serviço, em nenhum dos cinco casos, sugere a utilização de estrutura de terceiros. O grau de participação desses operadores estudados no processo logístico de seus clientes é determinado pelas necessidades e sistemáticas do cliente. Os serviços prestados pelas organizações do estudo podem posicioná-las em diferentes etapas da cadeia e podem ser categorizados em quatro áreas de atuação: a) Despachante aduaneiro: responsável pela nacionalização de cargas importadas e internacionalização de cargas para exportação junto à Receita Federal; b) Intermediador de carga: prestadora de serviço que contrata transportadores dos mais diversos modais e vende ao cliente com marca própria, podendo acrescentar diversos serviços de acordo com a necessidade do contratante (inclusive das demais categorias, como já elucidado anteriormente; c) Agente: intermediador de negócios, que recebe percentual para representar o cliente em determinado território; não possui envolvimento direto com o produto ou o transporte do mesmo, agindo apenas como desmembramento da organização no processo logístico ou staff; d) Consolidador: responsável por reunir cargas de diversos clientes em lotes maiores, de modo a facilitar o envio, agilizá-lo e reduzir custos ao cliente; também pode ser considerado uma espécie de IFF, por geralmente não possuir meio de transporte próprio.

17 No estudo de caso inicial, apenas três das quatro classificações acima pareciam ser de relevante esclarecimento, todavia o papel do despachante foi detectado como determinante na cadeia logística, inclusive por seu relacionamento com a operação do forwarder. É importante ressaltar, ainda, que os forwarders também são chamados pelos entrevistados em geral de agentes de carga, termo que é substituído por IFFs(International Freight Forwarders) para fins didáticos. A expressão agente está sendo utilizada somente para expressar agentes de negócios, como trading companies, dealers e traders independentes, a fim de evitar indistinção dos termos. Essas alianças pressupõem a aquisição de vantagem competitiva por parte dos operadores logísticos e essa vantagem é fortemente demandada pelas empresas. Sendo assim a logística aparece como uma fatia muito importante dentro das estratégias das empresas. Fazer logística não é fácil e não se deve resumir apenas a uma etapa do processo como muitos acreditam que seja: o transporte. Cada segmento requer processos e operações com mais exatidão e com economia de tempo.este não pode ser armazenado, mas pode-se ganhá-lo para outras atividades. Uma combinação ideal seria a busca contínua por cumprir os indicadores de desempenho de seu segmento, executando um correto Just in time, a fim de obter como resultado o valioso tempo e resultados planejados. A logística, com seu conjunto de atividades armazenar, transportar e distribuir tem como objetivo a perfeita execução de suas operações e aparece como facilitador para essa conquista de bons resultados. Muitas empresas encontram dificuldades e até mesmo desconhecimento para a execução dessa atividade vital ao perfeito funcionamento dos objetivos e metas estabelecidos por seus diretores e gerentes. Mediante essa oportunidade, o número de operadores logísticos no Brasil se fortalece, criando-se um segmento profissionalizado e altamente capacitado para administrar os recursos daqueles que não compreendem o real significado da palavra logística.

