Relatório de Caso Clínico

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relatório de Caso Clínico"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínica (VET03121) Relatório de Caso Clínico IDENTIFICAÇÃO Caso: 2012/1/02 Procedência: HCV-UFRGS N o da ficha original: Espécie: canina Raça: Beagle Idade: 9 anos Sexo: macho Peso: 17,7 kg Alunos(as): Daniele Kneip Maraschin, Lauro Pereira Zago Sagrilo, Magda Sharlem Ano/semestre: 2012/1 Torres Residentes/Plantonistas: Médico(a) Veterinário(a) responsável: Álan Gomes Pöppl ANAMNESE 20/03/2012: A proprietária relatou que em fevereiro de 2012 percebeu um aumento de volume na região cervical esquerda do cão. O animal foi levado ao médico veterinário com quem consultava regularmente, que requereu o exame citológico. O exame indicou quadro compatível com carcinoma de tireoide. Após esse primeiro diagnóstico, a proprietária solicitou uma segunda avaliação e trouxe seu cão para o Hospital de Clínicas Veterinárias/ UFRGS, onde foi atendido primeiramente por um especialista da oncologia, que a encaminhou para a endocrinologia. Na consulta com o endocrinologista, foi relatado que o animal era polifágico e há dois meses vinha emagrecendo progressivamente, mas seu peso continuava acima do ideal. O paciente é alimentado com ração light, duas vezes ao dia, e vem bebendo não mais do que 1,5 litros de água por dia. Não apresentava vomito, tosse ou dificuldade para deglutir. Relata-se comportamento mais calmo. Em alguns dias ele deita ou para de lado ou, mais frequente, descansa em posição de esfinge; se o deixar dormir, dorme bastante, mas se o estimular responde bem [sic]. A proprietária ainda observou que, embora o paciente não demonstrasse preguiça ao levá-lo para passear, quando em dias quentes, ele cansava mais rapidamente [sic]. Não foi constatado ofegação excessiva. EXAME CLÍNICO 20/03/2012: TR 37,5 ºC (37,9 39,9). Mucosas normocoradas, auscultação pulmonar sem alteração, aumento do volume lateral a traqueia, linfonodos sem alterações. EXAMES COMPLEMENTARES 02/03/2012: Ultrassonografia: o estudo da região cervical ventral evidenciou a presença de duas massas alongadas e bordos ligeiramente irregulares, localizadas lateralmente à traqueia. Ambas com aspecto hipoecogênico heterogêneo. A massa direita mediu 4,8 cm de comprimento por 3,2 cm de espessura. A massa esquerda 4,0 cm de comprimento por 1,9 cm de espessura. Imagem compatível com neoplasia. 08/03/2012: Radiografia: aumento discreto de silhueta cardíaca, aumento moderado de densidade bronquial. Congestão pulmonar. 27/03/2012: Exame hormonal: T4 livre bifásico: 0,79 ng/dl (0,62-3,11), T4 total: 15,9 ng/ml (15-30), TSH: 1,00 g/ml (0,05-0,50). 05/05/2012: Exame hormonal: T4 total: 2,31 µg/dl (1,2-4,0), TSH: 0,1 ng/ml (0,05-0,40). 07/05/2012: Exame histopatológico: material enviado: nódulo da tireoide esquerda e biópsia da tireoide direita. Diagnóstico: carcinoma de tireoide. 02/06/2012: Exame hormonal: T4 total: 0,37 µg/dl (1,2-4,0); TSH: 0,36 ng/ml (0,04 a 0,40 ng/ml). Ecografia cervical: tireoide direita com aspecto nodular, heterogênea medindo cerca de 3,2-3,8 cm². Tireoide esquerda ausente devido à retirada cirúrgica. Massa subcutânea com cerca de 4,7 cm x 1,5 cm.

2 Caso clínico 2012/1/02 página 2 URINÁLISE Método de coleta: micção natural Obs.: Exame físico cor consistência odor aspecto densidade específica (1,015-1,045) amarelo ouro fluida límpido 1,010 Exame químico ph (5,5-7,5) corpos cetônicos glicose pigmentos biliares proteína hemoglobina sangue nitritos 7, n.d. - Sedimento urinário (n o médio de elementos por campo de 400 x) Células epiteliais: 2 Tipo: escamosas e de transição Hemácias: 0 Cilindros: 0 Tipo: Leucócitos: 0 Outros: Tipo: Bacteriúria: ausente n.d.: não determinado BIOQUÍMICA SANGUÍNEA Tipo de amostra: soro Anticoagulante: Hemólise da amostra: ausente Proteínas totais: 68,4 g/l (54-71) Glicose: 99 mg/dl (65-118) FA: 58 U/L (0-156) Albumina: 27,3 g/l (26-33) Colesterol total: 239 mg/dl ( ) ALT: 193 U/L (0-102) Globulinas: 41,1 g/l (27-44) Uréia: 26 mg/dl (21-60) CPK: U/L (0-121) BT: mg/dl (0,1-0,5) Creatinina: 0,8 mg/dl (0,5-1,5) Frutosanina: 294,2 ( ) BL: mg/dl (0,01-0,49) Cálcio: mg/dl (9,0-11,3) Triglicerídeos: 232,3 (32-138) BC: mg/dl (0,06-0,12) Fósforo: mg/dl (2,6-6,2) : ( ) BT: bilirrubina total BL: bilirrubina livre (indireta) BC: bilirrubina conjugada (direta) HEMOGRAMA Leucócitos Eritrócitos Quantidade: 5.600/ L ( ) Quantidade: 5,17 milhões/ L (5,5-8,5) Tipo Quantidade/ L % Hematócrito: 40,0 % (37-55) Mielócitos 0 (0) 0 (0) Hemoglobina: 13,8 g/dl (12-18) Metamielócitos 0 (0) 0 (0) VCM (Vol. Corpuscular Médio): 77 fl (60-77) Bastonetes 0 (0-300) 0 (0-3) CHCM (Conc. Hb Corp. Média): 34,5 % (32-36) Segmentados ( ) 62 (60-77) RDW (Red Cell Distribution Width): 14 % (14-17) Basófilos 0 (0) 0 (0) Observações: Eosinófilos 504 ( ) 9 (2-10) Monócitos 504 ( ) 9 (3-10) Linfócitos ( ) 20 (12-30) Observações: Plaquetas Quantidade: / L ( ) Observações: TRATAMENTO E EVOLUÇÃO 27/03/2012: Foi prescrito tiroxina 1 25 µg via oral, uma vez ao dia, para aumentar a concentração de T4 e diminuir a concentração do TSH, pois este pode ser carcinogênico quando elevado cronicamente. Essa prescrição foi indicada enquanto se aguardava a retirada do nódulo tumoral da glândula tireoide esquerda e a biópsia da tireoide contralateral (para saber se estava normal ou tumoral). 30/04/2012: Foram realizados os exames pré-operatórios: hemograma e exames bioquímicos. Ambos estavam sem alterações. 04/05/2012: Foi realizado o procedimento cirúrgico para excisão de nódulo da glândula tireoide esquerda e biópsia na glândula tireóidea direita. Houve complicações cirúrgicas após a biópsia. Tumores de tireoide em cães são bastante vascularizados, sendo comum a ocorrência de hemorragia (NELSON & COUTO, 2006). E em decorrência da hemorragia o cão ficou hipovolêmico.

