SISTEMA TYR DIAGRAMAS DE CLASSE E SEQUÊNCIA Empresa: Academia Universitária

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1 SISTEMA TYR DIAGRAMAS DE CLASSE E SEQUÊNCIA Empresa: Academia Universitária Cascavel Novembro de 2009

2 Pedro Patitucci Finamore Daniel Bordignon Cassanelli Marco Antonio da Rosa DIAGRAMAS DE CLASSE E SEQUÊNCIA DO SISTEMA TYR Este documento contém os diagramas de classe e sequência do sistema TYR. Projeto este proposto pela disciplina Processo de Engenharia do Software II Professor: Victor Francisco Araya Santander Cascavel Novembro de 2009

3 ÍNDICE 1- Diagramas de Classe Diagramas de Sequência... 16

4 1. Diagrama de Classes Em fase inicial do desenvolvimento, optamos por utilizar o pattern DAO para operação dos dados entre a persistência e a visão. A escolha se mostrou problemática no decorrer do projeto porque oferecia limitações na maneira de seleção dos dados. Possibilitar a realização de consultas no banco de dados com suporte à opções como cadastros com id maior que 20 ou nome do cliente que possua a substring 'costa e silva' no campo nome. O uso de views com consultas pré determinadas não resolveria o problema pois ainda assim teríamos uma consulta estática. Portanto, nosso problema era: criar uma maneira de realizar consultas no banco de dados, através de campos escolhidos pelo usuário em uma tabela e possibilitando operações logicas (>,<,!=) e busca de padrões como substrings no campo selecionado. Possibilitar um acesso mais completo as funcionalidades de pesquisa que um SGBD moderno oferece, motivou um troca do modelo da persistência para um que atendesse esses requisitos. Com base nisso, a equipe criou uma arquitetura que atendeu a essas necessidades. Partimos das funcionalidades que o SGBD nos fornecia. Os comandos de DML como Insert, Update e Select eram os que usaríamos no nosso programa. Reaproveitamos classes de projetos passados, como as classes pessoa, endereço, telefone, e criamos uma interface que adiciona a essa classes base as funcionalidades para operação no SGBD 1. A interface Entidade atribui a classe base dois atributos básico, sendo o atributo Id do tipo Integer para a operção com chaves primárias e um campo Ativo do tipo booleano para representar que aquele registro está ativo. Esses dois critérios foram definidos durante a fase de projeto do BD 2 e são necessários para a manutenção da integridade e controle dos dados. Após adicionarmos novas funcionalidades as classes base importadas de projetos anteriores, precisávamos definir como realizaríamos as operações de inserção, atualização e seleção no BD. Para isso, utilizamos algumas ideias vistas em design patterns como Factory e Façade 3, definimos a seguinte requisitos: Cada classe precisa possuir mecanismos que permitam a ela autogerar código para as três operações definidas; Devemos manter uma classe para controlar as conexões com o BD e maximizar ao máximo essas conexões; Precisamos de uma classe Façade para padronizar o acesso a essas classes e evitar problemas de integração com nossas classes do Pacote Visão (Tabelas, Janelas ); Primeiro, definimos a classe interfaces para as três operações. As interfaces SQLInsert, SQLUpdate e SQLSelect definem o nome do método que gera cada um dos comandos, como visto na figura 1.2, sendo usada na nossa próxima classe, a ObjectSQL. A ObjectSQL, da figura 1.1, tem a finalidade de centralizar o acesso a conexão com o BD, evitando que classes iniciem conexões de forma desordenada, além de possibilitar um controle mais eficiente da finalização dessas conexões (não poderíamos finalizar conexões em outras classes porque uma classe não saberia se a conexão ainda está sendo referenciada). Figura 1.1 Diagrama da Classe ObjectSQL 1 Acrônimo para Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados. 2 Acrônimo para Banco de Dados. 3 Vide: Gamma, Helm, Johnson & Vlissides (1994). Design Patterns (the Gang of Four book). Addison-Wesley.