18 CONSIDERAÇÕES FINAIS A utilização de operadores logísticos no Brasil e no mundo apesar de ser recente já é uma realidade que apresenta problemas e oportunidades. As oportunidades são oriundas do enorme potencial do mercado internacional, como também pela efetiva adoção do conceito de logística integrada. Alguns problemas encontrados: má qualidade de infra-estrutura física, pouco conhecimento sobre a indústria, dificuldade de identificação de parceiros logísticos, acreditar que os custos são mais relevantes, em detrimento da qualidade dos serviços prestados; o pouco conhecimento acerca da importância de gerenciamento da cadeia de suprimentos e dos operadores logísticos. Em meio ao que foi exposto, o mercado de operadores logísticos realmente vem evoluindo muito. Trata-se também de um segmento promissor e que tem muito a crescer. Porém, para que se concretize, há muito a ser feito, o que envolve desde capacitação de recursos humanos e maiores investimentos em tecnologia, visto que é uma variável importante em sua vantagem competitiva, até uma relação mais profissional entre cliente e prestadores de serviços. Desta forma, realizando parcerias que não se restrinjam a reduzir custos, e sim em gerenciar melhor os negócios. Os processos logísticos de grande parte das empresas são candidatos à terceirização, visto as vantagens percebidas e aos baixos riscos envolvidos. Portanto, nesse caso, a terceirização acabaria gerando vantagens, podendo ser, uma possível fonte de redução de custos, aumento da qualidade dos serviços e maior foco no investimento. Vale enfatizar que a literatura apresenta diversas vantagens referentes à contratação de operadores logísticos. Cabe à empresa contratante analisar se tais benefícios se enquadram na sua realidade. Em contrapartida, optando por operar internamente, a empresa consegue contar com uma maior autonomia e um domínio sobre a tecnologia utilizada. Como conclusão, o presente artigo proporcionou um entendimento à respeito do processo de terceirização, tais como suas vantagens e seus motivadores. Ainda, aprofundou o processo de decisão da contratação de um operador logístico por partes das empresas importadoras e exportadoras, além de suas contribuições positivas ou

19 negativas, o que garantiu além de um ganho no conhecimento acadêmico, um ganho prático. Por fim, entende-se que a logística, por intermédio dos operadores logísticos, é parte integrante, senão a principal variável de eficiência para o comércio exterior. Tempo, prazo de entrega, assistência técnica e pronta-entrega são itens importantes da variável. A logística internacional não é somente transporte internacional, mas, sim, desde a comunicação até a entrega do produto ao importador/exportador.

20 REFERÊNCIAS CAXITO, Fabiano. Logística: um enfoque prático. São Paulo: Saraiva, DAVID, Pierre. STEWART, Richard. Logística Internacional. São Paulo: Cengage Learning, 2010; DHL- Acessado em outubro de FLEURY, P. F.; WANKE, P. e FIGUEIREDO, K. F. (org.). Logística empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas, ILOS Instituto de Logístics e Supply Chain. Disponível em: Acesso em novembro de 2012; JARDIM, Eduardo Galvão Moura. GUIMARÃES, Leonaro de Aragão. Operadores Logísticos: uma síntese dos benefícios e riscos associados à sua utilização. Disponível em: Acesso em outubro de Kuehne + Nagel- Acessado em outubro de LOGÍSTICA TOTAL: O melhor portal de Logística da Internet. Disponível em : Acesso em outubro de 2012; Responsabilidade do freight forwarder. Disponível em: Acesso em outubro de 2012;

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza Prova 1 09 de Maio de 2013 Nome: 1ª QUESTÃO (1,0) Segundo os dados divulgados pela ood and Agriculture Organization (AO, 2011) sobre as exportações brasileiras, em

Leia mais

- Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC

- Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC FORMAÇÃO Analista de Logística em Comércio Exterior - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC Objetivo: Habilitar o participante para trabalhar com as rotinas da logística

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

ENCONTRO 1 Logística e Transporte

ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte TÓPICO 1: Contextualizando o encontro Olá! Você está iniciando o primeiro encontro do curso Logística Internacional. Neste encontro,

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

Operadores Logísticos : uma tendência nos sistemas de distribuição das empresas brasileiras?

Operadores Logísticos : uma tendência nos sistemas de distribuição das empresas brasileiras? Operadores Logísticos : uma tendência nos sistemas de distribuição das empresas brasileiras? Introdução O Contexto econômico do mundo globalizado vem sinalizando para as empresas que suas estratégias de

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Objetivos da aula: - Explorar as principais motivações para a redução dos níveis de estoque e as armadilhas presentes na visão tradicional, quando é focada apenas uma empresa em vez de toda a cadeia de

Leia mais

20 de dezembro de 2010. Perguntas e Respostas

20 de dezembro de 2010. Perguntas e Respostas Perguntas e Respostas Índice 1. Qual é a participação de mercado da ALL no mercado de contêineres? Quantos contêineres ela transporta por ano?... 4 2. Transportar por ferrovia não é mais barato do que

Leia mais

Grupo CARGO. Um jeito inteligente de fazer logística.