3 Caso clínico 2012/1/02 página 3 05/05/2012: Foram realizados os exames hormonais que revelou que o TSH havia reduzido após o começo do tratamento com tiroxina 1 e o T4 estava dentro dos valores de referência. A prescrição continua a mesma de tiroxina 1 25 µg via oral, uma vez ao dia. 11/05/2012: Após sete dias da cirurgia, o animal apresentou aumento de volume no local próximo à excisão. TR 38 ºC, edema e seroma com hematomas na região cervical, mucosa levemente hipocorada. Foi receitado Maxican ² 2mg, uma vez ao dia, sendo um comprimido no primeiro dia, e ¾ de comprimido nos próximos três dias seguintes. 29/05/2012: Na revisão, o animal, estava com TR 38 ºC (37,9-39,9), letárgico, prostrado, rabo afilado, mantém tolerância ao frio, mantém se alimentando bem, espessamento das dobras cutâneas faciais. Foi receitado Hemolitan ³ 2 ml, duas vezes as dia, durante 20 dias e mantido a administração de tiroxina (T4) na dose de 75 µg, uma vez ao dia. Hemograma: O hemograma revelou uma anemia normocítica e normocrômica. Os outros elementos estavam dentro dos valores de referencia. Exames Bioquímicos: Albumina 24,33 g/l (26-33); Colesterol 418,35 mg/dl (135 a 270); CPK: 125,52 U/L (<121). Os outros exames bioquímicos estão dentro dos valores de referência. O animal estava com hipercolesterolnemia, hipoalbuminemia leve e com a creatina fosfoquinase elevada. Urinálise: Todos os elementos estavam dentro dos valores de referência. 12/06/2012: O animal segue num estado hipotireoideo. O T4 total está diminuído e o TSH está de acordo com os valores de referência, o que mostra que a suplementação anterior de 25 µg/dia se tornou insuficiente após a retirada do tumor. Frente a isto, o tratamento será como um hipotireoidismo clássico, enquanto se faz um intervalo de tempo para repetição do exame citológico da tireoide contralateral e possível reintervenção cirúrgica se o diagnóstico for tumoral. A dose terapêutica precisa ser de 400 µg/dia de Synthroid 4 ou Euthyrox 4 de 200 µg. O animal vai começar com a dose de 1/2 comprimido (100 µg), uma vez ao dia por 5 dias, depois evoluir para 1 comprimido (200 µg), uma vez ao dia por 5 dias, passando posteriormente para 1 + 1/2 comprimido (300 µg), uma vez ao dia por 5 dias, até atingir a dose total de 2 comprimidos (400 µg) uma vez ao dia. Após três ou quatro semanas que ele atingir a dose final, o animal fará uma revisão e reavaliação hormonal. Neste período, o paciente continuará com a prescrição de tiroxina oral e iniciará o tratamento com sessões de quimioterapia no dia 20 de junho de 2012, para a redução do tumor. O tempo de sobrevida varia de 6 a 24 meses, dependendo da agressividade do tratamento. (NELSON & COUTO, 2006). Após o tratamento, caso o carcinoma de tireoide não regrida, será analisada a possibilidade de excisão da tireoide direita. Contudo, há o risco de hipocalcemia após cirurgia por retirada também das paratireoides. ¹Tiroxina: é um hormônio tiroidal que também é chamado de tetraiodotironina (T4). ²Maxican : antiflamatório não esteroide. ³Hemolitan : suplemento com nutrientes essenciais para as células, especialmente as hemácias e auxilia na recuperação de processos de desnutrição e no crescimento dos animais. 4 Synthroid /Euthyrox : são nomes comerciais para levotiroxina sódica que é um hormônio tireoidiano, substitui o T4. NECRÓPSIA (e histopatologia) Patologista responsável: DISCUSSÃO Tumores da tireoide em cães representam de 1 a 2% de todas as neoplasias (MORRIS & DOBSON, 2007). E raramente, o hipotireoidismo primário é causado pela destruição neoplásica (primária ou metastática) da tireoide (SMITH & TILLEY, 2008). Os carcinomas tireóideos clinicamente mais comuns são grandes massas sólidas bem palpáveis que são facilmente percebidas pelos proprietários (NELSON & COUTO, 2006), o que de fato ocorreu no corrente caso. Conforme já relatado na anamnese, a proprietária procurou assistência veterinária em virtude da presença de massa localizada na região ventral do pescoço.

4 Caso clínico 2012/1/02 página 4 O hipotireoidismo adquirido primário é mais comum em cães de médio e grande porte (SMITH & TILLEY, 2008) e pode ocorrer, embora com menor frequência, por tumores tireoidianos bilaterais ou por deficiência de iodo na alimentação, caracterizando o bócio (GONZÁLEZ & CERONI, 2006). E a média de idade de aparecimento dos sinais clínicos em cães com tumor de tireoide é de 10 anos, variando de 5 a 15 anos. Não existe predileção sexual. Embora qualquer raça possa ser acometida, as raças mais predispostas são Boxer, Beagle e Golden Retriever (NELSON & COUTO, 2006). Hemograma: Os resultados do primeiro hemograma revelaram anemia normocítica normocrômica, alteração que ocorre em 50% dos cães com hipotireoidismo (SMITH & TILLEY, 2008); não foi possível determinar se esta é regenerativa ou não, pois a contagem de reticulócitos não foi realizada, mas provavelmente é arregenerativa. Este tipo de anemia provavelmente é decorrente da eritropoiese ineficiente ou reduzida produção de hemácias (REBAR, 2003), ou ainda, devido à queda nas demandas periféricas pelo oxigênio (BERNSTEIN, 2004). A contagem de leucócitos frequentemente se apresenta sem alteração (NELSON & COUTO, 2006), entretanto, o paciente apresentou uma leucopenia leve, sendo o número de leucócitos 6% abaixo do valor de referência. Exames bioquímicos: Houve significativo aumento nos níveis de ALT (alanino-aminotransferase) e creatina fosfoquinase aumentada. O aumento de leve a moderado na atividade das enzimas alanino-aminotransferase, fosfatase alcalina, e, raramente creatina fosfoquinase pode também ser identificada, mas são achados extremamente inconsistentes e podem não estar diretamente ligados com o estado hipotireoideo. (NELSON & COUTO, 2006). Após a cirurgia, e o início do tratamento, os níveis das enzimas hepáticas ficaram de acordo com os valores de referência. Os níveis de colesterol podem estar aumentados no hipotireoidismo (GONZÁLEZ & SILVA, 2006) porque o receptor de LDL (Low Density Lipoprotein) é menos expresso, e, por esta razão que o colesterol aumenta em até 85% dos pacientes e é usado como teste de triagem dos pacientes. Os estrógenos, sintetizados a partir do colesterol, afetam a complexa inter-relação das funções hipofisárias, tireoidiana e adrenal e por isso, os níveis de colesterol podem dar uma indicação indireta da atividade tireoidiana (GONZÁLEZ & SILVA, 2006). Exames hormonais: O primeiro exame hormonal revelou que os hormônios T4 livre bifásico: 0,79 ng/dl (0,62-3,11) e T4 total: 15,9 ng/ml (15-30) estavam próximos dos limites mínimos; mas o TSH: 1,00 g/ml (0,05-0,50) estava com o índice elevado, isso é bem característico do hipotireoidismo primário, onde há abundância de secreção de TSH num esforço para compensar a falha tireoidiana (GONZÁLEZ & SILVA, 2006). Os níveis de TSH estavam altos porque a glândula tireóide esquerda estava com sua produção hormonal extremamente reduzida ou nula por consequência do carcinoma. A glândula direita para compensar a glândula tireoide não funcional, estava sobre elevado estímulo de TSH secretado pela hipófise, a fim de estimular a produção de hormônios tireoidianos em níveis necessários para suas ações sobre o metabolismo do organismo. Para regular este estado de desequilíbrio hormonal o tratamento dá-se mediante a administração de tiroxina oral (levotiroxina sódica sintética) (GONZÁLEZ & SILVA, 2006). Os últimos exames hormonais mostraram que os níveis de T4 estavam diminuídos e o TSH estava de acordo com os parâmetros de referência, evidenciando um caso clássico de hipotireoidismo. Onde paciente apresentou mixedema na região temporal da testa, intumescimento e espessamento das dobras cutâneas faciais (NELSON & COUTO 2001), manifestação clínica também conhecida como face trágica (GROSS, 2009). O cão se encontrou em um estado mais letárgico e com a cauda mais fina. Radiografia e Ecografia: A radiografia e a ecografia são técnicas muito úteis para a evolução clínica dos pacientes porque permite identificar se a invasão do tumor e a presença de metástase no momento do diagnóstico. Na impressão radiológica do tórax do paciente, foi verificado discreto aumento na silhueta cardíaca esquerda, aumento moderado de densidade bronquial, congestão pulmonar. Não apresentou imagem para metástase pulmonar. A ecografia da tireoide é um exame de grande utilidade para a avaliação do volume e detecção de nódulos e cistos (LALIA, 2004). Após a cirurgia, foi realizada uma ecografia cervical no paciente. Verificou-se a tireoide direita com aspecto nodular, heterogênea e volume aumentado, indicando possível neoplasia, o que condiz com o laudo da biópsia.