5 Sabemos que cada classe no nosso projeto possui atributos distintos e para recuperá-los do BD precisávamos criar comandos customizados para cada classe. Nesse ponto definimos a Interface SQL que define as funcionalidades que uma classe precisa possuir para a operação na nossa arquitetura. Essa interface cria uma camada semelhante à ideia de metadados de uma tabela do BD, fornecendo informações para que as classes geradoras possam montar/fabricar o comando SQL que lhes é responsabilidade. Informações como número de atributos, nome da tabela de destino, nome das colunas da tabela, valor presente nos atributos e correspondente coluna, etc. Figura 1.2 Diagrama das Interfaces SQL Até aqui temos a estrutura para a realização dos comandos como Insert e Update. Porém, não atingimos o nosso problema principal: acesso as funcionalidades de seleção de dados do BD de acordo com critérios e campos definidos pelo usuário para uma dada tabela. Nesse ponto definimos a classe SQLSelectFactory, figura 1.3, que cria os comandos select, baseado-se em critérios passados por parâmetro. Critérios como maior (>), menor(<), igual(=), são definidos em uma classe especializada denominada SQLSelectTipo, e são selecionados/recuperadas em tempo de execução com os métodos setopcao() e getopcao(). Portanto, temos uma classe ObjectSQL que recebe objetos que implementam as interfaces SQLInsert, SQLUpdate e SQLSelect, e executa os comandos distintos em cada uma dessas classes na conexão do BD. Figura 1.3 Diagrama de Composição do SQLSelectFactory

6 Graças ao uso da interfaces Entidade e SQL, podemos atribuir novas funcionalidades a classes que já possuíamos e com os metadados da interface SQL, podemos acessar as informações necessárias para a criação de comandos personalizados para cada objeto presente no modelo/ persistência. Para padronizar o acesso a todas as classes, criamos um Abstract Factory, TyrSQL, da figura 1.4, que recebe os objetos que implementam as interfaces e retornam as classes concretas correspondentes a classe requisitante. O TyrSQL também possui a conexão com o SGDB utilizado, possibilitando acesso a uma conexão válida. Figura 1.4 Abstract Factory TyrSQL Para cada objeto que utilizamos no nosso projeto, implementamos as interfaces Entidade e SQL, figura 1.5, com exceção de classes baseadas em tabelas do tipo view, que selecionam dados de diversas colunas de tabelas diferentes, visto na figura 1.6. No caso das tabelas view, não se enquadra a definição de entidade atômica, sendo um visão customizada que facilita a aquisição de informações para exibição, não fazendo sentido item como id e campo ativo. Um detalhe importante do nosso trabalho é a não utilização do comando DML DELETE. Durante a fase de projeto, optamos por não deletar dados do banco, definindo a vigência dos dados como o campo ativo. Isso foi pensado para possibilitar a recuperação de informações do BD, melhorando a qualidade da informação presente no BD. Na figura 1.7, temos um exemplo dessa organização.

7 Figura 1.5 Exemplo de implementação das Interfaces

8 Figura 1.6 Exemplo de implementação de uma composição baseada em uma tabela do tipo view.

9 Figura 1.5 Exemplo de Agregação do Cadastro

10 O acesso a todas as funcionalidades se dá através de uma classe façade denominada Tyr. O Tyr permite direcionar as chamadas ao TyrSQL de maneira mais intuitiva ao desenvovedor e agrega funcionalidades úteis a classes de apresentação/visão como Tables e Frames. Figura 1.6 Façade Tyr Ao final da implementação, ficou claro a facilidade em adicionarmos novas classes, já que boa parte do código poderia ser replicado. Também possibilitou facilidade de verificação da corretude dos comandos gerados porque centralizamos a classe que recebe as chamadas. Também temos a possibilidade de aplicar o design para qualquer linguagem orientada a objetos que suporte interfaces e tipos abstratos de dados, sendo extensível a outras plataformas.

11 Contudo, existem problemas como a grande quantidade de classes, já que todo objeto deve possuir implementação das necessidades específicas e possíveis erros baseados em equívocos de digitação. Uma alternativa seria a utilização de um DAO para a operações triviais como adicionar, acessar, atualizar, em conjunto com a parte especializada dos selects do nosso framework. Assim, teríamos a flexibilidade e credibilidade desejadas. 2. Diagramas de Sequência Apresentamos abaixo exemplos de operações do sistema através de diagramas de sequência. Realizaremos operações de inserção, atualização e seleção. Os exemplos se estendem as demais classes. Figura 2.1 Exemplo de operação de seleção através das camadas

12 Figura 2.2 Exemplo de operação de inserção através das camadas Figura 2.1 Exemplo de operação de atualização através das camadas

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