Grupo CARGO. Um jeito inteligente de fazer logística. Grupo CARGO Um jeito inteligente de fazer logística. Empresas do Grupo Cargo Iniciou suas atividades em 1.980 em Córdoba Argentina, prestando serviço no segmento de Transporte Nacional e Internacional.

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO 1 LOGÍSTICA 1 Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO Versa o presente artigo sobre logística e suas aplicabilidades no mundo moderno. A logística foi criada para suprir necessidades durante a Segunda

Leia mais

Aspectos Fundamentais da Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimentos

Aspectos Fundamentais da Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimentos Aspectos Fundamentais da Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimentos Peter Wanke Introdução Este texto é o primeiro de dois artigos dedicados à análise da gestão de estoques, a partir de uma perspectiva

Leia mais

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo

Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo Bases Tecnológicas do curso de Logística 1991 3º Módulo III.1 GESTÃO DE TRANSPORTES 1.1. O desenvolvimento econômico e o transporte. 1.2. A geografia brasileira, a infraestrutura dos estados, municípios

Leia mais

OPERADORES LOGÍSTICOS. Realidade, Perspectivas e Expectativas no Brasil!

OPERADORES LOGÍSTICOS. Realidade, Perspectivas e Expectativas no Brasil! OPERADORES LOGÍSTICOS Realidade, Perspectivas e Expectativas no Brasil! OPERADOR LOGÍSTICO PROVEDOR DE SERVIÇOS LOGÍSTICOS TERCEIRIZADOS QUE, COM BASE EM CONTRATO, ATENDE A VÁRIAS OU TODAS AS NECESSIDADES

Leia mais

PLATAFORMA DE NEGÓCIOS

PLATAFORMA DE NEGÓCIOS SOBRE NOSSA PLATAFORMA COMPLETA A Plataforma de Negocio da Tommasi foi formada ao longo de 20 anos de experiência no ramo de importação e exportação e de uma equipe especializada para formação de uma estrutura

Leia mais

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS Data: 10/03/2001 Peter Wanke INTRODUÇÃO Localizar instalações ao longo de uma cadeia de suprimentos consiste numa importante

Leia mais

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes.

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes. Logística Empresarial Aula 6 Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II Prof. Me. John Jackson Buettgen Contextualização Conceitos Importantes Fluxos logísticos É o movimento ou

Leia mais

A navegação de cabotagem no Brasil

A navegação de cabotagem no Brasil A navegação de cabotagem no Brasil Um imenso potencial com grandes desafios e barreiras João Guilherme Araujo Diretor de Desenvolvimento de Negócios ILOS - Instituto de Logística e Supply Chain Ultimamente

Leia mais

ESTUDO SOBRE A EVOLUÇÃO DOS PROCESSOS LOGÍSTICOS NO BRASIL

ESTUDO SOBRE A EVOLUÇÃO DOS PROCESSOS LOGÍSTICOS NO BRASIL ESTUDO SOBRE A EVOLUÇÃO DOS PROCESSOS LOGÍSTICOS NO BRASIL JOSÉ EDUARDO DO COUTO BARBOSA 1 SARAH GABRIELA CARDOSO DE LIMA 2 EVERTON LUIZ DA CHAGAS 3 Resumo A logística brasileira foi fortemente marcada

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo O artigo aborda relações entre logística, formação profissional e infra-estrutura do país. São debatidas questões sobre a evolução da logística no Brasil, a preparação educacional do profissional de logística

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO

OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO OS DESAFIOS LOGISTICOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO Fabiana Rubim Cintra Murilo Rodrigues da Silva Patrick Beirigo Andrade RESUMO Este artigo tem o objetivo de expor os principais problemas que o comércio eletrônico

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

FORMAÇÃO Gestão de Operações Portuárias - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC

FORMAÇÃO Gestão de Operações Portuárias - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC FORMAÇÃO Gestão de Operações Portuárias - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC Objetivo: Capacitar o participante para gerir as rotinas e operações logísticas em um porto

Leia mais

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM 5/5/2013 1 ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING 5/5/2013 2 1 Os SI nas organizações 5/5/2013 3 Histórico Os Softwares de SI surgiram nos anos 60 para controlar estoque

Leia mais

Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013

Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013 Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013 www.brazilpanels.com.br www.abcomm.com.br www.ecommerceschool.com.br Apoio: INTRODUÇÃO A Logística foi escolhida para ser o tema do primeiro estudo

Leia mais

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte.