5 Caso clínico 2012/1/02 página 5 CONCLUSÕES Os dados da anamnese, do histórico, dos sinais clínicos e dos exames realizados indicam que o paciente apresenta hipotireoidismo neoplásico decorrente de carcinoma bilateral de tireoide. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS GONZÀLEZ, F. H. D.; SILVA, S. C. Introdução à bioquímica clínica veterinária. 2ª ed. Porto Alegre: UFRGS, p. LALIA, J. C.; In: MUCHA, C.J. SORRIBAS, C.E.; PELLEGRINO, F. Consulta rápida em la clínica diaria. 1ª ed. Buenos Aires: Inter-médica, p. MORRIS, J.; DOBSON, J. Oncologia em Pequenos Animais. 1ª ed. São Paulo: Roca, p. NELSON, R. W.; COUTO, C. G. Medicina interna de pequenos animais. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, p REBAR, A. H.; FELDMAN, B. F. Guia de hematologia para cães e gatos. São Paulo: Roca, TILLEY, L. P.; SMITH, F. W. K. Consulta Veterinária em 5 Minutos Espécies Canina e Felina. 3ª ed. Barueri: Manole, p.

Isaac de Melo Xavier Junior Fernando Jose Goncalves Cardoso

Isaac de Melo Xavier Junior Fernando Jose Goncalves Cardoso 535C5710 «$E9T"J0 03.362451.01.41:15 Setor Técnico Urinalise Emissão 03/10/2008 SUMARIO DE URINA Coleta: 03/10/2008 ASPECTOS FÍSICO-QUÍMICOS Valores de referência Cor Amarelo claro Amarelo claro - amarelo

Leia mais

Material: Sangue c/edta Método..: Citometria/Automatizado e estudo morfológico em esfregaço corado

Material: Sangue c/edta Método..: Citometria/Automatizado e estudo morfológico em esfregaço corado HEMOGRAMA COMPLETO Material: Sangue c/edta Método..: Citometria/Automatizado e estudo morfológico em esfregaço corado ERITROGRAMA V.R: Homens Mulheres Hemacias em milhoes/mm3...: 5,08 4,5 a 5,9 4,0 a 5,4

Leia mais

T3 - TRIIODOTIRONINA Coleta: 18/11/2005 06:28. T3 LIVRE Coleta: 18/11/2005 06:28. T4 - TETRAIODOTIRONINA Coleta: 18/11/2005 06:28

T3 - TRIIODOTIRONINA Coleta: 18/11/2005 06:28. T3 LIVRE Coleta: 18/11/2005 06:28. T4 - TETRAIODOTIRONINA Coleta: 18/11/2005 06:28 AUTENTICIDADE: 755339 Set.Tecnico Imunoensaio T3 - TRIIODOTIRONINA Coleta: 18/11/2005 06:28 Resultado 108.6 ng/dl Referencial: Criancas ate 5 anos 105.0 a 269.0 ng/dl 5 a 10 anos 94.0 a 241.0 ng/dl Maiores

Leia mais

LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS. Dúvidas Técnicas: Telefone: PABX (011) 3053-6611 Ramal: 2028

LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS. Dúvidas Técnicas: Telefone: PABX (011) 3053-6611 Ramal: 2028 Telefone PABX (011) 3053-6611 e-mail hcor@hcor.com.br Dúvidas Técnicas Telefone PABX (011) 3053-6611 Ramal 2028 EQUIPE CLINIC CHECK UP Num. Pedido 050802886 10/08/2005 060000 Emissão 11/08/2005 135055

Leia mais

Relatório de Caso Clínico

Relatório de Caso Clínico UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínica (VET03121) http://www.ufrgs.br/favet/bioquimica

Leia mais

Relatório de Caso Clínico

Relatório de Caso Clínico UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínica (VET03121) http://www.ufrgs.br/favet/bioquimica

Leia mais

Valores de Referencia (Adultos - Homens) HEMACIAS: 4.85 milhoes/mm3. Relativo (%) /mm3 VR (%) VR (mm3) LEUCOCITOS: 4.400

Valores de Referencia (Adultos - Homens) HEMACIAS: 4.85 milhoes/mm3. Relativo (%) /mm3 VR (%) VR (mm3) LEUCOCITOS: 4.400 Resultados Página: 1/13 HEMOGRAMA ERITROGRAMA Valores de Referencia (Adultos - Homens) HEMACIAS: 4.85 milhoes/mm3 04.50 a 06.10 HEMOGLOBINA: 13.5 g/dl 13.00 a 16.50 HEMATOCRITO: 41.1 % 36.00 a 54.00 VCM:

Leia mais

O estudo laboratorial da série vermelha é composto de vários testes que serão comentados a seguir. Ele é chamado de eritrograma.

O estudo laboratorial da série vermelha é composto de vários testes que serão comentados a seguir. Ele é chamado de eritrograma. Introdução O hemograma pode ser entendido como o exame do sangue periférico que permite fazer avaliação da série vermelha, série branca (leucócitos), e das plaquetas. Grosso modo, o sangue pode ser conceituado

Leia mais

O Laboratório Clínico do D.A.V. do Jockey Club de São Paulo conta com amplo e bem estruturado espaço, além de equipamentos modernos que conferem

O Laboratório Clínico do D.A.V. do Jockey Club de São Paulo conta com amplo e bem estruturado espaço, além de equipamentos modernos que conferem O Laboratório Clínico do D.A.V. do Jockey Club de São Paulo conta com amplo e bem estruturado espaço, além de equipamentos modernos que conferem fidedignidade aos resultados. Seu principal objetivo é assegurar

Leia mais

Hipotiroidismo Canino. Realizado por : Joana Lourenço Vasco Machado

Hipotiroidismo Canino. Realizado por : Joana Lourenço Vasco Machado Hipotiroidismo Canino Realizado por : Joana Lourenço Vasco Machado O que é uma glândula? Órgão que tem como função produzir uma secreção específica e eliminá-la do organismo, ou lançá-la no sangue ou na

Leia mais

CARCINOMA MAMÁRIO COM METÁSTASE PULMONAR EM FELINO RELATO DE CASO

CARCINOMA MAMÁRIO COM METÁSTASE PULMONAR EM FELINO RELATO DE CASO CARCINOMA MAMÁRIO COM METÁSTASE PULMONAR EM FELINO RELATO DE CASO HOFFMANN, Martina L. 1 ; MARTINS, Danieli B. 2 ; FETT, Rochana R. 3 Palavras-chave: Carcinoma. Felino. Quimioterápico. Introdução O tumor

Leia mais

HEMOGRAMA LUCAS WILBERT MARILIA DE N. C. BERGAMASCHI

HEMOGRAMA LUCAS WILBERT MARILIA DE N. C. BERGAMASCHI HEMOGRAMA ERITROGRAMA Hemácias milhões/mm3...: 4,67 4,00 a 5,10 Hemoglobina g/dl...: 13,00 11,20 a 15,10 Hematócrito %...: 37,80 34,00 a 43,00 Vol. Glob. Média em fl...: 80,94 78,00 a 92,00 Hem. Glob.

Leia mais

Relatório de Caso Clínico

Relatório de Caso Clínico UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínica (VET03121) http://www.ufrgs.br/favet/bioquimica

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Hiperadrenocorticismo canino: relato de caso

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Hiperadrenocorticismo canino: relato de caso PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Hiperadrenocorticismo canino: relato de caso Mariane Pacheco dos Santos 1, Gabriela Morais Madruga 2, Renato Linhares Sampaio 3, Rodrigo Supranzetti

Leia mais

ESTUDO RETROSPECTIVO DOS TUMORES MAMÁRIOS EM CANINOS E FELINOS ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA FAMED ENTRE 2003 A 2007.

ESTUDO RETROSPECTIVO DOS TUMORES MAMÁRIOS EM CANINOS E FELINOS ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA FAMED ENTRE 2003 A 2007. REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA - ISSN 1679-7353 PUBLICAÇÃO CI ENTÍFICA DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DE GARÇA/FAMED ANO IV, NÚMERO, 08, JANEIRO DE 2007. PERIODICIDADE:

Leia mais

DEFINIÇÃO. quantidade de plaquetas.

DEFINIÇÃO. quantidade de plaquetas. HEMOGRAMA DEFINIÇÃO É o exame mais requisitado pela medicina e nele analisa-se as células sanguíneas. É comum você pegar um laudo dividido em três partes:eritrograma, parte que analisa as células vermelhas

Leia mais

Relatório de Caso Clínico

Relatório de Caso Clínico UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínica (VET03121) http://www.ufrgs.br/favet/bioquimica

Leia mais

Relatório de Caso Clínico

Relatório de Caso Clínico UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínica (VET03121) http://www6.ufrgs.br/bioquimica

Leia mais

Rinite Bilateral Crônica em Felino da Raça Persa

Rinite Bilateral Crônica em Felino da Raça Persa O Sucesso da Terapêutica Homeopática VII Rinite Bilateral Crônica em Felino da Raça Persa Profa. Dra. Maria Luiza Delavechia HUVET UFF; IHB; ABRAH Rinite Bilateral Crônica Rino Sinusite Trato respiratório

Leia mais

Mulher com 63 anos apresentou manchas na pele, hemorragias gengivais e genitais, além de muita fraqueza e confusão mental. Há uma semana tem febre e

Mulher com 63 anos apresentou manchas na pele, hemorragias gengivais e genitais, além de muita fraqueza e confusão mental. Há uma semana tem febre e CASO 01 - Mulher com 63 anos apresentou manchas na pele, hemorragias gengivais e genitais, além de muita fraqueza e confusão mental. Há uma semana tem febre e muita sudoração. O médico examinou a paciente

Leia mais

PROTOCOLO PROGRAMA DE TRATAMENTO COM HORMÔNIO DO CRESCIMENTO (PTGH HBDF)

PROTOCOLO PROGRAMA DE TRATAMENTO COM HORMÔNIO DO CRESCIMENTO (PTGH HBDF) SES/HBDF/UNIDADE DE ENDOCRINOLOGIA PROTOCOLO PROGRAMA DE TRATAMENTO COM HORMÔNIO DO CRESCIMENTO (PTGH HBDF) COORDENAÇÃO: Dra. Adriana Claudia Lopes Carvalho Furtado CRM-DF: 8917 Dra. Norma Sueli Marino

Leia mais

Hemoglobina. Uma mulher com Hb de 11,5 a vida toda pode ser considerada normal e não anêmica.

Hemoglobina. Uma mulher com Hb de 11,5 a vida toda pode ser considerada normal e não anêmica. 11 de Agosto de 2008. Professor Fernando Pretti. Anemia Abordagem Diagnóstica Definição É a redução, abaixo do normal, da concentração de hemoglobina circulante total. A anemia não é um diagnóstico de

Leia mais

HEMOGRAMA COMPLETO

HEMOGRAMA COMPLETO ERITROGRAMA HEMOGRAMA COMPLETO REFERENCIAIS PARA ADULTOS ------------------------- Homem Mulher Hemácias em Milhoes/mL...: 4,58 4,5 a 6,5 3,9 a 5,8 Hemoglobina em gdl...: 14,7 13,5 a 18,0 11,5 a 16,4 Hematócrito

Leia mais

Eritrograma. Leucograma

Eritrograma. Leucograma Pág.: 1 / 9 HEMOGRAMA Material: SANGUE TOTAL Coletado em: 10/07/2013 07:32 Método: Automação Cell-Dyn Eritrograma Eritrócitos...: 4,96 milhões/mm Hemoglobina...: 14,40 g% Volume globular...: 42,2 % Volume

Leia mais

SÓDIO: 140 meq/l [DATA DA COLETA : 19/11/13 07:00] Método...: Fotometria de chama Vlor. Ref.: 135 a 145 meq/l Material..: sangue

SÓDIO: 140 meq/l [DATA DA COLETA : 19/11/13 07:00] Método...: Fotometria de chama Vlor. Ref.: 135 a 145 meq/l Material..: sangue GLICEMIA DE JEJUM: 115 mg/dl Método...: Enzimático Vlor. Ref.: 65 a 99 mg/dl Material..: Plasma fluoretado RESULTADOS ANTERIORES: 06/09/13 = 110 mg/dl 02/08/13 = 97 mg/dl URÉIA: 32 mg/dl Método...: Enzimático

Leia mais

Leucocitoses: o que há além dos processos inflamatórios

Leucocitoses: o que há além dos processos inflamatórios Leucocitoses: o que há além dos processos inflamatórios Inflamação Leucocitose fisiológica (epinefrina) Dor, medo, exercício Leucograma de estresse (glicocorticoide) Hiperadrenocorticismo, corticoterapia,

Leia mais

Aspectos Clínicos da Hemobartolenose Felina

Aspectos Clínicos da Hemobartolenose Felina GEAC UFV Grupo de Estudos de Animais de Companhia Aspectos Clínicos da Hemobartolenose Felina Cecilia Sartori Zarif, Graduanda do 9 período de Medicina Veterinária da UFV Etiologia Anemia Infecciosa Felina

Leia mais

Autor. Revisão Técnica. Durval Alex Gomes e Costa

Autor. Revisão Técnica. Durval Alex Gomes e Costa Apresentação A estrutura do Guia de Interpretação de Exames, em que cada capítulo aborda um exame diferente, foi concebida para ser uma alternativa à literatura especializada na melhor interpretação possível

Leia mais

DOENÇAS DA TIRÓIDE. Figura nº1 Localização da Tiróide e da Hipófise

DOENÇAS DA TIRÓIDE. Figura nº1 Localização da Tiróide e da Hipófise DOENÇAS DA TIRÓIDE O que é a Tiróide? A Tiróide é uma glândula situada na base do pescoço imediatamente abaixo da maçã de Adão (fig.nº1) e é constituída por dois lobos unidos por uma parte central chamada