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. GERENCIAMENTO DO TRANSPORTE Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. Trade-off CUSTO x NÍVEL DE SERVIÇO FORMAÇÃO DO PREÇO FINAL Para elaboração de uma estratégia

Leia mais

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a...

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... INNOVA Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... Maximizar o rendimento e a produtividade Estar em conformidade com os padrões de qualidade e garantir a segurança dos alimentos Obter

Leia mais

Quem Somos. A FAST BRAZIL é uma empresa 100% brasileira, especializada em agenciamento de cargas e despacho aduaneiro.

Quem Somos. A FAST BRAZIL é uma empresa 100% brasileira, especializada em agenciamento de cargas e despacho aduaneiro. Quem Somos A FAST BRAZIL é uma empresa 100% brasileira, especializada em agenciamento de cargas e despacho aduaneiro. Contamos com profissionais altamente qualificados no comércio internacional e uma rede

Leia mais

O PAPEL DO OPERADOR LOGÍSTICO O PROCESSO DE AGREGAR VALOR AO CLIE TE ESTUDO DE CASO DA FASSI A

O PAPEL DO OPERADOR LOGÍSTICO O PROCESSO DE AGREGAR VALOR AO CLIE TE ESTUDO DE CASO DA FASSI A O PAPEL DO OPERADOR LOGÍSTICO O PROCESSO DE AGREGAR VALOR AO CLIE TE ESTUDO DE CASO DA FASSI A Thames Richard Silva Dissertação de Mestrado em Gestão de Negócios, Programa de Pós-Graduação em Gestão de

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

Vantagens da consolidação de embarque nos processos de importação de cargas fracionadas.

Vantagens da consolidação de embarque nos processos de importação de cargas fracionadas. Logística para aprender Vantagens da consolidação de embarque nos processos de importação de cargas fracionadas. Divulgação Maria Gabriela Frata Rodrigues Liboni Analista de Importação. Especialista em

Leia mais

Aula 2º bim. GEBD dia16/10

Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Compras e Manufatura (produção) O ciclo de compras liga uma organização a seus fornecedores. O ciclo de manufatura envolve a logística de apoio à produção. O ciclo de atendimento

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Estratégia Competitiva é o conjunto de planos, políticas,

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Comércio Exterior e Negócios Internacionais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Comércio Exterior e Negócios Internacionais CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Comércio Exterior e Negócios Internacionais Coordenação Acadêmica: Prof. Dr. Miguel Ferreira Lima CÓDIGO SIGA : TMBACEN*12/01 1 OBJETIVO:

Leia mais

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014 Resumo Introdução O Comércio Eletrônico é um dos aspectos relevantes no ambiente empresarial atual e tem recebido atenção especial das empresas nos últimos anos, primeiro por ser considerado como uma grande

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos ... lembrando Uma cadeia de suprimentos consiste em todas

Leia mais

Software para distribuidoras de medicamentos SIMPLICIDADE E EFICIÊNCIA NA GESTÃO DAS DISTRIBUIDORAS DE MEDICAMENTOS.

Software para distribuidoras de medicamentos SIMPLICIDADE E EFICIÊNCIA NA GESTÃO DAS DISTRIBUIDORAS DE MEDICAMENTOS. Software para distribuidoras de medicamentos SIMPLICIDADE E EFICIÊNCIA NA GESTÃO DAS DISTRIBUIDORAS DE MEDICAMENTOS. Sobre o MedOne GESTÃO SIMPLIFICADA, EFICIÊNCIA GARANTIDA. Gestão simplificada, segurança

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Coordenação Acadêmica: Prof. Jamil Moysés Filho OBJETIVO: Ao final do Curso, o aluno será capaz de: Conhecer

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA

IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA SILVA, Paulo Henrique Rodrigues da Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerencias E-mail: ph.rs@hotmail.com SILVA, Thiago Ferreira da Docente da Faculdade

Leia mais

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc.

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Vamos nos conhecer Danillo Tourinho Sancho da Silva, M.Sc Bacharel em Administração, UNEB Especialista em Gestão da Produção

Leia mais

Software de gerenciamento de trabalho

Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho GoalPost O software de gerenciamento de trabalho (LMS) GoalPost da Intelligrated fornece informações sob demanda para medir,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA A informação sempre esteve presente em todas as organizações; porém, com a evolução dos negócios, seu volume e valor aumentaram muito, exigindo uma solução para seu tratamento,

Leia mais

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi e Sistema Integrado Objetivos do Tema Apresentar: Uma visão da logística e seu desenvolvimento com o marketing. A participação da logística como elemento agregador

Leia mais

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CÂMPUS CANOAS ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING RENAN ROLIM WALENCZUK Canoas, Agosto de 2014 SUMÁRIO 1 INTODUÇÃO...03 2 ERP (ENTERPRISE

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento Logístico Gerenciamento Logístico A missão do gerenciamento logístico é planejar

Leia mais

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo:

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo: Perguntas e respostas sobre gestão por processos 1. Gestão por processos, por que usar? Num mundo globalizado com mercado extremamente competitivo, onde o cliente se encontra cada vez mais exigente e conhecedor

Leia mais

A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo.

A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo. A Logística de Cargas Fracionadas e Novas Configurações do Mercado de Varejo. Cristian Carlos Vicari (UNIOESTE) viccari@certto.com.br Rua Engenharia, 450 Jd. Universitário C.E.P. 85.819-190 Cascavel Paraná

Leia mais

DiskKombi ESPECIALIZADA EM TERCEIRIZAÇÃO DE FROTA

DiskKombi ESPECIALIZADA EM TERCEIRIZAÇÃO DE FROTA 2 1 3 4 5 6 7 8 9 DiskKombi 0 ESPECIALIZADA EM TERCEIRIZAÇÃO DE FROTA A EMPRESA Pioneira efetiva na terceirização de frotas, iniciou suas operações a 25 anos, é precursora dos mais inovadores sistemas

Leia mais

DHL OCEAN DIRECT (FCL) A CONFIABILIDADE QUE VOCÊ EXIGE A FLEXIBILIDADE QUE VOCÊ PRECISA

DHL OCEAN DIRECT (FCL) A CONFIABILIDADE QUE VOCÊ EXIGE A FLEXIBILIDADE QUE VOCÊ PRECISA DHL OCEAN DIRECT (FCL) A CONFIABILIDADE QUE VOCÊ EXIGE A FLEXIBILIDADE QUE VOCÊ PRECISA POR QUE ESCOLHER O DHL OCEAN DIRECT (FCL) EXPERIÊNCIA EM LOGÍSTICA PARA NEGÓCIOS DE TODOS OS TAMANHOS Nossa experiência

Leia mais

Superando desafios em Centros de Distribuição com Voice Picking. Rodrigo Bacelar ID Logistics Paula Saldanha Vocollect

Superando desafios em Centros de Distribuição com Voice Picking. Rodrigo Bacelar ID Logistics Paula Saldanha Vocollect Superando desafios em Centros de Distribuição com Voice Picking Rodrigo Bacelar ID Logistics Paula Saldanha Vocollect Prêmio ABRALOG Índice Informações Gerais... 3 Dificuldades Encontradas...............