Leia mais

Método: RESISTIVIDADE - IMPEDÂNCIA - MICROSCOPIA

Método: RESISTIVIDADE - IMPEDÂNCIA - MICROSCOPIA HEMOGRAMA COMPLETO Método: RESISTIVIDADE - IMPEDÂNCIA - MICROSCOPIA ERITOGRAMA: Referências Hemácias...: 4,45 milhões/mm³ 3,9 a 5,3 milhões/mm³ Hemoglobina...: 12,2 g/dl 12,0 a 16,0 g/dl Hematócrito...:

Leia mais

Principal função exócrina = produção, secreção e estoque de enzimas digestivas (gordura, proteínas e polissacarideos) Cães: Possuem dois ductos

Principal função exócrina = produção, secreção e estoque de enzimas digestivas (gordura, proteínas e polissacarideos) Cães: Possuem dois ductos Principal função exócrina = produção, secreção e estoque de enzimas digestivas (gordura, proteínas e polissacarideos) Cães: Possuem dois ductos pancreáticos (principal e acessório) Gatos: Ducto biliar

Leia mais

PSA - ANTÍGENO ESPECÍFICO Coleta: 20/11/ :05 PROSTÁTICO LIVRE. PSA - ANTIGENO ESPECÍFICO Coleta: 20/11/ :05 PROSTÁTICO TOTAL

PSA - ANTÍGENO ESPECÍFICO Coleta: 20/11/ :05 PROSTÁTICO LIVRE. PSA - ANTIGENO ESPECÍFICO Coleta: 20/11/ :05 PROSTÁTICO TOTAL AUTENTICIDADE: 31BA47 Set.Tecnico Imunoensaio PSA - ANTÍGENO ESPECÍFICO Coleta: 20/11/2004 07:05 PROSTÁTICO LIVRE Resultado 0.15 ng/ml Metodo: Eletroquimioluminescência (ECLIA) Referencial: Até 0.72 ng/ml

Leia mais

HEMOGRAMA. Paciente : MARCIA SILVIANE DOS SANTOS ROSA Idade : 45 anos, 10 meses Série/No.: REC2/ ERITROGRAMA

HEMOGRAMA. Paciente : MARCIA SILVIANE DOS SANTOS ROSA Idade : 45 anos, 10 meses Série/No.: REC2/ ERITROGRAMA HEMOGRAMA Amostra: Sangue total com EDTA Metodologia: Laser. Realizado em equipamento automatizado modelo ABBOTT CELL-DYN 3500. ERITROGRAMA Valores de Referência Eritrócitos 4,32 milhões/mm³ 4,50 a 5,90

Leia mais

Câncer de Tireóide. O segredo da cura é a eterna vigilância

Câncer de Tireóide. O segredo da cura é a eterna vigilância Câncer de Tireóide Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira O câncer de tireóide é um tumor maligno de crescimento localizado dentro da glândula

Leia mais

Agenda. Nódulo da Tireóide. Medicina Nuclear. Medicina Nuclear em Cardiologia 17/10/2011

Agenda. Nódulo da Tireóide. Medicina Nuclear. Medicina Nuclear em Cardiologia 17/10/2011 Agenda Medicina Nuclear Endocrinologia Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com O objetivo desta aula é abordar a Medicina nuclear em endocrinologia (notadamente aplicações Câncer de Tireóide).

Leia mais

LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA EM CÃO RELATO DE CASO

LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA EM CÃO RELATO DE CASO LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRÔNICA EM CÃO RELATO DE CASO LUCIANE CAMILA HISCHING 1, FABIOLA DALMOLIN 2, JOELMA LUCIOLI 3, THIAGO NEVES BATISTA 3, JOSÉ EDUARDO BASILIO DE OLIVEIRA GNEIDING 3. 1 Discente Medicina

Leia mais

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS.

CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Laura S. W ard CAMPANHA PELA INCLUSÃO DA ANÁLISE MOLECULAR DO GENE RET EM PACIENTES COM CARCINOMA MEDULAR E SEUS FAMILIARES PELO SUS. Nódulos da Tiróide e o Carcinoma Medular Nódulos da tiróide são um

Leia mais

Relatório de Caso Clínico

Relatório de Caso Clínico UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínica (VET03121) http://www.ufrgs.br/favet/bioquimica

Leia mais

Doenças da Tireóide. Prof. Fernando Ramos

Doenças da Tireóide. Prof. Fernando Ramos Doenças da Tireóide Prof. Fernando Ramos Introdução A tireóide é uma glândula localiza na porção anterior do pescoço e responde pela produção de hormônios como Triiodotironina (T3) e Tiroxina (T4) que

Leia mais

CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO. Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto. Introdução

CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO. Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto. Introdução CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto Introdução É realizada a avaliação de um grupo de pacientes com relação a sua doença. E através dele

Leia mais

EXAMES CLASSIFICAÇÃO prazo material COLETA VETERINARIO. cloretos Bioquimico até 24h tubo vermelho R$ 20,00 R$

EXAMES CLASSIFICAÇÃO prazo material COLETA VETERINARIO. cloretos Bioquimico até 24h tubo vermelho R$ 20,00 R$ . TABELA DE PREÇOS 2015 EXAMES CLASSIFICAÇÃO prazo material COLETA VETERINARIO ácido úrico Bioquimico até 24h tubo vermelho R$ 20,00 R$ 14,00 Aplicação ACTH = R$ 15,00/Kg Hormonal ----------- -----------------

Leia mais

Contagem eletrônica automatizada realizada em equipamento Sysmex XE-D 2100 Roche.

Contagem eletrônica automatizada realizada em equipamento Sysmex XE-D 2100 Roche. HEMOGRAMA COMPLETO ERITROGRAMA Eritrócitos : 3,24 milhões/mm3 3,9-5,03 Hemoglobina : 11,2 g/dl 12,0-15,5 Hematócrito : 32,8 % 34,9-44,5 VCM : 101,2 fl 81,6-98,3 HCM : 34,6 pg 26,0-34,0 CHCM : 34,1 % 31,0-36,0

Leia mais

AVALIAÇÃO LABORATORIAL

AVALIAÇÃO LABORATORIAL AVALIAÇÃO LABORATORIAL Escolha das análises a serem realizadas Realização da coleta de forma adequada domínio da técnica reconhecimento de eventuais erros de procedimento escolha do recipiente, acondicionamento

Leia mais

TIREÓIDE. O que é tireóide?

TIREÓIDE. O que é tireóide? TIREÓIDE O que é tireóide? A tireóide é uma glândula em forma de borboleta, situada no pescoço, logo abaixo do ossinho do pescoço, popularmente conhecido como gogó. A tireóide produz um hormônio capaz

Leia mais

Hemograma Material...: SANGUE COM E.D.T.A. Equipamento: PENTRA 120 DX

Hemograma Material...: SANGUE COM E.D.T.A. Equipamento: PENTRA 120 DX Nº OS 912499 Animal Shipo Data 23/01/2016 Canina - - Raça Dachshund Responsável Cid Kaeriyama Sexo Femea Dt. Nasc. 13/08/2007 Idade 8a 5m 10d Requisitante Rodrigo Ubukata Provet - Divino Salvador Av Divino

Leia mais

Tumores mamários em cadelas

Tumores mamários em cadelas Novos Exames Estamos colocando a disposição de todos o Teste de Estimulação ao ACTH que é usado para identificar e acompanhar o tratamento do hipoadenocorticismo e hiperadrenocorticismo em cães e gatos.