Leia mais

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5.1 Conceitos e definições do supply chain management O conceito ou definição do SCM é algo recente na literatura especializada, datado mais precisamente da metade

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO CONTEÚDO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - CONCEITO DE PREÇO NOS SERVIÇOS - FATORES DETERMINANTES DOS PREÇOS - ESTRATÉGIAS E ASPECTOS IMPORTANTES PARA

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Leia mais

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Profª Caroline Pauletto Spanhol Cadeia de Abastecimento Conceitos e Definições Elementos Principais Entendendo a Cadeia de Abastecimento Integrada Importância

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1

Introdução e Planejamento Cap. 1 BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@fae.br L

Leia mais

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação Capítulo 2 E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação 2.1 2007 by Prentice Hall OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever as principais características das empresas que são importantes

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Conceitos de Governança de TI Fatores motivadores das mudanças Evolução da Gestão de TI Ciclo da Governança

Leia mais

ARMAZENAGEM E T.I. Prof.: Disciplina Integrantes

ARMAZENAGEM E T.I. Prof.: Disciplina Integrantes ARMAZENAGEM E T.I. Pós-Graduação em Gestão Integrada da Logística Turma: GIL131M - 2013 Universidade São Judas Tadeu Prof.: Ms. Maurício Pimentel Disciplina: Tecnologia da Informação Aplicada a Logística

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais

Globalweb otimiza oferta e entrega de serviços a clientes com CA AppLogic

Globalweb otimiza oferta e entrega de serviços a clientes com CA AppLogic CUSTOMER SUCCESS STORY Globalweb otimiza oferta e entrega de serviços a clientes com CA AppLogic PERFIL DO CLIENTE Indústria: Serviços de TI Companhia: Globalweb Outsourcing Empregados: 600 EMPRESA A Globalweb

Leia mais

Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010. Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999

Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010. Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999 FSI capítulo 2 Referências bibliográficas: Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010 Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999 Porter M., Competitive

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

LOGÍSTICA EMENTAS DO CURSO

LOGÍSTICA EMENTAS DO CURSO LOGÍSTICA EMENTAS DO CURSO 1º P TÉCNICAS DE COMUNICAÇÃO ORAL E ESCRITA Técnicas de leitura, interpretação e produção de textos, expressão oral e apresentação de trabalhos acadêmicos, argumentação científica.

Leia mais

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Engenharia de Custos e Orçamentos Turma 01 10 de outubro de 2012 A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma

Leia mais

onda Logistics powered by Quantum

onda Logistics powered by Quantum onda Logistics powered by Quantum Sonda IT Fundada no Chile em 1974, a Sonda é a maior companhia latino-americana de soluções e serviços de TI. Presente em 10 países, tais como Argentina, Brasil, Chile,

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

Preços de Frete Rodoviário no Brasil

Preços de Frete Rodoviário no Brasil Preços de Frete Rodoviário no Brasil Maria Fernanda Hijjar O Brasil é um país fortemente voltado para o uso do modal rodoviário, conseqüência das baixas restrições para operação e dos longos anos de priorização

Leia mais

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE

QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE QUESTIONÁRIO LOGISTICS CHALLENGE 2015 PRIMEIRA FASE *Envie o nome de seu grupo, dos integrantes e um telefone de contato junto com as respostas do questionário abaixo para o e-mail COMMUNICATIONS.SLA@SCANIA.COM*

Leia mais

A TCI BPO. Focada na customização e desenvolvimento de soluções específicas para apoiar e dar suporte à Indústrias, a TCI BPO faz uso do contingente:

A TCI BPO. Focada na customização e desenvolvimento de soluções específicas para apoiar e dar suporte à Indústrias, a TCI BPO faz uso do contingente: Serviços A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores competências e práticas

Leia mais

Nossa atuação no setor financeiro

Nossa atuação no setor financeiro Nossa atuação no setor financeiro No mundo No Brasil O porte da equipe de Global Financial Services Industry (GFSI) da Deloitte A força da equipe do GFSI da Deloitte no Brasil 9.300 profissionais;.850

Leia mais

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA?