Leia mais

Abordagem Diagnóstica e Terapêutica da Diabete Melito Não Complicada em Cães

Abordagem Diagnóstica e Terapêutica da Diabete Melito Não Complicada em Cães Abordagem Diagnóstica e Terapêutica da Diabete Melito Não Complicada em Cães Cecilia Sartori Zarif Residente em Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais da UFV Distúrbio do Pâncreas Endócrino Diabete Melito

Leia mais

TUMOR VENÉREO TRANSMISSÍVEL (TVT) - REVISÃO DE LITERATURA TRANSMISSIBLE VENERAL TUMOR (TVT) REVIEW

TUMOR VENÉREO TRANSMISSÍVEL (TVT) - REVISÃO DE LITERATURA TRANSMISSIBLE VENERAL TUMOR (TVT) REVIEW TUMOR VENÉREO TRANSMISSÍVEL (TVT) - REVISÃO DE LITERATURA TRANSMISSIBLE VENERAL TUMOR (TVT) REVIEW SANTOS, Mariana Soares Pereira dos Acadêmica do curso de Medicina Veterinária da Faculdade de Medicina

Leia mais

Instituto Veterinário de Imagem

Instituto Veterinário de Imagem Instituto Veterinário de Imagem Tabela de Preço ABRIL DE 2012 CARDIOLOGIA VALOR R$ Eletrocardiografia (E.C.G.) 98,00 Ecodopplercardiografia Colorido 138,00 Pressão Arterial 41,00 ULTRASSONOGRAFIA (U.S.G.)

Leia mais

Padrões hematológicos de vacas leiteiras no período de transição

Padrões hematológicos de vacas leiteiras no período de transição 1 Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Pecuária www.ufpel.edu.br/nupeec Padrões hematológicos de vacas leiteiras no período de transição João Paulo Meirelles Graduando em Medicina Veterinária Samanta

Leia mais

INTERPRETAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS

INTERPRETAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS INTERPRETAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS CINÉTICA DO FERRO Danni Wanderson Introdução A importância do ferro em nosso organismo está ligado desde as funções imune, até as inúmeras funções fisiológicas, como

Leia mais

LEPTOSPIROSE?? Bruna Coelho

LEPTOSPIROSE?? Bruna Coelho LEPTOSPIROSE?? Bruna Coelho M. V. do Serviço de Clínica Médica de Pequenos Animais HOVET FMVZ USP Residência em Clínica e Cirurgia de Pequenos animais HOVET FMVZ USP Especialização em Clínica Médica FMVZ

Leia mais

Colaboradores Acadêmicos Selene Círio Leite Diego Lunelli Marcelle Círio Leite

Colaboradores Acadêmicos Selene Círio Leite Diego Lunelli Marcelle Círio Leite 3267-4303 Orientações para Colheita e Remessa de Material para Exames Laboratoriais VOLUME 1 Histopatologia Citologia Necropsia www.petimagem.com PET IMAGEM - Diagnósticos Veterinários foi criado em abril

Leia mais

Apresentação de Caso Clínico L.E.M.D.A.P.

Apresentação de Caso Clínico L.E.M.D.A.P. Apresentação de Caso Clínico L.E.M.D.A.P. De Oliveira,J.V.C¹; SILVA, M.T.B¹; NEGRETTI, Fábio². ¹Acadêmicas do curso de Medicina da UNIOESTE. ²Professor de Anatomia e Fisiologia Patológica da UNIOESTE.

Leia mais

INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida

INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida DEFINIÇÃO: Pathos: doença Logos: estudo Estudo das alterações estruturais, bioquímicas e funcionais nas células, tecidos e órgãos visando explicar os mecanismos

Leia mais

Cancro da Mama. Estrutura normal das mamas. O que é o Cancro da Mama

Cancro da Mama. Estrutura normal das mamas. O que é o Cancro da Mama Cancro da Mama O Cancro da Mama é um tumor maligno que se desenvolve nas células do tecido mamário. Um tumor maligno consiste num grupo de células alteradas (neoplásicas) que pode invadir os tecidos vizinhos

Leia mais

ALTERAÇÕES NO HEMOGRAMA DE CÃES CAUSADAS PELA REFRIGERAÇÃO DA AMOSTRA

ALTERAÇÕES NO HEMOGRAMA DE CÃES CAUSADAS PELA REFRIGERAÇÃO DA AMOSTRA REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA - ISSN 1679-7353 PUBLICAÇÃO CI ENTÍFICA DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DE GARÇA/FAMED ANO IV, NÚMERO, 08, JANEIRO DE 2007. PERIODICIDADE:

Leia mais

Fisiologia da glândula Tireóide

Fisiologia da glândula Tireóide Universidade Federal do Espírito Santo PSICOLOGIA Fisiologia da glândula Tireóide Élio Waichert Júnior Localização anatômica Secreta 3 Hormônios: Tiroxina (T4) Triiodotironina (T3) Calcitonina Prof. Élio

Leia mais

HEMANGIOSSARCOMA ESPLÊNICO EM CÃO DA RAÇA BOXER - RELATO DE CASO

HEMANGIOSSARCOMA ESPLÊNICO EM CÃO DA RAÇA BOXER - RELATO DE CASO HEMANGIOSSARCOMA ESPLÊNICO EM CÃO DA RAÇA BOXER - RELATO DE CASO ARYENNE KAROLYNNE DE OLIVEIRA 1, GABRIELA RODRIGUES SAMPAIO 2, JOSÉ ARTHUR DE ABREU CAMASSA 3, FERNANDO YOITI KITAMURA KAWAMOTO 4, PAULA

Leia mais

ÁCIDO ÚRICO DIHIDROTESTOSTERONA ANTICORPOS ANTI-MICROSSOMAL/TPO ANTICORPO ANTI-TIREOGLOBULINA

ÁCIDO ÚRICO DIHIDROTESTOSTERONA ANTICORPOS ANTI-MICROSSOMAL/TPO ANTICORPO ANTI-TIREOGLOBULINA ÁCIDO ÚRICO Resultado: 4,8 mg/dl Homens : 3,4 a 7,0 mg/dl Mulheres: 2,4 a 5,7 mg/dl DIHIDROTESTOSTERONA Resultado: 70,1 pg/ml Pre-Pubere : < 50 pg/ml Homem : 122 a 473 pg/ml Mulher fase folicular: 50 a

Leia mais

Anhanguera - Uniderp

Anhanguera - Uniderp Anhanguera - Uniderp CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA A SELEÇÃO DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICO- VETERINÁRIA - PRMV R1 / TURMA 2012 ÁREA DE CLÍNICA E CIRURGIA DE PEQUENOS ANIMAIS 1. Terapêutica Clínica Geral

Leia mais

7ª Reunião Luso-Galaica de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo. Caso Clínico. Hospital de Braga

7ª Reunião Luso-Galaica de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo. Caso Clínico. Hospital de Braga 7ª Reunião Luso-Galaica de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo Hospital de Braga Serviço de Cirurgia Director: Dr. Mesquita Rodrigues Sónia Ribas 12 de Dezembro F.C.R, sexo masculino, 69 anos Antecedentes

Leia mais

Relatório de Caso Clínico

Relatório de Caso Clínico UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínica (VET03121) http://www6.ufrgs.br/bioquimica

Leia mais

Sistema endócrino + Sistema nervoso. integração e controle das funções do organismo

Sistema endócrino + Sistema nervoso. integração e controle das funções do organismo Sistema endócrino Sistema endócrino + Sistema nervoso integração e controle das funções do organismo Sistema endócrino Conjunto de glândulas endócrinas que secretam hormônio Relembrando Glândulas que liberam

Leia mais

No. do Exame 001/ Data Entrada..: 20/01/2017

No. do Exame 001/ Data Entrada..: 20/01/2017 HEMOGRAMA SÉRIE VERMELHA VALORES OBTIDOS VALORES DE REFERÊNCIA UNIDADES ERITRÓCITOS 6,48 5,00-8,00 milhões/mm3 HEMOGLOBINA 15,00 12,00-18,00 g/dl HEMATÓCRITO 43,60 37,00-54,00 % V.C.M. 67,28 60,00-77,00

Leia mais

Data de liberação: 20/01/ :31

Data de liberação: 20/01/ :31 SOROLOGIA PARA CITOMEGALOVIRUS Anticorpos de Classe IgG: Superior a 250.0 UA/mL Anticorpos de Classe IgM: Não Reagente Método: Imunoensaio por Quimioluminescência Valores de Referência IgG: Não reagente:

Leia mais

RESUMO TÍTULO AUTORES. Nódulo tiroideu em adolescente

RESUMO TÍTULO AUTORES. Nódulo tiroideu em adolescente TÍTULO Nódulo tiroideu em adolescente AUTORES Filipa Almeida 1, Cláudia Melo 1, Susana Lopes 1, Filipe Oliveira 1, Ana Maia Ferreira 2, Sónia Carvalho 1 1- Serviço de Pediatria do Centro Hospitalar do

Leia mais

Leia estas instruções:

Leia estas instruções: Leia estas instruções: 1 2 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. Caso se identifique em qualquer outro local deste

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Unidade Universitária: CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Curso: FARMÁCIA Disciplina: Bioquímica Clínica Professor(es): Fernanda Barrinha Fernandes (teórica) Daniela de Oliveira Toyama (prática Carga

Leia mais

Residente Anike Brilhante Serviço de Cirurgia Geral Hospital Federal Cardoso Fontes Chefe do Serviço: Antônio Marcílio

Residente Anike Brilhante Serviço de Cirurgia Geral Hospital Federal Cardoso Fontes Chefe do Serviço: Antônio Marcílio Residente Anike Brilhante Serviço de Cirurgia Geral Hospital Federal Cardoso Fontes Chefe do Serviço: Antônio Marcílio Nódulo: - Pcp manifestação clínica das dçs da tireóide - 5% das mulheres e 1% dos

Leia mais

Abordagem diagnóstica a casos oncológicos em Répteis. Filipe Martinho, DVM

Abordagem diagnóstica a casos oncológicos em Répteis. Filipe Martinho, DVM Abordagem diagnóstica a casos oncológicos em Répteis Filipe Martinho, DVM III Congresso OMV - Novembro 2012 Oncologia e Répteis Aparentemente casos oncológicos são raros; Em colecções zoológicas até 23%

Leia mais

HEMOGRAMA COMPLETO Método : Análise realizada por Citometria de fluxo fluorescente e impedância "XE2100-Sysmex" Material: SANGUE TOTAL COM EDTA

HEMOGRAMA COMPLETO Método : Análise realizada por Citometria de fluxo fluorescente e impedância XE2100-Sysmex Material: SANGUE TOTAL COM EDTA Unidade : VICENTE PIRES Página: 1/7 HEMOGRAMA COMPLETO Método : Análise realizada por Citometria de fluxo fluorescente e impedância "XE2100-Sysmex" Material: SANGUE TOTAL COM EDTA Eritrograma Valores de

Leia mais

REGULAÇÃO HIDROELETROLÍTICA FUNÇÃO RENAL

REGULAÇÃO HIDROELETROLÍTICA FUNÇÃO RENAL REGULAÇÃO HIDROELETROLÍTICA FUNÇÃO RENAL Bioquímica Profa. Dra. Celene Fernandes Bernardes Referências Bioquímica Clínica M A T Garcia e S Kanaan Bioquímica Mèdica J W Baynes e M H Dominiczack Fundamentos

Leia mais

Relatório de Caso Clínico

Relatório de Caso Clínico UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Veterinária Departamento de Patologia Clínica Veterinária Disciplina de Bioquímica e Hematologia Clínica (VET03121) http://www.ufrgs.br/favet/bioquimica

Leia mais

SÓDIO 139 meq/l Valores de ref erência: 134 a 147 meq/l Material: Soro Anteriores:(11/10/2016): 139 Método: Eletrodo Seletiv o

SÓDIO 139 meq/l Valores de ref erência: 134 a 147 meq/l Material: Soro Anteriores:(11/10/2016): 139 Método: Eletrodo Seletiv o SÓDIO 139 meq/l Valores de ref erência: 134 a 147 meq/l (11/10/2016): 139 Método: Eletrodo Seletiv o POTÁSSIO 3,6 meq/l Valores de ref erência: 3,5 a 5,4 meq/l Método: Eletrodo Seletiv o URÉIA 37 mg/dl

Leia mais

LABORATÓRIO BOM JESUS

LABORATÓRIO BOM JESUS GLICEMIA...: 74 Metodo: Colorimetrico Valor de Referencia: 70 a 110,0 mg/dl UREIA...: 32 Metodo : Urease/GluDH Valor de Referencia: 15 a 38 mg/dl CREATININA...: 0,65 Metodo : Picrato Alcalino Homens :

Leia mais

Descrição do esfregaço

Descrição do esfregaço Descrição do esfregaço Série vermelha: microcitose e hipocromia acentuadas com hemácias em alvo. Policromasia discreta. Série branca: sem anormalidades morfológicas Série plaquetária: sem anormalidades

Leia mais

MELANOMA EM CABEÇA E PESCOÇO

MELANOMA EM CABEÇA E PESCOÇO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO MELANOMA EM CABEÇA E PESCOÇO COMPLICAÇÕES EM ESVAZIAMENTO CERVICAL UBIRANEI O. SILVA INTRODUÇÃO Incidência melanoma cutâneo: 10% a 25% Comportamento

Leia mais

Anemia: Conteúdo. Definições

Anemia: Conteúdo. Definições Anemia Resumo de diretriz NHG M76 (março 2003) Van Wijk MAM, Mel M, Muller PA, Silverentand WGJ, Pijnenborg L, Kolnaar BGM traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto 2014 autorização para

Leia mais

CANCER DE MAMA FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO

CANCER DE MAMA FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO CANCER DE MAMA FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO OS TIPOS DE CANCER DE MAMA O câncer de mama ocorre quando as células deste órgão passam a se dividir e se reproduzir muito rápido e de forma

Leia mais

MANUAL DE COLETA PARA ANÁLISES CLÍNICAS

MANUAL DE COLETA PARA ANÁLISES CLÍNICAS MANUAL DE COLETA PARA ANÁLISES CLÍNICAS O material coletado e conservado adequadamente torna-se de grande valor, proporcionando informações importantes para o clínico chegar a um diagnóstico. Uma coleta

Leia mais

Diabetes Mellitus em animais de companhia. Natália Leonel Ferreira 2º ano Medicina Veterinária

Diabetes Mellitus em animais de companhia. Natália Leonel Ferreira 2º ano Medicina Veterinária Diabetes Mellitus em animais de companhia Natália Leonel Ferreira 2º ano Medicina Veterinária O que é Diabetes Mellitus? É uma doença em que o metabolismo da glicose fica prejudicado pela falta ou má absorção

Leia mais

Apresentador: Dr. Saul Oliveira e Costa Coordenador: Dr. Gustavo Caldas

Apresentador: Dr. Saul Oliveira e Costa Coordenador: Dr. Gustavo Caldas Apresentador: Dr. Saul Oliveira e Costa Coordenador: Dr. Gustavo Caldas Câncer Anaplásico de Tireóide INTRODUÇÃO Prognóstico => 6 meses após diagnóstico 1,7% dos cânceres da tireóide Incidência caindo:

Leia mais

Raniê Ralph Semio 2. 01 de outubro de 2007. Professor Fernando Pretti. Hemograma Interpretação. O hemograma é um exame complementar muito importante.