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? Que nome estranho! O que é isso? Essa expressão, Margem de Contribuição, pode soar estranha aos ouvidos, mas entender o que significa ajudará muito

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO)

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO) EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 CONCESSÃO PARA AMPLIAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPLORAÇÃO DOS AEROPORTOS INTERNACIONAIS BRASÍLIA CAMPINAS GUARULHOS EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA

Leia mais

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO*

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* RESUMO Marilia Costa Machado - UEMG - Unidade Carangola Graciano Leal dos Santos

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

Transformando seu investimento ERP em resultados para seu negócio

Transformando seu investimento ERP em resultados para seu negócio 1 SUMÁRIO 1 2 3 4 Introdução A história do ERP O que um ERP fará pelo seu negócio? 1.1 - Otimização dos processos 1.2 - Gerenciamento completo 1.3 - Informações relevantes 1.4 - Controle Tributário ERP

Leia mais

LOGÍSTICA INTERNACIONAL

LOGÍSTICA INTERNACIONAL LOGÍSTICA INTERNACIONAL Maria Rita Pontes Assumpção Universidade Católica de Santos UniSantos Programa de Mestrado em Gestão de Negócios rita.assumpcao@unisantos.br rita@dep.ufscar.br Resenha do livro

Leia mais

AT&S Ganha Eficiência e Agilidade de Negócio com Melhor Gestão de TI

AT&S Ganha Eficiência e Agilidade de Negócio com Melhor Gestão de TI CUSTOMER SUCCESS STORY Março 2014 AT&S Ganha Eficiência e Agilidade de Negócio com Melhor Gestão de TI PERFIL DO CLIENTE Indústria: Manufatura Empresa: AT&S Funcionários: 7.500 Faturamento: 542 milhões

Leia mais

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras

A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras A medição do desempenho na cadeia de suprimentos JIT e compras Medição do desempenho na cadeia de suprimentos Medição do desempenho Sob a perspectiva da gestão da produção, o desempenho pode ser definido

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza

Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA Profa. Marinalva R. Barboza A logística integrada A expressão logística integrada surgiu nos EUA em um trabalho de três autores (Lambert, Stock e Ellram) Se destacou pela

Leia mais

A TCI BPO. Nossos diferenciais competitivos:

A TCI BPO. Nossos diferenciais competitivos: Varejo e-commerce A TCI BPO Com atuação em todo o Brasil, a TCI oferece excelência na prestação dos serviços em BPO - Business Process Outsourcing, levando aos seus clientes as melhores competências e

Leia mais

Yusen Logistics do Brazil. Supply Chain Solutions

Yusen Logistics do Brazil. Supply Chain Solutions Yusen Logistics do Brazil Supply Chain Solutions Yusen Logistics Group NYK A YUSEN LOGISTICS é uma empresa do Grupo NYK (fundada em Tóquio em 1885), que atua na gestão do fluxo de bens, serviços e informações

Leia mais

Outsourcing e Terceirização

Outsourcing e Terceirização ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Estratégia de Negócios em TI (Parte 4) Outsourcing e Terceirização Prof. Me. Walteno Martins Parreira Jr Definições Processo de gestão pelo qual se

Leia mais

LOGÍSTICA DE OPERAÇÕES INTERNACIONAIS II. Prof. Alessandro Camargo

LOGÍSTICA DE OPERAÇÕES INTERNACIONAIS II. Prof. Alessandro Camargo LOGÍSTICA DE OPERAÇÕES INTERNACIONAIS II Prof. Alessandro Camargo Logística Internacional As principais características das operações logísticas são: - Complexidade: que podem ser desde o produto até a

Leia mais

Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Cláudio ERP/CRM e Supply Chain PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas de ERP Enterprise Resource Planning Pacote de ferramentas que integram toda a empresa, a grande vantagem é que os dados

Leia mais

FORMAÇÃO Agente de Carga Internacional - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC

FORMAÇÃO Agente de Carga Internacional - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC FORMAÇÃO Agente de Carga Internacional - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC Objetivo: Habilitar os participantes para trabalhar com o Agenciamento de Cargas Internacionais,

Leia mais

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança.

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança. EMC Consulting Estratégia visionária, resultados práticos Quando a informação se reúne, seu mundo avança. Alinhando TI aos objetivos de negócios. As decisões de TI de hoje devem basear-se em critérios

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA:

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: Prof. Jean Cavaleiro Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: PRODUÇÃO E COMÉRCIO Introdução Entender a integração logística. A relação produção e demanda. Distribuição e demanda. Desenvolver visão sistêmica para

Leia mais