Raniê Ralph Semio 2. 01 de outubro de 2007. Professor Fernando Pretti. Hemograma Interpretação. O hemograma é um exame complementar muito importante. 01 de outubro de 2007. Professor Fernando Pretti. Hemograma Interpretação O hemograma é um exame complementar muito importante. Doenças do sangue Anemias Doenças hemorrágicas: hemofilia, cirrosse hepática,

Leia mais

Câncer de Mama COMO SÃO AS MAMAS:

Câncer de Mama COMO SÃO AS MAMAS: Câncer de Mama COMO SÃO AS MAMAS: As mamas (ou seios) são glândulas e sua função principal é a produção de leite. Elas são compostas de lobos que se dividem em porções menores, os lóbulos, e ductos, que

Leia mais

Layout de Importação de Resultados de Exames

Layout de Importação de Resultados de Exames Layout de Importação de Resultados de Exames O processo de atualização dos resultados de exames laboratoriais é uma tarefa extensa e exaustiva. Para tal, foi implementada uma rotina no Nefrodata-ACD que

Leia mais

Tabela de Exames. Anatomia Patológica. Exame Amostra Valor Prazo Histopatológico. Citologia. Lâminas de punção aspirativa ou líquido refrigerado.

Tabela de Exames. Anatomia Patológica. Exame Amostra Valor Prazo Histopatológico. Citologia. Lâminas de punção aspirativa ou líquido refrigerado. Tabela de Exames - Novos valores válidos a partir de 01 de SETEMBRO de 2012 - Qualquer dúvida quanto ao acondicionamento e envio das amostras favor entrar em contato pelos nossos telefones (19) 3342-9312

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA CAMPUS ROLIM DE MOURA CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA CAMPUS ROLIM DE MOURA CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA 01. DADOS PROFESSOR: NAYCHE TORTATO VIEIRA ÁREA/DISCIPLINA (CÓDIGO): PATOLOGIA CLÍNICA VETERINÁRIA (VET30033) UNIDADE: ROLIM DE MOURA CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 80 HORAS CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 HORAS TURMA:

Leia mais

TABELA DE PREÇOS. BIOQUÍMICA SÉRICA VALOR MATERIAL PRAZO Ácidos biliares totais (jejum) 115,00 Soro sanguíneo 5 dias

TABELA DE PREÇOS. BIOQUÍMICA SÉRICA VALOR MATERIAL PRAZO Ácidos biliares totais (jejum) 115,00 Soro sanguíneo 5 dias TABELA DE PREÇOS ANÁLISE CITOLÓGICA VALOR MATERIAL PRAZO Líquidos cavitários (pleural, pericárdico e peritoneal) 100,00 Fluido em tubo seco e EDTA 24 horas Líquor 100,00 Fluido em tubo seco 24 horas Citologia

Leia mais

M.C.N, Feminina 60 anos Parda Casada Cearense, residente em Caucaia Doméstica

M.C.N, Feminina 60 anos Parda Casada Cearense, residente em Caucaia Doméstica Paulo Marcelo M.C.N, Feminina 60 anos Parda Casada Cearense, residente em Caucaia Doméstica Dor abdominal Paciente procurou, há 3 anos, assistência médica em razão de dor abdominal leve, localizada no

Leia mais

Método : HPLC (Cromatografia Líquida de Alta Performance) por troca Iônica. Material: Sangue Edta

Método : HPLC (Cromatografia Líquida de Alta Performance) por troca Iônica. Material: Sangue Edta GLICOSE Resultado: 77 mg/dl 70 a 99 mg/dl Método: Enzimático Material: Soro Resultado(s) Anterior(es) Em 28/04/12: 90 HEMOGLOBINA GLICADA Resultado HbA1c: 5,0 % Não diabéticos: De 4 a 6% Bom controle :

Leia mais

HIPERADRENOCORTICISMO EM CÃES

HIPERADRENOCORTICISMO EM CÃES 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 HIPERADRENOCORTICISMO EM CÃES Veruska Martins da Rosa 1, Caio Henrique de Oliveira Carniato 2, Geovana Campanerutti Cavalaro 3 RESUMO: O hiperadrenocorticismo

Leia mais

Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT. Segundo diretrizes ANS

Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT. Segundo diretrizes ANS Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT Segundo diretrizes ANS Referencia Bibliográfica: Site ANS: http://www.ans.gov.br/images/stories/a_ans/transparencia_institucional/consulta_despachos_poder_judiciari

Leia mais

Sistema Endócrino Sistema Endócrino Sistema Endócrino Sistema Endócrino Sistema Endócrino Sistema Endócrino Mensagem Química: Hormônios Os hormônios são substâncias químicas liberadas na corrente sanguínea

Leia mais

Imagem da Semana: Radiografia, Tomografia computadorizada

Imagem da Semana: Radiografia, Tomografia computadorizada Imagem da Semana: Radiografia, Tomografia computadorizada Figura 1: Radiografia de tórax em incidência póstero anterior Figura 2: Tomografia computadorizada de tórax com contraste em corte coronal e sagital

Leia mais

DEZ PASSOS NA INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL NO VEGETARIANO PROF. ANTONIO CLÁUDIO GOULART DUARTE 2006

DEZ PASSOS NA INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL NO VEGETARIANO PROF. ANTONIO CLÁUDIO GOULART DUARTE 2006 DEZ PASSOS NA INTERPRETAÇÃO LABORATORIAL NO VEGETARIANO PROF. ANTONIO CLÁUDIO GOULART DUARTE 2006 Agradecimento: A todos os pacientes e seus familiares que permitem que possamos usar seus exames laboratoriais

Leia mais

Distúrbios da glândula tireóide Resumo de diretriz NHG M31 (julho 2013)

Distúrbios da glândula tireóide Resumo de diretriz NHG M31 (julho 2013) Distúrbios da glândula tireóide Resumo de diretriz NHG M31 (julho 2013) Van Lieshout J, Felix-Schollaart B, Bolsius EJM, Boer AM, Burgers JS, Bouma M., Sijbom M. traduzido do original em holandês por Luiz

Leia mais

Diagnóstico do câncer

Diagnóstico do câncer UNESC FACULDADES ENFERMAGEM - ONCOLOGIA FLÁVIA NUNES Diagnóstico do câncer Evidenciado: Investigação diagnóstica por suspeita de câncer e as intervenções de enfermagem no cuidado ao cliente _ investigação

Leia mais

Projeto: Desenvolvimento de Casos Clínicos para Aplicação no Ensino de Biologia Celular e Molecular para Medicina

Projeto: Desenvolvimento de Casos Clínicos para Aplicação no Ensino de Biologia Celular e Molecular para Medicina Departamento de Biologia Celular e Molecular Projeto: Desenvolvimento de Casos Clínicos para Aplicação no Ensino de Biologia Celular e Molecular para Medicina Tema: Metabolismo do Ferro e Anemias Monitores:

Leia mais

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS PORTARIA 13/2014

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS PORTARIA 13/2014 PORTARIA 13/2014 Dispõe sobre os parâmetros do exame PET-CT Dedicado Oncológico. O DIRETOR-PRESIDENTE DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL-IPERGS, no uso de suas atribuições conferidas

Leia mais